PT791976E - Camuflagem e ocultacao para estruturas de antenas - Google Patents
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Description
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DESCRIÇÃO "CAMUFLAGEM Ε OCULTAÇÃO PARA ESTRUTURAS DE ANTENAS" A presente invenção refere-se à camuflagem e dissimulação de antenas. Refere-se, em particular, a uma estrutura de suporte para uma antena e a um processo de camuflar, pelo menos parcialmente, uma antena. Refere-se também a um componente de folhas artificiais para a estrutura de suporte. É apresentado um exemplo de uma estrutura de suporte de antena para um sistema de telecomunicações, no documento W0-A1-9 516 840. A patente FR-A-1 549 526 apresenta uma antena receptora de televisão decorativa, interior, na qual estão fixados elementos decorativos, nos componentes da antena.
De acordo com um primeiro aspecto da invenção, proporciona-se uma estrutura de suporte para suportar pelo menos uma antena, incluindo a estrutura de suporte: uma porção de corpo alongada, que tem uma extremidade longitudinal superior e uma extremidade longitudinal inferior e que está ancorada, em utilização, próximo da sua extremidade inferior numa superfície de ancoragem; e meios de montagem para montar a antena junto de uma extremidade superior operativa da porção de corpo, caracterizada por: uma passagem de acesso, que se estende pelo menos parcialmente entre as extremidades superior e inferior da porção de corpo, para dar acesso à antena, para fins de manutenção; e 1
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folhagem artificial, fixada na porção do corpo e posicionada de modo que, pelo menos parcialmente, oculte a antena. A passagem de acesso é tipicamente usada para fins de manutenção e/ou instalação. Por conseguinte, a base pode ter uma porta inferior, na sua extremidade inferior operativamente e uma porta superior, na sua extremidade superior operativamente, estando as portas inferior e superior ligadas pela passagem de acesso. A base pode ser feita de aço. Tipicamente, fixa-se uma pluralidade de secções de aço, em série, por exemplo por juntas de soldadura. Em certas formas de realização, as secções de aço são empilhadas telescopicamente, com um ajuste com atrito.
De preferência, a estrutura de suporte inclui uma plataforma montada na extremidade superior da porção do corpo, dando-se acesso à plataforma pela passagem de acesso.
De acordo com um segundo aspecto da invenção, proporciona-se uma estrutura de suporte, que inclui: uma porção de corpo alongada, que tem uma extremidade longitudinal superior e uma extremidade longitudinal inferior, que é ancorada, em utilização, próximo da sua extremidade inferior numa superfície de ancoragem; e meios de montagem, para montar a antena próximo de uma extremidade superior operativamente, da porção de corpo; caracterizada por: a estrutura de suporte ser configurada esteticamente, para ter a aparência do tronco de uma palmeira; e por: se fixar na porção de corpo folhagem artificial que aparenta a folhagem de uma palmeira, posicionada de modo a camuflar pelo menos parcialmente a antena. 2 p U ^t
De preferência, a estrutura de suporte inclui: meios de fixação susceptíveis de ser deslocados, para fixar de modo que possam deslocar-se a folhagem artificial e os meios de montagem na porção de corpo; e um dispositivo para deslocamento, que coopera com os meios de fixação, com possibilidade de deslocamento para deslocar a folhagem artificial e os meios de montagem entre uma posição operativa, na qual a folhagem artificial e os meios de montagem estão próximo da extremidade superior da porção de corpo, e uma posição inoperativa, na qual a folhagem artificial e os meios de montagem estão próximo da extremidade inferior da porção de corpo.
Tipicamente, a estrutura de suporte tem a forma de um mastro, como os usados, por exemplo, nas redes de telecomunicações celulares. No entanto, o termo "estrutura de suporte" deve ser interpretada de maneira lata, para incluir qualquer estrutura para suportar uma antena ou similar. Assim, o termo "estrutura de suporte" inclui estruturas que não são auto-suportadas, tais como as que se mantêm em posição por meio de espias. A superfície de ancoragem é tipicamente o solo e o dispositivo de deslocamento é tipicamente um guincho ou similar.
Por conseguinte a folhagem artificial pode assemelhar-se a ramos e/ou folhas de uma árvore. De preferência, a folhagem artificial assemelha-se a pecíolos e frondes de uma palmeira, tais como frondes de um Cocos Plumosa, uma Phoenix Reclinata, ou similar. A folhagem artificial pode também ter a forma de, ou assemelhar-se ao tronco de uma árvore.
De preferência, a folhagem artificial da estrutura de suporte inclui uma pluralidade de componentes alongados e uma pluralidade de formações semelhantes a folhas, fixadas no componente alongado. Tipicamente, as formações semelhantes a 3 folhas são moldadas a partir de material plástico sintético, ou similar.
