BRPI1010323A2 - vÁlvula de comutaÇço - Google Patents
vÁlvula de comutaÇço Download PDFInfo
- Publication number
- BRPI1010323A2 BRPI1010323A2 BRPI1010323-6A BRPI1010323A BRPI1010323A2 BR PI1010323 A2 BRPI1010323 A2 BR PI1010323A2 BR PI1010323 A BRPI1010323 A BR PI1010323A BR PI1010323 A2 BRPI1010323 A2 BR PI1010323A2
- Authority
- BR
- Brazil
- Prior art keywords
- valve
- chambers
- reel
- fluid
- spools
- Prior art date
Links
Classifications
-
- F—MECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
- F16—ENGINEERING ELEMENTS AND UNITS; GENERAL MEASURES FOR PRODUCING AND MAINTAINING EFFECTIVE FUNCTIONING OF MACHINES OR INSTALLATIONS; THERMAL INSULATION IN GENERAL
- F16K—VALVES; TAPS; COCKS; ACTUATING-FLOATS; DEVICES FOR VENTING OR AERATING
- F16K11/00—Multiple-way valves, e.g. mixing valves; Pipe fittings incorporating such valves
- F16K11/10—Multiple-way valves, e.g. mixing valves; Pipe fittings incorporating such valves with two or more closure members not moving as a unit
- F16K11/105—Three-way check or safety valves with two or more closure members
-
- F—MECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
- F16—ENGINEERING ELEMENTS AND UNITS; GENERAL MEASURES FOR PRODUCING AND MAINTAINING EFFECTIVE FUNCTIONING OF MACHINES OR INSTALLATIONS; THERMAL INSULATION IN GENERAL
- F16K—VALVES; TAPS; COCKS; ACTUATING-FLOATS; DEVICES FOR VENTING OR AERATING
- F16K11/00—Multiple-way valves, e.g. mixing valves; Pipe fittings incorporating such valves
- F16K11/02—Multiple-way valves, e.g. mixing valves; Pipe fittings incorporating such valves with all movable sealing faces moving as one unit
- F16K11/06—Multiple-way valves, e.g. mixing valves; Pipe fittings incorporating such valves with all movable sealing faces moving as one unit comprising only sliding valves, i.e. sliding closure elements
- F16K11/065—Multiple-way valves, e.g. mixing valves; Pipe fittings incorporating such valves with all movable sealing faces moving as one unit comprising only sliding valves, i.e. sliding closure elements with linearly sliding closure members
- F16K11/07—Multiple-way valves, e.g. mixing valves; Pipe fittings incorporating such valves with all movable sealing faces moving as one unit comprising only sliding valves, i.e. sliding closure elements with linearly sliding closure members with cylindrical slides
-
- F—MECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
- F17—STORING OR DISTRIBUTING GASES OR LIQUIDS
- F17C—VESSELS FOR CONTAINING OR STORING COMPRESSED, LIQUEFIED OR SOLIDIFIED GASES; FIXED-CAPACITY GAS-HOLDERS; FILLING VESSELS WITH, OR DISCHARGING FROM VESSELS, COMPRESSED, LIQUEFIED, OR SOLIDIFIED GASES
- F17C2227/00—Transfer of fluids, i.e. method or means for transferring the fluid; Heat exchange with the fluid
- F17C2227/04—Methods for emptying or filling
- F17C2227/041—Methods for emptying or filling vessel by vessel
- F17C2227/042—Methods for emptying or filling vessel by vessel with change-over from one vessel to another
Landscapes
- Engineering & Computer Science (AREA)
- General Engineering & Computer Science (AREA)
- Mechanical Engineering (AREA)
- Multiple-Way Valves (AREA)
- Valve Housings (AREA)
- Magnetically Actuated Valves (AREA)
Abstract
VÁVULA DE COMUTAÇçO. Uma válvula (400) provê uma comutação automática de uma pluralidade de fontes de pressão de fluído (413A, 413B) para uma saída comum (435). A válvula (400) inclui os primeiro e segundo carretéis (414, 415) respectivamente nas primeira e segunda câmaras de carretel (406A, 406B), e cada carretel (414, 415) inclui pelo menos um membro de vedação (454A, 454B) portado nele para encaixe de vedação seletivo com as primeira e segunda câmaras de carretel (406A, 406B). Passagens de fluído (408, 409) transferem pressões de fluído controladas por carretel (414, 415) entre as primeira e segunda câmaras de carretel (406A, 406B). Cada um dos primeiro e segundo carretéis (414, 415) é orientado de forma resiliente em direção a uma posição aberta, e orientado por fluído em direção a uma posição fechada. Em uma posição aberta, os primeiro e segundo carretéis (414, 415) são adaptados para entregarem um fluído pressurizado a partir de janela de entrada associada (424, 425) a uma câmara de extremidade (422A, 422B) da câmara de carretel oposta (406A, 406B). Em uma posição fechada, os primeiro e segundo carretéis (414, 415) são adaptados através de pelo menos um membro de vedação (454A, 454B) para inibirem a entrega de fluído pressurizado. Um conjunto de coletor (402) provê uma comunicação de fluído para a saída comum (435).
Description
VÁLVULA DE COMUTAÇÃO
CAMPO DA INVENÇÃO A presente invenção se refere geralmente a um coletor de comutação para o recebimento de dois ou mais fluxos pressurizados e à seleção automática de um fluxo para descarga.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO Os cilindros de gás pressurizado são usados para o suprimento de gás para numerosas aplicações comerciais, industriais e de consumidor. Com um único cilindro conectado para o suprimento de gás, quando o cilindro está vazio, o suprimento de gás deve ser temporariamente parado, até que o cilindro possa ser substituído. Isto pode levar a uma produtividade perdida, enquanto o cilindro estiver sendo mudado.
Para se suplantar este problema, foram propostos dispositivos os quais permitem que mais de um cilindro seja conectado a um coletor de comutação, o qual automaticamente comuta o fluxo de gás para um cilindro de reserva, quando a pressão de um cilindro cair abaixo de um limite de comutação.
Um exemplo de um dispositivo de comutação automático é mostrado e descrito na Patente U.S. N0 5.014.733 de Wilson ("Wilson"), a qual é incorporada como referência aqui. No dispositivo descrito por Wilson, dois cilindros são conectados, cada um, para o suprimento de uma pressão de gás para um carretei. Cada carretei atua como uma válvula sensível à pressão, que é orientada para uma posição aberta por uma mola. Um gás pressurizado a partir de um primeiro cilindro é dirigido em seqüência através de um primeiro carretei na posição aberta para uma câmara de extremidade de um segundo carretei, fazendo com que ele se feche, desse modo parando o fluxo a partir do segundo cilindro. Quando a pressão no primeiro cilindro cai abaixo de um nível predeterminado, o segundo carretei é deixado se mover para a posição aberta pela queda na pressão em sua câmara de extremidade. Isto permite que o gás flua a partir do segundo cilindro através do segundo carretei para uma câmara de extremidade do primeiro carretei, fazendo com que ele se mova para a posição fechada, desse modo fechando o fluxo a partir do primeiro cilindro e permitindo que ele seja desconectado e substituído. Um carretei de separador de fluxo é provido na saída do dispositivo para servir como uma válvula de retenção. BREVE SUMÁRIO DA INVENÇÃO
O que vem a seguir apresenta um sumário simplificado da invenção, de modo a se prover um entendimento básico de alguns aspectos de exemplo da invenção. Este sumário não é uma visão extensiva da invenção. Mais ainda, este sumário não é pretendido para a identificação de elementos críticos da invenção, nem para delineamento do escopo da invenção. A única finalidade do sumário é apresentar alguns conceitos da invenção em uma forma simplificada como um prelúdio para a descrição mais detalhada que é apresentada mais tarde. De acordo com um aspecto da presente invenção, uma
válvula para uma comutação automática a partir de uma pluralidade de fontes de pressão de fluido para uma saída comum é provida. A válvula inclui um corpo de válvula que inclui primeira e segunda janelas de entrada em comunicação de fluido com as primeira e segunda câmaras de carretei, respectivamente. Cada uma das primeira e segunda janelas de entrada é adaptada para uma comunicação de fluido com as respectivas fontes de pressão de fluido, e cada uma das primeira e segunda câmaras de carretei inclui uma câmara de extremidade. A válvula ainda inclui primeiro e segundo carretéis respectivamente nas primeira e segunda câmaras de carretei, e cada um incluindo pelo menos um membro de vedação portado nele para um encaixe de vedação seletivo com uma porção das primeira e segunda câmaras de carretei, respectivamente. Cada um dos primeiro e segundo carretéis é orientado de forma resiliente em direção a uma posição aberta, e orientado em termos de fluido em direção a uma posição fechada. A válvula ainda inclui passagens de fluido que se estendem através do corpo de válvula recebendo pressões de fluido controladas por carretei, e cada uma terminando na câmara de extremidade de uma das primeira e segunda câmaras de carretei. Na posição aberta, cada um dos primeiro e segundo carretéis é adaptado para prover o envio de um fluido pressurizado a partir de uma janela de entrada associada das primeira e segunda janelas de entrada para a câmara de extremidade de uma câmara de carretei oposta das primeira e segunda câmaras de carretei. Na posição fechada, cada um dos primeiro e segundo carretéis é adaptado através de pelo menos um membro de vedação para inibir um envio de fluido pressurizado a partir de uma janela de entrada associada das primeira e segunda janelas de entrada para a câmara de extremidade da referida câmara de carretei oposta. A válvula também inclui pelo menos um indicador de cilindro conectado a pelo menos um dos primeiro e segundo carretéis, e pelo menos um referido indicador de cilindro é adaptado para prover a monitoração externa de uma posição de pelo menos um dos referidos primeiro e segundo carretéis.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS Os precedentes e outros aspectos da presente invenção
tornar-se-ão evidentes para aqueles versados na técnica à qual a presente invenção se refere, mediante uma leitura da descrição a seguir com referência aos desenhos associados, nos quais:
a FIG. 1 é uma vista em perspectiva explodida de uma
válvula de exemplo;
a FIG. 2 é uma vista em corte da válvula de exemplo da FIG. 1 mostrando carretéis de exemplo em uma configuração de exemplo com um coletor de exemplo; a FIG. 3 é similar à FIG. 2, mas mostra os carretéis
em uma outra configuração de exemplo;
a FIG. 4A é uma vista em corte parcial de um carretei de exemplo;
a FIG. 4B é similar à FIG. 4A, mas mostra um outro carretei de exemplo;
a FIG. 5 é uma vista em corte detalhada de uma válvula de exemplo que mostra um outro conjunto de coletor de exemplo;
a FIG. 6 é similar à FIG. 5, mas mostra um outro conjunto de coletor de exemplo;
a FIG. 7 é uma vista em corte de uma outra válvula de exemplo que mostra carretéis de exemplo em uma configuração de exemplo e um outro conjunto de coletor de exemplo; e
a FIG. 8 é similar à FIG. 7, mas mostra o carretei em 3 0 uma outra configuração de exemplo. DESCRIÇÃO DE MODALIDADES DE EXEMPLO As modalidades de exemplo que incorporam um ou mais aspectos da presente invenção são descritas e ilustradas nos desenhos. Estes exemplos ilustrados não são pretendidos para serem uma limitação para a presente invenção. Por exemplo, um ou mais aspectos da presente invenção podem ser utilizados em outras modalidades e mesmo outros tipos de dispositivos. Mais ainda, nos desenhos, os mesmos números de referência são empregados para o projeto dos mesmos elementos.
