"MÉTODO DE RECUPERAÇÃO DE DUTO" FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um método de recuperação de um duto existente para recuperar dutos existentes através da conexão de uma pluralidade de segmentos na direção circunferencial de modo a montar um duto recuperado dentro do duto existente.
Descrição da Arte Relacionada
Há métodos de recuperação de dutos conhecidos na arte em que uma pluralidade de segmentos está conectada na direção circunferencial e na direção do cumprimento do duto para montar um duto em reabilitação quando dutos de rede de esgotos, dutos de con- dução de água, dutos de irrigação agrícola e outros tipos de dutos existentes tornaram-se usados pelo tempo. Um carregador é usado para carregar o espaço entre o duto de recupe- ração e o duto existente de modo a integrar ambos os dutos juntos e construir um duto com- pósito (JP-A-2003-286742 e JP-A-2005-299711). O segmento de duto em recuperação é uma unidade de montagem para recupera-
ção de um duto e compreende uma placa de superfície interna, placas laterais, e placas de extremidade, estas placas sendo integralmente moldadas a partir de um material plástico transparente ou não transparente na forma de um bloco. Placas de reforço e estruturais são preferivelmente proporcionadas de modo a aumentar a força do segmento. De modo a conectar os segmentos na direção do comprimento de duto, os mem-
bros de conexão são usados de modo que se estendem ao longo da direção do comprimen- to do duto por sobre ambas as placas laterais. Os comprimentos de conexão são fixados aos segmentos e mutuamente conectados a acoplar os segmentos juntos na direção do comprimento do duto (JP-A-2005-299711). Em um método para conexão de segmentos são descritos em JP-a-2005-299711,
os membros de conexão estão mutuamente conectados na direção do comprimento do duto e modo a produzir um membro na forma de haste conectada em extensão simples. Contudo, os segmentos não podem ser acoplados na direção do comprimento do duto com força sufi- ciente nos locais onde nenhum membro de conexão existe, desta forma causando um pro- blema cuja força de acoplagem seja diferente na direção circunferencial.
Usando-se muitos segmentos conforme visto na direção circunferencial do segmen- to capacita a força de acoplagem a ser uniforme e a ser aumentada. Contudo, isto desvanta- josamente aumenta a relação homem/hora e os custos.
Sumario da Invenção
É, contudo, um objeto da presente invenção proporcionar um método de recupera-
ção de dutos que seja capaz de conectar segmentos na direção do comprimento do duto de modo a fazer a força uniforme do duto em recuperação. A presente invenção está caracterizada por um método de reabilitação de duto exis- tente para reabilitar um duto já existente através de segmentos de conexão nas direções de comprimento de duto e circunferencial para montagem de um duto de recuperação interno ao duto existente. O método caracterizado pelo fato de compreender o firmar de uma plura- Iidade de porcas aos segmentos ao longo da direção circunferencial do mesmo; preparação de um membro de fixação que pode ser aparafusado à porca; e aparafusar o membro de junção na porca de modo a ligar um primeiro segmento a um segundo segmento para o qual a porca está firmada, daí conectando o primeiro e segundo segmentos na direção do com- primento do duto do mesmo. Cada um dos segmentos está conectado de modo que a posi- ção de porca no primeiro segmento esteja deslocada conforme visto na direção circunferen- cial a partir da posição de porca do segundo segmento.
Neste tipo de configuração, cada segmento está conectado de modo que a posição de porca no primeiro segmento está deslocada conforme visto na direção circunferencial a partir da posição de porca do segundo segmento que está adjacente ao primeiro segmento. Contudo, a disposição do dispositivo dos membros de fixação e das porcas é feita de forma escalonada conforme visto em sua totalidade. Isto libera a força de conexão dos segmentos na direção do comprimento do duto a ser feito uniforme.
