PT95214A - Processo e produtos obtidos por mistura de cimento e de fibras de reforco - Google Patents

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PT95214A
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Saint Gobain Rech
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Description

Memória descritiva referente ao pedido de patente de invenção ass nome de Saint-Qobain Recherche, francesa, industriai, com seda em 33» qual Lucien Lefranc» 933ΘΘ Auberviiliers, França, para : ι,,,μμι^ mm
£ DE FIBRAS OE REFC P presente invenção diz respeito a um processo ris fabricação duma mistura à base de cisanto contendo fibras de reforço, a os produtos obtidos a partir desta mistura. A invenção encontra aplicação p® r t i c ularmente importante ainda que não exclusiva, no domínio dos materiais em fibro-cisento que são utilizados na construção para a fabricação da elementos de telhados, de placas ou painéis de fachada, de baixos relevos, etc... á Já conhecido o reforço do cimento palas fibras da diferentes tipos. 0 interesse de armar um material mineral para lhe conferir uma boa duciibilidade e uma melhor resistência em tracçfo foi compreendido há muito tempo, coso nos mostra a existência antiga da adobo ou do betão armado.
Dentro do mesmo espirito, procurou-se portanto bastante cedo reforçar os cimentos pelas fibras. A utilização industriai de fibras de amianto como reforço do cimento data por exemplo do princípio do século.
Porém, e isto sobretudo depois da descoberta nos anos Ί96Θ c!s riscos de cancro ocorridos devidos á manipulação e à inalação da fibras de amianto, outros tipos de fibras cia reforço do cimento foram igualmente encarados.
Pode-se citar a este respeito as fibras em aço, em ferro fundido, era vidro, era celulose, as fibras políprcpileno e outras fibras sintéticas, as fibras naturais de juta, cia bambu, etc...
Entretanto, a utilização de tais fibras não conhece o desenvo1vi mento que deveria porquanto a mistura cimento-fibras p(5e problemas da fabricação. A este título, os processos conhecidos da técnica anterior por filtração, impregnação, projecção, ou mistura de fibras no momento do amassaraenio do cimento <processo chamado PREMIX) apresentam iodos os inconvenientes que limitam a sua utilização.
Por exemplo, o processo da fabricação da mistura ciatenio-fiòras por filtração do cimento através de fibras, não é conveniente a todos os tipos de fibras. Estas devem com efeito ser bastante finas para formar um filtro eficaz, e ter uma afinidade suficiente com a água, o que exclui notávelmente o emprego de fibras de vidro. ft necessidade de prensar as peças fabricadas interdita por outro lado, ® fabricação de peças com forte relevo. Além disso, ura circuito de adução e de eliminação d® água utilizada ao longo da fi1tração é necessário, o que conduz a custos importantes. 0 processo de fabricação da mistura cimento-fibr&s por isapregnação é tão longo e em geral difícil de realizar, portanto dispendioso. A fabricação de uma mistura da cimento e da fibras por projecção do cimento e da fibras sobra um molda ou unia pa rec&> não convsia a iodos os tipos de fibras, como cosi o processo de fabricação por filtração. As fibras davam com afeito apresentar características de massa e de aspecto que as permitam projectar. Trata-se portanto da fibras caras, que necessitam uma fabricação particular. A projecção da massa de cimento requer a utilização de grandes quantidades de âgua, surgindo problemas de envelhecimento do produto obtido por esta processo e de pioras características finais. Por outro lado, devido à sua complexidade de realização, o processo por projecção necessita de uma mão de obra qualificada.
Enfim, o processo que consiste em misturar fibras ao cimento no momento do amassamento Cprocesso chamado PREPflX), tal como ele ê praticado na técnica anteriormente, limita considerávelmante a taxa de fibras incorporadas à massa de cimento. 0 aumento da viscosidade da mistura devido à adição das fibras é em geral compensado por uma dosagem inicial em água ruais forte. Reencontra-se portanto os inconvenientes do processo de fabricação por projecção, sendo diminuídas as qualidades finais dos produtos obtidos a partir da mistura. Também, como para o processo de fabricação por projecçlo, a mão de obra deve ser qualificada o que torna os processos conhecidos do tipo PREMIX dispendiosos e essenc ialmente próprios à fabricação em pequena série. ή presente invenção visa obter um processo de fabricação de uma mistura â base da cimento armado da fibras d® reforço, e «te produtos obtidos a partir de uma tal mistura, respondendo melhor que os anteriormente conhecidos âs exigências da prática, nomeadamente no facto de ele permitir a utilização de iodos os tipos de fibras de reforço. Os produtos formados são de forte densidade e apresentando bcas caractsr£sticas da comportamento no finai, e noseadamante uiaa boa resistência â fiaxlo | o processo é facxl da real. izar, permite uma aoldagen fácil da ai atura* e isto por yia custo aceitável. rara tal a invenção parte da constatação feita pelos inventores que a mistura fibras e cimento é francamente melhorada quando se realiza uma massa compacta misturando o cimento cosa, para 1.Θ© partas a® peso da cimento* apr oximad&menie 5 partes a aproximadamenie 2© partas em peso de uma primeira carga da material pulverulento cujo diâmetro médio dos grãos é compreendido entre í/B e i/í© do diâmetro médio dos grãos do cimento a com aproximadamente 2Θ partes a ap r ox imadamactte 35 partes em peso da água* apôs que se mistura ca seguida pelo menos um tipo de fibras de reforço â oassa assim obtida. 0 processo cia invenção difere nomeadamente de modo essencial dos processos do tipo PREHIX da técnica anterior da duas maneiras S pela ordem das éiapas que slo realizadas, a saber, a invenção prevê a ordem seguinte ; mistura dos pôs e amassamanio, depois incorporação de fibras, e pela fraca proporção de água utilizada, eis relaçSo às proporçdes habiiualmenie conhecidas.
