PT2581402E - Redução de rugas em laminados compósitos não curados - Google Patents

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Description

ΕΡ 2 581 402/ΡΤ
DESCRIÇÃO "Redução de rugas em laminados compósitos não curados"
CAMPO TÉCNICO
Esta descrição refere-se geralmente ao fabrico de laminados compósitos e lida mais particularmente com um método para reduzir rugas em laminados não curados.
ANTECEDENTES
Durante o processo de empilhamento de várias camadas de previamente impregnado não curado para formar um laminado compósito, por vezes podem-se formar rugas numa ou mais das camadas. 0 enrugamento pode ser devido a, sem limitação, a uma camada ter sido deformada durante o processo de empilhamento e/ou a atrito relativamente elevado entre as fibras de reforço provocado pela aderência da resina não curada. As rugas são indesejáveis porque podem resultar em espaços vazios ou descontinuidades no laminado curado.
No passado, as rugas que ocorriam num empilhamento não curado podiam ser removidas pela aplicação de calor e pressão às rugas "varrendo" manualmente as rugas utilizando uma ferramenta manual que tendia a alisar a ruga. Esta técnica anterior para remover rugas é demorada e em alguns casos, pode ser pouco eficaz.
Consequentemente, existe uma necessidade de um método de redução ou eliminação de rugas de laminados de resina reforçados com fibras não curados que seja rápido, eficaz e não altere substancialmente as fibras de reforço durante o processo de redução de rugas.
RESUMO
As rugas formadas em laminados não curados durante o processo de empilhamento podem ser substancialmente reduzidas ou removidas sujeitando as rugas a uma combinação de vibrações de baixa amplitude, alta-frequência e pressão. 0 processo de redução de rugas é eficaz e resulta em minima alteração desfavorável ou perturbação das fibras de reforço. A redução de rugas em laminados não curados pode ser alcançada em menos tempo comparado com as técnicas de varrimento manual anteriores, prestando-se o método a aplicações de fabrico com ritmo elevado e pode exigir equipamento especializado mínimo para realizar o processo de redução de rugas. 0 método descrito é particularmente eficaz na redução ou remoção de rugas onde camadas de um empilhamento têm a tendência de se agrupar, como no caso dos reforços de chapéu formados sobre transições de camadas, as pernas internas de peças formadas por moldagem forçada tais como armações em C e Z e certas zonas em longarinas de asa em forma de I para aplicações em aeronaves.
De acordo com uma concretização do método descrito, a redução de uma ruga numa camada reforçada com fibras previamente impregnadas de resina compreende a sujeição da ruga a vibrações. A ruga pode ser sujeita a vibração levando uma cabeça de transdutor a contactar com a camada, excitando o transdutor para vibrar e movendo a cabeça de transdutor sobre a ruga. As vibrações de preferência têm uma alta-frequência e baixa amplitude. Pode ser colocada uma folha protectora entre a cabeça de transdutor e a camada a fim de proteger as fibras de reforço de deformação ou alteração pela cabeça de transdutor. Pode ser aplicada pressão à ruga através da cabeça de transdutor de modo a melhorar a redução da ruga.
De acordo com outra concretização do método, a redução de rugas num empilhamento compósito não curado, compreende: utilização de uma cabeça para aplicar pressão ao empilhamento na zona das rugas; mover a cabeça sobre as rugas enquanto está a ser aplicada pressão ao empilhamento; e, aplicar vibrações às rugas através da vibração da cabeça enquanto está a ser aplicada pressão ao empilhamento pela cabeça. Pode ser colocada uma folha entre a cabeça e o empilhamento na zona das rugas a fim de proteger as fibras de reforço no empilhamento e pode ser aplicada pressão ao empilhamento pela cabeça pressionando a cabeça contra a folha. A cabeça pode ser excitada utilizando um sinal de alta-frequência, baixa amplitude.
De acordo com mais uma concretização do método, o fabrico de uma sub-montagem compósita de aeronave compreende: a formação de um empilhamento compósito de camadas múltiplas reforçado com fibras em que, pelo menos, uma das camadas inclui uma ruga; a redução da ruga através da utilização de uma cabeça de transdutor para aplicação de pressão a, pelo menos, uma camada na zona da ruga, movendo a cabeça de transdutor sobre a camada; a excitação da cabeça de transdutor para vibrar enquanto a cabeça de transdutor aplica pressão à, pelo menos, uma camada; a compactação do empilhamento; e a cura do empilhamento. 0 método pode compreender ainda a cobertura da ruga com uma folha lisa colocando a folha lisa sobre, pelo menos, uma porção do empilhamento, aplicando pressão a, pelo menos, uma camada, a pressionando a cabeça de transdutor contra a folha; e em seguida, a remoção da folha do empilhamento após a ruga ter sido reduzida.