Voltando-nos para o exemplo mostrado na FIG. 1, o número de referência 10 indica uma válvula para comutação automática a partir de uma pluralidade de fontes de pressão de fluido para uma saída comum. A válvula 10 inclui um corpo de válvula 11 para incorporação em um sistema de pressão tendo múltiplas fontes de pressão incluindo vários fluidos (isto é, líquido, gás, etc.), tal como um gás de dióxido de carbono (CO2) armazenado em vasos de pressão, tais como tanques ou cilindros 12, 13 (veja a FIG. 2) ou similar, cada um equipado com válvulas de saída padronizadas e controles (não mostrados). A válvula 10 pode ser utilizada com várias pressões de fluido, tais como 500 libras por polegada quadrada (psi) (3,447 MPa), 1000 psi (6,895 MPa), 2000 psi (13,790 MPa) ou mesmo 3000 psi (20,684 MPa), embora várias outras pressões sejam contempladas. É para ser entendido que a válvula 10 pode ser usada com vários líquidos e gases em várias temperaturas e pressões, tal como em várias configurações pneumáticas ou hidráulicas. De fato, os vários elementos da 3 0 válvula 10 podem ser formados de materiais geralmente rígidos para a manipulação de vários fluidos. Em um exemplo, o corpo de válvula 11 pode incluir metais, tal como bronze, os quais podem ou não ser revestidos ou recobertos externa ou internamente com vários materiais.
Adicionalmente, o corpo de válvula 11 pode ser monolítico ou pode ser formado por uma pluralidade de elementos (por exemplo, veja as Fig. 5 a 6).
O corpo de válvula 11 pode incluir pelo menos uma janela de entrada, tal como as primeira e segunda janelas de entrada 24, 25 em comunicação de fluido com as primeira e segunda câmaras de carretei 28, 29, respectivamente. É para ser entendido que, embora a válvula 10 seja descrita aqui com referência a duas câmaras de carretei 28, 29 para comutação entre duas fontes de pressão (isto é, os tanques 12, 13), a válvula 10 pode incluir vários números de câmaras de carretei (e válvulas de carretei associadas) para comutação dentre vários números de fontes de pressão. Adicionalmente, as primeira e segunda câmaras de carretei 28, 29 e os tanques associados 12, 13 podem ser utilizados como um suprimento de pressão de fluido primário ou secundário, dependendo de qual câmara de carretei 28, 29 é pressurizada primeiramente.
As câmaras de carretei 28, 29 podem ser formadas pelo menos parcialmente através do corpo de válvula 11. Por exemplo, conforme mostrado, as câmaras de carretei 28, 29 podem se estender completamente através do corpo de válvula 11 a partir de uma extremidade para outra. Cada uma das câmaras de carretei 28, 29 pode incluir várias geometrias, áreas de seção transversal, comprimentos, aspectos, etc. Adicionalmente, cada uma das primeira e segunda câmaras de carretei 28, 29 pode incluir uma câmara de extremidade 20, 21 localizada geralmente em direção a uma extremidade da mesma, e/ou uma câmara de mola 18, 19 localizada geralmente em direção a uma extremidade oposta da mesma, embora várias outras câmaras também sejam contempladas. Cada uma das câmaras de extremidade 20, 21 ainda pode incluir uma respectiva saída 22, 23.
Cada uma das primeira e segunda janelas de entrada 24, é adaptada para comunicação de fluido com as respectivas fontes de pressão de fluido, tais como os tanques 12, 13. Conforme ilustrado, as primeira e segunda janelas de entrada 24, 25 podem incluir uma estrutura para acoplamento aos tanques 12, 13, tais como conexões roscadas (ilustradas) e/ou vários sistemas de engate rápido. Os tanques 12, 13 podem ser acoplados em termos de fluido às primeira e segunda janelas de entrada 24, 25 por vários métodos conhecidos, incluindo tubos, mangueiras, etc.
A válvula 10 ainda pode incluir os primeiro e segundo carretéis 14, 15 dispostos nas primeira e segunda câmaras de carretei 28, 29. Cada um dos primeiro e segundo carretéis 14, 15 pode ser orientado de forma resiliente em direção a uma posição aberta, tal como pelas primeira e segunda molas de carretei 16, 17, pode incluir vários tipos de molas, tais como molas em espiral, molas de torção, molas de lâmina, etc. que podem ser formados por vários materiais, e/ou podem ser acopladas a qualquer um dentre o corpo de válvula 11 e os carretéis 14, 15. Adicionalmente, cada um dos primeiro e segundo carretéis 14, 15 também pode ser orientado por fluido em direção a uma posição fechada, 3 0 conforme será discutido mais plenamente aqui. Voltando-nos, brevemente, para a FIG. 4A, os primeiro e segundo carretéis 14, 15 serão discutidos adicionalmente em detalhes. É para ser entendido que apenas o primeiro carretei 14 e uma estrutura associada são descritos e mostrados em várias Figuras com referência a números denotados com um "A", embora essa descrição possa se aplicar de modo similar ao segundo carretei 15 e uma estrutura associada. De fato, números de referência similares denotados com um "B" são providos para elementos correspondentes do segundo carretei 15 e uma estrutura associada, onde ilustrado.
Conforme mostrado, cada um dos primeiro e segundo carretéis 14, 15 é provido com uma primeira ranhura anular 5OA adjacente a uma segunda ranhura anular 52A para direcionamento de uma pressão de gás a partir de uma janela de entrada 14-15 para uma passagem de conexão ou tubo 26, 27. As primeira e segunda ranhuras anulares 50A, 52A podem se estender pelo menos parcialmente, tal como completamente, em torno de um perímetro externo do primeiro carretei 14. As ranhuras anulares 50A, 52A podem ter várias geometrias, e também podem se estender por várias distâncias longitudinais. Geralmente, as ranhuras anulares 50A, 52A podem definir um volume geralmente entre uma porção externa do carretei 14 (isto é, as ranhuras 50A, 52A) e as paredes laterais internas da câmara de carretei 28 para o recebimento de um fluxo de fluido entre eles. Assim, cada uma das ranhuras anulares 50A, 52A geralmente pode definir câmaras primária e secundária 80A, 82A na primeira câmara de carretei 28. 3 0 As primeira e segunda ranhuras anulares 50A, 52A podem ser separadas por pelo menos um membro de vedação 54A portado no carretei 14 para um encaixe de vedação seletivo com uma porção da primeira câmara de carretei 28. Conforme ilustrado na FIG. 2, o membro de vedação 54A pode incluir um anel em 0 formado por vários materiais resilientes (ou mesmo não resilientes) . 0 membro de vedação 54A pode ser mantido em uma sede de anel em 0 anular 56A definida entre um par de rebordos 58A acoplados a ou formados com o carretei 14. A sede de anel em 0 anular 56A pode ter várias geometrias, tal como uma geometria geralmente em formato de U ou em formato de V. Em um outro exemplo, conforme mostrado na FIG. 4A, a sede de anel em 0 anular 56A pode ter uma geometria de rabo de andorinha para o recebimento do membro de vedação 54A. A geometria de rabo de andorinha pode prover uma área de seção transversal relativamente maior mais próximo em direção ao eixo geométrico central do carretei 14, e uma área de seção transversal relativamente menor mais distante do eixo geométrico central do carretei 14. Assim, quando o membro de vedação 54A (isto é, um anel em 0 resiliente) é inserido na sede de anel em 0 anular 56A, a área de seção transversal relativamente maior da geometria de rabo de andorinha pode impedir uma remoção inadvertida (tal como um rasgamento) do membro de vedação 54A da sede 56A, e/ou pode inibir uma compressão excessiva e/ou uma distensão circunferencial do membro de vedação 54A. De modo similar, a geometria em rabo de andorinha pode inibir uma contrapressão formada entre o membro de vedação 54A e a sede de anel em 0 anular 56A de desalojar o membro de vedação 54A dali. 3 0 0 carretei 14 também pode incluir várias outras ranhuras anulares. Por exemplo, conforme mostrado, uma terceira ranhura anular 6OA pode ser provida geralmente em direção a uma extremidade do carretei 14, de modo a corresponder geralmente à câmara de extremidade 20 para a provisão de um fluxo de fluido ali. A terceira ranhura anular 6OA pode ser separada da primeira ranhura anular 5OA por pelo menos um membro de vedação 62A portado no carretei 14, para um encaixe de vedação com uma porção da primeira câmara de carretei 28 (tal como uma inserção, conforme será discutido mais plenamente aqui). Conforme ilustrado na FIG. 2, o membro de vedação 62A pode incluir um anel em 0 formado por vários materiais resilientes. O membro de vedação 62A pode ser mantido em uma sede de anel em 0 anular 64A definida entre um par de rebordos 66A acoplados a ou formados com o carretei 14.
Em um outro exemplo, também conforme mostrado, uma quarta ranhura anular 68A pode ser provida geralmente em direção a uma outra extremidade do carretei 14, de modo a corresponder geralmente à câmara de mola 18 para a provisão de um fluxo de fluido ali. De forma adicional ou alternativa, a quarta ranhura anular 68A pode prover um diâmetro adequado do carretei 14 para o recebimento da mola de carretei 16 ali, e/ou para a definição de um rebordo 76A para encaixe com a mola de carretei 16. A quarta ranhura anular 68A pode ser separada da segunda ranhura anular 52A por pelo menos um membro de vedação 70A portado no carretei 14, para encaixe de vedação com uma porção da primeira câmara de carretei 28. 0 membro de vedação 70A pode incluir um anel em 0 formado por vários materiais resilientes que 3 0 podem ser mantidos em uma sede de anel em O anular 72A definida entre um par de rebordos 74A acoplados a ou formados com o carretei 14. Uma ou ambas as sedes de anel em 0 anulares 64A, 72A podem ter várias geometrias, tais como geometrias geralmente em formato de U ou de rabo de andorinha.