Com o objectivo mencionado acima, a invenção propoa nomeadamente um processo de fabricação de uma mistura ã base da cimento contendo fibras de reforço caracierizatía pelo facto de que se forma uma mistura do cimento s, para iu® oartes em peso de cimento, aproximadamenie 5 partes a apr oxistadamen te 2© partes em peso de um primeiro material pulverulento, cujo diâmetro médio dos grãos está compreendido entre 1/5 & i/1© do diâmetro médio dos grios do dito cimento, de aproximadamenie 2© partes a aproximadamenie 35 partes em peso de água pelo menos um djuvante Cfluidificanie, reductor de áqua. ou dispersanie) depois mistura-se a dita massa com pelo menos u® tipo de modos i procede-se á mistura seguintes : — forma-se a Πε£1215 5l C * entre 23 pari SS S 30 í — para I?3# partes < ap roximadamen te 2 par de fibras de reforço, - forma-se a massa m êLdU5» - massa pai
DSSO .-uraiioo alem aissc· com o cimento e o primeiro material pulverulento3 para i@@ partes em peso de cimento a tá aproximadamente 5 partes em peso de um segundo material pulverulento cujo diâmetro médio compreendido entre í/5 e i/í® p r i me i ro materi aI puIveru1entc cimento •se a 810-1 ité spro: ; vsni; •C5»C5; <S tâS.’ at •IP £Κ£—' . t.......... & re©lógico e vantajosamanie snt-r dí grãos da diâmetro médio dos gr-Sos do í is* para í®® partes 01¾¾ peso psií -tes em peso da s «sv* fehcar. ad j uv. ante i massa jt-inx-anoo—sa, im partes em »·*· e* par τ-a em ps ds saso da produto
Diast-xf’.c an te s — forma-se a massa misturando—se os diferentes materiais secos depois procedendo ao amassamento da mistura homogénea ™κ* t Ha vk1 v* -a· '«r-w* j o primeiro material pulverulento è diâmetro médio compreendido entre s constituído por grãos cte m. 3 jm e 2® jjm ~ as fibras de reforço apresentando um diâmetro médio compreendido entre aproximadamenia 3 e 3© Jum. Uma das vantagens da invenção é a possibilidade de introduzir simuliâneament-s várias espécies de fibras, ê deste modo que é possível de incorporar na mistura fibras minerais ou de vidro cujo diâmetro médio ê compreendido entre aproximada®ente 1© s 3ô jjxíi e cie preferência igual a ap r©x imadamente 2© fjm, -s fibras da mesma natureza cujo diâmetro médio é inferior a aprox imadamente 5 jm. As primeiras melhoram as propriedades mecânicas da composição (flexão, tracçlo, choque), as-segundas melhoram a impermeabilidade, a resistência á microfissuraçã© e â abrasão. A invençl© propSe igualmente um produto à base da cimento armado de fibras de reforço obtidas a partir ds mistura de acordo com o processo descrito acima, caracterizad© pelo facto ds que o produto comporia, para í&ê partes em peso de cimento, aproxímadamenie 5 partes a apr©ximadamenta 2© partes em peso dum primeiro material pulverulento cujo diâmetro médio dos círios é compreendido entre i/B e í/i© do diâmetro médio dos grãos do cimento.
Vaniajosamente, o produto comporta alá® disso, para í©© partes em peso de cimento, até aproximadamente S partes em peso dum segundo material pulverulento cujos grãos apresentam um diâmetro médio compreendido entre i/S e 1/1© do diâmetro médio dos grãos do primeiro material pulverulento.
Mum modo de realização vantajoso o primeiro material pulverulento ê o metacaolíno, de diâmetro médio compreendido entra 3 jm e 2© ^um, o segundo material pulverulento é a microsilica, as fibras de reforço compreendem a lã de vidro. h invenção será melhor compreendida na leitura das explicações que se seguem e dos quadros dados em anexo. A invenção utiliza primai ramente os resultados conhecidos de ©piimização das proporçSes entre granu lomei-ri-as da cospcmsnias de baiSas permitindo melhorar a compacidade, aplicada aqui da maneira nova ãs massas da cimento cujo tamanho do ma is grosso "granulado53 â o do ma is grosso grão da c imento.
Sabe—se que quanto mais um produto é compacto, mais as suas caracísrísticss da resistências físicas & · mecânicas no final são satisfatórias.
Qs espaços intersticiais delimitados pelos grãos dura produto determinam a sua compacidade Cou porosidade). Ora, misturando um pó inicial formado de grãos dum diâmetro médio dado cota uma carga de produto pulverulento cujo diâmetro médio dos grSos é menor, enche-se principalmente certos espaços intersticiais, o que produz uma maior compacidade do produto final obtido. é. esta princípio que foi utilizado pelos inventores que descobriram de maneira empirica que, no caso particular do cimento, as proporçães óptimas a respeitar entre o diâmetro médio dos grãos do dito cimento e o da carga dum primeiro material pulverulento sendo de aproximadamente 1/5 a ap r oxim&damenie 1/1® de um em relação ao outro, a associação duma outra carga dum segundo material pulverulento, nas proporç&es de diâmetros médios entre produtos pulverulentos idênticos às de entre c imento e primeiro produto pulverulento, melhora ainda a compacidade.
Por outro lado, os inventores descobriram igualmente que, de maneira inesperada, o respeito das proporçSes entre diâmetros médios facilita grandamenie a mistura com as fibras de reforço, que é uma das características essenciais da invenção. A título ds exemplo de modo nenhum limitativo os resultados obtidos pelos inventores para chagar a estas proporções, são dados a seguir nuns quadro de medidas de porosidade (quadro I), para duas composições típicas de massa cimentar realizadas respeitando as proporções entre diâmetros da invenção I uma composição n2. í sem "segundo” material pulverulento, e uma composição nS. 2 com "segundo55 material pulverulento Cno caso, trata-se de microsilica}.
Outras medidas com valores de granuiometria diferentes, mas entrando sempre nos limites dos intervalos dados pela invenção* permitiu por outro lado aos inventores confirmar os ditos intervalos.
Viu—se que após 2-5 ciclos de isaersSo/secsgea ds produtos obtidos a partir das composições n& 1 e ίτ2. 2, obtiveram-se porosidades (medidas no picnometro com hélio) próximas da porosidade óptima teórica.
