BRPI1002957A2 - sistema de manutenção de cilindro para reduzir a expelição em duplex - Google Patents

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Alexander J Fioravanti
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Abstract

SISTEMA DE MANUTENçãO DE CILINDRO PARA REDUZIR A EXPELIçãO EM DUPLEX. A presente invenção refere-se a um sistema de manutenção de cilindro para uso em um dispositivo de formação de imagem que inclui um reservatório que tem um fornecimento de agente de liberação e um aplicador configurado para receber o agente de liberação do reservatório e aplicar o agente de liberação em uma superfície de formação de imagem intermediária de um dispositivo de formação de imagem. Uma primeira lâmina de medição é posicionada no modo limpador em uma primeira posição adjacente à superfície de formação de imagem intermediária e configurada para medir o agente de liberação na superfície de formação de imagem intermediária aplicada pelo aplicador. Uma segunda lâmina de medição é posicionada no modo limpador em uma segunda posição adjacente à superfície de formação de imagem intermediária. O sistema inclui um segundo sistema de posicionamento de lâmina de medição acoplado de maneira operável à segunda lâmina de medição e configurado para mover a segunda lâmina de medição em engate com a superfície de formação de imagem intermediária para medir adicionalmente o agente de liberação aplicado à superfície de formação de imagem intermediária pelo aplicador, quando imprime um primeiro lado de um trabalho de impressão duplex e fora de engate com a superfície de formação de imagem intermediária quando imprime trabalhos de impressão simplex e quando imprime um segundo lado de um trabalho de impressão duplex.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "SISTEMA DE MANUTENÇÃO DE CILINDRO PARA REDUZIR A EXPELIÇÃO EM DU- PLEX".
A presente invenção refere-se geralmente a dispositivos de for- mação de imagem que têm superfícies de formação de imagem intermediá- rias, e, em particular, a sistemas de manutenção para tais superfícies de formação de imagem intermediárias.
Em sistemas de formação de imagem de tinta sólida que têm e- lementos intermediários, a tinta é carregada no sistema de uma forma sólida, como péletes ou como bastões de tinta, e transportada através de uma calha de alimentação por um mecanismo de alimentação para entrega em uma montagem de aquecedor. Uma placa de aquecimento na montagem de a- quecedor funde a tinta sólida que colide com a placa em um líquido que é distribuído para um cabeçote de impressão para esguichar sobre um ele- mento de transferência intermediária que pode ter a forma de um cilindro giratório, por exemplo. No cabeçote de impressão, a tinta líquida é tipica- mente mantida em uma temperatura que permite que a tinta seja ejetada pelos elementos de impressão no cabeçote de impressão, porém, que pre- serve a pegajosidade suficiente para a tinta aderir ao cilindro de transferên- cia intermediário. Em alguns casos, entretanto, a pegajosidade da tinta líqui- da pode fazer com que uma porção da tinta permaneça no cilindro após a imagem ser transferida sobre a folha de mídia que pode degradar posterior- mente outras imagens formadas no cilindro.
Para direcionar o acúmulo de tinta em um cilindro de formação de imagem, os sistemas de formação de imagem de tinta sólida podem ser dotados de uma unidade de manutenção de cilindro (DMU). Em sistemas de formação de imagem de tinta sólida, a DMU é configurada para 1) Iubrificar a superfície de recepção de imagem do cilindro com uma camada uniforme muito fina de agente de liberação (por exemplo, óleo de silicone) antes de cada ciclo de impressão, e 2) remover e armazenar o óleo em excesso, a tinta e os resíduos da superfície do cilindro após cada ciclo de impressão. A DMU previamente conhecida inclui um reservatório para reter um agente de liberação, um aplicador que recebe o óleo do reservatório e aplica o óleo na superfície do cilindro, e uma lâmina de medição para medir o óleo aplicado na superfície do cilindro através do aplicador.
Em uma modalidade, um sistema de manutenção de cilindro que foi desenvolvido inclui uma segunda lâmina de medição e um sistema de posicionamento que ativa seletivamente a segunda lâmina de medição para medir o agente de liberação para a impressão frontal de trabalhos de im- pressão duplex, a fim de reduzir o óleo no lado frontal da impressão que contribui com o defeito de qualidade de imagem conhecido como "expelição em duplex". Em particular, em uma modalidade, um sistema de manutenção de cilindro para uso e um dispositivo de formação de imagem inclui um re- servatório que tem um fornecimento de agente de liberação e um aplicador configurado para receber o agente de liberação do reservatório e aplicar o agente de liberação em uma superfície de transferência intermediária de um dispositivo de formação de imagem. Uma primeira lâmina de medição é po- sicionada em um modo limpador em uma primeira posição adjacente à su- perfície de transferência intermediária e configurada para medir o agente de liberação sobre a superfície de transferência intermediária aplicada pelo a- plicador. Uma segunda lâmina de medição é posicionada no modo limpador em uma segunda posição adjacente á superfície de transferência intermediá- ria. O sistema inclui um segundo sistema de posicionamento de lâmina de medição acoplado de maneira operável à segunda lâmina de medição e con- figurado para mover a segunda lâmina de medição em engate com a super- fície de transferência intermediária para medir adicionalmente o agente de liberação aplicado à superfície de transferência intermediária pelo aplicador quando imprime um primeiro lado de um trabalho de impressão duplex e fora de engate com a superfície de transferência intermediária quando imprime trabalhos de impressão simplex e quando imprime um segundo lado de um trabalho de impressão duplex.
Ainda em outra modalidade, um dispositivo de formação de ima- gem de tinta de alteração de fase inclui uma superfície de transferência in- termediária configurada para se mover em uma direção de processo, e pelo menos um cabeçote de impressão configurado para emitir tinta de alteração de fase fundida sobre a superfície de transferência intermediária. O disposi- tivo de formação de imagem inclui uma unidade de manutenção de cilindro que tem um a reservatório que inclui um fornecimento de agente de Iibera- ção, e um aplicador configurado para receber o agente de liberação do re- servatório e aplicar o agente de liberação na superfície de transferência in- termediária. Uma primeira lâmina de medição é posicionada no modo limpa- dor em uma primeira posição adjacente à superfície de transferência inter- mediária e configurada para medir o agente de liberação sobre a superfície de transferência intermediária aplicado pelo aplicador. Uma segunda lâmina de medição é posicionada em um modo limpador em uma segunda posição adjacente à superfície de transferência intermediária. O sistema de manu- tenção de cilindro inclui um segundo sistema de posicionamento de lâmina de medição acoplado de maneira operável à segunda lâmina de medição e configurado para mover a segunda lâmina de medição em engate com a su- perfície de transferência intermediária para medir adicionalmente o agente de liberação aplicado à superfície de transferência intermediária pelo aplica- dor quando imprime um primeiro lado de um trabalho de impressão duplex e fora de engate com a superfície de transferência intermediária quando im- prime os trabalhos de impressão simplex e quando imprime um segundo lado de um trabalho de impressão duplex.
A figura 1 é um diagrama esquemático de uma modalidade de um dispositivo de formação de imagem.
A figura 2 é um diagrama esquemático de uma unidade de ma- nutenção de cilindro para uso no dispositivo de formação de imagem da figu- ra 1.
A figura 3 é um diagrama esquemático que mostra uma lâmina de medição no modo limpador em relação ao cilindro de transferência do dispositivo de formação de imagem da figura 1.
A figura 4 é um diagrama esquemático que mostra uma lâmina de medição no modo de limpeza em relação ao cilindro de transferência do dispositivo de formação de imagem da figura 1. A figura 5 é um gráfico da taxa de consumo de óleo versus o número de impressões para lâminas de medição no modo limpador e modo de limpeza.
A figura 6 é um diagrama esquemático que mostra uma lâmina de medição no modo de limpeza que tem uma ponta de borda chanfrada.
A figura 7 é um diagrama esquemático de um sistema de trans- lação de lâmina de medição para uso com a DMU da figura 2.
