BRPI1003017A2 - módulo de piso vivo e de peso leve para reboques - Google Patents
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Abstract
MóDULO DE PISO VIVO E DE PESO LEVE PARA REBOQUES Trata-se de um módulo de piso vivo de peso leve que tem uma superfície do piso, cabos paralelos estendidos sobre a superfície do piso, uma extensão de correia transportadora estendida sobre os cabos, uma antepara móvel e um sistema de guincho para mover a correia, os cabos e a antepara para trás e para frente mutuamente, tal como um circuito. A correia tem somente a extensão suficiente para cobrir o eixo de retorno e a superfície do piso sobre a qual os bens são transportados, reduzindo assim qualquer peso desnecessário na estrutura do piso vivo. Os cabos e a correia são envoltos sobre eixos diferentes para eli- minar o movimento relativo entre os cabos e a correia. Um eixo é ajustado para ser mais alto que a superfície do piso para cessar facilmente o atrito estático sob a correia. Em um método para cessar o atrito estático entre uma correia transportadora e uma superfície do piso, um primeiro segmento da correia é empurrado para cima enquanto a tensão é aplicada na correia.
Description
"MÓDULO DE PISO VIVO E DE PESO LEVE PARA REBOQUES" Campo da Invenção
A presente invenção refere-se ao campo de reboques de fundo vivo e, mais particu- larmente, se refere a reboques de fundo vivo que usam uma correia transportadora que é móvel ao longo do piso do reboque, θ cabos montados sob a correia transportadora para reduzir o atrito entre a correia transportadora e o piso do reboque.
Antecedentes da Invenção
Os reboques, que são de interesse do presente documento, são usados em cons- trução de rodovia para rebocar areia, cascalho, rochas, pavimento quebrado e novo asfalto.
Os reboques de fundo vivo que têm correias transportadoras móveis ao longo dos pisos dos mesmos também incluem reboques agrícolas usados para rebocar batatas e outros vegetais ou grãos de uma ceifadeira. Os reboques de piso vivo conhecidos também incluem rebo- ques para transporte em auto-estrada que são usados para transportar carga seca em cai- xas e em catres.
Os reboques de fundo vivo comuns têm uma correia de borracha do tipo transpor-
tadora que desliza sobre o piso do reboque para mover o conteúdo do reboque em direção à porta traseira do reboque e para acelerar a descarga do reboque. A mesma correia transpor- tadora também é usada para carregar mais facilmente o reboque. Estes reboques e semi- reboques de auto-estrada podem transportar várias toneladas de material.
Os exemplos destes Reboques de fundo vivo encontrados na técnica anterior são
descritos nos seguintes documentos:
Patente n° US 3.498.482 cedida a M. Lewis em 03 de março de 1970;
Patente n° US 3.593.864 cedida a W. H. Moser em 20 de julho de 1971;
Patente n° US 3.704.798 cedida a H.L. Carpenture, Jr et al. em 05 de dezembro de
1972;
Patente n0 US 3.722.717 cedida a L.K. Stryczek em 27 de março de 1973;
Patenten0 US 3.888.366 cedida a E. D. Rrahst em IOdejunhode 1975;
Patente n° US 3-953.170 cedida a J.O. Webb em 27 de abril de 1976;
Patenten0US 3.998.343 cedida a V.E. Forsem 21 de dezembro de 1976;
Patente n° US 4.162.735 cedida a M. Lewis em 31 de julho de 1979;
Patente n0 US 4.431.360 cedida a M. Maeno em 14 de fevereiro de 1984;
Patenten0 US 4.518.303 cedida a W. M. Moserem 21 de maio de 1985;
Patente n° US 4.664.583 cedida a J.N. Gust em 12 de maio de 1987;
Patente n° US 4.747.747 cedida a S.M. Fusco et al. em 31 de maio de 1988;
Patenten0 US 4.842.471 cedida a G.L. Hodgetts em 27 de junho de 1989;
Patente n0 US 6.837.668 cedida a D. J. B. Brown em 4 de janeiro de 2005;
Patente n0 US 7.147.423 cedida a R. Golden et ai. em 12 de dezembro de 2006. Em um outro tipo de reboques de fundo vivo, a carga no interior do reboque é mo- vida em cabos de aço que são estendidos ao longo do piso do reboque. Nestas aplicações, uma correia transportadora não é usada. Os cabos são puxados ao longo do piso dos rebo- ques por guinchos ou cilindros hidráulicos, para transportas a carga sobre a superfície do piso. Devido a fato de a superfície total dos cabos que está em contato com o piso do rebo- que ser menor que a área ocupada da carga a ser movida e devido ao fato de existir um coeficiente de atrito menor fornecido pelos cabos, a força requerida para sanar o atrito é consideravelmente reduzida.
