- “TERMINAL DE COMUNICAÇÃO VIA RÁDIO E MÉTODO DE COMUNICAÇÃO VIA RÁDIO” - Campo Técnico A presente invenção refere-se a um terminal de comunicação via rádio e a um mé- —todode comunicação via rádio que transmite e recebe dados de e para uma estação base. Técnica Anterior f O 3GPP (Projeto de Parceria de 3º Geração) que é um grupo de padronização da comunicação móvel internacional iniciou a padronização da LTE-Avançada (Evolução em 7 Longo Prazo-Avançada, LTE-A) como um sistema de comunicação móvel de quarta gera- ção. Como revelado na Literatura de Não Patente 1, na LTE-A, foi estudada uma tecnologia de retransmissão para retransmitir os sinais de rádio pelo uso de um nó de retransmissão (RN) com os objetivos de expansão da cobertura e aprimoramento da capacidade. A tecnologia de retransmissão será descrita com referência à Figura 12. A Figura 12 é um diagramaque ilustra um sistema que retransmite sinais de rádio usando a tecnolo- giade tecnologia de retransmissão. Na Figura 12, eNB representa uma estação base, RN representa um nó de retransmissão, e EU representa um terminal de comunicação via rádio. Ademais, UE1 representa um terminal de comunicação via rádio conectado a eNB, e UE2 representa um terminal de comunicação via rádio conectado à RN. Aqui, na LTE-A, está sendo estudado um RN dotado de uma ID de célula individual —comonaeNB «e, portanto, quando observado a partir de EU, RN também pode ser conside- rado como uma célula, como a eNB. A eNB é conectada a uma rede por comunicação física, enquanto RN é conectado à eNB via comunicação sem fio. Um canal de comunicação que faz a conexão entre RN e eNB é denominado um canal de backhaul. Por outro lado, um canal de comunicação que faz —aconexão entre eNB ou RN e EU é denominado um canal de acesso. Um sistema de retransmissão via rádio em um canal de enlace descendente (Down Link, DL) será descrito com referência à Figura 12. A Figura 12 é um diagrama ilustrando um . sistema de retransmissão via rádio na técnica relacionada. O RN recebe os sinais de eNB no canal de backhaul. Ademais, RN transmite os sinais à UE2 no canal de acesso de RN.
. 30 Aqui, quando o canal de backhaul e o canal de acesso estão alocados na mesma largura de banda de frequência, se RN realizar a transmissão e a recepção ao mesmo tem- po, ocorre uma interferência de retrocircuito. Por esta razão, RN não pode realizar a trans- missão e recepção ao mesmo tempo. Desse modo, na LTE-A, está sendo estudado um mé- todo de retransmissão em que o canal de backhaul e o canal de acesso de RN são alocados — aomesmo tempo em que são divididos pelo domínio de tempo (no nível de subquadro). Um método de retransmissão na técnica relacionada em que um canal de backhaul e um canal de acesso de RN são alocados ao mesmo tempo em que são divididos pelo do-
- mínio de tempo (no nível de subquadro) para alocação será descrito com referência à Figura
13. A Figura 13 é um diagrama ilustrando uma configuração de subquadro de um canal de - enlace descendente no método de retransmissão na técnica relacionada. Os sinais de refe- rência [n, n+1,...] na Figura 13 representam números de subquadro. As caixas na Figura 13 representam subquadro do canal de enlace descendente e representam subquadros de transmissão de eNB, e subquadros de recepção de UE1, subquadros de transmissão de RN a e subquadros de recepção de UE2. Como mostra a Figura 13, eNB transmite sinais em todos os subquadro. Ademais, , UE1 recebe sinais em todos os subquadro. Ainda, como mostra a Figura 13, RN transmite sinais nos subquadro, salvo para os números de subquadro [n+2, n+6]. UE2 pode receber sinais nos subquadro, salvo para os números de subquadro [n+2, n+6]. Além disso, RN re- cebe sinais de eNB nos subquadros dos números de subquadro [n+2, n+6].
Como descrito acima, no RN, os subquadros dos números de subquadro [n+2, n+6] servem como o canal de backhaul de RN, e os demais subquadros dos números de sub- —quadrof[n,nt+1,n+3,n+4,n+5] servem como canal de acesso de RN.
No entanto, se RN não transmitir qualquer sinal nos subquadros onde RN serve como canal de backhaul, ocorre um problema em que uma operação de medição para medir a qualidade de RN não funciona na UE de LTE que não tenha averiguado a presença de RN.
Como método para solucionar este problema, na LTE-A, vem sendo estudado o uso de um subquadro de MBSFN (Multcast/Broadcast em Rede de Frequência Única) definido emLTE.
O subquadro de MBSFN é um subquadro que é preparado para realizar um serviço de MBMS (Serviço Multimídia de Broadcast e Multicast) no futuro. O subquadro de MBSFN é projetado para transmitir informações de controle específicas da célula nos dois primeiros símbolos e transmitir sinais para MBMS nos domínios do terceiro símbolo e subsequentes do subquadro de MBSFN, . Aqui, o terminal LTE é capaz de executar a medição usando os dois primeiros sim- bolos no subquadro de MBSFN. Assim, o subquadro de MBSFN é utilizado de uma pseudo * 30 maneira na célula do RN, eo RN é capaz de usar o subquadro de MBSFN como o subqua- dro de recepção do canal de backhaul. Especificamente, RN transmite as informações de controle específicas à célula de RN nos dois primeiros símbolos do subquadro de MBSFN, e não transmite os dados para MBMS, mas recebe os sinais de eNB nos domínios do terceiro símbolo e subsequentes do subquadro de MBSFN.
Na presente descrição, o subquadro de MBSFN como mencionado acima será de- nominado um “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul”.
Nesse sentido, em um sistema de comunicação móvel, ocorre uma situação em
. que UE se comunica com um determinado eNB, a energia recebida de eNB é baixada devi- do ao movimento da estação base, alteração do ambiente no entorno ou similar e assim, a e - não consegue manter a comunicação com o eNB.
Para lidar com esta situação, a UE pode ser reconectada ao eNB ou ao RN que te- nhaa maior potência recebida que eNB em comunicação com a mesma, para com isso manter a comunicação.
Isso é chamado transferência.
Í Adiante, eNB ou RN também serão chamados “célula”, e uma célula que se comu- nica com a UE também será denominada de “própria célula”. É A fim de realizar a transferência, é necessário que a UE meça a potência do sinal de uma célula que esteja presente nas proximidades da célula em comunicação com ela (a célula que esteja nas proximidades da própria célula pode ser chamada célula vizinha). Na LTE do 3GPP, um processo de medir a potência do sinal ou qualidade do sinal a partir desta célula vizinha é chamado medição.
Na medição, uma célula instrui a UE a medir a potência recebida ou a qualidade a —partirde uma célula vizinha, e a UE mede a potência recebida da célula vizinha e notifica a própria célula do resultado da medição.
A UE realiza a medição utilizando um sinal de refe- rência (RS) ou um sinal de sincronização gerado com base em uma série específica da célu- la.
Na medição de LTE, como revelado na Literatura de Não Patente 2, a UE mede —RSRP (Potência recebida do Sinal de Referência) ou RSRQ (Qualidade Recebida do Sinal de Referência) usando um sinal de referência específico da célula.
Lista de Citações Literatura de Não Patente 1: 3GPP TR36. 814 v0.4.1 (2009-02) Further Advance- ments for E-UTRA Physical Layer Aspects (Impressão 9) Literatura de Não Patente 2: 3GPP TR36. 214 v8.6.0 (2009-03) Physical Layer Me- asurements (Impressão 8) Sumário da Invenção . Problema Técnico Na LTE, como medição em um caso onde um subquadro de MBSFN está presente, - 30 são realizadas as operações a seguir, por exemplo.
Primeiramente, uma célula notifica a UE, que estiver sob o controle da célula, acerca da posição do subquadro de MBSFN em SIB2 (Bloco de Informação do Sistema 2) que notifica as informações do sistema.
Como descrito acima, como o subquadro de MBSFN é originalmente preparado pa- ra realizar o serviço de MBMS, a UE, em particular a UE na LTE reconhece que o subqua- —drodeMBSFN também está presente na célula vizinha, no subquadro de MBSFN da própria célula.
Portanto, a UE é capaz de realizar uma operação de medição adequada ao subqua- dro de MBSFN, no subquadro de MBSFN da própria célula.
Por exemplo, a UE pode realizar
- a medição usando apenas os dois primeiros símbolos, pode não executar a medição no subquadro de MBSFN ou pode executar operações similares. - Na LTE-A, quando RN utiliza um subquadro de MBSFN como backhaul, existe um caso em que a posição do “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul” é diferente em cadaRN. Neste caso, um subquadro que não seja o subquadro de MBSFN da própria célula serve como subquadro de MBSFN em um RN vizinho. f Aqui, o RN vizinho não transmite sinais de modo a receber os sinais de eNB nos domínios do terceiro símbolo e subsequentes do “subquadro de MBSFN que RN utiliza co- mo backhaul”. No caso em que o RN que não transmite sinais no “subquadro de MBSFN queRhN utiliza como backhaul”" não é uma célula alvo de medição na UE, se não for transmi- tido qualquer sinal a partir do RN correspondente, é observado por parte da UE que a inter- ferência nos sinais provenientes da célula alvo é reduzida.
