PT93311A - Corpo de distribuidor que compreende uma cupula e distribuidor e cupula correspondentes - Google Patents

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Description

CÉBAL "Corpo de distribuidor que compreende uma cúpula e distribuidor e cúpula correspondentes" A presente invenção diz respeito a um corpo de distribuidor pré-montado, no qual serão fixados meios de distribuição que, tipicamente, são constituídos por uma válvula para aerossol ou por uma bomba sobrepujada por um injector de distribuição de um produto líquido ou cremoso. A presente invenção refere-se também aos distribuidores que incluem um tal corpo e à cúpula utilizada.
Como indica o documento FR-A-2 606 686, é já conhecida uma caixa distribuidora metálica do tipo para aerossol feita numa só peça por estampagem por choque a partir de uma pastilha de alumínio ou liga de alumínio, depois por modulação da extremidade superior aberta do seu corpo cilíndrico com a forma de uma parte reentrante ou cúpula, habitualmente sobrepujada por um bordo enrolado. Esta caixa será a seguir cheia de produto líquido ou cremoso e a válvula de distribuição será fixada no seu vértice por um rebordeamento da taça de fixação desta válvula em torno do bordo enrolado anterior. Nesta concepção, o aperto da extremidade superior feito em várias passagens é complicado. Há aliás caixas tipicamente de lata cujo corpo é cilíndrico, sendo o fundo cravado, e sendo por sua vez a taça de fixação da válvula cravada na extremidade superior do corpo depois do enchimento com o produto.
Estas cravações entre metal e metal têm como consequência, apesar dos revestimentos, riscos de corrosão. A requerente procurou desenvolver um corpo de distribuição de fabricação mais fácil e que não conduza a riscos de corrosão ligados à sua montagem para formar o distribuidor.
EXPOSIÇÃO DA INVENÇÃO A presente invenção tem como primeiro objecto um corpo de distribuidor que consiste numa caixa que compreende um fundo e uma parede lateral, e uma cúpula fixada de maneira estanque na extremidade superior da referida parede lateral da caixa. Segundo a presente invenção, esta cúpula é feita de material plástico e compreende uma membrana anular de espessura mínima compreendida entre 1,2 e 4 mm, bem como duas porções anulares inferior e superior que permitem a fixação da referida cúpula respectiva-mente na referida parede lateral por encaixe axial directo da referida porção inferior, e a meios de distribuição, prolongando as referidas porções de fixação a referida membrana anular e enquadrando a mesma.
Esta cúpula de material plástico é rígida e a sua espessura é escolhida por forma a que resista simultâneamente aos choques de manipulação e à pressão interna quando se trata de um corpo para distribuidor de aerossol. A cúpula é em si uma peça moldada simples de fabricar e leve e a sua forma alargada na base permite utilizar um corpo tubular de caixa ou uma parede lateral de caixa cuja extremidade superior é ligeiramente apertada numa porção anu lar habitualmente direita, isto é, com geratrizes com direcções axiais, ou numa porção que leva um bordo enrolado.
Em relação ao caso de uma caixa metálica realizada numa só peça com aperto em forma de cúpula da sua extremidade superior, a espessura da parede lateral da caixa metálica de um corpo de distribuição segundo a presente invenção pode assim ser de apenas 0,5 a 0,65 vezes a que devia ser no caso conhecido de uma cúpula integrada apertada para resistir a uma pressão dada, o que constitui um resultado surpreendente e com uma grande vantagem econó mica. No caso de uma caixa com cúpula apertada da técnica anteri or, a espessura da parede, ou pelo menos a espessura da sua parte superior, é de facto prevista em função da deformação com aperto, sendo essa espessura então tipicamente 1,5 a 1,8 vezes a espessura que seria necessária apenas para resistir à pressão. 0 fraco aperto da extremidade da caixa no caso da presente inven ção premite evitar o suplemento de espessura, assim ligado à deformação com aperto importante, e visa uma economia de metal sur preendente. A caixa pode também ser de material plástico. No corpo de distribuição pré-montado e no distribuidor obtido com este corpo apenas há uniões estanques metal/plástico e eventualmente plás-tico/plástico, o que elimina os riscos de corrosão que estariam associados às cravações metal/metal da técnica anterior.
Em toda a memória descritiva, "axial" refere-se à direcção do eixo do corpo tubular ou da parede lateral do distribuidor suposto de pé, de modo que a "parte superior" e a "parte inferior" ficam respectivamente voltadas para os meios de distribuição e para o fundo da caixa. "Metal/plástico" refere-se a materiais múlticamadas que compreendem pelo menos uma camada metálica e tuna camada superficial de material plástico. A cúpula de material plástico é fixada de maneira estanque na extremidade superior.do corpo tubular da caixa, por processos bem adaptados à fabricação em série e baseados nos princípios seguintes: colagem; soldadura de uma peça de ligação; realização de um dispositivo de imobilização de material plástico, por injee çio no interior do bordo enrolado que fica no cimo do corpo tubular, ou por soldadura por rotação (= por fricção) de uma peça de material plástico aprisionada pelo referido bordo enrolado; soldadura por fricção na extremidade superior da caixa, no caso de uma caixa de material plástico. Estes diversos processos e os dispositivos que deles resultam serão ilustrados por exemplos. Obtêm-se assim, de acordo com uma variedade de modos de execução corpos de distribuidores cujas extremidades superiores serão fixadas de maneira estanque â taça de fixação da válvula ou da bom ba de distribuição, tipicamente por rebordeamento na extremidade superior engrossada exteriormente da cúpula anular. -5- A cúpula anular é habitualmente feita de um dos materiais do grupo formado por: as poliamidas, os pilicarbonatos, os pol^L ésteres, o poliacetal, o polipropileno e o polietileno.
