BRPI1002969A2 - misturador estático por aspersão - Google Patents

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BRPI1002969A2
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Andreas Hiemer
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Sulzer Mixpac Ag
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Abstract

MISTURADOR ESTáTICO POR ASPERSãO. A presente invenção refere-se a um misturador estático por aspersão para a mistura e aspersão de ao menos dois componentes fluxíveis, que possui um invólucro de misturador tubular dotado de uma única peça que se estende na direção de um eixo geométrico longitudinal (A) até uma extremidade distal (21) que possui uma abertura de saída (22) para os componentes, possuindo ao menos um elemento de mistura (3) disposto no invólucro de misturador (2) para a mistura dos componentes bem como possuindo uma luva de atomização (4) que possui uma superfície interna que circunda o invólucro de misturador (2) em sua região de extremidade, em que a luva de atomização (4) possui uma entrada (41) para um meio de atomização pressurizado. Uma pluralidade de entalhes é fornecida na superfície externa do invólucro de misturador (2) ou na superfície interna da luva de atomização (4) que respectivamente se estende na direção do eixo geométrico longitudinal (A) e através da qual o meio de atomização pode fluir a partir da entrada (41) da luva de atomização (4) até a extremidade distal (21) do invólucro de misturador (2).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MISTURA- DOR ESTÁTICO POR ASPERSÃO"
A invenção refere-se a um misturador estático por aspersão para a mistura e aspersão de ao menos dois componentes fluxíveis de acordo com o preâmbulo da reivindicação independente.
Os misturadores estáticos para a mistura de ao menos dois componentes fluxíveis são descritos, por exemplo, no documento EP-A-O 749 776 e no documento EP-A-O 815 929. Esses misturadores muito com- pactos fornecem resultados de mistura satisfatórios, em particular também na mistura de materiais de alta viscosidade como compostos de vedação, espumas bicomponentes ou adesivos bicomponentes, apesar de um dese- nho econômico do ponto de vista material e simples de sua estrutura mistu- radora. Tais misturadores estáticos são geralmente projetados para único uso e são freqüentemente usados em produtos que serão endurecidos em que o misturador praticamente pode não ser mais limpo.
Em algumas aplicações em que tais misturadores estáticos são usados, é desejado aspergir os dois componentes em um substrato após sua mistura no misturador estático. Para esse propósito, os componentes misturados são atomizados na saída do misturador pela ação de um meio como ar e podem ser então aplicados ao substrato desejado sob a forma de um jato de aspersão ou névoa de aspersão. Tal aparelho é descrito, por e- xemplo, no documento U.S.-B-6,951,310.
Nesse aparelho, um invólucro de misturador tubular é fornecido para receber o elemento de mistura para a mistura estática e esse possui uma rosca externa em uma extremidade em que um corpo de bocal em for- ma de anel é rosqueado. O corpo de bocal também possui uma rosca exter- na. Um elemento atomizador cônico que possui uma pluralidade de entalhes se estendendo na direção longitudinal sobre sua superfície cônica é coloca- do sobre a extremidade do elemento de mistura que se projeta para fora do invólucro de misturador. Uma tampa é empurrada sobre esse elemento ato- mizador cuja superfície interna também possui um desenho cônico de modo que entre em contato com a superfície cônica do elemento atomizador. Os entalhes consequentemente formam canais de fluxo entre o elemento atomi- zador e a tampa. A tampa é fixada ao corpo de bocal juntamente com o ele- mento atomizador por meio de uma porca retentora que é rosqueada sobre a rosca externa do corpo de bocal. O corpo de bocal possui uma conexão para ar comprimido. Em operação, o ar comprimido flui para fora do corpo de bo- cal através dos canais de fluxo entre o elemento atomizador e a tampa e atomiza o material que é descarregado do elemento de mistura.
Mesmo que seja absolutamente provado que esse aparelho é completamente funcional, sua estrutura é muito complexa e a instalação é complicada e/ou dispendiosa de modo que o aparelho não seja em particular econômico com relação ao uso único.
Partindo dessa técnica anterior, portanto, um objetivo da inven- ção é propor um misturador estático por aspersão particularmente simples para a mistura e aspersão de ao menos dois componentes fluxíveis que seja econômico em sua fabricação e permita uma mistura eficaz ou mistura com- pleta e atomização dos componentes.
O assunto da invenção que satisfaz esse objetivo é caracteriza- do pelas características da reivindicação independente.
