PT82507B - Processo de preparacao de um material de registo contendo uma composicao reveladora de cor - Google Patents

Processo de preparacao de um material de registo contendo uma composicao reveladora de cor Download PDF

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Description

MEMORIA DESCRITIVA
Este invento descreve a preparação de material de registo, contendo uma composição reveladora de cor para uso em conjuntos de registos sensíveis à pressão (ou papel de cópia sem carbono, como são mais conhecidos).
Uma composição reveladora de cor, tal como é bem conhecida na arte, é uma composição que dá origem a uma mancha co lorida quando em contacto com uma solução incolor de material cromogénico (estes materiais cromogénicos são também chamados produtos de cor).
Os conjuntos de registo sensíveis à pressão podem ser de vários tipos. 0 mais vulgar, conhecido como tipo de transferência, compreende uma folha superior (aqui referida como CB, coated back, revestida no verso), revestida na sua face poste rior com microcápsulas contendo uma solução num solvente de óleo de pelo menos um material cromogénico, e uma folha inferior (aqui referida como CF, coated front, revestida na frente) revestida na sua face superior com uma composição reveladora de mais de uma cópia, introduzem-se uma ou (aqui referidas como CFB, frente e atrás), cada uma delas revesti microcápsulas e na face superior com a reveladora de cor. A pressão exercida sobre as focor. Se for necessária mais folhas intermédias coated front and back da na face composição lhas, revestidas à inferior com quando se escreve à mão ou à máquina, rompe as microcápsjj las libertando a solução de material cromogénico sobre a composição reveladora de cor, provocando uma reacção química que revela a cor do material cromogénico e produz assim uma imagem.
Num outro tipo de conjunto de registos sensíveis à pressão, conhecidos como tipo auto-contido ou autogéneo, tanto as microcápsulas contendo o material cromogénico como a composição reveladora de cor, estão presentes em justaposição na ou sobre a mesma folha.
Estes conjuntos de folhas de cópia, sensíveis à pressão, têm sido largamente divulgados na literatura das patentes.
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Ref: RON/AP/SP/SMH/3487/ /PORTUGAL Case 3487 de cópias por transferência estão descri
730 456 e conjuntos auto-contidos estão
730 457.
Por exemplo, conjuntos tos na patente US Ns, 2 descritos na patente US
N°.
Têm sido propostos muitos materiais tanto orgânicos como ingredientes activos Entre estes têm alcançado como inorgânicos, para serem usados em composições reveladoras de cor.
bastante sucesso comercial materiais orgânicos como as resinas novolak de formaldeido-fenol e derivados de ácido salicílico e, como materiais inorgânicos adsorventes, por exemplo as argilas de montmorilonite lavadas por ácido.
de registos sensícomo conjuntos de papel que constitju
Assim
Na prática comercial, os conjuntos veis h pressão são normalmente pré-impressos forma comercial, isto é, as várias folhas de em o conjunto são impressas antes de serem agrupadas, uma característica bem importante que o papel deve ter para cons tituir esses grupos é se refere à qualidade à facilidade, rapidez são.
ser de excelente impressão, tanto no que do produto depois de impresso como quanto e perfeição da própria de papeis de cópia conjuntos para cópias por diversas técnicas
A impressão sem operação de impres.
carbono para uso comerciais, é convenientemente real_i de impressão, por offset.
das quais uma das mais
Nesta técnica as folhas em rápida su.
como zada importantes é a litografia a serem impressas são fornecidas, individualmente, cessão de uma pilha colocada no lado da alimentação da impress_o passam por um rolo de impressão e vão para uma pilha coloca da à saída da impressora.
rolo impressor que aceita, da sua superfície enquanto perfície.
ra,
Aplica-se tanto tinta como água ao selectivamente, a tinta numa parte aceita água na restante parte da suPara que a impressão seja eficiente é necessário que não haja aglutinação ou fornecimento duplo de folhas durante a alimentação e que, após impressão, as folhas possam constituir uma pilha direita e simétrica, isto é deverá haver um mínimo de folhas salientes da massa da pilha durante o seu avanço e acumulação. No caso deste objectivo não ser conseguido à medi64 848
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da que a pilha se forma, esta deve ser capaz de ser rapidamente acertada por meios mecânicos de modo a obter-se uma pilha bem z
direita e simétrica sem folhas salientes. E também importante
que as folhas da pilha não encaracolem senão minimamente. Difi. culdades de empilhamento ou papel excessivamente ondulado restringem a operação da impressão e demoram o subsequente fornec_i mento de folhas impressas conduzindo possivelmente à necessidade, economicamente desvantajosa, de uma operação de separação de fo 1 has.
