PT83376B - Dispositivo de transformacao de corrente para um contador estatico de electricidade - Google Patents

Dispositivo de transformacao de corrente para um contador estatico de electricidade Download PDF

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Description

DESCRIÇÃO
O invento, refere-se a um dispositivo transformador de corrente, de acordo com o conceito da reivindicação 1.
A medição de grandes correntes para determinação do consumo de energia, por meio de contadores estáticos de electricidade, exige a utilização de tranformadores de corrente, cujos sinais de saída têm que ser adequados ao seu tratamento ulterior em unidades electrónicas de medida.
As correntes a serem medidas apresentam valores superiores a 100 amperes, os quais têm que ser abrangidos na escala de miliamperes com desvios de linearidade diminutos.
Relativamente a componentes de corrente contínua na corrente a medir,
-2este tipo de dispositivo deve ser fundamentalmente insensível.
Além disto, o consumo de energia auxiliar necessária para o funcionamento do dispositivo deverá ser reduzida ao mínimo possível.
Mais, os requesitos mencionados na publicação-IEC 521, especialmente a separação galvânica no caso de elevada resistência do isolamento, a resistência a curto-circuito, a insensibilidade a campos magnéticos parasitas exteriores assim como a independência da frequência, têm que ser preenchidos.
dispositivo construído como medidor da tensão magnética, de acordo com a DE-AS 1 079 192, é constituído por duas bobinas secundárias ligadas em série, as quais abraçem uma pista condutora de corrente.
Os enrolamentos parciais secundários estão curto-circuitados nas suas extremidades com material magnético.
Devido a isto, obtém-se um circuito magnético fechado (bobina-Rogowski), o qual, face a campos estranhos, se comporta de modo astático, contanto que a densidade das espiras dos enrolamentos parciais seja suficientemente grande e a distribuição das espiras seja uniforme.
Nos casos de densidades de corrente elevadas no condutor primário, em relação a este, as bobinas secundárias têm que manter, uma deter 'βΦδΟΙΒΊ minada distância para permitir uma integração correcta das tensões parciais do enrolamento distribuído de modo descontínuo.
dispositivo transformador de corrente conhecido está equipado com um andar de integração electrónico, o qual através da sua característica de dependência inversamente proporcional à frequência do sinal de entrada para o sinal de saída, efectua a compensação da variação proporcional à frequência da tensão induzida pela corrente de medida no enrolamento secundário e o qual introduz um desfazamento adicional de 90s do sinal de entrada em relação ao sinal de saída oposto em fase à corrente a medir.
sinal de medida, à saída do andar de integração é através daquele efeito independente da frequência de medida e encontra-se em oposição de fase à corrente de medida numa proporcionalidade directa entre as amplitudes.
No dispositivo transformador de corrente conhecido há a desvantagem que consiste no não total preenchimento do requesito de uma progressiva insensiblidade relativamente a campos externos de interferência magnética, devido à utilização de material ferro-magnético.
Mais, o dispositivo conhecido fornece sinais de saída muito pequenos, pois só existe um acoplamento diminuto entre os campos do condutor primário e das bobinas secundárias.
-4Deste modo, o processo presente não é adequado para a medição de intensidades de corrente inferiores a aproximadamente 1 Kiloampere.
invento, tem como objectivo desenvolver progressivamente o dispositivo para transformação de corrente do tipo mencionado na introdução, de modo a tornar possível uma insensibilidade contra campos magnéticos parasitas exteriores, bem como um elevado sinal de saída do lado | secundário, num espaço de construção reduzido e a utilização simultânea de componentes de baixo custo.
A solução do objectivo em conformidade com o invento está caracterizada pelos pontos constantes na reivindicação 1.
Neste dispositivo, o suporte da bobina apresenta, essencialmente, uma permeabilidade independente do campo magnético do condutor primário.
I enrolamento secundário é composto por duas bobinas ligadas em série, sendo os eixos das bobinas paralelos entre si.
sentido dos enrolamentos das bobinas corresponde ao de um solenoide dobrado ao meio, de 1809.
Esta disposição astática das bobinas origina um enrolamento secundário que, perante campos exteriores parasitas, alternados, magnéticos, homogéneos, permanece independente, pois que as fracções de tensão
-5induzidas em ambas as bobinas, através dos campos parasitas, se anulam recíprocamente.