Os exemplos de reboques na técnica anterior, que têm cabos paralelos estendidos sobre o piso dos mesmos são mencionados abaixo:
Patente n0 US 3.272.358 cedida a F. Thompson em 13 de setembro de 1966;
Patenten0US 4.082.196 cedida a D.W. Lutzet al. em 04 de abril de 1978;
Patente n0 US 4.111.318 cedida a D.E. Lutz em 5 de setembro de 1978;
Patente n° US 4.113.122 cedida a D.E. Lutz em 12 de setembro de 1978; WO 87/01996 depositado por Luigi Pellegrino, publicado em 9 de abril de 1987;
Patente n° US 5.171.122 cedida a L. Pellegrino em 15 de dezembro de 1992.
Inúmeros documentos da técnica anterior também revelam disposições de antepara móveis para empurrar os conteúdos de um reboque todos de uma vez em direção à porta traseira do reboque. Estes documentos são mencionados no presente documento com pro- pósitos ilustrativos realizados na técnica.
Patenten0 US 2.606.677 cedida a A.E. Snedegerem 12 de agosto de 1952;
PatenteCA n° 1.031.735 cedida a H. D. Rezacem 23 de maio de 1978;
Patente n° US 5.143.508 cedida a D. E. Lutz et al. em 1° de setembro de 1992;
Patenten0US 5.314.290 cedida a D. E. Lutz et al. em 24 de maio de 1994. Os vários conceitos descritos na técnica anterior têm uma vantagem comum de es-
vaziamento de um reboque de uma maneira mais eficiente. Embora as vantagens de uma correia transportadora, uma série de cabos paralelos que se movem sobre a superfície de fundo de um reboque e uma antepara móvel, sejam fáceis de ser observadas, uma combi- nação dos três elementos em que os cabos são usados para mover tanto a correia transpor- tadora quanto a antepara não foi vista na técnica anterior. Esta deficiência na técnica pode ser explicada pelos desafios que esta combinação representa para os projetistas e constru- tores dos três reboques.
Um dos desafios encontrados no projeto e na construção de um reboque de fundo vivo com cabos de piso montados sob uma correia transportadora é um movimento relativo entre a correia transportadora e os cabos de piso. Este movimento relativo poderia ocasio- nar o acanalamento de sulcos na superfície de fundo da correia e pode destruir a correia em um tempo relativamente curto. Um outro desafio é um peso total da combinação. Os proprietários de caminhão são, freqüentemente, pagos por tonelada de material transportado. O peso de acessórios montados no interior de um reboque ocupa o espaço disponível e o peso da carga para a- quele reboque. Portanto, as vantagens de um mecanismo de piso vivo precisam ter valor suficiente para compensar as perdas de rendimento provenientes de uma redução de peso da carga para aqueie reboque.
Acredita-se que este fator de restrição de peso, principalmente, tenha sido o maior impedimento nos passado para projetar e construir um reboque de fundo vivo que tem uma correia transportadora, cabos paralelos montados sob a correia e uma antepara que é móvel com a correia e os cabos.
Sumário da Invenção
Na presente invenção, entretanto, é fornecido um módulo de piso vivo de peso leve que tem uma superfície do piso, cabos paralelos estendidos sobre a superfície do piso, uma extensão de correia transportadora estendida sobre os cabos, uma antepara móvel e dispo- sições de montagem que fornecem uma razão peso-eficiência excelente. Como um resulta- do, a tensão requerida para mover uma carga sobre a correia é fornecida em proporção considerável pelos cabos e em um nível inferior pela correia.
Na seguinte descrição de diversos aspectos da presente invenção, o escopo da in- venção não deve ser limitado a uma interpretação restrita dos elementos descritos e em relação às partes ilustradas nos desenhos. Portanto, a terminologia genérica é usada no presente documento onde for possível sem reduzir a clareza da descrição. A expressão "lâ- mina para condução de bens" é usada para designar uma correia transportadora feita de borracha espessa com uma ou mais camadas, uma correia transportadora feita de rede ou elos de metal entrelaçados ou uma correia feita de pano, fibra de vidro, náilon, trama, lona ou material flexível similar. Semelhantemente, a palavra "puxadores" deve ser entendida como abrangendo cabos, cordas, fitas, tiras planas, correntes ou outros elementos de pu- xamento que têm resistência à tensão suficiente para um desempenho conforme esperado. Ademais, a expressão "eixo de retomo" é usada para designar um rolete, uma polia, uma roda ou um amortecedor estático sobre o qual uma correia ou um cabo altera a direção.