De preferência, a estrutura de suporte inclui meios de fixação para fixar a folhagem artificial à porção de corpo, tendo os meios de fixação uma configuração própria para permitir o movimento da folhagem artificial em relação ao corpo. Tipicamente, os componentes alongados podem ser fixados na porção de corpo de maneira amovível.
Os meios de fixação têm tipicamente a forma de um grampo para fixar-se na porção de corpo. O grampo pode ter uma pluralidade de formações de montagem para montar os componentes alongados no grampo. Em certas formas de realização, os meios de fixação têm a forma de um receptáculo, no qual pode ser recebida a extremidade do componente alongado. Tipicamente, a extremidade do componente alongado é susceptível de ser recebida. Tipicamente, a extremidade do componente alongado é vedada por meio de material revestido de borracha, no interior do receptáculo.
De preferência, os componentes alongados e as formações semelhantes a folhas são feitos de um material plástico flexível e elástico, permitindo desse modo a flexão dos componentes alongados e das formações semelhantes a folhas, de maneira semelhante à de uma árvore natural.
De preferência, cada um dos componentes alongados da estrutura de suporte inclui uma passagem interior longitudinal, que se estende entre as suas extremidades, e um cordão flexível situado na passagem para ancorar, na eventualidade de um componente alongado se partir, um segmento partido ao restante do componente alongado.
Os componentes alongados são vantajosamente feitos de um material não metálico, tal como fibra de vidro reforçada, ou 4 p U, ^^ similar, minimizando-se desse modo a interferência com o campo da antena.
De preferência, a estrutura de suporte inclui meios de suporte para manter cada um dos componentes alongados segundo um ângulo pré-determinado, em relação à porção de corpo. Por conseguinte, podem proporcionar-se meios para manter o componente alongado segundo um ângulo pré-determinado, em relação à porção de corpo. Tipicamente, os meios de suporte podem ser configurados para manter figuras diferentes pré-determinadas, segundo ângulos diferentes pré-determinados. Cada um dos componentes alongados pode ter uma secção transversal trapezoidal, quadrada ou qualquer outra forma apropriada.
De preferência, cada um dos componentes alongados e as formações semelhantes a folhas da estrutura de suporte assemelham-se à fronde de uma palmeira. As folhas artificiais podem ser formadas por uma pluralidade de formações semelhantes a folhas, fixadas numa espinha comum. As formações semelhantes a folhas podem estender-se transversalmente à espinha. As formações semelhantes a folhas podem ser arqueadas, quando vistas na sua secção transversal. Os componentes semelhantes a folhas podem também ter uma zona de menor resistência entre as suas extremidades, para permitir que as formações em forma de folhas se dobrem em sítios apropriados, durante a erecção.
De preferência, uma pluralidade de frondas interiores da estrutura de suporte estende-se para cima, relativamente à porção de corpo, segundo um ângulo relativamente pequeno para desse modo se posicionarem muito próximo da antena, de modo que ocultem pelo menos parcialmente a antena e uma pluralidade de frondas exteriores está disposta de modo que se estende operativamente para cima, segundo um ângulo maior, relativamente à porção de corpo. 5 p L·
De preferência, a estrutura de suporte inclui meios de camuflagem para ocultar a fixação da folhagem artificial na porção de corpo.
De preferência, os meios de camuflagem da estrutura de suporte têm a forma de uma pluralidade de cascas de palmeiras.
De preferência, a porção de corpo da estrutura de suporte é de natureza compósita, incluindo uma pluralidade de secções ocas troncocónicas, ligadas em série. A porção de corpo pode incluir uma base e uma armação de suporte. A base pode assemelhar-se ao tronco de uma árvore, por exemplo ao tronco de uma Coco Plumosa, e é tipicamente pintada e/ou configurada em correspondência. A armação de suporte pode ser montada, em utilização, no topo da base e a antena pode ser montada na armação de suporte, por meios de montagem. Tipicamente, montam-se três antenas na armação de suporte, de modo que ficam voltadas em sentidos desfasados angularmente.
De preferência, a estrutura de suporte inclui uma manga, que é colocada com um aperto moderado em torno da porção de corpo e que é esteticamente configurada para se assemelhar ao tronco de uma palmeira natural.
De preferência, a estrutura de suporte inclui um condutor de iluminação, montado na extremidade superior da porção de corpo e que se estende, em utilização, acima da antena.
De preferência, a estrutura de suporte inclui uma luz de sinalização para a navegação, montada junto da extremidade terminal da estrutura de suporte.
