BRPI9611229B1 - Polymorphic form of the compound of N- [1 (R) - [(1,2-dihydro-1-methanesulfonyl-spiro [3 H -indol-3,4'-piperdin] -1'-yl) carbonyl] -2- - (phenylmethyl oxy) ethyl] -2-amino-2-methylpropanamide and pharmaceutical composition - Google Patents

Polymorphic form of the compound of N- [1 (R) - [(1,2-dihydro-1-methanesulfonyl-spiro [3 H -indol-3,4'-piperdin] -1'-yl) carbonyl] -2- - (phenylmethyl oxy) ethyl] -2-amino-2-methylpropanamide and pharmaceutical composition Download PDF

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BRPI9611229B1
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BRPI9611229-8A
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Inventor
P. Draper Jerome
C. Dubost David
J. Kaufman Michael
A. Mccauley James
L. Vandrilla Jennifer
J. Varsolona Richard
Original Assignee
Merck Sharp & Dohme Corp.
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Abstract

"forma polimórfica do composto metanossulfonato de n-[1( r)-[1,2-di-hidro-1-metanossulfonil espiro[3h-indol-3,4'-piperdin] 1'il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida e composição farmacêutica". a invenção refere-se a formas polimórficas de compostos metanossulfonato de n-[1( r)-[1,2di-hidro-1-metanossulfonil espiro[3h-indol-3,4'-piperdin] 1'il-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida que é um secretagogo de hormônio de crescimento, que é utilizável em alimentos para animais, para promover seu crescimento assim tornando a produção dos produtos de carne comestível mais eficaz, e em humanos, para tratar condições médicas ou fisiológicas, caracterizadas por uma deficiência em secreção de hormônio de crescimento, e para tratar condições médicas que são melhoradas pelos efeitos anabólicos de hormônio de crescimento. as presentes formas polimórficas tem vantagens sobre as condições que são melhoradas pelos efeitos anabólicos de hormônio de crescimento. as presentes formas polimórficas tem vantagens sobre outras formas conhecidas de metanossulfonato de n-[1( r)-[1,2-di-hidro-1-metanossulfonil espiro[3h-indol-3,4'-piperdin] 1"il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida em ternos de estabilidade termodinâmica e apropriabilidade para inclusão em formulações farmacêuticas. a presente invenção é também referida com processos para preparar estas formas polimórficas, formulações farmacêuticas compreendendo estas formas polimórficas como ingredientes ativos e o uso de forma polimórfica do composto e sua formulações em tratamento de alguns distúrbios.

Description

"FORMA POLIMÓRFICA DO COMPOSTO METANOSSULFONATO DE N-[l( R)-[(l,2-DI-KIDRO-l-METANOSSULFONIL ESPIRO[3H-INDOL-3,4'-PIPERDIN] 1’-IL)-CARBONIL]-2-(FENILMETlL-OXI) ETIJL]-2-AMINO-2-METILPROPANAM1DA E COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA". ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Hormônio de crescimento» que é secretado da pituitáiia, estimula o crescimento de todos os tecidos do corpo que são capazes de crescer. Além disso, o hormônio de crescimento é conhecido como tendo os seguintes efeitos básicos nos processos metabólicos do corpo: (1) aumentada taxa de síntese de proteína em todas as células do corpo; (2) diminuída taxa de utilização de earboidratos em células do corpo; (3) aumentada mobilização dos ácidos graxos livres e uso de ácidos graxos para energia. Uma -deficiência em secreção de hormônio de crescimento pode resultar em vários distúrbios médicos, como ananismo. São conhecidas diversas maneiras para liberar o hormônio de crescimento. Por exemplo, substâncias químicas tais como arginina, L-3,4-di-hidroxifenil-alanina (L-DOPA), glucagona, vasopressina, e hipojiglicemia induzida por insulina» assim como atividades tais como dormir e se exercitar» indiretamente fazem com que o hormônio de crescimento seja liberado da pituitária por atuação em algum, modo em hipotálamo talvez ou para diminuir a secreção de somatostatina ou para aumentar a secreção do fator de liberação de hormônio de crescimento secretagogo conhecido (GRF) ou um hormônio de liberação de hormônio de crescimento endógeno desconhecido ou todos destes.
Nos casos onde os níveis aumentados de hormônio de crescimento serem desejados» o problema foi geralmente resolvido ao provei' hormônio de crescimento exógeno ou por administração de GRF ou um composto peptídeo que estimula a produção de hormônio de crescimento e/ou liberação. Em ambos os casos, a natureza peptidílíca de composto necessitou que fosse administrado por injeção. Inicialmente» a fonte de hormônio de crescimento foi a extração de glândulas pítuitárias de cadáveres. Isto resultou em um produto muito caso e com o risco <j[üe uma doença associada com a fonte de glândula pituitária podería ser transmitida ao recipiente do hormônio de crescimento. O hormônio de crescimento recombinante se tomou disponível que, sem transportar mais qualquer risco de transmissão de doença» é ainda um produto muito caro que deve ser dado por injeção ou por pulverização nasal. Outros compostos foram desenvolvidos que estimulam a liberação de hormônio de crescimento endógeno.
Em particular, alguns compostos espiro são descritos na patente US 5 536 716, publicação de patente PCR WO 94/ 13696 e Proc. Natl. Acad. Sei. USA, 92,7001-7005, (julho 1995), como sendo secretagogos de hormônio de crescimento não peptídeo. Estes compostos tem a capacidade de estimular a liberação de hormônio de crescimento endógeno ou natural e assim pode ser usado para tratar condições que requerem o estímulo de produção de hormônio de crescimento ou secreção como em humanos com uma deficiência de hormônio de crescimento natural ou em animais usados para produção de alimento ou lã, onde o estímulo do hormônio de crescimento irá resultar em um animal maior, mais produtivo.
Dentre os compostos preferidos descritos aqui está metanossulfonato de espiro [3H-indol-3 ^'-píperidin]- Γ-il) carbonilj-2-(fenilmeíil-oxi)etil J -2- aminoÍ-2-metilpropanamÍda que tem a estrutura: i A patente US 5 536 716 e publicação de patente PCT WO 94/13696 descreve processos para preparar este composto (ver exemplos 18, 19 e 55). Em particular, exemplo 55 afirma que o composto preparado por recristalização de acetato de etila-etanol-água tinha um ponto de fusão de i ,,166-168°C". Este composto foi subsequentemente identificado como sendo a forma polimórfica projetada "Forma ΙΓ aqui. Froc Natl. Acad. Sei. USA. 92, 7001-7005, julho 1995) nota que o composto isolado como um monoidrato tinha um ponto de fusão de 168-170°C, mas somente descreve processos muitos gerais para preparar o composto e não descreve como o composto foi ) cristalizado.
As formas morfológicas de compostos farmacêuticos podem ser de interesse para os envolvidos no desenvolvimento de uma forma de dosagem apropriada porque esta forma morfológica não é mantida constante durante estudos clínicos e de estabilidade, a dosagem usada exata ou medida pode não > ser comparável de um lote para o próximo. Uma vez que o composto farmacêutico é produzido para uso, é importante reconhecer a forma morfológica liberada em, cada forma de dosagem para assegurar que o processo de produção usa a mesma forma e que a mesma quantidade de droga é incluída em cada dosagem. Assim, é imperativo assegurar que ou uma forma ) morfológica única ou alguma combinação conhecida de formas morfológicas está presente. Além disso, algumas formas morfológicas podem demonstrar melhorada estabilidade termodinâmica ou hidroscópica e pode ser mais apropriada do que outras formas morfológicas para inclusão de formulações farmacêuticas. Como usado aqui, uma ,1forma polimórfica1' de um composto químico é de mesma entidade química, mas em uma disposição cristalina diferente.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO A presente invenção é referida com formas polimórficas de composto: metanossulfonato de N-[l( R)-[( 1,2-di-hidro-n-metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4-piperdin] 1 ,Íl)-carbonÍl]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amíno-2-meti Ipropanamida, assim como processos para a preparação destas formas polimórficas, A presente invenção é também referida com formulações farmacêuticas compreendendo estas formas polimórficas como um ingrediente ativo e o uso destas formas polimórficas e suas formulações no tratamento de alguns distúrbios.
As formas polimórficas desta invenção são secretagogos de hormônio de crescimento que são utilizáveis em animais alimentícios para promover seu crescimento, assim tomando a produção de produtos de carne comestíveis mais eficientes, e em humanos, para tratar condições fisiológicas ou médicas, caracterizadas por uma deficiência em secreção de hormônio de crescimento, e para tratar condições médicas que são melhoradas pelos efeitos anabólicos de hormônio de crescimento.
Estas formas polimórficas tem vantagens sobre outras formas conhecidas de metanossulfonato de N-[l( R)-[( 1,2-di-hidro- 1 -metanossulfonil esp ir o [3 H-indol-3,4-piperdin ] 1 'il)-carboníl]-2-(fenilmetil-oxi) etilj-2-amino-2-meíi Ipropanamida em termos de estabilidade termodinâmica e apropriabilidade para inclusão em formulações farmacêuticas.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO Â presente invenção é dirigida a novas formas polimórficas de composto metanossulfonato de N-[l( R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil espiro[3H-mdol-3,4'-piperdin] 1 'il)-carbonil]-2-(fenilmeíil-oxi) ctiI]-2-amino-2 -metí lpropanamida e os processos para a preparação destas formas polimórfieas. O composto N-[l( R)-[( 1,2-di-hidro- 1 «metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4-piperdin] I'il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida tem a estrutura: e é um secretagogo de hormônio de crescimento que induz a liberação de hormônio de crescimento em humanos e animais. Esta propriedade pode ser usada para promover o crescimento de animais alimentícios para tomar a produção de produtos de carne comestíveis mais eficiente, e em humanos, para tratar condições fisiológicas ou médicas, caracterizadas por uma deficiência em secreção de hormônio de crescimento, e para tratar condições médicas que são melhoradas pelos efeitos anabólicos de hormônio de crescimento.
Estas formas polimórfieas particulares (aqui designadas "Forma Γ, "Forma II", "Forma ΠΓ, "Forma IV", "Forma V", "Forma VT, "Forma VII", "Forma VIU", "Forma IX", "Forma X") tem propriedades superiores sobre outras formas cristalinas do composto em que eles são mais apropriados para inclusão em formulações farmacêuticas. Uma forma cristalina preferida para desenvolvimento farmacêutico é Forma I com base em sua estabilidade termodinâmica e propriedades não higroscópícas. Outra forma cristalina preferida para desenvolvimento farmacêutico c forma IV com base em suas propriedades de formulação, particularmente com relação a. compressão para preparação de comprimidos. A forma IV foi verificada como tendo uma maior densidade em bruto do que outras formas. A presente invenção é também referida com um processo para a preparação de forma I de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l,2-di-hidro-l-metanossulfonil espiro[3H-mdol-3,4'-piperdin] 1 ’il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxí) etil]-2-amino-2-metilpropanamida que compreende tratar uma solução de base livre de N-[l( R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanossulfoníl espiro[3H-indol-3,4'-piperdin] 1 'iI)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida em acetato de etila contendo etanol (cerca de 8 % em volume) com ácido metanossulfonico (cerca de 1,1 equivalentes) em aproximadamente 50°C, aquecendo a aproximadamente 55°C , e resinando a aproximadamente 45°C.
Opcionalmente, a temperatura subsequentemente pode ser elevada a aproximadamente 51°C, onde é mantida durante 2-24 h. A presente invenção é ainda referida com um processo alternado para a preparação de forma I de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l,2-di-hidro-1 -metanossulfoníl espiro[3H-indol-3,4'-piperdin] ril)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida que compreende: altemativamente adicionar a uma solução de base livre de N-[l( R)-[(l ,2-di-hidro-1 -metanossulfoníl espiro [3H-indol-3 ^-piperdin] l’il)- carbonil]-2-(feniImetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida em acetato de etila contendo etanol (cerca de 8% em volume) em aproximadamente 50-55°C, ácido metanossulfonico (cerca de 1,1 equivalentes) e forma I de N-[l( R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanossulfoníl espίro[3H-indol-3,4-piperdin] 1 'íl)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida (em que a ordem relativa de adição não é crítica), seguido por aquecimento em aproximadamente 55°C durante aproximadamente 2-15 horas, resfriando a aproximadamente 25-30°C, e envelhecendo durante aproximadamente 2-3 horas. A presente invenção c ainda referida com um processo alternado para a preparação de forma I de N-[l( R)-[(Í,2-di-hidro-l-metanossulfoníl espiro[3H-indol-3,4-piperdin] 1 'il)-carbonü]-2-(fenilmetil-oxí) etil]-2-amino-2-metilpropanamída que compreende: agitar uma solução de forma II dê N~[l( R)-[(l,2-di-hidro-l-metanossulfonil espiro[3H-índol-3,41-piperdm3 1Ί1)- carboni I ] -2-( fenilmetil- oxi) eti 1]~ 2-amino- 2-me ti Ipropanamida em isopropanol em aproximadamente 25°C durante cerca de 2-24 horas. Â presente invenção é também referida com um processo para a preparação de forma II de N-[l( R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4-piperdm] 1 'il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metiIpropanamida que compreende: tratar uma solução de base livre de N-[l( R)-[(l,2-di-hidro-l-metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4'-piperdin] 1 'il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]'2-amino-2-metilpropanamida em acetato de etila contendo etanol (cerca de 8% em volume) com ácido metanossulfônico (cerca de 1,1 equivalentes) em aproximadamente 50°C, aquecendo a aproximadamente 55°C , e resfriando em temperatura ambiente. A presente invenção é ainda referida com um processo para a preparação de forma IV de N-[l( R)-[(1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil \ espiro[3H-indòl-3,4'-piperdin] 1 'il)-carboml]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida que compreende dissolver N-[l( R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4'-piperdin] 1 fil)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida de composição morfológica opcional em uma solução de etanol/água (preferivelmente 25:75 v/v), evaporar o solvente da solução, preferivelmente em uma temperatura de 40°C, triturar o sólido resultante em um pó fino, e expor o pó fino a uma umidade relativa de aproximadamente 75%. A presente invenção é ainda referida com um processo alternado para a preparação de Forma IV de N-[l( R)-[(l,2-di-hidro-l-metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4-piperdin] 1 41)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamída que compreende: - recristalização de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l,2-di-hidro-1 -metano ssulfooil espiro [3 H-indol-3 ,4'-piperdín] 1 41)-caTbonil]-2- (fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2 -metilpropanamida de composição morfológica opcional de uma solução de acetato de etila /etanol/ água (preferivelmente 24,8/1,6/1,95 v/v/v). A presente invenção é ainda referida com um processo alternativo para a preparação de forma IV de metanossulfonato de N-[l( R)-[(1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil espiro [3 H-indol-3,4'-piperdin] 141)- carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metÍlpropanamida que compreende: expor Forma I de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l,2-di-hidro-1 -metanossulfonil espíro[3 H-indol-3,4-piperdin] 141)-carbonil]-2- (fenilmetil-oxi) etíl]-2-amino-2-metilpropanamida em uma umidade relativa de mais de cerca de 75%, mais preferivelmente uma umidade relativa de cerca de 88%, em temperatura ambiente, durante um tempo suficiente. A presente invenção é ainda referida com um processo alternado para a preparação de forma IV de metanossulfonato de N-[l( R)-[(1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4'-piperdÍn] 141)- carbonil]-2-(fenilmetii-oxi) etil]-2-amÍno-2-metilpropanamida que compreende: isolar de uma suspensão de forma I de metanossulfonato de N- [1( R)-[( 1,2-di-hidro- l-metanossulfonil espiro[3 H-indol-3,41-píperdin] carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida em acetato de isopropíla/ etanol (90:10 v/v) contendo aproximadamente 2,8 por cento em peso de aproximadamente 25°C. A presente invenção é ainda referida com um processo para a preparação de forma V de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l ,2-di-hidro-1-metanossulfonil espiro[3 H-indol-3,4’-piperdin] 1 ,il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metüpropanamida que compreende expor forma IV de metanossulfonato de N-[I( R)-[(l,2-di-hidro-1 -metanossul fonil espiro[3 H-indol-3 ^-piperdin] 1 ’il)-carbonil3-2- (femlmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida em abaixo de 30% de umidade relativa em temperatura ambiente, A presente invenção é ainda referida com um processo para a preparação de forma VI de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l,2-dí-hidro-l-metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4'-píperdin] 1 'il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) eti 1 ] - 2-amino-2-me tilpropanamida que compreende: secar a forma V de metanossulfonato de N-[l( R)-[(1,2-di-hidro-l-metanossulfonil espir o [3 H-indol- 3,4-piperdi η] l ril)-carbonil]-2- (fenilmetil-oxi) etil]-2- amino-2 -metilpropanamida em ausência de umidade em aproximadamente temperatura ambiente, como sob uma atmosfera de nitrogênio seco em peneira em aproximadamente 25CC. A presente invenção é ainda referida a um processo para a preparação de forma VII de metanossulfonato de N-[l( R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanossul fonil espiro[3 H-indol·-3,4-piperdin] 1 'il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etill-2-amino-2-metilpropanamida que compreende: isolar de uma suspensão de forma I ou forma IV de metanossulfonato de N-[l( R)-[( 1,2-di-hídro-1 -metanossulfoni 1 espiro[3H-indoI-3,4'-piperdin] ril)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida em acetato de isopropíla' etanol (90/10 v/v) contendo aproximadamente 1,5 por cento em peso de água. A presente invenção é ainda referida com um processo para a preparação de forma VIII de metanossulfonato de M-[i( R)-[( 1,2-di-hÍdi ο-1 -metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4'-piperdin] ril)-carbonil]-2-(fcnilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida que compreende; desidratar forma VII de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l ,2-di-hidro-1-metanossulfonil espirotBH-mdol-B^-piperdm] 1' il)-carbonil]-2 - (fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida sob um gás inerte seco, como nitrogênio seco, por um tempo suficiente. A presente invenção é ainda referida com um processo para a preparação de forma IX de metanossulfonato de N~[l( R)-[(l,2«dí-hidro-l-metanossulfonil espiropH-indol-B^-piperdm] 1 'íl)-carbonil]-2-(femlmetil-oxi) etil]-2“amino-2-metilpropanamida que compreende: preparar uma solução de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l,2-di-hidro-1 -metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4'-piperdin] 1 ,il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-meti1propanamida de composição morfológica opcional, em água, seguido por isolamento do sólido formado por evaporação controlada de 20% de umidade relativa em aproximadamente temperatura ambiente. A presente invenção é ainda referida com um processo para a preparação de forma X de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l,2-di-hidro-l-metanossulfonil espíro[3H-indol-3,4'-piperdm] 1 ,il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida que compreende secar forma IX de metanossulfonato de N-[l( R)-[(í,2-di-hidro-I -metanossulfonil espíro[3H-indol-3,4'-piperdin] 1 'il)-carboml]-2-(fenilmetil-oxi) etilJ-2-amino-2-metilpropanamida em temperatura ambiente e umidade durante um tempo suficiente. A presente invenção é ainda referida com um processo alternado para a preparação de forma X de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l,2- di-hidro- l-metanossulfonil espiro[3H-mdol-3,4'-piperdin] l'il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etü]-2-amino-2-metilpropanamida que compreende: expor forma I de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l,2-di-hidro-1 -metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4-piperdin] l'il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) cti 1 ]-2-amino-2-metÍ]propanamída a umidade relativa de 100% durante aproximadamente 1 a 4 dias.