A expressão "peso leve" é usada no presente documento devido ao fato de a carga carregada e puxada sobre o módulo de piso vivo ser compartilhada tanto pela correia trans- portadora quanto pelo sistema de cabo. Devido ao fato de a tensão na correia ser conside- ravelmente reduzida, a correia transportadora pode ser muito mais leve que em outros rebo- ques de fundo vivo convencionais. Ademais, a expressão "módulo de piso vivo" é usada no presente documento devido fato de suas aplicações não serem limitadas aos reboques. O presente módulo de piso vivo pode ser usado como uma base sobre a qual um reboque de transporte em auto-estrada é construído. Similarmente, o módulo de piso vivo pode ser usa- do como uma base para construir caminhões-baú de armação linear, semi-reboques do tipo cascalho, ou pode ser usado como um transportador autônomo em docas de depósitos, por exemplo, para manipular o material no interior e no exterior de reboques de transporte. O módulo de piso vivo descrito no presente documento também pode ser reduzido proporcio- nalmente para instalação em caminhões baú e camionetas.
Em um aspecto da presente invenção, é fornecido um piso vivo que compreende um eixo de retorno de lâmina montado em uma extremidade da mesma e uma lâmina para condução de bens que tem primeira e segunda extremidades. A lâmina para condução de bens é envolta sobre o eixo de retomo de lâmina, com a primeira extremidade se estenden- do acima de um plano do piso vivo e a segunda extremidade se estendendo abaixo do plano anteriormente mencionado. Também é fornecido um mecanismo conectado às primeira e segunda extremidades para mover a lâmina para condução de bens em torno do eixo de retomo de lâmina para carregar e descarregar bens sobre a lâmina para condução de bens.
A lâmina para condução de bens tem a extensão suficientemente exata para cobrir o eixo de retorno de lâmina e a superfície do piso sobre a qual os bens são transportados, reduzindo assim qualquer peso desnecessário na estrutura do piso vivo. Conforme será en- tendido, a extensão total da lâmina para condução de bens tem uma mesma dimensão ou substancialmente uma mesma dimensão que a extensão do próprio módulo de piso vivo. Ademais, a lâmina para condução de bens no módulo de piso vivo de acordo com a presen- te invenção é feita de um material mais fino e mais leve que uma mesma disposição em um sistema de piso vivo da técnica anterior.
Em um outro aspecto da presente invenção, è fornecido um módulo de piso vivo que compreende primeiro e segundo eixos de retorno separados montados lado a lado em uma extremidade dos mesmos. Uma série de puxadores paralelos são assentados sobre uma superfície do módulo de piso vivo; e uma lâmina para a condução de bens é estendida sobre os puxadores paralelos. Os puxadores são afixados em suas extremidades às extre- midades da lâmina para condução de bens. Os puxadores são envoltos sobre o primeiro eixo de retorno e a lâmina para condução de bens é envolta sobre o segundo eixo de retor- no. Esta disposição é vantajosa para eliminar o movimento relativo entre a lâmina para con- dução de bens e os puxadores paralelos quando a lâmina para condução de bens e os pu- xadores paralelos se movem em torno da extremidade do módulo de piso vivo.
Ainda em um outro aspecto da presente invenção, é fornecido um módulo de piso vivo que compreende uma superfície do piso; um rolete montado em uma extremidade da superfície do piso; uma série de puxadores paralelos estendida sobre a superfície do piso, e uma lâmina para condução de bens estendida sobre os puxadores paralelos. Os puxadores são afixados em suas extremidades às extremidades da lâmina para condução de bens. Os puxadores e a lâmina para condução de bens são envoltos sobre o rolete e o rolete é mon- tado mais alto que a superfície do piso. Quando a tensão é aplicada aos puxadores e à lâ- mina para condução de bens, a lâmina para condução de bens é forçada para cima próximo ao rolete para cessar o atrito estático entre a lâmina para condução de bens e a superfície do piso próxima ao rolete.
Ainda em um aspecto adicional da presente invenção, é fornecido um método para
cessar o atrito estático entre uma lâmina para condução de bens e uma superfície do piso. Este método compreende as etapas de empurrar um primeiro segmento da lâmina para condução de bens para cima e, simultaneamente, aplicar uma tensão na lâmina para con- dução de bens. Devido ao fato de a lâmina para condução de tens e os puxadores terem alguma elasticidade, o movimento de empuxo mencionado acima e a tensão simultânea na lâmina para condução de bens ajustam uma vibração longitudinal que é propagada ao longo da lâmina para condução de bens para cessar o atrito estático ao longo da lâmina para con- dução de bens e da superfície do piso.