A figura 8 é um gráfico da taxa de consumo de óleo versus o número de impressões para lâminas de medição transladadas e lâminas de medição estacionárias.
A figura 9 é um diagrama de camada de uma folha impressa a- pós a etapa de impressão frontal.
A figura 10 é um diagrama de camada da folha impressa da figu- ra 9 após a etapa de impressão traseira.
A figura 11 é um diagrama esquemático de uma disposição de lâmina de medição para uso com a DMU da figura 2.
A figura 12 é um fluxograma de um método para operar as lâmi- nas de medição e o aplicador da figura 11.
A figura 13 é uma seqüência de temporização para acionar as lâminas de medição e o aplicador da figura 11.
Descrição Detalhada
Para um entendimento geral das presentes modalidades, a refe- rência é feita aos desenhos. Nos desenhos, as referências numéricas simila- res foram usadas ao longo do documento para designar desenhos similares.
Conforme usado no presente documento, os termos "impresso- ra" ou "dispositivo de formação de imagem" geralmente se referem a um dispositivo para aplicar uma imagem à mídia de impressão e podem abran- ger qualquer aparelho, tal como, uma copiadora digital, máquina de confec- ção de livros, máquina de fac-símile, máquina multifuncional, etc., que reali- za uma função de produção de impressão para qualquer propósito, "Mídia de impressão" pode ser uma folha física geralmente fina de papel, plástico outro substrato de mídia de impressão física adequada para imagens. Um "traba- lho de impressão" ou "documento" geralmente é um conjunto de folhas rela- cionadas, geralmente um ou mais conjuntos de cópias combinadas copiados a partir de um conjunto de folhas de trabalho de impressão original imagens de página de documento eletrônico, a partir de um usuário particular ou, de outro modo, relacionado. Conforme usado no presente documento, o termo "consumível" refere-se a algo que é usado ou consumido por um dispositivo de formação de imagem durante as operações, tais como, mídia de impres- são, material de marcação, fluido de limpeza, e similares. Geralmente, uma imagem pode incluir informações sob a forma eletrônica que serão renderi- zadas na mídia de impressão pelo dispositivo de formação de imagem e po- dem incluir texto, gráficos, imagens, e similares. A operação de aplicação de imagens na mídia de impressão, por exemplo, gráficos, texto, fotografias, etc., geralmente é referida no presente documento como impressão ou marcação.
Referindo-se agora à figura 1, uma modalidade de um dispositi- vo de formação de imagem 10 da presente descrição é mostrada. Conforme ilustrado, o dispositivo 10 inclui um quadro 11 ao qual são montados direta ou indiretamente todos os seus subsistemas e componentes de operação, conforme descrito abaixo. Na modalidade da figura 1, o dispositivo de forma- ção de imagem 10 é um dispositivo de marcação indireta que inclui um ele- mento de formação de imagem intermediário 12 que é mostrado sob a forma de um cilindro, porém, pode ser igualmente sob a forma de uma correia sem fim suportada. O elemento de formação de imagem 12 tem uma superfície de recepção de imagem 14 que é móvel na direção 16, e na qual as imagens de tinta de alteração de fase são formadas. Um rolete de transfixação 19 giratório na direção 17 é carregado contra a superfície 14 do cilindro 12 para formar um mordente de transfixação 18, no qual as imagens de tinta forma- das na superfície 14 são transfixadas sobre uma folha de mídia 49. Em mo- dalidades alternativas, um dispositivo de formação de imagem pode ser um dispositivo de marcação direta no qual as imagens de tinta são diretamente formadas sobre um substrato de recepção, tal como, uma folha de mídia ou uma bobina contínua de mídia. O dispositivo de formação de imagem 10 também inclui um sub- sistema de distribuição de tinta 20 que tem pelo menos uma fonte 22 de uma cor de tinta. Uma vez que o dispositivo de formação de imagem 10 é uma máquina de produção de imagem multicolorida, o sistema de distribuição de tinta 20 inclui quatro (4) fontes 22, 24, 26, 28, que representam quatro (4) cores diferentes CYMK (ciano, amarela, magenta, preta) de tinta. O sistema de distribuição de tinta é configurado para fornecer tinta sob a forma líquida para um sistema de cabeçote de impressão 30 que inclui pelo menos uma montagem de cabeçote de impressão 32. Uma vez que o dispositivo de for- mação de imagem 10 é um dispositivo multicolorido em alta velocidade ou alto rendimento, o sistema de cabeçote de impressão 30 inclui montagens de cabeçote de impressão de tinta multicolorida e inúmeras (por exemplo, quatro (4)) montagens de cabeçote de impressão, duas das quais são mos- tradas em 32, 34 na figura 1).
Em uma modalidade, a tinta utilizada no dispositivo de formação de imagem 10 é uma "tinta de alteração de fase" que significa que a tinta é substancialmente sólida à temperatura ambiente e substancialmente líquida quando aquecida a uma temperatura de fusão de tinta de alteração de fase para esguichar sobre uma superfície de recepção de imagem. Consequen- temente, o sistema de distribuição de tinta inclui um aparelho de fusão e controle de tinta de alteração de fase (não mostrado) para fundir ou alterar a fase da forma sólida da tinta de alteração de fase para uma forma líquida. A temperatura de fusão de tinta de alteração de fase pode ser qualquer tempe- ratura que seja capaz de fundir a tinta de alteração de fase sólida para uma forma líquida ou fundida. Em uma modalidade, a temperatura de fusão de tinta de alteração de fase é aproximadamente 100°C a 140°C. Em modalida- des alternativas, entretanto, qualquer material ou tinta de marcação pode ser usado incluindo, por exemplo, tinta aquosa, tinta à base de óleo, tinta curável por UV, ou similar.
Conforme adicionalmente mostrado, o dispositivo de formação de imagem 10 inclui um sistema de fornecimento e manuseio de mídia 40. O sistema de fornecimento e manuseio de mídia 40 pode incluir, por exemplo, fontes de fornecimento de folha ou substrato 42, 44, 48, das quais a fonte de fornecimento 48, por exemplo, é um fornecedor ou alimentador de papel de alta capacidade para armazenar e fornecer substratos de recepção de ima- gem sob a forma de folhas cortadas 49, por exemplo. O sistema de forneci- mento e manuseio de substrato 40 também inclui uma montagem de aque- cedor ou preaquecedor de substrato ou folha 52. O dispositivo de formação de imagem 10, conforme mostrado, também pode incluir um alimentador de documento original 70 que tem uma bandeja de retenção de documento 72, dispositivos de alimentação e recuperação de folha de documento 74 e um sistema de exposição e varredura de documento 76.
A operação e o controle dos diversos subsistemas, componentes e funções da máquina ou impressora 10 são realizados com o auxílio de um controlador ou subsistema eletrônico (ESS) 80. O ESS ou controlador 80, por exemplo, é um minicomputador dedicado independente que tem uma unidade central de processamento (CPU) 82, armazenamento eletrônico 84 e uma interface de exibição ou usuário (UI) 86. O ESS ou controlador 80, por exemplo, inclui um sistema de entrada e controle de sensor 88, assim como, um sistema de colocação e controle de pixel 89. Além disso, a CPU 82 lê, captura, prepara e gerencia o fluxo de dados de imagem entre as fontes de entrada de imagem, tal como, o sistema de varredura 76 ou uma conexão online ou de estação de trabalho 90 e montagens de cabeçote de impressão 32, 34. Como tal, o ESS ou controlador 80 é o processador mutitarefas prin- cipal para operar e controlar todos os outros subsistemas e funções de má- quina, incluindo o aparelho e método de limpeza de cabeçote de impressão discutido abaixo.