Para satisfazer o imperativo de resistência à pressão interna no caso dos aerossois, por exemplo uma pressão interna de 1,2 MPa, ou â resistência ã depressão, no caso dos distribuidores equipados com uma bomba sem retorno de ar, a membrana anular da cúpula anular tem uma espessura mínima de preferência compreendida entre 1,5 e 3 mm e, ainda de preferencia, compreendida entre 1,7 e 2,5 mm. A realização por moldaçio da cúpula permite obter facilmen te uma membrana anular assimétrica, sendo então a geometria da cúpula adaptada a uma distribuição de direcção oblíqua ou lateral. É a este respeito dado um exemplo.
No caso frequente de uma caixa metálica, esta é tipicamen te de alumínio, ou de liga de alumínio, ou ainda de folha de Flandres, podendo qualquer deles ser revestido com material pla£ tico e/ou verniz, tratando-se tipicamente ou de uma caixa com fundo metálico monobloco estampado ou embutido ou embutido-esti-rado, ou de uma caixa com fundo metálico cravado estanque.
Para todos os casos anteriores e tipicamente no caso de uma caixa metálica de AI ou de liga de Al, o aperto da extremidade superior do corpo tubular corresponde tipicamente a uma di ferença entre o diâmetro mais exterior do corpo e o diâmetro in terior da sua abertura superior reduzida, indo desde 4 mm até um máximo de 12 mm, e a espessura da parede lateral é reduzida, como já se indicou, correspondendo da maneira seguinte ao diâmetro exterior desta parede, referindo-se as espessuras entre parênteses a um corpo tubular estampado da técnica anterior: . 0 33 mm a <(47 mm: espessura 0,15 a 0,20 mm (0,30 a 0,35 mm) . (D 47 mm a ^55 mm: espessura 0,20 a 0,25 mm (0,35 a 0,4 mm) . 0 55 mm a 80 mm: espessura 0,25 a 0,35 mm (0,4 a 0,6 mm).
Estes valores do aperto e da espessura são válidos também para as caixas de lata usadas segundo a presente invenção. 0 reduzido aperto e a economia de material notável que lhe está associada são vantagens consideráveis da nova estrutura do corpo de distribuidor segundo a presente invenção.
Para os corpos utilizados nos distribuidores de bomba, pode associar-se a uma caixa sem fundo metálico ou de metal/plástico ou de material plástico um pé aplicado, quer estanque, quer deixando passar ar quando se utiliza um êmbolo deslizante. Um pé aplicado particularmente interessante está descrito no Exemplo 10. A presente invenção tem como segundo objecto um distribuidor que compreende um corpo de distribuidor com cúpula anular de
material plástico segundo a presente invenção, de acordo com qual quer das formas de realização da mesma, bem como meios de distribuição que compreendem ou uma válvula de distribuição de um aeros^ sol, ou uma bomba com tomada de ar fraca ou nula equipada com um injector de distribuição ou de pulverização de um liquido ou de um creme, estando o aro ou taça de fixação da referida válvula ou bomba cravado de maneira estanque na extremidade superior alargada exteriormente da referida cúpula anular.
Os tipos principais de distribuidores segundo a presente invenção são assim: - distribuidores de válvula de distribuição de um produto aerossol, tendo a caixa do corpo de distribuidor um fundo estanque monobloco ou cravado, com uma rigidez suficiente; - distribuidores de bomba, sendo a bomba de preferência sem retorno de ar, para uma melhor conservação dos produtos: a) não tendo a caixa do corpo fundo ou tendo um fundo aplicado (= fundo cravado ou pé aplicado) que deixe passar o ar, compreendendo esta caixa um êmbolo deslizante que é introduzido pela extremidade inferior da caixa antes da colocação eventual do fundo; b) tendo a caixa do corpo um fundo não desmontável ou pouco desmontável e deixando passar o ar, sendo esta caixa metálica ou de metal/plástico e sendo o seu fundo habitualmente monobloco (caixa embutida e estirada), compreendendo esta caixa um êmbolo deslizante que foi introduzido pela sua extremidade superior, sendo em seguida esta extremidade apertada para o encaixe de fixação da cúpula anular de material plástico; c) tendo a caixa do corpo um fundo estanque, não desmontável ou um fundo aplicado estanque, fazendo-se a bombagem com volume interior fixo do distribuidor, e estando a tubuladora ou o orifício de aspiração da bomba dotado com um tubo de aspiração, sendo esta bomba uma bomba sem retorno de ar.
Faz-se notar que, quando a caixa tiver um pé aplicado, o enchimento do produto pode fazer-se pela extremidade inferior do corpo: antes da colocação do êmbolo e depois da colocação do pé aplicado no caso (a), antes da colocação apenas do pé aplicado no último caso (c), estando os meios de distribuição já fixados por rebordeamento. 0 enchimento pelo orifício superior da cúpula é necessário ou habitual em todos os outros casos, podendo ser praticado também nos casos anteriores (a) e (c) depois da fixação do pé aplicado.