As câmaras de carretei 28, 29 podem incluir de forma similar várias geometrias para o recebimento e o encaixe dos carretéis 14, 15. Por exemplo, conforme mostrado na FIG. 2, as câmaras de carretei 28, 29 podem incluir, cada uma, uma geometria afunilada se estendendo entre as câmaras primária e secundária 80A, 82A da primeira câmara de carretei 28, para facilitação do encaixe de vedação do membro de vedação 54A com uma porção da câmara de carretei 28. Conforme mostrado na FIG. 3, o membro de vedação 54A pode selar seletivamente a câmara primária 8OA quanto à câmara secundária 82A, quando o membro de vedação 54A estiver em encaixe com uma porção da primeira câmara de carretei 28, tal como uma parede interna da mesma. Contudo, devido ao fato de o primeiro carretei 14 ser configurado para transladar na primeira câmara de carretei 28, o membro de vedação 54A alternativamente pode se encaixar e desencaixar da parede da primeira câmara de carretei 28. Mais ainda, o encaixe do membro de vedação 54A com a primeira câmara de carretei 28 pode ocorrer sob uma pressão, força e/ou velocidade relativamente altas. Assim, pode ser benéfico prover as câmaras de carretei 28, 29 com uma geometria afunilada se estendendo entre as câmaras primária e secundária 8 0A, 82A, de modo que o membro de vedação 54A (isto é, um anel em O) possa ter a entrada e a 3 0 saída de encaixe facilitadas com a parede interna. A geometria afunilada também pode facilitar a centralização do carretei 14, 15 com as câmaras de carretei 28, 29. De forma adicional ou alternativa, os primeiro e segundo carretéis 14, 15 podem incluir, cada um, porções tendo uma geometria afunilada similar. De forma adicional ou alternativa, vários lubrificantes também podem ser usados. Assim, uma vida em serviço maior pode ser obtida a partir do membro de vedação 54A, devido a todas e quaisquer dentre forças de choque, forças de rasgamento, forças de atrito, etc. relativamente diminuídas. Ainda, a geometria afunilada das câmaras de carretei 28, 29 pode prover uma área de seção transversal aumentada geralmente em torno das primeira e segunda entradas 24, 25, de modo que os membros de vedação 54A, 54B possam ser espaçados a uma distância dali. Assim, durante um movimento dos carretéis 14, 15, os membros de vedação 54A, 54B não podem contatar as paredes internas ou as bordas adjacentes às primeira e segunda entradas 24, 25, o que também pode aumentar a vida em serviço dos membros de vedação 54A, 54B. Mais ainda, a área de seção transversal relativamente aumentada em torno das primeira e segunda entradas 24, 25 pode reduzir a quantidade que os membros de vedação 54A, 54B se estendem para e/ou bloqueiam as entradas 24, 25, o que pode aumentar relativamente o fluxo de fluido pressurizado através dali. De forma adicional ou alternativa, cada câmara de
extremidade 20, 21 das câmaras de carretei 28, 29 pode incluir uma inserção 36A, 3 6B ali. As câmaras de extremidade 20, 21 podem ter, cada uma, uma área de seção transversal relativamente maior do que as câmaras de 3 0 carretei 28, 29 correspondentes, de modo a se prover um volume aumentado para o recebimento de um fluxo de fluido a partir das passagens 26, 27. Assim, as inserções 36A, 36B podem acomodar o volume aumentado, enquanto também provêem uma área de seção transversal geralmente consistente para encaixe com o carretei 14, 15. De fato, os membros de vedação 62A, 62B dos carretéis 14, 15 podem se encaixar de forma vedante em uma porção interna das inserções 36A, 36B. As inserções 36A, 36B também podem atuar como espaçadores, e/ou podem definir um percurso de fluxo para o fluido pressurizado entre as passagens 26, 27 e as saídas 22, 23. Adicionalmente, um ou mais membros de vedação 45A, 45B (tais como anéis em O ou similares) podem ser providos entre as inserções 36A, 36B e as porções das câmaras de extremidade 20, 21 e/ou as câmaras de carretei 28, 29. Ainda, conforme descrito acima, cada uma das passagens
de conexão ou tubos 26, 27 serve para comunicação da pressão de gás para as câmaras de extremidade 20, 21 do outro carretei 14, 15. Por exemplo, as passagens de fluido de conexão 26, 27 se estendem através do corpo de válvula 11 para o recebimento de pressões de fluido controladas por carretei, e cada uma termina na câmara de extremidade 20, 21 das primeira e segunda câmaras de carretei 28, 29. Conforme mostrado, as passagens de fluido podem começar geralmente na câmara secundária 82 das primeira e segunda câmaras de carretei 28, e terminar geralmente na câmara de extremidade 20, 21 da câmara de carretei 28, 29 oposta. As passagens de conexão 26, 27 são separadas de cada outra, e não estão em comunicação de fluido. Embora mostradas como sobrepostas nas FIG. 2 a 3, é para ser entendido que as passagens de conexão 26, 27 são espaçadas a uma distância vertical de cada outra, de modo a se estenderem de forma separada e discreta através do corpo de válvula 11. Pode ser benéfico ter cada uma das passagens de conexão 26, 27 se estendendo através do corpo de válvula 11, de modo a se protegê-las de danos e/ou vazamentos de pressão, etc. Ainda, uma ou ambas as passagens podem se estender pelo menos parcialmente externas ao corpo de válvula 11 (isto é, veja a FIG. 5).
Assim sendo, cada um dos primeiro e segundo carretéis 14, 15, quando em uma posição aberta, pode dirigir um fluxo de pressão para a câmara de extremidade 20, 21 do outro carretei 14, 15. Por exemplo, quando em uma posição aberta, cada um dentre os primeiro e segundo carretéis 14, 15 é adaptado para prover a entrega de fluido pressurizado a partir de uma janela de entrada associada das janelas de entrada 24, 25 para a câmara de extremidade 20, 21 da câmara de carretei oposta 28, 29. Quando em uma posição fechada, cada um dos primeiro e segundo carretéis 14, 15 é adaptado através de pelo menos um membro de vedação (isto é, um anel em O 54A) para inibição da entrega de fluido pressurizado a partir de uma janela de entrada associada das janelas de entrada 24, 25 para a câmara de extremidade 20, 21 da câmara de carretei oposta 28, 29.
Por exemplo, conforme ilustrado na FIG. 2, um fluxo de fluido a partir do tanque 12 entra através da janela de entrada 24 e prossegue para a câmara primária 8 OA da primeira câmara de carretei 28. Devido ao fato de o primeiro carretei 14 ser orientado por mola para a posição aberta, o membro de vedação 54A não está em encaixe com a primeira câmara de carretei 28, permitindo um fluxo de fluido a partir da câmara primária 8 OA para a câmara secundária 82A. 0 fluxo de fluido então prossegue a partir da câmara secundária 82A e através da passagem de conexão 26 para a câmara de extremidade 21 do segundo carretei oposto 15. A terceira ranhura anular 60B do segundo carretei 15 geralmente permite um fluxo a partir das câmaras de extremidade 21 para a saída 23, possivelmente mesmo quando o carretei associado 14, 15 estiver em uma posição fechada. Assim, cada janela de entrada 24, 25 comunica a pressão de fluido de uma das fontes de pressão (isto é, os tanques 12, 13) para as saídas 22, 23 do corpo de válvula 11 através de um carretei correspondente 14, 15, das câmaras de carretei 28, 29 e das passagens de conexão 26, 27.
As saídas 22 e 23 entregam fluxos de pressão em
seqüência para um conjunto de coletor 3 0 que está em comunicação de fluido com uma saída comum 35. O conjunto de coletor 30 é acoplado em termos de fluido ao corpo de válvula 11 através das saídas 22, 23, e pelo menos um membro de vedação é provido entre eles. Por exemplo, um membro de vedação em separado 84, tais como anéis em O, pode ser disposto entre cada uma das saídas 22, 23 e o conjunto de coletor 30, para a provisão de uma conexão selada em termos de fluido. O conjunto de coletor 30 pode ser acoplado ao corpo de válvula 11 de várias maneiras, tal como por um ou mais prendedores 86 ou similares (veja a FIG. 1) . Ainda, vários adesivos e/ou uma soldagem também podem ser usados. Uma linha de saída em 33 é acoplada em termos de fluido à saída comum 35 e pode ser provida com um regulador de pressão em 34, uma válvula, um medidor ou similar, para indicação e/ou controle da pressão para um dispositivo afixado, tal com um dispositivo de carbonatação de refrigerante, um dispositivo de soldagem, etc. (não mostrado).
0 conjunto de coletor 30 pode incluir pelo menos um
furo de coletor em comunicação de fluido com cada uma das saídas 22, 23 e a saída comum 35. Conforme mostrado nas FIG. 2 a 3, pelo menos um furo de coletor pode incluir uma porção 86A associada geralmente à saída 22, enquanto uma outra porção 86B está associada geralmente à saída 23. 0 conjunto de coletor 30 ainda pode incluir primeiro e segundo carretéis de coletor 31, 32 móveis em pelo menos um furo de coletor 86A, 86B entre as posições aberta e fechada para a provisão alternativamente de uma comunicação de fluido entre uma das saídas 22, 23 e a saída comum 35, enquanto se inibe uma comunicação de fluido entre a outra das saídas 22, 23 e a saída comum 35. Os carretéis de coletor 31, 32 podem ser espaçados a uma distância ou podem se confinar com cada outro, e podem mesmo ser acoplados de forma removível ou não removível em conjunto por um prendedor 88, por adesivos, soldagem, etc. De forma adicional ou alternativa, as porções 86A, 86B de pelo menos um furo de coletor podem ser seladas em termos de fluido em relação a cada outra por um ou mais membros de vedação 89A, 89B, tais como anéis em 0 portados pelos carretéis de coletor 31, 32.
Conforme pode ser apreciado, os primeiro e segundo carretéis de coletor 31, 32 podem se deslocar alternativamente em resposta à pressão de fluido provida por uma das saídas 22, 23. Por exemplo, conforme mostrado na FIG. 2, uma pressão de fluido provida pela câmara de extremidade 21 e pela saída 23 para o furo de coletor 86B pode deslocar o carretei de coletor 32 (isto é, para a esquerda na FIG. 2), de modo a se permitir uma comunicação de fluido entre a saída 23 e a saída comum 35. 0 movimento do carretei de coletor 32 pode causar um deslocamento similar (isto é, através de um confinamento ou um acoplamento com ele) do outro carretei de coletor 31 para se formar um selo em termos de fluido entre a outra saída 22 e a saída comum 35. Assim, um elemento de vedação de coletor pode ser provido para se prover seletivamente ou inibir uma comunicação de fluido entre as câmaras de extremidade 20, 21 e a saída comum 35. Por exemplo, cada um dos carretéis de coletor 31, 32 pode incluir um elemento de vedação de coletor 90A, 90B para encaixe de vedação com uma porção do conjunto de coletor 30. Os elementos de vedação de coletor 90A, 90B podem incluir anéis em O ou similares que podem ser mantidos em ranhuras anulares dos carretéis de coletor 31, 32 tendo várias geometrias, incluindo geometrias geralmente em formato de U ou de rabo de andorinha. De fato, todos ou quaisquer dos vários anéis em 0 do conjunto de coletor 3 0 podem ter várias geometrias, incluindo geometrias geralmente em formato de U ou de rabo de andorinha.
Os elementos de vedação de coletor 90A, 9OB podem se
encaixar de forma vedante em uma porção do furo de coletor 86A, 86B. De forma adicional ou alternativa, conforme mostrado, os elementos de vedação de coletor 90A, 90B podem se encaixar em uma inserção 92A, 92B mantida no furo de coletor 86A, 86B que define uma superfície de vedação para encaixe de vedação com os elementos de vedação de coletor 90A, 90B. De fato, a inserção 92A, 92B pode definir porções do furo de coletor 86A, 86B. A inserção 92A, 92B pode incluir várias geometrias, tal como uma geometria afunilada se estendendo entre as porções internas da mesma, para facilitação do encaixe e do desencaixe dos elementos de vedação de coletor 90A, 90B com ela. As inserções 92A, 92B podem incluir, cada uma, um membro de selo 93A, 93B disposto entre uma porção externa da inserção 92A, 92B e uma porção interna do furo de coletor 86A, 86B. As inserções 92A, 92B ainda podem incluir um ou mais orifícios de entrada 94A, 94B se estendendo em torno de uma periferia externa das mesmas que estão em comunicação de fluido com uma passagem direta interna 95A, 95B se estendendo através das inserções 92A, 92B. A passagem direta interna 95A, 95B pode estar em comunicação de fluido com uma outra porção do orifício de coletor ou, conforme mostrado, pode estar em comunicação de fluido com um furo de saída de coletor 96 que está em comunicação de fluido com a saída comum 35. De fato, o furo de saída de coletor 96 pode se estender entre as inserções 92A, 92B e pode prover uma comunicação de fluido entre as passagens diretas internas 95A, 95B do mesmo.
Assim, um encaixe de vedação alternativo dos elementos de vedação de coletor 90A, 90B com a passagem direta interna 95A, 95B das inserções associadas 92A, 92B pode prover um selo de fluido seletivo entre as saídas 22, 23 e a saída comum 35 através do deslocamento dos carretéis de coletor 31, 32, de modo a se separarem e/ou isolarem os fluxos de fluido. Também é para ser entendido que, embora uma comunicação de fluido seja provida entre uma das saídas 22, 23 e a saída comum 35, o selo de fluido entre a outra das saídas 22, 23 e a saída comum 35 também pode atuar como uma válvula de retenção contra um fluxo de fluido de volta para o carretei oposto. Por exemplo, conforme mostrado na FIG. 2, a pressão de fluido a partir do tanque 12 flui através da passagem 26 para a saída 23 e para fora da saída comum 35. Contudo, o selo de fluido entre a passagem direta interna 95A e a saída 22 provê uma válvula de retenção para inibição, tal como prevenção, de um fluxo de fluido reverso de volta a partir da saída comum 35 de volta para a saída 22 e o primeiro carretei 14.
