PT101719B - Metodo para controlar pragas utilizando composicoes a base de lufenurao e composicoes utilizadas no referido metodo - Google Patents

Metodo para controlar pragas utilizando composicoes a base de lufenurao e composicoes utilizadas no referido metodo Download PDF

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Robert Senn
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Description

MÉTODO PARA CONTROLAR PRAGAS UTILIZANDO COMPOSIÇOES À BASE
DE LUFENURÃO E COMPOSIÇÕES UTILIZADAS NO REFERIDO MÉTODO
DESCRIÇÃO
O presente invento relaciona-se com um método para controlar pragas que compreende a aplicação de uma composição pesticida compreendendo, como ingrediente activo, o composto da fórmula
Η H
o-cf2-chfcf3
Cl (I, lufenurão) sob a forma livre ou sob a forma de um seu sal, e pelo menos um adjuvante, às pragas ou ao seu habitat, sendo as referidas pragas (1) representantes da família das Thripidae, ou (2) representantes do género Aculus.
O invento relaciona-se também com a utilização do referido composto, com composições pesticidas compreendendo o referido composto, e com um processo para a preparação das referidas composições assim como com a sua utilização.
A Patente Europeia EP-B-179 022 indica que compostos do tipo dos compostos da fórmula I são apropriados para controlar um grande número de diferentes pragas. Os Exemplos indicam como, em particular,; insectos da ordem dos Coleoptera, Diptera e Lepidoptera podem ser controlados.
Inesperadamente e, tomando em consideração a divulgação anteriormente referida, muito surpreendentemente, foi actualmente verificado que, de entre o grande número de compostos citados em EP-B-179 022 e de entre o grande numero de ordens de pragas que podem ser controladas com os referidos compostos pesticidamente eficazes, o composto da fórmula I é particularmente apropriado para o controlo das pragas e, em particular, representativos da família das Thripidae e do género Aculus.
O controlo de pragas do tipo anteriormente referido é de grande importância para o utilizador no campo do controlo das pragas, visto que se estas pragas não forem controladas sistematicamente então por exemplo correr-se-á o risco de grandes perdas financeiras devido a, por exemplo, danos causados pelas referidas pragas a produtos agrícolas.
No âmbito deste invento, um método preferido é o gue consiste em controlar pragas do tipo anteriormente mencionado, que compreende a utilização do composto da fórmula I sob a forma livre.
De um modo semelhante preferido é um processo para o controlo de (1) representantes do género Frankliniella, em particular das espécies Frankliniella occidentalis, Frankliniella fusca, Frankliniella tritici, Frankliniella vaccinii,
Frankliniella bispinosa, Frankliniella Frankliniella parvula, Frankliniella robusta, schultzei, Frankliniella tenuicornis e gossypiana,
Frankliniella
Frankliniella williamsi, mais particularmente, Frankliniella occidentalis; ou
(2) representantes das espécies Aculus schlechtendali, Aculus fockeui, Aculus lycopersici, Aculus masseii e Aculus pelekassi e, mais particularmente, Aculus schlechtendali.
O composto da fórmula I usado de acordo com este invento é conhecido e é apresentado, inter alia, em EP-B-179 022.
O composto da fórmula I usado na prática deste invento é um agente que controla pragas que tem propriedades preventivas e curativas úteis mesmo em baixas concentrações, e que é bem tolerado por animais de sangue quente, peixes e plantas. O agente para controlo de pragas usado na prática deste invento é eficaz contra os estádios de desenvolvimento, todos ou individuais, de pragas do tipo anteriormente referido, normalmente sensíveis, e também resistentes. 0 início da actividade pesticida do agente de controlo da praga usado na pratica deste invento pode seguir-se directamente, isto é, a morte da praga ocorrerá imediatamente após, ou apenas após algum tempo, quando a muda é efectuada, ou indirectamente, por exemplo postura de ovos reduzida e/ou taxa de incubação reduzida, correspondendo a boa actividade a uma mortalidade de pelo menos 50 a 60%.