Finalmente, a presente invenção tem como terceiro objecto a cúpula anular propriamente dita, que tem uma estrutura particularmente adaptada para a sua fixação no corpo tubular e para a fixação dos meios de distribuição do distribuidor. A sua extremi dade superior anular é alargada exteriormente, formando um aro de rebordeamento, e a sua porção da extremidade inferior é mais larga e compreende uma garganta anular aberta, com um perfil pelo menos em parte semicircular, permitindo o encaixe do bordo enro- lado de uma caixa. A sua membrana anular tem uma espessura mínima compreendida entre 1,2 e 4 mm e i enquadrada pela extremidade superior alargada e pela porção da extremidade inferior. A porção da extremidade inferior pode incluir, em vez de uma garganta, uma saia que compreende uma superfície interior vertical anular que permite encaixar, com uma folga tipicamente inferior a 0,1 mm no diâmetro, a porção anular apertada rectilínea do corpo tubular de material plástico ou de metal revestido exteriormente de material plástico de uma caixa, para a sua ligação estanque a esta porção da extremidade por colagem ou por soldadura (tipicamente por indução, ultra-sons ou rotação). A cúpula anular tem tipicamente uma espessura mínima de valor anular compreendido entre 1,5 e 3 mm, e de preferência entre 1,7 e 2,5 mm, e é feita de um dos materiais plásticos atrás indicados, conduzindo a escolha do poli etileno a seleccionar de preferência as suas variedades de densidade elevada ou média.
VANTAGENS DA INVENÇÃO
Resumem-se da seguinte maneira: . aperto reduzido do corpo tubular metálico qualquer que seja o diâmetro de fixação da válvula ou da bomba, fazendo a cúpula de material plástico o essencial da sua redução entre o diâmetro do corpo tubular e este diâmetro de fixação; . fabricação mais fácil e mais económica da caixa, quer se trate da solução estampada quer das outras soluções descritas; . normalização da caixa quando varia o diâmetro de fixação da válvula, sendo adaptada apenas a cúpula; . forte redução da espessura da parede lateral da caixa, tipicamente de 35 a 50%, valor relativo; . forte redução dos riscos de corrosão no local das fixações estanques, sendo possíveis apenas contactos locais de material plástico/metal; . simplicidade e fiabilidade dos processos de montagem; . simplicidade de fabricação da caixa metálica ou de material plástico ou de metal/plástico, utilizando um pé aplicado e£ pecial, no caso de um distribuidor de bomba.
Todas estas vantagens estão ligadas à dissociação entre as funções dos diversos elementos do distribuidor feita segundo a presente invenção. A cúpula resiste à pressão interna ou externa e efectua a variação de diâmetro entre a caixa e o meio de distribuição. 0 corpo tubular da caixa resiste a esta mesma pressão, com um fundo monobloco ou aplicado. As fixações estanques são de preferência entre metal e plástico.
EXEMPLOS . A fig. 1 representa um corpo de distribuidor segundo a presente invenção, em corte axial.
. A fig. 2 representa um distribuidor de bomba obtido a partir de um corpo de distribuidor do mesmo tipo, em corte axial. A fig. 3 representa um distribuidor de bomba de êmbolo des-lizante obtido a partir de um outro corpo pré-montado, não estando cortados os meios de distribuição e estando o corpo do distribuidor representado segundo dois meios cortes axiais: à direita no estado de cheio e â esquerda no estado de vazio, no fim da uti lização.
As fig. 4 e 6 representam diferentes modos de união estanque da caixa e da cúpula do corpo de distribuidor, em meio corte axial. A fig. 7 representa um corpo de distribuidor, cuja cúpula está provida na sua face interna de uma peça inclusa que constitui uma barreira para os perfumes, em meio corte axial. A fig. 8 representa a união estanque de uma caixa de material plástico e de uma cúpula, em meio corte axial, bem como o caso de esta cúpula ser metálica. A fig. 9 representa a união de uma outra caixa de material plástico e de uma cúpula, em meio corte axial. A fig. 10 representa a parte inferior de uma caixa provida de um pá aplicado especial, em meio corte axial. A fig. 11 representa uma cúpula com abertura de saída lateral, em corte axial.
Exemplo 1 A peça (cúpula + caixa) (1) ou corpo de distribuidor (1) da fig. 1 compreende uma cúpula (2), de polietile.no de alta den sidade, e uma caixa (3) de liga de alumínio com fundo (4) monobloco por estampagem-estiramento. A cúpula (2) compreende na sua extremidade superior um alargamento exterior (7), de diâmetro exterior igual a 20 mm, constituindo um anel de encaixe (7) dos meios de distribuição. Compreende ainda, por baixo deste anel (7), uma membrana (8) de espessura sensivelmente constante de 2,3 mm e depois uma porção circular inferior alargada (9), com o diâmetro exterior de 45 mm e o diâmetro interior de 39 mm, tendo na sua extremidade uma garganta circular aberta (10), com perfil semicircular com o raio de 1,5 mm na secção axial e com o diâmetro médio de 42 mm. A altu ra total da cúpula (2) â de 18 mm. A caixa (3) tem uma espessura de corpo cilíndrico (5) de 0,25 mm e uma abertura (11) apertada com o diâmetro de 36,5 mm sobrepujada por um bordo enrolado (12) em cerca de 150° de raio exterior igual a 1,3 mm. A fixação da cúpula (2) no bordo enrolado (12) foi feita por oxidação superficial da garganta circular (10) da cúpula (2) (tratamento por efeito de coroa) e colagem com cola de cianoacrilato desta garganta (10) encaixada no -13-
bordo enrolado (12) e mantida apoiada um pouco mais de 30 segundos durante a secagem da cola. A técnica de colagem usada resulta de ensaios descritos mais adiante.
