BRPI1009280B1 - braçadeira de riser - Google Patents

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BRPI1009280B1
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Per Kristian Grønlund
Carsten Haavardtun
Kjell Hagatun
Helge Grande Urhamar
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Aker Subsea As
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Abstract

BRAÇADEIRA DE RISER. Uma braçadeira de riser (1) constituída de diversas partes e desenhada para carregar uma pluralidade de tubos de fluido (11) em paralelo com e distanciados de um riser de aço de superfície revestida (10) é mostrada. O riser (10) por si mesmo é desenhado para ser colocado no mar para comunicação entre uma cabeça de poço no leito do mar e um navio de superfície. Cada braçadeira de riser (1) é desenhada para fixação não rotacionável friccionai ao riser de superfície revestida (10) e é proporcionada com uma pluralidade de selas de tubo (1') para carregar os respectivos tubos fluidos (11). A braçadeira de riser (1) tem uma superfície de apoio interno (2) feita de material de compósito reforçado com fibra que é configurada substancialmente complementária a e desenhada para apoiar contra a superfície externa revestida por riser (10). A braçadeira de riser (1) é apertada por meio de meios de aperto que agem circunferencialmente.

Description

[001] A presente invenção se refere a uma braçadeira de riserconstituída de diversas partes e desenhada para carregar uma pluralidade de tubos de fluido em paralelo com e distanciados de um riser de aço de superfície revestida, cujo riser é desenhado para ser colocado no mar para comunicação entre uma cabeça de poço no leito do mar e um navio de superfície, dita braçadeira de riser é desenhada para fixação não rotacionável friccionai ao riser de superfície revestida e é proporcionada ainda com uma pluralidade de selas de tubo que carregam os respectivos tubos de fluido.
[002] Tal riser é tipicamente usado como risers de tubo de perfuração, isto é, para guiar uma coluna de perfuração de uma maneira controlável para baixo através do riser, através de um BOP e uma árvore de Natal no leito do mar, e ainda mais para baixo na formação do leito do mar para perfurar um poço de petróleo ou gás.
[003] Os risers têm por sua vez tubos de aço menores externamente fixos ao mesmo. Os tubos de aço são de diferentes dimensões e transportam algum tipo de fluido a fim de serem capazes de realizar certas funções na árvore de Natal e o BOP no leito do mar. Normalmente, os dois tubos maiores são tubos “obstrução e inativação”. O tubo de inativação tem como um objeto para ser capaz de fechar um poço em uma situação emergência pela ativação um dispositivo de corte e desligamento. O tubo de obstrução pode ser usado para controlar/regular a pressão dentro do poço. Além disso, “tubos de reforço” e tubos hidráulicos estão presentes para operar válvulas e êmbolos de desligamento.
[004] Os risers são normalmente montados por comprimentos de tubo de uma certa extensão, aqui, por exemplo, em comprimentos de 22 metros. Estes são colocados um contra o outro, extremidade a extremidade, por meio de acoplamentos de baioneta que possuem alta integridade com respeito a pressão e vazamento de fluido. Estes acoplamentos de baioneta, no entanto, somam, até certo ponto, na direção radial tal que os tubos de aço menores precisam estar localizados a alguma distância da superfície do riser. Isto é atendido pelas selas de tubo que ditam a distância entre os tubos de aço menores e a superfície do riser. Uma distância típica entre as braçadeiras de riser na direção longitudinal do riser será 2-3 metros.
[005] O problema particular que surge nestes tubos menores é que são expostos a movimentação alternando admissão de pressão e alívio de pressão a pressões bem altas, tais como 300 bars. Durante uma seqüência de admissão de pressão isto criará enormes forças de empuxo axial que buscam possibilitar o empenamento dos tubos de fluido. Isto apesar das paredes muito pesadas dos tubos menores de fluido. Como um exemplo, um tubo de fluido que tem um diâmetro externo de 75 mm terá um diâmetro interno de 25 mm somente. O fenômeno por sua vez cria enormes forças de torsão às braçadeiras de riser. O torque é amplificado em que as selas de tubo são distanciadas da superfície do riser.
