PT1969921E - Aparelho sensor de água - Google Patents

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PT1969921E
PT1969921E PT08405075T PT08405075T PT1969921E PT 1969921 E PT1969921 E PT 1969921E PT 08405075 T PT08405075 T PT 08405075T PT 08405075 T PT08405075 T PT 08405075T PT 1969921 E PT1969921 E PT 1969921E
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water
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main chamber
valve mechanism
sensor apparatus
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PT08405075T
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Jurgen Nies
Ha Van Duong
Chunling Zhao
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Melnor Inc
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Description

PE1969921 1 DESCRIÇÃO "APARELHO SENSOR DE ÁGUA"
ANTECEDENTES DO INVENTO O invento diz geralmente respeito a válvulas para água, mais particularmente a válvulas usadas num sistema pulverizador de água. A descrição seguinte revela o conhecimento do inventor da técnica relacionada e de alguns dos seus problemas e não deve ser idealizada como uma admissão de conhecimento na técnica anterior.
Na área da rega de relvados, os pulverizadores para relva são bem conhecidos e usados há muitos anos. Por exemplo, pulverizadores oscilantes "quadrados" têm sido usados com uma mangueira de água para uma dada área de relvado. Para executar mais convenientemente uma rega de um relvado, foram também conhecidos os temporizadores programáveis. Um temporizador programável pode ser usado para estabelecer o tempo durante o qual a relva deve ser regada. Numa montagem tipica, um temporizador programável é ligado a uma fonte de água, numa extremidade, e a uma mangueira de água, na outra, sendo a mangueira ligada a um pulverizador para relvados. Um utilizador pode então 2 PE1969921 programar ou ajustar o temporizador de rega, e o pulverizador regará no intervalo de tempo projectado.
Um inconveniente deste sistema convencional é que o intervalo de tempo designado pode verificar-se durante ou pouco tempo após uma chuvada. Sendo assim, o pulverizador entrará em funcionamento quando a relva já está húmida. Isto pode causar danos a relva e, no mínimo, é um desperdício de água.
Um aparelho sensor de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1 é conhecido do documento US-A-3 122 155.
SUMÁRIO DO INVENTO
Um objectivo do presente invento é fornecer um aparelho sensor de água tendo um alojamento principal que inclui um alojamento de válvula, uma parte de tampa, e uma parte de base, em que uma válvula de flutuador está ligada à base e fornecida numa parte inferior do alojamento principal. 0 alojamento de válvula inclui uma câmara principal (para alojar os mecanismos de válvula) e uma câmara de recolha de água para recolher a água da chuva introduzida no interior da câmara principal por via de uma abertura fornecida na parte de tampa. A câmara principal inclui uma válvula de entrada fornecida na parte do lado da entrada da câmara principal. A válvula de entrada abre e fecha através da movimentação 3 ΡΕ1969921 numa direcção lateral. A válvula fecha pelo engate da válvula com uma sede da válvula de entrada de modo que o escoamento do fluido é impedido de entrar na câmara principal. A válvula abre pela acção de desengatar a válvula de entrada da sede da válvula de entrada de modo que água a alta pressão pode fluir para o interior da câmara principal. A câmara principal também inclui uma válvula de saida fornecida num lado de saida da câmara principal. A válvula de saida abre e fecha através da movimentação numa direcção lateral. A válvula fecha pelo engate da válvula com uma sede da válvula de saída de modo que o escoamento do fluido é impedido de reentrar na câmara principal (por exemplo, a partir de um aparelho de pulverização). A válvula abre pela acção de desengatar a válvula da sede da válvula de saída de modo que água a alta pressão pode fluir para o interior da câmara principal para uma saída do alojamento principal (a saída pode ser ligada a um dispositivo de pulverização). A parte do lado de entrada e a parte do lado de saida estão dispostas aproximadamente no mesmo plano horizontal (por exemplo, de modo que o fluido possa escoa-se sem obstrução quando o temporizador da água está ligado e a válvula de flutuador está aberta). A câmara principal também inclui uma válvula superior localizada numa parte superior da câmara 4 ΡΕ1969921 principal. A válvula superior abre pelo desengate da válvula de uma sede da válvula superior para introduzir pressão atmosférica na câmara principal por via de uma abertura superior fornecida na câmara principal. A válvula superior fecha pelo engate da válvula com a sede da válvula superior para impedir que a pressão acumulada na câmara principal saia da câmara principal por via da abertura superior.
Adicionalmente, é fornecida uma válvula de comunicação da câmara principal na parte lateral inferior da câmara principal. A válvula de comunicação da câmara principal abre e fecha pela movimentação numa direcção lateral. Em geral, a câmara principal controla um fluxo de água a baixa pressão da câmara de recolha de água para a câmara principal. A válvula de comunicação da câmara principal abre pelo desengate da referida válvula de comunicação da câmara principal da sede da válvula de comunicação da câmara principal • Quando a válvula de comunicação da câmara principal é aberta, é criado um trajecto para o fluido se escoar da câmara de recolha de água para a câmara principal. A válvula de comunicação da câmara principal fecha quando a válvula de comunicação da câmara principal engata com a sede da válvula de comunicação da câmara principal (por exemplo, impede a água de se escoar da referida câmara de recolha de água para a referida câmara principal). A câmara principal também inclui uma válvula de 5 ΡΕ1969921 drenagem localizada na parte lateral inferior da câmara principal. A válvula de drenagem abre e fecha pelo movimento de uma distância pré-determinada numa direcção lateral. Em geral, a válvula de drenagem comunica um fluxo de água a baixa pressão desde a câmara de recolha de água até a uma abertura numa parte de fundo da parte lateral inferior. Quando a válvula de drenagem está aberta, por exemplo, a válvula de comunicação da câmara principal está fechada (por exemplo, de modo que só há um trajecto para a água recolhida na câmara de recolha de água que se escoar). A válvula de drenagem abre (por exemplo, liberta a abertura fornecida na superfície de fundo da parte lateral inferior da câmara principal), por exemplo, em resposta à pressão da água no interior da câmara principal. A parte lateral inferior é fornecida num plano horizontal abaixo da parte lateral de entrada e abre numa extremidade para a parte inferior da referida câmara principal.
Adicionalmente, a câmara principal está em comunicação fluida com a câmara de recolha de água e a válvula de flutuador desloca-se em geral numa direcção vertical em resposta a um nível de água ascendente no interior da referida câmara principal. Por exemplo, a válvula de flutuador abre e fecha a saída do alojamento em resposta a um nível de água recolhida no alojamento principal e a uma pressão da água admitida na entrada do alojamento principal. 6 ΡΕ1969921
Outro objectivo do presente invento é fornecer um sistema de rega para um relvado. 0 sistema de rega inclui, por exemplo, uma fonte de água (por exemplo, uma torneira), um aparelho sensor de água, um controlador temporizador de água ligado à fonte de água, uma mangueira que tem uma primeira extremidade ligada ao controlador temporizador de água e uma segunda extremidade ligada a um lado de entrada do aparelho sensor de água, e um dispositivo de rega ligado a um lado de saída do aparelho sensor de água.
Neste sistema de rega, o controlador temporizador de água controla a operação de um abastecimento de água a partir da fonte de água para o aparelho temporizador de água. 0 controlador de água inclui, por exemplo, uma condição "on" e uma condição "off", em que a condição "on" ocorre durante o ciclo de rega. Em geral, a água flui desde a fonte de água até um lado de entrada do aparelho sensor de água durante a condição "on".
Neste sistema de rega, o aparelho sensor de água recolhe água da chuva numa câmara principal do aparelho. 0 aparelho sensor de água inclui um mecanismo de válvula para abrir e fechar uma conduta (por exemplo, estendendo-se desde o lado de entrada do aparelho sensor de água até ao lado de saida do aparelho sensor de água) no interior do aparelho sensor de água em resposta a uma condição do controlador temporizador de água (por exemplo "on" e "off") 7 PE1969921 e a um nível da referida água da chuva recolhida no alojamento principal do aparelho.