Similarmente, a presente invenção é também dirigida a um processo para a preparação de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l,2-di-hidro-l-metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4’-piperdm] ril)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida morfologicamente homogêneo compreendendo qualquer um dos processos aqui mencionados.
Os compostos desta invenção, as novas formas polimórficas de metanossulfonato de N-[l( R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil espiro[3H-indol- 3,41 -piperdin] 1 'il)-carbonil]-2-(fenilmetilH)xi) etil]-2-amino-2- metilpropanamida são secretagogos de hormônio de crescimento que são utilizáveis em animais alimentícios para promover seu crescimento assim tomando a produção de produtos de carne comestíveis mais eficientes e em humanos, para tratar condições fisiológicas ou médicas caracterizadas por uma deficiência em secreção de hormônio de crescimento, e para tratar condições médicas que são melhoradas pelos efeitos anabólicos de hormônio de crescimento. Consequentemente, a presente invenção é ainda referida com formulações farmacêuticas compreendendo uma forma polimórfica como um ingrediente ativo, e o uso desta forma polimórfica e suas formulações no tratamento de alguns distúrbios.
Célula calorimétrica de varredura diferencial ÍDSO A curva DSC para Forma I de metanossulfonato de N-[l (R)-[(l ,2-di-hidro -1 -metanos sul fonil-espiro [3 H-indol-3,4 * -piperdin] -1 Ml) carhonil]-2-(fenilmetil-oxí) etil]-2-amino-2-metilpropanamida a 10°C /min em um copo aberto sob fluxo de nitrogênio demonstra uma única endoterma, devido à fusão, com uma temperatura de pico de cerca de 18G°C, e uma temperatura de início extrapolada (ponto de fusão) de cerca de 170°C com um calor associado de aproximadamente 53 J/g. A curva DSC para Forma II de metanossulfonato de N-[l (R)-[(1,2-di-hidro -1 -metanossul fonil-espiro [3H-mdol-3,4’-piperdm]~ 1 ’-Íl) carbonil}-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida a 10°C /min em um copo aberto sob fluxo de nitrogênio demonstra uma única endoterma, devido à fusão, com uma temperatura de pico de cerca de 174°C e uma temperatura de início extrapolada (ponto de fusão ) de cerca de 165°C com um calor associado de aproximadamente 37 J/g. A curva DSC de Forma IV de metanossulfonato de N-[l (R)-[(1,2-di-hidro-1 -metanossul fonil-espiro [3H-indol-3,4’-piperdin]-l ’-il) carbonil]-2-(fenilmeti 1-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida a 10°C/ min em um copo aberto sob fluxo de nitrogênio demonstra uma endoterma de perda de água a cerca de 45°C seguido por uma endoterma com uma temperatura de pico de cerca de 134°C e uma temperatura de início extrapolada (ponto de fusão ) de cerca de 129°C , devido à fusão de forma VI com um calor associado de aproximadamente 23 J/g.
Dados DSC (amostras são aquecidas a uma taxa de 10°C /min sob uma atmosfera de nitrogênio (temperatura de início extrapolada): Forma I: 170°C (endoterma de fusão) Forma II: 1650C (endoterma de fusão) Forma VI: 129°C (endoterma de fusão) Forma I de metanossulfonato de N-[l (R)-[(I,2-di-hidro-l-metanos sul fonil-espiro [ 3 H-indol -3,4 ’ -p ip erdin] -1 ’-il) carbonilJ-2- (fenilmetiFoxi) et i 1 ] -2 -amino-2 -me ti Ipropanami da é um polimorfo relativamente anidro caracterizado pelas seguintes propriedades: um ponto de fusão de 169°C e solubilidade em isopropanol de 4,6 mg/ml.
Forma II de metanossulfonato de N-[l (R)-[(l,2-di-hidro-l- metanossulfonil-espiro [3H-indol-3 ^-piperdin]- Γ -íl) carbonil]-2-(fenilmetil-oxí) etil]-2-amino-2-metilpropanamida é um polimorfo anidro caracterizado pelas seguintes propriedades: um ponto de fusão de I5SX e solubilidade em isopropanol de 12,3 mg/ml.
Forma III de metanossulfonato de N-[l (R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil-espiro [3H-indol-3,4’-piperdin]-1 ’-il) carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida é um hidrato caracterizado pelas seguintes propriedades: uma endoterma de perda de água a um pico de temperatura de 46°C, seguida por uma endoterma de fusão menor/ /decomposição com uma temperatura de início extrapolada de 123°C.
Forma IV de metanossulfonato de N-[l (R)-[(l ,2-di-hidro-1-metanossulfonil-espiro [3H-indol-3,4’-piperdin]-1 Ml) carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida é um hidrato caracterizado pelas seguintes propriedades: uma endoterma de perda de água um pico de temperatura de 45°C, seguida por uma endoterma de fusão/decomposição com uma temperatura de início extrapolada de 129°C (provavelmente devido para a fusão/decomposição da Forma VI).
Forma IV de metanossulfonato de N-[l (R)-[{ 1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil-espiro [3H-indol-3,4’-piperdin]-l Ml) carbonilj-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida parece ser um hidrato _ higroscópico contendo 3,5 moles de água por mole de metanossulfonato de N-[l (R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil-espiro [3H-indol-3,4’-piperdin]-1 ’-íl) carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida.
Forma V de metanossulfonato de N-[l (R)“[(l,2-di-hidro-1-metanossulfonil-espiro [3H-indo]-3,4’-piperdinj-r-il) carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida parece ser um hidrato higroscópico contendo 1 moles de água por mol de metanossulfonato de N-[l (R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil-espiro [3H-indol-3,4’-piperdin]-r-il) carboni 1 ]-2-(fenilmeti 1-οχϊ) etil]-2-amino-2-metilpropanamida.
Forma VI de metanossulfonato de N-[l (R)-f( 1.2-di-hidro-! -metanossulfonil-espiro [3H-indol-3,4’ -piperdin]-1 '-il) caibunÜ]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida parece ser um polimorfo anidro e é caracterizado por um ponto de fusão de 129°C.
Forma VII de metanossulfonato de N-[l (R)-[( 1 ,2-di-hidro-1 -metanossulfonil-espiro [3H-indol-3,4’-piperdin]-1 ’-il) carbonil]-2-(fenílmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida é um hidrato caracterizado pelas seguintes propriedades: uma endoterma grande de perda de água a uma temperatura de pico de 60°C, seguido por uma endoterma de fusão/decomposição com uma temperatura de início extrapolada de 144°C (presumivelmente devido a fusão/decomposição da Forma VIII), Forma VIII de metanossulfonato de N-[l (R)-[(l,2-di-hidro-l-metanos sul foni 1-espí ro [3H-indol-3,4 '-piperdin]-1 Ml) carbonil]-2- (fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida é um polimorfo anidro caracterizado por um ponto de fusão de 144°C, Forma X de metanossulfonato de N-[l (R)-[( 1,2-di-hidro-1-metanossulfonil-espiro [3H-indol-3 ,4’-piperdin]-1 Ml) carbonil]-2- (fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida é caracterizado por uma endoterma de grande perda de água a uma temperatura de pico de 49°C. Dífracão de Pó em raios X ÍXRPD) Estudos de difração de pó em raios-X são amplamente usados para elucidar estruturas moleculares, cristalinidade e polimorfismo. Os padrões de difração de pó em raios-X (XRPD) foram coletados usando um instrumento de Difração de Pó automatizado APD3720 da Philips com radiação de cobre Ka, Medidas foram feitas de 2o a 40° (2 theta) com a amostra mantida a temperatura ambiente.
Forma I foi caracterizada por um de difração de pó em raios-X com reflexões principais a aproximadamente: 6,5, 14,7, 16,9, 17/1, 17,9, 19.5, 21,1,21,7, e 22,0° (2 theta).
Forma TI foi caracterizada por um padrão de difração de pó em raios-X com reflexões principais a aproximadamente; 4,8, 11,8, 17,5, 19,4, 21.6.21.9.22.5, e 22,7° (2 theta).
Forma III foi caracterizada por um. padrão de difração de pó em raios-X com reflexões principais a aproximadamente; 13,8, 14,1, 18,0, 18,8,19,5,20,1,20,6,21,8 e 25,7° (2 theta).
Forma TV foi caracterizada por um padrão de difração de pó em raios-X com reflexões principais a aproximadamente: 16,0, 16,2, 18,3, 20,1, 21,0, e 24,2° (2 theta).
Forma V foi caracterizada por um padrão de difração de pó em raios-X com reflexões principais a aproximadamente: 14,8, 17,1, 17,6, 19.0. 19.1, 19,4,20,6,21,5, e 21,8° (2 theta).
Forma VI foi caracterizada por um padrão de difração de pó em raios-X com reflexões principais a aproximadamente; 9,8, 14,0, 14,8, 17.1.17.6.19.0. 19.5.20.6, e 21,6° (2 theta).
Forma VII foi caracterizada por um padrão de difração de pó em raios-X com reflexões principais a aproximadamente; 9,1, 11,3, 17,1, 17.4, 20,0,22,1, e 24,5° (2 theta).
Forma VIII foi caracterizada por um padrão de difração de pó em raios-X com reflexões principais a aproximadamente; 11,5, 11,6, 18,1, 19,6, 22,5, 24,7, e 24,8° (2 theta).
Forma IX foi caracterizada por um padrão de difração de pó em raios-X com reflexões principais a aproximadamente: 8,0, 12,1, 15,3, 15,8, 19,6, 19,7,21,1,22,3, e 23,7° (2 theta).
Forma X foi caracterizada por um padrão de difração de pó em raios-X com reflexões principais a aproximadamente: 15,5, 15,8, 18,0, 18.4, 18,6,19,4, 20,7,20,8, 23,9, e 24,8° (2 theta).
Essas padrões XRPD confirmam que todas as Formas I - X são de formas cristalinas distintas.
Microscopia O exame das formas polimórficas foi conduzido a lÜÜX ampliação sob luz simples e polarizada. A Forma I e a Forma II foram, partículas em forma de agulha. Ambas as Forma I e Forma II pareceram birrefringentes sob luz polarizada.
Higroscomcidade O teor em voláteis total (como estabelecido por análises de TGA) das amostras sólidas das Formas I, II, III e IV quando de exposição a várias umidades controladas é tabulado abaixo. Se foi encontrado que a Forma I possuía 0,79 por cento em peso de água; Forma II possuía 0,56 por cento em peso de água; Forma III possuía 4,5 - 5,0 por cento em peso de água; e Forma IV possuía 9,5 -10,00 por cento em peso de água. A hígroscopicidade foi avaliada por armazenagem do composto sólido em câmaras de umidade relativa constante. Uma comparação de Formas I e II anidras a uma temperatura ambiente indica que a Forma, II é higroscópica e demonstra um grande aumento em umidade de partida a 65% de RH. Não foi demonstrada umidade substancial pela Forma I exceto quando armazenada acima de 76% de RH. Os resultados são tabulados abaixo nas Tabelas 1 e 2. TABELA....i Temperatura Ambiente (48 Horas) Forma I Forma II % RH % Ganho/Perda % Ganho/Perda 0-,02 + 0,08 11 - 0,05 + 0,02 33 - +0,33 47 +0,21 +0,39 65 +0,37 + 10,0a 76 +0,12 > 10,0a 100 >12,0 >10}0ab (a= Amostra se torna um semi-sólido semelhante a goma) (b -} Converte para Forma IV quando de· exposição a umidade ambiente) TABELA 2 Temperatura Ambiente (96 Horas) Forma I % RH % Ganho/Perda 7 +0,4 22 + 0,3 47 + 0,5 68 + 0,6 m +12,9* 100 +23,9* (* = material deliquescente) As formas hidratadas III e IV de metanossulfonato de N-[l (R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil-espiro [3H-indol-3,4’-piperdin]-l ’-il) carbonil]-2-(fenilmetiloxi) etil]-2-amino-2=metilpropanamida também foram avaliadas por armazenagem em câmaras de umidade relativa durante 48 horas i a uma temperatura ambiente, A Forma III mostra um aumento de umidade após 48-h de armazenagem a 33% de RH. A Forma IV, apesar de não ganhar uma quantidade apreciável de umidade quando de armazenagem a 100% de RH, perde sua água de hidratação quando armazenada a 11% de RH ou abaixo. Os resultados são tabulados abaixo na Tabela 3. TABELA 3 Temperatura Ambiente (48 Horas) Forma ΠΪ Forma IV % RH % ganho/perda % ganho/perda 0 - -7,8 11 -0,15 -4,9 33 +2,23 +0,3 47 + 3,99 + 0,7 66 - +1,4 76 +3,76 + 1,5 100 - +5,3 Estes dados indicam que a Forma I ê relativamente anidra.
Solubilidade A solubilidade da Forma I em água destilada a uma temperatura ambiente é >100 mg/ml. Â solubilidade aquosa (RT) da Forma II em soluções tamponadas (pH 4-9) é >100 mg/ml. A solubilidade da Forma I em etanol/misturas de água é mostrada abaixo;
Solubilidade Solubilidade % Etanol/H.O faig/ml) 25/75 > 100 50/50 >100 75/25 > 90 100% etanol >90 Estabilidade térmica- Composto simples A estabilidade em. estado sólido do composto simples foi avaliada por armazenagem da droga em pequenos frascos de tampa de rosca, de vidro, no escuro. As amostras foram testadas por HPLC e o composto originário foi analisado quantitativamente. O processo isocrátíco que foi empregado é descrito abaixo: Coluna: Beckman Ultrasphere ODS (250 x 4,6 mm, 5 μ) Fase Móvel: 0,1% de TEA, pH 4,0 com H3P04: Àcetonitrila (65:35) Taxa de fluxo: 1,0 ml/min Detecção de Comprimento de onda: 228 nm Tempo de ciclo: 14 minutos Temperatura da Coluna: Ambiente Volume da Injeção: 20 pL de mctanossulfonato de N-[l (R)-[(1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil-espiro [3H-indol-3,4’-piperdm]-lMl) carbonil]-2-(fenilmetii-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida (50 pg/ml) Os resultados mostrados abaixo para Formas I e II foram calculados como porcentagem em peso.
FORMAI % inicial oC 6 semanas 17 semanas 40 100,1 98,7 60 100,7 101,3 80 100,7 99,4 FORMA II -C 1 sem. 2 sem. 4 sem._____8 sem.______12 sem._____24 sem. 40 99,7 100,7 99,5 - 100,1 100,1 60 99,4 99,6 100,3 100,0 101,0 100,8 80 99,2 100,3 99,2 99,8 100,4 Esses resultados indicam que o sólido simples Forma I e Forma II tinha boa estabilidade térmica.
Os processos para preparar os compostos em questão são descritos como a seguir: ESQUEMA I: Como mostrado no esquema I, CBZ-espiroindolin^-1 é tratada com Darco (20 por cento em peso), antes dá hidrogenação. A hidrogenação é realizada em etanol a 65°C durante 10% Pd/C com agitação vigorosa.
