BRPI1013461A2 - processos de toner - Google Patents

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Cuong Vong
Edward G Zwartz
Eric Rotberg
Gabriel Iftime
Jordan Wosnick
Karen A Moffat
Peter M Kazmaier
Richard P N Veregin
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Abstract

processos de toner. a presente invenção refere-se a toneres e processos para produção de referidos toneres. em concretizações, os toneres são invisíveis quando vistos sob luz natural, mas possuem um agente fluorescente que os tornam visíveis quando expostos à luz uv de um comprimento de onda especifico. em outras concretizações os toneres têm uma cor sob luz natural, e uma cor diferente quando expostos à luz uv.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSOS DE TONER".
PEDIDOS RELACIONADOS
Este pedido é uma continuação em parte do Pedido de Patente copendente dos Estados Unidos N- de Série 12/634.979, a descrição do qual é, desse modo, incorporada por referência em sua totalidade. ANTECEDENTES A presente descrição refere-se a toneres adequados para aparelhos e processos eletrofotográficos para produção de tais toneres.
Misturas de toner contendo resinas de poliéster cristalinas ou semicristalinas com uma resina amorfa foram recentemente mostradas proporcionarem fusão de derretimento ultra baixa muito desejável, que é importante para ambos impressão de alta velocidade e consumo de energia do fundidor mais baixo. Estes tipos de toneres contendo poliésteres cristalinos foram demonstrados adequados para ambos toneres de agregação de emulsão (EA), e em toneres a jato convencionais. Combinações de poliésteres amorfos e cristalinos podem proporcionar toneres com características de ponto de fusão relativamente baixas (às vezes referidas como baixa fusão, fusão ultrabaixa ou ULM), que permite energia mais eficiente e impressão mais rápida.
Tintas e corantes fluorescentes podem ser usados como uma característica de autenticação na indústria de segurança de documento. Documentos seguros, por exemplo, documentos que são difíceis de forjar, podem ser convencionalmente criados usando-se tintas que incluem agentes fluorescentes ou sozinhos ou em combinação com tintas e/ou pigmentos ordinários. Características impressas usando tintas são usualmente invisíveis sob luz visível, devido à natureza incolor das tintas de segurança ou devido ao mascaramento por outros corantes no documento. Sob iluminação correta, contudo, as características fluorescentes do documento são reveladas na forma de uma emissão de brilho pelos corantes fluorescentes no espectro visível. Por exemplo, certas notas de banco utilizam características visíveis, tais como emplastros holográficos, micro impressão e micro texturas para conceder fios fluorescentes adicionais e/ou emblemas multicoloridos embutidos na nota de banco, que são somente revelados sob frequências de luz específicas. Estas características proporcionam um nível aumentado de segurança contra fatores por produção do processo de cópia de tal documento mais difícil.
Embora tintas fluorescentes sejam disponíveis conforme descrito acima, o uso de toneres para impressão de características de segurança é um tanto limitado. Por exemplo, a Patente dos Estados Unidos Na 5.554.480, a descrição da qual é, desse modo, incorporada por referência em sua totalidade, descreve o uso de corantes fluorescentes orgânicos ordinários que são aplicados via métodos não-eletrofotogrãficos (impressão de flexo, jato de tinta, e similares). Além disso, toneres fluorescentes disponíveis parecem coloridos sob luz visível, que dificultam sua utilidade como abrangendo características de segurança. Métodos aperfeiçoados para produção de toneres que são adequados para uso na criação de documentos de segurança permanecem desejáveis.
SUMÁRIO A presente descrição proporciona processos para produção de toneres e os toneres desse modo produzidos. Em concretizações, um processo da presente descrição inclui formação de uma primeira composição de toner incluindo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; formação de pelo menos uma composição de toner adicional incluindo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; aplicação do primeiro toner e do pelo menos um toner adicional a um substrato; e exposição do primeiro toner e do pelo menos um toner adicional à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm, no qual exposição do primeiro toner e do pelo menos um toner adicional à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm faz com que o primeiro toner emita uma primeira cor e o pelo menos um toner adicional emita uma cor diferente da primeira cor.
Em concretizações, um processo da presente descrição inclui formação de uma primeira composição de toner incluindo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir uma cor vermelha sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; formação de uma segunda composição de toner incluindo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir uma cor verde sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; formação de uma terceira composição de toner incluindo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir uma cor azul sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; aplicação do primeiro toner, do segundo toner e do terceiro toner a um substrato; e exposição do primeiro toner, do segundo toner e do terceiro toner à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm, no qual a exposição do primeiro toner, do segundo toner e do terceiro toner à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm faz com que o primeiro toner emita uma cor vermelha, o segundo toner emita uma cor verde, e o terceiro toner emita uma cor azul.
Em concretizações, a quantidade do primeiro toner, do segundo toner, e do terceiro toner aplicados ao substrato pode ser ajustada para produzir uma cor desejada sob exposição à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm.
Em outras concretizações, um processo da presente descrição inclui formação de uma primeira composição de toner incluindo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir uma cor vermelha sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; formação de uma segunda composição de toner incluindo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir uma cor verde sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; formação de uma terceira composição de toner incluindo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir uma cor azul sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; aplicação do primeiro toner, do segundo toner e do terceiro toner a um substrato; e exposição do primeiro toner, do segundo toner e do terceiro toner à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm, no qual a exposição do primeiro toner, do segundo toner e do terceiro toner à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm faz com que o primeiro toner emita uma cor vermelha, o segundo toner emita uma cor verde, e o terceiro toner emita uma cor azul, e no qual o pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta é 4,4'-bis (estiril) difenil,2-(4-fenilstilben-4-il)-6-butilbenzoxazol, 2-(2-hidroxifenil) benzotiazol, beta-metil umbeliferona, 4,-metil-7-dimetilaminocumarina, 4-metil-7-aminocumarina, N-metil-4-metóxi-1,8-naftalimida, 9,10-bis (fenetinil) antraceno, 5,12-bis (fenetinil) naftaceno, 9,10-difenil antraceno e seus derivados, N-salicilideno-4-dimetilaminoanilina, 2-(2-hidroxifenil) benimidazol, 2-(2-hidroxifenil)benzoxazol, complexos de coordenação de lantanídeo, e combinações dos mesmos.
DESCRIÇÃO DOS DESENHOS Várias concretizações da presente descrição serão descritas aqui abaixo com referência à figura no qual: figura 1 é um gráfico mostrando características de carga de um toner da presente descrição em ambas zona-A e zona-C; e figura 2 é um gráfico mostrando características de carga de um toner de controle em ambas zona-A e zona-C.
DESCRIÇÃO DETALHADA A presente descrição proporciona composições de toner EA de fusão ultrabaixa e processos para produção dos mesmos toneres. Em concretizações, as imagens a partir dos toneres da presente descrição são invisíveis sob condições de luz de visão normal, mas são detectáveis sob luz ultravioleta (UV). Em concretizações, o mecanismo para detecção das imagens é a emissão de luz UV por, de outro modo, toner essencialmente invisível. A emissão de luz UV é causada, pelo menos em parte, pela presença de agentes fluorescentes adequados no toner da presente descrição.
Os toneres da presente descrição podem ser preparados de uma resina látex em combinação com um agente fluorescente e, opcionalmente, uma cera. Enquanto a resina látex pode ser preparada por qualquer método dentro da previsão daquele técnico no assunto, em concretizações a resina látex pode ser preparada por métodos instantâneos de solvente, bem como métodos de polimerização de emulsão, incluindo polimerização de emulsão semicontínua e o toner pode incluir toneres de agregação de emulsão. A agregação de emulsão envolve agregação de ambos látex de submícron e partículas de pigmento em partículas de tamanho de toner, onde o crescimento no tamanho de partícula é, por exemplo, em concretizações, de cerca de 0,1 mícron a cerca de 15 mícrons.
Os toneres da presente descrição podem ter muitos usos incluindo, em concretizações, impressão de segurança. Os toneres da presente descrição podem ser claros, e podem ser designados para se equiparar ao brilho do meio de substrato, por exemplo, papel, ao qual eles são aplicados. Os toneres da presente descrição são, desse modo, invisíveis a olho nu sob condições de luz normais, mas possuem materiais orgânicos e/ou inorgânicos que emitem luz UV, produzindo uma imagem sob exposição à luz UV.
Resinas Os toneres da presente descrição podem incluir qualquer resina látex adequada para uso na formação de um toner. Tais resinas, por sua vez, podem ser produzidas de qualquer monômero adequado. Monômeros adequados úteis na formação da resina incluem, mas não são limitados a, acrilonitrilas, dióis, diácidos, diaminas, diésteres, di-isocianoatos, combinações dos mesmos, e similares. Qualquer monômero empregado pode ser selecionado dependendo do polímero particular a ser utilizado.
Em concretizações, o polímero utilizado para formar a resina pode ser uma resina de poliéster. Resinas de poliéster adequadas incluem, por exemplo, sulfonadas, não-sulfonadas, cristalinas, amorfas, combinações das mesmas, e similares. As resinas de poliéster podem ser lineares, ramificadas, combinações das mesmas, e similares. As Resinas de poliéster podem incluir, em concretizações, aquelas resinas descritas nas Patentes dos Estados Unidos N— 6.593.049 e 6.756.176, as descrições de cada uma da qual sendo, desse modo, incorporada por referência em sua totalidade. Resinas adequadas podem também incluir uma mistura de uma resina de poliéster amorfa e uma resina de poliéster cristalina conforme descrito na Patente dos Estados Unidos N9 6.830.860, a descrição da qual é, desse modo, incorporada por referência em sua totalidade.
Em concretizações, a resina pode ser uma resina de poliéster formada pela reação de um diol com um diácido ou diéster na presença de um catalisador opcional. Para formação de um poliéster cristalino, dióis orgânicos adequados incluem dióis alifáticos tendo de cerca de 2 a cerca de 36 átomos de carbono, tais como 1,2-etanodiol, 1,3-propanodiol, 1,4-butanodiol, 1,5-pentanodiol, 1,6-hexanodiol, 1,7-heptanodiol, 1,8-octanodiol, 1,9-nonanodiol, 1,10-decanodiol, 1,12-dodecanodiol, etileno glicol, combinações dos mesmos, e similares. O diol alifático pode ser, por exemplo, selecionado em uma quantidade de cerca de 40 a cerca de 60 porcento em mol, em concretizações de cerca de 42 a cerca de 55 porcento em mol, em concretizações de cerca de 45 a cerca de 53 porcento em mol da resina.
Exemplos de diácidos orgânicos ou diésteres selecionados para a preparação das resinas cristalinas incluem ácido oxálico, ácido succínico, ácido glutárico, ácido adípico, ácido subérico, ácido azeláico, ácido fumárico, ácido maléico, ácido dodecanodioico, ácido sebácico, ácido ftálico, ácido isoftálico, ácido tereftálico, ácido naftaleno-2,6-dicarboxílico, ácido naftaleno-2,7-dicarboxílico, ácido ciclo-hexano dicarboxílico, ácido malônico e ácido mesacônico, um diéster ou anidrido dos mesmos, e combinações dos mesmos. O diácido orgânico pode ser selecionado em uma quantidade de, por exemplo, em concretizações, de cerca de 40 a cerca de 60 porcento em mol, em concretizações, de cerca de 42 a cerca de 55 porcento em mol, em concretizações, de cerca de 45 a cerca de 53 porcento em mol.
Exemplos de resinas cristalinas incluem poliésteres, poliamidas, poliimidas, poliolefinas, polietileno, polibutileno, poliisobutirato, copolímeros de etileno-propileno, copolímeros de etileno-vinil acetato, polipropileno, misturas dos mesmos, e similares. Resina cristalinas específicas podem ser poliéster baseado, tal como poli(etileno-adipato), poli(propileno-adipato), poli(butileno-adipato), poli(pentileno-adipato), poli(hexileno-adipato), poli(octileno-adipato), poli(etileno-succinato), poli(propileno-succinato), poli(butileno-succinato), poli(pentileno-succinato), poli(hexileno-succinato), poli(octileno-succinato), poli(etileno-sebacato), poli(propileno-sebacato), poli(butileno-sebacato), poli(pentileno-sebacato), poli(hexileno-sebacato), poli(octileno-sebacato), álcali copoli(5-sulfoisoftalil)-copoli(etileno-adipato), poli(decileno-sebacato), poli(decileno-decanoato), poli-(etileno-decanoato), poli-(etileno-dodecanoato), poli(nonileno-sebacato), poli (nonileno-decanoato), copoli(etileno-fumarato)-copoli(etileno-sebacato), copoli(etileno-fumarato)-copoli(etileno-decanoato), copoli(etileno-fumarato)-copoli(etileno-dodecanoato), e combinações dos mesmos. A resina cristalina pode estar presente, por exemplo, em uma quantidade de cerca de 5 a cerca de 50 porcento em peso dos componentes do toner, em concretizações, de cerca de 10 a cerca de 35 porcento em peso dos componentes do toner. A resina cristalina pode possuir vários pontos de fusão de, por exemplo, de cerca de 30°C a cerca de 120°C, em concretizações, de cerca de 50°C a cerca de 90°C. A resina cristalina pode ter um pelo molecular médio de número (Mn), conforme medido por cromatografia de permeação de gel (GPC) de, por exemplo, de cerca de 1.000 a cerca de 50.000, em concretizações, de cerca de 2.000 a cerca de 25.000, e um peso molecular médio de peso (Mw) de, por exemplo, de cerca de 2.000 a cerca de 100.000, em concretizações, de cerca de 3.000 a cerca de 80.000, conforme determinado por Cromatografia de Permeação de Gel usando-se padrões de poliestireno. A distribuição de peso molecular (Mw/Mn) da resina cristalina pode ser, por exemplo, de cerca de 2 a cerca de 6, em concretizações, de cerca de 3 a cerca de 4.
