BRPI1009994B1 - aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo - Google Patents

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BRPI1009994B1
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battery
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BRPI1009994-8A
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Takeshi Konno
Yoshiaki Hirakata
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Honda Motor Co., Ltd
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Abstract

APARELHO DE DETECÇÃO DE ANORMALIDADE E DE RASTREAMENTO DE VEÍCULO A presente invenção refere-se a um aparelho o qual coloca para funcionar um alarme que é provido após uma bateria ser removida pela co- mutação de modos de operação O aparelho inclui um suprimento de potência interno (66) o qual é capaz de suprir potência para um sensor de aceleração (30) e uma CPU (50), quando uma bateria no veículo (63) é desconectada de uma motocicleta (1), e um meio de comutação (17), o qual seleciona um modo de operação provido para um aparelho de detecção de anormalidade (10). A pluralidade de modos de operação inclui um modo de transporte (M1), no qual o supri-mento de potência interno (66) é proibido de ser usado, mesmo quando a bateria (63) não estiver conectada. O modo (M1) é regulado como um modo de operação em um estado inicial, antes de a bateria (63) ser primeiramente conectada ao veículo. Quando a bateria (63) é conectada ao veículo, no mo-do (M1), o meio de comutação de modo de operação (17) muda para um modo normal (M4), no qual as operações de detecção de anormalidade e aviso são possíveis.

Description

Campo Técnico
[001] A presente invenção refere-se a um aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo, e, particularmente, a um aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo que coloca para funcionar um alarme, quando da detecção de uma anormalidade, tal como a remoção de uma bateria, enquanto um motorista ou condutor está longe de um veículo.
Técnica Antecedente
[002] Convencionalmente, um aparelho de detecção de anormalidade que detecta uma força externa aplicada a uma carroceria de veículo estacionado para se colocar para funcionar um alarme ou desabili- tar a partida do motor é conhecido.
[003] Na literatura de patente 1, é mostrado um aparelho de detecção de anormalidade o qual é provido com um sensor composto por uma primeira antena e uma segunda antena para a detecção de vibrações aplicadas a um veículo, o aparelho de detecção de anormalidade proporcionando um alarme com uma buzina ou lâmpadas de um veículo, quando da detecção de um transporte ilegal do veículo por terceiros, enquanto um motorista estiver longe do veículo.
Lista de Citação Literatura de Patente
[004] Literatura de Patente 1 Publicação de Pedido de Patente Não Examinada Japonesa N° 2005-329733
Sumário da Invenção Problema Técnico
[005] O aparelho de detecção de anormalidade descrito na literatura de patente 1 não é equipado com um suprimento de potência interno para se permitir que seu meio de aviso seja ativado, mesmo em um estado em que a bateria no veículo é removida. Portanto, o aparelho de detecção de anormalidade é incapaz de colocar para funcionar um alarme quando a bateria é removida. Em um caso em que um suprimento de potência interno é provido em seu sistema, de modo a responder a essa desvantagem, o aparelho de detecção de anormalidade é tornado capaz de colocar para funcionar um alarme quando a bateria é removida por terceiros. A propósito, após a bateria ser conectada uma vez a um veículo por uma inspeção de conclusão de fábrica e uma inspeção de ação de sistema ser realizada, quando a bateria é removida, um alarme é ativado e, adicionalmente, o suprimento de potência interno é consumido.
[006] Um objetivo da presente invenção é resolver os problemas na tecnologia convencional descrita acima, e prover um aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo, o qual é capaz de ativar um alarme, mesmo quando sua bateria for removida por terceiros, e em que a bateria pode ser removida de um veículo sem a colocação em funcionamento de um alarme durante um período a partir de uma inspeção de fábrica até uma entrega a um usuário em uma revenda pela comutação de modos de operação, e é possível reduzir o consumo de seu suprimento de potência interno em um estado no qual sua bateria no veículo está desconectada.
Solução para o Problema
[007] Para o alcance do objetivo acima, a presente invenção tem um primeiro aspecto em que um aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo que detecta um estado anormal do veículo com um meio de detecção de anormalidade que inclui um sensor que detecta vibrações ou similares aplicadas a um veículo, e o qual tem uma função de rastreamento de veículo, o aparelho compreendendo: um suprimento de potência interno, o qual é capaz de suprir potência elétrica de acionamento para o aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo no lugar de uma bateria no veículo, quando a bateria no veículo estiver desconectada do veículo; e um meio de comutação de modo de operação para a comutação de uma pluralidade de modos de operação providos para o aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo, onde a pluralidade de modos de operação inclui um primeiro modo de operação (modo normal) no qual o aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo é ativado pelo uso do suprimento de potência interno, e um segundo modo de operação (modo de transporte) no qual o suprimento de potência interno é proibido de ser usado, quando a bateria no veículo for removida.
[008] A presente invenção tem um segundo aspecto em que, dentre a pluralidade de modos de operação, o segundo modo de operação é regulado em um estado inicial, antes de a bateria no veículo ser primeiramente conectada ao veículo, e o segundo modo de operação é deixado ser comutado para o primeiro modo de operação, quando a bateria no veículo estiver conectada ao veículo.
[009] A presente invenção tem um terceiro aspecto em que, dentre a pluralidade de quando a bateria no veículo está conectada ao veículo e uma operação de comutação de modo de operação predeterminada é executada no segundo modo de operação como um modo de operação dentre a pluralidade de modos de operação, o modo de operação é mudado para um terceiro modo de operação (modo de inspeção), no qual uma inspeção quanto ao aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo é possível.
[0010] A presente invenção tem um quarto aspecto em que uma operação de comutação de modo de operação a partir do segundo modo de operação para o primeiro modo de operação é composta por uma combinação de uma operação de um comutador de ignição que comuta para ligado e desligado um suprimento de potência principal do veículo e uma operação de conexão de um acoplador de checagem.
[0011] A presente invenção tem um quinto aspecto em que a operação de comutação de modo de operação predeterminada comuta para ligado o comutador de ignição que comuta para ligado e desligado o suprimento de potência principal do veículo.
[0012] A presente invenção tem um sexto aspecto em que, quando o comutador de ignição é comutado para desligado e a bateria no veículo é levada para um estado desconectado no terceiro modo de operação (modo de inspeção), o meio de comutação de modo de operação muda o modo de operação para o segundo modo de operação (modo de transporte).