As caracteristicas dos materiais utilizados para estas composições são .5 s imento l CPA5S i diâmetro médio de grãos da ordem de 60 yM-S* primeiro material pulverulento l meiacaolino | diâmetro médio de iô >utei, - segundo material pulverulento l micros!lica ? diâmetro médio ds 1 >um» im adjuvante utilizado na sua função reductora de água S polinaftalina sultanato (conhecido sob a denominação LOMAR.Q>. mmm, ι.
Coisposigio. í CPA m água + 1omar Fibres da vidro psso em g 4ΘΘ m 12© + iô 3S porosidade final = /s15 %
ComoosigM-Z CPft ΠΚ JUSÍ água + 1ornar Fibras tía vidro peso em g 4@® 40 10 Í00 + 1© 36 porosidade final = 5»/9 % 0 quadro II a seguir clã os valores «tédios teóricos máximos para os empiIhamentos das esferas de classes de granuiomeirias do mesmo tipo que as coisposiçãos 1 a 2 acima referidas. 9ÉMMLJ1 - Componente t-eôr i co
J CPh KK juSi vácuo Fibras de vidro em % 65 15,16 7,96 4,29 7,55 porosidade final = 4,29 %
Constata-se que estes valores teóricos são próximos dos valores obtidos co® a composição i e que eles slo ainda melhorados com a composição 2 | a compacidade obtida para os produtos da invenção é ersilo bem opiimizada. 0 quadro ΐϊΐ dá a composição de diferentes misturas á base de cimento e de fibras de reforço. Os valores indica® as massas em gramas.
Estas misturas são na origem de produtos submetidos a testes cujos resultados são mencionados no quadro IV. Certos produtos são realizados com misturas de acordo com a invenção e outros n!o, de maneira a permitir comparaçSes sobra os resultados obtidos.
As diferentes misturas mencionadas no quadro III fora® realizadas com um cimento CPfíSS. fias iodos os outros tipos de cimento são possíveis. Em particular* um cimento sulfato-vulcânico de origem japonesa comercializado sob a denominação CHICHIBU, ou cimentos especiais por exemplo toa c imanto a luminoso fabricado pela Sociedade HE1DELBER8ER SEHEftT (RFA) são* bem entendido* utilizáveis. Ver sobre este assunto os quadros III bis © IV bis em anexo.
Me quadro III o "primeiro" material pulverulento é o meiacaolino de diâmetro granulomátrico médio da ordem de S jJLm, apresentando uma superfície especifica ΒΞΤ de 15 a 3© nr-/g © resultados no ensaio dito Ensaio CHAPELLE (norma 88 6432 de 1984) mostra um consumo da ordem de 81© mg de CaQ/g de meiacaolino.
J
Por meiacaolino* entsnda-se o produto activado iérmicamenie da caulinite. A fórmula, resumida do matacaolino pode-se escrever* utilizando os símbolos clássicos empregues pelas cimenteiras = Mv? (A = AI2O3 © S = SÍO2).
Ele é obtido por tratamento térmico da caulinite a temperaturas que variais entre 7ΦΦ e 9Θ@&€ durante algumas horas. primeiros
Ev i deniemente, puivsrulsntos respeitando as proporç5es granulossét-ricas da invenção s® relação ao cimanto são utilizáveis.
Em particular grés, caulinos, argilas, tíolomiies, sdcroesferas com cavidades minerais (diâmetro médio da ordem de 3Θ Jm'* ainda o pó de yoli&stoniie (diâmetro médio da ordem de 8 a i© jumú são utilizáveis* sem que esta enumeração seia em nada limitativa. 0 "segundo” produto pulverulento utilizado no quadro 111 & constituído pela microsilica de superfície especifica de 20 m^/mg e de diâmetro médio compreendido entre ©,3 e 3 >uia. Aqui ainda outros produtos são utilizáveis- para realizar a invenção, como por exemplo a grafite da granulometria adequada ou microfibras de vidro moídas cujo diâmetro médio é igual ou inferior a aproximadamente 3 Aí®. é preciso notar ainda uma vez que estas slo sooretudo os efeitos "físicos” observados sobra a mistura e sobre os produtos que dai são originários, efeitos devidos entre outros âs relações granulomátricas de materiais pulverulentos entre eles e com o cimento, que são importantes para obter bons resultados e permitir uma fabricação e uma realização fácil da mistura com as fibras de reforço de acordo com a invenção, mais que os efeitos químicos, por exemplo efeitos pozolanicos dos finos e ultra finos utilizados como primeiro e segundo materiais pulverulentos. 0 adjuvante utilizado nas misturas mencionadas no quadro III é a polinaftaleno sulfanato conhecido sob a denominação LOM&R.D e cujo diâmetro médio é da ordem de 50 jmm.
Outros adjuvantes conhecidos do técnico da matéria são igualmeute utilizados. 0 plasiifícante das misturas do quadro 111 f qua nao á da modo nenhum mencionado da maneira limitativa, é o carboximeiiIcelulose CCIiC) do tipo conhac ido sob a denominação BLAWDSE (referência ASÍUCELL MS 71®) da diâmetro médio cia ordem de 4© jum.
Enfim, vários tipos da fibras da vidres figuram nas misturas do quadro 111, saia que isto seja em nada limitativo do tipo de fibras a utilizar.
