BRPI1002182A2 - mecanismo de comutação para um cortador motorizado - Google Patents
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Abstract
MECANISMO DE COMUTAçãO PARA UM CORTADOR MOTORIZADO. Um mecanismo de comutação compreendendo uma estrutura de suporte 736; um comutador elétrico 918 montado na estrutura de suporte e que compreende um ativador 920 móvel entre uma primeira posição onde o comutador elétrico está ligado e uma segunda posição onde o comutador elétrico está desligado; um primeiro atuador 758 montado de forma móvel na estrutura de suporte; um came 924, tendo uma superfície de came, conectado ao primeiro atuador de maneira que movimento do primeiro atuador resulta em movimento do came; um segundo atuador 766 montado de forma móvel na estrutura de suporte; uma barra 938 conectada ao segundo atuador de maneira que movimento do segundo atuador resulta em movimento da barra; em que o came 924 é capaz de encaixar com o ativador de maneira que movimento do came pelo movimento do primeiro atuador resulta rio ativador se deslocando entre as suas duas posições; em que a barra é capaz de encaixar com o ativador de maneira que movimento da barra pelo movimento do segundo atuador resulta no ativador se deslocando entre as suas duas posições; em que a barra atravessa ou passa ao lado da superfície do came quando ele encaixa com o ativador.
Description
"MECANISMO DE COMUTAÇÃO PARA UM CORTADOR MOTORIZADO"
A presente invenção diz respeito a um mecanismo de comutação, em particular a um mecanismo de comutação para uma ferramenta motorizada tal como um cortador moto- rizado.
Um cortador motorizado típico compreende um alojamento no qual é montado um motor de combustão interna de dois tempos. É fixado ao lado do alojamento um braço de suporte que se estende para frente do alojamento. É montada rotativamente na extremidade do braço de suporte uma lâmina de corte, usualmente na forma de um disco de corte. O motor é conectado de modo tensionado à lâmina de corte por meio de uma correia de acio- namento. A saída giratória do motor aciona rotativamente a lâmina de corte por meio da cor- reia de acionamento. A correia de acionamento é acionada por meio de uma embreagem centrífuga que capacita o eixo de acionamento de saída do motor para desencaixar da cor- reia quando o motor está funcionando em uma velocidade baixa, para permitir que o motor continue funcionando, enquanto permitindo que a lâmina fique estacionária.
Também está montado no alojamento um tanque de combustível que fornece com- bustível para o motor por meio de um carburador. Um tanque de óleo também pode ser for- necido, o qual fornece óleo lubrificante para misturar com o combustível, para Iubrificar o motor.
É montada na traseira do alojamento uma alça traseira para suportar o cortador mo- torizado, a qual contém um comutador de disparo para acelerar o motor mediante pressio- namento. Depressão do comutador de disparo faz com que mais da mistura de combustí- vel/óleo misturada com ar seja injetada no motor que por sua vez faz com que a velocidade do motor acelere.
A GB2232913 e a W02005/056225 mostram tais cortadores motorizados.
Cortadores motorizados são tipicamente iniciados usando um cabo de puxar. Uma vez iniciado, o motor continuará a funcionar em um modo de marcha lenta até ser parado. É importante fornecer um mecanismo de comutação que impeça o cortador motorizado de ser iniciado quando ele está na posição de DESLIGADO, e que permita que ele seja iniciado quando está na posição de LIGADO. O mecanismo de comutação também é usado para 30 parar o motor quando ele está funcionando ao ser comutado da sua posição de LIGADO para a sua posição de DESLIGADO. Entretanto, é desejável ser capaz de desligar o motor rapidamente durante uma situação de emergência.
O pedido de patente UK não publicado 0812274.9 revela um cortador motorizado tendo um mecanismo de comutação de LIGAR/DESLIGAR como este e que é descrito deta- lhadamente a seguir. Entretanto, o problema associado com um projeto como este de me- canismo de comutação de LIGAR/DESLIGAR é que ele é complexo e difícil de montar. Além disso, um projeto como este é propenso a falhar por causa da poeira e fragmentos, criados durante a operação do cortador motorizado, que penetram no mecanismo de comutação e interferem com a operação das várias partes componentes, tal como o movimento relativo das rampas.
A presente invenção fornece um projeto simplificado de mecanismo de comutação de LIGAR/DESLIGAR para esse revelado no pedido de patente UK 0812274.9 e que é me- nos propenso a falhar por causa de poeira e fragmentos.
De acordo com um primeiro aspecto da presente invenção é fornecido um meca- nismo de comutação compreendendo uma estrutura de suporte;
um comutador elétrico montado na estrutura de suporte e que compreende um ati- vador móvel entre uma primeira posição onde o comutador elétrico está ligado e uma se- gunda posição onde o comutador elétrico está desligado;
um primeiro atuador montado de forma móvel na estrutura de suporte;
um carne, tendo uma superfície de carne, conectado ao primeiro atuador de manei- ra que movimento do primeiro atuador resulta em movimento do carne;
um segundo atuador montado de forma móvel na estrutura de suporte;
uma barra conectada ao segundo atuador de maneira que movimento do segundo atuador resulta em movimento da barra;
em que o came é capaz de encaixar com o ativador de maneira que movimento do carne pelo movimento do primeiro atuador resulta no ativador se deslocando entre as suas duas posições;
em que a barra é capaz de encaixar com o ativador de maneira que movimento da barra pelo movimento do segundo atuador resulta no ativador se deslocando entre as suas duas posições;
em que a barra atravessa ou passa ao lado da superfície do came quando ele en- caixa com o ativador.
De acordo com um segundo aspecto da presente invenção é fornecida uma ferra- menta motorizada compreendendo um mecanismo de comutação tal como reivindicado em qualquer uma das reivindicações, em que;
1) quando o comutador elétrico está ligado e a ferramenta motorizada está desati- vada, a ferramenta motorizada é capaz de ser ativada;
2) quando o comutador elétrico está desligado e a ferramenta motorizada está de- sativada, a ferramenta motorizada é impedida de ser ativada; e
3) quando o comutador é mudado de ligado para desligado quando a ferramenta motorizada está ativada, a ferramenta motorizada é desativada.
A ferramenta motorizada pode ser um cortador motorizado.