Por exemplo, o mecanismo de válvula fecha quando o nível da água recolhida é maior do que um designado limiar (por exemplo, 125 polegadas, 0,350 polegadas, 0,500 polegadas, etc.) e o controlador temporizador de água está na condição "on". Enquanto que o mecanismo de válvula abre quando o nível da água recolhida é menor do que um designado limiar e o controlador temporizador de água está na condição "on.
Em consequência, a água é impedida de se escoar a partir da fonte de água para o dispositivo pulverizador quando a água recolhida no aparelho sensor de água é maior do que um designado limiar.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Será descrito um modo de realização do presente invento fazendo referência aos desenhos anexos, em que: A FIG. 1 é uma vista de um sistema de rega para regar um relvado; 23 A FIG. 2 é uma vista em perspectiva de um aparelho sensor de água; A FIG. 3 é uma vista de cima do aparelho sensor PE1969921 de água; A FIG. 4 é uma vista lateral do aparelho sensor de água; A FIG. 5 é uma vista em corte do aparelho sensor de água ao longo das linhas 5-5 da FIG. 4; A FIG. 6 é uma vista em corte do aparelho sensor de água ao longo das linhas 6-6 da FIG. 2; A FIG. 7A é uma vista em corte, na condição I, do aparelho sensor de água ao longo das linhas 5-5 da FIG. 4; A FIG. 7B é uma vista em corte, na condição I, do aparelho sensor de água ao longo das linhas 6-6 da FIG. 3; A FIG. 8A é uma vista em corte, na condição II, do aparelho sensor de água ao longo das linhas 5-5 da FIG. 4; A FIG. 8B é uma vista em corte, na condição II, do aparelho sensor de água ao longo das linhas 6-6 da FIG. 3; A FIG. 9A é uma vista em corte, na condição III, do aparelho sensor de água ao longo das linhas 5-5 da FIG. 4; 9 PE1969921 A FIG. 9B é uma vista em corte, na condição III, do aparelho sensor de água ao longo das linhas 6-6 da FIG. 3; A FIG. 10A é uma vista em corte, na condição IV, do aparelho sensor de água ao longo das linhas 5-5 da FIG. 4; A FIG. 10B é uma vista em corte, na condição IV, do aparelho sensor de água ao longo das linhas 6-6 da FIG. 3; A FIG. 11A é uma vista em corte, durante o período de transição da condição IV para a condição I, do aparelho sensor de água tomada ao longo das linhas 5-5 da FIG. 4; A FIG. 11B é uma vista em corte, durante o período de transição da condição IV para a condição I, do aparelho sensor de água tomada ao longo das linhas 6-6 da FIG. 3; A FIG. 12 é uma vista em corte parcial, da válvula B sob as condições I e III; A FIG. 13 é uma vista em corte parcial, da válvula B sob a condição II; A FIG. 14 é uma vista em corte parcial, da 10 PE1969921 válvula B durante o período de transição da condição IV para a condição I; A FIG. 15 é uma vista em corte parcial, da válvula D sob as condições I e II; A FIG. 16 é uma vista em corte parcial, das válvulas C e E sob as condições I e III; A FIG. 17 é uma vista em corte parcial, das válvulas C e E sob as condições II e IV; A FIG. 18 é uma vista em corte parcial, da válvula A sob a condição III; A FIG. 19 é uma vista em corte parcial, da válvula A sob a condição IV; A FIG. 20 é uma vista em corte parcial, das válvulas F e G sob as condições I e III; A FIG. 21 é uma vista em corte parcial, das válvulas F e G sob as condições II e IV; A FIG. 22 é uma vista do corpo de válvula 61; e A FIG. 23 é uma vista do filtro de água 73. 11 PE1969921
DESCRIÇÃO DETALHADA DOS DESENHOS
Um modo de realização do presente invento será agora descrito fazendo referência aos desenhos. A FIG. 1 ilustra um sistema de rega que inclui uma fonte de água 100, um temporizador de água 200, uma mangueira 150, um pulverizador 300, e um aparelho sensor de água 1 ligado ao pulverizador 300 (por exemplo, o adaptador do pulverizador 19 liga a um orificio fêmea no pulverizador 300) numa extremidade e à mangueira 150 na outra extremidade (por exemplo, o adaptador de mangueira 21 está ligado à extremidade de saida da mangueira 150). O temporizador 200 está ligado à fonte de água 100 (por exemplo, uma torneira) e controla a operação do fornecimento de água (por exemplo, o temporizador de água está "on" durante o ciclo de rega e "off" entre os ciclos de rega) de modo que a água é fornecida ao pulverizador 300 a intervalos e durações determinados por um utilizador, tudo de uma maneira agora bem conhecida na técnica de sistemas de rega de relvados. O aparelho sensor de água 1 é concebido para incluir um novo arranjo de câmaras e válvulas como o fim de interromper o programa regular estabelecido no temporizador de água 200 de modo que a água não seja fornecida ao pulverizador 300 depois de ter caido uma quantidade de água pré-determinada na área que se desejaria ser regada. Além do mais, o aparelho sensor de água 1 é inteiramente 12 ΡΕ1969921 mecânico (por exemplo, não são requeridas válvulas de solenoide ou electricidade) e é compatível com mangueiras convencionais, temporizadores de água electrónicos e dispositivos de pulverização portáteis.
Uma vista em perspectiva, uma vista de cima (com a tampa removida), e uma vista lateral de um modo de realização do aparelho sensor de água 1 são mostradas nas FIGS. 2, 3 e 4, respectivamente. 0 aparelho sensor de água 1 inclui alojamento principal 3, câmara de entrada de água 23, e adaptador de pulverizador 19. 0 alojamento principal 3 compreende tampa 5, alojamento de válvula 7, e base 9, de cima para baixo, respectivamente. Cada um destes componentes é preferivelmente moldado num material polimérico tendo requisitos de resistência e durabilidade para servir nas condições a serem descritas ulteriormente. A forma geral do alojamento principal 3 é mostrada nas FIGS. 2-4; contudo, está entendido que o alojamento principal 3 pode ser construído com qualquer outra forma geométrica desejada.
Tal como é mostrado na FIG. 4, a tampa 5 está ligada a um lado superior do alojamento de válvula 7 por meio de uma dobradiça 13 e de um mecanismo de fecho 15 (por exemplo, um mecanismo de pressão, grampo, etc.), ambos preferivelmente feitos de um material polimérico. A 13 PE1969921 dobradiça 13 é uma estrutura de junção convencional que constrange a tampa 5 e o alojamento de válvula 7 de tal maneira que eles podem articular-se um em relação ao outro (por exemplo, qualquer dobradiça adequada conhecida pode ser usada). 0 mecanismo de fecho 15 é concebido para impedir a tampa 5 de se abrir inadvertidamente. Esta estrutura permite a um utilizador ter melhor acesso (por exemplo, para fins de manutenção) à parte interior do aparelho sensor de água 1. Alternativamente, a tampa 4 e o alojamento de válvula 7 podem ser concebidos sem o conjunto de articulação descrito anteriormente.
Tal como é mostrado na FIG. 2, a tampa 5 é formada por quatro paredes laterais 11 configuradas numa forma quase rectangular. 0 filtro de chuva 17 é fixado à tampa 5 por meios adequados e abrange a totalidade da sua largura e do seu comprimento. Está entendido que um filtro tendo uma estrutura diferente da do filtro de chuva 17 pode ser usado. 0 filtro de chuva 17 inclui aberturas, preferivelmente dispostas numa maneira geralmente em forma de grelha, para permitir à água passar para o interior do alojamento de válvula 7 e impedir que entrem no alojamento 7 objectos indesejados (por exemplo, pedras, folhas, etc.). As aberturas são posicionadas entre si a uma distância apropriada de modo que a água passe através do filtro de chuva 17 e para o interior da câmara de recolha 4 (descrita ulteriormente) no interior do alojamento de válvula 7. 0 filtro de chuva 17 é de preferência fornecido numa posição aproximadamente a meio caminho ao longo da altura da tampa 14 ΡΕ1969921 5 de modo que as paredes laterais 11 funcionam como guardas de salpicos e redirigem a água deflectindo as partes sólidas para ao exterior do filtro de chuva 17. Todavia, é entendido que o filtro de chuva 17 pode ser posicionado em quaisquer outros locais adequados no interior da tampa 5.
