BRPI1102784A2 - meio de uniço - Google Patents

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Gilmar Giachellin
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MEIO DE UNIçO. Refere-se a um meio de união para conectar um primeiro componente a um segundo componente, especialmente para conectar peças de móveis ou máquinas, compreendendo um primeiro elemento de união colocado no primeiro componente quando os componentes estão conectados e um segundo elemento de união colocado no segundo componente quando os componentes estão conectados, sendo que no mínimo um dos elementos de união apresenta uma superfície de apoio curva, em forma de arco ao corte longitudinal. A tarefa da presente invençêo é criar um meio de conexão do tipo mencionado acima que possibilite uma união segura e separável de dois componentes, sem o risco de danificação dos dois componentes na respectiva montagem.

Description

"MEIO DE UNIÃO"
A presente invenção refere-se a um meio de união para conectar um primeiro componente a um segundo componente, especialmente para conectar peças de móveis ou máquinas, compreendendo um primeiro elemento de união colocado no primeiro componente quando os componentes estão conectados e um segundo elemento de união colocado no segundo componente quando os componentes estão conectados, sendo que no mínimo um dos elementos de união apresenta uma superfície de apoio curva, em forma de arco ao corte longitudinal.
Tais meios de união são conhecidos, por exemplo, da AT 373 046 ou DE 28 16 134 Al. De acordo com a AT 373 046, cada um dos elementos de união apresenta uma parte superior em forma de gancho, saliente em direção ao outro elemento de união, sendo que estas duas extremidades dos elementos são encaixadas lateralmente para realizar a união entre os elementos. De acordo com a DE 28 16 134 Al cada um dos elementos de união apresenta um gancho que engata no gancho do outro elemento de união por trás quando os elementos de união estão conectados, sendo que os elementos de união, para estabelecer a união, são deslocados um contra o outro paralelamente às superfícies de contato dos componentes dispostos lado a lado.
Os elementos de união da AT 373 046 e da DE 28 16 134 Al precisam ser fixados com parafusos adicionais ou cola para garantir que não se soltem de forma não intencional, ou, por outro lado, os elementos de união ficam presos de tal forma que não é mais possível separá-los.
A DE 196 04 243 C2 apresenta uma guarnição para conectar componentes que consiste de duas metades, cada uma das quais sendo fixada em um dos componentes a serem conectados e apresentando elementos encaixáveis que ocasionam a união dos componentes; cada uma das metades da guarnição apresenta uma seção em forma de segmento de círculo com bordos salientes autocortantes, de forma que cada uma das metades da guarnição, ao ser inserida no respectivo componente conjugado, pode ser ancorada no respectivo componente, longitudinalmente aos bordos autocortantes.
A união dos dois componentes estabelecida com esta guarnição não poderá mais ser desfeita, ou apenas poderá ser desfeita com dificuldade. Além disso, a guarnição de acordo com a DE 196 04 243 C2 apresenta o risco de quebra das paredes laterais do respectivo componente devido às forças formadas pelos bordos salientes autocortantes quando as metades da guarnição são inseridas.
A tarefa da presente invenção é criar um meio de conexão do tipo mencionado acima que possibilite uma união segura e separável de dois componentes, sem o risco de danificação dos dois componentes na respectiva montagem.
Esta tarefa é solucionada com o meio de união com as características do conceito geral da Reivindicação 1 de acordo com a presente invenção, onde o primeiro elemento de união e o segundo elemento de união, quando conectados, estão unidos entre si de forma separável e pelo menos o primeiro elemento de união apresenta um alojamento e no mínimo um elemento de fixação móvel em relação ao alojamento do primeiro elemento de união, sendo que este elemento de fixação, na posição fixa, atua em conjunto com o segundo elemento de fixação de modo a evitar um movimento relativo do primeiro elemento de união e do segundo elemento de união longitudinalmente à direção da união e, na posição liberada, atua de modo a permitir um movimento relativo do primeiro elemento de conexão e do segundo elemento de união longitudinalmente à direção da conexão; no mínimo um dos elementos de fixação pode ser movimentado, por ação externa ao meio de união, da posição fixa para a posição liberada e/ou da posição liberada à posição fixa; o alojamento do primeiro elemento de união apresenta uma superfície de apoio curva, em forma de arco ao corte longitudinal, e uma superfície de posicionamento essencialmente plana, oposta à superfície de apoio, que pode ser aplicada ao segundo elemento de união.
A solução, de acordo com a invenção, baseia-se no conceito de estabelecer-se a união dos dois elementos de união não através do deslocamento relativo dos dois elementos de conexão como um todo, mas sim, ao invés disso, através de um movimento relativo do elemento de fixação em relação a um alojamento do primeiro elemento de união a partir da posição liberada para a posição fixa. Alternativamente, ou complementarmente, a conexão entre os elementos de união pode ser desfeita por meio de um movimento do elemento de fixação em relação ao alojamento do primeiro elemento de fixação a partir da posição fixa para a posição liberada.
Pelo fato de pelo menos um dos elementos de conexão apresentar uma superfície de apoio curva, em forma de arco ao corte longitudinal, esta superfície de apoio pode deslizar sobre a superfície do fundo, igualmente curva e em forma de arco ao corte longitudinal, de uma cavidade prevista em um dos componentes, permitindo que o alinhamento do respectivo elemento de conexão relativamente ao outro elemento de fixação, observados determinados limites, possa ser alterado quando os elementos são conectados, a fim de compensar tolerâncias de posição das cavidades nas quais os elementos de conexão estão dispostos e/ou tolerâncias de fabricação dos elementos de conexão.
Na montagem dos dois componentes este grau adicional de liberdade de movimento permite correções em relação às respectivas posições, reduzindo os requisitos de precisão referentes à posição das cavidades nos componentes e proporcionando considerável facilidade ao usuário.
Se os elementos de conexão forem interbloqueados pelo movimento do elemento de fixação à posição fixa, as forças de tração atuando sobre os elementos de conexão em um sentido de conexão transversal, preferencialmente vertical, às superfícies de posicionamento dos elementos de conexão ativarão tanto atrito que o grau de liberdade de movimento mencionado será anulado, estabelecendo uma conexão totalmente fixa entre os componentes a serem conectados.
Os elementos de conexão do meio de conexão são inseridos nas respectivas cavidades previstas nos componentes de forma que não haja necessidade de aplicação de muita força na inserção dos elementos de conexão nos componentes e que, portanto, não ocorram danos nos componentes.
Ao contrário, para inserir as metades da guarnição da DE 196 04 243 C2 nos componentes é necessário primeiramente formar as cavidades de fixação dos componentes da guarnição utilizando os bordos salientes autocortantes. Isto exige um emprego considerável de força. Além disso, os bordos salientes autocortantes devem estar geometricamente otimizados no que se refere ao efeito autocortante e devem ser suficientemente finos para permitir a remoção do material cavado. Além disso, ainda, a inserção das metades da guarnição nos componentes pode provocar a quebra de material dos bordos exteriores do componente, especialmente quando as metades da guarnição são inseridas na borda do componente. No caso de materiais resistentes, como em madeira dura, a inserção das metades da guarnição é extremamente difícil. Em outros materiais, como acrílico e materiais metálicos, por exemplo, a inserção autocortante das partes da guarnição é totalmente impossível. Além disso, após a inserção, as metades da guarnição estão permanentemente fixas e imóveis no respectivo componente, não sendo possível deslocá-las ao longo da cavidade de fixação a fim de corrigir a posição e, assim, possibilitar a compensação de tolerâncias.
Quando o elemento de fixação do meio de conexão tiver sido movimentado da posição fixa para a posição liberada, os elementos de conexão podem ser afastados um do outro em um sentido de conexão vertical às superfícies de posicionamento dos elementos de conexão, - que estão em contato quando os elementos de conexão estão em estado conectado -, sem que os elementos de conexão tenham que ser previamente aproximados entre si em sentido paralelo às superfícies de posicionamento.
Na execução preferencial da invenção a superfície essencialmente plana de posicionamento do primeiro elemento de conexão pode ser aplicada a uma superfície igualmente plana de posicionamento do segundo elemento de conexão. Preferencialmente, no estado conectado dos componentes a
superfície essencialmente plana do primeiro elemento de conexão e/ou do segundo elemento de conexão deve ser alinhada de forma essencialmente paralela às superfícies de contato dos componentes, quando os componentes estão dispostos lado a lado. Além disso, no estado conectado dos componentes, a superfície de
apoio curva e a superfície de posicionamento essencialmente plana do primeiro elemento de conexão e/ou do segundo elemento de conexão deverão estar alinhadas de forma essencialmente vertical à direção da conexão.
No estado conectado dos componentes, o primeiro elemento de conexão pode estar disposto em uma cavidade do primeiro componente e o segundo elemento de conexão em uma cavidade do segundo componente, e a superfície de apoio curva de um dos elementos de conexão, em forma de arco ao corte longitudinal, pode deslizar sobre a superfície de fundo, igualmente em forma de arco, de uma cavidade prevista nos componentes. A superfície de apoio curva de pelo menos um dos elementos de
conexão pode ser executada em formato essencial de recorte de capa de cilindro.
Na execução preferencial da invenção está previsto que pelo menos um elemento de fixação esteja preso ao primeiro elemento de fixação de forma a poder oscilar (girar).
Para estabelecer a conexão dos dois elementos de conexão na posição fixa do elemento de fixação, pode estar previsto que pelo menos um elemento de fixação apresente um contorno de retenção que na posição fixa engata por trás em um segundo contorno de retenção disposto no segundo elemento de conexão.
O primeiro contorno de retenção e/ou o segundo contorno de retenção podem ter forma de arco. Pode estar especialmente previsto que o primeiro contorno de retenção e o segundo contorno de retenção não sejam executados de forma concêntrica um em relação ao outro, de forma que os dois elementos de conexão sejam puxados um contra o outro, da posição liberada para a posição fixa, quando se movimenta o elemento de fixação.
Ainda não foram dadas informações mais detalhadas sobre o modo pelo qual o elemento de fixação, por ação externa ao meio de conexão, pode ser movimentado da posição fixa para a posição liberada ou vice- versa.
Por exemplo, pode estar previsto que pelo menos um elemento de
fixação possa ser movimentado da posição fixa para a posição liberada e/ou da posição liberada para a posição fixa através de um meio mecânico de acionamento, externo ao meio de conexão, que possa ser acoplado ao elemento de fixação.
Para isto, é vantajoso se pelo menos um elemento de fixação
apresentar acoplamento para uma seção de acionamento de um meio de acionamento mecânico.
Pode ser previsto, especialmente, que pelo menos um elemento de fixação apresente recepção para uma chave Philips, chave Allen e/ou
chave de fenda.
Para possibilitar a ação do meio de acionamento mecânico sobre o elemento de fixação, pode estar previsto que o primeiro elemento de conexão apresente o alojamento com um orifício de passagem para permitir a passagem de um meio de acionamento mecânico até um dos elementos de fixação.
Poderá ser previsto, especialmente, que o alojamento apresente uma parede lateral estendendo-se transversalmente à superfície de apoio curva e que o orifício de passagem seja localizado nesta parede lateral.
Alternativamente, pode ser previsto que o orifício de passagem esteja localizado na superfície de apoio curva do primeiro elemento de conexão.
Uma execução especial da invenção pode prever que pelo menos o primeiro elemento de conexão apresente pelo menos dois elementos de fixação, presos no primeiro elemento de conexão de forma a poderem oscilar.
Para estabelecer a conexão dos dois elementos de conexão na posição fixa dos elementos de fixação, pode estar previsto que pelo menos dois elementos de fixação, na posição fixa, engatem por trás nos respectivos elementos de retenção dispostos no segundo elemento de conexão.
Para poder mudar os elementos de fixação da posição liberada para a posição fixa pode estar previsto, especialmente, que uma área de apoio de um primeiro elemento de fixação e uma área de apoio de um segundo elemento de fixação possam ser movimentadas, uma em relação à outra, através de um mecanismo de expansão. Este mecanismo de expansão poderá incluir um elemento magnético que por meio de um campo magnético de acionamento de tempo variável, atuando sobre o elemento magnético de fora do meio de conexão, possa ser acionado para um movimento dentro do meio de conexão.
Uma execução preferencial da invenção prevê que o mecanismo de
expansão englobe pelo menos dois elementos de expansão conectados entre si.
Os mecanismos de expansão podem estar especialmente interconectados através de duas roscas complementares entre si. É especialmente vantajoso quando pelo menos um dos elementos de
expansão pode ser acionado pelo elemento magnético a um movimento giratório em relação ao outro elemento de expansão.
O elemento magnético poderá apresentar, especialmente, um elemento de arrasto, que atua sobre um elemento de arrasto em um dos elementos de expansão.
Além disso, uma execução especial da invenção poderá prever que pelo menos um dos elementos de fixação apresente uma rosca.
