BRPI1101222A2 - composiÇÕes de biocida compreendendo alquilamidas do Ácido dicarboxÍlico - Google Patents

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BRPI1101222A2
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Stephanie Merlet
Joaquim Bigorra Llosas
Ramon Valls
Javier Raya
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Cognis Ip Man Gmbh
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Abstract

COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA COMPREENDENDO ALQUILAMIDAS DO ÁCIDO DICARBOXÍLICO. Sugere-se composições de biocida, compreendendo (a) alquilamidas do ácido dicarboxílico, (b) biocidas e opcionalmente (c) componentes oleosos ou co-solventes e/ou emulsificantes. As composições mostram alta solubilidade de biocidas e propriedades de emulsificação melhoradas.

Description

COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA COMPREENDENDO ALQUILAMIDAS DO ÁCIDO DICARBOXÍLICO
Campo da invenção
A presente invenção relaciona-se à área de agroquímicos e refere-se a composições de biocida compreendendo alquilamidas do ácido dicarboxílico e seu uso como solventes para biocidas.
Histórico da invenção
Os biocidas e, em particular, pesticidas, como fungicidas, inseticidas e herbicidas, são agentes auxiliares importantes para a agricultura a fim de proteger e aumentar os rendimentos das safras. Dependendo das várias e, muitas vezes, necessidades muito específicas, existe uma magnitude de ativos, que mostram estruturas químicas e comportamentos muito diferentes. Todavia, sabe-se muito bem a partir do estado da técnica que continua difícil preparar concentrados desses ativos que exibam uma estabilidade satisfatória, especialmente se armazenados em temperaturas muito baixas ou elevadas durante um período mais longo. Na verdade, as soluções mostram uma forte tendência em separar ou formar cristais, que torna necessário re- dispersar os ativos nas composições antes de toda aplicação a fim de obter um produto homogêneo. Devido ao fato de que em equipamentos de borrifo, que são costumeiramente usados para a aplicação de formulações aquosas de agentes de tratamento de planta, diversos filtros e bocais estão presentes, um problema adicional aparece, que está relacionado com o bloqueio desses filtros e bocais como um resultado da cristalização do composto ativo durante a aplicação de líquidos de borrifo aquosos, com base nos compostos ativos sólidos.
O pedido de patente europeia EP 0453899 B1(Bayer) divulga o uso de dialquilamidas derivadas de ácidos graxos C6-C20 saturados como inibidores de cristalização de derivados de azol, que podem ser aplicados como fungicidas. O pedido de patente alemã DE 4112873 A1 divulga uma composição compreendendo um fungicida (triflorina), dimetilamida do ácido láctico e um emulsificante. Os produtos geralmente encontrados no mercado apresentam um conteúdo limitado de biocidas e/ou rotulagem de perigo e um perfil eco-toxicológico não-favorável. O problema subjacente à presente invenção foi identificar novos solventes adequados para o desenvolvimento de novas composições de biocida com conteúdos iguais ou maiores de ativos do que os viáveis no mercado. Os novos solventes precisam ser seguros e amigavelmente ao ambiente e devem permitir a obtenção de composições de biocida concentradas (em média mais de 15% de matéria ativa) independentemente da estrutura química do biocida, em outras palavras, eles precisam ser solventes excelentes para uma ampla variedade de herbicidas, inseticidas e fungicidas. Finalmente, outro objeto da invenção foi criar formulações de concentrados emulsificáveis com co-solventes e sistema emulsificante específicos, fornecendo estabilidade de emulsão superior, em particular, com relação à opacidade e à formação de camadas.
Descrição detalhada da invenção
A presente invenção refere-se a composições de biocida, compreendendo
(a) alquilamidas do ácido dicarboxílico,
(b) biocidas e opcionalmente
(c) componentes oleosos e/ou co-solventes e/ou
(d) emulsificantes.
De forma surpreendente, observou-se que alquilamidas obtidas dos ácidos dicarboxílicos, preferivelmente obtidas dos ácidos C2-C6 dicarboxílicos são solventes ou co-solventes eficientes para vários tipos de biocidas. Em particular, tetrabutilamida do ácido succínico mostrando a fórmula (I)
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obtida por reação do ácido succínico e dibutilamina é capaz de dissolver ou dispersar uma ampla variação de biocidas 20% melhor do que solventes conhecidos a partir do estado da técnica. A adição de componentes oleosos como co-solventes, especialmente aqueles que tem uma estrutura de éster às composições, levou a formulações de concentrados emulsificáveis, mostrando comportamento e estabilidade de emulsão elevados, em particular, com relação à opacidade e formação de camadas.
Alquilamidas do ácido dicarboxílico
Alquilamidas do ácido dicarboxílico (componente a), de acordo com a presente invenção, seguem a fórmula geral (II),
R3 R4-N-(C=0)-[A]x-(C=0)-N-R1R2 (II)
em que R1, R2 e R3 independentemente representam hidrogênio ou grupos alquila lineares ou ramificados, tendo 1 a 12 átomos de carbono, R4 representa um grupo alquila linear ou ramificado, tendo 1 a 12 átomos de carbono, A corresponde a uma cadeia de radical de hidrocarboneto saturado ou insaturado, tendo 1 a 20 átomos de carbono e χ significa 0 ou 1.
As espécies preferidas exibindo o melhor desempenho na dissolução de uma ampla quantidade de diferentes biocidas, durante um longo período e em temperaturas baixas e altas são alquilamidas do ácido C2-C6-dicarboxílico, por exemplo, derivadas do ácido oxálico, ácido málico, ácido succínico, ácido maléico, anidrido maléico, ácido glutárico, ácido adípico, ácido pimélico, ácido subérico, ácido azelaico, ácido sebácico e suas misturas. Particularmente preferidas estão amidas derivadas do ácido succínico e butilamina.
Biocidas
Um biocida (componente b) no contexto da presente invenção é um agente de proteção à planta, mais particularmente uma substância química capaz de matar diferentes formas de organismos vivos usados nos campos, como medicina, agricultura, silvicultura e controle de mosquitos. Ainda, contabilizados sob o grupo de biocidas estão os chamados reguladores de crescimento vegetal. Comumente, os biocidas são divididos em dois subgrupos:
o pesticidas, que incluem fungicidas, herbicidas, inseticidas, algicidas, moluscicidas, miticidas e rodenticidas, (no presente, The Pesticide Manual, 14th edição, BCPC 2006 está incluído como uma referência e fornece informações sobre o modo individual de ações de princípios ativos) e o antimicrobianos, que incluem germicidas, antibióticos, antibacterianos, antivirais, antifúngicos, antiprotozoários e antiparasitas.