De acordo com a invenção, um misturador estático por aspersão é, portanto, proposto para a mistura e aspersão de ao menos dois compo- nentes fluxíveis, que possui um invólucro de misturador tubular dotado de uma única peça que se estende na direção de um eixo geométrico longitudi- nal até uma extremidade distai que possui uma abertura de saída para os componentes, possuindo ao menos um elemento de mistura disposto no in- vólucro de misturador para a mistura dos componentes, bem como possuin- do uma luva de atomização que possui uma superfície interna que circunda o invólucro de misturador em sua região de extremidade, em que a luva de atomização possui uma entrada para um meio de atomização pressurizado.
Uma pluralidade de entalhes é proporcionada na superfície externa do invó- lucro de misturador ou na superfície interna da luva de atomização que se estende respectivamente na direção do eixo geométrico longitudinal e atra- vés da qual o meio de atomização pode fluir a partir da entrada da luva de atomização até a extremidade distai do invólucro de misturador.
Uma estrutura particularmente simples do misturador estático por aspersão resulta dessas medidas sem a necessidade de quaisquer con- cessões na qualidade da mistura ou da atomização. O uso ideal dos compo- nentes individuais permite uma fabricação de baixo custo e econômica dos misturadores por aspersão que pode ser realizada - ao menos amplamente - de maneira automática. O misturador estático por aspersão de acordo com a invenção requer geralmente apenas três componentes, ou seja, o invólucro de misturador dotado de uma única peça, a luva atomizadora e o elemento de mistura, que também podem ser desenhados em uma única peça. Uma redução considerável na complexidade resulta disso em comparação com um aparelho conhecido e uma fabricação ou instalação substancialmente mais simples.
Em particular, para simplificar ainda mais a fabricação, é vanta- joso que a luva de atomização seja conectada de maneira isenta de rosca ao invólucro de misturador.
Em uma modalidade preferida, o invólucro de misturador possui uma região de extremidade distai que se estreita em direção à extremidade distai e em que a superfície interna da luva de atomização é desenhada para cooperação com a região de extremidade distai. O efeito de atomização é aprimorado por esse estreitamento.
A superfície externa do invólucro de misturador na região de ex- tremidade distai é, de preferência, desenhada ao menos parcialmente como uma superfície frustocônica.
Provou-se ser vantajoso nesse aspecto que a superfície frusto- cônica forme um ângulo cônico com o eixo geométrico longitudinal que eqüi- vale a ao menos 10° e no máximo 45°.
Para realizar uma distribuição uniforme do meio de atomização sobre os entalhes, um espaço de anel é, de preferência, fornecido entre a superfície externa do invólucro de misturador e a superfície interna da luva de atomização e está em comunicação de fluxo com a entrada da luva de atomização com os entalhes. Para que o material que é descarregado da abertura de saída do invólucro de misturador seja atomizado da forma mais homogênea possível, prefere-se distribuir os entalhes de maneira uniforme sobre a superfície ex- terna do invólucro de misturador.
Provou-se ser vantajoso com relação à geometria dos entalhes que cada entalhe possua uma profundidade na direção radial que seja me- nor, em particular no máximo metade do tamanho, da extensão do respecti- vo entalhe na direção perpendicular ao eixo geométrico longitudinal e à dire- ção radial.
Tais modalidades são, em particular, preferidas em que cada en- talhe possui uma profundidade na direção radial que aumenta em direção à extremidade distai do invólucro de misturador.
É vantajoso com relação a uma fabricação ou instalação particu- larmente simples que a luva de atomização seja fixada ao invólucro de mis- turador por meio de uma conexão vedante por encaixe.
Em uma modalidade preferida, o invólucro de misturador possui uma superfície em corte transversal substancialmente retangular, de prefe- rência, quadrada, perpendicular ao eixo geométrico longitudinal fora da regi- ão de distai extremidade. Os misturadores testados que estão disponíveis sob o nome comercial Quadro® podem ser usados, desse modo, para o mis- turador estático por aspersão.
Portanto, também se prefere que o elemento de mistura seja de- senhado como um retângulo, de preferência, quadrado, perpendicular à di- reção longitudinal, como é o caso com os misturadores Quadro®.
Para garantir um fornecimento confiável do meio de atomização, a entrada da luva de atomização possui, de preferência, meios de fixação para o fornecimento do meio de atomização.