Efeitos Vantajosos da Invenção
[0013] De acordo com o primeiro aspecto, um aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo que detecta um estado anormal do veículo com o meio de detecção de anormalidade incluindo um sensor que detecta vibrações ou similares aplicadas a um veículo, e o qual tem uma função de rastreamento de veículo, o aparelho compreendendo: um suprimento de potência interno, o qual é capaz de suprir potência elétrica de acionamento para o aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo no lugar de uma bateria no veículo, quando a bateria no veículo estiver desconectada do veículo; e um meio de comutação de modo de operação para a comutação de uma pluralidade de modos de operação providos para o aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo, onde a pluralidade de modos de operação inclui um primeiro modo de operação (modo normal) no qual o aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo é ativado pelo uso do suprimento de potência interno, e um segundo modo de operação (modo de transporte) no qual o suprimento de potência interno é proibido de ser usado, quando a bateria no veículo for removida. Portanto, não apenas é possível detectar que a bateria é removida para detectar uma anormalidade pela seleção dos modos de operação, mas também é possível remover a bateria após a realização de uma inspeção para o sistema em uma fábrica, de modo a se reduzir o consumo de suprimento de potência. Desse modo, desde que o modo de transporte seja regulado antes da remessa de fábrica, é possível evitar que o suprimento de potência interno seja consumido durante um período até a bateria no veículo ser conectada ao veículo após a remessa. Ainda, é possível evitar que o aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo seja ativado durante o transporte de uma fábrica para uma revenda ou similar.
[0014] De acordo com o segundo aspecto, dentre a pluralidade de modos de operação, o segundo modo de operação é regulado em um estado inicial, antes de a bateria no veículo ser primeiramente conectada ao veículo, e o segundo modo de operação é deixado ser comutado para o primeiro modo de operação, quando a bateria no veículo estiver conectada ao veículo. Portanto, uma operação de regulagem para o segundo modo de operação é desnecessária, e, além disso, é possível comutar do segundo modo de operação (modo de transporte) adequado para transporte de uma fábrica para uma revenda ou similar para o primeiro modo de operação (modo normal) no qual a função de detecção de anormalidade é habilitada pela realização de uma operação de comutação de modo de operação predeterminada em uma revenda ou similar. Desse modo, é possível de forma segura evitar o consumo do suprimento de potência interno.
[0015] De acordo com o terceiro aspecto, dentre a pluralidade de quando a bateria no veículo está conectada ao veículo e uma operação de comutação de modo de operação predeterminada é executada no segundo modo de operação como um modo de operação dentre a pluralidade de modos de operação, o modo de operação é mudado para um terceiro modo de operação (modo de inspeção), no qual uma inspe- ção quanto ao aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo é possível. Portanto, é possível executar uma inspeção quanto ao aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo em uma fábrica ou similar.
[0016] De acordo com o quarto aspecto, uma operação de comutação de modo de operação a partir do segundo modo de operação para o primeiro modo de operação é composta por uma combinação de uma operação de um comutador de ignição que comuta para ligado e desligado um suprimento de potência principal do veículo e uma operação de conexão de um acoplador de checagem. Portanto, o procedimento para a operação de comutação de modo de operação é complicado de modo que “o comutador de ignição é comutado para ligado após o acoplador de checagem ser conectado, e, em seguida, o acoplador de checagem é desacoplado”, de modo a se ser capaz de tornar difícil para uma pessoa que não conhece o procedimento apropriado realizar a operação de comutação de modo de operação.
[0017] De acordo com o quinto aspecto, a operação de comutação de modo de operação predeterminada comuta para ligado o comutador de ignição que comuta para ligado e desligado o suprimento de potência principal do veículo. Portanto, é possível realizar uma inspeção quanto ao aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo pela comutação arbitrariamente do segundo modo de operação (modo de transporte) para o terceiro modo de operação (modo de inspeção), antes da remessa a partir de uma fábrica.
[0018] De acordo com o sexto aspecto, quando o comutador de ignição é comutado para desligado e a bateria no veículo é levada para um estado desconectado no terceiro modo de operação (modo de inspeção), o meio de comutação de modo de operação muda o modo de operação para o segundo modo de operação (modo de transporte). Portanto, quando uma inspeção quanto ao aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo é terminada, é possível retornar o modo de operação para o modo adequado para transporte de novo.
Breve Descrição dos Desenhos
[0019] A figura 1 é um diagrama esquemático que mostra um sistema de comunicação de um aparelho de detecção de anormalidade (o qual será mostrado, a partir desde ponto, como um aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo) de acordo com uma modalidade da presente invenção.
[0020] A figura 2 é um diagrama de blocos que mostra a configuração do aparelho de detecção de anormalidade de acordo com a presente modalidade e os dispositivos periféricos do mesmo.
[0021] A figura 3 é um gráfico de tempo que mostra um fluxo no momento da condução de um processamento de diagnóstico de falha para o aparelho de detecção de anormalidade pelo uso do aparelho telefônico.
[0022] A figura 4 é um diagrama de circuito do aparelho de detecção de anormalidade de acordo com a presente modalidade e os dispositivos periféricos do mesmo.
[0023] A figura 5 é um gráfico de tempo que mostra um fluxo de um diagnóstico de falha em um caso em que o acoplador de checagem é usado.
[0024] A figura 6 é um diagrama de blocos que mostra a configuração do meio de comutação de modo de operação.
[0025] A figura 7 é um diagrama de transição de estado que mostra a configuração do controle de comutação de modo de operação.
[0026] A figura 8 é um fluxograma que mostra o procedimento para mudança do modo de transporte M1 para o modo normal M4.
[0027] A figura 9 é um gráfico de tempo que mostra o procedimento para mudança do modo de transporte M1 para o modo normal M4.
Descrição de Modalidades
[0028] Uma modalidade preferida da presente invenção será descrita abaixo, em detalhes, com referência aos desenhos. A figura 1 é um diagrama esquemático que mostra um sistema de comunicação de um aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo (o qual será mostrado a partir desde ponto como um aparelho de detecção de anormalidade) de acordo com uma modalidade da presente invenção. Um aparelho de detecção de anormalidade 10 que detecta um estado anormal de um veículo para proporcionar um aviso é instalado em uma motocicleta 1. O aparelho de detecção de anormalidade 10 é configurado para determinar que o veículo está em um estado anormal quando um sinal por um valor predeterminado for extraído de um sensor de aceleração ou similar instalado na carroceria do veículo, enquanto o veículo estiver estacionado para se proporcionar um aviso pela ativação da buzina, das lâmpadas ou similares do veículo.
[0029] O aparelho de detecção de anormalidade 10 é equipado com um transceptor no veículo, tal como um aparelho telefônico (faça uma referência à figura 1) capaz de realizar uma comunicação com uma estação de telefonia pública 2. Portanto, é possível fazer uma chamada telefônica a partir do aparelho telefônico 3 para o aparelho de detecção de anormalidade 10 através da estação de telefonia pública 2. O aparelho telefônico 3 pode ser um telefone móvel ou um telefone de linha fixa capaz de acessar a estação de telefonia pública 2. Na presente modalidade, o GSM (sistema global para comunicações móveis) que é o padrão para os telefones móveis é aplicado como o padrão de comunicação para um aparelho telefônico no veículo 11 no aparelho de detecção de anormalidade 10 e, portanto, é possível fazer uma chamada telefônica para o aparelho de detecção de anormalidade 10 a partir do aparelho telefônico 3 em muitos países operando com GSM.
