BRPI1105620A2 - conjunto de alojamento para um tubo ascendente marinho, mÉtodo para montar um alojamento em um tubo ascendente marinho, e, alojamento para um tubo ascendente - Google Patents

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Craig Keyworth
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Abstract

CONJUNTO DE ALOJAMENTO PARA UM TUBO ASCENDENTE MARINHO, MÉTODO PARA MONTAR UM ALOJAMENTO EM UM TUBO ASCENDENTE MARINHO, E, ALOJAMENTO PARA UM TUBO ASCENDENTE. Um conjunto de alojamento para um tubo ascendente marinho tendo um primeiro e um segundo elementos de luva conectados juntos para formar uma luva. Os elementos de luva tendo uma seção macho em uma extremidade e uma seção fêmea compreendendo um soquete com um estrangulamento na outra extremidade, e um furo axial se estendendo entre as extremidades, o furo recebendo um tubo ascendente marinho. A seção macho no primeiro elemento de luva é adaptado para ser recebido dentro do soquete da seção fêmea no outro elemento de luva. O diâmetro interno do estrangulamento da seção fêmea em seu ponto mais estreito é menor que o diâmetro externo da seção macho em seu ponto mais estreito. A seção macho é retida pelo estrangulamento e os elementos de luva são, desse modo, conectados juntos contra a separação axial. É também descrito um método para montar um alojamento em um tubo ascendente marinho e um alojamento para um tubo ascendente.

Description

O MARINHO, MÉTODO FAKA ÍVI
TUBO ASCENDENTE MARINHO, E, ALOJAMENTO PARA UM
ASCENDENTE" de alojamento
A presente invenção se retere
, —a ,abeca de poço submarina localizada no diâmetro interno) que conecta - .abeça d P 9
leito do mar a um equipamento ou uma embarcação de su erf Tubos ascendentes flexíveis podem carregar fluidos para a cabeça
aPartÍrdameSmTls ascendentes podem ser rígidos ou flexíveis. Tubos ascendentes Eiveis tipicamente ,m m.tiplas ca— Nor_ camadas internas formam tubulares para ^e « ^
para dar suporte, proteção diferentes
respectivas orienta^p-^ ^ em uma
helicoidal, — 0utras camadas podem ser
o camada e tensão axial em uma outr
—--——-
' ■ o A* rabeca de poço uma porção ao iuuu próxima da cabeça ç ^^ ^cfflnente e
encaixará no leito do mar. Esta seça ^ &
denominada o ponto que ^ ^ ^il- propenso a dano
catentoTir::-^li-—-- estruturas submarinas nas proximidades. Revestimentos externos do tubo ascendente flexível são geralmente construídos de polímeros de resistência relativamente baixa, e o movimento cíclico normalmente encontrado na região do TDP do tubo ascendente à medida que ela move-se podem resultar em danos e penetração eventual do revestimento externo. A penetração de água do mar no revestimento leva a danos secundários na forma de corrosão de reforços metálicos e degradação de outros materiais nas camadas internas. O efeito combinado de corrosão e abrasão pode levar a uma falha rápida do tubo ascendente e seus vários elementos de reforço. Abrasão e falha de fitas LO de reforço axial e outros elementos que resistem a compressão, tensão e torção podem também levar a falha secundária prematura dos cabos de armação de tração resultando em deformação radial ou "gaiola de passarinho", que pode reduzir rapidamente a vida útil do tubo ascendente, possivelmente causando rápida falha que passa despercebida pelos regimes de
inspeção.
De acordo com a presente invenção, é provido um conjunto de alojamento para um tubo ascendente, o alojamento compreendendo pelo menos primeiro e segundo elementos de luva conectados entre si para formar uma luva, cada um dos elementos de luva tendo duas extremidades e um furo axial se estendendo entre as extremidades, o furo sendo adaptado para receber um tubo ascendente dentro dele, cada um dos elementos de luva tendo uma seção macho em uma extremidade e uma seção fêmea compreendendo um soquete com um estrangulamento na outra extremidade, e em que a seção macho no primeiro elemento de luva é adaptada para ser recebida no soquete da seção fêmea do outro elemento de luva, em que o diâmetro interno do estrangulamento da seção fêmea no seu ponto mais estreito é menor que o diâmetro externo da seção macho no seu ponto mais amplo de forma que, no conjunto de alojamento montado, a seção macho fique retida pelo estrangulamento do soquete, por meio do que os elementos de luva são
20 conectados entre si contra a separação axial.
A invenção também provê um alojamento para um tubo
ascendente compreendendo uma seção macho em uma extremidade e uma
seção fêmea na outra extremidade, e em que a seção macho compreende uma
haste e uma cabeça na extremidade da haste e em que a seção fêmea
compreende um soquete com um estrangulamento que é mais estreito que o
soquete, e em que o estrangulamento da seção fêmea tem um maior diâmetro
que o diâmetro da haste da seção macho, mas um menor diâmetro que o
diâmetro da cabeça.
A invenção provê um método de montagem de um alojamento
em um tubo ascendente, o método compreende prover primeiro e segundo
elementos de luva, os elementos de luva têm cada qual duas extremidades e
um furo axial se estendendo entre as extremidades, cada dos elementos de
luva tendo uma seção macho em uma extremidade e uma seção fêmea
compreendendo um soquete com um estrangulamento na outra extremidade, e
em que o método inclui montagem dos elementos de luva de forma que a
seção macho no primeiro elemento de luva fique localizado dentro do soquete
da seção fêmea no outro elemento de luva, de maneira tal que o diâmetro
externo da seção macho no seu ponto mais amplo fica retido dentro do
soquete pelo estrangulamento do soquete, e em que o método inclui
montagem dos elementos de luva de maneira tal que o furo dos elementos de
luva acomoda o tubo ascendente dentro do furo.
Tipicamente, as seções macho e fêmea permitem rotação
relativa entre os elementos de luva quando as duas são conectadas. Tipicamente, as seções macho e fêmea permitem movimento
pivô relativo entre os elementos de luva quando as duas são conectadas.
Opcionalmente, as seções macho e fêmea podem compreender respectivos elementos de esfera e soquete. Opcionalmente, a esfera em um dos elementos de luva é recebida dentro do soquete no outro dos elementos de luva. A esfera pode ser esférica como o soquete, mas outras configurações de elementos de esfera e soquete podem ser usadas, desde que o soquete e a esfera se correspondam e a esfera possa ser limitada axialmente dentro do soquete. Por exemplo, a seção macho pode opcionalmente ter algumas (ou todas) faces arqueadas e/ou planas para permitir articulação pivô em alguns planos, mas que impede movimento pivô em outros planos. Todas as faces das seções macho podem ser arqueadas, mas podem ter diferentes raios ou formas. Em outras modalidades, as faces da seção macho podem ser planas.