Um método de fabrico de uma sub-montagem compósita de aeronave, que compreende: a formação de um empilhamento compósito de camadas múltiplas, reforçado com fibras, em que, pelo menos, uma das camadas inclui uma ruga; a redução da ruga por utilização de uma cabeça de transdutor para aplicar pressão à, pelo menos, uma camada na zona da ruga, movimentação da cabeça de transdutor sobre a camada, excitação da cabeça de transdutor para vibrar enquanto a cabeça de transdutor aplica pressão à, pelo menos, uma camada; compactação do empilhamento; e cura do empilhamento. 0 método acima compreende ainda: a cobertura da ruga com uma folha lisa colocando a folha lisa sobre, pelo menos, uma porção do empilhamento; e a remoção da folha do empilhamento após a ruga ter sido reduzida, em que a utilização de uma cabeça de transdutor para aplicar pressão à, pelo menos, uma camada inclui o pressionar da cabeça de transdutor contra a folha.
De preferência em que a excitação da cabeça de transdutor para vibrar inclui a aplicação de um sinal de excitação de alta-frequência à cabeça de transdutor.
De preferência em que a aplicação de um sinal de excitação de alta-frequência inclui a aplicação de um sinal que tenha uma frequência entre aproximadamente 15 000 Hz e 70 000 Hz.
De preferência em que o sinal tem uma baixa amplitude.
De preferência em que a amplitude do sinal encontra-se entre aproximadamente 0,0005 polegadas (0,00127 cm) e 0,005 polegadas (0,0127 cm).
De preferência, compreende ainda: o aquecimento de, pelo menos, uma camada na zona da ruga.
Um método de fabrico de uma sub-montagem compósita de aeronave, que compreende: a formação de um empilhamento compósito de camadas múltiplas, reforçado com fibras, em que o empilhamento inclui uma ruga; a redução da ruga por: a colocação de uma folha substancialmente lisa sobre o empilhamento cobrindo a ruga, levando uma cabeça de transdutor para contacto com a folha, a aplicação de pressão à ruga pressionando a cabeça de transdutor contra a folha na zona da ruga, a movimentação da cabeça de transdutor sobre o empilhamento enquanto a cabeça de transdutor está a ser pressionada contra a folha, o aquecimento do empilhamento, pelo menos, na zona da ruga; a excitação da cabeça de transdutor para vibrar com um sinal de alta-frequência, alta, baixa amplitude enquanto a cabeça de transdutor está a ser pressionada contra a folha; a remoção da folha após a ruga ter sido reduzida a compactação do empilhamento; e a cura do empilhamento.
Outras caracteristicas, benefícios e vantagens das concretizações descritas tornar-se-ão aparentes a partir da seguinte descrição de concretizações, quando vista de acordo com os desenhos em anexo e reivindicações anexas. 0 documento US2001/0011570 descreve um dispositivo bidirecional para consolidar ultrasonicamente uma estrutura compósita reforçada com fibras que inclui uma corneta que pode ser inclinada em relação à estrutura compósita. A corneta inclui uma ponta na extremidade distai da corneta que termina numa face arredondada. A face arredondada da corneta contacta a estrutura compósita permitindo que a corneta seja conduzida bidirecionalmente sobre a estrutura compósita num ângulo. 0 presente invento encontra-se indicado nas reivindicações independentes, com algumas caracteristicas opcionais indicadas nas reivindicações dependentes do mesmo.
BREVE DESCRIÇÃO DAS ILUSTRAÇÕES A FIG. 1 é uma ilustração em perspectiva de um laminado não curado que tem uma ruga formada em camadas superiores do mesmo. A FIG. 2 é uma ilustração em perspectiva do laminado não curado mostrado na FIG. 1 e que representa ainda uma cabeça de transdutor vibratório pressionada contra a ruga. A FIG. 3 é uma ilustração em perspectiva semelhante à da FIG. 2 mas que mostra uma folha protectora a ser colocada entre a cabeça de transdutor e o laminado. A FIG. 4 é uma ilustração em perspectiva do laminado não curado mostrado nas FIGS. 2 e 3, em que uma porção da ruga foi reduzida. A FIG. 5 é uma ilustração em corte ao longo da linha 5-5 na FIG. 3. A FIG. 6 é uma ilustração em corte transversal do laminado mostrado na FIG. 5 após a ruga ter sido reduzida.