[0030] A figura 2 é um diagrama de blocos que mostra a configuração do aparelho de detecção de anormalidade 10 de acordo com a presente modalidade e os dispositivos periféricos do mesmo. O aparelho de detecção de anormalidade 10 é coberto com um invólucro de resina tridimensional, por exemplo, de tamanho de aproximadamente 100 mm x 100 mm x 20 mm, e que é um dispositivo de controle sem um meio de operação, tais como quaisquer comutadores. O aparelho de detecção de anormalidade 10 é disposto em uma posição à qual não é fácil que terceiros tenham acesso, por exemplo, sob um assento de uma motorista, ou sob um tanque de combustível. O aparelho de detecção de anormalidade 10 inclui um aparelho telefônico no veículo 11 equipado com uma antena de transmis-são e de recepção 16 para a realização de uma comunicação com a estação de telefonia pública 2, uma unidade de controle de comunicação 12 que realiza pelo menos uma análise de um sinal de transmissão e de recepção pelo aparelho telefônico no veículo 11, um meio de diagnóstico de falha 14 que diagnostica a presença ou a ausência de uma falha no aparelho de detecção de anormalidade 10, um meio de indicação 13 que indica pelo menos resultado de diagnóstico o qual é produzido pelo meio de diagnóstico de falha 14, e um meio de determinação de estado anormal 15 que determina um estado anormal do veículo com base nos sinais de saída dos sensores 30, 31 e 32. O aparelho telefônico no veículo 11 pode ser provido fora do aparelho de detecção de anormalidade 10. Ainda, a unidade de controle de comunicação 12 pode ser regulada de modo a negar acesso a partir de outros telefones além de um aparelho de telefone predeterminado registrado junto a ela de antemão.
[0031] De modo a se realizar uma comunicação sem fio pelo aparelho telefônico no veículo 11, é necessário que um proprietário do veículo conclua um contrato de comunicação com um provedor de serviços de rede 4. É possível que o proprietário do veículo arbitrariamente escolha concluir ou não um contrato de comunicação com o provedor 4. O aparelho de detecção de anormalidade 10 pode ser usado como um aparelho de detecção de anormalidade típico que ativa um meio de aviso 40 com base em vibrações ou similares causadas por uma força aplicada externamente à carroceria do veículo em um caso em que um usuário não concluiu um contrato de comunicação com o provedor 4. A partir deste ponto, casos em que as comunicações através do aparelho telefônico no veículo 11 são realizadas serão descritos como casos em que um contrato de comunicação com o provedor 4 é concluído.
[0032] Os sinais de saída a partir do sensor de aceleração 30 que detecta vibrações ou similares aplicadas à carroceria do veículo, um sensor de inclinação 31 que detecta um ângulo de inclinação com a dianteira e a traseira e a direita e a esquerda da carroceria de veículo, e um sensor de sensor 32 que detecta uma mudança na sensor de bateria para a monitoração do acesso a um circuito de suprimento de potência, por exemplo, são introduzidos no meio de determinação de estado anor-mal 15. O meio de determinação de estado anormal 15 determina que o veículo está em um estado anormal, por exemplo, quando pelo menos um dos sinais de saída a partir dos sensores 30, 31 e 32 excede a um valor predeterminado. O aparelho de detecção de anormalidade 10 é configurado para ser capaz de transmitir que um estado anormal é detectado para o aparelho telefônico 3 localizado remotamente do veículo através do aparelho telefônico no veículo 11. Neste momento, um tempo de relógio no qual o estado anormal é detectado e um tipo do sensor ativado, e similares podem ser indicados em um visor que serve como um meio de indicação do aparelho telefônico 3.
[0033] Um GPS (sistema de posicionamento global) 20 é conectado ao meio de determinação de estado anormal 15. O GPS 20 é usado para a operação de um sistema de navegação no veículo durante um acionamento típico do veículo. Enquanto isso, o GPS 20 conectado ao aparelho de detecção de anormalidade 10 de acordo com a presente modalidade é configurado para ser capaz de ser utilizado, em um caso de ocorrência de uma anormalidade, para uma função de rastreamento de veículo de transmissão da localização real do veículo, um histórico de curso a partir de um tempo de ocorrência de uma anormalidade, ou similar, para o aparelho telefônico 3 através do aparelho telefônico no veículo 11.
[0034] Um EFI (injetor de combustível controlado eletronicamente) 21 como um controlador de motor a ser conectado ao meio de determinação de estado anormal 15 é configurado para ser capaz de parar seu acionamento, quando o estado anormal é detectado de acordo com uma instrução a partir do meio de determinação de estado anormal 15. Portanto, é possível automaticamente parar o EFI 21 para desabilitar o veículo quanto a ser acionado, no caso de uma ocorrência de uma anormalidade. A parada do EFI 21 pode ser realizada arbitrariamente por uma operação do aparelho telefônico 3. O controlador de motor controlado de acordo com uma instrução a partir do meio de determinação de estado anormal 15 pode ser um sistema de ignição para velas de ignição, vários tipos de atuadores ou similares.
[0035] O aparelho de detecção de anormalidade 10 de acordo com a presente modalidade diagnostica se o aparelho de detecção de anormalidade 10 está ou não funcionando normalmente pelo meio de diagnóstico de falha 14. Isto é, é possível conduzir um autodiagnostico de falha para o aparelho de detecção de anormalidade 10. O meio de diagnóstico de falha 14 é capaz de detectar um estado em que é impossível que o meio de determinação de estado anormal 15 ter problemas para determinar sua anormalidade, mesmo quando todos os sensores extraírem sinais além do valor predeterminado. Mais ainda, o meio de diagnóstico de falha 14 é capaz de indicar o tipo de uma falha, uma estratégia para lidar com isso, e similares no meio de indicação 13, quando uma falha como essa for detectada.
[0036] De acordo com a configuração, conforme descrito acima, é possível que uma pessoa da manutenção para o veículo faça uma chamada telefônica a partir do aparelho telefônico 3 para o aparelho de detecção de anormalidade 10 para a condução de um diagnóstico de falha para o aparelho de detecção de anormalidade 10, e para saber um resultado de diagnóstico do mesmo no meio de indicação 13. Um diodo de emissão de luz (LED), uma tela de cristal líquido ou similares podem ser aplicados ao meio de indicação 13.