Podem utilizar-se outros processos conhecidos de tratamento superficial da garganta de material plástico (10), por exemplo um tratamento com uma chama ou com um eléctodo de modelação ( efeito de coroa) A caixa (3) destina-se a uma aplicação de aerossol e o seu fundo (4) compreende um orifício de introdução de um gás propulsor sob pressão e um tampão (13) de obturação estanque deste ori fício.
Ensaios de colagem A disposição anterior (fig. 1) foi objecto de um conjunto de ensaios de colagem, relativos a cúpulas de materiais diferentes : . PA 12 (= Rilsan® ) .PA 6 (= Nylon®) . PE-HD (polietileno de alta densidade) . PE linear sendo estas cúpulas coladas em bordos enrolados da extremidade superior de caixas de liga de alumínio, com as famílias de cola:
. uma cola silicónica "Rhodorseal 5552" (®) . três colas de cianoacrilato: N2 406 Loctite ((R)) N2 202 Cyanolit (®) N2 208 Cyanolit ((r)).
As observações efectuadas podem resumir-se da seguinte maneira: as superfícies de material plástico devem ser de preferên cia preparadas por oxidação superficial, tal como por uma chama ou por efeito de corõa, e as superfícies de alumínio devem de preferência ser previamente envernizadas, não dando estas colas uma aderência satisfatória no alumínio nú. A cola silicónica exige tempos de pressão de 1 a 2 minutos e tempos de secagem no ambiente superiores a 24 horas. As três colas de cianoacrilato dão resultados próximos: os tempos de pressão podem ser limitados a 5-10 segundos e as peças podem ser manipuladas após 30 segundos a 1 minuto, à temperatura ambiente. Estas colas de cianoacrilato são pois muito preferíveis para a aplicação industrial.
Exemplo 2
Utilizou-se um corpo de distribuidor (100), idêntico ao corpo (1) da fig. 1, com excepção do fundo (40) da sua caixa (53), que ê estanque, para fabricar um distribuidor de bomba (14) (fig. 2). Para isso, cravou-se com uma junta de estanqueidade (150) a taça metálica de fixação (15) da bomba (16), que aqui é sobrepujada por um difusor (17) na extremidade superior alargada (7) da cúpula (2). Esta bomba (16) é aqui uma bomba sem retorno de ar. isto é, sem comunicação entre o interior e o exterior 15- V: do recipiente, como ê conhecido dos documentos EP-A-0 143 183 e EP-A-0 251 863, o que permite uma boa conservação do produto contido. Para se obter uma distribuição satisfatória do liquido ou do creme que está contido no distribuidor, a tubuladora de en trada da bomba (16) está provida de um tubo de aspiração (43) que desce até ao fundo (40) da caixa (53), limitando-se o espaço ocupado inicial do produto contido a 70% do volume interior. Com efeito, os ensaios feitos mostraram que, com valores de 80% e mais do espaço ocupado, as bombas sem retorno de ar utilizadas nao funcionam de maneira satisfatória, e que com valores de 70% o funcionamento era sempre satisfatório. Estes ensaios permitem concluir que deve respeitar-se um máximo de enchimento de 75%, no campo de aplicação da presente invenção (capacidades tipicamente inferiores a 1 litro) para se obter distribuições sem incidentes, sendo preferidos os valores de 60 a 75% de espaço ocupado.
Exemplo 2 bis
Utilizou-se um outro corpo de distribuidor, idêntico ao corpo (100) do Exemplo 2, para se obter um distribuidor (14') de produto aerossol de acordo com a modificação seguinte (fig. 2): a bomba (16) é substituída por uma válvula (16') para aerossol, fixada na extremidade alargada (7) da cúpula (2) por cravação da sua taça de fixação, que i semelhante à taça (15) da bomba. O corpo de distribuidor (100) pode assim ter, tal como é, dois tipos de utilização.
Exemplo 3
Tomou-se um esboço de caixa (44) estampada-estirada (44) idêntico ao utilizado para a caixa (3) da fig. 1, de diâmetro exterior igual a 45 mm e tendo no fundo (4) monobloco um orifício de travessia (130) que serve aqui para passagem de ar para a utilização. Introduziu-se pela parte superior deste esboço de caixa (44) um êmbolo deslizante (45) e empurrou-se o mesmo atê ao fundo (4) deste esboço (44). A face superior deste êmbolo (45) compreende um poço (46) que envolve muito estreitamente a bomba (16) no fim da utilização, garantindo um bom esvaziamento de líquido. Estando o êmbolo (45) assim introduzido, aperta-se a extremidade superior do esboço (44) formando uma porção cilíndrica circular (47) com um diâmetro de 40 mm e 10 mm de altura, obtendo-se a caixa (440) utilizada para o corpo pré-montado (200).
Por outro lado preparou-se, por moldação, uma cúpula anular (122) de PA12, cuja extremidade superior (7), bem como a espessura e a inclinação da membrana anular (8) são geometricamente seme lhantes às da cúpula (2) das fig. 1 e 2, e cuja porção inferior de fixação (48) consiste numa saia circular direita de extremidade (48), cuja superfície cilíndrica interior (49) com o diâmetro de 40,1 mm se encaixa com uma pequena folga em torno da extremidade apertada (47) da caixa (440).