Tal como é mostrado nas FIGS. 2 e 3, o alojamento de válvula 7 está configurado numa forma aproximadamente rectangular (por exemplo, o alojamento de válvula 7 é similar em forma, mas não necessariamente em dimensão, à configuração da tampa 5). 0 alojamento de válvula 7 compreende uma câmara principal 2 (mostrada na FIG. 5) que se estende lateralmente a partir de uma extremidade (extremidade da câmara de entrada de água 23) do alojamento principal 3 até à outra extremidade do alojamento principal 3 (extremidade do adaptador de pulverizador 19) e câmara de recolha de água 4 fornecida adjacente à câmara principal 2. Num modo de realização (mostrado na FIG: 3) a câmara de recolha de água 4 comunica com a câmara principal 2 por via de um filtro de água 73 (por exemplo, fornecido na parte lateral inferior 2f da câmara principal 2). Num estado não montado, o topo e o fundo do alojamento de válvula 7 é aberto. 0 alojamento de válvula 7 é configurado para alojar válvulas A, B, C, D, E, e F (descritas em detalhe posteriormente). As válvulas A-F estão acomodadas no interior da câmara principal 2. Cada uma destas válvulas é discutida em detalhe posteriormente fazendo referência à FIGS. 5 e 6. 15 PE1969921 A base 9 está fixada a um lado inferior do alojamento de válvula 7 por meios convencionais. Num modo de realização, a base 9 está fixada por soldadura electrónica. Num modo de realização, o elemento saliente 75 é fornecido na superfície superior da base 9 (por exemplo, quer integralmente formado ou fixado separadamente) para elevar a válvula A (discutida posteriormente) para fora da base 9 quando a válvula A está na sua posição normal. A câmara de entrada de água 23 está ligada ao alojamento de válvula 7 e facilita a fixação, por via da porca de acoplamento 19, da mangueira 150 ao aparelho sensor de água 1. O adaptador de pulverizador 19 está ligado a um lado oposto do alojamento de válvula 7 e facilita a fixação de um pulverizador 300 ao aparelho sensor de água.
Voltando agora à FIG. 5 e FIG: 6, o aparelho sensor de água lserá descrito em detalhe. A FIG: 5 é uma vista em corte de um aparelho sensor de água 1 tomado ao longo das linhas 5-5 mostrado na FIG. 4. Em particular, a FIG. 5 mostra uma vista em corte das válvulas A, B, C, D, e E, cada uma das quais está rodeada por um círculo na FIG. 5 e descrita em detalhe posteriormente.
Tal como é mostrado na FIG: 5, a válvula A (por exemplo, válvula de flutuador A) está acomodada na parte 16 ΡΕ1969921 inferior 2a da câmara principal 2 (por exemplo, corpo de válvula) e compreende um disco 35, tampa de disco 37, e um elemento de vedação 39, preferivelmente uma vedação O-ring elastomérica. Na FIG. 5, a válvula B está aberta (por exemplo, há menos do que ma quantidade determinada de água recolhida na câmara principal 2). Na FIG. 5, o disco 35 está fixado a uma tampa de disco 37 (por exemplo, soldada electronicamente). 0 disco 35, a tampa de disco 37 e o elemento de vedação 39 formam um subconjunto. A tampa de disco 37 está configurada numa forma diferente. Uma parte de extremidade da tampa de disco 37 (por exemplo, a parte de extremidade aberta em forma de U) está ligada, de forma a poder articular-se, a uma superfície superior da base 9. A outra parte de extremidade da tampa de disco 37 pode incluir uma estrutura semelhante a um gancho 38 por razões a serem discutidas posteriormente. Em termos gerais, o disco 35 é um elemento susceptível de ser comprado (por exemplo, uma caixa de lata oca) adaptada para se mover numa direcção geralmente vertical em resposta a um nível de água ascendente no interior da câmara principal 2, para mudança da válvula A de uma posição aberta para uma posição fechada, de uma maneira a ser descrita em maior detalhe posteriormente. Um a parte inferior do disco 35 descansa no elemento saliente 75 quando há pouca ou nenhuma água na câmara principal 2. A combinação do disco 35, da tampa de disco 37, e do elemento de vedação 39 flutua no sentido ascendente à medida que o nível de água na câmara principal 2 aumenta. Em termos gerais, quando a extremidade da tampa de disco 37 está mais alta que a extremidade do bloco de 17 PE1969921 entrada 47 (válvula C) e o temporizador de água 200 está "on", a alta pressão de água que entra na câmara principal 2 a partir da câmara de entrada de água 23 forçará o disco 35 de encontro à sede da válvula A, a qual é formada na superfície interior do alojamento de válvula 7, e efectivamente fecha a válvula e interrompe o fluxo de fluido (por exemplo, FIGS. 10A e 10B). 0 elemento de vedação 39 é configurado para impedir que a água a alta pressão flua em torno do disco 35 e para jusante para o interior do pulverizador 300. o funcionamento da válvula A sob várias condições de operação será discutida em detalhe posteriormente. A válvula B está acomodada numa parte lateral exterior 2b da câmara principal 2 do alojamento de válvula 7 e compreende um bloco de saida 27 (corpo de válvula), uma mola 31, e um elemento de vedação 33, preferivelmente um elemento de vedação O-ring elastomérico. Na FIG. 5, a válvula B está fechada (por exemplo, não há água a alta pressão a entrar no alojamento principal 3 a partir da câmara de entrada de água 23). Tal como é mostrado na FIG: 4, ambas as faces laterais da parte lateral de saída 2b da câmara principal 2 estão abertas para permitir que o fluido a alta pressão se escoe desde o lado de entrada para o lado do pulverizador do aparelho sensor de água 1 quando a válvula A está aberta (isto é, a água recolhida no fundo da câmara é menos que um limiar pré-determinado) e o temporizador de água está "on". O bloco de saída 27, a mola 31, e o elemento de vedação 33 estão acomodados na parte 18 ΡΕ1969921 lateral de saída 2b. A mola 31 está ligada numa extremidade ao suporte de mola 29 e na outra extremidade ao bloco de saída 27. A forma geral da parte lateral de saída 2b é mostrada na FIG. 4; todavia, é entendido que a parte lateral de saída 2b pode ser construída noutra forma geométrica desejada. Tal como é mostrado no modo de realização ilustrado na FIG. 4, a parte lateral de saída 2b compreende uma primeira secção e uma segunda secção, em que a primeira secção tem um diâmetro interno maior que a segunda secção. 0 bloco de saída 27 está configurado para ter uma parte de impulso 25 que se salienta de uma extremidade da parte de corpo principal do bloco de saída 27 e em direcção à câmara principal 2. A parte de impulso 25 tem um diâmetro externo menor que a parte de corpo principal do bloco de saída 27. 0 bloco de saída 27 é mantido numa posição fechada pela força aí exercida pela mola 31.