Enquanto que nas bobinas conhecidas, constituídas por enrolamentos parciais, estes enrolamentos parciais são sempre colocados de forma a constituir um percurso de integração fechado, correspondente a uma bobina-Rogowski, no invento, para obtenção de pequenas dimensões, as ) bobinas secundárias só se projectam, respectivamente sobre segmentos de comprimento menor que 50% do das linhas do campo magnético, geradas pela corrente no condutor primário, de modo que não se forma qualquer via de integração fechada.
Aí, a segunda bobina secundária serve primordialmente para compensação da influência dos campos estranhos.
Tendo em vista uma compensação tão optimizada quanto possível, ambas as bobinas secundárias apresentam reduzidas dimensões de espaço e estão dispostas lado-a-lado, tão próximas uma da outra quanto possível.
As bobinas secundárias, sob a forma de bobinas rasas ou cilíndricas, podem ter um percurso paralelo dos respectivos eixos, no qual, pelo menos, uma de ambas se localiza num determinado espaço, onde a corrente primária gera uma intensidade de campo tão forte quanto possível.
-6A alta intensidade de campo exigida para um elevado sinal de saída do lado secundário do dispositivo é obtida pela moldagem do condutor primário em forma de laço.
Deste modo, as bobinas parciais secundárias só incluem o campo magnético do condutor primário numa localização pontual, na qual a soma das tensões induzidas em ambas as bobinas secundárias é proporcional ) à corrente primária a ser abrangida.
Uma característica importante a reter sobre o novo dispositivo transformador de corrente é o seu elevado acoplamento magnético entre o condutor primário e a bobina secundária, de que resultam sinais de saída de lado secundários grandes, os quais possibilitam a utilização do dispositivo para abarcar no regime linear correntes com intensida des até alguns miliamperes.
Isto obtém-se sem o uso de material ferro-magnético.
Resulta, assim, uma construção em espaço diminuto, possibilitando o fabrico a custos favoráveis.
Numa versão de construção preferencial, o condutor primário, em forma de laço, abraça a bobina secundária no seu perímetro de forma tão apertada e completa quanto possível.
Uma vez que, aqui, a bobina secundária se encontra disposta no inte-
rior de um condutor primário construído como olho, resulta assim um acoplamento magnético óptimo, com correspondentes sinais de saída elevados.
Numa versão de construção vantajosa, o condutor primário, com duas espiras ligadas em série, envolve ambas as bobinas secundárias.
Mas também é possível que no condutor primário constituído por condutores parciais ligados entre si, em paralelo, as suas espiras abranjam respectivamente uma das bobinas.
Desta forma, a corrente primária a ser medida reparte-se por duas espiras de forma que no caso de um condutor primário, preferencialmente formado em cobre estampado de secção rectangular, no cruzamento das peças condutores possam ser evitadas dobras.
As características assinaladas na reivindicação 5 representam uma versão de construção muito vantajosa.
Aqui, o condutor primário que toma a forma de condutor plano, está dobrado de 180s em torno de um eixo transversal, de modo que, os condutores de ida e retorno, estão sobrepostos, a uma distância reduzida.
Este espaçamento pode ser desenhado de forma a que, pelo menos parcialmente, possa ser utilizado para a colocação do enrolamento secun-
-8dário.
Nesta versão de construção, a influência magnética do campo parasita sobre o resultado da medição pode ser praticamente abolida, mesmo sem materiais magnéticos.
Devido à forma e pequenas dimensões do dispositivo torna-se possível, de modo simples, um fabrico totalmente automático.
Existe considerável vantagem se as ranhuras se projectarem, em sentidos opostos, sensivelmente desde o eixo médio até à extremidade do condutor primário.
Graças a isto, a corrente eléctrica que corre no sentido do comprimento do condutor plano primário, é deslocada para o meio do condutor primário, de modo que as linhas da corrente ficam formadas em laço.
Numa outra versão de construção está previsto que os troços condutores opostos do condutor primário apresentem respectivamente duas ranhuras em sentidos opostos e deslocados em paralelo formando duas espiras adjacentes, no sentido do comprimento do condutor primário, em que o fluxo magnético de cada espira, no essencial atravesse respectivamente uma bobina do enrolamento secundário.
Aqui, por motivos de conveniência, as bobinas do enrolamento secundário encontram-se entre os troços condutores do condutor primário.
Uma vez que a forma assumida pelo condutor primário origina duas espiras adjacentes cujos eixos são respectivamente formados pelos extremos das ranhuras, voltados face-a-face um para o outro, cada bobina do enrolamento secundário pode ficar agregada respectivamente a uma espira primária, do que resulta um enlace de fluxo óptimo.