É vantajoso com relação a uma fabricação particularmente sim- ples e econômica que o invólucro de misturador e/ou a luva de atomização sejam/seja moldado(s) por injeção, de preferência, a partir de um termoplás- tico.
Pelo mesmo motivo, é vantajoso que o elemento de mistura seja desenhado em uma única peça e seja moldado por injeção, de preferência, a partir de um termoplástico.
Medidas e modalidades vantajosas adicionais da invenção resul- tam das reivindicações dependentes.
A invenção será explicada em mais detalhes a seguir com refe- rência a uma modalidade e ao desenho. Esses são mostrados no desenho esquemático, parcialmente em corte:
Figura 1: um corte longitudinal de uma modalidade de um mistu- rador estático por aspersão de acordo com a invenção;
Figura 2: uma representação em perspectiva da modalidade da figura 1;
Figura 3: uma representação secional em perspectiva da região de extremidade distai;
Figura 4: uma vista lateral da região de extremidade distal;
Figura 5: um corte transversal direto da modalidade ao longo da linha V-V na figura 4;
Figura 6: um corte transversal direto da modalidade ao longo da linha Vl-VI na figura 4;
Figura 7: um corte transversal direto da modalidade ao longo da linha VII-VII na figura 4; e
Figura 8: um corte transversal direto da modalidade ao longo da linha VIII-VIII na figura 4.
A figura 1 mostra um corte longitudinal de uma modalidade de um misturador estático por aspersão de acordo com a invenção que é desig- nado como um todo pela referência numérica 1. Para uma melhor compre- ensão, a figura 2 mostra uma representação em perspectiva dessa modali- dade. O misturador por aspersão serve para a mistura e aspersão de ao menos dois componentes fluxíveis.
Faz-se referência a seguir ao caso particularmente relativo à prática que precisamente dois componentes são misturados e aspergidos. Entretanto, é entendido que a invenção também pode ser usada para a mis- tura e aspersão de mais de dois componentes. O misturador por aspersão 1 inclui um invólucro de misturador tubular dotado de uma única peça 2 que se estende na direção de um eixo geométrico longitudinal A até uma extremidade distai 21. Nesse aspecto, essa extremidade significa a extremidade distai 21 na qual os componentes misturados são descarregados do invólucro de misturador 2 no estado ope- racional. A extremidade distai 21 é fornecida com uma abertura de saída 22 para esse propósito. O invólucro de misturador 2 possui uma peça de cone- xão 23 na extremidade proximal, que significa que a extremidade na qual os componentes serão misturados é introduzida no invólucro de misturador 2, e o invólucro de misturador 2 pode ser conectado a um recipiente de armaze- namento dos componentes por meio da dita peça de conexão. Esse recipi- ente de armazenamento pode ser, por exemplo, um cartucho bicomponente conhecido individualmente, pode ser desenhado como um cartucho coaxial ou como um cartucho lado a lado ou pode ser dois tanques onde os dois componentes são armazenados separadamente um do outro. A peça de co- nexão é desenhada, dependendo do desenho do recipiente de armazena- mento ou de sua saída, por exemplo, uma conexão por encaixe, como uma conexão tipo baioneta, como uma conexão rosqueada ou combinações dessas.
Ao menos um elemento de mistura estático 3 fica disposto de maneira conhecida individualmente no invólucro de misturador 2 e entra em contato com a parede interna do invólucro de misturador 2 de modo que os dois componentes possam se mover apensar a partir da extremidade proxi- mal até a abertura de saída 22 através do elemento de mistura 3. Uma plura- Lidade de elementos de mistura 3 dispostos um atrás do outro pode ser for- necida ou, como na presente modalidade, um elemento de mistura dotado de uma única peça que é, de preferência, moldado por injeção e é feito de um termoplástico. Tais misturadores estáticos ou elementos de mistura 3 são suficientemente conhecidos individualmente pelos versados na técnica e, portanto, não exigem qualquer explicação adicional.
Tais misturadores ou elementos de mistura 3 são, em particular, adequados conforme vendidos sob o nome comercial QUADRO® pela em- presa Sulzer Chemtech AG (Suíça). Tais elementos de mistura são descri- tos, por exemplo, nos documentos já citados EP-A-O 749 776 e EP-A-O 815 929. Tal elemento de mistura 3 do tipo Quadro® possui um corte transversal retangular, em particular um corte transversal quadrado, perpendicular à di- reção longitudinal A. Consequentemente, o invólucro de misturador dotado de uma única peça 2 também possui uma superfície em corte transversal substancialmente retangular, em particular quadrado, perpendicular ao eixo geométrico longitudinal A, ao menos na região onde essa circunda o ele- mento de mistura 3.