Características adicionais da presente invenção, sua natureza e várias vantagens ficarão mais aparentes a partir dos desenhos em anexo e descrições detalhadas em com- panhia da presente invenção.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma vista em perspectiva mostrando a estrutura de um segmento usa- do para montagem de um duto de recuperação;
A Figura 2 é uma vista transversal seccional vista ao longo da linha A-A na Figura 1, mostrando a estrutura dos segmentos conectados juntos na direção circunferencial;
A Figura 3 é uma vista em perspectiva mostrando um estado no qual os segmentos foram conectados juntos na direção circunferencial de modo a montar uma unidade de duto;
A Figura 4 é uma vista em perspectiva mostrando uma realização de membro de fi- xação para conexão dos segmentos na direção do comprimento do duto; A Figura 5 é uma vista de cima mostrando um estado em que os segmentos te-
nham sido conectados na direção do comprimento do duto usando o membro de fixação mostrado na Figura 4;
As Figuras 6a até a Figura 6f são vistas de cima mostrando um método para cone- xão dos segmentos junto na direção do comprimento do duto; A Figura 7 é uma vista em perspectiva mostrando uma outra realização do membro
de fixação para conexão dos segmentos na direção do comprimento do duto;
A Figura 8 é uma vista de cima mostrando um estado em que os segmentos foram conectados na direção do comprimento do duto usando o membro de fixação mostrado na Figura 7;
A Figura 9a é uma vista em perspectiva mostrando uma ferramenta de conexão;
A Figura 9b é uma vista em perspectiva mostrando a ferramenta de conexão, con- forme visto quando ela esta desmontada;
A Figura 10 é uma vista seccional transversal mostrando as dimensões de um pino de conexão, um pino de separação, a placa lateral do segmento, e a placa interna do mes- mo;
A Figura 11a é uma vista seccional transversal mostrando um estado em que o pino de separação é pressionado de modo a separar o pino de conexão para as metades do pino de conexão;
A Figura 11b é uma vista seccional transversal mostrando um estado em que o pino de separação foi empurrado adicionalmente para dentro;
A Figura 11c é uma vista seccional transversal mostrando um estado em que o pino de conexão é empurrado para dentro do buraco da placa lateral de um outro segmento;
A Figura 11 d é uma vista seccional transversal mostrando um estado em que dois segmentos foram conectados pelo pino de conexão;
A Figura 12 é uma vista de cima mostrando um estado em que os segmentos foram conectados na direção do comprimento do duto usando os membros de união e as ferra- mentas de conexão;
A Figura 13 é uma vista em perspectiva mostrando um estado em que o duto de recuperação é montado dentro de um duto existente usando os segmentos; e
A Figura 14 é uma vista ilustrativa mostrando um estado em que um duto de recu- peração composto do segmento é deixado em um duto de petróleo existente. DESCRIÇÃO DAS REALIZAÇÕES PREFERIDAS
Realizações de acordo com a presente invenção são descritas em detalhes dora- vante com referencia aos desenhos anexados. Na presente invenção, os segmentos para recuperação de um duto existente tal como duto de esgoto, duto de condução de água, e duto de irrigação agrícola, e análogos são conectados dentro do duto existente como um duto de recuperação com o propósito de recuperar o duto existente.
A Figura 1 mostra a estrutura do segmento do duto de recuperação 1 (doravante re- ferido simplesmente como segmento 1), o qual é usado como uma unidade de montagem do duto de recuperação para recuperar um duto existente. O segmento 1 é um membro total- mente moldado em forma de bloco feito de material plástico e composto de uma placa de superfície integral 101 constituindo a superfície circunferencial interna do duto de reabilita- ção, placas laterais 102, 103, erguidas verticalmente em ambos os lados estendendo-se na direção circunferencial da placa de superfície interna 101, e nas placas de extremidade 104, 105 erguidas verticalmente em ambas as extremidades estendendo-se na direção do com- primento do duto da placa de superfície lateral 101. As placas laterais 102, 103 e placas de extremidade 104, 105 estão nos quatro lados da mesma altura e constitui placas de paredes externas circundando as bordas periféricas da placa de superfície interna 101. Na presente realização, o segmento 1 possui uma forma curva dentro de um arco obtido por dividir a cir- cunferência em, por exemplo, cinco partes iguais em um ângulo predeterminado {72°). O segmento não está limitado a um arco ou uma forma de pá, e pode também ser um parale- lepípedo retangular, uma forma curva feita por proporcionados arrendamentos para ângulos corretos, ou de outra forma de acordo com a forma circunferencial do duto existente, o lado do mesmo, ou os locais de manutenção do duto existente.
