BRPI1011035B1 - Método de comunicação, terminal de acesso e memória legível por computador - Google Patents

Método de comunicação, terminal de acesso e memória legível por computador Download PDF

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BRPI1011035B1
BRPI1011035B1 BRPI1011035-6A BRPI1011035A BRPI1011035B1 BR PI1011035 B1 BRPI1011035 B1 BR PI1011035B1 BR PI1011035 A BRPI1011035 A BR PI1011035A BR PI1011035 B1 BRPI1011035 B1 BR PI1011035B1
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BR
Brazil
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access terminal
transaction identifier
esm message
message
transaction
Prior art date
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BRPI1011035-6A
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English (en)
Inventor
Osok Song
Nagaraja Kumar Maganti
Miguel Griot
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Qualcomm Incorporated
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Abstract

gerenciamento de transação. identificadores de transação para transações são gerenciados para mitigar a falta de combinação em potencial que pode ocorrer no caso de uma mensagem associada com a transação não ser distribuída para o destino pretendido. por exemplo, no caso de um terminal de aceso aceitar uma solicitação de contexto de suporte, o terminal de acesso pode não liberar imediatamente o identificador de transação associado com essa transação. dessa forma, no caso de o terminal de acesso receber uma segunda solicitação de contexto de suporte associada com esse mesmo identificador de transação (por exemplo), devido ao fato de a mensagem de aceitação não alcançar a rede), o terminal de acesso pode enviar uma segunda mensagem de aceitação em resposta à segunda solicitação de contexto de suporte.

Description

MÉTODO DE COMUNICAÇÃO, TERMINAL DE ACESSO E MEMÓRIA LEGÍVEL POR COMPUTADOR Fundamentos Campo
[001] Esse pedido se refere geralmente à comunicação e mais especificamente, mas não exclusivamente, ao gerenciamento de transações.
Introdução
[002] Uma rede de comunicação sem fio pode ser desenvolvida através de uma área geográfica definida para fornecer vários tipos de serviços (por exemplo, voz, dados, serviços de multimídia, etc.) para usuários dentro dessa área geográfica. Em uma implementação típica, os pontos de acesso (por exemplo, correspondendo a diferentes células) são distribuídos por toda uma rede para fornecer a conectividade sem fio para os terminais de acesso (por exemplo, telefones celulares) que estão operando dentro da área geográfica servida pela rede.
[003] Quando um aplicativo rodando em um terminal de acesso deseja acessar um recurso da rede (por exemplo, para comunicar com um servidor ou outro terminal de acesso), os procedimentos de gerenciamento de sessão podem ser empregados para estabelecer ou modificar um portador (bearer) para esse acesso. Por exemplo, o terminal de acesso pode iniciar uma transação (por exemplo, enviar uma mensagem para a rede) para fazer com que um portador seja ativado ou modificado para suportar o acesso desejado.
[004] Visto que o terminal de acesso pode iniciar muitas dessas transações de portador através do tempo, o terminal de acesso pode designar diferentes identificadores de transação para diferentes transações. O terminal de acesso e a rede podem então incluir o identificador de transação adequado em cada mensagem enviada para uma determinada transação. Dessa forma, o terminal de acesso pode identificar a transação que está associada com uma mensagem determinada recebida da rede. Então, quando a transação é completada (por exemplo, depois da aceitação de uma solicitação de rede pelo terminal de acesso), o terminal de acesso pode liberar (por exemplo, permitir a reutilização de) o identificador de transação.
[005] Em alguns casos, no caso de a rede não receber uma resposta esperada para uma mensagem (por exemplo, dentro de um período de tempo definido), a rede pode retransmitir a mensagem. No caso de o terminal de acesso ter respondido à mensagem (por exemplo, ter aceito uma solicitação de rede), no entanto, a retransmissão pode incluir um identificador de transação que o terminal de acesso já liberou. Em tal caso, o terminal de acesso pode rejeitar a retransmissão. Uma falta de combinação pode então existir onde o terminal de acesso está prosseguindo como se uma solicitação tivesse sido aceita enquanto a rede está prosseguindo como se a solicitação tivesse sido rejeitada. Dessa forma, existe a necessidade de se criar técnicas eficientes para o gerenciamento de tais transações para impedir esses e outros tipos de falta de combinação de transação.
Sumário
[006] Um sumário de aspectos ilustrativos da descrição se segue. Na discussão aqui, qualquer referência ao termo aspectos pode se referir a um ou mais aspectos da descrição.
[007] A descrição se refere em alguns aspectos ao gerenciamento de transações. Por exemplo, no caso de um terminal de acesso aceitar uma solicitação de contexto de portador, o terminal de acesso pode não liberar imediatamente o identificador de transação associado com essa transação (solicitação de contexto de portador). Dessa forma, no caso de o terminal de acesso receber uma segunda solicitação de contexto de portador associada com esse mesmo identificador de transação (por exemplo, devido à mensagem de aceitação não alcançar a rede), o terminal de acesso pode enviar uma segunda mensagem de aceitação em resposta à segunda solicitação de contexto de portador.
[008] Os identificadores de transação podem ser gerenciados de várias formas em diferentes implementações. Em algumas implementações, um temporizador é iniciado com base no recebimento da primeira solicitação de contexto de portador (por exemplo, depois do envio da mensagem de aceitação). Aqui, a segunda mensagem de aceitação pode ser enviada apenas se a segunda solicitação de contexto de portador for recebida antes de o temporizador expirar (ou se for parado). Em algumas implementações, os identificadores de transação para todas as transações bem-sucedidas são armazenados em uma fila (por exemplo, uma FIFO). Aqui, a segunda mensagem de aceitação pode ser enviada apenas se o identificador de transação ainda estiver na fila quando a segunda solicitação de contexto de portador for recebida.
[009] Em alguns aspectos, um método de gerenciamento de transações de portador pode envolver o recebimento de uma primeira mensagem compreendendo uma solicitação de contexto de portador e incluindo um identificador de transação particular, então enviando uma segunda mensagem em resposta ao recebimento da primeira mensagem, onde a segunda mensagem aceita a solicitação de contexto de portador. Subsequentemente, depois do recebimento de uma terceira mensagem compreendendo uma retransmissão da solicitação de contexto de portador (por exemplo, incluindo o mesmo identificador de transação), uma quarta mensagem é enviada para aceitar a retransmissão da solicitação de contexto de portador.
Breve Descrição dos Desenhos
[0010] Esses e outros aspectos ilustrativos da descrição serão descritos na descrição detalhada e nas reivindicações em anexo que se seguem, e nos desenhos em anexo, nos quais:
[0011] A figura 1 é um diagrama de blocos simplificado de vários aspectos ilustrativos de um sistema de comunicação adaptado para fornecer o gerenciamento de transação;
[0012] As figuras 2 e 3 são um fluxograma de vários aspectos ilustrativos das operações que podem ser realizadas em conjunto com a aceitação de uma retransmissão de uma solicitação de portador;
[0013] A figura 4 é um fluxograma de vários aspectos ilustrativos das operações que podem ser realizados em conjunto com a utilização de um temporizador para retardar a liberação de um identificador de transação;
[0014] A figura 5 é um fluxograma de vários aspectos ilustrativos das operações que podem ser realizadas em conjunto com o armazenamento de um identificador de transação em uma fila;
[0015] A figura 6 é um fluxograma de vários aspectos ilustrativos das operações que podem ser realizadas em conjunto com o incremento de um identificador de transação atual quando iniciando cada nova transação;
[0016] A figura 7 é um fluxograma de vários aspectos ilustrativos das operações que podem ser realizadas em conjunto com o gerenciamento do contexto de portador com base em uma confirmação negativa (NACK) recebida;
[0017] A figura 8 é um fluxograma de vários aspectos ilustrativos das operações que podem ser realizadas em conjunto com o gerenciamento de contexto de portador com base em uma confirmação (ACK) recebido;
[0018] A figura 9 é um diagrama de blocos simplificado de vários aspectos ilustrativos dos componentes que podem ser empregados em nós de comunicação;
[0019] A figura 10 é um diagrama de blocos simplificado de vários aspectos ilustrativos dos componentes de comunicação; e
[0020] As figuras de 11 a 13 são diagramas em bloco simplificados de vários aspectos ilustrativos de aparelhos configurados para fornecer o gerenciamento de transação como ensinado aqui.
[0021] De acordo com a prática comum as várias características ilustradas nos desenhos podem não estar em escala. De acordo, as dimensões das várias características podem ser expandidas ou reduzidas de forma arbitrária por motivos de clareza. Adicionalmente, alguns dos desenhos podem ser simplificados por motivos de clareza. Dessa forma, os desenhos podem não representar todos os componentes de um determinado aparelho (por exemplo, um dispositivo) ou método. Finalmente, referências numéricas similares podem ser utilizadas para denotar características similares por toda a especificação e figuras.