[006] Tem sido um problema com braçadeiras de riser existentes feitas de aço que são expostas para rotação no riser e resulta em deformação permanente ponto a ponto nas situações mencionadas. Ver figura 1 que ilustra o fenômeno. Não faz com que seja melhor que exista um requisito ao tratamento de superfície dos risers, isto é, que são revestidos com uma camada de proteção contra a corrosão tal como epóxi, esmalte ou tinta. Assim é para ser entendido que é importante que orifícios não sejam feitos em dita camada, tinha que ocorrer durante a montagem ou pela mencionada rotação, tal que água do mar é admitida ao metal. Além disso, tal camada cria mais suavidade de superfície, isto é, normalmente um coeficiente de atrito mais baixo entre a braçadeira de riser e o riser.
[007] O documento do estado da técnica N°US 6.601.852 descreve um método de vedação entre uma abertura numa parede e um objeto que se estendo através desta abertura. Isso não se refere a um riser entre uma cabeça de poço no fundo do mar e um navio na superfície do mar. O objeto oblongo nessa abertura não tem nada a ver com um riser.
[008] O documento N° US2007/087639 revela uma braçadeira flutuante que não é intencionada para carregar tubos de fluido em paralelo com e afastados de um riser. Este documento tampouco mostra um par de metades tendo uma superfície de apoio interna feita de material compósito de fibra reforçada, as ditas metades tendo um recesso de sela para carregar um tubo de fluido.
[009] O documento N° US2007/158940 descreve uma braçadeira de um riser que não tem ânodo. Este riser se refere a um invólucro metálico com um tubo não metálico posicionado dentro dele; por exemplo, para transportar gás para o medidor de um cliente.
[010] Um objeto principal com a presente invenção tem sido encontrar uma solução que aumenta o atrito entre a braçadeira de riser e a superfície do riser.
[011] Isto é alcançado por uma braçadeira de riser do dito tipo introdutório que é distinguido em que a braçadeira de riser tem uma superfície de apoio interno feita de material compósito reforçado com fibra que é configurada substancialmente complementária a e desenhada para apoiar contra a superfície externa revestida do riser e que a braçadeira de riser é tensionada por meio de meios de aperto que agem circunferencialmente. Assim é para ser entendido que o material compósito tem uma matriz de resina que é esse constituinte do material compósito normalmente sendo em engate com a superfície do riser, enquanto a blindagem de fibra está localizada imediatamente no interior da superfície de engate.
[012] É assumido que as propriedades de atrito benéficas obtidas parcialmente são devidas ao módulo E de the material compósito reforçado ou blindado que é na ordem de magnitude 10 GPa (GigaPascal), enquanto o módulo E de aço é na ordem de 210 GPa. Como conhecido, o módulo E indica alguma coisa sobre a relação entre força e alongamento em um material.
[013] Outra presunção importante é os meios de aperto que agem circunferencialmente. Conferir a discussão da teoria separada juntamente com as figuras 7 e 8.
[014] Em uma primeira modalidade mais detalhada, a braçadeira de riser é constituída por uma parte principal de metal e uma parte de base do material compósito reforçado com fibra, onde a parte inferior proporciona um forro entre a parte principal e a superfície do riser.
[015] Em uma segunda e preferida modalidade, também com respeito à redução de peso, a braçadeira de riser é constituída de uma parte principal fabricada de material compósito blindado com fibra e uma parte de base também feita de material compósito blindado com fibra, cuja parte de base proporciona um forro entre a parte principal e a superfície do riser. Esta modalidade é particularmente adequada ao aproximar a águas mais profundas, quando o peso se torna um problema, sem que isto fosse considerado como uma limitação.
[016] Preferivelmente, dito forro do material compósito blindado com fibra pode ter uma espessura na ordem de magnitude 2-4 mm, preferivelmente 3 mm.
[017] Em uma terceira modalidade, cada parte da braçadeira de riser pode ser feita da mesma peça e precisamente do material compósito blindado com fibra. Isto significa que é omitido que o forro seria suficiente em algumas situações.
[018] É ainda para ser entendido que o material compósito blindado com fibra pode ter fibras de um ou mais materiais de fibra escolhidos entre; fibra técnica/têxteis tais como fibra de carbono, fibra de aramida e fibra de vidro.
[019] É também para ser entendido que o material compósito blindado com fibra pode ter uma matriz de resina que pode ser escolhida entre; éster de vinila do tipo polimérico, poliéster, epóxi, e termoplásticos.
[020] Os meios de aperto que agem circunferencialmente da braçadeira de riser podem ser bandas de tensionamento de resistência à tração adequada que prendem a braçadeira ao riser. A banda de tensionamento pode por sua vez incluir manilhas com pernos de aperto. Tais bandas de tensionamento proporcionam o efeito favorável de que toda a superfície de atrito é tomada em uso e cargas ponto a ponto são evitadas.