Uma solução de Jb em acetato de isopropila e água é copulada com N-BOC-O-Benzil-D-senona comercialmente disponível na presença de diciclo-hexilearbodiimida (DCC) e 1 -hidroxibenzotriazol (HOBt), Após filtragem de dícíclo-hexiluréia (DCU), produto lateral, o filtrado em duas fases é separado e a camada orgânica é lavada sucessivamente com 1M solução de hidróxido de sódio aquosa, 0,5M ácido clorídrico aquoso, e finalmente carbonato de hidrogênio de sódio aquoso, finalmente saturado. Resultados melhorados nesta copulação são obtidos quando uma solução de amino livre em iPrOAc/H20 é tratado com DCC, HOBT, seguido por adição de aminoácido em temperatura ambiente e seguido por reação durante 3-5 h. A batelada é então concentrada ín vacuo e o solvente é trocado com acetato de isopropila para etanol. Este solução geralmente procede por "alimentação e sangria" 3 x volumes de batelada para remover acetato de isopropila. O grupo BOC de Η é removido por tratamento com ácido metanossul fônico (MsOH) (3 eq) em etanol a 35-40°C. A dívislò entre acetato de isopropila e solução de hidróxido de sódio 1M aquosa dá 12. A copulação de 12 com N-BOC ácido α-aminoisobutírico é melhor conduzida no sistema solvente em duas fases, acetato de isopropila/ água (1:1 na presença de DCC e HOBt (1,1 eq. cada). A remoção de DCU por filtragem, separação das camadas e lavagem da camada orgânica sucessivamente com 1M hidróxido de sódio aquoso, 0,5M ácido clorídrico aquoso, e carbonato de hidrogênio de sódio, aquoso, saturado, dá 14. A mistura é trocada em solvente para etanol para a subsequente divagem de ácido metanossul fônico de grupo Boc. A desproteção de 14 é mais difícil do que de H e requer uma solução concentrada de etanol/ ácido metanossulfônico e aquecimento a 35-40°C. Após trabalho extrativo (EtOAc - NaOH), a amina livre 15 é isolada. A camada orgânica é lavada com IN NaOH para dar remoção completa de ácido metanossulfônico. A solução de acetato de etila de base livie 15 é concentrada em baixo volume em vácuo e é seca com azeótropo (KF < 500 mgml1) por "alimentação e sangria", 2 x volumes de batelada de acetato de etila. A solução levemente turva, seca, resultante, de base livre 15, em acetato de etila é tratada com Darco G-60 (25 por cento em peso) em temperatura ambiente durante cerca de 10 k A remoção de Darco por filtragem com um agente de filtragem dá a base livre 15. A formação de sal de ácido metanossulfônico M de 15 é realizada em EtOAc com 1,1 eq de MsOH a cerca de 50°C. A base livre Jj5 é tratada com 8% em volume de EtOH e 1 eq de H2Q e aquecida a 55°C até dissolução completa. O resfriamento em temperatura ambiente e agitação da suspensão resultante durante 4 h dá o material cristalino de 16 designado como cristal Forma II (solubílidade em IPA =12 mg/ml). A conversão de forma Π para forma I é obtida onde o sal é formado em EtOAc-EtOH como acima, mas em vez de resffiar a solução inicial do sal (a 55°C ) em temperatura ambiente, e é resfriada a 45°C. Os cristais devem partir aparecendo neste temperatura e a suspensão deve se 1 tomar mais espessa com tempo. A temperatura é então elevada a 51°C, e a suspensão envelhecida durante a noite. A conversão completa para forma I de 16 deve ser esperada, Preferivelmente, a conversão de forma II para forma I é obtida ' por adição de cristais de semente de Forma I para uma solução de base livre em EtOAc-EtOH a 50-55°C , seguido por envelhecimento. Consequentemente, a base livre 15 pode ser tratada com 1,1 equivalentes de ácido metanossulfônico em 8% de etanol em acetato de etila a 50-55°C. A batelada é então semeada com aproximadamente 2% em peso de Forma I de sal metanos sul fonato JL6, e então envelhecida a 55°C durante a noite. A batelada é resfriada a temperatura ambiente e envelhecida durante aproximadamente 2-3 horas. O produto é isolado por filtragem em temperatura ambiente sob atmosfera de nitrogênio, secado a 35°C em, vácuo e peneirado para dar sal metanos suifonato ]6. O sal de ácido metanossul fônico 16 pode ser também formado por altemação de adição em etapas de MsOH (1,1 equiv.) e cristais de semente de Forma I a uma solução de base livre em EtOAe-EtOH em cerca de 50°C, em que a ordem de adição de MsOH e a semente não é crítica, A utilidade de compostos polimórficos da presente invenção com secretagogos de hormônio de crescimento pode ser demonstrada por metodologia conhecida na arte, como um teste descrito por Smith et ai, Science. 260,1640-1643 (1993), (ver texto figura 2 aqui). Em particular, todas as formas polimórficas da presente invenção tem atividade como secretagogos de hormônio de crescimento no teste acima mencionado. Este resultado é indicativo de atividade intrínseca de formas polimórficas da presente invenção como secretagogos de hormônio de crescimento.
Os compostos liberando hormônio de crescimento da presente invenção são utilizáveis in vitro como ferramentas únicas para compreensão de como a secreção de hormônio de crescimento é regulada em nível pituitário. Isto inclui o uso na avaliação de muitos fatores pensados ou conhecidos para influenciar a secreção de hormônio de crescimento como idade, sexo, fatores nutricionais, glucose, aminoácidos, ácidos graxos, assim como estados de fastio e não fastío. Além disso, os compostos desta invenção podem ser usados na avaliação de como outros hormônios modificam a atividade liberando hormônio de crescimento. Por exemplo, já foi estabelecido que somatostatina inibe a liberação de hormônio de crescimento. Outros hormônios que são importantes e em necessidade de estudo quanto ao seu efeito na liberação de hormônio de crescimento incluem os hormônios gonadais, por exemplo testosterona, estradiol e progesterona, os hormônios adrenais, por exemplo cortisol e outros corticóides, epincfrina e norepinefrina, os hormônios pancrcáticos e gastrointestinais, por exemplo insulina, glucagona, gastrina, secretina; os peptídeos vasoatívos, por exemplo bombesina, as neuroquininas, e os hormônios de tiróide, por exemplo tiroxina e triiodotironina. Os compostos da presente invenção também podem ser empregados para investigar os possíveis efeitos de retro-alimentação negativos ou positivos possíveis, de alguns dos hormônios pituitários, por exemplo peptídeos endoríina e hormônio de crescimento, na pituitária para modificar a liberação de hormônio de crescimento. De particular importância científica é o uso destes compostos para elucidar os mecanismos subcelulares mediando a liberação de hormônio de crescimento.
Os compostos da presente invenção podem ser administrados a animais, incluindo homem, para liberar hormônio de crescimento in vivo. Por exemplo, os compostos podem ser administrados para animais comercialmente importantes, como suínos, gado, ovelhas e outros, para acelerar e aumentar sua taxa e extensão de crescimento, para melhorar a eficácia de ração e para aumentar a produção de leite em tais animais. Além disso, estes compostos podem ser administrados para humanos in vivo como uma ferramenta diagnostica para determinar diretamente se a pituitária é capaz de liberar hormônio de crescimento. Por exemplo, os compostos da presente invenção podem ser administrados in vivo a crianças. As amostras de sangue tomadas antes e após esta administração podem ser testadas para hormônio de crescimento. A comparação das quantidades de hormônio de crescimento em cada uma destas amostras deve ser um meio para a determinação direta de capacidade da pituitária do paciente de liberar hormônio de crescimento.
Consequentemente, a presente invenção inclui dentro de seu escopo composições farmacêuticas compreendendo, como um ingrediente ativo, pelo menos um dos compostos da presente invenção em associação com um diluente ou veículo farmacêutico. Opcíonalmentc, o ingrediente ativo das composições farmacêuticas pode compreende um agente anabólico além de pelo menos um dos compostos da presente invenção ou outra composição que demonstra uma atividade diferente, por exemplo um pernissor de crescimento antibiótico ou um agente para tratar osteoporose ou em combinação com corticosteróidc para minimizar os efeitos laterais catabólicos ou com outros materiais farmaceutícamcnte ativos em que a combinação melhora a eficácia e minimiza os efeitos laterais.
Os agentes anabólicos e de promoção de crescimento incluem, mas não são limitados a TRH, dietilestilbesterol, estrogênios, β-agonistas, teofilina, esteróides anabólicos, encefalinas, prostaglandinas de série E, compostos descritos na patente US no. 3 239 345, por exemplo zeranol, e compostos descritos na patente US no. 4 036. 979, por exemplo sulbenox ou peptídeos descritos na patente US4 411 890.
Ainda outro uso dos compostos desta invenção é em combinação com outros secretagogos de hormônio de crescimento como os peptídeos liberando hormônio de crescimento GHRP-6, GHRP-1, como descritos na patente US no, 4 411 890, e publicações WO 89/07110, WO 89/07111 e B-HT920, assim como hexarelina e GHRP-2 como descrito em WO 93/04081, ou hormônio liberando hormônio de crescimento (GHRH, também designado GRF), e seus análogos ou hormônio de crescimento e seus análogos ou somatomedinas, incluindo IGF-1 e IGF-2, ou agonistas α-adrenérgicos, como agonistas 5HTTD de serotonína ou clonidina, como sumitriptano ou agentes que inibem somatostatina ou sua liberação como fisostigmina e piridostigmina. Em particular, os compostos desta invenção podem ser usados em combinação com fator de liberação de hormônio de crescimento, um análogo de fator de liberação de hormônio de crescimento, IGF-1, ou IGF-2. Por exemplo, um composto da presente invenção pode ser usado em combinação com IGF-1 para o tratamento ou prevenção de obesidade. Alcm disso, um composto desta invenção pode scr empregado em conjunto com ácido retinóico para melhorar a condição de musculatura e pele que resulta de envelhecimento intrínseco. A presente invenção é ainda dirigida a um processo para a fabricação de um medicamento para estimular a liberação de hormônio de crescimento em humanos e animais compreendendo combinar uma forma polimórfica da presente invenção com um diluente ou veículo farmacêutico.
Como é bem conhecido dos versados na arte, os usos conhecidos e potenciais de hormônio de crescimento são variados e múltiplos. A administração dos compostos da invenção para fins de estimular a liberação de hormônio de crescimento endógeno pode ter os mesmos efeitos ou usos como o próprio hormônio de crescimento, pst.es usos variados dos presentes compostos assim podem ser resumidos como a seguir: estimular a liberação de hormônio de crescimento em humanos mais velhos, tratar adultos deficientes em hormônio de crescimento, prevenção de efeitos laterais catabólicos de glucocorticóides; tratamento de osteoporose, estímulo de sistema imune, aceleração de cicatrização de feridas, aceleração de reparo de fraturas ósseas; tratamento de retardo do crescimento, tratamento de falha renal crônica ou aguda, ou insuficiência; tratamento de estatura curta fisiológica, incluindo crianças deficientes em hormônio de crescimento; tratamento de estatura pequena associada com doença crônica; tratamento de obesidade e retardo do crescimento associado com obesidade; tratamento de retardo do crescimento associado com síndrome de Prader-Willi, e síndrome de Tumer; aceleração de recuperação e redução de hospitalização de pacientes queimados ou após grandes cirurgias como cirurgia gastrointestinal, tratamento de retardo do crescimento intrauterino, displasia esqueletal, tratamento de neuropatias periféricas; substituição de hormônio de crescimento em pacientes estressados; tratamento de osteocondrodisplasias, síndrome de Noonans, esquizofrenia, depressão, doença de Alzheimer, cicatrização de feridas retardada, e falta psicossocial; tratamento de dísfunção pulmonar e dependência de ventilação; atenuação de resposta catabólíca de proteína após uma operação principal, tratamento de síndrcmes de má absorção; redução de caquexía e perda de proteína devido a doença crônica, como câncer ou AIDS; aceleração de ganho de peso e acreção de proteína em pacientes em TPN (nutrição parenteral total); tratamento de hiperinsulinemia incluindo nesidioblastose; tratamento de adjuvante para indução de ovulaçlo e para evitar e tratar úlceras duodenais e gástricas; para estimular desenvolvimento tímico e evitar o declínio relacionado com idade de função tímica; terapia adjuvante para pacientes em hemodiálise crônica; tratamento de pacientes imunossuprimidos e para melhorar a resposta de anticorpos após vacinação; aumentar a contagem de linfócitos total de um humano, particularmente aumentando a relação célula T4/Tg, em um humano, com uma relação de célula T4-Tg deprimida resultante, por exemplo, de trauma físico, como dano a cabeça fechada; ou de infecção, como infecção bacteriana ou viral, especialmente infecção de vírus de imunodeficiência humana; melhora na resistência muscular, mobilidade, manutenção de espessura da pele, homeostase metabólica, hemeostase renal nos mais velhos; estímulo de ostcoblastos, remodelagem de osso, e crescimento de cartilagem; estímulo de sistema imune em animais de estimação e tratamento de distúrbios de envelhecimento de animais de estimação; promotor do crescimento em animais de criação; e estímulo de crescimento de II em ovelhas. Além disso, os presentes compostos são utilizáveis para aumentar a eficácia da ração; promover o crescimento, aumentar a produção de leite e melhorar a qualidade da carcaça de animais de criação. Do mesmo modo, os presentes compostos são utilizáveis em um processo de tratamento de doenças ou condições que são benéficas pelos efeitos anabólicos de melhorados níveis de hormônio de crescimento que compreende a administração de um presente composto.
Em particular, os presentes compostos são utilizáveis na prevenção ou tratamento de uma condição selecionada dentre o grupo consistindo de : osteoporose, doença catabóüca, deficiência imune, incluindo que em indivíduos com uma relação de célula T/Tfi deprimida; fratura do quadril; prejuízo muscoesqueletal nos mais velhos; deficiência de hormônio de crescimento em adultos ou em crianças, obesidade; caquexia e perda de proteína devido a doença crônica como AIDS ou câncer, e tratamento de pacientes se recuperando de grande cirurgia, feridas ou queimaduras, em um paciente em necessidade do mesmo.
Além disso, os presentes compostos podem ser utilizáveis no tratamento de doenças induzias ou facilitadas por fator liberando corticotropina ou distúrbios relacionados com tensão e ansiedade, incluindo depressão induzida por tensão e dor de cabeça, síndrome de abdominal, supressão imune, infecções por H1V, doença de Alzheimer, doença gastrointestinal, anorexia nervosa, tensão hemorrágica, sintomas de falta de álcool e drogas, vício de drogas, e problemas de fertilidade.
Será conhecido dos versados na arte que se tem numerosos compostos agora sendo usados em um esforço para tratar as doenças ou indicações terapêuticas enumeradas acima. As combinações destes agentes terapêuticos alguns dos quais foram mencionados acima com os secretagogos de bormônio de crescimento da invenção irão ocasionar propriedades sinergísticas com frequência, e complementares, adicionais, para melhorar o promotor de crescimento, propriedades anabólicas e desejáveis deste vários agentes terapêuticos. Nestas combinações, os agentes terapêuticos e os secretagogos de hormônio de crescimento desta invenção podem estar independentemente presentes em faixas de dose de uma centena a uma vez os níveis de dose que são efetivos quando estes compostos e secretagogos são usados sozinhos. A terapia combinada para inibir a ressorção óssea, evitar a osteoporose e melhorar a cicalrizaçâo de fraturas ósseas pode ser ilustrada por combinações de bisfosfonatos e os secretagogos de bormônio de crescimento desta invenção. O uso de bisfosfonatos para estas utilidades foi estudado, por exemplo, por Hamdy, NAT, Role of Bísphosphonates in Metabolic Bone Diseases. Trends in Endocrínol. Metab. 4, 19-25 (1993). Os bisfosfonatos com estas utilidades incluem alendronato, tiludronato, dimetil-APD, risedronato, etidronato, YM- 175, clodronato, pamidronato, e BM-210995. De acordo com sua potência, os níveis de dosagem diária oral de bisfosfonato de entre 0,1 mg e 5 g e níveis de dosagem diária de secretagogos de hormônio de crescimento de entre 0,01 mg/kg a 20 mg/kg de peso do corpo são administrados a pacientes para obter tratamento eficaz de osteoporose.
No caso de níveis de dosagem oral diária de alendronato de 0,1 mg a 50 mg são combinados para efetiva terapia de osteoporose com 0,01 mg/kg a 20 mg/kg de secretagogos de hormônio de crescimento desta invenção. A osteoporose e outros distúrbios de osso também podem ser tratados com compostos desta invenção em combinação com calcitonina, estragemos, raloxifeno e suplementos de cálcio como citrato de cálcio.
Os efeitos anabólicos especialmente no tratamento de pacientes do sexo masculina geriátricos são obtidos com compostos desta invenção em combinação com esteróides anabólicos como oximetolona, metiltesterona, fluoximesterona e estanozolol.
Os compostos desta invenção podem ser administrados por injeção oral, parenteral (por exemplo intramuscular, intraperitoneal, intravenosa ou subcutânea, ou implante), nasal, vagina, retal, sublingual ou vias tópicas de administração e podem ser formulados em formas de dosagem apropriadas para cada via de administração.
As formas de dosagem sólidas para administração oral incluem cápsulas, comprimidos, pílulas, pós e grânulos. Em tais formas de dosagem sólida, o composto ativo é misturado com pelo menos um veículo inerte, farmaceuticamente aceitáveis, como sacarose, lactose ou amido. Estas formas de dosagem também podem compreender, como é prática normal, substâncias adicionais diferentes de dilucntes inertes, por exemplo, agentes lubrificantes corno estearato de magnésio. No caso de cápsulas, comprimidos e pílulas, as formas de dosagem também podem compreender agentes tamponadores. Os comprimidos e pílulas podem adicionalmente ser preparados com revestimentos entéricos.
As formas de dosagem líquida para administração oral incluem emulsões farmaceuticamente aceitáveis, soluções, suspensões, xaropes, os elixires contendo dilucntes inertes comumente usados na arte, como água. Além destes dilucntes inertes, as composições também podem incluir adjuvantes, como agentes umectantes, agentes emulsificantes e de suspensão, e agentes perfumantes, aromatizantes e adoçantes.