Exemplos de diácido ou diésteres selecionados para a preparação de poliésteres amorfos incluem ácidos dicarboxílicos ou diésteres tais como ácido tereftálico, ácido ftálico, ácido isoftálico, ácido fumárico, ácido maléico, ácido succínico, ácido itacônico, ácido succínico, anidrido succínico, ácido dodecilsuccínico, anidrido dodecilsuccínico, ácido giutárico, anidrido glutárico, ácido adípico, ácido pimélico, ácido subérico, ácido azeláico, dodecanodiácido, dimetil tereftalato, dietil tereftalato, dimetilisoftalato, dietilisoftalato, dimetilftalato, anidrido ftálico, dietilftalato, dimetilsuccinato, dimetilfumarato, dimetilmaleato, dimetilglutarato, dimetiladipato, dimetil dodecilsuccinato, e combinações dos mesmos. O diácido orgânico ou diéster pode estar presente, por exemplo, em uma quantidade de cerca de 40 a cerca de 60 porcento em mol da resina, em concretizações, de cerca de 42 a cerca de 55 porcento em mol da resina, em concretizações, de cerca de 45 a cerca de 53 porcento em mol da resina.
Exemplos de dióis utilizados na geração de poliéster amorfo incluem 1,2-propanodiol, 1,3-propanodiol, 1,2-butanodiol, 1,3-butanodiol, 1,4-butanodiol, pentanodiol, hexanodiol, 2,2-dimetilpropanodiol, 2,2,3-trimetilhexanodiol, heptanodiol, dodecanodiol, bis(hidroxietil)-bisfenol A, bis(2-hidroxipropil)-bisfenol A, 1,4-ciclo-hexanodimetanol, 1,3-ciclo-hexanodimetanol, xilenodimetanol, ciclo-hexanodiol, dietileno glicol, bis(2-hidroxietil) óxido, dipropileno glicol, dibutileno, e combinações dos mesmos. A quantidade de diol orgânico selecionada pode variar, e pode estar presente, por exemplo, em uma quantidade de cerca de 40 a cerca de 60 porcento em mol da resina, em concretizações, de cerca de 42 a cerca de 55 porcento em mol da resina, em concretizações, de cerca de 45 a cerca de 53 porcento em mol da resina.
Os catalisadores de policondensação que podem ser utilizados para ou os poliésteres cristalinos ou amorfos incluem titanatos de tetra-alquila, óxidos dialquilestanho tais como óxido dibutilestanho, tetra-alquilestanhos tais como dilaurato dibutilestanho, e hidróxidos óxido dialquilestanho, tais como óxido hidróxido de butilestanho, alcóxidos de alumínio, alquil zinco, dialquil zinco, óxido de zinco, óxido estanhoso, ou combinações dos mesmos. Tais catalisadores podem ser utilizados em quantidades de, por exemplo, de cerca de 0,01 porcento em mol a cerca de 5 porcento em mol baseado no diácido de partida ou diéster usado para gerar a resina de poliéster.
Em concretizações, resinas amorfas adequadas incluem poliésteres, poliamidas, poliimidas, poliolefinas, polietileno, polibutileno, poiiisobutirato, copolímeros de etileno-propileno, copolímeros de etileno-vinil acetato, polipropileno, combinações dos mesmos, e similares. Exemplos de resinas amorfas que podem ser utilizadas incluem resinas álcali sulfonadas de poliéster, resinas álcali sulfonadas ramificadas de poliéster, resinas álcali sulfonadas de poliimida, e resinas álcali sulfonadas ramificadas de poliimida. Resinas álcali sulfonadas de poliéster podem ser úteis em concretizações, tais como os saís de metal ou alcalinos de copoli(etileno-tereftalato)-copoli(etileno-5-sulfo-isoftalato), copoli(propileno-tereftalato)-copoli(propileno-5-sulfo-isoftalato), copoli(dietileno-tereftalato)-copoli(dietileno-5-sulfo~isoftalato), copoli(propileno-dietileno-tereftalato)-copoli(propileno-dietileno-5-sulfoisoftalato), copoli(propileno-butrleno-tereftalato)-copoli(propileno~butileno-5-sulfo-isoftalato), e copoli(propoxilado bisfenol-A-fumarato)-copoli(propoxilado bisfenol A-5-sulfo-isoftalato).
Em concretizações, uma resina de poliéster amorfa insaturada pode ser utilizada como uma resina látex. Exemplos de tais resinas incluem aquelas reveladas na Patente dos Estados Unidos, a descrição da qual é, desse modo, incorporada por referência em sua totalidade. Resinas de poliéster amorfas insaturadas exemplares incluem, mas não estão limitadas a, poli(propoxilado bisfenol cofumarato), poli(etoxilado bisfenol cofumarato), poli(butiloxilado bisfenol cofumarato), poli(copropoxilado bisfenol coetoxilado bisfenol cofumarato), po!i(1,2-propileno fumarato), poli(propoxilado bisfenol comaleato), poli(etoxilado bisfenol comaleato), poli(butiloxilado bisfenol comaleato), poli(copropoxilado bisfenol coetoxilado bisfenol comaleato), poli(1,2-propileno maleato), poli(propoxilado bisfenol coitaconato), poli(etoxilado bisfenol coitaconato), poli(butiloxilado bisfenol coitaconato), poli(copropoxilado bisfenol coetoxilado bisfenol coitaconato), pofi(1,2-propileno itaconato), e combinações dos mesmos. Em concretizações, a resina amorfa utilizada no núcleo pode ser linear.
Em concretizações, uma resina de poliéster amorfa adequada pode ser uma resina poli(propoxilado bisfenol A co-fumarato) tendo a seguinte fórmula (I): (0 no qual m pode ser de cerca de 5 a cerca de 1000. Exemplos de tais resinas e processos para sua produção incluem aquelas reveladas na Patente dos Estados Unidos Ne 6.063.827, a descrição da qual sendo, desse modo, aqui incorporada por referência em sua totalidade.
Um exemplo de uma resina linear propoxilatada bisfenol A fumarato que pode ser utilizada como a resina látex é disponível sob o nome comercial SPARII de Resana S/A Industries Químicas, São Paulo, Brasil. Outras resinas propoxilatadas bisfenol A fumarato que podem ser utilizadas e são comercialmente disponíveis incluem GTUF e FPESL-2 de Kao Corporation, Japão, e EM181635 de Reichhold, Research Triangle Park, North Carolina, e similares.
Em concretizações, uma resina amorfa adequada utilizada em um toner da presente descrição pode ter um peso molecular de cerca de 10.000 a cerca de 100.000, em concretizações, de cerca de 15.000 a cerca de 30.000.
Resinas cristalinas adequadas incluem aquelas reveladas na Publicação de Pedido de Patente dos Estados Unidos N- 2006/0222991, a descrição da qual sendo, desse modo, aqui incorporada por referência em sua totalidade. Em concretizações, uma resina cristalina adequada pode ser composta de etileno glicol e uma mistura de ácido dodecanodioico e ácido fumárico comonômeros com a seguinte fórmula: (II) no qual b é de cerca de 5 a cerca de 2000 e d é de cerca de 5 a cerca de 2000.
Em concretizações, uma resina cristalina adequada em um toner da presente descrição pode ter um peso molecular de cerca de 10.000 a cerca de 100.000, em concretizações, de cerca de 15.000 a cerca de 30.000.
Uma, duas ou mais resinas podem ser usadas na formação de um toner. Em concretizações onde duas ou mais resinas são usadas, as resinas podem estar em qualquer proporção adequada (por exemplo, proporção de peso) tais como, por exemplo, de cerca de 1% (resina cristalina)/99% (resina amorfa) a cerca de 99% (resina cristalina)/1 % (resina amorfa), em concretizações, de cerca de 10% (resina cristalina)/90% (resina amorfa) a cerca de 90% (resina cristalina)/10% (resina amorfa). Em algumas concretizações, a proporção de peso das resinas pode ser de cerca de 99% a cerca de 90%da resina amorfa, a de cerca de 1% a cerca de 10% da resina cristalina.
Em concretizações, um toner adequado da presente descrição pode incluir 2 resinas de poliéster amorfas e uma resina de poliéster cristalina. A proporção de peso das três resinas pode ser de cerca de 29% de uma primeira resina de alto peso molecular/69% de segunda resina amorfa de baixo peso molecular/2% de resina cristalina, a cerca de 60% de primeira resina amorfa de alto peso molecular/20% de segunda resina amorfa de baixo peso molecular/20% de resina cristalina.
Onde 2 resinas de poliéster amorfas são utilizadas, uma das resinas de poliéster amorfas pode ser de alto peso molecular, com a segunda resina de poliéster amorfa sendo de baixo peso molecular. Conforme aqui usado, uma resina amorfa de alto peso molecular pode ter, por exemplo, um peso molecular médio de peso (Mw) maior do que 55.000, por exemplo, de cerca de 55.000 a cerca de 150.000, em concretizações, de cerca de 50.000 a cerca de 100.000, em outras concretizações, de cerca de 63.000 a cerca de 94.000, em outras concretizações, de cerca de 68.000 a cerca de 85.000, conforme determinado por cromatografia de permeação de gel (GPC), usando-se padrão de poliestireno. As resinas de poliéster amorfas de alto peso molecular podem ter um valor ácido de cerca de 8 a cerca de 20 mg KOH/gramas, em concretizações, de cerca de 9 a cerca de 16 mg KOH/gramas, e em outras concretizações de cerca de 11 a cerca de 15 mg KOH/gramas. As resinas de poliéster amorfas de alto peso molecular, que são disponíveis de um número de fontes, podem possuir vários pontos de fusão de, por exemplo, de cerca de 30°C a cerca de 140°C, em concretizações, de cerca de 75°C a cerca de 130°C, em concretizações, de cerca de 100°C a cerca de 125°C, e, em outras concretizações, de cerca de 115°Ca cerca de 121°C.
Conforme aqui usado, uma resina de poliéster amorfa de baixo peso molecular tem, por exemplo, um peso molecular médio de peso (Mw) de 50.000 ou menos, por exemplo, de cerca de 2.000 a cerca de 50.000, em concretizações, de cerca de 3.000 a cerca de 40.000, em concretizações, de cerca de 10.000 a cerca de 30.000, e, em outras concretizações, de cerca de 18.000 a cerca de 21.000, conforme determinado por GPC usando-se padrões de poliestireno. As resinas de poliéster amorfas de baixo peso molecular podem ter um valor ácido de cerca de 8 a cerca de 20 mg KOH/gramas, em concretizações, de cerca de 9 a cerca de 16 mg KOH/gramas, em outras concretizações, de cerca de 10 a cerca de 14 mg KOH/gramas. As resinas amorfas de baixo peso molecular podem possuir várias temperaturas de transição do vidro (Tg) de, por exemplo, de cerca de 40°C a cerca de 80°C, em concretizações, de cerca de 50°C a cerca de 70°C, em outras concretizações, de cerca de 58°C a cerca de 62°C, conforme medido por calorimetria de escaneamento diferencial (DSC).
Conforme notado acima, em concretizações, a resina pode ser formada por métodos de agregação de emulsão. Utilizando-se tais métodos, a resina pode estar presente em uma emulsão de resina, que pode então ser combinada com outros componentes e aditivos para formar um toner da presente descrição.
Tensoativos Em concretizações, resinas, ceras, e outros aditivos utilizados para formar composições de toner podem ser em dispersões incluindo tensoativos. Além disso, partículas de toner podem ser formadas por métodos de agregação de emulsão onde a resina e outros componentes do toner são colocados em um ou mais tensoativos, uma emulsão é formada, partículas de toner são agregadas, coalescidas, opcionalmente lavadas e coraHac o ron inpnarlac ocCaUdo, tí IcLUpcldUao.