Os biocidas podem também ser adicionados a outros materiais (tipicamente líquidos) para proteger o material de infestação e crescimento biológicos. Por exemplo, certos tipos de compostos de amônio quaternário (quats) podem ser adicionados à água de piscina ou sistemas de água industrial para agir como um algicida, protegendo a água da infestação e crescimento de algas.
a) Pesticidas A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) define um pesticida como "qualquer substância ou mistura de substâncias proposta para prevenir, destruir, repelir ou mitigar qualquer peste". Um pesticida pode ser uma substância química ou agente biológico (como um vírus ou bactéria) usado contra pestes incluindo insetos, patógenos vegetais, ervas daninhas, moluscos, pássaros, mamíferos, peixe, nematódeos (vermes cilíndricos) e micróbios, que competem com os humanos por alimentos, destróem propriedade, espalham doença ou são uma ameaça. Nos seguintes exemplos, pesticidas adequados para as composições agroquímicas de acordo com a presente invenção são fornecidos:
b) Fungicidas
Um fungicida é um de três métodos principais de controle de peste - o controle químico de fungos, neste caso. Os fungicidas são compostos químicos usados para prevenir a expansão de fungos em jardins e safras. Os fungicidas também são usados para combater infecções fúngicas. Os fungicidas podem ser de contato ou sistêmicos. Um fungicida de contato mata fungos quando borrifado em sua superfície. Um fungicida sistêmico tem de ser absorvido pelos fungos antes do fungo morrer. Exemplos de fungicidas adequados, de acordo com a presente invenção, abrange as seguintes classes químicas e exemplos correspondentes:
o Aminopirimidinas, como bupirimato,
o Anilinopirimidinas, como ciprodinil, mepanipirim, pirimetanil,
o Heteroaromáticos, como himexazol,
o Hidrocarbonetos heteroaromáticos, como etridiazol,
o Clorofenilas/Nitroanilinas, como cloroneb, dicloran, quintozeno, tecnazeno, tolclofos-metil,
o Fungicida de benzamida, como zoxamida, o Benzenosulfonamidas, como flusulfamida,
o Benzimidazóis, como acibenzolar, benomil, benzotiazol, carbendazim, fuberidazol, metrafenona, probenazol, tiabendazol, triazóxido e fungicidas precursores de benzimidazol,
o Carbamatos, como propamocarb, dietofencarb,
o Carboxamidas, como boscalid, diclocimet, etaboxam, flutolanil, pentiopirad, tifluzamida
o Cloronitrilas, como clorotalonil,
o Amidas do ácido cinâmico, como dimetomorfe, flumorfe,
o Cianoacetamida oximas, como cimoxanil,
o Ciclopropancarboxamidas, como carpropamid,
o Dicarboximidas1 como iprodiona, octilinona, procimidona, vinclozolin
o Dimetilditiocarbamatos, como ferbam, metam, thiram, ziram,
o Dinitroanilinas, como fluazinam,
o Ditiocarbamatos, como mancopper, mancozeb, maneb, metiram, nabam, propineb, zineb,
o Ditiolanos1 como isoprotiolano,
o Antibióticos de glicopiranosil, como estreptomicina, validamicina,
o Guanidinas, como dodina, guazatina, iminoctadina,
o Antibióticos de hexopiranosil, como kasugamicina,
o Hidroxianilidas1 como fenhexamid,
o Imidazóis, como imazalil, oxpoconazol, perfurazoato, procloraz, triflumizol,
o Imidazolinonas, como fenamidona,
o Inorgânicos, como mistura Bordeaux1 hidróxido de cobre, naftenato de cobre, oleato de cobre, oxicloreto de cobre, sulfato de cobre (II), sulfato de cobre, acetato de cobre (II), carbonato de cobre (II), óxido cuproso, enxofre.
Isobenzofuranonas, como ftalide,
Mandelamidas, como mandipropamida,
Morfolinas, como dodemorfe, fenpropimorfe, tridemorfe, fenpropidin, piperalin, espiroxamina, aldimorfe
Organotinas, como fentina,
Oxazolidinonas, como oxadixil,
Fenilamidas, como benalaxil, benalaxil-M, furalaxil, metalaxil, metalaxil-M, ofurace,
Fenilpirazóis, como fipronil,
Fenilpirroles, como fludioxonil,
Fenilureias, como pencicuron,
Fosfonatos, como fosetil,
Ácidos ftalâmicos, como tecloftalam,
Ftalimidas, como captafol, captan, folpet,
Piperazinas, como triforina,
Propionamidas, como fenoxanil,
Piridinas, como pirifenox,
Pirimidinas, como fenarimol, nuarimol,
Pirroloquinolinonas, como piroquilon,
Qils, como ciazofamid,
Quinazolinonas, como proquinazid,
Quinolinas, como quinoxifeno, o Quinonas, como dithianon,
o Sulfamidas1 como tolilfluanid, diclofluanid,
o Estrobilurinas, como azoxistrobina, dimoxistrobina, famoxadona, fluoxastrobina, kresoxim-metil, metominostrobina, picoxistrobina, piraclostrobina, trifloxistrobina, orisastrobina,
o Tiocarbamatos, como metasulfocarb,
o Tiofanatos1 como tiofanato-metil,
o Tiofencarboxamidas1 como siltiofam,
o Fungicidas de triazol, como azaconazol, bitertanol, bromuconazol, ciproconazol, difenoconazol, diniconazol, epoxiconazol, fenbuconazol, fluquinconazol, flusilazol, flutriafol, fluotrimazol, hexaconazol, imibenconazol, ipconazol, metconazol, miclobutanil, penconazol, propiconazol, protioconazol, simeconazol, tebuconazol, tetraconazole, triadimefon, triadimenol, triticonazol, quinconazol
o Triazolobenzotidazóis, como triciclazol,
o Carbamatos de valinamida, como iprovalicarb, bentiavalicarb
o Fluopicolide
o Pentaclorofenol
e suas misturas.
c) Herbicidas
Um herbicida é um pesticida usado para matar plantas indesejadas. Herbicidas seletivos matam alvos específicos, ao mesmo tempo em que deixam a safra desejada relativamente sem danos. Alguns destes agem através da interferência no crescimento da erva daninha e são, muitas vezes, baseados nos hormônios vegetais. Os herbicidas usados para limpar terreno baldio são não-seletivos e matam todo o material vegetal com o qual eles entram em contato. Os herbicidas são amplamente usados na agricultura e em gerenciamento de relvado de paisagem. Eles são aplicados em programas de controle de vegetação total (TVC) para manutenção de rodovias e ferrovias. Quantidades menores são usadas em silvicultura, sistemas de pastagem e gerenciamento de áreas reservadas como habitat de vida selvagem. No geral, os princípios ativos representantes, incluindo várias classes químicas e exemplos correspondentes, podem ser usados
o Anilidas, como propanil
o Ácidos ariloxicarboxílicos, por exemplo, MCPA-tioetil
o Ariloxifenóxipropionatos, por exemplo, clodinafop-propargil, cihalofop-butil, diclofops, fluazifos, haloxifops, quizalofops,
o Cloroacetamidas, por exemplo, acetoloclor, alaclor, butaclor, dimetenamid, metolaclor, propaclor
o Ciclohexanodiona oximas, por exemplo, cletodim, setoxidim, tralkoxidim,
o Benzamidas, como isoxaben
o Benzimidazóis, como dicamba, etofumesato
o Dinitroanilinas, por exemplo, trifluralin, pendimetalin,
o Difenil éteres, por exemplo, aclonifen, oxifluorfen,
o O derivado de glicina glifosato, um herbicida não-seletivo sistêmico (mata qualquer tipo de planta) usado em queimada direta e para controle de erva daninha em safras que são geneticamente modificados para resistir a seus efeitos,
o Hidroxibenzonitrilas, por exemplo, bromoxinil,
o Imidazolinonas, por exemplo, fenamidona, imazapic, imazamox, imazapic, imazapir, imazaquin, o Isoxazolidinonas, por exemplo, clomazona
o Paraquat como bipiridílio,
o Carbamatos de fenila, por exemplo, desmedifam, fenmedifam,
o Fenilpirazóis, por exemplo, piraflufen-etil
o Fenipirazolinas, por exemplo, pinoxaden,
o Ácidos piridinocarboxílicos ou auxinas sintéticas, por exemplo, picloram,
clopiralid e triclopir,
o Pirimidiniloxibenzóicos, por exemplo, bispirtbac-sódio
o Sulfonilureias, por exemplo, amidosulfuron, azimsulfuron, bensulfuron-metil, clorsulfuron, flazasulfuron, formansulfuron, flupirsulfuron-metil-sódio, nicosulfuron, rimsulfuron, sulfosulfuron, tribenuron-metil, trifloxisurlfuron-sódio, triflusulfuron, tritosulfuron,
o Triazolopirimidinas, por exemplo, penoxsulam, metosulam, florasulam, o Tricetonas, por exemplo, mesotrionas, sulcotriona, o Ureias, por exemplo, diuron, linuron,
o Ácidos fenoxicarboxílicos, como 2,4-D, MCPA, MCPB, mecoprops,
o Triazinas, como atrazina, simazina, terbutilazina, e suas misturas.