Descrição Detalhada
[0022] Vários aspectos da descrição são descritos abaixo. Deve ser aparente que os ensinamentos apresentados aqui podem ser consubstanciados em uma ampla variedade de formas e que qualquer estrutura, função específica ou ambas sendo descritas aqui é meramente representativa. Com base nos ensinamentos apresentados aqui os versados na técnica devem apreciar que um aspecto descrito aqui pode ser implementado independentemente de quaisquer outros aspectos e que dois ou mais desses aspectos podem ser combinados de várias formas. Por exemplo, um aparelho pode ser implementado ou um método pode ser praticado utilizando-se qualquer número de aspectos apresentados aqui. Adicionalmente, tal aparelho pode ser implementado ou tal método pode ser praticado utilizando-se outra estrutura, funcionalidade ou estrutura e funcionalidade em adição a ou além de um ou mais dos aspectos apresentados aqui. Adicionalmente, um aspecto pode compreender pelo menos um elemento de uma reivindicação.
[0023] A figura 1 ilustra vários nós de um sistema de comunicação ilustrativo 100 (por exemplo, uma parte de uma rede de comunicação). Para fins de ilustração, vários aspectos da descrição serão descritos no contexto de um ou mais terminais de acesso, pontos de acesso e entidades de rede que se comunicam um com o outro. Deve-se apreciar, no entanto, que os ensinamentos apresentados aqui podem ser aplicáveis a outros tipos de aparelhos ou outros aparelhos similares que são referidos utilizando-se outra terminologia. Por exemplo, em várias implementações os pontos de acesso podem ser referidos ou implementados como estações base ou eNós B, terminais de acesso podem ser referidos ou implementados como equipamento de usuário ou móveis, e assim por diante.
[0024] Os pontos de acesso no sistema 100 fornecem um ou mais serviços (por exemplo, conectividade de rede) para um ou mais terminais sem fio (por exemplo, terminal de acesso 102) que podem ser instalados dentro ou que podem estar em roaming por uma área de cobertura do sistema 100. Por exemplo, em vários pontos no tempo o terminal de acesso 102 pode conectar a um ponto de acesso 104 ou algum outro ponto de acesso no sistema 100 (não ilustrado). Cada um dos pontos de acesso pode ser comunicar com uma ou mais entidades de rede (representada, por motivos de conveniência, pela entidade de rede 106) para facilitar a conectividade de rede de área ampla.
[0025] Uma entidade de rede pode assumir várias formas tal como, por exemplo, uma ou mais entidades de rede núcleo e/ou rádio. Dessa forma, em várias implementações a entidade de rede pode representar a funcionalidade como pelo menos uma dentre: gerenciamento de rede (por exemplo, através de uma entidade de operação, administração e manutenção (OAM)), controle de chamada, gerenciamento de sessão, gerenciamento de mobilidade, funções de circuito de acesso, funções de Inter trabalho ou alguma outra funcionalidade de rede adequada. Em alguns aspectos, o gerenciamento de mobilidade se refere a: manutenção do monitoramento do local atual dos terminais de acesso através do uso de áreas de rastreamento, áreas de localização, áreas de direcionamento, ou alguma outra técnica adequada; controle de alerta para terminais de acesso; e fornecimento de controle de acesso para terminais de acesso. Além disso, duas ou mais dessas entidades de rede podem ser co-localizadas ou distribuídas dentro da rede.
[0026] De acordo com os ensinamentos apresentados aqui, o terminal de acesso 102 inclui um gerenciador de transação 108 para o gerenciamento das transações entre o terminal de acesso 102 e a rede (por exemplo, uma entidade de gerenciamento de mobilidade (MME) 110 na rede). Por motivos de ilustração esses e outros aspectos da descrição serão descritos no contexto de um sistema LTE onde o terminal de acesso (por exemplo, UE) que iniciou os procedimentos de gerenciamento de sessão de sistema de pacote evoluído (EPS) é empregado para gerenciar (por exemplo, ativar e modificar) portadores para os aplicativos de terminal de acesso. Deve ser apreciado, no entanto, que os ensinamentos apresentados aqui podem ser aplicáveis a, por exemplo, vários tipos de sistemas de comunicação, vários tipos de transações, e vários tipos de identificadores de transação.
[0027] Nos procedimentos de gerenciamento de sessão EPS (ESM) iniciados por terminal de acesso envolvendo ativação ou modificação do contexto de portador EPS, a falta de alinhamento pode ocorrer entre o contexto de portador EPS no terminal de acesso e o contexto de portador EPS na rede (por exemplo, em uma MME). Por exemplo, o terminal de acesso pode designar um identificador de transação de procedimento (PTI) para cada transição que o terminal de acesso inicia. Adicionalmente, depois da iniciação de uma transação, o terminal de acesso pode entrar em um estado pendente de transação de procedimento e enviar uma mensagem ESM correspondente para a rede, onde a mensagem ESM inclui o PTI designado.
[0028] A rede inclui esse PTI em quaisquer mensagens que a rede envia para o terminal de acesso relacionada com essa transação de procedimento iniciada por terminal de acesso. Por exemplo, depois do recebimento de uma solicitação de recurso de portador incluindo um PTI em particular de um terminal de acesso, a rede pode enviar uma solicitação de contexto de portador incluindo esse PTI e a informação de portador para o terminal de acesso. Em resposta a isso, o terminal de acesso pode enviar uma mensagem de aceitação incluindo esse PTI para a rede. A rede pode então ativar ou modificar o contexto de portador EPS adequado depois de receber com sucesso a mensagem de aceitação do terminal de acesso.
[0029] Quando um terminal de acesso aceita uma solicitação ESM de rede, a mensagem de aceitação correspondente pode não ser distribuída com sucesso para a rede em alguns casos, (por exemplo, devido a uma falha de transmissão de camada inferior ou alguma outra razão). Nesses casos, a rede pode retransmitir a solicitação ESM, onde a solicitação ESM retransmitida inclui o mesmo PTI que a solicitação ESM original. De acordo com a prática convencional, no entanto, o terminal de acesso terá liberado esse PTI mediante aceitação da primeira solicitação ESM de rede. Por exemplo, em conjunto com a aceitação da primeira solicitação ESM, o terminal de acesso pode comutar de um estado pendente de transação de procedimento para um estado inativo de transação de procedimento e liberar o PTI. Consequentemente, o terminal de acesso pode não reconhecer o PTI na solicitação ESM retransmitida e, como resultado disso, o terminal de acesso pode rejeitar a solicitação ESM retransmitida (por exemplo, enviar uma mensagem de rejeição com a causa = falta de combinação de PTI para a rede).
[0030] Sob essas circunstâncias, pode haver uma falta de alinhamento entre as configurações do contexto de portador EPE no terminal de acesso e a rede. Por exemplo, visto que a rede foi informada que a solicitação ESM foi rejeitada, a rede não ativará ou modificará o contexto de portador EPS. No entanto, o terminal de acesso pode considerar que o contexto de portador foi ativado ou modificado visto que aceitou a solicitação ESM. Consequentemente, o terminal de acesso pode tentar utilizar esse contexto de portador.
[0031] De acordo com os ensinamentos apresentados aqui, um terminal de acesso (por exemplo, o gerenciador de transação 108) pode não liberar imediatamente o PTI (por exemplo, pode não liberar o PTI para uso com outras transações) em conjunto com a aceitação de uma solicitação da rede. Adicionalmente, depois da aceitação da solicitação, o terminal de acesso pode manter informação indicando que o PTI está associado com essa transação. Dessa forma, no caso de o terminal de acesso receber uma retransmissão de uma solicitação da rede incluindo o mesmo PTI, o terminal de acesso é capaz de aceitar a solicitação retransmitida.
[0032] Em algumas implementações, o terminal de acesso inicia um temporizador em conjunto com a transmissão da mensagem de aceitação (por exemplo, depois de transmitir a mensagem de aceitação). No caso de uma retransmissão da solicitação for recebida antes de o temporizador expirar, o terminal de acesso processa a solicitação (por exemplo, ao invés de rejeitar a mesma diretamente) de uma forma similar à solicitação original. Em particular, o terminal de acesso pode enviar uma mensagem de aceitação em resposta à solicitação retransmitida.
[0033] Em outras implementações, o terminal de acesso armazena a informação relevante (por exemplo, PTIs) dos últimos procedimentos iniciados em uma fila. No caso de uma retransmissão da solicitação ser recebida, o terminal de acesso determina se um PTI correspondente ainda está na fila. Se for esse o caso, o terminal de acesso processa a solicitação de uma forma similar à solicitação original (por exemplo, envia uma mensagem de aceitação).
[0034] Em outras implementações, o terminal de acesso mantém um PTI atual, onde o terminal de acesso incrementa o PTI atual toda vez que uma nova transação for iniciada. No caso de uma retransmissão da solicitação ser recebida, o terminal de acesso determina se o PTI da solicitação retransmitida está dentro de uma faixa definida do PTI atual. Se for esse o caso, o terminal de acesso processa a solicitação de uma forma similar à solicitação original (por exemplo, envia uma mensagem de aceitação).
[0035] Com a visão geral acima em mente, as operações de gerenciamento de transação ilustrativas serão agora descritas em maiores detalhes em conjunto com os fluxogramas das figuras 2 a 8. Por motivos de conveniência, as operações das figuras de 2 a 8 (ou quaisquer outras operações discutidas ou ensinadas aqui) podem ser descritas como sendo realizadas por componentes específicos (por exemplo, os componentes apresentados nas figuras 1 e 9). Deve-se apreciar, no entanto, que essas operações podem ser realizadas por outros tipos de componentes e podem ser realizadas utilizando-se um número diferente de componentes. Deve-se apreciar também que uma ou mais das operações descritas aqui podem não ser empregadas em uma determinada implementação.
