BRPI1102033A2 - aminaftona - Google Patents

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BRPI1102033A2
BRPI1102033A2 BRPI1102033-4A BRPI1102033A BRPI1102033A2 BR PI1102033 A2 BRPI1102033 A2 BR PI1102033A2 BR PI1102033 A BRPI1102033 A BR PI1102033A BR PI1102033 A2 BRPI1102033 A2 BR PI1102033A2
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BR
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migraine
aminephton
treatment
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BRPI1102033-4A
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Massimo Baldacci
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Baldacci Lab Spa
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Abstract

ALMINAFTONA A presente invenção se refere à aminaftona, ou 2-hidroxi-3- metil-1 ,4-naftoidroquinona-2-p-aminobenzoato, para uso no tratamento e/ou prevenção de enxaqueca, preferivelmente gerada pela inflamação vascular em seres humanos. Esta aminaftona pode ser administrada em uma quantidade entre 50 e 150 mg por dose, preferivelmente cerca de 75 mg por dose, 2-4 vezes ao dia.

Description

"AMINAFTONA"
Estado da arte
A enxaqueca é uma doença debilitante que afeta uma porcentagem elevada de indivíduos, por exemplo, cerca de 12% da população dos EUA sofre de enxaquecas, e costuma aparecer em adultos com idade compreendida entre 20 e 40 anos (ver 8, aqui incorporados por referência).
É opinião comum de que os ataques de enxaqueca são muitas vezes provocados por fatores ou situações recorrentes e constitui uma premissa indispensável para uma boa abordagem terapêutica para a doença, o acompanhamento do paciente, da sua sintomatologia para manter sob controle por alguns meses, a freqüência, duração e a intensidade dos ataques de enxaqueca e as situações que vêm provocando ou favorecendo o início da dor da enxaqueca.
Muitas vezes, as crises de enxaqueca são acompanhadas por náuseas, vômitos, fotofobia ou fonofobia de modo que o paciente fica acamado e é impedido de qualquer atividade física (v. 90-10, aqui incorporados por referência).
Atualmente, existe um número elevado de fármacos que podem intervir de várias formas de enxaqueca e a escolha do fármaco é dependente da intensidade da dor, da duração e da freqüência das crises de enxaqueca.
Entre os fármacos mais ativos são atualmente conhecidos os agonistas dos receptores de serotonina 5-HT1, a utilizar usado nos ataques de elevada intensidade, derivados do ergot (diidroergotamina e ergotamina) pela sua atividade vasoconstritora sobre os vasos centrais, substâncias dotadas de atividade analgésica e anti-inflamatória cujo mecanismo de ação parece, ligado principalmente devido à inibição da síntese das prostaglandinas, fármacos β-bloqueadores e calcioantagonistas no tratamento de formas particulares de enxaqueca. Estas classes de fármacos podem causar efeitos colaterais muito graves seja a nível gastrointestinal como, por exemplo, náuseas, vômitos, dor abdominal, diarréia seja a nível central, por exemplo, tremores, hipertonia, hipoestesia/parestesia, neuropatia periférica, nervosismo.
O tratamento desta patologia, como mencionado acima, requer uma atenção particular por parte dos médicos na análise, seja do tipo de vida do paciente seja da presença ou ausência de outras doenças concomitantes.
Fazendo referência às dificuldades legadas pela abordagem para o tratamento da enxaqueca e dos efeitos colaterais também graves relacionadas ao uso dos fármacos ainda a disposição, agora é sentida hoje a necessidade de novas terapias para o tratamento da enxaqueca.
Foi agora surpreendentemente constatado que a aminaftona, ou 2-hidroxi-3 -metil-l,4-naftoidroquinona-2-p-aminobenzoato e/ou seus sais farmaceuticamente aceitáveis, pode ser usada no tratamento e/ou na prevenção da enxaqueca.
A atividade farmacológica da aminaftona, cuja fórmula química é mostrada abaixo,
é conhecida há tempos e na literatura científica s terapia ão relatados estudos que evidenciam a ação desse composto sobre a circulação venosa capilar como um modulador e/ou normalizador das alterações dos vasos capilares que se verificam em condições patológicas particulares (ver 1, 2, 3, 4 aqui incorporados por referência).