Na posição fechada, a válvula B impede a água residual no interior do dispositivo de pulverização ou na mangueira de reentrar na câmara principal 2 (por exemplo, qunado o temporizador de água é desligado). A válvula B abre o canal de água (por exemplo, a parte lateral de saída 2b) quando a pressão da água que entra na parte lateral de saída 2b é maior que a força de oposição da mola exercida na mola exterior 27. Quando a válvula B transita de uma posição aberta para uma posição fechada (por exemplo, após a operação de pulverização ter sido completada e o temporizador ter sido desligado), a parte de impulso 25 19 PE1969921 contacta o disco 35 (da válvula A) , voltando por isso o disco à posição aberta ou de repouso (por exemplo, quando não há água na câmara principal 2) . A válvula C (válvula de haste de entrada) está acomodada na parte lateral de entrada 2c da câmara principal 2 do alojamento de válvula 7 e compreende bloco de entrada 47 (corpo de válvula), mola 49, e elemento de vedação 51, preferivelmente um elemento de vedação O-ring elastomérico. Na FIG. 5, a válvula C está fechada (por exemplo, não há água a alta pressão a entrar na câmara de entrada de água 23 a partir da mangueira 150) . O bloco de entrada 47 inclui uma parte de bloqueio 41 que se salienta de uma sua extremidade e que se estende para o interior da câmara principal 2. A parte de bloqueio 41 pode estar configurada, como mostrado, na forma de um gancho descendente com o fim de melhorar o engate com a válvula A (descrita anteriormente). O bloco de entrada 47 é mantido na sua posição fechada por intermédio de uma força nele exercida pela mola 49. Uma parte da parte lateral de entrada 2c está configurada para ser uma sede da válvula C O elemento de vedação 51 é fornecido entre o bloco de entrada 47 e a sede da válvula C da câmara de entrada 23 com o fim de vedar da água a parte lateral de entrada 2c quando o temporizador é desligado. O bloco de entrada 47 move-se numa direcção lateral, alternativamente permitindo a água escoar-se da câmara de entrada de água 23 para a câmara principal 2 e impedir a água de se escoar da câmara principal 2 para a câmara de entrada de água 23. Em 20 ΡΕ1969921 particular, quando a água a alta pressão entra na parte lateral de entrada 2c, a partir da mangueira 150, a pressão exercida contra o bloco de entrada 47 abre a válvula C (por exemplo, a pressão de água é maior que a força de oposição da mola) . Num modo de realização, são necessárias 5-6 PSI (libras por polegada quadrada) de pressão para abrir a válvula C. Em termos gerais, o bloco de entrada 47 move-se aproximadamente 0,125" (com uma distância máxima de deslocamento de 0,650" ) na direcção lateral e abre a válvula C, o que cria uma conduta para a água a alta pressão passar através dela. 0 bloco de entrada 47 está configurado para impedir a água residual no interior da mangueira (não ilustrada) de entrar na câmara principal 2 do alojamento de válvula 3 quando o temporizador está desligado. O bloco de entrada 47 pode também adelgaçar-se numa forma semelhante a um cone na extremidade oposta da câmara principal 2 com o fim de dirigir a água através (por exemplo, em torno do bloco de entrada 2) da parte lateral de entrada 2c e para o interior da câmara principal 2.
Tal como é mostrado na FIG. 5, o alojamento de válvula 7 está configurado para permitir à água a alta pressão passar da parte lateral de entrada 2c (por exemplo, alojamento da válvula C) para a parte do lado da saida 2b (por exemplo, alojamento da válvula B). A parte lateral de entrada 2c e a parte lateral de saida 2b estão dispostas essencialmente no mesmo plano horizontal de maneira que, quando as válvulas A, B e C estão abertas (por exemplo, a água recolhida é menor que um limiar pré-determinado e o 21 PE1969921 temporizador está "on"), a trajectória do escoamento de água a alta pressão não é limitada. Num modo de realização, este plano horizontal está situado aproximadamente no ponto central do alojamento principal 3. A válvula D (válvula superior) está acomodada na parte superior 2d da câmara principal 2 e compreende um corpo de válvula 43, e um elemento de vedação 45, o qual é preferivelmente um elemento de vedação O-ring elastomérico. Na FIG. 5, a válvula D está aberta (por exemplo, baixa pressão na câmara 2). A parte superior 2d da câmara principal 2 define uma sede da válvula D e aberturas 53 para a introdução de pressão de ar na câmara principal 2 do alojamento de válvula 7. 0 corpo de válvula 43 desloca-se uma determinada distância na direcção vertical em resposta a um nivel de pressão no interior do alojamento principal 2, fechando por isso a válvula D pelo assentamento do corpo de válvula 43 contra a sede da válvula D. 0 elemento de vedação 45 é fornecido entre o corpo de válvula 43 e a sede da válvula D e é concebido para impedir o ar para se escapar para o interior da câmara principal 2 quando a válvula D está fechada. Em funcionamento, o corpo de válvula 43 abre (por exemplo, move-se no sentido descendente pela acção do seu próprio peso afastando-se da sede da válvula D) para introduzir pressão de ar no interior da câmara principal 2 por via da abertura 53 quando a pressão no interior da câmara principal 2 está abaixo de um limiar pré-determinado (por exemplo, pressão atmosférica, 15 PSI). Alternativamente, a válvula D fecha 22 PE1969921 quando a pressão no interior da câmara principal 2 está acima de um limiar pré-determinado. 0 corpo de válvula 43 é fixado por meios convencionais (por exemplo, mecanismo de pressão, adesivo) à parte superior 2d da câmara principal 2. A válvula E (válvula de descarga) é fornecida na conduta de descarga 24. A conduta de descarga 24 comunica com a parte interior as câmara de entrada de água 23 e estende-se num sentido descendente. A conduta de descarga 24 pode ser construída integral ou associada à câmara de entrada 23. A válvula E compreende um corpo de válvula 81, elemento de vedação 83, e mola 85, o qual é preferivelmente um elemento de vedação O-ring elastomérico. A conduta de descarga 24 está configurada para definir a sede da válvula E. A mola 85 está fixada ao corpo de válvula 81. Na FIG. 5, a válvula E está aberta (por exemplo, não há água a alta pressão a entrar na câmara de entrada de água 23 a partir da mangueira 150). O corpo de válvula 81 desloca-se uma distância designada geralmente na direcção vertical em resposta ao nível de pressão no interior da câmara de entrada de água 23. A mola 85 aplica uma força de mola apropriada ao corpo de válvula 81 para forçar o corpo de válvula 81 para uma posição ascendente (por exemplo, não em contacto com a sede da válvula E) quando a pressão de água no interior da câmara de entrada de água 23 é menor que um limiar pré-determinado (por exemplo, num modo de realização o limiar é fixado em 5 PSI). Por consequência, a válvula E é concebida para que qualquer água residual localizada na 23 PE1969921 câmara de entrada de água 23 passe através da válvula aberta E e saia do aparelho sensor de água 1 por via da conduta de descarga 24. Alternativamente, se a pressão da água no interior da câmara de entrada de água 23 é maior que um limiar pré-determinado (por exemplo, 5 SI), então a válvula E é concebida para fechar. Em funcionamento, quando a força aplicada ao corpo de válvula 81 (pela pressão da água) excede uma força de oposição de mola a ela aplicada pela mola 85, o corpo de válvula 81 é pressionado contra a sede da válvula E. 0 elemento de vedação 83 é fornecido entre o corpo de válvula 81 e a sede da válvula E e está concebido para impedir que a água se perca para o interior da conduta de descarga 24 quando a válvula E está fechada. A FIG: 6 é uma vista em corte do aparelho sensor de água 1 tomado ao longo das linhas 6-6 mostrado na FIG. 2. Em particular, a FIG. 6 mostra uma vista em corte das válvulas F e G, cada uma das quais será descrita em detalhe. A válvula F (válvula de drenagem) é fornecida na parte lateral inferior 2f da câmara principal 2 do alojamento de válvula 7. Tal como é mostrado na FIG. 5, a parte lateral inferior 2f está situada num plano horizontal abaixo das válvulas Be C (descritas anteriormente). Ambas as extremidades laterais da parte lateral inferior 2f da câmara principal 2 são abertas. Uma primeira extremidade da parte lateral inferior 2f abre para a câmara principal 2e uma segunda extremidade estende-se no sentido de se afastar 24 PE1969921 do alojamento principal 3 (por exemplo, drena água para o ambiente exterior). A válvula F compreende um elemento de vedação 59 (por exemplo, preferivelmente um elemento de vedação O-ring elastomérico), corpo de válvula 61 (por exemplo, vara de batente), mola 63, e anel de dreno 65. A câmara de recolha de água 4 está localizada acima da parte lateral inferior 2f da câmara principal 2 e é capaz de comunicar fluidamente com a câmara principal 2 por via de um filtro de água 73 fornecido na parte lateral inferior 2f. Na FIG: 23 é mostrado um modo de realização do filtro de água 73. A parte lateral inferior 2f está configurada para definir a sede da válvula F. A mola 63 está fixada ao corpo de válvula 61 e ao anel de dreno 65. 0 corpo de válvula 61 inclui um furo de atravessamento horizontal 61a, o qual é um canal que se estende longitudinalmente através do corpo de válvula 61. A função do furo de atravessamento 61a será descrita ulteriormente. O corpo de válvula 61 desloca-se uma distância pré-determinada numa direcção lateral em resposta à pressão de água no interior da câmara principal 2 do alojamento de válvula 7.