[0036] Com referência inicialmente à figura 2, como representado pelo bloco 202, em algum ponto no tempo um terminal de acesso inicia uma transação relacionada com portador. Por exemplo, o terminal de acesso pode iniciar um procedimento de conectividade PDN independente, um procedimento de alocação de recurso de portador, ou um procedimento de modificação de recurso de portador.
[0037] Em alguns aspectos, um portador define um tubo lógico que especifica como um fluxo de tráfego entre um terminal de acesso e uma rede (por exemplo, um circuito de acesso servidor ou circuito de acesso PDN na rede) deve ser manuseado pela rede. Por exemplo, um portador em particular pode ser associado com uma qualidade de serviço (QoS) específica a ser aplicada a esse tráfego. Uma vez que um portador é estabelecido, o terminal de acesso e a rede, cada um, mantêm o contexto de portador para o portador. Esse contexto de portador inclui a informação que pode ser utilizada, por exemplo, em conjunto com a identificação e processamento de pacotes de um determinado fluxo de tráfego. Em uma implementação típica, o contexto de portador inclui um identificador de portador, informação de filtro de pacote e informação de QoS.
[0038] Em algumas implementações, o terminal de acesso pode empregar transações de procedimento com base em estado. Por exemplo, em conjunto com a iniciação de uma transação, o terminal de acesso pode transitar de um estado inativo de transação de procedimento para um estado pendente de transação de procedimento.
[0039] Como representado pelo bloco 204, em conjunto com a iniciação da transação, o terminal de acesso designa um identificador de transação (referido como um PTI nesse exemplo) para a transação. Por exemplo, o terminal de acesso pode utilizar um número fixo de PTIs, onde cada nova transação é designada para um PTI que não está sendo atualmente para qualquer outra transação. Em outras palavras, o terminal de acesso designa um PTI que é diferente dos PTIs que são ativos. Exceto como notado aqui, o PTI pode ser designado para uma transação determinada até que a transação termine. Depois disso o PTI pode ser liberado (por exemplo, disponibilizado para ser subsequentemente redesignado para outra transação).
[0040] Como representado pelo bloco 206, o terminal de acesso envia uma mensagem de solicitação incluindo o PTI designado para a rede (por exemplo, para uma MME). Em alguns aspectos, essa mensagem pode compreender uma solicitação de recurso de portador tal como, por exemplo, uma solicitação de conectividade PDN, uma solicitação de alocação de recurso de portador, ou uma solicitação de modificação de recurso de portador.
[0041] Como representado pelo bloco 208, o terminal de acesso pode receber subsequentemente uma mensagem de solicitação de contexto de portador incluindo o PTI designado da rede como resultado do envio da mensagem no bloco 206. Por exemplo, a rede (por exemplo, uma MME) pode iniciar um procedimento de ativação de contexto de portador EPS padrão em resposta a uma solicitação de conectividade PDN. Nesse caso, a rede pode enviar uma solicitação de contexto de portador EPS padrão ativo incluindo uma identidade de portador EPS correspondente para o terminal de acesso. Como outro exemplo, a rede pode iniciar um procedimento de ativação de contexto de portador EPS dedicado ou um procedimento de modificação de contexto de portador EPS em resposta a uma solicitação de alocação ou modificação de recurso de portador, respectivamente. Aqui, a rede pode enviar uma solicitação de contexto de portador EPS dedicado ativado ou uma solicitação de contexto de portador EPS modificado para o terminal de acesso. Essas mensagens também podem incluir uma identidade de portador EPS correspondente.
[0042] Como representado pelo bloco 210, o terminal de acesso determina se aceita a solicitação recebida no bloco 208. Aqui, se a solicitação for aceita, o terminal de acesso envia uma mensagem de aceitação para a rede em resposta a essa solicitação. Em conjunto com essa operação, o terminal de acesso pode ativar ou modificar o contexto de portador EPS correspondente.
[0043] Em algumas implementações, o terminal de acesso também pode mudar seu estado operacional com base no recebimento da solicitação (por exemplo, com base na aceitação do terminal de acesso da solicitação). Por exemplo, o terminal de acesso pode transitar para um estado inativo de transação de procedimento nesse ponto. Como discutido abaixo, em outras implementações, o terminal de acesso pode mudar seu estado operacional em um ponto posterior no tempo.
[0044] Como representado pelo bloco 212, o terminal de acesso não libera o PTI nesse momento. Ao invés disso, o terminal de acesso mantém um registro do PTI de alguma forma de modo que o terminal de acesso possa responder adequadamente a uma retransmissão da solicitação da rede como discutido abaixo. Por exemplo, em algumas implementações o terminal de acesso mantém um registro do PTI em uma memória. Em algumas implementações, o terminal de acesso armazena o PTI em uma fila (por exemplo, uma FIFO). O terminal de acesso também pode armazenar outras informações associadas com a transação. Essas informações podem incluir, por exemplo, a identidade de portador EPS ativada ou modificada pela transação.
[0045] Como representado pelo bloco 214 da figura 3, em algumas implementações o terminal de acesso inicia um temporizador com base no recebimento da solicitação (por exemplo, com base na aceitação por parte do terminal de acesso da solicitação). Por exemplo, o temporizador pode ser iniciado quando o terminal de acesso recebe primeiro uma solicitação ESM que inclui um PTI que combina com o PTI de um procedimento que está no estado pendente de transação de procedimento. Como discutido abaixo, nessas implementações o terminal de acesso utiliza o temporizador para determinar se aceita uma solicitação recebida subsequentemente que inclui o mesmo identificador que a primeira solicitação recebida.
[0046] Como representado pelo bloco 216, sob determinadas circunstâncias, a rede pode retransmitir uma solicitação. Por exemplo, a rede pode iniciar um temporizador enviando uma solicitação (por exemplo, uma solicitação de contexto de portador como discutido acima no bloco 208). No caso de a rede não receber uma resposta para a solicitação antes de o temporizador expirar (por exemplo, devido a uma falha de transmissão de camada inferior, etc.), a rede pode retransmitir a solicitação. Aqui, a solicitação retransmitida inclui o mesmo PTI que a solicitação original.
[0047] Em alguns aspectos, a duração do temporizador empregado no terminal de acesso pode ser baseada na duração do temporizador empregado na rede e no número de retransmissões realizadas pela rede. Por exemplo, em uma implementação onde a rede emprega um temporizador de 8 segundos e um número máximo de retransmissões igual a 4, o temporizador do terminal de acesso pode ser configurado para ter uma duração de pelo menos 32 segundos.
[0048] Como representado pelo bloco 218, mediante o recebimento de uma solicitação, o terminal de acesso determina se envia uma mensagem de aceitação. Aqui, o terminal de acesso pode determinar se o PTI incluído na solicitação recebida é igual ao PTI que foi incluído em uma solicitação previamente recebida (por exemplo, uma solicitação recebida recentemente). Se for esse o caso, isso indica que a solicitação recebida é uma retransmissão. Nesse caso, o terminal de acesso pode enviar outra mensagem de aceitação. Várias técnicas podem ser empregadas para determinar se é necessário se enviar outra mensagem de aceitação.
[0049] Na implementação que emprega um temporizador, o terminal de acesso pode determinar se a solicitação foi recebida antes de o temporizador expirar ou ter sido parado (isso é, a solicitação foi recebida enquanto o temporizador ainda estava funcionando). Se a solicitação tiver sido recebida antes de o temporizador ter expirado ou ter sido parado, o terminal de acesso pode enviar uma mensagem de aceitação para a rede. Do contrário, o terminal de acesso pode enviar uma mensagem de rejeição para a rede (por exemplo, no caso de o PTI incluído na solicitação não é associado com um procedimento atualmente ativo).
[0050] Nas implementações que empregam uma fila, o terminal de acesso pode determinar se o PTI ainda está na fila quando a solicitação foi recebida. Se o PTI ainda estiver na fila, o terminal de acesso pode enviar uma mensagem de aceitação para a rede. Do contrário, o terminal de acesso pode enviar uma mensagem de rejeição para a rede (por exemplo, no caso do PTI incluído na solicitação não ser associado com um procedimento atualmente ativo).
[0051] Como representado pelo bloco 220, se aplicável, o terminal de acesso envia uma mensagem de aceitação para a rede (por exemplo, como discutido acima). De acordo, o terminal de acesso pode processar uma solicitação de retransmissão da mesma forma (por exemplo, enviando uma mensagem de aceitação) que o terminal de acesso processa uma primeira solicitação da rede. Mediante o recebimento da mensagem de aceitação, a rede pode então ativar ou modificar o portador designado para uso subsequente pelo terminal de acesso.