[021] Convenientemente, a braçadeira de riser tem porções de flange salientes contra as quais as bandas de tensionamento que agem circunferencialmente agem.
[022] Em uma modalidade conveniente, a braçadeira de riser pode ser constituída por duas metades colocadas uma contra a outra para encerrar o riser.
[023] Em ainda outra modalidade, as duas metades da braçadeira de riser podem ser articuladamente conectadas uma à outra, por exemplo, em que a braçadeira inteira é feita em uma peça, mas com uma linha de fratura em um local tal que esta aja como um ponto de dobradiça. Assim, a braçadeira pode ainda ser aberta, mesmo se for feita em uma peça quando é para ser fixa a um riser. Alternativamente uma dobradiça do tipo conhecido comumente por si mesmo pode ser usada a fim de manter as partes juntas, e ao mesmo tempo sendo capaz de ser aberta.
[024] Também para ser mencionado é que muitos materiais de borracha diferentes como uma camisa foi testada em uma braçadeira de riser de aço tradicional, sem ser capaz de alcançar o suficiente atrito entre a braçadeira de riser e a superfície do riser.
[025] Outros e adicionais objetos, características e vantagens surgirão a partir da seguinte descrição de modalidades preferidas da invenção, que são dadas para o propósito de descrição, e dadas em contexto com os desenhos anexos onde:
[026] A Fig. 1 mostra uma seção de riser danificada que ilumina o problema de acordo com a presente invenção,
[027] A Fig. 2 mostra uma braçadeira de riser em combinação com uma sela de tubo de acordo com a invenção,
[028] A Fig. 3 mostra uma correia que tem meios de aperto para prender ao riser,
[029] A Fig. 4 mostra uma vista em perspectiva e com as partes separadas, de uma braçadeira de riser completa com partes associadas,
[030] A Fig. 5 mostra uma vista em perspectiva uma braçadeira de riser montada,
[031] A Fig. 6A mostra uma vista em perspectiva de um riser com braçadeiras de riser montadas de acordo com a invenção,
[032] A Fig. 6B mostra uma vista detalhada da parte rodeada da Fig. 6A, e
[033] As Fig. 7 e 8 mostram o aperto com braçadeira com pernos versus braçadeira que age circunferencialmente.
[034] Referência é primeiramente feita à figura 1 que torna o problema que está sendo tratado mais claro. Um riser central 10 é circunscrito por diversos tubos menores, tais como tubos de “obstrução e inativação” 11 do tipo mencionado na introdução, e tubos hidráulicos 14. Cada seção de riser 10 tem conectores de extremidade 13 tal que um grande número de seções de tubo podem ser unidos a fim de montar um feixe de riser completo. Os conectores de extremidade 13 têm por sua vez meios de orientação que resultam em que os tubos menores 11, 14 sejam corretamente montados um em relação ao outro quando as seções de tubo 10 são unidas.
[035] Os tubos 11, 14 são fixos ao riser 10 por meio de braçadeiras 12, que tradicionalmente foram feitas de aço regular de grau adequado. Tais braçadeiras 12 têm provado em muitas situações serem inadequadas no sentido de que não são capazes de aguentar ou prevenir o empenamento dos tubos 11, 14. Assim as braçadeiras 12 têm cedido e rotacionado ao redor do riser 10 e o resultado é como esse ilustrado na figura 1, e com o perigo de posterior ruptura.
[036] A Figura 2 mostra uma vista em perspectiva de uma configuração típica das partes principais das inovadoras braçadeira de riser 1 e sela de tubo 1’ combinadas de acordo com a invenção, onde duas metades la e 1b são colocadas uma contra a outra. A braçadeira de riser 1 tem um superfície interna 2 que é particularmente desenhada e calculada para fixação friccionai rotacionalmente rígida a um riser 10. Os risers deste tipo, aqui especialmente destinados para propósitos de perfuração, são para serem colocados no mar a fim de conectar uma cabeça de poço no leito do mar com um navio de superfície. Os risers 10 tem a superfície revestida, isto é, que são revestidos com uma camada de proteção contra a corrosão tal como esmalte ou tinta.
[037] A braçadeira de riser 1 é proporcionada com uma pluralidade de selas de tubo 1’ que são desenhadas complementárias a uma superfície de tubo e são para suportar respectivos tubos de fluido circunferencialmente e uma distância de separação do riser 10. A superfície de apoio interno 2 da braçadeira de riser 1 é feita de material compósito blindado ou reforçado com fibra que por sua vez é destinado a engatar com a superfície externa de um riser 10, que é normalmente feito de aço.