Em funcionamento, quando o temporizador de água está "off", a mola 63 aplica uma força de mola apropriada ao corpo de válvula 61 para forçar o corpo de válvula 61 a afastar-se da sede da válvula F criando assim a abertura 55 entre a sede da válvula F e o corpo de válvula 61 para a água no interior da câmara de recolha de água 4 passar para o interior da câmara principal 2 do alojamento de válvula 7 (por exemplo para, por esse motivo, activar a válvula A). A 25 PE1969921 válvula F está concebida para fechar quando a pressão de água no interior da câmara principal 2 é maior do que a força de mola aplicada ao corpo de válvula 61 pela mola 85. Em particular, a válvula F fecha quando o corpo de válvula 61 pressiona contra a sede da válvula F, criando uma vedação entre a câmara principal 2 e a parte lateral inferior 2f.
Tal como é mostrado na FIG. 6, o corpo de válvula 61 é fixado a um botão 69 por via do fecho 71. A válvula F é concebida para perder água a alta pressão da câmara principal 2 para um ambiente exterior (quando a válvula F está fechada), por via do corpo de válvula 61 e da abertura 70. Num modo de realização, o corpo de válvula 61 é configurado para compreender um furo de atravessamento 61a e um trajecto de drenagem 61b. O furo de atravessamento 61a estende-se longitudinalmente desde uma extremidade do corpo de válvula 61 (exposto à câmara principal 2) até à outra extremidade do corpo de válvula 61 (exposto ao botão 69). O trajecto de dreno 61b comunica com a parte do furo de atravessamento 61a do lado do botão do corpo de válvula 61. Num modo de realização, tal como é mostrado na FIG: 22, o trajecto de dreno 61b é formado pela remoção de uma parte em forma de entalhe do corpo de válvula 61 adjacente ao furo de atravessamento 61a do lado do botão do corpo de válvula 61. Em funcionamento, a água a alta pressão entra através do furo de atravessamento 61a quando a válvula F está fechada e sai do aparelho sensor de água 1 pela abertura 70, a jusante da conduta definida pelo furo de 26 ΡΕ1969921 atravessamento 61a e pelo trajecto de dreno 61b. Tal como é mostrado na FIG. 5, a abertura 70 é fornecida numa superfície de fundo da parte lateral inferior 2f da câmara principal 2. Na FIG: 5, a abertura 70 é fornecida abaixo do fecho 71. Todavia, é entendido que a abertura 70 pode ser posicionada noutras localizações adequadas no interior da parte lateral inferior 2f da câmara principal 2 do alojamento de válvula 7. A válvula G (válvula de interrupção) é fornecida na parte lateral inferior 2f da câmara principal 2 do alojamento de válvula 7. A válvula H compartilha componentes com as válvulas F e G. A válvula G compreende um corpo de válvula 61, elemento de vedação 67 (por exemplo, preferivelmente um elemento de vedação O-ring elastomérico), fecho 71, anel de dreno 65, e botão 69 (por exemplo, corpo de válvula). Tal como descrito anteriormente, o corpo de válvula 61 está fixado ao botão 69 por via do fecho 71. O anel de dreno 65 fornecido entre o botão 69 e o corpo de válvula 61, é fixado a uma superfície interior na parte lateral inferior 2f da câmara principal 2 (por exemplo, adaptação de pressão). O botão 69 desloca-se uma distância pré-determinada na direcçâo lateral aproximando-se e afastando-se do anel de dreno 65 em resposta à pressão de água no interior da câmara principal 2 do alojamento de válvula 7. Em funcionamento, quando o temporizador de água está "off", o botão 69 pressiona contra o anel de dreno 65 (por exemplo, sede da válvula G), selando por isso a abertura 70 e impedindo que 27 PE1969921 a água do interior da câmara de recolha de água 4 se perca para o exterior do aparelho sensor de água 1. Alternativamente, quando o temporizador de água está "on", a água a alta pressão no interior da câmara principal 2 desloca lateralmente o botão 69 afastando-o do anel de dreno, permitindo por isso à água do interior da câmara de recolha de água 4 drenar-se para o exterior do aparelho sensor de água 1. Tal como descrito em detalhe ulteriormente, quando a válvula F é aberta (por exemplo, a mola 63 aplica uma força de mola apropriada para deslocar o corpo de válvula 61 afastando-o da sede da válvula F), a válvula G é fechada.
Adicionalmente, o botão 69 pode ser empurrado para fora (por exemplo, afastando-o do aparelho sensor de água) para remover manualmente a água recolhida na câmara principal 2.
Tal como foi descrito anteriormente, o aparelho sensor de água 1 é um componente de um sistema de rega (FIG. 1) que compreende ainda uma fonte de água 100, um temporizador de água 200 e um dispositivo de pulverização 300. O aparelho sensor de água 1 está concebido para impedir o temporizador de água de fornecer água ao dispositivo de pulverização qunado foi recolhido mais que um determinado nivel de água na câmara principal 2 do aparelho sensor de água 1. Em termos gerais, as válvulas A-F, descritas anteriormente, abrem e fecham em resposta à presença ou ausência de (a) água a alta pressão entrando no 28 PE1969921 aparelho sensor de água 1 a partir do lado de entrada quando o temporizador de água 200 está "on", (b) um nivel pré-determinado de água da chuva recolhida na câmara principal 2, e (c) água a alta pressão recolhida na câmara principal 2.
As FIGS. 7A-11B ilustram como as válvulas A-G do aparelho sensor de água 1 funcionam sob as seguintes condições; I. 0 temporizador de i água está "off "e a água recolhida na câmara principal 2 é menor que uma quantidade desejada, por exemplo, 0,50"; II. 0 temporizador de água está "on "e a água recolhida na câmara principal 2 é menor que uma quantidade desejada, por exemplo, 0,50"; III . 0 temporizador de água está "off"e a água recolhida na câmara principal 2 é maior que uma quantidade desejada, por exemplo, 0,50"; e IV. 0 temporizador de água está "on "e a água recolhida na câmara principal 2 é maior que uma quantidade desejada, por exemplo, 0,50". É geralmente entendido que o aparelho sensor de água 1 pode ser configurado para funcionar sob diferentes condições (por exemplo, um patamar maior ou menor que 0,50" de água das chuvas recolhida) e não se desviar do espirito e âmbito deste invento. 29 PE1969921
Condição I
As FIGS. 7A e 7B ilustram vistas em corte 6-6 e 5-5 do aparelho sensor 1, respectivamente, na condição I (isto é, precipitação pluviométrica recolhida <0,50" e o temporizador de água está "off"). Esta condição surge entre ciclos de rega quando houve pouca ou nenhuma precipitação pluviométrica.