[0037] A figura 3 é um gráfico de tempo que mostra um fluxo no tempo de condução de um processamento de autodiagnostico de falha para o aparelho de detecção de anormalidade 10 pelo uso do aparelho telefônico 3. Quando uma pessoa da manutenção para o veículo faz uma chamada telefônica a partir do aparelho telefônico 3 para o aparelho de detecção de anormalidade 10 na etapa S10, o aparelho telefônico no veículo 11 do aparelho de detecção de anormalidade 10 recebe a chamada telefônica na etapa S11. Na etapa S12 seguinte, a conclusão da recepção é indicada no meio de indicação 13. Desse modo, é possível que a pessoa de manutenção para o veículo cheque visualmente que a linha telefônica está conectada. O procedimento para se fazer uma chamada telefônica para o aparelho de detecção de anormalidade 10 na etapa S10 mencionada anteriormente pode ser realizado ao se discar um número de telefone único para o aparelho telefônico no veículo 11 a partir de um telefone de linha fixa, um telefone móvel ou similar.
[0038] Em seguida, na etapa S20, um número representando cada item de diagnóstico (por exemplo, os números 1 a 5) é introduzido no aparelho telefônico 3. Os itens de diagnóstico podem ser compostos por conteúdos tais como se há ou não um curto-circuito no circuito que compõe o aparelho de detecção de anormalidade 10 e se os sensores 30, 31 e 32 estão funcionando normalmente. Na etapa S21 seguinte, o aparelho telefônico no veículo 11 recebe o item de diagnóstico de entrada, e, na etapa S22, o item de diagnóstico introduzido no meio de indicação 13 é indicado. Então, na etapa S40, é indicado no meio de indicação 13 que um diagnóstico de falha é conduzido. Na etapa S41, um sinal de instrução de diagnóstico de falha para começo de um diagnóstico de falha é extraído a partir da unidade de controle de comunicação 12, e um diagnóstico de falha para o item de diagnóstico selecionado é conduzido pelo meio de diagnóstico de falha 14.
[0039] Conforme descrito acima, de acordo com o aparelho de detecção de anormalidade 10 de acordo com a presente modalidade, é possível conduzir um diagnóstico de falha para o aparelho de detecção de anormalidade 10 por uma operação do aparelho telefônico 3. Tipicamente, quando uma função de autodiagnostico é provida para o aparelho de detecção de anormalidade 10, de modo a não requerer um dispositivo dedicado para a condução de um diagnóstico de falha, um meio de entrada, tal como um comutador para comutação a partir de um estado em um modo de detecção de anormalidade típico para um modo de diagnóstico de falha no qual a função do aparelho de detecção de anormalidade é temporariamente suspensa é requerido. Contrário a isto, de acordo com o aparelho de detecção de anormalidade 10 de acordo com a presente modalidade, devido ao fato de não haver necessidade de provisão de um meio de entrada o qual pode ser operado por terceiros, é possível conduzir um diagnóstico de falha para o aparelho de detecção de anormalidade em um método simples, e manter um alto efeito de detecção de anormalidade do aparelho de detecção de anormalidade.
[0040] A figura 4 é um diagrama de circuito do aparelho de detecção de anormalidade de acordo com a presente modalidade e dispositivos periféricos do mesmo. Os mesmos números de referência que aqueles na descrição acima denotam porções idênticas ou equivalentes. Este diagrama de circuito principalmente mostra uma relação de conexão entre o aparelho de detecção de anormalidade 10 e o meio de aviso 40 (uma buzina e pisca-pisca, os quais serão descritos mais tarde). Uma CPU 50 que serve como uma unidade de processamento central do aparelho de detecção de anormalidade 10 inclui um meio de determinação de anormalidade e um meio de diagnóstico de falha, conforme mostrado na figura 2. Um LED (diodo de emissão de luz) a ser conectado à CPU 50 serve como o meio de indicação 13.
[0041] Um suprimento de potência interno 66 é conectado à CPU 50. O suprimento de potência interno 66 é provido de modo a ativar os sensores para acionamento do meio de aviso 40 com base nos sinais de saída dos sensores, ou para se permitir uma comunicação com o aparelho telefônico no veículo 11, mesmo quando uma bateria no veículo 63 for removida. A CPU 50 é acionada pela potência elétrica da bateria no veículo 63, quando a bateria no veículo 63 for conectada ao veículo, e o suprimento de potência interno 66 estiver em um estado não usado. Durante este tempo normal, o suprimento de potência interno 66 é plenamente carregado pela potência elétrica suprida a partir da bateria no veículo 63, e é regulado de modo a ser comutado para um estado para uso apenas quando a bateria no veículo 63 for removida.
[0042] Uma pluralidade de portas de entrada e de saída é provida no aparelho de detecção de anormalidade 10. A potência elétrica da bateria no veículo 63 é suprida a partir de uma porta de entrada 80 através de um fusível principal 64. As portas de entrada 81 e 82 são usadas para a monitoração dos estados de operação de um comutador de ignição 60 que desconecta e conecta o suprimento de potência principal do veículo e um comutador de lâmpada de parada 61 que liga uma lâm-pada de parada 43.
[0043] Uma buzina 41 ativada de acordo com uma operação de um comutador de buzina 62 e luzes de pisca-pisca 42 piscando de acordo com uma operação de um comutador de pisca-pisca (não mostrado) são providas na motocicleta 1. A buzina 41 e as luzes de pisca-pisca 42 não são ativadas, mesmo pela operação dos respectivos comutadores, a menos que o comutador de ignição 60 esteja em um estado ligado. Contudo, quando um estado anormal é detectado, enquanto o veículo está estacionado, a CPU 50 comuta os transistores 53 e 54 para ligados, para acionamento dos relês 70 e 72 através de portas de saída 83 e 84, de modo a se ativar a buzina 41 e as luzes de pisca-pisca 42 como o meio de aviso 40.
[0044] Ainda, quando um estado anormal do veículo é detectado, a CPU 50 é capaz de acionar um transistor 51 conectado a uma porta de entrada e de saída 85 para a parada do EFI 21. Mais ainda, é possível transmitir o estado anormal do veículo para um aparelho telefônico predeterminado pelo uso do aparelho telefônico no veículo 11 conectado a uma porta de entrada e de saída 86.
[0045] O sensor de anormalidade 10 de acordo com a presente modalidade é configurado para usar um acoplador de checagem 90 conectado a ele através de uma porta de entrada 87 no momento da condução de um diagnóstico de falha ao se fazer uma chamada telefônica a partir do aparelho telefônico 3 para o aparelho telefônico no veículo 11.0 acoplador de checagem 90 é um dispositivo pequeno composto por um acoplador macho o qual tem um comutador, e o aparelho é configurado de modo que seja possível introduzir um sinal de entrada do comutador na CPU 50, quando o acoplador macho estiver conectado a um acoplador fêmea conectado à porta de entrada 87. Um fluxo de um caso em que um diagnóstico de falha é conduzido pelo uso do acoplador de checagem 90 será descrito com referência à figura 5.
