PT2476254T - Estrutura de dados para transmissão de unidades de acesso compreendendo dados de áudio e vídeo - Google Patents

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Description

DESCRIÇÃO
ESTRUTURA DE DADOS PARA TRANSMISSÃO DE UNIDADES DE ACESSO COMPREENDENDO DADOS DE ÁUDIO E VÍDEO A presente invenção refere-se à transmissão - ou à preparação, para a transmissão - de um fluxo de unidades de acesso, tal como um fluxo de unidades de acesso de meios, tais como video, áudio, texto ou outros dados. Em algumas formas de realização, a transmissão envolve a transmissão de unidades de acesso de video através de um sinal de difusão de áudio, tal como DRM.
Existem muitas capacidades de transmissão especialmente dedicadas para a transmissão de tipos específicos de dados, tais como dados de vídeo e de áudio, respetivamente. Por exemplo, a DVB-T foi concebida para transmitir dados de vídeo. A DRM, por sua vez, foi concebida para alcançar, por meio de conteúdos de áudio, públicos espalhados por uma vasta área geográfica, de modo a manter os cidadãos residentes no exterior informados e atualizados sobre o que se passa no país de origem, por exemplo. Qualquer que seja a capacidade de transmissão considerada, são configurados os parâmetros de conceção destas capacidades de transmissão, tais como a largura de banda máxima para os dados úteis, o número de canais ou programas suportados e o desempenho em termos de ajuste da distribuição de largura de banda entre os canais ou programas suportados, para se adequar às exigências apresentadas pela forma específica de dados para os quais foi concebida a respetiva capacidade de transmissão. Por exemplo, o conteúdo de áudio precisa de menos largura de banda do que o conteúdo de vídeo. Além disso, as tolerâncias de erro são diferentes. Algumas das capacidades de transmissão são dedicadas para serem transmitidas através de camadas físicas que, por si só, têm uma capacidade limitada de largura de banda. A DRM, por exemplo, foi originalmente concebida para ser transmitida nas bandas permitindo distâncias de difusão maiores, contudo, aceitando capacidades de largura de banda limitadas resultantes dai.
Com base nas capacidades de transmissão disponíveis até agora, existe a necessidade de um conceito de transmissão ou de um conceito de preparação de transmissão que permita a transmissão de um fluxo de unidades de acesso através de alguma capacidade de transmissão existente que, por exemplo, não tenha sido concebida para transmitir tal fluxo de unidades de acesso em termos de largura de banda, por exemplo. Considere-se, por exemplo, a tentativa de proporcionar um serviço de transmissão de vídeo dentro de uma capacidade de transmissão tal como dentro da estrutura DRM. A DRM transmite os dados úteis a uma largura de banda relativamente baixa quando se considera as necessidades de conteúdos de vídeo e utilizando rajadas a um passo de rajada considerável. Em tal situação, resultaria um atraso de tempo considerável ao se comutar de um programa para o conteúdo de vídeo mencionado anteriormente, durante o qual, no lado de descodificação, o descodificador não teria sequer a capacidade de se sincronizar no conteúdo de vídeo.
Consequentemente, é um objeto da presente invenção proporcionar um conceito de transmissão ou um conceito de preparação de transmissão que permita uma transmissão de baixa largura de banda e uma sincronização rápida de um fluxo de unidades de acesso através de uma capacidade ou camada de transmissão subj acente.
Este objeto é atingido pelo objeto das reivindicações independentes.
As implementações vantajosas são o objeto das reivindicações dependentes incluídas.
Em particular, as formas de realização preferidas do presente pedido são descritas abaixo em relação às figuras, nas quais:
Fig. 1 mostra um diagrama esquemático ilustrando a inserção consecutiva de um fluxo de unidades de acesso numa sequência de quadros lógicos e a estrutura dos quadros lógicos de acordo com uma forma de realização da presente invenção;
Fig. 2 mostra um diagrama de blocos de uma corrente de transmissão de acordo com uma forma de realização;
Fig. 3 mostra um diagrama de blocos de uma cadeia de receção de acordo com uma forma de realização;
Fig. 4 mostra um diagrama de fluxo de uma preparação de fluxo de unidades de acesso realizado pelo preparador de fluxo de unidades de acesso na Fig. 2 de acordo com uma forma de realização;
Fig. 5 ilustra um diagrama esquemático ilustrando a estrutura de um quadro lógico de acordo com uma forma de realização;
Fig. 6 mostra um diagrama esquemático que visualiza a abordagem de intercalação virtual de acordo com uma forma de realização;
As Figs 7a a 7m mostram diagramas de fluxo ilustrando o modo de funcionamento do recuperador de fluxo de unidades de acesso na Fig. 3 de acordo com uma forma de realização;
Fig. 8 mostra um diagrama de fluxo de outra forma de realização para um modo de funcionamento do recuperador de fluxo de unidades de acesso na Fig. 3 em conexão com FEC; e
Fig. 9 mostra um diagrama de fluxo ilustrando um modo de funcionamento dentro do recuperador de fluxo de unidades de acesso na Fig. 3 após ter realizado FEC ou sem FEC.
Em primeiro lugar, com respeito às Figs. 1 e 2, é descrita uma forma de realização para a preparação de um fluxo de unidades de acesso de unidades de acesso consecutivas, representando o conteúdo multimédia, para uma transmissão através de um sinal de transmissão. A Fig. 2 mostra um transmissor ou cadeia de transmissão 10 compreendendo um gerador de fluxo de unidades de acesso 12 configurado para gerar um fluxo de unidades de acesso 14 de unidades de acesso consecutivas, o fluxo de unidades de acesso 14 representando conteúdo multimédia, tal como conteúdo de video ou conteúdo de video e áudio ou conteúdo de video, em conjunto com texto ou conteúdo de dados alinhados no tempo, tal como noticias ou semelhantes. O gerador de fluxo de unidades de acesso 12 pode compreender um codificador de video, um codificador de áudio e/ou um gerador de conteúdos de texto ou semelhantes, ou pode até aceitar AUs de alguma (s) fonte(s) externa(s) . De acordo com isto, o fluxo de unidades de acesso 14 pode de fato ser composto por um ou mais subfluxos separados de unidades de acesso com as unidades de acesso dos diferentes subfluxos sendo dispostas dentro do fluxo de unidades de acesso 14 numa forma intercalada, de modo que as unidades de acesso dos subfluxos individuais pertencentes ao mesmo tempo de apresentação, sejam agrupadas para se aproximarem tanto quanto possível ou, por outras palavras, imediatamente -ou dentro de um determinado limite de tempo máximo predeterminado - se sigam umas às outras no fluxo de unidades de acesso 14.
Além disso, a cadeia de transmissão 10 da Fig. 2 compreende um preparador de fluxo de unidades de acesso 16 configurado para preparar o fluxo de unidades de acesso 14 de unidades de acesso consecutivas para uma transmissão através de um sinal de transmissão. Para este fim, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 é configurado para gerar uma sequência 18 de quadros lógicos a partir do fluxo de unidades de acesso 14 inserindo consecutivamente as unidades de acesso consecutivas numa secção de dados úteis dos quadros lógicos da sequência de quadros lógicos e proporcionando cada quadro lógico, na qual um inicio de uma unidade de acesso cai, com uma tabela de unidades de acesso compreendendo, por inicio das unidades de acesso que caindo no respetivo quadro lógico, um apontador que aponta para a mesma. A Fig. 1, por exemplo, mostra uma porção exemplificativa de um fluxo de unidades de acesso 14 incluindo, exemplificativamente, quatro unidades de acesso AUi a AU4 e a porção correspondente da sequência 18 de quadros lógicos que englobam, exemplificativamente, quadros lógicos LFi, LF2 e LF3.
Conforme mostrado na Fig. 1, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 pode ser configurado de tal modo que cada quadro lógico 20 compreenda um cabeçalho de quadros lógicos 22 e uma secção de dados útil 24. Como será descrito em maior detalhe abaixo, os quadros lógicos 20 não têm de ser de comprimento constante embora os quadros lógicos LFi a LF3 representados na
Fig. 1 sejam assim ilustrados.
As linhas pontilhadas 26 na Fig. 1 ilustram a inserção consecutiva das unidades de acesso 28 na secção de dados úteis 24 da sequência 18 de quadros lógicos 20. Como é visível a partir da Fig. 1, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 pode ser configurado para proporcionar apenas aos quadros lógicos 20 uma tabela de unidades de acesso 30 na qual um início 32 de qualquer uma das unidades de acesso 28 cai realmente. Entre os quadros lógicos LFi a LF3, os quadros lógicos 20 são tais quadros lógicos LFi e LF3 enquanto que o quadro lógico LF2 não compreende um início de uma unidade de acesso 24 e, consequentemente, nenhuma tabela de unidades de acesso.
Além disso, como mostrado na Fig. 1, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 pode ser adicionalmente configurado de tal modo que os cabeçalhos de quadros lógicos opcionais 22 sejam registados com a sua extremidade dianteira na extremidade dianteira do respetivo quadro lógico ao qual o cabeçalho de quadros lógicos 22 pertence. Conforme ilustrado na Fig. 1, os cabeçalhos de quadro lógico 22 podem ser de tamanho constante, isto é, o tamanho pode ser igual entre si entre os quadros lógicos 20. No entanto, no que diz respeito à tabela de unidades de acesso 30, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 pode ser configurado para registar as tabelas de unidades de acesso 30 com a sua extremidade traseira na extremidade traseira do respetivo quadro lógico ao qual pertence a respetiva tabela de unidades de acesso 30, como ilustrado na Fig. 1, ou, alternativamente, à extremidade dianteira do respetivo quadro lógico ao qual pertence a respetiva tabela de unidades de acesso 30 (isto é, inserção direta ou inversa). As tabelas de unidades de acesso 30 podem ter um tamanho ou comprimento variável 34 dependendo do número de unidades de acesso 20 cujo inicio 32 cai no respetivo quadro lógico 20. Comparando os quadros lógicos LFi e LF3, por exemplo, duas unidades de acesso AU3 e AU4 têm o respetivo inicio 32 disposto dentro da secção de dados úteis 24 do quadro lógico LF3, enquanto que apenas uma unidade de acesso, nomeadamente a unidade de acesso AU2 tem o seu inicio 32 disposto dentro da secção de dados úteis do quadro lógico LFi de modo que a tabela de unidades de acesso 34 do quadro lógico LF3 tem um comprimento 34 mais pequeno do que o comprimento 34 da tabela de unidades de acesso 30 do quadro lógico LF3.
No caso de o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 estar configurado para dispor o cabeçalho de quadros lógicos 22 e a tabela de unidades de acesso 30 em diferentes extremidades dianteira e traseira dos quadros lógicos 20 como acabamos de descrever, a secção de dados úteis 24 está disposta entre o cabeçalho de quadros lógicos 22 e a tabela de unidades de acesso 30 para os quadros lógicos 20 dentro dos quais cai um início 32 de uma unidade de acesso 28 e o cabeçalho de quadros lógicos 22 e a extremidade oposta do respetivo quadro lógico para quadros lógicos em que nenhum início 32 de uma unidade de acesso 28 cai. A cadeia de transmissão 10 da fig. 2 além disso, opcionalmente, compreende uma fase de transmissão 36 para transmitir um sinal de transmissão 38 incluindo, ou tendo nele incorporado, a sequência 18 dos quadros lógicos 20. Por exemplo, a fase de transmissão 36 pode transmitir o sinal de transmissão 38. A fase de transmissão 36 pode representar uma camada de transporte que, de acordo com o modelo OSI, está por baixo da camada de transporte a que pertence o preparador de fluxo de unidades de acesso 16. Por exemplo, a sequência de quadros lógicos pode ser incorporada num fluxo MSC que, por sua vez, é transmitido pela fase de transmissão 36 na forma de uma sequência de quadros de transmissão, o último dos quais é transmitido através de respetivos símbolos de modulação. A fase de transmissão 36 pode, por exemplo, transmitir o sinal de transmissão 38 em rajadas e, por exemplo, por meio de um sinal OFDM ou semelhantes. O tamanho dos quadros lógicos 20 pode ser constante ao longo do tempo ou pode ser variável, caso em que o tamanho dos respetivos quadros lógicos 20 pode ser indicado dentro de um canal de informação lateral do sinal de transmissão 38. Além disso, o canal de informação lateral do sinal de transmissão 38 pode compreender informação tal como tempos de dados que indicam ao recetor quando a próxima rajada incluindo o próximo quadro lógico ocorre no interior do sinal de transmissão 38 de modo a permitir economias de energia efetivas no lado do recetor e/ou indicações de onde o início e fim dos quadros lógicos está posicionado dentro do sinal de transmissão 38.
Assim, em funcionamento, o gerador de fluxo de unidades de acesso 12 gera as unidades de acesso 28 e o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 insere consecutivamente a unidade de acesso consecutiva 28 na secção de dados úteis 24 dos quadros lógicos 20, proporcionando cada quadro lógico 20 em que o inicio 32 de uma unidade de acesso 28 cai, com uma tabela de unidades de acesso 30. Cada tabela de unidades de acesso 30 compreende, por inicio 32 das unidades de acesso 28 caindo no respetivo quadro lógico 20, um apontador 40 que aponta para o respetivo inicio 32. Devido à existência de apontadores 40, um recetor que recebe os quadros lógicos 20 dentro do sinal de transmissão 38 é imediatamente capaz de localizar e aceder à primeira unidade de acesso assim que o descodificador recebe o primeiro quadro lógico no tempo, em que um inicio 32 das unidades de acesso 28 cai. Para este fim, o recetor pode utilizar as indicações adicionais acima mencionadas, por exemplo, no canal de informação lateral do sinal de transmissão, a fim de conhecer antecipadamente as posições de inicio e de fim dos quadros lógicos 20, ou as delimitações dos quadros lógicos podem ser determinadas implicitamente pela estrutura global do sinal de transmissão. Deste modo, mesmo quando a largura de banda utilizada pela fase de transmissão 36 é pequena, o atraso do descodificador na sincronização com o fluxo da unidade de acesso transportado através do sinal de transmissão 38 não é aumentado adicionalmente por necessidades de sincronização adicionais que de outra forma seriam necessárias para o descodificador localizar as unidades de acesso. A Fig. 3 mostra uma cadeia de receção ou recetor 50 adequado para receber o sinal de transmissão 38 que compreende a sequência 18 de quadros lógicos 20 ou que tem os últimos incorporados no mesmo, respetivamente. A cadeia de receção 50 compreende, opcionalmente, uma fase de receção 52 como contrapartida à fase de transmissão 36. Por outras palavras, a fase de receção 52 pode pertencer à mesma camada de transporte que a fase de transmissão 36 pertence. A fase de receção 52 pode compreender uma antena, amplificadores, um desmodulador, um corretor de erros de avanço tal como incluindo, por exemplo, um turbo descodificador e/ou um desintercalador bem como alguma unidade de gestão para localizar os quadros lógicos dentro do sinal de transmissão 38 com base, por exemplo, em informações laterais transmitidas no sinal de transmissão 38 num determinado canal ou semelhantes, tal como anteriormente descrito acima. A fase de receção 52 encaminha a sequência 18 dos quadros lógicos 20 para o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 também compreendido pelo descodificador 50. O recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 está configurado para recuperar o fluxo de unidades de acesso 14 de unidades de acesso consecutivas 28 a partir da sequência 18 de quadros lógicos 20. Em particular, o recuperador 54 pode ser configurado para extrair de um quadro lógico predeterminado 20 tal como o primeiro recebido através do sinal de transmissão 38, que tem um inicio 32 de uma unidade de acesso 28 disposto na mesma, a tabela de unidades de acesso 30 e localizar e iniciar a extração da respetiva unidade de acesso 28, cujo inicio 32 cai no respetivo quadro lógico 20, por utilização do respetivo apontador 40 compreendido pela tabela de unidades de acesso extraída 30. Além disso, o recuperador 54 está configurado para extrair consecutivamente as unidades de acesso consecutivas 28 do fluxo de unidades de acesso 14 a partir da secção de dados úteis 24 dos quadros lógicos 20 da sequência 18 dos quadros lógicos 20 recebidos a partir da fase de receção 52. Além disso, o descodificador 50 pode compreender um apresentador 56 de modo a descodificar e/ou apresentar o conteúdo multimédia transportado através da sequência 14 de unidades de acesso 28, tal como recuperado pelo recuperador 54 a partir dos quadros lógicos 20. O apresentador 56 pode, por exemplo, compreender um descodificador de vídeo, um descodificador de áudio e/ou um manipulador de texto ou dados. Além disso, o apresentador 56 pode compreender um ecrã de vídeo e/ou um altifalante.
Os detalhes específicos que foram descritos acima em relação às Figs. 1 a 3, são vantajosos, mas facultativos. A seguir, são descritas vantagens de detalhes específicos e alternativas. Por exemplo, como descrito acima, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 pode ser configurado para gerar a sequência 18 de quadros lógicos 20 de tal modo que a tabela de unidades de acesso 30 delimite a extremidade traseira do respetivo quadro lógico 20. A este respeito, note-se que a extremidade traseira de um quadro lógico 20 é entendida como sendo a extremidade do quadro lógico 20 que chega mais tarde no interior do sinal de transmissão 38 no descodificador 50 com a direção do tempo na Fig. 1 apontando para o lado direito, por exemplo. No entanto, alternativamente, a tabela de unidades de acesso 30 pode delimitar a extremidade dianteira do respetivo quadro lógico 20. Mesmo alternativamente, a tabela de unidades de acesso 30 pode ter um deslocamento constante predeterminado da extremidade traseira ou dianteira do respetivo quadro lógico 20. Em todos estes casos, o recuperador 54 é capaz de localizar a tabela de unidades de acesso 30 do quadro lógico predeterminado 20, cuja tabela de unidades de acesso 30 deve ser avaliada, em, ou a um deslocamento constante predeterminado a partir da extremidade traseira ou dianteira do respetivo quadro lógico 20.
Além disso, tal como também foi descrito acima, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 pode ser configurado para gerar a sequência 18 de quadros lógicos 20 de tal modo que os apontadores 40 apontem para o início 32 das unidades de acesso 28 que caem no respetivo quadro lógico 20 a partir de um ponto de registo posicionado em relação à extremidade traseira ou dianteira do respetivo quadro lógico 20 de uma maneira constante entre os quadros lógicos 20 dentro dos quais cai um início 32 de uma unidade de acesso 28. Nas formas de realização específicas descritas abaixo, por exemplo, os apontadores 40 são indicados nas respetivas tabelas de unidades de acesso 30 em unidades de bytes ou bits ou algum outro comprimento de unidade, medido a partir da extremidade dianteira do respetivo quadro lógico.