De acordo com um terceiro aspecto da invenção, proporciona-se um processo para ocultar pelo menos 6
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L-Cj ^^ parcialmente uma antena, incluindo a antena uma estrutura de suporte e a estrutura de suporte incluindo: uma porção de corpo alongado, com uma extremidade longitudinal superior e uma extremidade longitudinal inferior e que está ancorada, em utilização, próximo da sua extremidade inferior, numa superfície de ancoragem; e meios de montagem, para montar a antena próximo de uma extremidade superior da porção de corpo, operativamente; caracterizado por incluir os passos de proporcionar uma passagem de acesso, que se estende, pelo menos parcialmente, entre as extremidades superior e inferior da porção de corpo, para proporcionar o acesso à antena, para fins de manutenção; e posicionar uma pluralidade de frondas de uma palmeira artificial, em torno de pelo menos uma porção da antena para ocultar a mesma, pelo menos parcialmente. A estrutura de suporte pode incluir uma pluralidade de pára-brisas para proteger a antena do vento.
Descreve-se agora a invenção, a título de exemplo, com referência aos desenhos esquemáticos anexos, cujas figuras representam: A fig. 1, uma vista de lado esquemática de uma estrutura de suporte, de acordo com a invenção, para suportar a antena; A fig. 2, uma vista lateral de uma porção da estrutura de suporte, numa escala maior, que mostra a fixação de dois pecíolos numa base da estrutura; A fig. 3, uma vista de cima da estrutura de suporte, tendo sido omitidos certos pormenores, para maior clareza, e mostrando, em especial, os resguardos para proteger as antenas relativamente aos pecíolos; 7
L-! A fig. 4, uma vista de lado de uma parte da estrutura, numa escala maior, mostrando as cascas para ocultar os pecíolos na base; A fig. 5, uma vista em perspectiva de uma porção da estrutura, que mostra componentes de folhas artificiais fixados num pecíolo; A fig. 6, uma vista em corte transversal de quatro componentes de folha artificial da fig. 5, fixados num pecíolo; A fig. 7, uma vista de cima de um componente de folha único; A fig. 8, uma vista de lado do componente de folha único da fig. 7; A fig. 9, uma vista em corte transversal do componente de folha da fig. 7, feito pela linha (IX-IX); A fig. 10, uma vista em perspectiva esquemática de um anel de suporte, para suportar a folhagem artificial na proximidade das antenas; A fig. 11, uma vista esquemática de uma outra forma de realização da estrutura de suporte de acordo com a invenção, para suportar a antena; A fig. 12, uma vista de um ramo ou pecíolo, separado da estrutura de suporte da fig. 11; A fig. 13, uma vista esquemática ainda de uma forma de realização da estrutura de suporte de acordo com a invenção; 8 L· -ç. A fig. 14, uma vista em planta de um anel de suporte e uma consola de montagem da estrutura de suporte da fig. 13; A fig. 15, uma vista de lado do anel de suporte e da consola de montagem da fig. 14; A fig. 16, uma vista de lado de uma barra de suporte para um pecíolo da estrutura de suporte da fig. 13; A fig. 17, uma vista em planta de um grampo superior da estrutura de suporte da fig. 13,- A fig. 18, uma vista em planta de um grampo inferior da estrutura de suporte da fig. 13; A fig. 19, uma vista de lado dos meios de fixação para fixar uma extremidade inferior de um pecíolo, quer ao grampo superior, quer ao inferior, das fig. 17 e 18; A fig. 20, uma vista de lado de uma outra forma de realização de uma barra de suporte usada na estrutura de suporte da fig. 13; A fig. 21, uma vista em planta da barra de suporte da fig. 20; e A fig. 22, uma vista de lado de ainda outra forma de realização de uma barra de suporte usada na estrutura de suporte da fig. 13.
Nos desenhos, a referência numérica (10) indica globalmente uma estrutura de suporte de acordo com a invenção, para suportar uma ou mais antenas (12). A estrutura de suporte (10) inclui uma porção de corpo (14) (fig. 1) e folhagem artificial (16), fixada na porção de corpo (14) e posicionada de modo que oculte, pelo menos parcialmente, as 9
t antenas (12) . A porção de corpo (14) está ancorada operativamente, na sua extremidade inferior (18), no solo (20). A estrutura de suporte (10) tem a forma de um mastro e as antenas (12) são tipicamente três antenas de uma rede de telecomunicações celular. A folhagem artificial (16) assemelha-se a ramos ou pecíolos e folhas de uma árvore que, na forma de realização ilustrada nas fig. 1 a 10 dos desenhos, é a forma de uma palmeira, tal como a Cocos Plumosa. Por conseguinte, a folhagem artificial (16) inclui uma pluralidade de componentes alongados, que têm a forma de ramos ou pecíolos (22) , que estão fixados em (24) (fig. 1 e 2) , por um grampo (26) , numa base (2 8) da porção de corpo (14) . Cada um dos pecíolos (22) é flexível e elástico e feito de um material não metálico, por exemplo de fibra de vidro reforçada ou similar, para desse modo minimizar a interferência com os campos das antenas (12).