As preparações de acordo com a esta invenção para administração parenteral incluem soluções não aquosas ou aquosas, estéreis, suspensões, ou emulsões. Os exemplos de solventes não aquosos ou veículos são propileno glicol, polietileno glicol, óleos vegetais como óleo de oliva e óleo de milho, gelatina, e ésteres orgânicos injetáveis, como oleato de etila. Estas formas de dosagem também podem conter adjuvantes como agentes conservantes, umectantes, emulsíficantes e dispersantes. Eles podem ser esterilizados por, por exemplo, filtragem através de filtro retendo bactérias, por incorporação de agentes esterilizantes nas composições , por irradiação das composições, ou por aquecimento das composições. Eles também podem ser fabricados na forma de composições sólidas estéreis que podem ser dissolvidas em água estéril, ou algum outro meio injetável estéril imediatamente antes de uso.
As composições para administração reta ou vaginal são preferivelmente supositórios que podem conter, além da substância ativa, excipientes como manteiga de cacau ou uma cera para supositórios.
As composições para administração nasal ou sublingual são também preparadas com excipientes padrões bem conhecidos na arte. 0 composto desta invenção pode ser administrado para pacientes (animais e humanos) em necessidade de tal tratamento em dosageus que irio prover ótima eficácia farmacêutica. Será notado que a dose requerida para uso em qualquer aplicação particular irá variar de paciente a paciente e não somente com o composto ou composição particular selecionado, mas também com a via de administração, a natureza da condição sendo tratada, a idade e condição do paciente, medicação concorrente ou dieta especial então sendo seguida pelo paciente, e outros *fatores que os versados na arte irão reconhecer, com a dosagem apropriada por fim estando de acordo com o médico atendente. A dosagem de ingrediente ativo nas composições desta invenção pode ser variada, no entanto, é necessário que a quantidade do ingrediente ativo seja tal que uma forma de dosagem apropriada seja obtida. A dosagem selecionada depende de efeito terapêutico desejado, na via de administração, e na duração do tratamento. Em geral, níveis de dosagem de entre 0,0001 a lOmg/kg, de peso do corpo diariamente são administradas a pacientes e animais, por exemplo mamíferos, para obter efetiva liberação de hormônio de crescimento. Preferivelmente, o nível de dosagem será cerca de 0,001 a cerca de 25 mg/kg por dia, mais preferivelmente cerca de 0,01 a cerca de 10 mg/kg por dia.
Os processos para preparar as formas polimórfieas da presente invenção são ilustradas nos seguintes exemplos. Os seguintes exemplos são dados para fins de ilustração da presente invenção e não devem ser construídos como sendo limitações no escopo ou espírito da presente invenção. EXEMPLO 1 N-[l (R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanosulfonilespiro [3H-indol-3,4’-piperdin]-l il) carboniI]-2-(fenilmetíloxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida Etapa A: Hidrocloreto de 1,2-di-hidro-l-metanosulfonil-espiro [3H-indol“ 3,4’-piperdina] A unia solução de 1,20 g (5,8 mmol) de I -metil-1,2-di-hidro-espiro [3H-índol-354'-piperdma) (preparado como descrito por H. Ong, et aí, J. MM Chem.. 23, 981-986 (1983)) em 20 ml de díclorornetano seco a 0°C foi adicionada tríetilamina (0,90 ml; 6,4 mmol) e cloreto de metanossulfonila (0,49 ml; 6,35 mmol) e agitada durante 30 minutos. A mistura de reação foi despejada em 15 ml de uma solução de bicarbonato de sódio aquoso saturado e extraída com díclorornetano (2 X 10 ml). Os orgânicos combinados foram lavados com salmoura (20 ml), secados sobre carbonato de potássio anidro, filtrados e o solvente removido sobre redução da pressão para dar 1,44 g de derivado de metanos sul fonamida como óleo amarelo pálido que foi usado sem purificação. A uma solução do produto bruto acima em 20 ml de 1,2-dicloroetano seco a 0oC foi adicionado 1,0 ml (9,30 mmol) de cloroformato de 1-cloroetila, e então agitada a temperatura ambiente durante 30 min e final mente a um refluxo durante 1 h. A mistura de reação foi concentrada a aproximadamente um terço de volume e então diluída com 20 ml de metanol seco e refluxada durante 1,5 h. A reação foi resfriada a temperatura ambiente e concentrada a aproximadamente uma metade de volume. O precipitado foi filtrado e lavado com um volume pequeno de metanol frio. Isso rendeu 1,0 g de sal HCI de piperidina como um sólido branco. O filtro foi concentrado e um volume pequeno de metanol foi adicionado seguido por éter. O material precipitado foi uma outra vez filtrado, lavado com metanol frio, e secado. Isso deu um adicional de 0,49 g do produto desejado. Rendimento total 1,49 g (70%). Ή RJV1N (CDC13, 200 MHz) δ 7,43-7,20 (ro, 3H), 7,10 (dd, 1H), 3,98 (bs, 2H), 3,55-3,40 (bd, 2H), 3,35-3,10 (m, 2H), 2,99 (s, 3H), 2,15 (t, 2H), 2,00 (t, 2H).
Etapa B: N-[l (R)-[(l,2-di-hidro-I-metanosulfonilespiro [3H-indol-3,4’-piperdin] - Γ-il) carboniI]-2-(fenilmetiloxi) etil]-2-[( 1,1 -dimetiletoxi) c arboni 1 ] amíno-2-metilpropanami da A 0,35 g (1,15 mmol) de ácido de (2R)-2-[( 1,-1-dímetíletoxi)-carbonil] amino-3-[2-(fenilmeti]oxi) etilj-l-propanóico em 13 ml de diclorometano foi adicionado hidrocloreto de 1,2-di-hidro-1 -metanosulfonil-espiro [3 H- indol -3,4 ’ -piperd ina] (0,325 g; 1,07 mmol), 0,18 ml (1,63 mmol) de N-metilmorfolina, 0,159 g (1,18 mmol) de 1 -hidroxibenztriazol (HOBT) e agitado durante 15 min. EDC (0,31 g; 1,62 mol) foi adicionado e agitação continuada durante 1 h. Um adicional de 60 pL de N-metilmorfolina foi adicionado e agitado durante 45 min. Á mistura de reação foi despejada em 5 ml de água e a camada orgânica separada. A camada orgânica foi lavada com 5 ml de 0,5 N de ácido clorídrico aquoso e 5 ml de uma solução de bicarbonato de sódio aquoso saturado. Os orgânicos combinados foram secados sobre sulfato de magnésio anidro, e concentrados para dar 0,627 g do produto como uma espuma amarela que foi usada sem purificação. A 0,627 g (1,07 mmol) do produto acima em 5 ml de diclorometano foi adicionado 1,0 ml de ácido trifluoroacético e agitado a temperatura ambiente durante 75 min. Um adicional de 1,00 ml de ácido trifluoroacético foi adicionado e agitado durante 10 min. A mistura de reação foi concentrada, diluída com 5,0 ml de diclorometano e cuidadosamente tomada básica despejando em 10 ml de 10% de uma solução de carbonato de sódio aquoso. A camada orgânica foi separada e a camada aquosa foi, além disso, extraída com 2 X 15 ml de diclorometano. Os orgânicos combinados foram lavados com 5 ml de água, secados sobre carbonato de potássio, filtrados e concentrados para dar 0,486 g de amina como um espuma amarelo de luz que foi usado sem purificação. A 0,486 g (1,01 mmol) de amina e 10 ml de diclorometano foi adicionado 0,26 g (1,28 mmol) de ácido de 2-[(l,l-dimetilexoti) carbonil] amino-2-metil-propanóico, 0,173 g (1,28 mmol) de I-hidroxibenztriazol (HOBT) e EDC (0,245 g; 1,28 mol) e agitado a temperatura ambiente durante a noite. Λ mistura de reação foi despejada em 5,0 ml de água e a camada orgânica foi separada. A camada aquosa foi retro- extraída com 5 m! de diclorometano. Os orgânicos combinados foram lavados com 5,0 ml de 0,5 N de ácido clorídrico aquoso, 5 ml de uma solução de bícarbonato de sódio aquoso saturado secado sobre sulfato de magnésio de anidro, e concentrado para dar 0,751 g do produto bruto como um espuma amarelo. Uma solução do produto bruto em diclorometano foi cromatografado em 25 g de sílica gel e eluída primeiro com hexanos/acetona/diclorometano (70/25/5) e então com hexanos/acetona/diclorometano (65/30/5). Isso deu 0,63 g do composto titular como um sólido branco. '11 RJV1N (CDCl3, 400 MHz) O composto existe como uma mistura 3:2 de rotâmeros δ 7,40-7,10 (m, 6H), 7,06 (d, 1/3H), 7,02 (t, 1/3H), 6,90, (t, 1/3H), 6,55 (d, 1/3H), 5,15 (m, 1H), 4,95 (bs, 1H), 4,63 (bd, Ϊ/3Η), 4,57-4,40 (m, 2 2/3 H), 4,10 (bd, 1/3H), 4,00 (bd, 1/3H), 3,82 (t, 1H), 3,78-3,62 (m, 2H), 3,60-3,50 (m, 1H), 3,04 (q, 1H), 2,87 (s, 1H), 2,86 (s, 2H), 2,80-2,60 (m, 1H), 1,90 (bs, 1H), 2,85-2,75 (m, 1H), 1,82-1,60 (m, 3H), 1,55-1,45 (m, 1H), 1,45 (s, 4H), 1,42 (s, 2H), 1,39 (s, 9H).
Etapa C: Hidrocloreto de N-[l (R)-[( 1,2-di-hídro-1 -metanosulfonilespiro [3H-indol-3,4’ -piperdin]-1 ’ -il) carbonil]-2-(fenilmetiloxi) etil]-2-ammo-2-metilpropanamida Para 0,637 g (0,101 mmol) de intermediário da Etapa B em 5 ml de diclorometano foi adicionado 2,5 ml de ácido trifluoroacético e agitado a temperatura ambiente durante 30 min. A mistura de reação foi concentrada a um óleo, tomada Pu em 10 ml de acetato de etila e lavada com 8 ml de 10% de uma solução de carbonato de sódio aquoso. A camada orgânica foi, além disso, extraída com 5 ml de acetato de etila. Os orgânicos combinados foram lavados com 10 ml dc água, secados sobre sulfato de magnésio, filtrados e concentrados para dar 0,512 g de base livre como um espuma branco.
Para 0,512 g de base livre em 5 ml de acetato de etila a 0°C foi adicionado 0,2 ml de ácido clorídrico saturado em acetato de etila e agitada durante 1,5 h. O precipitado branco foi filtrado sob nitrogênio, lavado com éter, e secado para dar 0,50 g do composto titular como um sólido branco. Ή RMN (400 MHz, CD3OD) O composto existe como uma mistura 3:2 de rotâmeros 6 7,40-7,28 (m, 4H), 7,25-7,17 (m, 2H), 7,08 (t, 1/3Η), 7,00 (t, 1/3H), 6,80 (d, 1/3H), 5,16 (ddd, 1H), 4,60-4,42 (m, 3H), 4,05 (t, 1H), 3,90 (bs, 2H), 3,83-3,70 (m, 2H), 3,30-3,15 (m, 1H0, 2,97 (s, 1H), 2,95 (s, 2H), 2,90-2,78 (m, 1H), 1,96 (t, 1/3H), 1,85-1,65 (m, 4H), 1,63 (s, 2H), 1,60 (s, 4H). EXEMPLO 2 N-[l (R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanosulfonilespiro [3H-Índol-3,4’-piperdin]-1 ’-il) carbon i 1] -2- (fenilmeti loxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida Etapa A: Éster alil de ácido de (2R)-[[[-2-(l, 1 -dimetiletoxi) carbonil] amino]-2,2-dimetil-1 -oxietil] amÍno-2-fenihnetoxi) eti1]-l -propanóíco Preparado de ácido (2 R}-2 - [(1,1-dimetiletoxi) carbonil] -amíno-3-(fenilmetiloxi) etil]-propanóico e álcool alíla por transportando a reação de copulação em CH2C12 na presença de EDC e DMAP. Ή RMN (400 MHz, CDC13) δ 7,25 (s, 5H), 5,8 (m, 1H), 5,2 (dd, 2H), 5,0 (bs, 1H), 4,7 (m, 1H), 4,6 (m, 2H), 4,4 (dd, 2H), 3,9 (dd, 1H), 3,6 (dd, IH), 1,45 (d, 6H), 1,39 (s, 9 H).
Etapa B: Ácido de (2R)-[[[-2-( 1,1--dimetiletoxi) carbonil] amino]-2,2-dimetil- 1-oxoetil] amino-2-(fenilmetiloxi) etil)-1 -propanóíco Para uma solução agitada de intermediário bruto obtido na Etapa A (6,7 g, 15,9 mmol), tetracis (trífenilfosfma) paládio (1,8 g, 0,1 eq) e, trifenil fosfma (1,25 g, 0,3 eq) foi adicionado uma solução de hexanoato de potássio-2-etila (35 ml, 0,5 M solução em EtOAc). A mistura de reação foi agitada a uma temperatura ambiente uma atmosfera de nitrogênio durante 1 b e então diluída com éter (100 ml) e despejada em água gelada. A camada orgânica foi separada e a fração aquosa foi acidificada com ácido cítrico (20%), então extraída com EtOAc. Os extratos EtOAc foram lavados com salmoura, secados sobre sulfato de magnésio, filtrados c evaporados para da· o composto titular como um sólido. !H RMN (400 MHz, CD3OD) δ 7,3 (s, 5H), 4,7 (m} 1H), 4,5 (s, 2H), 4,0 (m, 1H), 3,6 (m, 1H), 1,4 (d, ÓH), 1,3 (s, 9H).
Etana C; N-[l (R)-[(l ,2-di-hidro- 1-metanosulfonilespiro [3H-indol-3,4'-piperdin]-1 -il) carbonil]-2-(fenilmetiloxi) etil]-2-[( 1,1 -dimetil-etoxi) carbonil] amino-2-metil-propanamida Para uma solução de 1,0 g (3,44 mmol) de hidrocloreto de 1-metanosulfonil-espiro [indoIine-3,4'-piperidina], 1,44 g (3,78 mmol) de ácido de (2R)-[[-2-(l,l-dimetiletoxi) carbonil] amino]-2,2-dimetil-l-oxoetil]-amino-2-(fenilmetiloxi) etil)-l-propanóico, N-metil morfolina (0,58 ml; 5,20 mmol), e 1 -hidroxibenztriazol (HOBT) (0,58 g; 3,78 mmol), em 50 ml de díclorometano foi adicionado EDC (1,03 g; 5,20 mmol) e agitada a temperatura ambiente durante 16 h. A mistura de reação foi diluída com um adicional de 50 ml de diclorometano c lavada com uma solução de bicarbonato de sódio aquoso (50 ml), secada sobre sulfato de magnésio de anidro, e concentrada. A cromatografia cintilante (50 g de stlíca gel) de resíduo oleoso bruto deu 2,148 g (90%) do material desejado como um espuma incolor. 'H RMN (CDC13, 400 MHz) O composto existe como uma mistura 3:2 de rotâmeros δ 7,40-7,10 (m, ÓH), 7,0ó (d, 1/3H), 7,02 (t, 1/3H), 6,90 (t, 1/3H), 6,55 (d, 1/3H), 5,15 (m, 1H), 4,95 (bs, 1H), 4,63 (bd, 1/3H), 4,57-4,40 (m, 2 2/3 H), 4,10 (bd, 1/3H), 4,00 (bd, 1/3H), 3,82 (t, 1H), 3,78-3,62 (m, 2H), 3,60-3,50 (m, 1H), 3,04 (q, 1H), 2,87 (s, 1H), 2,86 (s, 2H), 2,80-2,60 (m, 1H), 1,90 (bs, 1H), 2,85-2,75 (m, IH), 1,82-1,60 (m, 3H), 1,55-1,45 (m, 1H), 1,45 (s,4H), 1,42 (s, 2H), 1,39 (s,9H).
