PT903073E - Dispositivo de comando para cortadores de relva - Google Patents

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Description

83 477 ΕΡ Ο 903 073/ΡΤ DESCR1CÃ0 "Dispositivo de comando para cortadores de relva" O invento refere-se a um dispositivo de comando para cortadores de relva a motor de tracção própria, composto por um guiador, munido de duas alavancas de comando, para o accionamento, as quais estão montadas no guiador, de maneira a poderem passar de uma posição de marcha no guiador para uma posição, na qual as mesmas se salientam do mesmo, e as quais apenas permitem um arranque, quando as mesmas são accionadas simultaneamente, actuando, pelo menos, uma das citadas alavancas de comando, as quais actuam como dispositivo de homem morto, e apresentando o guiador eventualmente ainda outras alavancas, nomeadamente para o dispositivo de tracção. São conhecidos dispositivos de comando deste género com diversas formas de realização, porque na maior parte dos países, as normas de segurança exigem que o funcionamento dos cortadores de relva, isto é, o arranque do accionamento das lâminas ou o arranque do motor no caso de uma lâmina solidária com o veio de accionamento, seja feito por duas manobras distintas. Isto deverá permitir a exclusão de um arranque involuntário, por exemplo, por choque involuntário numa alavanca de comando.
Estas exigências são satisfeitas pelo facto do funcionamento ser apenas possível accionando devidamente duas alavancas de comando e apenas uma das alavancas de comando actua como dispositivo de homem morto, de modo que o cortador de relva, ou sobretudo a lâmina pára automaticamente, quando o utilizador já não mantém a alavanca de comando correspondente na posição prescrita.
Para além das duas alavancas de comando citadas, são em geral necessárias outras alavancas, nomeadamente para o arranque e o corte do dispositivo de tracção e, eventualmente, para modificar a velocidade de deslocação. O número importante de órgãos de comando, os quais, por outro lado, se salientam do guiador em diferentes direcções tornam o dispositivo de comando um pouco sobrecarregado e visualmente pouco atractivo. Além disso, a manobra é mais difícil e, nomeadamente, de um ponto de vista ergonómico, causa muitas
I A 2 83 477 ΕΡ Ο 903 073/ΡΤ vezes constrangimento e é penoso manter um ou dois dispositivos de homem morto.
Partindo do anterior, o objectivo do presente invento consiste em indicar um dispositivo de comando, que responde perfeitamente e em toda a linha às normas segurança, mas que seja fácil de manobrar.
De acordo com o invento, este objectivo é conseguido pelo facto de uma das alavancas ser realizada como embraiagem e, quando a mesma é accionada, estabelece uma ligação entre a mesma e/ou a outra alavanca de comando, por um lado, e o accionamento, por outro lado, e por, no estado desacoplado, as duas alavancas serem postas automaticamente numa posição no guiador, na qual as mesmas não o ultrapassam. A vantagem que decorre daqui é que, quando o cortador de relva não funciona, portanto quando o mesmo está parado, as alavancas de comando já não ultrapassam o guiador, mas permanecem, tal como na posição de marcha, aplicadas contra o guiador ou alinhadas com este. As mesmas confundem-se então para formar uma única unidade com o guiador e a linha de conjunto do dispositivo de comando parece sensivelmente mais líquida que a dos sistemas conhecidos, que incluem órgãos de comando salientes. A fim de que as alavancas de comando, no estado desacoplado, voltem para a sua posição rebatida para o guiador, as mesmas são forçadas, de preferência, pelo seu próprio peso e/ou pela força de uma mola no sentido do guiador. Este pressionar deve ser tal que no estado acoplado, a soma das forças que actuam no sentido do guiador seja inferior à soma das forças antagonistas, isto para que a alavanca de comando em questão possa simultaneamente actuar como dispositivo de homem morto.