[0052] Para fins de ilustração, as figuras 2 e 3 ilustram diferentes blocos para o recebimento de uma solicitação (blocos 208 e 216) e envio de uma mensagem de aceitação (blocos 210 e 220). Na prática, uma rotina comum pode ser empregada para processar qualquer mensagem de solicitação de entrada e enviar qualquer mensagem de aceitação. Tal rotina pode, dessa forma, ser implementada para realizar as operações descritas acima. Por exemplo, a rotina pode determinar se uma solicitação recebida é uma primeira solicitação ou uma retransmissão (por exemplo, com base no fato de se o PTI está ativo, armazenado em uma memória, armazenado em uma fila, e assim por diante) e então realizar as operações adequadas.
[0053] O PTI eventualmente será liberado de uma forma que depende da implementação particular. As figuras de 4 a 6 descrevem essas e outras operações que podem ser realizadas em várias implementações.
[0054] A figura 4 descreve operações ilustrativas que podem ser realizadas em implementações que empregam um temporizador para determinar se é necessário o envio de uma mensagem de aceitação. Como discutido acima, depois da aceitação de uma solicitação por parte da rede (por exemplo, após o envio de uma mensagem de aceitação), no bloco 402, o terminal de acesso inicia um temporizador (bloco 404). Adicionalmente, o terminal de acesso mantém um registro do PTI correspondente (bloco 406) e qualquer outra informação de transação pertinente. Note-se que o terminal de acesso pode gerenciar simultaneamente várias transações. Dessa forma, um registro de transação mantido pelo terminal de acesso pode incluir vários registros de PTI e um temporizador separado pode ser iniciado para cada um desses PTIs.
[0055] Como representado pelo bloco 408, no caso de o terminal de acesso receber subsequentemente uma solicitação incluindo um PTI válido a partir da rede onde o PTI não combina com qualquer transação ativa (por exemplo, qualquer transação que não tenha enviado uma aceitação), o terminal de acesso determina se o PTI incluído na solicitação combina com um dos PTIs no registro de transação. Se for esse o caso, o terminal de acesso pode processar a solicitação e enviar uma mensagem de aceitação para a rede.
[0056] Como representado pelo bloco 410, um determinado PTI é liberado mediante expiração de seu temporizador correspondente. Por exemplo, o PTI pode ser removido do registro de transação. Esse PTI é então disponibilizado para uma transação subsequente iniciada pelo terminal de acesso. Em algumas implementações, o terminal de acesso pode transitar para o procedimento de estado de transação inativo mediante expiração do temporizador (por exemplo, ao invés de realizar essa transição de estado no bloco 210 como discutido acima).
[0057] A figura 5 descreve operações ilustrativas que podem ser realizadas nas implementações que empregam uma fila. Aqui, o terminal de acesso pode armazenar os últimos N PTIs (onde N é um número definido) utilizados em um procedimento de transação bem-sucedido. Isso pode ser feito, por exemplo, utilizando-se uma fila de primeiro a entrar primeiro a sair. Aqui, as transações de procedimento que foram desativadas por casos anormais não são consideradas bem-sucedidas, e, dessa forma, os PTIs correspondentes não são armazenados na fila. Além disso, em adição à não utilização de qualquer PTI atualmente ativo para novas transações de procedimento, o terminal de acesso não utilizará qualquer um dos PTIs que não estejam na fila para novas transações de procedimento.
[0058] As operações da figura 5 iniciam no bloco 502 onde o terminal de acesso determina se um PTI determinado está associado com uma transação bem-sucedida. Por exemplo, uma transação na qual uma mensagem de aceitação foi enviada para a rede pode ser considerada uma transação bem-sucedida. Como representado pelo bloco 504, o terminal de acesso então armazena o PTI associado na fila.
[0059] Como representado pelo bloco 506, o PTI move através da fila à medida que novos PTIs são adicionados à fila. Por exemplo, à medida que o terminal de acesso inicia novas transações com novos PTIs, e essa transação é considerada bem-sucedida, o terminal de acesso pode adicionar esses PTIs ao topo da fila. Os PTIs que já estão na fila são, dessa forma, movidos para baixo na fila (com os registros inferiores na fila eventualmente sendo eliminados da fila).
[0060] Como representado pelo bloco 508, no caso de o terminal de acesso receber subsequentemente uma solicitação incluindo um PTI válido da rede o PTI não combina com qualquer transação ativa (por exemplo, quaisquer transações para as quais não foi enviada uma aceitação), o terminal de acesso determina se o PTI incluído na solicitação combina com um dos PTIs na fila. Se for esse o caso, o terminal de acesso pode processar a solicitação e enviar uma mensagem de aceitação para a rede.
[0061] Como representado pelo bloco 510, um PTI pode ser liberado uma vez que o PTI não está mais na fila. Por exemplo, uma vez que a FIFO enche, os registros mais antigos localizados na FIFO serão movidos para fora da FIFO à medida que novos registros são adicionados à FIFO.
[0062] A figura 6 descreve operações ilustrativas que podem ser realizadas em implementações que empregam um esquema PTI incrementado. Aqui, o terminal de acesso pode aumentar o PTI para o próximo valor válido cada vez que uma transação é iniciada (bloco 602). Quando o terminal de acesso recebe uma solicitação da rede com um PTI designado que não combina com qualquer transação ativa (bloco 604), o terminal de acesso determina se o PTI incluído na solicitação está dentro de uma contagem definida do valor PTI atual (bloco 606). Por exemplo, o terminal de acesso pode determinar se o valor do PTI recebido é superior ao valor do PTI atual (por exemplo, último utilizado) menos um valor de desvio definido. Em outras palavras, o terminal de acesso pode determinar sem o valor do PTI recebido está dentro das últimas M (onde M é um número definido) transações ESM iniciadas por terminal de acesso. O terminal de acesso pode então controlar se uma mensagem de aceitação foi enviada com base nessa determinação (bloco 608). Por exemplo, se o valor de PTI recebido estiver dentro de uma contagem definida do valor de PTI atual, o terminal de acesso pode enviar uma mensagem de aceitação para a rede. No esquema da figura 6, um PTI em particular pode ser liberado, efetivamente, uma vez que o valor de PTI atual exceda o PTI particular pela contagem definida.
[0063] Em algumas implementações, uma camada superior (por exemplo, uma camada de extrato de não acesso) que realiza os procedimentos de gerenciamento de sessão pode receber indicações (por exemplo, ACKs e/ou NACKs) de uma camada inferior (por exemplo, uma camada de controle de recurso de rádio (RRC) que indica se as mensagens foram transmitidas com sucesso pelas camadas inferiores. Por exemplo, uma mensagem ACK pode indicar que uma mensagem foi transmitida com sucesso a partir do terminal de acesso para a rede. Inversamente, uma mensagem NACK pode indicar que uma mensagem não foi transmitida com sucesso a partir do terminal de acesso para a rede. Nessas implementações, a camada superior pode fornecer alguma otimização do gerenciamento de sessão com base nas indicações das camadas inferiores. Exemplos de tais otimizações serão agora descritos com referência às figuras 7 e 8.
[0064] A figura 7 ilustra operações ilustrativas que podem ser realizadas nos casos onde a camada superior recebe NACKs da camada inferior. Mediante aceitação de uma solicitação da rede (por exemplo, depois do envio de uma mensagem de aceitação) no bloco 702, o terminal de acesso pode ativar ou modificar opcionalmente o contexto de portador especificado pela solicitação (bloco 704). Por exemplo, como discutido aqui, o terminal de acesso pode ativar um contexto de portador depois de receber uma mensagem de solicitação de contexto de portador EPS padrão ativa (ou dedicada) da rede ou o terminal de acesso pode modificar um contexto de portador depois de receber uma mensagem de solicitação de contexto de portador EPS modificada da rede.
[0065] Como representado pelo bloco 706, em algum momento posterior, a camada superior pode receber uma indicação da câmara inferior que indica que a mensagem de aceitação não foi distribuída para a rede (por exemplo, a MME). Nesse caso, o terminal de acesso pode desativar o contexto de portador correspondente (bloco 708). O terminal de acesso pode então esperar por uma retransmissão da solicitação da rede para ativar ou modificar o contexto de portador. Alternativamente, o terminal de acesso pode retransmitir a mensagem de aceitação em resposta ao NACK. No último caso, um temporizador pode ser empregado para retransmissão (e um número máximo de retransmissões definido).
[0066] A figura 8 ilustra operações ilustrativas que podem ser realizadas nos casos onde a camada superior recebe ACKs da camada inferior. Mediante aceitação de uma solicitação da rede (por exemplo, depois do envio de uma mensagem de aceitação) no bloco 802, o terminal de acesso pode, opcionalmente, retardar a ativação ou modificação do contexto de portador especificado pela solicitação (bloco 804). No bloco 806, em algum momento futuro, a camada superior pode receber uma indicação da camada inferior que indica que a mensagem de aceitação foi distribuída para a rede (por exemplo, MME). Nesse caso, o terminal de acesso pode ativar ou modificar o contexto de portador correspondente como resultado do recebimento da ACK (bloco 808). Adicionalmente, o terminal de acesso pode liberar o PTI correspondente (e, opcionalmente, mover o estado inativo de transação de procedimento) como resultado do recebimento do ACK (bloco 810). Além disso, nas implementações que empregam um temporizador para determinar se é necessário o envio de uma mensagem de aceitação, o terminal de acesso pode parar o temporizador como resultado do recebimento do ACK (bloco 812).