Uma modalidade da presente invenção será agora descrita com referência aos de- senhos anexos, nos quais: A figura 1 mostra uma vista traseira em perspectiva do cortador motorizado;
A figura 2 mostra uma vista esquemática do motor do cortador motorizado;
A figura 3 mostra um esboço do sistema de controle para o motor;
A figura 4 mostra um desenho de projeto da bomba de óleo;
A figura 5 mostra um esboço da bomba injetora;
A figura 6 mostra um exemplo de um comutador de ligar/desligar girável;
A figura 7 mostra uma vista explodida do comutador;
As figuras 8A a 8E mostram o came de comutador e microcomutador;
A figura 9 mostra uma vista recortada do comutador;
A figura 10 mostra o lado inferior do botão;
A figura 11 mostra o botão, parafuso e mola;
As figuras 12 e 13 mostram vistas traseiras do comutador;
As figuras 14A e 14B mostram o sinal elétrico enviado para a bomba de óleo pelo controlador eletrônico operando em duas velocidades, uma velocidade baixa (figura 14A) e uma velocidade alta (figura 14B);
A figura 15 mostra uma vista explodida de uma modalidade do comutador de li- gar/desligar de acordo com a presente invenção;
A figura 16 mostra uma vista seccional transversal parcial do comutador de li- gar/desligar da figura 15;
A figura 17A mostra o botão giratório na posição de DESLIGADO;
A figura 17B mostra a posição da roda excêntrica quando o botão giratório está na posição mostrada na figura 17A;
A figura 18 mostra a roda excêntrica e microcomutador;
A figura 19A mostra o botão giratório na posição de LIGADO;
A figura 19B mostra a posição de roda excêntrica quando o botão giratório está na posição mostrada na figura 19A;
A figura 20 mostra o lado inferior do botão;
A figura 21 mostra uma vista seccional transversal do comutador de LIGAR/DESLIGAR;
A figura 22A mostra o botão giratório na posição de LIGADO, mas com a tecla de segurança pressionada;
A figura 22B mostra a posição de roda excêntrica quando o botão giratório está na posição mostrada na figura 22A com extremidade da Iingueta estendida;
A figura 23A mostra uma vista lateral da roda excêntrica tendo uma abertura de três lados formada no came periférico;
A figura 23B mostra uma vista lateral da roda excêntrica tendo uma abertura de quatro lados formada no came periférico; A figura 23C mostra uma vista lateral da roda excêntrica com a extremidade da Iin- gueta ao lado do came periférico; e
A figura 24 mostra um projeto alternativo de tecla de segurança.
Um cortador motorizado com o exemplo de mecanismo de comutação de LIGAR/DESLIGAR revelado no pedido de patente UK não publicado 0812274.9 será agora descrito com referência às figuras 1 a 14.
A figura 1 mostra um cortador motorizado que compreende um alojamento 800 no qual é localizado um motor de dois tempos, uma alça traseira 802, um braço de suporte 804 e uma alça dianteira 806. Uma lâmina de corte 808 é montada rotativamente no braço de suporte e que pode ser acionada pelo motor. Uma proteção 810 circunda a parte superior da lâmina 808.
Referindo-se à figura 2, o motor de combustão interna de dois tempos é alimentado com uma mistura ar/combustível por um carburador 126. O motor queima a mistura em uma maneira bem conhecida para gerar movimento giratório do seu eixo de manivela 114, o qual se conecta a um eixo de saída. Os gases de exaustão são então expelidos do motor através de uma exaustão 146 para a atmosfera circundante. O motor é iniciado usando um cabo de puxar em uma maneira bem conhecida.
O cortador motorizado compreende um tanque de combustível 124 no qual é locali- zado combustível para acionar o motor de combustão interna de dois tempos 24. Combustí- vel passará do tanque 124 por meio da passagem 144 através do carburador 126 que o mis- turará com ar proveniente de um filtro de ar 890, antes de ser enviado para o cilindro 120 onde será queimado. Um segundo tanque 128 também é montado no corpo tal como mos- trado no qual óleo lubrificante será contido. O óleo será bombeado para fora do tanque 128 por meio de uma bomba de óleo 700. A bomba de óleo 700 bombeará o óleo através das passagens de óleo indicadas pelas linhas 142, do tanque de óleo 128, através da bomba 130 e para a passagem 132 entre o carburador 126 e o cilindro 120, em uma forma adequa- da, por exemplo, como uma pulverização ou atomizado, o qual é então misturado com a mistura ar/combustível gerada pelo carburador 126. Um sensor 140 é montado dentro da passagem 132 entre o carburador 126 e o cilindro 120. O sensor monitora a quantidade de óleo sendo acrescentada à mistura combustível/ar e envia um sinal, por meio de um cabo elétrico 701, indicativo da quantidade de óleo na passagem 132 de volta para um controla- dor eletrônico 716 (ver a figura 3). Um sensor como este pode ser do tipo capacitância pelo qual o sensor monitora a mudança de capacitância entre duas placas, a capacitância sendo uma função da quantidade de óleo existente na mistura combustível/ar.
O carburador 126 é um projeto padrão que, durante operação normal, opera com qualquer entrada de energia externa. Entretanto, o carburador 126 compreende um solenói- de 714. Existem diversos modos em que um carburador pode usar um solenóide, dois dos quais são:
Primeiramente, o solenóide pode abrir um canal dentro do carburador que permita ao combustível obter acesso direto à passagem resultando no cilindro. Isto provê o motor com uma mistura ar/combustível que é mais rica em combustível.
Segundo, o solenóide pode fechar um canal de ar dentro do carburador, o qual passa ar limpo em volta do carburador para a passagem. Com o fluxo de ar fechado pelo solenóide (ou substancialmente fechado), a mistura ar/combustível é mais rica em combus- tível.
O solenóide é usado quando o motor está frio para fornecer uma mistura ar/combustível que é mais rica em combustível para ajudar a dar partida no motor. Quando o motor está quente, o solenóide não é utilizado ou é desligado. A temperatura do motor é medida usando um sensor 710 localizado no bloco de motor. O solenóide 714 é usado para substituir o afogador no carburador pelo qual um operador ajustaria manualmente a válvula para dar partida no motor quando ele está frio.
Um exemplo de um carburador que usa um solenóide de tal maneira é revelado na US7264230.
O sistema de ignição de motor é controlado por um controlador eletrônico 716, cuja função é descrita com mais detalhes a seguir com referência à figura 3.
É montado na extremidade do eixo de manivela 114 um volante 702 que contém di- versas palhetas de metal 704 que formam um impulsor. À medida que o volante 702 gira, o impulsor sopra ar em volta do lado de fora do motor. Adjacentes ao impulsor 702 estão os dois geradores 706, 708. Os dois geradores geram eletricidade usando ímãs e a mudança de indutância causada pelo volante giratório 702. À medida que o volante 702 gira, ele faz com que os dois geradores 706, 708 produzam eletricidade. O primeiro gerador 706 é usado para fornecer eletricidade para o sistema de ignição do motor e para o controlador eletrônico 716. O segundo gerador 708 é usado para fornecer eletricidade para a bomba de óleo 700 e para o solenóide 714 no carburador. Ambos são conectados ao controlador eletrônico 716 por meio dos cabos 717. Os dois geradores 706, 708 são produtos de prateleira.
Também são montados adjacentes ao volante os dois sensores 710, 712. O primei- ro sensor 710 monitora a temperatura do bloco de motor e envia um sinal, por meio de um cabo elétrico 711, indicativo da temperatura para o controlador eletrônico 716. O segundo sensor 712 monitora a posição angular do volante 702 e envia um sinal, por meio de um cabo elétrico 713, indicativo da posição angular do volante 702 de volta para o controlador eletrônico 716. Este sinal também pode ser usado pelo controlador eletrônico 716 para de- terminar a taxa de rotação do volante 702, assim como sua posição angular.
