BRPI1009387B1 - Controles de potência de malha para acesso a pacotes de enlaceascendente de alta velocidade em multiportadora - Google Patents
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Abstract
controle de potência de malha para acesso a pacotes de enlace ascendentes de alta velocidade em multiportadora. é apresentado um método para comunicações sem fio. o método inclui aplicar controles de potência independentes a duas ou mais portadoras a partir de um conjunto de sinais de acesso a pacotes de alta velocidade. o método inclui monitorar a potência através das duas ou mais portadoras de modo a se determinar os níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes de alta velocidade. o método inclui também ajustar pelo menos um de um controle de malha aberta, um controle de malha interna ou um controle de malha externa em vista dos níveis de potências para o conjunto de sinais de acesso a pacotes.
Description
[001] A descrição seguinte refere-se de maneira geral a sistemas de comunicação sem fio e, mais especificamente, ao provimento de controles de potência de malha para múltiplas portadoras associadas ao Acesso a Pacotes de Enlace ascendente de Alta Velocidade (HSUPA).
[002] Os sistemas de comunicação sem fio são amplamente implementados para prover diversos tipos de conteúdo de comunicação, tais como voz, dados e assim por diante. Estes sistemas podem ser sistemas de acesso múltiplo capazes de suportar comunicação com múltiplos usuários pelo compartilhamento dos recursos de sistema disponíveis (largura de banda e potência de transmissão, por exemplo). Exemplos de tais sistemas de acesso múltiplo incluem sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Frequência (FDMA), sistemas de Evolução a Longo Prazo (LTE) 3GPP, que incluem E-UTRA e sistemas de acesso múltiplo por divisão de frequência ortogonal (OFDMA).
[003] Um sistema de comunicação por multiplexação por divisão de frequência ortogonal (OFDM) particiona de maneira eficaz a largura de banda total do sistema em múltiplas (NF) subportadoras, que podem ser também referidas como sub-canais de frequência, tons ou faixas de frequência. Para um sistema OFDM, os dados a serem transmitidos (isto é, os bits de informação) são primeiramente codificados com um esquema de codificação específico de modo a gerar bits codificados, e os bits codificados são também agrupados em símbolos multi-bit que são em seguida mapeados em símbolos de modulação. Cada símbolo de modulação corresponde a um ponto em uma constelação de sinais definida por um esquema de modulação específico (M-PSK ou M-QAM, por exemplo) utilizado na transmissão de dados. A cada intervalo de tempo que pode ser dependente da largura de banda de cada sub-portadora de frequência, um símbolo de modulação pode ser transmitido em cada uma das NF sub-portadoras de frequência. Assim, OFDM pode ser utilizada para combater a interferência intersimbólica (ISI) causada por desvanecimento seletivo em frequência, que é caracterizado por diferentes graus de atenuação através da largura de banda do sistema.
[004] Geralmente, um sistema de comunicação de acesso múltiplo sem fio pode suportar concomitantemente comunicação para múltiplos terminais sem fio que se comunicam com uma ou mais estações base por meio de transmissões nos enlaces direto e reverso. O enlace direto (ou enlace descendente) refere-se ao enlace de comunicação das estações base para os terminais, e o enlace reverso (ou enlace ascendente) refere-se ao enlace de comunicação dos terminais para as estações base. Este enlace de comunicação pode ser estabelecido por meio de um sistema de única- entrada e única-saída, de múltiplas-entradas e única-saída ou de múltiplas-entradas e múltiplas-saídas (MIMO).
[005] Uma questão com sistemas sem fio refere-se a controles de multiportadora para acesso a pacotes de enlace ascendente de alta velocidade (HSUPA). Em geral, o HSUPA emprega um programador de pacotes, mas funciona com base no princípio solicitação-concessão, de acordo com o qual o equipamento de usuário ou dispositivo pode solicitar permissão para enviar dados e um programador decide quando e quantos dispositivos serão autorizados a fazê-lo. Uma solicitação de transmissão contém dados sobre o estado do armazenador e da fila de transmissões no dispositivo e sua margem de potência disponível. Além deste modo programado de transmissão, padrões aplicáveis também permitem um modo de transmissão auto-iniciado dos dispositivos, denotado não programado. Além disto, um controle não independente sobre as portadoras tornou difícil regular a potência entre as portadoras e controlar a interferência entre dispositivos e/ou canais. Além do mais, além do controle não independente, sistemas de controle de multiportadora não tinham a capacidade de escalonar apropriadamente alocações de potência entre portadoras quando as condições determinavam. Tal falta de independência de controle e escalonamento tornou excessivamente difícil entregar a qualidade de serviço desejada.
[006] A seguir é apresentado um sumário simplificado de modo a se obter um entendimento básico de alguns aspectos do objeto reivindicado. Este sumário não é uma vista geral extensiva e não pretende nem identificar os elementos chave/críticos nem delinear o alcance do objeto reivindicado. Sua única finalidade é a de apresentar alguns conceitos sob uma forma simplificada como uma introdução à descrição mais detalhada que é apresentada mais adiante.
[007] Sistemas e métodos provêm controles de potência de malha através de múltiplas portadoras sem fio de maneira independente para redes de acesso a pacotes de alta velocidade. Sob um aspecto, controles de potência de malha aberta são providos para controlar potência através das múltiplas portadoras. Tais controles são tipicamente aplicados a configurações de potência iniciais, tais como para o canal de acesso aleatório físico (PRACH), e a configurações de potência do canal de controle físico dedicado (DPCCH), por exemplo. Sob outro aspecto, malhas de controle abertas ou fechadas são providas para controles de potência de portadora. Estas podem incluir realimentação de bits a partir do Nó B ou estações de transmissão para equipamento de usuário (UE), em que os sinais de ruído recebidos podem ser comparados com pontos de ajuste que permitem que comandos de elevação de potência (power up) ou diminuição de potência (power down) sejam enviados ao respectivo UE de modo a se ajustar dinamicamente a potência (elevação ou diminuição) para uma portadora ou através de um conjunto de portadoras. Sob ainda outro aspecto, controles de malha externa podem ser providos para controlar também a potência através de várias portadoras de alta velocidade. Os controles de potência externa são geralmente comunicados por um controlador de rede rádio (RNC) ao Nó B por meio de uma interface com rede. Um algoritmo separado pode ser provido por portadora, em que um ponto de ajuste de potência gerado pelo RNC é determinado para cada portadora pelo desempenho de dados na respectiva portadora.
[008] Para a consecução das finalidades precedentes e afins, determinados aspectos ilustrativos são aqui descritos em conexão com a descrição seguinte e os desenhos anexos. Estes aspectos indicam, contudo, apenas algumas das diversas maneiras pelas quais os princípios do objeto reivindicado podem ser utilizados, e o objeto reivindicado pretende incluir todos os aspectos que tais e seus equivalentes. Outras vantagens e aspectos inéditos podem tornar-se evidentes com descrição seguinte quando considerada em conjunto com os desenhos.
[009] A Figura 1 é um diagrama de blocos de alto nível de um sistema que provê controle de potência de malha de várias portadoras independente para um sistema de comunicação sem fio.
[0010] A Figura 2 é um diagrama que mostra controles de malha aberta, malha externa e malha interna em um sistema de comunicação sem fio.
[0011] A Figura 3 mostra um controlador de malha aberta para um sistema de comunicação sem fio.
[0012] A Figura 4 mostra um controlador de malha aberta para um sistema de comunicação sem fio.
[0013] A Figura 5 mostra um método para controle de potência de malha de várias portadoras para um sistema de comunicação sem fio.
[0014] A Figura 6 mostra um módulo lógico exemplar para controle de potência de malha de várias portadoras.
[0015] A Figura 7 mostra um módulo lógico exemplar para controle de potência de malha de várias portadoras alternativo.
[0016] A Figura 8 mostra um aparelho de comunicação exemplar que utiliza controle de potência de várias portadoras.
[0017] A Figura 9 mostra um sistema de comunicação sem fio de acesso múltiplo.
[0018] As Figuras 10 e 11 mostram sistemas de comunicação exemplares.
