BRPI1009172B1 - sistema de controle de freio manual de liberação automática - Google Patents
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Abstract
SISTEMA DE CONTROLE DE FREIO MANUAL DE LIBERAÇÃO AUTOMÁTICA. A presente invenção refere-se a um sistema de controle, em um freio manual de veículo ferroviário contendo uma liberação ativada por um cilindro pneumático, que inclui uma válvula manual tendo uma saída conectada a uma fonte de pressão em uma entrada quando ativada manualmente. Um volume é para ser carregado pela fonte de pressão. Um estrangulador conecta o volume à exaustão. O volume e o estrangulador prolongam o tempo em que a fonte de pressão fica conectada ao cilindro pneumático após a válvula manual ser ativada.
Description
[0001] A presente invenção refere-se, de uma maneira geral, a freios manuais automáticos e mais especificamente a uma liberação automática de sistema de controle de freios manuais.
[0002] Freios manuais ou de estacionamento em veículos ferroviários de uma maneira geral incluem uma corrente conectada aos freios de veículo e enrolada em volta de uma roda. Os freios são aplicados ao girar a roda e tensionar a corrente. O freio manual inclui um acionador ou alavanca que, quando ativado, libera automaticamente a tensão na corrente e libera o freio manual de estacionamento. Para certificar que o freio manual está inteiramente liberado, o mecanismo de liberação tem uma estrutura mecânica de liberação prolongada.
[0003] Dois cilindros podem ser fornecidos no freio manual para aplicar os freios ao girar a roda para tensionar a corrente e um segundo cilindro para liberar os freios ao interagir com o acionador ou alavanca de liberação. Um sistema pneumático para controlar os dois cilindros e o uso de válvulas paralelas acionadas manualmente e válvulas eletropneumáticas está ilustrado na Patente U.S. 6.394.559 e na Patente U.S. 7.014.275, por exemplo. Os cilindros de aplicação e de liberação são ativados pelas válvulas manuais uma vez que as válvulas manuais sejam ativadas para conectar uma fonte de pressão ao cilindro e por um curto período depois de determinado pelo estrangulador na porta de descarga da válvula manual.
[0004] O acionamento das válvulas eletropneumáticas tal como discutido neste documento pode ser por meio de uma rede de freio pneumático controlado eletricamente (ECP) e por meio da unidade de controle de vagões (CCU). O sistema de controle total está descrito, por exemplo, na Patente U.S. 7.073.753. Controle remoto do freio manual por meio de terminal portátil está descrito na Patente U.S. 6.175.784.
[0005] Em um freio manual de veículo ferroviário tendo uma liberação ativada por um cilindro pneumático, o presente sistema de controle inclui uma válvula manual tendo uma saída conectada a uma fonte de pressão em uma entrada quando ativada manualmente. Um volume é para ser carregado pela fonte de pressão. Um primeiro estrangulador conecta o volume à exaustão. Uma primeira válvula pneumática tem uma porta piloto conectada ao volume e tem uma saída conectada à fonte de pressão em uma entrada quando o volume é carregado para uma pressão predeterminada para ativar a primeira válvula pneumática e após a válvula manual ser ativada. A saída da primeira válvula pneumática é conectada ao cilindro pneumático. O volume e o primeiro estrangulador prolongam o tempo em que a fonte de pressão fica conectada ao cilindro pneumático após a válvula manual ser ativada.
[0006] O volume pode ser conectado à saída da válvula manual e carregado pela fonte de pressão quando a válvula manual é ativada. Alternativamente, o volume pode ser conectado seletivamente à fonte de pressão ou à porta piloto da primeira válvula pneumática por meio de uma segunda válvula pneumática. A segunda válvula pneumática conecta o volume à fonte de pressão quando desativada e à porta piloto da primeira válvula pneumática quando ativada. Uma porta piloto da segunda válvula pneumática é conectada à saída da primeira válvula pneumática e ativada quando a primeira válvula pneumática é ativada.
[0007] A saída da válvula manual é conectada à porta piloto da primeira válvula pneumática para ativar inicialmente a primeira válvula pneumática. A válvula manual pode ser uma válvula osciladora.
[0008] Um distribuidor inclui passagens para interligações e no qual são montados a válvula manual, a primeira válvula pneumática e o primeiro estrangulador. O distribuidor inclui portas para a fonte de pressão e para o cilindro pneumático. O volume está no distribuidor.