Deve ser particularmente realçado o novo método pelo qual filos das pragas anteriormente controlados, mais particularmente filos espécies Frankliniella occidentalis schlechtendali.
mencionadas são resistentes das ou
Aculus
Com o agente de controlo da praga útil na prática deste invento é possível coritrolar, isto é, inibir ou destruir, em particular pragas do tipo anteriormente referido que ocorrem em plantas, mais particularmente em plantas cultivadas ou plantas ornamentais, na agricultura, horticultura e na silvicultura, ou em partes dessas plantas tais
como frutos, flores, folhagem, caules, tubérculos ou raízes, embora em certos casos partes das plantas que crescem mais tarde possam também ser protegidas contra estas pragas.
Colheitas alvo particularmente apropriadas são: cereais tais como trigo, cevada, centeio, aveia, arroz, milho ou sorgo; beterraba como beterraba do açúcar ou beterraba para forragem; frutos, por exemplo pomos, drupas e frutos moles tais como peros, peras, ameixas, pêssegos, amêndoas, cerejas, morangos, framboesas, mirtilos, groselhas vermelhas ou amoras silvestres; plantas leguminosas, por exemplo favas, lentilhas, ervilhas e grão de soja; plantas oleosas tais como colza, mostarda, papoila, oliveira, girassol, amendoim, plantas de óleo de rícino, grão de cacau e amendoim; cucúrbitas, por exemplo abóbora menina, pepino e melões; plantas fibrosas tais como algodoeiro, linho, cânhamo, ou juta; frutos citrinos, por exemplo laranjas, limões, toranjas e tangerinas; legumes tais como espinafres, alface, espargos, couves, cenouras, cebolas, tomates, batatas e paprica; lauráceas, por exemplo avocados, canela e cânfora; ou tabaco, nozes, café, beringela, cana de açúcar, chá, pimenta, vinha, lúpulo, bananas, plantas da borracha naturais e plantas ornamentais; mais particularmente maçãs, drupas e frutos moles, cerais, cucúrbitas, algodão, frutos citrinos, legumes, tomates, tabaco, bananas ou plantas ornamentais; com a maior preferência cucúrbitas, legumes e plantas ornamentais.
Um aspecto particularmente importante do novo processo é o controlo de
a) Frankliniella occidentalis em culturas de legumes e de plantas ornamentais; ou
b) Aculus schlechtendali em pomos, particularmente em maçãs.
Outras utilidades do agente de controlo das pragas úteis na prática deste invento são a protecção das mercadorias ou materiais armazenados e, no sector da higiene, em particular a protecção de animais domésticos ou de gado produtivo contra pragas do tipo indicado.
Consequentemente, o invento também se relaciona com composições pesticidas para utilização contra pragas do tipo indicado. Dependendo dos objectivos pretendidos e das circunstancias prevalecentes, essas composições são concentrados emulsifiçáveis, concentrados em suspensão, soluções directamente pulverizáveis ou diluíveis, pastas para revestimento, emulsões diluídas, pós humidificáveis, pós solúveis, pôs que se podem dispersar, poeiras, grânulos ou encapsulações em materiais poliméricos, compreendendo pelo menos um dos agentes de controlo de pragas úteis na prática deste invento.
O ingrediente activo é usado nestas composições em forma pura, sendo o composto sólido usado num tamanho específico de partícula ou, de preferência, juntamente com pelo menos um dos adjuvantes habituais na tecnologia de formulação, por exemplo agentes de extensão tais como solventes ou veículos sólidos, ou compostos tensio-activos (surfactantes).
Solventes apropriados são tipicamente: hidrocarbonetos aromáticos ou hidrocarbonetos aromáticos parcialmente hidrogenados, de preferência as fracções contendo 8a 12 átomos de carbono de alquilbenzenos, tipicamente misturas de xileno, naftalenos alquilados ou tetra-hidronaftalenos; hidrocarbonetos alifáticos e cicloalifáticos tais como ciclo-hexano ou parafinas; alcoóis tais como etanol, propanol ou butanol; glicois e seus éteres e ésteres tais como propilenoglicol, éter dipropilenoglicólico, dietilenoglicol, ou 2-metoxietanol ou 2-etoxietanol; cetonas tais como ciclo-hexanona, isoforona ou diacetona-álcool; solventes fortemente polares tais como N-metil-2-pirrolidona, dimetilsulfóxido ou N,N-dimetilformamida; água; óleos vegetais ou óleos vegetais epoxidados tais como óleo de semente de colza epoxidado, óleo de rícino, óleo de amendoim ou óleo de soja; ou óleos de silicone.