[0019] São apresentados sistema e métodos para controlar potência através de várias portadoras em uma rede sem fio. Sob um aspecto, é apresentado um método para comunicação sem fio. O método inclui aplicar controle de potência independente a duas ou mais portadoras a partir de um conjunto de sinais de acesso a pacotes de alta velocidade. O método inclui monitorar a potência através das duas ou mais portadoras de modo a se determinar níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes de alta velocidade. O método inclui também ajustar pelo menos um de um controle de malha aberta, um controle de malha interna ou um controle de malha externa em vista dos níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes.
[0020] Deve-se observar que, em uma ou mais modalidades exemplares aqui descritas, as funções descritas podem ser implementadas em hardware, software, firmware ou qualquer combinação deles. Se implementadas em software, as funções podem ser armazenadas em ou transmitidas através de uma ou mais instruções ou códigos em um meio legível por computador. Os meios legíveis por computador incluem tanto meios de armazenamento em computador quanto meios de comunicação que incluem qualquer meio que facilite a transferência de um programa de computador de um lugar para outro. Um meio de armazenamento pode ser qualquer meio disponível que possa ser acessado por um computador. A título de exemplo, e não de limitação, tal meio legível por computador pode compreender RAM, ROM, EEPROM, CD-ROM ou qualquer outro armazenamento em disco óptico, armazenamento em disco magnético ou outros dispositivos de armazenamento magnético ou qualquer outro meio que possa ser utilizado para portar ou armazenar dispositivos de código de programa desejados sob a forma de instruções ou estruturas de dados e que possa ser acessado por um computador de uso geral ou para fins especiais. Além disto, qualquer conexão é apropriadamente denominada de meio legível por computador. Por exemplo, se o software for transmitido de um site da Web, servidor ou outra fonte remota utilizando-se um cabo coaxial, cabo de fibra óptica, par trançado, linha de assinante digital (DSL) ou tecnologias sem fio tais como infravermelho, rádio e micro-ondas, então o cabo coaxial, o cabo de fibra óptica, o par trançado, a DSL ou tecnologias sem fio tais como infravermelho, rádio e micro-ondas são incluídos na definição de meio. O termo disco (disk e disc no original), conforme aqui utilizado, inclui disco compacto (CD), disco de laser, disco óptico, disco versátil digital (DVD), disco flexível e disco Blu-ray, em que usualmente discos (disks) reproduzem dados magneticamente, enquanto discos (discs) reproduzem dados opticamente com lasers. Combinações deles devem ser também incluídas dentro do alcance dos meios legíveis por computador.
[0021] Com referência agora à Figura 1, um sistema 100 provê um controle de potência de malha para uma rede de comunicações sem fio 110, em que vários controles de malha 114 são utilizados para regular a potência de transmissão de dispositivos de usuário de maneira independente entre várias portadoras. O sistema 100 inclui uma ou mais estações base 120 (também referidas como nós, nós B evoluídos - eNBs, eNBs servidoras, eNBs-alvo, femto- estações, pico-estações) que podem ser entidades capazes de comunicação, através da rede sem fio 110, com diversos dispositivos 130. Por exemplo, cada dispositivo 130 pode ser um terminal de acesso (também referido como terminal, equipamento de usuário, entidade de gerenciamento de mobilidade (MME) ou dispositivo móvel). O dispositivo 130 pode incluir controles de potência e escalonamento independentes 140 que são providos para gerenciar potência através de várias portadoras sem fio. Tais controles 140 respondem a comandos de elevação ou redução de potência 150 que emanam da estação base 120. Em 114, por exemplo, podem ser apresentados diversos controles de malha que são controlados de maneira independente (cada portadora tendo controle de malha separado, por exemplo). Conforme mostrado, os controles de malha 114 podem incluir controles de malha interna, controles de malha externa e/ou controles de malha aberta para ajustar dinamicamente a potência através do conjunto de portadoras (individual e/ou coletivamente).
[0022] Conforme mostrado, a estação base 120 comunica-se com o dispositivo (ou dispositivos) 130 por meio do enlace descendente 160 e recebe dados por meio do enlace ascendente 170. Tal designação de enlace ascendente e enlace descendente é arbitrária uma vez que o dispositivo 130 pode também transmitir dados por meio de enlace descendente e receber dados por meio de canais de enlace ascendente. Deve-se observar que, embora dois componentes 120 e 130 sejam mostrados, mais de dois componentes podem ser utilizados na rede 110, onde tais componentes adicionais podem ser também adaptados para o controle de potência de malha aqui descrito. Deve-se observar também que, embora os controles 140 se apliquem tipicamente a sistemas de acesso a pacotes de enlace ascendente de alta velocidade (HSUPS), tais controles podem aplicar-se também ao protocolo de acesso a pacotes de enlace descendente de alta velocidade (HSDPA) ou a outros protocolos sem fio também.
[0023] Em geral, os controles de malha 114, 140 e 150 regulam configurações de potência através de várias portadoras sem fio de maneira independente para redes de acesso a pacotes de alta velocidade. Sob um aspecto, é apresentado um método de controle de potência para portadoras sem fio, em que controles de malha independentes 114 podem ser aplicados a uma ou mais portadoras de um conjunto de portadoras. O método inclui responder a comandos de elevação de potência e diminuição de potência 150 através de várias portadoras e dividir a alocação de potência permitida através de pelo menos duas portadoras sem fio em resposta aos comandos de elevação de potência e diminuição de potência. Assim, o sistema 100 provê controles de potência de malha 114 através de várias portadoras sem fio de maneira independente para redes de acesso a pacotes de alta velocidade. Sob um aspecto, os controles de potência de malha aberta em 114 são providos para controlar a potência através das várias portadoras. Tais controles são tipicamente aplicados a configurações de potência iniciais, como, por exemplo, para as configurações de potência do canal de acesso aleatório físico (PRACH) e do canal de controle físico dedicado (DPCCH), conforme será descrito mais detalhadamente a seguir com relação à Figura 3, por exemplo.
[0024] Sob outro aspecto, são apresentadas malhas de controle internas em 114 para controles de potência de portadora. Estes podem incluir realimentação de bits do Nó B ou de estações de transmissão para equipamento de usuário (UE), em que os sinais de ruído recebidos podem ser comparados com pontos de ajuste que permitem o envio de comandos de elevação de potência ou diminuição de potência ao respectivo UE para ajustar dinamicamente a potência (de maneira ascendente ou descendente) para uma portadora ou através de um conjunto de portadoras. Sob ainda outro aspecto, controles de malha externa podem ser apresentados em 114 para controlar também através de várias portadoras de alta velocidade. Os controles de potência de malha externa, que são descritos mais detalhadamente com relação à Figura 4, são geralmente comunicados por um controlador de rede rádio (RNC) ao Nó B por meio de uma interface com rede (interface Iub, por exemplo). Um algoritmo separado pode ser provido por portadora, em que um ponto de ajuste de potência gerado pelo RNC é determinado para cada portadora pelo desempenho de dados na respectiva portadora. Os controles de potência de malha 114 serão mostrados e descritos mais detalhadamente a seguir com relação à Figura 2.
[0025] Deve-se observar que o sistema 100 pode ser utilizado com um terminal de acesso ou dispositivo móvel e pode ser, por exemplo, um módulo tal como um cartão SD, um cartão de rede, um cartão de rede sem fio, um computador (inclusive laptops, desktops, assistentes digitais pessoais (PDAs)), telefones móveis, telefones inteligentes ou qualquer outro terminal que possa ser utilizado para acessar uma rede. O terminal acessa a rede por meio de um componente de acesso (não mostrado). Em um exemplo, uma conexão entre o terminal e os componentes de acesso pode ser sem fio por natureza, em que os componentes de acesso podem ser a estação base e o dispositivo móvel é um terminal de acesso. Por exemplo, o terminal e as estações base podem comunicar-se por meio de qualquer protocolo sem fio adequado, inclusive, mas sem estar limitado a, Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA), Acesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA), Acesso Múltiplo por Divisão de Frequência (FDMA), Multiplexação por Divisão de Frequência Ortogonal (OFDM), OFDM FLASH, Acesso Múltiplo por Divisão de Frequência Ortogonal (OFDMA) ou qualquer outro protocolo adequado.
