BRPI1104825A2 - Equipamento para remoção de umidade residencial da folha de papel mediante aplicação de vacuo, ultilizavel ema linha de produção de papel - Google Patents

Equipamento para remoção de umidade residencial da folha de papel mediante aplicação de vacuo, ultilizavel ema linha de produção de papel Download PDF

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BRPI1104825A2
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Goncalo Vlademir Martins
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EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UNIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL. Sendo o referido equipamento indicado pela referência (100) e contando com uma estrutura principal (1) configurada de forma análoga a uma caixa metálica (2), sendo o equipamento caracterizado pelo fato de que a sua estrutura principal (1) é dividida internamente por uma chapa intermediária (3), a qual separa uma região frontal (4) que corresponde às zonas de vácuo de uma região traseira (5); é previsto um tampo de desgaste (6) que apresenta meios próprios de lubrificação com relação à esteira de feltro; a caixa principal (1) conta com separadores (28) que permitem deparar o fluxo dar que é sugado para dentro do equipamento da porção de água que é sugada em conjunto com o fluxo de ar; o tampo de desgaste (6) pode ser produzido em polietileno de alta densidade ou mesmo cerâmica.

Description

"EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL".
O presente relatório
descritivo trata de uma patente de invenção que propõe um equipamento desenvolvido para ser utilizado na remoção de umidade residual presente na folha de papel em fase de produção, dito equipamento é especialmente destinado a ser montado e a equipar a seção de prensagem de uma linha de produção de papel.
Como é do conhecimento geral o papel é produzido mediante o processamento da celulose obtida da madeira, e em tempos mais recentes é também fruto da fibra reciclada que em ambos os casos é misturada com grandes quantidades de água durante seu processamento.
Parte significativa do
processamento do papel em fase de produção ocorre em um tipo de máquina que conta com uma caixa de entrada, para onde a massa de celulose (suspensão fibrosa) carregada de grande teor de água (somente 0,2 a 1% de sólido ou fibras) é direcionada, sendo que a partir da referida caixa de entrada (que configura a seção de formação) essa massa é disposta de forma ordenada sobre uma esteira em circuito fechado que corre sob o bocal de saída da caixa de entrada, sendo tal esteira denominada tela formadora.
O bocal de saída da caixa de entrada apresenta um formato tal que produz a distribuição da celulose em uma camada delgada que é acomodada sobre a tela formadora, equipamento esse que no que tange à sua superfície apresenta desenho específico de modo a facilitar a remoção de uma parcela apreciável de água através de um conjunto de elementos desaguadores que compõem uma estrutura análoga a uma calha coletora. Imediatamente após a região em que estão montados os elementos desaguadores é posicionado um conjunto de caixas de vácuo, as quais se utilizam na natureza permeável da estrutura da tela formadora para remover ainda mais água presente na massa de celulose. Após passar pelos desaguadores e pelo conjunto das caixas de vácuo a folha de papel já formada apresenta consistência entre 8 e 12% de sólido.
Convencionalmente as máquinas de papel contam também com uma segunda esteira de feltro, denominada simplesmente feltro, sendo esta já pertencente ã seção de prensagem.
A relação de proximidade do feltro com relação à tela formadora é ajustada, de tal maneira que a folha, já formada sobre esta, possa ser transferida para a superfície do feltro, que compõe a seção de prensagem.
0 feltro, tal como a tela formadora, é montado sobre roletes, formando um circuito fechado. Em seu trajeto, com a folha úmida de papel, passa entre o rolo prensa (descrito a seguir) e o cilindro secador. Ambos em contato e sobre pressão, provocam a remoção de mais uma quantidade de água antes que a folha seja transferida para a seção de secagem por aquecimento e evaporação.
0 rolo prensa pode ser um simples rolo emborrachado ou um rolo prensa de sucção nos casos em que possui uma camisa perfurada para aplicação de vácuo em um determinado setor circular internamente. 0 feltro, ainda com a folha úmida abraça o rolo prensa de sucção neste setor circular onde há vácuo, chamado de ângulo de abraçamento. Neste setor parte da água é removida pelo efeito do arraste produzido pelo fluxo de ar que flui desde a folha, passando pelo feltro indo para a camisa perfurada e daí para a caixa estática interna onde se aplica o vácuo. Ao final do ângulo de abraçamento sob vácuo o feltro ainda com a folha entra na zona de prensagem propriamente dita contra o cilindro secador. A partir deste ponto a folha de papel deixa o feltro e se transfere para cilindro secador onde já apresenta um teor de sólido entre 36 e 44%.