Para facilitar a manobra, é recomendado montar a alavanca de comando, realizada como embraiagem, sobre a outra alavanca de comando e ao embraiar, a primeira alavanca de comando é posta em ligação activa com a outra alavanca de comando, de tal maneira que a deslocação da outra alavanca para a posição de marcha acciona automaticamente a alavanca de comando, que actua como embraiagem. Devido a este facto, é apenas necessário manobrar com as duas mãos no início, para afastar uma da outra, as duas alavancas de comando da sua posição sobre o guiador, fazendo rodar as mesmas, enquanto que, para as rebater
83 477 ΕΡ Ο 903 073/ΡΤ 3 depois das mesmas terem, pelo menos, percorrido um trajecto curto, já não é necessário accionar mais do que uma alavanca de comando. Este encadeamento dos movimentos é tornado possível pelo facto da alavanca de comando, realizada como embraiagem, ser realizada como uma barra e estar disposta sob a outra alavanca de comando, aproximadamente no alinhamento desta. A embraiagem para criar a ligação com o accionamento é produzida, quando, pelo menos, uma das alavancas de comando está numa posição, na qual a mesma fica saliente do guiador, com a finalidade da alavanca de comando poder ser rebatida como habitualmente na posição de marcha sobre o guiador, durante o funcionamento. A desembraiagem efectua-se automaticamente, quando a alavanca de comando já não é mantida pelo utilizador na posição de marcha sobre o guiador, em cuja ocasião se recomenda deixar a alavanca de comando percorrer um trajecto livre de cerca de 1/2 cm a 2 cm, antes que a desembraiagem não seja efectivamente realizada. Devido a este facto, o utilizador não tem necessidade de apoiar muito fortemente a alavanca de comando contra a outra alavanca de comando e um relaxamento inconsciente do agarrar não provoca ainda a paragem do dispositivo de corte.
Para reduzir ainda com vantagem a força de retenção, é vantajoso submeter a alavanca de comando, quando a mesma se encontra no estado acoplado na posição de marcha, directa ou indirectamente à força de uma mola, de uma lingueta de paragem que faz de mola, a qual solicita a alavanca de comando com uma força anteriormente definida no sentido do guiador, quando a prisão é relaxada. Neste caso igualmente, convém assegurar que esta força não é suficiente para manter a alavanca de comando na posição de marcha, enquanto que o utilizador tenha relaxado completamente a alavanca de comando.
Uma forma de realização do invento prevê que a embraiagem seja composta por uma garra colocada sobre a alavanca de comando, a qual fica com ligação activa amovível com uma alavanca, que actua no accionamento e que a desembraiagem é operada por um ferrolho móvel, o qual engata na alavanca de comando.
No que se refere à alavanca de comando realizada como embraiagem, é recomendado montar a mesma sobre a outra alavanca de comando e montar esta
83 477 ΕΡ Ο 903 073/ΡΤ 4 última sobre ο guiador. Mas em vez disto, as duas alavancas de comando podem também ser montadas cada uma delas separadamente sobre o guiador. A outra alavanca de comando é oportunamente realizada como estribo em forma de U, e na posição de marcha, é aplicada contra o guiador, aproximadamente no alinhamento deste. Graças a uma vareta perfilada de acordo, a mesma pode rodear parcialmente o guiador, o que proporciona ainda, com vantagem a impressão que os dois órgãos formam uma unidade. Por outro lado, devido ao facto da superfície de apoio mais larga, a vareta perfilada facilita a manobra da alavanca de comando.
Outras características e vantagens do invento estão indicadas na descrição, que se segue, de um exemplo de realização, feita com base nos desenhos; as figuras mostram: na fig. 1 uma vista em perspectiva, no sentido oposto ao sentido de marcha, da parte superior do guiador e dos órgãos de comando; na fig. 2 uma vista de lado do dispositivo de comando, cujo órgão de comando, que actua como dispositivo de homem morto, é salientado; na fig. 3 a mesma vista de lado que a da fig. 2, mas que salienta o órgão de comando, que actua como embraiagem, e o mecanismo secundário, que pode ser posto em ligação activa com este último, o qual se prolonga entre o veio de accionamento e a lâmina, para o motor ou para a embraiagem; na fig. 4 a mesma vista de lado, mas que salienta uma lingueta de paragem, que faz de mola; na fig. 5 a mesma vista de lado, mas com as alavancas de comando retiradas; na fig. 6 a mesma vista de lado, que a da fig. 5, com representação a tracejado da posição embraiada; na fig. 7 a mesma vista de lado, mas com as alavancas de comando remetidas para a posição de marcha.