O empuxo ascendente cessa o atrito estático sob o primeiro segmento da lâmina para condução de bens. A tensão longitudinal entre o primeiro segmento da lâmina para condução de bens e a superfície do piso é repentinamente liberada. Esta tensão é aplicada a um próximo segmento que também faz com que o atrito estático to cesse sob aquele se- gundo segmento e assim por diante até que toda a lâmina para condução de bens seja ajus- tada em moção. Este fenômeno trabalha igualmente bem com lâminas para condução de bens carregadas com cascalho ou carga seca. Devido a este empuxo ascendente inicial no primeiro segmento da lâmina para condução de bens, a cessão do atrito estático é efetuada em uma ação similar a descolamento com menos força e menos trabalho que os pisos vivos da técnica anterior.
Este breve sumário foi fornecido de modo que a natureza da invenção pudesse ser rapidamente entendida. Um entendimento mais completo da invenção pode ser obtido atra- vés da referência á seguinte descrição detalhada da modalidade preferencial da mesma em conjunto com os desenhos em anexo.
Breve Descrição dos Desenhos
Uma modalidade de um módulo de piso vivo de peso leve é ilustrada nos desenhos em anexo. Nestes desenhos os mesmos numerais são usados para identificar elementos iguais. Nos desenhos:
A Figura 1 ilustra uma vista em perspectiva de extremidade traseira, de topo e late- ral parcial do módulo de piso vivo de acordo com a modalidade preferencial da presente invenção;
A Figura 2 é uma vista em perspectiva de extremidade frontal, de topo e lateral par-
dal da estrutura básica do módulo de piso vivo de acordo com a modalidade preferencial da presente invenção; A Figura 3 é uma vista de topo do sistema de guincho para puxar as montagens de cabos e barra de tração ao longo do módulo de piso vivo preferencial;
A Figura 4 é uma a vista em seção transversal longitudinal parcial da estrutura bá- sica do módulo de piso vivo preferencial, conforme visto substancialmente ao longo da linha 4-4 na Figura 2;
A Figura 5 é uma vista em seção transversal perpendicular parcial do módulo de pi- so vivo, conforme visto substancialmente ao longo da linha 5-5 na Figura 1;
A Figura 6 é uma vista em seção transversal através da extremidade de descarga do módulo de piso vivo conforme visto ao longo da linha 6-6 na Figura 1;
A Figura 7 é um gráfico que ilustra as forças que afetam o movimento da correia transportadora no módulo de piso vivo preferencial;
As Figuras 8, 9 e 10 são ilustrações de outros tipos de puxadores que podem ser usados sob a correia transportadora na substituição dos cabos de piso no módulo de piso vivo preferencial.
Descrição Detalhada da Modalidade Preferencial
Embora esta invenção seja suscetível à modalidade de muitas formas diferentes, é mostrada nos desenhos e será descrita em detalhes no presente documento uma modalida- de especifica de um módulo de piso vivo de peso leve para uso em reboques e depósitos. Deve ficar entendido que a presente descrição deve ser considerada como um exemplo dos princípios da invenção e não pretende limitar a invenção à modalidade ilustrada e descrita.
Referindo-se primeiramente à Figura 1, o módulo de piso vivo de peso leve 20 tem uma base 22, duas paredes laterais 24, 26 e uma antepara móvel 28. Um sistema de piso vivo, geralmente, designado como rótulo 30 é incorporado na base 22. Em uso, uma carga (não mostrada) é colocada sobre o sistema de piso vivo 30 entre as paredes laterais 24, 26 e a antepara 28. Um sistema de guincho 32 é montado na extremidade frontal da base 22 e é usado para mover a antepara 28 e o piso vivo em direção à extremidade de descarga do reboque e de voita.
Na ilustração da Figura 1, a antepara 28 é mostrada em uma posição intermediária ao longo de sua trajetória. Deve ficar compreendido que a antepara 28 pode ser retraída próximo ao sistema de guincho 32 de tal modo que e o espaço de carga disponível entre as paredes laterais 24, 26 é tão grande quanto possível. Em uso, a antepara 28 é móvel para a extremidade de descarga do módulo de piso vivo 20 e de volta tal como um circuito.
Será observado que o módulo de piso vivo 20 ilustrado nos desenhos pode ser e- quipado com um chassi de um semi-reboque ou um reboque de transporte, por exemplo, para rebocar cascalho ou carga embalada. O módulo de piso vivo 20 pode também ser mon- tado em uma armação de suporte estacionária para uso em um depósito.
