PT100873A - Seringa de seguranca simplificada - Google Patents
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Description
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Descrição referente à patente de invenção de JESGAMABE, S. L., espanhola, industrial e comercial, com sede em Játiva, 1, E-46002 Valência, Espanha, (inventor: Armando Galiana Sa bater, residente em Espanha), para "SERINGA DE SEGURANÇA SIMPLIFICADA".
DESCRIÇÃO 0 objecto da presente invenção consiste numa seringa de segurança, cuja característica principal reside no facto de, sendo uma seringa de segurança, ter o mesmo número de peças e estas peças estarem associadas da mesma maneira que nas seringas tradicionais sem as características de segurança indicadas .
As seringas tradicionais são fabricadas por partes, isto é, corpos ou cilindros, êmbolos e haste de êmbolo numa ou em duas peças e agulhas * As seringas de segurança adian te consideradas são normalmente feitas de um maior número de pe ças. 0 seu número de peças maior depende das condições em que são estabelecidas as características de segurança mencionadas. É claro que as seringas que oferecem segurança são até agora complexas; são mais caras do que as seringas simples e, além disso, a sua utilização tem alguns inconvenientes. É também evidente que as seringas simples não têm características de segurança suficiente. Portanto, presentemente, a alterna [ tiva é dispender muito dinheiro por cada seringa descartável ou ^ usar as seringas tradicionais ao preço já conhecido. 1 N. 1
Tem também de ser considerado o facto de a agu lha/suporte de agulha removíveis ser uma condição essencial, por que as seringas com agulha/suporte de agulha fixos não podem ser usados para a extracção de um líquido de uma cápsula de vidro ou através de uma tampa de borracha da cápsula e depois injec-tar-se o doente com a mesma agulha. Deve portanto ter-se em con ta que, se a extracção do líquido é feita com a mesma agulha, a sensibilidade e a macieza do material de que é feita a agulha podem ser deterioradas pelo atrito do vidro da cápsula e mesmo com a borracha da tampa, o que produzirá roturas no paciente. Não são portanto boas para as aplicações atrás citadas. 0 objectivo da presente seringa consiste em tornar impossíveis acidentes depois da sua utilização, devidos â introdução da agulha no seu corpo. Além disso, as suas condições permitem a produção com o mesmo nível de preços que as seringas com as características tradicionais. Álém disso, o fabri co desta seringa é de longe mais barato do que o fabrico de qual quer das seringas existentes incluidas no reportório tecnológico adiante referido. Tem também a vantagem de ser universal, po de ser produzida no tipo para insulina, no tipo vulgar e podendo ainda ser utilizada em aplicações veterinárias, visto que as condições, os meios e as montagens são idênticos para todas. Es ta patente contém dois tipos essenciais de produção: um primeiro tipo, no qual ela é formada por um arpão de forma cónica e um alojamento na agulha formado por uma peça fabricada separadamen te do suporte e inserida convenientemente, e um segundo tipo de fabrico, mais complexo, no que respeita ao seu molde, mas mais barato porque elimina montagens, feito de uma cabeça de êmbolo cilíndrica e um alojamento na agulha feito de uma peça única sus ceptível de ser partida por pressão/tracção, fabricada numa mes ma operação com o suporte respectivo. A técnica anterior conhecida compreende: A patente ES-P 8 802 473, da Requerente, em cg * laboração com outros, que consiste numa seringa formada por um . corpo com um cilindro exterior, uma caixa interior com abertu- 2