Etana D: Hidrocloreto de N-[l (R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanosulfonilcspiro (SH-indoI-S^-piperdinJ-r-il) carbonil]-2-(fenilmetiloxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida Para uma solução de 2,148 g (3,41 mmoi) de intermediário da Etapa C em 10 ml de diclorometano foi adicionado 5 ml de ácido trifluoroacético e agitada durante 1 h. A mistura de reação foi concentrada e tomada básica com 100 ml de 5% de uma solução de carbonato de sódio aquoso e extraída com diclorometano (3 X 50 ml), Os orgânicos combinados foram lavados com salmoura (50 ml), secados sobre carbonato de potássio de anidro, e concentrados para dar uma espuma incolor. Para uma solução de espuma em 25 ml de acetato de etila a0°C foram adicionados 4 ml de 1M de solução de ácido clorídrico em acetato de etila. O precipitado foi filtrado e lavado primeiro com acetato de etila e então com acetato-éter de etila (1:1), secado para dar 1,79 g (93%) do composto titular como um sólido incolor. 'H RMN (400 MHz, CD3OD) O composto existe como uma mistura 3:2 de rotâmeros δ 7,40-7,28 (m, 4H), 7,25-7,17 (m, 2H), 7,08 (t, 1/3H), 7,00 (t, 1/3H), 6,80 (d, 1/3H), 5,16 (ddd, 1H), 4,60-4,42 (m, 3H), 4,05 (t, 1H), 3,90 (bs, 2H), 3,83-3,70 (m, 2H), 3,30-3,15 (m, 1H0, 2,97 (s, 1H), 2,95 (s, 21), 2,90-2,78 (m, 1H), 1,96 (t, 1/3H), 1,85-1,65 (m, 4H), 1,63 (s, 2H), 1,60 (s, 4H). EXEMPLO 3 Mesilato de N-[l (R)-[(l,2-di-hidro-l-metanosulfonilespiro [3Η-1ηάοΙ-3,4’-piperdin]-1 ’-il) carbonil ] - 2 -(fenilmet i lox i) etil]-2-amÍno-2-meti lpropanami da Este composto foi preparado por tratamento de base livre obtido no Exemplo 5, Etapa D, com ácido sul fônico metano. O composto titular foi obtido por recristalização do mesmo em água acetato de etila-etanol . p.f. = 166°-168°C. Essa amostra foi subsequentemente identificada como sendo Forma II polimórfica. foi caracterizada por um padrão de difração de pó em raios-X com reflexões principais a aproximadamente: 4,7, 11,6, 17,4, 19,2, e 21,6° (2 theta). Ele foi, além disso, caracterizado por um DSC a 10°C/min em um copo aberto sob fluxo de nitrogênio e demonstrando uma endoterma única, devido a fusão, com um pico de temperatura de cerca de 174°C e uma extrapolação de início de temperatura (pomo de fusão) de cerca de 165°C com um calor associado de aproximadamente 37 J/g. Ϊ EXEMPLQ4 Carbamato de ácido-N-benzil isonipecótico (3) Materiais: Ácido isonipecótico (2) T.C.I. 4,02 kg (31,1 mol) Cloroformato de ben2ila (Schweitzerhall) 6,91 kg (40,5 mol) ) K2C03 10,1 kg (72,9 mol) Água 40,21 O ácido isonipecótico (2) e K2C03 foram dissolvidos em 40,2 1 de água em um, frasco de gargalo com agitação mecânica sob N2ea solução foi resfriada a 10°C. O cloroformato de benzila foi adicionado, mantendo a 5 temperatura entre 9 e 14°C, e a mistura foi aquecida até 22°C após a adição estar completa e envelhecida durante 58 h. A adição foi completada em 4 h quando então o pH foi 9,0. Após envelhecimento durante 58 h não se tem mudança do pH. A mistura de reação foi transferida para um extrator de 200 1 e ) lavada com 3 X 13 kg (15 1) de IPAC e 1 x 12 1 de EtOAc. À camada aquosa foi extraída com 8 1 de tolueno. Após as lavagens, o teor de álcool de benzila foi reduzido de 3,8% a 1,4% pela análises de HPLC. HPLC analítico: Coluna DuPont Zorbax 25 cm RXC8 com 1,5 ml/min fluxo e detecção a 254 nm; a mistura isocrática com 35% de MeCN, 65% de 0,1% aquoso H3P04; tempo de retenção: 3 = 6,9 min, álcool de benzila = 3,3 min, tolueno = 17,3 min. A fase aquosa foi acidulada com 37% aquoso de HC1 a pH 1,8. O dióxido de carbono foi evolvido durante a adição de HC1, mas a evolução de gás foi facilmente controlada. A adição de HC1 levou <1 h e requereu 10 1 de concentração, de HC1. A fase aquosa foi extraída com 3 X 6,61 de tolueno..Os extratos de tolueno foram secados com 2 kg de sulfato de sódio e filtrados através um chumaço de Solka-floc™. Os filtros combinados pesaram 17,8 kg. O rendimento bruto de carbamato 3 foi 7,89 kg (97%) (como obtido por alíquotas pesadas dos filtrados até secura). Os filtros foram transferidos através um 10 μ filtro em linha para um frasco de 100 L. Os extratos foram concentrados a 10 mbar a <25°C para um volume de 18 L. A concentração fmal de carbamato 3 foi de 440 g/L A concentração do filtro de tolueno serviu para azeotropicalmente remover fmal traços de água (final KF = 170 mg /1). O produto foi de 99,1 área % puro com 0,9 área % álcool de benzila como a impureza somente. EXEMPLO 5 Carbamato de cloreto de ácido de -N-benzil isoninecótico (4) Materiais: Carbamato de ácido N-benzil isonipecótico (3) 7,89 kg (30,0 mol) em em tolueno. (PM = 263,30) 17,91 Cloreto de oxalíla (PM= 126,93) 3,94 kg (31,0 mol) DMF(PM= 73,10) 10 ml Tolueno 121 A uma solução de tolueno de carbamato de benzila 3 da etapa precedente foram adicionados 5 ml de DMF e 10 1 de tolueno. O cloreto de oxalila foi adicionado durante um período de 20 min. A mistura de reação foi envelhecida durante 16 h a 18°C sob um fluxo lento de nitrogênio. As análises de HPLC da mistura de reação mostraram que 1,3% de ácido carboxüico 3 ainda permaneceu não reagido. A mistura de reação foi aquecida a 2ó°C, e 5 ml de DMF foram adicionados. A mistura foi envelhecida durante 2,5 h. Uma alíquota de 1,0 ml da mistura de reação foi resfriada bruscamente com 5,0 ml de terc-butilamina e analisada após evaporação por HPLC; 25 cm de coluna DuPont Zorbax RXC8 a 50°C com 1 ml/min fluxo e detecção a 220 nm; isocrático 42% MeCN, 58% de 0,1% aquoso HSP04. Esse processo mostrou que <0,05% de ácido 3 permaneceu (como julgado por A) e mostrou >3 área % B (>1 mol% (COCl)2). A mistura foi concentrada a 10 mbares e uma temperatura de 20-25°C até 5 1 de solvente ter sido removido. A perfil de HPLC típico de uma solução de tolueno concentrada após o resfriamento brusco de t-BuNH2 descrito acima é como a seguir;
Tempo de retenção (min) Área % Identidade 2, 1 <0,5% ácido carboxüico 3 2,8 <0,5% cloreto de benzila 11-0 >99% Cbz-t-butilcarboxamida A 12,1 NA tolueno 12,7 <0,5% diterc-butiloxamida B EXEMPLO 6 Carbamato de piperidina-4-carboxaldeído-1 -benzi 1 a (5Ί Materiais: Carbamato de cloreto de ácido N-benzil isonipecótico (4) 3,38 kg (12,0 mol) em tolueno (PM= 281,74) em 5,54 kg DIEA (KF = 18 mg/l) 1,55 kg (15,0 mol) 10% Pd/C (KF <20 mg/g) 101 g tioanisol (PM = 124,21, d = 1,058) 0,56 g O DIEA e tioanisol foram adicionados na solução (4) em tolueno da etapa anterior e o catalisador foi colocado em suspensão nesta mistura. A mistura foi imediatamente colocada em um autoclave de 22,5 litros e hidrogenada a 20°C e 2,9 kg/cm2 de H2. Após 18 h a reação ter tomado até 70% da quantidade teórica de hidrogênio e análises de HPLC de uma alíquota que foi resfriada bruscamente com tec-butilamina indicou que 14,2 área % de cloreto de ácido 2 permaneceu. As condições de HPLC são iguais como acima. Tempo de retenção: 5 = 8,1 min.
Uma segunda carga de catalisador (101 g) e tioanisol (0,54 g) foi adicionada como uma suspensão em, 1375 ml de tolueno para o hidrogenador. Após 23 h de análises de HPLC de uma alíquota que foi resfriada bruscamente com terc-butilamina indicou que 1,8 área % de cloreto de ácido 2 permaneceu. A mistura foi purgada com nitrogênio e o catalisador e precipitado DíEA*HCl foram removidos por filtragem através de Solka-floc™ O bolo de filtro foi lavado com 10 1 de tolueno. Os filtros foram transferidos através de filtro em linha de 10 μ para um extrato de 50 1 e lavado com 2 x 7,2 1 de 1 M aquoso de HC1 e 2 x 7,2 1 de água. A mistura foi concentrada a 10 mbares e a temperatura de 25-30°C até 5 1 de resíduo permanecer.
Tempo de retenção (min) Área % Identidade 2} i <2 ácido carboxílico 3 <1 dímero 21 8,1 >95 aldeído 5 O teste de rendimento de aldeído 3 foi de 94% pela análises de HPLC. EXEMPLO 7 CBZ-Espiroindolina (9) Materiais: Piperidina-4-carboxaÍdeído-l-benzila 1,71 kg (6,89 mol) carbamato (5) em uma solução tolueno em 21,4 kg Fenil-hidrazina 900 ml, 981 g (9,15 mol) Ácido trifluoroacético 2,20 1,3,26 kg (28,6 mol) NaBH4 300 g, (7,93 mol) Tolueno 34,4 kg MeCN 7,01 MeOH 7,01 A solução de aldeído bruto 5 da etapa anterior foi transferida através de 10 μ filtro em. linha para um reator 100 1 equipado com bobina de cobre revestidas com teflon para resfriamento ou aquecimento e um agitador mecânico. Tolueno (34,4 kg) e MeCN (7 1) foram adicionados, e a solução resultante foi resfriada a 0°C. Fenil-hidrazina foi adicionada em porções t a temperatura mantida a -1 a 3°C enquanto nitrogênio foi continuamente borbulhado através a mistura de reação. A fenil-hidrazina foi adicionada até análises de TLC e HPLC indicarem completo consumo do aldeído 5 e a aparecimento de um excesso leve (<5%) de fenil-hidrazina. As condições TLC; Sítica, E. Merck Kieselgel G60 F254 0,25 mm; éter dietílico/pentano (4/1); e agente de revelação 0,5% de sulfato eérico; 14% de molibdato de amônio em 10% de ácido sulfiirico aquoso então calor; Rf: aldeído 5 = 0,52, fenil-hidrazona 7 - 0,61, fenil-hidrazina 6 = 0,21.
As condições de HPLC: 25 cm de coluna DuPont Zorbax RXC8 a 30°C com 1,0 ml/min e detecção a 254 nm; esquema de gradiente: Temno Omini acetonitrila:água 0 57:43 10 65:35 15 75:25 18 75:25 tempos de retenção; fenil-hidrazina 6 - 4,5 min, tolueno = 7,2 min, fenil-hidrazona 7 = 11,4 min. A mistura de reação foi envelhecida durante 30 min a 0-2°C, e TF A foi adicionado mantendo a temperatura abaixo de 2 e 7°C. A mistura de reação foi aquecida a 50°C durante 30 min, e mantida durante 17 h. A purga de nitrogênio através a mistura de reação foi parada e um fluxo lento de nitrogênio foi mantido durante a mistura de reação. Durante a primeira hora a 5°C, a cor gradual mente escureceu a um verde profundo, e uma quantidade relativamente pequena de um precipitado cristalino branco (trifluoroacetato de amônio) se formou. Após 17 h, análises de HPLC (as mesmas condições como acima) indicam que a mistura de reação continha 91,6 área % indoleucina 8 e 1,5% de não reagida fenil-hidrazona permaneceu. Envelhecimento da mistura durante períodos mais longos de tempo não aumentaram o rendimento de teste de indoleniea 8. Â mistura de reação foi resfriada a 12°C, e 7,0 1 de MeOH foram adicionados. O NaBH4 foi adicionado em porções pequenas (<2Q g) mantendo a temperatura abaixo de 15°C. A adição levou 30 minutos. A evolução de hidrogênio moderada foi observada durante a adição, mas foi facilmente controlada e não havia virtualmente nenhuma espumação. Próximo do final da adição, a cor rapidamente trocou de verde para marrom e então laranja brilhante. Uma quantidade pequem (<2Ü ml) de uma fase mais pesada tinha separado (presumivelmente sais aquosa). A análise HPLC (condições como antes) indicou que toda indolenina 8 foi consumida (área de 90,4 % CBZ-indolina 9); tempos de retenção: indolenina 8 = 7,5 min, indolina 9 = 8,2 min. TLC: éter de etíla como solvente, sulfato cérico molibdato de amônia ou 1% de coloração anisaldeído; fatores de retenção: indolenina 8 = 0,18, CBZ-indolina 9 = 0,33. A troca de cor de verde para laranja corresponde muito de perto ao ponto de fim de reação. A quantidade de NaBH4 requerida para completar a reação é fortemente dependente na temperatura e a taxa de adição de NaBH4, mas o rendimento e qualidade do produto são virtualmente não afetados desde que a reação esteja completa. Á mistura de reação foi resfriada a 5°C durante um período de 30 min. Então 8 1 de 3% de NH4OH aquosa (8 1) foram adicionados para levar o pH da fase aquosa a 7,4, a mistura foi agitada, e deixada ficar. A temperatura subiu a 15°C. A fase aquosa inferior de amarelo turvo foi separada. A fase orgânica foi lavada com 41 de 3% de NH4OH aquosa, 2 x 41 de água, e 2 x 41 de salmoura, O peso da fase orgânica após a lavagem era de 53,5 kg, e o rendimento de teste foi de 94%. A solução dc tolucno lavada foi combinada com as fases orgânicas lavadas de duas outras reações similarmente processadas. O total aldeído usado nas três reações foi de 5,06 kg, (20,5 mol). O peso total de CBZ-indalona 9 testado nas fases orgânicas combinadas foi de 5,91 kg, (18,3 mol, 90% de rendimento de teste). As fases orgânicas combinadas foram secadas com 5 kg de sulfato de sódio, tratadas com 250 g de carbono Darco G60 durante 30 minutos, e filtradas por Solka-floc™. Os filtrados foram concentrados a vácuo a 10 mbares a <25°C até que o resíduo estava quase seco. A troca de solvente foi completada lentamente sangrando em 30 1 de IPAC e colocado em concentração a 14 1 mbar a 50-60°C. A mistura foi aquecida ao refluxo a fim de obter uma solução laranja profundo homogênea clara. A análise lHRMN indicou que a solução continha 6 mol por cento cerca de tolueno residual após a extração do solvente. A solução foí resfriada a 68°C e semeada com 4 g de CBZ-indolina 9 cristalina. A solução foi deixada gradualmente resfriar a 2°C durante 1 hora e envelhecida a 2°C durante 1 hora. 0 produto foi isolado em filtragem, e o bolo dc filtro foi lavado com 2 x 21 de 5°C de IPAC e 2 x 2 1 de 5°C MTBC. O produto foi secado no forno a vácuo a 30°C sob uma sangria de nitrogênio para dar 4,37 kg (74%) do composto titular 9 como um pó cristalino castanho claro. A análise do produto indicou 99,5 % área % de pureza. O licor mãe (111) e as lavagens continham 1,15 kg (19%) do produto adicional 9 e 3% ca de Cbz ácido-isonipecótico fenil-hidrazida (tempo de retenção = 4,8 min.), EXEMPLO 8 CBZ-espiTomdolma-metanossulfonamida f 1) Materiais CBZ-espiroindolina (9) 1,69 kg (5,23 mol) Cloreto de metanossulfonila 599 g (5,23 mol) Et3N (KF = 151) 63 5 g (6,27 mol) THF (KF=41) 121 Um frasco foí carregado com o CBZ-espíroindolma (9) e então 11,5 1 de THF e o Et3N foram transferidos dentro do frasco por um filtro de 10 μ de mima. A solução homogênea resultante foi resfriada a (FC. Um funil de gotejamento de 1 1 foí carregado com o cloreto de metanossulfonila e 500 ml de THF. Á solução do MsCl em THF foi adicionada a uma mistura de reação mantendo a temperatura entre 0 e 4°C. A adição levou 5 horas e foi exotérmica. Um precipitado branco, provavelmente hídrocloreto de trietilamônia se formou durante a adição. A análise HPLC indicou que a reação estava completa ao final da adição (9 não era detectável).
Condições HPLC: 25 cm coluna DuPont Zorbax RXC8 com fluxo de 1,5 ml/min e a detecção a 254 nm. Relação de gradiente: Temoo froin) 0.1% aq. H,P0.t:MeCN 0 70:30 3 70:30 12 20:80 25 20:80 Tempos de retenções: 9 = 7,6 min, 1 = 13,6 min.