Os pecíolos (22) estendem-se para cima, segundo um certo ângulo com a porção de corpo (14), proporcionando-se barras de suporte (30) (fig. 2), para as reter segundo ângulos diferentes relativamente à porção de corpo (14), como sucede com as frondas de uma palmeira normal. A folhagem artificial interior, indicada genericamente com a referência numérica (32) , está disposta para se entender para cima relativamente à porção de corpo (14), segundo um ângulo relativamente pequeno, para desse modo ser posicionada na proximidade imediata das antenas (12), de modo que estas sejam pelo menos parcialmente ocultadas. A folhagem artificial exterior, indicada genericamente pela referência numérica (34), está, disposta de modo a estender-se operativamente para cima, segundo um ângulo maior, relativamente à porção de corpo (14) , assemelhando-se assim ás frondes exteriores ou orientadas menos verticalmente de uma palmeira. A folhagem artificial interior (32) pode ser fixada nos pára-brisas (36) 10 p Lc, ^^ (fig. 3) , para limitar ο seu movimento na eventualidade de ventos fortes. 0 grampo (26) tem uma pluralidade de formações de montagem (24) (fig. 2), para montar uma extremidade inferior (38) de cada pecíolo (22) , no grampo (26) . Cada uma das formações de montagem (40) compreende duas placas paralelas espaçadas (39) , com aberturas nela definidas e a extremidade inferior (36) de cada pecíolo (22) tem uma passagem transversal nela definida. A extremidade inferior (38) está situada entre as placas espaçadas (39) e fixada na posição por meio de uma porca e um parafuso (41) . Proporciona-se um certo número de barras de suporte (30) , correspondente ao número de pecíolos (22), tendo cada uma das barras de suporte (30) um braço espaçador (42), montado na base (28), por meio de uma consola comum (44) . Um grampo (46) , com forma e dimensões para se fixar no pecíolo (22) é fixado numa extremidade do braço (42), distante da sua fixação na consola (44) . Os braços (42) têm comprimentos variados, de modo que os pecíolos (22) fixados a braços (42) diferentes estão orientados segundo ângulos diferentes, em relação à base (28) .
Cada um dos pecíolos (22) tem uma passagem central longitudinal (48) (fig. 5 e 6) , que se estende entre as suas extremidades. Na passagem (48) está situado um cordão flexível (50) (fig. 6), por exemplo um troço de corda, cujas extremidades são fixadas em extremidades opostas do pecíolo (22). Por conseguinte, no caso de um pecíolo (22) se partir, um segmento partido mantém-se fixado na parte restante do pecíolo (22) que fica ainda fixado na base (28). A folhagem artificial (16) inclui uma pluralidade de componentes de folha artificial (51) (fig. 7 a 9) . Cada componente (51) de folha artificial (51) tem uma pluralidade de componentes (52) em forma de folha, fixados numa espinha 11 p Lc comum (54). Os componentes em forma de folha (52) estendem-se transversalmente em relação à espinha (54), sendo cada um dos elementos em forma de folha (52) triangular, quando visto de uma extremidade (fig. 9) . Proporcionam-se zonas de menor resistência ou com rigidez reduzida (56) (estão representadas apenas algumas), para favorecer a flexão dos componentes (52) em forma de folha. As zonas de menor resistência ou de rigidez reduzida (56) estão localizadas em posições diferentes ao longo do seu comprimento, para desse modo se parecerem mais com uma palmeira. Os componentes semelhantes a folhas podem assim dobrar-se de uma maneira aleatória durante a erecção da estrutura. 0 pecíolo (22) tem genericamente uma secção transversal quadrada, tendo portanto os componentes em forma de folha (51) uma forma que se casa com as formações de montagem (58) (fig. 6 e 8) , para facilitar a sua fixação no pecíolo (22) . Cada uma das formações de montagem (58) modeladas é definida por uma espinha (54) e tem a forma de um suporte angular que se encosta operativamente a um canto (60) (fig. 6) do pecíolo (32) . Uma segunda formação de montagem (58) , de um outro componente (51) de folha artificial, que se estende no sentido oposto, ajusta-se com aperto reduzido, numa relação de sobreposição com a primeira formação de montagem (58) , sendo depois fixados ao pecíolo (22) por meio de laços de cabo (62) (fig. 5) . Os componentes (51) de folha artificial estão dispostos de modo que as suas cristãs superiores (64) estão operativamente voltadas para cima, como sucede nas folhas de uma palmeira Cocos Plumosa natural. A estrutura de suporte (10) inclui meios de camuflagem, na forma de cascas artificiais (66) (fig. 4) , posicionadas para ocultar as extremidades inferiores (38) dos pecíolos (22) e o grampo (26) . As cascas (66) estão dispostas de maneira que se sobrepõem, assemelhando-se às de uma palmeira natural. 12