A folha naturalmente aderida na superfície do cilindro secador de grande diâmetro recebe calor pelo lado externo, que é fornecido pelo sopro de ar quente da capota de secagem, além do calor por condução da chapa aquecida com vapor pelo lado interno. Ao sair do cilindro secador o papel apresenta teor de sólido entre 92 e 94%, adequado ao uso final a que se destina, podendo seguir para a enroladeira e em seguida pode ser armazenado na forma de bobinas grandes conhecida também como "jumbo roll".
No que tange ao estado da técnica, as máquinas de menor velocidade, tipicamente de 200 a 800 metros por minuto, não contam com um rolo prensa de sucção e sim com rolo prensa simples, antecedida por uma caixa de vácuo estática simples, combinada ou não, com uma caixa aplicadora de vapor, tal como está indicado através da seta "A" da figura 1.
O desenvolvimento das máquinas de papel prosseguiu e passou a adotar o rolo prensa de sucção, como já descrito anteriormente, que pode também operar em estreita proximidade com uma caixa de vapor, sendo tal configuração (retratada na figura 2 e tal como o indicado pela seta "B") compatível com velocidades de produção entre 600 a 2.000 metros por minuto e até mais.
Entretanto, com relação ao estado da técnica acima citado podem ser relacionados alguns aspetos negativos:
a) de modo geral as máquinas de papel equipadas com rolo prensa de sucção apresentam alto consumo de vácuo conseqüentemente elevando o custo operacional relativo à energia elétrica. b) custo elevado de manutenção, particularmente com relação às máquinas que empregam o sistema de rolo prensa de sucção que é um componente complexo de custo igualmente elevado de aquisição e que para ser submetido aos procedimentos periódicos de manutenção precisa ser substituído por um rolo igual, o que vale dizer que o
fabricante de papel precisa ter sempre um par de rolos prensa de sucção por máquina (um em uso e outro como reserva); c) Quando se emprega caixas de vácuo estáticas convencionais pertencentes ao estado da técnica as máquinas ficam limitadas com relação ao aumento de velocidade, e) ainda com respeito ao rolo prensa de sucção, este apresenta um problema intrínseco de elevado consumo de
vácuo devido ao fato que a espessura da camisa de bronze somada â de borracha sair e entrar na zona de vácuo a cada revolução trazendo consigo um grande volume de ar falso na pressão atmosférica que se somará ao volume útil de vácuo. Volume falso este que em muitos casos
chega a 50% do volume total de vácuo requerido, h) os rolos prensa de sucção, em face do seu projeto característico, não permitem a possibilidade do controle de perfil de secagem por intermédio de válvulas de fluxo por zonas/faixas.
Em face dos inconvenientes verificados no estado da técnica foi desenvolvido "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL" o qual é configurado como uma unidade de vácuo que é destinada a ser instalada na seção de prensagem das máquinas de fabricação de papel, dito equipamento apresenta fisicamente uma configuração análoga a uma caixa que pode ser montada em variadas posições ao longo da linha da esteira de feltro.
O equipamento aqui tratado pode ser.utilizado em substituição ao rolo prensa de sucção representando, por tal motivo e de forma imediata, uma redução substancial do custo global da máquina para fabricação de papel.
0 equipamento aqui proposto, de forma diversa do verificado nas caixas de vácuo pertencentes ao estado da técnica, conta com meios próprios que atuam na redução de atrito que é imposto â passagem do feltro, motivo pelo qual permite que tal componente tenha sua vida útil mantida mesmo com expressiva área de contato e aspiração.
O presente equipamento, ainda
quando comparado aos sistemas convencionais de rolos prensa de sucção apresenta uma maior eficiência na utilização da energia necessária à sua operacionalização. Redução esta que se situa entre 40 a 50% do consumo de potência das bombas de vácuo que é um dos equipamentos de maior consumo da máquina de fabricação de papel. Permite ainda operar com apenas uma prensa ou menor carga nela, o que colabora para aumento substancial da espessura (bulk) do papel fabricado. Por outro lado comparando com a caixa de vácuo convencional tem maior eficiência na remoção de umidade do papel e, por conseguinte possibilita incremento da produção revertendo tal em redução de custo de operacionalização da máquina de papel como um todo.