capacidade da aminaftona de antagonizar eventos patológicos que conduzem a um estado inflamatório com alteração da estrutura vascular arteriosa através
Nos últimos anos, estudos posteriores também demonstraram a de mecanismos bioquímicos relativos à produção de endotelina e às hiper- expressão de moléculas de adesão. Estudos sobre células endoteliais humanas cultivadas in vitro evidenciam que a atividade de aminaftona está presente também em concentrações muito baixas (2-6 μ§/ηι1) (ver 5-6, aqui incorporados por referência).
Outras evidências clínicas confirmam que a aminaftona é eficaz no tratamento da inflamação endotelial humana, inflamação que está na base de patologias degenerativas com caráter evolutivo com perda de integridade vascular e formação de um potente vasoconstritor endógeno, como a endotelina (ver 7, aqui incorporados por referência).
Por "problemas vasculares inflamatórios", de acordo com a presente invenção, entende-se as patologias aqui acima mencionadas.
O uso terapêutico foi verificado e confirmado na prática médica para o tratamento de patologias venosas. O fármaco é bem tolerado e nenhum efeito colateral digno de
nota jamais foi relatado.
Até hoje, no entanto, nunca tinha sido constatada nenhuma propriedade farmacológica da aminaftona no tratamento e/ou na prevenção da enxaqueca. Descrição da invenção
O objetivo desta invenção é a aminaftona e/ou seus sais farmaceuticamente aceitáveis para uso no tratamento e/ou na prevenção da enxaqueca preferivelmente sendo dita que enxaqueca gerada por problemas vasculares inflamatórios, do tipo seja venoso seja arterial. Os resultados obtidos e apresentados a seguir na parte
experimental, permitem incluir a aminaftona como fármaco a utilizar no tratamento das várias formas de enxaqueca, patologia cuja terapia é de difícil abordagem para o médico por causa da diversidade dos mecanismos fisiopatogênicos que estão na sua base. Os dados experimentais da requerente com a aminaftona demonstram que este fármaco resulta bem tolerado, mesmo após tratamentos prolongados.
De acordo com a presente invenção, a aminaftona pode ser administrada em seres humanos, tanto como indivíduo adulto quanto como "população pediátrica", onde como o termo "população pediátrica" identifica- se aquela parte da população desde o nascimento até os dezoito anos.
De acordo com a presente invenção, a aminaftona pode ser administrada por via enteral, por exemplo oral, sublingual, retal ou parenteral, por exemplo, endovenosa, intramuscular, inalatória, tópica, subcutânea, preferivelmente por via oral.
De acordo com a presente invenção, a aminaftona pode ser administrada em uma quantidade entre 50 e 150 mg por dose, preferivelmente cerca de 75 mg por dose.
De acordo com uma modalidade da presente invenção, a aminaftona é administrada de duas a quatro vezes ao dia, preferivelmente três vezes ao dia, mais preferivelmente por pelo menos um mês, ainda mais preferivelmente por pelo menos dois meses.
De acordo com uma modalidade preferida desta invenção, a aminaftona é administrada como Capillarema® em forma de cápsulas.
De acordo com outro aspecto da presente invenção, a aminaftona pode ser administrada em combinação com pelo menos um ingrediente ativo adicional, dito ingrediente ativo adicional sendo preferivelmente selecionado do grupo que consiste de fármacos antiinflamatórios não-esteróides, diuréticos, vasodilatadores, antibióticos, flavonóides, minerais e/ou vitaminas.
Além disso, a aminaftona e dito pelo menos um ingrediente ativo adicional podem ser administrados simultaneamente, separadamente ou seqüencialmente. De acordo com a presente invenção, a aminaftona em combinação com um ingrediente ativo adicional pode ser administrada em uma composição farmacêutica contendo pelo menos um excipiente fisiologicamente aceitável.
A dita composição farmacêutica pode estar em forma sólida ou
líquida, sendo dita forma sólida selecionada preferivelmente entre comprimidos, cápsulas, grânulos, microgrânulos e dita forma líquida, selecionada preferivelmente entre suspensões ou soluções.
A composição farmacêutica de acordo com a presente invenção contém aminaftona e/ou seus sais farmaceuticamente aceitáveis em uma quantidade compreendida entre 50 e 150 mg por dose, preferivelmente cerca de 75 mg por dose. Parte Experimental