[0009] Também, o sistema de controle pode incluir uma válvula manual tendo uma saída conectada a uma fonte de pressão em uma entrada quando ativada manualmente e um volume conectado à saída da válvula manual e carregado pela fonte de pressão quando a válvula manual é ativada. Um estrangulador conecta o volume a uma fonte de menor pressão quando o volume é carregado. O volume e o estrangulador prolongam o tempo em que a fonte de pressão fica conectada ao cilindro pneumático após a válvula manual ser ativada.
[00010] O volume pode ser conectado ao cilindro. Alternativamente, o sistema pode incluir uma válvula pneumática tendo uma porta piloto conectada ao volume e tendo uma saída conectada à fonte de pressão em uma entrada quando o volume é carregado para uma pressão predeterminada para ativar a válvula pneumática e após a válvula manual ser ativada. A saída da primeira válvula pneumática é conectada ao cilindro.
[00011] O sistema pode incluir um atuador tendo um pistão conectado operacionalmente à válvula manual. O volume está no atuador em uma primeira face do pistão para manter o pistão e a válvula manual acionados durante o tempo prolongado. O estrangulador conecta continuamente o volume a uma segunda face do pistão oposta à primeira face do pistão e pode ser uma passagem no pistão. A válvula manual é uma válvula de deslizamento tendo um elemento deslizante e o pistão é o elemento deslizante da válvula de deslizamento. Um de-tentor retém a válvula manual na posição ativada durante o tempo prolongado.
[00012] Outros objetivos, vantagens e recursos inéditos da presente invenção se tornarão aparentes a partir da descrição detalhada a seguir da invenção quando considerada em conjunto com os desenhos anexos.
[00013] A figura 1 é um esquema de um sistema de controle de freio manual para um freio manual de veículo ferroviário de acordo com uma primeira modalidade da presente descrição.
[00014] A figura 2 é um esquema de um sistema de controle de freio manual para um freio manual de veículo ferroviário de acordo com uma segunda modalidade da presente descrição.
[00015] As figuras 3A e 3B são vistas seccionais transversais de um distribuidor incluindo partes do esquema da figura 1 de acordo com o presente sistema.
[00016] A figura 4 é um esquema de um sistema de controle de freio manual para um freio manual de veículo ferroviário de acordo com uma terceira modalidade da presente descrição.
[00017] As figuras 5A, 5B e 5C são vistas seccionais transversais de um distribuidor incluindo partes do esquema da figura 1 em três estágios de acordo com o presente sistema.
[00018] Uma primeira modalidade de um sistema de controle para liberação automática de um freio manual está ilustrada na figura 1. Um cilindro pneumático 10 por meio de um grampo em U, ou um mecanismo similar, semelhante a uma haste de empurrar com uma extremidade em forma de bola, e uma geometria de soquete correspondente na alavanca ou um cabo 11 de liberação tal como mostrado na figura 4, é conectado ao acionador ou à alavanca de liberação do freio manual em um veículo. Um conjunto de circuitos de controle pneumático 12 inclui uma primeira fonte de pressão mostrada como um reservatório 14 e uma restrição ou estrangulador 16. Uma válvula de retenção 17 conecta a primeira fonte 14/16 ao conjunto de circuitos de controle 12. Um segundo estrangulador 18 conecta o cilindro 10 à exaustão ou atmosfera. Qualquer vazamento de sistema é permitido ir para a exaustão através do estrangulador 18 e assim impede liberação indesejada do freio manual.
[00019] O reservatório 14 pode ser uma parte de reservatório de emergência ou outra parte de reservatório admissível de uma maneira geral disponível no veículo. Este é exatamente um exemplo de um reservatório. Uma porta ou encaixe de desconexão rápida 19 incluindo uma válvula de retenção pode ser fornecida para permitir que uma fonte externa de pressão não no veículo seja conectada ao circuito 12. Esta pode ser, por exemplo, de um fornecimento de ar de beira de es-trada e oferece uma alternativa para o reservatório se o reservatório não tiver pressão suficiente para operar o sistema. A válvula de retenção 17 isola o reservatório 14 quando uma fonte de pressão é conectada à desconexão rápida 19. A válvula de retenção 17 e a válvula de retenção da desconexão rápida mantêm o circuito de controle carregado para liberar o freio manual se a fonte de pressão for desconectada ou drenada durante uma operação de liberação.