Opcionalmente, os elementos de luva são conectados entre si
em série, orientados na mesma direção. Tipicamente, cada elemento de luva tem a seção macho na sua extremidade superior e a seção fêmea na sua extremidade inferior. Tipicamente, os elementos de luva se conectam por
travamento.
Tipicamente, muitos elementos de luva podem ser usados para constituir o alojamento pela união de elementos de luva adjacentes extremidade a extremidade para criar uma longa cadeia de comprimento desejado. Os elementos de luva podem ser idênticos entre si, e podem tipicamente ser usados em qualquer ordem, facilitando assim a montagem do
alojamento no tubo ascendente. Opcionalmente, o alojamento pode ter um elemento de luva
terminal de extremidade, tipicamente dois elementos de luva terminais de
extremidade, que podem opcionalmente terminar a cadeia de elementos de
luva em uma extremidade do alojamento, e opcionalmente os elementos de
luva terminais de extremidade podem ser diferentes dos elementos de luva em
que eles não exigem (mas podem opcionalmente ter) tanto uma seção macho
quanto uma fêmea em extremidades opostas do elemento de luva terminal de
extremidade. Opcionalmente, os elementos de luva do terminal de
extremidade podem ter somente uma de uma seção macho e de uma seção
fêmea, mas não ambas. Tipicamente, um elemento de luva terminal de extremidade tem somente uma seção macho, e o outro elemento de luva terminal de extremidade tem somente uma seção fêmea.
Tipicamente, os elementos de luva têm um mecanismo de
trava adaptado para travar a seção macho dentro da seção fêmea. O mecanismo de trava pode ser ativado ou desativado de fora do furo dos
elementos de luva.
Opcionalmente, o mecanismo de engate permite rotação
relativa dos elementos de luva quando eles são conectados. Opcionalmente, o
mecanismo de engate permite movimento pivô relativo dos elementos de luva
quando eles são conectados, mas tipicamente limita o movimento pivô
máximo permitido em uma faixa particular.
Tipicamente, os elementos de luva são uniformes, o que quer
dizer que cada elemento de luva é idêntico, simplificando tanto a construção
quanto instalação. Cada cadeia de elementos de luva tipicamente começa e
termina com o elemento de luva terminal de extremidade de início/fím
relevante.
O alojamento é particularmente adequado para ser montado em tubos ascendentes onde abrasão já é evidente para proteger ainda mais um tubo ascendente parcialmente danificado de perda adicional de material de
revestimento.
O furo do alojamento é tipicamente de diâmetro interno suficiente para receber e conter um tubo ascendente. O foro tipicamente acomoda as tolerâncias de fabricação e expansão radial do tubo ascendente flexível. As dimensões particulares do furo e do tubo ascendente na qual o alojamento é montado não precisam ser controladas precisamente, e um certo movimento lateral, ou outro movimento, do tubo ascendente dentro do foro do alojamento montado não afeta as fonções protetoras do alojamento.
O tubo ascendente é tipicamente um tubo ascendente flexível. O raio de curvatura mínimo (MBR) do alojamento é tipicamente limitado a um limiar maior ou igual ao MBR do tubo ascendente dentro do foro do alojamento, de forma que o tubo ascendente dentro do alojamento não dobre além de seu MBR e assim apresente danos. Tipicamente, a limitação é alcançada restringindo-se o movimento relativo das seções macho e fêmea nos elementos de luva (por exemplo, a esfera e o soquete). Tipicamente, o material dos elementos de luva também tem um MBR maior ou igual ao MBR do tubo ascendente. Tipicamente, as seções macho e fêmea nos elementos de luva permite curvatura limitada, mas não além do MBR do alojamento, que é tipicamente determinado pela forma das
superfícies de interconexão das seções macho e fêmea.
Os elementos de luva são tipicamente formados de um polímero tal como um material plástico e podem opcionalmente ser fundidos ou extrusados, ou formados de outra maneira, em uma peça única, isto é, uma moldagem simples. Tipicamente, os elementos de luva são fundidos de um material de poliuretano pesado tal como 90A PU, mas outros materiais podem ser usados. Os elementos de luva podem ser construídos de material resiliente para permitir um grau de curvatura entre as extremidades do elemento de luva, que podem assistir na redução de pontos salientes internos no furo entre
os elementos de luva conectados. Tipicamente, as seções macho e fêmea permitem conexão
entre os elementos de luva em uma variedade de diferentes posições angulares
relativas dos elementos de luva, permitindo assim que uma curva progressiva
seja adotada pelo alojamento. Tipicamente, o mecanismo de trava pode
permitir movimento pivô relativo entre os elementos de luva durante a
conexão.
O alojamento é tipicamente estendido no TDP de um tubo de tubo ascendente flexível e pode prover proteção efetiva à tubo ascendente contra abrasão ou outro dano por contato com o revestimento externo do tubo ascendente, reduzindo danos causados pela abrasão ou impacto do tubo contra coral, rocha, areia e outros tubos.
Os elementos de luva são opcionalmente adaptados para ser
estendidos e montados por um ROV. Os elementos de luva podem ser feitos
sob medida para acomodar o raio de curvatura de um tubo ascendente
específica, e podem opcionalmente ser ajustados e opcionalmente travados em
um raio de curvatura específico. O alojamento tipicamente não contém
componentes metálicos expostos.
Opcionalmente, o alojamento pode ter um "gancho" e um
"batente" para impedir movimento axial do tubo ascendente dentro do
alojamento, reduzindo assim a tendência de o alojamento migrar além do
TDP.
O alojamento pode opcionalmente ser instalado em um tubo ascendente em serviço, isto é, sem perda ou interrupção nas condições de serviço, e pode opcionalmente ser removido de um tubo ascendente em serviço para permitir operações de manutenção e intervenção no tubo ascendente antes da reinstalação subsequente do alojamento. Unidades individuais dos elementos de luva podem opcionalmente ser substituídas, se
necessário.
Tipicamente, cada seção de luva é mantida na mesma distância
em relação a elementos adjacentes.
O mecanismo de engate pode opcionalmente compreender
uma parte macho e fêmea, em que tanto a parte macho quanto fêmea
compreende um componente resiliente que deforma mediante inserção e,
depois da inserção, resiste à extração. O mecanismo de engate pode
compreender uma fita de tensão que compreende uma fita flexível, mas não
extensível, que é tensionada por um dispositivo de tensionamento. O
dispositivo de tensionamento pode compreender um trinco.