Os veículos sólidos tipicamente utilizados para poeiras e pós dispersíveis são usualmente agentes de enchimento minerais naturais tais como calcite, talco, montmorilonite ou atapulgite. A fim de melhorar as dades físicas é também possível adicionar ácido caulino, propriesilícico altamente disperso ou polímeros absorventes altamente dispersos. Veículos adsorventes granulados apropriados são do tipo poroso, incluindo pedra-pomes, tijolos partidos, sepiolite ou bentonite; e veículos não absorventes apropriados são materiais tais como calcite ou areia. Adicionalmen te, inumeráveis materiais granulados de origem inorgânica ou orgânica podem ser usados, especialmente dolomite ou resíduos de plantas pulverizados.
Dependendo do tipo de composto a ser formulado, compostos tensio-activos apropriados são surfactantes ou misturas de surfactantes não iónicos, catiónicos e/ou aniónicos tendo boas propriedades de emulsificação, dispersão e humidificação. Os surfactantes abaixo indicados serão encarados meramente como exemplif icativos; muitos mais surfactantes habitualmente utilizados na tecnologia de formulação e apropriados para utilização na prática deste invento são descritos na bibliografia relevante.
Surfactantes não iónicos são de preferência derivados éter poliglicólico de alcoóis alifáticos ou cicloalifáticos, ou ácidos gorçios e alquilfenois saturados ou não saturados, contendo os referidos derivados 3a 30 grupos éter glicólico e 8 a 20 átomos de carbono na porção hidrocarboneto (alifático) e 6 a 18 átomos de carbono na porção alquilo dos alquilfenois. Ainda surfactantes não iónicos apropriados são os poliaductos solúveis na água de óxido de polietileno com propilenoglicol, etilenodiaminopolipropilenoglicol e alquilpropilenoglicol contendo la 10 átomos de carbono na cadeia alquilo, poliaductos os quais contêm 20 a 250 grupos éter etilenoglicólico e 10 a 100 grupos éter propilenoglicólico. Estes compostos contêm usualmente 1 a 5 unidades etilenoglicol por unidade propilenoglicol. Exemplos ilustrativos de surfactantes não iónicos são polietoxilatos de nonilfenol, óleo de rícino polietoxilado, poliaductos de polipropileno e óxido de polietileno, polietoxilatos de tributilfenol, polietilenoglicol e polietoxilatos de octilfenol. Ésteres de ácido gordo de polioxietilenosorbitano são também surfactantes não iónicos apropriados, tipicamente trioleato de polioxietilenosorbitano.
Surfactantes catiónicos são de preferência sais de amónio quaternário transportando, como substituinte, pelo menos um radical C -C__ alquilo e, como outros substituintes, radicais alquilo não substituído ou halogenado, benzilo ou hidroxi-alquilo inferior. Os sais apresentam-se de preferência sob a forma de haletos, meti1-sulfatos ou etil-sulfatos, por exemplo cloreto de estearil-trimetilamónio ou brometo de benzil-bis(2-cloroetil)etilamónio.
Os surfactantes aniónicos apropriados podem ser sabões solúveis na água assim como compostos tensio-activos sintéticos solúveis na água. Sabões apropriados são os sais de metal alcalino, sais de metal alcalino-terroso, sais de amónio ou sal de amónio substituídos de ácidos gordos superiores (C 1O-C22) ' Por θΧθΐηΡ1ο os sais de sódio ou potássio de ácido oleico ou esteárico, ou de misturas de ácidos gordos naturais que podem ser obtidas, inter alia, a partir de óleo de coco ou de qleo de pinho. Outros sabões apropriados são também os sais de metiltaurina de ácido gordo. Mais frequentemente, contudo, são usados os chamados surfactantes sintéticos, especialmente sulfonatos gordos, sulfatos gordos, derivados do benzimidazole sulfonados ou alquilarilsulfonatos. Os sulfonatos ou sulfatos de álcool gordo apresentam-se usualmente sob a forma de sais de metal alcalino, sais de metal alcalino-terroso, sais de amónio ou sais de amónio substituídos, e contêm tipicamente um radical C -C alquilo que também inclui a porção alquilo de radicais acilo, por exemplo o sal de sódio ou cálcio de ácido 1ignino-sulfónico, de dodecilsulfato, ou de uma mistura de sulfatos de álcool gordo obtidos a partir de ácidos gordos naturais. Estes compostos também compreendem os sais de aductos de álcool gordo/óxido de etileno sulfatados ou sulfonados. Os derivados benzimidazole sulfonados contêm de preferência dois grupos de ácido sulfónico e um radical ácido gordo contendo 8 a 22 átomos de carbono. Exemplos ilustrativos de alquilarilsulfonatos são os sais de sódio, cálcio ou trietanolamina de ácido dodecilbenzenossulfónico, ácido dibutilnaftalenossulfónico, ou de um condensado de ácido naftalenossulfonico e formaldeído. Fosfatos correspondentes, tipicamente sais do éster de ácido fosfórico de um aducto de p-nonilfenol com 4a 14 mol de óxido de etileno, ou fosfolípidos, são também apropriados.