83 477 ΕΡ Ο 903 073/ΡΤ 5
Na fig. 1, vê-se na extremidade superior de um guiador tradicional 1, o qual está montado na parte inferior, não representada, sobre o cárter de um cortador de relva. O guiador 1 leva duas alavanca de comando 2 e 3 para o dispositivo de corte, e uma outra alavanca 4 para o dispositivo de tracção. Todas as alavancas estão montadas de modo rotativo e encontram-se, durante o funcionamento numa posição rebatida contra o tubo transversal e horizontal do guiador 1.
Na fig. 1, as alavancas de comando 2 e 3 encontram-se numa posição fictícia, a qual corresponde à posição de repouso dos dispositivos de comando, cujas alavancas de comando estão salientes do guiador em diferentes direcções. Pelo contrário, no caso do presente invento, as alavancas de comando 2 e 3 devem estar também aplicadas contra o guiador 1 na posição de repouso ou estarem no alinhamento deste e proporcionar a impressão de formar uma unidade com o mesmo. A fig. 2 representa a maneira pela qual a alavanca de comando 2 está montada. A mesma actua como dispositivo de homem morto e está montada sobre uma peça relacionada 5 sobre o guiador 1, pela inclinação de uma chumaceira oscilante fixa 2a, que inclui um eixo de rotação horizontal, e isto, de maneira a que o mesmo possa rodar da posição representada, na qual o mesmo está aproximadamente no alinhamento do guiador 1, para cima.
Convém notar desde já, que a alavanca de comando 2 apresenta uma chumaceira 3a, que inclui também um eixo horizontal, sobre o qual está montada a alavanca de comando 3, a mais curta. A fêmea da alavanca de comando 3 é visível na fig. 3. A mesma está disposta sob a alavanca de comando 2, aproximadamente, alinhada com a mesma. Vê-se nomeadamente que a mesma apresenta uma garra 3b e esta garra 3b pode ser posta presa com uma alavanca 30, formada em consequência. Para fazer isto, a garra inclui uma abertura aproximadamente semicircular na qual se prende um eixo da alavanca 30, de modo a criar uma ligação autobloqueante. A alavanca 30 está montada na peça relacionada 5, de modo a rodar em torno de um eixo horizontal 30a e leva uma haste 31, um cabo de Bowden ou semelhante, com a ajuda da qual (do qual) o motor é posto em marcha e cortado no caso em que a lâmina está solidária com o veio de accionamento ou com a ajuda da qual (do qual) a lâmina é acoplada ou desacoplada.
83 477 ΕΡ Ο 903 073/ΡΤ 6
Na fig. 3, a alavanca 30 está, por um lado, representada por traços contínuos e grossos; isto corresponde à posição na qual a mesma não está presa pela garra 3b, e na qual o motor ou o accionamento das lâminas está cortado.
Por outro lado, a mesma está representada a tracejado numa posição que corresponde a uma rotação de 90°, em relação à posição anteriormente citada; trata-se aí da posição de marcha na qual as lâminas rodam. O eixo de rotação 30a da alavanca 30 coincide com o eixo 2a da alavanca de comando 2. A fig. 4 mostra de modo salientado um ferrolho 6, que tem a forma de uma lingueta de paragem. A mesma está montada na peça relacionada 5, de modo a rodar ao longo de um eixo horizontal 6a e está em ligação activa com um ressalto 3c da garra 3b, descrita anteriormente. O ferrolho 6 é pressionado por uma mola, não representada com mais pormenor, no sentido da seta, portanto, no sentido do bloqueio. A forma e a orientação das superfícies de bloqueio e a pressão da mola são, no entanto, escolhidas de tal maneira que a reacção da alavanca 30, que se exerce no sentido da seta em torno da chumaceira 30a, suprime o bloqueio entre o ferrolho 6 e a garra 3b ou o bloqueio da alavanca de comando 3, a qual está aí ligada, desde que o utilizador já não mantenha bastante correctamente a alavanca de comando na posição de marcha no guiador 1, representado na figura. A função do ferrolho 6 consiste, portanto, em forçar o desacoplamento da alavanca 30 e da garra 3b, quando o utilizador relaxa a alavanca de comando 2. Isto evita que a função de accionamento comandada (travão ou embraiagem-travão) não patine. O funcionamento do dispositivo de comando é explicado com o apoio das figs. 5 a 7. A fig. 5 mostra a alavanca de comando 2 e a alavanca de comando 3, qual está aí ligada de maneira articulada e a qual actua como embraiagem, na posição alta. O utilizador deve fazer as mesmas rodar nesta posição se ele quiser fazer arrancar o cortador de relva. Na prática, apenas é necessário rodar a alavanca de comando superior 2, porque a alavanca de comando inferior 3 fica então automaticamente accionada.