O mecanismo de engate pode opcionalmente incluir um
mecanismo de travamento adaptado para prender as partes macho e fêmea uma na outra e travar o mecanismo de engate para não extrair a parte macho da parte fêmea. Opcionalmente, o mecanismo de engate tem um fechamento multiestágios com um estágio inicial de fechamento que tipicamente permite encaixe folgado e alinhamento das partes macho e fêmea, e um segundo estágio que completa o fechamento e impede ou restringe separação das partes macho e fêmea conectadas. Tipicamente, o fechamento do segundo estágio pode compreender uma fixação rosqueada tal como um parafuso que pode opcionalmente ser introduzido em um soquete rosqueado no mecanismo de engate quando as partes macho e fêmea forem corretamente alinhadas para impedir sua desconexão sem remover o parafuso. Opcionalmente, o parafuso ou outra fixação pode encaixar o componente resiliente do mecanismo de engate e impedir ou restringir sua deformação, uma vez que o conector tenha sido constituído, a fim de resistir à extração da seção macho da seção fêmea. Tipicamente, o mecanismo de engate pode ser rebaixado dentro do corpo do elemento de luva, tipicamente na seção fêmea do elemento de luva.
O mecanismo de engate pode opcionalmente ser configurado para aplicar compressão radial na seção fêmea do elemento de luva,
tipicamente no lado de fora da seção fêmea.
A seção fêmea do elemento de luva pode incluir um inserto. O
inserto pode ser um inserto de aperto. O inserto pode ser feito de poliuretano poliéter e pode ter uma dureza Shore de 80D. O inserto pode incluir uma luva conjugada que em uso é apertada no tubo ascendente. A luva conjugada pode ser feita de policloropreno neopreno e pode ter uma dureza Shore de 70A.
Opcionalmente, os elementos de luva podem ter pelo menos uma divisão se estendendo entre as duas extremidades dos elementos de luva, permitindo que os elementos de luva sejam divididos e montados em um tubo ascendente existente. Opcionalmente, a divisão é uma divisão axial se estendendo paralela ao eixo central, mas helicoidal, ou outras divisões poderiam ser usadas, desde que ela estenda-se entre as duas extremidades. Opcionalmente, os elementos de luva podem ter mais de uma divisão, e podem ser opcionalmente formados como conchas parciais separadas, por exemplo, em dois, três, quatro ou mais segmentos que são montados em torno do tubo ascendente para completar o elemento de luva e acomodar o tubo ascendente dentro do furo do elemento de luva montado. Em uma modalidade particular, os elementos de luva podem ser formados por dois segmentos de meias conchas. Os segmentos de concha podem ser de mesmo tamanho, ou de
tamanho desigual.
Meios segmentos são tipicamente empacotados em pares (ou
em três, etc., se três segmentos de concha forem necessários para montar um elemento de luva). Um par de segmentos pode ser ligado com fitas de sacrifício e as conchas montadas podem ser arranjadas em um trilho de deslizamento para estender no leito do mar para montagem do alojamento por um ROV (veículo operado remotamente). Tipicamente, os elementos de luva são montados em espichos no trilho de deslizamento que são providos para espaçar os pares um do outro no trilho de deslizamento de maneira a pennitir recuperação por um ROV e restringir ativação prematura do mecanismo de engate. Os elementos de luva podem também ser presos na base do trilho de deslizamento, oferecendo um local de montagem sólido e empacotamento de
alta densidade.
O trilho de deslizamento opcionalmente pode ser estendido no leito do mar em uma base de contenção onde os trilhos de deslizamento podem tanto ser removidos individualmente e colocados ao longo do comprimento do tubo prontos para instalação, quanto as seções de elemento de luva podem ser removidas como um par individual da base de contenção. Os trilhos de deslizamento na base do recipiente podem opcionalmente deslizar para fora de uma extremidade e podem ser impedidos de movimento acidental para fora deste local por um pino de travamento. Se o TDP do tubo ascendente estender-se bem acima do leito do mar, a base do recipiente pode ser levantada e mantida fora do guindaste ou guincho da embarcação.
Os elementos de luva são tipicamente instalados no tubo ascendente por um ROV, tipicamente equipado com uma ferramenta de instalação adaptada para levantar e orientar o par de meias conchas para montagem no tubo ascendente. Complexidades da conexão podem ser projetadas na ferramenta (por exemplo, capacidades de alinhamento e aperto), em vez de ser incorporadas em um elemento do alojamento que permanece no ambiente submarino agressivo. Tipicamente, o ROV carrega uma ferramenta de quatro dentes e o alojamento pode ser instalado por um ROB da classe de trabalho. A ferramenta de instalação tipicamente permite o alinhamento e ativação subsequente do mecanismo de engate antes de ser removido do alojamento, depois de a conexão ter sido constituída. A ferramenta então permite a seleção do elemento de luva seguinte de um sistema de cremalheira
submarino ou cesta de extensão.
Tipicamente, a ferramenta permite que as duas conchas do
elemento de luva sejam encaixadas e levantadas da cesta de extensão, transportadas para o local do tubo ascendente e instaladas e travadas com uma
peça de equipamento.
Tipicamente, o ponto de destravamento dos elementos de luva
é selecionado para limitar o MBR do alojamento a ficar maior ou igual ao MBR do próprio tubo ascendente. Em decorrência disto, altas cargas de curvatura não são tipicamente transferidas para o tubo ascendente, e são espalhadas uniformemente ao longo do alojamento tubular de um elemento de luva para o seguinte. As tolerâncias entre os elementos de luva, por exemplo, especialmente nas faces conjugadas das seções macho e fêmea, tipicamente permitem folga suficiente para permitir rotação relativa livre no conector montado e tipicamente permitem um grau moderado de intumescimento em decorrência de absorção de água pelo material plástico, permitindo ainda que os elementos de luva realizem suas funções totais. Durante a extensão do alojamento no TDP, pode ser necessário levantar o tubo ascendente para encaixar os segmentos dos elementos de luva em torno dela. Isto é relativamente direto e pode ser feito por sacos flutuantes
para permitir elevação localizada de tubos flexíveis.
