PT792532E - Peca terminal para calha de encaminhamento de condutores electricos - Google Patents
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Description
Descrição “Peça terminal para calha de encaminhamento de condutores eléctricos” A invenção refere-se a uma peça terminal, para calha de encaminhamento de condutores eléctricos. destinada a fechar uma extremidade da calha, fixada num suporte, em particular um muro ou parede vertical, apresentando esta peça terminal uma superfície exterior própria para se ligar à da calha, para assegurar uma transição para o suporte de fixação da calha.
Descreve-se uma tal peça terminal, por exemplo, nos documentos WO-A-8806361 e US-A-3 840 140.
Uma tal peça terminal destina-se a proteger a extremidade da calha contra os choques e, sobretudo, a proteger as pessoas relativamente à corrente eléctrica que circula nos condutores da calha. As duas funções combinam-se, aliás, quando se pretende impedir a introdução de corpos estranhos (fios, ganchos, chaves de parafusos) e, mais particularmente, corpos estranhos condutores, depois da conduta ser sujeita a um choque. Além disso, esta peça terminal assegura uma função estética, designadamente pela transição harmoniosa entre a superfície exterior da calha e a do suporte de fixação.
Classicamente, as peças terminais são constituídas por peças fixadas nos perfis das calhas, por diversos meios, tais como a colagem, o encaixe com aperto, uma garra metálica que vai penetrar no material plástico da calha e da peça terminal, por fixação na calha por parafusos.
Devendo a peça terminal assegurar uma função de obstrução da calha e uma função estética, isso conduz a exigências por vezes contraditórias. Em particular, até ao presente, era necessário ter dois tipos de peças terminais, um para montagem à 2 esquerda e outro para montagem à direita da calha. A invenção tem por objectivo, principalmente, proporcionar uma peça terminal que permita satisfazer melhor as exigências impostas pela função de obstrução e pela função estética, e que pode ser montada tanto à esquerda como à direita. A invenção tem igualmente por objecto proporcionar uma peça terminal que tenha uma fabricação económica e cuja montagem seja simples e rápida.
De acordo com a invenção, uma peça terminal para calha de encaminhamento de condutores eléctricos, tal como atrás se definiu, é caracterizada pelo facto de compreender duas partes, a saber: - uma primeira parte de obturação, para fechar o espaço interior da calha, apresentando esta primeira parte um cimo e uma base e podendo ser montada indiferentemente numa extremidade da direita ou da esquerda ua calha, sendo a passagem de uma posição de montagem para a outra obtida por uma rotação desta primeira parte, trocando as posições do cimo e da base; - uma segunda parte de cobertura, própria para se fixar na primeira parte e assegurar a ligação à superfície exterior da calha, apresentando esta segunda parte uma cabeça e um pé e podendo passar de uma posição de montagem à direita para uma posição de montagem à esquerda, por rotação em tomo de um eixo sensivelmente paralelo à direcção cabeça/pé, sem mudar as posições relativas respectivas da cabeça e do pé. permitindo a combinação destas duas partes que a peça terminal seja reversível.
Geralmente, a rotação da primeira parte que muda as posições da base e do 3 3
cimo é uma rotação de meia volta, enquanto que a rotação da segunda parte para a passagem da posição de montagem à direita para a posição à esquerda é uma rotação de um quarto de volta.
Usualmente, a calha, quando é instalada, apresenta um bordo superior que tem uma forma diferente da do bordo inferior; de acordo com a invenção, o cimo e a base da primeira parte de obturação da peça terminal têm uma forma idêntica, enquanto que a cabeça e o pé da segunda parte de cobertura têm formas diferentes, adaptadas às dos bordos superior e inferior.