As composições usualmente compreendem 0,1 a 99% em peso, mais particularmente 0,1 a 95% em peso, de ingrediente activo, e 1 a 99,9% em peso, mais particularmente pelo menos 5a 99,9% em peso, de um adjuvante sólido ou liquido; usualmente conterão 0 a 25%, mais particularmente 0,1 a 20%, de surfactantes. Enquanto que produtos comerciais serão de preferência formulados como concentrados, o utilizador final normalmente utiliza formulações diluídas tendo uma concentração de ingrediente activo substancialmente inferior. Formulações particularmente preferidas serão produzidas como se segue (% = percentagem em peso):
Concentrados emulsifiçáveis :
ingrediente activo: 1 a 90%, de preferência 5 a 20%
surfactante: 1 a 30%, de preferência 10 a 20%
solvente: 5 a 98%, de preferência 70 a 85%
Poeiras:
ingrediente activo:
veículo sólido:
0,1 a 10%, de preferência 0,1 a 1%
99,9 a 90%, de preferência 99,9 a 90%
Concentrados em suspensão:
ingrediente activo: 5 a 75%, de preferência 10 a 50%
água: 94 a 24%, de preferência 88 a 30%
surfactante: 1 a 40%, de preferência 2 a 30%
Pó humidificável:
ingrediente activo: 0,5 a 90%, de preferência 1 a 80%
surfactante: 0,5 a 20%, de preferência 1 a 15%
veículo sólido: 5 a 99%, de preferência 15 a 98%
Granulados:
ingrediente activo: 0,5 a 30%, de preferência 3 a 15%
veículo sólido: 99,5 a 70%, de preferência 97 a 85%
O espectro de actividade das novas composições pode ser substancialmente alargado e adaptado às circunstancias prevalecentes por adição de outros agentes de controlo. Aditivos apropriados são, em particular, membros da classe de compostos que se segue: compostos organofosforados, nitrofenois e derivados, formamidinas, ureia, carbamatos, piretroides, hidrocarbonetos clorados, e composições de
Bacillus thuringiensis. As novas composições podem também compreender outros adjuvantes sólidos ou líquidos, tipicamente estabilizadores tais como óleos de plantas ou óleos de plantas epoxidados (por exemplo óleo de coco epoxidado, óleo de semente de colza ou óleo de soja), agentes anti-espuma tais como óleo de silicone, agentes de conservação, reguladores da viscosidade, agentes de ligação e/ou agentes de espessamento, assim como fertilizantes ou outros compostos químicos para se obter efeitos especiais, tipicamente bactericidas, fungicidas, nematicidas, moluscicidas ou herbicidas selectivos.
As novas composições são preparadas de um modo conhecido, na ausência de adjuvantes, por exemplo, triturando, fazendo passar por crivo e/ou comprimindo um ingrediente activo sólido ou sua mistura, por exemplo até um tamanho de partícula especifico e, na presença de pelo menos um adjuvante, por completa mistura e/ou trituração do ingrediente activo ou de sua mistura com o adjuvante ou adjuvantes. O invento também se relaciona com os processos anteriormente mencionados para a preparação de novas composições e com a utilização do composto da fórmula I para preparar as referidas composições.