Verifica-se em geral que as folhas CF e CFB que utili zam materiais inorgânicos adsorventes como ingredientes activos das suas composições reveladoras de cor, apresentam problemas mais sérios com a impressão litográfica-por-offset-húmida do que folhas idênticas que usem ingredientes activos orgânicos.
Descobriu-se agora que os referidos problemas na impressão litográfica por offset húmida de folhas CF e CFB, utilizando uma composição reveladora de cor com ingredientes acti vos inorgânicos adsorventes, podem ser reduzidos ou mesmo elimi
nados se a composição reveladora de cor contiver um sal de ácido gordo de cadeia longa, isto é, um sal de ácido gordo com um mínimo de cerca de 12 átomos de carbono. A presença deste mate rial, sal de ácido gordo de cadeia longa, revelou melhorar a reactividade da composição reveladora de cor (este último fac tor mencionado é evidentemente de crucial importância em relação a qualquer material que se considere para uso como aditivo
Λ \ de uma composição reveladora de corj.
Cá têm sido anteriormente propostos sais de ácidos gordos siçães de cadeia longa para reveladoras de cor.
utilização em certos tipos de comp.o
Por exemplo, a patente UK N2.
283 446 descreve te de revestimento o uso do estearato de cálcio como
A numa composição reveladora de cor lubrif ica_n contendo uma resina fenélica como ingrediente principal revelador de cor. A patente UK N9. 1 364 736 descreve o uso de sais metálicos de ácidos orgânicos como estabilizadores em composições reveladoras de cor das quais o ingrediente activo principal é um sal me tálico de um polímero que seja um produto da reacção de um ácido
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Ref: RJN/AP/SP/SMH/3487/ /PORTUGAL Case 3487 ou anidrido carboxílico aromático com um aldeído ou acetileno.
Os sais metálicos que podem ser usados como estabilizadores incluem sais de ácidos gordos de cadeia longa, tes UK N°s. 1 472 580 e 1 506 813 e o pedido de peia Na. 93208 A veladoras de cor de outro cloreto europeia N£. 101
Todas as patenpatente eurocomposições rerevelam o uso de estearatos em que se baseiam no uso do cloreto de zinco ou metálico para gerar cor,
320 A revela o uso de sabões metálicos para pedido de patente
melhorar a velocidade de formação da imagem de sistemas reveladores de cor que se baseiam no uso de sais de níquel e de ditijo -oxamidas para a criação de cor. 0s sais de ácidos gordos de cadeia longa foram também propostos para uso em papeis termográficos (ver por exemplo as patentes do UK NQs. 1 294 430, 1 402 270, 1 479 476 e 1 479 542 e a patente US Na. 3 988 501) e em papeis de impressão revestidos (ver por exemplo a patente UK l\l£. 1 123 197). Apesar das revelações anteriores não foi até agora descrito que o uso de sais de ácidos gordos de cadeia longa poderia resolver problemas que se mantinham com o forneci, mento de folhas à impressora litográfica offset húmida de pa peis de cópia contendo composições reveladoras de cor com um i_n grediente activo inorgânico adsorvente (o cloreto de zinco, ain da que de natureza inorgânica não tem propriedades adsorventes) A este respeito note-se que a eficiência e rapidez da alimenta ção dos papeis de cópia contendo composições reveladoras de cor com ingredientes activos inorgânicos adsorventes, é normalmente muito pior que os papeis de impressão normais revestidos de ar gila.
presente invento fornece um processo de preparação de material de registo contendo uma composição reveladora de cor da qual o ingrediente activo principal é um material inorgâ nico adsorvente, caracterizado por a composição conter um sal de ácido gordo de cadeia longa.
material activo inorgânico adsorvente pode ser por exemplo uma argila ácida, por exemplo uma argila de montmorilonite lavada por ácido, tal como o revelado pela patente UK N2. 1 213 835, uma mistura de sílica hidratada/alumina hidratada
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como se descreve nos pedidos de patente europeias NSs.