d) Inseticidas
Um inseticida é um pesticida usado contra insetos em todas as formas de desenvolvimento. Eles incluem ovicidas e larvicidas usados contra os ovos e larvas de insetos. Os inseticidas são usados na agricultura, medicina, indústria e vida doméstica. Na seqüência, classes químicas adequadas e exemplos de inseticidas são mencionados:
o Abamectin, emamectin, Diamidas antranílicas, como rinaxipir
Auxinas sintéticas, como avermectin,
Amidinas, como amitraz,
Diamida antranílica, como rinaxipir
Carbamatos, como aldicarb, carbofuran, carbaril, metomil, 2-(1- metilpropil)fenil metilcarbamato,
Inseticidas clorinados, como, por exemplo, Canfeclor1 DDT, Hexaclorociclohexano, gama-hexlaclorociclohexano, Metóxiclor, Pentaclorofenol, TDE, Aldrin, Clordano, Clordecona, Dieldrin1 Endosulfan, Endrin1 Heptaclor, Mirex,
Imitações de hormônio juvenil, como piriproxifen,
Neonicotinóides, como imidacloprid, clotianidin, tiacloprid, tiametoxam,
Compostos de organofósforo, como acefato, azinfos-metil, bensulide, clorotoxifos, clorpirifos, clorpirifos-metil, diazinon, diclorvos (DDVP), dicrotofos, dimetoato, disulfoton, dtoprop, fenamifos, fenitrotion, fention, fostiazato, malation, metamidofos, metidation, metil-paration, mevinfos, naled, ometoato, oxidemeton-metil, paration, forato, fosalona, fosmet, fostebupirim, pirimifos-metil, profenofos, terbufos, tetraclorvinfos, tribufos, triclorfon,
Oxadiazinas, como indoxacarb,
Compostos derivados de toxina vegetal, como derris (rotenona), piretro, neem (azadirachtin), nicotina, cafeína,
Feromônios, como cuel-lure, metil eugenol,
Piretróides, como, por exemplo, aletrin, bifentrin, deltametrin, permetrin, resmetrin, sumitrin, tetrametrin, tralometrin, transflutrin,
Bloqueadores alimentícios seletivos, como flonicamid, pimetrozina, o Espinosinas, por exemplo, espinosad e suas misturas.
e) Reguladores de Crescimento vegetal
Hormônios vegetais (também conhecidos como fitohormônios) são produtos químicos que regulam o crescimento vegetal. Os hormônios vegetais são moléculas de sinal produzidas dentro da planta e ocorrem em concentrações extremamente baixas. Os hormônios regulam os processos celulares nas células alvo localmente e quando movidos a outras localidades, em outras localidades da planta. As plantas, diferente dos animais, tem deficiência de glândulas que produzem e secretam hormônios. Os hormônios vegetais dão forma à planta, afetando o crescimento da semente, o tempo de florescimento, o sexo das flores, senescência das folhas e frutos. Eles afetam quais tecidos crescem para cima e quais crescem para baixo, formação de folha e crescimento do caule, desenvolvimento e amadurecimento do fruto, longevidade da planta e ainda a morte da planta. Os hormônios são vitais ao crescimento da planta e sem eles, as plantas seriam, na maior parte, uma massa de células não diferenciadas. Na seqüência, reguladores de crescimento vegetal adequados são mencionados:
o Aviglicina,
o Cianamida,
o Giberrelinas, como ácido giberélico,
o Amônios quaternários, como cloreto de clormequat, cloreto de mepiquat,
o Geradores de etileno, como etefona,
f) Rodenticidas
Os rodenticidas são uma categoria de produtos químicos de controle de peste, propostos para matar roedores. Os roedores são difíceis de matar com venenos porque seus hábitos alimentares refletem seu local como detritívoros. Eles comeriam uma pequena quantidade de tudo e esperariam e se eles não ficassem doentes, eles continuariam comendo. Um rodenticida eficaz deve ser insípido e inodoro em concentrações letais e ter um efeito retardado. Na seqüência, exemplos de rodenticidas adequadas são fornecidos:
Anticoagulantes são definidos como rodenticidas cumulativos crônicos (morte ocorre após 1—2 semanas após a ingestão da dose letal, raramente mais rápido), dose única (segunda geração) ou dose múltipla (primeira geração). Sangramento interno fatal é causado por dose letal de anticoagulantes, como brodifacoum, coumatetralil ou warfarina. Essas substâncias em doses eficazes são antivitaminas K, que bloqueiam as enzimas Kr2,3-epóxido-reductase (essa enzima é preferivelmente bloqueada por derivados de 4-hidroxicoumarina/4-hidroxitiacoumarina) e K1-quinona- reductase (essa enzima é preferencialmente bloqueada por derivados de indandiona), desprivando o organismo de sua fonte de vitamina K1 ativa. Isso leva a uma ruptura do ciclo de vitamina K, resultando em uma incapacidade de produção de fatores coagulantes sangüíneos essenciais (principalmente fatores de coagulação II (protrombina), VII (proconvertina), IX (fator de Christmas) e X (fator de Stuart)). Além dessa ruptura metabólica específica, doses tóxicas de anticoagulantes 4- hidroxicoumarina/4-hidroxitiacoumarina e indandiona estão causando dano aos pequenos vasos sangüíneos (capilares), aumentando sua permeabilidade, causando sangramentos internos difusos (hemorragias). Esses efeitos são graduais; eles se desenvolvem no curso de dias e não são acompanhados por nenhuma percepção nociceptiva, como dor ou agonia. Na fase final de intoxicação, o roedor exausto sofre colapso em choque circulatório hipovolêmico ou anemia severa e morre calmamente. Anticoagulantes rodenticidas são agentes de primeira geração (tipo de 4-hidroxicoumarina: warfarina, coumatetralil; tipo indandiona: pindona, difacinona, clorofacinona), geralmente exigindo maiores concentrações (comumente entre 0,005 e 0,1%), ingestão consecutiva durante dias a fim de acumular a dose letal, ativo ou inativo fraco após alimentação única e menos tóxicos do que agentes de segunda geração, que são derivados de 4-hidroxicoumarina (difenacoum, brodifacoum, bromadiolona e flocoumafen) ou 4-hidroxi-1-benzotiin-2-ona (4-hidroxi-1- tiacoumarina, algumas vezes incorretamente referido como 4-hidroxi-tiocoumarina, para motivo vide compostos heterocíclicos), denominada difetialona. Agentes de segunda geração são muito mais tóxicos do que agentes de primeira geração, eles são geralmente aplicados em concentrações menores em iscas (comumente na ordem de 0,001 - 0,005%) e são letais após ingestão única da isca e são eficazes também contra estirpes de roedores que se tornaram resistentes contra anticoagulantes de primeira geração; dessa forma, os anticoagulantes de segunda geração são algumas vezes referidos como "superwarfarinas". Algumas vezes, rodenticidas anticoagulantes são potenciados por um antibiótico, mais comumente por sulfaquinoxalina. O objetivo dessa associação (por exemplo, warfarina a 0,05% + sulfaquinoxalina a 0,02% ou difenacoum a 0,005% + sulfaquinoxalina a 0,02%, etc.) é que o agente antibiótico/bacteriostático suprime a microflora intestinal/simbiótica do intestino, que representa uma fonte de vitamina K. Dessa forma, as bactérias simbióticas são mortas ou seu metabolismo é prejudicado e a produção de vitamina K por elas é diminuída, um efeito que logicamente contribui com a ação dos anticoagulantes. Agentes antibióticos diferentes de sulfaquinoxalina podem ser usados, por exemplo, co-trimoxazol, tetraciclina, neomicina ou metronidazol. Um sinergismo adicional usado em iscas rodenticidas é aquele de uma associação de um anticoagulante com um composto com atividade de vitamina D, isto é, Colecalciferol ou ergocalciferol (vide abaixo). Uma fórmula típica usada é, por exemplo, warfarina a 0,025 - 0,05% + colecalciferol a 0,01%. Em alguns países, há ainda rodenticidas com três componentes fixos, isto é, anticoaguIante + antibiótico + vitamina D, por exemplo, difenacoum a 0,005% + sulfaquinoxalina a 0,02% + colecalciferol a 0,01%. Associações de um anticoagulante de segunda geração com um antibiótico e/ou vitamina D são consideradas eficazes mesmo contra as estirpes mais resistentes de roedores, apesar de alguns anticoagulantes de segunda geração (denominado brodifacoum e difetialona), em concentrações de isca de 0,0025 - 0,005% serem tão tóxicos que não existe nenhuma estirpe resistente de roedores ou mesmo roedores resistentes contra quaisquer outros derivados são confiavelmente exterminados pela aplicação desses anticoagulantes mais tóxicos. A vitamina K1 foi sugerida e usada de forma bem-sucedida como um antídoto para animais ou humanos, que foram acidental ou intencionalmente (ataques com veneno em animais, tentativas suicidas) expostos a venenos anticoagulantes. Além disso, já que alguns desses venenos agem através da inibição das funções hepáticas e em estágios progressivos de envenenamento, diversos fatores de coagulação sangüínea, bem como o volume todo de carência de sangue circulante, uma transfusão sangüínea (opcionalmente com os fatores de coagulação presentes) pode salvar a vida de uma pessoa que inadvertidamente os tomou, que é uma vantagem sobre alguns venenos antigos.
