PT2107145E - Garra para um tear axminster - Google Patents

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    • D03D39/08Gripper Axminster looms

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  • Textile Engineering (AREA)
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  • Moulding By Coating Moulds (AREA)
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Description

DESCRIÇÃO
GARRA PARA UM TEAR AXMINSTER 0 invento refere-se a uma garra para um tear axminster.
Para produção de tapetes e de outros têxteis de pelo é conhecido o tear Axminster. A função principal destes teares deve ser obtida da literatura "Carpet Manufacture" (Fabricação de tapetes Geoffrey H. Crawshaw, WRONZ Developments, Private Bag 4749, Christchurch New Zealand). 0 tear trabalha com três grupos de fios de urdidura aos quais estão subordinadas hastes de tecelagem correspondentes. Por meio de garras assentes numa barra os fios de pelos previamente cortados são enviados entre os fios de urdidura e ali ancorados por meio de fios de trama.
Os teares Axminster colocam elevadas exigências à precisão de funcionamento das garras. As garras de funcionamento simultâneo assentes numa barra têm que captar os fios com precisão e poder entregá-los entre os fios de urdidura. As garras têm neste caso que ser produzidas relativamente estreitas, de modo a poderem passar entre os fios de urdidura. As garras são neste caso e normalmente formadas cada uma, a partir de dois mordentes de aperto que são mantidos conjuntamente por meio de um rebite. 0 rebite forma uma articulação que permite o abrir e fechar da tenaz formada pelos dois mordentes de aperto.
Uma garra deste tipo é conhecida, por exemplo, da GB 1 353 153. Para formação do rebite um dos mordentes de aperto é dotado numa zona achatada com um curto prolongamento tubular 1 que serve como rebite tubular e é rebordeado numa reentrância correspondente do outro mordente de aperto. A disposição é critica sob vários aspectos, pois a zona rebordeada do prolongamento em forma tubular é simultaneamente rebite e apoio.
Em DE 10 2004 061 166 AI é melhorado o apoio, em que um dos mordentes de apoio dotado com uma reentrância recebe uma nervura em forma de anel na reentrância que engrena numa ranhura anular do outro mordente de aperto. Assim, as condições de apoio de ambos os mordentes de aperto entre si são amplamente melhoradas. Por outro lado esta solução coloca elevadas exigências à técnica de fabricação. Na ligação de ambos os mordentes de aperto através da deformação de um dos cantos da superfície de assento cilíndrica do prolongamento tubular, a folga pretendida entre ambos os mordentes de aperto tem que ser ajustada com definição. Os mordentes de aperto não podem ter um movimento difícil, mas ele também não pode ser demasiado fácil.
Em US 1,816,938 também é conhecida uma garra de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1, cujos mordentes de aperto são mantidos fixos conjuntamente com o auxílio de um elemento de fixação em forma de disco plano. Numa reentrância do primeiro mordente de aperto está apoiado um sector do segundo mordente de aperto e é mantido ali entre o primeiro mordente de aperto e o disco. O disco está fixo no primeiro mordente de aperto por meio de rebites. É um objectivo do invento indicar uma garra aperfeiçoada para um tear Axminster. 2
Este objecto será solucionado com a garra de acordo com a reivindicação 1: A garra de acordo com o invento apresenta dois mordentes de aperto que estão ligados conjuntamente por meio de uma articulação. Ao primeiro mordente de aperto estão subordinadas duas superfícies de apoio axial para formação da articulação que são mantidas distanciadas entre si através de um espaçador. 0 espaçador pode ser formado como componente independente ou como parte integrante de um dos mordentes de aperto. De preferência, pelo menos uma das superfícies de apoio axial é formada directamente no mordente de aperto, enquanto a outra de ambas as superfícies de apoio axial é formada num elemento especial.