Os vários aspectos da presente invenção podem ser praticados
sozinhos ou em combinação com um ou mais dos outros aspectos, como versados na técnica podem perceber. Os vários aspectos da invenção podem opcionalmente ser providos em combinação com um ou mais recursos opcionais dos outros aspectos da invenção. Também, recursos opcionais descritos com relação a uma modalidade podem tipicamente ser combinados sozinhos ou juntos com outros recursos em diferentes modalidades da
invenção.
Várias modalidades e aspectos da invenção serão agora descritos com detalhes com referência às figuras anexas. Ainda outros aspectos, recursos e vantagens da presente invenção são facilmente aparentes a partir da sua descrição completa, incluindo as figuras, que ilustra inúmeras modalidades e aspectos e implementações exemplares. A invenção é também capaz de outras e diferentes modalidades e aspectos, e seus diversos detalhes podem ser modificados em vários aspectos, todos sem fugir do espírito e escopo da presente invenção. Dessa maneira, os desenhos e descrições devem ser considerados de natureza ilustrativa, e não restritiva. Além disso, a terminologia e fraseologia aqui usadas têm somente propósitos descritivos, e não devem ser interpretadas como limitação no escopo. A linguagem tal como "incluindo", "compreendendo", "tendo", "contendo" ou "envolvendo" e suas variações se destina a ser abrangente e englobar a matéria objeto listada a seguir, equivalentes e matéria objeto adicional não citada, e não visa excluir outros aditivos, componentes, partes inteiras ou etapas. Similarmente, o termo "compreendendo" é considerado sinônimo dos termos "incluindo" ou "contendo" com propósitos legais aplicáveis. Qualquer discussão de documentos, atos, materiais, dispositivos, artigos e similares é incluída na especificação somente com o propósito de prover um contexto para a presente invenção. Não é sugendo ou representado que toda ou qualquer dessas matérias formou parte da base da tecnologia anterior ou onde conhecimento geral comum no campo relevante
da presente invenção.
Nesta revelação, sempre que uma composição, um elemento
ou um grupo de elementos for precedido pelo termo transicional
"compreendendo", deve-se entender que é contemplada também a mesma
composição, elemento ou grupo de elementos dos termos transicionats
"consistindo essencialmente em", consistindo", "selecionado do grupo que
consiste em", "incluindo" ou "é" precedendo a citação da compos.çao,
elemento ou grupo de elementos, e vice-versa.
Entende-se que todos os valores numéricos nesta revelação são
modificados por "cerca de". Todas formas singulares de elementos, ou qualquer outro componente aqui descrito, entende-se incluem suas formas
plurais, e vice-versa. BRtiVEJ^
A figura 1 é uma vista seccional lateral de um conjunto de
alojamento no lugar sobre um tubo ascendente;
A figura 2 é uma vista em perspectiva do conjunto de
alojamento e do tubo ascendente da figura 1;
A figura 3 é uma vista em perspectiva de uma meia concha de
um elemento de luva do conjunto de alojamento da figura 1; As figuras 4 e 5 são vistas laterais esquerda e direita da meia
concha da figura 3;
A figura 6 é uma vista frontal da meia concha da figura 3;
A figura 7 é uma vista de topo da meia concha da figura 3;
A figura 8 é um trilho de deslizamento de extensão carregado com pares de meias conchas mostradas na figura 3;
As figuras 9, 10 e 11 são vistas laterais de extremidade e plana
do trilho de deslizamento da figura 8;
A figura 12 é uma vista expandida de um dos pares de meia
concha no trilho de deslizamento da figura 8;
A figura 13 é uma vista expandida de um par de elementos de
luva no alojamento da figura 1;
As figuras 14, 15 e 16 são vistas em perspectiva lateral e plana
de um mecanismo de engate usado no alojamento da figura 1; As figuras 17 e 18 são vistas seqüenciais de um procedimento
de flutuação do tubo ascendente antes da instalação do alojamento 1;
As figuras 19 a 23 são vistas em perspectiva seqüenciais do
procedimento de instalação do tubo ascendente 1 a partir de um trilho de
deslizamento do leito do mar usando uma ferramenta ROV para montar
elementos de luva em torno do tubo ascendente R;
A figura 24 é uma vista seccional lateral do conjunto de
alojamento incluindo um inserto de aperto e luva conjugada;
A figura 25 é uma vista em perspectiva do conjunto de
alojamento e inserto de aperto da figura 24; A figura 26 é uma vista seccional transversal dos dois
elementos de luva, insertos de aperto e luva conjugada;
A figura 27 é uma vista seccional transversal da luva
conjugada;
A figura 28 é uma vista de extremidade do alojamento
mostrado na figura 26;
A figura 29 é uma vista plana do alojamento mostrado na
figura 26; e
A figura 30 é uma vista em perspectiva dos insertos de aperto correspondentes aos dois elementos de luva. Referindo-se agora aos desenhos, um tubo ascendente R conectada entre uma embarcação e uma cabeça de poço (não mostrada) tem uma região que toca o fúndo T na forma de laço em catenária. O ponto que toca o fundo T normalmente sofre dano abrasivo em decorrência de movimento cíclico do tubo ascendente flexível R por forças de onda localizada e maré. O alojamento 1 é instalado na superfície externa do tubo ascendente R na região do ponto que toca o fundo T a fim de reduzir a suscetibilidade de o tubo ascendente R danificar pelo contato, tal como abrasão e contato entre o tubo ascendente R e outras estruturas submarinas. O alojamento 1 é tipicamente na forma de uma luva que estende-se em torno de toda a circunferência externa do tubo ascendente R, para cobrir toda a superfície externa, mas uma luva parcial pode opcionalmente ser suficiente para cobrir somente parte da superfície. A luva é tipicamente constituída de elementos de luva 3, 4, 5, 6, etc. Pelo menos dois elementos de luva são necessários para constituir o alojamento, mas tipicamente o alojamento compreende um número maior de elementos de luva. Os elementos de luva podem ser adicionados no tubo ascendente em qualquer número particular a fim de adequar as dimensões e condições ambientais do ponto que toca o fundo T. Mais elementos de luva podem ser adicionados ou removidos do alojamento 1 da maneira exigida pelas circunstâncias, como será descrito. Elementos de luva 3, 4 estão mostrados com mais detalhes na figura 13. Os elementos de luva que constituem o alojamento 1 são tipicamente idênticos, exceto que os elementos de luva terminais nas extremidades superior e inferior do alojamento 1 podem ser diferentes, se desejado. Os elementos de luva podem ser feitos menores para uso em tubos ascendentes que têm baixos MBRs (isto é, tubos ascendentes que são capazes de suportar curvaturas com um pequeno raio) e tubos ascendentes maiores que têm MBRs mais altos.