Nos casos de reforço a força mecânica do segmento 1, uma pluralidade de placas internas 106, 107 similares às placas 102, 103 são erguidas em paralelo com as placas late- rais na superfície de cima placa de superfície interna 101 dentro das placas laterais 102, 103. Nas superfícies internas das placas laterais 102, 103, e em ambas superfícies laterais das placas internas 106, 107 são formadas de placas convexas 103b, 106b 107b projetan- do-se às laterais em uma pluralidade de locais com o propósito de prevenir deformação. Isto cria uma estrutura tipo óssea e aumenta a força do segmento 1.
As placas de superfície internas 101, as placas laterais 102, 103, as placas de ex- tremidade 104, 105, as placas internas 106, 107, e as placas convexas são todas feitas do mesmo plástico transparente, semitransparente ou não transparente, e são integralmente moldados usando-se uma técnica de moldagem convencional.
Uma pluralidade de aberturas 101a para conexão de segmentos 1 na direção cir- cunferencial são formadas em ambas as extremidades da placa de superfície interna 101, e com o propósito de conectar os segmentos 1 na direção do comprimento do duto, uma plu- ralidade de furos 102a, 103a, e 106a são formados nas placas laterais 102, 103, e placa interna 106, e uma pluralidade de ranhuras 107a são formadas nas placas internas 107.
Parafusos 6 são inseridos nos buracos de inserção 104a, 105a, das aberturas 101a dos segmentos 1, e porcas 7 são rosqueadas por sobre os parafusos 6 com o propósito de unir as placas de extremidade 104, 105 juntas e conectar os segmentos 1 na direção circun- ferencial, conforme mostrado na Figura 2. Concavidades 104b, 104c são formadas através dos comprimentos totais das placas de extremidade 104 na direção do comprimento do du- to, e convexidades 105b, 105c que ajustam as concavidades são similarmente formadas nas placas de extremidade 105. Contudo, a operação do posicionamento e firmemente conec- tando os segmentos 1 quando conectando-as juntos é tornada mais fácil. A estanquidade das porções conectadas podem ser aumentadas pelo revestimento das porções ajustadas com um material de selagem (não mostrado). Após os segmentos são finalizados sendo conectados, as abertura 101a são fechadas usando-se abas (não mostradas) ou outros re- cursos. As superfícies internas das abas nesta oportunidade são continuas com as superfí- cies internas da cada placa de superfície interna 101 de modo a formar uma ainda superfície interna. Nos casos em que está fácil conectar os segmentos na direção circunferencial pelos parafusos 6 e porcas 7, não há nenhuma necessidade em particular as aberturas 101a. Os dois conjuntos de parafusos e porcas são usados na Figura 2, porém no caso de segmentos usados para dutos existentes de pequenos diâmetros, os segmentos podem ser conectados na direção circunferencial por somente um conjunto de uma porca e parafuso.
Quando os segmentos 1 são conectados seqüencialmente na direção circunferen- cial para completar um circulo total, um duto pequeno em forma de anel fechado 10 (dora- vante referido como uma unidade de duto) de um comprimento curto pré-determinado pode ser montado, conforme mostrado na Figura 3. a unidade de duto 10 tem uma forma obtida quando um duto circular é cortado em anéis de uma largura predeterminada D perpendicular à direção do comprimento do duto x, e o diâmetro externo do mesmo é um valor levemente menor que o diâmetro interno do duto existente a ser recuperado. Os segmentos 1 corres- pondem aos membros obtidos quando a unidade de duto 10 for cortada na direção diametral R e dividida (preferivelmente igualmente dividida) em uma pluralidade de unidades na dire- ção circunferencial.
As placas de superfície interna 101, placas laterais 102, 103, e placas de extremi- dade 104, 105 são mostradas na Figura 3 como membros estruturais primários dos segmen- tos 1, e as placas internas 106, 107, placas convexas e outras estruturas de reforço não são mostradas por motivo de evitar complexidade. Na presente especificação, o termo "direção do comprimento do duto" refere-se à direção indicada pela seta X se estendendo na direção do comprimento do duto da unidade de duto 10 na figura 3, o termo "direções diametrais" refere-se à direção diametral indicada pela seta R pontuando em direção ao eixo central da unidade de duto 10, e o termo "direção circunferencial" refere-se à direção circunferencial do circulo formado pela unidade de duto 10.
No trabalho de recuperação do duto existente uma pluralidade de segmentos 1 são transportados para um bueiro 40 para montar a unidade de duto 10, e os segmentos da uni- dade de duto 10 são conectadas na direção do comprimento do duto de modo a montar um duto de recuperação 31 dentro do duto existente 30, conforme mostrado na Figura 14.