As fibras empregadas são designadas pelas letras cujo significado é o seguinte s as fibras Zj e Zg são obtidas de acordo cora um processo da estiragem por fluido e cor respondam aos vidros aicali-resistentes contendo oxido de zireônio. b fibra Zg é uma fibra continua que corresponde a uma composição do mesmo género, obtida por estiragem mecânica. As fibras Aj e Ag são fabricadas a partir dum vidro a1umínio-magnêsio, resistente iguaImante ao ataque dum meio alcalino, de acordo com um processo utilizando a estiragerâ por fluído | a primeira utilizada é bruta apôs a fabricação, a segunda sofre uma cardagem préviamenie ao seu emprego. As fibras e Bj s®° obtidas a partir dum vidro â base de escória e de basalto de acordo com dois processos diferentes utilizando a estiragem por fluido. 0 número seguindo as referências de fibras indicais o diâmetro médio das ditas fibras íou filamentos) expressos ara JUíú. Dá-se a seguir o significado das ooiaçSes utilizadas no presente pedido e nomeadamenie no quadro IV CnoiaçSes por outro lado in ia ir assenta clássicas) 3 - MOR ou et* Ca» !MrA} designa a tensão isâxima da traeção medida num ensaio de flexão, dito flexão em 3 pontos, rio momento da ruptura. fi ruptura é definida para todos os materiais estudados caso o máximo da curva iansão/daformaçlo, embora um tal máximo não coincida sempre com uma queda brutal da tensão suportada pelo material. “Sr Cem 1) designa o alongamento na ruptura. 0 alongamento calcula-se pala fórmula : 2 =6 f/1^, onda f é a flecha ao centro ala distância entra apoios. - LOF Ceia lira) exprime o limite de linearidade, é o ponto onde a curvatura esforço/deformaçSo torna-se não linear. - ^ l_np ou Xe Ce® 1) designa o alongamento no ponto lisaiie da linearidade. ·- d designa a densidade Chúmida). - E Cem 6Pa> é módulo d'Young ou módulo de elasticidade. -- Ur Cem é a energia de ruptura. - Wa Cem J/bv^) ê a energia necessária para atingir o ponto iimite de elasticidade do produto testado. - "v.-s." ê a abreviação de envelhecimento acelerado. 0 teste mais frequsniemente utilizado ê uma imersão de 28 dias na água a S®2C. Utiliza-se f requentemente a menção da propriedade "final" para as amostras apôs "v.a.". I* é o Índice de tenacidade. Designa a relação da energia de ruptura pela energia de flexão armazenada até ao limite de proporcionalidade. Este indice, ainda que sujeito a fortes aleatoridades, caracieriza o comportamento do material após o "primeiro indicio" de fraqueza. r' O exame dos quadros XXI e IV aios iram que um cimento contendo materiais pulverulentos nas proporções da invenção apresenta caractarísi-icas físicas satisfatórias s módulo da ruptura, CHOR), alongamento à ruptura C Σ resistência â iracç-So, etc.
Em particular., os inventores poderam constatar que sa obtêm excelentes resultados com uma massa onde o metacaolino repra senta sómente 10 % enquanto que a ut i1izaç So de 3# relação ao peso do cimento, a prior massa, a não
£, ÍÍÍf-r1*·-8 « t!-ía* 2 ΐ-S? sieváSE ϋ peso do cimento, de me ta c ao1i no em mais favorável por razões químicas, foi abandonada por razões da granuiosat-r ia resultando difícil a introdução de fibras ser garantindo um amolecimento mais nocivo para as perfomances finais do produto resultante da mistura. numerosos proceder am e dos quais os qt .íaoros i i ϊ e & ? •LáSíS.Ví exempli confirma rass es t-es r esu 1 t-ados. Um outro pa r âieie t- r o importante da i rs ve nçao, ! y* 4 -f a-1 > â proporção de água a juntar à t aassa para obter mistura compacta da invenção e pode r—1he misturar as fifo Qa retorça sem m.uivo estorço, nsaios aos quais os inventores 012 B. râpidamente. Uma mistura muito vigorosa ou muito longa danifica, com efeito, as fibras de reforço. ϊ amolecimento é, ou não, favorecido % por exemplo uma presa muito lenta C sHsjnr* 5-¾ vi? -"Ίί rO ,·ο?, mas ao ast-anie rápida co® 1 Bi © B2 que necess i ta manos de i para uma taxa de fibras i mpor tant-e.
Faze,mos notar aqui que a quírnica da massa, assim como a das fibras, desempenha apesar de tudo u® papel, conforme observa—se
A partir dos quadros III e iV, podem-se caracterX2;ar f p!· gerais da invenção sabendo que uma US mOdO oe V* =>. 1 ψ- V~-
obse τ v s~ss S oroprisQsdS: opiifíiizaçSo das propro ções entre com iponsnies, ficando sempre dentro do intervalo da invenção, poderá ser vant-a i osa encontrar para cada tipo ds fibra e cada n atureza química mais especifica da ®sssa utilizada. - a densidade, 33 módulo d'Young» e as tensões limites sao funções decrescentes da taxa. em água 5 — os limites no alongamento* e o indice de tenacidade sSo funções crescentes da taxa ^ás água, mas unicamente a partir duma relação água/cimento £E/C> próximo de @,4.
Observando mais precisamenie as séries de composição onde sô a taxa em água é modificada, nota-se que l d-SL-fc y £&w em "pôs" < c imente + maleri ΒΛ1Ζ iade e 0 módul Lo d'Young sofrem. em - para uma mesma compt pulverulentos), a densidade função da taxa &m ãoua, um forte decrescimento, até um patamar correspondendo a um excesso tas
J - o aiongamenso Ι/C íde Θ, 4 1 uma função crescente a partir duma relação «1 a1 rupt ura •a|3 ^sss nt-arft máxi ΐάΟ*£ sso antr ® SÍ 55 i t-O pos iiivo tía pa r a ma ssas C 05¾ 0 rte taxa da slen tos, por tanto rela tivame sita ime nto th ais ou meno s ac sntuad 0. B £-6Π3«?.0 água ivx sx vsx &m par % finos, ou materiais p secos! e um steito de d
Para medir a importância da dosagem em áqua, convém de not-ar que í
“ para preencher os vazios entre materiais pulverulentos e cimento, a taxa em água necessária é da ordem de 15 % do volume total Ccimenio + fibras + materiais pulverulentos), ou seja da ordem de Í5 g .para 1Θ® g de cimento i a junção de água vai interromper, pelo menos orovisôriamante, o empilhamento compacto da massa, pelo
que não é sô afectado o amolec imento dos grãos e das fibras I - para obter uma maneabilidada corresta, tendo em conta uma taxa de -adjuvantes "razoável”, é difícil de descer abaixo duma relação em peso entre a água e o cimento E/C igual ao da ordem de @,2 a $,2S 1 - enfim para permitir uma boa presa do cimento, e ainda que não se trate senão dum meio sobre as rsacçSes âs relações da pesos variados, á necessário juntar da ordem de 25 g de água para 1ΘΘ g de cimento. Com uma tal dosagem reaproxima-sa das condições de presa sob a forma de precipitação dum "gel -único" práticamente sem cristalização, o que favorece as propriedades mecânicas s uma boa qualidade de interface entra o cimento e as fibras. 0 interesse de limitar a taxa ea água não é únicamenta o de permitir introduzir as fibras sem -efeito de segregação e da limitar a retração e as deformações diferidas (fluência), mas também de permitir, graças âs qualidades de compacidade da massa e a boa interface realizada entre cimento e fibras de reforço, boas caractsrísticas físicas e boas perfossances de resistência á ruptura a final. ou
Os inconvenientes duma fraca taxa em água <essenc iaimente uma presa relativamente lenta e portanto um cuidado bastante delicado), podem ser minimizados eliminados optimizando a taxa de fluidificante. I & ao
Fazendo referência aos quadros, e apôs proceder teste clássico de envelhecimento acelerado? observa-se um melhoramento das propriedades mecânicas devido a ajunção de adjuvante.