Os elementos de luva 3 e 4 têm cada qual uma extremidade superior com uma seção macho na forma de uma bola no geral esférica, uma extremidade inferior com uma seção fêmea na forma de um alojamento de soquete 14, e um eixo tubular 12 entre as seções macho e fêmea. A esfera 10 tipicamente tem superfícies externas parcialmente redondas que estendem-se radialmente para fora da esfera para formar uma cabeça na extremidade superior do elemento de luva. O diâmetro da cabeça radialmente expandida na
esfera é maior que o diâmetro externo do eixo 12.
O alojamento do soquete 14 na outra extremidade do elemento
de luva 3 tem um soquete no geral esférico 15 com um estrangulamento 15n na sua extremidade aberta. As paredes internas redondas do soquete 15 têm um raio interno que tipicamente casa e acomoda o raio externo da esfera 10. O estrangulamento 15n do soquete 15 tem um diâmetro que é menor que o diâmetro máximo da esfera 10 e maior que o diâmetro máximo do eixo 12, de forma que, quando a esfera 10 é recebida no soquete 15, o estrangulamento 15n do soquete 15 retém a esfera 10 dentro do soquete 15, impedindo assim movimento axial da esfera 10 para fora do soquete 15. Como mostrado na figura 13, a esfera 10 pode ser recebida dentro do soquete 15 em diferentes posições angulares, em virtude de o diâmetro externo do eixo 12 ser menor que o diâmetro interno do estrangulamento 15n, como mostrado mais claramente pela vista em grande aproximação na figura 13 do alojamento do soquete 14 no elemento de luva 3. Em cada uma das posições angulares, a cabeça da esfera 10 é muito grande para passar através do estrangulamento 15n do soquete 15, de forma que a esfera fique sempre retida dentro do soquete, independente das posições angulares relativas dos elementos de luva 3, 4. Portanto, a esfera 10 no elemento de luva 3 pode pivotar dentro do soquete do elemento de luva adjacente 4, e a esfera do elemento de luva 4 pode pivotar dentro do soquete do elemento de luva 5, e assim por diante, formando um raio escalonado gradual no alojamento 1 ao longo de seu comprimento. Opcionalmente, os elementos de luva individuais podem também dobrar ao longo de seu comprimento, suavizando os degraus do raio. A face externa do estrangulamento do soquete 15n tem uma borda chanfrada 16, mostrada mais claramente na figura 13. A borda chanfrada 16 alarga-se radialmente para fora, e tipicamente apresenta uma superfície no geral plana na borda externa do estrangulamento 15n do soquete 15. A borda chanfrada plana 16 é tipicamente estabelecida em um ângulo com o eixo do elemento de luva que tipicamente casa com o ângulo de quina formado entre a superfície da esfera 10 e a extremidade superior do eixo 12, como mais bem mostrado na figura 13 pela extremidade superior do elemento de luva 3 que é recebida dentro do soquete do elemento de luva 4. O movimento pivô do elemento de luva 3 dentro do soquete do elemento de luva 4 é limitado pela borda chanfrada 16 no soquete 15 do elemento de luva 4 pressionando a superfície externa do eixo 12 do elemento de luva 3. Portanto, o elemento de luva 3 pode pivotar livremente em relação ao elemento de luva 4 até que a borda chanfrada 16 apóie-se na borda externa do eixo 12, em cujo ponto desvio pivô adicional do elemento de luva 3 para fora do eixo do elemento de luva 4 será impedido. Assim, a conexão de travamento entre as seções macho e fêmea do alojamento 1 limita o movimento pivô entre as
duas, e isto limita efetivamente o MBR do alojamento montado 1.
O ângulo do chanfro pode ser estabelecido em qualquer valor
desejado a fim de permitir desvio angular maior ou menor dos dois elementos de luva. Isto pode ser variado em diferentes modalidades da invenção para limitar o raio de curvatura mínimo (MBR) do alojamento 1 em um valor maior ou igual ao MBR do tubo ascendente, que pode ser diferente em cada
caso.
Os elementos de luva 3, 4, 5, etc. têm todos um furo central B com um diâmetro interno que é adaptado para receber o tubo ascendente R dentro do furo B. À medida que o alojamento 1 é montado no tubo ascendente R pela integração dos elementos de luva entre si, a interação das seções macho e fêmea em cada elemento de luva adjacente limita o MBR de todo o conjunto em um valor que é maior ou igual ao MBR do tubo ascendente,
impedindo assim curvatura do tubo ascendente R além de seu MBR.
Referindo-se agora às figuras 3-7, cada elemento de luva (o
elemento de luva 3 está mostrado com detalhes nessas figuras) é feito de duas meias conchas conjugadas a, b, somente uma das quais está mostrada nas figuras 3-7. As várias partes do conector 3 são descritas nas figuras 3-7 com o sufixo "a", indicando a parte correspondente do elemento de luva na meia
concha 3 a.
Como mostrado nas figuras 3-7, cada meia concha 3a, 3b circunscreve aproximadamente 180 graus da circunferência do alojamento 1. Neste exemplo, são providas duas meias conchas que conectam uma na outra para formar o elemento de luva montado 3, mas é possível usar três conchas, ou quatro, ou algum outro número de acordo com as dimensões desejadas do tubo ascendente R. O furo B através do elemento de luva 3 é geralmente coaxial com o elemento de luva, e tipicamente consiste em três partes; em uma seção central cotrespondente ao eixo 12, o foro B tem diâmetro essencialmente constante, e é ligeiramente maior que o tubo ascendente R que é acomodada dentro do faro. Na extremidade superior na esfera 10, o furo interno tem uma borda chanfrada suave 11 que aumenta de raio em direção á extremidade aberta do elemento de luva. Tipicamente, a face chanfrada 11 na superfície interna da esfera 10 tem um ângulo ligeiramente mais acentuado com relação ao eixo do elemento de luva 3 do que o ângulo correspondente da face chanfrada 16 na face externa do soquete 15, de forma que um elemento de luva inferior 3 pivote em torno da junta esfera e soquete em relação a um elemento de luva superior 4 até que a superfície chanfrada 16 encaixe a superfície externa do eixo 12, limitando assim o movimento pivô adicional dos dois elementos de luva 3, 4, em cujo ponto a face chanfrada 11 ainda não encaixou na superfície externa do tubo ascendente R e, portanto, cargas pontuais tipicamente não são transferidas para o tubo ascendente pela boda da face chanfrada 11, mesmo no movimento pivô mais extremo permitido pelo
alojamento 1.