A bomba de óleo 700 é uma bomba de óleo acionada eletricamente 700, a energia para a qual é fornecida pelo controlador eletrônico 716 por meio do cabo elétrico 715. A bomba de óleo está mostrada na figura 4. Este tipo de bomba de óleo está descrito na EP1236894 e, portanto, explicação adicional de sua construção não será descrita detalha- damente. A bomba de óleo 700 é acionada pelo controlador eletrônico 716 que envia um sinal de tensão de forma quadrada 892 para a bomba de óleo (ver a figura 14A). Quando a tensão está em V1, ele faz com que o pistão 850 da bomba se desloque, reduzindo o tama- nho da câmara de óleo 852. Isto faz com que uma quantidade predefinida de óleo seja bom- beada para fora da câmara 852. Quando tensão é "0", o pistão retorna para a sua posição de partida por causa da mola 854, ampliando a câmara 852 e permitindo que a câmara 852 seja enchida com óleo. Quanto maior a freqüência do sinal de tensão de forma quadrada 892 tanto mais óleo a bomba de óleo 700 bombeia por unidade de tempo. A bomba de óleo é capaz de funcionar em duas velocidades (a primeira velocidade mostrada na figura 14A, a segunda velocidade sendo mostrada na figura 14B onde a freqüência do sinal de tensão de forma quadrada 892, e consequentemente o movimento do pistão 850, é dupla) e sua ope- ração geral é descrita com mais detalhes a seguir.
A vela de ignição 730 é conectada ao controlador eletrônico 716 por meio de um cabo 732. Ignição da vela de ignição é controlada pelo controlador eletrônico 716.
Uma bomba injetora 734 é montada na parede traseira 736 do alojamento 800 do cortador motorizado. A bomba injetora é uma bomba manual. Um tubo 738 conecta o tanque de combustível 124 à bomba injetora 734. Um segundo tubo 740 conecta a bomba injetora ao carburador 126. Uma descrição resumida do princípio de como a bomba injetora trabalha será dada agora com referência à figura 5. A bomba injetora consiste das duas válvulas 742, 744 localizadas em série que permitem ao combustível fluir através delas somente em um modo (indicado pelas setas A e B). É localizada entre as duas válvulas 742, 744 uma câma- ra 750 tendo um domo de borracha 746 formando uma parede que é acessível para o usuá- rio do cortador motorizado. Uma válvula 742 somente permitindo que combustível entre na câmara 750, a outra somente permitindo que combustível deixe a câmara 750. A fim de usar a bomba injetora, o operador, comprime o domo de borracha 746 (mostrado como as linhas tracejadas 748). Isto reduz a quantidade de volume na câmara 750 formada entre as válvu- las e consequentemente a quantidade de espaço que pode conter combustível. Como tal, combustível é ejetado da bomba injetora através da válvula 744, já que a segunda válvula 742 permanece fechada, impedindo que combustível deixe a câmara 750 por meio dessa válvula 742. Quando o operador libera o domo 746, o volume da câmara 750 aumenta, fa- zendo com que combustível seja sugado para dentro da câmara 750 através da segunda válvula 742 já que a primeira válvula 744 permanece fechada impedindo que combustível entre na câmara 750 através dessa válvula 744. Compressões e liberações repetitivas do domo 746 resultam no combustível sendo bombeado através da bomba injetora 734. A bomba injetora é arranjada de maneira que o operador pode bombear manualmente o com- bustível do tanque 124 para o carburador 126 através dos tubos 738, 740.
O propósito da bomba injetora é capacitar o operador para colocar combustível dentro do carburador. De outro modo o operador tem que girar o motor diversas vezes u- sando o cabo de puxar antes de uma quantidade suficiente de combustível ser sugada para dentro do carburador 126.
Uma válvula DECO 752 é montada no lado do cilindro 120. A válvula 752 é aberta manualmente pelo operador antes da partida do motor. Quando aberta, a válvula DECO reduz a pressão dentro do cilindro 120 antes da ignição. Isto capacita a partida do motor usando o cabo de puxar para ser feita mais fácil já que a quantidade de compressão da mis- tura combustível/ar exigida é reduzida. Quando o motor é iniciado, a válvula DECO fecha automaticamente.
O controlador eletrônico 716 tem um comutador de ligar/desligar 754 na forma de um botão giratório 758. O comutador é conectado ao controlador eletrônico por meio de um cabo elétrico 756.
O botão 758 tem um indicador 764 formado integralmente na sua periferia. O botão giratório 758 tem duas posições angulares entre as quais ele pode girar. Na primeira posi- ção o comutador está LIGADO. Nesta posição o indicador 764 aponta para uma etiqueta LIGADO 762 (ver a figura 1). Na segunda posição o comutador está DESLIGADO. Nesta posição, o indicador 764 aponta para uma etiqueta DESLIGADO 760. Quando o botão gira- tório está na posição de LIGADO, o operador pode dar partida no motor e usar o cortador motorizado. Quando o botão giratório 758 está na posição de desligado, o motor é impedido de ser iniciado. Se o botão giratório 758 for deslocado de LIGADO para a posição de DESLIGADO quando o motor estiver funcionando, o motor é desligado automaticamente.
Uma tecla de segurança 766 é localizada no centro do botão 758. Se o motor esti- ver funcionando (isto é, se o botão estiver na posição de LIGADO), depressão da tecla de segurança 766 resultará no motor sendo desligado. O botão 758 retornará então automati- camente para a posição de DESLIGADO. Se o botão 758 for impedido de retornar para a posição de DESLIGADO após a tecla de segurança ter sido pressionada, o motor não será capaz de ser iniciado até que ao botão 758 tenha sido permitido retornar para a posição de DESLIGADO.
A construção da montagem para o comutador de LIGAR/DESLIGAR 754, a qual in- clui o botão 758 e a tecla de segurança 766, será agora descrita.
A montagem de comutador de LIGAR/DESLIGAR consiste do botão giratório 758, um excêntrico 768, um carne de comutador 770 e a tecla de segurança 766.