Poderá estar previsto, neste caso, que pelo menos um elemento de fixação, na posição fixa, esteja conectado a um elemento de retenção disposto no segundo elemento de conexão, sendo que o elemento de retenção apresenta uma rosca complementar à rosca do elemento de fixação. Para facilitar a conexão entre o elemento de fixação com o elemento de retenção poderá estar previsto que o meio de conexão inclua no mínimo um elemento elástico, especialmente uma mola, pelo qual o elemento de fixação e o elemento de retenção estejam pré-tensionados entre si.
Além disso, no estado conectado dos componentes, o eixo da rosca do elemento de fixação poderá estar essencialmente alinhado paralelamente à direção da conexão.
Uma execução especial da invenção poderá prever que o meio de conexão inclua um elemento magnético que por meio de um campo magnético de acionamento de tempo variável, atuando sobre o elemento magnético de fora do meio de conexão, possa ser acionado para um movimento giratório dentro do meio de conexão.
Através de tal elemento magnético, especialmente, pelo menos um elemento de fixação poderá ser acionado a um movimento giratório em relação ao alojamento do primeiro elemento de conexão.
Neste caso, o elemento magnético poderá apresentar um elemento de arrasto que atua sobre um elemento de arrasto no elemento de fixação.
Para que na conexão dos elementos de conexão seja possível anular
também as forças cisalhantes é vantajoso se pelo menos um dos elementos de conexão apresentar pelo menos uma projeção de encaixe e o outro elemento de conexão apresentar pelo menos um rebaixo de recepção para engate da projeção de encaixe no estado conectado dos componentes. Desta forma será possível evitar as cavilhas adicionais necessárias na maioria dos outros meios de conexão.
Se pelo menos um rebaixo de recepção apresentar, no sentido longitudinal ao meio de conexão, uma extensão maior do que a projeção de encaixe ali encaixada, teremos a vantagem de que o primeiro elemento de conexão e o segundo elemento de conexão poderão ser deslocados longitudinalmente um em relação ao outro, possibilitando a compensação de tolerâncias na conexão entre os componentes. Para obter uma ancoragem especialmente eficiente pelo menos de
um dos elementos de conexão no respectivo componente, pode ser previsto que pelo menos um dos elementos de conexão apresente pelo menos uma projeção de fixação, que apresenta uma superfície de apoio curva, em forma de arco ao corte longitudinal. Com esta superfície curva de apoio a projeção de fixação pode
apoiar-se em uma superfície igualmente curva de rebaixo de uma seção de rebaixo de uma cavidade no mesmo componente. Esta superfície de rebaixo apresenta, igualmente, forma de arco ao corte longitudinal e o mesmo raio de curvatura que a superfície curva de apoio da projeção de fixação. A conexão entre a projeção de fixação e a seção de rebaixo da cavidade resulta em uma conexão de encravamento entre o componente e o elemento de conexão. A projeção de fixação do meio de conexão da invenção, preferencialmente, não é autocortante.
A projeção de fixação, ao contrário, destina-se ao encaixe, no sentido longitudinal, em uma cavidade, feita antes da colocação do elemento de encaixe no componente, com uma seção de rebaixo no respectivo componente. Neste caso, a projeção de fixação pode ser deslocada tangencialmente, sem grande esforço, na seção de rebaixo da cavidade, de forma que o elemento de conexão possui mais um grau de liberdade de movimento nesta direção, possibilitando correções referentes às posições dos componentes entre si ao estabelecer-se a conexão entre os mesmos.
A projeção de fixação pode apresentar, especialmente, extremidades sem ponta e/ou com chanfraduras arredondadas.
A projeção de fixação não autocortante pode apresentar seção transversal do tamanho que for necessário para aumentar a estabilidade mecânica da projeção de fixação.
A área da seção transversal da projeção de fixação poderá medir pelo menos 1 mm2.
A projeção de fixação poderá apresentar uma seção transversal essencialmente retangular ou essencialmente trapezoidal.
Alternativamente ou complementarmente pode estar previsto que pelo menos uma projeção diminua com o aumento da distância de um corpo básico do respectivo elemento de conexão. Por outro lado, pode estar previsto que pelo menos uma projeção de fixação diminua com a redução da distância de um corpo básico do respectivo elemento de conexão.
Alternativamente ou complementarmente também poderá ser possível que pelo menos uma projeção de fixação apresente uma seção transversal com contorno externo curvo, pelo menos em parte.
Em uma execução preferencial da invenção está previsto que pelo menos uma projeção de fixação esteja em contato de forma essencialmente nivelada com a superfície de apoio curva do respectivo elemento de conexão. Neste caso, a projeção de fixação está disposta do bordo externo, voltado para o fundo da cavidade, do respectivo elemento de conexão.
Alternativamente ou complementarmente também pode estar previsto que pelo menos uma projeção esteja deslocada em relação à superfície de apoio curva do respectivo elemento de conexão. A projeção de fixação então poderá apresentar um raio de curvatura menor que a superfície de apoio curva do respectivo elemento de conexão.
Além disso, pode estar previsto que haja várias projeções de fixação dispostas no mesmo elemento de conexão, apresentando raios de curvatura diferentes. Poderá haver, especialmente, diversas projeções de fixação com raios diferentes de curvatura dispostas do mesmo lado do respectivo elemento de conexão. Alternativamente ou complementarmente à ancoragem dos elementos de conexão através de uma ou mais projeções de fixação, também poderá estar previsto que pelo menos um dos elementos de conexão apresente pelo menos um elemento de ancoragem para fixar o respectivo elemento de fixação no fundo de uma cavidade prevista em um dos componentes.
Além disso, poderá estar previsto que pelo menos um dos elementos de conexão apresente um parafuso de ancoragem para fixar o respectivo elemento de fixação em um dos componentes.
A presente invenção refere-se, além disso, a um método de estabelecimento de uma conexão entre um primeiro componente e um segundo componente, especialmente para conectar peças de móveis ou máquinas. \
A tarefa em que se baseia o invento é a criação de um método que possibilite a conexão segura e separável dos dois componentes entre si, sem risco de danificação de um dos componentes.
Esta tarefa é solucionada por um método que abrange os seguintes passos:
- Produção de uma cavidade em uma superfície de contato do primeiro componente e de uma cavidade em uma superfície de contato do segundo componente, sendo que pelo menos uma das cavidades apresenta uma superfície curva de fundo, em forma de arco ao corte longitudinal; - Inserção de um primeiro elemento de conexão na cavidade do primeiro componente e de um segundo elemento de conexão na cavidade do segundo componente, sendo que pelo menos o primeiro elemento de conexão contém um alojamento que apresenta uma superfície de apoio curva, em forma de arco ao corte longitudinal, e uma superfície de posicionamento essencialmente plana, oposta a esta superfície de apoio, disposta no segundo elemento de conexão;
- Conexão separável do primeiro elemento de conexão e do segundo elemento de conexão, na qual pelo menos um elemento de fixação disposto no primeiro elemento de conexão de forma móvel em relação ao alojamento do primeiro meio de conexão possa ser movimentado por ação externa ao primeiro elemento de conexão, de uma posição liberada, - na qual o elemento de fixação permite um movimento relativo do primeiro elemento de conexão e do segundo elemento de conexão longitudinalmente à direção da conexão -, para uma posição fixa, na qual o elemento de fixação impede um movimento relativo do primeiro elemento de conexão e do segundo elemento de conexão longitudinalmente à direção da conexão.
Execuções especiais do método, conforme a invenção, são o objeto das reivindicações 42 a 65, cujas vantagens já foram explicadas acima no contexto das execuções especiais do meio de conexão da invenção. Os desenhos mostram: Fig.l- Representação esquemática em perspectiva de dois componentes a serem conectados, no estado não conectado, onde cada componente apresenta uma cavidade com uma seção básica central e duas seções de rebaixo (recuo) em forma de arco, que se projetam a partir da seção básica;
Fig. 2- Representação esquemática em perspectiva correspondente à Fig. 1 em que bordos invisíveis foram incluídos com linhas pontilhadas;
Fig. 3- Corte transversal esquemático do primeiro componente das Figuras 1 e 2 na região da perfuração de acesso;
Fig. 4- Vista lateral esquemática do primeiro componente das Figuras 1 e 2;
Fig. 5- Representação esquemática em perspectiva de um meio e conexão para conectar os dois componentes das Figuras 1 e 2, que contém um primeiro elemento de conexão com um elemento de fixação e um segundo elemento de conexão com uma recepção para o elemento de fixação;
Fig. 6- Representação esquemática em perspectiva correspondente à Fig. 5 em que bordos invisíveis foram incluídos com linhas pontilhadas;
Fig. 7 - Vista lateral esquemática em perspectiva dos componentes conectados através do meio de conexão das Figuras 5 e 6; Fig .8- Representação esquemática em perspectiva de dois componentes a serem conectados, no estado não conectado, apresentando um dos elementos de conexão inserido na cavidade de cada componente;
Fig. 9- Representação esquemática em perspectiva
correspondente à Fig. 8 em que bordos invisíveis foram incluídos com linhas pontilhadas;
Fig. 10- Representação esquemática em perspectiva de um equipamento de fresa com dispositivo de levantamento, onde um disco rotativo da fresa encontra-se recolhido em um alojamento do equipamento de fresa;
Fig. 11 - Representação esquemática em perspectiva correspondente ao equipamento de fresa da Fig. 10, onde o disco rotativo está parcialmente fora do alojamento do equipamento de fresa; Fig. 12 a 15 - Seqüência de cortes transversais de um componente,
em que se cava uma cavidade com o equipamento de fresa das Figuras e 11, contendo uma seção básica e duas seções de rebaixo que se projetam a partir da seção básica;
Fig. 16- Representação esquemática em perspectiva de um equipamento de fresa com fresa de ranhura em T e um dispositivo de guia para direcionar o equipamento de fresa em uma cavidade previamente fresada; Fig. 17, 19 e 21- Vista lateral esquemática em perspectiva de um componente em que foi utilizado um equipamento de fresa da Fig. 16 para fazer uma cavidade com uma seção básica e duas seções de rebaixo em forma de arco, que se projetam em relação à seção básica;
Fig. 18, 20 e 22 - Seções transversais esquemáticas da cavidade
formada no componente conforme as Fig. 17, 19 e 21;
Fig. 23- Vista lateral esquemática do primeiro componente, em cuja cavidade se insere o primeiro elemento de conexão;
Fig. 24 -Vista lateral esquemática dos dois componentes com os dois elementos de conexão inseridos, que são movimentados um em direção ao outro;
Fig. 25 -Vista lateral esquemática dos componentes unidos através das respectivas superfícies de contato e de uma chave Philips, conectada ao elemento de fixação do primeiro elemento de conexão através de um orifício de acesso;
Fig. 26 -Vista lateral esquemática dos dois componentes e da chave Philips, por intermédio da qual o elemento de fixação é movimentado da posição liberada para a posição fixa;
Fig. 27 - Vista lateral esquemática do alojamento do primeiro elemento de conexão;
Fig. 28- Corte esquemático do alojamento do elemento de conexão da Fig. 27, ao longo da linha 28-28 da Fig. 27; Fig. 29 até 31- Seções transversais do alojamento do elemento de conexão da Fig. 27, correspondente à Fig. 28, com projeções de fixação do alojamento apresentando perfis diferentes;
Fig. 32 - Representação esquemática em perspectiva do segundo modelo de execução do meio de conexão, onde a peça de fixação do primeiro elemento de conexão é executada em forma de rosca que pode se conectar com um elemento de retenção previsto no segundo elemento de conexão;
Fig. 33 - Representação esquemática em perspectiva correspondente à Fig. 32, em que bordos invisíveis foram incluídos com linhas pontilhadas;
Fig. 34 - Representação esquemática em perspectiva dos dois componentes, conectados através do segundo modelo de execução do meio de conexão;
Fig. 35 - Representação esquemática em perspectiva de um terceiro
modelo de execução do meio de conexão, onde um elemento magnético está previsto no primeiro elemento de conexão para acionar um movimento giratório do elemento de fixação;
Fig. 36 - Representação esquemática em perspectiva correspondente à Fig. 35, em que bordos invisíveis foram incluídos com linhas pontilhadas; Fig. 37 - Representação esquemática em perspectiva dos dois componentes, conectados através do terceiro modelo de execução do meio de conexão;
Fig. 38 - Vista lateral esquemática de um elemento magnético e de um elemento de fixação do terceiro modelo de execução do meio de conexão das Figuras 35 a 37 e de um equipamento de acionamento para provocar um movimento giratório do elemento magnético;
Fig. 39 - Vista plana esquemática, de baixo para o elemento magnético e o equipamento de acionamento da Fig. 38, com direção do olhar conforme a seta 39 da Fig. 38;
Fig. 40 - Representação esquemática em perspectiva de um quarto modelo de execução do meio de conexão, onde o primeiro elemento de conexão apresenta dois elementos de fixação giratórios e um mecanismo de expansão para afastamento das extremidades dos elementos de fixação;
Fig. 41 - Vista lateral esquemática do quarto modelo de execução do meio de conexão, mostrando os componentes em estado não conectado;
Fig. 42 - Vista lateral esquemática correspondente à Fig. 41, com os componentes a serem conectados dispostos lado a lado e os elementos de fixação na posição liberada;
Fig. 43 - Vista lateral esquemática do quarto modelo de execução do meio de conexão, correspondente à Fig. 42, mostrando os elementos de fixação na posição fixa; Fig. 44 - Vista lateral esquemática do quarto modelo de execução do meio de conexão, de um elemento magnético do mecanismo de expansão e de um equipamento de acionamento para girar o elemento magnético;
Fig. 45 - Vista plana do elemento magnético e do equipamento de acionamento da Fig. 44, com direção do olhar conforme a seta 45 da Fig. 44;
Fig. 46 - Representação esquemática em perspectiva de dois componentes a serem conectados, no estado não conectado, onde cada componente apresenta uma cavidade com uma seção básica central em forma de recorte de capa de cilindro, sem seções de rebaixo (recuo).