Uma vez que se faça rodar a alavanca de comando 3 um pouco mais para diante, contra a força de um elemento de mola não representado, até que a mesma se vá aplicar contra a alavanca de comando 2. Isto está representado a tracejado 7 -Jκ- 83 477
EP Ο 903 073/PT na fig. 6. No decurso desta rotação, a garra 3b, a qual está solidária é presa na alavanca 30, a qual é responsável, pela inclinação do seu mecanismo secundário 31, do arranque e da paragem do motor ou do acoplamento ou desacoplamento da lâmina. Assim, a alavanca 3 provoca o acoplamento da alavanca de comando 2 e da alavanca 30. A garra 3b é perfilada e posicionada em relação ao eixo de rotação 3a da alavanca 3 e em relação ao eixo de rotação 2a da alavanca 2, de tal maneira que a garra 3b fica acoplada à alavanca 30, quando se rebate a alavanca de comando 2 para trás e quando a alavanca 3 é relaxada, depois da alavanca de comando ter começado a rebater-se. Por consequência, o rebatimento da alavanca de comando 2 provoca um accionamento correspondente da alavanca 30. A fig. 7 mostra as alavancas 2 e 3 na posição rebatida. Vê-se que a alavanca 30 efectuou também uma rotação de cerca de 90°. Como a alavanca 30 rodou, o accionamento das lâminas é mantido realizado.
Para manter o accionamento, é necessário que o utilizador continue a manter a alavanca de comando 2 na posição baixa. Ao mesmo tempo, ele pode também manter a alavanca 4 para o dispositivo de tracção na posição alta, se bem que o motor vá fazer avançar o cortador de relva.
Se o utilizador não manter mais firmemente a alavanca de comando 2 na posição de marcha representada, por exemplo, porque ele pretende esvaziar o reservatório de recolha de erva, a força de chamada ao nível da alavanca 30 impele automaticamente a alavanca 2 para cima, devido ao seu acoplamento com a alavanca 30. Ao fazer isto, o ressalto 3c fica posicionado e orientado de tal maneira que, quando o mesmo vai embater no ferrolho 6, é criada uma componente de força, a qual tende a destacar a garra 3b da alavanca 30, isto é, para dessolidarizar estas duas peças. A consequência é que ao afrouxar a alavanca de comando 2, o acoplamento entre a mesma e a alavanca 30 é levada e que esta última, devido ao facto de a sua força de chamada, volta para a sua posição inicial, como mostra a fig. 5 e corta por este motivo o motor ou interrompe o accionamento das lâminas.
Mas é essencial que, durante esta interrupção do funcionamento, as alavancas 2 e 3 voltem para a sua posição baixa no guiador 1 e não apontem mais de modo inconveniente para cima. Este retorno para a posição de marcha baixa 8 83 477 ΕΡ Ο 903 073/ΡΤ pode ser assegurado pelo próprio peso das peças ou ser ajudado por elementos de mola.
Por fim, vê-se igualmente na fig. 7, que entre o ressalto 3c e o ferrolho 6, existe uma folga de alguns milímetros. A vantagem desta folga é que o utilizador não é obrigado a manter a alavanca de comando 2 sempre exactamente na posição de marcha, mas ele pode afrouxar a posição de alguns milímetros, sem correr o risco de parar o cortador de relva. Devido a isto, o utilizador pode manter a alavanca de comando 2 de modo muito mais relaxado e menos fatigante.