[00020] Uma válvula manual 30 em combinação com um volume 20 controla uma primeira válvula pneumática 40 para conectar seletivamente a fonte de pressão 14 ao cilindro 10. O volume 20 e um estrangulador 22 prolongam o tempo em que a fonte de pressurização 14 fica conectada ao cilindro pneumático 10 por meio da válvula pneumática 40 após a válvula manual 30 ser ativada. Isto prolonga ativação do mecanismo de liberação do freio manual para garantir liberação total do freio manual.
[00021] A fonte de pressão 14 é conectada a uma primeira entrada 32 de uma primeira válvula 30. A primeira válvula 30 está ilustrada como uma válvula operada manualmente tendo um operador 34. A saída 36 da válvula 30 é conectada ao volume 20. A mola 38 predispõe a válvula 30 na posição mostrada onde a pressão de fornecimento na entrada 32 não está conectada à saída 36. O volume 20 é carregado quando a válvula 30 é ativada e mantém seu carregamento após a válvula 30 ser liberada ou desativada por um período pré-selecionado determinado pelo estrangulador 22. Preferivelmente este período prolongado está na faixa de 5 a 10 segundos. Embora o estrangulador 22 esteja mostrado conectado à exaustão ou atmosfera nas figuras 1 e 2, ele pode ser conectado a qualquer fonte ou volume de menor pressão que aquela do volume carregado 20 tal como mostrado na figura 4.
[00022] O operador manual 34 da válvula 30, tal como mostrado na figura 3A, pode ser um levantador mecânico tipo oscilador que pode ser acionado em 360 graus em volta de seu centro. O mecanismo oscilador também permite restabelecimento automático da válvula 30 quando o atuador mecânico é liberado e retorna automaticamente para sua posição neutra.
[00023] Uma segunda válvula 40 é uma válvula pneumática tendo uma entrada 42 conectada à fonte de pressão 14 e uma saída 46 conectada ao cilindro 10. Uma porta piloto 44 da válvula 40 é conectada ao volume 20. A mola 48 predispõe a válvula 40 na posição mostrada onde a pressão de fornecimento na entrada 42 não está conectada à saída 46. A válvula 40 é deslocada para uma posição conectando a fonte de pressão na sua entrada 42 à sua saída 46 e ao cilindro 10 quando o volume é carregado para uma pressão de disparo predeterminada. Ela é mantida nesta posição até que o volume seja reduzido para abaixo da pressão de disparo pelo estrangulador 22. A válvula manual 30 somente tem que ser ativada por 1/2 a 1 segundo para o volume alcançar a pressão de disparo e na faixa de 1/2 a 1 segundo para alcançar uma pressão que manterá válvula 40 ativada por 5 a 10 segundos.
[00024] Uma terceira válvula 50 pode ser fornecida tal como ilustrado como uma válvula eletropneumática. A primeira entrada 52 é conectada à fonte pressurizada 14. Uma segunda entrada 54 é conectada à exaustão ou atmosfera. A saída 56 é conectada ao cilindro 10 por meio de uma válvula de retenção unidirecional 59. A mola 58 predispõe a válvula 50 na posição mostrada, em que a conexão para o for-necimento na entrada 52 é interrompida e exaustão na entrada 54 é conectada à sua saída 56 e à entrada do cilindro 10. Assim, na posição estável mostrada das válvulas 30, 40 e 50, o cilindro de liberação 10 está desativado.
[00025] Para acionamento manual usando o operador 34, a válvula 30 é deslocada para sua posição aplicada ou ativada conectando o fornecimento pressurizado na entrada 32 à sua saída 36 e carregando o volume 20. Uma vez que carregado para uma pressão de disparo, a pressão no volume 20 desloca a válvula 40 para sua posição ativada conectando o fornecimento pressurizado na entrada 42 à sua saída 46 e ao cilindro 10. Isto ativa o cilindro 10, ativando o acionador de liberação e liberando o freio manual. Uma vez que o operador libera o operador 34, a mola 38 faz com que a válvula 30 se desloque para sua posição estável, cortando o fornecimento de ar para o volume 20 que prolonga a ativação da válvula 40 até que sua pressão seja reduzida pelo estrangulador 22 para abaixo da pressão de disparo da válvula 40. Uma vez que a válvula 40 retorna para sua posição estável, a fonte de pressão 14 é desligada e o cilindro 10 é desativado por meio de sangria da pressão de ativação pelo estrangulador 18.