Em operação, os dados de imagem para uma imagem a ser pro- duzida são enviados para o controlador 80 a partir do sistema de varredura 76 ou através da conexão online ou de estação de trabalho 90 para proces- samento e emissão para as montagens de cabeçote de impressão 32, 34. Adicionalmente, o controlador determina e/ou aceita os controles de subsis- tema e componente relacionados, por exemplo, a partir das entradas de ope- rador através da interface de usuário 86 e, consequentemente, executa tais controles. Como um resultado, as formas sólidas de cor apropriada da tinta de alteração de fase são fundidas e distribuídas para as montagens de ca- beçote de impressão. Adicionalmente, o controle de colocação de pixel é exercitado em relação à superfície de formação de imagem 14 que forma, deste modo, as imagens desejadas por tais dados de imagens, e os substra- tos de recepção são fornecidos por uma das fontes 42, 44, 48 ao longo do caminho de fornecimento 50 em registro temporizado com a formação de imagem na superfície 14. Finalmente, a imagem é transferida a partir da su- perfície 14 e fundida de maneira fixa à folha de cópia no mordente de trans- fixação 18.
Para facilitar a transferência de uma imagem de tinta a partir do cilindro até um meio de gravação, um sistema de manutenção de cilindro 100, também referido como uma unidade de manutenção de cilindro (DMU), é proporcionado para aplicar o agente de liberação na superfície 14 do cilin- dro de impressão 12 antes de a tinta se ejetada sobre o cilindro de impres- são. O agente de liberação proporciona uma camada fina na qual uma ima- gem é formada, de modo que a imagem não adira ao cilindro de impressão. O agente de liberação é tipicamente óleo de silicone, embora qualquer agen- te de liberação adequado possa ser usado.
Referindo-se agora à figura 2, um diagrama esquemático de uma modalidade de uma DMU é ilustrado. Conforme mostrado, a DMU 100 inclui um aplicador de agente de liberação 104 sob a forma de um rolete que é configurado para aplicar um agente de liberação, tal como, óleo de silicone na superfície de formação de imagem 14, à medida que esta gira. Nas mo- dalidades, o rolete 104 é formado de um material absorvente, tal como, uma espuma de poliuretano extrudada. A espuma de poliuretano tem uma capa- cidade de retenção de óleo e uma altura capilar que permite que rolete rete- nha fluido mesmo quando totalmente saturado com o fluido de agente de liberação. Para facilitar a saturação do rolete com o agente de liberação, o rolete 104 é posicionado através de um receptáculo de recuperação 118 sob a forma de uma calha ou canal, referido no presente documento como um canal de recuperação. Em uma modalidade, o canal de recuperação 118 tem uma superfície de fundo que segue o perfil cilíndrico ou a porção inferior do rolete. O rolete 104 é posicionado em relação ao canal de recuperação 118, de modo que o mesmo seja parcialmente submerso no agente de liberação recebido neste.
O canal de recuperação 118 é configurado para receber o agen- te de liberação a partir de um reservatório de agente de liberação 108. Na modalidade da figura 2, o reservatório 108 compreende um frasco ou tubo plástico moldado a sopro que tem uma abertura 122 em uma extremidade que permite que uma quantidade predeterminada de agente de liberação seja carregada no reservatório. Uma tampa da extremidade 120 encontra-se vedada através da abertura 122 do reservatório. A tampa da extremidade 120 pode ser vedada na abertura de qualquer maneira adequada, tal como, soldagem por rotação, colagem, ou similar. A tampa da extremidade 120 tem três aberturas atravessantes fluídicas 124, 128, 130. Três tubos são conec- tados às aberturas na parte de fora da tampa da extremidade que usa encai- xes farpados que incluem, por exemplo, um tubo de distribuição 110 que conecta de maneira fluida o reservatório 108 à área de recuperação 118, um tubo coletor 114 (tubo de recirculação) que conecta de maneira fluida o re- servatório 108 ao coletor 134 (explicado abaixo) e um tubo de ventilação 138 conecta de maneira fluida o interior do reservatório 108 à atmosfera para aliviar qualquer pressão positiva ou negativa desenvolvida no reservatório. O tubo de ventilação inclui uma válvula solenoide 144 que geralmente é fecha- da para evitar que qualquer óleo vaze durante transporte e manuseio de cli- ente. A válvula solenoide 144 é aberta à medida que o óleo está sendo bombeado para dentro e para fora do reservatório de óleo para permitir que o reservatório seja ventilado em pressão atmosférica. Na modalidade exem- plificativa da figura 3, o tubo de distribuição 110 começa como um único tubo que se estende a partir do reservatório 108 e é dividido em dois tubos antes de atingir o canal de recuperação 118. Estes dois tubos fornecem óleo para as extremidades opostas do canal 118, de modo que uma quantidade igual de óleo seja distribuída em ambas as extremidades do rolete, o que evita a saturação de óleo irregular ao longo do comprimento do rolete. Referindo-se novamente à figura 2, um sistema de distribuição de agente de liberação 170 é configurado para bombear o agente de libera- ção do reservatório através dos tubos 110 até a área de recuperação 118 em uma taxa predeterminada de fluxo Fra que é destinado a manter o apli- cador 104 totalmente saturado durante a operação. Em uma modalidade, o sistema de distribuição 170 inclui uma bomba de distribuição peristáltica. A bomba de distribuição peristáltica 170 inclui um par de rotores através dos quais os dois tubos 110 que conectam o reservatório a cada extremidade do aplicador são estendidos. A rotação dos rotores sob a força de acionamento de um motor (não mostrado) comprime os condutos de distribuição em uma direção de distribuição voltada ao canal de recuperação. À medida que o agente de liberação é pressionado através dos tubos 110 na direção de dis- tribuição, o agente de liberação é puxado para dentro dos tubos a partir do reservatório. O acionamento de dois tubos acionados através de uma bomba peristáltica assegura a distribuição de óleo igual para ambas as extremida- des do rolete aplicador independente dos efeitos de gravidade em um siste- ma inclinado.
Em operação, à medida que o cilindro de formação de imagem 12 gira na direção 16, o rolete 104 é acionado para girar na direção 17 atra- vés de contato por atrito com a superfície de cilindro de transferência 14 e aplica o agente de liberação à superfície de cilindro 14. À medida que o role- te 104 gira, o ponto de contato no rolete 104 se move continuamente, de modo que uma porção nova do rolete 104 fique continuamente em contato com a superfície de cilindro 14 para aplicar o agente de liberação. Uma lâ- mina de medição 174 é posicionada para medir o agente de liberação apli- cado à superfície de cilindro 14 através do rolete 104. O rolete impregnado de óleo 104 aplica óleo suficiente na superfície de cilindro para manter um acúmulo constante "barragem de óleo" na frente da lâmina de medição 174 para assegurar que sempre exista uma quantidade suficiente de óleo dispo- nível para ser medida. A lâmina de medição 174 pode ser formada de um material elastomérico, tal como, uretano suportado em um suporte de metal alongado (não mostrado). A lâmina de medição 174 ajuda a assegurar que uma espessura uniforme do agente de liberação esteja presente ao longo da largura da superfície de cilindro 14. Além disso, a lâmina de medição 174 é posicionada acima do canal de recuperação 118, de modo que óleo em ex- cesso medido a partir da superfície de cilindro 14 pela lâmina 174 seja des- viado para baixo da lâmina de medição 174 de volta para o canal de recupe- ração 118.
A DMU 100 também pode incluir uma lâmina de limpeza 178 que é posicionada em relação à superfície de cilindro 14 para raspar óleo e resí- duos, tais como, fibras de papel, pixels de tinta não transfixados e similares, a partir da superfície 14 do cilindro antes que o cilindro seja contatado pelo rolete 104 e pela lâmina de medição 174. Em particular, após uma imagem ser fixada sobre um meio de impressão, a porção do cilindro na qual a ima- gem foi formada é contatada pela lâmina de limpeza 178. A lâmina de limpe- za 178 pode ser formada de um material elastomérico e ser posicionada a - cima do canal de recuperação 118, de modo que o óleo e os resíduos ras- pados da superfície de cilindro através da lâmina de limpeza também sejam direcionados ao canal de recuperação.