De preferência, a parte de cobertura está compreendida entre dois planos que fazem entre si um angulo de pelo menos 90° e apresenta uma superfície exterior, em forma de secções de superfície cilíndrica, fechada na parte superior por um sector de superfície convexa, que forma a cabeça, e aberta na parte inferior, ao nível do pé. O bordo superior da calha tem geralmente uma forma cilíndrica, com geratrizes horizontais, quando a calha está no lugar, com secção transversal em arco de círculo; a cabeça da parte de cobertura da peça terminal é constituída por uma capa convexa, compreendida entre as faces de um diedro pelo menos recto, apresentando essa capa um vértice destinado a ser colocado contra o suporte de fixação da calha. A parte de obturação compreende um flanco que forma um obturador da calha e uma parede perpendicular ao flanco, que forma com este último um diedro recto, cuja concavidade se destina a ficar voltada para fora da calha, sendo a face exterior da parede plana, para ser colocada contra o suporte de fixação da calha, enquanto que a face exterior do flanco está provida de patilhas salientes, em particular com furos oblongos, para a fixação da peça terminal; estas patilhas salientes são em geral encaixadas no espaço interior da calha. O flanco e a parede que formam o diedro estão ligados, de preferência, por nervuras, que têm um plano médio perpendicular à aresta do diedro e estão situadas na concavidade do diedro. O flanco da parte de obturação está vantajosamente provido de patilhas de centragem e guiamento, para a montagem, estando estas patilhas previstas em particular na vizinhança do cimo e da base, e a meio do flanco. A parte de cobertura e a parte de obturação da peça terminal compreendem meios de ligação conjugados, para assegurar a fixação da parte de cobertura na parte de obturação.
Estes meios de ligação conjugados podem compreender, do lado da parte de obturação, pelo menos um sector cilíndrico, convexo para fora, que se estende no interior da concavidade do diedro recto e cuja parte central, está disposta na forma de lingueta de fixação, enquanto que a parte de cobertura compreende, no interior, uma patilha, de forma côncava, conjugada da do sector, própria para se fixar por encaixe no referido sector.
Os meios de ligação previstos na parte de obturação são dispostos de maneira simétrica em relação ao centro desta parte, de modo que na posição de montagem à direita ou de montagem à esquerda, os meios de ligação ocupam a mesma posição, na direcção vertical.
Vantajosamente, as nervuras de rigidez da parte de obturação são previstas a meia altura do ou dos sectores cilíndricos que constituem meios de fixação para a parte de obturação.
Fora as disposições atrás mencionadas, a invenção consiste num certo 5 número de outras disposições, que serão consideradas mais adiante, a propósito de um exemplo de realização particular descrito com referência aos desenhos anexos, mas de modo nenhum limitativo.
As figuras dos desenhos representam: A fig. 1, uma vista em perspectiva de uma calha e uma peça terminal de acordo com a invenção, em curso de montagem na extremidade da direita da calha; A fig. 2, uma vista em perspectiva, sob um ângulo diferente, da calha e da peça terminal da fig. 1; A fig. 3, uma vista em perspectiva, de frente, da parte de obturação da peça terminal, A fig. 4, uma vista em perspectiva, de trás, da parte de obturação da fig. 3; A fig. 5, uma vista em perspectiva, de trás, da parte de cobertura da peça terminal; A fig. 6, um corte vertical, parcial, da parte de obturação e da parte de cobertura da peça terminal, ao nivel dos meios de ligação conjugados; A fig. 7, análoga à fig. 6, estando as duas partes representadas unidas mutuamente.
Com referência às fig. 1 e 2 dos desenhos, podemos ver uma calha (1) destinada ao encaminhamento de condutores eléctricos, não representados nos desenhos. Esta calha (I) compreende um fundo de conduta (2), que apresenta, para o lado de trás, uma parede destinada a ser fixada verticalmente contra uma parede e, para o lado da frente, alojamentos horizontais paralelos, que formam caminhos (3) para condutores ou cabos eléctricos. A secção transversal dos caminhos de guia (3) tem sensivelmente a forma de um U, aberto para cima, constituindo a parede de 6 fundo (2) uma perna do U. Os caminhos de guia (3) podem estar distribuídos por alturas diferentes, de acordo com o tipo de calha (1); o número de caminhos (3), para uma mesma calha, pode variar de um tipo para o outro. No exemplo representado, previram-se dois caminhos (3). O caminho superior, situado sensivelmente a meia altura da calha, fica por cima de uma passagem longitudinal (4), de secção rectangular, fechada de todos os lados e que desemboca conicamente nas extremidades longitudinais. Esta passagem (4) está situada a meia altura do fundo (2). A calha (1) compreende, além disso, uma tampa (5), apropriada para ser fixada por encaixe nos bordos longitudinais inferior e superior do fundo (2). Quando a calha estiver no lugar, num plano vertical contra uma parede, estando a tampa (5) também no lugar, os bordos superior e inferior da calha são constituídos pelos bordos superior (6) e inferior (7) da tampa (5). O bordo superior (6) tem uma forma diferente da do bordo inferior (7), no exemplo representado, o bordo superior (6) é constituído por uma porção de superfície cilíndrica, de geratrizes horizontais, quando a tampa (5) estiver no lugar, com secção transversal em forma de arco de curva cuja convexidade está voltada para fora; é claro que é possível qualquer outra forma, como por exemplo uma forma prismática. Uma parede plana (8), vertical, assegura a ligação entre o bordo superior (6) e o bordo inferior (7), situado num plano horizontal, em ângulo recto com a parede (8).