As inserções 92A, 92B podem ser mantidas no furo de coletor 86A, 86B de várias maneiras, incluindo por prendedores, adesivos, soldagem, etc. Por exemplo, conforme mostrado, as inserções 92A, 92B podem ser mantidas no furo de coletor 86A, 86B por um tampão de extremidade de coletor 97A, 97B que pode ser acoplado de forma removível ou não removível ao conjunto de coletor 30. Em um exemplo, o tampão de extremidade de coletor 97A pode se encaixar de forma rotativa no conjunto de coletor 30, embora vários outros prendedores, adesivos e/ou soldagem possam ser usados. De forma adicional ou alternativa, o tampão de extremidade de coletor 97A, 97B pode ser provido com vários membros de vedação 98A, 98B. Assim, o tampão de extremidade de coletor 97A, 97B pode se confinar com uma porção da inserção 92A, 92B.
De forma adicional ou alternativa, indicadores de cilindro 39, 40 podem ser providos em cada extremidade dos carretéis de coletor 31, 32 para indicarem qual tanque 12, 13 está em uso. Por exemplo, quando o carretei de coletor
31 está deslocado para a esquerda, conforme mostrado na FIG. 2, o primeiro indicador de cilindro 39 pode se projetar por uma distância a partir do corpo do conjunto de
coletor 30 para a provisão de uma indicação visual que o primeiro cilindro 12 está em uso. Da mesma forma, quando o carretei de coletor 31 está deslocado para a direita (veja a FIG. 3), o primeiro indicador de cilindro 39 se retrai e o segundo indicador de cilindro 40 do segundo carretei de coletor 32 de modo similar se projeta a partir do corpo do conjunto de coletor 30, indicando que o segundo cilindro 13 está em uso. Mais ainda, conforme mostrado, os tampões de extremidade de coletor 97A, 97B podem incluir orifícios passantes correspondentes para se permitir que os indicadores de cilindro 39, 40 dos carretéis de coletor 31,
32 se estendam a partir dali.
De forma adicional ou alternativa, vários outros indicadores também podem ser providos. Em um exemplo, um comutador 41 (por exemplo, comutadores mecânicos,
2 0 elétricos, hidráulicos, pneumáticos ou similares) pode ser
provido para monitoração externa do sistema. No exemplo mostrado, um comutador elétrico 41 pode incluir um braço de atuação resiliente 42 para encaixe com o primeiro indicador de cilindro 39, de modo que o comutador 41 seja atuado pelo movimento do carretei de coletor 31. Por exemplo, quando o primeiro indicador de cilindro 39 se estende por uma distância a partir do tampão de extremidade de coletor 97A, o braço de comutador 42 pode ser movido para a posição indicada pelas linhas sólidas. Alternativamente, quando o
3 0 primeiro indicador de cilindro 39 se retrai para o tampão de extremidade de coletor 97A, o braço de comutador 42 pode retornar de forma resiliente para a posição indicada pelas linhas tracejadas. 0 comutador 41 pode ser conectado a vários elementos, tal como um sistema de monitoração externa (não mostrado), para se permitir a monitoração de qual cilindro 12, 13 está atualmente em uso. 0 sistema de monitoração externa pode prover vários indicadores audíveis e/ou visuais, tais como alarmes audíveis, luzes visuais, etc., e/ou pode mesmo ser conectado a um sistema de computador ou outro sistema de controle. É para ser entendido que o comutador 41 e o sistema de monitoração externa podem prover uma indicação local ou mesmo remota de qual tanque 12, 13 está em uso, e ainda podem incluir comutadores de reinicialização locais ou remotos, etc. Ainda, um ou ambos os carretéis de coletor 31, 32 podem ser configurados para encaixe com um ou mais comutadores (apenas um comutador 41 mostrado).
Voltando-nos, agora, para a FIG. 5, um outro conjunto de coletor de exemplo 100 é ilustrado. Como antes, o conjunto de coletor 100 é acoplado de forma vedante a uma extremidade do conjunto de válvula de comutação 102. A válvula de comutação 102 pode ser em geral similar à válvula 10 descrita previamente aqui, embora possa ter várias outras estruturas e/ou estruturas diferentes. Por exemplo, a válvula de comutação 102 pode ser formada por uma pluralidade de corpos de válvula 104A, 104B, cada um contendo uma respectiva primeira e uma segunda câmara de carretei 106A, 106B e entradas associadas, primeiro e segundo carretéis, selos, etc. (não mostrados). Passagens 3 0 de conexão podem se estender entre e através dos corpos de 22/Al válvula separados 104A, 104B, de modo similar às passagens 26, 27 descritas previamente aqui, embora vários membros de vedação ou similares possam ser usados entre os corpos de válvula separados 104A, 104B para inibição de vazamentos.
Alternativamente, passagens de conexão ou tubos 108,
110 podem se estender entre e pelo menos parcialmente externos aos corpos de válvula separados 104A, 104B. Por exemplo, conforme mostrado na FIG. 5, a passagem de conexão 108 pode começar geralmente em torno da seta Ai (isto é, correspondente à câmara secundária da câmara de carretei 106A) , estender-se para fora do corpo de válvula 102, e terminar geralmente em torno da seta A2 (por exemplo, correspondente à câmara de extremidade da câmara de carretei 106B). De modo similar, a passagem de conexão 110 pode começar geralmente em torno da seta Bi, estender-se para fora do corpo de válvula 102 e terminar geralmente em torno da seta B2. As passagens de conexão 108, 110 podem ser acopladas aos corpos de válvula 104A, 104B de várias maneiras, tal como por prendedores, adesivos, brasagem, soldagem, etc., e podem mesmo incluir vários membros de vedação. É para ser entendido que as passagens de conexão 108, 110 são separadas e não em comunicação de fluido com cada outra. Üma estrutura adicional (não mostrada) pode ser provida para a blindagem e a proteção das passagens de conexão 108, 110 de danos.
O conjunto de coletor 100 pode incluir um corpo de coletor 112 que inclui uma saída comum 114 acoplada em termos de fluido a uma linha de saída 116 que pode ser provida com um regulador de pressão 118, uma válvula, um 3 0 medidor ou similar para indicação e/ou controle de pressão para um dispositivo afixado, tal como um dispositivo de carbonatação de refrigerante, um dispositivo de soldagem, etc. (não mostrados). 0 conjunto de coletor 100 também pode incluir uma pluralidade de furos de coletor 120A, 12OB em comunicação de fluido com a saída comum 114, e com uma câmara selecionada das câmaras de extremidade 122A, 122B de uma câmara de carretei associada 106A, 106B. De modo similar, cada um dos furos de coletor 120A, 120B pode estar em comunicação de fluido com uma saída associada 124A, 124B correspondente a uma das câmaras de extremidade 122A, 122B, conforme descrito previamente aqui. Uma parede de separação 125 pode inibir, tal como prevenir, uma comunicação de fluido entre os furos de coletor 120A, 120B.
0 conjunto de coletor 100 ainda pode incluir primeiro e segundo carretéis de coletor 126A, 126B que são móveis em um furo de coletor selecionado dos furos de coletor 120A, 120B. Além disso, cada um dos primeiro e segundo carretéis de coletor 12 6A, 12 6B pode ser orientado de forma resiliente em direção a uma posição fechada (isto é, um 2 0 carretei de coletor 126B na Fig. 5) e orientado com base em fluido para uma posição aberta (isto é, o carretei de coletor 126A na Fig. 5). Por exemplo, cada um dos primeiro e segundo carretéis de coletor 126A, 126B pode incluir um membro de vedação 128A, 128B, tal como um anel em O, para encaixe de vedação com uma superfície de vedação nos furos de coletor 120A, 120B. Conforme mostrado, uma inserção 130A, 13OB pode ser mantida no furo de coletor 120A, 12OB que define a superfície de vedação para encaixe de vedação com os membros de vedação de coletor 128A, 128B dos carretéis de coletor 126A, 126B. As inserções 130A, 130B podem incluir várias geometrias, tal como uma geometria afunilada que se estende entre as porções internas das mesmas, para facilitação do encaixe e do desencaixe dos membros de vedação de coletor 128A, 128B com elas. Ainda, um arranjo de inserção e tampão de extremidade em separado pode ser usado de forma similar àquilo da FIG. 2.
As inserções 130A, 130B podem incluir, cada uma, membros de vedação adicionais 132A, 132B dispostos entre a(s) porção (ões) externa(s) da inserção 130A, 130B e a(s) porção (ões) interna (s) do furo de coletor 12 0A, 12 0B. Assim, as inserções 130A, 130B ainda podem incluir um ou mais orifícios de entrada 134A, 134B se estendendo em torno de uma periferia externa das mesmas que estão em comunicação de fluido com uma passagem direta interna 136A, 13 6B se estendendo através das inserções 130A, 13 0B. A passagem direta interna 136A, 13 6B pode estar em comunicação de fluido com uma outra porção do furo de coletor 120A, 120B, ou, conforme mostrado, pode estar em comunicação de fluido com um furo de saída de coletor 138A, 138B que está em comunicação de fluido com a saída comum 114. Em um exemplo, os carretéis de coletor 126A, 126B podem incluir, cada um, orifícios de entrada 140A, 140B permitindo que uma pressão de fluido flua através de uma porção dos carretéis de coletor 126A, 126B. Por exemplo, uma pressão de fluido pode fluir a partir dos orifícios de entrada 134A, 134B e para as passagens diretas internas 136A, 136B das inserções 130A, 130B em torno do membro de vedação 128A, 128B, através dos orifícios de entrada 140A, 14OB dos carretéis de coletor 126A, 126B e para fora dos furos de saída de coletor 13 8A, 138B para a saída comum 114, quando um respectivo antena de recepção 126 estiver em uma posição aberta (isto é, o carretei de coletor 126A na Fig. 5) .
Conforme citado acima, cada um dos primeiro e segundo carretéis de coletor 126A, 126B pode ser orientado de forma resiliente em direção a uma posição aberta, tal como por primeira e segunda molas de carretei 142A, 142B. As primeira e segunda molas de carretei 142A, 142B podem incluir vários tipos de molas, tais como molas em espiral, molas de torção, molas espiraladas, molas de lâmina, etc., que podem ser formadas por vários materiais, e/ou podem ser acopladas a qualquer um dentre o corpo de válvula 112 e os carretéis de coletor 126A, 126B. Por exemplo, as molas 142A, 142B podem atuar contra a parede de separação 125, e cada um dos carretéis de coletor 126A, 126B. Cada uma das primeira e segunda molas de carretei 142A, 142B pode prover uma força suficiente para se mover um carretei de coletor associado 126A, 126B em direção à posição fechada e selada, independentemente da pressão de fluido mantida na saída comum 114. Ainda, uma força provida pela pressão de fluido a partir da saída comum 114 pode prover uma força de vedação adicional. Assim, as molas de carretei 142A, 142B podem atuar como válvulas de retenção contra um fluxo de fluido de volta para o carretei oposto. Por exemplo, quando na posição fechada, o selo de fluido entre a passagem direta interna 136A, 136B e o membro de vedação de carretei 128A, 128B provê uma válvula de retenção para inibir, tal como evitar, um fluxo de fluido reverso a partir da saída comum 114 de volta para as saídas 124A, 124B 3 0 correspondentes a uma das câmaras de extremidade 122A, 122Β.
Adicionalmente, cada um dos primeiro e segundo carretéis de coletor 126A, 126B também pode ser orientado em termos de fluido em direção a uma posição aberta por um fluxo de fluido através das saídas 124A, 124B correspondentes a uma das câmaras de extremidade 122A, 122B. Assim, as molas de carretei 142A, 142B podem prover menos força do que aquela provida pelo fluxo de fluido das saídas 124A, 124B correspondentes a uma das câmaras de extremidade 122A, 122B das câmaras de carretei 106A, 106B.