[038] Em uma primeira modalidade (não mostrada) a braçadeira de riser é montada por uma parte principal de aço e uma parte secundária feita do material compósito blindado com fibra. Nesta modalidade, alguém pode dizer que a parte secundária constitui um forro entre a parte principal e a superfície do riser. O forro do material compósito blindado com fibra não é muito espesso e terá normalmente uma espessura na ordem de magnitude de 2-4 mm.
[039] Em uma segunda modalidade, como mostrada na figura 2, a braçadeira de riser 1 é feita em uma mesma peça do material compósito blindado com fibra, preferivelmente em uma configuração sólida. Os exemplos de fibras em material compósito blindado com fibra podem ser qualquer de diversos materiais escolhidos entre; fibra de carbono, fibra de aramida e fibra de vidro. As fibras são por sua vez incrustadas em uma matriz de resina escolhida entre éster de vinila, poliéster e epóxi.
[040] O material compósito blindado com fibra é construído em camadas, isto é, que o reforço de fibra está localizado em camadas no material de matriz. E a blindagem de fibra que é o portador de carga estrutural no material compósito. As fibras individuais da blindagem são juntadas em “fios”. Os fios podem por sua vez ser mantidos juntos em que aparecem na forma de uma malha ou tecido. Tipicamente todos os fios estão colocados em posição horizontal no plano e não com fios sobrepostos e fios subjacentes como em uma tecelagem. Os fios podem ser orientados de uma maneira conveniente dependendo de que direções principais as forças estão agindo. Os fios podem, por exemplo, ser orientados perpendiculares um ao outro, ou formar um ângulo agudo um ao outro. E ainda para ser entendido que é o material de matriz em si mesmo que engata com o riser, enquanto a blindagem de fibra está localizada imediatamente no interior da superfície contígua. A distância entre a superfície contígua e a camada incrustada adjacente de tecido de blindagem de fibra é determinada com base em cada aplicação individual.
[041] Para aumentar possivelmente ainda mais o agarre, a superfície de engate pode ter uma textura pré-determinada, isto é, tipo de um padrão, randômico ou repetitivo. Alguém pode ter contemplado que já durante a operação de moldagem uma tecelagem é colocada em posição horizontal no molde que em um lado é para formar uma interface com o material de matriz. Esta tecelagem pode também agir como uma proteção de transporte para ser virado quando a braçadeira de riser é para ser montada, tal que a tecelagem enquanto isso é mantida limpa e livre de sujeira, além de agir contra possíveis danos por transporte.
[042] Como ilustrado na figura 3, a braçadeira de riser 1 é por sua vez presa ao riser 10 por meio de uma banda de tensionamento 5 de resistência à tração adequada. A banda de tensionamento 5 incluiu manilhas 6 que têm pernos de aperto 7. A fim de evitar alongamento circunferencial na braçadeira 1, agente de deslizamento tal como graxa pode ser aplicado entre a banda de tensionamento 5 e a braçadeira 1. Assim será consolidado que o movimento relativo durante a operação de tensionamento ocorre entre a banda de tensionamento 5 e a superfície da braçadeira voltada externamente 1 e não na interface com o riser 10.
[043] A Fig. 4 mostra de novo a braçadeira de riser 1, agora com as partes associadas que completam a braçadeira. A braçadeira de riser 1 é como antes constituída por duas metades la e 1b que incluem respectivas selas de tubo 1’. A braçadeira de riser 1 rodeia o riser 10 que, para propósitos de ilustração, é aqui mostrado somente um comprimento do mesmo. Por um lado da braçadeira de riser 1, tubos 3a, 3b de maior e menor diâmetro são ilustrados, tal como tubos de “obstrução e inativação” e tubos hidráulicos como descrito previamente. São postos a apoiar em seus respectivos recessos de sela 1’ ’ e podem ser fixos no lugar por meio de respectivas braçadeiras 4a, 4b, 4c. As braçadeiras 4a, 4b, 4c podem ambas ser articuladas e fixas por meio de pernos e porcas (mostrado na figura 5). Os pernos são destinados a passar através dos orifícios ilustrados nas selas de tubo 1’ e as braçadeiras 4a, 4b, 4c. Na modalidade ilustrada, cinco recessos de sela 1” são dispostos em total que conseqüentemente são capazes para suportar cinco tubos. O raio de curvatura dos recessos de sela 1” é adaptado ao diâmetro dos tubos para estar localizado nos mesmos.