O "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL" objeto deste pedido de patente de invenção poderá ser entendido em todas as suas particularidades funcionais e de projeto a partir das figuras abaixo relacionadas, nas quais: a figura 1 ilustra uma vista esquemática de uma máquina para fabricação de papel segundo uma primeira configuração pertencente ao estado da técnica;
a figura 2 ilustra uma vista esquemática de uma máquina para fabricação de papel de acordo com uma segunda configuração também pertencente ao estado da técnica; a figura 3 ilustra uma vista em perspectiva de uma máquina para fabricação de papel dotada com o
equipamento em questão; a figura 4 ilustra uma visa lateral da máquina retratada na figura 3;
a figura 5 ilustra uma vista lateral da máquina retratada na figura 3, onde é indicado o trajeto
executado pelo papel desde o momento em que o mesmo deixa a caixa de entrada até o momento em que chega â enroladeira, sendo tal trajeto representado pelas setas "T"; a figura 6 ilustra uma vista lateral e esquemática da
máquina para fabricação de papel retratada nas figuras 3, 4, e 5, onde estão assinaladas as principais seções da máquina para fabricação de papel, onde podem ser vistas, por ordem, a seção de drenagem (indicada pela seta
"C") , de prensagem (indicada pela seta "D") e de secagem (indicada pela seta "E" ) ; a figura 7 ilustra um detalhe ampliado da região de montagem do equipamento ora tratado no que diz respeito à estrutura de uma máquina para fabricação de papel, onde estão retratados os principais componentes da máquina de papel
localizados nas proximidades do presente equipamento ;
a figura 8 ilustra uma vista geral e em perspectiva do equipamento aqui tratado; a figura 9 ilustra um detalhe de uma das laterais do
equipamento aqui tratado, onde estão a conexão para o acoplamento da linha de vácuo, a alimentação do sistema de lubrificação do equipamento e a tubulação de saída da água drenada da folha de papel e do feltro;
a figura 10 ilustra um detalhe da lateral oposta à
retratada na figura 9 e onde estão retratados os manípulos para controle de vazão de vácuo em cada zona da estrutura do presente equipamento; as figuras 11, 12, 13, 14, 15 e 16 ilustram cada uma das
vistas ortogonais da estrutura do presente equipamento;
a figura 17 ilustra uma vista frontal da estrutura do equipamento aqui ■ tratado, sendo que a face frontal do seu tampo de desgaste é retratada em
corte parcial visando permitir a visualização da região interna do presente equipamento, onde podem ser vistos, entre outros componentes, as tubulações de água que alimentam o sistema para lubrificação dos chuveiros integrados à superfície do tampo de desgaste, a referida figura 17 permite ainda a visualização dos defletores internos que permitem utilizar o
presente equipamento de maneira ascendente (face do tampo de desgaste voltada para baixo); a figura 18 ilustra um corte transversal da estrutura do presente equipamento, corte esse que é tomado segundo a linha de corte "A"-"A" indicada na
figura 17;
a figura 19 ilustra um corte tomado da figura 18, tal como o
indicado pela linha de corte "B"-"B"; a figura 20 ilustra uma vista em perspectiva de uma das unidades de separação ar/água que integram o
presente equipamento; a figura 21 ilustra uma vista posterior do presente equipamento, o qual tem sua parede posterior retratada em corte parcial de modo a permitir a visualização do sistema de controle das válvulas
utilizadas para promover o controle de vácuo que, as quais atuam na função de controle de perfil de secagem, a referida vista retrata ainda os separadores centrífugos de água, bem como os tubos que conduzem a haste ou cabo para acionar as
mencionadas válvulas e também os manípulos que são utilizados para o controle da vazão de vácuo em cada zona do presente equipamento; figura 22 ilustra uma vista em perspectiva que é tomada de forma isolada do tampo de desgaste que integra o presente equipamento; figura 23 ilustra uma outra vista isolada e em corte parcial do tampo de desgaste, onde são retratados, em detalhe, os orifícios ou canais dos pentes de ajuste de formato; figura 23A ilustra uma vista lateral do tampo de desgaste retratado de forma isolada na figura 23;