De forma adicional ou alternativa, os indicadores de cilindro 144A, 144B podem ser providos em cada extremidade dos carretéis de coletor 126A, 126B para indicação de qual tanque 12, 13 está em uso. Por exemplo, quando os carretéis de coletor 126A, 126B são deslocados para a direita, conforme mostrado na FIG. 5, o indicador de cilindro 144B do carretei de coletor oposto 126B pode se projetar por uma distância a partir do corpo do conjunto de coletor 100 (isto é, tal como a partir dos orifícios passantes da
2 0 inserção 130B) para a provisão de uma indicação visual que
o primeiro cilindro 12 está em uso. De forma adicional ou alternativa, vários outros indicadores também podem ser providos, tal como um comutador ou similar, conforme discutido acima (isto é, o comutador 41 e os elementos associados) . É para ser entendido que este esquema de indicação é oposto àquele previamente descrito aqui, pelo fato de o indicador de cilindro 144B do lado oposto se projetar. Ainda, somente ou em combinação com uma estrutura adicional (isto é, comutadores ou similares), uma indicação
3 0 de qual tanque 12, 13 está em uso ainda pode ser provida. Voltando-nos, agora, para a FIG. 6, um outro conjunto de coletor de exemplo 200 é ilustrado. Como antes, o conjunto de coletor 200 é acoplado de forma vedante a uma extremidade do conjunto de válvula de comutação 202. A válvula de comutação 202 pode ser geralmente similar às válvulas 10, 102 descritas previamente aqui, embora também possa ter várias outras estruturas e/ou estruturas diferentes. Em um exemplo, a válvula de comutação 202 pode ser formada por uma pluralidade de corpos de válvula 204A, 204B, cada um contendo uma respectiva primeira e segunda câmaras de carretei 206A, 206B e entradas associadas, primeiro e segundo carretéis, selos, etc. (não mostrados). As passagens de conexão 208, 210 podem se estender entre e através dos corpos de válvula em separado 104A, 104B, de modo similar às passagens 26, 27 descritas previamente aqui, embora vários membros de vedação ou similares (não mostrados) possam ser usados entre os corpos de válvula em separado 104A, 104B para a inibição de vazamentos. Ainda, passagens externas (não mostradas) que são similares àquelas discutidas previamente na FIG. 5 (isto é, 108, 110) também podem ser usadas.
O conjunto de coletor 200 pode incluir um corpo de coletor 212 que inclui uma saída comum 214 acoplada em termos de fluido a uma linha de saída 216 que pode ser provida com um regulador de pressão 218, uma válvula, um medidor ou similar para se indicar e/ou controlar uma pressão para um dispositivo afixado, tal como um dispositivo de carbonatação de refrigerante, um dispositivo de soldagem, etc. (não mostrados). O conjunto de coletor 200 também pode incluir pelo menos um furo de coletor incluindo porções 220A, 22ΌΒ era comunicação de fluido com a saída comum 214, e as câmaras de extremidade 222A, 222B das câmaras de carretei associadas 206A, 206B. De modo similar, o furo de coletor 220A, 220B pode estar em comunicação de fluido com as saídas associadas 224A, 224B correspondentes às câmaras de extremidade 222A, 222B, conforme descrito previamente aqui.
0 conjunto de coletor 200 ainda pode incluir pelo menos um carretei de coletor 226 móvel em pelo menos um furo de coletor 220A, 220B entre as posições aberta e fechada para se prover alternativamente uma comunicação de fluido entre uma das câmaras de extremidade 222A, 222B e a saída comum 214, enquanto se inibe uma comunicação de fluido entre a outra das câmaras de extremidade 222A, 222B e a saída comum 214. 0 carretei de coletor 226 pode incluir pelo menos um membro de vedação 228 para encaixe de vedação com uma porção interna do furo de coletor 220A, 220B. De fato, o furo de coletor pode ser um furo geralmente contínuo, e o membro de vedação 228 pode prover uma separação de fluido entre as porções do furo de coletor 220A, 220B. O membro de vedação 228 pode incluir um anel em O formado por vários materiais resilientes que podem ser mantidos em uma sede de anel em O anular definida entre um par de rebordos acoplados a ou formados com o carretei de coletor 226. A sede de anel em O anular pode ter várias geometrias, tais como geometrias geralmente em formato de U ou rabo de andorinha.
De forma adicional ou alternativa, uma inserção 230A, 23OB pode ser mantida no furo de coletor 220A, 220B para recebimento de uma porção do carretei de coletor 226. As inserções 230A, 230B podem incluir várias geometrias, tal como uma geometria afunilada que se estende entre as porções internas das mesmas, para facilitação do encaixe (isto é, um encaixe de vedação ou não de vedação) com o carretei de coletor 226. Cada uma das inserções 230A, 230B pode incluir membros de vedação adicionais 234A, 234B para encaixe de vedação com porções das inserções 230A, 230B, embora seja entendido que os membros de vedação também podem ser (ou mesmo alternativamente) portados pelas inserções 230A, 230B.
Ainda, cada porção do furo de coletor 220A, 220B pode incluir um furo de saída de coletor 236A, 236B em comunicação de fluido com a saída comum 214. Assim, conforme mostrado na FIG. 6, uma pressão de fluido a partir da primeira câmara de carretei 206A pode prosseguir através da passagem 208 para a câmara de extremidade 222B da segunda câmara de carretei 206B. A pressão de fluido então pode fluir através da saída associada 224B e para a porção associada do furo de coletor 220B. O carretei de coletor
2 0 226 se desloca para a direita, conforme mostrado na FIG. 6,
de modo que o membro de vedação 228 permita um fluxo de fluido para o furo de saída de coletor associado 23 6B, enquanto inibe, tal como evita, um fluxo de fluido para o outro furo de saída de coletor 236A. O fluxo de fluido pressurizado então pode prosseguir para a saída comum 214. Mediante uma comutação de um tanque de suprimento 12 para um outro tanque 13 (veja a FIG. 2) , o carretei de coletor 226 pode se mover nos furos de coletor 226A, 226B, para se permitir uma comunicação de fluido para o outro furo de
3 0 saída de coletor 236A. De forma adicional ou alternativa, uma ou mais válvulas de retenção podem ser providas em comunicação de fluido com os furos de saída de coletor 236A, 236B. Por exemplo, cada um dos furos de saída de coletor 236A, 236B pode alimentar diretamente uma válvula de retenção 238A, 238B, cada uma incluindo um membro de vedação 240A, 240B, tal como um anel em O ou similar. As válvulas de retenção 238A, 238B podem ser dispostas pelo menos parcialmente no corpo de coletor 212, e/ou podem ser dispostas pelo menos parcialmente em um corpo de válvula de retenção 242 acoplado de forma vedante ao corpo de coletor 212 de várias maneiras. Por exemplo, os membros de vedação 244A, 244B, tais como anéis em 0, podem ser dispostos entre o corpo de válvula de retenção 242 e o corpo de coletor 212 geralmente em torno de cada um dos furos de saída de coletor 236A, 236B. Quando em uma posição aberta, o fluido pressurizado pode fluir em torno ou mesmo através das válvulas de retenção 238A, 238B. Por exemplo, as válvulas de retenção 23 8A, 23 8B podem ser providas com um ou mais orifícios passantes 248A, 24 8B ou similares que podem se estender através de várias porções dali. As válvulas de retenção 238A, 238B podem ser orientadas de forma resiliente independentemente para uma posição fechada, tal como por uma mola de válvula de retenção 246A, 246B ou similar. Vários tipos de molas podem ser usados, conforme discutido aqui. Cada uma das molas de válvula de retenção 246a, 246B pode prover uma força suficiente para se mover uma válvula de retenção associada 238A, 238B em direção à posição fechada ou selada independentemente da pressão de fluido mantida na saída comum 214. Ainda, uma força provida pela pressão de fluido a partir da saída comum 214 pode prover uma força de vedação adicional.
Cada um dos furos de saída de coletor 236A, 236B pode comunicar uma pressão de fluido para uma válvula de retenção 238A, 238B, cada uma das quais, por sua vez, estando em comunicação de fluido com a saída comum 214. Assim, as válvulas de retenção 238A, 238B podem inibir, tal como evitar, um fluxo de fluido de volta para o carretei oposto a partir da saída comum 214. Por exemplo, quando na posição fechada, o selo de fluido entre a válvula de retenção 238A, 238B e os furos de saída de coletor 236A, 236B provê uma válvula de retenção para inibir, tal como evitar, um fluxo de fluido reverso de volta a partir da saída comum 214 de volta para as saídas 224A, 224B correspondentes a uma das câmaras de extremidade 222A, 222B.
De forma adicional ou alternativa, os indicadores de cilindro 250A, 250B podem ser providos em cada extremidade do carretei de coletor 226 para indicação de qual tanque 12, 13 está em uso. Por exemplo, quando o carretei de coletor 226 está deslocado para a direita, conforme mostrado na FIG. 6, o indicador de cilindro 250B pode se projetar por uma distância a partir do corpo do conjunto de coletor 210 (isto é, tal como a partir dos orifícios passantes da inserção 230A) para a provisão de uma indicação visual que o primeiro cilindro 12 associado à primeira câmara de carretei 206A está em uso. De forma adicional ou alternativa, vários outros indicadores também podem ser providos, tal como um comutador ou similar, conforme discutido acima (isto é, o comutador 41 e os elementos associados). Assim, somente ou em combinação com uma estrutura adicional (isto é, comutadores ou similares), uma indicação de qual tanque 12, 13 está em uso ainda pode ser provida.
De forma adicional ou alternativa, as válvulas de
comutação automáticas do presente pedido podem incluir vários outros recursos. Em um exemplo, conforme mostrado na FIG. 1, os primeiro e segundo indicadores de pressão 300, 3 02 podem ser providos cada um em comunicação de fluido com um respectivo carretei dos primeiro e segundo carretéis 14, 15. Por exemplo, os primeiro e segundo indicadores de pressão 300, 302 podem estar, cada um, em comunicação de fluido com as primeira e segunda entradas 24, 25 da válvula 10, de modo a se prover uma indicação de pressão de cada um dos primeiro e segundo tanques 12, 13, respectivamente. Um ou ambos os indicadores de pressão 3 00, 3 02 também poderiam ser acoplados a um sistema de monitoração computadorizado ou similar. A pressão de cada tanque 12, 13 então pode ser exibida independentemente do uso do tanque. Em um outro exemplo, várias placas ou rótulos de índice 306, 3 08 podem ser providos para vários elementos. Em ainda um outro exemplo, vários suportes de montagem ou similares (não mostrados) podem ser providos para os vários elementos.
Em ainda um outro exemplo, voltando-nos para as FIG. 1 a 2, as válvulas de comutação automáticas podem incluir mantenedores de mola 310A, 310B acoplados de forma removível ao corpo de válvula 11 para manutenção das primeira e segunda molas de carretei 16, 17 ali. Por exemplo, os mantenedores de mola 310A, 3IOB podem ser encaixados de forma roscada com o corpo de válvula 11. Os mantenedores de mola 310A, 3IOB podem mesmo definir üma porção das câmaras de mola 18, 19. Adicionalmente, cada um dos mantenedores de mola 310A, 310B pode incluir uma janela de sangria 312A, 312B associada a cada uma das câmaras de carretei 28, 29 para inibição, tal como prevenção, de uma trava de pressão com as câmaras de mola 18, 19. Conforme pode ser apreciado, cada um dos mantenedores de mola 310A, 3IOB pode estar associado a uma câmara selecionada das câmaras de carretei 28, 29. Assim, as molas de carretei 16, 17 mantidas nos mantenedores de mola 310A, 310B podem ser substituídas, quando for desejado, para a modificação da pressão na qual a comutação ocorre entre as câmaras de carretei 28, 29 e os tanques associados 12, 13, já que várias aplicações podem utilizar pressões de comutação diferentes. Por exemplo, várias pressões de comutação podem incluir 100 psi (689,47 kPa) , 200 psi (1,379 MPa), 350 psi (2,413 MPa) ou mesmo 500 psi (3,447 MPa), embora várias pressões de comutação adicionais também sejam contempladas. Assim, uma válvula de comutação 10 pode ser utilizada em
2 0 ambientes diferentes requerendo pressões diferentes de
comutação pela mudança das molas de carretei 16, 17 através dos mantenedores de mola removíveis 310A, 310B. Mais ainda, se desejado, cada uma das primeira e segunda câmaras de carretei 28, 29 pode ter pressões diferentes de comutação pela utilização de molas de carretei diferentes 16, 17, cada uma provendo forças diferentes de orientação.