Em termos gerais, quando o temporizador de água está "off" (isto é, não há entrada de água a alta pressão), a válvula C está fechada. A FIG. 16 mostra uma vista em corte parcial de uma válvula C sob a condição I (por exemplo, a força f da mola empurra o bloco de entrada 47 afastando-o da câmara principal 2) .A parte de bloqueio 41 do bloco de entrada 47 não interfere com o eixo de articulação vertical do corpo de flutuador A (por exemplo, disco 35) quando a válvula C está fechada. A posição vertical do corpo de flutuador A (em torno do eixo de articulação vertical descrito anteriormente do corpo de flutuador A) é determinado, em parte, pelo nível de água acumulado na câmara principal 2. Por outras palavras, à medida que o nível de água sobe, também sobe o corpo de flutuador A. Todavia, na condição I (isto é, precipitação pluviométrica recolhida <0,50") o corpo de flutuador não se eleva até um ponto em que o bloco de entrada 47 interferirá com o eixo de articulação vertical do corpo de flutuador A (por exemplo, disco 35) quando a válvula C está aberta. 30 ΡΕ1969921 A válvula B é fechada para evitar que a água a baixa pressão estática presente no pulverizador 300 e adaptador de pulverizador 19 flua de retorno à câmara principal 2. A FIG. 12 mostra uma vista em corte parcial da válvula B sob a condição I (por exemplo, o bloco de saida 27 está assente contra a sede da válvula B na parte do lado da saida 2b da câmara principal 2). A válvula E é aberta (por exemplo, o corpo de válvula 81 é forçado de maneira a afastar-se da sede da válvula E) com o fim de drenar a água a baixa pressão estática presente na mangueira 150 ou na câmara de entrada 23 de modo que essa água a baixa pressão não se escoa para o interior da câmara principal 2. A válvula F é aberta com o fim de criar a abertura 55 na parte lateral inferior 2F da câmara principal 2 para a água da chuva recolhida na câmara de recolha 4 passar através (e por isso activar a válvula A). A FIG. 20 mostra uma vista em corte parcial da válvula F na condição I (por exemplo, o corpo de válvula 61 é forçado a afastar-se da sede da válvula F). A válvula G é fechada com o fim de impedir a água da chuva recolhida na câmara de recolha 4 de passar através das aberturas 57 em vez das 55 quando o temporizador está "off". A FIG. 20 mostra uma vista em corte parcial da válvula G sob a condição I (por exemplo, o corpo de válvula 69 veda a abertura de dreno 57). 31 PE1969921 A válvula D é aberta porque a pressão no interior da câmara 2 é menor que a pressão atmosférica.
Seguidamente, descrever-se-á o que acontece quando o temporizador de água 200 roda para "on" sob as condições de água da chuva descritas anteriormente.
Condição II
As FIGS. 8A e 8B ilustram vistas em corte 6-6 e 5-5 do aparelho sensor 1, respectivamente na condição II (isto é, precipitação pluviométrica recolhida <0,50" e o temporizador de água está "on"). Esta condição surge quando o temporizador de água liga após um período de pouca ou nenhuma precipitação pluviométrica.
Em termos gerais, quando o temporizador de água está "on", a água a alta pressão (por exemplo, >5 PSI) entra na câmara de entrada de água 23 por via da mangueira 150. Nesta condição, a válvula C abre e a válvula E fecha devido à força exercida contra o bloco de entrada 47 e o corpo de válvula 81 pela água a alta pressão entrada, respectivamente (por exemplo, sobrepõe-se à força de oposição de mola nas válvulas C e F.). Devido à abertura da válvula C, a parte de bloqueio 47 é deslocada na direcção horizontal uma quantidade pré-determinada de maneira que ela interfere com o eixo de articulação do corpo de flutuador A e impede a válvula A de fechar durante o ciclo de rega. A FIG. 17 mostra uma vista em corte parcial das 32 PE1969921 válvulas C e E na condição II.
Sob esta condição, a válvula B abre devido à força exercida contra o bloco de saida 27 pela água a alta pressão entrada (por exemplo, sobrepõe-se à força de oposição da mola que actua no bloco de saida 27), criando por isso um caminho para o pulverizador 300 para a água a alta pressão se escoar. A FIG. 13 mostra uma vista em corte parcial da válvula B na condição II. A válvula D fecha porque a pressão no interior da câmara 2 é maior que a pressão atmosférica. A FIG: 15 mostra uma vista em corte parcial da válvula D sob a condição II (por exemplo, criando a abertura 53). A válvula F fecha devido à força exercida contra o corpo de válvula 61 pela água recolhida na câmara principal 2 (por exemplo, na parte inferior 2a da câmara principal) e a válvula G abre como resultado do deslocamento lateral do corpo de válvula 61. A FIG. 21 mostra uma vista em corte parcial das válvulas F e G, na condição II.
Com o fim de drenar a água recolhida na câmara principal 2 durante o ciclo de rega, a válvula F é configurada para incluir uma perda designada. Tal como foi descrito anteriormente, a perda é criada pelo fornecimento do furo de atravessamento 61a e do furo de drenagem 61b no corpo de válvula 61. Quando a válvula F é fechada, o furo 33 PE1969921 de atravessamento 61a e de um furo de drenagem 61b criam um trajecto desde a câmara principal 2 até ao exterior do aparelho sensor de água 1 para a água recolhida se escoar.
Condição III
As FIGS. 9A e 9B ilustram vistas em corte 6-6 e 5-5 do aparelho sensor 1, respectivamente, na condição III (isto é, precipitação pluviométrica recolhida AO,50" e o temporizador de água está "off"). Esta condição surge entre os ciclos de rega quando houve uma certa precipitação pluviométrica.
Tal como foi explanado anteriormente, quando o temporizador de água está "off" (isto é, não há entrada de água a alta pressão) a válvula C é fechada e a parte de bloqueio 41 é impedida de interferir com o corpo de flutuador A. É compreendido que, à medida que o nivel de água na câmara 2 sobe, também sobe o corpo de flutuador A. Na condição III, a posição vertical do corpo de flutuador A está mais alta que a parte de bloqueio 41, porque a água recolhida na câmara principal 2 é AO, 50". Portanto, quando a válvula C abre (descrito na condição IV que se segue), a água a alta pressão vinda da mangueira 150 empurra o corpo de flutuador A contra sede da válvula A.
Na condição III, a válvula B é fechada (por exemplo, o bloco de saida 27 é assente contra a sede de válvula B na parte do lado da saida 2b da câmara principal 34 PE1969921 2) para impedir que a água a baixa pressão estática presente no pulverizador 300 e no adaptador de pulverizador 19 se escoe de retorno para o interior da câmara principal 2. A válvula E é aberta (por exemplo, o corpo de válvula 81 é forçado a afastar-se da sede da válvula E) com o fim de drenar a água a baixa pressão estática presente na mangueira 150 ou na câmara de entrada 23 de maneira que essa água a baixa pressão não se escoe para o interior da câmara principal 2. A válvula F é aberta com o fim de criar a abertura 55 na parte lateral inferior 2F da câmara principal 2 para a água da chuva recolhida na câmara de recolha 4 passar através (e por isso activar a válvula A). A FIG. 20 mostra uma vista em corte parcial da válvula F na condição III (por exemplo, o corpo de válvula 61 é forçado a afastar-se da sede da válvula F). A válvula G é fechada com o fim de impedir que a água da chuva recolhida na câmara de recolha 4 passe através da abertura 57 em vez de pela 55 quando o temporizador está "off". A FIG. 20 mostra uma vista em corte parcial da válvula G na condição III (por exemplo, o corpo de válvula 69 veda a abertura de drenagem 57). A válvula D é aberta porque a pressão no interior da câmara 2 é menor do que a pressão atmosférica. 35 PE1969921
Seguidamente, descrever-se-á o que acontece quando o temporizador de água 200 liga quando a posição vertical do corpo de flutuador A é mais alta que a da parte de bloqueio 41.