Através do espaçador a folga axial do segundo mordente de aperto é determinada com definição. Esta folga axial não é influenciada principalmente pela técnica de ligação, por meio da qual o elemento de retenção está ligado com o primeiro mordente de aperto. Por exemplo, podem servir para isso as ligações mecânicas efectivas, como p. ex., ligações por arestas, ligações por rebitagem, uniões aparafusadas etc., e/ou uniões por aderência de material, como p. ex., ligações por soldadura laser, ligações por colagem e semelhantes. 0 espaçador pode ser um prolongamento em forma de anel ou de tubo do primeiro mordente de aperto. Este apresenta então no seu lado frontal uma superfície de apoio na qual o elemento de retenção encontra o seu assento. 0 elemento de retenção prolonga-se através de uma abertura que é envolvida pela superfície de apoio e está segura nesta abertura. Para isso, podem servir individualmente ou em conjunto as técnicas de ligação antes referidas. 3 0 elemento de retenção é formado, de preferência, por uma cabeça em forma de disco que apresenta uma superfície anelar que assenta na superfície de assento e sobressai desta em sentido radial. A parte saliente forma então a superfície de assento axial para o segundo mordente de aperto. A cabeça do elemento de retenção localiza-se, neste caso e de preferência, numa reentrância do segundo mordente de aperto, de modo que a garra apresenta essencialmente superfícies laterais planas sem elevações. A garra, devido a isso, é essencialmente lisa. 0 elemento de retenção finaliza à face com, pelo menos, um, de preferência, com ambos os mordentes de aperto, principalmente com os seus lados planos. A garra pode, devido a isso, engrenar suavemente entre os fios de urdidura, sem ficar presa nos fios de urdidura o que os danificaria. 0 espaçador apresenta, de preferência, uma periferia cilíndrica que pode servir como superfície de assento (superfície de assento radial) para ambos os mordentes de aperto. Com isto, é possível conseguir um apoio e precisão absolutamente suficientes. No entanto, pode ser vantajoso auxiliar o apoio radial, em que num dos mordentes de aperto é efectuada uma ranhura ou qualquer outro tipo de reentrância que se curva em torno do eixo da articulação. A ranhura pode ser executada em forma de arco ou de anel. No outro mordente de aperto podem, em conformidade ser previstas uma ou mais saliências que engrenam nesta ranhura e nela deslizam. A saliência pode ser executada como nervura arqueada ou como nervura fechada em forma de anel. Os flancos da ranhura em forma arqueada ou de anel e os flancos da nervura arqueada ou em forma de anel podem formar um apoio radial. A seguinte descrição mostra diferentes formas de execução do invento, ao qual se abrem outros detalhes e 4 pormenores vantajosos. A descrição limita-se a aspectos essenciais do invento e a outros pormenores. 0 desenho deve ser destacado como complementar. As reivindicações dependentes são orientadas para detalhes vantajosos. Elas mostram:
Fig. 1 um tear Axminster em apresentação fortemente esquematizada.
Fig. 2 um tear Axminster segundo a Fig. 1 numa apresentação sectorial para observação do funcionamento do seu dispositivo de garras.
Fig. 3 uma garra, do tear Axminster segundo as Fig. 1 e 2 numa apresentação especial em vista lateral.
Fig. 4 a garra segundo a Fig. 3 com mordentes de aperto separados entre si, para observação da sua articulação em vista lateral dos mordentes de aperto.
Fig. 5 a garra numa apresentação em corte da sua articulação em apresentação sectorial.
Fig. 6 outra forma de execução da garra em apresentação em corte.
Na Fig. 1 é exemplificado um tear Axminster 1 fortemente simplificado. Ele serve para produção de um material de pelo. Ele apresenta vários órgãos de urdume não exemplificados dos quais são aproximados vários fios de urdidura 2,3,4. Com os fios de urdidura 2,3,4 são formados vários passos nos quais são lançados um ou maioritariamente dois fios de trama 5, conforme mostra a Fig. 2. Para formação dos passos servem as 5 hastes de tecelagem 6,7,8 que conduzem os fios de urdidura 2,3,4 por meio de liços.
Para inserção dos fios de pelo 9 previamente cortados no tecido serve um dispositivo de garras 10 com várias garras 11. O dispositivo de garras 10 com as garras 11 é móvel entre uma posição A, na qual ele insere os fios de pelo 9 no tecido e uma posição B, na qual ele recebe os fios de pelo de um portador de fio 12. 0 portador de fio 12 pode ter prontos vários fios 13,14 de diferentes cores e ser comandado de modo que seja recebido o fio pretendido, por exemplo, com um padrão dependente da cor seleccionada. Um porta-lâminas 15 apresenta uma ou várias lâminas para cortar um pedaço com um comprimento pretendido do fio de pelo, cujo terminal o dispositivo de garras retém.