[044] Um enchimento ou forro 8 é ilustrado e pode em algumas variantes ser incluído, mas não é para ser considerado como obrigatório. O forro 8 é feito de material compósito blindado com fibra ou reforçado com fibra. Se a braçadeira de riser 1 é feita de metal, tal como alumínio, liga de alumínio, titânio ou aço, o forro 8 é obrigatório. Se a braçadeira de riser 1 é feita de material compósito blindado com fibra somente, é possível com uma variante que têm o forro 8 e uma variante que omite o forro 8. A espessura do forro 8 será tipicamente na ordem de magnitude 2-4 mm, sem que as dimensões cotadas devam ser consideradas como uma limitação da invenção.
[045] Como indicado previamente cada braçadeira de riser 1 é por sua vez presa ao riser 10 por meio de bandas de tensionamento 5 de resistência à tração adequada. Aqui duas bandas de tensionamento 5 são mostradas as quais são desenhadas para estarem localizadas em cada lado da sela de tubo 1’ quando vistas na direção longitudinal do riser 10. Como alguém pode ver a partir da figura, as partes de fixação la, 1b têm respectivos flanges que se estendem radialmente para fora 1c, ld que assistem em manter as bandas de tensionamento 5 no lugar na braçadeira de riser 1, isto é, entre um flange 1c, Id e as selas de tubo 1’. As bandas de tensionamento 5 incluem manilhas 6 com uma cavilha de aperto 7. Cada manilha 6 se estende através de uma alça 5a na banda de tensionamento 5 e a uma cavilha de aperto 7 é centralmente disposta e contribui ao equilíbrio das forças que agem dentro das duas bandas de tensionamento 5.
[046] A Fig. 5 mostra uma braçadeira de riser completamente montada 1. As duas partes de fixação la, lb são colocadas uma contra a outra e têm sua linha de partição D radialmente direcionada e se estendendo no meio através da sela de tubo 1 ’ que é desenhada para suportar um único tubo somente. A braçadeira de riser 1 pode ser partida ou ser articuladamente conectada na área O adjacente às partes de manilha 6,7. A construção restante é como descrita com respeito à figura 4 e não será repetida aqui.
[047] A Fig. 6A mostra um riser montado acabado 20 que têm um número de braçadeiras de riser montadas 1 de acordo com a invenção. As braçadeiras de riser 1 suportam tubo de obstrução e inativação e tubos hidráulicos de acordo com cada aplicação individual contemplada. É para ser mencionado que é um esforço de alta demanda segurar as braçadeiras 1 tal que as selas sejam colocadas em posição horizontal completamente alinhadas tal que cada tubo individual se estenda tão retilíneo quanto praticamente possível.
[048] A Fig. 6B mostra em escala aumentada a parte rodeada da figura 6A. O riser central 10 é mostrado e ao qual as braçadeiras de riser 1 são fixas. As figuras mostram em detalhe mais aproximado como tanto um tubo de obstrução e inativação mais grosso 3b e um tubo hidráulico mais fino 3 a são suportados por uma sela de tubo 1’ e como por sua vez são fixos em posição por meio das partes de braçadeira 4a, 4b. Nesta modalidade é mostrado como três tubos mais grossos e três tubos mais finos são suportados pelas braçadeiras de riser 1. As bandas de tensionamento 5 são como mostradas na figura 4.
[049] Com respeito à Fig. 7 e 8 uma teoria será agora descrita sobre os meios de aperto que agem circunferencialmente. O que se pretende evitar é que um movimento relativo ocorre entre as superfícies de contato quando o tensionamento ocorre. Ao apertar um mecanismo de fixação ao redor de um objeto circular, a tensão irá alongar qualquer objeto que está sendo apertado. O atrito entre os dois objetos tentará evitar este alongamento. O resultado da tensão será uma força de atrito entre o objeto e uma força normal perpendicular às superfícies que agem entre o objeto de fixação e o objeto circular. Durante o tensionamento a força de atrito não é desejada uma vez que quebra o processo, mas após o aperto estar completado, o atrito é desejado para manter as partes no lugar.