422 165 A e 42 266 A ou o zircónio ou um seu derivado como se descreve no pedido de patente UK N9. 2 112 159 A ou no pedido de patente europeia Ne. 81 341 A. Além do ingrediente activo principal, a composição reveladora de cor pode conter outros ingredientes como cargas ou inertes, por exemplo caulino, carbonato de cálcio ou talco, ajustadores de pH como o hidróxido de sódio ou de potássio, e um latex ou outro ligante.
temente importante que o sal escolhido não desactive a composição reveladora de cor.
sal metálico preferido é o estearato de cálcio.
sal de ácido gordo estará, de preferência, na compo. sição reveladora de cor numa quantidade entre cerca de 2 e cerca de 5/0 em peso. Podem usar-se quantidades mais elevadas se tal for desejado, por exemplo até cerca de 10/ em peso, mas os melhoramentos obtidos não se podem comparar com os da adição em níveis mais baixos.
G papel de registo em causa pode não ser revestido na superfície oposta à que recebe a composição reveladora de cor, isto é, pode ser um papel CF ou pode levar um revestimento de microcápsulas contendo uma solução de material cromogénico na superfície oposta, isto é, pode ser um papel CFB.
EXEMPLO 1 co, a uma
Juntou-se estearato de cálcio, sob a forma de pó seformulação reveladora de cor, de argila aquosa, até
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Ico |o um nível de 2% em base seca. A formulação reveladora de cor continha um revelador de cor de argila de montmorilonite lavada por ácido e caulino, numa proporção de 70:30, um ligante de látex e hidróxido de potássio suficiente para tornar a mistura li. geiramente alcalina. A composição resultante foi revestida em lâmina sobre papel em folha por meio de um revestidor tipo pil _2 to, até um peso de revestimento seco de cerca de 8 g m . 0 p pel resultante foi então ensaiado para verificar se era adequado à alimentação da impressão litográfica offset húmida, tanto no que se refere à rapidez de alimentação como à de empilhamento e à sua eficiência de revelação de cor, em comparação com um papel de controlo com uma composição reveladora de cor que não continha estearato de cálcio mas que, no restante, era igual à do papel em ensaio. Os ensaios foram realizados e obtiveram-se os seguintes resultados:
a) Velocidade de Alimentação
Neste ensaio resinas de cada um dos papeis, de formato A^, foram impressas em litografia offset húmida numa impressora Solna de 5000 impressães por hora. Em cada um dos casos fez-se um registo em video do lado da alimentação, do lado da saída e da pilha recolhida; examinando o registo em velocidade retardada obteve-se por comparação a eficiência da alimentação e da saída. Eoi também medida a quantidade de folhas salientes da pilha de saída e o seu deslocamento (um resultado ideal seria um deslocamento de folhas igual a zero).
registo de video mostrou, em primeiro lugar, que a eficiência de alimentação de ambos os papeis era boa, sendo a do papel em ensaio ligeiramente melhor do que a do papel de co_n trolo; em segundo lugar que a eficiência da entrega do papel em ensaio era nitidamente melhor do que a do papel de controlo.
A pilha de papel de controlo apresentava um deslocamento médio das folhas salientes de 10 a 20 mm, tanto de frente como de lado, enquanto que a pilha do papel de ensaio apresenta va um deslocamento médio de folhas de apenas 2 a 5 mm.
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b) Ensaio de Acumulação na Impressão
Este ensaia avalia a quantidade de restos deixados na manta impressora após um número especificado de impressões. Ve. rificou-se que tanto os papeis de ensaio como os de controlo de. ram resultados semelhantes, podendo portanto concluir-se que a adição de estearato de cálcio não conduz à deterioração da cap£ cidade impressora por acumulação de restos.
c) Ensaio de Intensidade Obtida por Calandragem (Cl - Calender Intensity”)
Este ensaio envolveu a sobreposição de tiras de papel CB sobre tiras de papeis de ensaio e papeis CF de controlo, pas. sando as tiras sobrepostas por uma calandra de laboratório para romper as cápsulas e portanto produzir uma cor sobre as tiras CF, medindo a reflectância das tiras assim coloridas (i) e exprimindo o resultado (i/l ) como percentagem da reflectância (I ) das tiras CF de controlo não usadas. Assim quanto mais baixo for o valor (i/l ) da intensidade de calandragem, mais in tensa é a cor desenvolvida.
As medidas de reflectância foram ambas realizadas 2 minutos depois da calandragem e 48 horas depois da calandragem, sendo a amostra mantida entretanto no escuro. A cor desenvolvi, da 2 minutos depois é principalmente devida à presença de materiais cromogénicos de desenvolvimento rápido, enquanto que a cor 48 horas depois deriva de materiais cromogénicos de desenvolvimento lento também presentes (o desvanecimento da cor dos materiais cromogénicos de desenvolvimento rápido também influe_n cia a intensidade final obtida).