As garras 11 são mantidas numa barra 16 que suporta um maior número de garras formadas iguais. Estas estão ordenadas sobrepostas convergentes na Fig. 1, perpendiculares em relação ao plano do desenho. Além da barra 16 está previsto um veio de comando 17 para abertura e fecho das garras 11. A barra 16 e o veio de comando 17 são osciláveis conjuntamente de modo que as garras 11 podem ser deslocáveis em vaivém entre as posições A e B.
Ao tear Axminster 1 pertence além disso também uma barra de batente com lamelas 18 correspondentes, conforme são visíveis na Fig. 2. A garra 11 apresenta, de acordo com a Fig. 3, dois mordentes de aperto 19, 21. 0 mordente de aperto a ligar com a barra 16 é designado, frequentemente, como peça base. O mordente de aperto 21 apoiado oscilável no mordente de aperto 19 é designado, frequentemente, como alavanca. Os mordentes 6 de aperto 19, 21 são peças de chapa planas com uma espessura entre um ou poucos milímetros. Eles apresentam, perpendicularmente ao plano do desenho na Fig. 3, uma espessura coincidente que é determinada entre as superfícies laterais 43 e 47 (Fig. 5). Os seus flancos situam-se, essencialmente, nos mesmos planos, ou seja, os mordentes de aperto 19, 20 estão dispostos entre si sem deslocamento lateral. O mordente de aperto é dotado num terminal 22 com um perfil de fixação 23 com a forma de um recorte em T. No seu outro terminal 24 ele termina com uma espessura constante em forma de cunha. Para captar o fio pode ser aplicada no terminal 24 uma superfície de garra 25. O mordente de aperto 21 apresenta um perfil de acoplamento 26 num terminal 27 para o veio de comando 17. O outro terminal 28 do mordente de aperto 21 é novamente construído em forma de cunha e dotado com uma superfície de garra 29. Os terminais 24, 28 dos mordentes de aperto 19, 21 formam um bico 31 decorrente pontiagudo. Para apoio articulado dos mordentes de aperto 19, 21 entre si, serve uma articulação 32. A articulação 32 fixa um eixo articulado ou oscilante 33 localizado transversal em relação aos mordentes de aperto 19, 21 e com isto, perpendicular em relação ao plano do desenho na Fig. 3. A Fig. 4 exemplifica ambos os mordentes de aperto 19, 21 separados entre si. À articulação 32 pertencem sectores 34, 35 alisados em forma circular nos mordentes de aperto 19, 21. Estes sectores apresentam superfícies planas em forma de anel 36, 37que servem como superfícies de apoio axial. A superfície plana 36 em forma de anel é limitada interiormente por um prolongamento de tubo 38 que apresenta na sua parte frontal uma superfície de assento 39 plana em forma de anel. Ao prolongamento de tubo 38 do mordente de aperto 19 está 7 subordinado um furo 40, cujo diâmetro é coincidente com o diâmetro do prolongamento de tubo 38 podendo apresentar uma ligeira folga. 0 prolongamento de tubo pode, assim, servir como apoio radial. Para suporte do efeito de apoio radial, os mordentes de aperto 19 ou 21 podem ser dotados, por exemplo, com uma ranhura em forma de anel 41, concêntrica em relação ao prolongamento de tubo 38 ou à abertura 40 e o outro dos mordentes de aperto 19, 21 com uma forma correspondente, como por exemplo, uma nervura 42 em forma de anel. A continuação da formação da articulação 32 obtém-se a partir da Fig. 5. Como se vê, a altura do prolongamento do tubo 38, que é medida entre a superfície lateral 47 e a superfície de assento 39 é menor que a distância entre as superfícies laterais 43 e 47 do mordente de aperto 19. A superfície de assento 39 localiza-se, portanto, reposta na posição inicial contra a superfície lateral 43 do mordente de aperto 19. Partindo da superfície lateral 47, a superfície de assento 39 do prolongamento de tubo 38 sobrepõe-se à superfície plana 36 do sector 34. O mordente de aperto 21 apresenta no seu sector 35 uma bolsa 44 localizada no exterior, por exemplo em forma de anel, cuja base 65 se localiza ligeiramente abaixo da superfície de assento 39 ou ao mesmo nível da mesma. Por outras palavras, a espessura do sector 35 no sector da bolsa 44, é aproximadamente igual à altura do prolongamento de tubo 38 ou ligeiramente inferior. A abertura 40 no presente exemplo de execução é atravessada pela haste 45 de um rebite tubular 46, cuja cabeça plana, de preferência, em forma de anel, no lado próximo da superfície de assento 39, apresenta uma superfície anelar plana. Esta localiza-se sobre a superfície de assento 8 39 e serve ela própria como superfície de assento. Ela, além disso, está saliente radial sobre a superfície de assento 39 e forma então uma superfície de apoio axial 49 para o mordente de aperto 21. A superfície exterior 50, de preferência plana, da cabeça 48 termina nivelada com a superfície lateral 43. A haste 45 do rebite tubular 46, no seu bordo oposto à superfície exterior 50, é rebordeada numa reentrância correspondente do mordente de aperto 19. Uma reentrância deste tipo pode ser formada, por exemplo, por uma superfície cónica 51, com a qual a abertura 40 se alonga para o exterior. Em vez da superfície cónica 51, podem também ser previstas outras formas de superfície, como por exemplo, degraus ou semelhantes.