Fig. 47 - Representação esquemática em perspectiva correspondente à Fig. 46 em que bordos invisíveis foram incluídos com linhas pontilhadas;
Fig. 48 - Representação esquemática em perspectiva de um quinto modelo de execução do meio de conexão, onde o primeiro elemento de conexão inclui um elemento de fixação giratório e os dois elementos de fixação incluem parafusos de ancoragem;
Fig. 49 - Representação esquemática em perspectiva correspondente à Fig. 48 em que bordos invisíveis foram incluídos com linhas pontilhadas;
Fig. 50 - Vista lateral esquemática dos dois componentes conectados através do quinto modelo de execução do meio de conexão; Fig. 51 - Representação esquemática em perspectiva dos dois componentes da Fig. 46 a serem conectados, com os elementos de conexão inseridos nas cavidades dos componentes;
Fig. 52 - Representação esquemática em perspectiva correspondente à Fig. 51 em que bordos invisíveis foram incluídos com linhas pontilhadas;
Fig. 53 - Representação esquemática em perspectiva de um sexto modelo de execução do meio de conexão, onde o primeiro elemento de conexão inclui dois elementos de fixação giratórios e um mecanismo de
expansão para afastamento das extremidades dos elementos de fixação, e os dois elementos de conexão incluem parafusos de ancoragem;
Fig. 54 - Vista lateral esquemática, correspondente à Fig. 53, do sexto modelo de execução do meio de conexão, apresentando os dois componentes lado a lado e os elementos de fixação na posição liberada;
Fig. 55 - Vista lateral esquemática, correspondente à Fig. 54, com
os elementos de fixação na posição fixa;
Elementos iguais ou funcionalmente equivalentes estão representados com os mesmos símbolos de referência em todas as figuras.
O primeiro modelo de execução, representado nas Figuras de 1 a 9,
é apresentado a seguir com um meio de conexão representado como um todo pelo número 100, mostrando como exemplo a conexão de um primeiro componente (102), essencialmente em forma de chapa, com um segundo componente (104), também essencialmente em forma de chapa (veja Figuras 1 a 4).
Os dois componentes 102 e 104 são constituídos, por exemplo, de madeira ou compensado de madeira, mas também podem ser de outro material qualquer, por exemplo, de material metálico ou sintético (acrílico, por exemplo). Além disso, pode estar previsto que o primeiro componente 102 e o segundo componente 104 sejam constituídos de materiais diferentes um do outro.
No estado conectado dos dois componentes 102 e 104, representado na Fig. 7, uma superfície de contato 106 do primeiro componente 102, formando uma lateral estreita, está em contato com a superfície de contato 108 do segundo componente em forma de chapa 104, formando uma superfície principal.
Em cada uma das superfícies de contato 106, 108 desemboca uma cavidade 110 formada nos respectivos componentes 102 e 104. Esta cavidade inclui uma seção básica 112 em forma de segmento de capa de cilindro ou de seção de capa de cilindro e duas seções de rebaixo 114 que se estendem na direção da espessura 116 a partir da seção básica 112.
O raio de curvatura da seção básica 112 é maior que a profundidade T da cavidade (veja Fig. 4), de forma que a superfície abaulada do fundo da cavidade 118 corta a respectiva superfície de contato 106, 108 em ângulo agudo. A seção básica 112 da cavidade 110, na direção da espessura 116, apresenta uma largura B de aproximadamente 8 mm, por exemplo.
Cada uma das seções de recuo 114 da cavidade 110, na respectiva lateral afastada da respectiva superfície de contato 106, 108, faz limite com uma superfície de fundo 20 nivelada com a superfície de fundo da cavidade 118; a superfície 120 tem forma de seção de capa de cilindro e apresenta o mesmo raio de curvatura que a superfície de fundo da cavidade 118 da seção básica 112.
Na direção da superfície de contato 106 e 108, cada uma das seções de recuo 114 é limitada por uma superfície de rebaixo 122 em forma de seção de capa de cilindro, disposta concentricamente à superfície de fundo 120, apresentando um raio de curvatura menor.
Lateralmente cada uma das seções de recuo 114 é limitada por uma superfície de limitação lateral 124, vertical à respectiva superfície de contato 106 ou 108.
A largura, isto é a extensão na direção da espessura 116, é de aproximadamente Imm para cada uma das seções de recuo.
A altura, isto é a distância entre a superfície básica 120 e a superfície de rebaixo 122 é de aproximadamente 2 mm para cada uma das seções de recuo 114.
A seção básica 112 de cada cavidade 110 é limitada por paredes laterais de limitação 126 dispostas essencialmente de forma vertical à respectiva superfície de contato 106 ou 108. As paredes laterais apresentam entre si a distância da largura B da cavidade.
Conforme pode ser visto na Fig. 3, por exemplo, um orifício de acesso 128, essencialmente cilíndrico, vertical às paredes de limitação 126, desemboca na cavidade 110 do primeiro componente 102; a outra extremidade desta perfuração desemboca na superfície principal 129 do primeiro componente em chapa 102 a fim der permitir o acesso do espaço externo do primeiro componente 102 à seção básica 112 da cavidade 110.
Para formar as cavidades 110 acima descritas nos componentes 102 e 104 pode-se utilizar, por exemplo, um equipamento de fresa 130 conforme representado esquematicamente nas Figuras 10 e 11.
Este equipamento de fresa 130 inclui uma caixa com isolamento elétrico 132 com uma superfície inferior de apoio 134 essencialmente plana e uma superfície anterior de apoio 136, também essencialmente plana e vertical à superfície 134.
A superfície anterior 136 apresenta uma fenda de passagem 138 pela qual pode passar uma seção de um disco de fresa 140, que é suspenso de forma rotativa em torno de um eixo de rotação 142, dentro do espaço interno do alojamento 132, e é. acionado através de um motor de acionamento 144 a um movimento giratório em torno do eixo de rotação 142.
O disco da fresa 140, em sentido radial, apresenta dentes de fresa salientes para a fresagem da seção básica 112 de uma cavidade 110; em sentido axial, apresenta dentes salientes 148 para a fresagem das seções de recuo 114.
O motor de acionamento 144 e o disco de fresa 140 ali suspenso podem ser automaticamente levantados ou baixados através de um dispositivo de levantamento 150, ao longo do sentido axial 151 do disco de fresa 140. O dispositivo de levantamento 150 e o motor de acionamento 144 ficam alojados em uma unidade de acionamento 152 do equipamento de fresa 130, que - em relação ao alojamento 132 -, pode ser deslocada através de um cabo manual 154 ao longo de uma direção de deslocamento radial ao eixo de rotação 142 do disco de fresa 140 e vertical à superfície anterior de batente 156.
O dispositivo de levantamento 150 para movimento axial do disco de fresa 140 pode ser constituído de um motor elétrico normal com transmissão ou motor de passo. A energia necessária para o movimento de levantamento poderá ser
gerada através de uma fonte de alimentação ou de um gerador acoplado ao fuso principal de acionamento do equipamento de fresa 130.
O gerador pode ser executado, especialmente, em forma de acoplamento de corrente de Foucault, em que um torque de ajuste variável pode ser transmitido a uma mecânica de levantamento, que transpõe, mecanicamente e sem utilizar motor adicional, este torque em um movimento de levantamento do disco de fresa 140, por exemplo, através de distribuição de setor ou com auxílio de uma placa oscilante. A distância de deslocamento do disco de fresa 140 quando o mesmo é levantado ou baixado ao longo da direção axial 151 acionando-se o dispositivo de levantamento 150 pode ser ajustada através de uma chave seletora ou com comando CNC.
O modo de trabalho do equipamento de fresa 130 descrito acima é o seguinte:
O equipamento de fresa 130, com a sua superfície anterior de apoio 136, é colocado em contato com a superfície de contato 106 do componente (por exemplo, do primeiro componente 102), no qual se deseja fazer a cavidade.
Em seguida, o disco de fresa 140 é colocado em movimento rotativo e, com o cabo 154, é deslocado para fora do alojamento 132 contra o componente a ser trabalhado, de forma que o disco de fresa 140 recorta no componente 102 uma seção básica 112 em forma de seção de capa de cilindro com profundidade crescente da cavidade. (Veja Fig. 12).
Quando a profundidade desejada da cavidade T tiver sido atingida, inicia-se o processo de levantamento do disco de fresa 140 através do dispositivo de levantamento 150, onde o disco de fresa 140 é movimentado para cima, ao longo da direção axial 151, até a largura desejada b da seção de recuo 114. Ao mesmo tempo, o disco estará recortando a seção de recuo 114 superior da cavidade 110 com os dentes axiais 148. (Veja Fig.13). Em seguida, o disco de fresa 140 é movimentado para baixo no sentido contrário, de volta à posição inicial e, além dela, até a largura desejada b da seção de recuo 114, enquanto os dentes axiais 148 do disco 140 recortam a seção de recuo inferior 114. (Veja Fig. 14).
Quando a seção de recuo inferior 114 também tiver sido fresada, o disco de fresa 140 é movimentado ao longo da direção axial 151 para cima, até a posição inicial, e retirado da cavidade 110, ao longo da direção de deslocamento 156, puxando-se de volta o cabo manual 154. (Veja Fig. 15).
A liberação do processo de levantamento pode ser feita, por exemplo, através de uma chave manual no equipamento de fresa 130.
Alternativamente, poderá estar previsto que o equipamento de fresa 130 inclua um sensor de profundidade que dispara automaticamente o processo de levantamento do dispositivo de levantamento 150 quando a profundidade desejada T da cavidade tiver sido atingida, ou seja, quando o disco de fresa 140 tiver sido movimentado para fora do alojamento 132 até uma distância pré-determinada.
Assim que o processo de levantamento tiver sido disparado, dá-se o transcurso temporal do mesmo, isto é, o movimento do disco de fresa 140 para cima ao longo da distância b, depois o movimento do disco de fresa 140 para baixo ao longo da distância 2b e o movimento final do disco de fresa 140 para cima, ao longo da distância b, até a posição inicial. O movimento do disco de fresa é automático, através de controle do dispositivo de levantamento por meio de um dispositivo de comando (não representado) do equipamento de fresa 130.
Dessa forma a cavidade 110 com as seções de recuo 114 pode ser feita de maneira simples, na mesma etapa de trabalho.
Alternativamente ao equipamento de fresa 130 representado nas
Figuras 10 e 11, também poderá ser utilizado o equipamento de fresa 158, representado na Fig. 16, para fazer as cavidades 110 nos componentes 102 e 104.
Este equipamento de fresa 158 inclui uma unidade de acionamento elétrico em uma caixa isolada 160 e um cabeçote mecânico 162 suspenso ao mesmo, com uma fresa em T 164, que gira em torno de um eixo de rotação 166.
A fresa em T 164 inclui um componente de cabo 168 cujo diâmetro é equivalente ao diâmetro B da seção básica 112 da cavidade 110 a ser fresada, e um cabeçote 170, cujo diâmetro eqüivale à soma B + 2b das larguras da seção básica 112 e das seções de recuo 114.
O equipamento de fresa 158 inclui ainda um dispositivo de guia 172 para orientação do equipamento de fresa 158 em uma ranhura de guia previamente fresada 174 (Veja Fig. 17 e 18). O dispositivo de guia 174 se constitui de um elemento de guia
dianteiro 174 em forma de quadrante, disposto antes da fresa em T 164 na direção do movimento do equipamento de fresa 158 durante o processo de fresagem; sua espessura e essencialmente equivalente a Iargura B' da ranhura de guia previamente fresada 174.
Alem disso, ο dispositivo de guia 172 inclui um elemento de guia traseiro 178, essencialmente em forma de quadrante, disposto apos da fresa em T 164 na diregao do movimento; sua espessura e essencialmente equivalente a Iargura B da segao basica 112 da cavidade 110 a ser fresada.
Alem disso, ο elemento de guia traseiro 178 apresenta dois dentes de guia 180, dispostos imediatamente apos a parte da cabega 170 da fresa em T 164, que se estendem no sentido da espessura do elemento de guia posterior 178, ate a Iargura desejada b das segoes de recuo 114 da cavidade 110 a ser fresada, respectivamente para cima e para baixo.