O canal de recuperação 118 é capaz de reter uma quantidade limitada de agente de liberação. O volume de óleo retido no canal de recupe- ração é ajustado para ser a menor quantidade que mantém o rolete total- mente saturado. O volume de canal de recuperação é minimizado para limi- tar o potencial para vazamentos de óleo quando a DMU é inclinada. O volu- me do canal de recuperação é ajustado pela altura da parede de fluxo exce- dente que permite que o óleo escoe para a área coletora. Uma vez que o canal de recuperação 118 foi preenchido com o agente de liberação recebi- do do reservatório, assim como o agente de liberação e os resíduos desvia- dos para o canal de recuperação através da lâmina de medição, o agente de liberação em excesso flui através da borda 180 do canal de recuperação 118 e é capturado no coletor 134 antes da recirculação no reservatório 108. O coletor 134 é acoplado de maneira fluida ao reservatório 108 por pelo menos um conduto ou tubo flexível 114. Uma bomba coletora 184 é configurada para bombear o agente de liberação a partir do coletor 134 através do tubo coletor 114 até o reservatório 108 em uma taxa predeterminada de fluxo FAr. Em uma modalidade, a bomba coletora compreende uma bomba peristáltica, embora qualquer sistema ou método de bombeamento adequado que permi- ta que o agente de liberação seja bombeado para o reservatório em uma taxa de fluxo desejada possa ser usado. Referindo-se novamente à figura 2, o coletor 134 pode incluir um filtro em que tinta, óleo e resíduos devem atra- vessar antes de serem recirculados no reservatório de óleo. O propósito do filtro é remover quaisquer partículas que são grandes o suficiente para cau- sar uma obstrução no caminho de fluido, por exemplo, tubo coletor.
A DMU 100 descrita acima pode compreender uma unidade substituível para cliente (CRU). Conforme usado no presente documento, uma CRU é uma unidade modular independente que inclui todos ou a maio- ria dos componentes necessários para realizar uma tarefa específica no dis- positivo de formação de imagem embutido em um alojamento de módulo que permite que a CRU seja inserida e removida do dispositivo de formação de imagem como uma unidade independente funcional. A DMU pode incluir um alojamento (não mostrado) no qual os componentes da DMU, tal como o aplicador e o reservatório de óleo, (assim como outros componentes descri- tos acima em conexão com o diagrama esquemático da DMU mostrada na figura 4 são embutidos. O alojamento DMU, que inclui todos os componen- tes internos, é configurado para inserção e remoção do dispositivo de forma- ção de imagem 10 como uma unidade independente.
Como uma CRU, a DMU 100 tem uma duração esperada ou vi- da útil que corresponde à quantidade de óleo carregada no reservatório DMU 108. Na modalidade exemplificativa, a vida útil pode ficar entre aproxi- madamente 300.000 e 500.000, dependendo dos fatores, tais como, o uso de óleo e a quantidade de óleo no reservatório. Quando a DMU atinge o final de sua vida útil, isto é, está sem óleo, a DMU pode ser removida de seu local ou fenda no dispositivo de formação de imagem e substituída por uma nova DMU. Um fato que causa impacto na vida útil ou esperada de uma DMU é uma eficiência de uso de óleo. Conforme usado no presente documento, o termo "eficiência de uso de óleo" e similares, referem-se à quantidade de óleo usada por impressão gerada pelo dispositivo de formação de imagem.
Um fato que afeta a eficiência de uso de óleo para a DMU é o desgaste da lâmina de medição. Por exemplo, o contato repetido entre a lâmina de medição e a superfície de tambor pode resultar em dano ou de- gradação da lâmina de medição ao longo do tempo. Uma lâmina de medição danificada ou gasta pode não medir o óleo na superfície do cilindro de ma- neira tão eficiente quanto uma lâmina de medição não danificada ou gasta, que resulta em um aumento na quantidade de óleo usada por impressão, isto é, uma redução na eficiência de uso de óleo e uma redução correspon- dente na vida útil de uma DMU.
O desgaste da lâmina de medição é determinado, em parte, pela disposição da lamina de medição em relação ao cilindro, também referido como o modo da lâmina de medição. Nos sistemas previamente conhecidos, a lâmina de medição foi disposta em um "modo limpador" ou um "modo de limpeza". Conforme usado no presente documento, o modo limpador se refe- re a uma disposição da lâmina de medição na qual a ponta da lâmina se es- tende em uma direção que segue a direção de rotação do cilindro, de modo que a ponta da lâmina seja movida ao longo da superfície de cilindro com a rotação do cilindro. A figura 3 mostra uma lâmina de medição 174 disposta em um modo limpador adjacente ao cilindro de transferência 12. Conforme mostrado, a lâmina de medição 174 inclui uma primeira extremidade 200, também referida como uma ponta de lâmina, que é disposta próximo à su- perfície 14 do cilindro 12, e uma segunda extremidade 204 distalmente dis- posta a partir da superfície 14 do cilindro. Quando no modo limpador, a dire- ção F a partir da segunda extremidade 204 até a primeira extremidade 200 é substancialmente orientada na direção de rotação 16 do cilindro. O modo de limpeza refere-se a uma disposição da lâmina de medição na qual a ponta da lâmina se estende em uma direção contra a direção de rotação do cilin- dro, de modo que a ponta da lâmina raspe a superfície do cilindro de uma maneira similar a um cinzel. Por exemplo, a figura 4 mostra uma lâmina de medição 174 disposta em um modo de limpeza adjacente ao cilindro de transferência 12. Conforme mostrado, quando no modo de limpeza, a dire- ção F a partir da segunda extremidade 204 até a primeira extremidade 200 é orientada substancialmente oposta à direção de rotação 16 do cilindro.
O desgaste da lâmina é tipicamente mais rápido quando no mo- do de limpeza devido à pressão que é exercida sobre a lâmina para manter a ponta de lâmina adjacente à superfície de cilindro para medir o óleo. De modo oposto, o desgaste da lâmina é menor quando a lâmina de medição é disposta no modo limpador. A figura 5 mostra um gráfico da quantidade de óleo usada por folha (em miligramas) com a lâmina de medição no modo limpador e modo de limpeza ao longo de uma vida de 300.000 impressões.
Conforme observado no gráfico da figura 5, o uso de óleo aumenta com o número de impressões para a lâmina de modo limpador a partir de aproxi- madamente 3 a 4 mg/folha até aproximadamente 8 a 9 mg/folha devido ao desgaste da lâmina de medição. O uso de óleo para a lâmina de modo de limpeza permanece substancialmente coerente em aproximadamente 6 mg/folha ao longo de 300.000 impressões.
Uma desvantagem do uso da lâmina de medição no modo de limpeza é a formação de uma barra de óleo sobre a superfície de cilindro. Nas configurações de lâmina de medição previamente mostradas, a lâmina de medição tem uma ponta quadrada, conforme mostrado nas figuras 3 e 4.
No modo de limpeza, a extremidade quadrada 200 da lâmina 174 atua como uma barragem e captura um grande filete de óleo 208 na superfície de cilin- dro de imagem 14. Durante a operação, a lâmina de medição 174 é movida para dentro e fora de engate com o cilindro ao mover a lâmina de medição sozinha ou ao mover toda a DMU. Quando a lâmina é desengatada do cilin- dro, a barragem de óleo se separa deixando uma barra de óleo na superfície do cilindro. O tamanho da barra de óleo deixada no cilindro corresponde substancialmente à largura da ponta quadrada da lâmina modo de limpeza.