Um, dois ou mais tensoativos podem ser utilizados. Os tensoativos podem ser selecionados de tensoativos iônicos e tensoativos não-iônicos. Tensoativos aniônicos e tensoativos catiônicos são envolvidos pelo termo "tensoativos iônicos". Em concretizações, o tensoativo pode ser utilizado de modo que ele está presente em uma quantidade de cerca de 0,01% a cerca de 5% em peso da composição de toner, por exemplo, de cerca de 0,75% a cerca de 4% em peso da composição de toner, em concretizações, de cerca de 1 % a cerca de 3% em peso da composição de toner.
Exemplos de tensoativos não-iônicos que podem ser utilizados incluem, por exemplo, ácido poliacrílico, metalose, metil celulose, etii celulose, propil celulose, hidroxietil celulose, carboximetil celulose, polioxietileno cetil éter, polioxietileno lauril éter, polioxietileno octil éter, polioxietileno octilfenil éter, polioxietileno oleil éter, monolaurato de polioxietileno sorbitano, polioxietileno estearil éter, polioxietileno nonilfenil éter, dialquilfenoxipoli(etilenoóxi) etanol, disponíveis de Rhone-Poulenc como IGEPAL CA-210®, IGEPAL CA-520®, IGEPAL CA-720®, IGEPAL CO-890®, IGEPAL CO-720®, IGEPAL CO-290®, IGEPAL CA-210®, ANTAROX 890® e ANTAROX 897®. Outros exemplos de tensoativos não-iônicos adequados incluem um copolímero de bloco de óxido de polietileno e óxido de polipropileno, incluindo aqueles comercialmente disponíveis como SYNPERONIC PE/F, em concretizações, SYNPERONIC PE/F 108.
Tensoativos aniônicos que podem ser utilizados incluem sulfatos e sulfonatos, sódio dodecilsulfato (SDS), sódio dodecilbenzeno sulfonato, sódio dodecilnaftaleno sulfato, dialquil benzenoalquil sulfatos e sulfonatos, ácidos tais como ácido abítico disponível de Aldrich, NEOGEN R®, NEOGEN SC® obtidos de Daiichi Kogyo Seiyaku, combinações dos mesmos, e similares. Outros tensoativos aniônicos adequados incluem, em concretizações, DOWFAX® 2A1, um alquildifenilóxido disulfonato de The Dow Chemical Company, e/ou TAYCA POWER BN2060 de Tayca Corporation (Japan), que são sódio dodecil benzeno sulfonatos. Combinações dos mesmos tensoativos e qualquer dos tensoativos aniônicos precedentes podem ser utilizados nas concretizações.
Exemplos dos tensoativos catiônicos, que são usualmente positivamente carregados, incluem, por exemplo, cloreto de alquílbenzil dimetil amônia, cloreto dialquil benzenoalquil amônia, cloreto de lauril trimetil amônia, cloreto de alquilbenzil metil amônia, brometo de alquil benzil dimetil amônia, cloreto de benzalcônio, brometo de cetil piridínio, brometos de Ci2) C15, C17 trimetil amônia, sais de haleto de polioxietilalquilaminas quaternizadas, cloreto de dodecilbenzil trietil amônia, MIRAPOL® e ALKAQUAT®, disponíveis de Alkaril Chemical Company, SANIZOL® (benzalcônio cloreto), disponíveis de Kao Chemicals, e similares, e misturas dos mesmos.
Toner A resina das emulsões de resina descrita acima, em concretizações, uma resina de poliéster, pode ser utilizada para formar composições de toner. Tais composições de toner podem incluir corantes opcionais, ceras, e outros aditivos. Toneres podem ser formados utilizando qualquer método dentro da previsão daqueles técnicos no assunto incluindo, mas não limitados a, métodos de agregação de emulsão.
Agentes Fluorescentes De acordo com a presente descrição, os toneres produzidos aqui podem ser incolores, isto é, impressos feitos com o toner em adequados selecionados substratos de papel não são visíveis sob condições de visão normais, ou eles podem ser colorudos, isto é, impressões feitas com o toner são visíveus sob condições de visão normaais. Desse modo, em algumas concretizações, pelo uso de toneres fluorescentes ao invés de toneres coloridos, imagens fluorescentes de cor total que são visíveis sob luz UV, mas parecem claras sob luz normal, podem ser geradas. Alternativamente, pelo uso de toneres fluorescentes em adição a toneres coloridos utilizados para impressão de cor total, ou por combinação de pigmentos fluorescentes em um ou mais dos toneres de cor, as imagens de cor totais que revelam características fluorescentes adicionais e/ou cores fluorescentes diferentes sob luz UV podem ser criadas.
Desse modo, se incolores ou coloridos, estes toneres podem, em concretizações, tornarem-se visíveis ou terem uma imagem diferente tornada visível usando-se luz de um comprimento de onda adequado, em concretizações, luz ultravioleta (UV) de um comprimento de onda predeterminado. Esta visibilidade pode ser concedida ao toner pela adição de um agente fluorescente ou aditivo, referido aqui, em concretizações, como um emissor de luz e/ou um agente fluorescente, que pode ser um material que somente torna-se visível sob exposição à luz UV. Em concretizações, um agente fluorescente pode ser um componente de emissão ou um componente que fluoresce quando exposto à luz UV de um comprimento de onda de cerca de 10 nanômetros a cerca de 400 nanômetros, em concretizações, de cerca de 200 nanômetros a cerca de 395 nanômetros da região espectral de UV.
Em concretizações, agentes fluorescentes adequados incluem, por exemplo, 4,4'-bis(estiril)difenil,2-(4-fenilstilben-4-il)-6-butilbenzoxazol, 2-(2-hidroxifenil)benzotiazol, beta-metil umbeliferona, 4,-metil-7- dimetilaminocumarina, 4-metil-7-aminocumarina, N-metil-4-metóxi-1,8-naftalimida, 9,10-bis(fenetinil) antraceno, 5,12-bis(fenetinil)naftaceno, DAYGLO INVISIBLE AZUL® A-594-5, combinações dos mesmos, e similares. Outros agentes fluorescentes adequados incluem, por exemplo, 9,10-difenil antraceno e seus derivados, N-salicilideno-4-dimetilaminoanilina, 2-(2-hidroxifenil)benimidazol, 2-{2-hidroxifenil)benzoxazol, combinações dos mesmos, e similares.
Ainda, outros agentes fluorescentes adequados incluem adicionalmente complexos de coordenação de lantanídeo. Complexos de lantanídeo para uso como agentes fluorescentes invisíveis podem ser preparados de qualquer dos elementos de lantanídeo. Em concretizações, o agente fluorescente pode ser preparado de praseodímio, neodímio, samário, európio, gadolínio, térbio, disprósio, holmio, érbio, túlio e itérbio. Na prática, íons de lantanídeo não absorvem luz de excitação eficientemente. Combinando-se os íons de lantanídeo com um ligante, em concretizações, um ligante orgânico pode permitir que o complexo resultante absorva luz e transferira energia para os íons de lantanídeo. Os complexos de lantanídeo da presente descrição, desse modo, parecem incolores sob luz normal, mas suportam transferência de energia quando ligados aos íons de lantanídeo, conduzindo a fluorescência a um comprimento de onda amplamente separado daquele da luz absorvida. Vários tipos de ligantes orgânicos podem ser usados para formar complexos de lantanídeo adequados, tais como bis(pirazolil)pindina, tris(2,2,6,6,-tetrametil-3,5-heptanedionato) quelato, tris(2,2,6,6,- tetracis(trifluorometil)-3,5-heptanodionato) quelato, combinações dos mesmos, e similares. Exemplos de métodos adequados para formação de complexos de lantanídeo incluem aqueles revelados na Patente dos Estados Unidos N-5.435.937, a descrição da qual sendo, desse modo, incorporada por referência em sua totalidade.
Exemplos específicos de complexos de lantanídeo adequados incluem agentes fluorescentes de lantanídeo DFKY-C7 e DFSB C7, comercialmente disponíveis de Risk Reactor, Huntington Beach, CA.
Em concretizações, o agente fluorescente pode ser adicionado a uma resina conforme descrito acima, opcionalmente em uma dispersão incluindo um tensoativo descrito acima. O agente fluorescente pode ser adicionado à resina utilizada para formar uma composição de toner descrita acima utilizando qualquer método dentro da previsão do técnico no assunto incluindo, mas não limitado a, por exemplo, mistura, combinações dos mesmos, e similares. A combinação de agente fluorescente e resina pode então ser utilizada para formar um toner. O agente fluorescente pode estar presente em um toner da presente descrição em uma quantidade de cerca de 0,1% em peso do toner a cerca de 20% em peso do toner, em concretizações, de cerca de 2% em peso do toner a cerca de 6% em peso do toner. A fluorescência de um toner possuindo um agente fluorescente de acordo com a presente descrição pode, desse modo, ser sintonizada de modo que ele aparece sob exposição à luz UV a um comprimento de onda de cerca de 400 nm a cerca de 800 nm, em concretizações, de cerca de 450 nm a cerca de 750 nm, pelo uso de agentes fluorescentes diferentes. Níveis de segurança opcionais podem ser designados baseados na seleção e uso de agentes fluorescentes diferentes e sua emissõ de luz em comprimentos de onda diferentes.
Corantes Conforme notado acima, em concretizações, toneres fluorescentes da presente descrição podem ser utilizados em adição a toneres coloridos utilizados para impressão de cor total, ou pigmentos fluorescentes podem ser combinados em um ou mais dos toneres coloridos, para produzir imagens de cor totais que revelam características fluorescentes adicionais e/ou imagens de cor fluorescentes diferentes sob luz UV. Por exemplo, um toner fluorescente da presente descrição pode incluir outros pigmentos, de modo que o toner tem uma cor sob iluminação normal e uma cor diferente sob exposição à luz UV.
Onde toneres coloridos são utilizados, o corante pode estar em uma dispersão. A dispersão de corante pode incluir, por exemplo, partículas de corante de submícron tendo um tamanho de, por exemplo, de cerca de 50 a cerca de 500 nanômetros em diâmetro médio de volume e, em concretizações, de cerca de 100 a cerca de 400 nanômetros em diâmetro médio de volume. As partículas de corante podem ser suspensas em uma fase de água aquosa contendo um tensoativo aniônico, um tensoativo não iônico, ou combinações dos mesmos. Tensoativos adequados incluem qualquer daqueles tensoativos descritos acima. Em concretizações, o tensoativo pode ser iônico e pode estar presente em uma dispersão em uma quantidade de cerca de 0,1 a cerca de 25 porcento em peso do corante, e em concretizações, de cerca de 1 a cerca de 15 porcento em peso do corante.
Corantes úteis na formação de toneres de acordo com a presente descrição incluem pigmentos, corantes, misturas de pigmentos e corantes, misturas de pigmentos, misturas de corantes, e similares. O λαγόnto ππΗρι cor nnr ΑΥΟίππΙπ ποπγλ Hd rarhAnn pionn amciroln mísnontci UUIdlILu pUUtí otíl , pui uAullipiU, lltíyiu Ut? Udl UUIIU, UalIU, dlflaluIU, IMdycIlld, vermelho, laranja, marrom, verde, azul, violeta, ou misturas dos mesmos.
Em concretizações no qual o corante é um pigmento, o pigmento pode ser, por exemplo, negro de carbono, ftalocianoinas, quinacridonas ou RHODAMINE B® tipo, vermelho, verde, laranja, marrom, violeta, amarelo, corantes fluorescentes, e similares.