Após a adição estar completa, a mistura de reação foi aquecida a 18°C e envelhecida durante 16 horas. Não havia nenhuma mudança na aparência da mistura de reação, e o perfil de HPLC entre o final da adição e após as 16 horas de envelhecimento. A mistura de reação foi lentamente transferida mais de duas horas em uma solução vigorosamente agitada de 301 de água e 200 ml de 37% de HC1 aquoso em um frasco de 50 L. A temperatura no frasco de 50 1 elevou de 22 a 28°C. O produto separou como um sólido castanho pálído semelhante a pasta, que mudou a um sólido granular. A suspensão aquosa foi resfriada a 22°C e envelhecido durante 1 hora. A suspensão foi filtrada, e o bolo de filtro foi lavado com 2 x 4 1 de MeOH/água (50/50). A análise indicou que <0,1% da CBZ-espiroindolina-metanossulfonamida 1 estava em licores mãe.. O bolo de filtro foi lavado com 4 1 de MeOH/água (50/50) para qual 50 ml de 28% de NH4OH aquoso foi adicionado, O bolo de filtro foi lavado com 2 x 41 de MeOH/água (50/50), e o sólido foi secado no forno a vácuo a 50°C sobre sangria de nitrogênio para dar 2,03 kg (97%) do produto titular 1 como um pó de branco indefinido. A análise HPLC dos sólidos indicou 93,7 de área % 1. ,EXJEM£LQ9 Procedimento opcional para isolamento intermediário CBZ-espiroindolenma Í8) Materiais: Carbamato de piperidina-4- carb oxal d eí do-1 -benzila 12,3? g (0,050 mol) (5) Fcnil-hídrazina 5,41 g (0,050 mol) Ácido trifluoroacético (TFA) 11,56 ml, 17,10 g (0,150 mol) Cloreto de metileno 500 ml O CBZ-aldeído 5 foi dissolvido em díclorometano em um frasco de 1 1 equipado com barra de agitação magnética revestida com Teflon. A solução resultante foi resfriada a 0°C. Fenil-hidrazina foi adicionada por uma seringa pesada mais de cinco minutos e a temperatura foi mantida a -1 a 3°C enquanto o nitrogênio foi continuamente borbulhado através da mistura de reação. As análises TCL e HFLC indicaram uma consunçao completa do CBZ-aldeído 5 e o aparecimento de um excesso leve (<2%) de fenil-hidrazina. Condições TLC: sílica, E, Merck Kieselgel G60 F254 0,25 mm; éter de dietila/pentano (4/1); e agente em desenvolvimento de 0,5% de sulfato cérico, 14% de molibdato de amônia em 10% de ácido sulfúríco aquoso então aquece; Rf: aldcído 5 = 0,52, fenil-hidrazona 7 = 0,61, fenil-hidrazina 6 - 0,21. Condições HPLC: 25 cm coluna DuPont Zorbax RXG8 a 30°C com fluxo de 1,0 ml/min e a detecção a 254 nm; esquema de gradiente;
Tempo (min) acetomtrila:água 0 57:43 10 65:35 15 75:25 18 75:25 Tempos de retenções: fenil-hidrazina 6 = 4,5 min, tolueno = 7,2 min, fenil-hidrazona 7 = 11,4 min. A mistura de reação foi envelhecida durante 10 minutos a 0-2°C, e TFA foi adicionado por seringa mantendo a temperatura entre 2 e Tc. A mistura de reação foi aquecida a 35°C mais de 30 minutos, e mantida durante 17 horas, O nitrogênio bom fado pela mistura de reação foi parada e uma corrente de nitrogênio foi mantida sobre a mistura de reaçâc. Durante a primeira hora a 35°C, a cor escureceu gradualmente então a um cor de rosa rosado para um verde profundo, e uma quantidade relativamente pequena de um precipitado cristalino branco (trifluoroacetato de amônia) se formou. Após agitar durante 17 horas, a análise HPLC (as mesmas condições como acima) indicou que a mistura de reação continha área de 93 % indolenina 8 e <0,5% de fenil-hidrazona não reagido, permaneceu. Envelhecendo a mistura durante um longo período de tempo, mio aumentou o rendimento de teste de i indolenina 8. A mistura de reação foi resfriada a 10°C, e uma mistura continha 60 ml de 28-30% de hidróxido de amônia, 90 ml de água e 150 g de gelo esmagado foram adicionados com boa agitação. A cor da mistura mudou para salmão, A fase orgânica foi separada e lavada duas vezes com 400 ml de água então 100 ml de NaCl aquoso saturado. A fase orgânica foi secada sobre i sulfato de magnésio e filtrada por um tampão de 5 g de sílica. O filtrado foi evaporado para dar 15,84 g (99%) de indolenina 8 como um óleo laranja pálido. EXEMPLO 10 Procedimento para a Preparação de CBZ-espiroindolina-metanossulfonamida 1 (I).sem.isolamento de intermediário CBZ-espiroindolina Í91 Etana 1: CBZ-espiroindolina (9) Matérias: Carb amato (5) de pipe ridina-4-c arboxal dei do-1 -benzil a 49,5 g (0,20 mo 1) Fenil-hidrazina (Àldrích) 23,7 g (0,20 mol) Ácido trifuoroacético (TFA) 75,4 g (0,66 mol) Tolueno (KF < 250 mg /1) 654 ml MeCN (KF < 250 mg /1) 13,3 ml NaBH4 11,3 g (0,30 mol) Tolueno 20 ml MeOH 50 ml Uma solução de 2% (em volume) de MeCN em tolueno foi feita usando 654 ml de tolueno e 13,3 ml de MeCN. Em um frasco 2 L, 3 gargalos, equipado com um agitador mecânico de 617 ml da solução acima foram desgaseificados passando uma corrente fina de nitrogênio pela solução durante 5 min. Fenil-hidrazina e TF A foram adicionadas a uma mistura enquanto ainda desgaseificando. O CBZ-aldeído 5 foi dissolvido no resto da solução preparada acima (50 ml) e desgasei ficado por borbulhação de nitrogênio através da solução enquanto no funil de adição. A solução no frasco foi aquecida a 35C, e a solução de aldeído foi lentamente adicionada a fenil-hidrazina-TFA mais de 2 horas. À mistura foi envelhecida a 35°C durante 16 horas.
Condições de HPLC; 25 cm coluna DuPont Zorbax RXC8 a 50°€ com fluxo de 1 ml/min e a detecção a 220 nm; isocrático 55% MeCN, 45% de 0,1% de H3P04 aquoso. Lista HPLC típica após 16 horas de envelhecimento;
Tempo de retenção (min) Área % Identidade 1.6 0,1-0,5 fenil -hidr azina 6 4,1 <0,1 dí mero 21 4.7 <0,1 aldeído 5 5,0 NÂ espiroindolina 9 6,3 NA tolueno 6,9 97 espíroindolenína 8 10,3 <0,2 fenil-hidrazona 7 2-3 tot. outras impurezas <0,2% ea. A mistura foi resfriada a -10°C e o MeOH adicionado. Uma suspensão de boroidreto de sódio em 20 ml de tolueno foi adicionada em porções pequenas (1 ml) mais de 30 min tendo cuidado que a temperatura não exceda -2°C. Área % Identidade 0,1-1 fenil-hidrazina 6 85-90 CBZ-espiroindolina 9 <0,1 CBZ-espiroindolemna 8 10-15 tot. outras impurezas (<3% ea.) A temperatura foi elevada a 10°C mais de 1 hora, e 6% de amônía aquosa (200 ml) foram adicionados. A mistura foi agitada durante 10 minutos, deixado assentar durante os outros 10 minutos, e a fase aquosa inferior foi retirada. Â acetonítrila (20 ml) e MeOH (20 ml) foram adicionados a uma fase orgânica e lavadas com 150 ml a 15% de salmoura. A fase orgânica foi verificada como contendo 92% rendimento de teste de CBZ-espiroindolina 9.
Etapa 2: CBZ-espiromdol ina-metano ssul fonam ida (1) Materiais; CBZ-espiroindolina (9) (PM = 322,51) (0,184 mol) Cloreto de metanossulfonila 21,1 g (0,184 mol) DIEA (KP = 150 mg /1) 29,7 g, 40,1 ml (0,230 mol) THF (KF = 41 mg/l) 150 ml A solução bruta da solução CBZ-espiroindolina da Etapa 1 acima foi concentrada em um frasco de gargalo de 1L 3 (60-70°C, 150-200 Torr) até 250 g do resíduo permanecer. THF e DIEA foram adicionados, e a solução homogênea resultante foi resfriada a 0°C Um 125 ml de gotas no funil foi carregado com o cloreto de metanossulfonila e 50 ml de THF. A solução de MsCl em THF foi adicionada mais de 2 horas a uma mistura de reação mantendo a temperatura entre 0 e 4°C e a mistura foi envelhecida durante 2 horas a 5-8°C. A adição levou 5 horas e foi exotémiica. Um precipitado branco, provavelmente hidrocloreto-DIEA, se formou durante a adição. As condições HPLC foram as mesmas como acima. A análise HPLC indicou que a reação foi completa 1 hora após o final da adição (o 9 não era detectável) e o rendimento de teste foi de 94% de 9. Tempo de retenção: 1 = 7,8 min. Lista HPLC típica da mistura de reação após 2 hora de envelhecimento: Área % Identidade <0,1 CBZ-espiroindolina 9 90-92 CBZ-sulfonamida 1 8-10 outras impurezas (<2% ea.) A mistura foi aquecida a 20°C, e 200 ml de 1M de HC1 aquoso foi adicionado. A mistura foi aquecida a 50°C, e a fase aquosa foi separada. A fase orgânica foi lavada sequencialmente com 100 ml de água, 100 ml de 5% de bicarbonato de sódio aquoso, e 100 ml de água. A fase orgânica foi transferida a um frasco de gargalo de 1 1 3 equipado para agitação e destilação mecânica. A mistura (ca 400 ml) foi destilada a pressão atmosférica até 150 ml do destilado que foi coletado. A temperatura de topo alcançou 107°C; a temperatura de vaso era de 110°C. A destilação foi continuada com adição contínua de n-propanol a tal uma taxa como manter um volume constante (ca 350 ml) no vaso. A destilação foi parada quando um total de 525 ml de n-PrOH foi adicionado e um total de 800 ml do destilado foi coletado. A temperatura de tanto o topo como do vaso se elevou de 94°C a 98°C durante a troca do solvente. O tolueno e n-PrOH de um azeótropo e fervendo a 97,2°C composta de 47,5% de tolueno e 52,5% de n-PrOH. A mistura foi deixada resfriar gradualmente a 20°C mais de 3 horas e envelhecido durante 12 horas. O licor mãe foi verificado como contendo 2% de tolueno e 4 mg/ml de sulfonamida. A solubilidade da sulfonamida em várias misturas de tolueno e n-PrOH foi determinada pelo teste HFLC: %tolueno em n-PrOH Solubilidade de 1 em mg/ml 0 2,36 5 3,02 10 4,23 20 7,51 25 10,3 I A suspensão cristalina foi filtrada e lavada com 3 x 100 ml de n-PrOH. O produto foi secado em um forno a vácuo a 50°C com uma sangria de nitrogênio durante 16 horas para fornecer 65,5 g (82 % de aldeído 5) de 6 como um sólido castanho com 93,5% em peso de pureza.
Lista de HPLC típico de sólido: ! Área % Identidade <0,1 CBZ-espiroindolina 9 >99 CBZ-sulfonamida 1 < 10 tot. outras impurezas (<0,2% ea.) Para purificação adicional, uma amostra de 40,0 g de n-PrOH l· sulfonamida cristalizada foi dissolvida em 134 ml de EtOAc a 60°C e tratada com 8,0 g de carbono Darco G-60 durante 1 hora a 60°C. Após a adição de 2,0 g Solkafloc™, e a suspensão foi filtrada através de um chumaço de 4,0 g Solkaflac ™ e o chumaço foi lavado com 90 ml de EtOAc a 60°C. Antes da adição do carbono a solução era de uma cor marrom. A filtragem prosseguiu I bem sem tampar para dar um filtrado amarelo dourado. O filtrado foi destilado a pressão atmosférica em um frasco de 500 ml (temperatura de vaso 80-85°C) até 100 g (100 ml) de resíduo permanecido. Esta solução foi deixada resinar a 35°C mais de 3 horas. Durante um período de 1 hora, 116 ml de ciclo-hexano foram adicionados com boa agitação a 35°C. Â mistura foi resfriada a 20°C em cima de 1 hora e envelhecido a 20°C durante 12 horas, A 35°C mais da sulfonamida foi cristalizado fora e a mistura era espessa, A adição de ciclo-hexano a 20°C faz agitação difícil Depois ao período de envelhecimento, o sobrenadante foi verificado conter 2,5 mg 1/g. A suspensão cristalina foi filtrada e o bolo foi lavado com 77 ml de 2; 1 ciclo-hexano-EtOAc e 2 x 77 ml de ciclo-hexano, O produto foi secado em um fomo a vácuo a 50°C com uma sangria de nitrogênio durante 16 horas para dar 34,2 g de l (PM = 400,3) como um sólido cristalino branco (85 % de recuperação do bruto 1,70% de 5 com >99,9 % em peso de pureza). EXEMPLO 11 Sal HC1 de esniroindolina-metanossulfonamida(Ia) Materiais: CBZ-espiroindolína*metanossulfonamida (1) 94 i g (2,35 mol) Catalisador de Pearlman 20% Pd(OH)2/C 188 g THF 81 MeOH 71 0 catalisador foi colocado em suspensão em 7 1 de MeOH e transferido no autoclave de 22,5 litros pela adição de 1 em 8 1 de THF. A mistura foi hidrogenada a 25°C a 5,62 kg/cm2 de H3. Após 2,5 horas a temperatura foi elevada a 35°C durante 30 minutos. A análise HPLC indicou consumo completo de Cbz-espíroindolina-metanossulfonamida. Condições HPLC: 25 cm coluna DuPont Zorbax RXC8 com fluxo de 1,5 ml/min e a detecção a 254 nm. Esquema de gradiente: Tempo (min) 0,1 % aq. H^PO^MeCN 0 70:30 3 70:30 12 20:80 25 20:80 Tempos de retenções: espiroindolina = 7,6 min, Cbz-espiroi ndolina-metanossu I fonamida = 13,6 min. A mistura foi purgada com nitrogênio e o catalisador foi removido pela filtragem através de Solka-floc” enquanto ainda quente, O catalisador foi lavado com 4 l de THF e 2 1 de MeOH. O catalisador foi lavado com 4 1 de THF e 2 1 de MeOH. Os filtrados de amarelo pálido foram concentrados a um óleo espesso a 10 mbar e <25°c. A troca de solvente foi completada sangrando lentamente em 15 1 de EtOAc e colocada em concentração até secura. O resíduo solidificou a uma massa branca dura indefinida. MeOIi (1,5 1) foi adicionado e a mistura aquecida a 70°C para dar uma solução homogênea. Enquanto a solução estava a 70°C, 10,5 1 de EtOAc a 20°C foi adicionado. A temperatura caiu a 40°C, e a mistura permaneceu homogênea.
Experiências subsequentes sugerem que é mais conveniente a troca de solvente dos filtrados MeOH-THF para MeOH, concentrar ao volume desejado, e então adicionar o EtOAc. Isto evita a solidificação do resíduo sob a concentração da solução EtOAc. O cloreto de hidrogênio diluído com cerca de um volume igual do nitrogênio foi passado na solução. A temperatura se elevou de 60°C durante um percurso de 15 minutos, e um precipitado branco do sal de hídrocloreto se formou. Diluindo o HC1 com nitrogênio somente evita que a mistura de reação faça uma retro-sucção e pode não ser necessária. A mistura foi resfriada cm um banho a gelo, e a adição do cloreto de hidrogênio foi continuada durante 1 hora, Â temperatura gradual mente caiu a 20°C. A suspensão foi envelhecida durante 2 horas enquanto a temperatura foi abaixada a 10°C. O produto cristalino foi isolado pela filtragem, e o bolo de filtro foi lavado com 3 1 de EtOAc, Foi secado no fomo a vácuo a 35°c para dar 1,18 kg (86%) do produto titular la como um sólido cristalino branco indefinido de >99,5 área % pureza pela análise HPLC.
Condições HPLC: 25 cm coluna DuPont Zorbax RXC8 com fluxo de 1,5 ml/min e a detecção a 230 nm; isocrático 35% MeCN, 65% de 0,1% de acetato de amônia aquosa. Tempo de retenção: la = 5,4 min. EXEMPLO 12 Espiromdoima-metanossulfbnamida (Forma de base livre) ílb) Uma alíquota de 250 ml do filtrado de Cbz-hidrogenólise contendo 4,67 g de 1B (base livre) foi concentrada a cerca de 10 ml. O resíduo foi dissolvido em 20 ml de EtOAc e a solução foi colocada em concentração a cerca de 10 ml. Isto foi repetido mais de uma vez, e 10 ml de EtOAc foi adicionado ao resíduo. Um precipitado cristalino começou a formar. MTBE (20 ml) foi adicionado em uma porção. O sólido cristalino adicional precipitou, mas o sobrenadante ainda contendo uma quantidade substancial de produto dissolvido o qual não precipitou no estabelecido. Os hexanos (70 ml) foram adicionados em gotas mais de 2 horas a uma mistura com agitação vigorosa. A adição lenta dos hexanos é necessária para evitar a formação de óleo fora da amina. A mistura agitada foi envelhecida durante 1 hora e filtrada. O bolo de filtro foi lavado com 20 ml de 1:1 MTBE-hexanos e então cora 20 ml de hexanos. O produto foi secado sobre uma corrente de nitrogênio para dar 3,86 g (82%) da amina isenta de 1b como um sólido cristalino branco indefinido de >99,5% de área de pureza. As condições HPLC; 25 cm coluna DuPont Zorbax RXC8 com fluxo de 1,5 ml/min e a detecção a 230 nm; isocrático 35% MeCN, 65% de 0,1% de acetato de amônia aquosa. Tempo de retenção: lb — 5,4 min, EXEMPLO 13A
Espiroindolina-metanossulfonamida ÍForma de base livrei flbl Materiais: CBZ-espiromdolma-sulfònaimda (1) 833,5 gr (2,08 mol) Pd(OH)2/C(20% em peso de Pd(OH)2) 124,5 (15%) THF 6,51 MeOH 19,51 NH4OH(conc) 60 ml A hidrogenaçào foi ciclada três (3) vezes devido as limitações de equipamento; este procedimento refere-se a ura único ciclo. O CBZ espiroindolina sulfonamida 1 foi dissolvido em THF (6,5 L, KF = 53 pg/μΐ) e então MeOH (KF=18 pg/ml, 4L) foi adicionado seguido pela adição do catalisador e a suspensão foi transferida a um autoclave de 22,5 litros. O restante do MeOH (2,5 1) foi usado para enxaguar. A mistura foi aquecida a 40°C a 3,51 kg/cm2 durante 24 horas. O catalisador carregando e o tempo de reação são uma função de pureza do material de partida 1. Este material foi. singular requerendo > 15% do catalisador e o tempo de reação longa. As bateladas mais puras de espiroindolina só requereram 5% do catalisador e 4-6 horas de tempo de reação.