[0067] Várias modificações podem ser feitas aos conceitos descritos acima de acordo com os ensinamentos apresentados aqui. Por exemplo, uma vez que uma possível retransmissão é reconhecida, o terminal de acesso pode determinar se a identidade do portador em uma solicitação EPS recebida combina com um contexto de portador EPS ativo. Se for esse o caso, o terminal de acesso pode enviar uma mensagem de aceitação. Se não, o terminal de acesso pode rejeitar a solicitação EPS recebida. Dessa forma, a informação de contexto de portador pode ser utilizada ao invés do PTI.
[0068] Como outro exemplo, em algumas implementações o terminal de acesso pode empregar um estado adicional em conjunto com o uso do temporizador como descrito aqui. Por exemplo, depois do envio de uma mensagem de aceitação, o terminal de acesso pode transitar para um estado respondido de transação de procedimento a partir do estado pendente de transação de procedimento. Depois de entrar nesse estado, o terminal de acesso pode iniciar o temporizador. Se a solicitação ESM for recebida a partir da rede através de um PTI combinado, o terminal de acesso pode então processar a solicitação da mesma forma que processou a primeira solicitação ESM. De acordo, em alguns aspectos, o terminal de acesso pode processar as solicitações da rede da mesma forma (por exemplo, pelo envio de uma mensagem de aceitação e ativação ou modificação do contexto de portador especificado) independentemente do fato de se o terminal de acesso está no estado respondido de transação de procedimento ou no estado pendente de transação de procedimento. O terminal de acesso transita para o estado inativo de transação de procedimento mediante expiração do temporizador. Aqui, um procedimento no estado pendente de transação de procedimento ou o estado respondido de transação de procedimento pode ser considerado um procedimento ativo.
[0069] A figura 9 ilustra vários componentes ilustrativos que podem ser incorporados aos nós tal como um terminal de acesso 902 para realizar as operações de gerenciamento de transação como ensinado aqui. Os componentes descritos também podem ser incorporados em outros nós em um sistema de comunicação. Por exemplo, outros nós em um sistema podem incluir componentes similares aos descritos para o terminal de acesso 902 para fornecer funcionalidade similar. Um determinado nó pode conter um ou mais dos componentes descritos. Por exemplo, um terminal de acesso pode conter múltiplos componentes transceptores (por exemplo, transmissor e receptor) que permitem que o terminal de acesso opere em múltiplas frequências e/ou se comuniquem através de diferentes tecnologias.
[0070] Como ilustrado na figura 9, o terminal de acesso 902 inclui um ou mais transmissores (representados pelo transmissor 904) e receptores (representados pelo receptor 906) para comunicação com outros nós através de um meio sem fio e/ou um meio com base em fio. Por exemplo, o transmissor 904 pode enviar sinais (por exemplo, mensagens e solicitações) para outros nós no sistema e o receptor 906 pode receber sinais de outros nós no sistema.
[0071] O terminal de acesso 902 também inclui outros componentes que podem ser utilizados em conjunto com as operações de gerenciamento de transação como ensinado aqui. Por exemplo, o terminal de acesso 902 pode incluir um controlador de comunicação 908 para o gerenciamento da comunicação com outros nós (por exemplo, um ou mais dentre o envio e recebimento de solicitações, mensagens e indicações, controlando se uma mensagem deve ser enviada) e para fornecer outra funcionalidade relacionada como ensinado aqui. Em alguns aspectos, o controlador de comunicação 908 pode fornecer funcionalidade para facilitar a comunicação interprocessual (por exemplo, facilitando a comunicação entre camadas inferiores e camadas superiores). Em alguns aspectos, a funcionalidade do controlador de comunicação 908 e um ou mais dentre um transmissor 904 e um receptor 906 pode ser realizado por uma entidade em comum. Adicionalmente, o terminal de acesso 902 pode incluir um gerenciador de identificador de transação 910 (por exemplo, correspondendo pelo menos em parte ao gerenciador de transação 108 da figura 1) para gerenciar a geração e utilização dos identificadores de transação (por exemplo, um ou mais dentre a manutenção de registros de identificadores de transação, eliminação desses registros, armazenamento de identificadores de transação, determinação de se um identificador de transação está em uma fila, determinação de se um identificador de transação está associado com uma transação bem sucedida, controle de se os identificadores de transação estão armazenados em uma fila, manutenção de um identificador de transação atual, determinação de se um identificador de transação está dentro de uma contagem definida do identificador de transação atual, ou liberação de um identificador de transação) e para fornecer outras funcionalidades relacionadas como ensinado aqui. O terminal de acesso 902 pode incluir um controlador de temporizador 912 (por exemplo, correspondendo pelo menos em parte ao gerenciador de transação 108 da figura 1) para realizar as funções relacionadas com temporização (por exemplo, um ou mais dentre o fornecimento de um temporizador, iniciação de um temporizador, ou interrupção do temporizador) e para o fornecimento de outra funcionalidade relacionada como ensinado aqui. O terminal de acesso 902 pode incluir um gerenciador de portador 814 para realizar as funções relacionadas com portador (por exemplo, um ou mais dentre desativação do contexto de portador, ou retardamento da ativação ou modificação do contexto de portador) e para fornecer outra funcionalidade relacionada como ensinado aqui.
[0072] Por motivos de conveniência, o terminal de acesso 902 é ilustrado na figura 9 como incluindo componentes que podem ser utilizados nos vários exemplos descritos aqui. Na prática, um ou mais dos componentes ilustrados podem ser implementados de diferentes formas em diferentes implementações. Como um exemplo, o terminal de acesso 902 pode ter funcionalidade diferente e/ou pode operar de uma forma diferente (por exemplo, a manutenção dos identificadores de transação é realizada de uma forma diferente) na implementação da figura 5 em comparação com a implementação da figura 6.
[0073] Em algumas implementações os componentes da figura 9 podem ser implementados em um ou mais processadores (por exemplo, que utiliza e/ou incorpora memória de dados para o armazenamento de informação ou código utilizado pelos processadores para fornecer essa funcionalidade). Por exemplo, parte ou toda a funcionalidade dos blocos 904 a 914 podem ser implementados por um processador ou processadores de um terminal de acesso e memória de dados do terminal de acesso (por exemplo, pela execução do código adequado e/ou pela configuração adequada dos componentes de processador).
[0074] Os ensinamentos apresentados aqui podem ser empregados em um sistema de comunicação de acesso múltiplo sem fio que suporta simultaneamente a comunicação para vários terminais de acesso sem fio. Aqui, cada terminal pode se comunicar com um ou mais pontos de acesso através de transmissões nos enlaces direto e reverso. O enlace direto (ou enlace descendente) se refere ao enlace de comunicação dos pontos de acesso para os terminais, e o enlace reverso (ou enlace ascendente) se refere ao enlace de comunicação dos terminais para os pontos de acesso. Esse enlace de comunicação pode ser estabelecido através de um sistema de entrada única e saída única, um sistema de múltiplas entradas e múltiplas saídas (MIMO), ou algum outro tipo de sistema.
[0075] Um sistema MIMO emprega múltiplas antenas transmissoras (NT) e múltiplas antenas receptoras (Nr) para a transmissão de dados. Um canal MIMO formado pelas NT antenas transmissoras e NR antenas receptoras pode ser decomposto em Ns canais independentes que são referidos também como canais espaciais onde Ns ≤ min {Nt, Nr}. Cada um dos Ns canais independentes corresponde a uma dimensão. O sistema MIMO pode fornecer um desempenho aperfeiçoado (por exemplo, maior rendimento e/ou maior confiabilidade) se as dimensões adicionais criadas pelas múltiplas antenas transmissoras e receptoras são utilizadas.
[0076] Um sistema MIMO pode suportar duplexação por divisão de tempo (TDD) e duplexação por divisão de frequência (FDD). Em um sistema TDD, as transmissões em enlace direto e reverso estão na mesma região de frequência de modo que o princípio de reciprocidade permite a estimação do canal de enlace direto a partir do canal de enlace reverso. Isso permite que o ponto de acesso extraia o ganho de formação de feixe no enlace direto quando múltiplas antenas estão disponíveis no ponto de acesso.
[0077] A figura 10 ilustra um dispositivo sem fio 1010 (por exemplo, um ponto de acesso) e um dispositivo sem fio 1050 (por exemplo, um terminal de acesso) de um sistema MIMO ilustrativo 1000. No dispositivo 1010, os dados de tráfego para várias sequências de dados são fornecidos a partir de uma fonte de dados 1012 para um processador de dados de transmissão (TX) 1014. Cada sequência de dados pode então ser transmitida através de uma respectiva antena transmissora.
[0078] O processador de dados TX 1014 formata, codifica e intercala os dados de tráfego para cada sequência de dados com base em um esquema de codificação particular selecionado para essa sequência de dados para fornecer dados codificados. Os dados codificados para cada sequência de dados podem ser multiplexados com dados piloto utilizando técnicas OFDM. Os dados piloto são tipicamente um padrão de dados conhecido que é processado de uma forma conhecida e pode ser utilizado no sistema receptor para estimar a resposta de canal. Os dados piloto multiplexados e codificados para cada sequência de dados são então modulados (isso é, mapeados em símbolo) com base em um esquema de modulação particular (por exemplo, BPSK, QSPK, M-PSK ou M-QAM) selecionado para essa sequência de dados para fornecer símbolos de modulação. A taxa de dados, codificação e modulação para cada sequência de dados pode ser determinada por instruções realizadas por um processador 1030. Uma memória de dados 1032 pode armazenar um código de programa, dados, e outras informações utilizadas pelo processador 1030 ou outros componentes do dispositivo 1010.