A Figura 4 mostra um membro de fixação (membro de conexão) 11 para segmentos de união na direção do comprimento do duto. O membro de fixação 11 é um membro de parafuso em forma de haste tendo parafusos 11a, 11b, formados junto a ambas extremida- des. Uma porca 14 com um flange 14 é rosqueada junto com a rosca 11a do membro de fixação 11. O parafuso 11b do membro de fixação 11 é rosqueado em uma extremidade de uma porca 12, e o parafuso flangeado 13 tendo um parafuso 13a é rosqueado na outra ex- tremidade do mesmo. A rosca 12 é formatada de modo a ser capaz de passar através dos furos de mesmo diâmetro 102a, 103a nas placas laterais 102, 103 do segmento 1, porém não através do furo 106a na placa interna 106. O flange 14a da porca 14 é dimensionada de modo a ser capaz de passar através do furo 102a na placa lateral 102 do segmento 1, po- rém não através do furo 106a nas placas internas 106. O flange 13b do parafuso 13 tem um diâmetro mais largo que o furo 106a na placa interna 106, e o diâmetro do membro de fixa- ção 11 é menor que o diâmetro do furo 106a na placa interna 106. O membro de fixação 11, as porcas 12, 14 e o parafuso 13 são todos feitos de metal.
As Figuras 5 e 6 mostram como os segmentos estão conectados na direção do comprimento do duto usando o membro de fixação 11 e a porca 12. A porca 12 é passada através do buraco 102a na placa lateral 102 de um segmento
e trazida para contato com a placa interna 106, e o parafuso 12 é rosqueado na porca 12 conforme mostrado na Figura 6a. A porca 12 é então unida à placa interna 106 de modo a ser firmada ao segmento 1 conforme mostrado na Figura 6b. A porca 12pode ser firmada ao segmento 1 após o segmento ser conectado na direção circunferencial conforme mostrado na Figura 3, ou os segmentos podem ser conectados na direção circunferencial de modo a constituir a unidade de duto 10 após a porca 12 ser primeiro segurada ao segmento 1.
A porca 12 é protuberante a partir da placa lateral 102, conforme mostrado na Figu- ra 6b, e sua distancia de protrusão é igual a ou maior que a espessura da placa lateral 103 de um outro segmento. A porca 12 é passada através do furo 103a na placa lateral 103 de um outro segmento 1 conforme mostrado nas figuras 6c e 6d com o propósito de trazer os dois segmentos 1 juntos. Neste caso, a porca 12 é protuberante a partir da placa lateral 102 e pode ser passada através do furo 103a de um outro segmento. Isto torna mais fácil o posi- cionamento de ambas os segmentos quando eles são conectados na direção do compri- mento do duto.
O membro de fixação 11 é então passado através do furo 102a na placa lateral 102
do segmento 1, os furos 106a nas placas internas 106, e as ranhuras 107a nas placas 107 conforme mostrado nas Figuras 5 e 6, e o parafuso 11b é aparafusado na porca 12 que é fixada no segmento 1. O membro de fixação 11 e a porca 12 são daí conectados juntos. A porca 14 é então girada até o flange 14a da porca 14 que é pressionada contra a placa in- terna 106 conforme mostrado na Figura 6f. Isto permite que os dois segmentos 1, 1 sejam unidos juntos e fixados no lugar.
Uma pluralidade de porcas 12 é fixada a um único segmento na direção do com- primento do duto, por exemplo, é fixada cada uma em outro furo 102a da placa lateral 102, ou é fixada toda a pluralidade de furos de acordo com a força requerida. Cada segmento está conectado de modo que a posição da porca em um primeiro segmento é deslocada conforme visto na direção circunferencial da posição de porca de um segundo segmento que está adjacente ao primeiro segmento. No exemplo conforme mostrado na Figura 5, a posição da porca 12 no segmento centro-posicionado 1 está, conforme visto na direção cir- cunferencial, deslocada por um simples furo 102a da placa lateral 102 da posição da porca 12 no segmento 1 adjacente à placa lateral direita do segmento centro-posicionado. Por ter as posições das porcas diferentes no segmento adjacente desta maneira, a disposição dos membros de fixação e as porcas tornam-se escalonados conforme visto em sua totalidade. Isto permite força de acoplagem dos segmentos na direção do comprimento do duto a ser feita mais uniforme que no caso em que as porcas não estão deslocadas.