Ao completar (<ü,l A% 1 em LC), a mistura foi filtrada através de Floc™ e o bolo de carbono lavado com MeOH (13 1) contendo NH4OH (0,5%, 60 ml). Os filtrados combinados (0 teste mostra 1587 g de espiroindolina amima 1b) foram concentrados em vácuo e os sólidos resultantes foram divididos entre 40 l (de toluenoiTHF (3:1) e 0,5N NaOH (18 1). Embora as camadas separaram facilmente, um precipitado pesado pode ser visto na camada aquosa. A suspensão aquosa foi assim extraída com CH2C12 (15 1). A camada orgânica e aquosa separaram lentamente. Antes da adição de CH2C12, 0 THF foi adicionado a uma camada aquosa junto com bastante NaCl para saturar a camada. No entanto, a dissolução do produto não foi alcançado que necessitou 0 uso de CH2C12. O tolueno combinado, as camadas THF e CH2C12 foram combinadas e concentradas no concentrador de batelada. O resíduo foi enxaguado com 7 1 de CH3CN. Finalmente 101 de CH3CN foram adicionados e a solução permaneceu durante a noite sob atmosfera de N2.
EXEMPLO 13B
Es p i r 0 indol ina-metanos sulfonamida (Forma de base livrei (Ib) Materiais: CBZ-espiroindolina-sulfonamida (1) 3 kg (7,49 mol) D arco G-60 600 g Acetato de etila 361 Etanol absoluto 1891 10% Pd/C 450 g Solução de amônia 500 ml Solka Ploc" 2,5 kg Acetato isopropila 651 Urna mistura de CBZ-espiroindolina 91) (1 kg) e Darco G-60 (200 g) em acetato de etila (9 1) foi agitada e aquecida a 60-65°C sob uma atmosfera de hidrogênio durante 8 horas. O Darco foi removido pela filtragem a 60-65°C, o sólido lavado com acetato de etila quente (3 1) e o filtrado e lavagens combinadas. O LC peso/peso teste confirmou perda desprezível para o Darco. A solução acetato de etila foi evaporada até secura in vácuo usando um aparelho de 20 I Buchi e então enxaguado com etanol absoluto (2x5 1), Este material foi então suspendido em etanol absoluto (8 1) aquecido a 65-70°C e colocado no autoclave 20 L. A batelada foi enxaguada com etanol absoluto (1 1). Uma suspensão de 10% de paládio em carvão (75 g, 7,5% em peso) em etanol absoluto (750 ml) foi então adicionado para o autoclave e enxaguado em com uma porção adicional de etanol absoluto (250 ml). A batelada foi hidrogenada a 65°G com agitação vigorosa sob 2,81 kg/cm2 de pressão de hidrogênio durante 3 horas, uma segunda porção de 10% de paládio em carvão (75 g) foi adicionada, a batelada foi hidrogenada para um adicional de 2 horas e então selado durante a noite. A batelada foi transferida (ainda quente, 60-65°C) a um aparelho de Buchi e desgaseificada in vácuo para remover o ácido fórmico por etanol absoluto "alimentado e sangrado" (181 total).
Este procedimento foi repetido duas vezes mais e as três bateladas foram combinadas em um vaso de vidro forrada de 4,5 litros e a batelada combinada foi desgaseificada outra vez pela adição e destilação (in vácuo) do etanol absoluto (2 x 10 1). Solka floc™ (0,5 kg) foi adicionado a batelada e enxaguada com etanol (101). Um filtro Estrella foi carregado com Solka floc™ (2 kg) como uma suspensão em etanol (20 1). A mistura resultante foi aquecida a 60-65°C e então transferida a esta temperatura via filtro aquecido usando uma bomba de duas caixas de aço inoxidável. O vaso iniciai, o filtro, a bomba e as linhas foram enxaguadas com uma mistura quente (60-65°C) de amônia aquosa (500 ml) em etanol absoluto (25 1). Os filtrados e lavagens foram combinadas em duas caixas de aço inoxidável A batelada foi então transferida para um vaso usando um filtro em linha contendo um cartucho de 10 mícron, e então concentrado in vácuo a um bruto inferior (-45 1). O etanol foi substituído por acetato de isopropila pelo 11 alimentado e sangrado" de 3x de volumes de grupo de acetato de isopropila (45 1 total), enquanto mantendo um volume de grupo de -15 L. Ά troca de solvente quando completa, continha <1% de etanol residual por GC. O volume foi então diluído a-23 1 pela adição de acetato de isopropila (20 1), e esta solução de espiroindolina-amina lb (1,855 kg pela análise LC) em acetato de isopropila foi usado para a próxima fase do processo. EXEMPLO 14 A, Boc-O-bertzilserina espiroindolina (11) Materiais: Espiro i n do l ina-amina (1 b) 1587 g (5,966 moles) Aminoácido (10) 1938 g (6,563 moles) DCC 1334,5 g (6,563 moles) HGBT 884 g (6,563 moles) CH3CN 251 0,5NNaQH 181 0,5NHC1 181 NaHCOjSat. 181 iPrOAc 281 A espíroindoiina-amina 1b em CH3CN ou iPrOAc:H20 (25 1) a temperatura ambiente sob N2 foi tratado na sequência com HOBT (884 g; 1,1 eq) como um sólido, DCC (1334,5 g, 1,1 eq) como a fusão (aquecimento em água quente a 60°C durante cerca de 1 hora) e fínalmente o aminoácido 10 (1938 g) como o sólido. A mistura foi agitada durante 3 horas sob o qual o tempo de precipitação pesado de DCU ocorreu e a análise LC mostrou cerca de 0,5% A% de amína lb restante. IP Ac (9 1) foi adicionada, a suspensão foi filtrada através de Solka Floc™ e o bolo foi lavado com IP Ac (19 1). A solução orgânica combinada foi lavada na sequência com 0,5N NaOH (181), 0,5N HC1 (18 1) e NaHC03 saturada (18 1). Uma lavagem de água final neste momento resultou em uma emulsão e foi assim eliminado. A camada orgânica foi concentrada in vácuo e o resíduo foi dissolvido em MeOH ou EtOAe (10 1 de volume finai). Rendimento de teste 3026 gr (89%). O uso de agentes de copulação de pcptídeo alternativo tal como carbonildiimidazol ou formação de anidridos, tal como sec-butil carbonato, deu rendimentos inferiores de i I e/ou 14 com um grau elevado de epimerização no caso do composto anterior. Outros reagentes de copulação peptídeo foram proibitivamente caro.
EXEMPLO14B
Boc-O-benzílserma espiroindolina fll) Materiais: Espiroindolina-amina (lb) 1855 kg (6,96 mol) Acetato isopropila 291 diciclo-hexilcarbodiimida (DCC) 1,58 kg (7,65 mol) 1 -hidroxíbenzotríazol (HOBt) 1,03 kg (7,62 mol) N-Boc-O-benzii-D-serina 2,26 kg (7,65 mol) 1M de hidróxido de sódio aquoso 261 Q,5M de ácido clorídrico aquoso 261 Carbonato de hidrogênio de sódio aquoso saturado 26 1 Eíanol absoluto 501 Â água (20 1) foi adicionada a uma solução agitada da espiroindol ina-amina lb (1,855 kg) em acetato de isopropila (33 1) em um vaso de reação. As seguintes químicas foram então adicionadas sequencialmente a temperatura ambiente sob uma atmosfera de nitrogênio: DCC (1,58 kg, 1,1 equivalentes.), HOBt (1,03 kg, 1,1 equivalentes.) e final mente N -B oc-O-be nzil-D-serina (2,26 kg, 1,1 equivalentes.). Os reagentes foram enxaguados com acetato de ísopropila (7 I). À batelada foi agitada a temperatura ambiente sob atmosfera de nitrogênio durante 5 horas quando LC mostrou a relação do produto/matenal de partida paia ter 99,4/0,6. A mistura foi então filtrada através de um filtro Estrdla usando apenas pano e papelão e utilizando uma bomba dentro de outra vasilha. O vaso de envio foi enxaguado com acetato de ísopropila (22 1) e isto foi usado para enxaguar o filtro, a bomba e as linhas dentro do vaso receptor. A mistura de 2 fases no vaso foi agitada durante 10 minutos e então deixada permanecer durante 15 minutos. A camada aquosa inferior foi separada e a solução orgânica foi deixada permanecer a temperatura ambiente durante a noite.
No próximo dia, a solução orgânica foi lavada com 1M de solução aquosa de hidróxido de sódio (26 1) então 0,5M de ácido clorídrico aquoso (26 1) e finalmente o carbonato de hidrogênio de sódio aquoso saturado (26 1). A análise LC deu um rendimento de teste de 3,787 kg, 93% de rendimento global de 7,49 moles (3 kg) de CBZ-espiromdolina (1) de partida. A batelada foi concentrada in vácuo (temperatura interna = 13-15°C. Temperatura de camisa = 4Q°C, Vácuo = 29") para o bruto baixo (-15 1) e o solvente trocado para etanol por "alimentação e sangria" etanol (50 1) ainda mantendo o volume a -15 L. GC mostrou <1% de acetato de ísopropila restante. Esta solução foi usada para o próximo estágio do processo.
EXEMPLO 15 A O-benzilserina espiroíndolina ('forma de base livre) (12) Materiais: Boc-O-benzilserina espiroíndolina (11) 3026 g(5,57 moles) Ácido sul fônico de metano (MsOH) 1,161 (17,9 moles) MeOH 101 iPrOAc 241 0,5 M NaOH 351 O Boc-O-benzilserína espiroíndolina liem 10 1 de MeOH (ou EtOAc) foi tratado com MsOH limpo (1,16 1) adicionado sobre cerca de 30-40 min, (temperatura inicial 16°C, temperatura final 28°C). A solução vermelha escura foi envelhecida durante a noite sobre N2. A mistura foi então bombeada dentro de um extrator de 100 1 contendo 241 iPrOAc e 35 1 0,5 N NaOH. O pH da camada aquosa foi 7. NaOH (6M) foi adicionado até o pH > 10,5. Como o pH aumentou a cor trocada do vermelho para amarelo. As camadas foram separadas e a camada orgânica (24 1) foi mostrada por RMN como contendo 13 mole % de MeOH em iPrOAc [5 volumes %]. Teste LC 2,48 kg.
EXEMPLO 15B O-benzilserina espiroíndolina (forma de base livre) (12) Materiais: Boc-O-benzilserina espiroíndolina (11) 3787 kg (6,96 moles) Ácido metanossulfônico 2,006 kg (20,87 moi) Acetato de isopropila 38 1 1M de hidróxido de sódio aquoso 161 50% de hidróxido de sódio aquoso 1,6 1 Ácido metanossulfônico (2,006 kg, 1,355 L, -3 equivalentes.) foi adicionado a uma solução agitada de Boc-O-benzilserina espiroíndolina (11) (3,787 kg) em etanol (volume total -15 1) em um vaso de reação. A batelada foi aquecida a 35-40°C. Após 7 horas, o LC mostrou a ausência do material de partida e a reação foi deixada resfriar a temperatura ambiente durante a noite. O próximo dia, a água (44 1) foi adicionada a batelada com agitação. A batelada foi resfriada a -5°, agitada durante 30 minutos e então filtrada através de um filtro em linha (carregado com um cartucho de 10μ) dentro de uma caixa. Á batelada foi então sugado dentro da vasilha. Uma água enxaguada (10 l) foi usada para enxaguar o vaso e as linhas dentro da caixa e esta foi usada para então retro-enxaguar no vaso, O acetato de isopropila (38 l) foi adicionado seguido por um 1M de hidróxido de sódio aquoso (16 1). A batelada foi resfriada a 10-15°C, o pH da camada aquosa inferior foi confirmado como -7 e 50% de hidróxido de sódio aquoso foi adicionado (1,6 1) (pH > 10). A batelada foi agitada a 10-15“C durante 25 minutos e então deixada estabelecer durante 10-15 minutos. A camada aquosâ inferior foi separada (78,1 kg). O teste LC indicou 28,4 g de 12 (0,85% de teoria) contido nos licores aquosos. O volume da solução orgânica - 51 L. O teste LC indicou 3,057 kg, 92% de rendimento global de 3 kg, 7,49 moles de CBZ-espíroindolina sulfonamida (1). Esta solução foi usada para a próxima fase.
EXEMPLO 16A
Boc-aminoisobutiribQ-benzilserina espiroindolina (14) Materiais: Espiroindolina amina (12) 2481 g (5,57 moles) Aminoácido peptídeo (13) 1247,1 g (6,16 moles) DCC 1266,7 g (6,16 moles) HOBT 827 g (6,16 moles) IP Ac 521 H20 371 Ü,5N NaOH 361 0,5N HC1 361 NaHC03 sat. 361 A solução de amina 12 em IP Ac foi diluída a um vclume total de 39 1 com IP Ac c 37 I de H20 foi adicionado. A mistura bifásica foi então tratada na sequência com HOBT (827 g) como um sólido, DCC (1266,7 g) como uma fusão, e o aminoácido 13 a temperatura ambiente sob nitrogênio. A mistura de reação foi agitada durante 2 horas em qual tempo a análise LC indicou desaparecimento do material de partida 12 (<0,3 Â%). A mistura foi filtrada através de Solka Floc™ e os sólidos foram lavados com 13 1 de IP Ac. O material pode ser armazenado neste ponto como uma mistura bifásica durante a noite. A mistura foi transferida a um extrator de 100 L, a camada aquosa foi separada e a camada orgânica foi lavada sucessivamente com 36 1 de 0,5N NaOH, 0,5N HC1 e NaHC03 saturada. O rendimento de teste de 3160 g (81% de espiroindolina ± 5% para erro de medida de volume). A solução foi concentrada a um volume pequeno e foi enxaguada com etanol (2 x 4 1). Se desejado, o composto intermediário 14 pode ser isolado pela adição em água para cristalizar o mesmo. O uso dos agentes de copulação de peptídeos alternativos, como carbonildiimídazol ou formação de anidros misturados, tal como sec-butil carbonato, deu rendimentos inferiores de 14 com um grau elevado de epimerização. Outros reagentes de copulação de peptídeo foram proibitivamente caros.
EXEMPLO 16B B oc -ami no i s o butin ] - O -b en zi I s enna espiroindolma Í14i Materials: Espiroindolina-amina (12) 3,057 kg (6,89 mol) Dic i cl o-hexi 1c ar b odiimi da (DCC) 1,56 kg (7,56 mol) 1 -hidroxibenzotriazol (HOBt) 1,02 kg (7,55 mol) Ácido de Boc-2-aminoisobutírico (13) 1,54 kg (7,58 mol) Acetato de isopropíla 32 1 1M de hidróxido de sódio aquoso 38 1 0,5M de ácido clorídrico aquoso 38 1 Carbonato de hidrogênio de sódio aquoso sat 38 1 Etanol absoluto 45 l * Agua (49 1) foi adicionada a um solução agitada da espiroindolma amina 12 (3,057 kg) em acetato de isopropíla (volume total -51 1) em um vaso de reação a temperatura ambiente sob uma atmosfera de hidrogênio. Os seguintes químicos foram então adicionados sequencialmente: DCC (1,56 kg, -1,1 equivalentes.), HOBt (1,02 kg, -1,1 equivalentes.) e final mente, ácido de N-Boc-2-aminoisobutírico 13 (1,54 kg, —1,1 equivalentes.). A mistura foi agitada vigorosamente a temperatura ambiente durante 2 horas quando o LC mostrou a reação para ser completa. A mistura foi filtrada para outro vaso via um filtro Estrella usando uma bomba. O acetato de isopropíla (22 1) foi usado para enxaguar o vaso, o filtro, a bomba e as linhas dentro do vaso receptor. A mistura de duas fases foi então agitada durante 5 minutos e as camadas foram deixadas separar. A camada aquosa inferior foi separada sem incidente (peso do licores aquoso = 51,1 kg). A solução orgânica foi então lavada sequencialmente com hidróxido de sódio aquoso 1M (38 1), 0,5M de ácido clorídrico aquoso (38 1) e fmalmente, carbonato de hidrogênio de sódio aquoso saturado (381) sem incidente. A solução orgânica foi então transferida usando uma bomba via um filtro em linha (contendo um cartucho de 10μ) a outro vaso para a troca de solvente em etanol. O vaso foi enxaguado com acetato de isopropila (10 1) e isto foi usado para enxaguar a bomba, o filtro e as linhas dentro do vaso receptor. Os filtrados e lavagens foram combinados. O volume total = 75 1 (por bastão). Teste LC deu 4,395 kg de Boc-aminoisobutiril 0-benzilserina espíroindolina (14), isto é, 93% global de 7,49 moles de partida de CBZ-espiroindolina sulfonamida (1). A batelada foi concentrada in vácuo para diminuir o volume (-15 1) e o acetato de isopropila trocado a etanol por "alimentação e sangria" de etanol absoluto (45 1 total). Ao final da troca de solvente, GC mostrou <1% de acetato de isopropila restante, Esta solução (25 l) contendo 4,395 kg de 14 foi usado para a próxima fase. Se desejado, o composto intermediário 14 pode ser isolado pela adição da água para cristalizar.
EXEMPLO 17A
Aminoisobutiril O-benzilserina espiroindolina (15) Materiais: Boc espiroindolina (14) 3160 g (5,03 moles) Ácido metanos sul fônico (MsOH) 979 ml (15,1 moles) EtOH 6,21 H20 301 INNaOH 111 EtOAc 261 Darco 60 carbono ativado 1 kg Boc espiroindolina 14 foi dissolvida em 6,2 1 de EtOH e tratada com MsOH (979 ml). A temperatura se elevou de 20 a 30°C e a reação foi deixada prosseguir durante a noite. Após 12 horas a 20°C era ainda 15 A% de material de partida deixado como a mistura foi aquecida a 35°C durante 6 horas. Ao concluir, (<0,1 A% 14), & reação foi resfriada a 20°C e 30 1 de H20 foram adicionados e a solução foi filtrada através de um funil de vidro com um filtro de polipropileno para filtrar o DCU residual. A mistura foi transferida a um extrator 100 1 e 26 l de EtOAc foram adicionados. A camada aquosa foi tomada básica via adição de IN NaOH (111) resfriada e 1 I de 50% de NaOH. A adição de gelo foi requerida para manter a temperatura abaixo de 14°C. As temperaturas mais elevadas resultaram nos problemas de emulsão significantes. A camada orgânica foi destilada a 50°C a 21 ” cerca de Hg até KF <1000 pg/ml. KF inferior resulta em tratamentos de carbono mais eficientes e melhor recuperação a uma etapa de formação de sal. KF's de 160 (ug/ml foram alcançados a uma escala de 700 g. A solução foi diluída com acetato de etila a um volume total de 31 1 (teste LC 2,40 kg). O carbono ativado (Darco G-60) foi adicionado e a mistura foi agitada durante 24 horas. A mistura foi filtrada através de Solka Floc"* e o bolo de filtro foi lavado com acetato de etila (16 1), teste 2,34 kg.