[0079] Os símbolos de modulação para todas as sequências de dados são então fornecidos para um processador MIMO TX 1020, que pode processar adicionalmente os símbolos de modulação (por exemplo, para OFDM). O processador MIMO TX 1020 então fornece Nt sequências de símbolo de modulação para NT transceptores (XCVR) 1022a a 1022t. Em alguns aspectos, o processador MIMO TX 1020 aplica as ponderações de formação de feixe para os símbolos das sequências de dados e para a antena a partir da qual o símbolo está sendo transmitido.
[0080] Cada transceptor 1022 recebe e processa uma sequência de símbolo respectiva para fornecer um ou mais sinais analógicos, e condiciona adicionalmente (por exemplo, amplifica, filtra e converte ascendentemente) os sinais analógicos para fornecer um sinal modulado adequado para transmissão através do canal MIMO. Nt sinais modulados dos transceptores 1022a a 1022t são então transmitidos a partir de Nt antenas 1024a a 1024t, respectivamente.
[0081] No dispositivo 1050, os sinais modulados transmitidos são recebidos por NR antenas 1052a a 1052r e o sinal recebido de cada antena 1052 é fornecido para um transceptor respectivo (XCVR) 1054a a 1054r. Cada transceptor 1054 condiciona (por exemplo, filtra, amplifica e converte descendentemente) um sinal recebido respectivo, digitaliza o sinal condicionado para fornecer amostras, e processa adicionalmente as amostras para fornecer uma sequência de símbolo "recebida" correspondente.
[0082] Um processador de dados de recebimento (RX) 1060 então recebe e processa as Nr sequências de símbolo recebidas dos NR transceptores 1054 com base em uma técnica de processamento de receptor particular para fornecer NT sequências de símbolo "detectadas". O processador de dados RX 1060 então demodula, deintercala, e decodifica cada sequência de símbolo detectada para recuperar os dados de tráfego para a sequência de dados. O processamento pelo processador de dados RX 1060 é complementar ao realizado pelo processador MIMO TX 1020 e o processador de dados TX 1014 no dispositivo 1010.
[0083] Um processador 1070 determina periodicamente qual matriz de pré-codificação utilizar (discutido abaixo). O processador 1070 fórmula uma mensagem de enlace reverso compreendendo uma parte de índice de matriz e uma parte de valor de classificação. Uma memória de dados 1072 pode armazenar código de programa, dados e outras informações utilizadas pelo processador 1070 ou outros componentes do dispositivo 1050.
[0084] A mensagem de enlace reverso pode compreender vários tipos de informações referentes ao enlace de comunicação e/ou sequência de dados recebida. A mensagem de enlace reverso é então processada por um processador de dados TX 1038, que também recebe dados de tráfego para várias sequências de dados a partir de uma fonte de dados 1036, modulados por um modulador 1080, condicionados pelos transceptores 1054a a 1054r, e transmitidos de volta para o dispositivo 1010.
[0085] No dispositivo 1010, os sinais modulados do dispositivo 1050 são recebidos pelas antenas 1024, condicionados pelos transceptores 1022, demodulados por um demodulador (DEMOD) 1040, e processados por um processador de dados RX 1042 para extrair a mensagem de enlace reverso transmitida pelo dispositivo 1050. O processador 1030 então determina qual matriz de pré-codificação utilizar para determinar as ponderações de formação de feixe e então processa a mensagem extraída.
[0086] A figura 10 também ilustra que os componentes de comunicação podem incluir um ou mais componentes que realizam as operações de controle de transação como ensinado aqui. Por exemplo, um componente de controle de transação 1092 pode cooperar com o processador 1070 e/ou outros componentes do dispositivo 1050 pra gerenciar as transações enviada e recebidas através de outro dispositivo (por exemplo, o dispositivo 1010). Deve-se apreciar que para cada dispositivo 1010 e 1050, a funcionalidade de dois ou mais dos componentes descritos pode ser fornecida por um único componente. Por exemplo, um único componente de processamento pode fornecer a funcionalidade do componente de controle de transação 1092 e processador 1070.
[0087] Os ensinamentos apresentados aqui podem ser incorporados em vários tipos de sistemas de comunicação e/ou componentes de sistema. Em vários aspectos, os ensinamentos apresentados aqui podem ser empregados em um sistema de acesso múltiplo capaz de suportar a comunicação com múltiplos usuários pelo compartilhamento de recursos disponíveis do sistema (por exemplo, pela especificação de uma ou mais dentre largura de banda, potência de transmissão, codificação, intercalamento e assim por diante). Por exemplo, os ensinamentos apresentados aqui podem ser aplicados a qualquer uma ou combinações das seguintes tecnologias: sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA), CDMA de múltiplos portadores (MCCDMA), CDMA de banda larga (W-CDMA), sistemas de Acesso a Pacote em Alta Velocidade (HSPA, HSPA+), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Frequência (FDMA), sistemas FDMA de portador único (SC-FDMA), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Frequência Ortogonal (OFDMA), ou outras técnicas de acesso múltiplo. Um sistema de comunicação sem fio empregando os ensinamentos apresentados aqui pode ser projetado para implementar um ou mais padrões, tal como os padrões IS-95, cdma2000, IS-856, W-CDMA, TDSCDMA, e outros padrões. Uma rede CDMA pode implementar uma tecnologia de rádio tal como o Acesso por Rádio Terrestre Universal (UTRA), cdma2000, ou alguma outra tecnologia. UTRA inclui W-CDMA e Baixa Taxa de Chip (LCR). A tecnologia cdma2000 cobre os padrões IS-2000, IS-95 e IS-856. Uma rede RDMA pode implementar uma tecnologia de rádio tal como o Sistema Global para Comunicações Móveis (GSM). Uma rede OFDMA pode implementar uma tecnologia de rádio tal como UTRA Evoluída (E-UTRA), IEEE 802.11, IEEE 802.16, IEEE 802.20, Flash-OFDM®, etc. UTRA, E-UTRA e GSM são parte do Sistema de Telecomunicação Móvel Universal (UMTS). Os ensinamentos apresentados aqui podem ser implementados em um sistema de Evolução de Longo Termo 3GPP (LTE), um sistema de banda larga ultra móvel (UMB), e outros tipos de sistemas. LTE é uma versão de UMTS que utiliza E-UTRA. UTRA, E-UTRA, GSM, UMTS e LTE são descritos em documentos de uma organização chamada "Projeto de Parceria de 3a. Geração” (3GPP), enquanto cdma2000 é descrito em documentos de uma organização chamada "Projeto de Parceria de 3a. Geração 2" (3GPP2). Apesar de determinados aspectos da descrição poderem ser descritos utilizando-se a terminologia 3GPP, deve ser compreendido que os ensinamentos apresentados aqui podem ser aplicados à tecnologia 3GPP (por exemplo, Re199, Re15, Re16, Re17), além da tecnologia 3GPP2 (por exemplo, 1xRTT, 1xEV-DO RelO, RevA, RevB) e outras tecnologias.
[0088] Os ensinamentos apresentados aqui podem ser incorporados (por exemplo, implementados dentro ou realizados por) uma variedade de aparelhos (por exemplo, nós). Em alguns aspectos, um nó (por exemplo, o nó sem fio) implementado de acordo com os ensinamentos apresentados aqui podem compreender um ponto de acesso ou um terminal de acesso.
[0089] Por exemplo, um terminal de acesso pode compreender, ser implementado como, ou conhecido como equipamento de usuário, estação de assinante, unidade de assinante. estação móvel, móvel, nó móvel, estação remota, terminal remoto, terminal de usuário, agente de usuário, dispositivo de usuário, ou alguma outra terminologia. Em algumas implementações um terminal de acesso pode compreender um telefone celular, um telefone sem fio, um telefone de protocolo de iniciação de sessão (SIP), uma estação de circuito local sem fio (WLL), um assistente digital pessoal (PDA), um dispositivo portátil possuindo capacidade de conexão sem fio, ou algum outro dispositivo de processamento adequado conectado a um modem sem fio. De acordo, um ou mais aspectos ensinados aqui podem ser incorporados a um telefone (por exemplo, um telefone celular um telefone inteligente), um computador (por exemplo, laptop), um dispositivo de comunicação portátil, um dispositivo de computação portátil (por exemplo, um assistente de dados pessoal), um dispositivo de entretenimento (por exemplo, um dispositivo de musica, um dispositivo de vídeo, ou um rádio via satélite), um dispositivo do sistema de posicionamento global, ou qualquer outro dispositivo adequado que seja configurado para comunicar através de um meio sem fio.