Os métodos para aplicar as composições, isto é os métodos para controlar as pragas do tipo indicado, tipicamente pulverização, atomização, cobertura com pó, revestimento, cobertura, disseminação ou derramamento, seleccionados de acordo com os objectivos pretendidos e as circunstancias prevalecentes, e a utilização das composições para o controlo das pragas do tipo indicado, são outros objectos do invento. As taxas típicas de aplicação variam entre 0,1 e 1.000 ppm, de preferência entr^ 0,1 e 500 ppm, de ingrediente activo. É preferido utilizar misturas para pulverização contendo o ingrediente activo numa concentração de 30, 50, 80, 100, 150 ou 200 ppm. As taxas de aplicação por hectare variam usualmente entre 1 e 2.000 g de ingrediente activo
por hectare, mais particularmente entre 10 e 1.000 g/ha, de preferência entre 20 e 600 g/ha. São preferidas as taxas de aplicação de 300, 400 ou 450 g de ingrediente activo por hectare. As taxas preferidas de aplicação por árvore são de 0,25, 0,75, 1,0 ou 2,0 g.
Um método preferido de aplicação no campo da protecção das plantas é a aplicação à folhagem. A frequência de aplicação e a taxa de aplicação irão depender do risco de infestação por uma determinada praga. Contudo, o ingrediente activo pode também ser absorvido pela planta através das raízes (actividade sistémica) regando o local da planta com uma composição liquida ou aplicando o ingrediente activo sob uma forma sólida ao local das plantas, por exemplo ao solo, tipicamente sob a forma de granulados (aplicação ao solo).
Os Exemplos não limitativos que se seguem ilustram o invento.
Exemplos de Formulação (do princípio ao fim, as percentagens são em peso)
Exemplo Fl:_ Concentrados emulsifiçáveis
a) ingrediente activo 25% dodecilbenzeno-sulfonato de cálcio 5% óleo de rícino polietoxilado (36 mol EO) 5% polietoxilato de tributilfenol (30 mol EO) ciclo-hexanona mistura de xilenos 65%
b)
40%
8%
12%
15%
25%
c)
50%
6%
4%
20%
20%
Emulsões de qualquer concentração desejada podem ser preparadas diluindo esses concentrados com água.
Exemplo F2: soluções
a) b) C) d)
ingrediente activo 80% 10% 5% 95%
2-metoxietanol 20% - - -
polietilenoglicol
MG 400 - 70% - -
N-metil-2-pirrolidona - 20% - -
óleo de coco epoxidado - - 1% 5%
éter de petróleo (gama de
ebulição 160-190°) - - 94% -
As soluções sao microgotas.
apropriadas para utilização como
Exemplo F3: Granulados
a) b) C) d)
ingrediente activo 5% 10% 8% 21%
caulino 94% - 79% 54%
sílica altamente
dispersa 1% - 13% 7%
atapulgite - 90% - 18%
O ingrediente activo é dissolvido em diclorometano, a solução é pulverizada sobre o veículo, e o solvente é então removido sob vácuo.
Exemplo F4 : Poeiras
a) b) ingrediente activo 2%
sílica altamente dispersa 1% j 5% talco
caulino
90%
Prontas para utilização as poeiras sao obtidas misturando intimamente o ingrediente activo com os veículos.
Exemplo F5: Pó humidificável ingrediente activo lignino-sulfonato de sódio laurilsulfato de sódio di-isobutilnaftaleno-sulfonato de de sódio polietoxilato de octilfenol (7,8 mol EO) sílica altamente disper caulino
a) b) C)
25% 50% 75%
5% 5% -
3% 5%
- 6% 10%
- 2% -
5% 10% 10%
62% 27%
O ingrediente activo é misturado com os adjuvantes e a mistura é bem triturada num triturador apropriado para dar origem a pós humidificáveis que podem ser diluídos com água para dar origem a suspensões de qualquer concentração desejada.
Exemplo F6: Concentrado emulsificável ingrediente activo 10% polietoxilato de octilfenol (4-5 mol EO) 3% dodecilbenzenossulfonato de cálcio 3% óleo de rícino polietoxilado (36 mol EO) 4% ciclo-hexanona 30% mistura de xilenos 50%
Emulsões de qualquer concentração desejada podem ser preparadas diluindo esses concentrados com água.
Exemplo F7: Poeiras ingrediente activo talco caulino
a) b)
5% 8
95% -
- 92
Prontas para utilização as poeiras sao obtidas misturando o ingrediente activo com os veículos num triturador apropriado.