figura 24 ilustra uma vista em corte do tampo de desgaste, vista esta que é tomada segundo alinha de corte "C"-"C" da figura 23; figura 25 ilustra uma outra vista em corte do tampo de desgaste que é um dos componentes do presente equipamento, sendo a referida vista tomada segundo a linha de corte "D"-"D" da figura 23; figura 26 ilustra uma vista em perspectiva isolada de uma das bases deslizantes para mancai que integram o presente equipamento; figura 27 ilustra um detalhe ampliado tomado da figura 26, tal como o indicado pela seta "F"; s figuras 28, 29, 30 e 31 ilustram vistas ortogonais da base deslizantes para mancai que integram o presente equipamento; figura 32 ilustra uma vista em perspectiva explodida da região frontal do presente equipamento, onde podem ser vistos os principais componentes dessa região;
as figuras 33, 34, 35 e 36 ilustram detalhes ampliados tomados da figura 32, tal como o indicado pelas setas "G", "Η", "I" e "J" ;
a figura 37 ilustra uma vista em perspectiva explodida da região traseira do presente equipamento, onde podem ser vistos os principais componentes dessa região;
as figuras 38, 39 e 40 ilustram detalhes ampliados tomados da figura 37, tal como o indicado pelas setas
"Κ" , uL" e "M" ;
a figura 41 ilustra uma vista em perspectiva do presente equipamento, o qual conta, alternativamente, com uma variante construtiva do dispositivo de ajuste de formato, o qual opera por sistema de
lâmina;
a figura 42 ilustra um detalhe ampliado tomado da figura 41, tal como o indicado pela seta "N";
a figura 43 ilustra uma vista em perspectiva do equipamento aqui tratado ainda segundo a incorporação da
variante construtiva do dispositivo de ajuste de formato que opera por sistema de lâmina, dita vista retrata o ângulo oposto do equipamento ilustrado na figura 41; e a figura 44 ilustra um detalhe ampliado tomado da figura 43,
tal como o indicado pela seta O.
De conformidade como quanto
ilustram as figuras acima relacionadas, pode ser constatado o fato de que o equipamento para remoção de umidade residual mediante aplicação de vácuo e que é indicado de modo geral pela referência 100 conta com uma estrutura principal 1 configurada de forma análoga a uma caixa metálica 2 dividida internamente por uma chapa intermediária 3 que separa uma região frontal 4 que corresponde às zonas de vácuo de uma região traseira 5 que corresponde à zona de separação para água/ar.
A região frontal 4 da estrutura principal 1 é fechada por uma placa monobloco 6 produzida em Polietileno de Alta Densidade ou mesmo em cerâmica e que apresenta uma superfície de contato 7 que entra em contato direto com o feltro da esteira de feltro
A referida placa monobloco 6, também denominada como tampo de desgaste 6, apresenta regiões 8 cobertas por orifícios passantes 9, através dos quais a água removida tanto da esteira de feltro, como da folha de papel úmida, pela ação do vácuo é conduzida â região frontal 4 da estrutura principal 1.
As regiões 8 são separadas por canais paralelos 10 comunicados por curtos furos transversais 11, os quais, por sua vez, estão conectados a tubulações 12 que alimentam de água os canais transversais 11 e destes a água é então transferida para os canais 10 chegando então à superfície do tampo de desgaste 6.
As duas laterais extremas do tampo de desgaste 6 no que tange aos alinhamentos dos orifícios passantes 9, inclui correspondentes canais paralelos 13, os quais recebem a montagem de hastes cilíndricas 14 que integram dispositivos 15 denominados como pentes para ajuste de formato. Cada um dos dispositivos 15 é configurado de modo a reunir um dado número de hastes cilíndricas 14, as quais são presas, por um de seus extremos a uma barra 14A, que alem de agrupar as hastes cilíndricas 14 também incorpora dispositivos de ajuste 14B configurados como fusos que ao serem girados nos dois sentidos avançam ou retrocedem com relação â barra 14A e por via de conseqüência permitem que as hastes cilíndricas 14 possam ser introduzidas mais profundamente ou menos profundamente nos respectivos canais transversais 13.
Os dispositivos 15 atuam no sentido de permitir que a medida de largura total e efetiva do tampo de desgaste 6, no que tange aos orifícios passantes 9 que atuam na sucção, possa ser ajustada.
0 ajuste de formato propiciado pelos dispositivos 15 evita que o vácuo aplicado através dos orifícios passantes 9 seja comunicado aos orifícios 9 mais próximos das bordas laterais do tampo de desgaste 6 que estejam sob uma faixa do feltro que não tenha sobre sua superfície a folha de papel úmida. Em outras palavras os dispositivos 15 permitem que o vácuo seja aplicado somente na medida da largura exata da folha de papel úmida que esteja sendo aderida sobre o feltro e com isso impede que ar seja sugado do ambiente externo de forma indevida.