Quanto mais espessa a lâmina modo de limpeza, maior a barra de óleo. De- pendendo do tamanho da barra de óleo, uma quantidade significativa de ó- leo pode ser deixada no cilindro após a lâmina de medição ser desengatada do cilindro. A barra de óleo deixada no cilindro aumenta a quantidade de ó- leo que é usada por impressão. Como uma alternativa ao uso de uma lâmina de medição de ex- tremidade quadrada no modo limpador ou modo de limpeza, um aspecto da presente descrição é voltado para uma configuração de lâmina de medição para uso com a DMU que permite que a lâmina de medição seja posicionada no modo de limpeza para reduzir o desgaste enquanto mantém o tamanho da barra de óleo dentro dos limites aceitáveis. Em particular, em uma moda- lidade, proporciona-se uma lâmina de medição no modo de limpeza que in- clui uma ponta que tem uma borda chanfrada para reduzir a largura da barra de óleo ao reduzir o volume do óleo capturado na ponta da lâmina.
A figura 6 mostra uma modalidade de uma lâmina de medição 174 que tem uma ponta de borda chanfrada para reduzir o tamanho da barra de óleo. Conforme mostrado na figura 6, a lâmina de medição inclui uma primeira extremidade 210 ou ponta, que é disposta próximo à superfície 14 do cilindro 12, e uma segunda extremidade 204 distalmente disposta a partir da superfície 14 do cilindro 12. O corpo da lâmina de medição 214 se esten- de entre as primeira 210 e segunda extremidades 204 e tem um lado interno 218 que faz face substancialmente em direção ao cilindro 12 e um lado ex- terno 220 que faz face longe do cilindro 12. Em uma modalidade, o corpo da lâmina de medição 214 é formado de uretano e tem uma espessura T de aproximadamente 2 mm, embora outros materiais e espessuras adequados possam ser usados. Em uma modalidade, a lâmina de medição tem um du- rômetro de aproximadamente 70 a 74. A lâmina de medição da figura 6 é disposta no modo de limpeza, de modo que a direção F a partir da segunda extremidade até a primeira extremidade seja orientada substancialmente oposta à direção de rotação do cilindro.
Na modalidade da figura 6, a ponta 210 da lâmina de medição inclui uma porção quadrada 224 posicionada adjacente à superfície de cilin- dro 14 e uma porção chanfrada 228 distalmente posicionada a partir da su- perfície de cilindro 14. A porção quadrada 224 da ponta de lâmina 210 é u- sada para medir o óleo sobre a superfície 14 do cilindro 12 e inclui uma pri- meira superfície 230 que se estende a partir do lado interno 218 do corpo da lâmina de medição a uma distância predeterminada W em direção ao lado externo 220. A primeira superfície 230 é disposta substancialmente perpen- dicular à direção F do corpo da lâmina de medição. A primeira superfície 230 e o lado interno 218 do corpo da lâmina de medição encontrado substanci- almente em um ângulo de 90 graus, embora desvios, isto é, +- 10 graus, do ângulo de 90 graus possam ser usados. A distância predeterminada W da primeira superfície 230 controla a largura da porção quadrada 224 da ponta da lâmina de medição e é menor que a largura T do corpo da lâmina de me- dição. Em uma modalidade, a distância predeterminada W é de aproxima- damente 1 mm, embora outras distâncias (menores que a largura do corpo de lâmina) possam ser usadas.
Uma segunda superfície 234 se estende a partir da primeira su- perfície 230 em direção ao lado externo 220 da lâmina de medição que é angulado em um ângulo A em relação à primeira superfície 230 em direção à segunda extremidade 204 da lâmina de medição para formar a porção chan- frada 228 da ponta. A segunda superfície 234 angulada da ponta de lâmina reduz a largura da ponta de lâmina e permite que o óleo em excesso, assim como os resíduos que são capturados na barragem de óleo formada pela primeira superfície 230 da ponta de lâmina para escoarem através da primei- ra superfície 230 e serem direcionados para longe do cilindro. Em uma mo- dalidade, o ângulo A tem aproximadamente 60 graus, embora qualquer ân- gulo adequado possa ser usado. Além disso, embora a porção chanfrada 228 da ponta da lâmina de medição seja mostrada substancialmente plana, outras configurações de superfície que permitem que o óleo em excesso e os resíduos da barragem de óleo na frente da primeira superfície 230 da ponta de lâmina sejam conduzidos para fora do cilindro podem ser usadas. Por exemplo, a segunda superfície 234 pode ter formato convexo ou cônca- vo.
Outro aspecto da presente descrição é voltado em direção à re- dução do desgaste da lâmina de medição que envolve transladar lâmina de medição axialmente, isto é, na direção de processo transversal, ao longo da superfície de cilindro. A translação da lâmina de medição axialmente na su- perfície de cilindro distribui o desgaste causado pelas seções mais ásperas do cilindro por não ter sempre a mesma porção da lâmina exposta à mesma porção do cilindro de imagem durante as operações. A translação da lâmina de medição faz com que a ponta de lâmina tensione para ser estendida atra- vés de uma grande área reduzindo, portanto, o desgaste da lâmina e, con- sequentemente, o consumo de óleo.
A figura 7 mostra uma modalidade de um sistema 300 para transladar uma lâmina de medição 174 em uma direção de processo trans- versal CP ao longo da superfície do cilindro (não mostrado na figura 7) que pode ser usada com uma DMU, tal como, a DMU mostrada na figura 2. A lâmina de medição 174 pode ser disposta no modo limpador ou no modo de limpeza e inclui um eixo geométrico longitudinal que se estende substanci- almente na direção de processo transversal em relação ao cilindro. Confor- me mostrado, o sistema 300 inclui um acionador 304 acoplado de maneira operável na lâmina de medição 174 que é configurado para transladar a lâ- mina de medição axialmente para frente e para trás em uma distância prede- terminada G entre uma primeira posição e uma segunda posição ao longo de um eixo geométrico substancialmente paralelo ao eixo geométrico longi- tudinal da lâmina de medição. Conforme usado no presente documento, o termo axialmente em relação ao movimento da lâmina de medição refere-se a uma direção ou direções que são substancialmente paralelas ao eixo ge- ométrico longitudinal do corpo da lâmina de medição. Em uma modalidade, o acionador é configurado para mover axialmente a lâmina de medição sepa- rada da DMU. Alternativamente, o acionador pode ser acoplado de maneira operável à DMU para mover axialmente a DMU, que inclui a lâmina de medi- ção, como uma unidade.
Em uma modalidade, a distância predeterminada G de transla- ção ao longo do eixo geométrico CP pode ser de aproximadamente 1 a 10 mm, embora qualquer distância de translação adequada possa ser usada. Em uma modalidade particular, a distância de translação G is aproximada- mente 2 mm. A translação da lâmina de medição ao longo da superfície do cilindro em uma primeira direção e, então, de volta ao longo da superfície do cilindro na direção oposta é referida no presente documento como um ciclo de translação. Em uma modalidade, os ciclos de translação de lâmina de medição podem ser realizados em uma taxa de aproximadamente 1 a 10 ciclos por minuto quando a lâmina de medição 174 for engatada contra a superfície de cilindro, embora os ciclos de translação possam ser realizados em qualquer taxa adequada. Em uma modalidade particular, os ciclos de translação podem ser realizados em aproximadamente 7 ciclos por minuto. A distância e a taxa de ciclo podem ser ajustadas para otimizar o desempenho de lâmina DMU para taxa de óleo e vida de lâmina.
Em uma modalidade, o acionador 304 compreende um came acoplado de maneira operável a uma primeira extremidade lateral 308 da lâmina de medição 174. O came 304 pode ser montado em um eixo de acio- namento 314 que, por sua vez, é acoplado de maneira operável a um motor (não mostrado). O motor gira o eixo de acionamento 314 que, deste modo, gira o came ao redor de um eixo geométrico R. À medida o came gira ao redor do eixo geométrico R, a superfície de came faz com que a lâmina de medição 174 translade axialmente para trás e para frente ao longo da super- fície de cilindro. Um aparelho de inclinação 318, tal como, uma mola, é co- nectado a outra extremidade 310 da lâmina de medição 174. A mola de pro- pensão 318 orienta a primeira extremidade 308 da lâmina de medição em contato com o came 304. Entretanto, qualquer método ou dispositivo ade- quado pode ser usado para transladar a lâmina de medição axialmente ao longo da superfície de cilindro na distância e taxa predeterminada.