rasf através das quais desliza uma peça interior com a forma da letra grega"ómega", cujo prolongamento dianteiro tem uma extremidade em forma de arpão e possui uma junta a toda a volta, que constitui o embolo da seringa. A agulha pode ter o seu suporte separado da agulha. 0 funcionamento desta agulha é estabelecido de modo tal que o prolongamento da peça em forma de "ómega", a extremidade do arpão, é introduzida na parte interior da agulha de modo que o recuo da haste do êmbolo implica a extracção da agulha, separando a peça em forma de"ómega" do êmbolo e sendo aprisionada no seu recuo pelas aberturas na tampa interior. 0 fabrico desta seringa, que tem também muitas peças, não é viável com os custos tradicionais, melhorando a referida patente consideravelmente os custos de fabrico e a sua simplicidade. A patente US 4 507 117, que consiste numa seringa formada por um cilindro que tem no interior uma agulha fi xada numa peça que pode ser separada do fundo do cilindro e associada ao êmbolo. 0 seu inconveniente principal é que a agulha é fixa. Esta agulha é inserida através do interior do cilindro e a sua montagem requer muito cuidado e precisão. O facto de a agulha não poder ser removida torna a sua utilização impossível excepto para extracções. Não pode ter uso geral. A nova patente é tão simples mas permite a extracção do líquido com uma agulha, a substituição da agulha por outra nova com a qual pode injec-tar-se o paciente e a destruição pela extracção para o interior do cilindro da agulha que esteve em contacto com o sangue do pa ciente. A patente US 4 631 057, que consiste numa seringa que tem um cilindro duplo, cujas faces interiores determi nam a cavidade que aloja o líquido a injectar, definindo as faces exteriores a peça que pode ser deslocada ao longo do cilindro com um dispositivo anti-retorno na extremidade do passeio quando este cilindro exterior ficar retido por um retentor apro priado. Esta seringa é mais cara do que a proposta devido ao nú mero de peças e â dificuldade da montagem. Além disso, não é * tão segura porque um dedo pode tocar na ponta da agulha e ficar • infectado. 3
A patente US 4 692 156, que consiste numa seringa que tem uma parte dianteira da junta de vedação, um dispo sitivo fêmea que pode ser associado a um dispositivo macho da junta e â agulha que é fixa. Esta seringa é montada por detrás, por meio de uma máquina de grande precisão, que torna o processo de fabrico mais caro, não sendo apropriada para uso geral, devido a ser a agulha fixa, podendo ser usada apenas para extra cções, o que torna a sua utilização de pouco proveito. A patente EP 0 326 983 A2, que consiste numa seringa com características muito semelhantes às da referida pa tente US 4 692 156. A diferença está no facto de usar um dispositivo macho na extremidade do êmbolo, com o dispositivo fêmea situado na parte traseira da agulha que fica, como atrás se mencionou, no interior do cilindro, com uma montagem meticulosa e cara. A agulha não pode ser substituída em qualquer caso, devido à sua estrutura, sendo portanto válida apenas para extrac-ções de sangue, tendo portanto a presente invenção melhores con dições de eficiência. A patente US 4 447 830, que consiste numa seringa muito complexa, que tem um êmbolo formado por uma peça de vedação dupla, que possui na sua extremidade traseira duas pernas para impedir a extracção do êmbolo e cuja extremidade dianteira tem uma peça que é modelada para se adaptar ã peça na tra seira da agulha que está no interior da seringa e não é removível. Esta seringa, como as mencionadas anteriormente, tem um fa brico difícil devido ã sua complexidade e â sua montagem, além do facto de a agulha ser fixa e não poder ser substituída, o que a torna apropriada apenas para extracções de sangue. A patente PCT/AU 88/00441, que consiste numa seringa que tem um êmbolo que termina num dispositivo macho, de perfil complexo, que se associa à parte traseira da agulha fixa e que é introduzida através da parte traseira do cilindro da se ringa. Tem as mesmas características das patentes anteriores e • o mesmo inconveniente, em comparação com a seringa segundo a 4
presente invenção, âe ter a agulha fixa e portanto poder ser usa da apenas para ser usada apenas para extracções.
Deve notar-se que as patentes atrás menciona-nas com agulha fixa, embora utilizáveis em algumas aplicações, não são apropriadas para uso geral. Isso impede de serem fabricadas em alternativa com outras de um tipo mais apropriado. Por conseguinte, é mais simples, mais barato e mais rendível, crian do menos problemas de armazenamento, arrumação, etc., se todas as seringas forem iguais, seja qual for a sua utilização.