Quando os dispositivos de ajuste 14B são rosqueados no sentido provocar o avanço das hastes cilíndricas 14 em seus respectivos canais paralelos 13 esse movimento de avanço corresponde a uma relativa redução da largura da área de vácuo aplicada através do tampo de desgaste 6 e de forma inversa, quando o ajuste das hastes cilíndricas é feito de modo a que as mesmas sejam retrocedidas em relação aos seus canais 13 ocorre o relativo aumento da largura da área de vácuo.
Opcionalmente, e tal como o retratado nas figuras 41, 42, 43 e 44, o dispositivo 15 em uma variante construtiva indicada pela referência 15A pode ser baseado em lâminas ou placas 14B que também são utilizadas para regular a aplicação da sucção nas laterais do tampo de desgaste 6, sendo esta variante construtiva passível de gerar um dispositivo mais simples e de menor custo. Ao contrário das hastes cilíndricas 14 do
dispositivo 15 que são inseridas nos canais 13 do tampo de desgaste 6, o dispositivo 15A tem suas lâminas 14B inseridas em correspondentes alojamentos 13A que podem ser incorporados ao tampo de desgaste 6, sendo que a montagem das lâminas 14B em relação aos seus respectivos alojamentos 13A ocorre por simples deslizamento.
Cada uma das lâminas 14B conta com uma respectiva alça 14B', através da qual as lâminas podem ser manualmente deslocadas para ampliar ou reduzir a largura da área de aplicação de vácuo do tampo de desgaste 6 .
Montado junto a face interna 16 do tampo de desgaste 6 são providos conjuntos de defletores 17, os quais são definidos por alinhamentos paralelos de lâminas curvas 18 montadas em pares de barras transversais 19, sendo que os mencionados defletores 17 estão acomodados em cada uma das 2 0 câmaras em vãos delimitados por divisórias laminares internas 20, dispostas de forma transversal aos defletores 17 e que definem um trajeto em zig-zag dentro da região frontal 4.
As divisórias laminares
internas 20 ocupam praticamente todo o espaço interno da região frontal 4 mantendo contato com a face 21 da chapa intermediária 3, chapa intermediária essa que pela sua face oposta 22 tem montada uma pluralidade condutos metálicos 23, que servem de local de montagem de respectivas hastes metálicas flexíveis 24 que por um lado estão conectadas externamente a respectivos manípulos de controle 25 operados manualmente, sendo que o extremo oposto de cada uma das hastes metálicas flexíveis 24 está conectado a uma válvula guilhotina 26 que seletivamente pode ser movimentada para obstruir ou liberar, de forma controlada, a passagem do fluxo de ar/água que é gerado pela aplicação de vácuo na região traseira 5 da estrutura principal 1.
0 vácuo é comunicado ao interior da estrutura principal 1 através de um bocal 27 que é ligado através de uma tubulação própria a uma unidade externa de geração de vácuo (não ilustrada).
0 vácuo aplicado inicialmente à região traseira 5 suga, através do tampo de desgaste 6 e para o interior da região frontal 4, o volume de água e ar sugado do feltro e da folha de papel úmida, sendo que esse volume de água/ar é direcionado pelos defletores 17 para a região inferior da região frontal 4, local onde estão dispostas as válvulas guilhotina 26 que controlam o acesso desse fluxo à região traseira 5.
0 fluxo de ar/água AA sugado para o interior da região traseira 5 é direcionado pelas válvulas guilhotina 26 diretamente para o interior de respectivos separadores 28, cada um dos quais formado por um trecho de conduto inicial 2 9 que é conectado, de forma tangencial, a um tubo vertical 30, onde ocorre, por efeito da entrada tangencial desse fluxo, um movimento de centrifugação (ciclone).
A centrifugação que ocorre dentro do tubo vertical 30 força a porção de água mais pesada "A" a se depositar nas paredes internas desse tubo, deixando a região central do mesmo livre para a passagem do fluxo de ar "Al" (agora já separado da água).
O fluxo de ar "Al" sobe e é drenado através de um bocal 2 7 sendo direcionado à unidade geradora de vácuo, ao passo que água "A", por ser naturalmente mais pesada, é direcionada para o nível inferior da região traseira 5, de onde é drenada, por gravidade, através do bocal 31. Ainda com relação às válvulas
26, estas podem ser ajustadas individualmente no tocante à vazão do fluxo de ar/água que passa através das mesmas, permitindo assim, por via de conseqüência, a efetiva regulagem do efeito de sucção que é aplicada às regiões do tampo de desgaste 6.