A figura 8 é um gráfico da taxa de consumo de óleo ao longo de inúmeras impressões para uma DMU com translação de lâmina de medição e para uma DMU sem translação de lâmina de medição. Conforme mostrado na figura 8, o uso de óleo aumentou com um número de impressões para a DMU que usam a lâmina de medição estacionária (isto é, não translação) de aproximadamente 3 a 4 mg/folha a aproximadamente 8 a 9 mg/folha devido, por exemplo, ao desgaste da lâmina de medição. O uso de óleo para as DMUs com a lâmina de medição de translação aumentou com o número de impressões de aproximadamente 3 a 4 mg/folha a aproximadamente 6 mg/folha. Deste modo, a translação da lâmina de medição pode resultar na execução de óleo a longo prazo de 6 mg de óleo por folha de papel em rela- ção a 9 mg/folha para lâminas de medição de não translação.
Além da redução da vida útil de uma DMU1 o óleo em excesso na superfície de cilindro, devido ao desgaste da lâmina de medição ou ta- manho de barra de óleo, pode resultar em um defeito de falha de imagem conhecido como "expelição em duplex". Por exemplo, na impressão em du- plex sustentada, o óleo aplicado pela DMU no cilindro é transferido para o lado "anterior" do papel durante a etapa de impressão do primeiro lado, a partir do lado "anterior" do papel até o rolo de transfixação 19 durante a eta- pa de impressão do segundo lado. Conforme mostrado na figura 9, durante a impressão subsequente, o óleo a partir do rolo de transfixação é transferido para o lado "posterior" do papel durante etapa de impressão do primeiro lado que resulta em uma combinação de camada de óleo de cilindro 400, imagem 404, papel 408, óleo de rolo de transfixação 410. Referindo-se agora à figura 10, quando imprime no segundo lado da folha da figura 9, a combinação de camada do óleo de cilindro 400, imagem 404, papel 408, o óleo de rolo de transfixação 410 é alimentado através do mordente formado pelo cilindro e o rolo de transfixação que resulta em uma combinação de camada do segundo lado óleo de cilindro 414, imagem/tinta do segundo lado 418, óleo de rolo de transfixação do segundo lado 410, papel 408, imagem/tinta do primeiro lado 404, óleo de cilindro do primeiro lado 400 e óleo de rolo de transfixação do primeiro lado 420. Conforme observado na figura 10, o óleo de cilindro do primeiro lado 400 e o óleo de rolo de transfixação do primeiro lado 420 for- mam uma camada dupla de óleo. Quando o óleo em excesso for distribuído para o cilindro durante a etapa de impressão frontal e, subseqüentemente, para o papel, por exemplo, camada 400 das figuras 9 e 10, a espessura ou quantidade de óleo no lado anterior do papel pode interferir na transferência da imagem para o lado posterior do papel, resultando na não transferência de alguma ou toda a imagem para o lado posterior da folha, também referida como "expelição em duplex". Alguns tipos de impressões duplex, tais como, impressões de acentuação em duplex, são mais suscetíveis à expelição em duplex que outras. Conforme usado no presente documento, as impressões de acentuação em duplex se referem a uma impressão duplex em que o la- do anterior ou primeiro lado da folha será impresso com um alto nível de co- bertura e o lado posterior ou segundo lado da folha será impresso com um baixo nível de cobertura. Quando imprime o lado posterior ou segundo lado de uma impressão de acentuação em duplex, a razão entre o óleo no lado anterior e a quantidade de imagem/tinta no lado posterior é maior aumen- tando, deste modo, a probabilidade de expelição em duplex.
A fim de evitar ou reduzir a ocorrência de expelição em duplex durante a impressão, a presente descrição propõe adicionar uma segunda lâmina de medição à DMU junto com um sistema de posicionamento e sis- tema controle separados para engatar seletivamente a segunda lâmina de medição à superfície de cilindro para medir adicionalmente o óleo deposita- do no cilindro pelo aplicador e medido pela primeira lâmina de medição. A figura 11 é uma vista simplificada de uma modalidade de uma disposição de lâmina de medição para uma DMU reduzir ou evitar a expelição em duplex. A disposição de lâmina de medição da figura 11 pode ser usada com a DMU da figura 2. A disposição de lâmina de medição, entretanto, pode ser usada com qualquer configuração DMU para medir a liberação sobre a superfície de cilindro através do aplicador. Conforme mostrado na figura 11, a primeira lâmina de medição 174 e o aplicador de agente de liberação 104 podem cor- responder e operar de uma maneira similar à lâmina de medição 174 e ao aplicador de agente de liberação 104 da figura 2. Por exemplo, o aplicador de agente de liberação 104 da figura 11 é impregnado com óleo e é configu- rado para aplicar óleo suficiente na superfície de cilindro para manter uma barragem de óleo na frente da primeira lâmina de medição 174 para assegu- rar que sempre exista uma quantidade suficiente de óleo disponível para ser medida. A primeira lâmina de medição 174 é usada para medir o óleo de todas as impressões para a DMU. Na modalidade da figura 11, a primeira lâmina de medição 174 é posicionada no modo limpador em relação à super- fície de cilindro, embora em outras modalidades, a primeira lâmina de medi- ção possa ser posicionada no modo de limpeza. Cada um entre a primeira lâmina de medição 174 e o aplicador de agente de liberação 104 inclui sis- temas de posicionamento 500, 504 para mover a primeira lâmina de medi- ção 174 e o aplicador 104 com e sem contato com a superfície de cilindro 14. Qualquer sistema de posicionamento adequado pode ser usado para mover a primeira lâmina de medição 174 e o aplicador de agente de Iibera- ção 104 dentro e fora de suas respectivas posições de operação adjacente à superfície de cilindro. Por exemplo, em uma modalidade, os sistemas de po- sicionamento 500, 504 para a primeira lâmina de medição 174 e o aplicador de agente de liberação 104 compreendem um único eixo de carne com ca- rnes duplos (não mostrado). A fim de ajudar a minimizar o tamanho da barra de óleo, os carnes são configurados de modo que a primeira lâmina de me- dição 174 seja engatada, isto é, movida em posição adjacente à superfície de cilindro 14, antes do aplicador 104 e, em desengate, o aplicador 104 é movido para longe do cilindro 14 antes da primeira lâmina de medição 174.
Conforme mostrado na figura 11, a segunda lâmina de medição 510 é posicionada par engate com a superfície de cilindro 14 a jusante da primeira lâmina de medição 174 na direção de rotação 16 do cilindro 12 para medir o óleo sobre a superfície 14 do cilindro 12 após a primeira lâmina de medição 174. Na modalidade da figura 11, a segunda lâmina de medição 174 é posicionada no modo limpador em relação à superfície de cilindro em- bora, em outras modalidades, a segunda lâmina de medição possa ser posi- cionada no modo de limpeza. A segunda lâmina de medição 510 inclui um sistema de posicionamento 508 que permite que a segunda lâmina de medi- ção 510 seja engatada e desengatada da superfície de cilindro 14 indepen- dentemente da primeira lâmina de medição 174. Qualquer sistema de posi- cionamento adequado pode ser usado. Por exemplo, um eixo de carne sepa- rado e carne podem ser usados para posicionar a segunda lâmina de medi- ção. Alternativamente, um terceiro came pode ser posicionado no eixo de came da primeira lâmina de medição e aplicador.