Em ainda um outro exemplo, voltando-nos para a FIG. 4B, um primeiro (e/ou segundo) carretei alternativo 320 é ilustrado. Como antes, o primeiro carretei 320 pode ser
3 0 provido com uma primeira ranhura anular 322 adjacente a uma segunda ranhura anular 324 para direcionamento de uma pressão de gás a partir de uma janela de entrada 14-15 para uma passagem de conexão ou tubo 26, 27. Uma terceira ranhura anular 326 pode ser provida geralmente em direção a uma extremidade do carretei 320, de modo a corresponder geralmente à câmara de extremidade 20 para a provisão de um fluxo de fluido ali, e uma quarta ranhura anular 328 pode se provida geralmente em direção a uma outra extremidade do carretei 320, de modo a corresponder geralmente à câmara de mola 18 para a provisão de um fluxo de fluido ali. Como antes, as várias ranhuras anulares podem ser separadas de cada outra por membros de vedação, tais como anéis em O, que podem ser mantidos em sedes de anel em O anulares tendo geometrias geralmente em formato de U ou rabo de andorinha. Ainda, quando pressões relativamente altas forem usadas, um ou mais dos anéis em 0 poderão ser reforçados para inibição de uma deformação e/ou um rasgamento dos mesmos durante um uso. Por exemplo, conforme mostrado, um anel em 0 330 pode ser portado em um anel portador 332, e pode ser reforçado com um membro de reforço externo 334, tal como um retentor de Teflon, um tampão ou similar. Assim, a combinação do anel em 0 33 0 e do membro de reforço externo 334 pode ser configurada para encaixe seletivo com uma porção da primeira câmara de carretei 28. 0 anel portador 332 pode incluir um material
geralmente rígido, tal como um metal. Assim, o primeiro carretei 320 pode ser dividido em múltiplos segmentos, tais como os primeiro e segundo segmentos 336A, 336B. 0 anel portador 332 pode ser disposto sobre uma porção 338 do 3 0 primeiro segmento 336A. Adicionalmente, os primeiro e segundo segmentos 33 6A, 336B podem ser acoplados em conjunto de várias maneiras, tal como por um encaixa roscado de uma estrutura correspondente 34OA7 340B, o que permite a remoção e/ou a substituição do membro de vedação reforçado 330. Ainda, os primeiro e segundo segmentos 336A, 336B podem ser acoplados em conjunto de várias outras maneiras removíveis ou mesmo não removíveis, incluindo vários prendedores, adesivos, por soldagem, etc. Os primeiro e segundo segmentos 336A, 336B podem ser acoplados em conjunto, de modo que o membro de vedação reforçado 330 possa ser mantido entre um par de rebordos 342A, 342B acoplados a ou formados com os segmentos de carretei 336A, 336B. De modo similar, as terceira e quarta ranhuras anulares 326, 328 podem utilizar vários membros de vedação, incluindo vários anéis em O, conforme descrito aqui, ou mesmo anéis em 0 reforçados (os quase podem utilizar vários outros segmentos de carretei partido e uma estrutura correspondente) .
Em operação, com os carretéis posicionados conforme na FIG. 2, um fluxo de gás pressurizado a partir do primeiro cilindro 12 entra pela primeira janela de entrada 24 e é dirigido para as primeira e segunda ranhuras anulares 50A, 52A no primeiro carretei 14 através do primeiro tubo 26 para a câmara de extremidade 21 do segundo carretei 15. Assim sendo, o segundo carretei 15 é empurrado em direção à posição fechada contra a ação da segunda mola 17, para se permitir um fluxo de pressão geralmente irrestrito para fora da segunda saída 23, através do carretei de coletor reposicionado 32 e, finalmente, para a linha de saída 33. 0 3 0 outro carretei de coletor reposicionado 31 pode atuar como uma válvula de retenção. Também, quando o segundo carretei é empurrado em direção à posição fechada, evita-se, tal como se impede, uma comunicação de fluido da segunda janela de entrada 25 com o segundo tubo 27.
Conforme a pressão de gás no primeiro cilindro 12
diminuir, a pressão na segunda câmara de extremidade 21 cairá abaixo do valor necessário para se comprimir a segunda mola 17 (isto é, a força de mola correspondente à pressão de comutação), e a segunda mola 17 deslocará o segundo carretei 15 em direção à posição aberta (isto é, orientada por mola), conforme mostrado na FIG. 3. Uma pressão de gás a partir do segundo cilindro 13 na segunda janela de entrada 25 agora será dirigida pelas primeira e segunda ranhuras anulares 50B, 52B no segundo carretei 15 através do segundo tubo 27 para a câmara de extremidade 20 do primeiro carretei 14. O primeiro carretei 14 assim sendo é deslocado em direção à posição fechada (isto é, orientado por fluido), na qual sua ranhura anular secundária 52A está fechada e inibida, tal como impedida, de se comunicar com o primeiro tubo 26 pelo membro de vedação 54A. Os carretéis de coletor 31, 32 se deslocarão em direção à direção oposta pela pressão de gás provida pela primeira saída 22, para se permitir que uma pressão de gás seja comunicada a partir da primeira saída 22 até a linha de saída 33. 0 carretei de coletor 32 agora atuará como uma válvula de retenção. Uma operação dos vários outros conjuntos de coletor 100, 200 pode prosseguir de forma similar, conforme descrito previamente aqui.
Enquanto os primeiro e segundo carretéis 14, 15 estão 3 0 se movendo em direção a suas posições plenamente abertas, uma pressão de gás pode ser evacuada das câmaras de extremidade 20, 21. Para esta finalidade, ventilações de exaustão ou furos 37, 38 servem para a exaustão de uma pressão de gás a partir das câmaras de extremidade 20, 21 através do tubo correspondente 26, 27 (veja a FIG. 2).
Voltando-nos para a FIG. 7, ainda uma outra válvula de comutação de exemplo 400 é ilustrada. Como antes, o conjunto de coletor 4 02 é acoplado de forma vedante a uma extremidade do conjunto de válvula de comutação 4 00. A válvula de comutação 400 pode ser geralmente similar à válvula 10 descrita previamente aqui, embora também possa ter várias outras estruturas e/ou estruturas diferentes, e/ou pode incluir alguns ou todos os recursos de qualquer válvula 10 ou conjunto de coletor 100, 200 mostrado / descrito aqui. Por exemplo, a válvula de comutação 400 pode conter uma respectiva primeira e segunda câmara de carretei 406A e 406B e as entradas associadas 424 e 425, os primeiro e segundo carretéis 414, 415, membro(s) de vedação 454A, 454B, 462A, 462B, 470A, 470B, etc. Tubos de conexão ou passagens 408, 409 podem se estender através do corpo de válvula 411, de modo similar às passagens 26, 27 descritas previamente aqui. Alternativamente, as passagens de conexão 408, 409 também podem ser similares aos tubos 108, 110.
Pelo menos um membro de vedação 454A pode ser portado no carretei 414 para um encaixe de vedação seletivo com uma porção da primeira câmara de carretei 406A. Conforme ilustrado na FIG. 7, o membro de vedação 454A pode incluir um anel em 0 formado por vários materiais resilientes (ou mesmo não resilientes) . O membro de vedação 454A pode ser mantido em uma sede de anel em O anular 456A definida entre um par de rebordos acoplados a ou formados com o carretei 414. A sede de anel em 0 anular 456A pode ter várias geometrias, tal como uma geometria geralmente em formato de U ou de rabo de andorinha. Em um outro exemplo, a sede de anel em O anular 456A pode ter uma geometria de rabo de andorinha para o recebimento do membro de vedação 454A. A geometria em rabo de andorinha pode prover uma área de seção transversal relativamente maior mais próximo em direção a um eixo geométrico central do carretei 414, e uma área de seção transversal relativamente menor mais distante do eixo geométrico central do carretei 414. Assim, quando o membro de vedação 454A (isto é, um anel em 0 resiliente) é inserido na sede de anel em 0 anular 456A, a área de seção transversal relativamente maior da geometria em rabo de andorinha pode inibir uma remoção inadvertida (isto é, um rasgamento) do membro de vedação 454A da sede 456A, e/ou pode inibir uma compressão excessiva e/ou uma distensão circunferencial do membro de vedação 454A. De modo similar, a geometria em rabo de andorinha pode inibir uma 2 0 contrapressão formada entre o membro de vedação 4 54A e a sede de anel em O anular 456A de desalojar o membro de vedação 454A dali.
As câmaras de carretei 4 06A, 406B de modo similar podem incluir várias geometrias para o recebimento e o encaixe dos carretéis 414, 415. Por exemplo, conforme mostrado na FIG. 7, as câmaras de carretei 406A, 406B podem incluir, cada uma, uma geometria afunilada se estendendo entre as respectivas câmaras primárias 48OA, 48OB e as câmaras secundárias 482A, 482B, para facilitação do encaixe de vedação do membro de vedação 454A, 454B com uma porção da respectiva câmara de carretei 406A, 406B. Em um exemplo, o membro de vedação 454A pode selar seletivamente a câmara primária 48OA em relação à câmara secundária 482A, quando o membro de vedação 454A estiver em encaixe com uma porção da primeira câmara de carretei 4 06A, tal como uma parede interna da mesma. Contudo, devido ao fato de o primeiro carretei 414 ser configurado para transladar na primeira câmara de carretei 4 06A, o membro de vedação 454A pode alternativamente se encaixar e desencaixar da parede da primeira câmara de carretei 406A. Mais ainda, o encaixe do membro de vedação 454A com a primeira câmara de carretei 406A pode ocorrer sob uma pressão, força e/ou velocidade relativamente altas. Assim, pode ser benéfico prover as câmaras de carretei 406A, 406B com a geometria afunilada se estendendo entre as câmaras primárias e secundárias, de modo que o membro de vedação 454A, 454B (isto é, um anel em O) possa ter o encaixe e o desencaixe facilitados com a respectiva parede interna.