O estudo foi efetuado em seis pacientes com idade compreendida entre 40 e 60 anos que apresentam , pelo menos dois anos de ataques de enxaqueca de gravidade variada.
Como parâmetros para a avaliação da aminaftona no tratamento da enxaqueca é aplicada a seguinte escala de 4 pontos: (0 = sem dor, 1 - dor leve, 2 = dor moderada, 3 = dor intensa). O fármaco é considerado eficaz se se evidencia a redução de
intensidade da dor de pelo menos um ponto na escala.
Todos os seis pacientes são tratados com 75 mg de aminaftona, três vezes ao dia e o tratamento é prolongado por pelo menos um mês.
Depois de duas horas do início da administração oral é avaliada a porcentagem de pacientes que revelaram um benefício terapêutico, e essa avaliação é repetida a 24 horas e a 48 horas da primeira administração, como mostrado na Figura 1.
Após 2 horas, 4 pacientes dos 6 tratados evidenciavam uma redução da intensidade da dor de pelo menos um ponto na escala prevista, e após 48 h do início do tratamento, todos os pacientes estavam livres de ataques de enxaqueca, mesmo aqueles considerados de dor leve.
Dada a tolerabilidade do fármaco, a terapia com aminaftona foi continuada e hoje, depois de cerca de 2 meses de terapia, ataques de enxaqueca não foram verificados. Bibliografia
.1) E. Gelso, R. Corradetti, "Eziopatogenesi deH'insufficienza
venosa crônica: attualità delPAminaftone (Capillarema) nelle alterazioni dei microcircolo", Intern. journal on drugs and therapy vol. XXI, 1-8, 2004. .2) N. Di Paolo, C. Bartoli, "Azione angioprotettiva
deH'Aminaftone sulla porpora immunologica di siero antipiastrinici nelPorecchio dei coniglio", Quad. Coag. 1974, 15, 67-71. .3) Villaverde C.A. et al., "Modificacion de Ia permealidad
vascular con Aminaftone", Rev. Farmacol. Clin. Exp. 1989, 6, 9-14. .4) Castelli P. et al., "Trattamento con Aminaftone
nelPinsufficienza venosa crônica complicata", Flebolinfologia 1988, 1, 241-44.
.5) S. Lemma et al., "Novel mode of action of the Aminaftone: down-regulation of a E-selective expression in ECV-304 cells", Int.
Angiology 2006, 25, suppl 1, 189.
.6) R. Scorza et al., "Aminaftone, a derivative of 4-aminobenzoic acid, downregulates endothelin 1 production in ECV 304 cells: an in vitro study", Drugs in R.D. 2008, 9, 251-257.
.7) R. Scorza et al., "Aminaftone enhances iloprost beneficiai effect in patients with systemic sclerosis and recurrent ulcers", 2009
ACR/ARHP Annal Scientific Meeting Philadelphia PA, October 16-21.
.8) Loretta L. Mueller, "Diagnosis and Managing migraine Headache", J. Am. OsteopathAs 2007, 107 (suppl. 6) 10-16.
.9) G. Sandrini et al., "Neurophysiological tests and neuroimaging procedures in non acute headache: guidelines and recommendations", Europ. Journal of Neurology 2004, 11, 217-224.
.10) S. Evers et ai., "EFNS guideline on the drug treatment of
migraine revised report of an EFNS task force", Europ. Journal of Neurology 2009,16,968-81.

Claims (10)

1. Aminaflona e/ou seus sais farmaceuticamente aceitáveis caracterizada pelo fato de que é para o uso no tratamento e/ou prevenção de enxaqueca.
2. Aminaftona de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a dita enxaqueca é gerada a partir de inflamação vascular.
3. Aminaftona de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que ela é administrado por via enteral ou parenteral.
4 Aminaftona de acordo com a reivindicação 3, caracterizada pelo fato de que ela é administrada por via oral.
5. Aminaftona de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que ela é administrada em uma quantidade entre 50 e 150 mg por dose.
6. Aminaftona de acordo com a reivindicação 5, caracterizada pelo fato de que ela é administrada em uma quantidade de cerca de 75 mg por dose.
7. Aminaftona de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que ela é administrada 2-4 vezes ao dia.
8. Aminaftona de acordo com a reivindicação 7, caracterizada pelo fato de que ela é administradas três vezes por dia.
9. Aminaftona de acordo com a reivindicação 7, caracterizada pelo fato de que ela é administrada por pelo menos um mês.
10. Aminaftona de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de que ela é administrada por pelo menos dois meses.
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