A placa interna com a qual a porca flangeada 14 do membro de fixação 11 faz con- tato de pressão é a placa interna 106 posicionada mais próximo à placa lateral esquerda 102; que é a placa interna 106 mais afastada da porca 12 na qual o membro de fixação 11 é aparafusado. Contudo, o comprimento do membro de fixação 11 na direção do comprimento do duto não se estende além da placa interna 106 para qual a porca é fixada. Isto previne o membro de fixação 11 de ser feito mais que longo que o necessário, simplificando e encur- tando assim o trabalho para conectar os segmentos na direção do comprimento do duto. Na Figura 5, a conexão de segmentos na direção circunferencial é efetuada através
de um conjunto de porcas e parafusos de fenda, e em um parafuso 6 é mostrado na Figura 5.
Conforme mostrado na Figura 7, o membro de fixação pode ser composto de um parafuso longo 20 que em uma extremidade uma parte de parafuso 20a aparafusado na porca 12, e em uma outra extremidade uma parte hexagonal 20c com o flange 20b. O diâ- metro do parafuso longo 20 é o mesmo conforme aquele do membro de fixação 11, e o flan- ge 20b é circular tendo o mesmo diâmetro como o flange 14a da porca 14. O parafuso de fenda longo 20 é o mesmo como o membro de fixação 11 em termos de função.
Usando o parafuso de fenda longo 20, a conexão dos segmentos pode ser proces- sada da mesma maneira como quando o membro de fixação 11 é usado. Conforme mostra- do na Figura 8, o parafuso de fenda longo 20 é aparafusado na porca 12 até o flange 20b fazer contato de pressão com a placa interna 106 e os dois segmentos 1, 1 são unidos e fixados juntos.
Na figura 8, os segmentos 1 são conectados de modo que uma parte de conexão 1a na qual os segmentos 1 são conectados na direção circunferencial é deslocada por uma distancia predeterminada na direção circunferencial a partir da parte de conexão 1a dos segmentos adjacentes na direção de comprimento do duto. Este tipo de disposição permite que a parte de conexão 1a seja intercalada pelas placas laterais de dois segmentos, aumen- tando assim a força de conexão do duto de recuperação. É naturalmente possível usar o membro de fixação 11 conforme mostrado na Figura 4, também quando os segmentos são anexados conforme mostrado na Figura 8.
Com o propósito de anexar os segmentos 1 ou as unidades de duto 10 na direção de comprimento de duto, uma ferramenta de conexão 50 conforme mostrado nas Figuras 9a e 9b pode adicionalmente ser usada. A ferramenta de conexão compreende um pino de co- nexão oco tubular 51 feito de plástico e construído de metades de pinos de conexão sobre- postos 52, 53, e um pino de separação plástico 54 que separa o pino de conexão 51 nas metades do pino de conexão 52, 53.
Conforme mostrado nas Figuras 9a, 9b, a metade do pino de conexão 52 tem uma parte delgada 52a na extremidade distai; uma parte de meio duto 52c tendo uma forma obti- da quando a porção de um tubo circular sobre um eixo de duto x1 é cortado na direção hori- zontal; uma parte de projeção 52b que tem uma forma de meio duto tendo um pequeno di- âmetro e se projeta distante em direção da extremidade mais distai que a parte de meio duto 52c; uma primeira parte protuberante 52d e uma segunda parte protuberante 52e que se estende na direção circunferencial por sobre a superfície circunferencial externa da parte de meio duto 52e, e uma parte inclinada 52f. As superfícies mutuamente dispostas uma frente a outra das primeira e segunda partes protuberantes são verticais, enquanto as porções opos- tas do mesmo são inclinadas e são continuas com a parte de meio duto 52c.