As FIGS. 7 a 9 são vistas de cima que ilustram formas exemplares de rugas que podem ser reduzidas de acordo com as concretizações descritas. A FIG. 10 é um fluxograma simplificado que ilustra as etapas de um método para a redução de rugas num laminado não curado. A FIG. 11 é um fluxograma da produção de aeronaves e metodologia de serviços. A FIG. 12 é um diagrama de blocos de uma aeronave.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Com referência à FIG. 1, um compósito laminado não curado 20 compreende múltiplas camadas 22 de material previamente impregnado, reforçado com fibras tais como, sem limitação, fibras de reforço em carbono mantidas numa matriz de resina epóxi. As fibras de reforço nas camadas 22 podem ser tecidas ou tricotadas e podem ter qualquer de uma variedade de orientações de fibras. Em alguns casos, algumas das camadas 22 podem compreender fibras unidireccionais previamente impregnadas com resina. 0 laminado 20 pode compreender por exemplo, e sem limitação, um empilhamento 26 formado sobre molde (não mostrado) utilizado para formar o laminado 20 numa estrutura compósita desejada. Durante o processo de empilhamento em que as camadas 22 são empilhadas sucessivamente sobre o molde (não mostrado), uma ou mais rugas 24, também referidas como pregas ou encurvadura, podem formar-se em algumas ou na totalidade das camadas 22. Em alguns casos, as rugas 24 podem estar presentes apenas na primeira camada superior do laminado 20.
As rugas 24 podem ser provocadas por, sem limitação, irregularidades no modo em que as camadas individuais 22 são empilhadas, ou pode ser o resultado de áreas de superfície irregulares, ângulos, etc. que fazem parte do molde (não mostrado). Em qualquer caso, a aderência da resina utilizada como uma matriz para manter as fibras de reforço pode criar atrito entre as fibras de reforço 34 bem como atrito entre camadas adjacentes 22 que pode impedir o relaxamento das rugas 24. De notar aqui que, embora tenha sido ilustrado um laminado 20 que compreende camadas previamente impregnadas 22, as concretizações do método descritas também podem ser utilizadas para reduzir rugas numa pré-forma seca que mais tarde é infundida com resina, em que a pré-forma utiliza um aglutinante de resina que pode incentivar o enrugamento das camadas de pré-forma. De notar também que, embora a concretização do método tenha sido ilustrada em ligação com a redução de rugas num empilhamento de camadas múltiplas 26, o método também pode ser vantajosamente utilizado para reduzir rugas numa única camada.
De acordo com as concretizações descritas, as rugas 24 podem ser reduzidas, ou em alguns casos podem ser eliminadas, através da aplicação de vibrações de alta-frequência, baixa amplitude à superfície 34 do laminado 20 na zona das rugas 24. Além disso, a aplicação de pressão em simultâneo com a aplicação da energia de vibração nas rugas 24 pode melhorar a redução das rugas 24. Numa concretização, as vibrações são aplicadas às rugas 24 por meio de uma cabeça de transdutor 28 que tem uma face inferior, lisa 30 que contacta e aplica pressão às rugas 24 sobre a superfície 34. A cabeça de transdutor 28 pode compreender um dispositivo disponível comercialmente que converta energia eléctrica em energia vibratória que é amplificada e focada na face 30. A frequência e a amplitude das vibrações aplicadas variarão dependendo da aplicação e de uma variedade de factores, incluindo mas não se limitando à espessura do laminado 20, o tipo de matriz de resina, o diâmetro das fibras de reforço, o tamanho da cabeça de transdutor 28 e o nível de potência aplicada. Numa aplicação típica a utilização de uma cabeça de transdutor de 1 polegada a funcionar a 600 Watts, uma frequência de 35000 Hz proporcionou resultados satisfatórios. Noutras aplicações, uma frequência entre 15000 Hz e 70000 Hz pode proporcionar resultados satisfatórios. A gama de amplitudes adequadas pode variar com o tipo e tamanho da cabeça de transdutor 28, no entanto, em geral, uma amplitude entre cerca de 0,0005 (0,00127) e 0,005 polegadas (0,0127 cm) pode ser adequada para uma variedade de aplicações. O tipo preferido e tamanho da cabeça de transdutor 28 pode depender da geometria da ruga, do empilhamento de camadas, da espessura da camada e da forma do molde.
