"VEÍCULO UTILITÁRIO" Campo da invenção
A invenção refere-se a um veiculo utilitário com uma estrutura de chassis, entre cujas barras longitudinais, transversalmente à direção de movimento, é fixada de forma desmontável pelo menos um travessa. Antecedentes da invenção
Conhece-se de DE 10 2006 060 405 um arranjo de estrutura para um veiculo, particularmente para um veiculo utilitário, que compreende um primeiro elemento estrutural o qual estende-se essencialmente na direção longitudinal do veiculo e um elemento de fixação o qual é arranjado no primeiro elemento estrutural, e ,formado para· a montagem de um guidão de eixo. Um segundo elemento estrutural é para isso fixado no elemento de fixação de tal modo que o segundo elemento estruturai abraça pelo menos regionalmente o elemento de fixação. Os respectivos elementos estruturais e o elemento de fixação são unidos uns aos outros por meio de parafusos ou rebites. Identifica-se então como desvantajoso que, no caso da montagem ou desmontagem de um segundo elemento estrutural (também chamado de barra transversal) depois de soltar as uniões por parafusos ou rebites, os primeiros elementos estruturais (também chamados de barras longitudinais estruturais) têm que ser desmontados para a retirada das barras transversais. Sumário da invenção
Portanto, o objetivo da invenção propor uma barra transversal melhorada segundo as despesas de montagem e desmontagem em relação a estrutura de chassis.
Este objetivo é alcançado de acordo com a invenção através das características da reivindicação de patente 1.
Na técnica atual, conhecem-se barras longitudinais as quais compreendem, em relação ao eixo longitudinal do veículo, uma barra suporte perpendicular e duas barras horizontais unidas com a barra suporte. A partir da barra suporte e das barras horizontais arranjadas geralmente perpendiculares a esta forma-se um perfil em U da barra longitudinal no qual se encaixa, na montagem da barra transversal, a barra transversal com um flange de acoplamento. 0 flange de acoplamento de uma barra transversal pode ser soldado, parafusado ou rebitado com a barra longitudinal estrutural. A abertura da barra longitudinal em forma de U pode estar naturalmente também com sua parte de trás no flange de acoplamento, de forma que as barras horizontais da barra longitudinal se apresentam para fora na direção axial da barra transversal. Ademais, parte-se de uma barra transversal que entra axialmente na abertura da barra .-IongitudinaiI1- em-" forma de U. Segundo a invenção, a barra transversal consiste de pelo menos duas partes as quais são unidas entre si axialmente. Para a junção das partes servem flanges que são arranjadas na barra transversal na região de impacto das partes de barra transversal em forma de disco e que no estado de junção ficam paralelas. Os flanges podem ter, no lugar de forma de disco, também qualquer outra forma, por exemplo, redonda ou retangular. OS flanges que ficam um com o outro podem ser unidos entre si por meio de parafusos ou rebites. Na região de impacto os flanges são arranjados inclinados em relação ao eixo longitudinal da barra longitudinal. Os flanges paralelos entre si podem ser arranjados com um ângulo de inclinação em relação ao eixo longitudinal do veiculo. Os flanges das partes de barra longitudinal podem também ser posicionados em um ângulo em relação ao eixo longitudinal da barra transversal. Para a montagem ou desmontagem da barra transversal da barra longitudinal estrutural são soltas as junções entre os flanges assim como a junção entre o flange de acoplamento e a barra longitudinal. As partes de barra transversal que pertencem uma à outra são deslizáveis uma contra a outra, em relação à direção de movimento, ao longo da barra longitudinal estrutural. Dessa forma, as partes de barra transversal podem ser colocadas em um posição, visando a montagem, na qual as partes de barra transversais alinham-se entre si. Para a desmontagem, as partes de barra transversal opostas alinhadas entre si são deslizadas, uma da outra, na direção contrária. De acordo com a formação da barra longitudinal do veiculo e segundo a posição inclinada dos flanges que ficam paralelos entre si, ambas as partes de barra transversal são deslizáveis, em relação ao eixo longitudinal do veiculo, também perpendicularmente entre si. Segundo uma outra forma de concretização da invenção, são arranjados os pedestais correspondentes nas respectivas partes de barra transversal externas, os quais servem para a fixação.de elementos^de -direção. Nos'' pedestais são fixáveis guidões em qualquer forma (por exemplo, guidão longitudinal, guidão triangular guidão em X ou também guidão inclinado).
Em uma outra forma de concretização da invenção, a parte de barra transversal na região de transição é expandida radialmente para um flange de acoplamento. 0 flange de acoplamento serve então para a fixação da barra transversal na barra longitudinal. A expansão radial serve, por exemplo, para o reforço da barra transversal na região da fixação na barra longitudinal. A região de transição pode tomar a forma, por exemplo, de um cone truncado ou de um cilindro. A apresentação anterior é pensada somente como exemplificativa.