Corantes exemplares incluem negro de carbono similar a REGAL 330® magnetitas; Mobay magnetitas incluindo MO8029®, M08060®; Columbian magnetitas; MAPICO PRETOS® e magnetitas de superfície tratada; Pfizer magnetitas incluindo CB4799®, CB5300®, CB5600®, MCX6369®; Bayer magnetitas incluindo, BAYFERROX 8600®, 8610®; Northern Pigments magnetitas incluindo, NP-604®, NP-608®; Magnox magnetitas incluindo TMB-100®, ou TMB-104®, HELIOGEN AZUL L6900®, D6840®, D7080®, D7020®, PYLAM OIL BLUE®, PYLAM OIL YELLOW®, PIGMENT BLUE 1® disponíveis de Paul Uhlich e Company, Inc.; PIGMENT VIOLET 1®, PIGMENT RED 48®, LEMON CHROME YELLOW DCC 1026®, E.D. TOLUIDINE RED® e BON RED C® disponíveis de Dominion Color Corporation, Ltd., Toronto, Ontario; NOVAPERM YELLOW FGL®, HOSTAPERM PINK E® de Hoechst; e CINQUASIA MAGENTA® disponível de E.l. DuPontde Nemours e Company. Outros corantes incluem 2,9-dimetil- substituída quinacridona e corante de antraquinona identificado no Color Index como Cl 60710, Cl Dispersed Red 15, corante diazo identificado no Color Index como Cl 26050, Cl Solvent Red 19, cobre tetra(octadecil sulfonamido) ftalocianoina, x-cobre ftalocianoina pigmento listado no Color Index como Cl 74160, Cl Pigment Blue, Anthrathrene Blue identificado no Color Index como Cl 69810, Special Blue X-2137, diarilide amarelo 3,3-diclorobenzideno acetoacetanilidas, um monoazo pigmento identificado no Color Index como Cl 12700, Cl Solvent Yellow 16, uma nitrofenil amina sulfonamida identificada no Color Index como Foron Yellow SE/GLN, Cl Dispersed Yellow 33, 2,5-dimetóxi-4-sulfonanilida fenilazo-4'-cloro-2,5-dimetóxi acetoacetanilida, Yellow 180 e Permanent Yellow FGL. Corantes solúveis orgânicos tendo uma alta pureza para a proposta de escala de cor que pode ser utilizada inclui Neopen Yellow 075, Neopen Yellow 159, Neopen Orange 252, Neopen Red 336, Neopen Red 335, Neopen Red 366, Neopen Blue 808, Neopen Black X53, Neopen Black X55, no qual os corantes são selecionados em várias quantidades adequadas, por exemplo, de cerca de 0,5 a cerca de 20 porcento em peso do toner, em concretizações, de cerca de 5 a cerca de 18 porcento em peso do toner.
Em concretizações, exemplos de corante incluem Pigment Blue 15:3 tendo um Color Index Constitution Number de 74160, Magenta Pigment Red 81:3 tendo um Color Index Constitution Number de 45160:3, Yellow 17 tendo um Color Index Constitution Number de 21105, e corantes congecidos rais como corantes de alimento, corantes amarelo, azul, verde, vermelho, magenta, e similares.
Em outras concretizações, um pigmento magenta, Pigmento Red 122 (2,9-dimetilquinacridona), Pigmento Red 185, Pigmento Red 192, Pigmento Red 202, Pigmento Red 206, Pigmento Red 235, Pigmento Red 269, combinações dos mesmos, e similares, podem ser utilizados como o corante.
Cera Opcionalmente, uma cera pode também ser combinada com a resina e agente fluorescente na formação de partículas de toner. Quando incluída, a cera pode estar presente em uma quantidade de, por exemplo, de cerca de 1 porcento em peso a cerca de 25 porcento em peso das partículas de toner, em concretizações, de cerca de 5 porcento em peso a cerca de 20 porcento em peso das partículas de toner.
Ceras que podem ser selecionadas incluem ceras tendo, por exemplo, um peso molecular médio de peso de cerca de 500 a cerca de 20.000, em concretizações, de cerca de 1.000 a cerca de 10.000. Ceras que podem ser usadas incluem, por exemplo, ceras de poliolefinas tais como ceras de polietileno, polipropileno, e polibuteno tais como comercialmente disponíveis de Allied Chemical e Petrolite Corporation, por exemplo, ceras POLIWAX® de polietileno de Baker Petrolite, emulsões de cera disponíveis de Michaelman, Inc. e o Daniels Products Company, EPOLENE N-15® comercialmente disponíveis de Eastman Chemical Products, Inc., e VISCOL 550-P™, um propileno de baixo peso molecular médio de peso disponível de Sanyo Kasei K. K.; ceras à base de plantas, tais como cera de carnaúba, cera de arroz, cera de candelilla, cera de sumacs, e óleo de jojoba; ceras à base de animal, tais como ceras de abelha; ceras à Bse de mineral e ceras à base de petróleo, tais como cera montan, ozokerite, ceresin, cera de parafina, cera microcristalina, e cera de Fischer-Tropsch; ceras de éster obtidas de ácido graxo mais alto e álcool mais alto, tais como estearato de estearila e behenato de behenila; ceras de éster obtidas de ácido graxo mais alto e álcool inferior monovalente ou multivalente, tais como estearato de butila, oleato de propila, glicerídeo de monoestearato, glicerídeo de distearato, e tetrabehenato de pentaeritritol; ceras de éster obtidas de ácido graxo mais alto e multímeros de álcool multivalentes, tais como monoestearato dietilenoglicol, distearato dipropilenoglicol, distearato diglicerila, e tetraestearato de triglicerila; ceras de sorbitano ácido graxo mais alto éster, tais como monoestearato de sorbitano, e ceras de colesterol ácido graxo mais alto éster, tal como estearato de colesterila. Exemplos de ceras funcionalizadas que podem ser usadas incluem, por exemplo, aminas, amidas, por exemplo, AQUA SUPERSLIP 6550®, SUPERSLIP 6530® disponíveis de Micro Powder Inc., ceras fluorinatadas, por exemplo, POLIFLUO 190®, POLIFLUO 200®, POLISILK 19®, POLISILK 14® disponíveis de Micro Powder Inc., ceras de amida misturadas fluorinatadas, por exemplo, MICROSPERSION 19® também disponíveis de Micro Powder Inc., imidas, ésteres, aminas quaternárias, ácidos carboxílicos ou emulsão de polímero de acrílico, por exemplo, JONCRYL 74®, 89®, 130®, 537®, e 538®, todos disponíveis de SC Johnson Wax, e polipropilenos clorinatados e polietilenos disponíveis de Allied Chemical e Petrolite Corporation e SC Johnson wax. Misturas e combinações das ceras precedentes podem também serem usadas em concretizações. Ceras podem ser incluídas como, por exemplo, agentes de liberação de rolo do fundidor.
Preparação de Toner As partículas de toner podem ser preparadas por qualquer método dentro da previsão de um técnico no assunto. Embora concretizações relacionadas à produção de partícula de toner sejam descritas abaixo com relação a processos de agregação de emulsão, qualquer método adequado de preparação de partículas de toner pode ser usado, incluindo processos químicos, tais como processos de suspensão e encapsulamento revelados nas Patentes dos Estados Unidos N3® 5.290.654 e 5.302.486, as descrições das quais sendo, desse modo, incorporadas por referência em sua totalidade. Em concretizações, composições de toner e partículas de toner podem ser preparadas por processos de agregação e coalescência em que partículas de resina de tamanho pequeno são agregadas ao tamanho de partícula de toner apropriado e em seguida coalescidas para alcançar a morfologia e forma de partícula de toner final.
Em concretizações, composições de toner podem ser preparadas por processos de emulsão-agregação, tal como um processo que inclui agregação de uma mistura de uma cera opcional e quaisquer outros aditivos desejados ou requeridos, e emulsões incluindo as resinas descritas acima, opcionalmente em tensoativos conforme descritos acima, e em seguida coalescendo a mistura de agregado. Uma mistura pode ser preparada pela adição de uma cera opcional ou outros materiais, que podem também estar opcionalmente em uma dispersão incluindo um tensoativo, à emulsão, que pode ser uma mistura de duas ou mais emulsões contendo a resina. O pH da mistura resultante pode ser ajustado por um ácido tal como, por exemplo, ácido acético, ácido nítrico ou similares. Em concretizações, o pH da mistura pode ser ajustado a de cerca de 2 a cerca de 4,5. Adicionalmente, em concretizações, a mistura pode ser homogeneizada. Se a mistura é homogeneizada, a homogeneização pode ser acompanhada pela mistura a cerca de 600 a cerca de 4.000 revoluções por minuto. A homogeneização pode ser acompanhada por qualquer meio adequado, incluindo, por exemplo, um homogeneizador de sonda IKA ULTRA TURRAX T50.
Seguindo a preparação da mistura acima, um agente de agregação pode ser adicionado à mistura. Qualquer agente de agregação adequado pode ser utilizado para formar um toner. Agentes de agregação adequados incluem, por exemplo, soluções aquosas de um cátion divalente ou um material de cátion multivalente. O agente de agregação pode ser, por exemplo, haletos de polialumínio tal como polialumínio cloreto (PAC), ou o brometo, fluoreto, ou iodeto correspondentes, polialumínio silicatos tal como sulfossilicato de polialumínio (PASS), e sais de metal solúveis em água incluindo cloreto de alumínio, nitreto de alumínio, sulfato de alumínio, potássio alumínio sulfato, acetato de cálcio, cloreto de cálcio, nitreto de cálcio, oxilato de cálcio, sulfato de cálcio, acetato de magnésio, nitrato de magnésio, sulfato de magnésio, acetato de zinco, nitrato de zinco, sulfato de zinco, cloreto de zinco, brometo de zinco, brometo de magnésio, cloreto de cobre, sulfato de cobre, e combinações dos mesmos. Em concretizações, o agente de agregação pode ser adicionado à mistura a uma temperatura que está abaixo da temperatura de transição do vidro (Tg) da resina. O agente de agregação pode ser adicionado à mistura utilizada para formar um toner em uma quantidade de, por exemplo, de cerca de 0,1% a cerca de 8% em peso, em concretizações, de cerca de 0,2% a cerca de 5% em peso, em outras concretizações, de cerca de 0,5% a cerca de 5% em peso, da resina na mistura. Isto proporciona uma quantidade suficiente de agente para agregação.
De modo a controlar agregação e coalescência das partículas, em concretizações, o agente de agregação pode ser medido na mistura com o tempo. Por exemplo, o agente pode ser medido na mistura sobre um período de cerca de 5 a cerca de 240 minutos, em concretizações, de cerca de 30 a cerca de 200 minutos. A adição do agente pode também ser feita enquanto a mistura é mantida sob condições agitadas, em concretizações de cerca de 50 rpm a cerca de 1.000 rpm, em outras concretizações, de cerca de 100 rpm a cerca de 500 rpm, e a uma temperatura que está abaixo da temperatura de transição do vidro da resina conforme discutido acima, em concretizações, de cerca de 30°C a cerca de 90°C, em concretizações, de cerca de 35°C a cerca de 70°C.
As partículas podem ser permitidas agregarem até que um tamanho de partícula desejado predeterminado seja obtido. Um tamanho desejado predeterminado se refere ao tamanho de partícula desejado a ser ΛΛΓίτΛΓίνΐΛ rioto γϊϋιιιι'Ι/ιλ ο η o rí o +r\ γτγύτι ό r*õ/““v λ λ ΨοιύϊοπΚλ rí r\ •'•vr» r4 rv I«—» ODuuo conTorme aeierminaoo ames ua Tormaçao, e o larnanno ae pamcuia sendo monitorado durante o processo até que tal tamanho de partícula ê alcançado. As amostras podem ser tomadas durante o processo de crescimento e analisadas, por exemplo, com um Coulter Counter, para tamanho de partícula médio. A agregação desse modo pode proceder pela manutenção da temperatura elevada, ou elevando vagarosamente a temperatura para, por exemplo, de cerca de 40°C a cerca de 100°C, e mantendo a mistura nesta temperatura por um tempo de cerca de 0,5 horas a cerca de 6 horas, em concretizações, de cerca de hora 1 a cerca de 5 horas, enquanto mantendo agitação, para proporcionar as partículas agregadas. Uma vez que o tamanho de partícula desejado predeterminado é alcançado, então o processo de crescimento é cessado. Em concretizações, o tamanho de partícula desejado predeterminado está dentro das faixas de tamanho de partícula de toner acima mencionadas. O crescimento e moldagem das partículas seguindo adição do agente de agregação podem ser acompanhados sob quaisquer condições adequadas. Por exemplo, o crescimento e moldagem podem ser conduzidos sob condições em que agregação ocorre separada da coalescência. Para agregação separada e estágios de coalescência, o processo de agregação pode ser conduzido sob condições de cisalhamento as uma temperatura elevada, por exemplo, de cerca de 40°C a cerca de 90°C, em concretizações, de cerca de 45°C a cerca de 80°C, eu pode ser abaixo da temperatura de transição do vidro da resina conforme discutido cima.
Resina de invólucro Em concretizações, um invólucro opcional pode ser aplicado às partículas agregadas formadas de toner. Qualquer resina descrita acima como adequada para a resina de núcleo pode ser utilizada como a resina de invólucro. A resina de invólucro pode ser aplicada às partículas agregadas por qualquer método dentro da previsão do técnico no assunto. Em concretizações, a resina de invólucro pode ser em uma emulsão incluindo qualquer tensoativo descrito acima. As partículas agregadas descritas acima podem ser combinadas com referida emulsão de modo que a resina forma um invólucro sobre os agregados formados. Em concretizações, um poliéster amorfo pode ser utilizado para formar um invólucro sobre os agregados para formar partículas de toner tendo uma configuração de núcleo-invólicro.
