BRPI1004442A2 - dispositivo para tratamento da incontinÊncia urinÁria feminina - Google Patents

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Abstract

DISPOSITIVO PARA TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA E FLACIDEZ VAGINAL. A presente patente de invenção tem por objetivo a concepção de um novo dispositivo com a finalidade de tratar cirurgicamente a incontinência urinaria feminina e, ainda, a flacidez vaginal causada por trauma de parto e/ou envelhecimento. Terá como vantagens em relação aos tratamentos cirúrgicos atuais pelos seguintes motivos: não será necessário utilizar sonda vesical trans e pós operatória; não necessitará de cistoscopia transoperatória, imprescindível nos slings retropúbico; não necessitará bloqueios anestésicos tipo raquidiana ou penduraI, pois a anestesia é apenas local; não haverá necessidade de internação hospitalar; é menos invasiva; baixo custo; mínimas complicações pós-operatória. Para solucionar esses problemas, foram realizadas várias pesquisas e testes, e a que melhor apresentou resultado satisfatório, foi o "DISPOSITIVO PARA TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA E FLACIDEZ VAGINAL", haja vista que, não será necessário utilizar sonda vesical trans e pós operatória; não necessitará de cistoscopia transoperatória, imprescindível nos slings retropúbico; não necessitará de bloqueios anestésicos, tipo raquidiana ou penduraI, pois a anestesia é apenas local; não haverá necessidade de internação hospitalar; é menos invasivo, em comparação com outros; é de baixo custo e; apresenta mínimas complicações pós-operatória.