Colou-se em seguida, com cola de cionoacrilato, a cúpula (122) na extremidade apertada (47) da caixa, segundo uma técnica descrita no Exemplo 1, obtendo-se o corpo distribuidor pré-monta do (200). / -17-
Depois do enchimento com água, fixou-se por cravação na extremidade (7) da cúpula (122) uma bomba sem retorno de ar (16), idêntica à da fig. 2, como no Exemplo 2. Esta bomba (16) é do tipo "VP7" dos Établissements VALOIS (França). 0 esvaziamento do distribuidor obtido (140) por accionamen to da bomba (16) actuando no difusor (17) que se encontra por cima da mesma foi obtido sem qualquer dificuldade, permitindo o corte do distribuidor (140) esvaziado verificar a posição final do êmbolo deslizante (45), cuja parte dianteira (50) se encaixa com uma pequena folga no interior da parte apertada (47) e da membrana (8) da cúpula (122) e envolve a bomba (16) para se obter um esvaziamento melhor do que 97%.
Exemplos 4 a 6
Podem utilizar-se diversos processos na fabricação de série para a fixação da cúpula (2) na caixa (3). Os processos referentes às caixas metálicas, tipicamente de alumínio ou de folha de Flandres, com a espessura de 0,2 mm a 0,6 mm, sendo os distribuidores postos ou não sob pressão, são comentados a seguir, com referência às fig. 3 a 5. . A fig. 4 representa a fixação de uma cúpula (2) com a mesma geometria que nos três primeiros exemplos, numa caixa idên tica à caixa da fig. 1, com o auxílio de uma peça anular de liga ção (18), compatível simultaneamente com o material plástico da cúpula (2) - aqui polietileno de alta densidade - e com o metal 18- da caixa (3) - aqui alumínio com uma liga fraca. Esta peça (18), com a espessura de 0,2 mm, é um complexo que contem a mesma poli^ olefina que a cúpula (2), isto é PE e EAA (ácido acetileno-acrílico) ; o seu bordo exterior é encaixado na extremidade do bordo enrolado (12) e, depois da colocação da cúpula (2), que vai apli_ car-se por meio da sua garganta circular (10) na peça de ligação (18), efectua-se a soldadura por um dos processos seguintes: por indução de alta frequência, por rotação, ou ainda por ultra-sons, modificando a forma da cúpula para o apoio do transdutor de ultra-sons. .Na fig. 5, vi-se que a cúpula (2), montada com a sua garganta circular (10) no bordo enrolado (12) da caixa (3), tem uma extremidade de garganta circular (10) que ultrapassa cerca de 1 mm a extremidade do bordo enrolado (12), sem obstruir o interi or deste bordo enrolado (12). Por injecção anular de material plástico com mesma natureza que o da cúpula, aqui PE, enche-se, pelo menos parcialmente, a cavidade interior do bordo enrolado (12), fazendo fundir parcialmente a saia exterior (19) da cúpula (2) que circunda a extremidade da garganta circular (10), tendo esta saia (19) neste sítio 1 mm de espessura. Obtém-se uma ligação soldada estanque de boa qualidade que prolonga a saia (19).
De um modo geral, a extremidade (19) da cúpula (2) assim solidarizada pela moldação deve ir para a vizinhança da extremidade do bordo enrolado, ou seja menos de 0,5 mm antes desta extremidade ou um pouco mais longe, deixando pelo menos 1 mm de passagem para o interior do bordo enrolado (12). . 0 modo de fixação da fig. 6 utiliza uma peça anular moldada (20) de material plástico com a mesma natureza que o da cúpula (2), cuja parte superior não está representada, sendo esta peça (20) colocada no ressalto de apoio ou porção apertada (21) da caixa situada antes do enrolamento do seu bordo extremo. Esta peça (20), aqui de PE, como a cúpula (2), compreende uma base (22) que se apoia neste ressalto de apoio (21) da caixa (3), uma porção superior (23) que vai ser cravada como se representa pelo enrolamento (12) do bordo extremo superior da caixa (3), bem como uma ou mais superfícies, aqui as duas superfícies vertical (24) e horizontal (25), que entram em contacto com a saia exteri or (26) da cúpula (2). Feitas as montagens da peça moldada (20), do bordo enrolado (12) e da cúpula (2), a fixação estanque á fei ta por soldadura por rotação dos troços anulares (24) e (25) con tra a porção anular (26) da cúpula (2). A fixação pode também ser feita por soldadura, por indução de alta frequência ou por . ultra-sons.
Exemplo 7
Antes da sua fixação numa caixa (3), dotou-se a cúpula (102) (fig. 7) com a mesma geometria que as cúpulas (2) anteriores, quando da sua moldação, com um anel (27), para funcionar como barreira. Este anel (27) é soldado na face do avesso (28) da cúpula (102) por uma face grande (29) e retida na sua base por um rebordo anular de material plástico (30). Este anel tem em geral camadas de superfície de uma poliolefina compatível com a poliolefina da cúpula e uma camada intermédia de AI ou de material
plástico de barreira. Utilizou-se aqui um anel (27) de um comple^ xo metaloplástico com a espessura de 0,28 mm, que compreende 5 camadas, designadamente 2 camadas exteriores de polietileno de baixa densidade, cada uma com a espessura de 90 micrómetros, enquadrando 2 camadas intermédias de 30 micrómetros de adesivo de copolímero à base de EAA com uma camada central de alumínio com a espessura de 40 micrómetros.
Exemplo 8 (figura 8) A caixa (103) da fig. 8 é de material plástico, aqui polietileno de alta densidade, com a espessura de 0,6 mm na sua parte cilíndrica. Esta caixa moldada (103) apresenta uma extremidade superior cilíndrica (110) com o diâmetro exterior reduzido de 40 mm, enquanto a cúpula (112) compreende na sua extremidade inferior uma saia direita (113) cuja superfície interior cilíndrica de diâmetro igual a 39,8 mm vai encaixar-se com aperto na extremidade (110). A fixação é então feita por soldadura por rotação (soldadura por fricção).