Condição IV
As FIGS. 10A e 10B ilustram vistas em corte 6-6 e 5-5 do aparelho sensor 1, respectivamente, na condição IV (isto é, precipitação pluviométrica recolhida >0,50" e o temporizador de água está "on"). Esta condição surge quando o temporizador de água 200 liga ou após ter havido uma certa precipitação pluviométrica.
Tal como foi explanado anteriormente, quando o temporizador de água está "on", a válvula C abre e a válvula E fecha. Nesta condição, a água a alta pressão entra na câmara principal 2 por via da parte do lado da entrada 2c e força a válvula de flutuador A, a qual está mais alta que a parte de bloqueio 41, contra a sede da válvula A, fechando por isso a válvula A e impedindo a água entrada de fluir a jusante para o pulverizador 300. A FIG. 19 mostra um vista em corte parcial da válvula A sob a condição IV.
Nesta condição, a válvula B abre devido à força exercida contra a parte de impulso 25 do bloco de saida 27 pela válvula de flutuador A fechada (por exemplo, a força da válvula de flutuador A contra a parte de impulso 25 36 ΡΕ1969921 sobrepõe-se à força de oposição da mola que actua no bloco de saída 27) . Uma função da válvula B na condição IV é criar um trajecto para a água a baixa pressão localizada no pulverizador 300 e adaptador de pulverizador 19 drenar para o exterior do aparelho sensor de água 1. A válvula D fecha porque a pressão no interior da câmara 2 é maior do que a pressão atmosférica. A FIG.15 mostra uma vista em corte parcial da válvula D na condição IV (por exemplo, criando a abertura 53) . A válvula F fecha devido à força exercida contra o corpo de válvula 61 pela água recolhida na câmara principal 2 (por exemplo, a parte inferior 2a da câmara principal) e a válvula G abre como resultado do deslocamento lateral do corpo de válvula 61. Nesta condição (tal como descrito anteriormente), a água da chuva recolhida na câmara de recolha de água 4 pode drenar para o exterior do aparelho sensor de água 1. A FIG. 21 mostra uma vista em corte parcial das válvulas F e G, na condição IV.
Com o fim de drenar a água recolhida na câmara principal 2 durante um ciclo de rega, a válvula F é configurada para inclui uma perda designada. Tal como foi explanado anteriormente, a perda é criada pelo fornecimento de um furo de atravessamento 61a e de um furo de drenagem 61b no corpo de válvula 61. Quando a válvula F é fechada, o furo de atravessamento 61a e o furo de drenagem 61b criam um trajecto desde a câmara principal 2 até ao exterior do 37 ΡΕ1969921 aparelho sensor de água 1 para a água recolhida se escoar.
Quando o temporizador de água 200 é desligado (após quer a condição II quer a condição IV), o aparelho sensor de água 1 volta à condição I.
Transição da condição IV para a condição I
As FIGS. 11A e 11B ilustram vistas em corte 6-6 e 5-5 do aparelho sensor 1, respectivamente, quando o temporizador é desligado após a condição IV. Em geral, quando da transição da condição IV para a condição I, o aparelho sensor de água 1 volta ele mesmo ao ponto inicial e drena para começar a monitorização para o ciclo de rega seguinte.
Quando da transição da condição IV para a condição I, é criada uma perda por via do corpo de válvula 61 para libertação da água a alta pressão acumulada na câmara principal 2 com o fim de actuar a válvula D. A posição vertical da válvula A baixa à medida que o nivel de água na câmara principal 2 baixa (devido à drenagem) . A válvula B fecha quando a força da mola que actua no bloco de saida 27 se sobrepõe à força de oposição (quer da água a alta pressão quer do corpo de flutuador A). A FIG. 14 mostra uma vista em corte parcial da válvula B durante o período de transição da condição IV para a 38 PE1969921 condição I. A válvula E abre quando a força da mola que actua no corpo de válvula 61 se sobrepõe à força de oposição (pressão da água recolhida na câmara 2). A válvula F fecha com o fim de fazer o aparelho sensor de água 1 voltar ao ponto inicial de maneira que a água da chuva recolhida na câmara de recolha 4 não se perde para o chão.
Foi descrito um aparelho sensor de água que inclui um novo arranjo de câmaras e válvulas com o fim de evitar que a água seja fornecida a um pulverizador após ter caido uma quantidade pré-determinada de chuva na área que previamente foi desejado regar. É entendido que a anterior descrição detalhada dos desenhos é fornecida apenas a titulo de exemplo. Vários detalhes de concepção e construção podem ser modificados sem sair do âmbito do invento tal como foi mostrado nas reivindicações anexas.
Lisboa, 22 de Fevereiro de 2011

Claims (19)

  1. PE1969921 1 REIVINDICAÇÕES 1. Aparelho sensor de água (1) usado em ligação com um sistema de rega, o referido aparelho sensor de água (1) compreendendo: um alojamento principal (3) ligado a uma entrada (23) e a uma saída (19); e um primeiro mecanismo de válvula ligado ao referido alojamento principal (3) e que abre e fecha a saída (19) do referido alojamento ] principal (3) em resposta a um nível de água recolhida no referido alojamento principal (3) caracterizado pelo facto de que as referidas entrada (23) e saída (19) são fornecidas dos lados do referido alojamento principal (3), o referido primeiro mecanismo de válvula sendo fornecido no interior do referido alojamento principal (3) e a abertura e fecho da referida saída (19) também ocorre em resposta à pressão da água na referida entrada (23) do referido alojamento principal (3) .
  2. 2. Aparelho sensor de água (1) de acordo com a reivindicação 1, o referido alojamento principal (3) compreendendo ainda: uma parte de cobertura (5) compreendendo um filtro de água (17) para filtrar contaminantes impedindo-os de entrar no referido aparelho sensor de água; uma parte de alojamento de válvula (7) 2 ΡΕ1969921 compreendendo uma câmara principal (2) que se estende em geral lateralmente desde a referida entrada (23) até à referida saida (19), e uma câmara de recolha de água (4) fornecida adjacente à referida câmara principal (2); e uma parte de base (9) .
  3. 3. Aparelho sensor de água (1) de acordo com a reivindicação 2, em que a referida câmara principal (2) está em comunicação fluida com a referida câmara de recolha de água (4).
  4. 4. Aparelho sensor de água (1) de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 ou 3, o referido primeiro mecanismo de válvula compreendendo um elemento flutuante (35) adaptado para se mover numa direcção geralmente vertical em resposta a uma subida do nivel de água na referida câmara principal (2).
  5. 5. Aparelho sensor de água (1) de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 4, em que o referido primeiro mecanismo de válvula está alojado numa parte inferior (2a) da referida câmara principal (2) e está acoplado, de maneira a poder articular-se, numa sua extremidade, a uma superfície superior da referida parte de base (9) .
  6. 6. Aparelho sensor de água (1) de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 5, compreendendo ainda uma pluralidade de mecanismos de válvula alojados na 3 PE1969921 referida câmara principal (2) .
  7. 7. Aparelho sensor de água (1) de acordo com a reivindicação 5 ou reivindicação 6 quando dependente da reivindicação 5, a referida pluralidade de mecanismos de válvula compreendendo: um segundo mecanismo de válvula na parte do lado da entrada (2c) da referida câmara principal (2), o referido segundo mecanismo de válvula tendo uma posição fechada na qual o referido segundo mecanismo de válvula engata uma sede da válvula de entrada e bloqueia o fluxo de fluido que entra na referida câmara principal (2) e uma posição aberta na qual o referido segundo mecanismo de válvula não engata a referida sede da válvula de entrada e permite que a água a alta pressão se escoe para o interior da referida câmara principal (2); e um terceiro mecanismo de válvula disposto numa parte do lado da saida (2b) da referida câmara principal (2), o referido terceiro mecanismo de válvula tendo uma posição fechada na qual o referido terceiro mecanismo de válvula engata uma sede da válvula de entrada e bloqueia o fluxo de fluido que entra na referida câmara principal (2) e uma posição aberta na qual o referido terceiro mecanismo de válvula não engata a referida sede da válvula de entrada e permite que a água a alta pressão se escoe da referida câmara principal (2) para a referida saida do referido alojamento principal (3), em que 4 PE1969921 a referida parte lateral de entrada (2c) e a referida parte lateral de saída (2b) estão dispostas aproximadamente num mesmo plano horizontal, e a referida parte inferior (2a) da referida câmara principal (2) está disposta aproximadamente entre a referida parte lateral de entrada e a referida parte lateral de saida.