Para tornar mais clara e compreensível a descrição seguinte, anexam-se quatro páginas de desenhos, com onze figuras, que ilustram, a título de exemplo, a presente invenção, representando: A fig. 1, uma vista esquemática da seringa na posição de carga/ descarga; A fig. 2, a seringa na posição final de acoplamento de descarga/ acoplamento da agulha; A fig. 3, a seringa na posição.de agulha retirada; A fig. 4, o êmbolo da seringa; A fig. 5, o lado exterior da seringa; A fig. 6, uma vista geral da seringa, da agulha, do êmbolo e do corpo; A fig. 7, a peça exterior que suporta a agulha; A fig. 8, a peça interior que suporta a agulha; A fig. 9, uma vista de pormenor do mecanismo traseiro de bloqueio da cabeça do êmbolo; A fig. 10, a cabeça do êmbolo e o seu prolongamento, em pormenor; e A fig. 11, em pormenor, a cabeça que leva a agulha e que consti tui um corpo com a parte interior destacável. A fig. 1 representa uma vista esquemática da seringa na posição de carga/descarga, onde o cilindro exterior . (1), com características gerais idênticas âs conhecidas, pode ] ser apreciado. A única diferença visível em relação ãs outras é 5
o pormenor na parte extrema, que pode ver-se claramente na fig.
J 5. A extremidade dianteira ligeiramente cónica pode ter um diâmetro maior do que o tradicional, não muito relevante, precisamente a dimensão necessária para facilitar o caminho para o pro longamento (3) do êmbolo. 0 êmbolo (2), formado por iam corpo com uma junta de vedação (10) na extremidade, pode também ver-se na figura. Esta junta é feita do mesmo material que o próprio êmbolo, produzindo o ajuste estanque por pressão nas paredes do cilindro (1), sendo o seu ajustamento perfeito devido ao facto de as paredes serem elásticas para facilitar a adaptação da referida junta. O prolongamento (3) do êmbolo faz parte da peça (2), bem como a junta (10) . A referida peça (2) i feita por in-jecção e é uma peça única, indivisível, sem soldaduras nem juntas. A referência (4) indica a extremidade dianteira do cilindro, que forma um tubo em cuja extremidade (6) será inserido o conjunto da agulha. A referida agulha está aqui representada por uma peça traseira envolvente (5), que se pretende que seja montada por pressão na parte (6) da extremidade (4). A agulha (8) é retida por coesão com a peça (5), que tem uma forma complemen tar da extremidade (7) em cujo interior se monta na base trasei ra (9) da agulha (8). A parte do êmbolo (12) tem um ponto fraco, para produzir a sua rotura por flexão do êmbolo depois de termi nada a sua utilização. Na extremidade traseira, o êmbolo tem duas nervuras (11) e (13) anulares e salientes para dentro, des critas com pormenor com referência à fig. 5. A fig. 2 representa a seringa na posição final de acoplamento da agulha/descarga, na qual as partes e as peças mencionadas relativamente à fig. 1 podem também ver-se. Nesta posição, a peça (3) é introduzida na extremidade (4) do cilindro cuja extremidade (7), de forma especial, é introduzida na peça (9), que é unida de maneira inseparável â agulha (8). Esta seringa produz menos espaços vazios do que as tradicionais, devido ao seu prolongamento (3), utilizando portanto melhor o líquido injectável. A fig. 3 representa a seringa na posição da 6
agulha extraída. Nesta figura pode ver-se que a extremidade (7) da peça (3) está firmada na base traseira (9) da agulha, de modo que com uma tracçao adicional do êmbolo (2) pode obter-se a introdução da agulha no interior do cilindro. A fig. 4 representa o embolo da seringa e a forma da junta de vedação (10) e a disposição numa só peça do referido corpo com o seu prolongamento dianteiro (3) e a sua ex tremidade (7). Pode também ver-se a ponta fraca (12) do êmbolo no ponto apropriado para produzir a sua rotura, uma vez introdu zida a agulha, estando a junta (10) entre as duas nervuras (11) e (13) das figs. 5 e 9. A fig. 5 representa a parte exterior da seringa, sendo (1) o corpo e (11) e (13) as nervuras anulares do cilindro que, quando se extrai o êmbolo, prenderá a parte do êmbo bolo que constitui a junta de vedação (10) representada nas figuras 1 