Existe uma outra forma de versão que resulta vantajosa, quando as bobinas do enrolamento secundário são instaladas segundo a forma construtiva da técnica planar, são depositadas, se possível de ambos os lados, como espirais em uma ou mais camadas sobre um substrato.
Este substrato, em forma de placa, pode ser introduzido entre as secções condutoras que se encontram dispostas no espaçamento.
substrato, com ambas as bobinas do enrolamento secundário, também pode ser disposto no exterior do espaço, entre os troços condutores e por cima das superfícies activas das espiras do condutor primário.
Além disto, é possível que o substrato contenha outros componentes electrónicos do contador de electricidade.
Estes poderão ser, por exemplo, os elementos electrónicos constituintes do andar de integração e do andar de multiplicação.
Existe um outro tipo de versão que resulta assim, de o troço condutor apresentar duas ranhuras dirigidas em sentido contrário, no bordo do
-10condutor primário que se desenvolvem segundo uma ranhura longitudinal comum às quais corresponde no outro troço condutor uma ranhura paralela disposta centralmente.
Nesta disposição das ranhuras, as linhas da corrente estão dirigidas de forma tal que se formam duas espiras ligadas em paralelo, cada uma das quais, está enlaçada pelo fluxo magnético de uma bobina de t enrolamento secundária.
Com base nos exemplos das versões representadas no desenho, o invento é explicado a seguir de modo mais pormenorizado.
Prescindiu-se da representação do circuito de integração conhecido.
Os mesmos mostram:
FIG. 1 - uma perspectiva frontal de duas bobinas secundárias em montagem astática, uma das quais está abrangida por um condutor primário,
FIG. 2 uma perspectiva frontal de duas bobinas secundárias em montagem astática, as quais estão abrangidas por espiras ligadas em série do condutor primário,
FIG. 3 - um dispositivo das bobinas secundárias, de acordo com a
FIG. 2, no entanto com espiras do condutor primário ligadas em para
-11lelo,
FIG. 4 - uma visão em perspectiva de um condutor primário, com a forma de um condutor plano, no qual se encontra disposta uma das bobinas secundárias, em montagem astática, entre troços condutores opostos, do condutor plano, e a outra bobina secundária, no exterior do condutor plano, ►
FIG. 5 - uma visão em perspectiva de um condutor primário, num tipo de versão modificado relativamente ao da FIG. 4,
FIG. 6 - uma visão em perspectiva das bobinas, em montagem astática, do enrolamento secundário, com uma placa de base, a qual será inserível no condutor primário, segundo a FIG. 5,
FIG. 7 - uma representação de um corte transversal do dispositivo, conforme as FIG. 5 e 6, em condição de operação, em escala reduzida,
FIG. 8 - uma representação em perspectiva de um tipo de versão modificado do condutor primário, relativamente às FIG. 4 e 5,
FIG. 9 - uma visão em perspectiva das bobinas planas, em montagem astática, como enrolamento secundário, numa placa de base, a qual é inserível no condutor primário, segundo a FIG. 8,
FIG. 10 - uma representação em perspectiva de um condutor primário
-12comparável ao da FIG. 8, com disposição de bobinas aí contidas do enrolamento secundário,
FIG. 11 - a visão de cima sobre o condutor primário aberto construído sob a forma de construtor plano,
FIG. 12 - uma visão de cima sobre o condutor primário, de acordo com a FIG. 11, na situação de dobrado,
FIG. 13 - uma visão de cima sobre uma placa de base com bobinas planas, em montagem astática, num género de montagem comparável ao da FIG. 9,
FIG. 14 - uma visão de cima sobre o condutor primário dobrado, segundo a FIG. 11, sobre o lado oposto relativamente â FIG. 12,
FIG. 15 - um corte transversal do dispositivo de acordo com a FIG.
14.
A FIG. 1 mostra duas bobinas cilíndricas (1,2), colocadas à distância, em montagem astática, de um enrolamento secundário (3).
As bobinas (1,2), apoiadas num suporte (4) para as manter afastadas, são idênticas no aspecto geométrico e eléctrico, e o eixo do cilindro das mesmas é paralelo entre si.
-13As bobinas (1,2) estão dispostas num cilindro isolador (5,6).
A bobina (1) é abraçada por uma espira (7a) do condutor primário (7), através da qual corre a corrente de medida 1^ na direcção indicada pela seta.