Os resultados obtidos foram os seguintes:
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Papel Valor Cl (ΐ/ΐθ)
I 2 min ;48 horas
Papel ensaiado (com estearato de cálcio) 53,1 41,5
Controlo 50,2 40,4
Ainda que □ papel de ensaio seja secundariamente mais lento na revelação de cor, as intensidades finais da impressão foram semelhantes e a do papel de ensaio teve um padrão aceitável.
d) Investigações Várias
Foram conduzidos ensaios visando entender por que razão a adição de estearato de cálcio melhora a eficiência do papel nas operações de impressão litográfica offset húmida, fornecer factores de previsão do grau de adequação de aditivos alternativos para este fim.
ensaios foram o ângulo de contacto (medido apús 2 coeficiente de atrito e o looping. Os primeiro foram ensaios
Os segundos), o dois ensaios descrição adicional, mas o desenvolvido para ajudar a físicos padronizados ensaio looping foi avaliar a velocidade das folhas de papel.
No ensaio looping colocam-se tiras do papel de ensaio e tiras de controlo, lado a lado, sobre um suporte plano, segurando ao suporte uma das pontas e deixando livre a outra po.n ta de cada tira. Aplica-se então água atomizada uniformemente às folhas, enquanto se procede ao registo por video. Verificojj -se que, dentro de cerca de 4 segundos, as tiras, que eram planas antes da atomização de água, encaracolam com as pontas livres retraídas em direcção às pontas fixas, curvando o papel pai ra cima. Avaliando a velocidade da formação do caracol (loop) e a altura do caracol formado (p.ex. através de registo
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-10video repetido em movimento retardado) pode estimar-se a sensibilidade relativa dos dois papeis à humidade. Crê-se que este ensaio seja significativo na avaliação da qualidade dos papeis para a impressão litográfica offset húmida pois que os papeis impressos pela técnica litográfica offset húmida são molhados durante as operações de impressão.
Os resultados foram os seguintes:
Natureza do Ensaio Papel
Ensaio Controlo
A Angulo de contacto 759 669
(Coeficiente - estático de atrito) - dirâmico 0,46 0,59 j 0,39 0,50 j
Encaracolamento (looping) i A velocidade da formação do caracol í e a altura do caracol formado foram ΐ nitidamente menores para o papel en saiado do que para o papel de controlo
Estes resultados sugerem que um aditivo para melhorar a velocidade de alimentação de folhas com composições reveladoras de cor contendo uma proporção importante de um ingrediente activo inorgânico adsorvente, dsverá ser tal que aumente o ânpu lo de contacto, que baixe o coeficiente de atrito do papel e que melhore o comportamento no looping (encaracolamento).
EXEMPLO 2
Este exemplo ilustra o uso do estearato de cálcio, es. tearato de sódio e estearato de alumínio em níveis de adição de 3/ numa composição reveladora de cor, em tudo o mais como se des. creveu para o Exemplo 1. 0 procedimento adoptado e os resultados dos ensaios dos papeis revestidos, foram em geral como se
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-11descreveu para o Exemplo 1, excepto no estearato de cálcio que foi adicionado à formulação reveladora de cor sob forma de suspensão 50/ aquosa e não como pó seco. Os estearatos de sódio e de alumínio foram adicionados como pó seco.
a) Velocidade de Alimentação
A pilha de papel de controlo apresenta um deslocamento médio das folhas salientes de cerca de 8 mm nas pontas e nos lados da pilha formada após impressão, enquanto que o deslocamento médio das folhas salientes contendo quer estearato de cál_ cio quer estearato de sódio foi apenas de 1 mm; para o papel cojn tendo estearato de alumínio foi apenas de 2 mm. 0 papel com e.s tearato de alumínio exibiu as melhores caracteristicas de alimentação, seguindo-se o papel com estearato de cálcio, depois o papel de controlo e por último o papel com estearato de sódio.
b) Acumulação na Impressão
Todos estes papeis contendo estearato mostraram melho res caracteristicas de impressão (menor acumulação de restos), sendo a ordem de preferência: estearato de sódio, seguido do estearato de cálcio, seguido do estearato de alumínio.