Exemplo F8: Granulado de extrusor ingrediente activo 10% lignino-sulfonato de sódio 2% carboximetil-celulose 1% caulino
87%
O ingrediente activo é misturado com os adjuvantes e a mistura é então triturada e humidificada com água. Esta mistura é submetida a extrusão, granulada, sendo então seca numa corrente de ar.
Exemplo F9 : Granulado revestido ingrediente activo 3% polietilenoglicol (MG 200) 3% caulino 94%
O ingrediente activo finamente triturado é aplicado de um modo uniforme num misturador ao caulino humidificado com polietilenoglicol. Granulados revestidos não poeirentos são obtidos deste modo.
Exemplo FIO: Concentrado em suspensão ingrediente activo 40% etilenoglicol 10% polietoxilato de nonilfenol (15 mol EO) 6% lignino-sulfonato de sódio 10% carboximetil-celulose 1% solução aquosa de formaldeído a 37% 0,2% óleo de silicone sob a forma de uma emulsão aquosa a 75% 0,8% água 32%
A mistura do composto finamente triturada intimamente misturada com os adjuvantes para dar origem a um concentrado em suspensão a partir do qual suspensões de qualquer concentração desejada podem ser preparadas por diluição com água.
Exemplos Biológicos
Exemplo Bl: Acção contra Frankliniella occidentalis
Plantas da paprica numa estufa, que são povoadas com uma população mista de larvas, ninfas e adultos de Frankliniella occidentalis, são pulverizadas três vezes até ao ponto de gotejamento com intervalos de 10 dias com uma mistura para pulverização contendo 10 g/hl do composto da fórmula I. Imediatamente antes do segundo, e um dia após o terceiro, tratamento, as ninfas nas plantas tratadas e nas plantas não tratadas são contadas e a redução no número de ninfas é determinada. Após 10 dias, a redução é de 92%, e após 21 dias de 97%.
Lisboa, 7 de Junho de 1995
Agenle Oficial da Propriedade industrial
RUA yiCTOR CORDON, 10 - A 3' 1200 l tRROA

Claims (9)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Método para controlar pragas, caracterizado por compreender a aplicação de uma composição pesticida compreendendo, como ingrediente activo, o composto da fórmula (I, lufenurão) sob a forma livre ou sob a forma de um seu sal, e pelo menos um adjuvante, às pragas ou ao seu habitat, sendo as referidas pragas (1) representantes da família das Thripidae, ou (2) representantes do género Aculus.
  2. 2. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o composto da fórmula I ser usado sob a forma livre.
  3. 3. Método de acordo com a reivindicação 1 ou com a reivindicação 2, caracterizado por se destinar ao controlo de representantes do género Frankliniella.
    caracterizado
    Frankliniella
    Frankliniella
    Método de acordo com a reivindicação 3, espécies fusca, vaccinii, gossypiana, Frankliniella por se destinar ao controlo das occidentalis, tritici e
    Frankliniella
    Frankliniella bispinosa, Frankliniella parvula, Frankliniella robusta, schultzei, Frankliniella tenuicornis e williamsi.
    Frankliniella
    Frankliniella
    Frankliniella
  4. 5. Método de acordo com a reivindicação 1 ou com a reivindicação 2, caracterizado por se destinar ao controlo de representantes do género Aculus.
  5. 6. Composição pesticida para utilização num método tal como foi reivindicado na reivindicação 1, caracterizada por compreender o composto da fórmula (D, ou um seu sal agroquimicamente aceitavel como ingrediente activo, e pelo menos um adjuvante.
  6. 7. Composição de acordo com a reivindicação 6, caracterizada por compreender o composto da fórmula I sob a forma livre.
  7. 8. Processo para a preparação de uma composição tal como foi reivindicada na reivindicação 6, caracterizado por compreender a mistura e/ou trituração do ingrediente activo intimamente com o adjuvante ou adjuvantes.
  8. 9. Utilização do composto da fórmula (D, caracterizada por o referido composto ser empregue na preparação de uma composição tal como foi reivindicada na reivindicação 6.
  9. 10. Utilização de uma composição tal como foi reivindicada na reivindicação 6, caracterizada por a referida composição ser empregue num método tal como foi reivindicado na reivindicação 1.
    Lisboa, 7 de Junho de 1995
PT101719A 1994-06-09 1995-06-07 Metodo para controlar pragas utilizando composicoes a base de lufenurao e composicoes utilizadas no referido metodo PT101719B (pt)

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