Com referência agora à FIG. 3, em algumas aplicações, pode ser vantajoso colocar uma folha protectora 36 de material entre a face de transdutor 30 e a superfície 34 do laminado 20. A folha 36 pode compreender, por exemplo e sem limitação, um tecido de fibra de vidro revestido de Teflon® tal como Armalon® que tem uma superfície superior substancialmente lisa 37. A folha 36 pode funcionar de modo a proteger as fibras na camada de topo 22 de serem deformadas ou de outra forma perturbadas por engate com a face em movimento 30 da cabeça de transdutor 28. Adicionalmente, a folha 36 pode funcionar para distribuir melhor a pressão aplicada pela cabeça de transdutor 28 à superfície 34 do laminado 20, enquanto a superfície superior lisa 37 proporciona uma interface entre a ruga 24 e a face de transdutor 30 apresentando menos atrito do que a superfície 34. Finalmente, a folha protectora 36 também elimina a acumulação de resina na face de transdutor 30 que de outra forma pode ocorrer se a cabeça de transdutor 28 contactar directamente a superfície 34 do laminado 20. A cabeça de transdutor 28 pode ser movida sobre as rugas 24 em qualquer uma de várias direcções, tal como em linha com a direcção ou orientação das rugas 24 ou transversalmente a tal orientação. A FIG. 4 ilustra uma ruga 24 que foi parcialmente tratada de acordo com as concretizações descritas. Tal como ilustrado na FIG. 4, uma secção 38 da ruga 24 foi substancialmente reduzida e substancialmente eliminada pela aplicação simultânea de pressão e energia vibracional utilizando o método descrito acima. A FIG. 5 ilustra a relação entre o laminado 20, a folha 36 e cabeça de transdutor 28. A folha 36 é aplicada sobre a zona da ruga 24 a qual, neste caso, compreende as três camadas superiores designadas pelo número 45 que criam uma ruga 24. É aplicada uma pressão descendente na direcção da seta 40 pela cabeça de transdutor 28 às rugas 24 bem como é aplicada simultaneamente energia vibracional. O movimento vibratório de alta velocidade induzido nas camadas de laminado 22 vence o atrito estático na resina não curada, permitindo que as fibras, as quais se encontram normalmente dispostas em feixes, deslizem umas sobre as outras e reduzam a altura da ruga. O movimento vibratório também pode criar calor por fricção numa quantidade suficiente para reduzir temporariamente a viscosidade da resina, deste modo encorajando mais o relaxamento da ruga.
Em algumas aplicações, pode ser vantajoso aplicar também calor adicional 32 à ruga 24 perto da cabeça de transdutor 28 utilizando uma pistola de calor (não mostrada) ou outra fonte de calor apropriada, ou pré-aquecer todo o laminado 20, no entanto, o calor aplicado não deve ser tão elevado que resulte no endurecimento da resina. Aquecer a ruga 24 pode reduzir temporariamente a viscosidade do ligante de resina e desse modo reduzir o atrito entre as fibras de reforço o que permite à ruga 24 relaxar mais facilmente. A FIG. 6 ilustra a ruga 24 mostrada na FIG. 5 depois do tratamento de acordo com o método descrito. A aplicação simultânea de energia vibracional de alta-frequência, baixa amplitude e pressão permite que as fibras de reforço deslizem relativamente umas às outras, resultando no achatamento da ruga 24. Embora a FIG. 6 represente a ruga 24 como tendo sido substancialmente reduzida em altura, em algumas aplicações a ruga pode ser essencialmente eliminada.
Em alguns ambientes de produção de alta velocidade onde as rugas podem tender a ocorrer nas mesmas zonas gerais de um laminado 20, pode ser desejável automatizar o método de redução de rugas descrito acima. Por exemplo, a cabeça de transdutor 28 pode ser montada no braço de um robô multi-eixos (não mostrado) ou numa estação x, y, z (não mostrada) controlada por um computador (não mostrado) ou um controlador lógico programável (não mostrado).