Se a UE realizar a medição da célula alvo em um estado onde a interferência nos sinais vindos da célula alvo seja reduzida, surge o problema de que ocorre um erro entre a — qualidade com base no resultado da medição e a qualidade real em que a interferência esti- ver presente. Por exemplo, se a UE reconhecer que a qualidade com base no resultado da medição é superior à qualidade real e executar a transferência, há um problema de que uma célula que seja um destino de transferência não consegue atingir um rendimento esperado com base no resultado de medição pela UE.
O objetivo da presente invenção é fornecer um terminal de comunicação via rádio e um método de comunicação via rádio que sejam capazes de medir a qualidade na comuni- cação com um destino de transferência com elevada precisão.
Solução ao Problema A presente invenção fornece um terminal de comunicação via rádio que é capaz de —secomunicarcom a estação base ou com um nó de retransmissão, o terminal de comunica- ção via rádio incluindo: um receptor que recebe informações de controle que incluem as in- formações relacionadas à medição para medir a qualidade de uma célula vizinha; um extra- . tor que extrai informações sobre um subquadro onde a medição deve ser realizada, que é um subquadro onde somente é realizada a transmissão de um sinal vindo do nó de retrans- - 30 missão conectado à estação base, a partir das informações relacionadas à medição; uma seção de medição que realiza a medição com base no subquadro, baseada nas informações extraídas sobre o subquadro onde a medição deve ser realizada; e um transmissor que transmite um resultado da medição à estação base ou ao nó de retransmissão. No terminal de comunicação via rádio o extrator extrai as informações sobre um —subquadro que é um subquadro onde a medição deve ser realizada e não é um subquadro de MBSFN utilizado como backhaul no nó de retransmissão conectado à estação base, a partir das informações relacionadas à medição, e a seção de medição realiza a medição
. com base no subquadro que não seja um subquadro de MBSFN.
No terminal de comunicação via rádio, o receptor recebe as informações de contro- - le que incluem as informações relacionadas à medição para medir a qualidade da célula vizinha, inclusive as informações sobre o subquadro onde a medição deve ser realizada, a —partirda estação base ou do nó de retransmissão que seja um destino de conexão do termi- nal de comunicação via rádio. " No terminal de comunicação via rádio, o extrator extrai as informações sobre um subquadro que é o subquadro onde a medição deve ser realizada e não é um subquadro de * MBSFN utilizado como backhaul em um nó de retransmissão, que é o nó de retransmissão conectado à estação base e pertence ao grupo do nó de retransmissão que inclui uma plura- lidade de nós de retransmissão vizinhos, a partir das informações relacionadas à medição e a seção de medição realiza a medição com base em um subquadro, baseada nas informa- ções extraídas sobre o subquadro.
A presente invenção também corresponde a um terminal de comunicação via rádio que é capaz de se comunicar com uma estação base ou com um nó de retransmissão, o terminal de comunicação via rádio incluindo: um receptor que recebe um sinal de referência de uma célula vizinha e informações de controle relacionadas ao terminal de comunicação via rádio; um extrator que extrai informações de instrução para realizar a medição para me- dir a qualidade da célula vizinha a partir das informações de controle; um detector que de- tectaum subquadro onde a medição deve ser realizada usando o sinal de referência da cé- lula vizinha com base nas informações de instrução extraídas; uma seção de medição que realiza a medição no subquadro detectado onde a medição deve ser realizada; e um trans- missor que transmite um resultado da medição à estação base ou ao nó de retransmissão.
A presente invenção também corresponde a um terminal de comunicação via rádio —que6é capaz de se comunicar com uma estação base ou com um nó de retransmissão, o terminal de comunicação via rádio incluindo: um receptor que recebe um sinal de referência de uma célula vizinha, informações relacionadas à medição para medir a qualidade da célu- - la vizinha e informações de controle acerca do terminal de comunicação via rádio; um pri- meiro extrator que extrai, no nível de subquadro, informações de posição sobre um primeiro - 30 —subquadro que é um candidato ao local onde a medição deve ser realizada em um nó de retransmissão que é o nó de retransmissão conectado à estação base e pertence a um gru- po de nó de retransmissão que inclui uma pluralidade de nós de retransmissão vizinhos, a partir das informações relacionadas à medição; um detector que mede a potência recebida no nível de subquadro no grupo do nó de retransmissão com base nas informações de posi- ção extraídas sobre o primeiro subquadro e sobre o sinal de referência da célula vizinha, e detecta o grupo do nó de retransmissão que tem a menor variação em um resultado da me- dição para a potência recebida; um segundo extrator que extrai informações sobre um se-
. gundo subquadro que não é um subquadro de MBSFN utilizado como backhaul no nó de retransmissão que pertence ao grupo do nó de retransmissão detectado; e uma seção de : medição que realiza a medição, no nível de subquadro, com base nas informações extraídas acerca do segundo subquadro. A presente invenção também fornece um método de comunicação via rádio utiliza- do em um terminal de comunicação via rádio que é capaz de se comunicar com uma esta- f ção base ou nó de retransmissão, o método de comunicação via rádio incluindo: receber informações de controle que incluem as informações relacionadas à medição para medir a q qualidade de uma célula vizinha; extrair informações sobre um subquadro onde a medição deve ser realizada, que é um subquadro onde somente é realizada a transmissão de um sinal vindo do nó de retransmissão conectado à estação base, a partir das informações rela- cionadas à medição; realizar a medição com base em um subquadro, baseado nas informa- ções extraídas acerca do subquadro onde a medição deve ser realizada; e transmitir um resultado da medição à estação base ou ao nó de retransmissão.
A presente invenção também fornece um método de comunicação via rádio utiliza- do em um terminal de comunicação via rádio que é capaz de se comunicar com uma esta- ção base ou nó de retransmissão, o método de comunicação via rádio incluindo: receber um sinal de referência de uma célula vizinha e informações de controle acerca do terminal de comunicação via rádio; extrair informações de instrução para realizar a medição de qualida- de paramedira qualidade da célula vizinha, a partir das informações de controle; detectar um subquadro onde a medição deve ser realizada usando o sinal de referência da célula vizinha com base nas informações de instrução extraídas; realizar a medição no subquadro detectado onde a medição deve ser realizada; e transmitir um resultado da medição à esta- ção base ou nó de retransmissão.
A presente invenção também fornece um método de comunicação via rádio utiliza- do em um terminal de comunicação via rádio que é capaz de se comunicar com uma esta- ção base ou nó de retransmissão, o método de comunicação via rádio incluindo: receber um sinal de referência de uma célula vizinha, informações relacionadas à medição para medir a qualidade da célula vizinha e informações de controle acerca do terminal de comunicação - 30 —viarádio; extrair, no nível de subquadro, informações de posição sobre um primeiro subqua- dro que é um candidato ao local onde a medição deve ser realizada em um nó de retrans- missão que é o nó de retransmissão conectado à estação base e pertence a um grupo do nó de retransmissão que inclui uma pluralidade de nós de retransmissão vizinhos, a partir das informações relacionadas à medição; medir a potência recebida no grupo do nó de retrans- — missão, em nível de subquadro, com base nas informações de posição extraídas sobre o primeiro subquadro e sobre o sinal de referência da célula vizinha, e detectar o grupo do nó de retransmissão que tem a menor variação em um resultado da medição para a potência
T27 . recebida; extrair informações sobre um segundo subquadro que não seja um subquadro de MBSFN utilizado como um backhaul no nó de retransmissão que pertence ao grupo de nó " de retransmissão detectado; e realizar a medição, no nível de subquadro, com base nas informações extraídas sobre o segundo subquadro. Efeitos Vantajosos da Invenção De acordo com o terminal de comunicação via rádio e método de comunicação via rádio da presente invenção, como a UE realiza a medição para transferência nos subquadro, que não são utilizados como backhaul em uma pluralidade de RNs conectados a um eNB, í quando os sinais da pluralidade de RNs são transmitidos, é possível medir a qualidade na — comunicação com um destino de transferência com alta precisão. Breve Descrição dos Desenhos A Figura 1 é um diagrama ilustrando um sistema de retransmissão via rádio de a- cordo com uma modalidade da presente invenção. A Figura 2 é um diagrama ilustrando subquadros de enlace descendente na Figura
15... A Figura 3 é um diagrama ilustrando um mapa de bits de subquadros quando a medição é realizada na Figura 2. A Figura 4 é um diagrama ilustrando subquadros quando a medição é realizada na Figura 2. A Figura 5 é um diagrama de blocos ilustrando uma configuração de um terminal de comunicação via rádio 100 de acordo com a primeira modalidade. A Figura 6 é um diagrama de blocos ilustrando uma configuração de um aparelho de estação base 200 de acordo com a primeira modalidade. A Figura 7 é um diagrama de blocos ilustrando uma configuração de um terminal de comunicação via rádio 500 que é uma modificação do terminal de comunicação via rádio
100. A Figura 8 é um diagrama ilustrando um sistema de retransmissão via rádio de a- - cordo com uma segunda modalidade da presente invenção. A Figura 9 é um diagrama ilustrando subquadros de enlace descendente na Figura . 30 A Figura 10 é um diagrama de blocos ilustrando uma configuração de um aparelho de estação base 400 de acordo com a segunda modalidade. A Figura 11 é um diagrama de blocos ilustrando uma configuração de uma modifi- cação de um terminal de comunicação via rádio de acordo com a segunda modalidade. A Figura 12 é um diagrama ilustrando um sistema de retransmissão via rádio na técnica relacionada. A Figura 13 é um diagrama ilustrando uma configuração de subquadros de enlace ç descendente em um método de retransmitir na técnica relacionada. Modos para Execução da Invenção: - (Primeira Modalidade) A seguir será descrita a primeira modalidade da presente invenção fazendo refe- rênciaàs Figuras 1a7. Primeiramente será descrito um sistema de retransmissão via rádio na primeira ' modalidade da presente invenção. A Figura 1 é um é um diagrama ilustrando o sistema de retransmissão via rádio de acordo com a primeira modalidade da presente invenção. Na f Figura 1 eNB representa uma estação base (aparelho da estação base) 200, RN1 e RN2 representam as estações de retransmissão 310 e 320, e UE representa um terminal de co- municação via rádio 100, respectivamente.