No entanto, alternativamente, outros pontos dentro dos quadros lógicos que não a sua extremidade dianteira podem servir como o ponto de registo acima mencionado a partir do qual os apontadores 40 apontam para os inícios 32 das unidades de acesso 28. Em conformidade, o recuperador 54 pode ser configurado para, na localização de uma respetiva unidade de acesso, cujo início 32 cai num quadro lógico 20 atualmente inspecionado, utiliza o respetivo apontador 40 como um deslocamento a partir do ponto de registo.
Além disso, embora não explicitamente referido em relação à Fig. 1, a Fig. 1 ilustra um caso de acordo com o qual o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 está configurado para inserir de forma transparente as unidades de acesso consecutivas 28 na secção de dados úteis 24 dos quadros lógicos 20, pelo menos, tanto quanto possível. O intervalo 58 entre a unidade de acesso AU2 e AU3 na Fig. 1, por exemplo, é meramente o resultado das tabelas de unidades de acesso 30 da forma de realização da Fig. 1 que tem um comprimento 34 que aumenta com o aumento do número de inícios 32 caindo no respetivo quadro lógico de modo que, consequentemente, a secção de dados úteis diminui por cada início adicional 32 que ocorre. No entanto, ao lado de tais intervalos 58, a unidade de acesso 28 da Fig. 1 foi inserida de forma transparente na secção de dados úteis 24 dos quadros lógicos 20.
Alternativamente, no entanto, a unidade de acesso 28 pode ser inserida na secção de dados úteis 24 dos quadros lógicos 20 com dados de preenchimento despreocupados dispostos entre eles. Por exemplo, dependendo da aplicação, as unidades de acesso 28 podem ter sido geradas pelo gerador de fluxo de unidades de acesso 12 independentemente de uma determinada taxa de bits pela qual as mesmas têm de ser transportadas através do sinal de transmissão 38 e, para obedecer exatamente a essa taxa de transmissão, tais dados de preenchimento podem ser introduzidos entre algumas das unidades de acesso 28. Assim, os dados de preenchimento podem ser integrados na sequência de quadros lógicos por meio da definição correspondente da indicação de comprimento opcional introduzida abaixo e dos apontadores 40 no lado da transmissão. Alternativamente, no entanto, uma "ID de fluxo" não utilizada ou especifica indicada, por exemplo, dentro da tabela AU para uma AU respetiva pode indicar que esta AU apenas contém "dados de preenchimento", isto é, é uma "AU de preenchimento", caso em que o fluxo AU resultante, por sua vez, manteria as propriedades acima delineadas de um fluxo AU inserido de forma transparente, contudo, permitindo o preenchimento no lado da transmissão. No lado de receção, esta AU de preenchimento seria saltada ou negligenciada, e meramente as outras AUs seriam processadas posteriormente. O recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 pode, em conformidade, extrair as unidades de acesso consecutivas 28 de forma transparente ou meramente consecutiva a partir das secções de dados úteis 24 dos quadros lógicos 20. De modo a extrair as unidades de acesso consecutivas 28, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 pode localizar os inícios 32 das seguintes unidades de acesso 28 quer por utilização dos apontadores 40 acima mencionados quer, alternativamente, detetando a extremidade de uma respetiva unidade de acesso 28 analisando as unidades de acesso, com esta extremidade representando simultaneamente o início 32 da seguinte unidade de acesso 28, com exceção da presença de uma situação tipo intervalo 58 na Fig. 1, que é, contudo, previsível pelo recuperador de fluxo de unidades de acesso 54.
Além disso, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 pode ser configurado para indicar, dentro dos cabeçalhos de quadros lógicos 22, a ausência de uma tabela de unidades de acesso 30 no respetivo quadro lógico 20 para os quadros lógicos 20 em que nenhum início 32 de qualquer das unidades de acesso consecutivas 28 cai e o comprimento 34 da tabela de unidades de acesso 30 do respetivo quadro lógico para os quadros lógicos 20 nos quais o início 32 de pelo menos uma das unidades de acesso consecutivas 28 cai. Através desta medida, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 é capaz de extrair do cabeçalho de quadros lógicos 22 de cada quadro lógico 20 uma informação que indica a ausência ou o comprimento de uma tabela de unidades de acesso 30 dentro do respetivo quadro lógico 20 e localizar uma extensão da secção de dados úteis 24 do respetivo quadro lógico 20 dependente. Em particular, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 é capaz de localizar a extensão da secção de dados úteis 24 mesmo no caso de a respetiva tabela de unidades de acesso 30 do quadro lógico atual estar corrompida devido a corrupção de dados e, assim, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 seria capaz de prosseguir corretamente com a extração de uma unidade de acesso 28 que se estenda sobre a delimitação entre esta tabela de unidades de acesso 30 e a secção de dados úteis 24 para a secção de dados úteis 24 do quadro lógico seguinte 20, mesmo através da delimitação de quadro lógico entre eles.
De modo semelhante, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 pode ser configurado de tal modo que cada cabeçalho de quadros lógicos 22 delimita, ou tem um deslocamento constante predeterminado a partir da extremidade traseira ou dianteira do respetivo quadro lógico 20. Na forma de realização da Fig. 1, todos os cabeçalhos de quadro lógico 22 delimitam a extremidade dianteira do respetivo quadro lógico 20. De acordo com isto, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 pode ser configurado para localizar, em cada quadro lógico, o cabeçalho de quadros lógicos 22 em, ou a um deslocamento constante predeterminado a partir da extremidade dianteira ou traseira do respetivo quadro lógico 20, isto é, independentemente da corrupção de dados na parte restante dos quadros lógicos 20, tal como certas porções da secção de dados úteis 24.
No caso da Fig. 1, por exemplo, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 foi configurado para executar a inserção contínua das unidades de acesso consecutivas 28 na secção de dados úteis 24 dos quadros lógicos 20 utilizando uma direção de inserção de dados úteis 60 e para dispor a tabela de unidades de acesso 30 dentro dos quadros lógicos 20 dentro dos quais cai um início 32 de uma unidade de acesso 28, de modo a ocupar uma porção ligada do respetivo quadro lógico 20 tendo uma extremidade constantemente posicionada apontando para a direção de inserção de dados úteis 60, isto é, uma extremidade traseira constantemente posicionada e uma extremidade variante que aponta oposta à direção de inserção de dados úteis 60, isto é, uma extremidade dianteira posicionada de modo variante, que está deslocada da extremidade constantemente posicionada pelo comprimento 34 da tabela de unidades de acesso 30. Por outras palavras, a indicação do comprimento 34 nos cabeçalhos de quadro lógico 22 pode medir o comprimento ou o tamanho das tabelas de unidade de acesso 30 medidas a partir da extremidade posicionada constantemente das tabelas de unidades de acesso 31, nomeadamente a extremidade traseira das mesmas. Em conformidade, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 pode ser configurado para executar a extração consecutiva da unidade de acesso consecutiva 28 a partir dos quadros lógicos 20 utilizando uma direção de extração de dados útil igual à direção de inserção de dados úteis dentro dos quadros lógicos 20 e para localizar a extremidade posicionada de modo variado da tabela de unidades de acesso 30 aplicando o comprimento 34 da tabela de unidades de acesso 30 numa direção contrária à direção de extração de dados úteis 60 a partir de uma extremidade constantemente posicionada da mesma.
Pode ser vantajoso que o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 esteja configurado para gerar a sequência de quadros lógicos 20 de tal modo que as tabelas de unidade de acesso 30 e os cabeçalhos de quadros lógicos 22 se delimitem, ou estejam constantemente deslocados de extremidades opostas das extremidades dianteira e traseira dos quadros lógicos 20 e se, consequentemente, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 estiver configurado para localizar a tabela de unidades de acesso 30 e o cabeçalho de quadros lógicos 22 dos respetivos quadros lógicos 20 em, ou a um deslocamento constante de, diferentes extremidades das dianteira e traseira dos respetivos quadros lógicos 20, como é o caso na Fig. 1. Isto é particularmente verdadeiro, se os cabeçalhos de quadros lógicos 22 forem de comprimento variável, com o comprimento dependendo do conteúdo do próprio cabeçalho LF. Neste caso, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 pode localizar a tabela de unidades de acesso 30 e o cabeçalho de quadros lógicos 22 independentemente da corrupção de dados dentro da secção de dados úteis 24 do respetivo quadro lógico e pode localizar a tabela de unidades de acesso 30 independentemente dos dados de corrupção do cabeçalho de quadros lógicos 22 e vice-versa.
Para ser ainda mais preciso, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 pode ser configurado para gerar a sequência 18 de quadros lógicos 20 de tal modo que a tabela de unidades de acesso 30 e o cabeçalho de quadros lógicos 22 delimitam extremidades opostas das extremidades dianteira e traseira dos quadros lógicos 20 de modo que a secção de dados úteis 24 é uma porção ligada que se estende, para quadros lógicos 20 dentro dos quais cai um início 32 de uma unidade de acesso 28, entre a tabela de unidades de acesso 30 e o cabeçalho de quadros lógicos 22, respetivamente e para outros quadros lógicos 20 entre o cabeçalho de quadros lógicos 22 e a extremidade oposta das dianteira e traseira dos quadros lógicos 20.
Como já ilustrado na Fig. 1, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 pode ser configurado para proporcionar em cada quadro lógico 20 dentro do qual cai um inicio 32 de uma unidade de acesso 28, que se estende para além de uma extremidade traseira do respetivo quadro lógico 20 num quadro lógico subsequente 20, como a unidade de acesso AU2 na Fig. 1, a tabela de unidades de acesso 30 com uma indicação de comprimento que indica um comprimento 62 da respetiva unidade de acesso 28, isto é, uma indicação que permite determinar a extremidade do respetivo quadro lógico 20 quando combinado com o apontador 40 que aponta para o seu inicio. Na Fig. 1, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 é exemplificativamente configurado para acompanhar cada apontador 40 com tal indicação de comprimento 62 da unidade de acesso 28 cujo inicio 32 é apontado pelo apontador 40. No caso de unidades de acesso 28 cuja extremidade traseira (na direção de análise) não é determinável pela análise das unidades de acesso 28 ou impedidas de serem detetadas devido a erros de dados locais, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 pode utilizar a indicação do comprimento 62 para separar entre conteúdo de unidade de acesso e dados de preenchimento dentro das secções de dados úteis 24. No entanto, se a extremidade das unidades de acesso 28 for detetável pelo recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 analisando as unidades de acesso, tal como por deteção de um respetivo marcador de fim-de-unidade-de-acesso 28 propriamente dito, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 pode detetar a extremidade da unidade de acesso respetiva 28 mesmo no caso de a indicação de comprimento 62 na respetiva tabela de unidades de acesso 30 ter sido corrompida. Em qualquer caso, é vantajoso que o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 possa extrair tal indicação de comprimento 62 das tabelas de unidades de acesso 30 de modo a obter o comprimento 62 de unidades de acesso 28 cujo inicio caia num respetivo quadro lógico 20 com extensão para além de uma extremidade traseira do respetivo quadro lógico 20 para um quadro lógico subsequente, mesmo quando, por exemplo, a tabela de unidades de acesso do quadro lógico seguinte estiver perdida ou corrompida. No caso de uma inserção transparente das unidades de acesso 28 nas porções de quadro lógico 24, o recuperador 54 pode inclusivamente utilizar a indicação de comprimento do comprimento 62 de uma tal unidade de acesso 28 que se estende sobre quadros lógicos consecutivos 20 para localizar o início 32 de uma unidade de acesso subsequente. Por exemplo, o recuperador 54 pode utilizar o comprimento 62 da unidade de acesso AUi para detetar o início 32 da unidade de acesso AU2 no caso, por exemplo, de a unidade de acesso 30 do quadro lógico LFi estar corrompida ao ponto de o apontador 40 que aponta para o início 32 da unidade de acesso AU2 não estar à mão.
Deve notar-se, no entanto, que em vez de uma indicação de comprimento, alternativamente, uma indicação de apontador de extremidade pode ser utilizada para apontar diretamente para a extremidade da AU respetiva, isto é, independentemente do apontador 40 apontar para o início 32. O efeito seria semelhante às vantagens acima delineadas. A indicação de apontador de extremidade pode, por exemplo, compreender um apontador que aponta a partir do ponto de registo acima mencionado, tal como a extremidade dianteira, do quadro lógico no qual a respetiva extremidade da AU respetiva cai, até à extremidade desta AU. Além disso, a indicação de apontador de extremidade pode compreender um indicador de LF indicando em qual das seguintes LFs a extremidade da AU respetiva cai, tal como contando o número de LFs a partir da LF subsequente para a LF atual. Para facilitar a descrição abaixo apresentada, de acordo com as seguintes formas de realização, é utilizada uma indicação de comprimento. No entanto, nestas formas de realização, a indicação de comprimento deve ser entendida como meramente representativa de uma indicação que permite localizar a extremidade da AU respetiva.
Como já mencionado acima, o preparador de fluxo de unidades de acesso pode ser configurado para proporcionar a cada quadro lógico 20 um cabeçalho de quadros lógicos 22 indicando o comprimento da respetiva tabela de unidades de acesso 30. De acordo com as formas de realização expostas a seguir em mais pormenor, o preparador 16 proporciona a cada tabela de unidades de acesso 30 uma entrada de tabela de unidades de acesso por unidade de acesso 28 cujo inicio 32 cai no respetivo quadro lógico 20, em que o cabeçalho de quadros lógicos 22 indica o comprimento da tabela de unidades de acesso 30 medido, por exemplo, em número de entradas de tabela de unidades de acesso com comprimento constante, cada uma dentro da respetiva tabela de unidades de acesso 30. Uma tal forma de realização especifica é descrita em relação a uma forma de realização de DRM mais tarde em relação à Fig. 5. Discutindo brevemente a Fig. 5, é derivável da Fig. 5 que o quadro lógico 20 mostrado exemplificativamente na mesma consiste num número de entradas de tabela de unidades de acesso 64. Como também é derivável da Fig. 5, a secção de dados úteis 24 pode não cobrir completamente a porção restante do quadro lógico 20, exceto o cabeçalho de quadros lógicos 22 e a tabela de unidades de acesso 30. Em vez disso, como mostrado na Fig. 5, a secção de dados úteis 24 pode ser deslocada, por um número predeterminado de bytes ou bits, do cabeçalho de quadros lógicos 22 e/ou da tabela de unidades de acesso 30, sendo o número predeterminado, por exemplo, conhecido do descodificador ou transmitido ao descodificador num canal extra dentro do sinal de transmissão 38. No exemplo da Fig. 5, por exemplo, os dados FEC 66 - aqui, exemplificativamente dados RS (Reed Solomon) - estão, ou podem estar, posicionados entre o cabeçalho de quadros lógicos 22 e a secção de dados úteis 24, com estes dados RS 66 tendo um comprimento predeterminado e uma secção de melhoramento 68 pode ser posicionada entre a secção de dados úteis 24 e a tabela de unidades de acesso 30, com esta última, quer tendo um comprimento constante, quer, como é o caso com a forma de realização que se segue, um comprimento variável que, por exemplo, também depende de um modo conhecido do número de unidades de acesso 28 cujo início cai no quadro lóqico atual 20, ou cuja indicação do comprimento está presente dentro da própria secção de melhoramento, mas na delimitação conhecida entre a secção de melhoramento e a tabela de unidades de acesso. Os inícios das entradas de tabela de unidades de acesso 64 podem estar afastados da extremidade traseira 70 - ou, numa forma de realização alternativa, da extremidade dianteira - do quadro lógico 20 em unidades de comprimento constante. Em conformidade, o recuperador 54 pode ser confiqurado para, ao extrair a tabela de unidades de acesso 30 de um quadro lóqico 20, extrair consecutivamente o número de entradas da tabela de unidades de acesso 64, indicado pelo cabeçalho LF 22, começando na extremidade traseira 70 do quadro lóqico 20 ou numa posição dentro do quadro lóqico 20, tendo um deslocamento constante predeterminado a partir do mesmo, com passagem pelas entradas da unidade de acesso 64 em unidades de um comprimento constante destas entradas da tabela de unidades de acesso 64 a partir de uma entrada de tabela de unidades de acesso para a seguinte, de modo a obter, para cada entrada de tabela de unidades de acesso, o apontador 40 que aponta para o respetivo início 32 de uma unidade de acesso correspondente 28. Pode ser vantajoso se o preparador de fluxo de unidades de acesso 16 preencher a tabela de unidades de acesso 30 a partir da extremidade traseira registada, isto é, com início a partir da extremidade traseira 70 do quadro lógico 20. Por outras palavras, o primeiro início 32 de uma unidade de acesso 28 que cai num respetivo quadro lógico 20 ao longo da direção de inserção de dados úteis 60 é indicado na tabela de unidades de acesso 30 por meio de um respetivo apontador dentro da primeira entrada de tabela de unidades de acesso 64 a partir da extremidade traseira 70 do quadro lógico 20, isto é, a entrada de tabela de unidades de acesso 64 mais próxima, ou que delimita, a extremidade traseira 70 do quadro lógico 20. Os inícios 32 que se seguem na direção 60 de extração de dados úteis seguem uma direção contrária à direção 60 de inserção de dados do utilizador. Isto é vantajoso porque o preparador 16 pode construir continuamente os quadros lógicos 20 em vez de construi-los de uma forma lógica de armação de uma só vez.
Como também é o caso com a forma de realização descrita abaixo, o preparador 16 pode proporcionar a cada tabela de unidades de acesso 30 dados de redundância adicionais permitindo uma deteção e/ou correção de corrupção de dados de entrada de tabela de unidades de acesso individuais. Em particular, cada entrada de tabela de unidades de acesso 64 pode compreender dados de redundância adicionais individuais. Cada entrada de tabela de unidades de acesso 64 pode ser proporcionada com primeiros dados de redundância calculados ao longo de, e permitindo a deteção de correção de dados de, pelo menos, o apontador 40 e, opcionalmente, a indicação de comprimento opcional indicando o comprimento 62 da respetiva entrada de tabela de unidades de acesso 64. Como consequência, o recuperador 54 é capaz de verificar a correção das entradas AUT individualmente, e uma corrupção de uma entrada AUT não compromete a utilização de outra entrada AUT da mesma tabela AU. Além disso, como será delineado mais detalhadamente abaixo, a existência dos primeiros dados de redundância permite inclusivamente verificar a validade ou a existência de uma próxima entrada AUT em linha - ao passar pelas entradas AUT com um comprimento constante - se, por exemplo, o número total de entradas AUT em desconhecido devido, por exemplo, a um cabeçalho LF corrompido.