e 4. A nervura anular interior (13) tem uma forma assimétrica, permitindo que a junta (10) passe com uma certa dificuldade. A nervura anular (11) tem uma forma que determina a possibilidade de deslizar para o interior e, devido à sua forma interior escalonada, impede a extracção da junta de vedação do êmbolo, que fica aí presa na posição de rotura do corpo do êmbolo. A fig. 6 representa uma vista do conjunto da se ringa, a agulha, o êmbolo e o corpo, podendo ver-se um pormenor específico desta seringa na extremidade do êmbolo (7) onde exis te uma estrutura com maior resistência à pressão/tracção, devido a uma forma específica que será analisada mais adiante. A ba se da agulha (9) tem uma forma que determina uma montagem mais simples na peça envolvente traseira da agulha (5). A junta de vedação (10) é muito fina, com um contorno aguçado e exerce uma pressão concentrada no cilindro exterior, conseguindo-se portan to um elevado grau de vedação e um trânsito fácil ao longo do cilindro. A fig. 7 mostra uma vista da peça exterior que 7 MMwasgnssnorj
é separada do suporte da agulha (14) no furo para a agulha,(15) é o alojamento para a inserção da base traseira da agulha (9) , formado por uma estrutura cilíndrica com paredes paralelas (18) e cantos em ângulo recto (16). A referência (17) indica os ângulos ligeiramente obtusos (17) que determinam a origem das paredes traseiras interiores da geratriz troncoconica; a referência (20) é a entrada traseira que é ajustável à extremidade dian teira do cilindro (4) das figs. Ia6e (21) éo ângulo agudo que determina a conicidade das paredes da peça (5). A fig. 8 representa uma vista da peça interior (9) que suporta a agulha e onde (22) é o cilindro oco para o alojamento e o bloqueio da agulha (9) , que tem dimensões idênti cas às do alojamento (15) da fig. 7, sendo totalmente cilíndrico e tendo a entrada (24) para a extremidade (7) e sendo (25) o estreitamento que permite a entrada da referida extremidade (7), por elasticidade, e impede a extracção da referida extremidade (7), uma vez introduzida totalmente.
Esta disposição, embora tenha grandes vantagens relativamente ãs anteriores conhecidas, é um pouco mais dis pendiosa na produção do que as agulhas de seringas tradicionais. Isso deve-se ao facto de a base da agulha ter duas peças, (5) e (9), que têm de ser associadas, montagem essa que tem custos.
Para evitar os custos de fabrico de duas peças diferentes e a sua montagem ulterior, a fig. 11 representa uma peça única que é idêntica, no que se refere aos custos de fabri co, às bases de agulha conhecidas, a qual se une ãs peças (5) e (9), é separável e não exige qualquer montagem. A fig. 9 representa uma vista de pormenor do mecanismo de imobilização da junta de vedação (10) na parte extrema do cilindro, que é formada por uma nervura anular (13), feita saliente para dentro. A junta de vedação (10) pode alojar -se entre este anel e uma segunda nervura (11), também anular, mas com configuração triangular com o vértice saliente para den 8
tro, que determina a impossibilidade do movimento de recuo em relação â forma perfurante da junta de vedação (10) nas figs. 6 e 10. A fig. 10 representa uma vista de pormenor da cabeça do êmbolo e do seu prolongamento, cuja extremidade dianteira (7), que tem as suas paredes laterais (29) em forma de ci lindro de revolução com paredes paralelas, está ligada ao êmbolo (3), formando a sua parte traseira um ângulo de 90° (27), que está livre devido ao diâmetro do prolongamento do êmbolo (3) me nor do que o da extremidade cilíndrica (7). A extremidade dianteira do extremo cilíndrico, nesta figura, tem a forma faceta (30), cuja secção tem uma superfície frontal plana e duas facetas laterais ligeiramente inclinadas embora não perfurantes. A referência (28) indica o ângulo de gradiente entre o perfil (10) da junta e a perpendicular ao eixo do êmbolo, que tem um gradiente maior do que a parede na qual assenta no interior da extre midade do cilindro, de modo que, para extrair a agulha, faz-se uma ligeira pressão no êmbolo, o que determina a possibilidade de apertar o canto (27) no