Lisboa, 23. JAU 1000
Por OUTILS WOLF (SOCIETE ANONYME A DIRECTOIRE ET CONSEIL DE SURVEILLANCE) - O AGENTE OFICIAL -
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Claims (12)

  1. 83 477 ΕΡ Ο 903 073/ΡΤ 1/2 REIVINDICAÇÕES 1 - Dispositivo de comando de cortadores de relva a motor de tracção própria, composto por um guiador (1), munido de duas alavancas de comando (2, 3), para o accionamento, as quais estão montadas no guiador, de maneira a poderem passar de uma posição de marcha no guiador (1) para uma posição, na qual as mesmas se salientam do mesmo, e as quais apenas permitem um arranque, quando as mesmas são accionadas simultaneamente, actuando, pelo menos, uma (2) das citadas alavancas de comando (2, 3), as quais actuam como dispositivo de homem morto, e apresentando o guiador (1) eventualmente ainda outras alavancas (4), nomeadamente para o dispositivo de tracção, caracterizado por uma (3) das duas alavancas de comando (2, 3) ser realizada como embraiagem e, quando a mesma é accionada, estabelece uma ligação entre a mesma e/ou a outra alavanca de comando (2), por um lado, e o accionamento, por outro lado, e por, no estado desacoplado, as duas alavancas serem postas automaticamente numa posição no guiador (1), na qual as mesmas não o ultrapassam.
  2. 2 - Dispositivo de comando de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por as alavancas de comando (2, 3) no estado desacoplado serem pressionadas pelo seu próprio peso e/ou pela força de uma mola para o guiador (1).
  3. 3 - Dispositivo de comando de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por ao embraiar, a alavanca de comando (3), realizada como embraiagem, ser posta em ligação activa com a outra alavanca de comando (2), de tal maneira que a deslocação da outra alavanca de comando (2) na posição de marcha acciona automaticamente a alavanca de comando (3) citada em primeiro lugar.
  4. 4 - Dispositivo de comando de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a alavanca de comando (3), realizada como embraiagem, ser realizada como uma barra e estar disposta sob a outra alavanca de comando (2), aproximadamente no alinhamento desta.
  5. 5 - Dispositivo de comando de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a embraiagem se produz quando, pelo menos, uma das alavancas de comando (2, 3) está numa posição, na qual a mesma fica saliente do guiador (1). 83 477 ΕΡ Ο 903 073/ΡΤ 2/2
  6. 6 - Dispositivo de comando de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por estar concebido de tal maneira que a desembraiagem se efectua bruscamente, durante o relaxamento da alavanca de comando (2) a partir da posição de marcha.
  7. 7 - Dispositivo de comando de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a embraiagem ser composta por uma garra (3b) colocada na alavanca de comando (3), a qual está em ligação activa amovível com uma alavanca (30), agindo no accionamento.
  8. 8 - Dispositivo de comando de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a desembraiagem ser operada por um ferrolho móvel (6), o qual se engata na alavanca de comando (3).
  9. 9 - Dispositivo de comando de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por antes da desembraiagem, a alavanca de comando (2) efectuar, na sua zona de prisão, um percurso em vazio compreendido entre, pelo menos, cerca de 1/2cm e 2cm
  10. 10 - Dispositivo de comando de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a alavanca de comando (3), que actua como embraiagem, estar montada na outra alavanca de comando (2) e esta última (2) no guiador (1).
  11. 11 - Dispositivo de comando de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a alavanca de comando (2) ser realizada como um estribo em U, o qual, na posição de marcha, está aplicado contra o guiador, aproximadamente no alinhamento do mesmo.
  12. 12 - Dispositivo de comando de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por a alavanca de comando (2) apresentar uma vareta perfilada saliente (7), a qual rodeia parcialmente o guiador (1) na sua posição de marcha. Lisboa, 28. M 2000 Por OUTILS WOLF (SOCIETE ANONYME A DIRECTOIRE ET CONSEIL DE SURVEILLANCE) - O AGENTE OFICIAL - q ^§]Ut3TÔ
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