O excêntrico 768 é fixado rigidamente à parede traseira 736 do alojamento 800 e impedido de rotação. O excêntrico 768 compreende um soquete 772 no qual é montado rigi- damente um microcomutador 774 (ver a figura 8C). É montado rotativamente no lado de fora do excêntrico 768 o botão 758. É montado rotativamente no lado de dentro do excêntrico 768 o carne de comutador 770. Um parafuso 778, o qual atravessa a base de um recesso tubular 776 formado no botão 758, é atarraxado no carne de comutador 770 e é fixado rigidamente a ele. É encaixada entre a cabeça do parafuso 778 e a base do recesso 776 uma mola 780. O parafuso 778 e a mola 780 retêm o botão 758 e o carne de comutador 770 sobre o excêntrico 768, predispondo-os um na dire- ção do outro à medida que a mola predispõe a cabeça do parafuso 778 para longe da base do recesso 776. O botão pode girar através de uma faixa limitada de movimento (entre as posições de LIGADO e de DESLIGADO) em relação ao excêntrico 768. A faixa de posições é limitada pelos pinos 786 formados no lado inferior do botão encaixando com os rebaixos 788 formados na borda da parede traseira 736 do alojamento. O came de comutador 770 também pode girar através de uma faixa limitada de movimento em relação ao excêntrico 768. Além do mais, o came de comutador 770 pode deslizar axialmente em relação ao ex- cêntrico 768 em uma direção paralela ao eixo longitudinal do parafuso 778 sobre uma faixa limitada de movimento, a faixa sendo limitada pelo comprimento do parafuso 778 dentro do recesso 776. O parafuso 778 gira e desliza com o came de comutador 770.
A tecla de segurança 766 é montada dentro do recesso tubular 776 formado no bo- tão 758 e encerra a extremidade do parafuso 778 localizada no recesso 776 e a mola 780 (ver a figura 9). A tecla de segurança 766 pode deslizar axialmente dentro do recesso 776 na direção do came de comutador 770 ou para longe dele. A faixa de movimento axial para fora da tecla de segurança é limitada pelos batentes 782, cada um encaixando com um de- grau interno do botão 758. A cabeça do parafuso 778 está diretamente em contato com o lado inferior da tecla de segurança 766. Depressão da tecla de segurança faz com que o parafuso 778 seja empurrado através da base, comprimindo a mola 780, deslocando o came de comutador 770 para longe do excêntrico 768 e do botão 758.
É conectada entre o botão 758 e o excêntrico 768 uma mola helicoidal comprida 784. A mola helicoidal 784 se localiza em um canal circular 790 formado no lado inferior do botão 758, tal como mais bem visto na figura 10. Uma extremidade está em contato com uma parede 792 na extremidade do canal 790. A outra extremidade está em contato com um batente (não mostrado) formado no excêntrico 772. A mola 784 predispõe rotativamente o botão 758 em relação ao excêntrico para a sua posição de DESLIGADO.
É conectada entre o came de comutador 770 e o excêntrico 768 uma mola Iamelar 794, tal como mais bem visto nas figuras 12 e 13. Uma extremidade da mola Iamelar 794 é conectada ao came de comutador 770 usando um pequeno parafuso 796. A outra extremi- dade fica em contato com um batente 798 no excêntrico 768. A mola Iamelar 794 predispõe rotativamente o came de comutador 770 em relação ao excêntrico para uma posição de DESLIGADO. São formadas no lado inferior do botão 758 as duas rampas 820, cada rampa tendo uma extremidade de rampa 822 tal como mais bem visto na figura 10. São formados no lado do carne de comutador 770 que confronta o botão 758 os recessos de rampa 824 que têm as extremidades de recesso de rampa 826, tal como mais bem visto na figura 9. Quando a montagem de comutador está na posição de DESLIGADO, isto é, quando tanto o botão 758 quanto o carne de comutador 770 estão nas suas posições de DESLIGADOS sob a força de predisposição das suas respectivas molas 784, 794, cada uma das duas rampas 820 fica localizada em um recesso de rampa 824 correspondente com as extremidades de rampas 822 de cada rampa 820 apoiando diretamente contra as extremidades de recesso de rampa 826 do recesso de rampa 824 correspondente.
São formadas no lado inferior do excêntrico 768 as duas rampas de excêntrico 828, cada rampa 828 tendo uma extremidade de rampa de excêntrico 830 tal como mais bem visto na figura 8C. São formadas no lado do carne de comutador 770 que confronta o botão 758 as rampas de excêntrico de carne de comutador 832 que têm as extremidades de ram- pa de excêntrico de carne de comutador 834, tal como mais bem visto na figura 9. Quando a montagem de comutador está na posição de DESLIGADO, isto é, tanto o botão quanto o carne de comutador 770 estão nas suas posições de DESLIGADOS sob a força de predis- posição das suas respectivas molas 784, 794, cada uma das duas rampas de excêntrico de carne de comutador 832 fica localizada contra a extremidade inferior (a extremidade da rampa de excêntrico 828 longe da extremidade de rampa de excêntrico 830) da rampa de excêntrico 828 correspondente, tal como mostrado na figura 8C.
É formado em volta da borda do carne de comutador 770 um carne periférico 836 tal como mais bem visto nas figuras 8A e 8B. O microcomutador 774 compreende um pino 838 que se projeta do corpo do microcomutador 774. O pino 838 é capaz de deslizar axial- mente para dentro ou para fora do corpo do microcomutador 774 e predisposto para a sua posição mais externa por uma mola (não mostrada) dentro do microcomutador 774. O pino 838 encaixa com o carne periférico 836. Rotação do carne de comutador 770 faz com que o pino 838 deslize ao longo do carne periférico 836, o que faz com que ele seja empurrado para dentro do corpo do microcomutador 774 contra a força de predisposição da mola, ou permite que ele deslize para fora do corpo do microcomutador 774 sob influência da mola. Quando o carne de comutador 770 está na sua posição de DESLIGADO, o pino é empurra- do para dentro do corpo do microcomutador 774 tal como mostrado na figura 8A. Quando carne de comutador é girado para a sua posição de LIGADO, o pino 838 se estende para a sua posição mais externa tal como mostrado na figura 8B.
O modo em que a montagem para o comutador de LIGAR/DESLIGAR trabalha será agora descrito.