Nas fíg. 1 e 2, a calha (1) tem um comprimento reduzido segundo a direcção Horizontal, para as necessidades da representação. E claro que a calha (1) tem geralmente um comprimento muito maior que o representado nos desenhos. O fecho da calha (l), nas suas extremidades, em particular na extremidade da 7 7
direita, nas fíg. I e 2, é assegurado por uma peça terminal (E), que compreende duas partes (A) e (B). A primeira parte (A), ou parte de obturação, destina-se a fechar o espaço interior da calha. Esta parte (A) é prevista para poder ser utilizada, de preferência, em vários modelos de fundo (2) de calha, com divisórias dispostas de maneira diferente.
Esta primeira parte (A) apresenta um cimo (9) e uma base (10) e pode ser montada indiferentemente numa extremidade da direita ou da esquerda da calha (1). A passagem de uma posição de montagem para a outra, obtém-se por uma rotação desta parte (A), mudando as posições do cimo (9) e da base (10); por outras palavras, de acordo com a representação dos desenhos, a rotação em questão é uma rotação de meia volta (180°), efectuada em tomo de um eixo horizontal perpendicular à parede de fundo (2) da calha e situado a meia altura da parte (A). A parte (A) compreende um flanco (11), que constitui um obturador da conduta da calha (1) e que impede a penetração de corpos estranhos. Este flanco (11) é constituído por uma parede plana, cujo contorno vai casar-se sensivelmente com o contorno interior da tampa (5). Todavia, enquanto que o bordo inferior (7) da tampa (5) tem uma forma diferente da do bordo superior (6), a base (10) do flanco (11) tem a mesma forma, em arco de curva, que o cimo (9), sendo esta forma apropriada para se casar com a face interior do bordo superior (6) da tampa (5). Podemos assim realizar um fecho relativamente preciso na parte superior do espaço interior da calha (1), na zona onde é possível o acesso aos condutores eléctricos. Pelo contrário, na parte inferior da tampa (5), mesmo que subsista uma folga relativamente grande entre a base (10) e o bordo inferior (7) da tampa, isso não prejudica nada porque 8 praticamente não é possível atmgir os condutores por baixo, visto que eles assentam em caminhos de cabo (3) fechados na parte de baixo. O flanco (11), cuja espessura pode ser relativamente reduzida não oferece demasiada prisão quando de um choque. Ele está dotado com patilhas salientes (12, 12’), numa direcção média horizontal, perpendicular ao plano do flanco (11). No exemplo considerado, previram-se duas patilhas (12, 12’), mas o seu número pode variar. As patilhas (12, 12’) foram previstas simétricas em relação ao centro da parte (A), a fim de encontrar uma posição relativa idêntica para as montagens à direita ou à esquerda. Estas patilhas (12, 12’) têm um plano médio vertical e são reforçadas por nervuras horizontais, que constituem chapas de nó (13), entre o flanco (11) e a patilha associada. As patilhas (12, 12’) estão providas de furos alongados (14), na sua zona central, para permitir a fixação contra uma parede, por meio de parafusos que atravessam igualmente o fundo (2) da conduta.
Previram-se patilhas de centragem (15, 15’), respectivamente na vizinhança da base e do cimo do flanco (11), para cooperar com alojamentos (16, 16’), constituídos por uma espécie de ranhuras previstas na face traseira do fundo, a fim de assegurar um bom posicionamento da parte (A) e participar na ligação com o fundo (2). Além disso, o flanco (11) está provido, a meia altura, de uma saliência (S), de secção rectangular, conjugada com a secção da passagem (4) e destinada a encaixar-se nessa passagem. O conjunto da saliência (S) e das patilhas (15, 15’) está igualmente disposto para manter a mesma disposição relativamente à calha (1) quer a peça (A) se apresente para montagem à direita, quer para montagem à esquerda. O flanco (11) é solidário com uma parede (17), que com ele forma um diedro recto (18) (fig. 3 e 4), cuja concavidade se destina a ficar voltada para fora. A face 9 9
exterior da parede (17), como se vê na fig. 4, é plana, de modo a poder ser colocada contra a parede de fixação da calha (1). Deve notar-se que o plano das patilhas (12, 12') está desviado para a frente, em relação à parede (17), enquanto que as patilhas (15, 15?) têm o mesmo plano médio que a parede (17). A segunda parte (B), ou parte de cobertura, da peça terminal (E), é apropriada para se fixar na primeira parte (A) e assegurar a ligação à superfície exterior da calha, isto é, à superfície exterior da tampa (5).