Com ο equipamento de fresa 158 descrito acima, a cavidade 110 sera formada na superficie de contato 106 do primeiro componente 102, por exemplo, conforme segue:
Primeiramente faz-se uma ranhura de guia 174 em forma de segao de capa de cilindro com um equipamento de fresa ja conhecido e, portanto, nao descrito em detalhes aqui; a ranhura de guia 174 tera a profundidade 丁 equivalente a profundidade da cavidade 110 a ser fresada e sua Iargura B' e menor que a Iargura B da segao basica 112 da cavidade 110 a ser fresada (veja Fig. 17 e 18).
A Iargura B' da ranhura de guia 174 podera ter, por exemplo,
aproximadamente 4 mm. Em seguida, a ranhura de guia 174 e ampliada atraves do equipamento de fresa 158 ate formar a cavidade desejada 110 com as segSes de recuo 114.
Para isso, ο elemento de guia dianteiro 176 do dispositivo de guia
172 e inserido na ranhura de guia 174 ate que a superficie 182 em forma de segao de capa de cilindro do elemento de guia dianteiro 176, que apresenta ο mesmo raio de curvatura que a ranhura de guia 174, estiver nivelada e em contato com ο fundo da ranhura de guia 174, enquanto a fresa em T 164 ainda se encontra antes da superficie de contato 106.
Em seguida, ο equipamento de fresa 150 e girado de forma que a superficie de capa 182 do elemento de guia anterior 176 deslize ao Iongo da superficie de fundo da ranhura de guia 174, curva, em forma de arco, e, com isso, a fresa em T 164 se aprofunde no primeiro componente 102, fresando tan to a segao basica ampliada 112 da cavidade 110 quanto suas respectivas segoes de recuo 114 (veja Fig. 19 e 20).
Os dentes de guia 180 dispostos no elemento de guia traseiro 178 correm nas segoes de recuo 114 da cavidade 110, formadas pela fresa em T, e, assim, criam uma guia adicional para ο equipamento de fresa 158. O equipamento de fresa 158 continua a ser girado ao Iongo da
ranhura de guia 174 ate que a fresa em T 164 saia do componente 102 na extremidade oposta ao ponto de partida da ranhura de guia 174 e ate que os dentes de guia 180 nao estejam mais em contato com as segoes de recuo 114 da cavidade formada 110.
Neste momento ο equipamento de fresa 158 pode ser retirado do componente 102; a cavidade 110 bem como as segoes de recuo 114 estao prontas (veja Fig. 21 e 22).
Apos a confecgao das cavidades 110 no primeiro componente 102 e no segundo componente 104, faz-se um orificio de acesso 128 no primeiro componente 102, unindo a superficie principal 129 com a segao basica 112 da cavidade 110. O meio de conexao 100 que une os componentes 102 e 104 entre
si, inclui um primeiro elemento de conexao 184, a ser inserido na cavidade do primeiro componente 102, e um segundo elemento de conexao 186, a ser inserido na cavidade 110 do segundo componente 104, conforme representados nas Fig. 5 a 7. O primeiro elemento de conexao 184 consiste essencialmente de um
alojamento em forma de segao da capa de cilindro 188 com superficie de apoio curva 190 em forma de arco, sendo que a forma de arco se apresenta ao corte longitudinal no sentido longitudinal 192 do elemento de conexao 184. Alem disso, consiste de uma superficie de posicionamento 194, oposta a superficie curva de apoio 190, e duas superficies laterals 198 essencialmente paralelas a diregao de conexao
196. A partir do bordo inferior de cada superficie lateral 198 eleva-se uma projegao de fixagao 200, curva, em forma de arco, no sentido longitudinal 192 e num sentido da espessura 202 vertical a diregao da conexao.
Cada uma das projegoes de fixagao 200, na diregao da superficie de
posicionamento 194, e Iimitada por uma superficie de apoio 204, que tem forma de arco ao corte longitudinal ao Iongo do sentido longitudinal 192.
Do Iado que nao e voltado a superficie de posicionamento 194, cada projegao de fixagao 200 e Iimitada por uma superficie de apoio igualmente curva, em forma de arco ao corte longitudinal no sentido longitudinal 192, conectada e nivelada com a superficie de apoio 190 do alojamento 188.
A superficie de apoio 204 e a superficie de apoio 206 de cada projegao de fixagao 200 sao unidas entre si por uma superficie lateral 208, essencialmente pa厂alela ao sentido longitudinal 192 e paralela a diregao de conexao 196.
O perfil de cada projegao de fixagao 200 corresponde essencialmente ao perfil da segao de recuo 114 da cavidade 110 respectivamente correspondente, e a curvatura da projegao de fixagao 200 corresponde a curvatura da segao de recuo 114 respectivamente correspondente, de forma que ο primeiro elemento de conexao 184 pode ser inserido com suas projegoes de fixagao 200 nas segoes de recuo 114
de cavidade 110, onde podera ser deslocado, deslizando. O primeiro elemento de conexao 184 inclui ainda uma camara de recepgao 210 envolta pelo alojamento 188, para receber ο elemento de fixagao 212, que podera sair atraves de uma abertura 214, na qual a camara de recepgao 210 desemboca na superficie de posicionamento 210.
A camara de recepgao 210, no seu Iado nao voltado para a sua
superficie de posicionamento 194, pode estender-se pa厂a dentro da superficie de apoio curva 190.
O elemento de fixagao 212 inclui um corpo basico 216 em forma de chapa, que possui elevagSes em forma de anel 218 em uma das extremidades, que circundam a abertura de recepgao 220 com segao de poligono, alinhada a um orificio de passagem 222 essencialmente circular em uma das superficies laterals 198 do alojamento 188.
As elevagdes em forma de anel 218 apoiam-se nos suportes dispostos na camara de recepgao 210, de modo que ο elemento de fixagao 212 fica preso ao alojamento 188 de forma a poder girar em tono do eixo central 224 da abertura de recepgao 220.
A extremidade Iivre do elemento de fixagao 212, nao voltada as elevagoes em forma de anel 218, apresenta saliencias em forma de arco 226, que se destacam em ambos os Iados do corpo basico 216, no sentido da espessura 202.
Alem disso, ο primeiro elemento de conexao 184 apresenta em ambos os Iados da abertura 214 da camara de recepgao 210 uma
projegao de encaixe 228 cuja forma e essencialmente de um cubo 230, que se estende partindo da superficie de posicionamento 194 ao Iongo da diregao de conexao 196 e se afila em diregao a extremidade que se afasta da superficie de posicionamento 194 para facilitar a insergao em um rebaixo de recepgao 232 do segundo elemento de conexao 186, respectivamente complementar a cavilha 230.
As projegoes de encaixe 228 do primeiro elemento de conexao 184, no sentido da espessura 202, acomodam-se com exatidao nos rebaixos de recepgao 232 do segundo elemento de conexao 186, de forma que as projegoes de encaixe 228, na diregao da espessura 202, podem absorver as forgas cisalhantes da conexao entre os componentes 102 e 104, sendo possivel dispensar cavilhas adicionais conforme exigidas na maioria dos outros meios de conexao.
No sentido longitudinal 192, por outro lado, os rebaixos de recepgao 232 apresentam uma expansao maior do que as projegoes de encaixe 228, de forma que ο primeiro elemento de conexao 184 e ο segundo elemento de conexao 186 podem ser deslocados um em relagao ao outro no sentido longitudinal, possibilitando a compensagao de tolerancias da conexao entre os componentes 102 e 104.
O segundo elemento de conexao 186 igualmente inclui um alojamento 234 essencialmente em forma de segao de capa de cilindro 188 com superficie de apoio curva 190 em forma de arco, sendo que a forma de arco se apresenta ao corte longitudinal no sentido longitudinal 192 do elemento de conexao 186. Alem disso, consiste de uma superficie de posicionamento 194, oposta a superficie curva de apoio 190, superficies Iaterais 198, projegSes de fixagao 200 salientes a partir das superficies laterals 198 no sentido da espessura 202, com superficie de apoio curva 204 voltada para a superficie de posicionamento 194, uma superficie de apoio 206 nivelada com a superficie de apoio 190 e uma superficie lateral 208.
Conforme pode ser visto na Fig. 6, ο alojamento 234 do segundo elemento de conexao 186, alem dos rebaixos de recepgao 232 para as projegoes de encaixe 228 do primeiro elemento de conexao 184, apresenta uma camara de entrada 236 disposta de forma centralizada entre os rebaixos de recepgao 233, que desemboca em uma abertura 238 na superficie de posicionamento 194 e que pode estender-se ate ο interior da superficie de apoio 190 do Iado oposto.
De ambos os Iados da abertura 238 ressaltam projegoes de retengao 240 com uma superficie de retengao curva 242, em forma de arco, no sentido da espessura 202 para ο interior da camara de entrada 236, de forma que entre as duas projegoes de retengao 240 permanece uma fresta, cuja Iargura e pouco maior que a espessura do corpo basico 216 do elemento de fixagao 212 do primeiro elemento de conexao 184. Para produzir uma conexao separavel entre ο primeiro componente
102 e ο segundo componente 104 atraves do meio de conexao 100 entre ο primeiro elemento de conexao 184 e ο sendo elemento de conexao 186,
procede-se da seguinte maneira: Primeiramente ο primeiro elemento de conexao 184, conforme representado na Fig. 23, e inserido na cavidade 110 do primeiro componente 102 de tal forma que as projegoes de fixagao 200 do primeiro elemento de conexao 184 encaixem nas segoes de recuo 114 da cavidade 110 e a abertura de passagem 222 na superficie lateral 198 do alojamento 188 fique alinhada com ο orificio de acesso 128 no primeiro componente 102 (veja Fig. 24).
Da mesma forma, ο segundo elemento de conexao 186 e inserido na cavidade 110 do segundo componente 104, cujas projegoes de fixagao 200 se encaixam nas segoes de recuo 114 da cavidade 110 e ο alojamento 234 do segundo elemento de conexao 186 fique praticamente todo alojado na cavidade 110 (veja Fig. 24).
O elemento de fixagao 212 do primeiro elemento de conexao 184 primeiramente encontra-se completamente virado para dentro da camara de recepgao 210 do primeiro elemento de conexao 184 (veja Fig. 24).
Nesta posigao de Iiberagao do elemento de fixagao 212 os dois componentes 102 e 104 podem ser movimentados um contra ο outro ate que as superficies de contato 106 e 108 bem como as superficies de posicionamento 194 dos elementos de conexao 184 e 186 estejam niveladas Iado a Iado e as projegoes de encaixe 228 do primeiro elemento de conexao 184 estejam encaixadas nos rebaixos de recepgao 232 do
segundo elemento de conexao 186 (veja Fig. 25). Neste ponto, a extremidade de atuagao de uma chave Philips angular 244 e inserida pelo orificio de acesso 128 no primeiro componente 102 e a abertura de passagem 222 no aIojamento 188 do primeiro elemento de conexao 184 ate ο rebaixo de recepgao 220 do elemento de fixagao 212, sendo conectada ao rebaixo 220 (veja Fig. 25).
Em seguida, ο elemento de fixagao 212 e girado para fora da camara de recepgao 210 do primeiro elemento de conexao 184 com uma chave Philips 242, de forma que as projegoes em arco 116 do elemento de fixagao 212 passem pela abertura 238, cheguem a camara de entrada 236 do segundo elemento de conexao e se encaixem por tras nas projegoes de retengao 240.
A curvatura das projegoes em arco 226 do elemento de fixagao 212 por um lado, e a curvatura 242 das projegoes de 厂etengao 240, por outro lado, sao desenhadas de tal forma que os dois elementos de conexao 184 e 186, - ao se girar ο elemento de fixagao 212 para dentro da camara de entrada 236 -, sao puxados um contra ο outro, de maneira crescente, ao Iongo da diregao da conexao 196, formando-se uma grande superficie de contato entre as superficies de retengao 242 e as projegoes em arco 226 do elemento de fixagao 212.
Assim evitam-se pontos de esforgo de compressao nas superficies de contato entre as projegoes de retengao 240 e as projegoes em arco 226 do elemento de fixagao 212, e a resistencia do material de que sao constituidos ο elemento de fixagao 212 e ο alojamento 234 do segundo elemento de conexao, e aproveitada da forma mais homogenea possivel.
O elemento de fixagao 212 e os alojamentos 188 e 234 dos elementos de conexao 184 e 186, portanto, podem ser constituidos especialmente de um plastico injetavel.
〇 elemento de fixagao 212, durante ο esforgo da conexao entre os elementos de conexao 184 e 186, sofre forgas de tragao e de compressao ao Iongo da diregao de conexao 196; no entanto, os momentos de flexao sao pequenos e podem ser desprezados. A camara de recepgao 210 do primeiro elemento de conexao 184, a
camara de entrada 236 do segundo elemento de conexao 186 e os conto厂nos extemos dos elementos de conexao 184 e 186 podem ser produzidos em uma pega so.