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A base (28) recebe uma forma e uma côr escolhidas pela estética, para se assemelhar a um tronco de uma palmeira normal (fig. 1) . Por conseguinte proporcionam-se linhas de crescimento (68) (referenciadas apenas umas poucas), na base (28) . A base (28) tem uma altura tipicamente de 20 m e tem uma passagem de acesso interior (29) , por exemplo para fins de manutenção, que se estende entre as suas extremidades. Proporciona-se uma porta inferior (70), na extremidade inferior (18) da porção de corpo (14) e uma escada interior de degraus (não representada) , entre a extremidade inferior (18) e a extremidade superior (72) da base (28) . Uma porta superior (não representada) conduz a uma plataforma (74) (fig. 1). A plataforma (74) é feita de um material não metálico, para reduzir a interferência com os campos da antena. A base (2 8) é formada por uma pluralidade de secções de aço, fixadas em série umas nas outras por meio de juntas de soldadura. A porção de corpo (14) tem também uma armação de suporte (76) (fig. 1 a 10) que define meios de montagem para montar as antenas (12) . A armação de suporte (76) está montada no topo da base (28) e nela está montada uma escada (78) , para facilitar o acesso às antenas (12) . Tipicamente, fixam-se três antenas (12) na armação de suporte (76) e as antenas posicionam-se para se voltarem para fora, em direcções desfasadas angularmente radiais. A folhagem artificial interior (32) está tipicamente fixada nos pára-brisas (36), para suportar os seus pecíolos (22) , na proximidade imediata das antenas (12) . Os pára--brisas (36) constituem também meios de protecção das antenas (12) , em face da folhagem artificial (16) , na eventualidade de serem sopradas por ventos fortes.
Os pecíolos (22) da folhagem interior (32) são fixados, por meios de suporte, na armação (76) (fig. 10) , de modo a 13 ficar na proximidade imediata das antenas (12) . Os meios de suporte têm a forma de uma pluralidade de laços angulares (80) , cada um dos quais envolve um pecíolo (22), permitindo assim um movimento limitado do pecíolo (22) . Os laços de suporte (80) impedem também que os pecíolos (22) sejam soprados em condições de vento, para não entrar em contacto com as antenas (12).
Fazendo agora referência às fig. 11 a 22 dos desenhos, as referências numéricas (100) e (102) indicam genericamente outras formas de realização de uma estrutura de suporte, de acordo com a invenção, para suportar uma pluralidade de antenas (12). As estruturas de suporte (100,102) assemelham--se à estrutura de suporte (10) , tendo por isso sido usados os mesmos números de referência, para indicar características iguais ou semelhantes, a menos que se indique o contrário.
Com referência em particular às fig. 11 e 12 dos desenhos, a estrutura de suporte (100) , como no caso da estrutura de suporte (10), inclui uma porção de corpo (14) , montada na sua extremidade inferior (18) , no solo (20) . A estrutura de suporte (100) inclui também uma armação de suporte (76), montada na extremidade superior (72) da porção de corpo (14) e que define meios de montagem, para montar uma antena (12). Diferentemente da estrutura de suporte (10), que inclui quer um grampo (28) , quer barras de suporte (3 0) para suportar os pecíolos (22), a estrutura de suporte (100) inclui apenas meios de fixação (104), para fixar operativamente uma extremidade inferior (38) de cada pecíolo (22) , que tem a forma de uma fronde, na porção de corpo (14) . Os meios de fixação compreendem uma pluralidade de receptáculos tubulares (106) (apenas uns poucos estão representados no desenho, para mais clareza). Os receptáculos (106) estão orientados para cima e obliquamente, em relação à porção de corpo (14) e estão dispostos de tal modo que os 14 jj~ UCi -Ç. pecíolos (22) estão orientados de maneira semelhante à de uma palmeira convencional.