Referindo-se agora às Figuras 1 a 6, os detalhes estruturais adicionais do sistema de piso vivo preferencial 30 serão explicados. O sistema de piso vivo 30 preferencial compreende uma pluralidade de cabos de piso paralelos separados 34 que são fixados em suas extremidades a uma barra de tração superior 36 e uma barra de tração inferior 38 respectivamente. A fixação dos cabos de piso 34 às barras de tração 36, 38 é, preferencialmente, feita com o uso de forquilhas crimpadas e tensor (não mostrados), mas também pode ser feito com o uso de outras presilhas e pren- dedores conhecidos no campo de ponteiras de cabo e hardware.
Os cabos de piso 34 são esticados com força entre as barras de tração 36, 38 e sobre roldanas de retorno respectivas 40 na extremidade de descarga da base 22. Uma extensão de correia transportadora 50 é esticada com força sobre os cabos de
piso 34. A extensão de correia transportadora 50 é fixada em suas extremidades à barra de tração superior 36 e à barra de tração inferior 38, respectivamente. A correia transportadora 50 é estirada sobre um roíete de retorno 52 na extremidade de descarga da base 22. A ex- tensão de correia transportadora 50 também é móvel para trás e para frente com a antepara 28 tal como um circuito.
Os cabos de piso 34 são suportados diretamente sobre uma superfície dura do piso 54 tal como madeira de lei ou, mais comumente, placas metálicas. A correia transportadora 50 é suportada em uma porção grande pelos cabos de piso 34. Preferencialmente, a super- fície dura do piso 54 tem trilhos 56 encaixados nisso sob cada piso cabo 34. Estes trilhos 56 são feitos de um material de baixo atrito tal como Teflon™. Estes trilhos 56 serão descritos de novo posteriormente quando for feita referência às Figuras de 8 a 10.
Será observado que quando uma carga de bens secos em catres é carregada no módulo de piso vivo 20, esta carga é suportada inteiramente pelos cabos de piso 34. Quan- do uma carga de cascalho ou outros materiais agregados similares é suportada sobre a cor- reia transportadora 50, a correia transportadora se flexiona e, portanto, a correia é suportada parcialmente pelos cabos de piso 34 e parcialmente pela superfície dura do piso 54.
Referindo-se agora às Figuras 2, 3 e 4, o sistema de guincho 32 do módulo de piso vivo 20 e outros detalhes estruturais serão explicados.
Primeiramente, a antepara 28 é fixada à barra de tração superior 36. A porção su- perior da antepara 28 tem dois membros de descanso 60 que são montados de maneira móvel sobre os trilhos longitudinais superiores 62 sobre as paredes laterais 24, 26, respecti- vamente. Estes membros de descanso 60 são presos a um par de cabos guia 64, 66 por conectores de crimpagem 68, por exemplo. Cada um dos cabos guia 64, 66 se estende em torno de uma parede respectiva das paredes 24, 26 em roldanas 70 em cada canto das pa- redes. Os cabos guia 64, 66 formam enlaces fechados e também são presos por conectores de crimpagem 68 ou de outro modo à barra de tração inferior 38 para o movimento com a barra de tração inferior 38. Um deslocamento da barra de tração inferior 38 provoca um movimento similar dos membros de descanso 60 e da antepara 28 na direção oposta. Devido ao fato de a antepara 28 ser acionada pela barra de tração superior 36 em sua extremidade inferior e ser acionada pelos cabos guia 64, 66 em sua extremidade de topo, a resistência excessiva em sua estru- tura não é requerida. A antepara 28 precisa somente ser feita de membros estruturais relati- vamente pequenos de tal modo que seu peso seja relativamente leve em comparação às anteparas convencionais em reboques da técnica anterior. Ademais, a antepara 28 não pre- cisa ser guiada em fendas em T ou de outro modo na base 22 do sistema de piso vivo 30. Suas fixações à barra de tração superior 36 e aos trilhos superiores 62 são suficientes para satisfazer seu propósito.
A base 22 do sistema de piso vivo 20 é feita de aço estrutural e tem uma passagem "P" que se estende horizontalmente ao longo de sua extensão. A porção de retomo da cor- reia transportadora SO e dos cabos de piso 34 se estende ao longo desta passagem "P", conforme pode ser visto nas Figuras 4 e 6.
A base 22 tem membros transversais superiores 80 que se estendem por toda a porção superior da mesma, e membros transversais inferiores 82 que se estendem por toda a porção inferior da mesma. A base 22 tem um vão entre os membros transversais superio- res 80 e os membros transversais inferiores 82. Este vão define a passagem "P". Outros membros de armação são incluídos na base 22 para reforçar a base 22 contra flexão, torção e inclinação. Estes membros de armação adicionais não foram ilustrados no presente do- cumento devido ao fato de eles não representarem o foco da presente invenção.