Ainda, conforme descrito aqui, cada uma das passagens 2 0 de conexão ou tubos 408, 4 09 serve para comunicação da pressão de gás para as câmaras de extremidade 422A, 422B do outro dentre os primeiro e segundo carretéis 414, 415. Por exemplo, as passagens de fluido de conexão 408, 409 se estendem através do corpo de válvula 411 para recebimento de pressões de fluido controladas por carretei, e cada uma termina na câmara de extremidade 422A, 422B das primeira e segunda câmaras de carretei 406A, 406B. Conforme mostrado, as passagens de fluido 408, 409 podem começar geralmente na câmara secundária 482A, 482B de uma das respectivas primeira e segunda câmaras de carretei 4 06A, 4 06B, e terminar geralmente na câmara de extremidade 422A, 422B da câmara de carretei oposta 406A, 406B. As passagens de conexão 408, 409 são separadas de cada outra e não estão em comunicação de fluido. Embora mostradas como se sobrepondo nas FIG. 7 a 8, é para ser entendido que as passagens de conexão 408, 409 são espaçadas por uma distância vertical de cada outra, de modo que se estendam de forma separada e discreta através do corpo de válvula 411. Pode ser benéfico ter cada uma das passagens de conexão 408, 409 se estendendo através do corpo de válvula 411 de modo a se protegê-las de danos e/ou vazamentos de pressão, etc. Ainda, uma ou ambas as passagens podem se estender pelo menos parcialmente externas ao corpo de válvula 411 (isto é, veja os tubos 108, 110 mostrados na FIG. 5). A válvula de comutação automática 400 pode incluir
mantenedores de mola 410A, 410B acoplados de forma removível ao corpo de válvula 411 para manutenção das primeira e segunda molas de carretei 416, 417 ali. Por exemplo, os mantenedores de mola 410A, 410B podem ser encaixados de forma roscada com o corpo de valvula 411 e/ou presos por vários prendedores (isto é, parafusos, etc.). Os mantenedores de mola 410A, 410B podem mesmo definir uma porção das câmaras de mola 418, 419. Adicionalmente, cada um dos mantenedores de mola 410A, 410B pode definir orifícios ou janelas de sangria 478A, 478B associados a cada uma das câmaras de carretei 406A, 406B para inibição, tal como prevenção, de uma trava de pressão nas câmaras de mola 418, 419. Conforme pode ser apreciado, cada um dos mantenedores de mola 410A, 410B pode estar associado a uma câmara selecionada das câmaras de carretei 406A, 406B. Assim, as molas de carretei 416, 417 mantidas nos mantenedores de mola 410A, 410B podem ser substituídas quando desejado, para a modificação da pressão na qual a comutação ocorre entre as câmaras de carretei 406A, 406B e os tanques associados 12, 13 (veja a FIG. 2), já que várias aplicações podem utilizar pressões diferentes de comutação. Por exemplo, várias pressões de comutação podem incluir 100 psi (689,47 kPa), 200 psi (1,379 MPa), 350 psi (2,413 MPa) ou mesmo 500 psi (3,447 MPa), embora várias pressões de comutação adicionais também sejam contempladas. Assim, uma válvula de comutação 410 pode ser utilizada em ambientes diferentes requerendo pressões diferentes de comutação pela mudança das molas de carretei 416, 417 através dos mantenedores de mola removíveis 410A, 410B. Mais ainda, se desejado, cada uma das primeira e segunda câmaras de carretei 406A, 406B pode ter pressões diferentes de comutação pela utilização de molas de carretei diferentes 416, 417, cada uma provendo forças diferentes de orientação.
De forma adicional ou alternativa, indicadores de
cilindro 485, 487 podem ser providos em uma extremidade dos primeiro e segundo carretéis 414, 415. Os indicadores de cilindro 485, 487 podem ser acoplados de forma removível ou não removível aos primeiro e segundo carretéis 414, 415. Por exemplo, um acoplamento removível dos indicadores de cilindro 485, 487 pode incluir uma conexão roscada, conforme mostrado na FIG. 7, ou por cavilhas ou qualquer outro acoplamento removível. Os exemplos de acoplamento não removível podem incluir a formação dos indicadores de cilindro 485, 487 em conjunto com os primeiro e segundo carretéis 414, 415, a soldagem das partes em conjunto, ou qualquer outro método de acoplamento não removível.
Os indicadores de cilindro 485, 487 podem ser providos para indicação de qual tanque 413A está em uso. Por exemplo, quando o segundo carretei 415 está em uma posição fechada, conforme mostrado na FIG. 7, o segundo indicador de cilindro 487 pode se projetar por uma distância a partir do corpo do mantenedor de mola 4IOB para prover uma indicação visual de qual tanque (neste exemplo, o tanque 413A) está em uso. Da mesma forma, quando o primeiro carretei 414 está em uma posição fechada (veja a FIG. 8), o primeiro indicador de cilindro 485 se projeta a partir do corpo do mantenedor de mola 410A, indicando que o tanque oposto 413B está em uso. Mais ainda, conforme mostrado, os corpos dos mantenedores de mola 410A, 410B podem incluir orifícios passantes correspondentes 478A, 478B, para se permitir que os indicadores de cilindro 485, 487 dos primeiro e segundo carretéis 414, 415 se estendam a partir dali. Ainda, os orifícios passantes 478A, 478B também podem operar como janelas de sangria associadas a cada uma das câmaras de carretei 4 06A, 4 06B para inibição, tal como prevenção, de uma trava de pressão nos mantenedores de mola 410A, 410B. Assim, pelo menos um indicador de cilindro 485, 487 pode ser adaptado para se estender através da respectiva janela de sangria de cada uma das câmaras de carretei 406A, 406B.
De forma adicional ou alternativa, vários outros indicadores também podem ser providos. Em um exemplo, um comutador 441 (por exemplo, comutadores mecânicos, 3 0 elétricos, hidráulicos, pneumáticos ou similares, os quais podem ser normalmente abertos ou normalmente fechados) pode ser provido para monitoração externa da posição de válvula. No exemplo mostrado, um comutador elétrico 441 pode incluir um atuador 443 para encaixe com o primeiro indicador de cilindro 485, de modo que o comutador 441 seja atuado pelo movimento do primeiro carretei 414. Por exemplo, quando o primeiro indicador de cilindro 485 se estende por uma distância a partir do corpo do mantenedor de mola 410A, o atuador 443 (o qual pode ser orientado de forma resiliente) pode ser movido para uma posição retraída (veja a FIG. 8) . Alternativamente, quando o primeiro indicador de cilindro 4 85 se retrai para o corpo do mantenedor de mola 41OA, o atuador 443 pode retornar de forma resiliente para a posição indicada na FIG. 7. 0 comutador 441 pode ser conectado a vários elementos, tal como um sistema de monitoração externa (não mostrado), para se permitir a monitoração de qual tanque 413A, 413B está atualmente em uso. 0 comutador 441 e/ou o sistema de monitoração externa podem prover vários indicadores audíveis e/ou visuais, tais como alarmes audíveis, luzes visuais, etc., e/ou podem mesmo ser conectados a um sistema de computador ou a um outro sistema de controle. É para ser entendido que o comutador 441 e o sistema de monitoração externa podem prover uma indicação local ou mesmo remota de qual tanque 413A, 413B está em uso, e ainda podem incluir comutadores de reinicialização local ou remota, etc. Ainda, um ou ambos os primeiro e segundo carretéis 414, 415 podem ser configurados para encaixe com um ou mais comutadores (apenas um comutador 441 mostrado). 0 comutador 441 pode 3 0 ser independente, ou pode ser acoplado à válvula 4 00 em várias localizações. Por exemplo, o comutador 441 pode ser acoplado de forma removível ou não removível ao conjunto de coletor 402, ao corpo de válvula 411 e/ou a qualquer um dos mantenedores de mola 410A, 4IOB acoplado ao corpo de válvula 411. Múltiplos comutadores 441 podem ser usados também.
A válvula 4 00 também pode incluir um conjunto de coletor 402. 0 conjunto de coletor 402 é acoplado de forma vedante a uma extremidade do corpo de válvula 411. Ainda, o conjunto de coletor 4 02 pode incluir um corpo de coletor 412 com furos de saída de coletor 436A, 436B em comunicação de fluido com as câmaras de extremidade 422A, 422B. Assim, conforme mostrado na FIG. 7, uma pressão de fluido a partir da primeira câmara de carretei 406A pode prosseguir através da passagem 4 08 para a câmara de extremidade 422B da segunda câmara de carretei 4 06B. A pressão de fluido então pode fluir para a porção associada do furo de saída de coletor 426B. O fluxo de fluido pressurizado então pode prosseguir para a saída comum 43 5. Mediante uma comutação de um tanque de suprimento 413A para um outro tanque 413B (veja a FIG. 2), os primeiro e segundo carretéis 414, 415 podem se mover nas câmaras de carretei 406A, 406B, para se permitir uma comunicação de fluido para o outro furo de saída de coletor 436A. De forma adicional ou alternativa, uma ou mais
válvulas de retenção 438A, 438B podem ser providas em comunicação de fluido com os furos de saída de coletor 436A, 436B. Por exemplo, cada um dos furos de saída de coletor 436A, 436B pode alimentar diretamente uma válvula de retenção 438A, 438B, cada uma incluindo um membro de vedação de coletor 44OA, 440B, tal como um anel em O ou similar. As válvulas de retenção 438A, 438B podem ser dispostas pelo menos parcialmente no corpo de coletor 412, o qual pode ser acoplado ao corpo de válvula 411 geralmente em torno de cada uma das câmaras de extremidade 422A, 422B. Quando em uma posição aberta, o fluido pressurizado pode fluir em torno ou mesmo através das válvulas de retenção 438A, 438B. Por exemplo, as válvulas de retenção 438A, 438B podem ser providas com um ou mais orifícios passantes (veja a FIG. 6) ou similares que podem se estender através de várias porções dali. As válvulas de retenção 438A, 438B podem ser orientadas de forma resiliente independentemente para uma posição fechada, tal como por uma mola de válvula de retenção 446A, 446B ou similar. Vários tipos de molas podem ser usados, conforme discutido aqui. Cada uma das molas de válvula de retenção 446a, 446B pode prover uma força suficiente para se mover uma válvula de retenção associada 438A, 438B em direção à posição fechada e selada independentemente da pressão de fluido mantida nas câmaras de extremidade 422A, 422B. Ainda, uma força provida pela pressão de fluido a partir das câmaras de extremidade 422A, 422B pode prover uma força de vedação adicional.
0 membro de vedação de coletor 440A, 44 OB pode se encaixar de forma vedante em uma porção do furo de saída de coletor 436A, 436B. De forma adicional ou alternativa, conforme mostrado, o membro de vedação de coletor 440A, 44OB pode se encaixar em uma inserção 492A, 492B mantida no furo de saída de coletor 436A, 436B, que define uma superfície de vedação para encaixe de vedação com o ícone 440. De fato, a inserção 492A, 492B pode definir porções do furo de saída de coletor 436A, 436B. A inserção 492A, 492B pode incluir uma geometria variada, tal como uma geometria afunilada se estendendo entre as porções internas da mesma, para facilitação do encaixe e do desencaixe do membro de vedação de coletor 440A, 440B dali. As inserções 492A, 492B podem ser mantidas no furo de saída de coletor 436A, 436B de várias maneiras, incluindo prendedores, adesivos, soldagem, etc. Por exemplo, conforme mostrado, as inserções 492A, 4 92B podem ser mantidas no furo de saída de coletor 436A, 436B por um encaixe roscado com o corpo de coletor 412. Adicionalmente, cada uma das inserções 492A, 492B pode ser provida com um membro de vedação, tal como um anel em O, para a provisão de um encaixe de vedação entre as inserções 492A, 492B e o corpo de coletor 412. Cada um dos furos de saída de coletor 436A, 436B
comunica uma pressão de fluido para uma válvula de retenção 438A, 438B, a qual, por sua vez, está em comunicação de fluido com a saída comum 435. Assim, as válvulas de retenção 438A, 438B podem inibir, tal como evitar, um fluxo de fluido reverso de volta a partir da saída comum 435. Por exemplo, quando na posição fechada, o selo de fluido entre a válvula de retenção 438A, 438B e os furos de saída de coletor 436A, 436B provê uma válvula de retenção para inibição, tal como prevenção, de um fluxo de fluido reverso de volta a partir da saída comum 435 para as câmaras de extremidade 422A, 422B.
É para ser entendido que qualquer uma das várias válvulas e da estrutura associada pode ser utilizada com qualquer um dos vários conjuntos de coletor descritos aqui. 3 0 Adicionalmente, vários outros membros de vedação estáticos ou dinâmicos podem ser utilizados no lugar dos anéis em O descritos aqui, incluindo várias outras gaxetas, selos, membranas, etc., tendo vários estados, tais como sólidos, líquidos, gases, etc., e podem ser acoplados a porções do corpo de válvula e/ou coletor, etc.
A invenção foi descrita com referência às modalidades de exemplo descritas acima. Modificações e alterações ocorrerão a outros mediante uma leitura e um entendimento deste relatório descritivo. Pretende-se que as modalidades de exemplo que incorporam um ou mais aspectos da invenção incluam todas essas modificações e alterações, à medida que elas vierem no escopo das reivindicações em apenso.