[00026] A válvula eletropneumática 50 pode ser acionada por um sinal elétrico a partir de sua posição estável mostrada para uma segunda posição. Isto conecta o fornecimento pressurizado na entrada 52 à sua saída 56. Isto ativa o cilindro 10 que desloca o acionador ou alavanca de liberação de freio. Mediante remoção do sinal, a mola 58 desloca a válvula 50 de volta para a posição mostrada.
[00027] A válvula 50 pode ser conectada a um dispositivo de controle de vagão (CCD) ECP que é conectado a uma linha de trem e ativado ao receber um sinal de liberação de freio manual proveniente da locomotiva. Fornecimento de tal sistema está descrito na Patente U.S. 7.073.753 e está incorporado neste documento pela referência. Alternativamente, a válvula 50 pode ser acionada por meio de um dispositivo portátil transportado pelo operador à medida que ele caminha pelo trem. Um dispositivo como este está mostrado, por exemplo, na Patente U.S. 6.175.784.
[00028] Uma segunda modalidade de um sistema de controle para liberação automática de um freio manual está ilustrada na figura 2. Tal como na primeira modalidade, a fonte de pressão 14 é conectada à primeira entrada 32 de uma primeira válvula 30. A mola 38 predispõe a válvula 30 na posição mostrada onde a pressão de fornecimento na entrada 32 não está conectada à saída 36. Nesta modalidade, a saída 36 da válvula 30 é conectada diretamente à porta piloto 44 da primeira válvula pneumática 40.
[00029] O volume 20 é carregado seletivamente pela fonte de pressão 14 ou conectado à porta piloto da primeira válvula pneumática 40 por meio de uma segunda válvula pneumática 60. A porta 66 da válvula 60 é conectada seletivamente à porta 62 para a fonte de pressão 14 ou à porta 64 conectada à porta piloto 44 da válvula 40. A mola 68 predispõe a válvula 60 na posição mostrada onde a pressão de fornecimento 14 na entrada 62 está conectada à saída 66 para carregar o volume 20. Uma porta piloto 61 da válvula 60 é conectada à saída 46 da válvula 40.
[00030] Uma vez que a válvula 40 seja ativada pela válvula manual 30, a pressão na sua saída 46 ativa o cilindro 10 e a válvula 60. A válvula 60 se desloca então para desconectar a fonte de pressão 14 do volume 20 e conectar o volume 20 à porta piloto 44 da válvula 40. Tal como na primeira modalidade, o volume 20 prolongará a ativação da válvula 40 após a liberação da válvula manual 30 tal como determinado pelo estrangulador 22.
[00031] Uma implementação eficiente de parte do conjunto de circuitos 12 da figura 1 está mostrada nas figuras 3A e 3B. Um distribuidor 70 inclui um corpo 72 com as placas de face 74 e 76. O distribuidor 70 inclui passagens para interligações e no qual são montados a válvula manual 30, a primeira válvula pneumática 40, o volume 20 e o primeiro estrangulador 22. O distribuidor inclui portas para a fonte de pressão 14 e para o cilindro pneumático 10.
[00032] A válvula manual 30 é montada no furo 71 e a válvula pneumática 40 é montada no furo 73. Uma passagem 75 conecta a saída 36 da válvula manual ao volume 20 no furo 73 abaixo do pistão/atuador 41 da válvula 40. Isto é também a porta piloto 44 para a válvula 40. A parte do furo 73 acima do pistão é conectada à atmosfera diretamente, enquanto que o volume 20 abaixo do pistão 41 é co-nectado à atmosfera ou exaustão pelo estrangulador 22 tal como mostrado na figura 3B. Uma passagem 77 conecta a fonte de pressão 14 na porta 79 às entradas 32 e 42 das válvulas 30 e 40 respectivamente.