[0026] Os componentes de acesso podem ser um nó de acesso associado a uma rede cabeada ou uma rede sem fio. Para isso, os componentes de acesso podem ser, por exemplo, um roteador, um comutador ou semelhantes. O componente de acesso pode incluir uma ou mais interfaces, como, por exemplo, módulos de comunicação, para comunicação com outros nós de rede. Além disto, o componente de acesso pode ser uma estação base (ou ponto de acesso sem fio) em uma rede do tipo celular, em que estações base (pontos de acesso sem fio) são utilizadas para prover áreas de cobertura sem fio para uma série de assinantes. Tais estações base (ou pontos de acesso sem fio) podem ser dispostas para prover áreas de cobertura contíguas para um ou mais telefones celulares e/ou outros terminais sem fio.
[0027] Com referência agora à Figura 2, um sistema 200 mostra controles de malha detalhados para um sistema sem fio de várias portadoras. De maneira semelhante ao sistema acima, o sistema 200 inclui uma ou mais estações base 220, que podem ser entidades capazes de comunicação através da rede sem fio 210 com vários dispositivos 230. Por exemplo, cada dispositivo 230 pode ser um terminal de acesso (também referido como terminal, equipamento de usuário, entidade de gerenciamento de mobilidade (MME) ou dispositivo móvel). O dispositivo 230 pode incluir controles de potência e escalonamento independentes 240, que são apresentados para responder a comandos de elevação ou redução de potência 250 que emanam da estação base 220. Conforme mostrado, a estação base 220 se comunica com o dispositivo (ou dispositivos) 230 por meio do enlace descendente 260 e recebe dados por meio do enlace ascendente 270.
[0028] Conforme mostrado, um controle de malha aberta 280 pode ser apresentado além de um controle de malha interna ou malha fechada em 284. Um controlador de rede rádio (RNC) 290 e uma interface 294 (interface Iub, por exemplo) formam um controle de malha externa 296. Em geral, um controle de potência é utilizado no gerenciamento de interferência em sistemas CDMA que incluem WCDMA/HSPA. O controle de potência de enlace ascendente no enlace ascendente WCDMA e no HSUPA pode ter geralmente três malhas, embora outras malhas sejam possíveis (malhas aninhadas, por exemplo). O controle de malha aberta 280 é geralmente aplicável à potência inicial. O controle de malha fechada 284 utiliza geralmente uma realimentação de um bit do Nó B 220 para o UE 230, embora mais de um bit possa ser utilizado. O Nó B 220 compara a SINR (relação sinal/ruído) piloto recebida com um ponto de ajuste e envia comandos ‘ascendentes’ e ‘descendente’ utilizando um bit por partição, por exemplo. O UE 230 ajusta sua potência em um grau de 1 dB para cima ou para baixo (ou outro valor incremental) dependendo do comando. O UE 230 reduz sua potência desde que um Nó B em seu conjunto ativo envie a ele um comando ‘descendente’. O ponto de ajuste da malha externa 296 utilizado pelo Nó B 220 na malha fechada é determinado pelo RNC 290. O ponto de ajuste pode ser baseado na taxa de erros de pacote nos canais de dados, por exemplo.
[0029] Deve-se observar que variações na potência de canal instantâneas podem não estar totalmente correlacionadas mesmo através de duas portadoras adjacentes. Portanto, cada uma das duas ou mais portadoras de enlace ascendente deve ter um controle de potência de malha interna 284 separado. Os comandos de controle de potência de enlace ascendente enviados pelo Nó B 220 são portados ou no DPCH ou no E-DPCH na portadora-âncora de enlace descendente e no F-DPCH na portadora de enlace descendente emparelhada com o enlace ascendente secundário. A potência de transmissão máxima do UE 230, depois do recuo devido à limitação métrica cúbica, é compartilhada entre duas ou mais portadoras de enlace ascendente. Quando a potência de transmissão total do UE 230 está dentro do tamanho de grau de controle de potência até a potência de transmissão máxima, o UE escalona a sua potência entre as portadoras e entre os canais em cada portadora. Novas regras de controle podem ser providas para o escalonamento de potência entre as portadoras enquanto se utilizam regras atuais no escalonamento de potência entre os canais em cada portadora.
[0030] O UE 230 recebe dois conjuntos de bits de controle de potência, um para cada portadora durante cada período de combinação de comandos TPC. O UE 230 primeiro deriva um comando TPC para cada portadora por cada regra atual. Se ambos os comandos forem ‘descendentes’, o UE 230 aplica a redução de potência em ambas as portadoras. Neste caso, nenhuma nova regra é necessária. Se apenas um dos dois comandos for ‘descendente’, o UE 230 primeira aplica a redução de potência na portadora correspondente antes de aplicar o aumento de potência na outra portadora. Se o UE não tiver potência bastante para aumentar sua potência no tamanho de grau de controle de potência na portadora com o comando ‘ascendente’, o UE escalona sua potência em todos os canais nesta portadora de acordo com as regras atuais.
[0031] Se ambos os comandos forem ‘ascendentes’, e se o UE 230 tiver potência suficiente para seguir ambos os comandos, o UE aplica o aumento de potência a ambas as portadoras. Se o UE 230 não tiver potência suficiente para seguir ambos os comandos, há pelo menos três opções para o UE alocar sua potência entre as portadoras: 1- O UE aumenta sua potência na mesma proporção em cada portadora de modo que a potência de transmissão máxima seja obtida. 2- O UE primeiro aumenta sua potência tanto quanto possível na portadora-âncora e em seguida aumenta sua potência na portadora secundária de modo que a potência de transmissão máxima seja obtida. 3- O UE primeiro aumenta sua potência tanto quanto possível na portadora com potência de transmissão DPCCH mais baixa e em seguida aumenta sua potência na outra portadora de modo que a potência de transmissão máxima seja obtida.
[0032] A Opção 1 é a mais simples, em que a Opção 2 tem as vantagens seguintes: • A potência DPCCH e DPDCH na portadora- âncora será preservada exatamente como no caso de portadora única. • O HS-DPCCH tem melhor proteção se o HS- DPCCH para ambas as portadoras for enviado apenas na âncora.
[0033] A Opção 3 pode resultar em uma SINR recebida total aperfeiçoada para os canais de dados na estação base 220 e, portanto, em melhor capacidade de transmissão de dados total. Regras semelhantes podem ser aplicadas para potência de transmissão.
[0034] Para o controle de malha externa 296, o acréscimo das chamadas de segunda portadora para sinalização Iub possível se altera. Assim, malhas externas separadas podem ser providas para as duas (ou mais) portadoras. Isto é monitorado por considerações de robustez uma vez que o desvanecimento, variações de interferência e taxas de dados nas duas portadoras podem ser diferentes.
[0035] Para o controle de potência de malha aberta 280, o controle de potência de malha aberta em um sistema de portadora única pode ser utilizado para ajustar tanto a potência de transmissão PRACH inicial quanto a potência de transmissão DPCCH inicial. Uma vez que não há PRACH enviado pelo UE na portadora de enlace ascendente secundária, nenhuma alteração é necessária no que se refere ao controle de potência para o PRACH. Com um enlace ascendente de portadora única, quando do estabelecimento do DPCCH, o UE determina sua potência de transmissão DPCCH inicial utilizando a fórmula exemplar seguinte: Potência_Inicial_DPCCH = Deslocamento_Potência_DPCCH — RSCP_CPICH
[0036] Esta fórmula pode permanecer para a portadora-âncora de enlace ascendente. Se a portadora de enlace ascendente secundária for estabelecida depois da âncora, o UE 230 pode fazer com que a potência de transmissão DPCCH inicial na portadora secundária seja semelhante à potência de transmissão DPCCH instantânea na portadora-âncora. Uma vez que as duas portadoras de enlace ascendente são adjacentes, a condição de canal da portadora de enlace ascendente secundária está mais correlacionada com a condição de canal da portadora-âncora de enlace ascendente do que com as condições de canal da portadora de enlace descendente emparelhada com o enlace ascendente secundário. Além disto, a exatidão da medição RSCP_CPICH pode não ser grande quanto a da potência de transmissão DPCCH (encontrar referência). Portanto, a utilização da potência de transmissão DPCCH instantânea na portadora- âncora como a potência de transmissão DPCCH inicial na segunda portadora resulta na convergência mais rápida do controle de potência de malha interna 284 depois da transmissão DPCCH inicial.