Em alternativa, a fixação faz-se por colagem, tendo a saia direita (113) um diâmetro de 40,2 mm e a extremidade (110) de preferência ligeiras depressões de retensão da cola, estando essas depressões ligadas entre si por cavidades que formam pontes e com uma profundidade tipicamente de 0,03 a 0,08 mm.
Exemplo 8 bis (fig. 8)
Utiliza-se a mesma estrutura para a fixação de uma cúpula de material plástico (112) na extremidade apertada (210) de uma caixa metálica (203). Um anel de ligação (118) da mesma natureza que a peça de ligação (18) do Exemplo 4 (fig. 4) é então colocado em torno da extremidade (210), sendo a soldadura efectuada til picamente por indução de alta frequência ou por rotação. 0 diâme tro interior da saia (113) da cúpula (112) e a espessura do anel ou pulseira (118) são escolhidos de modo a obter-se um ligeiro aperto antes da soldadura. Ê também possível uma colagem, sendo o interior da saia de material plástico (118) oxidado superficialmente de antemão e sen do o exterior da caixa (203) de preferência envernizado (ver os ensaios de colagem no Exemplo 1).
Exemplo 9 A caixa (104) da fig. 9, tal como a caixa (103) do Exemplo 8, é de polietileno de alta densidade, com a espessura de 0,6 mm na sua parte cilíndrica. Esta caixa moldada apresenta na sua extremidade superior (116) uma tubuladora (111) com secção axial rectangular que vai encaixar-se com aperto entre a saia interior (115) e a saia exterior (113) da cúpula (1120), aplicando-se a tubuladora (111), pela sua extremidade horizontal, contra o fundo da ranhura (114). A fixação faz-se de preferência por soldadura por rotação, podendo também ser realizada por colagem. A superfí- 22- cie anular horizontal (119) e a extremidade (117) da saia exterior (113) da cúpula (1120) podem igualmente intervir nesta fixação. No caso da soldadura por rotação, a fricção é favorecida por esta disposição, conduzindo a uma boa reprodutibilidade dos resultados da estanqueidade obtida.
Exemplo 10 A fig. 10 representa uma caixa metálica (33) sem fundo monobloco, constituída portanto por uma porção de tubo cuja extremidade superior i apertada, provida na sua extremidade inferior de um pá aplicado (31), sendo a parede lateral (32) desta caixa encaixada à força em torno da parede tubular exterior (34) de um pé aplicado de polietileno.
Esta parede exterior (34) está ligada pelo seu vértice (35) a uma parede interior (36) com a qual forma uma dobra anular (42) aberta na sua base e fléxivel, isto é, com um afastamento modificável em toda a porção da sua periferia, envolvendo a parte interior (36) um fundo central (37) que a prolonga de maneira estanque e sendo a parede exterior (34) envolvida por um bordo (38) fácil de deformar transversalmente e elásticamente devido à sua pequena largura e à sua espessura limitada.
Este pé aplicado (31), utilizável para outros tipos de recipientes, desempenha a função de compensador de diâmetro e visa uma boa estanqueidade para ovalizações correspondentes a diferenças de diâmetros que não excedam o dobro do valor da largura interior médi da sua dobra anular (42). 0 pé tende a tornar redonda a parede (32) da caixa (33) quando esta parede for semi-rígida. 0 bordo (38) está aqui dotado de um rebordo exterior (39) que permite proteger a extremidade inferior da parede lateral (32) da caixa (33) . Este rebordo (39) leva um relevo anular interior (41) que retém a extremidade ligeiramente alargada da parede (32). Esta parede (32) aperta numa certa altura a parede exterior (34) do pé (31). A disposição assim obtida presta-se facilmente para uma colagem que cria uma fixação definitiva, sendo particularmente adaptada para distribuidores providos de uma bomba sem retorno de ar ou com pequena tomada de ar, funcionando em depressão interior do distribuidor. 0 pé aplicado (31) com dobra anular deformável (42) tem uma espessura de 1 mm e as dimensões seguintes: - diâmetros interior e exterior do interior da sua dobra anular (42): 47,5 e 50,5 mm; - largura da parte inferior do bordo (38): 3mm - diâmetro da porção inferior vertical de altura 7 mm da parede exterior (34) do pé = 52,5 mm; diâmetro da extremidade da porção superior cilíndrica chanfrada (altura 3 mm) = 50 mm; - altura exterior do rebordo (39) = 2 mm. A caixa (33) equipada com um pé aplicado (31) foi utilizada -24- nuxn distribuidor de bomba sem retorno de ar, no qual a entrada da bomba estava provida de um tubo de aspiração, sendo o volume de enchimento igual a 70% do volume interior. O esvaziamento por dispressão não impõe uma fixação por colagem, sendo no entanto esta preferível para a segurança da fixação e para a inviolabilidade do recipiente.
Pode também utilizar-se um pé aplicado, tal como (31), provido de um orifício de passagem de ar, sendo o pé colocado depois da introdução de um êmbolo deslizante na caixa sem fundo de qualquer natureza, sendo o meio de distribuição também uma bomba sem retorno de ar. 0 enchimento do distribuidor é então feito tipica mente pela abertura superior da cúpula antes da fixação da bomba por encaixe nesta cúpula, mas é igualmente possível fazê-lo pela parte inferior da caixa antes da introdução do êmbolo deslizante e de preferência antes da fixação do pé aplicado que deixa passar o ar.