[0090] Um ponto de acesso pode compreender, ser implementado como, ou conhecido como um Nó B, um eNóB, um controlador de rede de rádio (RNC), uma estação base (BS), uma estação base de rádio (RBS), um controlador de estação base (BSC), uma estação base transceptora (BTS), uma função transceptora (TF), um transceptor de rádio, um roteador de rádio, um conjunto de serviço básico (BBS), um conjunto de serviço estendido (ESS), uma macro célula, um macro nó, um eNB doméstico (HeNB), uma femto célula, um femto nó, um pico nó, ou alguma outra terminologia similar.
[0091] Em alguns aspectos, um nó (por exemplo, um ponto de acesso) pode compreender um nó de acesso para um sistema de comunicação. Tal nó de acesso pode fornecer, por exemplo, conectividade para ou com uma rede (por exemplo, uma rede de área ampla tal como a Internet ou uma rede celular) através de um enlace de comunicação com ou sem fio com a rede. De acordo, um nó de acesso pode permitir que outro nó (por exemplo, um terminal de acesso) acesse uma rede ou alguma outra funcionalidade. Adicionalmente, deve-se apreciar que um ou ambos os nós podem ser portáteis ou, em alguns casos, relativamente não portáteis.
[0092] Além disso, deve-se apreciar que um nó sem fio pode ser capaz de transmitir e/ou receber informação de forma não sem fio (por exemplo, através de uma conexão com fio). Dessa forma, um receptor e um transmissor como discutido aqui podem incluir componentes de interface de comunicação adequados (por exemplo, componentes de interface ótica ou elétrica) para comunicar através de um meio não sem fio.
[0093] Um nó sem fio pode se comunicar através de um ou mais enlaces de comunicação sem fio que são baseados em ou de outra forma suportam qualquer tecnologia de comunicação sem fio adequada. Por exemplo, em alguns aspectos um nó sem fio pode associar com uma rede. Em alguns aspectos a rede pode compreender uma rede de área local ou uma rede de área ampla. Um dispositivo sem fio pode suportar ou de outra forma utilizar uma ou mais dentre uma variedade de tecnologias de comunicação, protocolos, ou padrões tal como discutido aqui (por exemplo, CDMA, TDMA, OFDM, OFDMA, WiMAX, Wi-Fi, e assim por diante). De forma similar, um nó sem fio pode suportar ou de outra forma utilizar um ou mais dentre uma variedade de esquemas de modulação ou multiplexação correspondentes. Um nó sem fio pode, dessa forma, incluir componentes adequados (por exemplo, interface aérea), para estabelecer e se comunicar através de um ou mais enlaces de comunicação sem fio utilizando as tecnologias de comunicação sem fio acima ou outras. Por exemplo, um nó sem fio pode compreender um transceptor sem fio com componentes de transmissor e receptor associados que podem incluir vários componentes (por exemplo, geradores de sinal e processadores de sinal) que facilitam a comunicação através de um meio sem fio.
[0094] A funcionalidade descrita aqui (por exemplo, com relação a uma ou mais das figuras em anexo) pode corresponder em alguns aspectos à funcionalidade "meios para" designada de forma similar nas reivindicações em anexo. Com referência às figuras de 11 a 13, os aparelhos 1100 e 1300 são representados como uma série de módulos funcionais inter-relacionados. Aqui, um módulo de recebimento de mensagem 1102 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um receptor como discutido aqui. Um módulo de envio de mensagem 1104 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um transmissor como discutido aqui. Um módulo de iniciação de temporizador 1106 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um controlador de temporização como discutido aqui. Um módulo de manutenção de registro 1108 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um gerenciador de identificador de transação como discutido aqui. Um módulo de eliminação de registro 1110 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um gerenciador de identificador de transação como discutido aqui. Um módulo de determinação de mensagem recebida 1112 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um controlador de temporização como discutido aqui. Um módulo de controle de mensagem enviada 1114 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um controlador de comunicação como discutido aqui. Um módulo de armazenamento de identificador de transação 1116 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um gerenciador de identificador de transação como discutido aqui. Um módulo de determinação de identificador de transação em fila 1118 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um gerenciador de identificador de transação como discutido aqui. Um módulo de determinação de transação bem-sucedida 1120 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, a um gerenciador de identificador de transação como discutido aqui. Um módulo de controle de identificador de transação armazenado em fila 1122 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um gerenciador de identificador de transação como discutido aqui. Um módulo de manutenção de identificador de transação atual 1124 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um gerenciador de identificador de transação como discutido aqui. Um identificador de transação dentro do módulo de determinação de contagem definida 1126 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um gerenciador de identificador de transação como discutido aqui. Um módulo de recebimento de indicação de camada inferior 1128 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um controlador de comunicação como discutido aqui. Um módulo de desativação de contexto de portador 1130 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um gerenciador de portador como discutido aqui. Um módulo de retardo de ativação ou modificação de contexto de portador 1132 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um gerenciador de portador como discutido aqui. Um módulo de liberação de identificador de transação 1134 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um gerenciador de identificador de transação como discutido aqui. Um módulo de envio de recurso de portador 1136 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um transmissor como discutido aqui.
[0095] Um módulo de recebimento de mensagem 1302 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um receptor como discutido aqui. Um módulo de envio de mensagem 1304 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um transmissor como discutido aqui. Um módulo de iniciação de temporizador 1306 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um controlador de temporização como discutido aqui. Um módulo de recebimento de indicação de camada inferior 1308 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um controlador de comunicação como discutido aqui. Um módulo de interrupção de temporizador 1310 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um controlador de temporização como discutido aqui. Um módulo de retardo de ativação ou modificação de contexto de portador 1312 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um gerenciador de portador como discutido aqui. Um módulo de liberação de identificador de transação 1314 pode corresponder pelo menos em alguns aspectos a, por exemplo, um gerenciador de identificador de transação como discutido aqui.
[0096] A funcionalidade dos módulos das figuras de 11 a 13 pode ser implementada de várias formas consistentes com os ensinamentos apresentados aqui. Em alguns aspectos a funcionalidade desses módulos pode ser implementada como um ou mais componentes elétricos. Em alguns aspectos a funcionalidade desses blocos pode ser implementada como um sistema de processamento incluindo um ou mais componentes de processador. Em alguns aspectos a funcionalidade desses módulos pode ser implementada utilizando-se, por exemplo, pelo menos uma parte de um ou mais circuitos integrados (por exemplo, um ASIC). Como discutido aqui, um circuito integrado pode incluir um processador, software, outros componentes relacionados, ou alguma combinação dos mesmos. A funcionalidade desses módulos também pode ser implementada de alguma outra forma como ensinado aqui. Em alguns aspectos, um ou mais dentre quaisquer blocos tracejados nas figuras de 11 a 13 são opcionais.
[0097] Deve-se compreender que qualquer referência a um elemento aqui utilizando uma designação tal como "primeiro", "segundo" e assim por diante não limita geralmente a quantidade ou ordem desses elementos. Ao invés, essas designações podem ser utilizadas aqui como um método conveniente de distinção entre dois ou mais elementos ou casos de um elemento. Dessa forma, uma referência aos primeiro e segundo elementos não significa que apenas dois elementos podem ser empregados ou que o primeiro elemento deva preceder o segundo elemento de alguma forma. Além disso, a menos que mencionado o contrário um conjunto de elementos pode compreender um ou mais elementos. Adicionalmente, a terminologia da forma "pelo menos um dentre: A, B ou C" utilizada na descrição ou reivindicações significa "A ou B ou C ou qualquer combinação desses elementos”.
[0098] Os versados na técnica compreenderão que a informação e os sinais podem ser representados utilizando-se qualquer uma dentre uma variedade de diferentes tecnologias e técnicas. Por exemplo, dados, instruções, comandos, informações, sinais, bits, símbolos e chips que podem ser referidos por toda a descrição acima podem ser representados por voltagens, correntes, ondas eletromagnéticas, partículas ou campos magnéticos, partículas ou campos óticos ou qualquer combinação dos mesmos.
[0099] Os versados na técnica apreciarão adicionalmente que qualquer um dentre os vários blocos lógicos ilustrativos, módulos, processadores, meios, circuitos, e etapas de algoritmo descritos com relação aos aspectos descritos aqui podem ser implementados como hardware eletrônico (por exemplo, uma implementação digital, uma implementação analógica, ou uma combinação das duas, que podem ser designadas utilizando-se codificação fonte ou alguma outra técnica), várias formas de programa ou código de desenho incorporando as instruções (que podem ser referidas aqui, por motivos de conveniência, como "software” ou um "módulo de software”), ou combinações de ambos. Para se ilustrar claramente essa capacidade de intercâmbio de hardware e software, vários componentes ilustrativos, blocos, módulos, circuitos e etapas foram descritos acima geralmente em termos de sua funcionalidade. Se tal funcionalidade será implementada como hardware ou software depende da aplicação em particular e das restrições de desenho impostas ao sistema como um todo. Os versados na técnica podem implementar a funcionalidade descrita de várias formas para cada aplicação em particular, mas tais decisões de implementação não devem ser interpretadas como responsáveis pelo distanciamento do escopo da presente descrição.