Em resumo, as taxas em água e em adjuvante, foram opiimizadas pelos inventoras, a partir de numerosas observações que elas fizeram, da maneira seguinte ; para 1ΘΦ partes em peso de cimento aprox i madamente 2® partas a apr oximadasaen te SS partes em peso de água e até 4 partes em peso de adjuvantes e vantajosamente entra 2 e 3 partes, de acordo com o tipo da fibras e composição da massa.
Os quadros III e IV põem igualmente em evidência proporções óptimas, em peso em relaçlo ao peso sm cimento? de fibras a utilizar nas misturas da invenção.
Sobre a quantidade cie amostras fabricadas pelos inventores e sobre as quais os quadros apresentará valores dados a titulo de exemplo nlo limitativo, poderam-se pôr em evidência alguns efeitos bastante claros ligados à quantidade da fibras.
Observa-se com efeito um crescimento do limite da linearidade, um crescimento das tensSes limites, alongamento e energia na ruptura, para teores de fibras compreendidas entre aproximadamente 2 partes a aproximadamenie 18 partes em peso de fibras para í®# partes em peso da cimento.
Observa-se por outro lado, que ainda que iodos os tipos de fibras minerais sejam encarados, excelentes resultados são obtidos quando o reforço é realizado sob forma de fibras de vidro ou de basalto misturados.
Os quadros nS. III bis e IV bis mostram sumárlamente que resultados vantajosos são igualmente obtidos com outros -t r
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Iaoo qua as oitsrsntas rslaçS 35 entre P; dw C XS*M—Γβ*3ί·0 e quan i i dade de água U í.· £ J. .í. ju ,sd. g, f duz em âiS tensSes de rupiura segui? itss = - σΓ 25 £& 3Φ MPa para uma re lação água sob? *e ci Lmento da o r dera de & i 245 í - OV síJõ S MPa para uma ¥»pj i.3tÇ la O SqLIsa 3 O £3 i *e cimento dm ordem de 0,3. Em compensação o alsm gaisi! ento êi r! uptura é ; - ΣΓ X wi 1,1 para o CPJ r afo rçado de 13¾¾¾ X 1*Cr s íatíerên cia 3 - Σ r “j Λ- para o CF’ H com uma \* av« O-S água de aproxi ma dament 3 0 ,3 (aderência liflfô nos fort 5 -ΣΓ •j i. 52. 1 ; 2 parai o CPA C OIS tsífsljcs ίχώΛ. a de âí se ísa menor € ê SVlt-SiO Ma J. S 3'5C o portanto mais a gs rent-e> , é c i-.* 1 s” ect-o paira o r imento 3.F1CI o. < Prs sversdo que E/C ^ θ,2δ Csenio deve-se juntar finos). spsrscs lí carácter crucial aa oosage® sai água qus aqui; foi igualmente verificado sobre diversas amostras por um estudo no Microscópio elect-rónico com destruição.
Vai-se agora descrever- um exemplo de realização do processo de mistura de acordo com a invenção. A partir de uma prê-mistura seca contendo o uma segunoa carga losacsens da cimento, uma primeira carga e eventual mentem materiais pulverulentos, de acordo com as 18 água s intervalos igualmente antes da operador invenção, um oper&dQf junta uma cjuant idade correspondendo a ym valor orê—deisτm 1 nado aos indicados pelos inventores Ca mistura de pós pode cofsi vantagem ser efectuada pelo operador, mesmo amassadura).
Os adjuvantes Cfluidif icante, plastificante, etc...) são também vantajosamente introduzidos pelo operaaor, antes, durante ou depois de juntar água % eles são função do tipo de cimento, do tipo de materiais pulverulentos e do i-ipo de fibras de reforço utilizadas.
As misturas são realizadas por misturadores clássicos, sem que seja necessário sfectuar obrigatóriamente uma malaxação da massa antes da introdução de fibras.
Podem principalmenie ser- utilizados os tipos de misturadores seguintes S misturador com -movimento planetário, por exemplo do tipo conhecido sob as denominações HQBAPí, PER I ER, KENWOQD, .... misturador "GMNIMIJCEUR" CCOLLOhATiei, com andamento valsante (misturador desenvolvido por HEIRXCH5, com relha de charrua, etc...
Uma νί&3ϋ massa obtida, juntam—se as fibras de reforço.
Estas fibras de reforço podem ser de iodos os tipos conhecidos, em particular fibras de vidro, moídas ou não moídas, apresentando-se por exemplo sobre forma de feixes de fibras paralelas ou de lã ds vidro, como no modo preferido de realização da invenção msds particularmente acima descrito, !*as igualmente fibras em polímero ou de todos 33-3 tipos tais , . narte introdutória do presente como aqueles xnvocaoos na 3-- *- pedido Caços, ferro fundido, Ά fraca" ;ntidade de água junta dá à massa obtida urrt aspecto singular mente "seco". Não obstante o emprego a® partículas da granulometrias sobrepostas e de fluidificaste conferindo à massa um carácter marcadament-e tixotrópico o ciue torna possivelmente a incorporação fácil de fibras.
As fibras são introduzidas na massa s mistura—s© a massa e as fibras durante um tempo suficiente para atingi** uma boa homogeneidade. 0 tempo global para estas diferentes operações varia da ordem de 3© segundos à. ordem de 2© minutos de acordo com o tipo de misturador utilizado. A mistura é em seguida utilizada para a fabricação de um produto, por exemplo uma telha. maleável, :ada par pooa A mistura obtida sendo muito nomeadamente e vantajosamente se; moldagens.