[00033] Um exemplo da válvula operada manualmente 30 está mostrado com detalhes na figura 3A. O operador 31 está em um mecanismo oscilador mantido na sua posição para baixo pela mola 38. Mediante movimento em qualquer direção radial de 360 graus, ele se eleva empurrando o elemento de válvula 35 para fora da sede de válvula 33 contra a mola 37. Isto conecta a fonte de pressão na entrada 32 à saída 36. Na sua posição estável mostrada, o elemento de válvula 35 assenta na sede de válvula 33 fechando a conexão entre fornecimento na entrada 32 e a saída 36. A saída 36 é conectada por meio da passagem 75 ao volume 20. A estrutura mostrada, por exemplo, é similar à válvula de alívio DB10A disponível na válvula de controle de freio DB-60 disponível pela New York Air Brake Corporation.
[00034] Um exemplo da válvula pneumática 40 está mostrado com detalhes nas figuras 3A e 3B. O pistão/operador 41 é retido na sua posição para baixo pela mola 48. Quando o volume 20 é carregado para a pressão de disparo, o pistão 41 se eleva empurrando o elemento de válvula 45 para fora da sede de válvula 43 contra a mola 47. Isto conecta a fonte de pressão na entrada 42 à saída 46. Na sua posição estável mostrada, o elemento de válvula 45 assenta na sede de válvula 43 fechando a conexão entre fornecimento na entrada 42 e a saída 46. A saída 46 é conectada ao cilindro 10.
[00035] Embora válvula 30 mostrada na figura 3A seja exatamente um exemplo de uma válvula operada manualmente, outras válvulas podem ser usadas, as quais restabelecem automaticamente para uma posição estável ao remover a força aplicada manualmente. Ao usar a válvula específica mostrada que é operável a partir de múltiplas posições ao longo do veículo, somente uma válvula 30 necessita ser usada para operação a partir de ambos os lados do veículo.
[00036] Uma terceira modalidade está mostrada na figura 4 incluindo a válvula manual 30 conectada na saída 36 ao cilindro 10 e ao volume 20. O cilindro 10 é conectado pelo cabo 11 ao mecanismo de liberação do freio manual de estacionamento 13. A válvula manual 30 tem a fonte de pressão do reservatório 14 na entrada 32 e uma segunda entrada 32’ conectada à exaustão EX. Um atuador 80 inclui um pistão 82 conectado pela haste de pistão 84 à válvula manual 30. O pistão 82 divide o atuador 80 em duas câmaras incluindo o volume 20 e o volume 86. Uma mola 88 predispõe o pistão 82 e a válvula manual 30 para a posição desativada mostrada.
[00037] Quando a válvula manual 30 é ativada manualmente, sua saída 36 é desconectada da exaustão na entrada 32’ e conectada à fonte de pressão do reservatório 14 na entrada 32. Antes da ativação da válvula manual 30, o cilindro 10 e ambos os volumes 20 e 86 do atuador 80 são conectados à exaustão pela válvula manual 30. Após ativação da válvula manual 30, o pistão 10 e o volume 20 são carregados e o cilindro 10 e o pistão 82 se deslocam para a posição mostrada na figura 4. O estrangulador 22 e a pressão no volume 20 impedem que o volume 86 seja carregado inicialmente de forma significativa. A pressão no volume 20 retém inicialmente o pistão 82 e consequentemente a válvula manual 30 na posição ativada mostrada.
[00038] A pressão de ar no volume 82 aumenta com o tempo tal como definido pelo menos pelo estrangulador 22, uma vez que ele está inicialmente em uma pressão menor que a do volume 20. À medida que a pressão de ar no volume 86 em combinação com a força da mola 88 excede a força produzida pela pressão na câmara 20, o pistão 82 se desloca para a direita na figura e desloca a válvula manual 30 na direção de sua posição desativada. Uma vez que na posição desativada, a válvula manual 30 conecta o cilindro 10 e os volumes 20 e 86 à exaustão na entrada 32’. Por causa do estrangulador 22, o cilindro e o volume 20 são esgotados mais rápidos do que o volume 86. A mola 88 retém a válvula manual na posição desativada uma vez que todos os volumes 86 e 20 estejam esgotados.