[0046] A figura 5 é um gráfico de tempo que mostra um fluxo de um diagnóstico de falha, em um caso em que o acoplador de checagem 90 mencionado anteriormente é usado. Os mesmos números de referência que aqueles na descrição acima denotam porções idênticas ou equivalentes. Neste exemplo modificado, há um recurso no ponto em que um código de PIN introduzido a partir do aparelho telefônico 3 e um código de PIN (número de identificação pessoal) introduzido a partir do acoplador de checagem 90 passam por uma checagem cruzada para a execução de um processamento de autenticação para a prevenção de acesso por terceiros. Este gráfico de tempo é regulado de modo que uma série de processamentos de autenticação seja realizada entre a etapa 22 (indicação de item de diagnóstico) mostrada na figura 3 e a etapa S40 (indicação de execução de diagnóstico).
[0047] Um código de PIN é introduzido no aparelho telefônico 3 na etapa S30, e o aparelho telefônico no veículo 11 recebe o código de PIN de entrada na etapa S31. Na etapa S32 seguinte, um código de PIN é introduzido por operações de ativação e desativação do acoplador de checagem 90. Então, na etapa S33, o código de PIN é autenticado pelo aparelho de detecção de anormalidade 10. Este processamento de autenticação é executado na unidade de controle de comunicação 12 (faça uma referência à figura 2) do aparelho de detecção de anormalidade 10.
[0048] Quando o processamento de autenticação na etapa S33 é normalmente completado, é indicado no meio de indicação 13 que um diagnóstico de falha é conduzido na etapa S40, e um diagnóstico de falha para um item de diagnóstico selecionado é conduzido na etapa S41. Isto é, na presente modalidade, quando um código de PIN introduzido a partir do aparelho telefônico 3 e um código de PIN introduzido a partir do acoplador de checagem 90 são diferentes de cada outro, um diagnóstico de falha para o aparelho de detecção de anormalidade não é conduzido para se evitar que terceiros conduzam um diagnóstico de falha. Além disso, várias modificações de tipos de códigos de PIN, um modo do acoplador de checagem, e similares são possíveis. Por exemplo, é possível introduzir um código de PIN por uma ação de comutação de um estado de conexão do acoplador de checagem, sem um comuta-dor ou similar.
[0049] Retornando à figura 4, as portas de saída 88 e 89 providas no aparelho de detecção de anormalidade 10 são providas para conexão com vários tipos de dispositivos no veículo. Uma linha serial 55 e uma linha K 56 conectadas à CPU 50 podem ser arbitrariamente comutadas entre seus estados de conexão com a porta de saída 89 por um seletor de jumper 57. A linha serial 55 e a linha K 56 são padrões de comunicação usados para diagnósticos de falha ou similares para vários tipos de dispositivos no veículo, e, após um dispositivo no veículo ser conectado à porta de saída 89, é possível conduzir um diagnóstico de falha do mesmo pela feitura de uma chamada telefônica a partir do aparelho telefônico 3 para o aparelho de detecção de anormalidade 10. Além disso, o EFI 21 mencionado anteriormente da mesma forma é conectado à CPU 50 pelo uso da linha K 56 para ser capaz de conduzir um diagnóstico de falha do mesmo. Ainda, os tipos e números de portas de entrada e de saída providos no aparelho de detecção de anormalidade 10 não estão limitados à modalidade descrita acima, e várias modificações do mesmo são possíveis.
[0050] A figura 6 é um diagrama de blocos que mostra a configuração do meio de comutação de modo de operação 17 no aparelho de detecção de anormalidade 10. O meio de comutação de modo de operação 17 é provido no interior da CPU 50 mencionada anteriormente. Todos os oito tipos de modos de operação são providos no aparelho de detecção de anormalidade 10, e o meio de comutação de modo de operação 17 é configurado para ser capaz de comutar entre os modos de operação com base na informação de entrada dos comutadores, dos meios de entrada e do sensor, ou similar. Os oito tipos de modos de operação mostrados abaixo são providos.
[0051] Modo de transporte (O segundo modo de operação. O caso do transporte de uma fábrica para uma revenda é previsto. O suprimento de potência interno é proibido de ser usado para a redução do consume de potência elétrica durante um período até uma bateria no veículo ser conectada ao veículo).
[0052] Modo de inspeção (O terceiro modo de operação. Um caso na inspeção a partir do aparelho de detecção de anormalidade é previsto).
[0053] Modo de ativação (Uma operação de comutação para um modo normal é recebida).
[0054] Modo normal (O primeiro modo de operação. Um caso em uso normal, tal como condução, é previsto. O meio de aviso não é ativado, mesmo quando uma força externa causando vibrações ou similares aplicada à carroceria de veículo é detectada).
[0055] Modo de abastecimento (Um caso de abastecimento por um usuário (onde o comutador de ignição SW está comutado para desligado) é previsto. O meio de aviso não é ativado, mesmo quando uma força externa causando vibrações ou similares aplicadas à carroceria de veículo é detectada).
[0056] Modo inativo (Um caso em um veículo desligado típico em que o comutador de ignição SW está comutado para desligado é previsto. O meio de aviso é ativado quando uma força externa causando vibrações ou similares aplicadas à carroceria de veículo é detectada).
[0057] Modo de roubo (Um estado tal como o veículo ser movido com uma chave de ignição inserida por terceiros e ser movido ou similar é previsto. Um usuário usa um aparelho telefônico para fazer com que o aparelho de detecção de anormalidade reconheça que o veículo está em um estado anormal, para ativação do meio de aviso).
[0058] Modo de roubo de alarme (Um estado no qual uma anormalidade ocorre em um estado no qual uma chave de ignição é puxada é previsto. O meio de ativo é ativado e uma notificação é dada, por exemplo, para um aparelho telefônico de um usuário).
[0059] Ainda, os sinais do meio de entrada de informação de contrato com provedor 22 que introduz uma informação quanto a se um contrato de comunicações está concluído com o provedor 4, o SW (comutador) de ignição 60 que comuta para ligado e desligado o suprimento de potência principal do veículo, o SW (comutador) de lâmpada de parada 61 que detecta as operações de uma alavanca de freio e de um pedal de freio, do acoplador de checagem 90 mencionado anteriormente, o meio de entrada de sinal de liberação de modo de roubo 23 que introduz um sinal de liberação de modo de roubo transmitido a partir de um usuário ou similar, um sensor de sensor 32 que permite a monitoração de uma sensor da bateria no veículo 63, e um temporizador 27 que marca o tempo para vários tipos de tempos predeterminados são introduzidos no meio de comutação de modo de operação 17. Além disso, o aparelho de detecção de anormalidade 10 tem o suprimento de potência interno 66 e o sensor de sensor 32, de modo que o aparelho de detecção de anormalidade 10 seja capaz de colocar para funcionar um alarme, mesmo quando a bateria no veículo 63 for removida, de modo a se suspender o funcionamento do aparelho de detecção de anormalidade 10.