O elemento de fixagao 212 pode ser inserido na camara de recepgao 210 atraves da abertura da camara de recepgao 210 na superficie de apoio 190 do primeiro elemento de conexao 184, de forma que ο alojamento 188 do primeiro elemento de conexao 184 nao precise ser divisivel.
Portanto, nao e necessario que ο alojamento 188 do primeiro elemento de conexao 184 seja construido em forma de meia concha, aumentando-se, assim, a resistencia do primeiro elemento de conexao
184. Como as superficies de apoio curvas 190 dos elementos de conexao 184 e 186 apresentam ο mesmo raio de curvatura que as superficies do fundo 118 das cavidades 110, com as quais as superficies de apoio 190 estao niveladas e em contato, podendo deslizar, e como as projegoes de fixagao 200 dos elementos de conexao 184 e 186 podem ser deslocadas tangencialmente, sem muito esforgo, nas segoes de recuo 114 das cavidades 110 e, por esse motivo, os elementos de conexao 184 e 186 ainda possuem um grau de Iiberdade de movimento ao estabelecer-se a conexao, ainda e possivel fazer corregSes com relagao a posigao relativa doe elementos de conexao 184 e 186 entre si, quando se conectam os componentes 102 e 104.
Isto reduz corisideravelmente os requisitos de precisao 厂eferentes a posigao das cavidades 110 nos componentes 102 e 104, proporcionando consideravel facilidade ao usuario. Quando ο elemento de fixagao 212 for passado da posigao Iiberada
representada na Fig. 25 para a posigao fixa da Fig. 26, as forgas de tragao que atuam sobre os elementos de conexao 184 e 186 na diregao de conexao 196 criarao uma forga de fricgao estatica tao forte entre as superficies de apoio 204 das projegoes 200, por um lado, e com as superficies de recuo 122 (em contato com as superficies 204) das segoes de recuo 114 das cavidades 110, por outro lado, que ο grau de Iiberdade de movimento restante descrito acima e anulado e uma conexao
totalmente fixa e estabelecida entre os componentes 102 e 104. Atraves do apoio das projegoes de fixagao 200 nas superficies de recuo 122 das segoes de recuo 114 das cavidades 110 nos componentes 102 e 104, os elementos de conexao 184 e 186 encontram-se ancorados com seguranga no respectivo componente 102 ou 104.
Na posigao fixa, representada nas Fig. 7 e 26, ο elemento de fixagao
212, ao atuar em conjunto com as projegoes de retengao 240, impede ο movimento relativo do primeiro elemento de conexao 184 e do segundo elemento de conexao 186 ao Iongo da diregao de conexao 196.
Para separar ο componente 102 do componente 104 e necessario apenas conectar novamente uma chave Philips 244 com a camara de recepgao 220 do elemento de fixagao 212, (passando pelo orificio de acesso 128 no primeiro componente 102), e movimentar ο elemento de fixagao 212 girando-o na diregao oposta a posigao fixa para a posigao Iiberada da Fig. 25, na qual as projegoes em arco 226 do elemento de fixagao 212 nao estao mais conectados com as projegoes de retengao 240 do segundo elemento de conexao 186, de modo que os elementos de conexao 184 e 186 podem ser facilmente separados um do outro quando movimentados ao Iongo da diregao de conexao 196.
Como se pode ver nas Fig. 27 a 31, os perfis das projegoes de fixagao 200 nao precisam ser exatamente retangulares, conforme representado na Fig. 28.
Tambem pode estar previsto que as projegoes de fixagao 200
apresentem um perfil trapezoidal, que vai afilando a medida que se distancia das superficies laterals 198 do respectivo aIojamento 188 ou 234, conforme mostra a Fig. 29.
Alternativamente, tambem pode estar previsto que ο perfil da projegao de fixagao 200 va sendo afilado a medida que se distancia da superficie lateral 198 correspondente, conforme representado na Fig. 30.
Alem disso, pode estar previsto que ο perfil da projegao de fixagao 200 apresente um contorno externo curvo, pelo menos em algumas segoes, por exemplo, um contorno externo de semicirculo, conforme representado na Fig. 31. Um segundo modelo de execugao de um meio de conexao 100,
apresentado nas Fig. 32 a 34, diferencia-se do primeiro modelo de execugao apresentado acima pelo fa to de ο elemento de fixagao 212 deste segundo modelo apresentar forma de elemento de rosea 246 com rosea externa 248, que e conectada a rosea interna 250 de um elemento de retengao 252 do segundo elemento de conexao 186 para reaIizar a conexao entre os componentes 102 e 104.
Conforme pode ser visto na Fig. 33, ο elemento de rosea 246 do primeiro elemento de conexao 184 inclui, alem da rosea externa 248, uma parte superior cilindrica 254 com uma recepgao central 256 para a pega de acionamento de um elemento de acionamento (nao representado), por exemplo, uma chave Philips ou uma chave de fenda, sendo que a recepgao 256 apresenta segao transversal poligonal complementar ao
corte transversal da segao de acionamento. Entre a parte superior (cabega) 253 e a rosea externa 248 do elemento de rosea 265 ha uma haste 258, cujo diametro e menor do que a parte superior 254.
A parte superior 254 e a haste 258 estao dispostas em uma camara de recepgao escalonada 160 do alojamento 188 do primeiro elemento de conexao 184; a camara de recepgao 160 apresenta uma segao inferior da camara 262 com diametro maior e uma segao superior da camara 264 com diametro menor, sendo que as duas segoes da camara, 262 e 264, passam por uma segao 266, onde se apoia a parte superior 254 do elemento de rosea.
A segao superior da camara 264 estende-se ao Iongo da diregao da conexao 196 para cima e desemboca na superficie de posicionamento 194 do primeiro elemento de conexao 184.
O elemento de rosea 246 que serve como elemento de fixagao 212, assim, pode ser girar em torno de um eixo rotativo 268, disposto paralelamente a diregao da conexao 196 no primeiro elemento de conexao 184.
O elemento de retengao 252 do segundo elemento de conexao 186 apresenta um contorno externo em forma de quadrante e fica preso em uma camara de recepgao 270, igualmente em forma de quadrante, no alojamento 234 do segundo elemento de conexao 186, ao Iongo da diregao longitudinal 192; ο elemento de retengao 252 pode ser deslocado,
mas nao pode ser girado. A camara de recepgao 270 e atravessada por urn canal de acesso 272 que se estende ao Iongo da diregao da conexao 196 da superficie de posicionamento 194 do segundo elemento de fixagao 186, passando pela camara de recepgao 270, ate a superficie de apoio curva 190 do segundo elemento de fixagao 186; a camara de recepgao 270 apresenta segao transversal alongada, essencialmente oval.
Para conectar ο primeiro componente 102 ao segundo componente 104, ο primeiro elemento de conexao 184 e ο segundo elemento de conexao 186 do segundo modelo de execugao do meio de conexao 100 sao inseridos nas respectivas cavidades 110 do primeiro componente 102 e do segundo componente 104.
Em seguida, ο segundo componente 104, juntamente com ο segundo elemento de conexao 186, e colocado sob re ο primeiro componente 102 com ο segundo elemento de conexao 184, de tal modo que a rosea externa 248 do elemento de rosea 246, - passando pelo canal de acesso 272 do segundo elemento de conexao 186 -, se estenda ate a camara de recepgao 250 e seja conectada com a rosea interna 270 do elemento de retengao 252.
Logo apos, ο elemento de rosea 246, - atraves de um elemento de acionamento (nao representado; por exemplo, uma chave de fenda) que passa pelo orificio de acesso no primeiro componente 102 e se encaixa na recepgao 256 na parte superior 254 do elemento de rosea 246 -, e
colocado em rotagao em torno do eixo de rotagao 268, de modo que a rosea externa 248 do elemento de rosea 246 e girada para dentro da rosea interna 250 do elemento de rete门gao 252 e, assim, ο segundo elemento de conexao 186 e puxado contra ο primeiro elemento de conexao 184, ate que seja atingida a posigao representada na Fig. 34, na qual ambos os elementos de conexao 184 e 186 encontram-se nivelados e com suas superficies de posicionamento 194 encostadas, enquanto a rosea externa 248 se estende para alem da camara de 广ecepgao 270 ate a segao do canal de acesso 272 Iocalizada entre a camara de recepgao 270 e a superficie de apoio 190 do segundo elemento de conexao 186. Para que ο elemento de acionamento possa conectar-se a 厂ecepgao
256 na parte superior 254 do elemento de rosea 246, ο orificio de acesso no primeiro componente 102 neste modelo de execugao da invengao, e coaxial ao eixo rotativo 268 do elemento de rosea 246 e, portanto, paralelo a diregao da conexao 196. A separagao dos dois componentes 102 e 104, neste modelo de
execugao da invengao, da-se da seguinte maneira: com ο elemento de acionamento (nao representado) gira-se ao elemento de rosea no sentido contrario, de forma que a rosea externa 248 seja girada para fora da rosea interna 250 do elemento de retengao 252, ate que ο elemento de rosea 246 nao esteja mais conectado ao elemento de retengao 252 e ο segundo elemento de conexao 186 possa ser desacoplado do primeiro
elemento de conexao 184. Tendo em vista que ο elemento de retengao 252 pode ser deslocado na diregao longitudinal 192 e considerando a segao transversal alongada do canal de acesso 272, torna-se possivel um determinado movimento relativo entre ο elemento de rosea 246 e ο alojamento 234 do segundo elemento de conexao 186 ao estabelecer-se a conexao entre ο primeiro componente 102 e ο segundo componente 104, que por sua vez possibilita a compensagao de tolerancias de posicionamento das cavidades 110 nos componentes 102 e 104.
O segundo modelo de execugao do meio de conexao 100, representado nas Fig. 32 a 34, nao apresenta projegoes de encaixe no primeiro elemento de conexao 184; no entanto, como no primeiro modelo de execugao, apresenta projegoes de fixagao 200 nos elementos d conexao 184 e 186.
De resto, ο segundo modelo de execugao do meio de conexao 100, representado nas Fig. 32 a 34, relativamente a montagem e ao funcionamento, coincide com ο primeiro modelo de execugao, representado nas Figuras 1 a 31, a cuja descrigao acima se fa ζ referenda neste sentido.
Um terceiro modelo de execugao de um meio de conexao 100, apresentado nas Fig. 35 a 39, diferencia-se do primeiro modelo de execugao apresentado acima pelo fa to de ο alojamento 188 do primeiro elemento de conexao 184 apresentar uma elevagao 274 em forma de
assento entre as duas projegoes de encaixe 228, que no estado conectado dos componentes 102 e 104 encaixa-se em um rebaixo 276, complementarmente previsto no alojamento 234 do segundo elemento de conexao 186 (veja Fig. 37).
Entre a elevagao 274 e ο rebaixo 276 existe uma folga no sentido longitudinal 192, possibilitando a compensagao das tolerancias de posicionamento entre as cavidades 110 dos componentes 102 e 104.
Neste modelo de execugao, ο elemento de fixagao 212 do primeiro elemento de conexao 184 tem forma de elemento de rosea 278 que inclui uma segao de suporte 280 com rosea interna 282 e uma segao de eixo 284 que se estende para baixo a partir da segao de suporte 280 ao Iongo da diregao de conexao 196; a segao de eixo 284 apresenta um diamet厂ο menor que a segao de suporte 280; ο elemento de fixagao 212 inclui ainda um elemento de arrasto 286 que se projeta a parti厂 do suporte 280 em diregao axial, para baixo (veja especialmente a Fig. 38). Como se pode ver principalmente na Fig. 36, ο elemento de rosea
278 esta disposto em uma camara de recepgao escalonada 288 do alojamento 188 do primeiro elemento de conexao 184; a camara de recepgao 288 apresenta uma segao inferior da camara 290 com diametro maior e uma segao superior da camara 292 com diametro menor, que se unem em uma segao 294.
O elemento de rosea 278 esta disposto na camara de recepgao 288 podendo girar em torno de um eixo rotativo 296, disposto paralelamente a
diregao da conexao 196. Para acionar ο movimento giratorio do elemento de rosea 278 em torno do eixo 296, na segao inferior 290 da camara de recepgao 288 esta previsto tambem um elemento magnetico 298 em forma de cilindro oco, disposto coaxialmente ao elemento de「osca 278; ο elemento magnetico 298 esta parcialmente sobre a segao do eixo 284 do elemento de rosea 278 e possui um elemento de arrasto 300 na parte frontal voltada a segao de suporte 280, ο qual se projeta em diregao axial (veja especialmente a Fig. 38).
O elemento magnetico 298 e constituido de um material magnetico permanente (magnetizagao diametral) magnetizado essencialmente em sentido vertical ao seu eixo longitudinal e, assim, vertical ao eixo rotativo 296.