Fosfetos de metal foram usados com um meio de matar roedores e são considerados rodenticidas de ação rápida de dose única (a morte ocorre comumente dentro de 1-3 dias após ingestão de isca única). Uma isca consistindo de alimentos e um fosfeto (comumente fosfeto de zinco) é deixada onde os roedores podem comê-la. O ácido no sistema digestivo dos roedores reage com o fosfeto para gerar o gás fosfina tóxico. O método de controle de parasita tem uso possível em locais onde roedores são resistentes a alguns dos anticoagulantes, particularmente para controle de camundongos domésticos e de campo; iscas de fosfeto de zinco também são mais baratas do que muitos anticoagulantes de segunda geração, de maneira que, algumas vezes, em casos de grande infestação por roedores, sua população é inicialmente reduzida por quantidades copiosas de isca de fosfeto de zinco aplicadas e o restante da população que sobreviveu ao veneno de rápida ação inicial é, então, erradicado por alimentação prolongada em isca anticoagulante. Inversamente, os roedores individuais que sobreviveram ao envenenamento com isca anticoagulante (restante da população) podem ser erradicados através de fornecimento de pré-isca a eles com isca não-tóxica durante uma semana ou duas (isso é importante para superar a timidez da isca e tornar os roedores acostumados com a alimentação em áreas específicas oferecendo alimento específico, especialmente ao erradicar ratos) e subseqüentemente aplicando-se isca envenenada do mesmo tipo que a usada para pré-isca, até acabar todo o consumo da isca (comumente dentro de 2-4 dias). Esses métodos de alternação de rodenticidas com diferentes modos de ação fornecem uma erradicação factual ou quase de 100% da população de roedor na área se a aceitação/palatabilidade da isca for boa (isto é, roedores prontamente alimentados com ela).
Os fosfetos são ainda venenos de rato de ação rápida, resultando no fato de os ratos estão morrendo comumente em áreas abertas ao invés dos edifícios afetados. Exemplos típicos são fosfeto de alumínio (fumigação apenas), fosfeto de cálcio (fumigação apenas), fosfeto de magnésio (fumigação apenas) e fosfeto de zinco (em iscas). O fosfeto de zinco é tipicamente adicionado às iscas de roedor em quantidades de aproximadamente 0,75-2%. As iscas tem um odor forte, pungente, semelhante a alho, característico da fosfina libertada por hidrólise. O odor atrai (ou, no mínimo, não repulsa) roedores, mas tem um efeito repulsivo em outros mamíferos; aves, entretanto (notavelmente perus selvagens), não são sensíveis ao cheiro e se alimentam da isca, dessa forma, tornando-se dano colateral.
Hipercalcemia. Calciferóis (vitaminas D), colecalciferol (vitamina D3) e ergocalciferol (vitamina D2) são usados como rodenticidas, que são tóxicos a roedores pela mesma razão que eles são benéficos aos mamíferos: eles estão afetando a homeostase de cálcio e fosfato no corpo. As vitaminas D são essenciais em quantidades diminutas (algumas IUs por quilograma de peso corporal diariamente, que é apenas uma fração de um miligrama) e como muitas vitaminas solúveis em gordura, elas são tóxicas em doses maiores já que prontamente resultam na chamada hipervitaminose, que é, por assim dizer, envenenamento por vitamina. Se o envenenamento for severo o suficiente (ou seja, se a dose do toxicante for alta o suficiente), eventualmente este leva à morte. Em roedores que consomem a isca rodenticida, esta causa hipercalcemia através do aumento do nível de cálcio, principalmente através do aumento da absorção de cálcio dos alimentos, mobilizando o cálcio fixado na matriz óssea na forma ionizada (principalmente cátion de cálcio mono hidrogenocarbonato, particularmente ligado às proteínas plasmáticas, [CaHCO3]+), que circula dissolvido no plasma sangüíneo e após a ingestão de uma dose letal, os níveis de cálcio livre são elevados suficientemente de maneira que os vasos sangüíneos, os rins, a parede do estômago e os pulmões são mineralizados/calcificados (formação de calcificados, cristais de sais de cálcio/complexos nos tecidos, dessa forma, danificando-os), levando ainda a problemas cardíacos (o miocárdio é sensível a variações dos níveis de cálcio livre que estão afetando a contrabilidade miocárdica e a propagação de excitação entre os átrios e os ventrículos) e sangramento (devido a dano capilar) e possivelmente insuficiência renal. Considera-se como de dose única ou cumulativa (dependendo da concentração usada; a concentração de isca de 0,075% comum é letal a muitos roedores após uma única ingestão de porções maiores da isca), subcrônico (morte ocorrendo comumente dentro de dias a uma semana após a ingestão da isca). Concentrações aplicadas são de 0,075% de colecalciferol e 0,1% de ergocalciferol, quando usadas isoladas. Há uma característica importante da toxicologia dos calciferóis, que é que eles são sinergísticos com toxicantes anticoagulantes. Isso significa que misturas de anticoagulantes e calciferóis na mesma isca são mais tóxicas do que a soma das toxicidades do anticoagulante e o calciferol na isca, de maneira que um efeito hipercalcêmico massivo pode ser atingido por conteúdo de calciferol substancialmente menor na isca e vice-versa. Efeitos anticoagulantes/hemorrágicos mais acentuados são observados se o calciferol estiver presente. Esse sinergismo é mais usado em iscas com baixo teor de calciferol porque concentrações eficazes de calciferóis são mais caras do que concentrações eficazes da maioria dos anticoagulantes. A primeira aplicação historicamente de um calciferol em isca rodenticida foi, na verdade, o produto de Sorex Sorexa® D (com uma fórmula diferente do Sorexa® D atual) no início dos anos 70, contendo warfarina a 0,025% + ergocalciferol a 0,1%. Atualmente, o Sorexa® CD contém uma combinação de 0,0025% de difenacoum + 0,075% de colecalciferol. Diversos produtos de outra marca contendo calciferóis a 0,075 - 0.1% (por exemplo, Quintox®, contendo 0,075% de colecalciferol) isolados, ou uma combinação de calciferol a 0,01 - 0,075% com um anticoagulante são comercializados.