Em cada receptáculo (106) pode receber-se uma cavilha tubular quadrada (108) (fig. 12) . A cavilha tubular quadrada (108) tem uma abertura (110) , e cada receptáculo (106) tem uma abertura correspondente (não representada) , para permitir fixar por parafuso a cavilha (108) no receptáculo (106) . A cavilha (108) é feita de aço e inclui uma passagem interior, na qual a extremidade inferior (38) do pecíolo (22) é vedada com um material coberto de borracha (112), para permitir o movimento entre a extremidade inferior (38) e o receptáculo (108). Os pecíolos (22) são tipicamente feitos de um material como HOSTALEN GM 9240 HT e têm uma configuração tal que apresentam uma flexibilidade que se assemelha à de uma fronde de uma palmeira natural, tipicamente uma palmeira Phoenix Reclinata. A estrutura de suporte (100) tem tipicamente 12 metros de altura e não inclui qualquer passagem de acesso interior, como no caso da estrutura de suporte (10). 0 dispositivo de fixação (104) é um meio de fixação susceptível de ser deslocado, proporcionando-se um dispositivo de guincho (114) para permitir o deslocamento, quer da armação de suporte (76) , quer dos meios de fixação (104), entre uma posição de funcionamento (representada na fig. 11), na qual a armação de suporte (76) e os meios de fixação (104) estão situados próximo da extremidade superior (72) da porção de corpo (14), e uma posição inoperativa (não representada) , na qual a armação de suporte (76) e os meios de fixação (104) está deslocada para a extremidade inferior (18) da porção de corpo (14), para desse modo facilitar a manutenção da antena (12) e/ou da folhagem artificial (16) . Tipicamente, a porção de corpo (14) inclui uma manga de fibras de vidro (105) (na fig. 11 está representada apenas uma sua porção), com uma configuração estética para se assemelhar ao pecíolo da palmeira Phoenix Reclinata. 15 Γ
Com referência particular às fig. 13 a 22 dos desenhos, a estrutura de suporte (102) assemelha-se à estrutura de suporte (10) das fig. 1 a 10, mas tem uma dispositivo diferente da fixação para fixar os pecíolos (22) na porção de corpo (14) . Em particular, a estrutura de suporte (102) inclui grampos inferior e superior, respectivamente (26.1,26.2) (fig. 13 e 17-19). O grampo superior (26.2) define meios de fixação, para fixar operativamente extremidades inferiores (38) dos pecíolos exterior (22.1) da folhagem artificial exterior (34), na base (28) da porção de corpo (14). O grampo inferior (26.1), que está situado numa relação de espaçamento, numa posição inferior relativa ao grampo superior (26.2), define meios de fixação para fixar operativamente extremidades inferiores (38) de pecíolos interiores (22.2) da folhagem artificial exterior (34). Quer os pecíolos interiores, quer os exteriores (22.2,22.1), respectivamente, da folhagem artificial exterior (34) têm o seu movimento limitado por barras de suporte (30), como se descreverá mais adiante com mais pormenor. Os pecíolos interiores e exteriores (22.2,22.1) são também tipicamente feitos de material termoplástico, tal como HOSTALEN GM 9240 HT e têm uma configuração tal que se assemelham às frondes de uma palmeira Cocos Plumosa.
Tipicamente, proporcionam-se dez frondes ou pecíolos interiores (22.2), que possuem as suas extremidades operativamente inferiores (38) fixadas no grampo inferior (26.1), por meio de dez formações de montagem (40), espaçadas radialmente (fig. 18) . Analogamente, as cinco frondes ou pecíolos exteriores (22.1) da folhagem artificial exterior (34) têm as suas extremidades operativamente exteriores (38) montadas no grampo superior (26.2), por meio de cinco formações de montagem (40) (fig. 17 e 19). Cada uma das formações de montagem (40) compreende duas placas (39) paralelas e afastadas (apenas algumas delas estão referenciadas nas fig. 17 e 18, para maior clareza) entre as 16 V ^^
quais se situa uma extremidade inferior perfurada (38) de cada um dos pecíolos (22.1) ou (22.2), conforme for o caso. Proporciona-se um dispositivo de parafuso e porca (41), que passa através das aberturas correspondentes, em cada placa (39), e a abertura proporcionada na extremidade inferior (38) fixa, de maneira rígida, cada um dos pecíolos (22.1) ou (22.2) respectivamente num grampo superior ou inferior (26.2.26.1) . As placas paralelas (39) são fixadas num grampo comum (26) (fig. 17-19), que é fixado na base (28) da porção de corpo (14). Os grampos superior e inferior (26.2) e (26.1) são fixados na base (28) , de modo tal que ficam espaços desimpedidos (116), do grampo superior (26.2), alinhados com as formações de montagem (40) do grampo inferior (26.1), de modo que os pecíolos inferiores (22.2) que se estendem a partir dos mesmos não são impedidos pelos pecíolos exteriores (22.1) fixados no grampo superior (26.2).
Referindo em particular a fig. 16 dos desenhos, a barra de suporte (30) inclui um braço espaçador (42), fixado, na sua extremidade, numa consola comum (não representada) e, na sua outra extremidade, num dispositivo de fixação móvel (118) . O dispositivo de fixação móvel (118) é constituído por um grampo (46), que é fixado no pecíolo (22), um dispositivo de fixação (120) que está ancorado no braço espaçador (42), e um elo curto de cadeia (122) , que liga o grampo (46) e o dispositivo de ancoragem (120). O dispositivo de ancoragem (120) , com o seu elo de cadeia (122) , permite o movimento do pecíolo (22) em todos os planos, relativamente ao braço espaçador (42), permitindo assim que o pecíolo (22) simule o movimento de uma fronde de uma palmeira natural.