De notar aqui que, apesar de ter sido ilustrada uma ruga com forma linear simples 24 nas FIGS. 1 a 6 por conveniência na descrição das concretizações, as concretizações descritas também podem ser utilizadas para reduzir rugas que tenham uma variedade de outras formas. Por exemplo, as concretizações podem ser úteis para reduzir uma ruga 24a geralmente em forma de bolha tal como mostrado na FIG. 7, uma ruga afunilada 24b tal como mostrado na FIG. 8, ou rugas que se intersectam 24c tal como mostrado na FIG. 9, para citar apenas algumas. O método de redução de rugas descrito acima é ainda ilustrado no fluxograma da FIG. 10. Começando na etapa 42, uma pluralidade de camadas previamente impregnadas 22 são empilhadas sobre molde adequado (não mostrado). A seguir em 44, as rugas presentes no empilhamento são localizadas e opcionalmente, em 46, a folha 36 é colocada sobre a superfície superior do empilhamento. Em algumas aplicações, tal como mostrado em 48, pode ser aplicado calor opcionalmente à ruga 24 quer antes (pré-aquecimento) ou durante o processo de redução de rugas. Na etapa 50, a cabeça de transdutor 28 é colocada em contacto de pressão com a folha 36, e é aplicada pressão ao empilhamento através da folha 36. Na etapa 52, é aplicado um sinal de alta-frequência, baixa amplitude à cabeça de transdutor 28, fazendo com que a última vibre. Geralmente, estas vibrações serão substancialmente normais à superfície 34 do empilhamento 24 (isto é, para cima e para baixo), no entanto, podem ter componentes laterais ou do tipo oscilatório.
Enquanto se continua a aplicar pressão e energia vibracional à ruga 24, a cabeça de transdutor 28 é movida através da ruga 24, tal como mostrado na etapa 54. A seguir ao tratamento de redução de rugas descrito acima, as rugas 24 podem ser inspeccionadas em 56, e se necessário, as rugas podem ser novamente tratadas tal como mostrado na etapa 58. Quando as rugas 24 forem substancialmente reduzidas ou eliminadas, a cabeça de transdutor 28 e folha protectora 36 podem ser removidas na etapa 60, após o que o empilhamento pode ser compactado e curado da maneira normal, tal como mostrado na etapa 62.
Concretizações da descrição podem encontrar utilização numa variedade de aplicações potenciais, em particular na indústria de transportes, incluindo por exemplo, aplicações aeroespaciais, marítimas e automobilísticas. Assim, com referência agora às FIGS. 11 e 12, concretizações da descrição podem ser utilizadas no contexto de um método de fabrico e de serviços de aeronave 64 tal como mostrado na FIG. 11 e numa aeronave 66 tal como mostrado na Figura 12. Durante a pré-produção, o método de exemplo 64 pode incluir a especificação e concepção 68 da aeronave 66 e aprovisionamento de material 70. Durante a produção, ocorre o fabrico de componentes e sub-montagens 72 e integração de sistemas 74 da aeronave 66. Após o mesmo, a aeronave 66 pode passar por certificação e entrega 76 a fim de ser colocada em serviço 78. Enquanto em serviço por um cliente, a aeronave 66 está programada para manutenção de rotina e serviços 80 (que também pode incluir a modificação, reconfiguração, renovação, e assim por diante).
Cada um dos processos do método 64 podem ser realizados ou executados por um integrador de sistemas, um terceiro, e/ou um operador (por exemplo, um cliente) . Para os fins desta descrição, um integrador de sistemas pode incluir sem limitação, qualquer número de fabricantes de aeronaves e subcontratantes de sistemas principais; um terceiro pode incluir, sem limitação, qualquer número de vendedores, subcontratantes e fornecedores; e um operador pode ser uma companhia aérea, empresa de leasing, entidade militar, organização de serviços, e assim por diante.
Tal como mostrado na FIG. 12, a aeronave 66 produzida pelo método de exemplo 64 pode incluir uma estrutura 82 com uma pluralidade de sistemas 84 e um interior 86. Exemplos de sistemas de alto nivel 84 incluem um ou mais de um sistema de propulsão 88, um sistema eléctrico 90, um sistema hidráulico 92, e um sistema ambiental 94. Pode ser incluído qualquer número de outros sistemas. Embora seja mostrado um exemplo aeroespacial, os princípios da descrição podem ser aplicados a outras indústrias, tal como a indústria automobilística e marítima.