g) Miticidas, moluscicidas e nematicidas Miticidas são pesticidas que matam ácaros. Miticidas antibióticos, miticidas de carbamato, miticidas de formamidina, reguladores de crescimento de ácaro, organoclorina, permetrim e miticidas de organofosfato todos pertencem a essa categoria. Moluscicidas são pesticidas usados para controlar moluscos, como traças, caracóis e lesmas. Essas substâncias incluem metaldeído, metiocarb e sulfato de alumínio. Um nematicida é um tipo de pesticida química usado para matar nematódeos parasíticos (um filo de germe). Um nematicida é obtido de um bolo de semente de árvore de nim; que é o resíduo das sementes de nim após a extração do óleo. A árvore de nim é conhecida por diversos nomes no mundo, mas foi primeiramente cultivada na índia desde os tempos antigos.
h) Antimicrobianos
Nos seguintes exemplos, antimicrobianos adequados para as composições agroquímicas de acordo com a presente invenção são fornecidos. Desinfetantes bactericidas na maior parte usados são aqueles que aplicam
o cloro ativo (isto é, hipocloritos, cloraminas, dicloroisocianurato e tricloroisocianurato, cloro úmido, dióxido de cloro, etc.),
o oxigênio ativo (peróxidos, como ácido peracético, persulfato de potássio, perborato de sódio, percarbonato de sódio e peridrato de uréia),
o iodo (iodopovidona (povidona-iodo, Betadine), solução de Lugol, tintura de iodo, surfactantes não-iônicos iodinados),
o alcoois concentrados (principalmente etanol, 1-propanol, também chamado, n-propanol e 2-propanol, chamado isopropanol e misturas destes; ainda, 2- fenoxietanol e 1 e 2-fenoxipropanóis são usados),
o substâncias fenólicas (como fenol (também chamado "ácido carbólico"), cresóis (chamados "Lisol" em combinação com sabonetes de potássio líquidos), fenóis halogenados (clorinados, brominados), como hexaclorofeno, triclosan, triclorofenol, tribromofenol, pentaclorofenol, Dibromol e sais destes), o surfactantes catiônicos.como alguns cátions de amônio quaternário (como, cloreto de benzalcônio, brometo ou cloreto de cetiltrimetilamônio, cloreto de didecildimetilamônio, cloreto de cetilpiridínio, cloreto de benzetônio) e outros, compostos não-quaternários, como clorhexidina, glicoprotamina, dicloridrato de octenidina, etc.),
o fortes oxidantes, como ozônio e soluções de permanganato;
o metais pesados e seus sais, como prata coloidal, nitrato de prata, cloreto de mercúrio, sais de fenilmercúrio, sulfato de cobre, cloreto de oxido de cobre, etc. Metais pesados e seus sais são os bactericidas mais tóxicos e ambientalmente nocivos e, portanto, seu uso é fortemente suprimido ou proibido; ainda, também
o ácidos fortes adequadamente concentrados (ácidos fosfórico, nítrico, sulfúrico, amidosulfúrico, toluenosulfônico) e
o álcalis (hidróxidos de sódio, potássio, cálcio) entre pH < 1 ou > 13, particularmente abaixo das temperaturas elevadas (acima de 60°C) matam bactérias.
Os antissépticos (isto é, agentes germicidas que podem ser usados no corpo, pele, mucosas, feridas de humanos ou animais e semelhantes), alguns dos desinfetantes acima mencionados podem ser usados sob condições adequadas (principalmente concentração, pH, temperatura e toxicidade em direção do homem/animal). Entre eles, os importantes são
o Algumas preparações de cloro adequadamente diluídas (por exemplo, Solução de Daquin, solução de hipoclorito de sódio ou potássio a 0,5%, pH ajustado para pH 7 - 8 ou solução de benzenosulfocloramida de sódio a 0,5 - 1% (cloramina B)), algumas
o preparações de iodo como iodopovidona em vários galênicos (unguentos, soluções, curativos de ferida), no passado, também solução de Lugol,
o peróxidos como soluções de peridrato de uréia e soluções de ácido peracético a 0,1 - 0,25%, com pH tamponado,
o álcoois com ou sem aditivos antissépticos, usados principalmente para antissepsia cutânea,
o ácidos orgânicos fracos, como ácido sórbico, ácido benzóico, ácido láctico e ácido salicílico
o alguns compostos fenólicos, como hexaclorofeno, triclosan e Dibromol e
o compostos de cátion ativo, como soluções de benzalcônio a 0,05 - 0,5%, clorhexidina a 0,5-4%, octenidina a 0,1 - 2%.
Antibióticos bactericidas matam bactérias; antibióticos bacteriostáticos apenas diminuem seu crescimento ou reprodução. A penicilina é um bactericida, como são as cefalosporinas. Antibióticos aminoglicosídicos podem agir em uma maneira bactericida (através da ruptura do precursor da parece celular levando à lise) ou maneira bacteriostática (através da conexão à subunidade ribossomal 30s e redução da fidelidade da tradução levando à síntese de proteína não-exata). Outros antibióticos bactericidas, de acordo com a presente invenção, incluem as fluoroquinolonas, nitrofuranos, vancomicina, monocabtam, co-trimoxazol e metronidazol. Ativos preferidos são aqueles com modo de ação sistêmico ou parcialmente sistêmico, como, por exemplo, azoxistrobina.
No geral, os preferidos são biocidas selecionados
(i) do grupo consistindo de azóis, estrobilurinas, difenil éteres, anilidas, organofosfatos, piretróides sintéticos, neonicotinóides, oxadiazinas, benzoilureias, carbamatos de fenila, cloroacetamidas, tricetonas, ácidos piridinecarboxílicos, ciclohexanediona oximas, fenilpirazóis, glifosato e seus sais e suas misturas, ou
(ii) do grupo consistindo de oxiflurofeno, propanil, clorpirifos, bifentrim, deltametrin, azoxistrobina, krexoxim-metil, lambda-cihalotrin, novaluron, lufenuron, imidacloprid, tiacloprid, indoxacarb, oxifluorfen, fluroxipir e seus ésteres, fenmedifam, desmedifam, acetoclor, tebuconazol, epoxiconazol, propiconazol, fenbuconazol, triademenol, fipronil e suas misturas.