O elemento de mistura 3 não se estende completamente até a extremidade distai 21 do invólucro de misturador 2, porém, em vez disso, termina em um suporte r25 (veja figura 3). Observado na direção de fluxo até esse suporte 25, o espaço interno do invólucro de misturador 2 possui um corte transversal substancialmente quadrado para a recepção do elemento de mistura 3. O espaço interno do invólucro de misturador 2 se une nesse suporte 25 em um formato cônico circular, isto é, possui um corte transversal circular e forma uma região de saída 26 que se estreita na direção da extre- midade distai 21 e se abre nessa formando a abertura de saída 22.
O misturador estático por aspersão 1 possui, além disso, uma luva de atomização 4 que possui uma superfície interna que circunda o invó- lucro de misturador 2 em sua região de extremidade. A luva de atomização 4 é desenhada em uma peça e é, de preferência, moldada por injeção, em particular, a partir de um termoplástico. Essa possui uma entrada 41 para um meio de atomização pressurizado que é, em particular, gasoso. O meio de atomização é, de preferência, ar comprimido. Para garantir uma introdução segura do ar comprimido na luva de atomização 4, a entrada 41 possui mei- os de fixação 42 para o fornecimento do ar comprimido, uma rosca, nos quais a conexão de uma mangueira de ar comprimido pode ser rosqueada. Outros meios de fixação 42 também são naturalmente possíveis como uma estria, um grampo, uma conexão por aperto ou uma conexão frisada, uma conexão tipo baioneta ou similar. A entrada 42 pode ser desenhada para todas as conexões conhecidas, em particular também para uma -conexão Luer-Lok®.
Para permitir uma instalação ou fabricação particularmente sim- ples, a luva de atomização 4 é, de preferência, conectada ao invólucro de misturador de maneira isenta de rosca, na presente modalidade por meio de uma conexão por encaixe. Para esse propósito, uma porção elevada tipo flange 24 é fornecida no invólucro de misturador 2 (vide figura 3) e se esten- de sobre a toda a periferia do invólucro de misturador 2. Um entalhe periféri- co 43 é fornecido na superfície interna da luva de atomização 4 e é projetado para cooperação com a porção elevada 24. Se a luva de atomização 4 for empurrada sobre o invólucro de misturador 2, as porções elevadas 24 se encaixam nos entalhe periféricos 43 e fornecem um uma conexão estável da luva de atomização ao invólucro de misturador 2. Essa conexão por encaixe é, de preferência, desenhada de maneira vedante para que o meio de atomi- zação, aqui o ar comprimido - não possa escapar por essa conexão constitu- ida do entalhe periférico 43 e da porção elevada 24.
Também é naturalmente possível dispor selantes adicionais, por exemplo, um anel em O, entre o invólucro de misturador e a luva de atomi- zação 4.
Alternativamente à modalidade mostrada, também é possível fornecer um entalhe periférico no invólucro de misturador 2 e fornecer uma porção elevada que se engata dentro desse entalhe periférico na luva de atomização 4.
De acordo com a invenção, uma pluralidade de entalhes 5 é for- necida na superfície externa do invólucro de misturador 2 ou na superfície interna da luva de atomização 4 que respectivamente se estende na direção do eixo geométrico longitudinal A e através dessa o meio de atomização po- de fluir a partir da entrada 42 da luva de atomização 4 até a extremidade distai 21 do invólucro de misturador 2.
O termo "na direção do eixo geométrico longitudinal A" também significa que o respectivo entalhe 5 pode ser curvado, por exemplo, dese- nhado em forma arqueada. Portanto, não é necessariamente o caso em que cada entalhe 5 deve ser estender em uma linha reta na direção do eixo ge- ométrico longitudinal A ou em direção ao eixo geométrico longitudinal A.
Faz-se referência a seguir ao caso onde os entalhes 5 são ape- nas fornecidos na superfície externa do invólucro de misturador 2. Entretan- to, entende-se que os entalhes 5 também podem ser fornecidos analoga- mente à mesma maneira alternativa ou adicionalmente na superfície interna da luva de atomização 4.