Como se vê, o prolongamento de tubo 38 forma um espaçador que mantém a cabeça 48 do rebite tubular 46 e com isto, também a sua superfície de apoio axial 49 numa distância definida em relação à superfície de apoio axial 36. A distância é, neste caso, medida paralela em relação ao eixo da articulação 33. Esta distância é ligeiramente maior que a espessura do sector 35 no mesmo sentido de medição e no mesmo local. O espaço intermédio em forma de anel entre a superfície de apoio axial 36 e a superfície de apoio axial 49 orientada paralela com ela forma uma bolsa de apoio para o mordente de aperto 21. O espaçador na configuração do prolongamento de tubo 38 é, neste caso, um componente de peça única do mordente de aperto 19. Ele possibilita, em ligação com o rebite tubular 46, uma produção eficiente, simples e segura de processamento de garras 11 com elevado nível de qualidade. Os mordentes de aperto 19, 21 podem ser ligeiramente oscilados um contra o 9 outro. A disposição das superfícies de apoio axial 36, 49 assegura, neste caso, a reduzida folga pretendida. 0 apoio radial é assumido pelo prolongamento de tubo, bem como, se necessário, como complemento ou alternativa para a ranhura anelar 41 e para a nervura 42. 0 invento pode ser concretizado de outra forma muito diversificada. A Fig. 6 mostra um exemplo, sendo que para peças iguais já inseridas sem renovado esclarecimento, são utilizados os mesmos símbolos de referência. Remete-se, neste caso, para a descrição anterior.
Como elemento de retenção está previsto em vez do rebite tubular 46 um parafuso especial 52, cuja rosca suporte da haste 53 é aparafusada na abertura 40 dotada com uma rosca. Para protecção contra torção, o parafuso 52 pode, adicionalmente, ser colado com o mordente de aperto 19 ou num local 54, ser protegido contra a torção por meio de deformação plástica, uma soldadura por pontos ou de forma semelhante.
No caso da garra 11 de acordo com o invento está previsto um rebite tubular 46 que, conjuntamente com um mordente de aperto 19 forma uma bolsa de guia para o outro mordente de aperto 21. A bolsa de guia está fixa entre duas superfícies de apoio axial 36, 49. Um espaçador determina, neste caso, a distância entre ambas as superfícies de apoio axial 36, 49. Ele apresenta, para isso, uma superfície de assento 39. Esta localiza-se, de preferência, em oposição a uma superfície cónica 51. Depois da união de ambos os mordentes de aperto 19, 21 e da inserção do rebite tubular 46, a sua haste é, de preferência, moldada de modo que ela assenta na superfície cónica 51. 10
Com esta disposição tem-se como resultado a folga necessária para o movimento fácil da garra 11 devido à diferença entre a distância da superfície de assento 39 do espaçador 38 e a superfície axial 36 do primeiro mordente de aperto e a altura do sector 35 do segundo mordente de aperto, que está apoiado na bolsa de guia. Não existe assim qualquer perigo de que uma forte deformação do rebite tubular possa provocar uma movimentação difícil da garra.