Neste caso, è introduzida nos moldes e colocada em forma, por exemplo por vibração, durante por exemplo da ordem de 5 a 15 minutos. 0 tipo de composição utilizada, a o processo de mistura de acordo com o modo de realização da invenção mais pariicularmenis descrito na presente memória, estão na origem dum melhoramento incontestável de propriedades físicas de produtos fabricados em cimento reforçados da fibras, particular de fibras de vidro.
Nomeadamente : - a raologia da massa obtida após incorporação de fibras ζρΟΓ exemplo lã de vidro ou lã de rocha) é caracterizada por yma forte 'viscosidade estática s uma tixoiropia permitindo uma muito boa. maneabilidade sob vibração, o cue torna possível a« colocações em forma variadas por exemplo por absorçgo escoamento sob vibração, prensagem* moldagem* eventual mente centrifugação ou extrusão, ou para produtos cujo reforço é constituído em I§ de vids de 'acha, observam-se porosidades muito fracas Caté S % s menos) & da excelentes propriedades mecânicas estáticas laxtos limitas elásticos}. A título de exemplo, e como s© verá a partir dos quadros 121 e IV, para um compósito cimento/metacaolino/11 de vidro de densidade 2 a 2,2, a tensão de tracçSo máxima â ruptura atinge 3® a 4® MPa em flexão 3 pontos. - o processo permite também um melhoramento das propriedades dos materiais reforçados com fibras, têxteis, ditas "SRC" por via PREMIX.
Observa-se com afeito para estes, além de uma fraca porosidade, propriedades estáticas e dinâmicas excepcionais Ξ resistência aos choques, pregabilidade, módulo de ruptura atingindo 5® a 6® MPa para um alongamento de aproximadamania 1 %. ia para τ-ooos os produtos fabricados pelo processe invenção, com fibras de diâmetro adequado, observa-se um comportamento sem deterioração notável apôs envelhecimento acelerado (imersão na âgua queni-a a 5®3C, depois iiaersão/secagem e choques) e seja qual for a composição química de fibras de vidro, ou outras, utilizadas. Isto ê devido â forte compacidade e â fraca taxa em âgua da matriz cimenteira da mistura. 0 diâmetro relativament-e importante de fibras utilizadas desempenha igualmente um papel.
Pode-se observar nomeadament-a que certas fibras de vidro, consideradas não resistir muito tempo aos alcalinos ou enve1heci mento cimento, não s-lo degradadas durante 21 »
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t-os realizados por ssi processo. processo de compôsi permita po pozolanicid· •w.'—3 *5 ££· .ϊ. â. À. po1x mari cos •arsto de se 1 iberiar corsst rangiiaenios 1 i gados -ã ;e de cargas i niroduzi das, â resistência do vidro íOS 5 ou à necessidade de prever atíjwvantes QUftDRQ III * s Cimento 9 B Agua a Fluidi- ; mk s « ju Si ! Plasti- K 8 Fib TâS B a 9 8 n ficante a a s 3 £ ficante S * tipo 5 peso * r»y í s * 100 B B 60 B 2,5 5 30 s « - i 0,5 * B 23,,23 * q B - » nS 2 8 100 S S 50 C 8 2,5 : 10 tí 3 10 : 0,5 Ϊ Zl*23 B Cl B 7 s B na 7 B 100 n 8 50 B 3 2,5 : 30 S - a ^ « a B 7, Vm ^ J 4r'J tt ^ 8 nQ. 4 X B 100 a 45 3 Ο Π V ,* 10 tt « - : 0,5 ϊ 7 4 OO ϊ 8,5 ; n2 £ B 8 100 G α 42,5 tí 9 2,5 Ϊ 30 B - B 8 s B Si, 23 : 14 8 nS 6 S H 100 c 8 40 3 2,5 l 10 tt * 10 H ^ * 8 « Z\ ,23 : 3 X X na 7 tt 100 9 4¾ a B ο ς jLí O ; 30 S - 6 »«. Λ • 7* 0¾ w, f ·ν·ν 8 9 Ϊ n£ 8 β tt 100 B B 4Θ B 7 c A- $ · J l 5 a 5 l 8 * *-1 ·’ ; 10 s tt nS 3 8 8 100 β « S fl 2,5 : 1© 8 2,5 8 X « Zj,23 : 5,25 « nS 10 S B 100 8 7Π ‘.»5 8 2,5 : 10 5 2,5 ί 0,5 X X Zi b c oq Β V J 4-.V? s 9 na li * * 100 « * 35 8 tt 2,5 ; 10 l 2,5 a 9 21 ; 17,5 9 9 na 12 8 B 10@ B B 30 8 B 2,5 < 10 n a 10 B « 8 9 B na 13 β * 100 * B 28,25 8 *7 ς *•1 W : ϊ© * - ; 8 B 2^,40 B X V? tt B na 14 B 100 8 28,25 a 2,5 i 10 í 2,5 * HM B S Si tt C on X 'm* 1 *«·«.