As tensões induzidas nas bobinas (1,2) do campo magnético da corrente alterna, que corre no condutor primário (7) somam-se dando origem a um sinal proporcional â corrente alternada 1^ a ser medida.
Devido a campos magnéticos parasitas exteriores, alternados, homógeneos, as tensões induzidas têm sinais diferenciados e anulam-se, na soma, em consequência da disposição astática das bobinas (1,2).
Com esta medida, a influência de campos magnéticos alternados exteriores, sobre a função correcta do dispositivo transformador de corrente é muito reduzida.
I
Por meio de material de blindagem magnético que rodeia as bobinas, a influência de campos estranhos pode ser ainda mais reduzida.
Na FIG. 2, as bobinas (8,9) correspondem às representadas na FIG. 1.
As bobinas secundárias (8,9) são sucessivamente abraçadas pelo condutor primário (10) que lhes é comum.
-14Esta ligação em série das espiras primárias (10a,10b), origina um sinal de medida ampliado relativamente ao dispositivo, segundo a FIG. 1.
Na FIG. 3, as bobinas (11,12) correspondem às (8,9) da FIG. 2.
condutor primário (13) está ramificado em dois condutores parciais que formam uma espira (13a,13b respectivamente), que abrange a bobina (11,12, respectivamente).
A corrente 1^ é ramificada para os condutores parciais com as espiras (13a,13b), em que a soma das tensões induzidas nas bobinas (11,12) é proporcional à corrente 1^ que vai ser medida.
A vantagem do dispositivo conforme a FIG. 3, relativamente à disposição da FIG. 2, consiste em que no condutor primário (13), de preferência estampado em cobre com secções rectangulares (condutor plano), possam ser evitadas dobras no cruzamento das peças condutoras.
Na versão de construção, segundo a FIG. 4, está desenvolvido um condutor primário (14), como condutor plano com secção rectangular, o qual se encontra dobrado de modo tal que os troços condutores (14a,14b) opostos, resultam numa cavidade (15) de forma paralelipipédica.
No exterior da cavidade (15), devido a uma camada isolante (16), encontram-se separados entre si troços condutores opostos do condutor
-15primário (14).
troço condutor (14a) está equipado com uma ranhura (17), que se projecta desde aproximadamente a parte central até ao bordo.
Em direcçao oposta no troço condutor (14b), que lhe fica em frente, está prevista uma ranhura (18) que se projecta até à extremidade.
As ranhuras (17,18) influenciam a posição geométrica das linhas da corrente que vai ser medida, representada pelas setas (19,20), de um modo tal que, para a corrente primária, é formada uma espira.
No campo magnético desta espira, está colocada uma bobina secundária (21) , representada a tracejado.
No exterior do condutor primário encontra-se uma bobina secundária (22) , para compensação de campos magnéticos estranhos.
condutor primário (23) representado na FIG. 5, diferencia-se da versão construída segundo a FIG. 4, na medida em que, nos troços condutores (23a,23b) opostos, se encontram previstas, respectivamente, duas ranhuras (24,25 e 26,27 respectivamente), dirigidas em sentido contrário.
As ranhuras (24 a 27) lateralmente abertas, correm respectivamente até mais ou menos ao meio dos troços condutores (23a,23b).
-16As ranhuras (24,26) encontram-se no mesmo plano, perpendicularmente ao condutor primário (23), quando este, em condição de operação, está dobrado de 180s, portanto, quando os troços condutores (23a,23b) correm paralelamente entre si.
Do mesmo modo, se encontram dispostas as ranhuras (25,27) num plano comum, perpendicular ao condutor primário (23).
Através da mesma concepção acima quanto às ranhuras (24 a 27), a corrente primária percorre as linhas de corrente assinaladas pelas setas (29a a 29g).
Através disto, nos planos dos troços condutores (23a,23b) são formadas, as espiras primárias, ligadas em série, em cujo campo magnético poderão ser colocadas bobinas secundárias.
Na placa de base representada pela FIG. 6, encontram-se dispostas, duas bobinas secundárias astáticas (31,32).
Em condição de operação, a placa de base (30), com as bobinas (31,32) encontra-se entre os troços condutores (23a,23b) do condutor primário, de acordo com a FIG. 5.
A localização da bobina (31), na FIG. 6, no troço condutor (23b) da FIG. 5, é assinalada pelo círculo (33) a tracejado.
A bobina (32) da FIG. 6, encontra-se correspondentemente numa zona representada a tracejado pelo círculo (60) na FIG. 5.