Daqui por diante, na primeira modalidade, o terminal de comunicação via rádio 100 é denominado UE, a estação base 200 é denominada eNB, e as estações de retransmissão 310 e 320 são denominadas RN1 e RN2.
Daqui por diante, na primeira modalidade, como estudado na LTE-A, RN1 e RN2 têm uma ID de célula individual, de modo semelhante à eNB. Assim, quando visualizados a partir da UE, RN1 e RN2 podem ser considerados uma única célula, respectivamente, de modo similar à eNB.
Daqui por diante, na primeira modalidade, como estudado na LTE-A, é utilizado um método de retransmissão para dividir um canal de backhaul e um canal de acesso de RN nos domínios de tempo (em nível de subquadro) para alocação.
Aqui, no sistema de retransmissão via rádio na Figura 1, foram considerados os er- ros ocorridos entre a qualidade baseada em um resultado de medição e qualidade real em um destino de transferência. Os erros incluem um primeiro erro devido à inferioridade do resultado da medição para a qualidade real e um segundo erro devido à superioridade do resultado da medição para a qualidade real.
Como exemplo de ocorrência do primeiro erro, há o caso em que não podem ser - obtidas as características esperadas com base no resultado da medição, muito embora o destino de transferência seja determinado com base no resultado da medição. Ademais, no . 30 casoem que a qualidade real do destino de transferência é muito inferior ao resultado da medição, as características são inferiores em comparação ao tempo antes da transferência ser realizada. Como alternativa, há o caso em que a UE não consegue manter a comunica- ção.
Por outro lado, como exemplo de ocorrência do segundo erro, há o caso em que — podem ser obtidas características superiores às características esperadas com base no re- sultado da medição no destino de transferência. Assim como os erros entre o resultado da medição e a qualidade real do destino de transferência, o primeiro erro tem uma influência
S/27 z significativa sobre o sistema de retransmissão via rádio na Figura 1, em comparação ao se- gundo erro. Portanto, é preferível evitar a ocorrência do primeiro erro.
- Consequentemente, no caso em que a qualidade do destino de transferência for modificada, se a UE realizar a medição no caso da pior qualidade para informar eNB do re- —sultado, é possível evitar o primeiro erro descrito acima. Aqui, a pior qualidade diz respeito à qualidade baseada no resultado da medição no . caso em que a interferência é a maior devido aos sinais transmitidos da própria célula e de uma célula diferente. : Ou seja, no momento em que RN1 e RN2 vizinhos transmitem os sinais, a UE pode realizar a medição. Em outras palavras, nos subquadros em que não são um “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul” nos RN1 e RN2 vizinhos, a UE realiza a medição.
Aqui o RN vizinho se refere a, no caso onde a própria célula é RN, um RN ao qual a UE está conectada e a outros RNs conectados a eNB ao qual o RNestá conectado, e diz respeito, no caso em que a própria célula é eNB, aos RNs conectados a eNB.
Como descrito acima, uma característica da presente modalidade é que a UE reali- za a medição de transferência nos subquadros que não são o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul!” em todos os oito RNs vizinhos.
Aqui, a medição de transferência de acordo com a presente modalidade será des- crita com referência às Figuras 1 e 2. A Figura 2 é um diagrama ilustrando subquadros de —downlink(DL)na Figura 1.
Na Figura 2, eNB transmite os sinais em todos os subquadros. Ainda, RN1 ajusta os subquadros [n+2, n+6] como os “subquadros de MBSFN que RN utiliza como backhaul”. Assim, RN1 não transmite um sinal nos subquadros [n+2, n+6]. Do mesmo modo, RN2 ajus- ta os subquadros [n+4] como o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul”. As- sim, RN2 não transmite um sinal nos subquadros [n+4].
A UE recebe todos os sinais de eNB, RN1 e RN2 nos subquadros [n, n+1, n+3, n+5, n+7]. Assim, do ponto de vista da UE, os subquadros [n, n+1, n+3, n+5, n+7] passam a - ser os subquadros em que os componentes da interferência passam a ser os mais altos no caso em que for realizada a medição das células vizinhas.
. 30 Consequentemente, a UE realiza a medição das células vizinhas nos subquadros que não são os “subquadros de MBSFN que RN utiliza como backhaul”, em todos os RNs vizinhos.
Daqui por diante, será descrito um exemplo de um método específico para realizar a medição de transferência na presente modalidade com referência às Figuras 2a 4.
eNB, RN1 e RN2 notificam a UE dos subquadros quando a UE tiver que realizar a medição. Então a UE realiza a medição nos subquadros em que a medição deve ser reali- zada.
É É necessário que eNB, RN1 e RN2 compartilhem a temporização dos “subquadros de MBSFN que RN utiliza como backhaul”. : A posição do “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul” é compartilha- da entre eNB, RN1 e RNZ2 utilizando as informações de controle sobre RN1 e RN2 (inclusive informações de controle sobre uma camada superior). Ademais, notificando as informações de posição sobre o “subquadro de MBSFN É que RN utiliza como backhaul”, relativas aos demais RNs conectados a eNB, nas informa- ções de controle sobre RN1 e RN2, é possível compartilhar as informações de posição so- : bre o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul” em cada RN, até mesmo entre RN1,RN2e outros RNs.
Ou seja, eNB, RN1 e RN2 podem reconhecer as informações de posição sobre os subquadros que não são os “subquadros de MBSFN que RN utiliza como backhaul” nos RNs vizinhos. Consequentemente, eNB, RN1 e RN2 podem notificar a UE acerca dos sub- quadros que não sejam os “subquadros de MBSFN que RN utiliza como backhaul” como os —subquadros onde a medição deve ser realizada, nos RNs vizinhos.
Como método de notificar a UE acerca dos subquadros onde a medição deve ser realizada, por exemplo, é utilizado um método de notificação dos subquadros onde a medi- ção deve ser realizada por um mapa de bits ou um método de tabulação dos subquadros onde a medição deve ser realizada para notificar um índice da tabela.
Método de notificação de subquadros — mapa de bits O método de notificar a UE acerca dos subquadros onde a medição deve ser reali- zada será descrito com referência à Figura 3. A Figura 3 é um diagrama ilustrando uma ex- pressão de um mapa de bits dos subquadros quando a medição é realizada na Figura 2.
Aqui, na Figura 3, os números de subquadro [n, n+1, ..., n+7, ...] são substituídos porf[o,1,..,7,..]. No caso em que os subquadros são notificados pelo mapa de bits, é difí- cil notificar todos os subquadros. Assim, é necessário atribuir periodicidade aos subquadros notificados pelo mapa de bits a ser padronizado. Um número de subquadros de início do - padrão é ajustado para O. Por exemplo, como padrão do mapa de bits, é utilizado um padrão que inclui um . 30 — quadro formado por dez subquadros ou um padrão obtido pela conexão da pluralidade de quadros (por exemplo, um padrão obtido pela conexão de quatro quadros).
No mapa de bits mostrado na Figura 3, “1” representa os subquadros em que a medição é realizada, e “0” representa os subquadros em que a medição não é realizada.