〇 elemento magnetico 298 magnetizado diametralmente, colocado sobre a segao de eixo 284 do elemento de rosea 278 de forma que possa girar em torno do eixo 268, pode ser acionado para realizar um movimento giratorio oscilante em torno do eixo 296 atraves de um campo magnetico de acionamento, externo ao meio de conexao 100, que atua sobre ο elemento magnetico 298, podendo variar com ο tempo. Este movimento oscilante, conectando ο elemento de arrasto 300 do elemento magnetico 298 com ο elemento de arrasto 286 do elemento de rosea 278, provoca um movimento giratorio do elemento de rosea 278 em torno do
eixo 296. Para tanto, utiliza-se um equipamento de acionamento 302, representado esquematicamente nas Fig. 38 e 39, que inclui um alojamento 304, - por exemplo, de material sintetico -, um motor eletrico 306 instalado no alojamento 304 com um eixo de acionamento 308 e um ima de acionamento 310 conectado com ο eixo 308 com resistencia ao torque.
O ima de acionamento 310 e ima cilindrico permanente de aIta performance (magnetizagao diametral), magnetizado essencialmente em sentido vertical em relagao ao sentido longitudinal 312 do eixo de acionamento 308.
Para criar ο movimento giratorio do elemento de rosea 278, ο procedimento e ο seguinte:
O equipamento de acionamento 302 e posicionado em relagao ao primeiro elemento de conexao 184 de forma que ο sentido longitudinal 312 do eixo de acionamento 308 do equipamento de acionamento 302 e ο eixo rotativo 296 do elemento de rosea 278 fiquem paralelos entre si e a distancia entre ο ima de acionamento 310 e ο elemento magnetico 298 seja a menor possivel, para se obter a interagao mais forte possivel entre os dois imas. O posicionamento do equipamento de acionamento 302 e do elemento magnetico 298 nesta situagao esta representado esquematicamente nas Fig. 38 e 39.
Acionando-se, entao, ο motor eletrico 306 do equipamento de
acionamento 302 de forma que ο eixo de acionamento 308 e, com ele, ο ima de acionamento 310 (vistos ao Iongo da diregao do olhar indicada pela seta 39 na Fig. 38) gire em sentido horario, por exemplo, ο polo norte (N) e sul (S) do ima de acionamento 310, girarao em sentido horario, em fungao da magnetizagao diametral do ima de acionamento 310, conforme mostra a 广epresentagao esquematica da Fig. 39.
O movimento giratorio do ima de acionamento 310, assim, cria um campo magnetico giratorio, que varia com ο tempo.
Para que este campo magnetico de acionamento possa entrar no espago interno do primeiro elemento de conexao 184 e, com isso, interagir com ο elemento magnetico 298, ο aIojamento 188 do primeiro elemento de conexao e feito de material nao- ferromagnetico, por exemplo, um material sintetico.
Tendo em vista que os polos opostos do elemento magnetico 298 e do ima de acionamento 310 se atraem e os polos iguais destes elemento se repelem, ο elemento magnetico 298 gira no sentido oposto dentro da camara de recepgao 288 devido a interagao com ο ima de acionamento 310, ou seja, em sentido anti-horario (visto na diregao do olhar indicada pela seta 39 na Fig. 38).
Atraves deste movimento giratorio, ο elemento de arrasto 300 do elemento magnetico 298 se Iiga ao elemento de arrasto 286 do elemento de rosea 278, de forma que ο elemento de rosea 278 seja acionado pelo elemento magnetico 298 a um movimento giratorio em torno do eixo 296
no mesmo sentido de rotagao que ο elemento magnetico 298. 〇 elemento magnetico 298 e ο elemento de rosea 278 arrastado pelo mesmo acompanham ο movimento de rotagao do ima de acionamento 310 ate que a resistencia - (que atua, por exemplo, porque a rosea interna 282 do elemento de rosea 278 e girada sobre uma rosea externa complementar 314 de um elemento de retengao 316 previsto no segundo elemento de conexao 186) - que age sobre ο elemento de rosea 278 seja tao grande que ο torque, transmitido pelo campo magnetico giratorio criado pelo elemento magnetico 310, nao seja mais suficiente para continuar girando ο elemento de rosea 278. Quando tal ponto de bloqueio for atingido, ο elemento de rosea 278 e ο elemento magnetico 298 ficam parados na posigao que atingiram, enquanto ο ima de acionamento 310 continua girando.
Quando ο ima de acionamento 310 tiver girado mais 180°, aproximadamente, de modo que os polos iguais do ima de acionamento 310 e ο elemento magnetico 298 estejam diretamente frente a frente, ο elemento magnetico 298, em um processo de reversao, iniciara novo movimento, no mesmo sentido girat0rio que ο ima de acionamento 310, ate que ao polos inversos do ima de acionamento 310 e do elemento magnetico 298 voltem a ficar frente a frente. Alcangada esta situagao, ο sentido do giro do elemento magnetico
298 voltara a inverter-se e ο elemento magnetico 298 girara novamente em sentido contrario ao elemento magnetico 310, como na fase anterior
ao bloqueio do elemento de rosea. 〇 elemento magnetico 298, entao, e acelerado cerca de meia volta alem do campo magnetico giratorio do ima de acionamento 310, ate que ο elemento de arrasto 300 encoste novamente no elemento de arrasto 286 do elemento de rosea 278 e ο impulso do elemento magnetico 298 seja transmitido subitamente ao elemento de arrasto 286 e, com ele, ao elemento de rosea 278. Com esta grande transmissao de impulso ο elemento de rosea 278 pode soltar-se de sua situagao bloqueada e girar em determinado angulo ate uma posigao em que ocorre novo bloqueio do elemento de rosea 278. Nesta nova posigao de bloqueio, ο elemento magnetico 298 tambem fica novamente parado, sem conseguir acompanhar mais ο ima de acionamento 310, ate que os polos iguais do elemento magnetico 298 e do ima de acionamento 310 fiquem novamente frente a frente e um novo processo de reversao do elemento magnetico 298 possibilite uma nova tomada de impulso.
Atraves desta repetigao periodica ο elemento de rosea 278 continua sendo girado de posigao de bloqueio em posigao de bloqueio. O impulso repetido no elemento de arrasto 300 contra ο elemento de arrasto 286 ocasiona um efeito de martelo de percussao que acelera ο movimento giratorio do elemento de rosea 278 em torno do eixo 296 contra a resistencia.
Outros detalhes para acionar ο movimento giratorio do elemento de rosea 278 atraves de um ima de acionamento externo 310 encontram-se na DE 198 07 663 Al, a qual fazemos referenda neste sentido e que, portanto, passa a fazer parte integra门te da presente descrigao.
Com ο movimento giratorio criado desta forma para elemento 278, a rosea interna 282 do elemento de rosea 278 pode ser aparafusado com a rosea externa 314 do elemento de retengao 316 disposto no segundo elemento de conexao 186, ou pode ser desenroscado da rosea externa 314 atraves da inversao do sentido de rotagao do ima de acionamento.
O elemento de retengao 316, neste modelo de execugao, inclui uma cabega quadrada 318, inserida com certa folga em uma camara de recepgao quadrada dentro do alojamento 234 do segundo elemento de conexao 186, ficando segura contra rotagao em torno da diregao da conexao 196.
A partir da parte inferior da cabega quadrada 318 estende-se a rosea externa 314 do elemento de retengao 316, ao Iongo de um canal de acesso 322 paralelo ao sentido de conexao 196, para dentro do rebaixo 276 do segundo elemento de conexao 186, de forma que esta rosea externa 314 fique frente a frente com a rosea interna 282 do elemento de rosea 278 no primeiro elemento de conexao 184 (veja Fig. 35 e 36).
Como se pode ver na Fig. 37, a camara de recepgao 320 tambem contem uma mola de pressao 324, que pre-tensiona ο elemento de retengao 316 Iongitudinalmente a diregao da conexao 196, para ο primeiro elemento de conexao 184. Para estabelecer a conexao entre ο primeiro componente 102 e ο segundo componente 104 pelo terceiro modelo de execugao do meio de conexao 100, ο procedimento e ο seguinte:
Apos ο primeiro elemento de conexao 184 e ο segundo elemento de conexao 186 das respectivas cavidades 110, ο segundo componente 104 com ο segundo elemento de conexao 184 e deslocado de tal modo contra ο primeiro componente 102 com ο primeiro elemento de conexao 184, que a rosea interna 282 do elemento de rosea 278 se conecta com a rosea externa 314 do elemento de retengao 316. As projegoes de encaixe 228 mergulham nos rebaixos de recepgao
correspondentes 232 do segundo elemento de conexao 186 e a elevagao 274 do primeiro elemento de conexao 184 no rebaixo correspondente 276 do segundo elemento de conexao 186.
Em seguida, ο elemento de rosea 278, atraves de um equipamento de acionamento 302 e colocado em movimento em torn ο do eixo 296 do modo descrito acima de forma que a segao de suporte 280 do elemento de rosea 278 seja aparafusado a rosea interna 282 e ο elemento de retengao 316 seja aparafusado a rosea externa 314, puxando ο segundo elemento de conexao 186 contra ο primeiro elemento de conexao 184 e estabelecendo a conexao entre os componentes 102 e 104.
Para desfazer a conexao entre os componente 102 e 104 solta-se a
conexao aparafusada entre ο elemento de rosea 278 e ο elemento de retengao 316, utilizando ο equipamento de acionamento 302 com diregao contraria do ima de acionamento 310.
De resto, ο terceiro modelo de execugao do meio de conexao 100, representado nas Fig. 35 a 39, relativamente a montagem e ao funcionamento, coincide com ο primeiro modelo de execugao, representado nas Figuras 1 a 31, a cuja descrigao acima se fa ζ referenda neste sentido.
Um quarto modelo de execugao de um meio de conexao 100, apresentado nas Fig. 40 a 45, diferencia-se do primeiro modelo de execugao apresentado nas figuras 1 a 31 pelo fa to de ο primeiro elemento de conexao 184, em Iugar de duas projegoes de encaixe 228, apresentar uma Linica projegao de encaixe no centro 326, que no estado conectado dos componentes 102 e 104 prende-se se em um rebaixo de recepgao complementar 328 no segundo elemento de conexao 186. Alem disso, neste modelo de execugao, ο primeiro elemento de
conexao 184 nao abrange um Linico elemento de fixagao 212, mas dois elementos de fixagao 212, presos no aIojamento 188 do primeiro elemento de conexao 184 de modo que possam girar, com forma de alavancas dobraveis 330, dispostas uma de cada Iado da projegao de encaixe central 326.
As extremidades internas 332 das alavancas dobraveis 330, posicionadas em projegoes de posicionamento 335 de forma que possam girar em torno dos eixos 333, encaixam-se em uma camara de recepgao 334 dent厂ο do alojamento 188 e sao mantidas afastadas uma da outra atraves de um mecanismo de expansao 336.
O mecanismo de expansao 336 inclui um primeiro elemento de expansao 338 com cabega quadrada 340, uma segao de haste 342 que se estende a partir da cabega quadrada 340 na diregao longitudinal 192, e uma segao de rosea 344, com rosea externa, conectada na segao de haste 342.
Alem disso, ο mecanismo de expansao 336 inclui um segundo elemento de expansao 346 com segao cilindrica na cabega 348 e uma segao de suporte 350 que se estende a partir da cabega 348 no sentido longitudinal 192 coaxialmente a segao da haste 342 do primeiro elemento de expansao 338; a segao de suporte possui rosea interna.
A rosea interna da segao de suporte 350 do segundo elemento de expansao 346 conecta-se a roca externa da segao de rosea 344 do primeiro elemento de expansao 338.
Alem disso, a segao de suporte 350, na sua extremidade voltada a cabega quadrada 340 do primeiro elemento de expansao 338, apresenta um elemento de arrasto 352 que se projeta da diregao radial.
Entre a cabega quadrada 340 do primeiro elemento de expansao 338 e a segao de suporte 350 do segundo elemento de expansao 346 ha um elemento magnetico em formato de cilindro oco 354, com magnetizagao diametral, disposto sobre a segao de haste 342 do primeiro elemento de expansao 338, de forma que possa girar em torn ο do eixo longitudinal 356 dos dois elementos de expansao 338 e 346.
Na sua parte frontal, voltada a segao de suporte 350 do segundo elemento de expansao 346, ο elemento magnetico 354 dispoe de um elemento de arrasto 358 que se projeta em diregao axial e que pode atuar sobre ο elemento de arrasto 352 na segao de suporte 350.
Entre a cabega quadrada 340 do primeiro elemento de expansao 338 e a parte frontal do elemento magnetico 354, voltada ao elemento de expansao 338, ha uma mola de pressao 360, que pre_tensiona ο elemento magnetico 354 contra a segao de suporte 350 do segundo elemento de expansao 346.
Como mostram as Figuras 44 e 45, ο segundo elemento de expansao 346 do mecanismo de expansao 36, bem como ο elemento de rosea 278 do terceiro modelo de execugao do meio de conexao 100 descrito acima, pode ser acionado atraves de um equipamento de acionamento 302 com ima de acionamento giratorio 310, que interage com ο elemento magnetico 354, a um movimento giratorio em to mo do eixo longitudinal 356 em relagao ao primeiro elemento de expansao 338, que e mantido em uma posigao giratoria constate atraves da sua cabega quadrada.