Assim sendo, dentro do campo estabelecido pelas divisórias laminares 20 e que correspondem a cada uma das válvulas 26 é possível ajustar individualmente o nível do vácuo que é aplicado a determinadas faixas do tampo de desgaste 6, de modo que se vier a ser constatado o fato de que o papel em formação apresenta zonas com maior ou menor teor de umidade, estas zonas podem receber maior ou menor pressão de vácuo para assim proceder ao ajuste de sucção. As válvulas 26 podem ser ajustadas manualmente através dos dispositivos 25, fato esse que não elimina a possibilidade de que esse ajuste possa ser executado mediante comandos remotos que ativem atuadores eletromecânicos ou similares que acionem as referidas válvulas 2 6.
O equipamento aqui tratado conta com um sistema de lubrificação que visa reduzir o atrito do feltro sobre o tampo de desgaste. Esse sistema de 20 lubrificação opera mediante aplicação de água na superfície do tampo de desgaste 6, tendo como principal agente desse sistema os canais paralelos 10.
Outra característica do
presente equipamento consiste em que o mesmo pode ser equipado com dois pares de mancais 32, cada um dos quais permitindo o ajuste deslizante dos roletes 41 montados nos mesmos (um rolete 41 para cada par de mancais 32) . Cada mancai 3 2 é formado por uma placa de base 33, a qual conta com parafusos próprios 33A dotados com porcas 33B para permitir a sua montagem junto à estrutura do presente equipamento. Cada mancai 32 5 conta, no que tange a placa de base 33, com orifícios roscados 34 (dos quais um está retratado na figura 26) que recebem respectivos conjuntos de parafuso 35 e arruela 36,os quais fixam uma placa deslizante 37 junto à placa de base 33, ditos parafusos 35 atravessam orifícios oblongos 38 que 10 permitem o deslizamento da placa 37 em relação â placa de base 33 através de uma área rebaixada 33'.
A placa de base 33 recebe a montagem de um suporte 39 que é fixado à placa deslizante 37 mediante parafusos 40, dito suporte 39 serve de local para a montagem de uma das caixas de rolamento do respectivo rolete 41.
Os mancais 32 são montados diretamente nas faces da estrutura principal Ide tal modo que a esteira de feltro possa passar ao redor dos roletes 41 em uma condição tal que lhe permita facear a superfície da face de contato 7 do tampo de desgaste 6.
A possibilidade de
deslizamento da placa 37 garantida por um dispositivo de movimentação 42 baseado em um parafuso de ajuste 43 permite 25 que os roletes 41 possam ser ajustados em relação ao nível da referida face de contato 7 garantindo assim ajustes precisos que permitam compensar, por exemplo, a diminuição da espessura do tampo de desgaste 6 resultante do efetivo desgaste desse componente ou variação do diâmetro dos roletes.
0 equipamento aqui tratado pode operar em conjunto com uma unidade de aplicação de 5 vapor 43 que fica posicionada na face oposta da esteira de feltro, posicionamento esse que permite que o efeito de vácuo propicie sugar vapor juntamente com a água e não simplesmente ar juntamente com a água. 0 vapor administrado pela unidade 4 3 é produzido externamente sendo conduzido à 10 carenagem através de tubulação apropriada.
A utilização de vapor eleva a capacidade de remoção de água da folha de papel, pela redução da tensão superficial da mesma, além de incrementar a temperatura da folha garantindo assim que esse papel, após 15 passar pelo presente equipamento, apresente um nível de umidade ainda mais reduzido e, por via de conseqüência, possa ser transferido à seção de secagem em uma condição mais favorável.