Uma vez que o tamanho final desejado das partículas de toner é alcançado, o pH da mistura pode ser ajustado com uma base a um valor de cerca de 6 a cerca de 10, e, em concretizações, de cerca de 6,2 a cerca de 7. O ajuste do pH pode ser utilizado para congelar, isto é, cessar, crescimento do toner. A base utilizada para cessar o crescimento do toner pode incluir qualquer base adequada tal como, por exemplo, hidróxidos de metal alcalino tais como, por exemplo, hidróxido de sódio, hidróxido de potássio, hidróxido de amônia, combinações das mesmas, e similares. Em concretizações, etileno diamina ácido tetraacético (EDTA) pode ser adicionado para ajudar a ajustar o pH aos valores desejados notados acima. A base pode ser adicionada em quantidades de cerca de 2 a cerca de 25 porcento em peso da mistura, em concretizações, de cerca de 4 a cerca de 10 porcento em peso da mistura.
Coalescência Seguindo agregação ao tamanho de partícula desejado, com a formação de um invólucro opcional conforme descrito acima, as partículas podem então serem coalescidas à forma final desejada, a coalescência sendo alcançada por, por exemplo, aquecimento da mistura a uma temperatura de cerca de 55°C a cerca de 100°C, em concretizações, de cerca de 65°C a cerca de 75°C, em concretizações, cerca de 70°C, que pode ser abaixo do ponto de fusão da resina cristalina para prevenir plastificação. Temperaturas mais altas ou mais baixas podem ser usadas, sendo compreendido que a temperatura é uma função das resinas usadas para o ligante. A coalescêncua pode proceder e ser acompanhada sobre um período de cerca de 0,1 a cerca de 9 horas, em concretizações, de cerca de 0,5 a cerca de 4 horas.
Após coalescência, a mistura pode ser resfriada à temperatura ambiente, tal como de cerca de 20°C a cerca de 25°C. O resfriamento pode ser rápido ou lento, conforme desejado. Um método de resfriamento adequado pode incluir introdução de água fria a uma jaqueta ao redor do reator. Após resfriamento, as partículas de toner podem ser opcionalmente lavadas com água, e então secadas. A secagem pode ser acompanhada por qualquer método adequado para secagem incluindo, por exemplo, congelamento-secagem.
Aditivos Em concretizações, as partículas de toner podem também conter outros aditivos opcionais, conforme desejado ou requerido. Por exemplo, o toner pode incluir agentes de controle de carga positiva ou negativa, por exemplo, em uma quantidade de cerca de 0,1 a cerca de 10 porcento em peso do toner, em concretizações, de cerca de 1 a cerca de 3 porcento em peso do toner. Exemplos de agentes de controle de carga adequados incluem compostos de amônia quaternária inclusive de alquil piridínio haletos; bissulfatos; compostos de alquil piridínio, incluindo aqueles revelados na Patente dos Estados Unidos N- 4.298.672, a descrição do qual sendo, desse modo, incorporada por referência em sua totalidade; sulfato orgânico e composições de sulfonato, incluindo aqueles revelados na Patente dos Estados Unidos N- 4.338.390, a descrição do qual sendo, desse modo, incorporada por referência em sua totalidade; tetrafluoroboratos de cetil piridínio; metil sulfato distearil dimetil amônia; sais de alumínio tais como BONTRON E84® ou E88® (Hodogaya Chemical); combinações dos mesmos, e similares. Tais agentes de controle de carga podem ser aplicados simultaneamente com a resina de invólucro descrita acima ou após aplicação da resina de invólucro.
Eles podem também serem misturados com as partículas de toner, partículas de aditivo externas incluindo aditivos de auxílio de fluxo, cujos aditivos podem estar presentes na superfície das partículas de toner. Exemplos dos mesmos aditivos incluem óxidos de metal tais como óxido de titânio, óxido de silício, óxido de estanho, misturas dos mesmos, e similares; sílicas coloidais e amorfas, tais como AEROS1L®, sais de metal e sais de metal de ácidos graxos inclusive de estearato de zinco, óxidos de alumínio, óxidos de cérío, e misturas dos mesmos. Cada um dos mesmos aditivos externos podem estar presentes em uma quantidade de cerca de 0,1 porcento em peso a cerca de 5 porcento em peso do toner, em concretizações, de cerca de 0,25 porcento em peso a cerca de 3 porcento em peso do toner. Aditivos adequados incluem aqueles revelados nas Patentes dos Estados Unidos N— 3.590.000, 3.800.588, e 6.214,507, as descrições das quais sendo, desse modo, incorporadas por referência em sua totalidade. Novamente, estes aditivos podem ser aplicados simultaneamente com uma resina de invólucro descrita acima ou após aplicação da resina de invólucro.
Em concretizações, os toneres da presente descrição podem ser utilizados como toneres de fusão ultrabaixa (ULM). Em concretizações, as partículas de toner secas, exclusivas de aditivos de superfície externas, podem ter as seguintes características: (1) Diâmetro médio de volume (também referido como "diâmetro de partícula médio de volume") de cerca de 3 a cerca de 20 pm, em concretizações, de cerca de 4 a cerca de 15 pm, em outras concretizações, de cerca de 5 a cerca de 9 pm. (2) Desvio Padrão Geométrico Médio de Número (GSDn) e/ou Desvio Padrão Geométrico Médio de Volume (GSDv) de cerca de 1,05 a cerca de 1,55, em concretizações, de cerca de 1,1 a cerca de 1.4. (3) Circularidade de cerca de 0,9 a cerca de 1 (medida com, por exemplo, um analisador Sysmex FPIA 2100), em concretizações, de cerca de 0,95 a cerca de 0,985, em outras concretizações, de cerca de 0,96 a cerca de 0,98. (4) Temperatura de transição do vidro de cerca de 40°C a cerca de 65°C, em concretizações, de cerca de 55°C a cerca de 62°C.
As características das partículas de toner podem ser determinadas por qualquer técnica e aparelho. Diâmetro de partícula médio de volume D50v, GSDv, e GSDn podem ser medidos por meio de um instrumento de medição tal como um Beckman Coulter Multisizer 3, operado de acordo com as instruções do fabricante. Amostragem representativa pode ocorrer conforme segue: um pequena quantidade de amostra de toner, cerca de 1 grama, pode ser obtida e filtrada através de uma peneira de 25 micrômetro, então posta em solução isotônica para obter uma concentração de cerca de 10%, com a amostra então operada em um Beckman Coulter Multisizer 3. Toneres produzidos de acordo com a presente descrição podem possuir excelente características de carregamento quando expostos a condições de umidade relativa extrema (RH). A zona de baixa umidade (zona C) pode ser cerca de 10°C/15% de RH, enquanto a zona de alta umidade (zona A) pode ser cerca de 28°C/85% de RH. Os toneres da presente descrição podem também possuírem uma carga de toner de origem por proporção de massa (Q/m) de cerca de -3 pC/grama a cerca de -90 pC/grama, em concretizações, de cerca de -10 pC/grama a cerca de -80 pC/grama, e um carregamento de toner final após mistura de aditivo de superfície de -10 pC/grama a cerca de -70 pC/grama, em concretizações, de cerca de -15 pC/grama a cerca de -60 pC/grama.
Em alguns casos um reticulador iônico pode ser adicionado às composições de toner para ajustar adicionalmente o brilho desejado das composições de toner. Tais reticuladores iônicos incluem, por exemplo, reticuladores Al3+, incluindo sulfato de alumínio (A^SO^), polialumínio cloreto, polialumínio sulfosilicato, e combinações dos mesmos. O grau de reticulação iônica pode ser influenciado pela quantidade de íon de metal retido, tal como Al3+, na partícula. A quantidade de íon de metal retido pode ser adicionalmente ajustada pela adição de EDTA na formulação conforme descrito acima. Em concretizações, a quantidade de reticulador retida, por exemplo, Al3+, nas partículas de toner da presente descrição pode ser de cerca de 50 partes per milhão (ppm) a cerca de 1000 ppm, em outras concretizações, de cerca de 500 ppm a cerca de 800 ppm.
Os toneres resultantes podem ser, em concretizações, um toner claro tendo um nível de brilho baixo e harmonioso, que contém materiais de emissão de luz na faixa de ÜV. Utilizando os materiais e métodos da presente descrição, pode-se, desse modo, prodzir impressões invisíveis por equiparação do nível de brilho do toner com o substrato ao qual o toner é para ser aplicado. Desse modo, por exemplo, o nível de brilho de um toner da presente descrição pode ser ajustado parea equiparar ao brilho no papel, tendo um brilho conforme medido por Gardner Gloss Units (ggu) de cerca de 5 ggu a cerca de 90 ggu, em concretizações, de cerca de 15 ggu a cerca de 80 ggu.
Desse modo, em concretizações, uma imagem eletrofotográfica produzida com um toner da presente descrição pode ser invisível e não ter substancialmente nenhum brilho diferencial entre o toner e o papel ao qual ele é aplicado quando exposto à luz visível, mas o toner torna-se visível quando exposto à luz UV conforme descrito acima. Em concretizações, imagens produzidas com toneres da presente descrição tornam-se visíveis quando expostas à luz a comprimentos de onda de cerca de 200 nm a cerca de 400 nm, em concretizações, de cerca de 250 nm a cerca de 375 nm. Conforme aqui usado, "brilho não diferencial" pode significar que a diferença nas unidades de brilho entre o papel e o toner pode ser menor do que cerca de 15 ggu, em concretizações, menor do que cerca de 10 ggu, em outras concretizações, menor do que cerca de 5ggu.
Uma vantagem de toneres da presente descrição, que podem ser usados para preparar marcas d’água invisíveis, que diferem do uso de impressoras de jato de tinta, incluem o desenho simplificado da máquina eletrofotográfica e a capacidade de aplicar os toneres da presente descrição com tal máquina eletrofotográficas.
Desenvolvedores As partículas de toner assim formadas podem ser formuladas em uma composição desenvolvedora. As partículas de toner podem ser misturadas com partículas veículo para alcançar uma composição desenvolvedora de dois componentes. A concentração de toner no desenvolvedor pode ser de cerca de 1 % a cerca de 25% em peso do peso total do desenvolvedor, em concretizações de cerca de 2% a cerca de 15% em peso do peso total do desenvolvedor Veículos Exemplos de partículas veículo que podem ser utilizadas para mistura com o toner incluem aquelas partículas que são capazes de triboeletricamente obterem uma carga de polaridade oposta àquela das partículas de toner. Exemplos ilustrativos de partículas veículo adequadas incluem zircônio granular, silício granular, vidro, aço, níquel, ferritas, ferritas de ferro, dióxido de silício, e similares. Outros veículoes incluem aqueles revelados nas Patentes dos Estados Unidos N— 3.847.604, 4.937.166 e 4.935.326.
As partículas veículo selecionadas podem ser usadas com ou sem um revestimento. Em concretizações, as partículas veículo podem incluir um núcleo com um revestimento que pode ser formado de uma mistura de polímeros que não estão em proximidade na série triboelétrica. O revestimento pode incluir fluoropolímeros, tais como resinas de polivinilideno fluoreto, terpolímeros de estireno, metil metacrilato, e/ou silanos, tais como trietoxi silano, tetrafluoroetilenos, outros revestimentos conhecidos e similares. Por exemplo, revestimentos contendo polivinilidenofluoreto, disponíveis, por exemplo, como KYNAR 301F®, e/ou polimetilmetacrilato, por exemplo, tendo um peso molecular médio de peso de cerca de 300.000 a cerca de 350.000, tais como comerciaimente disponíveis de Soken, podem ser usados. Em concretizações, polivinilidenofluoreto e polimetilmetacrilato (PMMA) podem ser misturados em proporções de cerca de 30 a cerca de 70%em peso a cerca de 70 a cerca de 30% em peso, em concretizações de cerca de 40 a cerca de 60% em peso a cerca de 60 a cerca de 40% em peso. O revestimento pode ter um peso de revestimento de, por exemplo, de cerca de 0,1 a cerca de 5% em peso do veículo, em concretizações de cerca de 0,5 a cerca de 2% em peso do veículo.