[0037] Com referência agora à Figura 3, é mostrado um controlador de malha aberta 300. O controle de potência de malha aberta pode ser utilizado para determinar a potência inicial para um canal de acesso aleatório físico (PRACH) 310 e para um canal de controle físico dedicado (DPCCH) 320. No HSUPA de várias portadoras, há geralmente duas portadoras de enlace ascendente. Uma opção é a de não se ter o PRACH na portadora secundária. Assim, uma configuração de controle de rádio-recursos (RRC) virá através da Configuração Rádio-Portadora na âncora. Este modo é mais benéfico quando as duas portadoras são adjacentes, ou portadoras com pequena separação. Entretanto, a portadora secundária deve ainda computar sua potência inicial para o DPCCH 320. A malha aberta da portadora-âncora segue as especificações 3GPP atuais. A portadora de enlace ascendente secundária é iniciada posteriormente à âncora, de modo que sua potência inicial possa depender da potência DPCCH-âncora.
[0038] Para operações de portadora única em 330, a malha aberta da portadora-âncora segue a especificação 3GPP atual. Potência TX PRACH inicial = potência TX CPICH primária - RSCP CPICH + Interferência de Enlace ascendente + Valor Constante, onde a Potência TX PRACH inicial depende das medições de enlace descendente (RSCP CPICH) e dos parâmetros de Difusão do sistema. A potência_Inicial_DPCCH = Deslocamento_Potência_DPCCH - RSCP_CPICH, onde a potência_Inicial_DPCCH tem dependência semelhante. Os valores computados como tais podem não ser tão exatos devido ao desequilíbrio no enlace ascendente e no enlace descendente. Entretanto, sem enlace ascendente estabelecido, o UE pode não ter outras opções.
[0039] Para considerações sobre várias portadoras em 340, quando a portadora secundária é configurada, a conexão RRC está ascendente e a potência de transmissão da portadora-âncora convergiu para seu valor desejado. No caso de portadoras adjacentes, ou portadoras com pequena separação, que a potência de transmissão DPCCH inicial na portadora secundária = potência de transmissão DPCCH instantânea na portadora-âncora + uma margem onde:
[0040] O desequilíbrio entre as duas portadoras é muito menor que o desequilibro enlace ascendente-enlace descendente se as portadoras tiverem distância pequena. A margem aí é para prover bom desempenho de dados inicial na portadora secundária mesmo se seu canal for pior que a âncora, e a margem é escolhida para se obter uma compensação entre a potência excessiva e a pequena probabilidade de erros de decodificação. Com referência agora à Figura 4, é apresentado um controlador de malha externa 400 para um sistema sem fio. O controlador de malha externa inclui um processador 410 que introduz taxas de erros de dados 420 e gera um ou mais pontos de ajuste de potência de portadora 430. Conforme observado anteriormente, o RNC (controlador de rede rádio) informa o Nó B sobre o ponto de ajuste através de mensagens na interface Iub, por exemplo. O algoritmo de malha externa típico mantém a taxa de erros de pacote de um determinado canal de dados pelo ajuste do ponto de ajuste (limite de SINR no controle de potência de malha fechada) com base no resultado de decodificação de pacotes de dados. Se um pacote for decodificado com sucesso, o ponto de ajuste é diminuído em um ‘grau para baixo’; caso contrário, o ponto de ajuste é aumentado em um ‘grau para cima’. A relação entre ‘grau para cima’ e ‘grau para baixo’ é determinada pela taxa de erros de pacote (PER) desejada:
[0041] ‘grau para cima’/’grau para baixo’ = (1-PER)/PER, uma vez que PER << 1, ‘grau para cima’>>’grau para baixo’, onde o ponto de Ajuste pode depender dos fatores seguintes: - Perfil de retardo multipercurso - Velocidade de desvanecimento (esta está relacionada com a frequência de portadora) - Variação na interferência - Taxa de dados: uma taxa de dados mais elevada tende a exigir pontos de ajuste mais elevados a menos que a relação entre potência de canal de tráfego e potência- piloto (T2P) seja cuidadosamente otimizada. Com várias portadoras, os três últimos fatores podem ser diferentes em portadoras diferentes.
[0042] Com várias portadoras no enlace ascendente, deve haver um ponto de ajuste separado para cada portadora de modo a se obter flexibilidade máxima para o programador de Nó B para: - Velocidade de desvanecimento (frequência de Doppler), variação de interferência e taxas de dados podem variar através das portadoras - Por exemplo, uma portadora pode portar dados VoIP no caso de o ponto de ajuste ser desejável; a outra portadora pode portar dados de taxa elevada, o que exige ponto de ajuste mais elevado.
[0043] Além disso, o RNC pode determinar todos os pontos de ajuste em um algoritmo conjunto no qual o ponto de ajuste em cada portadora depende dos resultados de transmissão em todas as portadoras (ou subconjunto de portadoras).
[0044] Há tipicamente um ponto de ajuste 430 para cada portadora. Os vários pontos de ajuste são determinados pelo RNC e comunicados ao Nó B através da interface Iub. Um algoritmo é um algoritmo separado por portadora, o ponto de ajuste em cada portadora será determinado pelo desempenho de dados em cada portadora propriamente dita. O RNC pode também fazer com que o ponto de ajuste em cada portadora dependa dos resultados de transmissão nas portadoras. Por exemplo, se as taxas de dados através das duas portadoras estiverem próximas e várias portadoras estiverem próximas na frequência, o RNC pode fazer com que os pontos de ajuste em portadoras diferentes sejam os mesmos. O ponto de ajuste pode ser determinado verificando-se a taxa de erros de pacote de dados total através de todas as portadoras. Se as taxas de dados através das portadoras estiverem afastadas, pode haver boa razão para supor pontos de ajuste diferentes. Neste caso, o ponto de ajuste em cada portadora pode ser determinado pelo desempenho de dados em cada portadora propriamente dita.
[0045] Com referência agora à Figura 5, é mostrada uma metodologia de controle de malha exemplar. Embora, para fins de simplificação da explanação, a metodologia (e outras metodologias aqui descritas) seja mostrada e descrita como uma série de atos, deve ficar entendido que a metodologia não está limitada pela ordem dos atos, uma vez que alguns atos, de acordo com um ou mais aspectos, ocorrem em ordens diferentes da aqui mostrada e descrita e/ou concomitantemente com outros atos. Por exemplo, os versados na técnica entenderão que uma metodologia pode ser alternativamente representada como uma série de estados ou eventos inter-relacionados, tal como em um diagrama de estados. Além do mais, nem todos os atos mostrados podem ser utilizados para implementar uma metodologia de acordo com o objeto reivindicado. Em geral, as metodologias podem ser implementadas como instruções de processador, funções de programação lógica ou outra sequência eletrônica que suporte o controle de potência de várias portadoras independente aqui descrito.
[0046] Com referência ao processo 500 da Figura 5, configurações e malha aberta iniciais são providas e ajustadas aos níveis desejados. Tais controles são tipicamente aplicados a configurações de potência iniciais, como, por exemplo, para as configurações de potência do canal de acesso aleatório físico (PRACH) e do canal e controle físico dedicado (DPCCH), por exemplo. Em 520, são lidas as taxas de dados de erro. Isto pode incluir a relação sinal-dados de ruído que é processada para cada portadora no sistema de várias portadoras. Em 530, são analisados diversos pontos de ajuste. Tais pontos de ajuste podem ser fornecidos por um Controlador de rede rádio, como parte de um controle de malha externa, por exemplo. Em 540, é determinado se se vai ajustar ou não a potência de portadora. Se nenhum ajuste for necessário em 540, o processo prossegue de volta a 530 para monitorar o desempenho do canal de dados. Se um ajuste for necessário em 540, o processo prossegue até 550 e gera um ou mais comandos de elevação de potência ou de diminuição de potência pelo respectivo canal portador. Conforme observado anteriormente, tais comandos podem ser gerados como parte de controles de potência de malha interna ou fechada. Estes podem incluir realimentação de bits do Nó B ou de estações de transmissão para o equipamento de usuário (UE), onde os sinais de ruído recebidos podem corresponder a pontos de ajuste que permitem o envio de comandos de elevação de potência ou de diminuição de potência ao respectivo UE em 550, de modo a se ajustar dinamicamente a potência (para mais ou para menos) para uma portadora ou através de um conjunto de portadoras. Funcionando em conjunto com controles de malha interna ou fechada, controles de malha externa podem ser providos para controlar também a potência através de várias portadoras de alta velocidade. Os controles de potência de malha externa são geralmente comunicados por um controlador de rede rádio (RNC) ao Nó B por meio de uma interface com rede. Um algoritmo separado pode ser provido por portadora, em que um ponto de ajuste de potência gerado pelo RNC é determinado para cada portadora pelo desempenho de dados na respectiva portadora.