[0060] A figura 7 é um diagrama de transição de estado que mostra a configuração do controle de comutação de modo de operação de acordo com a presente modalidade. Um estado de remessa denota um estado no qual a bateria no veículo 63 não é conectada ainda a um veículo completado em uma fábrica. A bateria no veículo 63 é conectada ao veículo tipicamente após o veículo chegar a uma revenda, por exemplo, no momento da entrega do veículo a um usuário. Neste estado de remessa, o modo de operação do aparelho de detecção de anormalidade 10 está em um modo de transporte M1 como o segundo modo de operação. No modo de transporte M1, não há necessidade de se permitir a função de detecção de anormalidade. Portanto, o aparelho é regulado de modo que o suprimento de potência interno 66 em um estado plenamente carregado é proibido de ser usado para a redução do consumo do suprimento de potência interno 66, até a bateria no veículo 63 ser conectada ao veículo.
[0061] Em seguida, quando a bateria no veículo 63 é conectada ao veículo, o modo de operação é deslocado para um modo de ativação M3, no qual uma operação de comutação para um modo normal M4 é recebida. Por outro lado, quando a bateria no veículo 63 é conectada ao veículo e o SW (comutador) de ignição 60 é comutado para ligado, o modo de operação é mudado para um modo de inspeção M2. O modo de inspeção M2 é regulado para a realização de uma inspeção para o aparelho de detecção de anormalidade 10 em uma fábrica, uma revenda, ou similar. Assim sendo, em uma inspeção quanto a um veículo completado em uma fábrica, a bateria no veículo é conectada uma vez ao veículo para comutação para o modo de inspeção M2, e a inspeção quanto ao sistema é realizada e, depois, o modo é comutado para o modo de transporte M1, após a inspeção, a bateria no veículo é destacada do veículo, para se fazer a remessa para uma revenda. Desse modo, é possível realizar uma inspeção quanto ao sistema, uma vez que a bateria seja conectada ao veículo, e o sistema não é ativado de forma imprópria, quando a bateria for removida. Portanto, a bateria no veículo pode ser removida, o que não permite que a bateria no veículo seja descarregada, até o veículo ser consignado para um consumidor, e, além disso, o suprimento de potência interno não é consumido. Uma inspeção quanto ao aparelho de detecção de anormalidade 10 pode ser realizada ao se checar se o meio de indicação (LED) 13 é ativado conforme esperado, por exemplo, quando o acoplador de checagem 90 é conectado a ele. Além disso, quando o SW de ignição 60 é comutado para desligado e a bateria no veículo 63 é removida no modo de inspeção M2, o modo de operação é retornado para o modo de transporte M1.
[0062] Então, quando uma operação de comutação de modo de operação predeterminada é realizada no modo de ativação M3, o modo de operação é mudado para o modo normal M4, no caso em que um uso normal por um usuário é divisado. O modo normal M4 é regulado de modo a se ativar o sensor de aceleração 30 e o sensor de inclinação 31, mas para a proibição do meio de aviso 40 de ser ativado com base nos sinais de saída a partirdes sensores 30, 31. Desse modo, é possível usar sinais de saída a partir do sensor de aceleração 30, do sensor de inclinação 31 e similares para controle da injeção de combustível ou controle da ignição, sem ativação do meio de aviso 40, durante a condução do veículo. Os detalhes da operação de comutação de modo de operação no momento da mudança do modo de ativação M3 para o modo normal M4 serão descritos mais tarde.
[0063] Quando o modo de operação é mudado para o modo normal M4, o aparelho de detecção de anormalidade 10, checa se um usuário concluiu ou não um contrato de comunicações com o provedor predeterminado 4. Então, quando um contrato de comunicações é concluído, o modo de operação é mudado para um modo normal M8 com um contrato com provedor. Por outro lado, quando um contrato de comunicações não é concluído, o modo de operação é mudado para um modo normal M5, sem um contrato com provedor.
[0064] Quando o SW de ignição 60 do veículo é comutado para desligado e um tempo predeterminado (por exemplo, um minuto) decorre no modo normal M8 com um contrato com provedor, o modo de operação é mudado para um modo inativo M10. Quando uma força externa, tal como vibrações, é aplicada à carroceria de veículo para a detecção de um estado anormal no modo inativo M10, o modo de operação é mudado para um modo de roubo de alarme M11. No modo de roubo de alarme M11, o caso em que o veículo é levado para um estado anormal em um estado no qual a chave de ignição é puxada da carroceria de veículo é divisado. Neste caso, o aparelho de detecção de anormalidade 10 ativa o meio de aviso 40 e é capaz de dar uma notificação do veículo estar em um estado anormal para um contato predeterminado ou destino, tal como um telefone móvel, um computador pessoal ou similar de um usuário.
[0065] Ainda, no caso em que o modo de operação é mudado para um modo de roubo de alarme M11 devido a um movimento não pretendido de um usuário para oscilar ou balançar o veículo no modo inativo M10, é possível retornar o modo de operação para o modo inativo M10, por exemplo, pela transmissão de um sinal de mudança de modo inativo para o aparelho de detecção de anormalidade 10 pelo uso do aparelho telefônico 3 do usuário. Além disso, quando o SW de ignição 60 é co-mutado para ligado no modo inativo M10, o modo de operação é retornado para o modo normal M8 com um contrato com provedor.
[0066] Por outro lado, no abastecimento, o veículo está em um estado no qual o SW de ignição 60 está comutado para desligado e, também, um usuário pode oscilar ou balançar a carroceria de veículo. Portanto, o aparelho é regulado de modo que, quando uma operação de comutação para desligado, para ligado e desligado do SW de ignição 60 é realizada, enquanto o SW de lâmpada de parada 61 é feito ficar ativado pela operação da alavanca de freio no modo normal M8 com um contrato com provedor, o modo de operação é mudado para um modo de abastecimento M12, no qual o meio de aviso 40 não é ativado, mesmo quando os sensores detectam uma força externa, tal como vibrações ou similares. Além disso, quando o SW de ignição 60 é comutado para ligado no modo de abastecimento M12, o modo de operação é retornado para o modo normal M8 com um contrato com provedor.
[0067] Ainda, o veículo pode ser levado para um estado anormal em um estado no qual a chave de ignição está inserida em uma fechadura do veículo, isto é, em um estado no qual é possível que terceiros comutem para ligado o SW de ignição 60. Neste momento, mesmo quando o veículo está realmente em um estado anormal, o aparelho de detecção de anormalidade 10 não ativa o meio de aviso 40, porque uma operação normal usando a chave de ignição é realizada. Contudo, em um caso em que um contrato com provedor é concluído, por exemplo, é possível que um usuário notifique uma anormalidade para fazer uma chamada telefônica a partir do aparelho telefônico 3 para o aparelho de detecção de anormalidade 10, para fazer com que o aparelho de detecção de anormalidade 10 reconheça que o veículo está em um estado anormal.