[00039] Um exemplo da válvula manual 30 e do atuador 80 da figura 4 está ilustrado nas figuras 5A, 5B e 5C. A estrutura que é similar a essas das figuras 3 e 4 tem os mesmos números de referência. Um distribuidor 70 inclui um corpo 72 com as placas de face 74 e 76. O distribuidor 70 inclui passagens para interligações e no qual são montados a válvula manual 30, o volume 20, o primeiro estrangulador 22 e o atuador 80. O distribuidor inclui portas para a fonte de pressão 14 e para o cilindro pneumático 10.
[00040] A válvula manual 30 e o atuador 80 são montados no furo 71. Um exemplo da válvula operada manualmente 30 inclui um operador 31 que está em um mecanismo oscilador mantido na sua posição para baixo pela mola 38. Mediante movimento em qualquer direção radial de 360 graus, ele se eleva da posição mostrada na figura 5A para encaixe com a haste de pistão 84 do pistão 82 do atuador 80. Movimento adicional para cima e operação da válvula manual e do atuador 80 estão mostrados nas figuras 5B e 5C.
[00041] A válvula manual 30 e o atuador 80 estão mostrados como uma estrutura de válvula de deslizamento integral. O pistão 82 e a haste de pistão 84 formam o elemento deslizante da válvula de deslizamento e incluem as gaxetas 81, 83 e 85. O elemento deslizante e as gaxetas se deslocam em relação às portas na parede do furo de parte superior 71. As portas são conectadas à entrada de reservatório 32, à exaustão 32’ e à saída 36. O volume 20 está no furo 71 entre o pistão 82 e a haste de pistão 84. O volume 86 está no outro lado do pistão 82 e inclui uma mola 88. O estrangulador 22 é uma passagem no pistão 82 conectando os volumes 20 e 86.
[00042] Um mecanismo detentor 90 é fornecido e inclui um elemento de detenção 92 e uma mola 94. O elemento de detenção 92 encaixa com a lateral da haste de pistão 84 nas figuras 5A e 5B e está abaixo da haste de pistão 84 na figura 5C para retê-la elevada. Embora o detentor 90 defina um final mais binário ou acentuado para o tempo alongado de ativação do cilindro de liberação, a estrutura pode ser usada sem o detentor 90.
[00043] No estado desativado estável da figura 5A, os volumes 20 e 82 e a saída 86 para o cilindro 10 estão conectados às entradas de exaustão 32’. A entrada de reservatório 32 está selada pelas gaxetas 83 e 84. Durante o movimento inicial do operador manual 34, o operador 31 encaixa a haste de pistão 84 e desloca a haste de pistão 84 e o pistão 82 para cima tal como mostrado na figura 5B. A gaxeta 81 desconecta o volume 20 e a saída 36 da entrada de exaustão 32’. A gaxeta 83 interrompe a conexão da fonte da entrada de pressão 32.
[00044] Movimento adicional do operador manual 34 e do operador 31 desloca a haste de pistão 84 e o pistão 82 para cima tal como mostrado na figura 5C. A gaxeta 83 descobre a fonte da entrada de pressão 32 e a conecta ao volume 20 e à saída 36 para o cilindro 10. A gaxeta continua a desconectar o volume 20 e a saída 36 das entradas de exaustão 32’. O pistão 82 e a haste de pistão 84 são retidos nesta posição de válvula pelo detentor 90. O estrangulador 22 diminui o carregamento do volume 82 quando comparado ao volume 20 e cria um diferencial de pressão através do pistão 62. O diferencial de pressão é suficiente para reter o pistão 82 e consequentemente a válvula manual 30 na posição ativada mostrada sem o detentor 90.
[00045] A pressão de ar no volume 82 aumenta com o tempo tal como definido pelo menos pelo estrangulador 22, uma vez que ele está inicialmente em uma pressão menor que a do volume 20. À medida que a pressão de ar no volume 86 em combinação com a força da mola 88 excede a força produzida pela pressão na câmara 20 e uma força suficiente para superar o detentor 90, o pistão 82 se desloca para baixo na figura para a posição desativada da figura 5A. Uma vez que na posição desativada, o cilindro 10 e os volumes 20 e 86 são conectados à exaustão na entrada 32’. A mola 88 retém a válvula manual na posição desativada uma vez que todos os volumes 86 e 20 estejam esgotados.
[00046] Embora o presente sistema de controle de freio manual tenha sido descrito e ilustrado detalhadamente, é para ficar claramente entendido que o mesmo é somente a título de ilustração e exemplo, e não é para ser considerado a título de limitação. O escopo da presente invenção é para ser limitado somente pelos termos das reivindicações anexas.