Adicionalmente ou alternativamente, cada entrada de tabela de unidades de acesso 64 pode ser proporcionada com segundos dados de redundância calculados sobre, e permitindo a deteção de corrupção de dados, do conteúdo da unidade de acesso associada com a entrada de tabela de unidades de acesso respetiva 64. Assim, a exatidão de cada AU é detetável individualmente.
Além disso, de acordo com uma forma de realização, os primeiros dados de redundância são calculados sobre, e permitem a deteção de correção de dados do apontador 40, da indicação de comprimento opcional - opcionalmente - e dos segundos dados de redundância da respetiva entrada de tabela de unidades de acesso 64.
Em relação à Fig. 4, o modo de funcionamento do preparador 16 na inserção consecutiva das unidades de acesso 28 nos quadros lógicos 20 com inserção dos apontadores 40 nas tabelas de unidades de acesso 30 de acordo com uma forma de realização é descrito. O processo da Fig. 4 começa com o preparador 16 voltando para a unidade de acesso seguinte 28 no passo 80, para continuar a inserção consecutiva das unidades de acesso 28 nos quadros lógicos 20. No passo 82, o preparador 16 verifica então se o início 32 da unidade de acesso atual 28 deve ser colocado dentro do quadro lógico atual 20 ou não. A este respeito, é de salientar que a secção de dados úteis 24 do quadro lógico atual diminui de tamanho logo que um início adicional 32 de uma unidade de acesso 28 caia neste quadro lógico atual 20 à medida que uma entrada de tabela de unidades de acesso adicional 64 é adicionada à tabela de unidades de acesso 30 ou, expresso alternativamente, o comprimento da tabela de unidades de acesso 30 aumenta. Devido a isso, o preparador 16 pode decidir colocar o início 32 da unidade de acesso 28 no seguinte quadro lógico, embora, atualmente, a secção de dados úteis 24 do quadro lógico atual 20 tivesse a capacidade de acomodar uma pequena quantidade de outro conteúdo de unidade de acesso no momento e, embora o preparador 16 procure, por exemplo, inserir de forma transparente as unidades de acesso 28 nos quadros lógicos: assim que o início 32 tivesse sido colocado no quadro lógico atual, a capacidade restante da secção de dados úteis 24 do quadro lógico atual 20 não seria suficiente para acomodar a quantidade necessária para adicionar a nova entrada de tabela de unidades de acesso 64 necessária para indicar o apontador 14 para este novo início 32 da nova unidade de acesso. Um exemplo para tal situação é mostrado de forma exemplificativa na Fig. 1 no caso do início 32 da unidade de acesso AU3.
No entanto, os intervalos como o intervalo 58 podem ter outras razões para além das mencionadas de forma exemplificativa acima. Por exemplo, os dados de AU seguintes na linha a serem processados pelo preparador de fluxo de unidades de acesso podem simplesmente ainda não estar disponíveis quando o LF necessita de ser montado e emitido para, por exemplo, a fase de transmissão 36 para assegurar, por exemplo, um sinal de transmissão ininterrupta 38, caso em que o preenchimento é introduzido pelo preparador 16 como mencionado acima.
Se o preparador 16 decidir no passo 82 colocar o início 32 da unidade de acesso atual 28 no seguinte quadro lógico, o preparador 16 desloca-se para o próximo quadro lógico no passo 84 incluindo, por exemplo, o fecho do quadro lógico atual e a abertura do próximo quadro lógico. 0 fecho do quadro lógico atual pode envolver o preparador 16 a calcular os dados de redundância adicionais acima mencionados para deteção/correção de corrupção de dados, tais como dados de deteção/correção de erros de encaminhamento, a serem descritos em maior detalhe abaixo e enviar o quadro lógico para a fase de transmissão 36. A abertura do próximo quadro lógico 20 pode envolver a preconfiguração do cabeçalho de quadros lógicos para um estado inicial indicando, por exemplo, que - até agora - nenhuma tabela de unidades de acesso existe dentro desses próximos quadros lógicos. Depois do passo 84, o processo volta para o passo 82 novamente.
Se da verificação no passo 82 resultar que a unidade de acesso atual 28 tem de ter o seu início 32 colocado no quadro lógico atual, o processo prossegue para o passo 86 onde o preparador 16 preenche a tabela de unidades de acesso e atualiza o cabeçalho de quadros lógicos. Em particular, o passo 86 pode envolver a geração da tabela de unidades de acesso 30 dentro do quadro lógico atual 20 no caso, o início 32 que está a ser sujeito do passo 82 é o primeiro início 32 no quadro lógico atual. Para este início 32, é inserido um apontador 40 e, opcionalmente, uma indicação de comprimento que indica que o comprimento 62 é inserido na respetiva entrada de tabela de unidades de acesso 64, incluindo opcionalmente dados de redundância adicionais para a entrada de tabela de unidades de acesso 64 e, opcionalmente, separadamente para a indicação de comprimento. A atualização do cabeçalho de quadros lógicos 22 compreende o aumento do número de entradas de tabela de unidades de acesso indicadas neste cabeçalho de quadros lógicos 22.
Como consequência da opção de sim no passo 82, o preparador 16 também insere a unidade de acesso atual 28 no quadro lógico atual 20 no passo 88. Durante isto, o preparador 16 verifica continuamente no passo 90 se o quadro lógico atual 20 está cheio, isto é, se não podem ser inseridos quaisquer dados de unidade de acesso na secção de dados úteis 24 do quadro lógico atual 20. Se este for o caso, o preparador 16 passa para o passo 92 para se deslocar para o seguinte quadro lógico 20, isto é, fecha o quadro lógico atual e abre o próximo quadro lógico. Depois do passo 92, o processo volta para o passo 88. Se, no entanto, o quadro lógico atual 20 ainda não tiver sido completado ou completamente cheio, o preparador 16 efetua outra verificação continuamente ao longo da inserção no passo 88, nomeadamente a verificação 94 se a unidade de acesso atualmente inserida foi completamente inserida, isto é, se a extremidade da unidade de acesso atual foi atingida. Se este for o caso, o processo volta para o passo 80 para se voltar para a unidade de acesso seguinte na sequência 14. Caso contrário, o processo volta para o passo 88.
Depois de terem sido descritas, de um modo bastante geral, as formas de realização para a cadeia de transmissão 10, o preparador de fluxo de unidades de acesso 16, o descodificador 50 e o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54, assim como os outros elementos das Figs. 2 e 3, são seguidamente descritas as formas de realização da presente invenção que representam uma possibilidade de estender a capacidade de transmissão proporcionada por DRM (DRM = Digital Radio Mondiale) na medida em que não só as informações de áudio, de texto ou de dados são transmissíveis através de DRM, mas também informações de vídeo ou uma mistura de vídeo e áudio ou outra informação textual alinhada no tempo é transmissível via DRM de forma que a qualidade seja aceitável no lado do recetor. Este conceito de transmissão para estender a capacidade de DRM é seguidamente designado de Diveemo. Através do Diveemo, os programas de vídeo de educação e de informação podem ser transmitidos por DRM, por exemplo.
As formas de realização para Diveemo, anteriormente conhecidas como DrTV, descritas abaixo permitem a transmissão de vídeo e áudio (possivelmente em conjunto com serviços de dados) através de DRM (Digital Radio Mondiale) . Possíveis aplicações podem envolver o fornecimento de programas de informação e educação a cidadãos que vivem no exterior. A qualidade de imagem e som obtida está mais no final das expectativas do cliente, o que é, no entanto, absolutamente suficiente para muitos campos de utilização. O Diveemo forma uma forma de realização para explorar a ideia de permitir serviços de vídeo através de DRM. Os serviços de vídeo têm de ser adaptados à norma DRM, isto é, baixas taxas de bits disponíveis, sinalização e configuração de serviço em conformidade com DRM, conformidade com estruturas de transmissão proporcionadas por DRM, tratamento eficiente de erros de receção, etc.. De acordo com um outro aspeto, as formas de realização de Diveemo descritas abaixo formam um esquema de transmissão que utiliza uma abordagem genérica e DRM independente para transmitir uma série de pacotes de dados independentes ("unidades de acesso") sem a necessidade de preenchimento ou sobrecarga adicional como "fluxo de dados em série" sem interrupção com utilização máxima da taxa de bits do canal de transmissão, em que simultaneamente as normas temporais e as estruturas de transmissão do esquema de transmissão utilizado, tais como DRM, são utilizadas para incorporar as informações necessárias para descodificar e sincronizar de modo ascendente a receção no fluxo de dados, de tal modo que a extração desta informação é rapidamente possível e, mesmo com condições de receção muito adversas com muitos erros de bits, só tem poucas consequências em relação à perda de dados de carga útil.
Funcionalidade Diveemo: 0 Diveemo abre a porta a uma grande variedade de novos serviços de informação e educação. É uma plataforma ideal para atingir públicos espalhados por uma ampla área geográfica com um único transmissor e para manter os cidadãos residentes no exterior informados e atualizados sobre o que está a acontecer no país de origem. Esta aplicação multimédia pode basear-se na DRM padrão de difusão terrestre global de baixo custo. As transmissões de DRM em ondas curtas têm possibilidades de cobertura praticamente ilimitadas que variam de 100 quilómetros quadrados até mais de 5 000 000 quilómetros quadrados dependendo do sistema de transmissão. A aplicação Diveemo oferece a possibilidade de receção gratuita e é independente de gatekeepers e provedores de terceiros, como satélites e redes por cabo. As possibilidades são ilimitadas: um transmissor pode alcançar milhões de pessoas em qualquer lugar e a qualquer hora. O Diveemo pode proporcionar uma codificação de transporte e um empacotamento muito eficientes, ao mesmo tempo que permite que os recetores descodifiquem de forma robusta e rapidamente (re)sincronizem com o conteúdo transmitido. Um fluxo de video pode ser acompanhado por um ou mais fluxos de áudio, permitindo um suporte síncrono em vários idiomas. 0 sistema também apresenta todos os benefícios da plataforma DRM, como seleção de serviço por etiquetas compatíveis com Unicode, alternância de sinalização e comutação de frequência, anúncios e recursos aviso/alertas, etc.
Quando combinado com outras tecnoloqias de DRM como o próprio serviço de informação baseado em texto eficiente de taxa de bits Journaline®, podem estar imediatamente disponíveis informações de fundo textuais sobre o programa, leqendas e serviços de leqendaqem fechada numa multiplicidade de línquas e Scripts.
De acordo com uma forma de realização, o Diveemo pode ser implementado como descrito abaixo. Para efeitos da descrição que se seque, aplicam-se os termos e definições [sequintes] . Em particular, para efeitos do presente documento, aplicam-se os sequintes símbolos:
Nx 0 valor N é expresso na raiz x. A raiz de x deve ser decimal, assim 2Aig é a representação hexadecimal do número decimal 42 . Γ*1 o menor valor inteqral numericamente maior que x. Às vezes conhecido como a função de "teto". IXI q maior valor inteqral numericamente menor que x. Às vezes conhecido como a função de "solo", x y 0 resultado de dividir o valor x pelo valor y. MIN {a, ..., z} 0 menor valor na lista.
Além disso, a ordem de bits e bytes dentro de cada descrição utilizará a seguinte notação, salvo indicação em contrário: em figuras, o bit ou byte mostrado na posição esquerda é considerado o primeiro; em tabelas, o bit ou byte mostrado na posição esquerda é considerado o primeiro; em campos de bytes, o bit Mais Significativo (MSb) é considerado o primeiro e denotado pelo número mais alto. Por exemplo, o MSb de um único byte é denotado "b7" e o bit Menos Significativo (LSb) é denotado "bo"; - em vetores (expressões matemáticas), o bit com o índice mais baixo é considerado o primeiro. A ordem de transmissão para todos os valores numéricos definidos neste documento deve ser MSb-first ("ordem de byte da rede").
Formato Multiplex 0 Diveemo pode transportar uma série de "unidades de acesso" com áudio, vídeo e potencialmente outro conteúdo num subcanal MSC. Este subcanal MSC está configurado para transportar um serviço de dados em "modo de fluxo", isto é, não utilizar o Modo de Pacote DRM. Todas as unidades de acesso que pertencem a um fluxo virtual de conteúdo (por exemplo, todas as que transportam os dados de vídeo) são marcadas com um identificador de fluxo virtual, denominado "Tipo AU". As unidades de acesso com o mesmo tipo AU são transportadas no subcanal MSC na sua ordem de apresentação. As unidades de acesso com diferentes tipos de AU são transportadas no subcanal MSC em forma intercalada, de tal modo que as unidades de acesso que abrangem os mesmos tempos de apresentação são transportadas de modo agrupado o mais próximo possível. Opcionalmente, os dados de carga útil na secção de dados úteis e todas as informações de cabeçalho estão protegidos contra correção de erros de encaminhamento (FEC) de erros de transmissão com base no algoritmo Reed-Solomon. Isto é semelhante à especificação de modo de pacote avançada do Modo de Pacote de DRM para permitir reutilizar o descodificador RS assim como o intercalador virtual. A estrutura de Sinalização de DRM em que o Diveemo se baseia, já permite as seguintes características: • Até 4 Serviços de DRM definidos em FAC (Fast Access Channel); os serviços DRM são itens virtuais apresentados ao utilizador para seleção; cada Serviço DRM é do tipo áudio (mais o componente de serviço de dados opcional como PAD - Dados Associados ao Programa) ou um serviço de dados autónomo • 0 MSC (Main Service Channel) transporta fluxos de bits reais até 4 fluxos MSC; cada fluxo MSC transporta um componente de serviço de taxa de bits constante (conteúdo áudio ou Diveemo), ou até 4 componentes de serviço no modo de pacote • A proteção de fluxos MSC pode ser selecionada de até 2 níveis de proteção/taxas de código (definido por Multiplex DRM); EEP (Equal Error Protection) atribui um deles a um fluxo MSC, UEP usa ambos por Fluxo MSC (com melhores bytes protegidos no início de cada Quadro de Transmissão) • SDC (Service Description Channel) transporta informações descritivas para serviços de DRM (por exemplo, rótulo, idioma, país de origem, etc.) e informações gerais de sinalização (frequências alternativas, hora/data atual, etc.); também transporta entidades que descrevem a codificação de componentes de serviço de áudio (entidade 9) e de dados (entidade 5) ; este último pode ser usado para Diveemo A Estrutura de Transporte de Dados do MSC em que Diveemo se baseia tem as seguintes características: • Quadro de Transmissão (TF) e estrutura de Superquadro de Transmissão (TSF) com fluxo de dados de taxa de bits constante para Diveemo; • DRM30: TF = 400 ms; TSF = 1200 ms • DRM+: TF = 100 ms; TSF = 400 ms • TF dentro de TSF é indexada: DRM30: 0-3; DRM+ 0-4;
Por outras palavras, os quadros de transmissão representam porções de um certo comprimento do sinal de transmissão e são sincronizados dentro do sinal de transmissão. Os quadros lóqicos descrevem o conteúdo dos quadros de transmissão.
Estrutura do quadro
No que se seque é descrito como transportar as informações de Diveemo no subcanal MSC de um DRM ETSI ES 201 980 V3.1.1: Digital Radio Mondiale; Especificação do Sistema. Um quadro lóqico DRM contém dados para 100 ms (modo A-D DRM) ou 400 ms (modo E DRM) do sinal de difusão, respetivamente. Se um quadro lógico DRM transportar informações Diveemo, ele é chamado de Quadro Lógico Diveemo. A estrutura de um Quadro Lógico Diveemo 20 é mostrada na Figura 5. Compreende o cabeçalho LF obrigatório 22, informação de redundância Reed-Solomon na secção de Dados RS opcional 66, a secção de dados úteis obrigatória 24, seguida pela Secção de
Melhoramento opcional 68, e a tabela AU na extremidade 70. A secção de dados úteis 24 contém o conteúdo útil (tal como informação de áudio e vídeo) na forma de unidades de acesso 28. Cada unidade de acesso 28 descreve conteúdo que cobre um certo tempo de apresentação. Segue diretamente a unidade de acesso anterior na secção de dados úteis 24 para formar um fluxo contínuo de bytes. Este fluxo de bytes 14 de informação de unidade de acesso é dividido em blocos de dados. Estes blocos de dados são então colocados na secção de dados úteis 24 de Quadros Lógicos Diveemo sucessivos 20. Por conseguinte, uma unidade de acesso 28 pode começar em qualquer lugar na secção de dados úteis 24 e pode abranger várias secções de dados úteis 26 de quadros lógicos consecutivos 20.
Para cada início de unidade de acesso 32 que começa na secção de dados úteis 24 do Quadro Lógico Diveemo atual 20, a secção de
Tabela AU 30 transporta uma Entrada de Tabela AU 64. Estas entradas de Tabela AU 64 são ordenadas de tal modo que a "Entrada de Tabela AU 0" que descreve a primeira unidade de acesso que começa dentro desta secção de dados úteis 24 é transportada no fim da secção de Tabela AU 36, a "Entrada de Tabela AU 1" que descreve a segunda unidade de acesso que começa dentro da secção de dados úteis 24 é transportada imediatamente antes da "Entrada de Tabela AU 0", e assim por diante. 0 cabeçalho LF 22 é composto pelos seguintes bits - mencionados na sua ordem de transmissão: 1 bit: marcador de melhoramento
7 bits: número de entradas da tabela AU 8 bits: CRC calculado sobre o primeiro byte do cabeçalho LF, isto é, sobre o número de entradas de tabela AU.
Os Dados RS 66 são um bloco de informação de redundância Reed-Solomon como descrito abaixo. Naturalmente, um outro código de redundância, tal como um código de redundância sistemática, pode ser utilizado para proteger o LF e ser colocado na secção 66, respetivamente.