A FIG. 7, mostra o dispositivo transformador de corrente com a parte do lado primário, segundo a FIG. 5, e com a parte do lado secundário, segundo a FIG. 6, em posição de funcionamento.
) Aqui, os troços superiores e inferiores do condutor primário (23) estão separados uns dos outros por meio de uma camada isolante (61).
condutor primário (34), na FIG. 8, é comparável ao condutor primário (23), na FIG. 5.
Só a distância entre o troço condutor superior (34a) e o troço condutor inferior (34b) é que é menor e corresponde à espessura da camada isolante (35).
I
A placa de base (36) representada na FIG. 9, com as bobinas (38,39) que lhe estão dispostas em cima, encontra-se em condição de operação do dispositivo transformador de corrente entre os troços condutores (34a,34b) do condutor primário (34), segundo a FIG. 8.
As bobinas (38,39) na FIG. 9, estão montadas em forma de espiral e fabricadas segundo a forma construtiva da técnica planar, de modo que o espaço exíguo entre os troços condutores (34a,34b), de acordo com a FIG. 8, é suficiente.
Em situação de funcionamento, o ponto médio da bobina (38) encontra-se aproximadamente no meio da extremidade da ranhura (40), na FIG.
8.
Em correspondência, o ponto médio da bobina (39) e o meio da extremidade da ranhura (41), encontram-se em posições sobrepostas.
) Na FIG. 10, está representado um condutor primário (42), o qual, no essencial, corresponde ao condutor primário (34) da FIG. 8.
De resto, as ranhuras (44,45), na sua extremidade dirigida ao meio do condutor primário (42) têm a forma de orifícios, nas quais se encontram colocadas bobinas secundárias (46,47) de construção astática.
Na versão construída segundo a FIG. 11, está representado um condutor primário (48) aberto, isto é, antes da dobra, à volta de uma linha (49).
Em situação dobrada, encontra-se um troço condutor (48a) sobre um troço condutor (48b).
troço condutor (48b) mostra ranhuras (50,51), as quais estão dirigidas em sentido contrário e que percorrem um eixo longitudinal comum, paralelamente à linha de dobragem (49).
No troço condutor (48a) está prevista uma ranhura (52), a qual só corre na faixa intermédia do troço condutor (48) e que, em relação à linha de dobragem (49), apresenta a mesma distância que as ranhuras (50,51).
Os pontos de localização para as bobinas secundárias estão representados a tracejado pelos círculos (53,54).
Em reflexão simétrica relativamente â linha de dobragem (49), destinadas às bobinas secundárias encontram-se as correspondentes superfícies de base (55,56).
A FIG. 12 mostra o condutor primário (48), segundo a FIG. 11, na posição de dobrado, de modo que, os troços condutores (48a,48b) se encontram sobrepostos.
Correspondentemente só se vêem as ranhuras (50,51), com as localizações para as bobinas secundárias, que são indicadas pelos círculos (53,54).
Na FIG. 13 são representadas as bobinas secundárias (56,57), em construção astática que se encontram colocadas fixas sobre uma placa de base (55).
Esta, que em princípio corresponde ao dispositivo da FIG. 9, diferencia-se essencialmente daquela por as bobinas (56,57), na FIG. 13,
-20apresentarem distância igual em relação à linha de dobragem (49).
As bobinas (56,57) podem ser igualmente fabricadas segundo forma construtiva da técnica planar.
Para sujeitar ambas as bobinas ao correspondente fluxo magnético primário, elas também podem ser colocadas no exterior do espaço entre os troços condutores dobrados (48a,48b), segundo a FIG. 11, desde que o acoplamento magnético seja suficiente para um sinal de saída elevado.
Também para este caso, os círculos representados nas FIG. 11 e 12, serão os locais correspondentes das bobinas secundárias.
A FIG. 14, mostra o condutor primário (48) segundo a FIG. 11, na posição de dobrado do lado oposto, comparativamente à FIG. 12.
Em consequência, só é visível a ranhura central (52).
Também na FIG. 15 se vê o condutor primário (48) na posição de dobrado, em que a distância entre o troço condutor superior (48a) e o troço condutor inferior (48b) é determinado por meio de uma camada isolante (67).
A direcção da corrente primária a ser medida está assinalada pelas setas (58,59).
-21No espaço (50) é introduzida a placa de base (55), de acordo com a
FIG. 13.