[050] Ver a ilustração na Fig. 7 que mostra o que está ocorrendo em uma solução de perno de fixação comum. A tensão é aplicada pelo movimento U um em direção ao outro. O atrito entre o objeto circular e a braçadeira de fixação tentará prevenir o movimento criando uma queda em alongamento na braçadeira. A partir disto, o presente segue: ei>e2>e3>e4>e5 Isto é indesejável devido à perda de controle da tensão. O alongamento desejado seria uma distribuição uniforme do alongamento para controle máximo 61=62=63=64=65 =k Pela retirada da tensão do objeto de fixação a um terceiro objeto, por exemplo, uma correia orbital, toda a força tensional pode ser transferida no objeto circular como uma força normal e não uma força de cisalhamento de atrito entre os objetos. Isto é feito criando uma alta interface de atrito entre o objeto de fixação e o objeto de tubo, enquanto se reduz o atrito na interface entre o objeto de fixação e o objeto a ser tensionado.
[051] Ver a figura 8 que ilustra isto por uma correia que age circunferencialmente. Tensionar com um terceiro objeto, ei a es se torna zero entre o objeto de fixação e o objeto circular uma vez que não existe alongamento no objeto de fixação.
[052] Todo o alongamento é transferido ao objeto de tensionamento com um baixo atrito (por exemplo, graxa) entre o objeto de tensionamento e o objeto de fixação onde a seguinte relação existe: ei>e2>e3>e4>e5 61=62=63=64=65 =k como 0 coeficiente de atrito g—>0 Isto significa que o tensionamento se torna mais ideal ao reduzir o coeficiente de atrito entre o objeto de tensão e o objeto de fixação, sem reduzir a funcionalidade do objeto de fixação que pode ter um alto coeficiente de atrito contra o objeto circular.

Claims (9)

1. Braçadeira de riser (1) para carregar uma pluralidade de tubos de fluido (11) em paralelo com e distanciados de um riser de aço de superfície revestida (10), cujo riser (10) é desenhado para ser colocado no mar para comunicação entre uma cabeça de poço no leito do mar e um navio de superfície, cuja braçadeira de riser (1) é caracterizada pelo fato de compreender: duas metades (la, 1b) para fixação não rotacionável friccionai ao riser de superfície revestida (10) duas metades (la, 1b) que têm uma superfície externa e uma superfície de apoio interna (2) feita de material compósito reforçado com fibra, cuja superfície interna (2) é configurada para apoiar circunferencialmente contra a superfície externa revestida do riser (10), as duas metades têm primeiro e segundo flanges (1c, ld) que salientam radialmente para fora, uma sela de tubo (T) localizada entre os primeiro e segundo flanges (1c, ld), que se estende radialmente para fora da dita superfície facial externa para um primeiro recesso de sela (1”) para carregar um primeiro tubo de fluido que é radialmente afastado do riser de aço de superfície revestida (10), uma primeira braçadeira conectada com a sela de tubo (T) para segurar o primeiro tubo de fluido no primeiro recesso de sela (1”), uma banda (5) de tensionamento a ser posicionada circunferencialmente ao redor das ditas metades (la, 1b) e localizada na superfície facial externa entre a sela de tubo (T) e um dos primeiro e segundo flanges (1c, ld), a dita banda (5) de tensionamento agindo circunferencialmente nas duas metades (la, 1b) e assim fixando não-rotacionalmente as metades (la, 1b) ao riser de aço de superfície revestida (10) em proporção à tensão da banda (5) de tensionamento.
2. Braçadeira de riser de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que as ditas metades (la, 1b) são de metal.
3. Braçadeira de riser de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que as ditas metades (la, 1b) são feitas de material compósito reforçado com fibra.
4. Braçadeira de riser de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a superfície interna de apoio é formada por um forro (8) do material compósito reforçado com fibra com uma espessura de entre 2 e 4 mm.
5. Braçadeira de riser de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o material compósito reforçado com fibra tem fibras de um ou mais materiais de fibra escolhidos entre fibra de carbono, fibra de aramida e fibra de vidro.
6. Braçadeira de riser de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o material compósito reforçado com fibra tem uma matriz de resina escolhida entre éster de vinila, poliéster e epóxi.
7. Braçadeira de riser de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a banda de tensionamento (5) compreende manilhas (6) que têm pernos de aperto (7).
8. Braçadeira de riser de acordo a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a superfície interna da braçadeira de riser (1) tem uma textura que é randômica ou repetitiva.
9. Braçadeira de riser de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que ela compreende: um segundo recesso de sela formado na sela de tubo para carregar um segundo tubo de fluido posicionado radialmente afastado da superfície facial externa e o riser, e uma segunda braçadeira conectada com a sela de tubo para segurar o segundo tubo de fluido no segundo recesso de sela.
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