A metade de pino de conexão 53 é formatada para ser verticalmente simétrica com a metade de pino de conexão 52. A metade de pino de conexão 53 tem uma parte delgada 53a em uma extremidade distai, uma parte de projeção 53c, uma primeira parte protuberan- te 53d, uma parte secunda de protrusão 53e, uma parte inclinada 53f. Conforme mostrado na Figura 10, quando as metades de pino de conexão 52, 53
são sobre camadas, uma parte oca 51a tendo um pequeno diâmetro e uma parte oca 51b tendo um diâmetro mais largo são formados no lado interno do pino de conexão 51. A es- pessura das metades dos pinos de conexão 52, 53 diminui além das primeiras partes protu- berantes 52d, 53d em direção à extremidade (no lado direito) do pino de conexão. Uma par- te oca 51 c tendo um diâmetro mais largo que a parte oca 51 b é então formada.
O pino de separação 54 é um pino cilíndrico de plástico ou metal e tem uma parte distai cônica 54a, uma parte distai cilíndrica 54b, uma parte central cilíndrica 54c, e uma parte proximal cilíndrica 54d.
As dimensões do segmento 1, o pino de separação 54, e o pino de conexão 51 ob- tida quando as metades dos pinos de conexão 52, 53 que estão sobrepostos são mostrados na Figura 10.
Um diâmetro D2 do furo circular 103a formado na placa lateral 103 do segmento 1 é maior que um diâmetro D1 do furo circular 106a da placa interna 106 adjunto à placa lateral 103. O tamanho do pino de conexão 51 permite as partes protuberantes 52b, 53b do pino de conexão a passar através do furo 106a da placa interna 106 com um espaçamento prede- terminado, e libera as partes do meio duto 52c, 53c a passar através do furo 103a da placa lateral 103 com um espaçamento substancialmente idêntico. As primeiras partes protuberan- tes 52d, 53d dos pinos de conexão 51 são inclinadas no lado de inserção (lado esquerdo) e são protuberantes externamente de forma tão alta de modo a serem capazes de passar a- través do furo 103a devido a sua elasticidade se forçadamente pressionada. As segundas partes protuberantes 52e, 53e do pino de conexão 51 são também de um tamanho idêntico e têm simetria lateral com as primeiras partes protuberantes 52d, 53d.
Uma distancia t1 de superfície fronteiriça S1 entre as partes projetantes 52b, 53b e as partes de mio duto 52c, 53c do pino de conexão 51 para uma superfície vertical S2 das primeiras partes protuberantes 52d, 53d é aproximadamente igual à distancia entre as su- perfícies opostas da placa lateral 103 e da placa interna 106 do segmento 1. Uma distancia t3 entre as superfícies vertical opostas S2, S3 das primeiras partes protuberantes 52d, 53d e as segundas partes protuberantes 52e, 53e é aproximadamente o dobro de uma espessura t2 da placa lateral 103 (ou a placa lateral 102) do segmento 1 na direção de comprimento de duto.
Os diâmetros externos da parte distai 54b, a parte central 54c, e parte proximal 54d do pino de separação 54 são p1, p3, e p2, respectivamente, onde p3 >p2 > p1.
Quando as metades de pino de conexão 52, 53 estão no estado de sobre camada, o tamanho da parte central 54c do pino de separação 54 permite que a parte central seja alojada na parte oca 51c do pino de conexão 51, porém não permite a inserção para dentro da parte oca 51b. O tamanho da parte distai 54b do pino de separação 54 também previne a inserção para dentro da parte oca 51a do pino de conexão 51. Contudo, quando a pressão for aplicada e o pino de separação 54 é empurrada para dentro, a parte central 54c do pino de separação 54 é pressionado para dentro da parte oca 51b do pino de conexão 51, e a parte distai 54b do mesmo é pressionada para dentro da parte oca 51a do pino de conexão 51. Isto permite que o pino de conexão 51 seja empurrado para longe e separado em meta- des do pino de conexão52, 53. As metades de pino separados 52, 53 são pressionados con- tra os furos 103a, 106a da placa lateral 103 e a placa interna 106 do segmento 1 por um pino de separação 54.
Um método para segmentos de conexão na direção de comprimento de duto usan- do a ferramenta de conexão configurada desta maneira será descrito a seguir. Com as metades de pino de conexão 52, 53, sobre camadas e o pino de separação
54 alojado dentro do pino de conexão 51, o pino de conexão 51 está inserido dentro do furo 103a na placa lateral 103 do segmento 1.