Como os subquadros em que a medição é realizada são subquadros que não são o —“subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul" em todos os RNs vizinhos, os sub- quadros [0, 1, 3, 5, 7...] passa a ser “1” no padrão do mapa de bits, na Figura 3. ENB, RN1 ou RNZ2 notificam a UE acerca do padrão do mapa de bits “110101011...” como os subqua-
ã dros onde a medição deve ser realizada, e assim, a UE pode realizar a medição no número de subquadro correspondente a “1” no padro do mapa de bits. : Método de notificação de subquadros — tabulação A seguir, o método de notificação por tabulação e o uso de um índice será descrito comreferência à Figura 4. A Figura 4 é um diagrama ilustrando subquadros quando a medi- ção é realizada utilizando, como exemplo, o caso dos subquadros de enlace descendente na Figura 2, de maneira similar ao caso em que a notificação é realizada pelo mapa de bits mostrado na Figura 3. S Como mostra a Figura 4, uma tabela de subquadros onde a medição é realizada é elaborada com antecedência, que é compartilhada entre eENB, RN1, RN2 e a UE. Por exem- plo, na “tabela de subquadros onde a medição é realizada” mostrada na Figura 4, um núme- ro de tabela “0” representa que todos os subquadros são subquadros onde a medição é rea- lizada. Ademais, um número de tabela “m” representa que os subquadros [0, 1, 3, 5, 7...] são subquadros onde a medição é realizada.
No caso dos subquadros de enlace descendente mostrados na Figura 4, os sub- quadros [2, 6] são os “subquadros de MBSFN que RN utiliza como backhaul” em RN1. A- demais, o subquadro [4] é o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul" em RN2. Consequentemente, os subquadros [0, 1, 3, 5, 7, ..] passam a ser os subquadros onde a UE realiza a medição. Como o número da tabela “m” é notificado a partir de eENB, RN1 e RN2 à UEsobocontroledos mesmos, a UE pode averiguar os subquadros onde a medição deve ser realizada, para com isso realizar a medição no subquadro.
Como descrito acima, na presente modalidade, a UE pode medir a qualidade na comunicação com o destino de transferência com elevada precisão. Assim, na presente mo- dalidade, é possível suprimir os erros ocorridos entre o resultado da medição e a qualidade real do destino de transferência, e a UE pode obter o rendimento esperado com base no resultado da medição no destino de transferência.
Configuração do terminal de comunicação via rádio - A seguir, será descrita uma configuração do terminal de comunicação via rádio 100 de acordo com a primeira modalidade com referência à Figura 5. A Figura 5 é um diagrama ” 30 de blocos do terminal de comunicação via rádio 100 de acordo com a primeira modalidade. O terminal de comunicação via rádio 100 mostrado na Figura 5 inclui uma antena 101, um comutador (SW) 103, uma seção de RF de recepção 105, um processador de recepção 107, um processador de recepção do sinal da célula vizinha 109, um controlador de medição 111, um extrator de subquadro de medição 113, uma seção de medição 115, uma seção de me- —móriado resultado da medição 117, um gerador das informações do relatório de medição 119, um processador de transmissão 121, e uma seção de RF de transmissão 123.
A seção de RF de recepção 105 executa o processamento de filtragem para os si-
: nais recebidos pela antena 101 a fim de remover os sinais, salvo para uma largura de banda de comunicação, executa a conversão de frequência a uma largura de banda de frequência . IF ou a uma banda base, e produz os sinais resultantes para o processador de recepção 107 e para o processador de recepção de sinal da célula vizinha 109. O processador de recepção 107 realiza o processamento de recepção para os si- nais emitidos pela seção de RF de recepção 105, separa os dados e as informações de con- trole que são multiplexadas nos sinais recebidos, e emite os mesmos. Especificamente, o processador de recepção 107 converte sinais analógicos em sinais digitais através de um É conversor AD ou similar, e realiza o processamento da demodulação, processamento de decodificação e outros similares.
O processador de recepção de sinal da célula vizinha 109 realiza o processamento da recepção para os sinais emitidos pelas células vizinhas, com relação aos sinais emitidos pela seção de RF de recepção 105, e emite o resultado ao extrator de subquadro de medi- ção 113. Este processo é o mesmo processo realizado no processador de recepção 107, mas difere desse pelo fato de que é realizado o processamento específico às células vizi- nhas. Especificamente, o processamento da recepção para um sinal de referência ou similar é um exemplo da diferença. Na LTE, como o sinal de referência é transmítido em uma série específica da célula, o processador de recepção de sinal da célula vizinha 109 realiza o pro- cessamento da recepção para os sinais específicos às células vizinhas que são os sinais de referência de acordo com a série de célula vizinha.
Ainda, usando os sinais emitidos no processador de recepção de sinal da célula vi- zinha 109, é emitido um sinal necessário para medir a qualidade das células vizinhas na seção de medição seção de medição 115 no estágio subsequente. Por exemplo, no caso em que for medido um componente de sinal desejado, o processador de recepção de sinal da célula vizinha 109 emite o sinal de referência. Ademais, no caso em que for medido um componente de interferência, o processador de recepção de sinal da célula vizinha 109 emi- te um sinal de dados.
. Quando as informações de instrução para realizar a medição estiverem incluídas nas informações de controle sobre o terminal de comunicação via rádio emitidas pelo pro- . 30 cessador de recepção 107, o controlador de medição 111 extrai as informações relaciona- das ao subquadro onde a medição deve ser realizada a partir das informações de controle para emitir as informações extraídas ao extrator de subquadro de medição 113. Aqui, como um método de notificação dos subquadros onde a medição deve ser realizada para o termi- nal de comunicação via rádio a partir de eNB, será descrito um método de notificação dos —subquadros onde a medição deve ser realizada usando um padrão de mapa de bits como descrito com referência à Figura 3, ou um método de tabulação dos subquadros onde a me- dição deve ser realizada para notificar um índice da tabela como descrito com referência à
. Figura 4. Com base nas informações relativas aos subquadros onde a medição deve ser rea- : lizada, que são produzidas pela seção de medição 115, o extrator de subquadro de medição 113 extrai os sinais específicos às células vizinhas emitidas pelo processador de recepção —desinalda célula vizinha 109 em nível de subquadro, para produzir o resultado à seção de medição 115. . A seção de medição 115 realiza a medição usando os sinais das células vizinhas extraídos pelo extrator de subquadro de medição 113, e emite o resultado à seção de me- r mória do resultado da medição 117. A seção de memória do resultado da medição 117 armazena o resultado da medi- ção medido pela seção de medição 115, e emite o resultado ao gerador das informações do relatório de medição 119. No momento em que o resultado da medição é reportado a eNB, o gerador de in- formações do relatório de medição gerador das informações do relatório de medição 119 geraas informações do relatório de medição a ser reportado a eNB usando o resultado da medição armazenado na seção de memória do resultado da medição 117, e emite o resulta- do ao processador de transmissão 121. O processador de transmissão 121 realiza o processamento de transmissão de modo que as informações do relatório de medição geradas pelo gerador das informações do relatório de medição 119 possam ser transmitidas a eNB, e em seguida emite o resultado à seção de RF de transmissão 123. O processamento de transmissão inclui a multiplexação do sinal dos dados de transmissão, informações de retorno ou similares, processamento da codificação, processamento da modulação, e outros semelhantes.
A seção de RF de transmissão 123 executa a conversão de frequência em frequên- ciade RF, amplificação de potência e processamento da filtragem de transmissão para o sinal de transmissão que for processado pela transmissão pelo processador de transmissão 121, e emite o resultado à antena 101 por meio do comutador (SW) 103. . Em seguida, uma configuração do aparelho da estação base 200 (eNB) de acordo com a presente modalidade será descrita com referência à Figura 6. A Figura 6 é um dia- . 30 grama de blocos ilustrando a configuração do aparelho de estação base 200 de acordo com a primeira modalidade.
O aparelho da estação base 200 mostrado na Figura 6 inclui uma seção de instrução de medição 201, um gerador de informações de medição 203, um muliti- plexador de sinal 205, um processador de transmissão 207, uma seção de RF de transmis- são 209, um comutador (SW) 211, uma antena 212, uma seção de RF de recepção 213, um — processador de recepção 215, um extrator de informações do relatório de medição 217, e um controlador de transferência 219. Os dados de transmissão na figura são os dados de transmissão a cada UE, que
" são inseridos no multiplexador de sinal 205. As informações de RN na figura incluem as in- formações do RN vizinho que são as informações relativas aos RNs vizinhos e incluem as . informações de posição sobre o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul” nos RNs vizinhos, ou similares. As informações de RN são inseridas no gerador de informações demedição203.
A seção de instrução de medição 201 instrui o gerador de informações de medição à. 203 a gerar as informações de medição de modo que a medição das células vizinhas deve ser realizada pela UE na qual a transferência é necessária. í O gerador de informações de medição 203 gera as informações relativas à medição com base nas instruções de medição da seção de instrução de medição 201, e emite o re- sultado ao multiplexador de sinal 205.
Aqui, as informações relativas à medição incluem as informações relativas a um subquadro onde a medição deve ser realizada, que é um subquadro que não é o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul" nos RNs vizinhos, usando as informações de RN vizinho incluídas nas informações de RN.