Faz-se referência às figuras 3 a 8 para a descrição detalhada dos entalhes 5 e da luva de atomização 4. A figura 3 mostra uma represen- tação secional em perspectiva da região de extremidade do misturador está- tico por aspersão, a figura 4 é uma vista lateral. As figuras 5 a 8 mostram um corte transversal perpendicular ao eixo geométrico longitudinal A, e, na ver- dade, a figura 5 ao longo da linha V-V na figura 4: a figura 6 ao longo da li- nha VI-VI; a figura 7 ao longo da linha VII-VII e a figura 8 ao longo da linha VII-VIII na figura 4.
O invólucro de misturador 2 possui uma região de extremidade distal 27 que se estreita em direção á extremidade distai 21. A superfície externa do invólucro de misturador na região de extremidade distai 27 é, em particular, desenhada ao menos parcialmente como uma superfície frustocô- nica. O ângulo cônico α em que a superfície externa do invólucro de mistu- rador 2 forma a região distai 27 com o eixo geométrico longitudinal A eqüiva- le a ao menos 10° e no máximo 45°. Esse ângulo cônico α é geralmente di- ferente de, e especificamente menor que, o ângulo cônico no qual a região de partida 26 se estreita no espaço interno do invólucro de misturador 2.
A superfície interna da luva de atomização 4 é desenhada para cooperar com a região de extremidade distai 27. Na região na extremidade distai 21 do invólucro de misturador 2 designada por K, a superfície interna da luva de atomização 4 também é desenhada como uma superfície frusto- cônica que possui o mesmo ângulo cônico α que a superfície externa do in- vólucro de misturador 2 nessa região K. Na região K, a superfície interna da luva de atomização 4 e a superfície externa do invólucro de misturador 2 entram em contato uma com a outra firmemente e de maneira vedante de modo que, nessa região K, os entalhes 5 na superfície externa do invólucro de misturador 2 formem um canal de fluxo separado (vide figura 5).
A montante da região K, a superfície interna da luva de atomiza- ção 4 ainda é, primeiramente, frustocônica, porém possui um corte transver- sal maior do que a superfície externa do invólucro de misturador 2 de modo que haja um espaço de anel 6 entre a superfície externa do invólucro de mis- turador 2 e a superfície interna da luva atomizadora 4 (vide figura 7). O es- paço de anel 6 está em comunicação de fluxo com a entrada 41 da luva a- tomizadora 4. Mais a montante, a superfície interna da luva de atomização 4 se une uma forma cilíndrica substancialmente circular, também havendo o espaço de anel 6. O espaço de anel 6 é ligado em seu lado distante da ex- tremidade distai 21 pela porção elevada 24 que se engata de maneira ve- dante no entalhe periférico 43.
Os entalhes, há oito entalhes 5 nessa modalidade, são distribuí- dos de maneira uniforme sobre a superfície externa do invólucro de mistura- dor 2. Provou-se ser vantajoso com relação à atomização dos componentes misturados que são descarregados da abertura de saída que é a mais com- pleta e homogênea possível se os fluxos de ar comprimido gerados pelos entalhes 5 forem rasos com relação à direção radial, ou seja, que não pos- suem nenhuma extensão muito grande na direção perpendicular ao eixo ge- ométrico longitudinal A.
Uma geometria dos entalhes 5 adequada para isso pode ser fa- cilmente reconhecida nas figuras 5 a 7. Os entalhes 5 na superfície externa do invólucro de misturador 2 são caracterizados por duas dimensões, ou seja, sua extensão na direção radial designada como a profundidade T, com uma direção que continua perpendicular ao eixo geométrico longitudinal A que é designado pela direção radial que faz face para fora e radialmente do eixo geométrico longitudinal A, e sua extensão B na direção perpendicular ao eixo geométrico longitudinal A e à direção radial. A profundidade T de cada entalhe 5 é, de preferência, menor que, em particular, no máximo me- tade do tamanho, a extensão B na direção no mesmo ponto perpendicular ao eixo geométrico longitudinal A e à direção radial. A profundidade T é es- pecificamente, de preferência, respectivamente por volta de um terço da ex- tensão Β.
Uma medida vantajosa adicional é o fato que, se os entalhes 5 forem desenhados de modo que sua profundidade T aumente, esses são visualizados no fluxo de direção, que está em direção à extremidade distai 21. Essa característica pode ser identificada por uma comparação das figu- ras 5 a 7.