Compreender-se-á que a barra de suporte (30) pode tomar várias formas para permitir um deslocamento relativo entre o pecíolo (22) e a porção de corpo (14). Por exemplo, uma outra forma de realização de uma barra de suporte (30.1) (ilustrada nas fig. 20 e 22 dos desenhos) inclui um braço espaçador (42) 17
Lc, ^^ que tem a forma de uma fúrcula (124) . O dispositivo (124) em forma de fúrcula está articulado para rodar em torno de (126) e (128) em relação à consola comum (44) , e em (13 0) em relação a um grampo (46).
Uma outra forma de realização da barra de suporte (30.2) (fig. 22) inclui um braço espaçador (42), ao qual está fixado um anel metálico liso (132) . O anel (132) inclui um forro interior, de material resistente ao atrito (não representado), e um outro forro interior, de um material de vedação com borracha (não representado), que define uma formação de fixação resiliente. Nessa porção do pecíolo (22) que se estende através do anel metálico (132) proporciona-se uma manga (134), para proteger o pecíolo (22).
Tipicamente, quatro pecíolos (22) fixados na porção de corpo (14) próximo da plataforma (74) definem a folhagem artificial interior (32) . Os pecíolos (22) da folhagem artificial interior (32) são fixados à porção de corpo (14) , de maneira idêntica à dos pecíolos (22) da folhagem artificial exterior (34) . A folhagem artificial interior (32) é mantida na proximidade das antenas (12), por meios de suporte (80) (fig. 13-15), posicionados em posições superior e inferior espaçadas (138,136), respectivamente, da armação de suporte (76) . Proporciona-se um dispositivo de suporte (80) para cada pecíolo (22) , que inclui uma consola (140) (fig. 14 e 15) , que é fixada na armação de suporte (76) . No suporte (140) é fimado um anel de retenção, de forma genérica quadrada, que inclui um suporte (144) para limitar o movimento do pecíolo (22). Da plataforma (74) para uma extremidade superior da armação de suporte (76), estende-se uma escada (146) (fig. 14), que termina numa luz avisadora (148) para a aviação (fig. 13), posicionada numa extremidade superior de um condutor de iluminação (150) . No lado oposto do suporte (142) é fixado um anel de retenção semelhante, que se estende no sentido oposto, para suportar um outro pecíolo 18 (22) da folhagem interior (32) . Na armação de suporte (76) estão montadas três antenas em posições desfasadas angularmente radialmente.
Como no caso da estrutura de suporte (10) , a fixação das extremidades interiores operativamente 838), dos pecíolos (22) das estruturas de suporte (100,102), está ocultada por uma pluralidade de cascas (66) (fig. 4). A invenção, como se ilustra, proporciona um dispositivo de suporte (10,100,102) para suportar antenas (12) de modo tal que as antenas (12) podem ser, pelo menos parcialmente, camufladas. O que seria normalmente um mastro convencional é assim dissimulado como sendo uma palmeira e as antenas (12) ficam, pelo menos parcialmente, ocultas pela folhagem artificial (16).
Lisboa, 17 de Fevereiro de 2000 agente oficial da propriedade industrial
19
Claims (18)
- REIVINDICAÇÕES 1. Estrutura de suporte (10,100,102) para suportar pelo menos uma antena (12), incluindo a estrutura de suporte (10,100,102) : uma porção de corpo (14) alongada, que tem uma extremidade superior longitudinal (72) e uma extremidade inferior longitudinal (18) e que está ancorada, próximo da sua extremidade inferior (18), numa superfície de ancoragem (20); e meios de montagem (76) , para montar a antena (12) próximo de uma extremidade operativamente superior (72) da porção de corpo (14), caracterizada por: uma passagem de acesso (29), que se estende pelo menos parcialmente entre as extremidades superior e inferior (18,72) da porção de corpo (14), para proporcionar acesso à antena (12), para fins de manutenção; e folhagem artificial (16) fixada na porção de corpo (14) e posicionada de modo que, pelo menos parcialmente, ocultam a antena (12).
- 2. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por incluir uma plataforma (74) , montada na extremidade superior (72) da porção de corpo (14), proporcionando-se acesso à plataforma (74) pela passagem de acesso (29).
- 3. Estrutura de suporte (10,100,102), para suportar pelo menos uma antena (12), incluindo a estrutura de suporte (10,100,102) : uma porção de corpo (14) alongada, que tem uma extremidade superior longitudinal (72) e uma extremidade longitudinal inferior (18) que, em utilização, está 1 p U >*>-^ ancorada próximo da extremidade inferior (18), numa superfície de ancoragem (20); e meios de montagem (76) para montar a antena (12) próximo de uma extremidade operativamente superior (72) da porção de corpo (14), caracterizada por: a estrutura de suporte ter uma configuração estética para se assemelhar ao tronco de uma palmeira; e por folhagem artificial (16) , que se assemelha à folhagem de uma palmeira, estar fixada na porção de corpo (14) e posicionada de modo que, pelo menos parcialmente, oculta a antena (12) .