Inicialmente, o botão 758 e o carne de comutador 770 estão ambos localizados nas suas posições de DESLIGADOS. O operador do cortador motorizado deseja ligar a unidade usando o comutador de LIGAR/DESLIGAR. O operador usa sua mão para girar o botão 758 da sua posição de DESLIGADO para a sua posição de LIGADO. Quando o botão 758 é gi- rado, ele faz com que o carne de comutador 770 gire em uníssono já que o movimento gira- tório é transferido do botão 758 para o carne de comutador 770 pelas extremidades de ram- pas 822 de cada rampa 820 empurrando as extremidades de recesso de rampa 826 de cada recesso de rampa 824 correspondente, contra as quais elas estão em contato, na direção da seta M na figura 9, para impelir o carne de comutador 770 para girar com o botão 758. À medida que o came de comutador 770 gira, as duas rampas de excêntrico de came de co- mutador 832, as quais inicialmente estão localizadas junto à extremidade inferior das ram- pas de excêntrico 828 (mostradas na figura 8C), ficam sobrepostas às rampas de excêntrico 828 (mostradas na figura 8D), as quais são estacionárias. Á medida que as rampas de ex- cêntrico de came de comutador 832 ficam sobrepostas às rampas de excêntrico 828 por causa da rotação do came de comutador 770, o came de comutador 770 é forçado a desli- zar axialmente para longe do botão 758 (na direção da seta N na figura 9), fazendo com que a mola 780 seja comprimida e a cabeça do parafuso 778 se desloque na direção da base do recesso 776. Quando o came de comutador tiver girado suficientemente em que as extremi- dades de rampa de excêntrico 830 e as extremidades de rampa de excêntrico de came de comutador 834 se tornam alinhadas, o came de comutador 770 desliza axialmente sob a força de predisposição da mola 780 na direção do botão 758, assegurando que a extremi- dade de rampa de excêntrico 830 e as extremidades de rampa de excêntrico de came de comutador 834 apoiam uma contra a outra tal como mostrado na figura 8E. Quando as ex- tremidades de rampa de excêntrico 830 e as extremidades de rampa de excêntrico de came de comutador 834 apoiam uma na outra tal como mostrado na figura 8E, o came de comu- tador 770 está na sua posição de LIGADO e fica impedido de retornar para a sua posição de DESLIGADO, sob a influência da mola Iamelar 794, já que as extremidades de rampa de excêntrico 830 e as extremidades de rampa de excêntrico de came de comutador 834 impe- dem movimento relativo já que elas estão emperradas uma contra a outra. O botão 758 fica impedido de retornar para a sua posição de DESLIGADO sob a influência da mola 784 pelas rampas 820 sendo retidas dentro dos recessos de rampa 824 pela ação da mola 780 que anula a mola 784. Quando o came de comutador 770 gira da posição de DESLIGADO (ver a figura 8A) para a posição de LIGADO (figura 8B), o came periférico 836 gira, o que por sua vez permite ao pino 838 se estender do corpo do microcomutador 774. Isto por sua vez faz uma conexão que permite ao controlador elétrico 716 ativar o cortador motorizado e permite que ele inicie quando o cabo de puxar é puxado.
Como tal, a montagem do comutador de LIGAR/DESLIGAR está agora LIGADA com o botão 758 e o came de comutador 770 nas suas posições de LIGADOS, permitindo ao pino 838 se estender do corpo do microcomutador 774. Existem dois modos de comutar a montagem de comutador de LIGAR/DESLIGAR para a sua posição de DESLIGADA.
O primeiro método compreende a depressão da tecla de segurança 766. Depressão da tecla de segurança 766 faz com que a cabeça do parafuso 778 deslize na direção da base do recesso 776 do botão 758, comprimindo a mola 780, o que por sua vez impele o carne de comutador 770 para deslizar axialmente para longe do botão 758. À medida que o carne de comutador 770 desliza axialmente, o carne de comutador 770 se desloca para lon- ge do excêntrico 768, o que por sua vez faz com que as rampas de excêntrico 828 e as rampas de excêntrico de carne de comutador 832 se desloquem uma para longe da outra, e assim faz com que as extremidades de rampa de excêntrico 830 e as extremidades de ram- pa de excêntrico de carne de comutador 834 se desencaixem. Como tal, o carne de comuta- dor 770 pode agora girar de volta para a sua posição de DESLIGADO sob a influência da mola lamelar 794. Como o botão é retido na sua posição de LIGADO pelas rampas 820 sendo retidas dentro dos recessos de rampa 824, o botão 858 também retorna para a sua posição de DESLIGADO à medida que os recessos de rampa 824 giram com o carne de comutador 770. As rampas 820 devem se tornar desencaixadas dos recessos de rampa 824 por causa do movimento de deslizamento do carne de comutador 770 em relação ao botão 758, e o botão 758 retornará para a sua posição de DESLIGADO sob a influência da mola 784 entre o botão 758 e o excêntrico 768.
O segundo método de comutar a montagem de comutador de LIGAR/DESLIGAR para DESLIGADA compreende a rotação do botão 758. O operador gira o botão 758 para a sua posição de DESLIGADO. Como as rampas 820 são mantidas dentro dos recessos de rampa 824, rotação do botão 758 impele rotação do carne de comutador 770. Entretanto, o carne de comutador 770 está impedido de girar já que as extremidades de rampa de excên- tricô 830 e as extremidades de rampa de excêntrico de carne de comutador 834 apoiam uma na outra. Portanto, as rampas 820 deslizam para fora dos recessos de rampa 824, e as extremidades de rampas 822 se deslocam para longe das extremidades de recesso de ram- pa 826. À medida que as rampas 820 deslizam para fora dos recessos de rampa 824, o ca- rne de comutador 770, o qual está impedido de girar, desliza axialmente para longe do botão 858 pela ação de carne das rampas 820 e dos recessos de rampa 824. Quando o carne de comutador 770 tiver deslizado suficientemente para longe do botão 758, as extremidades de rampa de excêntrico 830 e as extremidades de rampa de excêntrico de came de comutador 834, as quais estão deslizando uma para longe da outra, se tornam desencaixadas. Assim o came de comutador 770 pode girar sob a influência da mola Iamelar 794 para a sua posição de DESLIGADO. O botão 758 deslocará sob a influência do operador e/ou da mola 784. Como tal, tanto o botão 758 quanto o came de comutador 770 retornam para as suas posi- ções de DESLIGADOS onde eles são mantidos pelas molas 784, 794. Quando tanto o botão quanto o carne de comutador 770 são deslocados para as suas posições de DESLIGADOS, as rampas 820 encaixam com os recessos de rampa 824 de maneira que o comutador pode ser usado de novo para ligar o cortador motorizado.
A operação do cortador motorizado será agora descrita.
O operador primeiro ativa a válvula DECO 752 e então bombeia algum combustível para dentro do carburador 126 usando a bomba injetora 734. O operador então comuta o comutador de LIGAR/DESLIGAR para LIGADO pela rotação do botão 758 para a sua posi- ção de LIGADO. O operador então puxa o cabo de puxar para girar a manivela 114 do mo- tor. À medida que a manivela 114 gira, o volante 702 também gira fazendo com que os dois geradores 706 708 produzam eletricidade suficiente para operar o cortador motorizado.
O controlador eletrônico verifica a temperatura do motor usando o sensor 710. Se o motor estiver frio, ele usa a eletricidade do segundo gerador 708 para energizar o solenóide 714 no carburador para configurar o "afogador automático". O segundo gerador 708 não é poderoso o suficiente para alimentar tanto a bomba de óleo 700 quanto o solenóide 714 ao mesmo tempo. Portanto, quando o controlador eletrônico 716 está operando o solenóide 714, ele desliga a bomba de óleo 700. Constatou-se que o período durante o qual óleo lubri- ficante não é exigido antes de o motor ser danificado é maior do que aquele exigido para aquecer o motor.
O controlador eletrônico fornece a energia para a vela de ignição para causar com- bustão no motor, a energia sendo fornecida pelo primeiro gerador 706, o sincronismo sendo determinado pelo controlador eletrônico 716 com base no sinal fornecido pelo sensor 712 em relação à posição angular do volante 702.