Cada Entrada de Tabela AU 64 é composta pelos seguintes bits -mencionados na sua ordem de transmissão, isto é, da esquerda para a direita na Fig. 5: 3 bits: ID de fluxo AU (o "identificador de fluxo virtual"), assume valores de 0-7; "7" pode ser reservado para transportar dados de preenchimento); estes bits são opcionais e podem ser deixados de acordo com uma forma de realização alternativa. 1 bits: Marcador de Conteúdo; se o conteúdo for do tipo video:
Marcador I-Quadro; caso contrário: rfa. Este bit pode também estar ausente de acordo com uma forma de realização diferente. 12 bits: Deslocamento AU 40 (valor de índice absoluto, 0 indicando o primeiro byte do Quadro Lógico Diveemo 20). O Deslocamento AU, assim, corresponde ao apontador 40 acima mencionado medido a partir da extremidade dianteira do quadro lógico atual 20 em bytes. O número de bits, isto é, 12, pode ser variado de acordo com outra forma de realização utilizando, por exemplo, quadros lógicos mais curtos e, adicionalmente ou alternativamente, o Deslocamento AU pode medir o comprimento do apontador 40 em unidades diferentes de bytes. 16 bits: Comprimento AU. O comprimento AU, assim, corresponde ao comprimento 62 acima mencionado. Novamente, o número de bits, isto é, 16, depende da aplicação e pode variar de acordo com uma forma de realização alternativa. Adicionalmente ou alternativamente, o Comprimento AU pode medir o comprimento da respetiva AU em unidades diferentes de bytes, e inclusivamente alternativamente, o ponto de registo pode ser escolhido de forma diferente de modo a apontar para a extremidade do AU respetiva de uma maneira diferente como indicado acima. 16 bits: Carimbo de tempo AU (ver a descrição de tempo detalhada abaixo. Estas informações dentro da entrada de tabela AU 64 são também opcionais e podem estar ausentes de acordo com outras formas de realização. 16 bits: CRC de AU. O CRC de AU é calculado sobre os bytes de "comprimento de AUs" do conteúdo da unidade de acesso. Assim, o CRC de AU também foi mencionado acima, nomeadamente como segundos dados de redundância, e permite a deteção de corrupção de dados dentro do conteúdo da AU associada com a respetiva entrada AUT. Novamente, o número de bits é opcional e pode ser variado. 8 bits: CRC da Entrada de Tabela AU calculado sobre os primeiros 8 bytes desta Entrada de Tabela AU, isto é, sobre o ID do Fluxo AU, Marcador de Conteúdo AU, Deslocamento AU, comprimento AU, Carimbo de Tempo AU e o CRC de AU. 0 CRC da Entrada de Tabela AU também foi mencionado acima como primeiros dados de redundância calculados sobre, opcionalmente, a indicação de comprimento indicando o comprimento 62, apontador 40 e, também opcionalmente, os segundos dados de redundância. Aqui, o CRC da Entrada de Tabela AU exemplificativamente também protege as informações adicionais dentro da Entrada de Tabela AU. Isto é, naturalmente, opcional. Isso também é verdadeiro para o número de bits gastos para o CRC da Entrada de Tabela AU.
Se o Marcador de Melhoramento for definido como 1, existe a Secção de Melhoramento 68 inserida imediatamente antes da tabela AU 30. Caso contrário, não é. A secção de melhoramento 68 pode ser utilizada para extensões futuras, isto é, futuras funcionalidades. A Secção de Melhoramento 68 tem o seguinte formato ou é composta pelos seguintes bits - mencionados na sua ordem de transmissão: n x 8 bits: Dados da Secção de Melhoramento 8 bits: CRC calculado sobre o último byte da Secção de
Melhoramento 8 bits: comprimento "n" dos dados da Secção de
Melhoramento
Note-se que a informação estática é transportada na extremidade da Secção de Melhoramento 68, de modo que o comprimento da
Secção de Melhoramento 68 pode ser derivado no lado do descodificador e pelo recuperador de fluxo de unidades de acesso 54, respetivamente, a começar pela delimitação conhecida 26 da secção da Tabela AU 30.
Assim, o preparador 16 ajusta, de acordo com a forma de realização de Diveemo descrita agora, os bits acima mencionados dentro do cabeçalho LF 22, Entrada de Tabela AU 64 e os outros bits do quadro lógico, como indicado acima, utilizando, por exemplo, um processo de acordo com a Fig. 4. Opcionalmente, o conteúdo do Quadro Lógico Diveemo ou mesmo múltiplos LFs sucessivos podem em conjunto ser protegidos por Correção de Erro de Encaminhamento Reed-Solomon (FEC). Para calcular o código de Reed-Solomon, a informação de redundância 66 é calculada sobre a secção de Cabeçalho de LF 22, a secção de dados úteis 24, a Secção de Melhoramento 68 (se presente) e a Informação de Tabela 30 (se presente). Para aumentar a robustez do esquema FEC, estes dados de entrada para o algoritmo de Reed-Solomon são praticamente intercalados como descrito abaixo, isto é, o preparador 16 calcula os dados de redundância 66 do código RS sistemático através de praticamente intercalação dos dados acima mencionados do Quadro Lógico 20, mas envia o Quadro Lógico num formato não intercalado, e o recuperador 54 pode, ou não, verificar a correção de, e corrigir, as informações dentro de um Quadro Lógico recebido - recebido na ordem correta - por desintercalação da respetiva porção do Quadro Lógico recebido e verifica os dados do Quadro lógico assim intercalado através da utilização dos dados de redundância 66. O esquema FEC pode ser aplicado com base em cada Quadro Lógico Diveemo 2 0 individual, ou com base num Superquadro de Transmissão de DRM, cobrindo 3 (modo A-D DRM) ou 4 (Modo E DRM) Quadros Lógicos Diveemo 20, respetivamente. Independentemente de a proteção FEC estar ou não ativada e a configuração exata do esquema FEC pode ser definida pelos dados específicos da aplicação transportados na entidade de dados SDC tipo 5 de DRM. O algoritmo de Reed-Solomon pode ser definido por RS (255; 239; 8), isto é, gerar 16 bytes de informação de redundância por 239 bytes de conteúdo. 0 diagrama na Fig. 6 visualiza a abordagem de intercalação virtual. Isto é, para a intercalação virtual acima mencionada, o preparador 16 pode inserir os dados de LF relevantes acima mencionados, isto é, todos os dados de redundância, exceto os dados de redundância propriamente ditos, por exemplo na tabela de dados de aplicação 98, em coluna ao longo do trajeto de inserção 100, em que o recuperador 54 emula este procedimento com os dados recebidos. A tabela de dados de aplicação 98 e a tabela de dados de RS 102 são justapostas uma à outra coluna por coluna. O preparador 16 calcula os dados RS na tabela de dados RS 102, em linha, isto é, cada linha da combinação das tabelas 98 e 102 forma uma palavra de código RS, e o preparador 16 lê então os bits da tabela 102, por coluna ao longo do trajeto 104
e preenche a secção de dados RS 66 nesta ordem intercalada. O recuperador 54 desintercala os dados RS 66 ao preencher a tabela 102 .
As definições seguintes aplicam-se aos valores R e C na Fig. 6: R: o número de linhas da Tabela de Intercalação Virtual, valores permitidos são, por exemplo, 1 a 511. C: é implicitamente dado pelo valor de R uma vez que o número de bytes a serem protegidos dentro dos LFs é conhecido O valor de R pode ser sinalizado na entidade de dados SDC tipo 14. O valor de C pode ser calculado a partir da Tabela de Dados de Aplicação, que deve ser apenas suficientemente grande para conter 1, 3 ou 4 Quadro(s) Lógico(s) Diveemo, como assinalado na SDC. O número de colunas determina a sobrecarga dos dados FEC 66; quanto menor for o valor de C, maior será a sobrecarga. O número de linhas determina a profundidade de intercalação e o atraso do bloco; quanto menor for o valor de R menor a intercalação e mais baixo o atraso antes dos dados recebidos poderem ser processados. 0 preenchimento implícito pode ser aplicado se menos dados estiverem a ser transmitidos para preencher todas as células nas tabelas 98 e 102, respetivamente
Sinalização DRM
Um serviço Diveemo pode ser sinalizado no canal de acesso rápido (FAC) com o valor de identificação de aplicação "27i0" (5 bits). A entidade de dados SDC 5 pode ter a seguinte estrutura: 1 bit: Marcador PM 0 (Modo de Fluxo DRM) 3 bits: rfa 1 bit: Marcador de Melhoramento 3 bits: Domínio de Aplicação: 0x00 (aplicação DRM) 16 bits: ID de Aplicação: 0x5456 (ASCII para "TV") m x 8bits: Dados de Aplicação (ver abaixo)
Formato da secção de Dados de Aplicação da entidade de dados SDC 5: 2 bits: Versão principal, atualmente valor 0 3 bits: Versão menor, atualmente valor 0 1 bit: Marcador FEC (ativado: 1; FEC não usado: 0) 1 bit: Marcador de Superquadro (FEC calculado sobre
Quadro Lógico Diveemo: 0; sobre 3 ou 4 LF, i.e. um Superquadro de transmissão DRM: 1) 9 bits: Número de linhas para intercalação virtual (0..511; 0 apenas se Marcador FEC = 0) n x 8bits: um ou mais Blocos de Configuração AU (ver abaixo)
Cada Bloco de Configuração AU: 5 bits: Comprimento de Bloco de Configuração em bytes 3 bits: ID de Fluxo AU (escolhido livremente para identificar o fluxo virtual de unidades de acesso que transportam o mesmo tipo de conteúdo; Pode assumir valores de 0-7, enquanto "7" é reservado para transportar dados de preenchimento) 3 bits: Tipo de conteúdo (0: vídeo, 1: áudio, outros valores: rfa) 5 bits: ID de Codec (ver abaixo) n x 8 bits: Configuração Específica de Codec (ver abaixo)
Configuração Específica de Codec para HE AAC v2 com áudio MPS opcional, Codec ID 0x00: (tipo de conteúdo 1)
1 bit: Marcador SBR 2 bits: modo de áudio (ver Sistemas DRM) 3 bits: taxa de amostragem de áudio (ver Sistemas DRM) 2 bits: MPEG Surround (0: nenhum, 1: 5:1, 2: 7.1, 3: na banda)
Configuração Específica de Codec para vídeo H.264/AVC, Codec ID 0x00: (tipo de conteúdo 0) 2 bits: relação de aspeto (0: 4:3, 1: 16:9, outros valores: rfa) 11 bits: número de pixels horizontais por quadro 11 bits: número de pixels verticais por quadro 8 bits: número de quadros por segundo em 1/4 das etapas.
Naturalmente, as formas de realização agora delineadas são meramente ilustrativas e outros códigos e valores podem ser utilizados também ou no futuro.
Diveemo forma uma forma de realização para explorar a ideia de permitir serviços de vídeo através de DRM. Os serviços de vídeo têm de ser adaptados à norma DRM, isto é, baixa taxa de bits disponível, sinalização e configuração do serviço de conformidade com DRM, conformidade com as estruturas de transmissão proporcionadas por DRM, tratamento eficiente de erros de receção, etc.
As considerações/estrutura possíveis para a definição de Diveemo foram que a sinalização poderia ser realizada como entidade SDC 5 (novo tipo de aplicação de dados "Diveemo") e que a transmissão é realizada como um fluxo de dados síncrono. As seguintes restrições devem ser atendidas: comprimento fixo do quadro 400 ms (DRM30)/100 ms (DRM+) e bytes/quadro fixos (bps) no intervalo: DRM30: 1..3598 bpf (71.960 bps) ou DRM +: 1..2325 bpf (186.000 bps). As seguintes restrições/requisitos na definição de Formatos de Conteúdo devem ser atendidas: Atribuição variável e dinâmica de taxas de bits de áudio/vídeo dentro do canal; Algum requisito mínimo de armazenamento em memória tampão deve existir; o descodificador de áudio e vídeo deve aceitar qualquer tamanho de unidade de acesso flexível (taxa de bits equivalente) ; o descodif icador de vídeo deve ser capaz de "lidar" com qualquer taxa de quadros (dinâmica), isto é, o codificador pode ajustar-se dinamicamente ao conteúdo; o descodificador de vídeo deve ser capaz de lidar com quadros ausentes para que I-quadros possam usar splicing (transporte em AUs independentes); um carimbo de tempo deve ser indicado por AU (o contador de sobrecarga relativo ao relógio básico comum).
Os formatos que podem ser utilizados para o conteúdo de vídeo dentro das AUs são AVC/H.264 para vídeo e HE-AAC v.2 (+ Surround) ou o próximo USAC da norma MPEG ("Codec Unificado de Áudio e voz") para áudio. Os Codecs mais recentes/mais eficientes podem ser possíveis mais tarde.
Uma soma de atraso de acesso ao aplicar Diveemo a DRM pode
provir dos seguintes fatores: atraso de receção DRM (descodificação FAC/SDC, intercalador MSC, etc.), Diveemo FEC (intercalador) (opcional), tamanho GoP (para receber o primeiro I-Quadro) do codec de vídeo.
Além disso, os parâmetros de vídeo que devem ser considerados aquando da transmissão de vídeo via Diveemo, são: I-quadros assumem até 50 % da taxa de bits (crítico para erros de receção), apenas a previsão de encaminhamento deve ser usada por razões de estabilidade e taxa de quadros dinamicamente adotável (pelo codificador) .
Em relação aos carimbos de tempo atrás mencionados, as seguintes considerações devem ser tomadas: deve ser utilizada uma base de relógio comum para áudio e vídeo; relógio básico com granularidade de 1 ms parece ser um bom compromisso de modo que resulte um max. Jitter de 1/3 ms com taxas de quadros típicas (por exemplo 15 fps) ; 16 bits para contador de relógio por AU deve ser OK (cerca de 65 sec de envolvimento). O atraso de início de apresentação que um recetor Diveemo enfrenta, é: duração máx. LxGoP (sintonizada após primeiros bits de i-quadro) + duração lx GoP (transmissão do i-quadro seguinte).
Além disso, ao implementar a forma de realização de Diveemo abaixo descrita, deve considerar-se o seguinte: na sincronização inicial, o recetor precisaria de aguardar pela entrada de Cabeçalho Diveemo com marcador ativo de i-quadro (^ primeiro vídeo AU de um GoP e correspondente áudio AU) . Para adicionar redundância, o Cabeçalho Diveemo pode ser espelhado na extremidade de um MSC-LF. Seja completamente, para que um recetor possa corrigir entradas quebradas facilmente comparando as duas cópias, ou apenas o primeiro byte do cabeçalho Diveemo + CRC incluindo o primeiro byte de cada entrada na extremidade de um MSC-LF. Cada AU pode ser definida pelo seu ID de fluxo AU. O ID de fluxo de AU 7 poderia ser utilizado para descrever os dados de AU virtuais que transportam bytes de preenchimento no fluxo contínuo de conteúdo de AU. O valor do carimbo de tempo por AU poderia ser baseado numa granularidade de 1 ms (isto é, 16 ao longo de 65 segundos) como mencionado acima. Vários diagramas de fluxo de descodificação de Diveemo são descritos com respeito às Figs. 7a a 7m. A descodificação de Diveemo descrita com respeito a estas figuras pode ser realizada pelo recuperador 54. Dentro das Figs. 7a-7m, a descodificação é amplamente dividida em dois tipos diferentes. Em primeiro lugar, descreve-se a descodificação de "quadro lógico Diveemo" que, em suma, é chamada de descodificação DLF. Em segundo lugar, a "descodificação de superquadro Diveemo" é descrita que, em resumo, é chamada de descodificação DSF.
Na descodificação de DLF, um quadro lógico (LF) é armazenado em memória tampão antes de a descodificação real começar quando o FEC é transportado ao longo de um LF. Na descodificação DSF, dependendo da norma, três ou quatro quadros lógicos consecutivos são armazenados em memória tampão antes que a descodificação real comece quando o FEC é transportado ao longo de três ou quatro quadros lógicos.
Em primeiro lugar, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 tem de ler alguns parâmetros de SDC, isto é, os parâmetros de canal lateral dentro do sinal de transmissão 38, como um marcador de FEC (FECF) indicando se todos os quadros lógicos estão protegidos por FEC e um marcador de superquadro (SFF) indicando se os quadros lógicos estão agrupados em conjunto em superquadros, caso em que é utilizada a descodificação DSF acima, o número de linhas no intercalador virtual, nomeadamente R como já mencionado acima e semelhantes. Com base nestes parâmetros de serviço, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 inicia então o processo de descodificação que é de ora em diante descrito em relação às Figs. 7a-7m.
Conforme ilustrado na Fig. 7a, o recuperador 54 intermitentemente, isto é, em cada LF em DLF e cada SF em DSF, executa passos cujo inicio está indicado na Fig. 7a. Neste inicio, o recuperador 54 tem conhecimento sobre a informação do canal lateral do sinal de transmissão 38, nomeadamente a porção SDC do mesmo, nomeadamente sobre os parâmetros SDC FECF, SFF e R como indicado em 150. O processo começa com o recuperador 54 verificando no passo 152 se FECF sinaliza que a proteção FEC é usada ou não. Se sim, o preparador 16 incorporou os quadros lógicos 20 em pacotes de transporte com dados FEC 66 para proteger o conteúdo dos quadros lógicos. Se for utilizado o agrupamento de superquadros, o código FEC do fluxo de camada de transporte é definido sobre três ou quatro quadros lógicos consecutivos como descrito acima. Se o FECF estiver ativado, a descodificação com FEC tem lugar em 154, caso contrário a descodificação sem FEC no passo 156 ocorre. Os detalhes relativos aos passos 154 e 156 são descritos com referência à Fig. 7b e Fig. 7i, respetivamente. A descodificação sem FEC no passo 156 é mostrada com mais pormenor na Fig. 7b. O processo de descodificação de um quadro lógico sem FEC no processo 154 começa com uma informação a priori conhecida da descodificação de um quadro lógico anterior como indicado em 158. Esta informação é designada de CAUB. A informação CAUB é uma estrutura consistindo em variáveis que ajudam o recuperador 54 na descodificação, entre outros, de CAU, isto é, a AU de continuação, ou seja, que é a unidade de acesso cujo inicio 32 está no quadro lógico 20 que precede o quadro lógico 20 atualmente em consideração. As seguintes abreviaturas são utilizadas na descrição que se segue e são conhecidas das informações CAUB: AU: Unidade de Acesso; no que se segue, a abreviatura AU é utilizada para denotar AUs cujo inicio cai no LF atual, ao contrário de CAUs CAU: AU de continuação; CAUF: Marcador de CAU, isto é, um marcador que indica a existência ou não existência de uma AU de continuação, que se estende para o LF atual PCAUB: bytes de CAU parciais, indicando os bytes de CAU que precedem a delimitação entre o LF atual e o LF anterior, isto é, os bytes de CAU que já foram lidos. LPCAUB: Comprimento de PCAUB, isto é, o número de bytes ou o
comprimento de PCAUB CAUSID: ID de Fluxo CAU, isto é, o valor de ID de Fluxo AU do CAU. CAUL: Comprimento de CAU, isto é, o comprimento de CAU, isto é, o comprimento 62 da Fig. 1, indicado pela indicação de comprimento da respetiva entrada de tabela de unidades de acesso dentro do quadro lógico anterior CAUCB: bits de CAUCRC, isto é, bits de CRC para permitir encaminhar a nossa deteção dentro de CAU transmitido dentro da secção de melhoramento acima mencionada.