Para tanto, conforme mostram as Fig. 44 e 45, ο equipamento de acionamento 302 e disposto externamente ao meio de conexao 100 de tal modo que a diregao longitudinal 312 do eixo de acionamento 308 fique essencialmente paralelo ao eixo longitudinal 356 dos elementos de expansao 338, 346 e a distancia entre ο ima de acionamento 310 e ο elemento de ima 354 seja a menor possivel.
No alojamento 324 do segundo elemento de conexao 186 ha duas camaras de encaixe 362, nas quais as extremidades externas 364 das alavancas dobraveis 330 podem mergulhar, quando os elementos de conexao 184 e 186 estao em contato atraves de suas superficies de posicionamento 194.
Alem disso, ο alojamento 234 contem rebaixos para a recepgao 357 das projegoes de posicionamento 335 que se projetam a partir do alojamento 188.
As camaras de encaixe 362, nos seus bordos voltados ao primeiro elemento de conexao 184, sao parcialmente Iimitadas por projegSes de retengao 366, as quais se pode conectar por tras a alavanca dob厂avel 330 correspondente, quando se gira a respectiva alavanca dobravel 330 em torno de seu eixo 333 a partir da posigao Iiberada apresentada na Fig. 42 para a posigao fixa representada na Fig. 43.
Este giro pode ser feito atraves do mecanismo de expansao descrito acima.
Neste modelo de execugao, os alojamentos 188 e 234 do primeiro
elemento de conexao 184, ou do segundo elemento de conexao 186, sao
produzidos preferencialmente em duas partes que ficam em contato, Iado a lado, ao Iongo de uma area central longitudinal do respectivo alojamento.
Para estabelecer uma conexao entre ο primeiro componente 102 e ο segundo componente 104 atraves do quarto modelo de execugao do meio de conexao 100, procede-se da seguinte maneira:
O primeiro elemento de conexao 184 e ο segundo elemento de conexao 186 sao inseridos na respectiva cavidade 110 no primeiro componente 102 e no segundo componente 104, respectivamente.
Em seguida, ο segundo componente 104 com ο segundo elemento de conexao 186 e colocado sobre ο primeiro componente 102 com ο primeiro elemento de conexao 184 de modo que as alavancas dobraveis 330, que se encont厂am na posigao liberada, mergulhem com suas extremidades externas 364 nas camaras de encaixe 362 do segundo elemento de conexao 186 e a projegao de encaixe centra丨 326 do primeiro elemento de conexao 184 seja inserida no rebaixo de recepgao 328 do segundo elemento de conexao 186.
Depois disso, ο segundo elemento de expansao 346, atraves de um equipamento de acionamento 302, e colocado em movimento giratorio em torn ο do eixo longitudinal 356, de forma que a segao da cabega 348 do segundo elemento de expansao 346 se afaste da cabega quadrada 340 do primeiro elemento de expansao 338, aumentando ο comprimento total do mecanismo de expansao 336; com isto, as extremidades internas 332 das
alavancas dobraveis 330 sao afastadas uma da outra, as alavancas dobráveis 330 são giradas em torno de seus eixos 333 sendo colocadas na posição fixa representada na Fig. 43, na qual as extremidades externas 364 das alavancas móveis 330 encaixam-se por trás nas projeções de retenção 366 do segundo elemento de conexão 186, conectando-se às mesmas de forma que o segundo elemento de conexão 186 fique preso ao primeiro elemento de conexão 184 e os elementos de conexão 184, 186 não possam mais ser separados ao longo da direção da conexão 196.
Para separar a conexão entre os componentes 102 e 104: através do equipamento de acionamento 302 gira-se o segundo elemento de expansão 346 em torno do eixo longitudinal 356, em sentido contrário relativamente ao primeiro elemento de expansão 338, de forma que a seção da cabeça 348 do segundo elemento de expansão 346 seja movimentada em direção à cabeça quadrada 340 do primeiro elemento de expansão 338 e o comprimento total do mecanismo de expansão 336 seja reduzido.
As extremidades internas 332 das alavancas dobráveis 330, assim, não estarão mais conectadas à cabeça quadrada 340 do primeiro elemento de expansão 338 e à seção da cabeça 348 do segundo elemento de expansão 346, e o mecanismo de expansão 336 não oferece mais resistência ao movimento giratório das alavancas dobráveis 330 a partir da posição fixa da Fig. 43 para a posição liberada da Fig. 42. Após este desbloqueio das alavancas dobráveis 330, o segundo elemento de conexão 186 pode ser desacoplado, ao longo da direção de conexão 196, do segundo elemento de conexão 184.
De resto, o quarto modelo de execução do meio de conexão 100, representado nas Fig. 40 a 45, relativamente à montagem e ao funcionamento, coincide com o primeiro modelo de execução, representado nas Figuras 1 a 31, a cuja descrição acima se faz referência neste sentido.
Um quinto modelo de execução de um meio de conexão 100 diferencia-se do primeiro modelo de execução apresentado nas figuras 1 a 31 pelo fato de os alojamentos 188, 234 do primeiro elemento de conexão 184 e do segundo elemento de conexão 186, respectivamente, não apresentarem as projeções de fixação 200.
Da mesma forma, as cavidades 110 no primeiro componente 102 e no segundo componente 104 apresentam apenas a seção central básica 112, mas não apresentam as seções de rebaixo (Fig. 46 e 47).
Para obter uma conexão segura entre os elementos de conexão 184 e 186 nas cavidades 110 correspondentes, cada elemento de conexão 184, 186 dispõe de dois parafusos de ancoragem 368, cada um dos quais sendo constituído de uma cabeça de parafuso 370 e uma haste 372 com rosca externa que se projeta em direção radial a partir da superfície de apoio 190. Cada uma das cabeças de parafuso 370 encontra recepção em um alojamento específico 374, que se estende a partir da superfície de posicionamento 194 do respectivo alojamento em direção à superfície de apoio 190.
O fundo de cada uma das recepções 374, onde se apoia a cabeça de
parafuso 370 correspondente, liga-se à superfície de apoio 190 através de um canal de acesso 376.
A haste 372 de cada parafuso de ancoragem 368 estende-se através do canal de acesso 376 correspondente; no sentido longitudinal 192 o canal de acesso 376 apresenta uma seção transversal maior em comparação à haste do parafuso 372, de modo que a disposição da haste 372, relativamente à superfície de apoio 190, pode ser variada dentro de determinados limites para compensar tolerâncias de posicionamento das cavidades 110 nos componentes 102 e/ou 104. Para estabelecer a conexão entre o primeiro componente 102 e o
segundo componente 104 por meio de um quinto modelo de execução do meio de conexão 100, produzem-se, primeiramente, as cavidades 110 nos componentes 102 e 104 através de um equipamento de fresa tradicional, que não necessita de dispositivo de levantamento nem de fresa em T. No segundo componente 102, além disso, é feito o orifício de acesso
128.
Em seguida, o primeiro elemento de conexão 184 é colocado na cavidade 110 do primeiro componente 102 e ancorado através dos parafusos de ancoragem 368 no fundo da cavidade no primeiro componente 102.
Da mesma forma, o segundo elemento de conexão 186 é colocado na cavidade 110 do segundo componente 104 e ancorado através dos parafusos de ancoragem 368.
Após esta ancoragem dos elementos de conexão 184 e 186 no componente correspondente 102, 104, os elementos de conexão 184, 186 são conectados de um modo separável conforme já foi explicado na descrição do primeiro modelo de execução do meio de conexão 100.
De resto, o quinto modelo de execução do meio de conexão 100,
representado nas Fig. 46 a 52, relativamente à montagem e ao funcionamento, coincide com o primeiro modelo de execução, representado nas Figuras 1 a 31, a cuja descrição acima se faz referência neste sentido.
Um sexto modelo de execução de um meio de conexão 100,
representado nas figuras 53 a 55, diferencia-se do quarto modelo de execução apresentado nas figuras 40 a 45 pelo fato de ao invés das projeções 200, nos alojamentos 188 e 234 do primeiro elemento de conexão e do segundo elemento de conexão, respectivamente, existirem
dois parafusos de ancoragem 368 para ancorar os elementos de conexão 184 e 186 nas respectivas cavidades 110 do primeiro componente e 102 e do segundo componente 104. Neste modelo de execução, as cavidades 110 do primeiro componente 102 e do segundo componente 104 também apresentam apenas a seção central básica 112, mas não apresentam as seções de rebaixo.
Com relação aos parafusos de ancoragem 368 e a sua disposição
nos alojamentos 188 e 234 do primeiro elemento de conexão 184 e do segundo elemento de conexão 186, faz-se referência à descrição do quinto modelo de execução do meio de conexão 100, representado nas Fig. 46 a 52.
De resto, o sexto modelo de execução do meio de conexão 100,
representado nas Fig. 53 a 55, relativamente à montagem e ao funcionamento, coincide com o quarto modelo de execução, representado nas Figuras 40 a 45, a cuja descrição acima se faz referência neste sentido.
15

Claims (63)

1.) "MEIO DE UNIÃO" para unir um primeiro componente (102) e um segundo componente (104), especialmente destinado a unir peças de mobiliário e de maquinário, que compreende um primeiro elemento de união (184) disposto, no estado unido dos componentes, no primeiro componente (102) e um segundo elemento de união (186) disposto, no estado unido dos componentes, no segundo componente (104), compreendendo pelo menos um dos elementos de união (184, 186) uma superfície de assento curvada (190) que tem forma de arco de círculo em uma seção longitudinal, caracterizado porque o primeiro elemento de união (184) e o segundo elemento de união (186) estão unidos um ao outro de forma que permite soltar-se no estado unido dos componentes (102, 104) e pelo menos o primeiro elemento de união (184) compreende uma carcaça (188) e pelo menos um elemento de sujeição (212) que pode mover-se com relação à carcaça (188) do primeiro elemento de união (184), que, em uma posição de sujeição, coopera com o segundo elemento de união (186) de modo que se impeça um movimento relativo do primeiro elemento de união (184) e do segundo elemento de união (186) ao longo de uma direção de união (196), e que, em uma posição de liberação, admite um movimento relativo do primeiro elemento de união (184) e do segundo elemento de união (186) ao longo da direção de união (196), podendo mover-se pelo menos um elemento de sujeição (212) da posição de sujeição à posição de liberação e/ou da posição de liberação à posição de sujeição por meio de uma atuação realizada de fora do meio de união (100), e apresentando a carcaça (188) do primeiro elemento de união uma superfície de assento curvada (190), que tem forma de arco de círculo em uma seção longitudinal, e uma superfície de assento substancialmente plaina (194) que está situada em frente desta superfície de assento (190) e que pode aplicar-se ao segundo elemento de união (186).
2.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 1, caracterizado porque a superfície de assento curvada (190) pelo menos um elemento de união (184, 186) está configurada substancialmente em forma de um setor de uma envolvente cilíndrica circular.
3.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 1 ou 2, caracterizado porque pelo menos um elemento de sujeição (212) está sujeito de forma basculável no primeiro elemento de união (184).
4.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 1 a 3, caracterizado porque pelo menos um elemento de sujeição (212) apresenta um primeiro contorno de sujeição (226) que, na posição de sujeição, engata-se detrás de um segundo contorno de sujeição (240) previsto no segundo elemento de união (186).
5.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 4, caracterizado porque o primeiro contorno de sujeição (226) e/ou o segundo contorno de sujeição (240) estão configurados em forma de arco.
6.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 5, caracterizado porque o primeiro contorno de sujeição (226) e o segundo contorno de sujeição (240) estão configurados de maneira que não são concêntricos um ao outro, de modo que os dois elementos de união (184, 186) são arrastados um para outro ao mover o elemento de sujeição (212) da posição de liberação à posição de sujeição.
7.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 1 a 6, caracterizado porque pelo menos um elemento de sujeição (212) pode ser movido da posição de sujeição à posição de liberação e/ou da posição de liberação à posição de sujeição com ajuda de um meio de manobra mecânico (244) que pode ser acoplado com o elemento de sujeição (212) de fora do elemento de união (100).
8.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 7, caracterizado porque pelo menos um elemento de sujeição (212) apresenta um alojamento para um lance de manobra de um meio de manobra mecânico (244).
9.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 8, caracterizado porque pelo menos um elemento de sujeição (212) apresenta um alojamento (220; 256) para uma chave poligonal (244), uma chave hexagonal e/ou uma chave de fenda.
10.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 1 a 9, caracterizado porque o primeiro elemento de união (184) compreende uma carcaça (188) com uma abertura de passagem (222) para que passe através de um meio de manobra mecânico (244) até um elemento de sujeição (212).
11.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 10, caracterizado porque a carcaça (188) apresenta uma parede lateral que se estende transversalmente à superfície de assento curvada (190) do primeiro elemento de união (184), e a abertura de passagem (222) está disposta na parede lateral.