Uma vez que o motor começa a disparar, a válvula DECO fecha automaticamente. O controlador eletrônico 716 continua a monitorar a temperatura de motor e quando ele tiver alcançado uma temperatura predeterminada, o controlador eletrônico 716 desliga o solenói- de 714 no carburador 126. O controlador eletrônico 716 começa então a fornecer um sinal de tensão de forma quadrada para a bomba de óleo começar a bombear óleo. O controlador eletrônico monitora a velocidade do motor usando o sinal fornecido pelo sensor 712 monito- rando a posição angular do volante 702 para calcular a velocidade rotacional. Se a velocida- de rotacional estiver abaixo de um valor predeterminado, o controlador eletrônico 716 envia um sinal (figura 14A) para a bomba de óleo 700 para fazer com que ela bombeie em uma velocidade baixa. Se a velocidade rotacional estiver acima de um valor predeterminado, o controlador eletrônico 716 envia um sinal (figura 14B) para a bomba de óleo 700 para fazer com que ela bombeie em uma velocidade mais alta. A velocidade do motor é dependente do operador comprimir um comutador de disparo que se conecta ao carburador por meio de um cabo.
Enquanto o motor está funcionando o controlador eletrônico 716 monitora o óleo sendo acrescentado à mistura combustível/ar usando o sensor 140. Se o sensor 140 detec- tar que a taxa de fluxo do óleo sendo bombeado pela bomba de óleo 700 caiu abaixo de uma quantidade predeterminada (por exemplo, existe uma obstrução no tubo de óleo 142 ou o tanque 128 está vazio), o controlador eletrônico coloca o motor em um modo de marcha lenta usando o sistema de ignição, de maneira que o motor funciona, mas em uma taxa mí- nima. O operador não pode acelerar o motor usando o disparador até o sensor 140 detectar o fluxo de óleo. Isto protege o motor contra danos por causa de uma falta de lubrificação.
Constatou-se que o motor pode funcionar em modo de marcha lenta por um período de tempo considerável antes de resultar danos ao motor.
A fim de o operador parar o cortador motorizado, o operador pressiona a tecla de segurança 766 ou gira o botão 758 para a sua posição de DESLIGADO.
Uma modalidade de um comutador de LIGAR/DESLIGAR de acordo com a presen- te invenção será agora descrita com referência às figuras 15 a 24. A modalidade fornece um projeto alternativo de comutador de LIGAR/DESLIGAR para o exemplo descrito anterior- mente e que pode ser substituído por esse projeto em um cortador motorizado tal como descrito anteriormente.
Onde os mesmos recursos nesta modalidade são os mesmos que aqueles revela- dos no exemplo anterior do comutador de LIGAR/DESLIGAR descrito anteriormente, os mesmos números de referência foram usados.
Exceto para o projeto do comutador de LIGAR/DESLIGAR 754, o projeto do resto do cortador motorizado é o mesmo que aquele descrito anteriormente com referência às figuras 1 a 14.
O comutador 754 compreende um botão giratório 758. O botão 758 tem um indica- dor 764 formado integralmente na sua periferia. O botão giratório 758 tem duas posições angulares entre as quais ele pode girar. Na primeira posição o comutador está LIGADO. Nesta posição o indicador 764 aponta para uma etiqueta LIGADO 762 (ver a figura 19A). Na segunda posição o comutador está DESLIGADO. Nesta posição o indicador 764 aponta pa- ra uma etiqueta DESLIGADO 760 (ver a figura 17A). Quando o botão giratório está na posi- ção de LIGADO, o operador pode dar partida no motor e usar o cortador motorizado. Quan- do o botão giratório 758 está na posição de DESLIGADO, o motor é impedido de ser inicia- do. Se o botão giratório 758 for deslocado de LIGADO para a posição de DESLIGADO quando o motor estiver funcionando o motor é desligado automaticamente.
Uma tecla de segurança 766 é localizada no centro do botão 758. Se o motor esti- ver funcionando (isto é, se o botão estiver na posição de LIGADO), depressão da tecla de segurança 766 resultará no motor sendo desligado.
Um furo circular 900 é formado através da parede traseira 736 do alojamento 800. O botão giratório 758 é montado no lado de fora da parede traseira 736 adjacente ao furo circular 900. Uma roda excêntrica 902 é montada rotativamente no lado de dentro da parede traseira 736 adjacente ao furo circular 900. Dois parafusos (não mostrados) conectam o bo- tão giratório 758 à roda excêntrica 902, os parafusos atravessando o furo circular 900. As periferias do botão giratório 758 e da roda excêntrica 902 encaixam a periferia do furo circu- lar 900 para reter o botão giratório 758 e a roda excêntrica 902 no lugar na parede traseira sobre o furo circular 900. O botão giratório 758 e a roda excêntrica 902 podem girar em volta do eixo central do furo circular, o botão giratório 758 e a roda excêntrica 902 girando em uníssono.
É formada na parte da parede traseira 736, encaixada entre o botão giratório 758 e a roda excêntrica 902, uma nervura curva 904 (ver a figura 16). É formada na traseira do botão giratório 758 uma ranhura modelada correspondentemente 906 (ver a figura 20). Quando o botão giratório 758 é montado na parede traseira 736, a nervura 904 se localiza dentro da ranhura 906. O comprimento da ranhura 906 é maior que o da nervura 904, permi- tindo que a nervura 904 deslize dentro da ranhura. Isto restringe a quantidade de movimento de articulação do botão, e consequentemente da roda excêntrica 902, a sessenta graus, permitindo ao indicador 764 articular entre suas posições angulares entre as suas posições de LIGADO e de DESLIGADO.
Também são formados na traseira do botão giratório 758 os dois receptáculos 908, 910. São localizados em cada receptáculo 908, 910 os pinos 912 e as molas 914 que pre- dispõem os pinos 912 para fora dos receptáculos 908, 910. Os pinos 912 são impedidos de sair completamente dos receptáculos 908, 910 pelas molas 914. São formados na parte da parede traseira 736, encaixados entre o botão giratório 758 e a roda excêntrica 902, os dois pares dos recessos 916, cada recesso 916 em cada par sendo localizado no lado oposto do furo circular 900 ao outro recesso nesse par. A localização de cada par dos recessos 916 corresponde a uma posição angular do botão 758. Quando o botão 758 é girado para uma de suas posições angulares, os pinos 912 se localizam dentro dos recessos 916 do primeiro par correspondente, por causa da força de predisposição das molas 914, para engatar o botão 758 nessa posição angular e retê-lo ali. Quando o botão 758 é girado, os pinos 912 ficam liberados dos recessos 916 ao serem empurrados para dentro dos receptáculos 910.
À medida que o botão 758 gira, os pinos 912 permanecem nos receptáculos 910. Quando o botão 758 se desloca para a sua segunda posição angular, o outro par de recessos 916 se alinha com os pinos 912, os quais se deslocam então para fora dos receptáculos 910 e en- tram nos recessos 916 sob a força de predisposição das molas 914. O botão fica então en- gatado na sua segunda posição angular.