Claims (15)
1. Válvula (400) para uma comutação automática a partir de uma pluralidade de fontes de pressão de fluido para uma saída comum (435) , caracterizado por incluir: um corpo de válvula (411) incluindo as primeira e segunda janelas de entrada (424, 425) em comunicação de fluido com as primeira e segunda câmaras de carretei (4 06A, 406B) , em que cada uma das primeira e segunda janelas de entrada (424, 425) é adaptada para uma comunicação de fluido com respectivas fontes de pressão de fluido (413A, 413B) , e cada uma das primeira e segunda câmaras de carretei (406A, 4 06B) inclui uma câmara de extremidade (422A, 422B); os primeiro e segundo carretéis (414, 415) respectivamente nas primeira e segunda câmaras de carretei (406A, 406B) e cada um incluindo pelo menos um membro de vedação (454A, 454B) portado nele para um encaixe de vedação seletivo com uma porção das primeira e segunda câmaras de carretei (4 06A, 4 06B), respectivamente, em que cada um dos primeiro e segundo carretéis (414, 415) ser orientado de forma resiliente em direção a uma posição aberta, e orientado por fluido para uma posição fechada; passagens de fluido (408, 409) se estendendo através do corpo de válvula (411) recebendo pressões de fluido controladas por carretei (414, 415) e cada uma terminando na câmara de extremidade (422A, 422B) de uma das primeira e segunda câmaras de carretei (406A, 406B); onde na posição aberta, cada um dos primeiro e segundo carretéis (414, 415) é adaptado para prover a entrega de um fluido pressurizado a partir de uma janela de entrada associada das primeira e segunda janelas de entrada (424, 425) para a câmara de extremidade (422A, 422B) de uma câmara oposta das primeira e segunda câmaras de carretei (406A, 406B) , e onde na posição fechada, cada um dos primeiro e segundo carretéis (414, 415) é adaptado através de pelo menos um membro de vedação (454A, 454B) para inibição da entrega de um fluido pressurizado a partir de uma janela de entrada associada das primeira e segunda janelas de entrada (424, 425) para a câmara de extremidade (422A, 422B) da referida câmara de carretei oposta (406A, 406B); sendo pelo menos um indicador de cilindro (485, 487) acoplado a pelo menos um dos primeiro e segundo carretéis (414, 415), pelo menos um indicador de cilindro (485, 487) adaptado para prover uma monitoração externa de uma posição de pelo menos um dos referidos primeiro e segundo carretéis (414, 415).
2. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de pelo menos um membro de vedação (454A, 454B) portado nos primeiro e segundo carretéis (414, 415) ser um anel em O.
3. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de pelo menos um indicador de cilindro (485, 487) ser mecanicamente acoplado a pelo menos um dos referidos primeiro e segundo carretéis (414, 415).
4. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 1, caracteri zada por incluir ainda um mantenedor de mola (410A, 410B) acoplado de forma removível ao corpo de válvula (411).
5. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 4, caracterizada pelo fato de pelo menos um referido indicador de cilindro (485, 487) ser adaptado para se estender por uma distância para fora do mantenedor de mola (410A, 410B).
6. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de pelo menos um indicador de cilindro (485, 487) ser acoplado de forma removível a pelo menos um dos referidos primeiro e segundo carretéis (414, 415) .
7. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de pelo menos um indicador de cilindro (485, 487) ser adaptado para se encaixar em um comutador (441) .
8. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 7, caracterizada pelo fato do comutador (441) ser acoplado a um mantenedor de mola (410A, 410B) que é acoplado ao corpo de válvula (411).
9. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por incluir ainda um conjunto de coletor (402) que inclui uma pluralidade de furos de saída de coletor (436A, 436B) em comunicação de fluido com as câmaras de extremidade (422A, 422B) e a saída comum (435), e as primeira e segunda válvulas de retenção (438A, 438B) inibindo um fluxo de fluido reverso a partir da saída comum (435) e entre as câmaras de extremidade (422A, 422B).
10. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de cada uma dentre as primeira e segunda válvulas de retenção (438A, 438B) ser orientada de forma resiliente em direção à posição fechada, e orientada por fluido em direção à posição aberta.
11. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de cada uma dentre as primeira e segunda válvulas de retenção (438A, 438B) ser orientada de forma resiliente em direção à posição fechada por uma mola de válvula de retenção (446A, 446B).
12. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de cada uma dentre as primeira e segunda válvulas de retenção (438A, 438B) incluir um membro de vedação de coletor (440A, 440B) e do conjunto de coletor (402) incluir uma inserção (492A, 492B) que define uma superfície de vedação para encaixe de vedação com o membro de vedação de coletor (440A, 440B).
13. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de cada um dentre os primeiro e segundo carretéis (414, 415) incluir uma sede de anel em 0 anular (456A, 456B) com uma geometria de rabo de andorinha para o recebimento de pelo menos um membro de vedação (454A, 454B).
14. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de cada uma dentre as primeira e segunda câmaras de carretei (406A, 406B) ainda incluir uma câmara de mola (418, 419), a válvula (400) incluindo ainda uma pluralidade de mantenedores de mola (410A, 410B) acoplados de forma removível ao corpo de válvula (411), e cada um definindo pelo menos uma porção de uma das câmaras de mola (418, 419) , o corpo de válvula (411) ainda incluindo uma janela de sangria (478A, 478B) associada a cada uma das primeira e segunda câmaras de carretei (406A, 406B) para inibição de uma trava de pressão em cada uma das câmaras de mola (418, 419) .
15. Válvula (400), de acordo com a reivindicação 14, caracterizada pelo fato de pelo menos um referido indicador de cilindro (485, 487) ser adaptado para se estender através da respectiva janela de sangria (478A, 478B) de cada uma das primeira e segunda câmaras de carretei (4 06A, 406B).
Priority Applications (4)
| Application Number | Priority Date | Filing Date | Title |
|---|---|---|---|
| BRPI1010323-6A BRPI1010323A2 (pt) | 2010-11-29 | 2010-11-29 | vÁlvula de comutaÇço |
| DE202011108323U DE202011108323U1 (de) | 2010-11-29 | 2011-11-25 | Umschaltventil |
| CN2011204845526U CN202531915U (zh) | 2010-11-29 | 2011-11-29 | 切换阀 |
| CN2011103870417A CN102788174A (zh) | 2010-11-29 | 2011-11-29 | 切换阀 |
Applications Claiming Priority (1)
| Application Number | Priority Date | Filing Date | Title |
|---|---|---|---|
| BRPI1010323-6A BRPI1010323A2 (pt) | 2010-11-29 | 2010-11-29 | vÁlvula de comutaÇço |
Publications (1)
| Publication Number | Publication Date |
|---|---|
| BRPI1010323A2 true BRPI1010323A2 (pt) | 2013-05-21 |
Family
ID=47133102
Family Applications (1)
| Application Number | Title | Priority Date | Filing Date |
|---|---|---|---|
| BRPI1010323-6A BRPI1010323A2 (pt) | 2010-11-29 | 2010-11-29 | vÁlvula de comutaÇço |
Country Status (3)
| Country | Link |
|---|---|
| CN (2) | CN202531915U (pt) |
| BR (1) | BRPI1010323A2 (pt) |
| DE (1) | DE202011108323U1 (pt) |
Families Citing this family (3)
| Publication number | Priority date | Publication date | Assignee | Title |
|---|---|---|---|---|
| BRPI1010323A2 (pt) * | 2010-11-29 | 2013-05-21 | Superior Products Inc | vÁlvula de comutaÇço |
| CN104110512B (zh) * | 2013-04-22 | 2018-04-27 | 海尔集团公司 | 组合阀、热水系统及热水系统控制方法 |
| CN115539676A (zh) * | 2022-09-01 | 2022-12-30 | 明基三丰医疗器材(上海)有限公司 | 切换阀装置 |
Family Cites Families (6)
| Publication number | Priority date | Publication date | Assignee | Title |
|---|---|---|---|---|
| US2518894A (en) * | 1945-06-14 | 1950-08-15 | Union Carbide & Carbon Corp | Automatic changeover mechanism |
| CH671281A5 (en) * | 1985-07-18 | 1989-08-15 | Carrier Corp | Switching valve for air-conditioning ventilation system - has two coils used to displace slider to operate two normally closed valves |
| JPH0442609A (ja) * | 1990-06-07 | 1992-02-13 | Mitsubishi Electric Corp | オートクリア回路 |
| US5014733A (en) | 1990-06-14 | 1991-05-14 | Wilson Earl L | Automatic switching valve |
| CN201225346Y (zh) * | 2008-05-04 | 2009-04-22 | 南通启重润滑设备有限公司 | 自动液压换向阀 |
| BRPI1010323A2 (pt) * | 2010-11-29 | 2013-05-21 | Superior Products Inc | vÁlvula de comutaÇço |
-
2010
- 2010-11-29 BR BRPI1010323-6A patent/BRPI1010323A2/pt not_active IP Right Cessation
-
2011
- 2011-11-25 DE DE202011108323U patent/DE202011108323U1/de not_active Expired - Lifetime
- 2011-11-29 CN CN2011204845526U patent/CN202531915U/zh not_active Expired - Fee Related
- 2011-11-29 CN CN2011103870417A patent/CN102788174A/zh active Pending
Also Published As
| Publication number | Publication date |
|---|---|
| DE202011108323U1 (de) | 2012-03-12 |
| CN202531915U (zh) | 2012-11-14 |
| CN102788174A (zh) | 2012-11-21 |
Similar Documents
| Publication | Publication Date | Title |
|---|---|---|
| US8272393B2 (en) | Switchover valve | |
| US5020570A (en) | Combined valve modular control panel | |
| US8444111B2 (en) | Combined valve | |
| US9765932B2 (en) | Base manifold and system for filling containers with gas | |
| CN101548122A (zh) | 流体控制阀系统及方法 | |
| EP0903533A2 (en) | Valve assembly for gas cylinder and pressure reducing valve used therefor | |
| NO318537B1 (no) | Undersjoisk hydraulisk kopling | |
| BRPI1010323A2 (pt) | vÁlvula de comutaÇço | |
| US6202691B1 (en) | Undersea hydraulic coupling with bleed port | |
| CA1142157A (en) | Valve for fire extinguishing systems | |
| US11287050B2 (en) | Solenoid valve with crimp fitting | |
| US6631734B2 (en) | Dummy undersea hydraulic coupling member | |
| GB2367338A (en) | Undersea hydraulic coupling with flow ports and port guard | |
| US20090165870A1 (en) | Manifold assembly | |
| AU2322301A (en) | Undersea hydraulic coupling member | |
| EP3348857B1 (en) | Linear actuator | |
| CN106659916B (zh) | 用于从流体储罐顺序地抽吸流体的模块式歧管组件 | |
| KR101223924B1 (ko) | 가스 전달용 투과성 가스 어셈블리 | |
| JP7112258B2 (ja) | 一斉開放弁とその製造方法 | |
| EP1620668B1 (en) | Valve for conducting hyperpolarized gas | |
| GB2386167A (en) | Undersea hydraulic coupling with radial seals on probe member | |
| US20030001126A1 (en) | Female coupling member with recessed flow passages | |
| CN218670811U (zh) | 一种阀门系统 | |
| BR102013032835A2 (pt) | válvula modular normalmente aberta de múltiplas portas com roscas no assento | |
| AU2021202554B1 (en) | Filling station for breathing apparatus |
Legal Events
| Date | Code | Title | Description |
|---|---|---|---|
| B03A | Publication of an application: publication of a patent application or of a certificate of addition of invention | ||
| B08F | Application fees: dismissal - article 86 of industrial property law |
Free format text: REFERENTE A 5A ANUIDADE. |
|
| B08K | Lapse as no evidence of payment of the annual fee has been furnished to inpi (acc. art. 87) |
Free format text: EM VIRTUDE DO ARQUIVAMENTO PUBLICADO NA RPI 2343 DE 01-12-2015 E CONSIDERANDO AUSENCIA DE MANIFESTACAO DENTRO DOS PRAZOS LEGAIS, INFORMO QUE CABE SER MANTIDO O ARQUIVAMENTO DO PEDIDO DE PATENTE, CONFORME O DISPOSTO NO ARTIGO 12, DA RESOLUCAO 113/2013. |