Claims (21)
1. Sistema de controle, em um freio manual de veículo ferroviário contendo uma liberação ativada por um cilindro pneumático, caracterizado pelo fato de que compreende: uma válvula manual tendo uma saída conectada a uma fonte de pressão em uma entrada quando ativada manual mente; um volume a ser carregado pela fonte de pressão; uma primeira válvula pneumática tendo uma porta piloto conectada ao volume e tendo uma saída conectada à fonte de pressão em uma entrada quando o volume é carregado para uma pressão predeterminada para ativar a primeira válvula pneumática e após a válvula manual ser ativada; a saída da primeira válvula pneumática sendo conectada ao cilindro pneumático; e um primeiro estrangulador conectando o volume à exaustão; pelo qual o volume e o primeiro estrangulador prolongam o tempo em que a fonte de pressão fica conectada ao cilindro pneumático após a válvula manual ser ativada.
2. Sistema de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que inclui um segundo estrangulador conectando o cilindro pneumático à exaustão.
3. Sistema de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o volume é conectado à saída da válvula manual e carregado pela fonte de pressão quando a válvula manual é ativada.
4. Sistema de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o volume é conectado seletivamente à fonte de pressão ou à porta piloto da primeira válvula pneumática por meio de uma segunda válvula pneumática.
5. Sistema de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que a segunda válvula pneumática conecta o volume à fonte de pressão quando desativada e à porta piloto da primeira válvula pneumática quando ativada.
6. Sistema de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que uma porta piloto da segunda válvula pneumática é conectada à saída da primeira válvula pneumática e ativada quando a primeira válvula pneumática é ativada.
7. Sistema de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que a saída da válvula manual é conectada à porta piloto da primeira válvula pneumática para ativar inicialmente a primeira válvula pneumática.
8. Sistema de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a saída da válvula manual é conectada à porta piloto da primeira válvula pneumática para ativar inicialmente a primeira válvula pneumática.
9. Sistema de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a válvula manual é uma válvula osciladora.
10. Sistema de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que inclui um distribuidor com passagens para interligações e no qual são montados a válvula manual, a primeira válvula pneumática e o primeiro estrangulador.
11. Sistema de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que o distribuidor inclui portas para a fonte de pressão e para o cilindro pneumático.
12. Sistema de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que o distribuidor inclui o volume conectado pelas passagens para o estrangulador e para a primeira válvula pneumática.
13. Sistema de controle, em um freio manual de veículo ferroviário contendo uma liberação ativada por um cilindro pneumático, caracterizado pelo fato de que compreende: uma válvula manual tendo uma saída conectada a uma fonte de pressão em uma entrada quando ativada manualmente; um volume conectado à saída da válvula manual e carregado pela fonte de pressão quando a válvula manual é ativada; e um estrangulador conectando o volume a uma fonte de menor pressão quando o volume é carregado; pelo qual o volume e o estrangulador prolongam o tempo em que a fonte de pressão fica conectada ao cilindro pneumático após a válvula manual ser ativada.
14. Sistema de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o volume é conectado ao cilindro pneumático;
15. Sistema de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que inclui uma válvula pneumática tendo uma porta piloto conectada ao volume, e tendo uma saída conectada à fonte de pressão em uma entrada quando o volume é carregado para uma pressão predeterminada para ativar a válvula pneumática e após a válvula manual ser ativada; e a saída da válvula pneumática é conectada ao cilindro pneumático.
16. Sistema de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que inclui um atuador tendo um pistão conectado operacionalmente à válvula manual, e em que o volume está no atuador em uma primeira face do pistão para manter o pistão e a válvula manual acionados durante o tempo prolongado.
17. Sistema de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que o estrangulador conecta o volume a um volume em uma segunda face do pistão oposta à primeira face do pistão.
18. Sistema de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que o estrangulador é uma passagem no pistão.
19. Sistema de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o estrangulador conecta continuamente o volume à fonte de menor pressão.
20. Sistema de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que a válvula manual é uma válvula de deslizamento tendo um elemento deslizante e o pistão é o elemento deslizante da válvula de deslizamento.
21. Sistema de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que inclui um detentor para manter a válvula manual ativada durante o tempo prolongado.
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