[00100] Os vários blocos lógicos ilustrativos, módulos, e circuitos descritos com relação aos aspectos descritos aqui podem ser implementados dentro de ou realizados por um circuito integrado (IC), um terminal de acesso, ou um ponto de acesso. O IC pode compreender um processador de finalidade geral, um processador de sinal digital (DSP), um circuito integrado específico de aplicativo (ASIC), um conjunto de porta programável em campo (FPGA), ou outro dispositivo lógico programável, porta discreta ou lógica de transistor, componentes de hardware discretos, componentes elétricos, componentes óticos, componentes mecânicos, ou qualquer combinação dos mesmos projetada para realizar as funções descritas aqui, e podem executar códigos ou instruções que residem dentro do IC, fora do IC ou ambos. Um processador de finalidade geral pode ser um microprocessador, mas na alternativa, o processador pode ser qualquer processador convencional, controlador, microcontrolador, ou máquina de estado. Um processador também pode ser implementado como uma combinação de dispositivos de computação, por exemplo, uma combinação de um DSP e um microprocessador, uma pluralidade de microprocessadores, um ou mais microprocessadores em conjunto com um núcleo DSP, ou qualquer outra configuração similar.
[00101] É compreendido que qualquer ordem ou hierarquia específica de etapas em qualquer processo descrito é um exemplo de uma abordagem ilustrativa. Com base nas preferências de desenho, é compreendido que a ordem ou hierarquia específica das etapas nos processos pode ter nova disposição enquanto permanece dentro do escopo da presente descrição. As reivindicações de método em anexo apresentam elementos de várias etapas em uma ordem de amostragem, e não devem ser limitados à ordem ou hierarquia específica apresentada.
[00102] Em uma ou mais modalidades ilustrativas, as funções descritas podem ser implementadas em hardware, software, firmware ou qualquer combinação dos mesmos. Se implementadas em software, as funções podem ser armazenadas em ou transmitidas como uma ou mais instruções ou código em um meio legível por computador. O meio legível por computador inclui meio de armazenamento em computador e meio de comunicação incluindo qualquer meio que facilite a transferência de um programa de computador de um lugar para outro. Um meio de armazenamento pode ser qualquer meio disponível que possa ser acessado por um computador. Por meio de exemplo, e não de limitação, tal meio legível por computador pode compreender RAM, ROM, EEPROM, CD-ROM, ou outro armazenamento em disco ótico, armazenamento em disco magnético ou outros dispositivos de armazenamento magnético ou qualquer outro meio que possa ser utilizado para portar ou armazenar o código de programa desejado na forma de instruções ou estruturas de dados e que possa ser acessado por um computador. Além disso, qualquer conexão é adequadamente chamada de meio legível por computador. Por exemplo, se o software for transmitido a partir de um website, servidor ou outra fonte remota utilizando um cabo coaxial, cabo de fibra ótica, par torcido, linha de assinante digital (DSL), ou tecnologias sem fio tal como infravermelho, rádio e micro-ondas, então o cabo coaxial, o cabo de fibra ótica, o par torcido, DSL ou tecnologias sem fio tal como infravermelho, rádio e micro-ondas são incluídos na definição de meio. Disquete e disco, como utilizados aqui, incluem disco compacto (CD), disco a laser, disco ótico, disco versátil digital (DVD), disquete e disco Blu-ray, onde os disquetes normalmente reproduzem os dados magneticamente, enquanto os discos reproduzem os dados oticamente com lasers. Combinações do acima exposto também devem ser incluídas no escopo de mídia legível por computador. Deve ser apreciado que um meio legível por computador pode ser implementado em qualquer produto de programa de computador adequado.
[00103] A descrição anterior dos aspectos descritos é fornecida para permitir que qualquer pessoa versada na técnica crie ou faça uso da presente descrição. Várias modificações a esses aspectos serão prontamente aparentes aos versados na técnica, e os princípios genéricos definidos aqui podem ser aplicados a outros aspectos sem se distanciar do escopo da descrição. Dessa forma, a presente descrição não deve ser limitada aos aspectos ilustrados aqui, mas deve ser acordado o escopo mais amplo consistente com os princípios e características de novidade descritos aqui.

Claims (15)

  1. Método de comunicação, caracterizado pelo fato de que compreende:
    receber (208), por um terminal de acesso (102, 902), uma primeira mensagem de gerenciamento de sessão de sistema de pacote evoluído (EPS), ESM, onde a primeira mensagem ESM compreende uma solicitação de contexto de portador EPS e inclui um identificador de transação;
    enviar (210), pelo terminal de acesso (102, 902), uma segunda mensagem ESM em resposta ao recebimento da primeira mensagem ESM, onde a segunda mensagem ESM aceita a solicitação de contexto de portador EPS, e em que o terminal de acesso (102, 902) não libera imediatamente o identificador de transação em conjunto com aceitação de solicitação de contexto de portador EPS;
    receber (216), pelo terminal de acesso (102, 902), uma terceira mensagem ESM, onde a terceira mensagem ESM compreende uma retransmissão da solicitação de contexto de portador EPS e inclui o identificador de transação; e
    enviar (220), pelo terminal de acesso (102, 902) uma quarta mensagem ESM em resposta ao recebimento da terceira mensagem ESM, onde a quarta mensagem ESM aceita a solicitação de contexto de portador EPS com base em reconhecimento do identificador de transação mantido da primeira mensagem ESM.
  2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
    iniciar (214) um temporizador com base no recebimento da primeira mensagem ESM;
    manter (212) um registro do identificador de transação após enviar a segunda mensagem ESM; e
    eliminar o registro se o temporizador expirar ou parar.
  3. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
    iniciar um temporizador com base no recebimento da primeira mensagem ESM;
    determinar se a terceira mensagem ESM é recebida antes de o temporizador expirar ou parar; e
    controlar se a quarta mensagem ESM é enviada com base na determinação.
  4. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
    armazenar o identificador de transação em uma ila;
    determinar se o identificador de transação está na fila quando a terceira mensagem ESM é recebida; e
    controlar se a quarta mensagem ESM é enviada com base na determinação.
  5. Método, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
    determinar se o identificador de transação está associado a uma transação bem-sucedida; e
    controlar se o identificador de transação está armazenado na fila com base na determinação de se o identificador de transação está associado com uma transação bem-sucedida.
  6. Método, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que a fila compreende uma memória primeiro a entrar, primeiro a sair.
  7. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
    manter um identificador de transação atual pelo incremento do identificador de transação atual cada vez que uma nova transação é iniciada; e
    determinar se o identificador de transação incluído na terceira mensagem ESM está dentro de uma contagem definida do identificador de transação atual quando a terceira mensagem ESM é recebida; e
    controlar se a quarta mensagem ESM é enviada com base na determinação.
  8. Terminal de acesso (102, 902), caracterizado pelo fato de que compreende:
    meios para receber uma primeira mensagem de gerenciamento de sessão de sistema de pacote evoluído (EPS), ESM, onde a primeira mensagem ESM compreende uma solicitação de contexto de portador EPS e inclui um identificador de transação;
    meios para enviar uma segunda mensagem ESM em resposta ao recebimento da primeira mensagem ESM, onde a segunda mensagem ESM aceita a solicitação de contexto de portador e em que o terminal de acesso (102, 902) não libera imediatamente o identificador de transação em conjunto com aceitação da solicitação de contexto de portador EPS;
    meios para receber uma terceira mensagem ESM, onde a terceira mensagem ESM compreende uma retransmissão da solicitação de contexto de portador EPS e inclui o identificador de transação; e
    meios para enviar uma quarta mensagem ESM em resposta ao recebimento da terceira mensagem ESM, onde a quarta mensagem ESM aceita a solicitação de contexto de portador EPS com base em reconhecimento do identificador de transação mantido da primeira mensagem ESM.
  9. Terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que compreendendo adicionalmente:
    meios para iniciar um temporizador com base no recebimento da primeira mensagem ESM;
    meios para manter um registro do identificador de transação após enviar a segunda mensagem ESM; e
    meios para eliminar o registro se o temporizador expirar ou parar.
  10. Terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que compreendendo adicionalmente:
    meios para iniciar um temporizador com base no recebimento da primeira mensagem ESM;
    meios para determinar se a terceira mensagem ESM é recebida antes de o temporizador expirar ou parar; e
    meios para controlar se a quarta mensagem ESM é enviada com base na determinação.
  11. Terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
    meios para armazenar o identificador de transação em uma fila;
    meios para determinar se o identificador de transação está na fila quando a terceira mensagem ESM é recebida; e
    meios para controlar se a quarta mensagem ESM é enviada com base na determinação.
  12. Terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
    meios para determinar se o identificador de transação está associado com uma transação bem-sucedida; e
    meios para controlar se o identificador de transação está armazenado na fila com base na determinação de se o identificador de transação está associado com uma transação bem-sucedida.
  13. Terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que a fila compreende uma memória primeiro a entrar, primeiro a sair.
  14. Terminal de acesso, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
    meios para manter um identificador de transação atual pelo incremento do identificador de transação atual cada vez que uma nova transação é iniciada;
    meios para determinar se o identificador de transação incluído na terceira mensagem ESM está dentro de uma contagem definida do identificador de transação atual quando a terceira mensagem é recebida; e
    meios para controlar se a quarta mensagem ESM é enviada com base na determinação.
  15. Memória legível por computador caracterizada pelo fato de que contém gravado na mesma o método conforme definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 7.
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