* Γ. 3 na 15 * 100 * 8 28,25 8 a 2,5 : 10 * - * MM tt Ϊ Zi : 10 a S na 16 8 B 1ÔÔ 8 8 25 * 8 2,5 : lo fi - n 9 S « 2j ,40 : 3 S na 17 100 8 **?·% a**—9 8 2,5 : 10 » n _ B s Σι ,40 : 10 » 8 na 18 S S Í00 K β 25 8 Ο Π : ίο fl - B _ B B B *7 77 : 7,5 « B B n 8 B B 3 a B U tt J! + 40 :+ 2,5 8 B «a 19 B B 100 Ϊ 25 B B iSn ) Vr Ϊ 10 % - 8 8 B 7 4 00 fc~1 j Ομ'μ* β C Β V* B B B B B a 8 s X % B B 8 tt n + 40 “4- ti X 8 na 20 B * 100 B * 25 a * 2,5 : 10 l 7 C .í- } ·-/ R ti ¥. OO J } £.>J : 10 8 na 21 8 B 100 U a 25 B 7 C A- í **»* : 10 u 5 n _ tt S Zit23 : 10 «
QUAShO 111 (εοη 1 i rstaa c Eo j l Cimento ; ftqua
Fluidi- riK ϊ ju Si ϊ Piasti- i
Fibras
J a * « B S S a ficante * B 3 S ficante a st tipo B peso k » a a nO 90 1 Í»~* A-.J- n B Í00 S ts 21,25 a 2,5 B 10 8 _ 8 - B a ώ1 * 3 tt a 8 nS 23 a a 10Θ s 40 X s 8 8 J-í *w 30 8 - a a - * 8 Ai X tt S * X 8 « nâ 24 k 100 X B 40 * E h } V 3 10 a „ u 1 3 H 8 X 7,25 K » 8 n& 25 s 100 e 35 n * 3 X * 10 a B ~ * 8 Ai » 10 ; a • nS 26 8 * 100 s 30 * 2,5 a 10 a « - a “ tt B Z1 8 tt 3 X a X nS 27 » 100 X 80 * 2,5 B 10 a a - s - a * tt 3 a a « nS 28 Ϊ 100 ; 30 o c ·- a ts 10 » & - 6 B s X fi2 S 8 15 X a 8 23 8 100 í 30 8 4,5 n 10 l ~ 3 - tt tt «2 n -í.6 X * a 8 n£ 39 n a 100 n 30 s 8 8 j./ ‘4 8 10 a - B - 8 tt - K 0 X 8 B 8 nS 31 a 8 100 a 2í , o B 8 o a s 10 X - Ϊ _ 8 8 HO Am 8 * 11 : 8 n!l 32 st B 100 K •>7 ς tt 8 8 8 « 10 tt t - tt - B 8 ft Ho A*. tt tt 10 X a * n2 33 8 a 100 B 30 U *? c Am J *-? a B 10 : 8 8 Q B R - 8 B a2 tt 10 tt tt a a nâ 34 τ 100 B B 27,5 β 8 8 AM, J W B U 10 B β 5 S - & Ao Am tt 10 s • n£ 35 e « 100 B 26,8 B B í,9 l 10 - B 8 - 3 tt ft2 5 e tt 8 nS 36 s 100 a B 88 .i—; B • .4 C “* 5 ·-* 6 « 10 tt - * B - 8 tt Ao «* 11 11 X s n£ 37 s 100 a s 25 tt 8 O X. 3 8 10 - a st - « A| c 8 lí * 8 8 nS 38 X a 100 B 25 s B 2,5 8 3 10 a - ; - B At 4. S Π 15 s tt * 8 nS 33 s 8 100 U 25 « 8 2,5 s 10 a “ 8 - fc “ tt 0 a 8 8 n2 40 ; 100 3 8 88 » 2,5 X 3 10 a - 8 _ H a2 a 5 X 8 nâ 41 e 100 8 25 S 2,5 « 10 S 8 - B s - tt Ao 8 • 11 » B : nS 42 ; 100 a 88 * a 2,5 8 10 8 - tt B - tt » Αχ 4 8 1 c — '«.* ts B 8 8 nâ 43 H 8 100 X 8 25 z o c ·*- i ·-* X 10 * ·- tt - a tt H * 7 -"SC , í i-.·-1 S 8 8 n& 44 a 100 B B 30 ? 8 i j 5 2 10 B 3 ~ r - 8 tt s-2 Ϊ 3 B 8 H nâ 45 B * 100 a 30 β o c *· J W 8 10 3 a - 3 n - X 2o Am S B li 8 B * nS 46 ; 100 a 8 30 n X ··? c X» « %.* * 8 10 a - * s - tt z2 3 tt 1 8 dt * B a * nâ 47 n 8 100 8 H 27,5 8 X ? ς ώ.; c? B fl 10 & - a - 8 tt s—‘«3 w tt tt 9 8 tt 8 8 nâ 48 B 8 100 3 24,5 * 8 *> ς 4» f 'm* U 10 8 - 8 - X α X tt 9 K 8 B nâ 43 B « 100 8 * 30 8 ‘7 Cr *->*»*' α tt 10 a - « - s 8 tt 8 3 X 8 B 8 nâ 50 ; 100 a 80 B X ώ , -t? a * 10 « 3 3 B a tt 16 R 8 8 8 nâ 51 s B 100 » « 2 /, *8 8 0 k' & B 10 a a 3 B X a tt tt 15 n —— *— ______ «—.-.-.μ.—.-. M,M~— - —— — — —.Μ ——— «———MM.—, MM—-
Cimento QUAORU Hl Ccont-inuaç-lc«)
Agua hluidi- » MK : y Si fi cante : :
Piasti
Fibras icante l tipo peso * N nS C‘“‘ v£. * 100 * 25 Ξ 1,5 £ n£ 53 e 100 * • C e JÍm*v } w n 2,5 * na 54 a 8 100 2 24,5 : *7 c, •tL í ·-’ p O c e; a 100 8 '7& C a *«♦**· j * e 2,5 I! nS 56 » 1 00 Η M Kí 45** cn a 2,5 M 8 na 57 « K 100 : 24,5 8 tt 0 ζ j ·«.* B 8 10 » 8 9 α K 11 s n 10 B a 8 * 8 8 3 g 10 e : * 8 3 3 n 10 a a 8 a a B 8 3 s 10 n e 8 c s » a Q tt * 10 M 8 8 a M 9 *
QUADRO III BI ; Tipo : cimento ; Quantidade ; Agua ; cimento ‘
Fluidi-ficante m