O diâmetro interno do furo B tem uma tolerância bastante folgada com o tubo ascendente, que é eapaz de mover lateralmente dentro do furo até um certo ponto a fim de evitar ser aprisionada ou pinçada dentro do foro à medida que o elemento de luva pivota em relação a um outro no ponto
que toca o fundo T.
Na extremidade inferior do elemento de luva 3, o furo B alarga
até o soquete fêmea esférico 15 para receber a esfera 10 do elemento de luva seguinte abaixo dele. Tipicamente, a superfície semiesférica tnterna do soquete Temea 15 é uma tolerância justa com a superfície externa da esfera 10, e os raios das duas seções casam rigorosamente um com o outro, de forma que embora seja permitido o movimento pivô e rotacional dos dois elementos de luva 3, 4, as faixas do movimento permitido são definidas rigorosamente. A esfera IOeo soquete 15 podem opcionalmente ter faces arqueadas e planas.
A superfície externa da seção fêmea 14 tipicamente tem pelo menos um e tipicamente um Par de recessos 20 para receber um dispositivo de engate 27. O dispositivo de engate 27 tipicamente compreende uma üra nao extensível, mas flexível 25, tipicamente compreendendo uma fita de rede ou metal, por exemplo, aço. A tira 25 (vide figuras 9 e 10) tipicamente estende-se sobre o recesso 20, que recebe e retém um par de blocos de travamento 28a, b que são enterrados no recesso 20, impedindo o movimento dos blocos 28a, b para fora do recesso 20 quando o alojamento 1 é montado com a tira cotando o recesso 20. Opcionalmente, os blocos 28a, b são conectados nas respecüvas extremidades da tira 25. Um dos blocos 28a contém um recesso de recebimento de grampo, e o outro 28b compreende um grampo golpeado móvel com um par de braços resilientes que pode ser estendido até o recesso na operação do mecanismo de engate. Tipicamente, quando uma üra 25 esta no lugar em torno do par montado de mais conchas, como mostrado na figura 12, o grampo no bloco 28b pode ser empurrado para dentro do recesso no ouiro bloco 28a de maneira a manter o par de conchas juntas, mas ainda permitir separação radial das duas meias conchas até um certo ponto. Isto é a posição mostrada na figura 12, onde as conchas são montadas no trilho de deslizamento no primeiro estágio da conexão, com uma divisão axial de zero grau e 180 graus em cada par de meias conchas. Nesta configuração, os braços golpeados do grampo foram recebidos no recesso no mecanismo de engate de cada par de meias conchas, mas a conexão entre as duas meias
conchas não foi completada.
O mecanismo de engate tipicamente tem uma conexão de
segundo estágio na qual um parafuso de aperto 29 é enfiado através do grampo e através dos braços do grampo no soquete rosqueado no recesso que recebe o parafuso de fixação. A continuidade do tensionamento do parafuso de fixação 29 agrupa os dois blocos 28a, b à medida que o parafuso de fixação 29 é aparafusado no soquete rosqueado, que constitui a conexão pelo agrupamento das duas meias conchas, e travando-as para impedir sua separação radial. Opcionalmente, um par de blocos pode ser provido em cada lado do elemento de luva montado, isto é, a zero grau e 180 graus, ou um único par de blocos pode ser provido, se desejado. A colocação do parafoso de fixação através dos braços do grampo tem a vantagem adicional de que os braços do grampo não podem mais mover um em direção ao outro a fim de escapar do recesso de recebimento do grampo, dessa forma estabilizando
ainda mais a conexão.
Tipicamente, as meias conchas podem ser montadas com a
conexão de primeiro estágio (usando o grampo, mas não o parafuso de fixação) e carregado em um trilho de deslizamento, como mostrado na figura 8, para estender no leito do mar. Alternativamente, as meias conchas podem sir montadas no trilho de deslizamento e mantidas em pares pelas fitas de sacrifício (não mostradas) que são quebradas à medida que os pares de meias 10
conchas são levantadas dos respectivos espichos no trilho de deslizamento.
A seção fêmea 14 tem inúmeros foros laterais 30 se
estendendo através da parede lateral mais espessa da seção fêmea 14, e esses tipicamente estendem-se até perto da superfície da seção fêmea 14 de forma que elas não emirjam dentro do soquete interno 15. Tipicamente, quatro foros laterais são providos, que são todos tipicamente alinhados entre si, perpendiculares ao eixo do foro B. Os foros laterais 30 servem como alças
para a ferramenta de instalação do ROV, a ser descrita.
Um método de instalação para instalar o alojamento 1 no tubo
ascendente R será agora descrito com referência às figuras 17-23. Se
necessário, o tubo ascendente R pode ser flutuada usando sacos de flutuação
usando técnicas estabelecidas para anexar módulos de flutuação em intervalos
ao longo do tubo ascendente R a fim de levantar o ponto que toca o fondo T
do leito do mar. Uma vez que o ponto que toca o fundo T a ser alojado seja
acessível a um ROV, e um suprimento suficiente de elementos de luva seja
provido no leito do mar, ou suspenso por uma embarcação, tipicamente
carregado em trilhos de deslizamento, um ROV (não mostrado) aproxima-se
do trilho de deslizamento e apresenta uma ferramenta de instalação 40 a cada
par de meias conchas carregado no trilho de deslizamento. A ferramenta de
instalação 40 tipicamente tem dois pares de longarinas que são paralelos um
ao outro e são estabelecidos no mesmo espaçamento dos foros laterais 30
através da seção fêmea 14. Um par de longarinas é provido em uma barra
estática, e um outro par de longarinas é provido em uma barra móvel. A barra
móvel é adaptada para mover lateralmente com relação à barra estática a fim
de aumentar e diminuir o espaçamento lateral entre as barras estática e móvel
e, consequentemente, ajustar o espaçamento lateral entre as meias conchas 3a
e 3b, quando elas forem montadas nas longarinas. O ROV ajusta o
espaçamento da barra móvel por meio de um mecanismo de rosca de parafoso
ou hidráulico, ou similar, para casar o espaçamento lateral entre os furos 30 e
15 5
as meias conchas 3a e 3b e, quando as longarinas são alinhadas com os furos, a ferramenta 40 golpeia as longarinas nos furos 30 a fim de encaixar as meias conchas nas longarinas. Esta configuração está mostrada na figura 20. O ROV então levanta o par de meias conchas suportado pelas longarinas livres do espicho no trilho de deslizamento, como mostrado na figura 21, e move-os até
o tubo ascendente R para montagem.