O multiplexador de sinal multiplexador de sinal 205 multiplexa os dados de trans- missão inseridos em cada UE, as informações de controle (não mostradas), as informações relativas à medição, e outras similares, e emite o resultado ao processador de transmissão
207. O multiplexador de sinal 205 organiza os dados de transmissão para cada UE para realizara multiplexação do usuário e realizar a multiplexação com outros sinais.
O processador de transmissão 207 realiza o processamento de transmissão para os sinais multiplexados pelo multiplexador de sinal 205, e emite o resultado à seção de RF de transmissão 209. O processamento de transmissão inclui o processamento da codifica- ção, processamento da modulação e outros similares, por exemplo.
A seção de RF de transmissão 209 realiza a conversão de frequência em frequên- cia de RF, amplificação de potência e processamento da filtragem de transmissão para os sinais de transmissão que forem processados pela transmissão pelo processador de trans- - missão 207, e emite o resultado à antena 212 por meio do comutador (SW) 211. A seção de RF de recepção 213 executa o processamento de filtragem para os sinais à" 30 — recebidos pela antena 212 a fim de remover os sinais, salvo para uma largura de banda de fre- quência IF ou a uma banda base, e emite o resultado ao processador de recepção 215.
O processador de recepção 215 realiza o processamento de recepção para os sinais emitidos pela seção de RF de recepção 213, separa sinais em dados de recepção, informações de controle e outras similares. Especificamente, o processador de recepção 215 converte sinais —analógicosem sinais digitais através de um conversor AD ou similar, e realiza o processamento da demodulação, processamento de decodificação e outros similares.
O extrator de informações do relatório de medição 217 extrai as informações do re-
.. latório de medição das informações de controle separadas pelo processador de recepção 215, e emite o resultado ao controlador de transferência 219. O controlador de transferência 219 controla a transferência com base nas as infor- mações do relatório de medição extraídas pelo extrator de informações do relatório de medi- S cção2I7 Na presente modalidade, eNB, RN1 ou RNZ2 notifica a UE dos subquadros onde a " medição deve ser realizada, mas isso não é limitante.
Por exemplo, eNB, RN1 ou RN2 po- dem não notificar a UE dos subquadros onde a medição deve ser realizada, mas a UE pode É detectar os subquadros onde a medição deve ser realizada, para dessa forma realizar a medição.
Aqui, como um método de detecção dos subquadros quando a medição deve ser realizada pela UE, por exemplo, será descrito um método de detecção dos subquadros onde a medição deve ser realizada usando a potência recebida, ou um método de detecção dos subquadros onde a medição deve ser realizada pelo recebimento das informações de con- trole (PDCCH ou similar da LTE) sobre o enlace descendente recebido por eNB, RN1 ou RN2. Detecção de subquadros onde a medição deve ser realizada — potência recebida [Primeiro exemplo] Como primeiro exemplo do método de detecção de subquadros onde a medição deve ser realizada usando a potência recebida, é utilizado o método adiante.
Primeiramente a UE mede a potência recebida ao longo da pluralidade de subquadros, e detecta um sub- quadro em que a potência recebida é a maior.
A UE ajusta um valor limiar que passa a ser uma diferença de potência pré- determinada com referência à maior potência recebida, e detecta um subquadro onde a po- —tênciarecebida é mais baixa que o valor limiar como o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul” nos RNs vizinhos.
A UE ajusta os subquadros, salvo para o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul” nos RNs vizinhos, como os subquadros onde a me- - dição deve ser realizada.
Por exemplo, quando a maior potência recebida do subquadro detectado for Pmax, . 30 adiferençade potência pré-determinada for Pd e o valor limiar for Pth, e a potência recebida do n-ésimo subquadro for Pn, a UE detecta um subquadro n que satisfaz a Fórmula 1 a se- guir como o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul" nos RNs vizinhos. [Fórmula 1) Pn< Pm (Pt = Pnax = Pa) Fórmula 1 [Segundo exemplo] Adicionalmente, como um segundo exemplo do método de detecção dos subqua- dros onde a medição deve ser realizada usando a potência recebida, o método adiante tam-
. bém pode ser utilizado. Primeiramente a UE mede e calcula a média da potência recebida ao longo da pluralidade de subquadros, e detecta uma potência recebida média. A UE ajusta . um valor limiar que passa a ser uma diferença de potência pré-determinada com referência à potência recebida média, e compara o valor limiar e a potência recebida de cada subqua- dro Ademais, a UE detecta um subquadro onde a potência recebida é mais baixa que o valor limiar como o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul" nos RNs vizinhos. A UE ajusta os subquadros, salvo para o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como bac- khaul” detectado nos RNs vizinhos, como os subquadros onde a medição deve ser realiza- ' da. Por exemplo, quando a potência recebida média for Pave, a UE detecta um sub- quadro n que satisfaz a Fórmula 2 a seguir como o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul" nos RNs vizinhos, de maneira semelhante à Fórmula 1. [Fórmula 2] Pa< Pi (Pin = Pave = Pa) Fórmula 2 [Terceiro exemplo] Adicionalmente, como terceiro exemplo do método de detecção de subquadros on- de a medição deve ser realizada usando a potência recebida, o método adiante também pode ser utilizado.Primeiramente a UE detecta a potência recebida nos subquadros, os quais não são o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul” em RN1 ou RN2. À UE ajustaum valor limiar que passa a ser uma diferença de potência pré-determinada com referência à potência recebida, e compara o valor limiar e a potência recebida Pn de cada subquadro. Ademais, a UE detecta um subquadro onde a potência recebida é mais baixa que o valor limiar como o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul” nos RNs vizinhos. Por exemplo, como os subquadros, salvo para o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul”, são ajustados os subquadros com números de subquadro O, 4, 5€ 9, que não são originalmente ajustados como subquadro de MBSFN.
Por exemplo, quando a potência recebida do subquadro que não é o “subquadro de . MBSFN que RN utiliza como backhaul" em RN1 e RN2 for Pnon-MBSFN, a UE detecta um subquadro n que satisfaz a Fórmula 3 adiante como o “subquadro de MBSFN que RN utiliza +. 30 — como backhaul" nos RNs vizinhos, de maneira semelhante à Fórmula 1.
[Fórmula 3) Pn< Pin (Pin = Pronmesen — Pa) Fórmula 3 Nos casos dos exemplos primeiro a terceiro descritos acima, há um caso em que a potência do sinal de RN que esteja distante da UE é fraca e a UE não consegue detectar o —"“subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul" no RN. No entanto, como RN está distante da UE, a interferência de RN na UE é reduzida. Assim, muito embora a potência do sinal de RN que esteja distante da UE não possa ser recebido, a UE pode detectar os sub-
: quadros onde a medição deve ser realizada.
Detecção de subquadros onde a medição deve ser realizada — Recepção das in- : formações de controle no DL O processamento da recepção é realizado para as informações de controle (especi- ficamente, PDCCH ou similar da LTE) transmitidas a partir de cada eNB, RN1 e RN2 e as informações de controle sobre RN que passarão a ser o subquadro de MBSFN são detecta- É das. Neste caso, a potência do sinal vindo de RN que esteja distante da UE é fraca, e por- tanto, as informações de controle sobre RN podem não ser detectadas, mas como a interfe- ' rência de tal RN que esteja distante é pequena, a influência da medição é insignificante e não há problema.
Como descrito acima, na presente modalidade, como a UE detecta os subquadros onde a medição deve ser realizada, a UE consegue realizar a medição em consideração da interferência predominante. Ademais, como os subquadros onde a medição deve ser reali- zada não são necessariamente notificados à UE a partir de eNB, RN1 ou RNZ, é possível —reduzira sobrecarga da sinalização.
Modificação da UE Aqui, uma configuração de um terminal de comunicação via rádio (UE) 500 no caso em que os subquadros onde a medição deve ser realizada são detectados a partir da potên- cia recebida na presente modalidade será descrita com referência à Figura 7. A Figura 7 é um diagrama de blocos ilustrando a configuração do terminal de comunicação via rádio
500.0 terminal de comunicação via rádio 500 mostrado na Figura 7 é diferente do terminal de comunicação via rádio 100 mostrado na Figura 5 pelo fato de ser adicionada uma seção de detecção do subquadro de medição 512. A configuração, ressalvado este ponto, é idênti- ca à da modalidade mostrada na Figura 5, e os mesmos numerais de referência são dados —aosmesmos elementos, e sua descrição detalhada será apropriadamente omitida.
O terminal de comunicação via rádio 500 mostrado na Figura 7 inclui a antena 101, o comutador (SW) 103, a seção de RF de recepção 105, o processador de recepção 107, o . processador de recepção do sinal da célula vizinha 109, o controlador de medição 111, o detector do subquadro de medição 512, o extrator de subquadro de medição 113, a seção . 30 de medição 115,a seção de memória do resultado da medição 117, o gerador das informa- ções do relatório de medição 119, o processador de transmissão 121, e a seção de RF de transmissão 123.
Quando houver uma instrução para realizar a medição nas informações de controle sobre o terminal de comunicação via rádio emitidas pelo processador de recepção 107, o controlador de medição 111 instrui o detector do subquadro de medição 512 a detectar os subquadros onde a medição deve ser realizada.