Exemplo 11 A fig. 11 dá um exemplo das disposições de distribuidores que podem ser obtidos com uma cúpula de material plástico. A cúpula esquematizada (212) tem uma abertura de saída e um anel de fixação (207) dos meios de distribuição de eixo (201) lateral, aqui a cerca de 90° com o eixo (212) de simetria da garganta (210) de fixação da cúpula (212) numa caixa. A membrana (208) desta cúpula é fortemente assimétrica.
APLICAÇÕES A presente invenção aplica-se nos domínios da cosmética, dos produtos farmacêuticos, higiénico e alimentar, para o armazenamento e distribuição de produtos líquidos ou cremosos.

Claims (27)

  1. REIVINDICAÇÕES 1. - Corpo de distribuidor (1;100;200) que consiste numa caixa (3;53;440;103;-203;104;33) que compreende um fundo (4;40; 37) e uma parede lateral (5;32) e uma cúpula (2;122;102;112;1120; 212) fixada de maneira estanque na extremidade superior da referida parede lateral (5;32) da caixa, caracterizado por esta cúpu la (2;122;102;112;1120;212) ser rígida e de material plástico e compreender uma membrana anular (8;208) de espessura mínima compreendida entre 1,2 e 4 mm, bem como duas porções anulares inferior e superior (9 e 7; 48 e 7; 19; 26;113;115;207 e 210) que permitem a fixação estanque desta cúpula respectivamente na referida parede lateral (3,5) da caixa por encaixe axial directo e a meios de distribuição (15 e 16), prolongando as referidas porções de fixação a referida membrana anular (8;208) e enquadrando a mesma.
  2. 2. - Corpo de distribuidor (1;100) de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por pelo menos a parede lateral (3,5) da caixa (3;53) ser metálica, compreendendo esta parede lateral na sua extremidade superior um bordo enrolado (12) e compreendeu do a porção de fixação (9) da referida cúpula (2;102) na referida parede lateral (3,5) uma garganta anular (10) fixada de maneira estanque no referido bordo enrolado (12).
  3. 3. - Corpo de distribuidor (1;100) de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por a referida cúpula (2) ser colada pela sua referida garganta anular (10) no referido bordo enrolado (12). -27-
  4. 4. - Corpo de distribuição (1) de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por a referida garganta anular (10) da cúpu la (3) ser fixada no referido bordo enrolado (12) por uma peça intermédia de material plástico (18) soldada nas superfícies res pectivas da referida garganta (10) e do referido bordo enrolado (12).
  5. 5. - Corpo de distribuidor (1) de acordo com a reivindicação 4, caracterizado por a sua parede lateral (3), pelo menos, ser de alumínio ou de liga de alumínio e por a cúpula anular (2) ser de uma poliolefina, sendo a referida peça intermédia (18) de material plástico contendo EAA e a referida poliolefina.
  6. 6. - Corpo de distribuidor (1) de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por a saia exterior (19) que envolve a refe rida garganta circular (10) da referida cúpula (2) continuar por um prolongamento de material plástico que penetra no interior do bordo enrolado (12) da caixa (3) e que solidariza de maneira estanque a referida cúpula (2) e o referido bordo enrolado (1).
  7. 7. - Corpo de distribuidor de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por compreender uma peça anular (20) de material plástico que se apoia no ressalto de apoio (21) da parte apertada (21) da extremidade da parede lateral da caixa (3), por baixo do referido bordo enrolado (12) e aprisionado pelo referido bordo enrolado (12), sendo a referida cúpula (2) soldada em torno da
    referida peça anular (20) por pelo menos uma superfície de junção anular (24,25).
  8. 8. - Corpo de distribuidor de acordo com a reivindicação 1, do qual pelo menos a parede lateral da caixa (103) é de material plástico ou de metal revestido exteriormente com material plástico, caracterizado por esta parede lateral compreender na sua extremidade superior uma porção anular apertada direita (110) ligada à superfície interior de uma saia de extremidade inferior (113) da referida cúpula (113) por colagem ou por soldadura.
  9. 9. - Corpo de distribuidor (1) de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 8, caracterizado por a cúpula anular (2; 102;112;212) ser feita de um dos materiais do grupo formado por: poliamidas, policarbonatos, poliésteres, poliacetal, polipropileno e polietileno.
  10. 10. - Corpo de distribuidor de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por a membrana anular (8;108) da cúpula anular (2;102;112;212) ter uma espessura mínima compreendida entre 1,5 e 3 mm, de preferência entre 1,7 e 2,5 mm.
  11. 11. - Corpo de distribuidor de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 8, caracterizado por a membrana anular (208) da cúpula (212) ser assimétrica, estando a abertura (206) da sua extremidade de fixação (207) nos meios de distribuição orientada lateralmente. 29-
  12. 12. - Corpo de distribuidor (15100;200) de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 7, caracterizado por a caixa (3;53;440;203) de parede lateral metálica ter uma das estruturas seguintes: caixa (3;53;440) de fundo metálico monobloco estampado ou embutido ou embutido-estirado, ou caixa de fundo metálico cra vado.
  13. 13. - Corpo de distribuidor (1) de acordo com a reivindicação 12, caracterizado por a sua parede lateral (3,5) de alumínio ou liga de alumínio'ou folha de Flandres ter. um diâmetro exterior e uma espessura que satisfazem às condições seguintes: 0 33 mm a menos de 47 mm : espessura 0,15 a 0,20 mm 0 47 mm a menos de 55 mm : espessura 0,20 a 0,25 mm 0 55 mm a 80 mm : espessura 0,25 a 0,35 mm.