alojamento (26) da fig. 8, devido ao ângulo formado pelas duas peças, o embolo e a parede dianteira interior do cilindro. A fig. 11 representa uma vista de pormenor do suporte (5) da agulha formado por um corpo único com a parte in terior (9) separável, cuja cavidade interior continua até à parede interior dianteira (31), tendo as paredes laterais interio res a forma ligeiramente cénica. A agulha (8) é colocada a partir da extremidade dianteira. O comprimento da base traseira da agulha (9) pode ser menor, de acordo com a coesão requerida para a referida agulha. A agulha è fixada através do furo de aces so (33 para a mesma, que determina um esvaziamento de material que coopera para debilitar a montagem da fase traseira da agulha (9). A base traseira da agulha (9) tem uma parede dianteira (34), cujo contorno unido ao corpo (5) tem um ponto fraco (35) no ponto de ligação dos dois elementos, para permitir a rotura por pressão/tracção desta peça. A peça (9) nesta figura tem uma forma idêntica à das peças (24), (25) e (26) da fig. 8. A resis 9
tência à pressão/tracção da extremidade (7) do êmbolo na fig. 10, e da parte mais estreita (25) de entrada (24) da peça (9) tem de ser maior do que a do ponto fraco (35). A presente seringa funciona da mesma maneira que as seringas tradicionais. É carregada através de uma agulha (8) e produz a extracção pelo êmbolo (2) determinando no interior do cilindro um espaço no qual se aloja o líquido. Depois é espelido o excesso de ar, substituindo-se a agulha, se for necessário, antes de introduzir a mesma no corpo do paciente. Depois da injecção dada, tem de empurrar-se o êmbolo de modo tal que, segundo a fig. 2, a extremidade (7) do prolongamento (3) do êmbolo se introduza no interior da agulha, o que significa que uma nova extracção do êmbolo determina a introdução da agulha no cilindro. Depois, como medida de segurança, pode partir--se o êmbolo para evitar uma utilização posterior da seringa e que a agulha saia de novo, caso contrário a seringa torna-se utilizável mas ocupa mais espaço.
Para a utilização da seringa como meio de extracção de sangue, como as seringas tradicionais, introduz-se a agulha na veia, com o êmbolo junto da sua extremidade e faz-se a extracção da maneira usual. Uma vez colocado o sangue dentro dos frascos disponíveis nestas clínicas, a introdução da agulha faz-se como se explicou noa parágrafos anteriores.
Uma forma de realização preferida da presente invenção será feita situando o cilindro exterior com as suas bordas anulares como se mostra na fig. 9, como êmbolo representado na fig. 10 e com a agulha cujo suporte tem a configuração da peça única da fig. 11.
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Claims (1)
- *REIVINDICAÇÕES - 1§ - Seringa de segurança simplificada, formada por um êmbolo cilíndrico e uma agulha, que compreende um cilindro (1) de tipo tradicional, caracterizada pelo facto de o embolo (2) ser formado por uma peça: única que possui na sua extremidade dianteira uma junta de vedação (10) e um prolongamento (3) e tem na sua extremidade traseira uma haste de êmbolo com um ponto fraco (12) junto da extremidade dianteira, sendo o injector, de forma cilíndrico-cónica,' na sua extremidade dianteira (4) de menor diâmetro, e permitindo que o prolongamento (3) do êmbolo (2) atravesse e seja inserido pela sua periferia exterior na ba se ou extremidade traseira do suporte (5) da agulha, que está inicialmente ligada de maneira inamovível a uma parte (9) ou ba se traseira da agulha que está fixada, ou forma uma peça que po de ser separada por tracção, pressão ou rotura, sendo o suporte da referida agulha (8) e a base (5) atrás referida susceptíveis de ser fixados e desligados da extremidade (6) do cilindro por fixação por pressão elástica, e tendo a peça (9) que suporta a agulha (8) uma forma fêmea que pode ser encaixada na extremidade macho (7) de forma cónica ou cilíndrica do prolongamento (3), que determina a separação por tracção do suporte (5) da peça (9) que suporta a agulha. - 2β - Seringa de acordo com a reivindicação 1, caraç terizada por o seu prolongamento (3) ser, na