Description

RELATÓRIO DESCRITIVO
da patente de invenção da "DISPOSITIVO PARA TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINARIA FEMININA E FLACIDEZ VAGINAL".
A presente patente de invenção tem por objetivo a concepção de um novo 05 dispositivo com a finalidade de tratar cirurgicamente a incontinência urinaria feminina e, ainda, a flacidez vaginal causada por trauma de parto e/ou envelhecimento. Terá como vantagens em relação aos tratamentos cirúrgicos atuais pelos seguintes motivos: não será necessário utilizar sonda vesical trans e pós operatória; não necessitará de cistoscopia transoperatória, imprescindível nos slings retropúbico; não necessitará bloqueios anestésicos tipo raquidiana ou peridural, pois a anestesia é apenas local; não haverá necessidade de internação hospitalar; é menos invasiva; baixo custo; mínimas complicações pós-operatória. A incontinência urinária feminina é a perda involuntária de urina através da uretra da uretra em situações impróprias e, sua incidência na mulher aumenta com a idade, atingindo 25% após a menopausa. A perda involuntária de urina atua de forma devastadora na qualidade de vida da paciente e estima-se que existam mais de 30 milhões de mulheres incontinentes só nos EUA. A perda de urina pode ocorrer de forma transitória, geralmente associada ao uso de fármacos, a infecções (infecção urinária, vaginites), a constipação ou problemas de deficiência hormonal, desaparecendo após o tratamento da causa subjacente; ou pode ser persistente ou definitiva com instalação e piora progressiva. Muitas mulheres tornam-se incontinentes após o parto, histerectomia (cirurgia para retirada do útero) ou mesmo outros traumas na região pélvica ou doenças neurológicas relacionadas.
Entre os tipos mais comuns de perda de urinaria existe a incontinência urinária de 05 esforço ou estresse: caracterizada pela perda de urina que ocorre quando há um aumento repentino da pressão intra-abdominal como tossir, espirrar, rir, pular, correr ou realizar algum esforço.
A incontinência é diagnosticada clinicamente, baseando-se em um histórico detalhado da paciente, onde se deve investigar o inicio dos sintomas, descartando a presença de infecção urinária, cálculos, tumores, doenças associadas como doença mental, neuropatias e uso de medicamentos. Durante o exame físico deve-se pedir ao paciente para tossir, tentando reproduzir a perda urinária. Também pode ser realizado um teste onde um cotonete é inserido na uretra para determinar sua posição e mobilidade. Um exame de análise da urina deve ser realizado. Um teste urodinâmico vai determinar se existem outras alterações da bexiga e da uretra.
Atualmente existem vários produtos no mercado com a finalidade de tratamento da incontinência urinaria, os mais utilizados são os chamados slings, entre eles citamos SPARC, MONARC, Safyre , TVT, Unitape tplus., Mini sling system (Ophira), etc. Entretanto, esses produtos tratam apenas a incontinência urinaria feminina e o presente invento trata, além da incontinência urinaria, a disfunção sexual causada pela flacidez vaginal, além de oferecer condições futuras de conter no cateter de silicone hormônios de liberação gradual com finalidade terapêutica. Para solucionar esses problemas, foram realizadas várias pesquisas e testes, e a que melhor apresentou resultado satisfatório, foi o "DISPOSITIVO PARA TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINARIA FEMININA E FLACIDEZ VAGINAL", alcançando resultados positivos no tratamento da incontinência 05 urinaria e, ainda, a flacidez vaginal, com maior eficiência, haja vista que, não será necessário utilizar sonda vesical trans e pós operatória; não necessitará de cistoscopia transoperatória, imprescindível nos slings retropúbico; não necessitará de bloqueios anestésicos, tipo raquidiana ou peridural, pois a anestesia é apenas local; não haverá necessidade de internação hospitalar; é menos invasivo, em comparação com outros; é de baixo custo e; apresenta mínimas complicações pós-operatória.
O "DISPOSITIVO PARA TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINARIA FEMININA E FLACIDEZ VAGINAL" é constituído por um cateter de elastômero de silicone de 10 cm de comprimento χ 2,3 mm de espessura e um conector de silicone rígido em forma de ampulheta que servirá para unir as extremidades do catéter, (figura em anexo), com a finalidade de tratar cirurgicamente a incontinência urinaria feminina, a flacidez vaginal e futuramente conter no cateter de silicone hormônios de liberação lenta com objetivo de realizar reposição hormonal ou anticoncepção. Para a confecção da agulhas foi utilizado fio de aço de 2,5 mm de espessura. Em um torno de bancada é fixado o arame de aço, onde é feito um rebaixo de 1mm de profundidade por 1,5 mm de largura para fixar a extremidade do cateter de silicone a ser implantado. Em seguida é feito a curvatura em semi-circulo ficando com um comprimento de 8 cm. A outra extremidade é desgastada em esmerilhadeira de maneira a formar uma extremidade perfurante. Essas agulhas não existem no mercado e são confeccionadas exclusivamente para a finalidade proposta. O cateter de silicone, com as características requeridas não existe no mercado. Este deverá conter as características mencionadas de comprimento e 05 espessura e oferecer elasticidade e consistência suficientes para provocar uma sustentação ao nível da uretra média evitando a perda urinária e uma constrição suave sobre o pênis durante a relação sexual, de maneira a não provocar rotura do anel e nem compressão exagerada sobre o pênis. Elasticidade também suficiente para não dificultar a passagem de especulo vaginal durante exames ginecológicos.
Para o implante do "DISPOSITIVO PARA TRATAMENTO DE INCONT1NÊNCIA URINÁRIA FEMININA E FLACIDEZ VAGINAL", recomenda-se a utilização da seguinte técnica de implante: anestesia local com xylocaina a 1%; incisão longitudinal de 1 cm a cerca de 2 cm abaixo do meato uretral e outra incisão de mesma extensão na parede vaginal posterior ao nível do remanescente himenal; introdução de uma das agulhas do kit através da incisão vaginal anterior em sentido anti-horário, fazendo-se uma plicatura ao nível do Iigamento pubouretral/uretropélvico direito e prossegue-se com a agulha até emergir na incisão vaginal posterior. A outra agulha do "DISPOSITIVO PARA TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA E FLACIDEZ VAGINAL" é introduzida na mesma incisão vaginal anterior e realizará o trajeto no sentido oposto, saindo também na incisão vaginal posterior. Desconectam-se as agulhas e unem-se as extremidades do catéter fechando o anel. Em seguida suturam-se as incisões. O tempo médio de realização das cirurgias é de 25 a 30 minutos e após o procedimento a paciente é liberada ao domicilio. O procedimento é simples, pouco invasivo, diferindo dos slings retropúbico e transobturatórios no que se refere á fixação do suporte suburetral, pois na técnica recém criada a fixação se dá através da plicatura ao nível do Iigamento 05 pubouretral/uretropelvico e músculo isquiocavernoso por baixo da mucosa, fazendo com que, alem do tratamento da incontinência urinaria, trate também a flacidez vaginal, promovendo uma constrição no canal vaginal. No presente o "DISPOSITIVO PARA TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINARIA FEMININA E FLACIDEZ VAGINAL" pode ser utilizado no tratamento cirúrgico da incontinência urinaria feminina e disfunção sexual, causada pela flacidez vaginal e, no futuro, poder ser utilizado como substrato para substâncias hormonais com finalidade terapêutica, semelhante ao que já existe no mercado como implantes subcutâneos (norplant) e anel vagina (NUVA RING) da Organon, contendo hormônios de liberação gradual bem como os dispositivos intrauterinos (DIU) contendo hormônio (progesterona) de liberação gradual (MIRENA).
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Claims (3)