Por causa da passagem "P" e da montagem da correia transportadora 50 e da barra de tração inferior 38 ao longo desta passagem "P', o módulo de piso vivo 20 preferencial é compacto em espessura. O módulo de piso vivo 20 preferencial é, por meio disso, útil como um piso modular para caminhões. Isto é útil como um piso suplementar que pode ser amar- rado sobre um sub-piso e retirado quando necessário, ou pode ser usado como uma unida- de autônoma em uma plataforma de carregamento de um depósito, por exemplo. Também será observado que o módulo de piso vivo 20 preferencial pode ser usado sem a antepara 28, sem as paredes laterais 24, 26 ou tanto sem a antepara quanto sem as paredes laterais para manipular os bens secos em catres, por exemplo.
O sistema de guincho 32 é ilustrado em maiores detalhes na Figura 3. O sistema de guincho 32 também é construído para fortalecer e diminuir o peso. O sistema de guincho 32 tem dois sistemas de polia montados em conjunto e cada proporciona uma vantagem mecâ- nica.
Um primeiro sistema de polia compreende uma primeira polia 92 montada na barra de tração superior 36 e uma segunda polia 94 montada na barra de tração inferior 38. Um primeiro cabo de guincho 96 tem um segmento de extremidade 98 atado a um absorvedor de choque 100 que é montado em um membro transversal 102 sobre a base 22. Um segun- do segmento 104 que é contínuo com o segmento de extremidade 98 se estende em tomo da primeira polia 92, e para o tambor de guincho 90. Isto é envolto em diversas voltas 106 em tomo do tambor de guincho 90. Um terceiro segmento 108 contínuo com o segundo segmento 104 se estende a partir das voltas 106 sobre o tambor de guincho 90 para a se- gunda polia 94 montada sobre a barra de tração inferior 38. Um quarto segmento 110 contí- nuo com o terceiro segmento 108 se estende em tomo da segunda polia 94 e através do membro transversal 102 para um segundo absorvedor de choque 112 que é montado ao membro transversal 102.
O segundo sistema de polia é uma imagem em espelho do primeiro e, portanto, ê
ilustrado com o uso dos mesmos rótulos como no primeiro sistema de polia, mas com uma plica em cada rótulo.
Devido ao fato de existirem dois sistemas de polia montados em conjunto e cada um proporcionar uma vantagem mecânica, os componentes do sistema de guincho 32 são menores e mais leves em peso que outros sistemas de guincho onde uma única disposição de cabo seria usada.
Referindo-se agora às Figuras 6 e 7, dois aspectos importantes do módulo de piso vivo 20 preferencial serão explicados. Primeiramente, a extremidade de descarga do módulo de piso vivo 20 tem uma série de polias de retomo de cabo 40 montadas ao longo do mes- mo eixo e um cilindro de retorno de correia 52 que é montado em um eixo diferente da série de polias de retomo de cabo 40. A série de polias 40 e o cilindro 52 também são referenda- dos no presente documento em um sentido mais amplo como eixos de retomo.
A razão para esta montagem que usa eixos de polia e cilindro separados consiste em evitar o dano no lado inferior da correia através de um movimento relativo e atrito asso- ciado entre os cabos de piso 34 e o lado inferior da correia transportadora 50. Será obser- vado que tal dano ocorrerá se um eixo igual for usado.
Em segundo lugar, os segmentos superiores das polias de retorno de cabo 40 são ajustados levemente mais altos que a superfície do piso 54 do sistema de piso vivo 30. As polias de retomo de cabo 40 são ajustadas mais altas por uma dimensão Ή" conforme ilus- trado na Figura 6. Uma dimensão "H" de cerca de meia polegada é suficiente para propósito pretendido.
Quando a tensão é aplicada toda de uma vez nos cabos de piso 34 pelo sistema de guincho 32 e pela barra de tração inferior 38, estes cabos de piso 34 se endireitam em um instante e fazem com que um primeiro segmento "S1" da correia transportadora 50 seja em- purrado para cima. Este empuxo ascendente repentino tem o efeito de cessar o atrito estáti- co entre a correia transportadora 50 e a superfície do piso 54 ao longo de pelo menos a ex- tensão do segmento de correia "Si". Os segmentos °S1"; "S2"; "S3"; etc, conforme ilustrados nos desenhos não são desenhados em escala e são usados simplesmente para facilitar a descrição de um fenômeno que ocorrer no módulo de piso vivo 20 in use.