Componentes oleosos ou co-solventes
Componentes oleosos ou co-solventes adequados (componente c) são, por exemplo, álcoois de Guerbet, com base em álcoois graxos tendo 6 a 18, preferivelmente 8 a 10, átomos de carbono, ésteres de ácidos C6-C22 graxos lineares com álcoois C6-C22 graxos lineares ou ramificados ou ésteres de ácidos C6-C13 carboxílicos ramificados com álcoois C6-C22 graxos lineares ou ramificados, como, por exemplo, miristato de miristila, palmitato de miristila, estearato de miristila, isostearato de miristila, oleato de miristila, behenato de miristila, erucato de miristila, miristato de cetila, palmitato de cetila, estearato de cetila, isostearato de cetila, oleato de cetila, behenato de cetila, erucato de cetila, miristato de estearila, palmitato de estearila, estearato de estearila, isostearato de estearila, oleato de estearila, behenato de estearila, erucato de estearila, miristato de isostearila, palmitato de isostearila, estearato de isostearila, isostearato de isostearila, oleato de isostearila, behenato de isostearila, oleato de isostearila, miristato de oleila, palmitato de oleila, estearato de oleila, isostearato de oleila, oleato de oleila, behenato de oleila, erucato de oleila, miristato de behenila, palmitato de behenila, estearato de behenila, isostearato de behenila, oleato de behenila, behenato de behenila, erucato de behenila, miristato de erucila, palmitato de erucila, estearato de erucila, isostearato de erucila, oleato de erucila, behenato de erucila e erucato de erucila. Ainda, adequados são ésteres de ácidos C6-C22 graxos lineares com álcoois ramificados, em particular, 2-etilhexanol, ésteres de ácidos C18-C38-alquilhidróxi carboxílicos com álcoois C6-C22 graxos lineares ou ramificados, em particular, Maleato de Dioctila, ésteres de ácidos graxos lineares e/ou ramificados com álcoois polihídricos (como, por exemplo, propilenoglicol, dimerdiol ou trimertriol) e/ou álcoois de Guerbet, triglicerídeos com base em ácidos C6-C10 graxos, misturas de mono-/di-/triglicerídeo líquidas com base em ácidos C6-C18 graxos, ésteres de álcoois C6-C22 graxos e/ou álcoois de Guerbet com ácidos carboxílicos aromáticos, em particular, ácido benzóico, ésteres de ácidos C2-C12-dicarboxílicos com álcoois lineares ou ramificados tendo 1 a 22 átomos de carbono (Cetiol® B) ou polióis tendo 2 a 10 átomos de carbono e 2 a 6 grupos hidroxila, óleos vegetais, álcoois primários ramificados, ciclohexanos substituídos, carbonatos de álcool C6-C22 graxo linear e ramificado, como, por exemplo, Carbonato de Dicaprilila (Cetiol® CC), carbonatos de Guerbet, com base em álcoois graxos tendo 6 a 18, preferivelmente 8 a 10, átomos de carbono, ésteres de ácido benzóico com álcoois C6-C22 graxos lineares e/ou ramificados (por exemplo, Cetiol® AB), dialquil ésteres simétricos ou assimétricos, lineares ou ramificados tendo 6 a 22 átomos de carbono por grupo alquila, como, por exemplo, dicaprilil éter (Cetil® OE), produtos com abertura anelar de ésteres de ácido graxo epoxidizado com polióis, óleos de silicone (ciclometiconas, graus de meticona de silicone, etc.), hidrocarbonetos alifáticos ou naftênicos, como, por exemplo, esqualano, esqualeno ou dialquilciclohexanos e/ou óleos minerais.
Os componentes oleosos ou co-solventes preferidos mostram uma estrutura de éster. Particularmente preferidos estão os adipatos (Cetil® B, Agnique® DiME 6), lactatos, metil ésteres de óleos vegetais (Agnique ME 18RD-F, Agnique® ME 12C- F), alquil ésteres (Agnique® Ae 3-2EH=2-EtilHexil Lactato) - todos os produtos disponíveis no mercado a partir da Cognis GmbH, Düsseldorf.
Emulsificantes
Emulsificantes adequados (componente d) incluem surfactantes não-iônicos e aniônicos e suas misturas. Surfactantes não-iônicos incluem, por exemplo:
o produtos da adição de 2 a 30mols de oxido de etileno e/ou O a 5 mol de oxido de propileno em álcoois C8-22 graxos lineares, em ácidos C12-22 graxos e em alquilfenóis contendo 8 a 15 átomos de carbono no grupo alquila;
o monoésteres de ácido C12/18 graxo e diésteres de produtos de adição de 1 a 30 mol de óxido de etileno em glicerol;
o mono e diésteres de glicerol e mono e diésteres de sorbitan de ácidos graxos saturados e insaturados contendo 6 a 22 átomos de carbono e produtos de adição de óxido de etileno destes;
o produtos de adição de 15 a 60 mois de óxido de etileno em óleo de castor e/ou óleo de castor hidrogenado;
o ésteres de poliol e, em particular, ésteres de poliglicerol, como, por exemplo, poliricinoleato de poliglicerol, poli-12-hidróxiestearato de poliglicerol ou isostearato de dimerato de poliglicerol. Misturas de compostos de diversas dessas classes também são adequados;
o produtos de adição de 2 a 15 mois de óxido de etileno em óleo de castor e/ou óleo de castor hidrogenado;
o ésteres parciais com base em ácidos C6/22 graxos insaturados ou saturados, lineares, ramificados, ácido ricinoléico e ácido 12-hidróxiesteárico e glicerol, poliglicerol, pentaeritritol, dipentaeritritol, álcoois de açúcar (por exemplo, sorbitol), alquil glicosídeo (por exemplo, glicosídeo de metila, glicosídeo de butila, glicosídeo de lauril) e poliglicosídeos (por exemplo, celulose);
o fosfatos de mono, di e trialquila e fosfatos de mono, di e/ou tri-PEG-alquila e sais destes;
o álcoois de cera de lã;
o copolímeros de polisiloxano/polialquila poliéter e derivados correspondentes;
o ésteres mistos de pentaeritritol, ácidos graxos, ácido cítrico e álcool graxo e/ou ésteres mistos de ácidos C6-22 graxos, metil glicose e polióis, preferivelmente glicerol ou poliglicerol,
o álcoois de polialquileno e
Os produtos de adição de óxido de etileno e/ou oxido de propileno em álcoois graxos, ácidos graxos, alquifenóis, mono e diésteres de glicerol e mono e diésteres de sorbitan de ácidos graxos ou em óleo de castor são produtos comercialmente disponíveis conhecidos. Eles são misturas homólogas das quais o grau médio de alcoxilação corresponde à razão entre as quantidades de óxido de etileno e/ou óxido de propileno e substrato com o qual a reação de adição é realizada. Monoésteres e diésteres de ácido C12/18 graxo de produtos de adição de óxido de etileno em glicerol são conhecidos como aumentadores da camada de lipídio para formulações cosméticas. Os emulsificantes preferidos são descritos em maiores detalhes, conforme segue:
a) Glicerídeos parciais
Exemplos típicos de glicerídeos parciais adequados são monoglicerídeo de ácido hidroxisteárico, diglicerídeo de ácido hidróxiesteárico, monoglicerídeo de ácido isosteárico, diglicerídeo de ácido isosteárico, monoglicerídeo de ácido oléico, diglicerídeo de ácido oléico, monoglicerídeo de ácido ricinoléico, diglicerídeo de ácido ricinoléico, monoglicerídeo de ácido linoléico, diglicerídeo de ácido linoléico, monoglicerídeo de ácido linolênico, diglicerídeo de ácido linolênico, monoglicerídeo de ácido erúcico, diglicerídeo de ácido erúcico, monoglicerídeo de ácido tartárico, diglicerídeo de ácido tartárico, monoglicerídeo de ácido cítrico, diglicerídeo de ácido cítrico, monoglicerídeo de ácido málico, diglicerídeo de ácido málico e misturas técnicas destes que ainda podem conter pequenas quantidades de triglicerídeo do processo de produção. Os produtos de adição de 1 a 30, e preferivelmente 5 a 10, mois de óxido de etileno nos glicerídeos parciais mencionados também são adequados.
b) Esteres de sorbitan
Ésteres de sorbitan adequados são monoisostearato de sorbitan, sesquiisostearato de sorbitan, diisostearato de sorbitan, triisostearato de sorbitan, monooleato de sorbitan, sesquioleato de sorbitan, dioleato de sorbitan, trioleato de sorbitan, monoerucato de sorbitan, sesquierucato de sorbitan, dierucato de sorbitan, trierucato de sorbitan, monoricinoleato de sorbitan, sesquiricinoleato de sorbitan, diricinoleato de sorbitan, triricinoleato de sorbitan, monohidróxiestearato de sorbitan, sesquihidróxiestearato de sorbitan, dihidróxistearato de sorbitan, trihidróxistearato de sorbitan, monotartrato de sorbitan, sesquitartrato de sorbitan, ditartrato de sorbitan, tritartrato de sorbitan, monocitrato de sorbitan, sesquicitrato de sorbitan, dicitrato de sorbitan, tricitrato de sorbitan, monomaleato de sorbitan, sesquimaleato de sorbitan, dimaleato de sorbitan, trimaleato de sorbitan e misturas técnicas destes. Os produtos de adição de 1 a 30, e preferivelmente 5 a 10, mois de óxido de etileno nos ésteres de sorbitam mencionados também são adequados.