[0068] Desse modo, o aparelho de detecção de anormalidade 10 é capaz de ativar o meio de aviso 40 ou parar o injetor de combustível, mesmo enquanto o veículo em um estado anormal estiver sendo conduzido. Mais ainda, é possível saber uma localização real do veículo pelo uso da função do GPS mencionado anteriormente. Além disso, quando um usuário transmite um sinal de liberação de modo de roubo através do aparelho telefônico 3 em um modo de roubo M9, o modo de operação é retornado para o modo normal M8 com um contrato com provedor.
[0069] Na descrição acima, as operações quando um contrato com provedor já foi concluído foram descritas. Ao contrário, em um caso em que um contrato com provedor não é concluído, é impossível utilizar uma operação remota para o aparelho de detecção de anormalidade 10 ao fazer uma chamada telefônica para o aparelho telefônico no veículo 11, ou uma função de encontrar localização do GPS. Quando o SW de ignição 60 é comutado para desligado e um tempo predeterminado (por exemplo, um minuto) decorre no modo normal M5, sem um contrato com provedor, o modo de operação é mudado para um modo inativo M7. Quando uma força externa, tais como vibrações, é aplicada à carroceria de veículo para a detecção de um estado anormal no modo inativo M7, apenas o meio de aviso 40 é ativado. Além disso, quando o SW de ignição 60 é comutado para ligado no modo inativo M7, o modo de operação é retornado para o modo normal M5, sem um contrato com provedor.
[0070] Ainda, quando a SW de lâmpada de parada 61 é comutada para ligado pela operação da alavanca de freio ou similar, e uma operação de comutação para desligado, ligado e desligado do SW de ignição 60 é realizada no modo normal M5 sem um contrato com provedor, o modo de operação é mudado para o modo de abastecimento M6, no qual o meio de aviso 40 não é ativado, mesmo quando os vários tipos de sensores detectam vibrações ou similares. Quando o SW de ignição 60 é comutado para ligado no modo de abastecimento M6, o modo de operação é retornado para o modo normal M5, sem um contrato com provedor.
[0071] O procedimento para mudança do modo de transporte M1 para o modo normal M4 será descrito abaixo, com referência a um fluxograma da figura 8 e um gráfico de tempo da figura 9. Com referência à figura 8, na etapa S101, é determinado se a bateria no veículo 63 está ou não conectada ao veículo no modo de transporte M1. Quando isto é determinado como sendo positivo na etapa S101, o procedimento prossegue para a etapa S102, e o modo de operação é mudado para o modo de ativação M3. Quando é determinado como sendo negativo, a determinação na etapa S101 é repetida, até ser determinada como sendo positiva.
[0072] Na etapa S103 seguinte, é determinado se o acoplador de checagem 90 está ou não conectado. Quando isto é determinado como sendo positivo na etapa S103, o procedimento prossegue para a etapa S104, e é determinado se o SW de ignição 60 está ou não comutado para ligado. Quando é determinado como sendo positivo na etapa S104, o procedimento prossegue para a etapa S105. Por outro lado, quando é determinado como sendo negativo nas etapas S103 e S104, as respec-tivas etapas são repetidas até que cada etapa seja determinada como sendo positiva.
[0073] Na etapa S105, é determinado se o acoplador de checagem 90 é ou não acoplado em um período de tempo predeterminado (por exemplo, cinco segundos) após o SW de ignição 60 ser comutado para ligado. Quando é determinado como sendo positivo na etapa S105, o procedimento prossegue para a etapa S106, e é determinado se o acoplador de checagem 90 é ou não instalado em um período de tempo predeterminado (por exemplo, cinco segundos) após o acoplador de checagem 90 ser desacoplado. Então, quando é determinado como sendo positivo na etapa S106, o procedimento prossegue para a etapa S107, e o modo de operação é mudado para o modo normal M4, que termina uma série de processamentos. Além disso, quando é determinado como sendo negativo nas etapas S105 e S106, é considerado que as respectivas operações de comutação não são apropriadamente realizadas, e uma série de processamentos é terminada, enquanto se fica no modo de ativação M3.
[0074] De acordo com o processamento de mudança de modo normal conforme descrito acima, é possível tornar difícil mudar do modo de transporte M1 para o modo normal M4, a menos que uma pessoa (por exemplo, um vendedor em uma revenda) saiba o procedimento próprio predeterminado para a operação de comutação de modo de operação.
[0075] Em seguida, o procedimento para mudança do modo de transporte M1 para o modo normal M4 será descrito de novo, com referência à figura 9. A partir do topo neste gráfico de tempo, o estado ligado e o desligado do SW de ignição 60, o valor de sensor da bateria no veículo 63, o estado de uso do suprimento de potência interno 66, o modo de operação do aparelho de detecção de anormalidade 10, o estado de conexão do acoplador de checagem 90 (aberto: separado, em curto: conectado), e o estado de iluminação do meio de indicação (LED) 13 são mostrados.
[0076] O modo de operação do aparelho de detecção de anormalidade 10 é no modo de transporte M1, antes da remessa de fábrica até a bateria no veículo 63 ser conectada ao veículo no tempo de relógio t1. Conforme mencionado acima, o modo de transporte M1 é um modo no qual o suprimento de potência interno 66 não é usado mesmo quando a bateria no veículo 63 está desconectada, de modo a se evitar o consumo do suprimento de potência interno 66.
[0077] Quando a bateria no veículo 63 é conectada no tempo de relógio t1, o modo de operação é mudado para o modo de ativação M3. Em seguida, quando o acoplador de checagem 90 é conectado no tempo de relógio t2, e o SW de ignição 60 é adicionalmente comutado para ligado no tempo de relógio t3, o meio de indicação 13 começa a piscar. Este piscar pode ser regulado para se repetir ligado e desligado a cada 0,5 segundo, por exemplo.
[0078] Então, quando o acoplador de checagem 90 é separado no tempo de relógio t4, após um tempo predeterminado AtA (em cinco segundos na presente modalidade) a partir do tempo de relógio t3, e quando o acoplador de checagem 90 é conectado de novo em um tempo de relógio t5 após um tempo predeterminado AtB (em cinco segundos na presente modalidade) a partir do tempo de relógio t4, o modo de operação é mudado para o modo normal M4.
[0079] Devido ao fato de o meio de indicação 13 ser levado para um estado de iluminação contínuo a partir do tempo de relógio t5, uma notificação da conclusão da mudança para o modo normal M4 é dada para um trabalhador. O meio de indicação 13 no estado de iluminação contínuo é desligado pela comutação para desligado do SW de ignição 60 no tempo de relógio t6. Finalmente, o acoplador de checagem 90 é de- sacoplado no tempo de relógio t8, que termina uma série de trabalhos.
[0080] Além disso, uma vez que uma operação de comutação de modo de operação a partir do modo de ativação M3 para o modo normal M4 seja realizada, o modo de operação não é mais mudado para o modo de ativação M3 e o modo de transporte M1. Por exemplo, o aparelho é regulado de modo que, quando a bateria no veículo 63 for removida no modo inativo M10, seja julgado que a bateria é removida por terceiros para mudança do modo de operação para o modo de roubo de alarme M11.