Claims (10)

18.- Dispositivo transformador de corrente, especialmente previsto para um contador estático de electricidade, com um condutor primário que leva a corrente alternada a medir, bem como um enrolamento secundário formado, no mínimo, por duas bobinas ligadas em série, cuja tensão de saída alimenta um andar electrónico integrado, que serve ) para gerar um sinal de medida independente da frequência, carac- terizado pelo facto de o condutor primário (7,10,13,14,23,34,42, 48) tomar a forma de um laço para se gerar uma intensidade máxima do campo magnético e, além disso, por o enrolamento secundário, constituído por bobinas eléctricas idênticas (1,2,8,9,11,12,21,22,31,32,38, 39,46,47,56,57), ser montado de forma astática, pelo facto de pelo menos, uma das bobinas secundárias para gerar um acoplamento magnético máximo com o condutor primário, sem utilização de elementos ferro-magnéticos, captar, tão completamente quanto possível, o fluxo magnético da corrente que percorre o condutor primário e, finalmente, por esta bobina secundária se estender no sentido axial ao longo de um segmento de comprimento tão pequeno quanto possível, das linhas do campo magnético geradas pela corrente no condutor primário.
20.- Dispositivo transformador de corrente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de o condutor primário, em forma de laço, abraçar a bobina secundária, no sentido do seu perímetro de forma tão apertada e completa quanto possível.
3®.- Dispositivo transformador de corrente, de acordo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo facto de o condutor primário (10) compreender ambas as bobinas (8,9) com enrolamentos primários (10a,10b) ligados em série.
4®.- Dispositivo transformador de corrente, de acordo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo facto de o condutor ) primário ser constituído por dois condutores parciais ligados em paralelo entre si, cujos enrolamentos (13a,13b) incluem, respectivamente uma das bobinas (11,12).
55 * * * 9.- Dispositivo transformador de corrente, de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo facto de o condutor primário (14,23,34,42,48), de construção plana e em forma de laço de corrente, apresentar troços condutores dispostos frente a frente (14a,14b,23a,23b,34a,34b,48a,48b) os quais, por sua vez, apresentam pelo menos uma ranhura (17,18,24 a 27, 50 a 52) destinada â formação de um ou vários troços de espira no plano do condutor primário, em que as ranhuras opostas aos troços condutores, formam um enrolamento primário, sendo a superfície de enrolamento mais ou menos paralela à superfície do condutor plano e pelo facto de as bobinas do enrolamento secundário se encontrarem dispostas com as suas superfícies de enrolamento mais ou menos paralelas ao condutor plano e que, pelo menos em parte, são atravessadas pelo fluxo magnético primário dirigido no essencial perpendicularmente à superfície do condutor plano.
-246a.- Dispositivo transformador de corrente, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo facto de as ranhuras (17,18,24 a 27) se projectarem em sentidos opostos sensivelmente desde o eixo médio até à extremidade do condutor primário.
7a.- Dispositivo transformador de corrente, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo facto de os troços condutores ) opostos do condutor primário apresentarem, respectivamente, duas ranhuras (24 a 27) em sentidos opostos e deslocados paralelamente, formando assim duas espiras adjacentes no sentido do comprimento do condutor primário (23) e pelo facto de o fluxo magnético de cada espira, no essencial atravessar, respectivamente, uma bobina (31,32) do enrolamento secundário.
8a.- Dispositivo transformador de corrente, de acordo com uma das reivindicações 5 a 7, caracterizado pelo facto de as bobinas do enrolamento secundário se encontrarem dispostas entre os troços condutores do condutor primário.
9a.- Dispositivo transformador de corrente, de acordo com as reivindicações 7 ou 8, caracterizado pelo facto de as bobinas (38,39) do enrolamento secundário na forma construtiva da técnica planar são depositados como espiras em uma ou mais camadas sobre um substrato.
10a.- Dispositivo transformador de corrente, de acordo com a reicoso ο lilllilOn
Í6
-25vindicação 9, caracterizado pelo facto de o substrato conter outros componentes electrónicos do contador de eleetricidade.
11s.- Dispositivo transformador de corrente, de acordo com a reivindicação 5 e reivindicações 8 a 10, caracterizado pelo facto de o troço condutor (48b) apresentar duas ranhuras (50,51) dirigidas em sentido contrário no bordo do condutor primário (48), que se desenvolvem segundo uma ranhura longitudinal comum âs quais corresponde no outro troço condutor (48a) uma ranhura (52) paralela, disposta centralmente.
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