[0047] Com referência agora às Figuras 6 e 7, é apresentado um sistema que está relacionado com processamento de sinais sem fio. O sistema é representado como uma série de blocos funcionais inter-relacionados, que podem representar funções implementadas por um processador, software, hardware, firmware ou qualquer combinação adequada deles.
[0048] Com referência à Figura 6, é apresentado um sistema de comunicação sem fio 600. O sistema 600 inclui um módulo lógico 602 ou meios para controlar duas ou mais portadoras de maneira independente a partir de um conjunto de sinais de acesso a pacotes de alta velocidade. Isto inclui um módulo lógico 604 ou meios para monitorar os níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes de alta velocidade. Isto inclui um módulo lógico 606 ou meios para controlar pelo menos um de um controle de malha aberta, um controle de malha interna ou um controle de malha externa em vista dos níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes.
[0049] Com referência à Figura 7, é apresentado um sistema de comunicação sem fio. O sistema 700 inclui um módulo lógico 702 ou meios para controlar duas ou mais portadoras de maneira independente a partir de um conjunto de sinais de acesso a pacotes de alta velocidade. Isto inclui um módulo lógico 704 ou meios para monitorar os níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes de alta velocidade. Isto inclui também um módulo lógico 706 ou meios para processar pelo menos um de um comando de controle de malha aberta, um comando de controle de malha interna ou um comando de controle de malha externa em vista dos níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes.
[0050] A Figura 8 mostra um aparelho de comunicação 800 que pode ser um aparelho de comunicação sem fio, tal como um terminal sem fio, por exemplo. Além disso, ou alternativamente, o aparelho de comunicação 800 pode ser residente dentro de uma rede cabeada. O aparelho de comunicação 800 pode incluir uma memória 802, que pode reter instruções para efetuar uma análise de sinal em um terminal de comunicação sem fio. Além disto, o aparelho de comunicação 800 pode incluir um processador 804, que pode executar instruções dentro da memória 802 e/ou instruções recebidas de outro dispositivo de rede, em que as instruções podem referir-se à configuração ou acionamento do aparelho de comunicação 800 ou de um aparelho de comunicação conexo.
[0051] Com referência à Figura 9, é mostrado um sistema de comunicação sem fio de acesso múltiplo 900. O sistema de comunicação sem fio de acesso múltiplo 900 inclui várias células, que incluem as células 902, 904 e 906. Sob o aspecto do sistema 900, as células 902, 904 e 906 podem incluir um Nó B, que inclui vários setores. Os vários setores podem ser formados por grupos de antenas, com cada antena responsável pela comunicação com UEs em uma parte da célula. Por exemplo, na célula 902, os grupos de antenas 912, 914 e 916 podem corresponder, cada um, a um setor diferente. Na célula 904, os grupos de antenas 918, 920 e 922 correspondem, cada um, a um setor diferente. Na célula 906, os grupos de antenas 924, 926 e 928 correspondem, cada um, a um setor diferente. As células 902, 904 e 906 podem incluir vários dispositivos de comunicação sem fio, como, por exemplo, o Equipamento de usuário ou UEs, que podem estar em comunicação com um ou mais setores de cada célula 902, 904 ou 906. Por exemplo, os UEs 930 e 932 podem estar em comunicação com o Nó B 942, os UEs 934 e 936 podem estar em comunicação com o Nó B 944 e os UEs 938 e 940 podem estar em comunicação com o Nó B 946.
[0052] Com referência à Figura 10, é mostrado um sistema de comunicação sem fio de acesso múltiplo de acordo com um aspecto. Um ponto de acesso (AP) 1000 inclui vários grupos de antenas, um incluindo 1004 e 1006, outro incluindo 1008 e 1010 e um adicional incluindo 1012 e 1014. Na Figura 10, apenas duas antenas são mostradas para cada grupo de antenas, porém mais ou menos antenas podem ser utilizadas para cada grupo de antenas. O terminal de acesso (AT) 1016 fica em comunicação com as antenas 1012 e 1014, em que as antenas 1012 e 1014 transmitem informações para o terminal de acesso 1016 através do enlace direto 1020 e recebem informações do terminal de acesso 1016 através do enlace reverso 1018. O terminal de acesso 1022 fica em comunicação com as antenas 1006 e 1008, em que as antenas 1006 e 1008 transmitem informações para o terminal de acesso 1022 através do enlace direto 1026 e recebem informações do terminal de acesso 1022 através do enlace reverso 1024. Em um sistema FDD, os enlaces de comunicação 1018, 1020, 1024 e 1026 podem utilizar diferentes frequências para comunicação. Por exemplo, o enlace direto 1020 pode utilizar uma frequência diferente da utilizada pelo enlace reverso 1018.
[0053] Cada grupo de antenas e/ou a área na qual elas são projetadas para comunicar são frequentemente referidos como setor do ponto de acesso. Os grupos de antenas são, cada um, projetados para comunicar-se com terminais de acesso em um setor das áreas de acesso cobertas pelo ponto de acesso 1000. Em comunicação através dos enlaces diretos 1020 e 1026, as antenas de transmissão do ponto de acesso 1000 utilizam formação de feixes de modo a se aperfeiçoar a relação sinal-ruído dos enlaces diretos para os diferentes terminais de acesso 1016 e 1024. Além disto, um ponto de acesso que utiliza formação de feixes para transmitir para terminais de acesso espalhados aleatoriamente através de sua cobertura causa menos interferência nos terminais de acesso em células vizinhas do que um ponto de acesso que transmite através de uma única antena para todos os seus terminais de acesso. Um ponto de acesso pode ser uma estação fixa utilizada para comunicação com os terminais e pode ser também referido como ponto de acesso, Nó B ou alguma outra terminologia. Um terminal de acesso pode ser também chamado de terminal de acesso, equipamento de usuário (UE), aparelho de comunicação sem fio, terminal ou alguma outra terminologia.
[0054] Com referência à Figura 11, um sistema 1100 mostra um sistema transmissor 210 (também conhecido como ponto de acesso) e um sistema receptor 1150 (também conhecido como terminal de acesso) em um sistema MIMO 1100. No sistema transmissor 1110, dados de tráfego para vários fluxos de dados são enviados de uma fonte de dados 1112 a um processador de dados de transmissão (TX) 1114. Cada fluxo de dados é transmitido através de uma respectiva antena de transmissão. O processador de dados TX 1114 formata, codifica e intercala os dados de tráfego com base em um esquema de codificação específico selecionado para esse fluxo de dados para obtenção de dados codificados.
[0055] Os dados codificados para cada fluxo de dados podem ser multiplexados com dados-piloto com a utilização de técnicas OFDM. Os dados-piloto constituem tipicamente um padrão de dados conhecido que é processado de maneira conhecida e podem ser utilizados no sistema receptor para estimar a resposta ao canal. Os dados-piloto e codificados multiplexados para cada fluxo de dados podem ser modulados (mapeados em símbolos, por exemplo) com base em um esquema de modulação específico (como, BPSK, QPSK, M- PSK ou M-QAM) selecionado para esse fluxo de dados para obter símbolos de modulação. A taxa de dados, a codificação e a modulação para cada fluxo de dados podem ser determinadas por instruções executadas ou fornecidas pelo processador 1130.
[0056] Os símbolos de modulação para os fluxos de dados são então enviados a um processador MIMO TX 1120, que pode também processar os símbolos de modulação (para OFDM, por exemplo). O processador MIMO TX 1120 envia então NT fluxos de símbolos de modulação a NT transmissores (TMTRs) 1122a a 1122t. Em determinadas modalidades, o processador MIMO TX 1120 aplica pesos de formação de feixes aos símbolos dos fluxos de dados e à antena da qual o símbolo está sendo transmitido.
[0057] Cada transmissor 1122 recebe e processa um respectivo fluxo de símbolos de modo a gerar um ou mais sinais analógicos e também condiciona (amplifica, filtra e efetua conversão ascendente, por exemplo) os sinais analógicos de modo a se obter um sinal modulado adequado para transmissão através do canal MIMO. Além disto, NT sinais modulados dos transmissores 1122a a 1122t são transmitidos de NT antenas 1124a a 1124t, respectivamente.