c) Alqu(en)il oligoglicosídeos Os alquil ou alquenil oligoglicosídeos representando também emulsificantes preferidos podem ser derivados de aldoses ou cetoses contendo 5 ou 6 átomos de carbono, preferivelmente glicose. Conformemente1 os alquil e/ou alquenil oligoglicosídeos preferidos são alquil ou alquenil oligoglicosídeos. Esses materiais também são conhecidos genericamente como "alquil poliglicosídeos" (APG). Os alqu(en)il oligoglicosídeos de acordo com a invenção correspondem à fórmula (III):
<formula>formula see original document page 28</formula> (III)
em que R4 é um radical alquil ou alquenil tendo de 6 a 22 átomos de carbono, G é uma unidade de açúcar tendo 5 ou 6 átomos de carbono e ρ é um número de 1 a 10. O índice p, na fórmula geral (II), indica o grau de oligomerisação (grau DP), isto é, a distribuição de mono e oligoglicosídeos e é um número de 1 a 10. Considerando-se que ρ em um dado composto deve sempre ser um inteiro e, acima de tudo, pode assumir um valor de 1 a 6, o valor ρ de um certo alquil oligoglicosídeo é uma quantidade calculada analiticamente determinada, que é, muitas vezes, um número quebrado. Alqu(en)il oligoglicosídeos tendo um grau médio de oligomerisação ρ de 1,1 a 3,0 são preferivelmente usados. Alqu(en)il oligoglicosídeos tendo um grau de oligomerisação abaixo de 1,7 e, mais preferivelmente, entre 1,2 e 1,4, são preferidos do ponto de vista aplicacional. O radical aquil ou alquenil R5 pode ser derivado de álcoois primários contendo 4 a 22 e preferivelmente 8 a 16 átomos de carbono. Exemplos típicos são butanol, álcool capróico, álcool caprílico, álcool cáprico, álcool undecílico, álcool laurílico, álcool miristílico, álcool cetílico, álcool palmitoleílico, álcool estearílico, álcool isostearílico, álcool oleílico, álcool elaidílico, álcool petroselinílico, álcool araquílico, álcool gadoleílico, álcool behenílico, álcool erucílico e misturas técnicas destes, tal que são formados, por exemplo, na hidrogenação de metil ésteres de ácido graxo ou na hidrogenação de aldeídos a partir da síntese oxo de Roelen. Alquil oligoglicosídeos com base em álcool de óleo de coco C8-C16 hidrogenado tendo um DP de 1 a 3 são preferidos. Ainda adequados estão produtos de alcoxilação de alquil oligoglicosídeos, por exemplo, adutos de 1 a 10 mois de oxido de etileno e/ou 1 a 5 mois de óxido de propileno a C8-C10 ou C12-C18 alquil oligoglicosídeo tendo um DP entre 1,2 e 1,4.
d) Óleos vegetais alcoxilados
Emulsificantes adequados são óleo de castor, óleo de canola, óleo de soja etoxilados com 3 a 80 mois de óxido de etileno (Agnique® CSO 35, Agnique® SBO 10, Agnique® SBO 60).
e) Copolímeros alcoxilados
Copolímeros típicos são polímeros de bloqueio e/ou randômicos etoxilados e propoxilados de álcoois C2-C22 lineares ou ramificados.
f) Emulsificantes aniônicos
Emulsificantes aniônicos típicos abrangem ácidos alquilbenzeno sulfônicos e seus sais, como, por exemplo, dodecilbenzeno sulfonato de cálcio, dissolvido em isobutanol (Agnique® ABS 65C) ou 2-etilhexanol (Agnique® ABS 60C-EH), dialquil sulfosuccinatos, como, por exemplo, di-2-etilhexil sulfosuccinato ou dioctil sulfosuccinato e poliacrilatos tendo um peso molar de 1.000 a 50.000.
g) Emulsificantes diversos
Outros emulsificantes adequados são surfactantes zwitteriônicos. Surfactantes zwitteriônicos são compostos ativos de superfície, que contem, no mínimo, um grupo de amônio quaternário e, no mínimo, um grupo carboxilato e um sulfonato na molécula. Surfactantes zwitteriônicos particularmente adequados são as chamadas betaínas, como os glicinatos de N-alquil-N,N-dimetil amônio, por exemplo, glicinato de cocoalquil dimetil amônio, glicinatos de N-acilaminopropil-N,N-dimetil amônio, por exemplo, glicinato de coco-acilaminopropil dimetil amônio e 2-alquil-3-carboximetil-3- hidroxietil imidazolinas contendo 8 a 18 átomos de carbono no grupo alquila ou acila e glicinato de cocoacil-aminoetil hidroxietil carboximetila. O derivado de amida de ácido graxo conhecido sob o nome de CTFA de Cocoamidopropil Betaina é particularmente preferido. Surfactantes anfolíticos também são emulsificantes adequados. Os surfactantes anfolíticos são compostos ativos de superfície, que, além de um grupo Cem alquila ou acila, contem, no mínimo, um grupo amino livre e, no mínimo, um grupo -COOH ou -SO3H na molécula e que são capazes de formar sais internos. Exemplos de surfactantes anfolíticos adequados são N-alquil glicinas, ácidos N-alquil propiônicos, ácidos N-alquilaminobutiricos, ácidos N- alquiliminodipropiônicos, N-hidroxietil-N-alquilamidopropil glicina, N-alquil taurinas, N-alquil sarcosinas, ácidos 2-alquilaminopropiônicos e ácidos alquilaminoacéticos contendo aproximadamente 8 a 18 átomos de carbono no grupo alquila. Surfactantes anfolíticos particularmente preferidos são propionato de N- cocoalquilamino, propionato de cocoacilaminoetilamino e sarcosina de acila C12/18.
Composições de biocida
Dependendo da natureza do biocida, os produtos podem mostrar as seguintes composições:
(a) aproximadamente 0,1% b.w. a aproximadamente 99% b.w., preferivelmente aproximadamente 15% b.w. a aproximadamente 70% b.w. e mais preferivelmente aproximadamente 20% b.w. a aproximadamente 45% b.w. de alquilamidas do ácido dicarboxílico;
(b) aproximadamente 1% b.w. a aproximadamente 99,1% b.w., preferivelmente aproximadamente 5% b.w. a aproximadamente 75% b.w. e mais preferivelmente aproximadamente 15% b.w. a aproximadamente 40% b.w. de biocidas, (c) 0 a aproximadamente 50% b.w, preferivelmente aproximadamente 5% b.w. a aproximadamente 30% b.w. e mais preferivelmente aproximadamente 10% b.w. a aproximadamente 25% b.w. de componentes oleosos ou co-solventes e
(d) 0 a aproximadamente 15% b.w. e preferivelmente aproximadamente 5% b.w. a aproximadamente 10% b.w., emuIsificantes
na condição de que as quantidades opcionalmente em conjunto com água adicionam 100% b.w. As composições representam concentrados a serem diluídos com água para fornecer formulações aquosas para usuários finais compreendendo aproximadamente 0,5 a aproximadamente 5, preferivelmente aproximadamente 0,5 a aproximadamente 1% da matéria ativa representada pelo concentrado.
Aplicação industrial
Uma configuração final da presente invenção está relacionada ao uso de alquilamidas do ácido dicarboxílico, em particular, alquilamidas do ácido dicarboxílico derivadas de ácidos C2-C6-dicarboxílicos e alquilaminas e mais especificamente derivadas de ácido succínico e alquilaminas como solventes verdes ou dispersantes de biocidas.