Esta segunda parte (B) é essencialmente constituída por um sector de superfície cilíndrica (19) (fig. 2), cujas geratrizes são verticais, quando esta parte (B) está no lugar, na extremidade da calha (1). fixada numa parede. O corte do sector (19) por um plano perpendicular às geratrizes é constituído por um arco de circunferência ligeiramente maior que 90°. O sector (19) é limitado por dois bordos verticais (20, 21), cujas faces traseiras formam zonas de sobreposição (R. R'), que podem ver-se na fig. 5. O bordo vertical (20) do sector (19), do lado da calha, vai colocar-se contra a extremidade da parede vertical (8) cobrindo-a, enquanto que o outro bordo vertical (21) do sector (19) se apoia contra a parede de fixação da calha (1). A parte (B) compreende uma cabeça (22), formada por uma espécie de coifa convexa, limitada por um contorno triângulo curvo, compreendido entre as faces de um diedro ligeiramente mais aberto que um diedro recto. O bordo (23) da cabeça (22), voltado para a calha (1), sobrepõe-se à extremidade da parte supenor (6) da tampa (5). O outro bordo (24) da cabeça (22) vai apoiar-se contra a parede de fixação da calha (I). A cabeça (22) termina num cimo (25), apoiado contra a calha (1). De preferência, as zonas de sobreposição (R, R’) prolongam-se ao nível dos bordos (23, 24), de modo que o bordo (23) vai cobrir ligeiramente o bordo adjacente da parte (6) da tampa. A parte (B) compreende um pé (26), cuja forma é diferente da cabeça (22). Como se vê na fíg. 5, o pá (26) apresenta um espaço livre, limitado pela secção transversal inferior do sector (19). Vè-se que esta parte (B) pode ser montada à direita ou à esquerda da calha (1), efectuando-se a passagem da posição à direita, ilustrada nas fig. 1 e 2, para a posição à esquerda, por rotação de um quarto de volta (90°), em tomo de um eixo vertical, sensivelmente paralelo à direcção cabeça (22)/pé (26). O bordo (23) que, na posição à direita, está em contacto com a extremidade do bordo superior (6) da calha, vai então apoiar-se, na direcção à esquerda, contra a parede de fixação da calha, enquanto que o bordo (24) vai apoiar-se contra o bordo superior da esquerda da calha.
Prevêem-se meios de ligação conjugados (27, 28) (fíg. 6), respectivamente nas partes (A) e (B), para assegurar a sua fixação, vantajosamente por uma colocação, de cima para baixo, da parte (B) na parte (A).
Os meios de ligação (27), na parte (A), estão dispostos para ocupar, relativamente à calha (1), uma posição relativa igual na montagem à direita ou à esquerda da peça (A). No exemplo considerado, prevêem-se dois meios de ligação (27), simetricamente em relação ao plano horizontal médio da parte (A), de modo que há uma troca entre o meio de ligação inferior (27) e o meio de ligação superior, quando da passagem da cabeça para baixo da peça (A). Além disso, cada um dos meios de ligação (27) é simétrico em relação a um plano médio horizontal.
Cada um dos meios de ligação (27) compreende duas linguetas (29) simétricas em relação a uma nervura de rigidificação (30), cujo plano médio é perpendicular à aresta do diedro (18). Prevèem-se duas aberturas rectangulares (31), de um lado e do outro desta nervura (30), na parede (17), designadamente para facilitar a moldação. A extremidade interior das linguetas (29) afastada da nervura (30), está provida de um gancho (32). As linguetas (29), ancoradas na nervura (30), apresentam uma certa elasticidade em flexão, são simétricas em relação ao plano bissector do diedro (18).