1. A patente de invenção do "DISPOSITIVO PARA TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINARIA FEMININA E FLACIDEZ VAGINAL" caracteriza-se por ser constituído por um cateter de elastômero de silicone de 10 cm de comprimento χ 2,3 mm de espessura e um conector de silicone rígido em forma de ampulheta que servirá para unir as extremidades do catéter, (figura em anexo), com a finalidade de tratar cirurgicamente a incontinência urinaria feminina, a flacidez vaginal e futuramente conter no cateter de silicone hormônios de liberação lenta com objetivo de realizar reposição hormonal ou anticoncepção.
2. A patente de invenção do "DISPOSITIVO PARA TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINARIA FEMININA E FLACIDEZ VAGINAL" caracteriza-se por possuir agulhas confeccionadas utilizando-se de fio de aço de 2,5 mm de espessura. Em um torno de bancada é fixado o arame de aço, onde é feito um rebaixo de 1mm de profundidade por 1,5 mm de largura para fixar a extremidade do cateter de silicone a ser implantado. Em seguida é feito a curvatura em semi-circulo ficando com um comprimento de 8 cm. A outra extremidade é desgastada em esmerilhadeira de maneira a formar uma extremidade perfurante. Essas agulhas não existem no mercado e são confeccionadas exclusivamente para a finalidade proposta. O cateter de silicone, com as características requeridas não existe no mercado. Este deverá conter as características mencionadas de comprimento e espessura e oferecer elasticidade e consistência suficientes para provocar uma sustentação ao nível da uretra média evitando a perda urinária e uma constrição suave sobre o pênis durante a relação sexual, de maneira a não provocar rotura do anel e nem compressão exagerada sobre o pênis. Elasticidade também suficiente para não dificultar a passagem de especulo vaginal durante exames ginecológicos.
3. A patente de invenção do "DISPOSITIVO PARA TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINARIA FEMININA E FLACIDEZ VAGINAL" caracteriza-se por seu implante, o qual se recomenda a utilização da seguinte técnica: anestesia local com xylocaina a 1%; incisão longitudinal de 1 cm a cerca de 2 cm abaixo do meato uretral e outra incisão de mesma extensão na parede vaginal posterior ao nível do remanescente himenal; introdução de uma das agulhas do kit através da incisão vaginal anterior em sentido anti-horário, fazendo- se uma plicatura ao nível do Iigamento pubouretral/uretropélvico direito e prossegue-se com a agulha até emergir na incisão vaginal posterior. A outra agulha do "DISPOSITIVO PARA TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINARIA FEMININA E FLACIDEZ VAGINAL" é introduzida na mesma incisão vaginal anterior e realizará o trajeto no sentido oposto, saindo também na incisão vaginal posterior. Desconectam-se as agulhas e unem-se as extremidades do catéter fechando o anel. Em seguida suturam-se as incisões. O tempo médio de realização das cirurgias é de 25 a 30 minutos e após o procedimento a paciente é liberada ao domicilio. O procedimento é simples, pouco invasivo, diferindo dos slings retropúbico e transobturatórios no que se refere á fixação do suporte suburetral, pois na técnica recém criada a fixação se dá através da plicatura ao nível do Iigamento pubouretral/uretropelvico e músculo isquiocavernoso por baixo da mucosa, fazendo com que, alem do tratamento da incontinência urinaria, trate também a flacidez vaginal, promovendo uma constrição no canal vaginal.
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