  8. 8. Aparelho sensor de água (1) de acordo com a reivindicação 2 a 7, a referida pluralidade de mecanismos de válvula compreendendo: um quarto mecanismo de válvula disposto numa parte lateral inferior (2a) da referida câmara principal (2), o referido quarto mecanismo de válvula controla um fluxo de água de baixa pressão desde a referida câmara de recolha de água (4) até à referida câmara principal (2), o referido quarto mecanismo de válvula não engata uma sede da quarta válvula e cria um trajecto para o fluido fluir desde a referida câmara de recolha de água (4) para a referida câmara principal (2) , e tendo uma posição fechada na qual o referido quarto mecanismo de válvula engata a referida sede da quarta válvula e impede a água de se escoar desde a referida câmara de recolha de água (4) para a referida câmara principal (2) em que a referida parte lateral inferior (2a) é fornecida num plano horizontal abaixo da referida parte lateral de entrada (2c) e abre numa extremidade para a referida parte inferior (2a) da referida câmara principal 5 PE1969921 (2) .
  9. 9. Aparelho sensor de água (1) de acordo com a reivindicação 8, o referido quarto mecanismo de válvula compreendendo: um corpo de válvula (61) tendo uma conduta de água (24) que se estende no sentido do comprimento através do referido corpo de válvula, a referida conduta de água (24) configurada para drenar água a partir do interior da referida câmara principal (2) para o exterior do referido aparelho sensor de água (1).
  10. 10. Aparelho sensor de água (1) de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, em que quando o referido nivel de água recolhida na referida câmara principal (2) é maior que 0,125 polegadas, então o referido primeiro mecanismo de válvula articula-se para uma posição vertical que interfere com o plano horizontal da referida parte lateral de entrada.
  11. 11. Aparelho sensor de água (1) de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 10, em que a refer4ida pressão de água que entra na referida câmara principal (2) é maior que 5 psi, então o referido primeiro mecanismo de válvula é forçado contra a primeira sede da válvula, impedindo por isso que a água a alta pressão entre na referida parte lateral de saida (2b) da referida câmara principal (2) . 6 PE1969921
  12. 12. Aparelho sensor de água (1) de acordo com a reivindicação 2 a 9, a referida pluralidade de mecanismos de válvula compreendendo: um quinto mecanismo de válvula disposto numa parte superior (2d) da referida câmara principal (2) , o referido quinto mecanismo de válvula tendo uma posição aberta na qual o referido quinto mecanismo de válvula não engata uma sede da válvula sobrelevada para introduzir pressão atmosférica na referida câmara principal (2) por via de uma abertura sobrelevada fornecida na referida câmara principal (2), e a referida quinta válvula tendo uma posição fechada na qual o referido quinto mecanismo de válvula engata a referida sede da válvula sobrelevada para impedir que a pressão acumulada na referida câmara principal (2) saia da referida câmara principal (2) por via da referida abertura sobrelevada.
  13. 13. Aparelho sensor de água (1) de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 12, o referido aparelho sensor de água compreendendo: uma câmara de entrada de água (23) em comunicação fluida com uma parte de extremidade exterior da referida parte lateral de entrada da referida câmara principal (2); uma conduta de descarga (24) em comunicação fluida com a referida câmara de entrada, a referida conduta de descarga estendendo-se numa direcção geralmente 7 ΡΕ1969921 descendente; um sexto mecanismo de válvula disposto na referida conduta de descarga (24), o referido sexto mecanismo de válvula tendo uma posição aberta na qual o referido sexto mecanismo de válvula não engata uma sede da válvula sobrelevada e permite ao fluido escoar-se a partir da referida câmara de entrada de água (23) através da referida conduta de descarga (24) para o solo e tendo uma posição fechada na qual o referido sexto mecanismo de válvula engata uma sede da válvula sobrelevada e impede o fluido de se escoar para o interior da referida conduta de descarga (24) a partir da referida câmara de entrada de água (23), em que o referido sexto mecanismo de válvula engata a referida sede da válvula elevada quando a pressão no interior da referida câmara de entrada de água (23) é maior que um limiar pré-determinado.
  14. 14. Aparelho sensor de água (1) de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 13, o referido aparelho sensor compreendendo ainda: um sétimo mecanismo de válvula fornecido na referida parte lateral inferior (2a) da referida câmara principal (2), o referido sétimo mecanismo de válvula controla um fluxo de água de baixa pressão desde a referida câmara de recolha de água (4) até a uma abertura na parte PE1969921 de fundo da referida parte lateral inferior (2a), o referido sétimo mecanismo de válvula desloca-se uma distância pré-determinada para e desde a referida câmara principal (2) em resposta a pressão da água no interior da referida câmara principal (2), em que o referido sétimo mecanismo de válvula abre e fecha a referida abertura.
  15. 15. Aparelho sensor de água (1) de acordo com a reivindicação 7 a 14, o referido segundo mecanismo de válvula compreendendo um bloco de entrada tendo uma parte de bloqueante que se estende desde uma sua extremidade para o interior da referida câmara principal (2) quando o referido segundo mecanismo de válvula está na referida posição aberta ou posição fechada, em que o referido bloco de entrada se desloca aproximadamente 0,125 polegadas a 0,650 polegadas na direcção lateral quando o referido segundo mecanismo de válvula está na referida posição aberta.
  16. 16. Aparelho sensor de água (1) de acordo com a reivindicação 7 a 15, o referido terceiro mecanismo de válvula compreendendo um bloco de entrada tendo uma parte de impulso que se estende desde uma sua extremidade para o interior da referida câmara principal (2) quando o referido terceiro mecanismo de válvula está na referida posição fechada, em que o referido primeiro mecanismo de válvula 9 ΡΕ1969921 contacta a referida parte de impulso para abrir o referido terceiro mecanismo de válvula quando o referido primeiro mecanismo de válvula está na referida posição fechada.
  17. 17. Aparelho sensor de água (1) de acordo com a reivindicação 8, o referido quarto mecanismo de válvula compreendendo meios para perda de água a partir da referida câmara principal (2) para referido solo quando a referida pressão na referida câmara principal (2) é maior do que uma pressão atmosférica.
  18. 18. Sistema de rega compreendendo: uma fonte de água (100) um aparelho sensor de água (1) de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 17, um controlador temporizador de água (200) ligado à referida fonte de água (100); uma mangueira (150) tendo uma primeira extremidade ligada ao referido controlador temporizador de água (200)e uma segunda extremidade ligada a um lado interior do referido aparelho sensor de água (1) e um dispositivo de rega (300) ligado a um lado de saida do referido aparelho sensor de água (1). 10 PE1969921
  19. 19. Sistema de rega de acordo com a reivindicação 18, em que o referido primeiro mecanismo de válvula do referido aparelho sensor de água (1) fecha quando o referido nível de água recolhida é maior que 0,125 polegadas e a condição do referido controlador temporizador de água (200) está activada, e o referido primeiro mecanismo de válvula abre quando o referido nível de água recolhida é menor que 0,125 polegadas e a condição do referido controlador temporizador de água (200) está activada, em que a referida água se escoa para o referido dispositivo de rega (300) quando o referido primeiro mecanismo de válvula está aberto. Lisboa, 22 de Fevereiro de 2011 PE1969921 1/22
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