Em concretizações, PMMA pode opcionalmente ser copolimerizado com qualquer comonômero desejado, considerando-se que o copolímero resultante retém um tamanho de partícula adequado. Os comonômeros adequados podem incluir monoalquil, ou dialquil aminas, tais como um metacrilato dimetilaminoetila, metacrilato dietilaminoetila, metacrilato di-isopropilaminoetila, ou metacrilato de t-butilaminoetila, e similares. As partículas veículo podem ser preparadas por mistura do núcleo do veículo com polímero em uma quantidade de cerca de 0,05 a cerca de 10 porcento em peso, em concretizações, de cerca de 0,01 por cento a cerca de 3 porcento em peso, baseado no peso das partículas veículo revestidas, até que aderência das mesmas ao núcleo do veículo por impacto mecânico e/ou atração eletrostática. Vários meios efetivos podem ser usados para aplicar o polímero à superfície das partículas de núcleo de veículo, por exemplo, mistura de rolo de cascata, queda, moagem, oscilação, pulverização de névoa de energia eletrostática, leito fluidizado, processamento de disco eletrostático, cortina eletrostática, combinações dos mesmos, e similares. A mistura de partículas de núcleo veículoas e polímero pode então ser aquecida para capacitar o polímero a derreter e fundir às partículas de núcleo veículoas. As partículas veículo revestidas podem então serem resfriadas e em seguida classificadas a um tamanho de partícula desejado.
Em concretizações, veículos adequados podem incluir um núcleo de aço, por exemplo, de cerca de 25 a cerca de 100 pm em tamanho, em concretizações, de cerca de 50 a cerca de 75 pm em tamanho, revestidos com cerca de 0,5% a cerca de 10% em peso, em concretizações, de cerca de 0,7% a cerca de 5% em peso de uma mistura de polímero condutivo incluindo, por exemplo, metilacrilato e negro de carbono usando-se o processo descrito nas Patente dos Estados Unidos N— 5.236.629 e 5.330.874.
As partículas veículo podem ser misturadas com as partículas de toner em várias combinações adequadas. As concentrações podem ser de cerca de 1% a cerca de 20% em peso da composição de toner. Contudo, percentagens de toner e veículos diferentes podem ser usadas para alcançar uma composição desenvolvedora com características desejadas. Imagem Os toneres podem ser utilizados para processos eletrostatogrãfico ou eletrofotogrãfico, incluindo aqueles revelados na Patente dos Estados Unidos Na 4.295.990, a descrição da qual sendo, desse modo, incorporada por referência em sua totalidade. Em concretizações, qualquer tipo conhecido de sistema de desenvolvimento de imagem pode ser usado em um dispositivo de desenvolvimento de imagem, incluindo, por exemplo, desenvolvimento de escova magnética, desenvolvimento de componente simples de salto, desenvolvimento sem limpeza híbrido (HSD) e similares. Estes e sistemas de desenvolvimento similares estão dentro da previsão do técnico na área.
Processos de imagem incluem, por exemplo, preparação de uma imagem com um dispositivo eletrofotogrãfico incluindo um componente de carregamento, um componente de imagem, um componente fotocondutivo, um componente de desenvolvimento, um componente de transferência, e um componente de fusão. Em concretizações, o componente de desenvolvimento pode incluir um desenvolvedor preparado por mistura de um veículo com uma composição de toner descrita aqui. O dispositivo eletrofotogrãfico pode incluir uma impressora de alta velocidade, uma impressora de alta velocidade preto e branco, uma impressora de cor, e similares.
Uma vez que a imagem é formada com toneres/desenvolvedores via um método de desenvolvimento de imagem adequado tal como qualquer um dos métodos antes mencionados, a imagem pode então ser transferida para um meio de recebimento de imagem tal como papel e similares. Em concretizações, os toneres podem ser usados em desenvolvimento de imagem em um dispositivo de desenvolvimento de imagem utilizando um membro de rolo fundidor. Membros de rolo fundidor estão em contato com dispositivos de fusão que estão dentro da previsão de um técnico no assunto, em que calor e pressão do rolo podem ser usados para fundir o toner ao meio de recebimento de imagem. Em concretizações, o membro fundidor pode ser aquecido a uma temperatura acima da temperatura de fusão do toner, por exemplo, a temperaturas de cerca de 70°C a cerca de 160°C, em concretizações, de cerca de 80°C a cerca de 150°C, em outras concretizações, de cerca de 90°C a cerca de 140°C, após ou durante fusão no substrato de recebimento de imagem.
De acordo com a presente descrição, mais do que um toner possuindo um agente fluorescente pode ser aplicado a um substrato. Sob exposição à luz de um comprimento de onda apropriado, o toner pode emitir luz colorida que pode ser vermelha, verde, azul, ou combinações das mesmas. Em concretizações, toneres múltiplos podem ser aplicados a um substrato, com cada toner emitindo uma luz colorida diferente. Variando-se a combinação de toneres e quantidades de toner aplicadas, pode-se, desse modo, produzir uma imagem que pode emitir qualquer cor desejada sob iluminação por luz UV. O próprio toner pode ser claro sob luz natural, ou pode incluir qualquer corante aqui descrito, incluindo ciano, magenta, amarelo, e/ou preto (CMYK).
Em concretizações, quantidades apropriadas de toner a serem aplicadas a um substrato podem ser ajustadas por alteração da massa de toner por área unitária (TMA) aplicada a um substrato, ou meio-toner. Onde TMA é utilizada para ajustar a quantidade de toner aplicada a um substrato e, desse modo, forma uma imagem de acordo com a presente descrição, quantidades variadas de toneres de cor diferentes podem ser utilizadas. Por variação das quantidades de toner utilizadas e a TMA para toneres diferentes emitindo vermelho, verde, e/ou azul, incluindo combinações das mesmas, pode-se produzir uma imagem em um substrato que emite qualquer cor desejada sob exposição à luz UV.
Em concretizações, várias combinações de toneres emitindo vermelho sob exposição à luz UV, toneres emitindo verde sob exposição à luz UV, e toneres emitindo azul sob exposição à luz UV podem ser utilizados para formar uma imagem de acordo com a presente descrição. Em tal caso, em concretizações, a TMA para o toner que emite vermelho pode ser de cerca de 0 mg/cm2 a cerca de 1,5 mg/cm2, em concretizações, de cerca de 0,1 mg/cm2 a cerca de 0,75 mg/cm2; a TMA para o toner que emite verde pode ser de cerca de 0 mg/cm2 a cerca de 1,5 mg/cm2, em concretizações, de cerca de 0,1 mg/cm2 a cerca de 0,75 mg/cm2; e para o toner que emite azul a TMA pode ser de cerca de 0 mg/cm2 a cerca de 1,5 mg/cm2, em concretizações, de cerca de 0,1 mg/cm2 a cerca de 0,75 mg/cm2.
Conforme notado acima, em outras concretizações, meio-toner pode ser utilizado para determinar os tipos e quantidades de toneres utilizados para formar uma cor desejada sob exposição à luz UV. Meio-toner envolve levar uma imagem fonte (às vezes referidas aqui como uma "imagem de tom contínuo" ou "imagem de contone") que contém uma certa quantidade de informação de tom e convertendo-a em uma imagem-alvo com menos informação de tom.
Para impressão de cor, muitas impressoras de cor digitais operam em um modo binário, isto é, para cada separação de cor, um ponto de cor correspondente é ou impresso ou não impresso em uma localização especificada ou pixel. Meio-toner digital controla a impressão de pontos de cor, onde se classifica espacialmente os pontos de cor impressos de todas as separações de cor proporcionam a ilusão dos tons de cor contínuos requeridos.
Uma técnica de sombreado comum é classificação, que compara o nível de tom de cor contínua requerido de cada pixel para cada separação de cor com um, de vários níveis limites predeterminados. Os níveis limites predeterminados são armazenados em uma peneira de sombreado. Se o nível de tom de cor requerido é mais escuro do que o nível de sombreado limite, um ponto de cor é impresso no pixel especificado. De outro modo, o ponto de cor não é impresso. A distribuição de pixéis impressos depende do desenho da peneira de sombreado. Para peneiras de sombreado de grupo, pixéis impressos são agrupados em um ou mais grupos. Se uma peneira de grupo-sombreado somente gera um grupo simples, ela é referida como uma peneira de sombreado de célula simples ou um ponto de sombreado de célula simples. Alternativamente, peneiras de sombreado podem ser de ponto duplo, de ponto triplo, de ponto quádruplo, ou similares.
As peneiras de sombreado são frequentemente series de limite bi-dimensional e são relativamente pequenas em comparação à imagem total ou documento a ser impresso. Portanto, o processo de classificação pode usar uma peneira de sombreado idêntica repetida para cada separação de cor. A saída do processo de classificação, usando-se um ponto de sombreado de célula simples, inclui um modelo binário de "pontos" pequenos múltiplos, que são regularmente espaçados e é determinado pelo tamanho e a forma da peneira de sombreado. Em outras palavras, a saída de classificação, como um modelo bidímensíonalmente repetido, possui duas frequências espaciais fundamentais, que são completamente definidas pela geometria da peneira de sombreado.
Os seguintes Exemplos estão sendo submetidos às concretizações ilustradas da presente descrição, Estes Exemplos são pretendidos para serem ilustrativos somente e não são pretendidos para limitar o escopo da presente descrição. Também, partes e percentagens são por peso a menos que de outro modo indicado. Conforme aqui usado, "temperatura ambiente" se refere a uma temperatura de cerca de 20°C a cerca de 30°C. EXEMPLOS EXEMPLO 1 Um látex fluorescente de fusão ultrabaixa claro (ULM), emitindo luz verde sob UV, foi preparado conforme segue. Uma solução orgânica foi preparada por aquecimento e mistura a 50°C dos seguintes componentes: cerca de 120 gramas de uma resina alcoxilada Bisfenol A fumarato/tereftalato (componente de núcleo amorfo), cerca de 10 gramas de 2-(2-hidroxifenil)benzotiazol (corante fluorescente verde invisível) em cerca de 1 quilograma de solvente de etil acetato. Uma segunda solução foi preparada por mistura de cerca de 2,5 gramas de DOWFAX® 2A1 (um alquildifenilóxido disulfonato de The Dow Chemical Company usado como um dispersante) em cerca de 850 gramas de água destilada. Esta solução foi aquecida a 50°C. Esta solução de água foi colocada em uma chaleira de 4 litros e cerca de 2,5 gramas de NH4OH concentrado foram adicionados. A solução de água foi homogeneizada enquanto adiciona-se vagarosamente a solução orgânica a esta por mistura a uma velocidade de cerca de 6000 rpm, e aumentando-se a velocidade de mistura a cerca de 24000 rpm. Conforme a viscosidade aumenta, a velocidade do homogeneizador foi aumentada de baixa para mais alta (no final da adição). Após completação da adição, a mistura foi homogeneizada por um adicional de 30 minutos a cerca de 24000 rpm.
Uma coluna de destilação foi adicionada à chaleira e o solvente orgânico foi destilado. A tampa foi removida e a solução foi deixada agitar durante a noite á temperatura ambiente. Finalmente, a emulsão foi filtrada através de uma peneira de 25 pm. A emulsão tinha um tamanho de partícula médio de d5ov=174 nm e os teores de sólidos foram 21,7%. É emitida luz verde de brilho quando exposta à luz UV. EXEMPLOS 2-5 Látexes adicionais foram preparados conforme descrito no Exemplo 1, com pigmentos diferentes. Os procedimentos gerais e quantidades do Exemplo 1 foram utilizados. Estes exemplos também ilustram a capacidade de controlar o tamanho de partícula do látex pela mudança da quantidade de tensoativo DOWFAX® 2A1. As cores emitidas foram vermelho, verde e azul. Todos os látexes preparados tinham uma aparência leitosa branca sob luz normal e emitiram as cores descritas sob exposição à luz UV. A Tabela 1 mostra os resumos dos toneres coloridos produzidos.
Tabela 1__________________________________________________________________ O corante fluorescente de emissão de luz invisível (DFSB-CO) deste experimento foi um corante fluorescente orgânico, solúvel em solventes orgânicos comuns similares a etil acetato, obtido de Risk Reactor, Huntington Beach, CA. O corante de emissão de vermelho invisível (DKFY-C7), um complexo de coordenação de lantanídeo, foi comprador de Risk Reactor, Huntington Beach, CA. O corante verde invisível usado no exemplo #5 foi 2-(2-hidroxifenil)benzotiazol, comercialmente disponível de Sigma Aldrich. EXEMPLO 6 Um toner claro, de baixo brilho, ULM EA, emitindo luz azul sob luz UV foi produzido conforme segue. Uma chaleira de 4 litros foi enchida com cerca de 137,1 gramas de um resina de alto peso molecular alcoxilatada bisfenol A fumarato/tereftalato, cerca de 303,1 gramas da emulsão fluorescente de ULM clara/azul do Exemplo 2, cerca de 46,5 gramas de poli(nonileno doedecanedioato) látex de poliéster cristalino, cerca de 61,2 gramas de uma cera de polímetileno, cerca de 648 gramas de água destilada, e cerca de 4,41 gramas de tensoativo DOWFAX™ 2A1. O pH foi ajustado a cerca de 4,2. A solução foi homogeneizada a cerca de 6000 rpm e uma solução de sulfato de alumínio foi adicionada gota a gota. A velocidade de mistura foi vagarosamente aumentada a cerca de 10000 rpm conforme a viscosidade da mistura aumentou. No final da adição, a mistura foi homogeneizada a cerca de 10000 rpm por um adicional de 3 minutos. A chaleira foi aquecida a uma temperatura de cerca de 33°C sob agitação contínua a uma velocidade de cerca de 350 rpm. A temperatura foi vagarosamente elevada a cerca de 45°C até que o tamanho de partícula do toner foi cerca de 5,3 pm.