No tubo ascendente, a ferramenta 40 pode ser rotacionada para
ajustar a posição angular da ferramenta 40 em relação à posição angular do
tubo ascendente, e a baira móvel pode ser enrolada de volta por meio das
roscas de parafuso, etc., para aumentar o espaçamento lateral entre as meias
conchas 3a e 3b, como mostrado na figura 22. Os ajustadores de parafuso
controlando a separação lateral entre as barras estática e móvel são então
invertidas para fechar as meias conchas uma na outra, como mostrado na
figura 23, e opcionalmente o arranjo de rosca de parafuso na ferramenta 40
pode ser usado para aplicar pressão radial para manter as meias conchas
juntas enquanto o mecanismo de engate 27 estiver sendo preso. O mesmo
ROV pode opcionalmente impulsionar a cabeça do parafuso de fixação 29
para encaixar o soquete rosqueado e constituir o mecanismo de engate para
prender as duas metades 3a, 3b juntas em torno do tubo ascendente R. Deve-
se notar que, à medida que as duas metades do elemento de luva 3a, 3b
aproximam-se uma da outra radialmente a partir dos lados opostos do tubo
ascendente R, a esfera do elemento de luva imediatamente abaixo do
elemento de luva 3 que está sendo aplicado no tubo ascendente é capturada
dentro das duas meias conchas que formam o soquete 15, de forma que a
cabeça da seção macho no elemento de luva inferior fica retida dentro do
soquete pelo estrangulamento 15n da seção fêmea 14 no elemento de luva 3.
Elementos de luva adicionais são então aplicados da mesma maneira até que o
ponto que toca o fundo T seja adequadamente coberto pelo alojamento 1. O
mecanismo de engate aplicado na superfície externa das seções fêmeas
20
25 também segura as meias conchas das seções macho, prendendo a superfície
externa da esfera dentro do soquete.
A posição angular relativa de elementos de luva adjacentes
pode ser estabelecida no valor desejado antes de o mecanismo de engate ser
ativado para fechar as duas meias conchas juntas. O tensionamento da fita 25
pode opcionalmente aplicar pressão suficiente na seção Temea para prender a
cabeça da seção macho dentro do soquete 15 e, opcionalmente, pode ser usada
para impedir movimento relativo, mas tipicamente os elementos de luva
adjacentes podem ser usados para mover um em relação ao outro dentro dos
limites definidos que são estabelecidos pelas bordas chanfradas nas seções
macho e fêmea, que permite movimento relativo do alojamento e do tubo
ascendente R sem transferir forças para o tubo ascendente R. A superfice
externa do tubo ascendente R é protegida contra abrasão pelos elementos de
luva e, se um elemento de luva for danificado, ou se desgastar, ele pode
tipicamente ser substituído por uma substituição simples do elemento de luva
sem desmontar ou desconectar o tubo ascendente.
A figura 24 mostra o alojamento 100 na região do ponto que
toca o fundo Τ. O alojamento 100 forma uma luva constituída de elementos
de luva idênticos 103, 104, 105, etc. Os elementos de luva terminais 106 e
107 incluem insertos de aperto UOa e 110b. Os insertos de aperto 110a e
IlOb incluem uma luva conjugada lia (e Ilb (não mostrado)) que prendem
no tubo ascendente (não mostrado) que passa através do foro B do alojamento
100 para impedir que os elementos de luva 103, 104, 105 e outros do
alojamento 100 deslizem ao longo do tubo ascendente (não mostrado) quando
em uso. Os insertos de aperto 110a e 110b são feitos de poliuretano poliéter e
podem ter uma dureza Shore de 80 D. Esses recursos estão mostrados com
mais detalhes na figura 26 e descritos a seguir.
O elemento de luva terminal 107 não é o mesmo do outro
elemento de luva terminal 106. Este 106 tem a mesma forma e tem uma seção 10
15
20
25
macho e uma fêmea, como os outros elementos de luva 103, 104, 105, etc., mas inclui adicionalmente os insertos de aperto 110a e 110b. O e.emento de luva terminal 107 tem duas seções fêmeas na forma de alojamentos de soquete 114, em vez de uma seção macho e uma fêmea como os outros elementos de luva 103, 104, 105 e 106. Os insertos de aperto 110a e 110b e luva conjugada Illa localizados nos elementos de luva terminais 106 e 107 são os mesmos. O elemento de luva terminal 106 é instalado primeiro no tubo ascendente (não mostrado) e o elemento de luva terminal 107 instalado por
último.
A figura 25 mostra uma vista em perspectiva do conjunto de alojamento 100 e insertos de aperto 110a e 110b mostrados na figura 24 e
descritos anteriormente.
A figura 26 mostra o alojamento 106 e elementos de luva
terminais 106a e 106b. A luva conjugada Illa é ligada nas superfícies internas 112 dos insertos de aperto 110a e 110b. As superfícies externas 113 dos insertos de aperto IlOa e 110b são modeladas para casar e fazer contato com as superfícies internas dos elementos de luva 106a e 106,
respectivamente.
O inserto de aperto 110a é anexado no elemento de luva 106a por parafuso de cabeça 115a. O inserto de aperto 110b é anexado no elemento
de luva 106b pelo parafuso de cabeça 115b.
A figura 27 mostra a luva conjugada 11 Ia com mais detalhes.
A luva conjugada Illa tem um 00Φ0 116 e a superfície externa com acastelamentos 117 que ficam voltados para dentro do tao B do alojamento 100 e em uso, prende o tubo ascendente (não mostrado). A luva conjugada lla (e 111b) é um material de borracha e pode ser feita de policloropreno
neopreno e pode ter uma dureza Shore de 70 A.
A figura 28 mostra uma vista de extremidade do alojamento
106 mostrado na figura 26 e antenormente descrito. A figura 29 é uma vista plana do alojamento 106 constituido por dois elementos de Iuva 106a e 106b. A figura 30 e uma vista em perspectiva dos insertos de aperto HOa e 110b correspondentes aos dois elementos de Iuva 106a e 106b do
alojamento 106.
Modifica9oes e melhorias podem ser incorporadas sem fugir do escopo da ΐηνεηςδο.