EXEMPLO 17B
Aminoisobutiril O-benzilserina espiroindolina Π5) Materiais: Boc espiroíndolina (14) 4395 kg (6,99 mol) Ácido metanossulfônico 2,017 kg (20,99 mol) Acetato de etila 1851 Hidróxido de sódio aquoso LM 16 I 50% de hidróxido de sódio aquoso 2,61 Dar co G-60 900 g Solka Floc™ 2,5 kg O ácido metanossulfônico (2,017 kg, 1,36 l, -3 equivalentes.) foi adicionado a uma solução agitada do Boc espiroíndolina 14 (4,395 kg) em etanol (volume total -25 1) no vaso de reação a temperatura ambiente, A batelada foi aquecida a 35-40°C, e agitada durante a noite, No próximo dia, a batelada continha -1,1 A% de material de partida e como a reação foi continuada durante mais 4 horas, então o LC mostrou a relação de produto/material de partida como tendo 99,6/0,4. A batelada foi concentrada in vácuo em -15 1 de volume e então diluído com água (44 1). A batelada foi resfriada a 5°C, agitada durante 30 minutos e então filtrada através de um filtro em linha Sparkler (contendo um cartucho de 10μ) usando uma bomba para outro vaso para remover uma quantidade pequena de DCU residual. 0 vaso, a bomba, o filtro e as linhas foram enxaguadas com água (10 1), e isto foi adicionado a um. vaso, O acetato de etila (36 1), foi adicionado a um vaso e a mistura agitada foi resfriada a l GUC, Uma solução de 1M de solução hidróxido de sódio aquoso fria (5-10°C) (16 1) e 50% de solução de hidróxido de sódio aquosa fria (5-10°C) (2,61) foram adicionados a 10°C e a temperatura se elevou a 14°C. À mistura resultante foi agitada durante 15 minutos a <14°C e então a camada aquosa inferior separou, A batei ada foí concentrada in vácuo para -20 1 de volume e então uma mistura de acetato de etila (35 1) e etanol (5 1) foi alimentada enquanto mantendo o volume a -20 L. Após o final desta destilação o KF foi 9160 mgm]'1. A batelada foi trocada em solvente para o acetato de etila por "alimentação e sangria (40 1 total). Ao final desta destilação, KF foi de 446 mgml'1. A batelada foi diluída com acetato de etila (101).
Darco G-60 (900 g) foi adicionado a uma mistura turva. Esto foí enxaguado em acetato de etila (61), Esta mistura foi agitada a temperatura ambiente durante a noite. No próximo dia, Solka Floc™ (0,5 kg) foi adicionado a uma batelada misturada no vaso e então Solka Floc™ (2,0 kg) foi agitado em acetato de etila e carregado dentro de um filtro Estrella. O excesso de solvente foi bombeado por meio de um filtro em linha Sparkler contendo um cartucho de 10μ. A suspensão foi transferida do vaso através de um filtro usando uma bomba e então através de outro filtro para 2 x 401 caixa de aço inoxidável. A inspeção visual mostrou licores como sendo transparentes e limpos. O vaso foi enxaguado com acetato de etila (22 1) e usado para enxaguar através da via descrita acima para as latas de aço inoxidável. Os conteúdos de ambas as latas foram transferidos em um vaso de reação e a solução foi completamente misturada. A batelada (58 1) tinha um KF de 2950 mgml·1 e foi assim secada novamente pela concentração in vácuo para 20-25 1 de volume. A batelada foi diluída para 46 1 de volume (bastão) pela adição de acetato de etila (25 l). 0 KF era 363 mgml"1. A batelada foi diluída a 62 I de volume pela adição de acetato de etila (17 l) e foi usado para o estágio final do processo, EXEMPLO 18A
Metanossulfonato de espiro [3H-mdol-3,4’-piperdm]-1 ’-il) carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) eti l]-2 -amino- 2-metilpropanamida (16) Materiais: Amina (15) 2340 g (4,43 moles) Ácido metano ssulfonic o 316 ml (4,88 moles) EtOAc 601 EtOH 4,81 8% de EtOH em EtOAc 201 O volume da solução de 15 da etapa anterior foi ajustada a 60 1 com acetato de etila e EtOH (4,8 I) foi adicionado, O MsOH (316 ml) foi adicionado em 3 1 de EtOAc a 45°C Para a solução homogênea de vermelho profundo foram adicionados 496 g da semente de Forma I do composto titular (10% semente baseada no peso de amina livre foi empregado). A temperatura se elevou a cerca de 48°C e a reação foi envelhecida a 52°C durante 1,5 horas. Às análises indicadas completa conversão para o composto titular (Forma I). (Menos que 10% idade maior da semente (> 3 horas) foi requerido). O suspensão foi deixada para resinar a 20°C durante a noite e foi filtrado em uma centrífuga sob N2. 0 bolo foi lavado com 20 1 de 8% de EtOH em EtOAc. N2 é essencial durante filtragem porque os cristais úmidos são muito higroscópicos. O banho foi secado a 35°C sob vácuo para dar 2,7 Kg (56% total dar) do composto titular (Forma I) (99,9 A% pureza; < 0,1% enanciômero). A conversão da Forma II para a Forma I também é acompanhada onde o sal é formado em EtOAc-EtOH por adição de MsOH como acima e a solução inicial do sal (a 55 °C) é resfriada a 45°C. Os cristais começam a aparecer na temperatura e a suspensão se toma mais espessa com o tempo- A temperatura é então elevada a 5l°C e a suspensão é envelhecida durante a noite. A conversão completa para a Forma I de 16 deve ser esperada. Esse procedimento também pode ser empregado para preparar cristais semente da Forma Ϊ de 16.
EXEMPLO 18B
Metanos sul fonato de espiro pH-indol-S^-piperdinl-r-il) carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) eti 1 ] -2-amino-2 -me tilpr opanamida (16) Materiais: Amina (15) 3,1 kg (5,86 mol) Ácido metanossulfônico 620 g (6,45 mol) Acetato de etila 37 1 Etanol absoluto 8,7 1 Metanossulfonato de espiro [3H-indol-3,4’-piperdin]- Γ-i 1) c arboni 1 ] -2 - (fen i l m eti 1 - oxi) eti 1] - 2 - am i no- 2-meti Iprop anami da (Formal) 70 g (0,11 mol) O etanol absoluto (6,4 1) foi adicionado na solução de amina (15) (3,1 kg) em acetato de etila (volume total -62 1) em vaso de reação, O banho foi aquecido a 50°C e uma solução de ácido metanossulfonico (620 g, 412 ml, 1,1 equivalentes.) em acetato de etila (111) foi adicionado durante -5 minutos a 50-54°C. O banho foi semeado com metanossulfonato de espiro [3 H-indo 1 - 3,4 ’ -p ip erdin] - Γ - il) carb onil] -2*(fenilmeti 1 -oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida (Forma 1) (70 g) e o suspensão resultante foi agitado e aquecido a 55 °C sob atmosfera de nitrogênio durante a noite. O próximo dia, o suspensão foi resfriado a 15-2ܰC, mantido durante 2 horas e então despejado to no 50 cm de filtro polipropileno sob atmosfera de nitrogênio. O produto sólido foi lavado com uma mistura de etanol absoluto (2,3 1) em acetato de etila (26 1). O produto sólido branco foi tomado e secado em um forno Apex in vácuo a 35°C durante um tempo apropriado (aprox. dois dias). O metanossulfonato de espiro [3H-indol-3,4’-piperdin]-r-il) carbonilJ-2-(fenilmetil“õxi) etil]-2-amino-2- metilpropanamida secado (3,352 kg) foi peneirado usando um peneira Jackson-Crockatt para dar 3,347 kg (incluindo semente, 70 g)} rendeu = 3,277 kg, Condições F1PLC: Os tempos de retenção de LC em Zorbax RX-C8 (4,6 mm x 25 cm), λ = 210 nm, taxa = 1,5 ml/nnn.
Composto 1: 60:40 CH3CN-H20 (1% H3P04) temperatura ambiente = 5,0 min Composto 1b: 35:65 CH3CN-HzO (0,1 w % NH4OÁc) temperatura ambiente = 6,2 min.
Composto 10: 60:40 CIi3CN=H20 (0,1 H3P04) temperatura ambiente = 2.9 min.
Composto 11; 60:40 CH3CN-H20 (0,1% H3P04) temperatura ambiente = 5,4 min.
Composto 12: 40:60 CH3CN-H20 [pH 5,25 NaH2P04 (6,9 g/L de H20) (ajustar pH com NaOH)] temperatura ambiente = 5,6 min Composto 14: 60:40% CH3CN-H20 (0,1 % H3P04) temperatura ambiente = 4,65 min Composto 15: 40:60% CH3CN-H20 [pH = 5,25 NaH2P04 (6,9 g/1 de H20)] ajustar pH com NaOH) temperatura ambiente = 4.9 min Os tempos de retenção em Zorbax RX-C8 (4,6 mm x 25 cm), λ = 210 nm, taxa = 1,2 ml/mín, temperatura da coluna = 48°C
Solvente A = 0,05% de ácido fosfórico + 0,01% trietilamina em água Solvente B - Acetonitrila Sistema gradiente: Tempo %A %B 0 min 95 5 35 min 10 90 38 min 95 5 40 min 95 5 Tempo de retenção fmini Composto 1 25,2 Composto 1b 8,5 Composto 10 20,5 Composto 11 26,3 Composto 12 14,8 Composto 14 25,6 Composto 15 15,7 EXEMPLO 19 Preparação da Forma I de metanossulfonato de N-[l (R)-[(!,2-di-hidro-l-me tanosul fon i 1 -espiro [3H-indol-3,4’-piperdin]-l Ml) eaiboml]-2-(fenilmetiloxi) etiI]-2-amino-2-metilpropanamida A conversão da Forma II para a Forma I pode ser acompanhada pelo procedimento do Exemplo 18A onde o sal é formado em EtOAc-EtOH pela adição de MsOH e a solução inicial de sal (a 55°C) é resfriada a 45°C. Os cristais devem começar a aparecer em temperatura e suspensão deve se tomar mais espessa com o tempo. A temperatura é então elevada a 51°C e suspensão é envelhecida durante a noite. A conversão completa da Forma I deve ser esperada. EXEMPLO 20 Preparação da Forma í de metanossulfonato de N-[l (R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanosulfoniLespiro [3H-indol-3,4*-piperdin]~ 1 Ml) carbonil]-2-(fenilmetiloxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida A conversão da Forma II para a Forma I é acompanhada por agitação de uma solução da Forma II dc metanossulfonato de N-[l (R)-[(l,2-di-hidro- 1 -metanosulfonil-espiro [3H-indol-3,4’-piperdin]-l Ml) carbonil]-2-(fenilmetil-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida em isopropanol a aproximadamente 25°C durante cerca de 2-24 horas. EXEMPLO 21 Preparação da Forma IV de metanossulfonato de N-[l (R)-[(l,2-di-hidro-l-metanosulfonil-espiro [3H-indol-3,4’-piperdm]-l Ml) carbonil]-2-(fenilmetiloxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida Uma amostra de 8,4 g de metanossulfonato de N-[l (R)-[(l,2-di-hidro-1 -metanosulfonil-espiro [SH-indol-B^-piperdin]-! Ml) carbonil]-2-(fenilmetiloxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida de forma morfológica opcional é dissolvida em uma mistura de 24,8 ml de acetato de etila, 1,6 ml de etanol e 1,95 ml de água com agitar a 42°C. O solvente é evaporado de a solução a uma temperatura de 40°C, o sólido resultante é triturado em um almofariz a um pó fino e o pó fino é exposto a uma umidade relativa, de aproximadamente 75% para dar o título da Forma IV. EXEMPLQ22 Preparação da Forma IV de metanossulfonato de N-[l (R)-[(l ,2-di-hidro-1-metanosul fonil-espiro [3H-indol-3,4 '-piperdinj-1 ’-il) carbonil]-2- (fen ilmeti loxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida Uma amostra de metanossulfonato de N-[l (R) - [(1 s2 - d í -liidro-1 -metanosulfonil-espiro [3H-jndol-3,4’-piperdm]-l Ml) carbonil]-2-i (fenilmetil-oxi) eti1]-2-amino-2-metilpropanamida de forma morfológica opcional é recristalizada de uma solução de acetato de etila/etanol/água (24.8/1.6/1.95 v/v/v) para dar o título da Forma IV. EXEMPLO 23 Preparação da Forma IV de metanossulfonato de N-[l (R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanosulfonil-espiro [3H-indol-3 ,4’-piperdin]-1 ’-il) carbonil]-2- (fenilmetiloxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamida Uma suspensão da Forma I de metanossulfonato de N-[l (R)-[(1,2-di-hidro-1 -metanosulfonil-espiro [3H-indol-3,4’ -piperdin]-1 Ml) carbonil]-2-(fenilmetü-oxi) etil]-2-amino-2-metilpropanamÍda em acetato de \ isopropíla/etanol (90:10 v/v) contendo aproximadamente 2,8 por cento em peso é agitada a aproximadamente 25 °C durante a noite e o sólido resultante é isolado.
Apesar da invenção ter sido descrita e ilustrada com referência a algumas formas de realização particulares da mesma, os versados na arte irão ί notar que várias adaptações, mudanças, modificações, substituições, deleções ou adições de procedimentos e protocolos podem ser feitas sem sair do espírito e escopo da invenção. Por exemplo, as dosagens efetivas diferentes de dosagens particulares como especificado aqui acima podem ser aplicáveis como uma consequência de variações na capacidade de resposta do mamífero sendo tratado por qualquer uma das indicações com o composto da invenção indicado acima. Do mesmo modo, as respostas farmacolcgicas específicas observadas podem variar de acordo com e dependendo de composto ativo particular selecionado ou se se tem presentes veículos farmacêuticos, assim como o tipo de formulação e modo de administração empregado, e estas variações esperadas ou diferenças nos resultados são contemplados de acordo com os objetos e prática da presente invenção. Pretende-se, assim, que a invenção seja definida pelo escopo das reivindicações que se seguem e que estas reivindicações sejam interpretadas tão amplamente como é razoável.
REIVINDICAÇÕES

Claims (5)

1. Forma polimórfica do composto metanossulfonato de N-[ 1 (R)-[( 1,2-di-hidro-1 -metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4'-piperdin]-1 ’-il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi)etil]-2-amino-2-metilpropanamida, designada forma I, caracterizada pelo fato de apresentar um padrão de difração de raios X de pó com reflexões principais a aproximadamente 6,5, 14,7, 16,9, 17,1, 17,9, 19,5, 21,1, 21,7 e 22,0° (2 teta) e de ter uma endoterma de fusão com uma temperatura de pico de cerca de 180°C e com uma temperatura de início extrapolada de cerca de 170°C, com um calor associado de aproximadamente 53 J/g, quando aquecida em uma célula calorimétrica de varredura diferencial em uma taxa de 10°C/min sob uma atmosfera de nitrogênio.
2. Forma polimórfica do composto metanossulfonato de N-[l( R)-[(l ,2-di-hidro-1 -metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4'-piperdin]-1 ’-il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi)etil]-2-amino-2-metilpropanamida, designada forma IV, caracterizada pelo fato de apresentar um padrão de difração de raios X de pó com reflexões principais em aproximadamente: 16,0, 16,2, 18,3, 20,1, 21,0 e 24,2° (2 teta) e de ter uma endoterma de perda de água em uma temperatura de cerca de 45°C, seguido por uma endoterma com uma temperatura de pico de cerca de 134°C e com uma temperatura de início extrapolada de cerca de 129°C, com um calor associado de aproximadamente 23 J/g quando aquecida em uma célula calorimétrica de varredura diferencial a uma taxa de 10°C/min sob uma atmosfera de nitrogênio.
3. Forma polimórfica de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de conter aproximadamente 3,5 moles de água por mol de metanossulfonato de N-[l( R)-[(l,2-di-hidro-l-metanossulfonil espiro[3H-indol-3,4'-piperdin] 1 'il)-carbonil]-2-(fenilmetil-oxi)etil]-2-amino-2-metilpropanamida.
4. Composição farmacêutica, caracterizada pelo fato de compreender um veículo farmaceuticamente aceitável e uma quantidade eficaz da forma polimórfica como definida na reivindicação 1.
5. Composição farmacêutica, caracterizada pelo fato de compreender um veículo farmaceuticamente aceitável e uma quantidade eficaz da forma polimórfica como definida na reivindicação 2.
BRPI9611229-8A 1995-10-27 1996-10-23 Polymorphic form of the compound of N- [1 (R) - [(1,2-dihydro-1-methanesulfonyl-spiro [3 H -indol-3,4'-piperdin] -1'-yl) carbonyl] -2- - (phenylmethyl oxy) ethyl] -2-amino-2-methylpropanamide and pharmaceutical composition BRPI9611229B1 (pt)

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