O detector do subquadro de medição 512 detecta os subquadros onde a medição
: deve ser realizada usando os sinais emitidos pela seção de RF de recepção 105 com base nas instruções do controlador de medição 111. .. Por exemplo, como o método de detecção dos subquadros quando a medição deve ser realizada pelo detector do subquadro de medição 512, são utilizados os exemplos pri- meiroaterceiro nos quais os subquadros onde a medição deve ser realizada foram detecta- dos com o uso da potência recebida e o exemplo nos quais os subquadros onde a medição : deve ser realizada foram detectados pelo recebimento das informações de controle (PDCCH ou similar da LTE) sobre o enlace descendente recebido por eNB, RN1 ou RN2. a Com base nos subquadros, onde a medição deve ser realizada, detectados pelo detector do subquadro de medição 512, o extrator de subquadro de medição 113 extrai os sinais das células vizinhas emitidas pelo processador de recepção de sinal da célula vizinha 109 no nível de subquadro, e emite o resultado à seção de medição 115.
A seção de medição 115 realiza a medição usando os sinais das células vizinhas extraídos pelo extrator de subquadro de medição 113, e emite o resultado à seção de me- —móriado resultado da medição 117.
A seção de memória do resultado da medição 117 armazena o resultado da medi- ção medido pela seção de medição 115, e o número do subquadro dos subquadros onde a medição deve ser realizada, detectado pelo detector do subquadro de medição 512, e em seguida emite o resultado ao gerador das informações do relatório de medição 119.
O gerador das informações do relatório de medição 119 gera as informações a se- rem reportadas a eNB usando o resultado da medição e os números de subquadros dos subquadros onde a medição deve ser realizada armazenados na seção de memória do re- sultado da medição 117, no momento em que o resultado da medição é reportado a eNB, e em seguida emite o resultado ao processador de transmissão 121.
Na presente modalidade, é descrito o método de notificar diretamente os subqua- dros onde a medição é realizada a UE a partir de eNB, RN1 e RN2, porém isso não é limi- tante. eNB, RN1 e RN2 podem notificar, para cada RN vizinho, a posição do “subquadro de - MBSFN que RN utiliza como backhaul" nos RNs vizinhos, e podem derivar subquadros que não sejam o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul" em todos os RNs na UE, i 30 —paracom isso especificar os subquadros onde a medição é realizada. Na presente modalidade, como os subquadros onde a medição deve ser realizada, os subquadros que não são o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul" nos RNs vizinhos são notificados, porém isso não é limitante. No caso em que os subquadros que não são o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul" no RN forem determi- —nados,os subquadros podem ser determinados como os subquadros onde a medição deve ser realizada. Por exemplo, na LTE, os subquadros [0, 4, 5, 9] são determinados em ordem para que não sejam ajustados como subquadros de MBSFN. Assim, como os subquadros
. onde a medição deve ser realizada não são necessariamente notificados, é possível supri- mir a sobrecarga de sinalização. : Na presente modalidade, a UE calcula a média do resultado da medição nos sub- quadros onde a medição deve ser realizada ao longo de uma pluralidade de tempos, para comissoaumentara precisão da medição.
Na presente modalidade, como os subquadros onde a medição deve ser realizada, " os subquadros que não são o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul”" nos RNs vizinhos são determinados, porém isso não é limitante.
Por exemplo, na eNB, RN1 ou í RN? vizinhos, pode estar presente um subquadro onde o tráfego seja pequeno e os dados não sejam transmitidos.
Este subquadro também é igual ao subquadro de MBSFN utilizado como backhaul no RN na presente modalidade.
Assim, pode-se considerar que o subquadro onde o tráfego é pequeno e os dados não sejam transmitidos não está incluído nos subqua- dros onde a medição deve ser realizada.
Na presente modalidade, o RN vizinho inclui, no caso em que a própria célula seja um RN, um RN ao qual a UE está conectada e outros RNs conectados a eNB a qual o RN esteja conectado, e inclui, no caso onde a própria célula seja a eNB, os RNs conectados a eNB, mas isso não é limitante.
Por exemplo, o RN vizinho pode incluir RNs conectados a uma diferente eNB.
Neste caso, mediante a troca das informações de posição sobre o sub- quadro de MBSFN utilizado como backhaul do RN conectado a cada eNB entre eNBs, é possível realizar uma operação idêntica à da presente modalidade. (Segunda modalidade) A seguir será descrita uma segunda modalidade da presente invenção fazendo re- ferência às Figuras 8 a 11. Primeiramente será descrito um sistema de retransmissão via rádio de acordo com a segunda modalidade da presente invenção.
A Figura 8 é um diagrama ilustrando o siste- ma de retransmissão via rádiona segunda modalidade da presente invenção.
Na Figura 8, eNB representa uma estação base (aparelho da estação base) 400, RN1, RN2 e RN3 repre- - sentam as estações de retransmissão 610, 620 e 630 e a UE representa um terminal de comunicação via rádio 700, respectivamente. " 30 Daqui por diante, na segunda modalidade, o terminal de comunicação via rádio 700 é denominado UE, a estação base 400 é denominada eNB, e as estações de retransmissão 610, 620 e 630 são denominadas RN1, RN2 e RN3, respectivamente.
Daqui por diante, na segunda modalidade, como estudado na LTE-A, RN1 e RN2 têm uma ID de célula individual, de modo semelhante à eNB.
Assim, quando visualizados a —partirda UE, RNI e RN2 podem ser considerados uma única célula, respectivamente, de modo similar à eNB.
Daqui por diante, na segunda modalidade, como estudado na LTE-A, é utilizado um õ método de retransmissão para dividir um canal de backhaul e um canal de acesso de RN : nos domínios de tempo (em nível de subquadro) para alocação. * Aqui, na primeira modalidade, quando a pluralidade de RNs está presente, como o número de “subquadros de MBSFN que RN utiliza como backhaul" é aumentado em todos osRNs, o número de subquadros onde a medição é realizada é reduzido, e, portanto, as amostras podem não ser obtidas de forma suficiente, baixando com isso a precisão da me- f dição. Por outro lado, quando amostras suficientes são obtidas para manter a precisão da medição, a medição pode tomar tempo. Í Sendo assim, na segunda modalidade, quando a pluralidade de RN1, RN2 e RN3 estiver presente, considera-se que o grau de interferência de cada RN na UE seja modifica- da de acordo com a distância de cada RN à UE. Ou seja, como o grau de interferência na UE é reduzido no RN que está distante da UE, a influência sobre a medição é pequena. Aqui, a relação entre a distância de cada RN à UE e o grau de interferência de cada RN na UE será descrita com relação à Figura 8 e 9. A Figura 9 é um diagrama ilustrando —subquadros de DL no sistema de retransmissão via rádio mostrado na Figura 8. Na Figura 8, a UE é conectada a eNB. Presume-se que q UE esteja posicionada nas proximidades de RN1 e RN2 e que a posição de RN3 esteja distante da UE em comparação às posições de RN1 e RN2. Com referência à Figura 9, as posições dos “"subquadros de MBSFN que RN utiliza como backhaul' em RN1 são os subquadros [n+4, n+8]. As posições dos “subquadros de MBSFN que RN utiliza como backhaul" em RN3 são os subquadros [n+3, n+7].
Como RNB3 está distante da UE em comparação à RN1 ou RN2, o grau de interfe- rência de RN3 na UE é menor que o de RN1 ou RN2. Portanto, em todo o grau de interfe- rência na UE, o grau de interferência de RN1 ou RN2 que estiver perto da UE é dominante, eograude interferência de RN3 que estiver distante da UE tem uma influência insignifican- te em todo o grau de interferência.
Visto que mesmo o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul"” em RN3 : que está distante da UE tem uma influência insignificante em todo o grau de interferência sobre a UE, o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul"” como os subquadros - 30 — ondeamedição deve ser realizada, tem uma influência insignificante na medição.
Consequentemente, na Figura 9, em RN1 e em RN2, salvo RN3 que esteja distante da UE em comparação à RN1 e RN2, notificando a UE dos subquadros [n, n+1, n+3, n+5, n+7] como os subquadros que não são o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como bac- khaul”, a UE pode averiguar os subquadros onde a medição deve ser realizada. Ainda, o —númerode subquadros onde a medição deve ser realizada pode ser aumentado.
Além disso, o RN1 e RN2 que têm a interferência dominante em todo o grau de in- terferência de cada RN sobre a UE são o RN1 e RN2 que estejam posicionados mais perto
. da UE que RN3. Pode-se dizer que os RNs que estejam perto um do outro com relação a - uma UE são os RNs vizinhos. Por exemplo, na Figura 8, o RN1 está adjacente a RN2 e o : RN2 está adjacente a RN3, que está perto de RN, mas RN1 não está adjacente a RN3. Consequentemente, pode-se dizer que o RN3 que não esteja adjacente a um RN diferente não é a interferência dominante para uma UE. Assim, como mostra a Figura 9, como uma combinação de uma pluralidade de RNs que não passam a ser o subquadro de MBSFN, os f RNs vizinhos têm que ser utilizados exclusivamente.