12.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 10, caracterizado porque a abertura de passagem (222) está disposta na superfície de assento curvada (190) do primeiro elemento de união (184).
13.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 1 a 12, caracterizado porque pelo menos o primeiro elemento de união (184) compreende pelo menos dois elementos de sujeição (212) que estão sujeitos de forma basculável no primeiro elemento de união (184).
14.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 13, caracterizado porque pelo menos dois elementos de sujeição (212) engatam-se na posição de sujeição detrás de um respectivo elemento de retenção (366) que está disposto no segundo elemento de união (186).
15.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 13 ou 14, caracterizado porque uma zona de apoio (332) de um primeiro elemento de sujeição (212) e uma zona de apoio (332) de um segundo elemento de sujeição (212) podem ser movidas uma com relação à outra por meio de um mecanismo de separação (336).
16.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 15, caracterizado porque o mecanismo de separação (336) compreende um elemento magnético (354) que pode ser induzido a realizar um movimento dentro do meio de união (100) com ajuda de um campo magnético indutor temporariamente variável que atua sobre o elemento magnético (354) de fora do meio de união (100).
17.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 16, caracterizado porque o mecanismo de separação (336) compreende pelo menos dois elementos de separação (338, 346) que estão engrenados um com outro.
18.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 17, caracterizado porque os elementos de separação (338, 346) estão engrenados um com outro por meio de duas roscas complementares uma da outra.
19.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 17 ou 18, caracterizado porque pelo menos um dos elementos de separação (346) pode ser induzido a realizar um movimento de giro com relação ao outro elemento de separação (338) por meio do elemento magnético ( 3 54).
20.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 19, caracterizado porque o elemento magnético (354) apresenta um elemento de arrasto (358) que atua sobre um elemento de arrasto (352) presente em um dos elementos de separação (346).
21.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 1 a 20, caracterizado porque pelo menos um elemento de sujeição (212) apresenta uma rosca (248; 282).
22.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 21, caracterizado porque pelo menos um elemento de sujeição (212) está engrenado na posição de sujeição com um elemento de retenção (252; 316) que está disposto no segundo elemento de união (186), apresentando o elemento de retenção (252; 316) uma rosca (250; 314) complementar da rosca (248; 282) do elemento de sujeição (212).
23.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 22, caracterizado porque o meio de união (100) compreende pelo menos um elemento elástico (324) mediante o qual o elemento de sujeição (212) e o elemento de retenção (316) estão pré-tensionados um contra outro.
24.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 21 a -23, caracterizado porque, no estado unido dos componentes (102, 104), um eixo (296) da rosca do elemento de sujeição (212) está orientado em direção substancialmente paralela à direção de união (196).
25.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 1 a -24, caracterizado porque o meio de união (100) compreende um elemento magnético (298) que pode ser induzido a realizar um movimento de giro dentro do meio de união (100) com ajuda de um campo magnético indutor temporariamente variável que atua sobre o elemento magnético (298) de fora do meio de união (100).
26.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 25, caracterizado porque pelo menos um elemento de sujeição (212) pode ser induzido a realizar um movimento de giro com relação à carcaça (188) do primeiro elemento de união (184) por meio do elemento magnético (298).
27.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 26, caracterizado porque o elemento magnético (298) apresenta um elemento de arrasto (300) que atua sobre um elemento de arrasto (286) presente no elemento de sujeição (212).
28.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 1 a -27, caracterizado porque pelo menos um dos elementos de união (184) compreende pelo menos um saliente engatável (228; 326) e o outro elemento de união correspondente (186) compreende pelo menos uma cavidade de alojamento (232; 328) que, no estado unido dos componentes (102, 104), acolhe ao saliente engatável (228; 326).
29. "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 28, caracterizado porque pelo menos uma cavidade de alojamento (232; 328) apresenta em uma direção longitudinal (192) do meio de união (100) uma extensão maior que a do saliente engatável (228; 326) acolhido dentro dela.
30.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 1 a -29, caracterizado porque pelo menos um dos elementos de união (184, 186) está provido pelo menos um saliente de sujeição (200) que apresenta uma superfície de apoio curvada (204) que tem forma de arco de círculo em uma seção longitudinal.
31.) "MEIO DE UNIÃO" segundo a reivindicação 30, caracterizado porque pelo menos um saliente de sujeição (200) está concebido como não auto-cortante.
32.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 30 ou 31, caracterizado porque pelo menos um saliente de sujeição (200) apresenta uma seção transversal substancialmente retangular ou uma seção transversal substancialmente de forma de trapézio.
33.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 30 a -32, caracterizado porque pelo menos um saliente de sujeição (200) se estreita ao aumentar a distância a um corpo de base do respectivo elemento de união (184, 186).
34.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 30 a -32, caracterizado porque pelo menos um saliente de sujeição (200) se estreita ao diminuir a distância a um corpo de base do respectivo elemento de união (184, 186).
35.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 30 a -34, caracterizado porque pelo menos um saliente de sujeição (200) apresenta uma seção transversal com um contorno exterior curvado pelo menos em certos trechos.
36.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 30 a -35, caracterizado porque pelo menos um saliente de sujeição (200) está disposto em posição adjacente à superfície de assento curvada (190) do respectivo elemento de união (184, 186) e fica substancialmente igualado com dita superfície.
37.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 30 a -35, caracterizado porque pelo menos um saliente de sujeição (200) está disposto em posição socavada com respeito à superfície de assento curvada (190) do respectivo elemento de união (184, 186).
38.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 1 a -37, caracterizado porque pelo menos um dos elementos de união (184, 186) está provido pelo menos de um elemento de ancoragem (368) para imobilizar o elemento de união correspondente (184, 186) no fundo (118) de uma ranhura (110) prevista em um dos componentes (102, 104).
39.) "MEIO DE UNIÃO" segundo quaisquer das reivindicações 1 a -38, caracterizado porque pelo menos um dos elementos de união (184, 186) está provido pelo menos um parafuso de ancoragem (368) para imobilizar o elemento de união correspondente (184, 186) em um dos componentes (102, 104).
40.) Procedimento para estabelecer uma união de um primeiro componente (102) e um segundo componente (104), especialmente uma união de peças de mobiliário ou de maquinaria, que compreende os passos seguintes: - produzir uma respectiva ranhura (110) em uma superfície de contato (106) do primeiro componente (102) e em uma superfície de contato (108) do segundo componente (104), apresentando pelo menos uma das ranhuras (110) uma superfície de fundo curvada (118) que tem forma de arco de círculo em uma seção longitudinal, - introduzir um primeiro elemento de união (184) na ranhura (110) do primeiro componente (102) e um segundo elemento de união (186) na ranhura (110) do segundo componente (104), compreendendo pelo menos o primeiro elemento de união (184) uma carcaça (188) que apresenta uma superfície de assento curvada (190), que tem forma de arco de círculo em uma seção longitudinal, e uma superfície de assento substancialmente plaina (194) que fica em frente desta superfície de assento (190) e que se aplica ao segundo elemento de união (186); - unir de maneira soltável o primeiro elemento de união (184) e o segundo elemento de união (186) fazendo para isso que, com ajuda de uma ação exercida de fora do primeiro elemento de união (184), pelo menos um elemento de sujeição (212) disposto no primeiro elemento de união (184) e dotado de capacidade para mover-se com relação a uma carcaça (188) de dito primeiro elemento de união (184) seja movido de uma posição de liberação - em que o elemento de sujeição (212) admite um movimento relativo do primeiro elemento de união (184) e do segundo elemento de união (186) ao longo de uma direção de união (196) - a uma posição de sujeição em que o elemento de sujeição (212) impede um movimento relativo do primeiro elemento de união (184) e do segundo elemento de união (186) ao longo da direção de união (196).
41. Procedimento segundo a reivindicação 40, caracterizado porque se produz pelo menos uma ranhura (110) com uma superfície de fundo (118) que apresenta substancialmente a forma de um setor de uma envolvente cilíndrica circular.
42. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 ou 41, caracterizado porque se emprega pelo menos um elemento de união (184, 186) com uma superfície de assento (190) que apresenta substancialmente a forma de um setor de uma envolvente cilíndrica circular.
43. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 a 42, caracterizado porque se faz com que pelo menos um elemento de sujeição (212) oscile da posição de liberação à posição de sujeição.
44. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 a 43, caracterizado porque na posição de sujeição um primeiro contorno de sujeição (226) previsto em pelo menos um elemento de sujeição (212) engancha-se detrás de um segundo contorno de sujeição (240) previsto no segundo elemento de união (186).
45. Procedimento segundo a reivindicação 44, caracterizado porque o primeiro contorno de sujeição (226) e o segundo contorno de sujeição (240) atuam um sobre outro ao mover o elemento de sujeição (212) da posição de liberação à posição de sujeição de modo que os dois elementos de união (184, 186) são arrastados um para outro.
46. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 a 45, caracterizado porque pelo menos um elemento de sujeição (212) é movido da posição de sujeição à posição de liberação com ajuda de um meio de manobra mecânico (244) que pode acoplar-se com o elemento de sujeição (212) de fora do primeiro elemento de união (184).
47. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 a 46, caracterizado porque pelo menos dois elementos de sujeição (212) são feitos oscilar de uma posição de liberação a uma posição de sujeição para estabelecer uma união soltável do primeiro elemento de união (184) e o segundo elemento de união (186).
48. Procedimento segundo a reivindicação 47, caracterizado porque pelo menos dois elementos de sujeição (212) engancham-se na posição de sujeição detrás de um respectivo elemento de retenção (366) que está disposto no segundo elemento de união (186).
49. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 47 ou 48, caracterizado porque uma zona de apoio (332) de um primeiro elemento de sujeição (212) e uma zona de apoio (332) de um segundo elemento de sujeição (212) são movidas uma com relação à outra por meio de um mecanismo de separação (336).
50. Procedimento segundo a reivindicação 49, caracterizado porque um elemento magnético (354) é induzido a realizar um movimento dentro de um dos elementos de união (184, 186) por meio de um campo magnético indutor temporariamente variável que atua sobre o elemento magnético (354) desde fora dos elementos de união (184, 186).
51. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 49 ou 50, caracterizado porque o mecanismo de separação (336) compreende pelo menos dois elementos de separação (338, 346) e pelo menos um dos elementos de separação (346) é induzido a realizar um movimento de giro com relação ao outro elemento de separação (338) por meio de um elemento magnético (354).
52. Procedimento segundo a reivindicação 51, caracterizado porque o elemento magnético (354) atua sobre um elemento de arrasto (352) presente em um dos elementos de separação (346) por meio de um elemento de arrasto (358).
53. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 a 52, caracterizado porque, durante o movimento da posição de liberação à posição de sujeição, atarraxa-se a pelo menos um elemento de sujeição (212) em uma rosca (314) de um elemento de retenção (316) que está disposto no segundo elemento de união (186).
54. Procedimento segundo a reivindicação 53, caracterizado porque o elemento de sujeição (212) e o elemento de retenção (316) são pré- tensionados um contra outro por meio de um elemento elástico (324).
55. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 a 54, caracterizado porque um elemento magnético (298) é induzido a realizar um movimento de giro dentro de um dos elementos de união (184, 186) por meio de um campo magnético indutor temporariamente variável que atua sobre o elemento magnético (298) desde fora dos elementos de união (184, 186).
56. Procedimento segundo a reivindicação 55, caracterizado porque pelo menos um elemento de sujeição (212) é induzido a realizar um movimento de giro com relação a um elemento de retenção (316) por meio do elemento magnético (298).
57. Procedimento segundo a reivindicação 56, caracterizado porque o elemento magnético (298) atua sobre um elemento de arrasto (286) presente no elemento de sujeição (212) por meio de um elemento de arrasto (300).
58. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 a 57, caracterizado porque pelo menos um saliente engatável (228; 326) de um dos elementos de união (184) é introduzido em pelo menos uma cavidade de alojamento (232; 328) do outro elemento de união correspondente (186).
59. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 a 58, caracterizado porque pelo menos uma das ranhuras (110) é provida de pelo menos um trecho entrante cavado (114) que apresenta uma superfície curvada (122) com forma de arco de círculo em uma seção longitudinal.
60. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 a 59, caracterizado porque se emprega pelo menos um elemento de união (184, 186) que está provido pelo menos de um saliente de sujeição (200) que apresenta uma superfície de apoio curvado (204) que tem forma de arco de círculo em uma seção longitudinal.
61. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 a 60, caracterizado porque se produziu completamente pelo menos uma das ranhuras (110) antes de que o elemento de união correspondente (184, 186) introduza-se na ranhura (110).
62. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 a 61, caracterizado porque pelo menos um dos elementos de união (184, 186) é imobilizado no fundo de uma das ranhuras (110) por meio de pelo menos um elemento de ancoragem (368).
63. Procedimento segundo quaisquer das reivindicações 40 a 62, caracterizado porque se imobiliza pelo menos um dos elementos de união (184, 186) no respectivo componente associado (102, 104) por meio pelo menos de um parafuso de ancoragem (368).
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