É montado com um suporte 926 no lado de dentro da parede traseira 736, adjacen- te à roda excêntrica 902, um microcomutador 918 (ver a figura 17B). O microcomutador 918 compreende um pino 920 que se projeta do corpo do microcomutador 918. O pino 920 é capaz de deslizar axialmente para dentro ou para fora do corpo do microcomutador 920 e predisposto para a sua posição mais externa por uma mola (não mostrada) dentro do micro- comutador 920. Uma alavanca 922 é fixada de forma articulada ao microcomutador 918. A alavanca 922 se situa sobre a extremidade do pino 920. Movimento de articulação da ala- vanca 922 na direção do microcomutador 918 empurra o pino 920 para dentro do microco- mutador 918.
É formado em volta da borda da roda excêntrica 902 um came periférico 924 tal como mais bem visto na figura 17B. O came periférico 924 encaixa com a alavanca 922. Rotação da roda excêntrica 902 faz com que a alavanca 922 deslize ao longo do came peri- férico 924, o que faz com que ela seja articulada na direção do corpo do microcomutador 918, o que por sua vez empurra o pino 920 para dentro do microcomutador 918, contra a força de predisposição da mola, ou que seja articulada para longe do corpo do microcomu- tador 918, por causa da força de predisposição no pino 920, permitindo ao pino 920 deslizar para fora do corpo do microcomutador 918 sob influência da mola. Quando a roda excêntri- ca está na sua posição de DESLIGADA (figura 17B), o pino 920 é empurrado para dentro do corpo do microcomutador 918. Quando a roda excêntrica 902 é girada para a sua posição de LIGADA, o pino 920 se estende para a sua posição mais externa tal como mostrado na figura 19B.
O microcomutador 918 pode ser ligado e desligado pela depressão ou liberação do pino 920 pela rotação do botão 758 entre as suas duas posições angulares.
A tecla de segurança 766 é montada dentro de um recesso tubular 934 formado no botão 758 e é capaz de deslizar dentro do recesso 934 na direção ou para longe da base 936 do recesso 934. Uma mola 928 é encaixada entre a tecla de segurança 766 e a base 936 do recesso e predispõe a tecla de segurança 766 para fora do recesso 934. A faixa de movimento para fora da tecla de segurança 766 é limitada pelos quatro batentes 930 mon- tados nas pernas 932 que encaixam com o lado inferior do botão 758 quando a tecla de se- gurança alcança sua máxima posição para fora. A faixa de movimento para dentro da tecla de segurança 766 é limitada pela base 936 do recesso 934.
É fixada ao lado inferior da tecla de segurança 766 uma lingueta flexível 938. A Iin- gueta se estende através de uma abertura na base 936 do recesso 934 e então é curvada por um guia 940 formado na parede interna 942 da roda excêntrica 902 por 90 graus na di- reção de uma abertura 923 formada no came periférico 924 (ver a figura 23A). Tal como pode ser visto, a abertura 923 é formada em uma borda lateral 925 do came periférico 924, o came periférico 924 fornecendo três lados para a abertura 923. Entretanto, será percebido que a abertura 923 pode ser formada no meio do came periférico 924 tal como mostrado na figura 23B. Alternativamente, a extremidade 944 da lingueta pode passar ao lado do came periférico 924, tal como mostrado na figura 23C, evitando assim a necessidade de formar uma abertura no came periférico 924. Quando a tecla de segurança 766 está localizada na sua posição mais para fora, a extremidade 944 da lingueta 938 fica localizada exatamente dentro do guia 940 adjacente à abertura 923 no came periférico 924. Quando a tecla de se- gurança 766 está localizada na sua posição mais para dentro, a extremidade 944 da Iingue- ta 938 atravessa e se projeta a partir da abertura 923 no came periférico 924. Depressão da tecla de segurança 766 faz com que a extremidade 944 da Iingueta 738 saia da abertura 923 no came periférico 924.
Quando o botão 758 está na sua posição de LIGADO, tal como mostrado na figura 19A, a abertura 923 no came periférico 924 confronta a alavanca 922. Quando o botão 758 está na sua posição de LIGADO, o came periférico 924 permite que a alavanca 922 articule para longe do microcomutador 918, por sua vez permitindo ao pino 920 deslizar para fora do microcomutador (ver a figura 19B). A tecla de segurança 766 é predisposta na direção da sua posição para fora pela mola 928. Como tal, a extremidade 944 da lingueta 938 fica loca- lizada dentro da roda excêntrica 902. Entretanto, quando a tecla de segurança é empurrada para dentro do recesso, a extremidade 944 da Iingueta é empurrada através da abertura no came periférico 924, para longe da roda excêntrica 902, para encaixe com a alavanca 922.
À medida que a extremidade 944 da Iingueta continua a se deslocar para longe da roda ex- cêntrica 902, ela articula a alavanca 922 na direção do microcomutador, empurrando o pino 920 no microcomutador 918 para dentro do microcomutador. Quando o botão 758 está na sua posição de DESLIGADO, tal como mostrado na figura 17A, a abertura no came periféri- co 924 fica localizada longe da alavanca 922 e, portanto, depressão de tecla de segurança não tem efeito sobre a alavanca já que a extremidade da Iingueta não pode encaixar com ela.