Consequentemente, o sistema de retransmissão via rádio de acordo com a segun- í da modalidade determina os subquadros que não são o “subquadro de MBSFN que RN utili- —zacomo backhaul" com base nas informações sobre a combinação de RNs vizinhos quando eNB, RN1 ou RNZ2 notifica a UE acerca dos subquadros onde a medição deve ser realizada. Em consequência disso, o processamento de transferência e o controle são facilitados.
Com base na relação descrita acima entre a distância de cada RN à UE e o grau de interferência de cada RN na UE, a UE de acordo com a presente modalidade agrupa os RNs vizinhos, e realiza a medição de transferência nos subquadros que não sejam o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul” nos RNs no grupo. Daqui por diante, será descri- to um método específico com relação às Figuras 8 e 9. Na Figura 8, um conjunto de RN1 e RN2 e um conjunto de RN2 e RN3 são grupos RN vizinhos, respectivamente. O conjunto de RN1 e RN2 é denominado grupo RN 1, e o conjunto de RN2 e RN3 é denominado grupo RN
2.
Aqui, com referência à Figura 9, os subquadros [n, n+1, n+3, n+5, n+7] são sub- quadros que não são o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul" nos RNs que formam o grupo RN 1. Ainda, os subquadros [n, n+1, n+2, n+5, n+6] são subquadros que não são os “subquadros de MBSFN que RN utiliza como backhaul"” nos RNs que formam o grupo RN 2. Esses subquadros serão os subquadros de cada grupo RN onde a medição deve ser realizada. eNB ou cada RN troca informações relativas às posições dos subquadro de MBSFN para o backhaul em cada RN entre eNB e RNs, deriva os subquadros de cada . grupo RN onde a medição deve ser realizada, e notifica a UE dos subquadros onde a medi- ção deve ser realizada.
. 30 Como um método específico em que eNB o cada RN notífica dos subquadros onde a medição deve ser realizada, por exemplo, de modo similar ao da primeira modalidade, é utilizado o método de notificação dos subquadros pelo padrão do mapa de bits, ou é utiliza- do o método de tabulação dos subquadros onde a medição deve ser realizada para notificar O Índice da tabela.
Na segunda modalidade, como RN3 está posicionado distante da UE em compara- ção à RN1 e RN2, a UE realiza a medição nos subquadros do grupo RN 1 que incluem RN1 e RN? onde a medição deve ser realizada.
. A eNB ou cada RN fornece uma instrução à UE com relação ao grupo RN utilizado quando a - UE realizar a medição. Neste caso, quando eNB ou cada RN tiverem averiguado a posição . da UE, a eNB ou cada RN fornece uma instrução à UE para selecionar o grupo RN do qual RN3 está distante da UE que foi removido e realizar a medição nos subquadros do grupo —RNondea medição deve ser realizada. Por outro lado, quando a eNB ou cada RN não tive- rem averiguado a posição da UE, a eNB ou cada RN notifica a UE dos subquadros de cada * grupo RN onde a medição deve ser realizada e fornece uma instrução à UE para realizar a medição para todos os grupos RN. Como alternativa, eNB ou cada RN fornece uma instru- f ção à UE para realizar sequencialmente a medição para cada grupo RN.
Como descrito acima, na presente modalidade, como o número de subquadros utili- zados para a medição pode ser garantido, mesmo quando a pluralidade de RNs está pre- sente, a UE pode medir a qualidade na comunicação com o destino de transferência com elevada precisão. Assim, é possível suprimir a ocorrência de erros entre a qualidade com base no resultado da medição e a qualidade real do destino de transferência, e a UE pode obtero rendimento esperado com base no resultado da medição no destino de transferên- cia.
Como a configuração do terminal de comunicação via rádio 700 de acordo com a presente modalidade é idêntica à do terminal de comunicação via rádio 100 de acordo com a primeira modalidade, sua descrição detalhada será omitida.
A seguir, a configuração da estação base (aparelho da estação base) 400 de acor- do com a presente modalidade será descrita com referência à Figura 10. A Figura 10 é um diagrama de blocos ilustrando a configuração da estação base 400 de acordo com a presen- te modalidade. Aqui, a estação base 400 mostrada na Figura 10 difere da estação base apa- relho da estação base 200 mostrada na Figura 6 pelo fato de que as informações de RN inseridas no gerador de informações de medição 203 tornam-se informações do grupo RN. A configuração, salvo por este ponto. É idêntica à da modalidade mostrada na Figura 6, e os mesmos numerais de referência são atribuídos aos mesmos elementos, e sua descrição . detalhada será apropriadamente omitida. 1 A estação base 400 (eNB) mostrada na Figura 10 inclui a seção de instrução de . 30 medição 201, o gerador de informações de medição 203, o multiplexador de sinal 205, o processador de transmissão 207, a seção de RF de transmissão 209, o comutador (SW) 211, a antena 212, a seção de RF de recepção 213, o processador de recepção 215, o ex- trator de informações do relatório de medição 217, e o controlador de transferência 219. As informações do grupo RN se referem às informações relativas a um grupo RN —queincluiuma combinação de uma pluralidade de RNs, tais como subquadros de cada gru- po RN onde a medição deve ser realizada, e são inseridas no gerador de informações de medição 203. Os subquadros de cada grupo RN onde a medição deve ser realizada são os e: subquadros que não são o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul" nos RNs * em cada grupo RN. Ademais, o grupo RN pode utilizar RNs formados no momento de insta- - lação ou similar dos RNs conforme são, ou podem continuamente utilizar os RNs que forem periodicamente formados. Como método de agrupar RNs, por exemplo, pode ser utilizado um método para combinar RNs vizinhos para agrupamento, um método para agrupar RNs que estejam próximos, ou similar. É A seção de instrução de medição 201 instrui o gerador de informações de medição 203 a gerar as informações de medição para que seja realizada a medição de uma célula ' adjacente à UE na qual a transferência seja necessária. Neste momento, a seção de instru- çãode medição 201 instrui a UE a usar os subquadros de um determinado grupo RN onde a medição é realizada.
O gerador de informações de medição 203 gera informações de controle relativas à medição com base na instrução de medição pela seção de instrução de medição 201, e emi- te o resultado ao multiplexador de sinal 205. Como as informações relativas à medição, exis- tem informações relativas aos subquadros do grupo RN onde a medição deve ser realizada, indicados pela seção de instrução de medição 201.
Na presente modalidade, eNB ou RN notificam a UE do grupo RN utilizado quando a medição tiver que ser realizada na UE, mas isso não é limitante. Por exemplo, pode-se utilizar um método em que a eNB ou RN notifica a UE das informações relativas aos sub- quadros da pluralidade de grupos RN onde a medição deve ser realizada e a UE determina o grupo RN.
Aqui, será descrito um método para determinar o grupo RN na UE com referência à Figura 9. Primeiramente, com relação a todos os grupos RN, a UE realiza a medição da po- tência recebida para os subquadros [n, n+1, n+2, n+3, n+5, n+6, n+7] com possibilidade de serem os subquadros onde a medição é realizada. Ainda, os resultados da medição da po- tência recebida nos respectivos subquadros são comparados aos subquadros onde a medi- ção é realizada. O grupo RN 1 inclui os subquadros [n, n+1, n+3, n+5, n+7], e o grupo RN 2 * inclui os subquadros [n, n+1, n+2, n+5, n+6]. Aqui, o grupo RN 1 tem uma variação menor na potência recebida nos respectivos . 30 —subquadros que o grupo RN 2. Inversamente, o grupo RN 2 tem uma variação maior na po- tência recebida nos respectivos subquadros que o grupo RN 1. No caso do grupo RN 2 em que seja expressiva a variação na potência recebida nos respectivos subquadros, a UE rea- liza a medição nos subquadros em que um componente de interferência dominante não es- teja presente. Consequentemente, a UE pode detectar o grupo RN 1 no qual a variação na — potênciarecebida nos respectivos subquadros é pequena.
Por exemplo, quando a potência máxima recebida no grupo RN 1 for PG1-max,e a potência mínima recebida for PG1-min, uma diferença da potência recebida PG1 D no gru-
. po RN 1 é expressa como a Fórmula 4 a seguir.
O [Fórmula 4] . Pei o = Per max = Per mn Fórmula 4 Similarmente, com relação ao grupo RN 2, quando a potência máxima recebida for PG2-max,ea potência mínima recebida for PG2-min, uma diferença da potência recebida PG2 D no grupo RN 2 é expressa como a Fórmula 5 a seguir.
Y [Fórmula 5) ' Por 0 = Po ma = Poz mn Fórmula 5 : Aqui, a UE pode comparar a diferença de potência recebida PG1. D no grupo RN 1 coma potência recebida PG2 D no grupo RN 2, e pode detectar o grupo RN em que a dife- rença de potência recebida é pequena.