c) Intensidade na Calandragem (Ensaio Cl)
Os resultados foram os seguintes:
! Papel Valor Cl (i/l )
2 min 48 horas
Estearato de cálcio 47,3 38,4
Estearato de sódio 47,0 39,0
Estearato de alumínio 45,0 37,7
Controlo 45,7 38,2
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Pode ver-se que há pouca diferença entre os papeis de controlo e os contendo estearatos.
d) Encaracolamento (looping)
Todos os papeis contendo estearatos encaracolaram menos do que o papel de controlo. Os papeis com estearato de alu. mínio ou de cálcio deram o mínimo ds encaracolamento.
e) Coeficiente de Atrito/Angulo de Contacto
Os resultados foram os seguintes:
Papel Coeficiente de Atrito A Angulo de contacto (s)
Dinâmico Estático
Controlo 0,46 0,56 88
Estearato de cálcio 0,41 0,54 88
Estearato de sódio 0,34 0,48 83
Estearato de Alumínio 0,48 0,57 89
Estes resultados não estão inteiramente de acordo com o comportamento que poderia ser predito pelos resultados corres, pondentes do Exemplo 1, mes, tendo em conta os resultados obtidos nos Exemplos 3 e 4 que corroboram os do Exemplo 1, pensa-se que os resultados acima podem ser anómalos nalguns aspectos.
EXEMPLO 3
Este exemplo ilustra o uso do estearato de cálcio e do estearato de alumínio em níveis de adição elevados (5/ no caso do estearato de cálcio e 5/ e 8/ no caso de estearato de alumínio) e o efeito de aplicar um revestimento de microcápsulas à outra superfície do papel para produzir um produto CFB.
Preparou-se uma composição reveladora de cor que se aplicou como revestimento, comc se descreveu nos Exemplos anteriores, excepto em que a proporção de montmorilonite lavada por
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ácido em relação ao caulino foi, aproximadamente, 75:25. 0 estearato de cálcio foi adicionado sob a forma de suspensão aquosa a 50% e o estearato de alumínio como pá quase seco.
A composição de revestimento de microcápsulas era do tipo convencionalmente usado para papel de cópia sem carbono. Além das microcápsulas continha ligantes e deis agentes convencionais para evitar a ruptura prematura das microcápsulas, nome adamente partículas de amido de trigo e um tufo de fibras celulósicas moídas. Aplicou-se a composição pela técnica do rolo revestidor de tipo convencional para este fim, a um peso seco de revestimento de cerca de 4 g m papel foi submetido aos ensaios descritos nos exemplos anteriores (usando dois controlos de argila CF diferentes e 2 folhas CF CF3 de argilas diferentes como controlo).
Os resultados foram os seguintes:
a) Velocidade de Alimentação
Os papeis contendo 5/ de estearato de cálcio e 5% de estearato de alumínio deram os melhores comportamentos. Os dois controlos e o papel contendo 8/ de estearato de alumínio foram comparáveis em eficiência. Tendo em vista □ tipo de resultados obtidos com a adição de estearato em outros Exemplos e o bom resultado obtido com a adição de 5% de estearato de alumí nio, o facto de não se notar nenhum melhoramento com a adição de δ/ de estearato de alumínio é surpreendente e pode portanto ser anómalo.
b) A cumulação na Impressão de cálcio mostrou maior da folha de controlo. A
A folha com 5% de estearato capacidade, substancialmente acima da folha com 5% de estearato de alumínio foi comparável ao controlo. A folha com 8/ de estearato de alumínio foi controlo.
pior do que o
c) Intensidade na Calandragem (Cl)
Este ensaio realizou-se de dois modos, primeiro com a
-1464 S48
Ref; R3N/AP/SP/SMH/3487/ /PORTUGAL Case 3487 face CB da folha CFB em contacto com a face CF de uma outra folha do mesmo papel CFB, e em segundo lugar com a folha CB em contacto com □ papel CF que n2o tinha sido revestido com micro cápsulas .
Os resultados foram os seguintes:
Papel Valor Cl (l/l ) ' ' 0
CFB contra CFB CFB contra CF
2 min 48 horas 2 min 48 horas
Controlo I 5 u,6 26,0 47,6 41,5
II 53,3 34,5 48,3 42,0
5% estearato de cálcio 56,4 3G,5 51,7 42,9
5/ estearato de alumínio 54,8 28,3 51,4 44,8
8/í ” ” 49,8 27,5 49,7 43,7
Os resultados são um pouco dispersos mas, dum modo geral, pode concluir-se que a inclusão de estearatos não provoca uma deterioração inaceitável da capacidade de formação de có_
d) Encaracolamento
A partir do encaracolamento mínimo formado (isto é, o da maior eficiência), a ordem foi a seguinte:
5$ de estearato de cálcio, 5$ de estearato de al_u mínio, 8$ de estearato de alumínio, os dois papeis de controlo.