Muitas outras modalidades são naturalmente possíveis com re- lação à geometria e à extensão dos entalhes 5. Os entalhes 5 também po- dem ser otimizados com relação ao caso de aplicação especial com relação a sue número, sua extensão e suas dimensões.
Uma variante adicional é o fato que a porção elevada tipo flange 24, que pode ser melhor identificada na figura 3, não se estende de maneira atravessante sobre a periferia total do invólucro de misturador 2, porém há dois pares de porções elevadas tipo flange que são deslocados com relação à direção fixada pelo eixo geométrico longitudinal A. Uma porção elevada fornecida no lado superior e uma porção elevada fornecida no lado inferior do invólucro de misturador 2 de acordo com a ilustração da figura 3 forma então um par das porções elevadas; o outro par é formado por uma porção elevada fornecida no lado anterior e uma porção elevada fornecida no lado posterior. Cada porção elevada individual se estende em cada caso no má- ximo sobre um lado da periferia ou, com uma modalidade circular, sobre no máximo 90° (um quarto) da periferia. O par sobre o lado superior e o lado inferior nesse respectivo deslocamento até o par sobre o lado anterior e lado posterior com relação à direção definida pelo eixo geométrico longitudinal A, isto é, o primeiro par mencionado é localizado, por exemplo, mais próximo à extremidade distai 21 do invólucro de misturador 2 do que o último par men- cionado, com as porções elevadas pertencendo ao mesmo par que é forne- cido na mesma distância da extremidade distai 21. Consequentemente, o entalhe periférico 43 não se estende sobre a periferia interna total da luva de atomização 4, porém dois entalhes dotados de partes são fornecidos e são deslocados por 180° um com relação ao outro e cujo comprimento na dire- ção periférica é, em cada caso, no máximo tão grande quanto o comprimen- to de uma porção elevada individual. Nessa modalidade, a luva de atomiza- ção pode ser empurrada sobre o invólucro de misturador em duas orienta- ções diferentes giradas por 90° um com relação ao outro. Em uma orienta- ção, os entalhes dotados de partes se encaixam no primeiro par de porções elevadas; na outra orientação, esses se encaixam no segundo ou outro par de porções elevadas. O tamanho ou corte transversal de fluxo do espaço de anel 6 ou dos entalhes 5 pode ser alterado por essa medida para que fluxos diferentes possam ser ajustados ao meio de atomização.
Em operação, essa modalidade funciona da seguinte maneira. O misturador estático por aspersão é conectado por meio de sua peça de co- nexão 23 a um recipiente de armazenamento que contém os dois compo- nentes separados um do outro, por exemplo, com um cartucho bicomponen- te. A entrada 41 da luva de atomização 4 é conectada a uma fonte do meio de atomização, por exemplo, a uma fonte de ar comprimido. Os dois compo- nentes agora são dispensados, movem-se no misturador estático por asper- são 1 e são intimamente misturados por meio do elemento de mistura 3. A- pós o fluxo através do elemento de mistura 3, os dois componentes se mo- vem como um material homogeneamente misturado através da região de saída 26 do invólucro de misturador 2 até a abertura de descarga 22. Os fluxos de ar comprimido atravessam a entrada 41 da luva de atomização 4 no espaço de anel 6 entre a superfície interna da luva de atomização 4 e a superfície externa do invólucro de misturador 2 e a partir dessas atravessam os entalhes 5 que formam canais de fluxo na extremidade distai 21 e, desse modo, até a abertura de saída 22 do invólucro de misturador 3. Esses coli- dem sobre o material misturado que é descarregado através da abertura de saída 22, atomizam o mesmo de maneira uniforme e o transporta como um jato de aspersão para o substrato que será tratado ou revestido. Uma vez que ocorre a dispensação dos componentes do recipiente de armazenamen- to com ar comprimido ou sustentado por ar comprimido em algumas aplica- ções, o ar comprimido também pode ser usado para a atomização.
Uma vantagem particular do misturador estático por aspersão 1 de acordo com a invenção será observada em sua construção e fabricação particularmente simples. Em princípio, apenas três partes são exigidas na modalidade descrita aqui, ou seja, um invólucro de misturador dotado de uma única peça 2, um elemento de mistura dotado de uma única peça 3 e uma luva de atomização dotada de uma única peça 4, com cada uma des- sas três partes sendo capaz de ser fabricada de maneira simples e econô- mica por meio de moldagem por injeção. A construção particularmente sim- ples também permite- ao menos amplamente - uma montagem automática das partes do misturador estático por aspersão 1. Em particular nenhuma conexão por parafuso dessas três partes é necessária.