Além da diferença entre a potência máxima recebida e a potência mínima recebida nos respectivos subquadros, podem ser utilizados a dispersão ou o desvio padrão da potência recebida nos respectivos subquadros, a determinação do valor limiar a partir de seu valor médio, ou similar.
Ademais, o grupo RN é detectado utili- zandoa potência recebida nos respectivos subquadros, mas o resultado da medição pode ser utilizado.
Modificação da UE A configuração da UE quando a UE detecta o grupo RN como descrito acima será descrita com referência à Figura 11. A Figura 11 é um diagrama de blocos ilustrando a con- figuração da modificação (UE)do terminal de comunicação via rádio700 na segunda modali- dade.
O terminal de comunicação via rádio 900 mostrado na Figura 11 inclui a antena 101, o comutador (SW) 103, a seção de RF de recepção 105, o processador de recepção 107, o processador de recepção de sinal da célula vizinha 109, o controlador de medição 710, o extrator do subquadro candidato da medição 711, um detector do grupo RN 712, o extrator de subquadro de medição 113, a seção de medição seção de medição 115, a seção de memória do resultado da medição 117, o gerador das informações do relatório de medição 119, o processador de transmissão 121, e a seção de RF de transmissão 123. - O diagrama de blocos da UE mostrada na Figura 11 difere do diagrama de blocos mos- * trado na Figura 5 pelo fato de que o extrator do subquadro candidato da medição 711 e o detec- ” 30 tordo grupo RN 712 foram adicionados.
A configuração, salvo por este detalhe, é idêntica à da modalidade mostrada na Figura 5, e os mesmos números de referência são oferecidos aos mesmos elementos, e sua descrição detalhada será apropriadamente omitida.
O controlador de medição 710 detecta se uma instrução para realizar a medição es- tá incluída nas informações de controle relativas ao terminal de comunicação via rádio emiti- — das pelo processador de recepção 107. Quando a instrução para realizar a instrução estiver incluída, o controlador de medição 710 extrai os grupos RN e as informações do grupo RN relativas aos subquadros onde a medição deve ser realizada a partir das informações de
. controle. 7 Ademais, o controlador de medição 710 emite as informações sobre as posições . dos subquadros que têm a possibilidade de serem candidatos aos subquadros onde a medi- ção deve ser realizada, ao extrator do subquadro candidato da medição 711, a partir das informações extraídas, e em seguida emite as informações do grupo RN ao detector do gru- po RN detector do grupo RN 712. . O extrator do subquadro candidato da medição 711 extrai as informações de posi- : ção relativas aos subquadros dos candidatos da medição a partir do sinal emitido pela seção & de RF de recepção 105 em nível de subquadro, com base nas informações de posição rela- tivasaos subquadros dos candidatos da medição emitidas pelo controlador de medição con- trolador de medição 710, e emite o resultado ao detector do grupo RN 712.
O detector do grupo RN 712 mede a potência recebida no nível de subquadro u- sando o sinal emitido pelo extrator do subquadro candidato da medição 711. Ainda, o detec- tor do grupo RN 712 compara a potência recebida para os subquadros de cada grupo RN ondea medição deve ser realizada, e detecta um grupo RN no qual a variação na potência recebida nos respectivos subquadros é a menor. Como o método de detecção do grupo RN, como descrito acima, a UE compara a diferença de potência recebida PG1 D no grupo RN 1 com a diferença da potência recebida PG2 D no grupo RN 2, e detecta o grupo RN em que a diferença da potência recebida é pequena. Ainda, no grupo em que a potência recebi- da variou nos respectivos subquadros for a menor, o detector do grupo RN 712 emite as informações sobre os subquadros onde a medição deve ser realizada ao extrator de sub- quadro de medição 113.
O extrator de subquadro de medição 113 extrai um sinal da célula vizinha emitida pelo processador de recepção do sinal da célula vizinha processador de recepção de sinal da célula vizinha 109 no nível de subquadro, com base nas informações relativas aos sub- quadros onde a medição é realizada emitidas pelo detector do grupo RN 712, e emite o re- sultado para a seção de medição 115.
- Na presente modalidade, a UE calcula a média dos resultados da medição nos : subquadros onde a medição é realizada ao longo de uma pluralidade de tempos, para com .. 30 isso possibilitar o aumento da precisão da medição.
Na presente modalidade, como os subquadros onde a medição é realizada, os sub- quadros que não são o “subquadro de MBSFN que RN utiliza como backhaul” nos RNs vizi- nhos são utilizados, porém isso não é limitante. Por exemplo, na eNB, RN1 ou RN2 vizinhos, pode estar presente um subquadro onde o tráfego seja pequeno e os dados não são trans- —mitidos. Este subquadro também é igual ao subquadro de MBSFN utilizado como backhaul no RN na presente modalidade. Assim, pode-se considerar que o subquadro onde o tráfego é pequeno e os dados não são transmítidos não é o subquadro onde a medição deve ser
. realizada. z Na presente modalidade, o RN vizinho inclui, no caso em que a própria célula seja - um RN, um RN ao qual a UE está conectada e outros RNs conectados a eNB a qual o RN esteja conectado, e inclui, no caso onde a própria célula seja a eNB, os RNs conectados a eNB,mas isso não é limitante.
Por exemplo, o RN vizinho pode incluir RNs conectados a uma diferente eNB.
Neste caso, mediante a troca das informações de posição sobre o sub- 7 quadro de MBSFN utilizado como backhaul do RN conectado a cada eNB entre eNBs, é é possível realizar uma operação idêntica à da presente modalidade. ç Apesar de ser fornecida a descrição de uma antena nas respectivas modalidades acima, a presente invenção é similarmente aplicável no caso de uma porta de antena.
À porta de antena se refere a uma antena lógica que inclui uma ou uma pluralidade de ante- nas físicas.
Ou seja, a porta da antena nem sempre se refere a uma antena física, podendo se referir a uma antena matriz ou similar que inclui uma pluralidade de antenas.
Por exem- plo, na LTE, o número de antenas físicas que uma porta de antena inclui não é definido, e sinais de referência das diferentes estações base são definidos como unidades mínimas que podem ser transmitidas.
Ademais, a porta da antena é definida algumas vezes como uma unidade mínima que é multiplicada pelo peso de um vetor de pré-codificação.
Ainda, os blocos funcionais utilizados para a descrição da modalidade são tipica- mente implantados como um LSI, que é um circuito integrado.
Estes podem ser formados individualmente como um chip ou podem ser formados como um chip de modo a incluir al- guns ou todos.
Apesar de um LSI ser citado nesta descrição, é em alguns momentos deno- minado um IC, um LSi do sistema, um super LS!, ou um ultra LSI| de acordo com a diferença no grau de integração.
Ainda, o método de integração de circuito não se limita a um LSI e os blocos fun- —cionais podem ser implantados como um circuito dedicado ou como um processador com finalidades gerais.
Depois da fabricação de um LSI, podem ser utilizados um FPGA progra- mável (Matriz de Porta Programável em Campo)ou um processador reconfigurável onde a . conexão e o ajuste das células do circuito no LS! sejam reconfiguráveis. : Além disso, cabe notar que, quando surgir uma tecnologia de integração de circuito ” 30 — que substitua o LSI mediante o avanço da tecnologia de semicondutores ou de outra tecno- logia derivada, os blocos funcionais podem ser integrados utilizando a tecnologia.
A adapta- ção biotecnológica ou similar pode ser um exemplo possível.
Apesar de a presente invenção ter sido descrita em detalhes com referência a uma modalidade específica, os indivíduos versados na técnica básica perceberão que diversas alterações e modificações podem ser adicionadas sem desviar do espírito e do escopo da presente invenção.
O presente pedido baseia-se no Pedido de Patente do Japão (Pedido de Patente do
.: Japão Nº 2009-139294) depositado em 10 de junho de 2009, cujo conteúdo é aqui incorpo- . rado por meio desta citação. . Aplicabilidade Industrial O terminal de comunicação via rádio e o método de comunicação via rádio de acor- docoma presente invenção têm os seguintes efeitos: a qualidade na comunicação com o destino de transferência pode ser medida com alta precisão, e o terminal de comunicação * via rádio é útil como terminal de comunicação via rádio. : Lista dos Sinais de Referência 100, 500, 900 Terminal de comunicação via rádio 101, 212 Antena 103, 211 Seção de RF de recepção 107, 215 Processador de recepção 109 Processador de recepção de sinal da célula vizinha 111 Controlador de medição 113 Extrator de subquadro de medição 115 Seção de medição 117 Seção de memória do resultado da medição 119 Gerador das informações do relatório de medição 121, 207 Processador de transmissão 123, 209 Seção de RF de transmissão 200, 400 Estação base (aparelho da estação base) 201 Seção de instrução de medição 203 Gerador de informações de medição 205 Multiplexador de sinal 217 Extrator de informações do relatório de medição 219 Controlador de transferência 512 Detector do subquadro de medição - 710 Controlador de medição ç 711 Extrator do subquadro candidato da medição - 30 712 Detector do grupo RN