Claims (19)

1. Conjunto de alojamento para um tubo ascendente marinho, CMacterizado pelo fato de que ο alojamento compreende pelo menos primeiro e segundo elementos de Iuva conectados entre si para formar uma luva, cada um dos elementos de luva tendo duas extremidades e 画 too axial se estendendo entre as extremidades, ο foro sendo adaptado para receber 猶 tubo ascendente marinho dentro do furo, cada um dos elementos de luva tendo ^a se9ao macho em uma extremidade e uma se9ao fBmea compreendendo 面 soquete com um estrangulamento na outra extremidade, e em que a se9ao macho no primeiro elemento de luva e adaptada para ser recebida dentro do soquete da se9ao femea no outro elemento de luva, em que ο diametro interno do estrangulamento da se9ao f^mea no seu ponto mais estreito e menor que ο diametro externo da se9ao macho no seu ponto mais amplo, de forma que ο conjunto de alojamento montado na se9ao macho fique retido pelo estrangulamento do soquete, por meio do que os elementos de luva sao conectados entre si contra separa9ao axial.
2. Conjunto de alojamento de acordo com a Ieivindica9Io 1, caracterizado pelo fato de que as se9oes macho e femea permitem rota9ao relativa entre os elementos de luva quando as duas sao conectadas.
3. Conjunto de alojamento de acordo com a reivindica9ao 1 ou reivindica9ao 2, caracterizado pelo fato de que as se9oes macho e femea permitem movimento pivo relativo entre os elementos de luva quando as duas sao conectadas.
4. Conjunto de alojamento de acordo com qualquer uma das reivindica96es anteriores, cMacterizado pelo fato de que os elementos de luva tem um mecanismo de engate adaptado para travar a se9ao macho dentro da se9ao femea.
5. Conjunto de alojamento de acordo com a reivindica?ao 4, camcterizado pelo fato de que ο mecanismo de engate e configurado para ser ativado ou desativado fora do faro dos elementos de luva.
6. Conjunto de alojamento de acordo com qualquer uma da reivindica9ao 4 e da reivindica9ao 5, cMactenzado pelo fato de que ο mecanismo de engate permite rota9ao relativa e/ou movimento pivotante dos elementos de luva quando eles sao conectados.
7. Conjunto de alojamento de acordo com qualquer uma da reivindica9ao 4 e da reivindica9ao 6, cMacterizado pelo fato de que ο mecanismo de engate compreende uma parte macho e femea, em que tanto a parte macho quanto a femea compreende um componente resiliente que deforma mediante inser9ao e, depois da inser9ao, resiste a extra9ao da se9ao macho da se9ao femea.
8. Conjunto de alojamento de acordo com qualquer uma das reivindica95es 4 a 7, caracterizado pelo fato de que ο mecanismo de engate e configurado para aplicar compressao radial na se9ao 伎mea do elemento de luva.
9. Conjunto de alojamento de acordo com qualquer uma das reivindica95es 4 a 8, CMacterizado pelo fato de que ο mecanismo de engate e um mecanismo de intertravamento em multiestagios com 腫 estigio micial de fechamento que encaixa folgadamente e alinha as partes macho e fBmea, e um segundo estagio que completa ο fechamento e restringe a separa9ao das partes macho e femea conectadas.
10. Conjunto de alojamento de acordo com qualquer uma das reivindica96es 4 a 9, c^acterizado pelo fato de que ο mecanismo de engate inclui 画 mecanismo de travamento para prender as partes macho e f^mea juntas e travar ο mecanismo de engate contra extra9ao da parte macho e da parte femea.
11. Conjunto de alojamento de acordo com qualquer uma das reivindica9oes anteriores, camrterizado pelo fato de que as se9oes macho e femea compreendem respectivos elementos de esfera e soquete.
12. Conjunto de alojamento de acordo com qualquer uma das reivindica9oes anteriores, c^ctenzado pelo fato de que ο raio de curvatura minimo do alojamento e limitado a um limiar maior ou igual ao raio de curvatura minimo do tubo ascendente dentro do furo do alojamento.
13. Conjunto de alojamento de acordo com a reivindica9ao 12, ^erizado pelo fato de que ο movimento relativo das se9oes macho e femea dos elementos de Iuva e restrito, limitando assim ο raio de curvatura minimo do alojamento.
14. Conjunto de alojamento de acordo com qualquer uma das reivindica96es anteriores, cMacterizado pelo fato de que ο alojamento tem um gancho e um batente para limitar ο movimento axial do tubo ascendente marinho dentro do alojamento, restringindo assim, a migra9ao do alojamento axialmente ao longo do tubo ascendente marinho.
15. Metodo para montar um alojamento em um tubo ascendente marinho, caracterizado pelo fato de que compreende pro暫 pnmeiro e segundo elementos de luva, cada um dos elementos de Iuva tendo duas extremidades e 碰 too axial se estendendo entre as extremidades, cada um dos elementos de luva tendo uma se9ao macho em uma extremidade e uma se9ao femea compreendendo um soquete com um estrangulamento na outra extremidade, e em que ο metodo inclui montar os elementos de luva de fo麵 que a se9ao macho no primeiro elemento de luva fique localizada dentro do soquete da se9ao femea no outro elemento de luva, de maneira tal que ο diametro externo da se9ao macho no seu ponto mais ample fique retida dentro do soquete pelo estrangulamento do soquete, e em que ο metodo inclui montar os elementos de luva de maneira tal que ο furo dos elementos de luva acomode ο tubo ascendente marinho dentro do furo.
16. Metodo para montar um alojamento em um tubo ascendente marinho de acordo com a reivindica9ao 15, Carartmzado pelo fato de que inclui a etapa de engatar as se95es macho e fBmea 臓a na outra em uma sequencia de fechamento de dois estagios, um estagio inicial da sequencia de fechamento folgadamente engatando e alinhando as se95es macho e femea, e um segundo estagio completando a sequencia de fechamento e engatando as se9oes macho e femea para restringir a separa9ao das se9oes macho e femea conectadas.
17. Metodo para montar um alojamento em um tubo ascendente como defmido na reivindica9ao 15 ou na reivindica9ao 16, caracterizado pelo fato de que inclui a etapa de estender ο alojamento em um ponto que toca ο fundo do tubo ascendente marinho.
18. Alojamento para um tubo ascendente, caracterizado pelo fato de compreende uma se9ao macho em uma extremidade e uma se9ao femea na outra extremidade, em que a se9ao macho compreende uma haste e uma cabe9a na extremidade da haste, e em que a se9ao fBmea compreende um soquete com um estrangulamento que e mais estreito do que ο soquete, e em que ο estrangulamento da se9ao femea tem um maior diametro que ο diametro da haste da se9ao macho, mas um menor diametro do que ο diametro da cabega.
19. Alojamento de acordo com a reivindica?ao 18, c^act^izado pelo fato de que as se9oes macho e fBmea compreendem respectivos elementos esfera e soquete.
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