Claims (15)

1. Misturador estático por aspersão para a mistura e aspersão de ao menos dois componentes fluxíveis que possui um invólucro de mistu- rador tubular dotado de uma única peça (2) que se estende na direção de um eixo geométrico longitudinal (A) até uma extremidade distai (21) que possui uma abertura de saída (22) para os componentes, possuindo ao me- nos um elemento de mistura (3) disposto no invólucro de misturador (2) para a mistura dos componentes bem como possuindo uma luva de atomização (4) que possui uma superfície interna que circunda o invólucro de misturador (2) em sua região de extremidade, em que a luva de atomização (4) possui uma entrada (41) para um meio de atomização pressurizado, caracterizado pelo fato de que uma pluralidade de entalhes (5) é fornecida na superfície externa do invólucro de misturador (2) ou na superfície interna da luva de atomização (4) que respectivamente se estende na direção do eixo geomé- tricô longitudinal (A) e através da qual o meio de atomização pode fluir a par- tir da entrada (41) da luva de atomização (4) até a extremidade distai (21) do invólucro de misturador (2).
2. Misturador estático por aspersão de acordo com a reivindica- ção 1, em que a luva de atomização (4) é conectada de maneira isenta de rosca ao invólucro de misturador (2).
3. Misturador estático por aspersão de acordo com a reivindica- ção 1 ou 2, em que o invólucro de misturador (2) possui uma região de ex- tremidade distai (27) que se estreita em direção à extremidade distai (21) e em que a superfície interna da luva de atomização (4) é designada para co- operação com a região de extremidade distai (26).
4. Misturador estático por aspersão de acordo com a reivindica- ção 3, em que a superfície externa do invólucro de misturador (2) na região de extremidade distai (21) é designada ao menos parcialmente como uma superfície frustocônica.
5. Misturador estático por aspersão de acordo com a reivindica- ção 4, em que a superfície frusto-cônica forma um ângulo cônico (a) com o eixo geométrico longitudinal (A) que eqüivale a ao menos 10° e no máximo 45°.
6. Misturador estático por aspersão de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que um espaço de anel (6) é forneci- do entre a superfície externa do invólucro de misturador (2) e a superfície interna da luva de atomização (4) e está em comunicação de fluxo com a entrada (41) da luva de atomização (4) e com os entalhes (5).
7. Misturador estático por aspersão de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que os entalhes (5) são distribuídos uniformemente sobre a superfície externa do invólucro de misturador (2).
8. Misturador estático por aspersão de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que cada entalhe (5) possui uma pro- fundidade (T) na direção radial que é menor que, em particular no máximo metade do tamanho, da extensão (B) do respectivo entalhe (5) na direção perpendicular ao eixo geométrico longitudinal (A) e à direção radial.
9. Misturador estático por aspersão de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que cada entalhe (5) possui uma pro- fundidade (T) na direção radial que aumenta em direção à extremidade distai (21) do invólucro de misturador (2).
10. Misturador estático por aspersão de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que a luva de atomização (4) é fixada ao invólucro de misturador (2) por meio de uma conexão por encaixe vedan- te (24, 43).
11. Misturador estático por aspersão de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que o invólucro de misturador (2) possui uma superfície em corte transversal substancialmente retangular, de preferência, quadrado perpendicular ao eixo geométrico longitudinal (A) fora da região de extremidade distai (27).
12. Misturador estático por aspersão de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que o elemento de mistura (3) possui uma forma retangular, de preferência, quadrada, perpendicular à direção longitudinal (A).
13. Misturador estático por aspersãode acordo com qualquer uma das reivindicações, em que a entrada (41) da luva de atomização (4) possui meios de fixação para o fornecimento do meio de atomização.
14. Misturador estático por aspersão de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que o invólucro de misturador (2) e/ou a luva de atomização (4) são moldados por injeção, de preferência, a partir de um termoplástico.
15. Misturador estático por aspersão de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que o elemento de mistura (3) é de- senhado em uma única peça e é moldado por injeção, de preferência, a par- tir de um termoplástico.
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