O segundo sistema de posicionamento de lâmina de medição 508 é acoplado de maneira operável ao controlador 80 que é configurado para acionar o sistema de posicionamento 508 para mover seletivamente a segunda lâmina de medição 510 em e fora de engate com a superfície de cilindro 14. Em uma modalidade, o controlador 80 é configurado para acionar a segunda lâmina de medição para medir o óleo na superfície de cilindro apenas para um lado de impressões duplex, por exemplo, o lado simplex (isto é, lado anterior ou lado 1) ou lado duplex (isto é, lado posterior ou lado 2). Em uma modalidade particular, o controlador 80 é configurado para acio- nar a segunda lâmina de medição 510 para medir o óleo na superfície de cilindro durante a impressão frontal de impressões duplex para cada impres- são duplex. Ainda em outra modalidade, o controlador 80 pode ser configu- rado para acionar a segunda lâmina de medição 510 para impressão frontal apenas de impressões de acentuação em duplex. Conforme mencionado acima, as impressões de acentuação em duplex têm alta cobertura de tinta no lado anterior e baixa cobertura de tinta no lado posterior. As impressões de acentuação em duplex podem ser identificadas de qualquer maneira ade- quada. Por exemplo, conforme conhecido na técnica, o controlador pode ser configurado para identificar as impressões de acentuação em duplex basea- das nos dados de imagem recebidos a partir de uma fonte de imagem.
Em uma modalidade, o controlador 80 pode ser configurado para começar a acionar a segunda lâmina de medição 510 após a primeira lâmina de medição ter sido "interrompida". Conforme mencionado acima, o uso de óleo para uma única lâmina de medição no modo limpador aumenta em a- proximadamente 8 a 9 mg/folha após cerca de 50.000 a 100.000 de impres- sões devido ao desgaste da lâmina de medição. Consequentemente, em uma modalidade, o controlador 80 é configurado para começar a acionar a segunda lâmina de medição 510 após um número de impressões predeter- minado (simplex ou duplex) ter sido realizado usando apenas a primeira lâ- mina de medição 174. O número de impressões predeterminado para a pri- meira lâmina de medição antes do acionamento da segunda lâmina de me- dição pode ser qualquer número de impressões adequado. Em uma modali- dade, o controlador 80 é configurado para acionar a segunda lâmina de me- dição 510 após 20.000 impressões terem sido realizadas usando apenas a primeira lâmina de medição.
Ao adicionar uma segunda lâmina de medição à DMU após a primeira lâmina limpadora e um sistema de posicionamento correspondente para acionar a segunda lâmina de medição apenas para impressões de a- centuação em duplex, o uso de óleo para impressões de acentuação em duplex pode ser reduzido e a expelição em duplex pode ser reduzida ou evi- tada. Limitando-se o uso da segunda lâmina de medição aos tipos específi- cos de impressões, isto é, impressões de acentuação em duplex, o desgaste na segunda lâmina de medição é minimizado permitindo, deste modo, a pro- dutividade duplex máxima com boa qualidade de impressão ao longo de to- da a vida da DMU. O número de impressões de acentuação em duplex pode ser de aproximadamente 5.000 a uma DMU de 500.000 impressões. Deste modo, a segunda lâmina de medição pode ser usada apenas aproximada- mente 5.000 vezes e receber desgaste limitado, de modo que a execução de óleo seja de aproximadamente 6 mg/folha quando a segunda lâmina for u- sada, opondo-se a aproximadamente 9 mg/folha.
A figura 12 mostra um fluxograma de um método de operação da DMU da figura 11. Conforme mostrado na figura 12, no início de um tra- balho de impressão (bloco 600), uma determinação é feita se o trabalho de impressão for uma impressão duplex (bloco 604). Se o trabalho de impres- são não for uma impressão duplex, apenas a primeira lâmina de medição é acionada (bloco 608) para medir o óleo sobre a superfície do cilindro para o trabalho de impressão. O número de impressões (p), então, é aumentado em um e o controle volta para o bloco 600. Se o trabalho de impressão for uma impressão duplex, o controle volta para o bloco 610, neste ponto, faz-se uma determinação se um número de impressões limite predeterminado tiver sido realizado usando a primeira lâmina de medição. Conforme mencionado acima, o número de impressões predeterminado pode ser de aproximada- mente 20.000 impressões, embora qualquer número de impressões adequa- do possa ser usado como o valor limite. Se o número de impressões (p) não for maior que o valor limite, apenas a primeira lâmina de medição é acionada (bloco 608) para medir o óleo sobre a superfície do cilindro para o trabalho de impressão, e o número de impressões (p) é aumentado em um e o con- trole volta para o bloco 600. Se o número de impressões (p) for maior que o valor limite, faz-se uma determinação tal para qual lado é atualmente im- presso (bloco 614). Se o lado 1 (por exemplo, lado anterior ou lado simplex) estiver sendo impresso, a primeira e a segunda lâmina de medição são a- cionadas (bloco 618) para medir o óleo sobre a superfície do cilindro para a impressão do lado 1 da impressão duplex, e o número de impressões (p) é aumentado em um e o controle volta para o bloco 600. Se o lado 2 estiver sendo impresso, apenas a primeira lâmina de medição é acionada (bloco 608) para medir o óleo sobre a superfície do cilindro para o trabalho de im- pressão, e o número de impressões (p) é aumentado em um e o controle volta para o bloco 600.
Uma modalidade de uma seqüência de temporização para o a- cionamento do aplicador, a primeira lâmina de medição e a segunda lâmina de medição são mostradas na figura 13. Na figura 13, os valores altos cor- respondem às vezes em que o aplicador, a primeira lâmina de medição e a segunda lâmina de medição estão em engate, por exemplo, em uma posição operável com a superfície de cilindro, e os valores baixos correspondem às vezes em que o aplicador, a primeira lâmina de medição e a segunda lâmina de medição não estão em engate, por exemplo, não em uma posição operá- vel com a superfície de cilindro. Conforme mostrado na figura 13, a primeira lâmina de medição é movida primeiro em engate com a superfície de cilin- dro, seguida pelo aplicador. A segunda lâmina de medição, então, é movida em engate com a superfície de cilindro após o aplicador. Durante o desenga- te, a segunda lâmina de medição é movida fora de engate com a superfície de cilindro, seguida pelo aplicador e, então, pela primeira lâmina de medi- ção. A seqüência de temporização da figura 13 limita o tamanho de barra de óleo, a fim de reduzir adicionalmente o transporte de óleo para fora do cilindro.

Claims (20)

1. Sistema de manutenção de cilindro para uso em um dispositi- vo de formação de imagem, o sistema que compreende: um reservatório que inclui um fornecimento de agente de Iibera- ção; um aplicador configurado para receber o agente de liberação do reservatório e aplicar o agente de liberação em uma superfície de formação de imagem intermediária de um dispositivo de formação de imagem que se move em uma direção de processo; uma primeira lâmina de medição posicionada no modo limpador em uma primeira posição adjacente à superfície de formação de imagem intermediária e configurada para medir o agente de liberação na superfície de formação de imagem intermediária aplicada pelo aplicador; uma segunda lâmina de medição posicionada no modo limpador em uma segunda posição adjacente à superfície de formação de imagem intermediária; e um segundo sistema de posicionamento de lâmina de medição de maneira operável acoplado à segunda lâmina de medição e configurado para mover a segunda lâmina de medição em engate com a superfície de formação de imagem intermediária para medir adicionalmente o agente de liberação aplicado à superfície de formação de imagem intermediária pelo aplicador em resposta à impressão de um primeiro lado de um trabalho de impressão duplex e fora de engate com a superfície de formação de imagem intermediária quando imprime os trabalhos de impressão simplex e quando imprime um segundo lado de um trabalho de impressão duplex.
2. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, em que o segundo sistema de posicionamento de lâmina de medição que configurado para co- meçar a mover a segunda lâmina de medição em e fora de engate com a superfície de formação de imagem intermediária após um número de im- pressões predeterminado ter sido impresso usando a primeira lâmina de medição sozinha.
3. Sistema, de acordo com a reivindicação 2, em que o número de impressões predeterminado compreende entre 2.000 e 100.00.