Exemplos
Exemplos 1 a 5
Diversos Concentrados Emulsificáveis ("EC") foram criados e preparados pela mistura de biocidas, tetrabutilamida de ácido succínico, co-solventes e emulsificantes. Os concentrados foram subseqüentemente diluídos a 5% em água. Características de emulsões de 5% b.w. em CIPAC água B e armazenadas a 20°C durante 24 h foram avaliadas.
A estabilidade das emulsões foi determinada como uma função de tempo. No que se refere à formação de camada (++) significa "sem formação de camada" e (+) "aproximadamente formação de camada de 1ml". Opacidade (++) significa uma emulsão branca opaca e (+) uma emulsão levemente opalescente.
Tabela 1
Estabilidade de composições de biocida
<table>table see original document page 32</column></row><table>
Agnique® ABS 65C = Dodecilbenzeno sulfonato de cálcio a 65% em isobutanol,
Agnique® MBL = Mistura de emulsificantes com base em surfactantes aniônicos e não-iônicos,
Derivado de sacarose: Etoxilato de sacarose (40) esterificado com ácidos graxos
Tabela 1
Estabilidade de composições de biocida (continuação)
<table>table see original document page 32</column></row><table>
Os exemplos indicam que comportamento de emulsificação excelente é obtio o como um resultado de mistura de solventes otimizados e sistemas de emulsificante.
Exemplo 6 e Exemplo C1 Comparativo A solubilidade de diversos pesticidas em dialquilamidades de cadeia curta a 25°C foi testada. Os resultados, incluindo solubilidade alvo mínima para cada biocida, são apresentados na Tabela 2.
Tabela 2
Solubilidade de biocidas [% b.w.]
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Claims (13)

1. COMPOSIÇÕES DE BIOCIDAj CARACTERIZADA por compreender (a) alquilamidas do ácido dicarboxílico, (b) biocidas e opcionalmente (c) componentes oleosos ou co-solventes e/ou (d) emulsificantes.
2. COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que elas compreendem como componente (a) alquilamidas do ácido dicarboxílico, de acordo com a fórmula geral (II), R3 R4-N-(C=0)-[A]x-(C=0)-N-R1R2 (II) em que R1, R2 e R3 independentemente representam hidrogênio ou grupos alquila lineares ou ramificados, tendo 1 a 12 átomos de carbono, R4 representa um grupo alquila linear ou ramificado, tendo 1 a 12 átomos de carbono, A corresponde a uma cadeia de radical de hidrocarboneto saturado ou insaturado, tendo 1 a 20 átomos de carbono e χ significa 0 ou 1.
3. COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA, de acordo com a reivindicação 1 e/ou 2, CARACTERIZADA pelo fato de que elas compreendem como componente (a) amidas derivados dos ácidos dicarboxílicos tendo 2 a 6 átomos de carbono.
4. COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3 precedentes, CARACTERIZADA pelo fato de que elas compreendem como componente (a) tetrabutilamida de ácido succínico.
5. COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4 precedentes, CARACTERIZADA pelo fato de que elas compreendem biocidas (componente b) selecionados do grupo consistindo de herbicidas, fungicidas, inseticidas e reguladores de crescimento vegetal.
6. COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5 precedentes, CARACTERIZADA pelo fato de que elas compreendem biocidas (componente b) selecionados do grupo consistindo de azóis, estrobilurinas, difenil éteres, anilidas, organofosfatos, piretróides sintéticos, neonicotinóides, oxadiazinas, benzoilureias, carbamatos de fenila, cloroacetamidas, tricetonas, ácidos piridinecarboxílicos, ciclohexanediona oximas, fenilpirazóis, glifosato e seus sais e suas misturas.
7. COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5 precedentes, CARACTERIZADA pelo fato de que elas compreendem biocidas (Componente b) selecionados do grupo consistindo de oxiflurofeno, propanil, clorpirifos, bifentrim, deltametrin, azoxistrobina, krexoxim-metil, lambda-cihalotrin, novaluron, lufenuron, imidacloprid, tiacloprid, indoxacarb, oxifluorfen, fluroxipir e seus ésteres, fenmedifam, desmedifam, acetoclor, tebuconazol, epoxiconazol, propiconazol, fenbuconazol, triademenol, fipronil e suas misturas.
8. COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, CARACTERIZADA pelo fato de que elas compreendem componentes oleosos ou co-solventes (componente c) selecionados do grupo consistindo de álcoois de Guerbet, com base em álcoois graxos tendo 6 a 18 átomos de carbono, ésteres de ácidos C6-C22 graxos lineares com álcoois C6- C22 graxos lineares ou ramificados ou ésteres de ácidos C6-C13 carboxílicos ramificados com álcoois C6-C22 graxos lineares ou ramificados, metil ésteres de ácidos C6-C22 graxos, ésteres de ácidos C6-C22 graxos lineares com álcoois ramificados, ésteres de ácidos C18-C38-alquilhidróxi carboxílicos com álcoois C6-C22 graxos lineares ou ramificados, ésteres de ácidos graxos lineares e/ou ramificados com álcoois polihídricos e/ou álcoois de Guerbet, triglicerídeos com base em ácidos C6-C10 graxos, misturas de mono-/di-/triglicerídeo líquidas com base em ácidos C6-C10 graxos, ésteres de álcoois C6-C22 graxos e/ou álcoois de Guerbet com ácidos carboxílicos aromáticos, ésteres de ácidos C2-C12-dicarboxílicos com álcoois lineares ou ramificados tendo 1 a 22 átomos de carbono ou polióis tendo 2 a 10 átomos de carbono e 2 a 6 grupos hidroxila, óleos vegetais, álcoois primários ramificados, ciclohexanos substituídos, carbonatos de álcool C6-C22 graxo linear e ramificado, carbonatos de Guerbet, com base em álcoois graxos tendo 6 a 18, preferivelmente 8 a 10, átomos de carbono, ésteres de monopropilenoglicol com ácidos C12-C18 e ácido benzóico, ésteres de ácido benzóico com álcoois C6-C22 graxos lineares e/ou ramificados, dialquil ésteres simétricos ou assimétricos, lineares ou ramificados tendo 6 a 22 átomos de carbono por grupo alquila, produtos com abertura anelar de ésteres de ácido graxo epoxidizado com polióis, óleos de silicone e/ou hidrocarbonetos alifáticos ou naftênicos, óleos minerais e suas misturas.
9. COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8 precedentes, CARACTERIZADA pelo fato de que os referidos componentes oleosos mostram uma estrutura de éster.
10. COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9 precedentes, CARACTERIZADA pelo fato de que os referidos componentes oleosos são selecionados do grupo consistindo de adipatos, lactatos, metil ésteres de óleos vegetais, alquil ésteres.
11. COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 10 precedentes, CARACTERIZADA pelo fato de que elas compreendem emulsificantes (componente d) selecionados do grupo consistindo de surfactantes não-iônicos e aniônicos ou suas misturas.
12. COMPOSIÇÕES DE BIOCIDA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 11 precedentes, CARACTERIZADA pelo fato de que elas compreendem: (a) 0,1 a 99% b.w. de alquilamidas do ácido dicarboxílico (b) 1 a 99,1% b.w. de biocidas, (c) 0 a 50% b.w. de componentes oleosos ou co-solventes e (d) 0 a 15% b.w. de emulsificantes, na condição de que as quantidades adicionam opcionalmente em conjunto com água 100% b.w.
13. USO DE ALQUILAMIDAS DO ÁCIDO DICARBOXÍLICO, CARACTERIZADO como solventes verdes ou dispersantes de biocidas.
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