De preferência, as linguetas (29) são delimitadas num sector cilíndrico (33), que liga os bordos extremos do flanco (11) e da parede (17), por recortes verticais (34) , de cada um dos lados da Iingueta (29). A nervura (30) está situada a meia altura do sector (33).
Os sectores cilíndricos (33) têm um raio de curvatura tal que eles vão casar--se com a superfície interior da parte (B), quando ela está colocada no lugar.
Os meios de ligação (28) da parte (B) compreendem pelo menos uma patilha (35) , que vem de moldação, com a peça (B), que apresenta uma certa elasticidade e é encurvada para baixo, como se vê nos desenhos. Esta patilha (35) tem uma forma côncava, conjugada da patilha (29) e do sector (33), de modo que vai casar-se com a superfície interior do sector (33). A patilha (36) compreende uma abertura (36) rectangular, cujos lados grandes estão situados num plano perpendicular às geratrizes da superfície (19). Quando da montagem, os ganchos (32) vão imobilizar--se nas aberturas (36), com uma certa libertade angular, para facilitar a colocação no íugar. A extremidade inferior da patilha (35), como se vê na fig. 6, é ligeiramente encurvada do lado oposto ao sector (19) para facilitar a montagem na patilha (29).
No exemplo considerado, previram-se dois meios de ligação (28), conjugados dos dois meios de ligação (27), no interior da parte (B), em posições apropriadas.
As partes (A) e (B) são vantajosamente feitas de material plástico e são moldadas numa só peça.
Sendo assim, a utilização e a colocação no lugar da peça terminal (E) de acordo com a invenção resultam das explicações anteriores.
Para a montagem à direita, das fig. 1 e 2, coloca-se no lugar a parte (A), na extremidade da calha, encaixando as patilhas (15, 15’) nos alojamentos de centragem (16, 16’) e a saliência (S) no alojamento (4). Quando a centragem for correcta, assegura a fixação da parte (A) na parede por meio de parafusos que atravessam os furos (14).
Apresenta-se em seguida a parte (B), que se encaixa de cima para baixo, na parte (A), de modo a assegurar a fixação das patilhas (35) nos ganchos (32) das linguetas (29).
Quando a pane (B) estiver no lugar, as suas superfícies exteriores (19) e (22) ligam-se às da calha e garantem de maneira estética o fecho desta calha.
As nervuras (30) garantem a rigidez do conjunto do flanco (1L) e da parede (17) e evitam assim que, quando de um choque, o flanco (11) se afaste da extremidade da calha. A parte (B) assegura, além da estética, a função de pára-choques e confere, graças à zona de sobreposição (R, R’), uma segurança suplementar, em relação à penetração de objectos. O sentido de fixação, de cima para baixo, foi escolhido como sento favorável, em relação às trajectórias de choques que se encontram no caso de um rodapé. A montagem, numa extremidade esquerda da calha (1), da peça terminal (E) da invenção é feita da seguinte maneira. Roda-se a parte (A) de meia volta, em torno de um eixo horizontal que passa a meia altura, de modo a mudar as posições do cimo (9) e da base (10) e, do mesmo modo, das patilhas (15, 15’) e (12, 12’). Encaixa-se a parte (A) na calha e fixa-se como já foi indicado.
Roda-se a parte (B) de um quarto de volta, em tomo de um eixo vertical, de modo a mudar as posições dos bordos (23) e (24) da cabeça (22), que fica na parte superior. Encaixa-se em seguida a parte (B) e fixa-se de cima para baixo na parte (A). A peça terminal (E) da invenção é pois reversível, isto é, serve tanto para a extremidade da direita como para a extremidade da esquerda. Permite dissociar a função de obstrução, assegurada pela parte (A) e as funções de estética e resistência aos choques, asseguradas pela parte (B).