4. Sistema, de acordo com a reivindicação 2, que compreende adicionalmente: um primeiro sistema de posicionamento de lâmina de medição acoplado de maneira operável à primeira lâmina de medição e configurado para mover a primeira lâmina de medição em engate com a superfície de formação de imagem intermediária para medir o agente de liberação aplica- do à superfície de formação de imagem intermediária pelo aplicador quando imprime um lado de qualquer trabalho de impressão e fora de engate com a superfície de formação de imagem intermediária após imprimir o lado de qualquer trabalho de impressão.
5. Sistema, de acordo com a reivindicação 4, em que o segundo sistema de posicionamento de lâmina de medição é configurado para mover a segunda lâmina de medição em engate com a superfície de formação de imagem intermediária quando imprime o primeiro lado de um trabalho de impressão duplex após a primeira lâmina de medição ser movida em engate com a superfície intermediária e mover a segunda lâmina de medição fora de engate com a superfície de formação de imagem intermediária antes de a primeira lâmina de medição ser movida fora de engate com a superfície de formação de lâmina intermediária.
6. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, em que a segunda lâmina de medição é posicionada a jusante na direção de processo a partir da primeira lâmina de medição.
7. Sistema, de acordo com a reivindicação 2, que compreende adicionalmente: uma lâmina de limpeza posicionada a montante do aplicador em relação à direção de processo, sendo que a lâmina de limpeza é configurada para remover o agente de liberação e tinta da superfície de formação de i- magem intermediária antes da aplicação do agente de liberação na superfí- cie de formação de imagem intermediária pelo aplicador.
8. Sistema, de acordo com a reivindicação 4, em que o aplicador é posicionado para aplicar o agente de liberação e as primeira e segunda lâminas de medição são posicionadas para medir o agente de liberação an- tes de a tinta de alteração de fase fundida ser depositada na superfície de formação de imagem intermediária e a lâmina de limpeza ser posicionada para limpar a superfície de formação de imagem intermediária antes de apli- car o agente de liberação com o rolo aplicador.
9. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, em que a superfí- cie de formação de imagem intermediária compreende um cilindro.
10. Método para operar uma unidade de manutenção de cilindro de um dispositivo de formação de imagem de tinta de alteração de fase, o método que compreende: receber um trabalho de impressão; aplicar um agente de liberação em uma superfície de formação de imagem de um dispositivo de formação de imagem de tinta de alteração de fase; medir o agente de liberação na superfície de formação de ima- gem com uma primeira lâmina de medição; determinar se o trabalho de impressão é um trabalho de impres- são duplex; e mover uma segunda lâmina de medição em engate com a super- fície de formação de imagem intermediária para medir adicionalmente o a- gente de liberação na superfície de formação de imagem intermediária em pelo menos um lado do trabalho de impressão em resposta ao trabalho de impressão que é um trabalho de impressão duplex; e deixar a segunda lâmina de medição fora de engate com a su- perfície de formação de imagem intermediária em resposta ao trabalho de impressão que é um trabalho de impressão simplex.
11. Método, de acordo com a reivindicação 10, em que o movi- mento da segunda lâmina de medição em engate com a superfície de for- mação de imagem intermediária que compreende adicionalmente: mover uma segunda lâmina de medição em engate com a super- fície de formação de imagem intermediária para medir adicionalmente o a- gente de liberação na superfície de formação de imagem intermediária em um primeiro lado do trabalho de impressão em resposta ao trabalho de im- pressão que é um trabalho de impressão duplex; e deixar a segunda lâmina de medição fora de engate com a su- perfície de formação de imagem intermediária quando imprime um segundo lado do trabalho de impressão duplex.
12. Método, de acordo com a reivindicação 11, em que a medi- ção do agente de liberação com a primeira lâmina de medição que compre- ende adicionalmente: mover a primeira lâmina de medição em e fora de engate com a superfície de formação de imagem intermediária em cada lado de cada tra- balho de impressão.
13. Método, de acordo com a reivindicação 12, em que o movi- mento da segunda lâmina de medição em engate com a superfície de for- mação de imagem intermediária compreende adicionalmente: mover a segunda lâmina de medição em engate com a superfí- cie de formação de imagem intermediária após a primeira lâmina de medição ser movida em engate com a superfície de formação de imagem intermediá- ria para o primeiro lado do trabalho de impressão quando o trabalho de im- pressão é um trabalho de impressão duplex; e mover a segunda lâmina de medição fora de engate com a su- perfície de formação de imagem intermediária antes de a primeira lâmina de medição ser movida fora de engate com a mover a segunda lâmina de medi- ção em engate com a superfície de formação de imagem intermediária.
14. Método, de acordo com a reivindicação 13, que compreende adicionalmente: limpar o agente de liberação e tinta da superfície de formação de imagem intermediária antes de a aplicação do agente de liberação usar uma lâmina de limpeza.
15. Método, de acordo com a reivindicação 11, que compreende adicionalmente: ativar a segunda lâmina de medição após um número predeter- minado de impressões ter sido executado pela primeira lâmina de medição.
16. Dispositivo de formação de imagem de tinta de alteração de fase, que compreende: uma superfície de formação de imagem intermediária configura- da para se mover em uma direção de processo; pelo menos um cabeçote de impressão configurado para emitir a tinta de alteração de fase fundida sobre a superfície de formação de imagem intermediária; e uma unidade de manutenção de cilindro que inclui: um reservatório que inclui um fornecimento de agente de Iibera- ção; um aplicador configurado para receber o agente de liberação do reservatório e aplicar o agente de liberação na superfície de formação de imagem intermediária; e uma primeira lâmina de medição posicionada no modo limpador em uma primeira posição adjacente à superfície de formação de imagem intermediária e configurada para medir o agente de liberação na superfície de formação de imagem intermediária aplicado pelo aplicador; uma segunda lâmina de medição posicionada no modo limpador em uma segunda posição adjacente à superfície de formação de imagem intermediária; e um segundo sistema de posicionamento de lâmina de medição acoplado de maneira operável à segunda lâmina de medição e configurado para mover a segunda lâmina de medição em engate com a superfície de formação de imagem intermediária para medir a adicionalmente o agente de liberação aplicado na superfície de formação de imagem intermediária pelo aplicado quando imprime um primeiro lado de um trabalho de impressão du- plex e fora de engate com a superfície de formação de imagem intermediária quando imprime trabalhos de impressão simplex e quando imprime um se- gundo lado de um trabalho de impressão duplex.
17. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 16, que compre- ende adicionalmente: um primeiro sistema de posicionamento de lâmina de medição acoplado de maneira operável à primeira lâmina de medição e configurado para mover a primeira lâmina de medição em engate com a superfície de formação de imagem intermediária para medir o agente de liberação aplica- do na superfície de formação de imagem intermediária pelo aplicador quan- do imprime um lado de qualquer trabalho de impressão e fora de engate com a superfície de formação de imagem intermediária após imprimir o lado de qualquer trabalho de impressão.
18. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 17, em que o se- gundo sistema de posicionamento de lâmina de medição é configurado para mover a segunda lâmina de medição em engate com a superfície de forma- ção de imagem intermediária quando imprime o primeiro lado de um trabalho de impressão duplex após a primeira lâmina de medição ser movida em en- gate com a superfície de formação de imagem intermediária e mover a se- gunda lâmina de medição fora de engate com a superfície de formação de imagem intermediária antes de a primeira lâmina de medição ser movida fora de engate com a superfície de formação de imagem intermediária.
19. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 18, em que a se- gunda lâmina de medição é posicionada a jusante em uma direção de pro- cesso a partir da primeira lâmina de medição.
20. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 19, que compreende adicionalmente: uma lâmina de limpeza posicionada a montante do aplicador em relação à direção de processo, sendo que a lâmina de limpeza é configurada para remover o agente de liberação e a tinta da superfície de formação de imagem intermediária antes da aplicação do agente de liberação na superfí- cie de formação de imagem intermediária pelo aplicador.
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