[0081] Além disso, quando o SW de ignição 60 é comutado para desligado no tempo de relógio t6 e um tempo predeterminado decorre para se chegar ao tempo de relógio t7, o modo de operação é mudado para o modo inativo M10. Então, quando o SW de ignição 60 é comutado para ligado (tempo de relógio t9) no modo inativo M10, o modo de operação é retornado do modo inativo M10 para o modo normal M4 (o modo normal M8 com um contrato com provedor, quando um contrato com provedor já tiver sido concluído). Além disso, o aparelho é configurado de modo que o meio de indicação 13 acenda apenas durante um tempo predeterminado AtC até o tempo de relógio t10, de modo a se proporcionar a notificação da conclusão normal da mudança do modo de operação.
[0082] Conforme descrito acima, de acordo com o aparelho de detecção de anormalidade da presente invenção, devido ao fato de o modo de transporte no qual o suprimento de potência interno do aparelho de detecção de anormalidade é colocado em um estado não usado, mesmo em um estado no qual a bateria no veículo está desconectada, é incluído na pluralidade de modos de operação providos para o aparelho de detecção de anormalidade, desde que o modo de transporte seja regulado antes da remessa de fábrica, é possível evitar que o supri-mento de potência interno seja desnecessariamente consumido durante um período até a bateria no veículo ser conectada ao veículo após a remessa.
[0083] Além disso, a configuração e o layout do aparelho de detecção de anormalidade, as espécies dos vários tipos de sensores detectando um estado anormal e o meio de aviso, a configuração do meio de indicação, a função da unidade de controle de comunicação, o tipo de padrão de comunicação do aparelho telefônico no veículo, o método de uso do GPS, o padrão de iluminação do meio de indicação, o procedimento para comutação da operação do modo de ativação para o modo normal, e similares não estão limitados àqueles na modalidade descrita acima, e várias modificações dos mesmos são possíveis. O aparelho de detecção de anormalidade de acordo com a presente invenção é apli-cável não apenas a uma motocicleta, mas também a veículos de três rodas, veículos de quatro rodas e similares. Lista de Símbolos de Referência 1: MOTOCICLETA (VEÍCULO), 2: ESTAÇÃO DE TELEFONIA PÚBLICA, 3: APARELHO DE TELEFONE, 4: PROVEDOR DE SERVIÇOS DE REDE, 10: APARELHO DE DETECÇÃO DE ANORMALIDADE (APARELHO DE DETECÇÃO DE ANORMALIDADE E DE RASTREAMENTO DE VEÍCULO), 11: APARELHO DE TELEFONE NO VEÍCULO, 12: UNIDADE DE CONTROLE DE COMUNICAÇÃO, 13: MEIO DE INDICAÇÃO, 14: MEIO DE DIAGNÓSTICO DE FALHA, 15: MEIO DE DETERMINAÇÃO DE ESTADO ANORMAL, 16: ANTENA DE TRANSMISSÃO E DE RECEPÇÃO, 17: MEIO DE COMUTAÇÃO DE MODO DE OPERAÇÃO, 20: GPS (SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL), 21: EFI (INJETOR DE COMBUSTÍVEL OPERADO ELETRONICAMENTE), 30: SENSOR DE ACELERAÇÃO, 31: SENSOR DE INCLINAÇÃO, 32: SENSOR DE SENSOR, 40: MEIO DE AVISO, 60: COMUTADOR DE IGNIÇÃO, 61: COMUTADOR DE LÂMPADA DE PARADA, 63: BATERIA NO VEÍCULO, 66: SUPRIMENTO DE POTÊNCIA INTERNO, 90: ACOPLADOR DE CHECAGEM, M1: MODO DE TRANSPORTE (SEGUNDO MODO DE OPERAÇÃO), M2: MODO DE INSPEÇÃO (TERCEIRO MODO DE OPERAÇÃO), M3: MODO DE ATIVAÇÃO, M4: MODO NORMAL (PRIMEIRO MODO DE OPERAÇÃO), M5: MODO NORMAL SEM CONTRATO COM PROVEDOR, M6, M12: MODO DE ABASTECIMENTO, M7, M10: MODO INATIVO, M8: MODO NORMAL COM CONTRATO COM PROVEDOR, M9: MODO DE ROUBO, M11: MODO DE ROUBO DE ALARME

Claims (5)

  1. Aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo (10) o qual detecta um estado anormal do veículo com um meio de detecção de anormalidade (15) incluindo um sensor que detecta vibrações ou similares aplicadas a um veículo (1), e o qual tem uma função de rastreamento de veículo, o aparelho caracterizado pelo fato de que compreende: um suprimento de potência interno (66), o qual é capaz de suprir potência elétrica de acionamento para o aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo (10) no lugar de uma bateria no veículo (63), quando a bateria no veículo (63) estiver desconectada do veículo (1); e meio de comutação de modo de operação (17) para a comutação de uma pluralidade de modos de operação providos para o aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo (10), em que a pluralidade de modos de operação inclui um primeiro modo de operação (modo normal M4) no qual o aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo (10) é ativado pelo uso do suprimento de potência interno (66), e um segundo modo de operação (modo de transporte M1) no qual o suprimento de potência interno (66) é proibido de ser usado, quando a bateria no veículo (63) for removida; em que, dentre a pluralidade de modos de operação, apenas o segundo modo de operação (M1) é regulado em um estado inicial, antes de a bateria no veículo (63) ser primeiramente conectada ao veículo, e o segundo modo de operação (M1) é deixado ser comutado para o primeiro modo de operação (M4), pela primeira vez quando a bateria no veículo (63) estiver conectada ao veículo.
  2. Aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que quando a bateria no veículo (63) está conectada ao veículo e uma operação de comutação de modo de operação predeterminada é executada no segundo modo de operação (M1) como um modo de operação dentre a pluralidade de modos de operação, o modo de operação é mudado para um terceiro modo de operação (modo de inspeção M2), no qual uma inspeção quanto ao aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo (10) é possível.
  3. Aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a operação de comutação de modo de operação do segundo modo de operação (M1) para o primeiro modo de operação (M4) é composta por uma combinação de uma operação de um comutador de ignição (60) que comuta para ligado e desligado um suprimento de potência principal do veículo (1) e uma operação de conexão de um acoplador de checagem (90).
  4. Aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a operação de comutação de modo de operação predeterminada comuta para ligado o comutador de ignição (60) que comuta para ligado e desligado o suprimento de potência principal do veículo (1).
  5. Aparelho de detecção de anormalidade e de rastreamento de veículo, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que quando o comutador de ignição (60) é comutado para desligado e a bateria no veículo (63) é levada para um estado desconectado no terceiro modo de operação (modo de inspeção M2), o meio de comutação de modo de operação (17) muda o modo de operação para o segundo modo de operação (modo de transporte M1).
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