Lisboa, 10 de Março de 2000
Kma do Sttiíire, 195/r/c-Drt. Ϊ250 LISBOA
Claims (10)
- Reivindicações 1. Peça terminal para calha (1) de encaminhamento de condutores eléctncos, destinada a fechar uma extremidade da calha (1), fixada num suporte, em particular um muro ou uma parede vertical, apresentando esta peça terminal uma superfície exterior própria para se ligar às superfícies (5, 6, 7) da calha, para assegurar uma transição para o suporte de fixação da calha, caracterizada pelo facto de compreender duas partes (A, B), isto é: - uma primeira parte de obturação (A), para fechar o espaço interior da calha (1), apresentando esta primeira parte (A) um cimo (9) e uma base (10), e podendo ser montada indiferentemente numa extremidade da direita ou da esquerda da calha (1), sendo a passagem de uma posição de montagem para a outra obtida por uma rotação desta primeira parte (A), mudando as posições do cimo (9) e da base (10); - uma segunda parte de cobertura (B), própria para se fixar na primeira parte (A) e para assegurar a ligação à superfície exterior (5, 6) da calha, apresentando esta segunda parte uma cabeça (22) e um pé (26) e podendo passar de uma posição de montagem à direita para uma posição de montagem à esquerda, por rotação em tomo de um eixo sensivelmente paralelo à direcção cabeça/pé, sem alterar as posições relativas respectivas da cabeça (22) e do pé (26), permitindo a combinação destas duas partes (A, B) que a peça terminal (E) seja reversível.
- 2. Peça terminal de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo facto de a primeira parte de obturação (A) estar disposta para passar de uma posição de montagem à direita para uma posição de montagem à esquerda, por uma rotação de meia volta, que muda as posições do cimo e da base, enquanto que a segundaparte de cobertura (B) está disposta para passar de uma posição de montagem à direita, para uma posição de montagem à esquerda, por uma rotação de um quarto de volta em tomo do referido eixo sensivelmente paralela à direcção cabeça/pé.
- 3. Peça terminal de acordo com as reivindicações 1 ou 2, para calha, cujo bordo superior (6) tem uma forma diferente da do bordo inferior (7), caracterizada pelo facto de o cimo (9) e a base (10) da primeira parte de obturação (A) terem uma forma idêntica, enquanto que a cabeça (22) e o pé (26) da segunda parte de cobertura (B) têm formas diferentes, adaptadas às dos bordos superior e inferior da calha.
- 4. Peça terminal de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizada pelo facto de a parte de obturação (A) compreender um flanco (11), que constitui um obturador, e uma parede (17) perpendicular a este flanco (10) e formando com ele um diedro recto (18), cuja concavidade se destina a ficar voltada para fora da calha, tendo a parede (17) uma face exterior plana, para ser colocada contra o suporte de fixação da calha, enquanto que o flanco (11) está provido, do lado oposto à parede (17), com patilhas salientes (12, 12’), com furos alongados (14) para a fixação da peça terminal.
- 5. Peça terminal de acordo com a reivindicação 4, caracterizada pelo facto de o flanco (11) e a parede (17), que formam o diedro (18), serem ligados por nervuras (30), na concavidade do diedro, que têm um plano médio perpendicular à aresta do diedro.
- 6. Peça terminal de acordo com uma qualquer das reivindicações anteriores, caracterizada pelo facto de a parte de cobertura (B) compreender uma parede em forma de sector cilíndrico (19), com geratrizes verticais, quando a parte(B) está no lugar, numa calha fixada numa parede, sendo o corte transversal do sector (19) por um plano perpendicular às geratrizes, formado por um arco de circunferência ligeiramente maior que 90°.
- 7. Peça terminal de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, para calha, cujo bordo superior (6) tem uma forma cilíndrica, caracterizada pelo facto de a cabeça (22) da segunda parte (B) ser formada por uma coifa convexa, compreendida entre as faces de um diedro ligeiramente mais aberto que um diedro recto, com um cimo (25) destinado a ser colocado contra a parede, enquanto que o pé (26) apresenta um espaço livre.
- 8. Peça terminal de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizada pelo facto de a parte de cobertura (A) e a parte de obturação (B) compreenderem meios de ligação conjugados (27, 28), para assegurar a fixação da segunda parte (B) na primeira parte (A).
- 9. Peça terminal de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo facto de os meios de ligação conjugados (27, 28) estarem dispostos para assegurar uma colocação de cima para baixo, da parte de cobertura (B) na parte de obturação (A).
- 10. Peça terminal de acordo com as reivindicações 8 ou 9, caracterizada pelo facto de os meios de ligação (27) da parte de obturação (A) compreenderem pelo menos uma lingueta (29) determinada por recortes (34) feitos num sector cilíndrico (33), que se estende na concavidade do diedro (18) de uma face à outra, enquanto que a parte de cobertura (B) compreende, no interior, pelo menos uma patilha (35), de forma côncava conjugada da patilha (29) e do sector cilíndrico da primeira parte (A), própria para se fixar por encaixe num gancho (32) da referida 4lingueta (29). Lisboa, 10 de Março de 2000
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