  14. 14. - Corpo de distribuidor de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 8, caracterizado por a sua parede lateral (32) da caixa (33) ser encaixada â força em torno de uma parede tubular exterior deformável (34) transversalmente de maneira elástica de um pé aplicado (31), formando a referida parede (34) o exterior de uma dobra anular (42) aberta na sua base, cuja parede interior (36) se prolonga de maneira estanque por um fundo central (37), sendo a referida parede exterior (34) prolongada por um bordo anular exterior (38) de pequena largura que apoia e pro tege a extremidade inferior da referida parede lateral (32) da caixa (33). 30-
  15. 15. - Corpo de distribuidor de acordo com a reivindicação 14, caracterizado por a caixa (33) compreender um êmbolo que desliza de maneira estanque na referida caixa (33) na qual o fun do central (37) do pé aplicado (31) compreende pelo menos um ori fício de travessia.
  16. 16. - Corpo de destribuidor (200) de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 7, caracterizado por a sua caixa me tálica ou de metal/plástico (440) compreender um fundo monobloco (4), bem como um êmbolo (45) que desliza de maneira estanque no interior desta caixa (440) entre o referido fundo (4) provido de pelo menos um orifício de travessia (130) e a extremidade superior apertada (47) da referida caixa (440).
  17. 17. - Distribuidor (14'), caracterizado por compreender um corpo (100) de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 13 e uma válvula (16') de distribuição de um produto de aerossol de maneira estanque pelo seu aro ou anel de fixação (15) na porção anular superior alargada exteriormente (7) da referida cúpula anular (2), tendo a caixa (53) do referido corpo um fundo estanque (40) monobloco ou cravado.
  18. 18. - Distribuidor, caracterizado por compreender um corpo de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 11 e uma bomba de distribuição de um líquido ou de um creme fixada de maneira estanque pelo seu aro ou taça de fixação na porção anular superior alargada exteriormente da cúpula anular que se situa sobre o referido corpo, compreendendo a caixa (33) do referido corpo um êmbolo que desliza de maneira estanque no interior desta caixa (33) e não tendo qualquer fundo ou tendo um fundo aplicado que deixa passar o ar.
  19. 19. - Distribuidor (140), caracterizado por compreender um corpo (200) de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 11 e uma bomba (16) de distribuição de um líquido ou de um creme fixada de maneira estanque pelo seu aro ou taça de fixação na porção anular superior alargada exteriormente (7) da cúpula anular (2) que se situa por cima do referido corpo (200), sendo a caixa (440) do referido corpo (200) metálica ou metalo-plástica e tendo um fundo monobloco (14) e uma extremidade superior apertada (47) que deixa passar o ar e compreendendo um êmbolo (45) que desliza de maneira estanque entre o referido fundo (4) e a referida extremidade (47).
  20. 20. - Distribuidor (140) de acordo com uma qualquer das reivindicações 18 ou 19, caracterizado por a bomba de distribuição (16) ser uma bomba sem retorno de ar.
  21. 21. - Distribuidor (14), caracterizado por compreender um corpo (100) de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 15 e uma bomba (16) de distribuição de um líquido ou de um creme fixada de maneira estanque pelo seu aro ou taça de fixação (15) na porção anular superior alargada exteriormente (7) da cúpula anular (2) situada por cima do referido corpo (100), tendo a caixa (53) do referido corpo (100) um fundo fixo estanque (40). hi' ( λ
  22. 22. - Distribuidor (14) de acordo com a reivindicação 21, caracterizado por a bomba ser uma bomba sem retorno de ar (16) cujo orifício de aspiração é provido de um tubo de aspiração (43)·
  23. 23. - Distribuidor (14) de acordo com a reivindicação 22, caracterizado por, no seu estado pronto para a expedição depois do enchimento, o líquido ou o creme que ele contém ocupar 60% a 75% do seu volume interior.
  24. 24. - Cúpula anular (2) de material plástico, caracterizada por compreender uma membrana anular (8) de espessura mínima compreendida entre 1,2 e 4 mm, enquadrada por uma extremidade superior anular (8) alargada exteriormente e uma porção de extremidade inferior mais larga compreendendo uma garganta anular (10) de perfil pelo menos parcialmente semicircular permitindo encaixar o bordo enrolado (12) de uma caixa (3).
  25. 25. - Cúpula anular de material plástico (112), caracterizada por compreender uma membrana anular de espessura mínima com preendida entre 1,2 e 4 mm, enquadrada por uma extremidade superior anular alargada exteriormente e uma saia de extremidade inferior mais larga (113) compreendendo uma superfície interior vertical anular, permitindo a referida superfície encaixar a porção anular apertada direita (110) do corpo tubular de uma caixa de material plástico ou metalo-plástico (103) para a sua ligação estanque na referida porção (110) por colagem ou soldadura.
  26. 26. - Cupula anular (2;112) de acordo com as reivindicações 18 ou 19, caracterizada por a membrana anular (8) ter uma espessura mínima compreendida entre 1,5 e 3 mm, e que é feita de um dos materiais do grupo formado por: poliamidas, policarbonatos, poliésteres,poliacetal, polipropileno e polietileno.
  27. 27. - Cúpula anular (102) de acordo com uma qualquer das reivindicações 18 a 20, de poliolefina, caracterizada por a sua superfície do avesso (28) estar dotada de um anel de barreira (27) fixado pela moldação, compreendendo o referido anel (27) pelo menos camadas de superfície de piliolefina compatível com a referida poliolefina da cúpula (102) e uma camada intermédia de AI ou de um material plástico de barreira. O Agente OFícial da Propriedade Industriai
    Λ
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