- 4. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com a reivindicação 3, caracterizada por incluir: meios de fixação deslocáveis (104), para fixar com possibilidade de deslocamento, a folhagem artificial (16) e os meios de montagem (76) na porção de corpo (14) ; e um dispositivo de deslocamento (14), que coopera com os meios de fixação deslocáveis (104), para deslocar a folhagem artificial (16) e os meios de montagem (76) , entre uma posição operativa, na qual a folhagem artificial (16) e os meios de montagem (76) estão próximos da extremidade superior (72) da porção (14), e uma posição inoperativa, na qual a folhagem artificial (16) e os meios de montagem (76) estão próximo da extremidade inferior (18) da porção de corpo (14).
- 5. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizada por a folhagem artificial (16) incluir uma pluralidade de componentes alongados (22) e uma pluralidade de formações semelhantes a folhas (51), fixadas em cada um dos componentes alongados.
- 6. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com a reivindicação 5, caracterizada por incluir meios de 2 r- u, ^ fixação 826), para fixar a folhagem artificial (16) na porção de corpo (14) , sendo os meios de fixação (16) configurados para permitir o movimento da folhagem artificial (16) em relação â porção de corpo (14).
- 7. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com as reivindicações 5 ou 6, caracterizada por os componentes alongados (22) e as formações semelhantes a folhas (51) serem feitos de um material flexível e resiliente, para desse modo permitir a flexão dos componentes alongados (22) e as formações (51) semelhantes a folhas, de uma maneira semelhante à de uma árvore natural.
- 8. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com qualquer das reivindicações anteriores 5 a 7, inclusive, caracterizada por cada um dos componentes alongados (22) incluir uma passagem interior longitudinal (48), que se estende entre as suas extremidades, e um cordão flexível (50), situado na passagem (48), para fixar, na eventualidade de se partir um componente alongado (22), um segmento partido ao restante do componente alongado.
- 9. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com qualquer das reivindicações 5 a 9, inclusive, caracterizada por incluir meios de suporte (80) para manter cada um dos componentes alongados (22) segundo um ângulo pré- -determinado, relativamente à porção de corpo (14).
- 10. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com a reivindicação 9, caracterizada por cada um dos componentes alongados (22) e as formações semelhantes a folhas (51) se assemelharem à fronde de uma palmeira.
- 11. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com a reivindicação 10, caracterizada por se estender uma 3 Γ Lei pluralidade de frondes interiores (22), para cima relativamente à porção de corpo (14), segundo um ângulo relativamente pequeno, para desse modo se posicionar na proximidade imediata da antena (12) , de modo que, pelo menos parcialmente, oculta a antena, e uma pluralidade de frondes exteriores se dispor para se estender operativamente para cima, segundo um ângulo maior, relativamente à porção de corpo (14).
- 12. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizada por incluir meios de camuflagem (66) para ocultar as fixações da folhagem artificial na porção de corpo (14).
- 13. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com a reivindicação 12, caracterizada por os meios de camuflagem terem a forma de uma pluralidade de cascas de palmeira artificiais.
- 14. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizada por a porção de corpo (14) ser de natureza compósita, compreendendo uma pluralidade de secções ocas troncocónicas, ligadas em série.
- 15. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizada por incluir uma manga (105), que se monta, com aperto moderado, em torno da porção de corpo (14) e que tem uma configuração estética para se assemelhar ao tronco de uma palmeira natural.
- 16. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizada por incluir um condutor de iluminação (14) e que se estende, em utilização, acima da antena (12). 4
- 17. Estrutura de suporte (10,100,102) de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizada por incluir uma luz avisadora, para a navegação (48), montada próximo da extremidade terminal da estrutura de suporte (10,100,102).
- 18. Processo para ocultar, pelo menos parcialmente, uma antena (12), sendo a antena suportada por uma estrutura de suporte e a estrutura de suporte (10,100,102) incluir: uma porção de corpo alongada (14), que tem uma extremidade longitudinal superior (72) e uma extremidade longitudinal inferior (18) , que é ancorada, em utilização, próximo da sua extremidade inferior (18) numa superfície de ancoragem (20); e meios de montagem (76) para montar a antena (12) próximo de uma extremidade superior operativa (72) da porção de corpo (14), caracterizado por incluir a provisão de uma passagem de acesso (29), que se estende, pelo menos parcialmente, entre as extremidades superior e inferior (18,72) da porção de corpo (14), para proporcionar o acesso à antena (12), para fins de manutenção, e o posicionamento de uma pluralidade de frondes (16) de uma palmeira artificial em torno de pelo menos uma porção da antena (12), para pelo menos parcialmente ocultar a antena (12). Lisboa, 17 de Fevereiro de 2000 AGENTE OFICIAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL5
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