parte dianteira do êmbolo, antes da junta de vedação (10) , moldado por injecção, . numa peça única pelo menos com a referida junta e, de preferen- 11ciaf com todo o conjunto interior do êmbolo-prolongamento macho -haste do êmbolo, e tendo este prolongamento uma certa conicida de longitudinal. - 33 - Seringa de acordo com a reivindicação 1, carac terizada por a extremidade traseira do cilindro ter duas partes estreitas formadas por duas nervuras de forma anular, tendo o anel interior (13) uma secção assimétrica e o anel exterior (11) uma secção triangular assimétrica que determina na sua parte in terior a forma de um pequeno degrau. - 4§ - Seringa de acordo com a reivindicação 1, carac terizada por a junta de vedação (10) ser formada por um anel que constitui uma peça única com todo o êmbolo (2), sendo o contorno deste anel muito agudo e formando um ângulo de gradiente (28) com a perpendicular ao eixo do êmbolo, tendo este gradiente de ser maior do que o da parede da extremidade interior do cilon-dro na qual assenta, determinando um espaço vazio na extremidade do seu trajecto, que pode ser ocupado por uma certa pressão na haste do êmbolo. - 5§ - Seringa de acordo com a reivindicação 1, carac terizada por a extremidade (7) ter a forma cilíndrica na medida em que as suas paredes laterais são paralelas, e estar ligada . ao prolongamento (3) do êmbolo, determinando na sua parte tra- 12seira um ângulo de 90° que tem o seu contorno livre devido ao diâmetro do prolongamento (3) do embolo menor do que o diâmetro da extremidade (7) de forma cilíndrica, sendo a extremidade dian teira da extremidade de forma cilíndrica, nesta configuração, feita com uma forma facetada (30) cuja secção tem uma superfície frontal lisa e dois lados de facetas ligeiramente inclinadas, embora não perfurantes. - 6§ - Seringa de acordo com a reivindicação 1, carac terizada por a peça exterior que suporta a agulha (5) e cuja ba se traseira (9) pode ser separada, ser formada por um corpo com estrutura troncocónica, que possui um furo dianteiro através do qual passa a agulha (8), um alojamento (15) com paredes cilíndrica paralelas (18), com ângulos rectos (16), e um segundo espaço traseiro de geratriz (19) ligeiramente troncocônico que tem a sua origem nos ângulos (17) ligeiramente oblíquos e que conti nua até à sua extremidade traseira que tem uma entrada (20) que pode ser acoplada â extremidade (6) do cilindro (1). - 7S - Seringa de acordo com as reivindicações 1 e 6, caracterizada por a base traseira (9) da agulha (8) ser formada por um corpo que tem um furo cilíndrico (22) para alojar a agulha (8), constituido por uma parte dianteira (23) cilíndrica com o mesmo diâmetro do seu alojamento (15) e uma parte traseira que constitui um espaço de alojamento para a extremidade (7) do êmbolo determinado por uma entrada adequadamente estreitada por uma borda de forma anular com uma certa elasticidade (25). 13 8β Seringa de acordo com as reivindicações 1, 6 e 7, caracterizada por a cabeça do suporte da agulha formada por uma peça única (5-9) ser constituida por um corpo substancialmente troncocónico na sua parte exterior, na qual um furo interior continua até à parede interior dianteira (31) e tendo as duas paredes laterais interiores (32) ligeiramente cónicas, colocando a agulha (8) na parte dianteira fixada por um furo (33) de acesso da agulha que determina o esvasiamento de material que coopera no enfraquecimento da fixação da base traseira (9) da agulha que tem uma parede dianteira (34) cujo contorno unido ao corpo (5) tem um ponto fraco (35) feito na união de dois elemen tos destacáveis, de acordo com a possibilidade de rotura dos mes mos por pressão/tracção nesta peça que determina a separação do corpo exterior (5) do interior (9), sendo a resistência ã pressão/tracção da extremidade do êmbolo (7) e o estreitamento (25) maiores do que no ponto fraco de forma anular (35). A requerente reivindica a prioridade do pedido espanhol apresentado em 18 de Setembro de 1991 sob o número 9102066. Lisboa, 17 de Setembro de 199214
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