Em uma outra forma de concretização da invenção^ .n.a_s respectivas regiões de transição são arranjados entre si os correspondentes pedestais , os quais servem para a fixação de elementos de direção ou outros agregados. Descrição das figuras
Outras concretizações vantajosas e configurações adequadas do veiculo utilitário segundo a invenção são explicados a partir dos desenhos apresentados nas figuras, onde:
A figura 1 apresenta uma barra transversal de acordo com a invenção obstruída com guidão triangular; Δ figura 2 mostra as metades de barra transversal deslocadas uma contra a outra;
A figura 3 é uma vista superior das metades de barra transversal unidas entre si; e A figura 4 mostra a barra transversal em correspondência com um corte lateral da figura 3. Descrição detalhada
A figura 1 mostra uma representação esquemática da barra transversal 3 de acordo com a invenção com suas duas partes de barra transversal 4; 5. A barra transversal 3 é vista em sua direção de movimento 2 com seu extremo esquerdo fixado na barra longitudinal 1. Para a fixação da barra transversal 3 na_ barra longitudinal 1, a barra transversal dispõe de um flange de acoplamento 12. Na representação da figura 1 não é mostrada, visando a simplicidade, a metade direita da barra longitudinal 1. O flange de acoplamento 12 apresenta um padrão de orifícios 13, cujos furos servem para a passagem de parafusos ou rebites de união. Na região de impacto 24 tem-se os flanges 6; 7 paralelas entre si. Os f langes 6; 7 são arranjados inclinados em relação ao eixo longitudinal 8 da barra longitudinal 1. As partes de barra transversal 4; 5 alinham-se em estado de obstrução 14 uma com a outra ao longo do eixo longitudinal 15 da barra transversal3. Nos extremos da barra transversal 3 opostos podem ser observadas as expansões radiais 16 na região de transição 11 para os respectivos flanges de acoplamento 12. A expansão radial 16 apresenta então na região da barra transversal 3 um diâmetro menor que na região do flange de acoplamento 12. Na região da expansão radial 16 são arranjados nas respectivas regiões de transição 11 os correspondentes pedestais 9, os quais servem para a fixação de um elemento de direção 10 (aqui um guidão triangular) . A barra longitudinal 1 apresenta para isso uma forma em U 17, a qual é formada pela barra suporte 18 e ambas as abas 19.
A figura 2 mostra ambas as partes de barra transversal 4; da barra transversal 3 entre as barras longitudinais 1 da estrutura de chassis do veiculo utilitário. Ambas as partes de barra transversal 4; 5 encontram-se na posição aberta. Elas estão deslocadas, separadas entre si, na ou contra a direção de movimento 2, de forma que os flanges 6; 7 das partes de barra transversal 4; 5 são deslocadas paralelamente entre si. Os eixos longitudinais 21; 22 das partes de barra transversal 4; 5 transcorrem paralelos entre si. Nas respectivas regiões de transição 11 de ambos os flanges 6; 7 para as respectivas barras longitudinais 1 podem ser observados as expansões radiais 16 das partes de barra transversal 4; 5. Cada expansão radial 16 das partes de barra transversal·, 4 ;· . 5 apresenta-'' cada uma um pedestal 9, o qual serve à fixação de um elemento de direção 10 (não mostrado).
A figura 3 mostra uma vista superior de ambas as partes de barra transversal 4; 5 da barra transversal 3 em estado de obstrução 14. Nos seus extremos externos, as partes de barra transversal 4; 5 apresentam as expansões radiais 16, as quais são expandidas radialmente nas regiões de transição 11 para os respectivos flanges de acoplamento 12. Observa-se na vista superior ambos os flanges 6; 7 das partes de barra transversal 4; 5, os quais ficam na região de impacto 24 paralelos entre si e são arranjados inclinados em relação ao eixo longitudinal 8 da barra longitudinal 1. Perpendicular aos e em ângulo reto com os flanges 6; 7 das partes de barra transversal 4; 5 encontra-se na figura 3 a reta imaginária 23. Devido à posição inclinada dos flanges 6; 7 das partes de barra transversal 4; 5 em relação ao eixo longitudinal 8 da barra longitudinal 1, a reta imaginária 23 está em um ângulo 26 com os eixos longitudinais 21; 22 das partes de barra transversal 4; 5. Com a referência numérica 9 identificam-se os pedestais, os quais são fixados nas respectivas regiões de transição 11 nas partes de barra transversal 4; 5 e servem para a conexão dos elementos de direção 10. A figura 4 mostra a barra transversal 3 cortada lateralmente segundo o corte A-A da figura 3. Ambas as partes de barra transversal são identificadas com as referências numéricas 4 ; 5 e alinham-se entre si ao longo do eixo longitudinal 15. As partes de barra transversal 4; 5 chocam entre si com seus flanges 6; 7 na região de impacto 24. Perpendicular aos e em ângulo reto com os flanges 6; 7 das partes de barra transversal 4; 5 tem-se na figura 4 a reta imaginária 23. A reta 23 encontra-se em um ângulo 26 em relação ao eixo longitudinal 15 da barra transversal 3. Ambas as partes de barra transversal 4; 5 compreendem, cada uma, uma expansão radial 16 nas regiões de transição. 11 para -os-* flanges de"ácoplamento 12. Ambas as regiões de transição 11 apresentam na figura 4 cada uma aproximadamente a forma de um cone truncado, onde o diâmetro no lado voltado para a região de impacto 24 é menor que o diâmetro no lado dos flanges de acoplamento 12. Lista de denominações:
1 barra longitudinal 2 direção de movimento 3 barra transversal 4 parte de barra transversal 5 parte de barra transversal 6 flange 7 8 flange eixo longitudinal da barra longitudinal 9 pedestal 10 elemento de direção 11 região de transição 12 flange de acoplamento 13 padrão de""orrficios 14 estado de obstrução 15 eixo longitudinal,da barra" transversal 16 expansão radial 17 forma em U 18 barra suporte 19 abas 20 estado aberto 21 eixo longitudinal dos flanges 6; 7 22 eixo longitudinal dos flanges 6; 7 23 reta imaginária 24 região de impacto 26 ângulo