Outros valores podem pertencer também a informação CAUB, tal como tipo de Conteúdo AU, Carimbo de Tempo AU, o valor do marcador de melhoramento dentro dos LFs, etc.
Enquanto os passos da Fig. 7b são executadas pelo recuperador 54, as informações do CAUB permanecem estáticas.
No passo 160, o recuperador 54 lê o quadro lógico seguinte, isto é, o quadro lógico atual, numa memória tampão interna do recuperador 54 não mostrada na Fig. 3. No passo seguinte, nomeadamente, o passo 162, o recuperador 54 descodifica este quadro lógico 20 em unidades de acesso, sendo este passo descrito adicionalmente na Fig. 7c. Em seguida, o recuperador de fluxo de unidades de acesso 54 armazena em memória tampão as unidades de acesso assim descodificadas no passo 164 e atualiza informação CAUB no passo 166 para iniciar novamente o processamento no passo 158. 0 processo de descodificação do quadro lógico atual em unidades de acesso, nomeadamente o passo 162, começa, tal como mostrado na Fig. 7c, com o recuperador 54 a conhecer duas coisas, nomeadamente bytes LF, isto é, os bytes do quadro lógico atual e informação CAUB. 0 número de bytes dos quadros lógicos 20 é fixo ou de outro modo indicado, tal como varia de acordo com a respetiva sinalização de informação lateral dentro do canal de informação lateral separado anteriormente mencionado do sinal de transmissão 38. No passo 170, o recuperador 54 lê o cabeçalho LF e seu CRC. No passo 172, o recuperador 54 verifica o CRC quanto a se o mesmo corresponde com a informação de cabeçalho LF, isto é, o marcador de melhoramento assim como o número de entradas de tabela de unidades de acesso contidas no cabeçalho de quadros lógicos 22. Se o CRC não corresponder no passo 172, o recuperador verifica no passo 174 quanto a se existe uma CAU, isto é, o recuperador 54 verifica o marcador de CAU interno quanto a se o mesmo indica se há uma unidade de acesso 28 cujo inicio 32 se encontra em qualquer um dos quadros lógicos anteriores, enquanto a extremidade da unidade de acesso ainda não foi atingida. Se este for o caso, o recuperador 54 executa no passo 176 a descodificação de bytes CAU. O passo 176 é explicado adicionalmente na Fig. 7e. Se, no entanto, o marcador CAU não estiver ativado no passo 174, o recuperador 54 prossegue para o passo 178, onde o quadro lógico atual é rejeitado ou, mais preferencialmente - e este caso é considerado aqui, sujeito a Entradas de Tabela AU Descodificadas e Ensaio de bytes AU, localizando entradas válidas AUT avaliando o CRC da Entrada de Tabela AU, após o que o processo volta para o passo 158 na Fig. 7b. O passo 178 corresponde a uma concatenação das porções de processo da fig. 7f - 7g. Analogamente, como indicado por linhas a tracejado, embora a exploração de LF possa parar depois do passo 17 6, também é possível que o recuperador 54 prossiga após o passo 176 tentando recuperar tantas entradas de AUT quanto possível a partir do número desconhecido a priori (devido à corrupção do cabeçalho LF) de entradas AUT realmente presentes.
Se, no entanto, a verificação do CRC no passo 172 resultar numa correspondência entre a informação CRC e a informação do cabeçalho LF, o recuperador 54 prossegue com a tentativa de extrair informação das seguintes porções do quadro lógico atual. Em particular, como indicado em 180, se o CRC corresponder no passo 172, o recuperador 54 explora adicionalmente pelo menos dois itens de informação proporcionados no cabeçalho de quadros lógicos 22 transmitido corretamente do quadro lógico atual 20, nomeadamente o número de entradas de tabela de unidades de acesso da tabela de unidades de acesso do quadro lógico atual e o conhecimento sobre o valor do marcador de melhoramento EF. Como resultado do conhecimento do número de entradas de tabela de unidades de acesso dentro da tabela de unidades de acesso do quadro lógico atual, o recuperador 54 é capaz de obter TAUB, isto é, o número total de bytes de unidades de acesso. Como resultado do conhecimento de EF, o recuperador 54 conhece a existência ou inexistência da secção de melhoramento 68 acima mencionada. Em particular, no passo 182, o recuperador 54 calcula TAUB multiplicando o número de entradas de tabela de unidades de acesso apresentadas no cabeçalho de quadros lógicos 22 com o comprimento constante comum a todas as entradas de tabela de unidades de acesso. Depois, no passo 184, o recuperador 54 descodifica os bytes dentro de uma secção de dados úteis 24 do quadro lógico atual, cujo procedimento é delineado com mais pormenor em relação à Fig. 7d.
Assim, a porção de procedimento mostrada na Fig. 7C cria três casos: a) O cabeçalho LF é descodificável corretamente e, consequentemente, as unidades de acesso devem ser descodificadas b) 0 cabeçalho LF não é descodificável e, consequentemente, as unidades de acesso não podem ser descodificadas, mas a CAU está presente e pode ser descodificada c) 0 cabeçalho LF não é descodificável e, consequentemente, as unidades de acesso não podem ser descodificadas, mas pode ser realizada uma tentativa para descobrir entradas AUT válidas. Além disso, o CAU também não está presente e, portanto, não deve ser descodificado. A descodificação dos bytes de aplicação LF dentro da secção de dados úteis 24 é descrita a sequir em relação à Fig. 7d. Ao entrar nesta secção de processo, o recuperador 54 tem conhecimento sobre bytes LF, isto é, os bytes do quadro lógico, informação CAUB, EF, TAUE, isto é, o número total de entradas de tabela de unidades de acesso e TAUB, isto é, o número total de bytes da tabela de unidades de acesso, tal como mostrado em 186. 0 recuperador 54 verifica, no passo 188, CAUF para verificar se há um CAU ou não. Se sim, o recuperador 54 descodifica no passo 190 os bytes CAU dentro do LF atual, um passo que é descrito mais adiante em relação à Fig. 7e. Após o passo 188 ou 190, o recuperador 54 prossegue para o passo 192 para verificar TAUE quanto a se o número de entradas da tabela de unidades de acesso é zero ou não. Se este número for zero, isto é, se não existir uma tabela de unidades de acesso dentro do quadro lógico atual, o processo da Fig. 7e termina. Se não, no entanto, o recuperador 54 descodifica no passo 194 as entradas de tabela AU e descodifica no passo 196 os bytes de unidade de acesso a partir da secção de dados úteis do LF. O passo 194 é ainda explicado com respeito à Fig. 7f, e passo 196 com referência à Fig. 7g. No final da porção de processo da fig. 7d, o recuperador 54 possui conhecimento sobre uma informação atualizada do CAUB e tem versões armazenadas em memória tampão das unidades de acesso como indicado em 198.
Assim, a porção de processo da Fig. 7d, refere-se aos seguintes casos que podem ocorrer: a) os dados AU dentro da secção de dados úteis 24 do quadro lógico contêm tanto CAU como AUs, b) os dados AU dentro da secção de dados úteis 24 do quadro lógico atual contêm apenas CAU, ou c) os dados AU dentro da secção de dados úteis do quadro lógico atual contêm apenas AUs.
Em seguida, a descodificação de bytes CAU nos passos 176 e 190 é descrita com mais detalhe em relação à Fig. 7e. No inicio desta porção de processo, o recuperador 54 possui já conhecimentos
sobre bytes LF, isto é, o número de bytes dentro do quadro lógico atual e informações CAUB como indicado em 200. No inicio, o recuperador 54 inicia a leitura de dados CAU no passo 202. O recuperador 54 é capaz de localizar o inicio da secção de dados úteis 24 do quadro lógico atual a partir de onde a leitura no passo 202 deve ser iniciada, uma vez que este ponto de partida é constante ao longo do tempo sobre os quadros lógicos devido ao comprimento constante do cabeçalho de quadros lógicos 22 e o conhecimento sobre a existência de (ver FECF) e o comprimento constante da secção opcional de dados FEC 66. Em particular, no passo 202, o recuperador 54 tenta ler tantos bits a partir do inicio da secção de dados úteis 24 do quadro lógico atual quantos pertencentes ao CAU, isto é, a unidade de acesso que se estende para o quadro lógico atual a partir do quadro lógico anterior. Podem ocorrer dois casos. Em primeiro lugar, o
recuperador 54 pode encontrar a extremidade do CAU antes do fim da secção de dados úteis do quadro lógico atual. Em segundo lugar, o recuperador 54 pode encontrar a extremidade da secção de dados úteis 24 do quadro lógico atual antes do fim do CAU. O recuperador 54 é capaz de prever a situação com base em duas informações, nomeadamente CAUL, isto é, o comprimento de CAU conhecido a partir de qualquer um dos quadros lógicos anteriores, em particular a respetiva entrada de tabela de unidades de acesso da respetiva tabela de unidades de acesso e o número de bytes do quadro lógico juntamente com o conhecimento sobre a existência ou não existência da secção de melhoramento 68 (ver marcador de melhoramento) e sobre o comprimento desta secção 68 como derivável da posição predeterminada dentro desta secção revelando o comprimento da secção 68 - registado em relação ao AUT - porque essas informações também definem o número máximo de bytes disponíveis para um quadro lógico no caso de não existir nenhuma tabela de unidades de acesso. Depois de ler os bits CAU, isto é, a porção da secção de dados úteis 24 a partir do início da referida porção, o recuperador 54 atualiza no passo 204 o estado interno de LPCAU, isto é, o comprimento da parte de CAU que já foi recuperado da sequência de quadros lógicos até então. No passo 206, o recuperador 54 verifica se LPCAU é igual a CAUL, isto é, se todo o CAU foi recuperado da sequência de quadros lógicos até então. Se não, o CAU continua a estender-se para o próximo quadro lógico e o recuperador 54 atualiza no passo 208 PCAUB e LPCAUB em informação CAUB de acordo, isto é, atualiza as informações sobre a parte CAU que já foi recuperada da sequência de quadros lógicos incluindo o quadro lógico atual. Se, no entanto, a verificação no passo 206 revelar que o CAU foi recuperado completamente da sequência de quadros lógicos, isto é, que a extremidade do CAU caiu na secção de dados úteis 24 do quadro lógico atual, o recuperador 54 verifica no passo 210 quanto a se a informação de CRC sobre CAU é derivável da respetiva entrada de tabela AU 64 dentro do quadro lógico no qual o início 32 do CAU caiu, corresponde aos bits CAU recuperados e armazenados em memória tampão até então para o CAU. Se este for o caso, o recuperador 54 armazena em memória tampão a unidade CAU descodificada no passo 212 e repõe no passo 214 os parâmetros nas informações CAUB, na medida em que não existe mais CAU atualmente. Se, no entanto, a verificação CRC no passo 210 revelar que os bits CAU que foram recuperados da sequência de quadros lógicos estão corrompidos, o recuperador 54 descarta esta unidade de acesso CAU no passo 216 e prossegue para o passo 214 onde esta porção de processo da Fig. 7e termina. Alternativamente, o recuperador 54 pode marcar o CAU no passo 216 como erróneo e passar o mesmo ao apresentador 56 que, por sua vez, pode ser configurado para derivar o conteúdo útil do AU erróneo por outros meios tais como os dados internos FEC ou CRC da AU ou semelhantes, ou simplesmente analisando com êxito a AU falsamente marcada como errada devido a um CAUCRC corrompido.
Assim, a Fig. 7E aborda três casos diferentes, nomeadamente a) o CAU inicia-se num quadro lógico anterior tendo, por exemplo, o número LF n e termina no quadro lógico atual tendo, por exemplo, o número n + 1, em que o CAUCRC corresponde com o byte CAU, isto é, o byte CAU foi corretamente recuperado a partir da sequência de quadros lógicos. b) o CAU inicia-se em qualquer um dos quadros lógicos anteriores, tal como o quadro lógico que tem o número n e termina no quadro lógico atual tendo, por exemplo, o número n + 1, e o CAUCRC não corresponde com o byte CAU, isto é, os bytes tendo sido recuperados para CAU ou o valor CAUCRC estão corrompidos. c) o CAU inicia-se em qualquer um dos quadros lógicos anteriores, tal como um quadro lógico tendo o número de quadro lógico n, mas este CAU ultrapassa o quadro lógico atual tendo, por exemplo, o número LF η + 1 e estende-se para, e possivelmente, termina no seguinte quadro lógico tendo, por exemplo, o número de quadro lógico LF número n + 2. A porção de processo de descodificação das entradas de tabela de unidades de acesso no passo 194 e a inspeção da porção do LF potencialmente correspondente a entradas AUT válidas no passo 178 é discutida em mais pormenor abaixo em relação à Fig. 7f. Ao entrar nesta porção de processo a partir do passo 194, o recuperador 54 conhece o TAUE, isto é, o número de entradas de tabela de unidades de acesso dentro do quadro lógico atual e bytes LF, isto é, os bytes do quadro lógico atual, como indicado em 218. Ao entrar nesta porção de processo do passo 178, o recuperador 54 não sabe sobre TAUE, e o recuperador 54 pode definir TAUE para o número máximo possível de entradas de tabela de unidades de acesso dentro dos quadros lógicos que é, no presente caso (devido ao gasto do cabeçalho FL apenas num número constante de - aqui, exemplificativamente 7 - bits para indicar o número de entradas AUT) 128.
Dentro desta porção de processo da Fig. 7f, o recuperador 54 inicia-se no passo 220 com inicialização de um valor de contagem interno, nomeadamente RAUE, isto é, o número de entradas de unidade de acesso restantes, igual a TAUE, o número total de entradas de unidades de acesso. Naturalmente, seria possível contar as entradas processadas com o valor de contagem começando em um em vez de diminuir o valor de contagem.
Depois de ter verificado no passo 222 se RAUE é igual a zero, isto é, se não restam entradas de tabela de unidades de acesso a serem lidas, o processo prossegue com o passo 224 no caso de existirem entradas de tabela de unidades de acesso restantes a serem lidas a partir do quadro lógico atual e sua tabela de unidades de acesso, respetivamente, onde o recuperador 54 lê o AUTEB, isto é, os bytes correspondentes à entrada da tabela da unidade de acesso em linha, e o AUTECB, isto é, os bits CRC da entrada de tabela de unidades de acesso correspondentes. Como já foi descrito acima, a ordem na qual o recuperador 54 acede à entrada de tabela de unidades de acesso 64 pode ser a partir da extremidade traseira 70 para a extremidade dianteira 72 do quadro lógico correspondente à ordem da unidade de acesso cujo início 32 é indicado nestas entradas de tabela de unidades de acesso 64. Após o passo 224, o recuperador 54 verifica no passo 226 o CRC da entrada de tabela de unidades de acesso apenas tendo sido lido no passo 224 para verificar se os dados de entrada de tabela de unidades de acesso que foram recuperados a partir do quadro lógico atual estão corrompidos, ou não. Se assim for, isto é, se os dados estiverem corrompidos, o recuperador 54 descarta a respetiva entrada de tabela de unidades de acesso 64 e define um marcador correspondente indicando o descarte no passo 228. Alternativamente, o recuperador 54 pode tentar reconstruir pelo menos parcialmente a informação inválida através de outros meios. Por exemplo, o recuperador 54 pode tentar prever o Deslocamento AU a partir do comprimento da AU ou vice-versa (assumindo, por exemplo, a inserção transparente dos dados úteis na secção 24 e refazer a verificação CRC com a respetiva porção prevista da entrada de tabela AU substituída pelo resultado de previsão. Deste modo, o recuperador 54 pode obter, apesar da corrupção de dados, uma
entrada de tabela AU correta correspondente ao CRC correspondente.
Se o CRC para a entrada de tabela de unidades de acesso atual 64 corresponder aos dados correspondentes, o recuperador 54 interpreta no passo 230 a entrada de tabela de unidades de acesso atual 64 e guarda-a. Deve ser sublinhado que o caso de correspondência de CRC é também uma indicação de que o recuperador 54 encontrou uma entrada AUT válida 64. Por outras palavras, quando se executa o passo 226 e tendo introduzido a porção de processo da Fig. 7f a partir do passo 178, o recuperador 54 não sabe de antemão se a porção atualmente inspecionada do LF - localizada explorando o facto de a tabela AU estar registada para a extremidade LF e as entradas de tabela AU estarem posicionadas a um passo constante - na verdade faz parte da secção de dados úteis 24 ou da secção de melhoramento 68, ou do AUT 30, respetivamente. O recuperador 54 pode utilizar a correspondência de CRC como um resultado de verificação suficiente para interpretar a porção atualmente inspecionada do LF como uma entrada AUT 64. Em alternativa, o recuperador 54 pode realizar testes adicionais, tais como verificações de plausibilidade, dependendo de qual a entrada de AUT possível atual que é considerada como válida ou inválida no caso de o cabeçalho LF ter sido corrompido. Por exemplo, o início 32 da AU da entrada AUT 64 agora encontrada deve ficar depois da extremidade AU precedente e, ao contrário, a extremidade da AU da entrada AUT 64 agora encontrada deve encontrar-se antes da extremidade da AU subsequente e, consequentemente, se qualquer uma das verificações de plausibilidade resultar numa contradição, a entrada AUT putativa atual é rejeitada e considerada inválida.
Após o passo 230, o recuperador 54 conhece o inicio 32 da unidade de acesso correspondente associada com a entrada de tabela de unidades de acesso atual 64 assim como, opcionalmente, sobre o seu comprimento 62. Em relação aos conteúdos adicionais das entradas de tabela de unidades de acesso 64, faz-se referência à discussão acima destas opções adicionais. Independentemente da verificação de correspondência CRC no passo 226, o recuperador 54 diminui após qualquer um dos passos 228 e 230, no passo 232 o estado contador interno RAUE por um e volta para o passo 222. Assim que esta verificação 222 revela que o número restante de entradas de tabela de unidades acesso 64 a serem recuperadas da tabela de unidades de acesso 30 do quadro lógico atual é zero, a porção de processo da Fig. 7f termina com o recuperador 54 a preencher a réplica interna da tabela de unidades de acesso 30, isto é, a estrutura de entradas da tabela de unidades de acesso, como indicado no passo 234.