É importante indicar novamente que a correia transportadora 50 está sob a mesma tensão que os cabos de piso 34, por causa das fixações comuns dos cabos de piso 34 e da correia transportadora 50 às barras de tração inferior e superior 36, 38. Também é importan- te entender que tanto a correia transportadora 50 quanto os cabos de piso 34 têm uma re- sistência à tração β elasticidade substanciais. A presença dos cabos 34 assegura que tanto os cabos 34 quanto a correia transportadora 50 não sejam estirado além de seu limite elás- tico ou resistência à tração respectiva, quando uma fase de descarga do módulo de piso vivo 20 é iniciada.
A fim de facilitar a seguinte explicação, a tensão horizontal na correia transportado- ra 50 e nos cabos de piso 34 á representada pelos símbolos semelhantes a código de barra 120 na Figura 7. O empuxo ascendente aplicado ao primeiro segmento "S1" da correia transportadora 50 pelos cabos de piso 34 é representado pela curva 122 na Figura 7. Quando a correia transportadora 50 é carregada com cascalho, por exemplo, o em-
puxo ascendente 122 aplicado à correia transportadora 50 pelos cabos de piso 34 é rapida- mente enfraquecido conforme ilustrado na Figura 7, Entretanto, este empuxo ascendente 122 e tensão associada 120 nos cabos de piso 34 e na correia transportadora 50 fazem com que o atrito estático sob pelo menos o primeiro segmento "S1" seja cessado. Devido ao fato de o atrito cinético ser menor que o atrito estático, uma porção grande da tensão 120 na correia transportadora 50 e nos cabos de piso 34 é, então, repentinamente liberada do seg- mento "S1" e aplicada a um próximo segmento "S2".
O empuxo ascendente 122 aplicado contra o primeiro segmento "S1" é gerado em um instante e o atrito estático sob o primeiro segmento "S1" também é cessado em um ins- tante. A liberação do atrito estático sob o primeiro segmento *S1" gera uma onda de choque horizontal ao longo da correia transportadora 50 que se progressivamente com rapidez ao !ongo da correia transportadora 50.
Embora o empuxo ascendente 122 seja rapidamente enfraquecido por uma carga de materiai agregado, a onda de choque horizontal resultante 120 nio é somente reduzida por uma diferença entre o atrito cinético e o atrito estático. Como um resultado, o atrito está- tico sob a coireia transportadora 50 é cessado em uma moção de descolamento sem o uso de força considerável na correia transportadora 50. A correia transportadora 50 usada no módulo de piso vivo preferencial 20 é mais fina e mais leve em peso que as correias trans- portadoras em outros módulos de piso vivo que não tèm cabos de piso sob os mesmos. Devido ao fato de o peso de um módulo de piso vivo ser consideravelmente afetado
pela espessura da correia transportadora, uma redução na correia espessura tem um gran- de efeito sobre o peso total de todo o módulo de piso vivo. Por causa do requisito de estres- se relativamente baixo na correia transportadora 50, por causa do guincho mais leve 32 e da antepara com armação Eeve 28, estima-se que uma redução em peso de 5.000 a 6.000 Ibs., seja alcançável com o módulo de piso vivo preferencial 20 em comparação aos pisos vivos da técnica anterior.
Um outro aspecto do módulo de piso vivo de peso leve preferencial 20 é explicado
nas Figuras 8, 9 e 10. Embora o módulo de piso vivo preferencial 20 tenha cabos de piso 34 que pode ser interpretados como sendo cabos de aço trançados circulares, pode ser obser- vado que puxadores equivalentes podem ser usados para obter vantagens similares aos cabos de piso 34. Mguns destes puxadores equivalentes são tiras planas 126 feitas de ma- terial metálico ou plástico, conforme mostrado na Figura 9 ou correntes de transmissão de energia 128 conforme mostra do na Figura 10.
Outros equivalentes para os outros componentes também são possíveis e, portan- to, os componentes, dimensões mencionados no presente documento e nas ilustrações em anexo não devem ser considerados como limitação na presente invenção.
Claims (20)
1. Piso vivo, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: um eixo montado em uma extremidade do mesmo; uma lâmina para condução de bens que tem primeira e segunda extremidades; sendo que as ditas lâminas para condução de bens são envoltas sobre o dito eixo, com a dita primeira extremidade se estendendo acima de um plano da mesma e a dita segunda extremidade se estendendo abaixo de um plano da mesma; mecanismo conectado às ditas primeira e segunda extremidades para mover a dita lâmina para condução de bens em torno do dito eixo para carregar e descarregar bens nis- so.