Claims (15)

1. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", sendo o referido equipamento indicado, de modo geral, pela referência (100) e contando com uma estrutura principal (1) configurada de forma análoga a uma caixa metálica (2), sendo o equipamento (100) caracterizado pelo fato de que a sua estrutura principal (1) é dividida internamente por uma chapa intermediária (3), a qual separa uma região frontal (4) que corresponde às zonas de vácuo de uma região traseira (5) que corresponde à zona de separação para água/ar/vapor; a região frontal (4) da estrutura principal (1) é fechada por uma placa monobloco (6) também definida como tampo de desgaste, o qual apresenta uma superfície de contato (7) que entra em contato direto com o feltro da esteira de feltro; o tampo de desgaste (6) , apresenta regiões (8) cobertas por orifícios passantes (9) , através dos quais a água removida tanto da esteira de feltro, como da folha de papel úmida, pela ação do vácuo é conduzida à região frontal (4) da estrutura principal (1); as regiões (8) são separadas por canais paralelos (10) comunicados por curtos furos transversais (11), os quais, por sua vez, estão conectados a tubulações (12) que alimentam de água os canais transversais (11) e destes a água é então transferida para os canais (10) chegando então à superfície do tampo de desgaste (6) ; as duas laterais extremas do tampo de desgaste (6) no que tange aos alinhamentos dos orifícios passantes (9), inclui correspondentes canais paralelos (13), os quais recebem a montagem de hastes cilíndricas (14) que integram dispositivos (15) denominados como pentes para ajuste de formato; montado junto à face interna (16) do tampo de desgaste (6) são providos conjuntos de defletores (17), os quais são definidos por alinhamentos paralelos de lâminas curvas (18) montadas em pares de barras transversais (19); os mencionados defletores (17) estão acomodados em vãos delimitados por divisórias laminares internas (20), dispostas de forma transversal aos defletores (17); as divisórias laminares internas (2 0) ocupam uma porção substancial do espaço interno da região frontal (4) mantendo contato com a face (21) da chapa intermediária (3), chapa intermediária essa que pela sua face oposta (22) tem montada uma pluralidade condutos metálicos (23) , que servem de local de montagem de respectivas hastes metálicas flexíveis (24) que por um lado estão conectadas externamente a respectivos manípulos de controle (25) operados manualmente, sendo que o extremo oposto de cada uma das hastes metálicas flexíveis (24) está conectado a uma válvula guilhotina (26) que seletivamente pode ser movimentada para obstruir ou liberar, de forma controlada, a passagem do fluxo de ar/água/vapor que é gerado pela aplicação de vácuo na região traseira (5) da estrutura principal (1); o vácuo é comunicado ao interior da estrutura principal (1) através de um bocal (27) que é ligado através de uma tubulação própria a uma unidade externa de geração de vácuo; o vácuo aplicado inicialmente à região traseira (5) suga, através do tampo de desgaste (6) e para o interior da região frontal (4), o volume de água e ar/vapor sugado do feltro e da folha de papel úmida, sendo que esse volume de água/ar/vapor é direcionado pelos defletores (17) para a região inferior da região frontal (4), local onde estão dispostas as válvulas guilhotina (26) que controlam o acesso desse fluxo à região traseira (5); o fluxo de ar/água (vapor) (AA) sugado para o interior da região traseira (5) é direcionado pelas válvulas guilhotina (26) diretamente para o interior de respectivos separadores (28), cada um dos quais formado por um trecho de conduto inicial (29) que é conectado, de forma tangencial, a um tubo vertical (30) , onde ocorre, por efeito da entrada tangencial desse fluxo, um movimento de centrifugação; a centrifugação que ocorre dentro do tubo vertical (30) força a porção de água mais pesada (A) a se depositar nas paredes internas desse tubo, deixando a região central do mesmo livre para a passagem do fluxo de ar (Al) agora já separado da água; o fluxo de ar (Al) sobe e é drenado através de um bocal (27) sendo direcionado à unidade geradora de vácuo, ao passo que água (A) é direcionada para o nível inferior da região traseira (5), de onde é drenada, por gravidade, através do bocal (31); as válvulas (26) podendo ser ajustadas individualmente no tocante à vazão do fluxo de ar/água/vapor que passa através das mesmas, permitindo assim, por via de conseqüência, a efetiva regulagem do efeito de sucção que é aplicada às regiões do tampo de desgaste (6) ; o equipamento (100) conta com um sistema de lubrificação que visa reduzir o atrito do feltro sobre o tampo de desgaste (6) , sistema de lubrificação esse opera mediante aplicação de água na superfície do tampo de desgaste (6), tendo como principal agente desse sistema os canais paralelos (10); estrutura principal (1) do equipamento (100) conta com dois pares de mancais (32), cada um dos quais permitindo o ajuste deslizante dos roletes (41) montados nos mesmos, sendo um rolete (41) para cada par de mancais (32).
2. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo a reivindicação número 1, caracterizado pelo fato de que cada um dos dispositivos (15) que atua como pente de ajuste de formato é configurado de modo a reunir um dado número de hastes cilíndricas (14), as quais são presas, por um de seus extremos a uma barra (14A) , que alem de agrupar as hastes cilíndricas (14) também incorpora dispositivos de ajuste (14B) configurados como fusos que ao serem girados nos dois sentidos avançam ou retrocedem com relação à barra (14A) e por via de conseqüência permitem que as hastes cilíndricas (14) possam ser introduzidas mais profundamente ou menos profundamente nos respectivos canais transversais (13) .
3. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 2, caracterizado pelo fato de que os dispositivos (15) atuam no sentido de permitir que a medida de largura total e efetiva do tampo de desgaste (6) , no que tange aos orifícios passantes (9) que atuam na sucção, possa ser ajustada.
4. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 1, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de ajuste de formato pode, opcionalmente, ser configurado segundo uma variante construtiva indicada pela referência (15A), variante construtiva essa que é baseada em lâminas ou placas (14B) que também são utilizadas para regular a aplicação da sucção nas laterais do tampo de desgaste (6) ; cada um dos dispositivos (15A) tem sua lâmina (14B) inserida em correspondente alojamento (13A) que pode ser incorporado ao tampo de desgaste (6), sendo que a montagem das lâminas (14B) dos dispositivos (15A) em relação aos seus respectivos alojamentos (13A) ocorre por deslizamento; cada uma das lâminas (14B) conta com uma respectiva alça (14B'), através da qual as lâminas podem ser manualmente deslocadas para ampliar ou reduzir a largura da área de aplicação de vácuo do tampo de desgaste (6).
5."EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 1, caracterizado pelo fato de que os defletores (17) estão acomodados em vãos delimitados por divisórias laminares internas (20), dispostas de forma transversal aos defletores (17).
6. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 5, caracterizado pelo fato de que os as divisórias laminares (20) definem um trajeto em zig-zag dentro da região frontal (4) da estrutura principal (1) do equipamento (100) .
7. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 1, caracterizado pelo fato de que dentro do campo estabelecido pelas divisórias laminares (2 0) e que correspondem a cada uma das válvulas (26) é possível ajustar individualmente o nível do vácuo que é aplicado a determinadas faixas do tampo de desgaste (6) propiciando assim uma condição de ajuste de perfil de secagem.
8. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 1, caracterizado pelo fato de que as válvulas (26) podem ser ajustadas manualmente através dos dispositivos (25).
9. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 1, caracterizado pelo fato de que as válvulas (26) podem ser ajustadas mediante comandos remotos que ativem atuadores eletromecânicos ou similares que acionem as referidas válvulas (26).
10. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 1, caracterizado pelo fato de que o sistema de lubrificação é incorporado ao tampo de desgaste (6) .
11. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 1, caracterizado pelo fato de que cada mancai (32) é formado por uma placa de base (33), a qual conta com parafusos próprios (33A) dotados com porcas (33B) para permitir a sua montagem junto â estrutura do presente equipamento (100); cada mancai (32) conta, no que tange a placa de base (33), com orifícios roscados (34) que recebem respectivos conjuntos de parafuso (35) e arruela (36), os quais fixam uma placa deslizante (37) junto â placa de base (33), ditos parafusos (35) atravessam orifícios oblongos (38) que permitem o deslizamento da placa (37) em relação à placa de base (33) através de uma área rebaixada (33'); a placa de base (33) recebe a montagem de um suporte (39) que é fixado à placa deslizante (37) mediante parafusos (40), dito suporte (39) serve de local para a montagem de uma das caixas de rolamento do respectivo rolete (41).
12. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 11, caracterizado pelo fato de que os mancais (32) são montados diretamente nas faces da estrutura principal (1) de tal modo que a esteira de feltro possa passar ao redor dos roletes (41) em uma condição tal que lhe permita facear a superfície da face de contato (7) do tampo de desgaste (6); a possibilidade de deslizamento da placa (37) é garantida por um dispositivo de movimentação (42) baseado em um parafuso de ajuste (43) que permite que os roletes (41) possam ser ajustados em relação ao nível da referida face de contato (7).
13. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 1, caracterizado pelo fato de que o tampo de desgaste (6) é produzido preferencialmente em Polietileno de Alta Densidade.
14. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 1, caracterizado pelo fato de que o tampo de desgaste (6) é produzido preferencialmente em cerâmica.
15. "EQUIPAMENTO PARA REMOÇÃO DE UMIDADE RESIDUAL DA FOLHA DE PAPEL MEDIANTE APLICAÇÃO DE VÁCUO, UTILIZÁVEL EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE PAPEL", de acordo com a reivindicação número 1, caracterizado pelo fato de que o equipamento (100) aqui tratado pode operar em conjunto com uma unidade de aplicação de vapor (43) que fica posicionada na face oposta da esteira de feltro.
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