A
e) Coeficiente de Atrito/Angulo de Contacto
Os resultados foram os seguintes:
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Papel Coeficiente de Atrito A Angulo de con tacto
Dinâmico Estático
Controlo 0,46 0,59 85
5,’á estearato de cálcio 0,31 0,44 87
5/ estearato de alumínio 0,35 0,49 91
8 / 0,37 0,51 94
EXEFiPLO 4
Neste exemplo, preparou-se papel CFB contendo 5/ de estearato de cálcio no revestimento revelador de cor, numa máquina de grande tamanho para fazer e revestir papel. A composi. ção reveladora de cor e as composiçães de revestimento de micro cápsulas foram preparadas e aplicadas como na generalidade se descreve nos Exemplos anteriores. Submeteram-se amostras do pa. pel CFB produzido e do papel CF produzido antes do revestimento com microcápsulas, aos ensaios descritos no Exemplo 1. Foi tam bém ensaiado um papel de controlo.
Os resultados dos ensaios foram os seguintes:
a) Velocidade de Alimentação papel CFB contendo estearato de cálcio e o papel de controlo CFB foram ensaiados numa série de experiências de impressão. Tomando os resultados em conjunto, o papel contendo estearato de cálcio foi considerado melhor do que o papel de controlo no que se refere à facilidade de saída.
Uma vez que o papel CF ensaiado era constituído por pequenas amostras dos extremos dos rolos e não estava propriamente cortado em folhas, não se fizeram ensaios sobre a velocidade da alimentação (entrada).
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b) Acumulação na Impressão
Os papeis CFB de controlo e de ensaio deram eficiência comparável.
ensaio da acumulação de restos não foi realizado pa, ra o tipo CF pelas mesmas razões atrás expostas (a).
c) Intensidade na Calandragem (C»I.)
Os resultados foram os seguintes:
Papel Intensidade de Calandragem
2 min 48 horas
Controlo (CFB) 5/ Estearato de cálcio (CFB) 54,4 52,9 42,1 42,4
Controlo (CF) 5;j Estearato de cálcio (CF) 44,2 44,0 | 38,4 38,2
N.B. - Os resultados Cl para as folhas CFB foram obtidos colocando a face CB da folha CFB em contacto com a face CF duma outra folha do mesmo papel CFB.
Pode ver-se que a inclusão de 5/ de estearato de cálcio não conduziu a uma deterioração da capacidade de produzir cópias.
d) Encaracolamento
Este ensaio foi realizado apenas sobre papel CFB. Observou-se que a velocidade de formação do caracol (loop) e a altura do caracol foram menores para o papel contendo esteara to de cálcio, do que para o papel CFB de controlo.
• 4
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-17A
e) Coeficiente de Atrito/Angulo de Contacto
Os resultados foram os seguintes:
Papel Coeficiente de Atrito A A ngulo de con tacto (3)
Dinâmico Estático
Controlo (CFB) 0,41 0,63 88
5/ estearato de cálcio (CFB) C,34 0,57 92
Controlo (CF) 0,47 0,55 85
5,- estearato de cálcio (CF) 0,38 0,47 91
REIVINDICAÇÕES

Claims (5)

1 - Processo de preparação de um material de registo caracterizado por ser revestido com composição reveladora de cor, da qual o ingrediente activo em maior quantidade é um material inorgânico adsorvente, em associação com um sal de um áci do gordo de cadeia longa.
2 - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracte rizado por o referido sal ser um estearato.
3 - Processo de acordo com a reivindicação 2, caracte rizado por o referido sal ser estearato de cálcio, estearato de sódio ou estearato de alumínio.
4 - Processo de acordo com as reivindicaçães 1 ou 2, caracterizado por o material inorgânico adsorvente ser uma argi. la ácida.
5 - Processo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por o referido sal se encontrar *- «I
64 848
Ref: RJN/AP/SP/SMH/3487/ /PORTUGAL Case 3487 presente numa quantidade de 2 a 5/ó em peso, em relação ao peso total da composição reveladora de cor.
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