Por outras palavras, a porção de processo da fig. 7f é introduzida pelo recuperador 54 se existir qualquer tabela de unidades de acesso dentro do quadro lógico atual, isto é, quando existe qualquer entrada de tabela de unidades de acesso 64, ou para avaliar se existe qualquer entrada AUT 64 porque a existência ou inexistência (e número) de entradas AUT não é conhecida. Pode ser possível que a CAU possa tomar todo o quadro lóqico de modo que, neste caso, por exemplo, o recuperador 54 não possa entrar na porção de processo da Fig. 7f. A seguir, casos diferentes são previstos na porção de processo da Fig. 7f: a) a entrada da tabela da unidade de acesso atual e suas correspondências CRC (e todas as verificações de plausibilidade passaram) b) a entrada da tabela da unidade de acesso atual e seu CRC não correspondem(ou a verificação de plausibilidade falha) c) todas as entradas da tabela de unidades de acesso - todas as entradas conhecidas como sendo existentes a partir do cabeçalho LF, ou todas as entradas AUT possíveis, meramente presumivelmente existentes (devido a corrupção do cabeçalho LF) foram processadas independentemente do seu CRC ter correspondido ou não (casos a e casos b) , em que a condição c é também a condição de saída para esta porção de processo da Fig. 7 f.
Deve notar-se que a razão para o recuperador 54 ser capaz de ler AUTEB e AUTECB independentemente de qualquer uma das entradas de tabela de unidades de acesso anteriores da mesma tabela de unidades de acesso do quadro lógico atual terem sido corrompidas ou não, é que todas as entradas da tabela de unidades de acesso são do mesmo tamanho e que a tabela de unidades de acesso 30 é registada com a sua extremidade traseira na extremidade traseira 7 0 do quadro lógico atual de modo que o recuperador 54 é capaz de localizar as entradas da tabela de unidades de acesso em qualquer caso. O facto de haver alternativas já foi mencionado acima.
Além disso, devido aos dados de redundância adicionais através dos quais a tabela de unidades de acesso e o quadro lógico atual são proporcionados, permitindo uma verificação de corrupção de dados individuais de entrada de tabela de unidades de acesso, uma entrada de tabela de unidades de acesso que foi transmitida sem erros no lado da descodificação, pode ser avaliada pelo recuperador 54 independentemente do sucesso ou desistência na transmissão de qualquer das outras entradas de tabela de unidades de acesso.
Em sequida, em relação à Fiq. 7g, são descritos detalhes da descodificação de bytes AU nos passos 196 ou 178. Ao entrar nesta secção de processo, o recuperador 54 está ciente das seguintes informações: TAUE, ou seja, o número total de entradas de tabela de unidades de acesso, informação AUE, isto é, o conteúdo das entradas de tabela de unidades de acesso do quadro lógico atual, bem como quadros lógicos anteriores, informação CAUB, bytes LF e TAUB, isto é, o número total de bytes disponíveis na secção de dados úteis 24 do quadro lógico atual para as unidades de acesso 28 cujo início 32 cai no quadro lógico atual, sendo esta posse de pré-conhecimento indicada em 236. 0 recuperador 54 conhece o TAUB devido ao seguinte motivo: o recuperador 54 sabe que os dados da unidade de acesso pertencentes às unidades de acesso, cujo início cai no quadro lógico atual 20, estendem-se desde o início 32 mais próximo da extremidade dianteira 72 do quadro lógico 20. Isto corresponde à posição apontada pelo apontador 40 da entrada de tabela de unidades de acesso 64 que foi recebida sem corrupção de dados e o tempo mais antigo na porção de processo da Fig. 7f - ou foi obtido, apesar de estar corrompido, por FEC como descrito mais adiante com respeito à descodificação DSF ou DLF. A extremidade da secção de dados úteis 24 é conhecida do recuperador 54 com base na informação do cabeçalho de quadros lógicos, isto é, o número de entradas de tabela de unidades de acesso 64 juntamente com a indicação (ver cabeçalho LF) da existência ou não existência da secção de melhoramento 68 diretamente em contacto com a tabela AU 30 e estando posicionada entre a secção de dados úteis 24 e a tabela de unidades de acesso 30, bem como o comprimento da secção 68 como derivável do byte dentro desta secção imediatamente adjacente a - ou, alternativamente, tendo um desvio predeterminado de - a delimitação da secção 68 virada para o AUT. Se estas últimas informações não estiverem disponíveis, isto é, nem o número de entradas AUT nem a existência ou inexistência da secção 68, o recuperador 54 pode restringir o TAUB para medir a subparte da secção de dados úteis 24 que se estende desde o início acima mencionado mais à esquerda 32 apontado por qualquer uma das entradas de AUT validamente encontradas e o último, isto é, o início mais à direita 32 apontado por qualquer uma das entradas de AUT validamente encontradas uma vez que esta porção meramente contém não-CAUs.
No início da porção de processo da fig. 7g, o recuperador 54 inicializa no passo 238 dois parâmetros internos, nomeadamente RAU, isto é, o número de unidades de acesso restantes ainda não tendo sido processadas na secção de processo da Fig. 7g e RAUB, isto é, o número de bytes AU restantes ainda não tendo sido lidos a partir da secção de dados úteis 24 do quadro lógico atual. Ambos os parâmetros são ajustados igual a TAU, isto é, o número total de unidades de acesso cujo início 32 cai no quadro lógico atual, sendo este número conhecido do cabeçalho de quadros lógicos e TAUB, respetivamente. No passo 240, o recuperador 54 verifica se RAU é igual a zero, isto é, quanto à existência de unidades de acesso a processar, tendo o seu início 32 dentro do quadro lógico atual, à esquerda. Caso contrário, o recuperador 54 prossegue no passo 242 com a leitura dos bytes da unidade de acesso atual a partir da secção de dados úteis 54 do quadro lógico atual, em que o passo é descrito com mais pormenor abaixo em relação à Fig. 7h. Depois disso, o recuperador 54 verifica no passo 244 se o CRC associado com a unidade de acesso atual corresponde aos dados da unidade de acesso atual lida no passo 242. Se isto não for o caso, o recuperador 246 descarta a unidade de acesso atual no passo 246, ou, como já delineado acima, marca esta AU como errónea e passa-a para mais um processamento/trilho. Se, no entanto, o CRC corresponder à unidade de acesso atual, o processo da Fig. 7g prossegue com o recuperador 54 a armazenar em memória tampão a unidade de acesso atual no passo 248 para enviar o mesmo para os presentes dados 56, por exemplo. Depois de qualquer dos passos 246 e 248, o recuperador 54 atualiza no passo 250, os estados internos de RAU e RAUB. Em particular, RAU, isto é, o número de unidades de acesso a ser processadas, é diminuído em um, e RAUB, isto é, o número de bytes de unidades de acesso disponíveis na secção de dados úteis 24 é atualizado, isto é, é diminuído pelo número de bytes da unidade de acesso atualmente processada ou, diferindo a partir daí, para uma diferença entre a extremidade traseira da secção de dados úteis 24 e o início 32 da próxima unidade de acesso a ser processada. Como uma medida excecional, o recuperador 54 pode definir RAUB para zero quando encontrar a extremidade da secção de dados úteis 24.
Após o passo 250, a Fig. 7g volta para o passo 240 para processar a unidade de acesso restante a ser processada e começando dentro do quadro lógico atual.
Assim que o passo de verificação 240 resulta em RAU igual a zero ou RAUB sendo igual a zero, o recuperador 54 termina a porção de processo da Fig. 7g tendo a unidade de acesso recebida com êxito armazenada em memória tampão como indicado no passo 252.
Em relação à fig. 7g, observa-se que a descrição acima da Fig. 7g negligenciou o facto de que algum do número - o número maximamente representável pelo, ou o número corretamente transmitido pelo, cabeçalho LF - das entradas da tabela de unidades de acesso poder ter sido corrompido ou não e que, consequentemente, um respetivo marcador pode ter sido definido no passo 228 na Fig. 7f. Na discussão acima da Fig. 7g, por exemplo, o TAU pode já ter sido diminuído por este número de entradas de tabela de unidades de acesso corrompidas, de modo que TAU representa simplesmente o número de unidades de acesso cujo inicio cai no quadro lóqico atual e para o qual as entradas de tabela de unidades de acesso associadas foram utilizáveis/válidas.
Dentro da descrição da porção de processo da Fig. 7g, mais uma vez, três casos foram diferenciados, nomeadamente a) o conteúdo de AU remontado da secção de dados úteis 24 para a unidade de acesso atual corresponde ao CRC associado, b) o conteúdo de AU remontado da secção de dados úteis 24 para a unidade de acesso atual e o CRC associado não correspondem, c) todos os AUs foram processados ou todos os dados na secção de dados úteis 24 foram processados, que é a condição de saida para a secção de processo da Fig. 7g.
Na Fig. 7h, a porção de processo como mostrado é introduzida pelo recuperador 54 para ler os bytes de uma unidade de acesso atual no passo 242. Ao entrar nesta porção de processo, o recuperador 54 pode explorar as seguintes informações como indicado em 254, nomeadamente informação AUE, informação CAUB e RAUB. Em primeiro lugar, o recuperador 54 extrai o comprimento da unidade de acesso atual no passo 256 da entrada de tabela de unidades de acesso associada. No passo 258, o recuperador 54 verifica se o AUL, isto é, o comprimento da unidade de acesso atual, é maior do que o RAUB, isto é, o número de bytes restantes dentro da secção de dados úteis 24. Se a resposta à pergunta 258 for sim, o recuperador 54 define em 260 parâmetros em informações CAUB em conformidade. Em particular, no passo 260, o recuperador 54 define CAUF para indicar que existe, novamente, uma CAU, isto é, uma unidade de acesso que se estende para dentro do seguinte quadro lógico. LPCAUB indica o número de bytes do CAU que já foram recuperados do quadro lógico atual, isto é, o comprimento de PCAUB. CAUL é o comprimento 62 do CAU e CAUC é o CRC do CAU.
No entanto, se a unidade de acesso atual encaixar na porção restante da secção de dados úteis 24, o recuperador 54 lê no passo 262 os bytes da unidade de acesso atual até a extremidade da unidade de acesso atual, como indicado pelo seu comprimento 62, isto é, AUL. Depois disso, o recuperador 54 atualiza os bytes AU.
Assim, os seguintes casos foram diferenciados na Fig. 7h: a) todos os bytes correspondentes à unidade de acesso atual podem ser lidos a partir do quadro lógico atual b) nem todos os bytes da unidade de acesso atual podem ser lidos a partir do quadro lógico atual, isto é, a unidade de acesso atual continua a ser ou torna-se um CAU.
Em relação à Fig. 7i, a porção de processo realizada pelo recuperador 54 é mostrada para o caso em que o marcador FEC se mostrou estar ativado na verificação 152. Por outras palavras, a Fig. 7i exemplifica a descodificação com FEC no passo 154. Neste caso, o recuperador 54 tem, como indicado em 266 acesso ao marcador SFF, bytes LF e R. No passo 268, o recuperador 54 verifica se SFF está ativado. Se assim for, o recuperador 54 prossegue no passo 270 com a descodificação SF com FEC, e de outro modo no passo 272 com descodificação LF com FEC. A primeira porção de processo do passo 272 é mostrada na Fig. 7j . Com o conhecimento da informação CAUB como indicado em 274, o recuperador 54 lê um único quadro lógico numa memória tampão interna no passo 276 e submete o único quadro lógico a um RS-FEC no passo 278. Em seguida, este quadro lógico está sujeito a descodificação em unidades de acesso no passo 280, tal como foi feito no passo 162 como descrito em relação à Fig. 7c. Em seguida, as unidades de acesso descodificadas são armazenadas em memória tampão no passo 282 e a informação CAUB é atualizada em 284 .
Ou seja, no caso de descodificação de LF com FEC, o quadro lógico atual é adicionalmente passado através de uma correção/descodificação de erro de encaminhamento RS antes do inicio da descodificação do quadro lógico atual em unidades de acesso.
Submeter o quadro lógico através de RS-FEC no passo 278 é exemplificado adicionalmente na Fig. 7k. Em particular, com base no conhecimento sobre bytes LF e R, como indicado em 286, o recuperador 54 define no passo 288 o deslocamento do cabeçalho LF, o deslocamento de dados LFAU, o deslocamento RS e os bits de paridade RS = 16 + xR e preenche, nos passos 290 e 292, a tabela de aplicação de RS 98 e a tabela de paridade de RS 102, respetivamente. Após ter verificado se R é igual a zero no passo 294, o recuperador 54 efetua a correção de erro RS no passo 296, se isto não for o caso e decrementa R no passo 298, após o que o processo volta para o passo 294. Se o passo verificado 294 revelar que R é igual a zero, os bytes de aplicação RS na tabela de dados de aplicação 98 são lidos no sentido desintercalado para render os bytes LF no passo 300. Se RS FEC tiver sucesso na correção da linha R, então, o RS FEC pode ser configurado para retornar o número de símbolos corrigidos e atualizar a linha com os bytes corrigidos e, se falhar, retornar menos um e manter os símbolos de linha como estão. No entanto, outras implementações são possíveis também. Além disso, podem ser utilizados diferentes códigos FEC. A Fig. 71 mostra os detalhes da descodificação SF com FEC no passo 270 da Fig. 7i. Como se pode ver, conhecendo informação CAUB, como indicado em 302, o recuperador 54 lê no passo 304 três ou quatro, ou - de acordo com uma forma de realização alternativa - qualquer outro número, de quadros lógicos consecutivos, isto é, um superquadro, numa memória tampão interna e submete este superquadro SF no passo 306 a um RS FEC, aí, descodificando os três/quatro quadros lóqicos dentro da SF no passo 308 em AUs como descrito em relação à Fig. 7c e armazenando em memória tampão, no passo 310, as unidades de acesso descodificadas. Finalmente, o recuperador 54 atualiza as informações CAUB no passo 312. Semelhante à Fig. 7k, a Fig. 7m mostra o caso de submeter o SF a um RS FEC. Como pode ser visto, tendo o acesso aos três/quatro ou - mais geralmente, n - quadros lógicos, isto é, os bytes dos quadros lógicos, e ao valor de R como indicado em 314, o recuperador 54 executa definições no passo 316, preenche a tabela de aplicação RS e a tabela de paridade RS nos passos 318 e 320, respetivamente, e verifica se R é igual a zero no passo 322. Se não for, o recuperador 54 realiza a correção de erro RS no passo 324 e decrementa R no passo 326 para voltar ao passo 322. Assim que R iguala zero, o recuperador 54 dispõe os bytes de aplicação RS da tabela de dados de aplicação 98 no formato intercalado para obter os n quadros lógicos no passo 328.
Finalmente, as Figs. 8 e 9 mostram uma vista geral da manipulação de proteção de transporte FEC no recuperador 54 de acordo com uma outra forma de realização adicional. De acordo com esta forma de realização, é construída uma tabela de 100 linhas e 36 colunas que corresponde a 3600 bytes. Na verdade, o LF contém 3598 bytes, no entanto, é preenchido no lado do remetente e do recetor para 3600 bytes para simplificar. Todos os bytes são preenchidos nesta tabela, coluna por coluna, da seguinte forma (1,1), (2,1) ... (100,1), (1,2), (2,2) ... (10, 100). Assim, proporcionando uma intercalação aparente. Dependendo das colunas da aplicação e das colunas FEC, a capacidade de correção do Reed Solomon FEC é determinada e usada para descodificar cada linha da tabela. Uma vez que não sabemos o local de erro na tabela temos de empregar a descodificação de erro RS. Uma vez que a tabela é passada através do descodif icador FEC, a saída pode ou não pode conter os bytes completamente livres de erros. Em ambos os casos, a descodificação normal é empregada em série, isto é, inicialmente o primeiro byte do cabeçalho LF pode ser descodificado, o que, de acordo com uma forma de realização alternativa com relação à de acima - dá-nos o tamanho do cabeçalho LF, se tiver êxito, o cabeçalho LF é então descodificado e comparado com seu CRC. 0 cabeçalho LF é considerado - de acordo com a presente forma de realização - como compreendendo a informação AUT e é ainda analisado para AUs individuais. 0 fluxograma completo do descodificador está nas Figs. 8 e 9.
Deste modo, a forma de realização de Diveemo alcança as seguintes vantagens pelos seguintes aspetos: 1. Método e Aparelho para codificar, transmitir e descodificar
sinais de video através do sistema DRM - sinalização fora da banda - configuração do acesso aos dados na banda - pelo menos um fluxo lógico de dados - áudio / video / dados (tais como Journaline(R) para legendas) - por exemplo, lx video, 5x áudio (idiomas diferentes) quaisquer codecs para áudio e video são codificáveis (compatibilidade descendente para melhoramento futuro) - compatibilidade DRM (formatação dentro do MSC, em conformidade com a norma SDC) utilização eficiente da taxa de bits (por exemplo, sem enchimento) flexivelmente configurável (taxa de quadros, taxa de bits, . . .) proteção opcional de falha (FEC), flexivelmente parametrizável, intercalação virtual, intercalador de 2 tempos - sincronização rápida do recetor possivel - estrutura de dados permite extensões futuras - robusto contra erros de receção 2. Método de codificação e sinalização da transmissão de sinais de video através do sistema Digital Radio Mondiale - AUs de Áudio, Video e Dados são transmitidas sem cabeçalhos adicionais como um "fluxo de bits em série" - a definição das AUs e das suas delimitações/comprimentos é registada com as delimitações dos quadros de transmissão do sistema de radiodifusão (DRM) para permitir um acesso rápido e uma fácil (Re)sincronização ascendente - o índice é transmitido redundantemente dentro de um quadro lógico (LF) - no caso de uma falha no cabeçalho, o descodificador pode, no entanto, extrair os dados AU através da cadeia da definição/descrição da entidade
- no caso de uma falha nas AUs ou na def inição/descrição da entidade, apenas as AUs individuais são perdidas, não necessariamente todas as AUs no atual quadro de transmissão de DRM um ou mais fluxos de dados lógicos (intercalados) são subdivididos em pacotes de dados de comprimento diferente - sincronização rápida nos dados de carga possíveis é utilizada a estrutura de transmissão (apontador de encaminhamento) - mecanismo para futuras extensões proporcionadas - o parâmetro FEC é adaptável a erros de transmissão - proteção de erro dentro do índice e dentro dos pacotes de dados permite a extração de todos os dados de carga sem erros
Resumindo, as formas de realização acima, isto é, as formas de realização descritas primeiro em relação às Figs. 1 a 3, bem como as seguintes formas de realização que incluem as formas de realização de Diveemo, uma vantagem de registar a tabela de unidades de acesso com a extremidade dianteira/traseira dos quadros lógicos é que as tabelas são localizadas rápida e fiavelmente pelo descodificador e embora o seu comprimento dependa do número de inícios de unidades de acesso dentro dos quadros lógicos, o início da incorporação da unidade de acesso, isto é, o início da secção de dados úteis pode ser mantido constante, tal como, por exemplo, colocando a tabela de unidades de acesso no final, quando vista na direção de inserção de dados úteis. Os apontadores apontam para as posições dos inícios da unidade de acesso num sentido absoluto de modo que os erros locais no quadro lógico não impeçam que sejam analisadas e utilizadas outras unidades de acesso sem erros. Se uma tabela de unidades de acesso for perdida, a primeira unidade de acesso de continuação pode ser completada, mesmo quando a tabela de unidades de acesso foi posicionada na extremidade dianteira e se a primeira unidade de acesso de continuação estiver corrompida e for, portanto, a deteção da extremidade desta unidade de acesso e o início da próxima unidade de acesso não detetável por análise apesar de uma inserção transparente, as unidades de acesso seguintes podem ser utilizadas - independentemente da posição exata desta tabela de unidades de acesso - porque os apontadores na tabela de unidades de acesso são definidos num sentido absoluto, isto é a partir de um ponto de registo sendo estático.