[0058] No sistema receptor 1150, os sinais modulados transmitidos são recebidos por NR antenas 1152a a 1152r, e o sinal recebido de cada antena 1152 é enviado a um respectivo receptor (RCVR) 1154a a 1154r. Cada receptor 1154 condiciona (filtra, amplifica e efetua conversão descendente, por exemplo) um respectivo sinal recebido, digitaliza o sinal condicionado de modo a gerar amostras e também processa as amostras de modo a gerar um fluxo de símbolos “recebido” correspondente.
[0059] Um processador de dados RX 1160 em seguida recebe e processa os NR fluxos de símbolos recebidos dos NR receptores 1154 com base em uma técnica de processamento em receptor específica de modo a se obterem NT fluxos de símbolos “detectados”. O processador de dados RX 1160 em seguida demodula, deintercala e decodifica cada fluxo de símbolos detectado de modo a recuperar os dados de tráfego para o fluxo de dados. O processamento pelo processador de dados RX 1160 é complementar ao executado pelo processador MIMO TX 1120 e pelo processador de dados TX 1114 no sistema transmissor 11310.
[0060] Um processador 1170 determina periodicamente qual metodologia disponível utilizar (discutido a seguir). O processador 1170 formula uma mensagem de enlace reverso que compreende uma parte de índice de matriz e uma parte de valor de classificação. A mensagem de enlace reverso pode compreender diversos tipos de informação referentes ao enlace de comunicação e/ou ao fluxo de dados recebido. A mensagem de enlace reverso é então processada por um processador de dados TX 1138, que também recebe dados de tráfego para vários fluxos de dados de uma fonte de dados 1136, modulados por um modulador 1180, condicionados pelos transmissores 1154a a 1154r e transmitidos de volta para o sistema transmissor 1110. Os parâmetros incluem parâmetros de alocação de recursos, parâmetros de condição de interferência, parâmetros de intensidade de sinal, parâmetros de qualidade de sinal, qualidade.
[0061] No sistema transmissor 1110, os sinais modulados do sistema receptor 1150 são recebidos pelas antenas 1124, condicionados pelos receptores 1122, demodulados por um demodulador 1140 e processados por um processador de dados RX 1142 para extrair a mensagem de enlace reverso transmitida pelo sistema receptor 1150. O processador 1130 em seguida determina qual matriz de pré- codificação utilizar para determinar os pesos de formação de feixes e processa então a mensagem extraída.
[0062] Sob um aspecto, é apresentado um método para comunicações sem fio. O método inclui prover controles de potência independentes para uma ou mais portadoras a partir de um conjunto de sinais de acesso a pacotes; monitorar a potência através das duas ou mais portadoras de modo a determinar os níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes; e ajustar pelo menos um de um controle de malha aberta, um controle de malha interna ou um controle de malha externa em vista dos níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes. Isto inclui ajustar as configurações de potência de um canal de acesso aleatório físico (PRACH) e de um canal de controle físico dedicado (DPCCH) por meio do controle de malha aberta. O método inclui iniciar uma portadora de enlace ascendente secundária posteriormente a uma âncora de modo que a potência inicial possa depender do DPCCH. Isto inclui configurar um PRACH inicial que é baseado em um Canal-Piloto Comum (CPICH), um parâmetro de interferência de enlace ascendente ou um valor constante ou configurar um valor de DPCCH inicial com base em um valor de potência instantâneo, em valor de portadora-âncora ou em um valor de margem. O valor de margem é selecionado a partir de um desequilíbrio entre as portadoras, do desempenho de dados inicial ou de uma compensação entre potência e probabilidade de erros de decodificação.
[0063] O método inclui gerar bits de elevação de potência ou de diminuição de potência como parte do controle de malha interna ou compartilhar a potência de transmissão máxima entre pelo menos duas portadoras. Isto inclui escalonar comandos de controle de elevação de potência ou de diminuição de potência entre pelo menos duas portadoras ou aumentar a potência em proporções semelhantes através de várias portadoras. O método inclui aumentar a potência tanto quanto possível em uma portadora-âncora e aumentar a potência em uma portadora secundária até que seja obtida a potência de transmissão máxima. Isto inclui aumentar a potência em uma portadora com uma potência DPCCH mais baixa e aumentar a potência em pelo menos uma outra portadora até que seja obtida a potência de transmissão máxima. O método inclui transmitir tamanhos de pacote iguais ou desiguais na portadora secundária ou na portadora primária ou gerar um ou mais pontos de ajuste por meio do controle de malha externa. Os pontos de ajuste são gerados por um controlador de rede rádio (RNC). O método inclui gerar os pontos de ajuste pelo monitoramento de um limite sinal-ruído, em que o ponto de ajuste está associado a um perfil de retardo de multipercurso, uma velocidade de desvanecimento, uma variação na interferência ou à taxa de dados.
[0064] Sob outro aspecto, é apresentado um aparelho de comunicação. Este inclui uma memória, que retém instruções para prover controles de potência independentes para duas ou mais portadoras a partir de um conjunto de sinais de acesso a pacotes, determinar a potência através das duas ou mais portadoras de modo a se determinarem os níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes e monitorar pelo menos um de um controle de malha aberta, um controle de malha interna ou um controle de malha externa em vista dos níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes; e um processador que executa as instruções. Estas incluem instruções para ajustar as configurações de potência de um canal de acesso aleatório físico (PRACH) e de um canal de controle físico dedicado (DPCCH) por meio do controle de malha aberta. O aparelho pode incluir um controlador de rede rádio para gerar um ou mais pontos de ajuste de controle e um processador para gerar um ou mais comandos de elevação de potência ou diminuição de potência.
[0065] Sob outro aspecto, é apresentado um produto de programa de computador. Este inclui um meio legível por computador que inclui um código para controlar potência, o código compreendendo: um código para fazer com que um computador controle a potência para duas ou mais portadoras a partir de um conjunto de sinais de acesso a pacotes; um código para fazer com que um computador monitore a potência através das duas ou mais portadoras para determinar os níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes; e um código para fazer com que um computador ajuste automaticamente pelo menos um de um controle de malha aberta, um controle de malha interna ou um controle de malha externa em vista dos níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacote. É também incluído um código para fazer com que um computador ajuste a potência para um grupo de portadoras de maneira sequencial ou paralela.
[0066] Sob outro aspecto, é apresentado um método para comunicações sem fio. Este inclui prover controles de potência independentes para um ou mais portadoras a partir de um conjunto de sinais de acesso a pacotes; monitorar a potência através das duas ou mais portadoras de modo a determinar os níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes; e receber pelo menos um de um comando de controle de malha aberta, um comando de controle de malha interna ou um comando de controle de malha externa em vista dos níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes.
[0067] Sob um aspecto, os canais lógicos são classificados em Canais de Controle e Canais de Tráfego. Os Canais de Controle Lógicos compreendem um Canal de Controle de Difusão (BCCH), que é um canal DL para efetuar Difusão de informações de controle de sistema. O Canal de Controle de Paging (PCCH), que é um canal DL que transfere informações de paging. O Canal de Controle de Multidifusão (MCCH), que é um canal DL de Ponto para vários pontos utilizado para transmitir programação de Difusão Multimídia e de Serviços de Multidifusão (MBMS) e informações de programação e controle para um ou vários MTCHs. Geralmente, após o estabelecimento da conexão RRC, este canal é apenas utilizado por UEs que recebem MBMS (Observação: MCCH+MSCH antigos). O Canal de Controle Dedicado (DCCH) é um canal bidirecional de Ponto para ponto que transmite informações de controle dedicadas e é utilizado por UEs que têm uma conexão RRC. Os Canais de Tráfego Lógicos compreendem um Canal de Tráfego Dedicado (DTCH), que é um canal bidirecional de Ponto para ponto, dedicado a um UE, para a transferência de informações de usuário. Além disto, um Canal de Tráfego de Multidifusão (MTCH) para o canal DL de Ponto para vários pontos para transmitir dados de tráfego.