Lista de símbolos de referência 1 Tear Axminster 2,3, 4 Fios de urdidura 5 Fios de trama 6,7, 8 Hastes de tecelagem 9 Fios de pelos 10 Dispositivo de garras 11 Garra 12 Portador de fios 13, 14 Fios 15 Porta-lâminas 16 Barra 17 Veio de comando 18 Lamelas 19, 21 Mordentes de aperto 22 Terminal 23 Perfil de fixação 24 Terminal 25 Superfície da garra 26 Perfil de acoplamento 27, 28 Terminal 29 Superfície da garra 31 Bico 32 Articulação 11 33
Eixo articulado 34, 35 Sectores achatados em forma de anéis circulares 36, 37 Superfícies planas/Superfícies de apoio axiais 38 Prolongamento de tubo, que serve como espaçador 39 Superfície de assento 40 Abertura 41 Ranhura anelar 42 Nervura 43, 47 Superfície lateral 44 Bolsa 45 Haste 46 Rebite tubular 48 Cabeça 49 Superfície de apoio axial 50 Superfície exterior 51 Superfície cónica 52 Parafuso 53 Haste 54 Local 55 Bordo rebordeado 56 Disco furado 57 Anel, que serve como espaçador 65 Base
Lisboa, 22 de Dezembro de 2011. 12

Claims (15)

  1. REIVINDICAÇÕES 1 - Garra (11) para um tear Axminster com um primeiro e um segundo mordente de aperto (19,21), que apresentam, respectivamente, uma superfície de garra (25,29) para fixar com aperto um fio de pelo (9) com uma articulação (32) que une osciláveis ambos os mordentes de aperto (19,21) e fixa um eixo articulado (33), em que o primeiro mordente de aperto (19) para formação da articulação (32) apresenta, pelo menos, uma superfície de apoio axial 36, com um espaçador (38,57) que apresenta uma superfície de assento (39), com um elemento de retenção (46,52,56) que assenta na superfície de assento (39) ou está ligado com o espaçador (57) e apresenta uma cabeça (48,56) formada como placa ou como disco ou é formada como um destes elementos, no qual está formada uma superfície de apoio axial (49) que, através do espaçador (38,57) é mantida a uma distância pré-estabelecida em relação à superfície de apoio axial (36) do primeiro mordente de aperto (19), em que o segundo mordente de aperto (21) é mantido entre as superfícies de apoio axial (36,49), caracterizada por o elemento de retenção se prolongar através de uma abertura (40), a qual é envolvida pela superfície de assento (39) e estar fixo nesta abertura (40).
  2. 2 — Garra de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o espaçador (38) ser um componente como peça única do primeiro mordente de aperto (19).
  3. 3 — Garra de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o espaçador (38) ser um prolongamento de tubo do primeiro mordente de aperto (19). 1
  4. 4 - Garra de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por a cabeça (48,56) engrenar numa reentrância (44) do segundo mordente de aperto (21).
  5. 5 — Garra de acordo com a reivindicação 4, caracterizada por o elemento de retenção (46) com a sua cabeça (48) assentar na superfície de assento (39).
  6. 6 - Garra de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por no espaçador (38,57) estar formada uma superfície de apoio radial para assento do segundo mordente de aperto (21).
  7. 7 — Dispositivo de garras de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o elemento de retenção (46) ser formado como rebite.
  8. 8 - Garra de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o elemento de retenção (46) finalizar à face com ambos os mordentes de aperto (19,21).
  9. 9 - Garra de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o elemento de retenção ser formado como parafuso (52).
  10. 10 - Garra de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o elemento de retenção (46,52,56) estar unido com o mordente de aperto (19) por complementaridade de forma.
  11. 11 — Garra de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o elemento de retenção (46,52,56) estar ligado com o mordente de aperto (19) por aderência de material. 2
  12. 12 — Garra de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por num dos mordentes de aperto (19,21) estar formada, pelo menos, uma saliência (42) que engrena numa reentrância (41) adequada do outro dos mordentes de aperto (21,19) .
  13. 13 — Garra de acordo com a reivindicação 12, caracterizada por a reentrância (41) ser uma ranhura em forma arqueada ou anelar.
  14. 14 - Garra de acordo com a reivindicação 12, caracterizada por a saliência (42) ser uma ranhura em forma arqueada ou anelar.
  15. 15 - Garra de acordo com a reivindicação 13, caracterizada por a ranhura (41) estar disposta concêntrica em relação à articulação (32). Lisboa, 22 de Dezembro de 2011. 3
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