Além disso, uma vez que a tabela de unidades de acesso e o cabeçalho de quadros lógicos são posicionados registados para o início absoluto ou para a extremidade absoluta dos quadros lógicos ou a um deslocamento conhecido a partir daí, a tabela de unidades de acesso e/ou o cabeçalho de quadros lógicos é fácil e fiavelmente localizado pelo lado de descodificação com base nos quadros de transmissão. Mesmo que, tanto o cabeçalho de quadros lógicos como a tabela de unidades de acesso tenham sido registados relativamente à mesma extremidade, tal como a extremidade dianteira ou traseira do quadro lógico, a secção de dados úteis do quadro lógico poderia ser localizada se pelo menos um dos cabeçalhos de quadro lógico e a tabela de unidades de acesso tivesse um comprimento constante como com as formas de realização acima. Colocando, no entanto, o cabeçalho de quadros lógicos e a tabela de unidades de acesso em lados opostos, é possível uma utilização ótima das unidades de acesso: se um cabeçalho de quadros lógicos estiver corrompido, o início da secção de dados úteis é, contudo, localizável no lado de descodificação e a unidade de acesso atual pode ser processada. Se a tabela de unidades de acesso estiver corrompida, então a extremidade final da secção de dados úteis é conhecida no descodificador e talvez todas as unidades de acesso sejam reconstruíveis por análise. A vantagem de apresentar a informação de comprimento de unidade de acesso dentro da tabela de unidades de acesso é que a informação nela pode ser utilizada no lado de descodificação para aceder à unidade de acesso seguinte, isto é, a primeira unidade de acesso cujo início cai no quadro lógico atual mesmo se a unidade de acesso estiver corrompida e, portanto, não for passável. Por outras palavras, no caso de inserção transparente das unidades de acesso, a indicação de comprimento de unidade de acesso ajuda a aceder a uma unidade de acesso mesmo quando o apontador que aponta para o início desta unidade de acesso estiver corrompido. Se for necessário preenchimento, este preenchimento pode ser feito sob a forma de um tipo de unidade de acesso especialmente marcada, que está integrada de forma transparente nas outras unidades de acesso dos tipos de unidades de acesso normal, de modo que a inserção transparente é mantida. A possibilidade acima mencionada de proteção FEC das entradas da tabela da unidade de acesso individualmente permite o processamento das unidades de acesso individualmente mesmo se algumas das entradas da tabela da unidade de acesso estiverem corrompidas. Assim, as entradas corrompidas na tabela de unidades de acesso podem ser ignoradas devido ao seu comprimento constante e as entradas subsequentes na tabela de unidades de acesso podem ser avaliadas sem problema pelo recuperador. Esta é uma vantagem da proteção individual do CRC. Além disso, mesmo se o número de, ou mesmo a existência de entradas AUT, for desconhecido, entradas válidas podem ser procuradas.
Muitas modificações podem ser realizadas nas formas de realização acima. Por exemplo, muitas alternativas para os detalhes específicos nas formas de realização de Diveemo são prontamente deriváveis das afirmações com respeito à Fig. 1 a 3. Relativamente ao RS FEC é notado, gue outros códigos FEC podem ser utilizados também. Além disso, em vez de CRCs dentro dos LFs, os dados de FEC podem ser incorporados no LF.
Embora alguns aspetos tenham sido descritos no contexto de um aparelho, é claro gue também estes aspetos representam uma descrição do método correspondente, onde um bloco ou dispositivo corresponde a um passo do método ou a uma característica de um passo do método. Analogamente, os aspetos descritos no contexto de um passo do método também representam uma descrição de um bloco correspondente ou item ou característica de um aparelho correspondente. Alguns ou todos os passos do método podem ser executados por (ou utilizando) um aparelho de hardware, como por exemplo, um microprocessador, um computador programável ou um circuito eletrónico. Em algumas formas de realização, alguns ou mais dos passos mais importantes do método podem ser executados por um tal aparelho. 0 sinal de transmissão resultante mencionado acima pode ser armazenado num meio de armazenamento digital ou pode ser transmitido num meio de transmissão, como um meio de transmissão sem fios ou um meio de transmissão com fios, tal como a Internet.
De acordo com certos reguisitos de implementação, as formas de realização da invenção podem ser implementadas em hardware ou em software. A implementação pode ser realizada utilizando um meio de armazenamento digital, por exemplo uma disquete, um DVD, um Blue-Ray, um CD, uma ROM, uma PROM, uma EPROM, uma EEPROM ou uma memória FLASH, com sinais de controlo legíveis eletronicamente armazenados nos mesmos, os quais cooperam (ou são capazes de cooperar) com um sistema de computador programável de modo a que o respetivo método seja realizado. Portanto, o meio de armazenamento digital pode ser legível por computador.
Algumas formas de realização de acordo com a invenção compreendem um suporte de dados com sinais de controlo legíveis eletronicamente, os quais são capazes de cooperar com um sistema de computador programável, de tal modo que um dos métodos aqui descritos seja realizado.
Geralmente, as formas de realização da presente invenção podem ser implementadas como um produto de programa de computador com um código de programa, o código de programa sendo operacional para realizar um dos métodos quando o produto de programa de computador é executado num computador. 0 código de programa pode, por exemplo, ser armazenado num suporte legível em máquina.
Outras formas de realização compreendem o programa de computador para a execução de um dos métodos aqui descritos, armazenados num suporte legível em máquina.
Por outras palavras, uma forma de realização do método da invenção é, portanto, um programa de computador com um código de programa para realizar um dos métodos aqui descritos, quando o programa de computador é executado num computador.
Uma outra forma de realização dos métodos da invenção é, portanto, um suporte de dados (ou um meio de armazenamento digital, ou um meio legível por computador) que compreende, nele gravado, o programa de computador para a execução de um dos métodos aqui descritos.
Uma outra forma de realização do método da invenção é, por conseguinte, um fluxo de dados ou uma sequência de sinais, que representam o programa de computador para a execução de um dos métodos aqui descritos. 0 fluxo de dados ou a sequência de sinais podem, por exemplo, ser configurados para serem transferidos através de uma ligação de comunicação de dados, por exemplo através da Internet.
Uma outra forma de realização compreende um meio de processamento, por exemplo, um computador, ou um dispositivo lógico programável, configurado ou adaptado para executar um dos métodos aqui descritos.
Uma outra forma de realização compreende um computador tendo nele instalado o programa de computador para a execução de um dos métodos aqui descritos.
Em algumas formas de realização, um dispositivo lógico programável (por exemplo, uma rede de portas programáveis) pode ser utilizado para realizar algumas ou todas as funcionalidades dos métodos aqui descritos. Em algumas formas de realização, uma rede de portas programáveis pode cooperar com um microprocessador para executar um dos métodos aqui descritos. Geralmente, os métodos são de preferência realizados por qualquer aparelho de hardware.
As formas de realização acima descritas são meramente ilustrativas dos princípios da presente invenção. É entendido que modificações e variações das disposições e dos pormenores descritos no presente documento serão claras para outros peritos na área. Em consequência, pretende-se que a invenção seja limitada apenas pelo âmbito das reivindicações de patente pendentes e não pelos pormenores específicos apresentados a título descritivo e explicativo das formas de realização apresentadas no presente documento.
Uma forma de realização proporciona um aparelho para preparar um fluxo de unidades de acesso 14 de unidades de acesso consecutivas 28, representando o conteúdo multimédia, para uma transmissão através de um sinal de transmissão 38, sendo o aparelho configurado para gerar uma sequência 18 de quadros lógicos a partir do fluxo de unidades de acesso 14, inserindo consecutivamente as unidades de acesso consecutivas 28 numa secção de dados úteis 24 dos quadros lógicos 20 da sequência 18 de quadros lógicos 20, em que os quadros lógicos compreendem quadros lógicos nos quais nenhum início de uma unidade de acesso 28 cai, um início de uma unidade de acesso cai, e um início de duas unidades de acesso cai, respetivamente; e proporcionando cada quadro lógico 20 dentro do qual cai um início 32 de uma unidade de acesso 28, com uma tabela de unidades de acesso 30 compreendendo, por início 32 das unidades de acesso caindo no respetivo quadro lógico 20, um apontador 40 que aponta para o mesmo.
De acordo com um aspeto, o aparelho está configurado para gerar a sequência 18 de quadros lógicos 20 de tal modo que a tabela de unidades de acesso 30 delimita, ou tem um deslocamento constante predeterminado a partir de uma extremidade traseira ou dianteira dos quadros lógicos 20.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para gerar a sequência 18 de quadros lógicos 20 de tal modo que cada tabela de unidades de acesso 30 tem um comprimento dependente do número de unidades de acesso 28 cujo início 32 cai no respetivo quadro lógico 20.
De acordo com outro aspeto, o aparelho está configurado para gerar a sequência 18 de quadros lógicos 20 de tal modo que os apontadores 40 apontem para o início 32 das unidades de acesso 28 cujo início cai no respetivo quadro lógico 20 a partir de um ponto de registo posicionado em relação à extremidade traseira ou dianteira do respetivo quadro lógico 20 de uma maneira constante entre os quadros lógicos 20 dentro dos quais cai um início 32 de uma unidade de acesso 28.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para gerar a sequência de quadros lógicos 20 de tal modo que as unidades de acesso consecutivas 28 são inseridas de forma transparente na secção de dados úteis 24 dos quadros lógicos 20.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para proporcionar a cada quadro lógico um cabeçalho de quadros lógicos 22, que indica a ausência de uma tabela de unidades de acesso 30 no respetivo quadro lógico 20 para os quadros lógicos 20 em que nenhum início 32 de qualquer das unidades de acesso consecutivas 28 cai e o comprimento da tabela de unidades de acesso 30 do respetivo quadro lógico 20 para os quadros lógicos 20 nos quais o início 32 de pelo menos uma das unidades de acesso consecutivas 28 cai.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para proporcionar a cada quadro lógico 20 o cabeçalho de quadros lógicos 22 de tal modo que o respetivo cabeçalho de quadros lógicos delimita ou tem um deslocamento constante predeterminado a partir da extremidade traseira ou dianteira do respetivo quadro lógico 20.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para executar a inserção contínua das unidades de acesso consecutivas 28 na secção de dados úteis 24 dos quadros lógicos 20 utilizando uma direção de inserção de dados úteis 60 e para dispor a tabela de unidades de acesso 30 e o cabeçalho de quadros lógicos dentro dos quadros lógicos 20 dentro dos quais cai um inicio 32 de uma unidade de acesso 28, de modo que a secção de dados úteis 24 ocupa uma porção ligada do respetivo quadro lógico 20 tendo uma delimitação constantemente posicionada e uma delimitação posicionada de modo variado, deslocada da delimitação constantemente posicionada, dependendo do comprimento 34 da tabela de unidades de acesso 30.
De acordo com outro aspeto, o aparelho está configurado para gerar a sequência de quadros lógicos 20 de tal modo que a tabela de unidades de acesso 30 e o cabeçalho de quadros lógicos 22 delimitam, ou estão constantemente deslocados de, extremidades opostas das extremidades dianteira e traseira dos quadros lógicos 20.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para gerar a sequência 18 de quadros lógicos 20 de tal modo que a tabela de unidades de acesso 30 e o cabeçalho de quadros lógicos 22 delimitam extremidades opostas das extremidades dianteira e traseira dos quadros lógicos 20 de modo que a secção de dados úteis 24 é uma porção ligada que se estende, para quadros lógicos 20 dentro dos quais cai um inicio 32 de uma unidade de acesso 28, entre a tabela de unidades de acesso 30 e o cabeçalho de quadros lógicos 22, respetivamente, e para quadros lógicos 20 que não os quadros lógicos, nos quais cai um inicio de unidade de acesso, entre o cabeçalho de quadros lógicos 22 e a extremidade oposta das dianteira e traseira dos quadros lógicos 20.
De acordo com outro aspeto, o aparelho está configurado para gerar a sequência 18 de quadros lógicos 20 de tal modo que os cabeçalhos de quadros lógicos 22 têm uma constante de comprimento para todos os quadros lógicos 20.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para proporcionar, em cada quadro lógico 20 dentro do qual cai um início 32 de uma unidade de acesso 28, a tabela de unidades de acesso 30 com uma indicação de comprimento indicando um comprimento 62 de unidades de acesso cujo início cai no respetivo quadro lógico.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para proporcionar a cada tabela de unidades de acesso 30 uma entrada de tabela de unidades de acesso por unidade de acesso 28 cujo início 32 cai no respetivo quadro lógico 20 e um cabeçalho de quadros lógicos 32 indicando o número de entradas de tabela de unidades de acesso dentro da tabela de unidades de acesso 30 dos respetivos quadros lógicos 20, com os inícios das entradas de tabela de unidades de acesso sendo afastados da extremidade dianteira 72 ou traseira 70 do quadro lógico 20 em unidades de comprimento constante, cada entrada de tabela de unidades de acesso 64 compreendendo um apontador 40 que aponta para um respetivo início 32 das unidades de acesso 28, caindo no respetivo quadro lógico 20, sendo cada tabela de unidades de acesso provida de dados de redundância adicionais permitindo uma deteção e/ou correção de corrupção de dados individuais da entrada de tabela de unidades de acesso.
De acordo com um outro aspeto, o aparelho é configurado para proporcionar a cada tabela de unidades de acesso uma entrada de tabela de unidades de acesso por cada início das unidades de acesso que caem no respetivo quadro lógico, compreendendo cada entrada de tabela de unidades de acesso um apontador que aponta para um respetivo dos inícios de unidades de acesso que caem no respetivo quadro lógico, em que cada entrada de tabela de unidades de acesso é proporcionada com primeiros dados de redundância calculados sobre, e que permitem a deteção de corrupção de dados de, pelo menos, o apontador da respetiva entrada de tabela de unidades de acesso.
De acordo com um outro aspeto, o aparelho é configurado para proporcionar a cada tabela de unidades de acesso uma entrada de tabela de unidades de acesso por cada início das unidades de acesso que caem no respetivo quadro lógico, compreendendo cada entrada de tabela de unidades de acesso um apontador que aponta para um respetivo dos inícios de unidades de acesso que caem no respetivo quadro lógico, em que cada entrada de tabela de unidades de acesso é proporcionada com segundos dados de redundância adicionais calculados sobre, e que permitem a deteção de corrupção de dados de, um conteúdo da unidade de acesso para o inicio do qual aponta o apontador da respetiva entrada de tabela de unidades de acesso 64.
De acordo com outro aspeto do aparelho, o conteúdo multimédia compreende conteúdos de áudio, video, texto ou dados.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para continuar a inserção continua das unidades de acesso consecutivas nos quadros lógicos quando se faz a transição de um quadro lógico para um quadro lógico seguinte, iniciando a inserção numa posição dentro do seguinte quadro lógico, independentemente de um certo número de unidades de acesso cujo inicio cai no respetivo quadro lógico.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para gerar a sequência de quadros lógicos de tal modo que as tabelas de unidade de acesso têm um comprimento que aumenta linearmente com o número de unidades de acesso cujo inicio cai no respetivo quadro lógico, a uma taxa pela qual um comprimento da secção de dados úteis do respetivo quadro lógico diminui com um número de unidades de acesso cujo inicio cai no respetivo quadro lógico.
De acordo com outro aspeto, o aparelho compreende um gerador de fluxo configurado para gerar o fluxo de unidades de acesso de pelo menos dois fluxos de entrada separados de unidades de acesso, cada um dos quais representa conteúdos de vídeo, áudio, texto ou dados, sendo o gerador de fluxo configurado para gerar o fluxo de unidades de acesso de tal modo que, para cada fluxo de entrada, as unidades de acesso do respetivo fluxo de entrada são dispostas numa ordem de apresentação e as unidades de acesso de diferentes fluxos de entrada estão dispostas dentro do fluxo de unidades de acesso numa forma intercalada de modo que as unidades de acesso pertencentes ao mesmo tempo de apresentação sejam agrupadas.
De acordo com outro aspeto do aparelho, cada tabela de unidades de acesso compreende uma entrada de tabela de unidades de acesso por unidade de acesso cujo início cai no respetivo quadro lógico e com o qual está associada a respetiva entrada de tabela de unidades de acesso, em que o aparelho está ainda configurado para gerar a sequência de quadros lógicos de modo que cada entrada de tabela de unidades de acesso compreenda um apontador que aponta para uma posição da sua unidade de acesso associada dentro do respetivo quadro lógico e uma ID de fluxo indicando a que fluxo de entrada pertence a sua unidade de acesso associada.
De acordo com outro aspeto do aparelho, cada tabela de unidades de acesso compreende uma entrada de tabela de unidades de acesso por unidade de acesso cujo início cai no respetivo quadro lógico e com o qual está associada a respetiva entrada de tabela de unidades de acesso, em que o aparelho está ainda configurado para gerar a sequência de quadros lógicos de modo que cada entrada de tabela de unidades de acesso compreenda um apontador que aponta para o início da sua unidade de acesso associada dentro do respetivo quadro lógico e uma indicação de comprimento indicando um comprimento da sua unidade de acesso associada.