[0068] Os Canais de Transporte são classificados em DL e UL. Os Canais de Transporte DL compreendem um Canal de Difusão (BCH), um Canal de Dados Compartilhados de Enlace descendente (DL-SDCH) e um Canal de Paging (PCH), o PCH para suporte da economia de energia em UEs (o ciclo DRX é indicado ao UE pela rede), transmitidos através da célula inteira e mapeados em recursos PHY que podem ser utilizados para outros canais de controle/tráfego. Os Canais de Transporte UL compreendem um Canal de Acesso Aleatório (RACH), um Canal de Solicitação (REQCH), Canal de Dados Compartilhados de Enlace ascendente (UL-SDCH) e uma série de canais PHY. Os canais PHY compreendem um conjunto de canais DL e canais UL.
[0069] Os canais PHY DL compreendem: Canal- Piloto Comum (CPICH), Canal de Sincronização (SCH), Canal de Controle Comum (CCCH), Canal de Controle DL Compartilhado (SDCCH), Canal de Controle de Multidifusão (MCCH), Canal de Atribuição UL Compartilhado (SUACH), Canal de Confirmação (ACKCH), Canal de Dados Compartilhados Físico DL (DL-PSDCH), Canal de Controle de Potência UL (UPCCH), Canal Indicador de Paging (PICH), Canal Indicador de Carga (LICH), por exemplo.
[0070] Os canais PHY UL compreendem: Canal de Acesso Aleatório Físico (PRACH), Canal Indicador de Qualidade de Canal (CQICH), Canal de Confirmação (ACKCH), Canal Indicador de Subconjuntos de Antenas (ASICH), Canal de Solicitação Compartilhado (SREQCH), Canal de Dados Compartilhado Físico UL (UL-PSDCH), Canal-Piloto de Banda Larga (BPICH), por exemplo.
[0071] Outros termos/componentes incluem: 3a Geração (3G), Projeto de Parcerias de 3a Geração (3GPP), razão de dispersão de canais adjacentes (ACLR), razão de potência de canais adjacentes (ACPR), seletividade de canais adjacentes (ACS), Sistema de Desenho Avançado (ADS), modulação e codificação adaptativas (AMC), redução de potência máxima adicional (A-MPR), solicitação de repetição automática (ARQ), canal de controle de Difusão (BCCH), estação base transceptora (BTS), diversidade de retardo cíclico (CDD), função de distribuição cumulativa complementar (CCDF), acesso múltiplo por divisão de código (CDMA), indicador de formato de controle (CFI), MIMO Cooperante (Co-MIMO), prefixo cíclico (CP), canal-piloto comum (CPICH), rádio-interface pública comum (CPRI), indicador de qualidade de canal (CQI), verificação por redundância cíclica (CRC), indicador de controle de enlace descendente (DCI), transformada discreta de Fourier (DFT), OFDM com espalhamento de transformada discreta de Fourier (DFT-SOFDM), enlace descendente (DL) (de estação base para estação de assinante), canal compartilhado de enlace descendente (DL-SCH), camada física de 500 Mbps (D-PHY), processamento de sinais digitais (DSP), conjunto de ferramentas de desenvolvimento (DT), análise de sinais de vetor digitais (DVSA), automação de desenho eletrônica (EDA), canal dedicado aperfeiçoado (E-DCH), rede de rádio- acesso terrestre UMTS evoluída (E-UTRAN), serviço de Difusão-multidifusão multimídia evoluído (eMBMS), Nó B evoluído (eNB), núcleo de pacote evoluído (EPC), energia por elemento de recurso (EPRE), Instituto Europeu de Padrões de Telecomunicação (ETSI), UTRA Evoluído (E-UTRA), UTRAN Evoluída (E-UTRAN), magnitude de vetores de erro (EVM) e duplex por divisão de frequência (FDD).
[0072] Ainda outros termos incluem transformada rápida de Fourier (FFT), canal de referência fixo (FRC), tipo 1 de estrutura de quadro (FSI), tipo 2 de estrutura de quadro (FS2), sistema global para comunicações móveis (GSM), solicitação de repetição automática híbrida (HARQ), linguagem de descrição de hardware (HDL), indicador de HARQ (HI), acesso a pacotes de enlace descendente de alta velocidade (HSUPA), FFT Inversa (IFFT), teste de interoperacionalidade (IOT), protocolo Internet (IP), oscilador local (LO), evolução de longo prazo (LTE), controle de acesso a meio (MAC), serviço de Difusão- Multidifusão de multimídia (MBMS), Multidifusão/Difusão através de rede de frequência única (MBSFN), canal de Multidifusão (MCH), várias entradas e várias saídas (MIMO), várias entradas e saída única (MISO), entidade de gerenciamento de mobilidade (MME), potência de saída máxima (MOP), redução de potência máxima (MPR), MIMO de vários usuários (MU-MIMO), estrato de não acesso (NAS), interface de arquitetura de estação base aberta (OBSAI), multiplexação por divisão de frequência ortogonal (OFDM), acesso múltiplo por divisão de frequência ortogonal (OFDMA), relação potência pico/potência média (PAPR), relação pico/média (PAR), canal de Difusão físico (PBCH), canal físico de controle comum primário (P-CCPCH), canal indicador de formato de controle físico (PCFICH), canal de paging (PCH), canal de controle de enlace descendente físico (PDCCH), protocolo de convergência de dados em pacote (PDCP), canal compartilhado de enlace descendente físico (PDSCH), canal indicador de ARQ híbrida físico (PHICH), camada física (PHY), canal de acesso aleatório físico (PRACH), canal de multidifusão físico (PMCH), indicador de matriz de pré-codificação (PMI), sinal de sincronização primário (P-SCH), canal de controle de enlace ascendente físico (PUCCH) e canal compartilhado de enlace ascendente físico (PUSCH).
[0073] Outros termos incluem modulação de amplitude pela quadratura (QAM), chaveamento por deslocamento de fase pela quadratura (QPSK), canal de acesso aleatório (RACH), tecnologia de rádio-acesso (RAT), bloco de recursos (RB), radiofrequência (RF), ambiente de desenho RF (RFDE), controle de radioenlace (RLC), canal de medição de referência (RMC), controlador de rede rádio (RNC), controle de rádio-recursos (RRC), gerenciamento de rádio-recursos (RRM), sinal de referência (RS), potência de código de sinal recebido (RCSP), potência recebida de sinal de referência (RSRP), qualidade recebida de sinal de referência (RSRQ), indicador de intensidade de sinal recebida (RSSI), evolução de arquitetura de Sistema (SAE), ponto de acesso de serviço (SAP), acesso múltiplo por divisão de frequência de portadora única, codificação de blocos de espaço-frequência (SFBC), gateway servidor (S- GW), entrada única e várias saídas (SIMO), entrada única e saída única (SISO), relação sinal-ruído (SNR), sinal de referência sonoro (SRS), sinal de sincronização secundário (S-SCH), MIMO de usuário único (SU-MIMO), duplex por divisão de tempo (TDD), acesso múltiplo por divisão de tempo (TDMA), relatório técnico (TR), canal de transporte (TrCH), especificação técnica (TS), Associação de Tecnologia de Telecomunicações (TTA), intervalo de tempo de transmissão (TTI), indicador de controle de enlace ascendente (UCI), equipamento de usuário (UE), Enlace ascendente (UL) (transmissão de assinante para estação base), canal compartilhado de enlace ascendente (UL-SCH), banda larga ultra-móvel (UMB), sistema universal de telecomunicações móveis (UMTS), rádio-acesso terrestre universal (UTRA), rede de rádio-acesso terrestre universal (UTRAN), analisador de sinais de vetor (VSA), acesso múltiplo por divisão de código de banda larga (W-CDMA).
[0074] Deve-se observar que diversos aspectos são aqui descritos em conexão com um terminal. Um terminal pode ser também referido como sistema, equipamento de usuário, unidade de assinante, estação móvel, dispositivo móvel, estação remota, terminal remoto, terminal de acesso, terminal de usuário, agente de usuário, ou equipamento de usuário. Um equipamento de usuário pode ser um telefone celular, um telefone sem fio, um telefone de Protocolo de Iniciação de Sessão (SIP), uma estação de loop local sem fio (WLL), um assistente digital pessoal (PDA), um dispositivo de mão com capacidade de conexão sem fio um módulo dentro de um terminal, um cartão que pode ser anexado a ou integrado dentro de um dispositivo hospedeiro (um cartão PMCIA) ou outro dispositivo de processamento conectado a um modem sem fio.