As partes de meio duto 52c, 53c do pino de conexão 51 podem passar através do furo 103a da placa lateral 103 do segmento 1, e as partes projetantes 52b, 53b podem tam- bém passar através do furo 106a da placa interna 106. O pino de conexão 51 está, contudo inserido dentro dos furos 103a, 106a, com um espaçamento predeterminado. Os lados de inserção (o lado esquerdo) das primeiras partes protuberantes 52d, 53d do pino de conexão 51 são inclinados, no entanto, se o pino de separação 54 for forçadamente empurrado para dentro como indicado pela seta na figura 11a, as primeiras partes protuberantes 52d, 53d passarão através do furo 103a devido a elasticidade do pino de conexão 51. Empurrando o pino de separação 54 adicionalmente promove a parte distai 54b e a parte central 54c do pino de separação 54 a ser empurrado para dentro da parte oca 51a e a parte oca 51b do pino de conexão 51, respectivamente, e o pino de conexão 51 a ser separado em metades de pino de conexão 52, 53, conforme mostrado nas figuras 11a e 11b. As metades de pino de conexão separados 52, 53 são pressionados contra os furos 103a, 106a, da placa lateral 106 pelo pino de separação 54. A distancia t1 da superfície fronteiriça S1 para a superfície vertical S2 das primeiras partes protuberantes 52d, 53d é igual à distancia entre as superfí- cies opostas da placa lateral 103 e a placa interna 106. A superfície fronteiriça S1, contudo contata a superfície interna da placa interna 106, e a superfície vertical S2 contata a superfí- cie interna da placa lateral 103. O pino de conexão 51 é assim fixado ao segmento 1 por forçadamente empurrar o pino de separação 54 dentro. A seguir, conforme mostrado nas Figuras 11c e 11d, extremidade oposta à extremi-
dade inserida do pino de conexão 51, que foi separada em metades do pino de conexão 52, 53, é inserida dentro do furo 102a, da placa lateral 102 de outro segmento 1'. A placa lateral 102 desliza por sobre das superfícies inclinadas das segundas partes protuberantes 52e, 53e, e a placa lateral 102 do segmento V e o pino de conexão 51 são rompidas juntas e fixadas uma a outra. O segmento V é desta forma fixada ao segmento 1 pelo pino de cone- xão 51, e, contudo o segmento 1 e 1' pode ser firmemente conectada na direção do com- primento do duto.
Os segmentos podem ser conectados na direção de comprimento de duto usando a ferramenta de conexão 50 em combinação com as conexões usando o membro de fixação 11 (ou parafuso de fenda longo 20) e a porca 20, conforme mostrado na figura 12. Primeiro, a porca 12 é firmada ao segmento (por exemplo, em três ou quatro localizações por seg- mento), e usando diversas ferramentas de conexão 50 (por exemplo, duas ou três ferramen- tas). Através das conexões do tipo ajuste rápido usando a ferramenta de conexão 50, os segmentos podem ser conectados em um pequeno período de tempo na direção de com- primento de dutos. O membro de fixação 11 (parafuso de fenda longo 20) é conseqüente- mente aparafusado na porca 12 de modo a unir os dois segmentos mais firmemente. Neste caso, a conexão usando o membro de fixação 11 (parafuso de fenda longo 20) e a porca 12 é simplificada porque os segmentos são conectados primeiro usando a ferramenta de cone- xão 50. Os segmentos podem assim ser firmemente conectados na direção de comprimento de duto em um curto período de tempo pelo uso de diferentes esquemas de conexão. O numero de membros de união 11 (parafusos de fenda longo 20) e ferramentas de conexão usados por segmento de acordo com a força requerida do duto de recuperação. Conforme descrito acima, as unidades de duto ou segmentos são seqüencialmente conectados na direção de comprimento de duto de modo a montar o duto de reabilitação 31 dentro do duto existente 30, conforme mostrado nas Figuras 13 e 14. Um material de reboco 32 ou outro carregador é despejado em um espaço entre o duto existente 30 e o duto de recuperação 31 para fazer ambos os dutos 30 e 31 integrados e constroem um duto compó- sito.
Na figura 13, as estruturas dos segmentos e da conexão do mesmo nas direções de comprimento de duto e circunferencial do mesmo foram omitidos com o propósito de evitar complexidade. Na Figura 13, as porções de conexão 1a em que os segmentos estão conectados na direção circunferencial são também de um comprimento predeterminado des- locado das porções de conexão 1a do segmento que são contíguos na direção do compri- mento de duto, conforme mostrado na figura 8.