Uma composição foi então formada por adição vagarosamente dos seguintes às partículas de toner: cerca de 71,2 gramas de um primeiro látex amorfo alcoxilado bisfenol A fumarato/tereftalato, cerca de 79,8 gramas de um segundo látex amorfo alcoxilado bisfenol A fumarato/tereftalato, cerca de 2,4 gramas de tensoativo DOWFAX™ 2A1, e cerca de 73 gramas de água destilada. Quando o tamanho de partícula foi cerca de 5,8 pm, o pH foi ajustado a cerca de 8 e a temperatura foi elevada a cerca de 85°C, até que uma circularidade de cerca de 0,964 foi alcançada para as partículas. A mistura de toner foi derramada sobre gelo e agitada durante a noite. O toner foi lavado com uma sequência de soluções de ácido e base diluídas, filtrado e secado por congelamento para proporcionar um toner com um tamanho de partícula de dsov=6,14 pm. EXEMPLO 7 Um toner de baixo brilho claro, ULM EA, emitindo luz verde sob luz UV, foi produzido seguindo o procedimento do Exemplo 6, exceto que um látex de emissão de verde (do Exemplo 1) foi usado para proporcionar um toner com um tamanho de partícula de d50v=9,3 pm. EXEMPLO 8 Um toner de alto brilho claro ULM EA que emite luz azul foi produzido conforme segue. O procedimento do Exemplo 1 foi seguido com a emulsão do Exemplo 2 e cerca de 4,6 gramas de um agente de quelatação de EDTA (solução VERSENE) para proporcionar um pH de cerca de 8 e crescimento de partícula de congelamento. Isto proporcionou um toner claro emitindo luz azul sob UV, com um tamanho de partícula de d50v= 6,1 pm e uma circularidade de 0,964. EXEMPLO 9 Um toner de alto brilho claro ULM EA emitindo luz verde foi produzido conforme segue. O procedimento do Exemplo 1 foi usado com a emulsão do Exemplo 1 e com cerca de 4,6 gramas de um agente de quelatação de EDTA (solução VERSENE) para proporcionar um pH de cerca de 8 e crescimento de partícula de congelamento. Isto proporcionou um toner claro emitindo luz verde sob UV, com um tamanho de partícula de d5ov= 6,1 μηη e uma circularidade de 0,973. EXEMPLO 10 Carregamento de Toner. Amostras de toner foram misturadas em um moinho de amostra por cerca de 30 segundos a cerca de 15000 rpm. Amostras desenvolvedoras foram preparadas com cerca de 0,5 grama de uma amostra de toner e cerca de 10 gramas de veículo de produção de Xerox 700 DCP. Um desenho de aditivo separado com uma baixa proporção de sílica/titânia foi utilizado como um controle. O acondicionamento de aditivo usado como o controle incluiu: cerca de 1,08% de uma superfície de sílica tratada com polidimetilsiloxana, comercialmente disponível como RY50 de Evonik (Nippon Aerosil); cerca de 0,72% de uma superfície de sílica tratada com hexametildisilazano, comercialmente disponível como RX50 from Evonik (Nippon Aerosil); cerca de 1,2% de uma superfície de titânio tratada com butiltrimetoxisiliano, comercialmente disponível como STT100H disponível de Titan Koygo; cerca de 1,73% de uma superfície de sílica sol-gel tratada com hexametildisilazana, comercialmente disponível como X24-9163A de Nisshin Chemical Kogyo; cerca de 0,28% de um dióxido de cério, comercialmente disponível comoEIO de Mitsui Mining & Smelting; e cerca de 0,15% de estearato de zinco.
Um par de amostra desenvolvedora duplicata foi preparado para cada toner. Um desenvolvedor do par foi condicionado durante a noite na zona A (28°C/85% RH), e o outro foi condicionado durante a noite na câmara ambiental da zona-C (10°C/15% RH).
No dia seguinte, as amostras desenvolvedoras foram vedadas e agitadas por cerca de 2 minutos e então cerca de 1 hora usando um misturador TURBULA. Após mistura, a carga de toner triboelétrica foi medida usando-se uma espectrografia de carga usando-se um campo de 100 V/cm. A carga de toner (q/d) foi medida visualmente como o ponto médio da distribuição de carga de toner. A carga foi reportada em milímetros de deslocamento a partir da linha zero. O valor em deslocamento em mm pode ser convertido em um valor em femtocoulombs/mícron por multiplicação por 0,092.
Em seguida à mistura, um adicional de 0,5 grama de amostra de toner foi adicionado ao desenvolvedor já carregado, e misturado por um adicional de 15 segundos, onde um deslocamento q/d foi novamente medido, e então misturado por um adicional de 45 segundos (total 1 minuto de mistura adicional), e novamente um deslocamento q/d foi medido.
As mesmas medições de carregamento foram obtidas por um toner padrão Xerox 700 DCP usado como um controle. As figuras 1 e 2 incluem os resultados do carregamento. A figura 1 tem as propriedades de carregamento do toner fluorescente azul claro do Exemplo 8, com a figura 2 tendo as propriedades de carregamento do toner de controle.
Todos os níveis de carga de toner e larguras de distribuição de carga (indicados por barras de "erro") foram bons com sensibilidade de RH aperfeiçoada observada sobre o controle. Os níveis de carga na zona-A foram mais altos do que o controle, que é desejável. A carga da zona-C foi levemente mais alta do que a faixa desejada de -4 a -11 mm de deslocamento. Mistura mostrou sinal de toner não fraco mesmo dado que 5% da concentração de toner (TC) com adicional de 5% para mistura foi considerado um teste de tensão. EXEMPLO 11 Testes de máquina e gráficos de impressões sob luz normal e UV. Cerca de 230 gramas de desenvolvedor foi preparado a cerca de 12% de TC e misturado em um misturador TURBULA por cerca de 10 minutos. Uma máquina Xerox WCP3545 foi usada para gerar impressões. Ajustes eletrostáticos foram ajustados para energia nominal e LD foi ajustado para obter uma massa de toner alvo por área unitária (TMA) de 0,45 mg/cm2. A proporção de carga de toner por massa (Q/m) e curvas de desenvolvimento foram também medidos durante o teste. O toner fluorescente verde do Exemplo 6 tinha um valor Q/m de -29,3 pC/grama e o toner fluorescente azul do Exemplo 8 tinha um valor Q/m de -37.17 pC/grama.
As impressões incluíam vários detalhes, incluindo várias logos, códigos de barra 1D e 2D, emplastros sólidos e de sombreado, e texto. Não foram verificados emissões de obtenção de transferência correta, e desenvolvimento foi bem dentro da faixa da máquina. A fusão da máquina mostrou algum afastamento devido à alta temperatura do fundidor. Impressões não-fundidas foram geradas e fundidas antes em uma estrutura off-line a uma temperatura inferior. EXEMPLO 12 Controle de Brilho. Impressões feitas com toneres de emissão azul claro foram feitas e diferença de brilho foi medida pelo uso de um medidor de micro brilho BYK Gardner. As amostras foram fundidas a uma temperatura de cerca de 150°C. Os dados mostrados na Tabela 2 abaixo demonstram claramente que as amostras feitas com EDTA (solução VERSENE) na etapa de congelamento tinha uma diferença de brilho significantemente mais alta quando comparado com amostras feitas sem EDTA (solução VERSENE). Isto demonstra que o brilho do toner ULM EA fluorescente claro pode ser controlado pela mudança da quantidade de EDTA na etapa de congelamento. A quantidade de EDTA pode ser mudada de tal modo que qualquer diferença de brilho na faixa mostrada na Tabela 2 abaixo pode ser obtida.
Tabela 2 EXEMPLO 13 Amostras desenvolvedoras adicionais foram preparadas seguindo os procedimentos do Exemplo 10, utilizando um pacote de aditivo de superfície diferente. O pacote de aditivo usado incluía: cerca de 0,88% de dióxido de titânio tratado com um decilsilano, comercialmente disponível como JMT2000 de Tayca; cerca de 1,71% de uma superfície de sílica tratada com polidimetilsiloxano, comercialmente disponível como RY50 de Evonik (de Nippon Aerosil); cerca de 1,73% de uma superfície de sílica sol-gel tratada com hexametildisilazano, comercialmente disponível como X24-9163A de Nisshin Chemical Kogyo; cerca de 0,55% de um dióxido de cério, comercialmente disponível como E10 de Mitsui Mining & Smelting; e cerca de 0,2% de estearato de zinco.
Para cada composição desenvolvedora, cerca de 40 gramas de toner dos Exemplos 8-9 foram misturados com cerca de 400 gramas de veículo. Os desenvolvedores foram colocados em alojamentos de desenvolvedor de uma máquina XEROX DC250 eletrofotográfica, ao invés de cores padrões ciano, magenta, amarelo, e preto (CMYK). De modo a ver efetivamente a fluorescência do toner, papéis utilizados como o substrato ao qual o toner foi aplicado foram escolhidos que não contêm brilho (aditivos fluorescentes que estão presentes em muitos papéis brancos comercialmente disponíveis). Um papel azul foi utilizado que foi prontamente disponível, mas a cor atual do papel não foi importante.
As cores primárias, isto é, os toneres que floresceram vermelho, verde e azul (RGB), foram primeiro impressas sem qualquer mistura, com cada toner impresso de um alojamento diferente, e a intensidade da fluorescência foi ajustada pelo ajuste da massa de toner por área unitária (TMA) e meio-toner. A intensidade foi simplesmente estimada sem instrumentação e ajustada para ser similar para as cores. A fluorescência do toner azul foi significantemente mais alta do que os toneres vermelho e verde; portanto, a TMA do toner azul tinha que ser reduzida por aproximadamente um fator de 10. A TMA final usada foi: Vermelho = 0,59 mg/cm2 usando 100% de emplastro, Verde = 0,37 mg/cm2 usando 100% de emplastro e Azul = 0,071 mg/cm2 usando 40% de emplastro. As cores RGB primárias foram comparadas com uma mistura de todas as três cores sob luzes ambientais normais, sob UV e luz ambiente, e sob luz UV somente. Devido ao espectro e intensidade das cores primárias não serem otimizadas, a mistura das três não produzem um luz branca pura sob exposição à UV. Contudo, a cor resultante para a mistura estava claramente mais branca e mais brilhante do que as primárias.
Para demonstrar a escala potencial de cores visíveis sob luz UV, cada par de primários foi impresso em uma matriz por variação da densidade de peneira de sombreado de cada cor. Os resultados demonstram que uma ampla fixa de cores pode ser produzida sob exposição à luz UV, incluindo amarelo, laranja e púrpura.
Será apreciado que várias das reveladas e outras características acima e funções, ou alternativas das mesmas, podem ser desejavelmente combinadas em muitos outros sistemas diferentes ou aplicações. Também que várias alternativas atualmente imprevistas ou não antecipadas, modificações, variações ou aperfeiçoamentos nas mesmas, podem ser subsequentemente feitas pelo técnico na área que são também pretendidas para serem envolvidas pelas reivindicações que se seguem. A menos que de outro modo especificado em uma reivindicação, etapas ou componentes de acordo com a reivindicação, não devem ser implicadas ou importadas a partir do relatório descritivo ou quaisquer outras reivindicações como para qualquer ordem particular, número, posição, tamanho, forma, ângulo, cor, ou material.
REIVINDICAÇÕES

Claims (40)

1. A processo compreendendo: formação de uma primeira composição de toner compreendendo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição a luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; formação de pelo menos uma composição de toner adicional compreendendo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição a luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; aplicação do primeiro toner e do pelo menos um toner adicional a um substrato; e exposição do primeiro toner e do pelo menos um toner adicional à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm, no qual a exposição do primeiro toner e do pelo menos um toner adicional à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm faz com que o primeiro toner emita uma primeira cor e o pelo menos um toner adicional emita uma cor diferente da primeira cor.
2. Processo, de acordo com a reivindicação 1, no qual o primeiro toner, o pelo menos um toner adicional, ou ambos, compreendem adicionalmente um corante selecionado a partir do grupo consistindo em ciano, magenta, amarelo e preto.
3. Processo, de acordo com a reivindicação 1, no qual o primeiro toner emite luz possuindo uma cor selecionada a partir do grupo consistindo em vermelho, verde, azul, e combinações das mesmas.