[0075] Além do mais, aspectos do objeto reivindicado podem ser implementados como um método, um aparelho ou artigo de manufatura com a utilização de técnicas de programação e/ou engenharia padrão para produzir software, firmware, hardware ou qualquer combinação deles para controle de um computador ou componentes de computação com o fim de implementar diversos aspectos do objeto reivindicado. O termo “artigo de manufatura” aqui utilizado pretende abranger um programa de computador acessível de qualquer dispositivo, portadora ou meio legível por computador. Por exemplo, meios legíveis por computador podem incluir, mas não se limitam a, dispositivos de armazenamento magnético (como, por exemplo, disco rígido, disco flexível, tiras magnéticas,...), discos ópticos (como, por exemplo, disco compacto (CD), disco versátil digital (DVD)...), cartões inteligentes e dispositivos de memória flash (como, por exemplo, cartão, stick, acionamento a chave...). Além disto, deve ficar entendido que uma onda portadora pode ser utilizada para portar dados eletrônicos passíveis de leitura por computador, tais como os utilizados na transmissão e recepção de correio de voz ou no acesso a uma rede, tal como uma rede celular. Evidentemente, os versados na técnica reconhecerão que muitas modificações podem ser feitas nesta configuração sem que se abandone o alcance ou espírito do que é aqui descrito. Conforme utilizados neste pedido, os termos “componente”, “módulo”, “sistema”, “protocolo” e semelhantes pretendem referir-se a uma entidade relacionada a computador, ou hardware, firmware, uma combinação de hardware e software, software ou software em execução. Por exemplo, um componente pode ser, mas não está limitado a ser, um processo que roda em um processador, um processador, um circuito integrado, um objeto, um executável, um fluxo de execução, um programa e/ou um computador. A título de ilustração, tanto um aplicativo que roda em um dispositivo de computação quanto o dispositivo de computação podem ser um componente. Um ou mais componentes podem residir dentro de um processo e/ou fluxo de execução, e um componente pode ser localizado em um computador e/ou distribuído entre dois ou mais computadores.
[0076] O que foi descrito acima inclui exemplos de uma ou mais modalidades. Evidentemente não é possível descrever toda combinação concebível de componentes ou metodologias para fins de descrição das modalidades antes mencionadas, mas os versados na técnica podem reconhecer que são possíveis muitas outras combinações e permutas de diversas modalidades. Por conseguinte, as modalidades descritas pretendem abranger todas as alterações, modificações e variações que se incluam dentro do espírito e alcance das reivindicações anexas. Além disto, na medida em que o termo “inclui” é utilizado seja na descrição detalhada, seja nas reivindicações, tal termo pretende ser inclusivo de uma maneira semelhante ao termo “que compreende(m)” como “que compreende(m)” é interpretado quando utilizado como uma palavra de transição em uma reivindicação.
Claims (13)
1. Método para comunicações sem fio, caracterizado pelo fato de que compreende: prover controles de potência independentes para duas ou mais portadoras a partir de um conjunto de sinais de acesso a pacotes; monitorar potência através das duas ou mais portadoras para determinar níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes; ajustar pelo menos um de um controle de malha aberta (280), um controle de malha interna (284) ou um controle de malha externa (296) em vista dos níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes; gerar bits de elevação de potência ou diminuição de potência em cada portadora independentemente como parte do controle de malha interna (284); gerar um ou mais pontos de ajuste (430) através do controle de malha externa (400, 296) em uma pluralidade de portadoras; ajustar uma configuração de potência de um canal de acesso aleatório físico (PRACH) (310) e um canal de controle físico dedicado (DPCCH) (320) por meio do controle de malha aberta; e iniciar uma portadora secundária de enlace ascendente posterior a uma âncora de modo que a potência inicial de uma segunda portadora possa ser dependente da potência DPCCH em uma primeira portadora ou âncora.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente configurar um PRACH inicial que é baseado em um Canal-Piloto Comum (CPICH), um parâmetro de interferência de enlace ascendente ou um valor constante.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente configurar um valor DPCCH inicial com base em um valor de potência instantâneo, um valor de portadora-âncora ou um valor de margem.
4. Método, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que em que o valor de margem é selecionado a partir de um desequilíbrio entre portadoras, desempenho de dados inicial, limitação de interferência inicial ou compensação entre potência versus probabilidade de erros de decodificação.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente: compartilhar uma potência de transmissão máxima entre pelo menos duas portadoras, escalonar comandos de controle de elevação de potência ou de diminuição de potência entre pelo menos duas portadoras, aumentar potência em proporções semelhantes através de várias portadoras, aumentar potência tanto quanto possível em uma portadora- âncora e aumentar potência em uma portadora secundária até que a potência de transmissão máxima seja obtida, aumentar potência em uma portadora com uma potência DPCCH mais baixa e aumentar potência em pelo menos uma outra portadora até que a potência máxima seja obtida e transmitir tamanhos de pacote iguais ou desiguais na portadora secundária ou na portadora primária.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os pontos de ajuste são gerados por um controlador de rede rádio, RNC (290).
7. Método, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente gerar os pontos de ajuste por monitoramento de um limite de sinal/ruído.
8. Método, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o ponto de ajuste está associado a um perfil de retardo de multipercurso, uma velocidade de desvanecimento, uma variação na interferência ou uma taxa de dados.
9. Aparelho de comunicação (600) caracterizado pelo fato de que compreende: meios (602) para controlar duas ou mais portadoras de uma maneira independente a partir de um conjunto de sinais de acesso a pacotes; meios (604) para monitorar níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes; meios (606) para controlar pelo menos um dentre um controle de malha aberta, um controle de malha interna ou um controle de malha externa em vista dos níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes; meios para gerar bits de elevação de potência ou diminuição de potência em cada portadora independentemente como parte do controle de malha interna; meios para gerar um ou mais pontos de ajuste através do controle de malha externa em uma pluralidade de portadoras; meios para ajustar uma configuração de potência de um canal de acesso aleatório físico (PRACH) (310) e um canal de controle físico dedicado (DPCCH) (320) por meio do controle de malha aberta; e meios para iniciar uma portadora secundária de enlace ascendente posterior a uma âncora de modo que a potência inicial de uma segunda portadora possa ser dependente da potência DPCCH em uma primeira portadora ou âncora.
10. Método para comunicações sem fio, caracterizado pelo fato de que compreende: prover controles de potência independentes para duas ou mais portadoras a partir de um conjunto de sinais de acesso a pacotes; monitorar potência através das duas ou mais portadoras para determinar níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes; e receber pelo menos um dentre um comando de controle de malha aberta, um comando de controle de malha interna ou um comando de controle de malha externa em vista dos níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes, em que, como parte do controle de malha interna, bits de elevação de potência ou diminuição de potência são recebidos em cada portadora independentemente; monitorar um ou mais pontos de ajuste para ajustar os níveis de potência; ajustar uma configuração de potência de um canal de acesso aleatório físico (PRACH) (310) e um canal de controle físico dedicado (DPCCH) (320) por meio do controle de malha aberta; e em que uma portadora secundária de enlace ascendente é iniciada posterior a uma âncora de modo que a potência inicial de uma segunda portadora possa ser dependente da potência DPCCH em uma primeira portadora ou âncora.
11. Aparelho de comunicação (700) caracterizado pelo fato de que compreende: meios para controlar (702) duas ou mais portadoras de uma maneira independente a partir de um conjunto de sinais de acesso a pacotes; meios para monitorar (700) níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes; e meios para processar (706) pelo menos um dentre um comando de controle de malha aberta, um comando de controle de malha interna ou um comando de controle de malha externa em vista dos níveis de potência para o conjunto de sinais de acesso a pacotes em que, como parte do controle de malha interna, bits de elevação de potência ou diminuição de potência são recebidos em cada portadora independentemente; meios para monitorar um ou mais pontos de ajuste para ajustar os níveis de potência; meios para ajustar uma configuração de potência de um canal de acesso aleatório físico (PRACH) (310) e um canal de controle físico dedicado (DPCCH) (320) por meio do controle de malha aberta; e em que uma portadora secundária de enlace ascendente é iniciada posterior a uma âncora de modo que a potência inicial de uma segunda portadora possa ser dependente da potência DPCCH em uma primeira portadora ou âncora.
12. Aparelho de comunicação (700), de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente um controlador de rede de rádio para gerar um ou mais pontos de ajuste de controle.
13. Memória legível por computador caracterizada pelo fato de que contém gravado na mesma o método conforme definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 8 ou 10.
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