Os sistemas e métodos aqui concretizados podem ser empregues durante qualquer uma ou mais das etapas do método de produção e de serviços 64. Por exemplo, componentes ou sub-montagens correspondentes ao processo de produção 88 podem ser fabricados de uma maneira semelhante aos componentes ou sub-montagens produzidos enquanto a aeronave 66 se encontra em serviço. Além disso, uma ou mais concretizações de aparelhos, concretizações do método, ou uma combinação das mesmas, podem ser utilizadas durante as etapas de produção 72 e 74, por exemplo, acelerando substancialmente a montagem ou reduzindo o custo de uma aeronave 66. Do mesmo modo, uma ou mais concretizações de aparelhos, concretizações do método, ou uma combinação das mesmas, podem ser utilizadas enquanto a aeronave 66 está em serviço, por exemplo e sem limitação, para manutenção e serviços 80.
Embora as concretizações desta descrição tenham sido descritas com respeito a certas concretizações de exemplo, deve ser entendido que as concretizações específicas são para fins de ilustração e não de limitação, já que outras variações irão ocorrer àqueles que são peritos na especialidade.
Os seguintes itens são descritos. 1. Um método de redução de uma ruga numa camada previamente impregnada de resina reforçada com fibras, que compreende: a sujeição da ruga a vibrações. 2. 0 método do item 1, em que a sujeição da ruga a vibrações é realizada por: o levar de uma cabeça de transdutor para contacto com a camada, a excitação da cabeça de transdutor para vibrar, e a movimentação da cabeça de transdutor sobre a ruga. 3. 0 método do item 2, em que a excitação da cabeça de transdutor para vibrar inclui a excitação da cabeça de transdutor para vibrar a altas-frequências. 4. 0 método do item 3, em que a cabeça de transdutor é excitada para vibrar a frequências dentro de uma gama de aproximadamente 15000 Hz e 70000 Hz. 5. O método do item 2, em que a excitação da cabeça de transdutor para vibrar inclui a excitação da cabeça de transdutor para vibrar com baixa amplitude. 6. O método do item 4, em que a cabeça de transdutor é excitada para vibrar com uma amplitude entre aproximadamente 0,0005 polegadas (0,00127 cm) e 0,005 polegadas (0,0127 cm). 7. O método do item 2, que compreende ainda: a utilização da cabeça de transdutor para aplicação de pressão à ruga enquanto a cabeça de transdutor se move sobre a ruga. 8. O método do item 2, que compreende ainda: a protecção da camada pela colocação de uma folha protectora entre a cabeça de transdutor e a ruga. 9. 0 método do item 2, que compreende ainda: 0 aquecimento da camada na zona da ruga.
Lisboa, 2014-12-29

Claims (8)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1 - Método de redução de rugas num empilhamento compósito não curado, que compreende, após a formação do dito empilhamento e antes da compactação e cura do dito empilhamento; a utilização de uma cabeça para aplicação de pressão substancialmente descendente ao empilhamento na zona das rugas; e a aplicação de vibrações às rugas através da vibração da cabeça enquanto a pressão está a ser aplicada ao empilhamento pela cabeça.
  2. 2 - Método de acordo com a reivindicação 1, que compreende ainda: a protecção do empilhamento através da colocação de uma folha sobre o empilhamento na zona das rugas, e em que a pressão é aplicada pela cabeça ao empilhamento pressionando a cabeça contra a folha.
  3. 3 - Método de acordo com a reivindicação 1, em que a vibração da cabeça inclui a excitação da cabeça com um sinal de alta-frequência.
  4. 4 - Método de acordo com a reivindicação 3, em que a excitação da cabeça inclui a excitação da cabeça com um sinal que tem uma frequência compreendida entre aproximadamente 15000 Hz e 70000 Hz.
  5. 5 - Método de acordo com a reivindicação 1, em que a vibração da cabeça inclui a excitação da cabeça com um sinal de baixa amplitude.
  6. 6 - Método de acordo com a reivindicação 5, em que a excitação da cabeça com um sinal de baixa amplitude inclui a aplicação de um sinal à cabeça que tem uma amplitude entre aproximadamente 0,0005 polegadas (0,00127 cm) e 0,005 polegadas (0,0127 cm).
  7. 7 - Método de acordo com a reivindicação 2, em que a folha inclui uma superfície protectora substancialmente lisa contra a qual a cabeça é pressionada.
  8. 8 - Método de acordo com a reivindicação 1, que compreende ainda: 0 aquecimento da camada, pelo menos, na zona das rugas. Lisboa, 2014-12-29
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