Inicialmente, o comutador de LIGAR/DESLIGAR está na sua posição de DESLIGADO, com o botão giratório 758 na sua primeira posição angular e o indicador 764 apontando para a etiqueta DESLIGADO 760. O came periférico 924, na roda excêntrica 902, fica localizado em uma posição onde ele empurra a alavanca de articulação 922 na direção do microcomutador 918 que por sua vez empurra o pino 920 para dentro do microcomutador (ver a figura 17A). Quando o pino está nesta posição ele fornece um sinal para o controlador elétrico 716, quando um suprimento de energia elétrica é fornecido para o microcomutador 918 e para o controlador elétrico 716 pela operação do cabo de puxar do cortador motoriza- do, de que o motor não pode ser iniciado. A fim de o cortador motorizado ser iniciado, o bo- tão giratório 758 é girado para a sua primeira posição angular, o indicador 764 apontando para a etiqueta LIGADO 762 para colocar o comutador de LIGAR/DESLIGAR na sua posi- ção de LIGADO. À medida que o botão giratório 758 gira, a roda excêntrica 902 e conse- quentemente o came periférico 924 também giram em uníssono. O came periférico 924 gira para uma posição onde ele permite que a alavanca de articulação 922 articule para longe do microcomutador 918, o que por sua vez permite ao pino 920 se estender a partir do micro- comutador (ver a figura 19B). Quando o pino 920 está nesta posição ele fornece um sinal para o controlador elétrico 716, quando um suprimento de energia elétrica é fornecido para o microcomutador 918 e para o controlador elétrico 716 pela operação do cabo de puxar do cortador motorizado, de que o motor pode ser iniciado. Enquanto o motor está funcionando o pino 920 deve permanecer estendido a partir do microcomutador 918. A fim de desligar o cortador motorizado o pino 920 do microcomutador deve ser empurrado para dentro do mi- crocomutador 918. Isto é alcançado em um de dois modos. Primeiramente, o botão giratório 758 pode ser girado para a sua posição de DESLIGADO. Rotação do botão 758 resulta na rotação da roda excêntrica e do carne periférico 924, induzindo o carne periférico 924 para empurrar a alavanca 922 na direção do microcomutador 918 e consequentemente o pino para dentro do microcomutador 918. Segundo, a tecla de segurança 766 pode ser empurra- da para dentro do recesso 934, induzindo a extremidade 944 da Iingueta 938 para se proje- tar para fora da abertura 923 no carne periférico 924 e para encaixe com a alavanca 922, fazendo com que ela articule na direção do microcomutador 918 e empurrando consequen- temente o pino para dentro do microcomutador 918. Quando o pino 920 é empurrado para dentro do microcomutador 918 ele fornece um sinal para o controlador elétrico 716 de que o motor deve ser parado. Se o motor for parado por meio de depressão da tecla de segurança 766, liberação da tecla de segurança permitirá retorno para a sua posição mais externa sob a força de predisposição da mola 928. Quando isto acontece a extremidade 944 da Iingueta 938 é retraída através da abertura no carne periférico 924 para dentro da roda excêntrica 902, permitindo que a alavanca 922 articule para longe do microcomutador e consequente- mente que o pino 920 deslize para fora do microcomutador 91.
A operação do cortador motorizado para esta modalidade de comutador de LIGAR/DESLIGAR é igual àquela para o exemplo anterior de comutador de LIGAR/DESLIGAR.
Será percebido pelos versados na técnica que um recurso de segurança adicional pode ser acrescentado pelo qual, quando o motor tiver sido parado por meio de depressão da tecla de segurança 766, o botão giratório 758 tem que ser primeiro girado para a sua po- sição de DESLIGADO e então de volta para a sua posição de LIGADO antes de o motor poder ser iniciado de novo.
A figura 24 mostra um projeto alternativo da tecla de segurança 766 onde a Iingueta 938 é formada integralmente com o botão 766.
Claims (14)
1. Mecanismo de comutação, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende uma estrutura de suporte 736; um comutador elétrico 918 montado na estrutura de suporte e que compreende um ativador 920 móvel entre uma primeira posição onde o comutador elétrico está ligado e uma segunda posição onde o comutador elétrico está desligado; um primeiro atuador 758 montado de forma móvel na estrutura de suporte; um carne 924, tendo uma superfície de carne, conectado ao primeiro atuador de maneira que movimento do primeiro atuador resulta em movimento do carne; um segundo atuador 766 montado de forma móvel na estrutura de suporte; uma barra 938 conectada ao segundo atuador de maneira que movimento do se- gundo atuador resulta em movimento da barra; em que o carne 924 é capaz de encaixar com o ativador de maneira que movimento do carne pelo movimento do primeiro atuador resulta no ativador se deslocando entre as suas duas posições; em que a barra é capaz de encaixar com o ativador de maneira que movimento da barra pelo movimento do segundo atuador resulta no ativador se deslocando entre as suas duas posições; em que a barra atravessa ou passa ao lado da superfície do carne quando ele en- caixa com o ativador.
2. Mecanismo de comutação, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o primeiro atuador 758 compreende um recesso no qual é localizado o se- gundo atuador 766 que é uma tecla deslizável e que é capaz de ser deslizada linearmente dentro do recesso entre uma primeira posição e uma segunda posição, o segundo atuador sendo predisposto na direção da sua primeira posição.
3. Mecanismo de comutação, de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato de que movimento do primeiro atuador, quando o segundo atuador está na sua primeira posição, desloca o ativador entre as suas primeira e segunda posições; e em que movimento do segundo atuador 766 da sua primeira posição para a sua segunda posição, quando o ativador 920 está na sua primeira posição, desloca o ativador 920 para a sua segunda posição.
4. Mecanismo de comutação, de acordo com qualquer uma das reivindicações an- teriores, CARACTERIZADO pelo fato de que o primeiro atuador 758 é capaz de se deslocar entre duas posições para deslocar o ativador entre suas duas posições, o primeiro atuador sendo capaz de ser engatado em uma e outra das posições.
5. Mecanismo de comutação, de acordo com qualquer uma das reivindicações an- teriores, CARACTERIZADO pelo fato de que o primeiro atuador é um botão giratório capaz de rotação em volta de um eixo de rotação.
6. Mecanismo de comutação, de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADO pelo fato de que o carne é montado diretamente no botão giratório de maneira que rotação do botão em volta de seu eixo de rotação resulta em rotação do carne em volta do eixo de rotação do botão.
7. Mecanismo de comutação, de acordo com qualquer uma das reivindicações an- teriores, CARACTERIZADO pelo fato de que a barra é alongada e desliza linearmente.
8. Mecanismo de comutação, de acordo com qualquer uma das reivindicações an- teriores, CARACTERIZADO pelo fato de que a extremidade 944 da barra encaixa com o ativador 920.
9. Mecanismo de comutação, de acordo com qualquer uma das reivindicações an- teriores, CARACTERIZADO pelo fato de que a barra é uma Iingueta flexível.
10. Mecanismo de comutação, de acordo com a reivindicação 9, CARACTERIZADO pelo fato de que a Iingueta flexível curva por 90 graus ao longo de seu comprimento.
11. Mecanismo de comutação, de acordo com qualquer uma das reivindicações an- teriores, CARACTERIZADO pelo fato de que o ativador compreende um pino deslizável que é capaz de encaixar com a superfície do carne ou com a barra.
12. Mecanismo de comutação, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de que o pino deslizável é capaz de deslizar para dentro ou para fora do comutador elétrico.
13. Mecanismo de comutação, de acordo com uma ou outra das reivindicações 11 ou 12, CARACTERIZADO pelo fato de que o ativador compreende adicionalmente uma ala- vanca de articulação que se localiza contra o pino deslizável, em que movimento de articu- lação da alavanca resulta no movimento de deslizamento do pino, a alavanca sendo encai- xada com a superfície do carne ou com a barra.
14. Ferramenta motorizada, CARACTERIZADA pelo fato de que compreende um mecanismo de comutação de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que: - 1) quando o comutador elétrico está ligado e a ferramenta motorizada está desati- vada, a ferramenta motorizada é capaz de ser ativada; - 2) quando o comutador elétrico está desligado e a ferramenta motorizada está de- sativada, a ferramenta motorizada é impedida de ser ativada; e - 3) quando o comutador é mudado de ligado para desligado quando a ferramenta motorizada está ativada, a ferramenta motorizada é desativada.
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