De acordo com outro aspeto do aparelho, os cabeçalhos de quadro lógico delimitam, ou têm um deslocamento predeterminado de uma das extremidades dianteira ou traseira dos respetivos quadros lógicos, e os quadros lógicos compreendem ainda cada um uma secção de dados FEC 66 de comprimento constante e posicionadas adjacentes ao respetivo cabeçalho de quadros lógicos, em que as secções de dados FEC definem dados FEC sistemáticos, porções de proteção FEC dos quadros lógicos externas às secções de dados FEC e compreendendo, pelo menos, a secção de dados úteis, o cabeçalho de quadros lógicos e a tabela de unidades de acesso, se presentes nas mesmas.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é ainda configurado para gerar a sequência de quadros lógicos de tal modo que cada cabeçalho de quadros lógicos compreende ainda um marcador que sinaliza a existência ou ausência de uma secção de melhoramento dentro do respetivo cabeçalho de quadros lógicos e, se a existência for sinalizada, a secção de melhoramento, além do cabeçalho de quadros lógicos e a secção de dados úteis.
Outra forma de realização proporciona um aparelho para recuperar um fluxo de unidades de acesso de unidades de acesso consecutivas, representando o conteúdo multimédia, de uma sequência de quadros lógicos de um sinal de transmissão, compreendendo cada quadro lógico uma secção de dados úteis, em que as unidades de acesso consecutivas são consecutivamente inseridas na secção de dados úteis da sequência de quadros lógicos, em que os quadros lógicos compreendem quadros lógicos nos quais nenhum inicio de uma unidade de acesso 28 cai, um inicio de uma unidade de acesso cai, e um inicio de duas unidades de acesso cai, respetivamente, o aparelho sendo configurado, para um quadro lógico predeterminado, no qual cai um inicio de uma unidade de acesso, extrai uma tabela de unidades de acesso do quadro lógico predeterminado compreendendo, por inicio das unidades de acesso que caem no quadro lógico predeterminado, um apontador que aponta para uma respetiva posição de inicio dentro do quadro lógico predeterminado, e localizar e iniciar a extração da respetiva unidade de acesso cujo inicio cai no quadro lógico predeterminado, por utilização do respetivo apontador, estando o aparelho também configurado para extrair consecutivamente as unidades de acesso consecutivas do fluxo de unidades de acesso a partir da secção de dados úteis dos quadros lógicos da sequência de quadros lógicos.
De acordo com outro aspeto, o aparelho está configurado para localizar a tabela de unidades de acesso 30 do quadro lógico predeterminado 20 em, ou num deslocamento predeterminado constante de uma extremidade traseira ou dianteira dos quadros lógicos 20.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para, ao localizar uma respetiva unidade de acesso 28 cujo inicio 32 cai no quadro lógico predeterminado 20, utilizando o respetivo apontador 40 como um deslocamento a partir de um ponto de registo posicionado em relação à extremidade traseira ou dianteira do quadro lógico predeterminado 20, em que o aparelho está configurado para extrair também a tabela de unidades de acesso 30 de outros quadros lógicos 20 nos quais o inicio 32 das unidades de acesso 28 cai e utiliza um respetivo apontador 40 compreendido como um deslocamento em relação ao referido ponto de registo dentro dos referidos outros quadros lógicos 20.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para extrair de cada quadro lógico 20 um cabeçalho de quadros lógicos 22 indicando a ausência ou o comprimento 34 de uma tabela de unidades de acesso 30 no respetivo quadro lógico 20 e localizar uma extensão da secção de dados úteis 24 do respetivo quadro lógico 20, dependendo disso.
De acordo com um outro aspeto, o aparelho é configurado para localizar, em cada quadro lógico 20, o cabeçalho de quadros lógicos 22 em, ou a um deslocamento predeterminado constante da extremidade dianteira ou traseira do respetivo quadro lógico 20.
De acordo com outro aspeto, o aparelho está configurado para executar a extração consecutiva das unidades de acesso consecutivas 28 a partir dos quadros lógicos 20 utilizando uma direção de extração de dados útil dentro dos quadros lógicos 20 e para localizar uma extremidade posicionada de modo variado da tabela de unidades de acesso 30 aplicando o comprimento 34 da tabela de unidades de acesso 30 numa direção contrária à direção de extração de dados úteis a partir de uma extremidade constantemente posicionada da mesma.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para localizar a tabela de unidades de acesso 30 e o cabeçalho de quadros lógicos 22 do quadro lógico 20 em, ou a um deslocamento constante das extremidades opostas das extremidades dianteira e traseira do quadro lógico predeterminado 20.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para localizar a tabela de unidades de acesso 30 e o cabeçalho de quadros lógicos 22 do quadro lógico predeterminado 20 em extremidades opostas das extremidades dianteira e traseira dos quadros lógicos 20.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para extrair a partir da tabela de unidades de acesso 30 uma indicação de comprimento indicando um comprimento 62 de uma respetiva unidade de acesso 28 cujo início cai no quadro lógico predeterminado 20.
De acordo com outro aspeto do aparelho, o cabeçalho de quadros lógicos indica o comprimento da respetiva tabela de unidades de acesso 30 como um número de entradas de tabela de unidades de acesso 64 dentro da tabela de unidades de acesso 30 dos respetivos quadros lógicos 20 e um número de unidades de acesso 28, cujo inicio 32 cai no quadro lógico predeterminado 20, respetivamente, em que o aparelho está configurado para, ao extrair a tabela de unidades de acesso 30 do quadro lógico predeterminado 20, extrair consecutivamente o número de entradas de tabela de unidades de acesso 64 com escalonamento, iniciando na extremidade dianteira ou traseira do quadro lógico 20 ou numa posição dentro do quadro lógico predeterminado 20, tendo um deslocamento constante predeterminado a partir do mesmo, em unidades de um comprimento constante de uma entrada de tabela de unidades de acesso 64 para a seguinte, para obter, para cada entrada de tabela de unidades de acesso 64, o apontador 40 que aponta para uma respetiva posição de inicio da respetiva unidade de acesso 28.
De acordo com um outro aspeto, o aparelho é configurado para extrair informação de redundância adicional para o cabeçalho de quadros lógicos a partir do quadro lógico predeterminado, e utilizar o mesmo para executar a deteção de corrupção de dados 172 ou tentativas de correção de erros no cabeçalho de quadros lógicos e, se este último se revelar corrompido, extrair 176, 190, se presente, uma porção restante da secção de dados úteis do quadro lógico predeterminado pertencente a uma unidade de acesso cujo inicio qualquer quadro lógico anterior e estende-se para o quadro lógico predeterminado, a porção restante começando numa posição de inicio da secção de dados úteis do quadro lógico predeterminado constantemente posicionada para todos os quadros lógicos.
De acordo com outro aspeto, o aparelho está configurado para, se o cabeçalho de quadros lógicos se revelar corrompido, passo 178, começando na extremidade dianteira ou traseira do quadro lógico 20 ou na posição dentro do quadro lógico predeterminado 20, tendo o deslocamento constante predeterminado a partir dali, em unidades de comprimento constante de uma entrada de tabela de unidades de acesso possivelmente presente 64 para a seguinte, de modo a obter, para cada entrada de tabela de unidades de acesso possivelmente presente 64, um apontador putativo 40 que aponta para uma posição de inicio putativa de uma respetiva unidade de acesso 28 e dados de redundância adicionais, executar uma deteção de corrupção de dados individuais de entrada de tabela de unidades de acesso, nas entradas de tabela de unidades de acesso possivelmente presentes, e localizar e iniciar a extração de, meramente em unidades de acesso em posições de inicio putativas, para as quais os apontadores das entradas de tabela de unidades de acesso possivelmente presentes apontam, que se demonstram corretas pela deteção de corrupção de dados.
De acordo com outro aspeto, o aparelho é configurado para extrair, para cada entrada de tabela de unidades de acesso, dados de redundância adicionais e executar uma deteção e/ou correção de corrupção de dados individuais nas entradas de tabela de unidades de acesso, e localizar, e iniciar a extração de, apenas aquelas unidades de acesso cujo inicio cai dentro do quadro lógico predeterminado, cuja respetiva entrada de tabela de unidades de acesso não está corrompida/corrigida.

Claims (6)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Aparelho para a preparação de um fluxo de unidades de acesso (14) de unidades de acesso consecutivas (28), representando conteúdo de vídeo e/ou áudio, para uma transmissão através de um sinal de transmissão (38), o aparelho estando configurado para a geração de uma sequência (18) de quadros lógicos a partir do fluxo de unidades de acesso (14), por inserção consecutiva das unidades de acesso consecutivas (28) numa secção de dados úteis (24) dos quadros lógicos (20) da sequência (18) de quadros lógicos (20), em que os quadros lógicos compreendem quadros lógicos nos quais nenhum início de uma unidade de acesso (28) cai, um início de uma unidade de acesso cai, e um início de duas unidades de acesso cai, respetivamente; e proporcionar a cada quadro lógico (20) no qual cai um início (32) de uma unidade de acesso (28), uma tabela de unidades de acesso (30) compreendendo, por início (32) das unidades de acesso caindo no respetivo quadro lógico (20), um apontador (40) que aponta para o mesmo, em que o aparelho está configurado para proporcionar a cada quadro lógico um cabeçalho de quadros lógicos (22) indicando a ausência de uma tabela de unidades de acesso (30) no respetivo quadro lógico (20) para quadros lógicos nos quais nenhum início (32) de qualquer unidade de acesso consecutiva (28) cai, e o comprimento da tabela de unidades de acesso (30) do respetivo quadro lógico (20) para os quadros lógicos (20) nos quais cai o início (32) de pelo menos uma das unidades de acesso consecutivas (28), em que o aparelho está configurado para proporcionar a cada tabela de unidades de acesso (30) uma entrada de tabela de unidades de acesso por unidade de acesso (28) cujo início (32) cai no respetivo quadro lógico (20), e configurada de tal modo que o cabeçalho de quadros lógicos (32) indica um comprimento da tabela de unidades de acesso (30) dos respetivos quadros lógicos (20) e os inícios das entradas de tabela de unidades de acesso estão espaçados da extremidade dianteira (72) ou traseira (70) do quadro lógico (20) em unidades de um comprimento constante, compreendendo cada entrada de tabela de unidades de acesso (64) um apontador (40) que aponta para um respetivo início (32) das unidades de acesso (28), que cai no respetivo quadro lógico (20) , em que o aparelho está configurado para realizar a inserção consecutiva das unidades de acesso consecutivas (28) na secção de dados úteis (24) dos quadros lógicos (20) utilizando uma direção de inserção de dados útil (60), e para dispor a tabela de unidades de acesso (30) e o cabeçalho de quadros lógicos dentro dos quadros lógicos (20) nos quais cai um início (32) de uma unidade de acesso (28), de modo que a secção de dados úteis (24) ocupa uma porção ligada do respetivo quadro lógico (20) tendo uma delimitação constantemente posicionada e uma delimitação posicionada de modo variado, deslocada da delimitação constantemente posicionada, dependendo do comprimento (34) da tabela de unidades de acesso (30), em que o aparelho está configurado para proporcionar a cada quadro lógico um cabeçalho de quadros lógicos (22) de tal modo que o cabeçalho de quadros lógicos (32) indica o comprimento da tabela de unidades de acesso (30) do respetivo quadro lógico (20) em unidades do número de entradas de tabela de unidades de acesso dentro da tabela de unidades de acesso (30) dos respetivos quadros lógicos (20), e em que o aparelho está configurado de tal modo que cada tabela de unidades de acesso é proporcionada com dados de redundância adicionais que permitem uma deteção e/ou correção de corrupção de dados individuais das entradas de tabela de unidades de acesso.
  2. 2. Sistema de transmissão compreendendo um aparelho para preparar um fluxo de unidades de acesso de unidades de acesso consecutivas, representando conteúdos de vídeo e/ou áudio, para uma transmissão através de um sinal de transmissão conforme definido na reivindicação 1, e uma fase de transmissão para transmitir o sinal de transmissão.
  3. 3. Sistema de transmissão de acordo com a reivindicação 2, em que a fase de transmissão está configurada para emitir o sinal de transmissão.
  4. 4. Método para a preparação de um fluxo de unidades de acesso (14) de unidades de acesso consecutivas (28), representando conteúdo de video e/ou áudio, para uma transmissão através de um sinal de transmissão (38), compreendendo o método a geração de uma sequência (18) de quadros lógicos a partir do fluxo de unidades de acesso (14), por inserção consecutiva das unidades de acesso consecutivas (28) numa secção de dados úteis (24) dos quadros lógicos (20) da sequência (18) de quadros lógicos (20), em que os quadros lógicos compreendem quadros lógicos nos quais nenhum inicio de uma unidade de acesso (28) cai, um inicio de uma unidade de acesso cai, e um inicio de duas unidades de acesso cai, respetivamente; proporcionar a cada quadro lógico (20) no qual cai um inicio (32) de uma unidade de acesso (28), uma tabela de unidades de acesso (30) compreendendo, por inicio (32) das unidades de acesso caindo no respetivo quadro lógico (20), um apontador (40) que aponta para o mesmo; proporcionar a cada quadro lógico um cabeçalho de quadros lógicos (22) indicando a ausência de uma tabela de unidades de acesso (30) no respetivo quadro lógico (20) para quadros lógicos nos quais nenhum inicio (32) de qualquer unidade de acesso consecutiva (28) cai, e o comprimento da tabela de unidades de acesso (30) do respetivo quadro lógico (20) para os quadros lógicos (20) nos quais cai o inicio (32) de pelo menos uma das unidades de acesso consecutivas (28); e proporcionar a cada tabela de unidades de acesso (30) uma entrada de tabela de unidades de acesso por unidade de acesso (28) cujo início (32) cai no respetivo quadro lógico (20), e configurada de tal modo que o cabeçalho de quadros lógicos (32) indica um comprimento da tabela de unidades de acesso (30) dos respetivos quadros lógicos (20) e os inícios das entradas de tabela de unidades de acesso estão espaçados da extremidade dianteira (72) ou traseira (70) do quadro lógico (20) em unidades de um comprimento constante, compreendendo cada entrada de tabela de unidades de acesso (64) um apontador (40) que aponta para um respetivo início (32) das unidades de acesso (28), que cai no respetivo quadro lógico (20), em que a inserção consecutiva das unidades de acesso consecutivas (28) na secção de dados úteis (24) dos quadros lógicos (20) é realizada utilizando uma direção de inserção de dados útil (60), e a tabela de unidades de acesso (30) e o cabeçalho de quadros lógicos estão dispostos dentro dos quadros lógicos (20) nos quais cai um início (32) de uma unidade de acesso (28), de modo que a secção de dados úteis (24) ocupa uma porção ligada do respetivo quadro lógico (20) tendo uma delimitação constantemente posicionada e uma delimitação posicionada de modo variado, deslocada da delimitação constantemente posicionada, dependendo do comprimento (34) da tabela de unidades de acesso (30), em que o método compreende ainda proporcionar a cada quadro lógico um cabeçalho de quadros lógicos (22) de tal modo que o cabeçalho de quadros lógicos (32) indica o comprimento da tabela de unidades de acesso (30) do respetivo quadro lógico (20) em unidades do número de entradas de tabela de unidades de acesso dentro da tabela de unidades de acesso (30) dos respetivos quadros lógicos (20), e proporcionar a cada tabela de unidades de acesso dados de redundância adicionais que permitem uma deteção e/ou correção de corrupção de dados individuais das entradas de tabela de unidades de acesso.
  5. 5. Sinal de transmissão (38) possuindo uma sequência (18) de quadros lóqicos (20) incorporados na mesma, cada quadro lóqico compreendendo uma secção de dados úteis (24) em que unidades de acesso consecutivas (20), de um fluxo de unidades de acesso são inseridas consecutivamente na secção de dados úteis da sequência de quadros lóqicos, em que os quadros lóqicos compreendem quadros lóqicos nos quais nenhum inicio de uma unidade de acesso (28) cai, um inicio de uma unidade de acesso cai, e um inicio de duas unidades de acesso cai, respetivamente, em que cada quadro lóqico (20) no qual cai um inicio (32) de uma unidade de acesso (28), compreende uma tabela de unidades de acesso (30) compreendendo, por inicio (32) das unidades de acesso caindo no respetivo quadro lóqico (20), um apontador (40) que aponta para o mesmo; em que cada quadro lóqico é proporcionado com um cabeçalho de quadros lógicos (22) indicando a ausência de uma tabela de unidades de acesso (30) no respetivo quadro lógico (20) para quadros lógicos nos quais nenhum inicio (32) de qualquer unidade de acesso consecutiva (28) cai, e o comprimento da tabela de unidades de acesso (30) do respetivo quadro lógico (20) para os quadros lógicos (20) nos quais cai o inicio (32) de pelo menos uma das unidades de acesso consecutivas (28), em que cada tabela de unidades de acesso (30) é proporcionada com uma entrada de tabela de unidades de acesso por unidade de acesso (28) cujo inicio (32) cai no respetivo quadro lógico (20), e configurada de tal modo que o cabeçalho de quadros lógicos (32) indica um comprimento da tabela de unidades de acesso (30) dos respetivos quadros lógicos (20) e os inícios das entradas de tabela de unidades de acesso estão espaçados da extremidade dianteira (72) ou traseira (70) do quadro lógico (20) em unidades de um comprimento constante, compreendendo cada entrada de tabela de unidades de acesso (64) um apontador (40) que aponta para um respetivo início (32) das unidades de acesso (28), que cai no respetivo quadro lógico (20), as unidades de acesso consecutivas (28) são consecutivamente inseridas na secção de dados úteis (24) dos quadros lógicos (20) utilizando uma direção de inserção de dados útil (60), e a tabela de unidades de acesso (30) e o cabeçalho de quadros lógicos estão dispostos dentro dos quadros lógicos (20) nos quais cai um inicio (32) de uma unidade de acesso (28), de modo que a secção de dados úteis (24) ocupa uma porção ligada do respetivo quadro lógico (20) tendo uma delimitação constantemente posicionada e uma delimitação posicionada de modo variado, deslocada da delimitação constantemente posicionada, dependendo do comprimento (34) da tabela de unidades de acesso (30) , em que cada quadro lógico é proporcionado com um cabeçalho de quadros lógicos (22) de tal modo que o cabeçalho de quadros lógicos (32) indica o comprimento da tabela de unidades de acesso (30) do respetivo quadro lógico (20) em unidades do número de entradas de tabela de unidades de acesso dentro da tabela de unidades de acesso (30) dos respetivos quadros lógicos (20), e cada tabela de unidades de acesso é proporcionada com dados de redundância adicionais que permitem uma deteção e/ou correção de corrupção de dados individuais das entradas de tabela de unidades de acesso.
  6. 6. Programa de computador com um código de programa para executar, quando reproduzido num computador, um método conforme definido na reivindicação 4.
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