4. Processo, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um toner adicional emite luz selecionada a partir do grupo consistindo em vermelho, verde, azul, e combinações das mesmas.
5. Processo, de acordo com a reivindicação 1, no qual a quantidade do primeiro toner e do pelo menos um toner adicional aplicada ao substrato é ajustada para produzir uma cor desejada sob exposição à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm.
6. Processo, de acordo com a reivindicação 5, no qual a quantidade do primeiro toner e do pelo menos um toner adicional aplicada ao substrato é ajustada baseada na massa de toner por área unitária.
7. Processo, de acordo com a reivindicação 5, no qual meio-toner é usado para ajustar a quantidade do primeiro toner e do pelo menos um toner adicional aplicados ao substrato.
8. Processo, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta é selecionado a partir do grupo consistindo em 4,4'-bis(estiril)difenil,2-(4-fenilstilben-4-il)-6-butilbenzoxazol, 2-(2-hidroxifenil)benzotiazol, beta-metil umbeliferona, 4,-metil-7-dimetilaminocumarina, 4-metil-7-aminocumarina, N-metil-4-metóxi-1,8-naftalimida, 9,10-bis(fenetinil) antraceno, 5,12-bis(fenetinil)naftaceno, 9,10-difenil antraceno e seus derivados, N-saricilideno-4-dimetilamínoanilina, 2-(2-hidroxifenil)benimidazol, 2-(2-hidroxífenil)benzoxazol, complexos de coordenação de lantanídeo, e combinações dos mesmos.
9. Processo, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um toner adicional compreende de 1 a cerca de 5 toneres.
10. Processo, de acordo com a reivindicação 9, no qual o primeiro toner emite luz vermelha, e o pelo menos um toner adicional compreende um segundo toner que emite luz verde e um terceiro toner que emite luz azul.
11. Processo, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta está presente em uma quantidade de cerca de 0,1% em peso do toner a cerca de 20% em peso do toner.
12. Processo compreendendo: formação de uma primeira composição de toner compreendendo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir uma cor vermelha sob exposição a luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; formação de uma segunda composição de toner compreendendo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir uma cor verde sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; formação de uma terceira composição de toner compreendendo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir uma cor azul sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; aplicação do primeiro toner, do segundo toner e do terceiro toner a um substrato; e exposição do primeiro toner, do segundo toner e do terceiro toner à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm, no qual a exposição do primeiro toner, do segundo toner e do terceiro toner à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm faz com que o primeiro toner emita uma cor vermelha, o segundo toner emita uma cor verde, e o terceiro toner emita uma cor azul.
13. Processo, de acordo com a reivindicação 12, no qual o primeiro toner, o segundo toner, ou o terceiro toner compreendem adicionalmente um corante selecionado a partir do grupo consistindo em ciano, magenta, amarelo e preto.
14. Processo, de acordo com a reivindicação 12, no qual a quantidade do primeiro toner, do segundo toner, e do terceiro toner aplicados ao substrato é ajustada para produzir uma cor desejada sob exposição à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm.
15. Processo, de acordo com a reivindicação 14, no qual a quantidade do primeiro toner, do segundo toner, e do terceiro toner aplicados ao substrato é ajustada baseado na massa de toner por área unitária.
16. Processo, de acordo com a reivindicação 15, no qual a massa de toner por área unitária para o primeiro toner que emite vermelho é de cerca de 0,1 a cerca de 0,75, a massa de toner por área unitária para o segundo toner que emite verde é de cerca de 0,1 a cerca de 0,75, e a massa de toner por área unitária para o terceiro toner que emite azul é de cerca de 0,1 a cerca de 0,75.
17. Processo, de acordo com a reivindicação 14, no qual o meio-toner é usado para ajustar a quantidade do primeiro toner, do segundo toner, e do terceiro toner aplicados ao substrato.
18. Processo, de acordo com a reivindicação 14, compreendendo adicionalmente cerca de 1 a cerca de 3 toneres adicionais.
19. Processo compreendendo: formação de uma primeira composição de toner compreendendo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir uma cor vermelha sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; formação de uma segunda composição de toner compreendendo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir uma cor verde sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; formação de uma terceira composição de toner compreendendo pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina, um corante opcional, e uma cera opcional com pelo menos um componente capaz de emitir uma cor azul sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; aplicação do primeiro toner, do segundo toner e do terceiro toner a um substrato; e exposição do primeiro toner, do segundo toner e do terceiro toner à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm, no qual a exposição do primeiro toner, do segundo toner e do terceiro toner à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm faz com que o primeiro toner emita uma cor vermelha, o segundo toner emita uma cor verde, e o terceiro toner emita uma cor azul, e no qual o pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta é selecionado a partir do grupo consistindo em 4,4'-bis(estiril)difenil,2-(4-fenilstilben-4-il)-6-butilbenzoxazol, 2-(2-hidroxifenil)benzotiazol, beta-metil umbeiiferona, 4,-metil-7-dimetilaminocumarina, 4-metil-7-aminocumarina, N-metil-4-metóxi-1,8-naftalimida, 9,10-bis(fenetinil) antraceno, 5,12-bis(fenetinil)naftaceno, 9,10-difenil antraceno e seus derivados, N-salicilideno-4-dimetilaminoanilina, 2-(2-hidroxifenil)benimidazol, 2-(2-hidroxifenil)benzoxazol, complexos de coordenação de lantanídeo, e combinações dos mesmos.
20. Processo, de acordo com a reivindicação 19, no qual o primeiro toner, o segundo toner, ou o terceiro toner compreendem adicionalmente um corante selecionado a partir do grupo consistindo em ciano, magenta, amarelo e preto, e no qual a quantidade do primeiro toner, do segundo toner, e do terceiro toner aplicados ao substrato é ajustada para produzir uma cor desejada sob exposição à luz a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm.
21. Toner compreendendo: pelo menos uma resina amorfa pelo menos uma resina cristalina; pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; e opcionalmente, um ou mais ingredientes selecionados a partir do grupo consistindo em ceras, coagulantes, e combinações dos mesmos.
22. Toner, de acordo com a reivindicação 21, no qual o toner possui um brilho que se equipara substancialmente a um brilho de um substrato ao qual ele é aplicado.
23. Toner, de acordo com a reivindicação 21, no qual a pelo menos uma resina amorfa, é da fórmula: no qual m pode ser de cerca de 5 a cerca de 1000, e a resina cristalina é da fórmula: no qual b é de cerca de 5 a cerca de 2000 e d é de cerca de 5 a cerca de 2000.
24. Toner, de acordo com a reivindicação 21, no qual a pelo menos uma resina amorfa, e a resina cristalina estão presentes a uma proporção de peso de cerca de 99% a cerca de 90%da resina amorfa, a de cerca de 1% a cerca de 10% da resina cristalina.
25. Toner, de acordo com a reivindicação 21, no qual o pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta é selecionado a partir do grupo consistindo em 4,4'-bis(estiril)difenil,2-(4-fenilstilben-4-il)-6-butilbenzoxazol, 2-(2-hidroxifenil)benzotiazol, beta-metil umbeliferona, 4,-metil-7-dimetilaminocumarina, 4-metil-7-aminocumarina, N-metil-4-metóxi-1,8-naftalimida, 9,10-bis(fenetinil) antraceno, 5,12-bis(fenetinil)naftaceno, 9,10-difenil antraceno e seus derivados, N-salicilideno-4-dimetilaminoanilina, 2-(2-hidroxifenil)benimidazol, 2-(2-hidroxifenil)benzoxazol, complexos de coordenação de lantanídeo, e combinações dos mesmos.
26. Toner, de acordo com a reivindicação 21, no qual o pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta está presente em uma quantidade de cerca de 0,1 %em peso do toner a cerca de 20% em peso do toner.
27. Toner, de acordo com a reivindicação 21, compreendendo adicionalmente um reticulador iônico, no qual o reticulador iônico e o pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta são selecionados de modo que o toner possua um brilho que e equipara a um brilho de um substrato ao qual o toner é para ser aplicado.
28. Toner, de acordo com a reivindicação 27, no qual o reticulador iônico está presente em partículas de toner em uma quantidade de cerca de 50 ppm a cerca de 1000 ppm.
29. Toner compreendendo: pelo menos uma resina amorfa; pelo menos uma resina cristalina; pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm, pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta selecionado a partir do grupo consistindo em 4,4'-bis(estiril)difenil,2-(4-fenilstilben-4-il)-6-butilbenzoxazol, 2-(2-hidroxifenil)benzotiazol, beta-metil umbeliferona, 4,-metil-7-dimetilaminocumarina, 4-metil-7-aminocumarina, N-metil-4-metóxi-1,8-naflalimida, 9,10-bis(fenetiníl) antraceno, 5,12-bis(fenetinil)naftaceno, 9,10-difenil antraceno e seus derivados, N-salicilideno-4-dimetilaminoanilina, 2-(2-hidroxifenil)benimidazol, 2-(2-hidroxifenil)benzoxazol, complexos de coordenação de lantanídeo, e combinações dos mesmos; e uma cera opcional.
30. Toner, de acordo com a reivindicação 29, no qual o toner possui um brilho que se equipara substancialmente a um brilho de um substrato ao qual ele é aplicado.
31. Toner, de acordo com a reivindicação 29, no qual a pelo menos uma resina amorfa é da fórmula: no qual m pode ser de cerca de 5 a cerca de 1000, e a resina cristalina é da fórmula: no qual b é de cerca de 5 a cerca de 2000 e d é de cerca de 5 a cerca de 2000.
32. Toner, de acordo com a reivindicação 29, no qual a pelo menos uma resina amorfa, e a resina cristalina estão presentes a uma proporção de peso de cerca de 99% a cerca de 90% da resina amorfa, a de cerca de 1% a cerca de 10% da resina cristalina.
33. Toner, de acordo com a reivindicação 29, no qual o pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta está presente em uma quantidade de cerca de 0,1% em peso do toner a cerca de 20% em peso do toner.
34. Toner, de acordo com a reivindicação 29, compreendendo adicionalmente um reticulador iônico, no qual o reticulador iônico e o pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta são selecionados de modo que o toner possui um brilho que e equipara a um brilho de um substrato ao qual o toner é para ser aplicado.
35. Toner, de acordo com a reivindicação 34, no qual o reticulador iônico está presente em partículas de toner em uma quantidade de cerca de 50 ppm a cerca de 1000 ppm.
36. Processo compreendendo: contactar pelo menos uma resina amorfa e pelo menos uma resina cristalina em uma emulsão; contactar a emulsão com pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta a um comprimento de onda de cerca de 10 nm a cerca de 400 nm; contactar a emulsão com uma cera opcional, e um coagulante opcional para formar uma mistura; agregar partículas pequenas na mistura para formar uma pluralidade agregados grandes; coalesce os agregados grandes para formar partículas de toner; e recuperar as partículas.
37. Processo, de acordo com a reivindicação 36, no qual a pelo menos uma resina amorfa, a resina amorfa de baixo peso molecular, ou ambas, é da fórmula: (0 no qual m pode ser de cerca de 5 a cerca de 1000, e a resina cristalina é da fórmula: (II) no qual b é de cerca de 5 a cerca de 2000 e d é de cerca de 5 a cerca de 2000.
38. Processo, de acordo com a reivindicação 36, no qual a pelo menos uma resina amorfa e a resina cristalina estão presentes a uma proporção de peso de cerca de 99% a cerca de 90% da resina amorfa, a de cerca de 1% a cerca de 10% da resina cristalina.
39. Processo, de acordo com a reivindicação 36, no qual o pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta é selecionado a partir do grupo consistindo em 4,4'-bis(estiril)difenil,2-(4-fenilstilben-4-il)-6-butilbenzoxazol, 2-(2-hidroxifenil)benzotiazol, beta-metil umbeliferona, 4,-metil-7-dimetilaminocumarina, 4-metil-7-aminocumarina, N-metil-4-metóxi-1,8-naftalimida, 9,10-bis(fenetinil) antraceno, 5,12-bis(fenetinil)naftaceno, 9,10-difenil antraceno e seus derivados, N-salicilideno-4-dimetilaminoanilina, 2-(2-hidroxifenil)benimidazol, 2-(2-hidroxifenil)benzoxazol, complexos de coordenação de lantanídeo e combinações dos mesmos, presentes em uma quantidade de cerca de 0,1% em peso do toner a cerca de 20% em peso do toner.
40. Processo, de acordo com a reivindicação 36, compreendendo adicionalmente contactar a emulsão com um reticulador iônico, no qual o reticulador iônico e o pelo menos um componente capaz de emitir luz sob exposição à luz ultravioleta são selecionados de modo que o toner possui um brilho que se equipara a um brilho de um substrato ao qual o toner é para ser aplicado.
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