2. Piso vivo, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito eixo é um rolete.
3. Piso vivo, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito mecanismo é um guincho.
4. Piso vivo, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita lâmina para condução de bens é uma correia transportadora.
5. Piso vivo, de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito piso vivo tem uma extensão e a dita correia transportadora tem uma dimensão total similar â dita extensão.
6. Módulo de piso vivo, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: primeiro e segundo eixos separados montados em uma extremidade do mesmo; uma série de puxadores paralelos assentado sobre uma superfície do mesmo; uma lâmina para condução de bens assentada sobre os ditos puxadores paralelos, sendo que os ditos puxadores paralelos são afixados em suas extremidades às extremida- des da dita lâmina para condução de bens, sendo que os ditos puxadores paralelos são envoltos sobre o dito primeiro eixo e a dita lâmina para condução de bens é envolta sobre o dito segundo eixo.
7. Módulo de piso vivo, de acordo com a reivindicação 6, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito primeiro eixo é um rolete e um dito segundo eixo é uma série de polias alinhadas.
8. Módulo de piso vivo, de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente uma primeira e uma segunda barra de tração e as ditas extremidades são afixadas às ditas extremidades das ditas primeira e segunda barras de tração.
9. Módulo de piso vivo, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente um guincho conectado às ditas primeira e segunda barras de tração para mover as ditas primeira e segunda barras de tração para frente e para trás.
10. Módulo de piso vivo, de acordo com a reivindicação 9, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita lâmina para condução de bens é uma correia transportadora de borracha e os ditos puxadores paralelos são cabos de aço trançados.
11. Módulo de piso vivo, de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADO pe- lo fato de que compreende adicionalmente uma armação e chassi de semi-reboque afixados a isto.
12. Módulo de piso vivo, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: uma superfide do piso; um rolete montado em uma extremidade da dita superfície do piso; uma série de puxadores paralelos assentado sobre a dita superfície do piso; uma lâmina para condução de bens assentada sobre os ditos puxadores paralelos, sendo que os ditos puxadores paralelos são afixados em suas extremidades às extremida- des da dita lâmina para condução de bens; envoltos sobre o dito rolete e o dito rolete é montado com um segmento do mesmo se es- tendendo mais alto que a dita superfície do piso.
13. Módulo de piso vivo, de acordo com a reivindicação 12, CARACTERIZADO pe- lo fato de que a dita lâmina para condução de bens é uma rubber correia transportadora de borracha, sendo que os ditos puxadores paralelos são cabos de aço e a dita correia trans- portadora de borracha e os ditos cabos de aço tém elasticidade.
14. Módulo de piso vivo, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADO pe- lo fato de que compreende adicionalmente: uma primeira e uma segunda barra de tração e as ditas extremidades são afixadas às ditas extremidades das ditas primeira e segunda barras de tração, e um guincho é conectado à ditas primeira e segunda barras de tração para mover as primeira e segunda barras de tração para frente e para trás.
15. Módulo de piso vivo, de acordo com a reivindicação 14, CARACTERIZADO pe- lo fato de que compreende adicionalmente uma armação de transportador autônoma.
16. Módulo de piso vivo, de acordo com a reivindicação 15, CARACTERIZADO pe- lo fato de que tem uma extensão, e sendo que a dita correia transportadora de borracha tem uma dimensão total similar à dita extensão.
17. Método para cessar atrito estático entre uma lâmina para condução de bens e uma superfície do piso, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito método compreende as etapas de: Empurrar um primeiro segmento da dita lâmina para condução de bens para cima e, simultaneamente, aplicar uma tensão na dita lâmina para condução de bens.
18. Método, de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita etapa de aplicação de uma tensão compreende aplicar uma tensão no dito primeiro segmento.
19. Método, de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente a etapa de suporte da dita lâmina para condução de bens com cabos e fazer com que os ditos cabos e a dita lâmina para condução de bens sejam alonga- dos dentro dos limites elásticos dos ditos cabos e da dita lâmina para condução de bens.
20. Método, de acordo com a reivindicação 19, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente a etapa de transmissão de um choque de vibração ao longo da dita lâmina para condução de bens a partir do dito primeiro segmento.
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Legal Events
| Date | Code | Title | Description |
|---|---|---|---|
| B03A | Publication of a patent application or of a certificate of addition of invention [chapter 3.1 patent gazette] | ||
| B11A | Dismissal acc. art.33 of ipl - examination not requested within 36 months of filing | ||
| B11Y | Definitive dismissal - extension of time limit for request of examination expired [chapter 11.1.1 patent gazette] |