Tipo de ; Peso de : fibras t fibras :
J nS 5P. 8 : K » 1 (CPA) 8 tt 100 a d Λ.** j w a 7* £ ** f --a « 8 10 8 Bas TOR « Q 8 8 n° 59 ; 2 (up) B e Í00 ts c ui.—.· } v e 2,5 Ϊ 1© C 8 Bas TQR r, 8 3 s n2 60 8 5 CCPJ) X 100 a 24,5 B *7 ( EJ » 10 8 tt Bas TQR 8 9 « * na 61 Ξ t ^ (branco) * 100 a 24,5 a B 2,5 a s 10 tt a Bas TOR a 8 9 a nâ 62 a t O 100 a 30 8 a *7 c £· } 'J 8 1 Cft * V 8 8 Bas TOR a 8 8 8 na 63 a 4 « 100 & 30 * 2,5 n B 10 e 8 Bas TOR B 3 9 8 ΜΜΜΜΜΜΜ»·...· mmmmmm π,Μ<»»,Μη·ΙΜ» .num» mm.mm,m~mm.m.mmm. mmm> — mm — ,, , : 4 : 5 : 6 : 7 : 8 : :19,14 :34,67 :13,03:17,38 :20,92: : 2,08 : 2,40 : 2,53; 2,3 : 2,32: :16,98 :33,3 : 9,86:15,2 :13,72: : 0,79 : 2,27 : 1,81: 1,64 : 1,23: : 1,67 : : 1,71: 1,85 : 2,04: : 9,90 :12,82 : 8,64: 8,8 :11,39: : 164 : 320 :172 :181 : 229 : : 117 : 294 :44 :103 : 68 : :14,92 : :18,79:20,44 :16,50: : 1,57 : : 2,07: 2,35 : 1,96: :14,5 : :17,22:17,28 :14,30: : 1,5 : : 1,57: 1,81 : 1,60: : 1,92 : : 1,75: 1,89 : 1,87: :10,73 : :10,86: 9,67 : 9,28: : 1,85 : 1,2 : 4,36: 2,03 : 1,03: : 1,41 : : 1,68: 1,73 : 1,67:
Mistura :1:2:3 MOR :14,13:11,15:16, Ejt : 4,47: 2,33: 2, LOP : 9,38:10,6 :13, ^LOP : 1,95: 1,61: 1, d : 1,59: 1,61: 1, E : 5,04: 6,39: 8, Wr : 311 :140 s 231 we :72 :71 :87 MORv.a. :13,69:14,49:19, Σ* v - ca. · : 3,27: 4 : 2, LOPv.e :10,93:12,57:17, ^LOP V. a: 2,1 : 2,73: 1, dv.a. : 1,89: 1,95: 1, Ey.a. : 5,22: 4,22: 9, it : 4,55: 1,79: 2, 1 tv . a. . : 2,34: 1,44: 1,
Mistura : 9 : 10 : 11 : 12 : 13 : 14 : 15 : 16 : MOR :19,32 :17,92 :25,63 :23,9 :22,9 :16,65 :20,06 :29,63: :38,7 Σ* : 0,96 : 1,23 : 1,74 : 3,03 s 1,6 : 0,67 : 0,79 : 1,16: :2,04 LOP :19,25 :19,25 :19,51 :18,71 :15,3 :16,36 :18,79 :22,81: :29,4 ^LQP : 0,94 : 0,78 : 1,06 : 1,59 : 0,79 : 0,65 : 0,63 : 1,07: : 1,31 d : 2,13 : 2,12 : 1,93 : 1,98 : 2,23 : 2,05 : 2,19 : 2,08: : 2,11 E :20,20 :20,73 :18,63 :12,31 :19,64 :24,67 :29,7 :25,8 : :22,78 : 75 : 110 : 208 : 376 : 176 : 44 : 69 : 138 : : 356 we : 73 : 48 : 81 : 116 : 48 : 41 : 47 : 119 : s 150 MORv.a. :16,83 :19,61 :29,22 :23,49 : :21,65 :22,21 : - : Σ ir v . a.. : 0,79 : 1,34 : 2,11 : 1,72 : : 0,79 : 1,04 : - : LOPv.a :16,50 :17,08 :19,72 :22,53 : :21,6 :15,89 : - : ^LOP V. a: 0,77 : 0,9 : 1,11 : 1,36 : : 0,79 : 0,52 : - : dv.a. : 2,13 : 2,95 ; : 2,03 : : : : - : Ev.a. :21,54 : 20 :18,14 :15,93 : :27,5 :30,66 : - : : 1,03 : 2,36 : 2,53 : 3,34 : 3,74 : 1,08 : 1,35 : 1,13: : 2,36 ^ tiv . & , : 1,07 : 1,8 : 3,36 : 1,61 * «· : 1 : 3,5 : ~ :
V- i .5.' : Mistura 25 : 26 : 27 : 28 : 29 : 30 : 31 : 32 : : MOR :17,88:17,06 :24,6 :26,3 :19,71: 10,13:24,53:25,59 : : 2,39: 1,44 : 2,6 : 3 : 2,3 : 1,54: 2,73: 2,38 : LOP :17,84:16,9 :24,4 :24,27 :18,13: 10,13:18,4 :21,28 -> SLOP : 2,36: 1,35 : 2,48 : 2,4 : 1,89: 1,54: 1,81: 1,73 : d : 2,09: 2,04 : 1,97 : 1,94 : 2,06: 2,06: 2,04: 2,21 : E : 7,63:12,39 : 9,86 : 9,8 : 9,48: 6,58:10,11:12,41 : Wr :177 :105 : 257 : 338 : 199 : 63 :279 :266 : We :168 : 90 : 235 : 226 : 136 : 62 :143 :146 : MORv.a. :20,33:18,79 : : :30,41:10,01:16,84:27,43 • E v . a.. : 2,18: 2,07 : : : 2,09: 1,47: 1,86: 1,75 : LOPv.a :19,60:17,84 : : :29,52: 10,01:14,37:27,35 • Elof v. a: 2,05: 1,86 : : : 1,94: 1,47: 1,48: 1,73 : dv.m. : 2,03: 2,12 : : : 2,23: 2,16: 2,21: 2,20 • Ev.a. : 9,54: 9,38 ; : -.15,27: 7,16: 9,74:15,9 : It : 1,04: 1,14 : 1,11 : 1,5 : 1,43: 1,02: 3,64: 1,88 J • 1tv.a. : 1,17: 1,25 : : : 1,18: 1 : 1,70: 1,04
QUADRO IV (CONTINUftCRO)
J
Mistura : 17 : 18 : 19 : 20 : 21 : 22 : 23 : 24 : MOR :26,92 :26,5 : 22,72 :22,73 :24,67 : 27, 08 :19,41 :13,6 : V* : 2,07 : 2,31: 1,79 : 2,48 : 2,48 : 1, 20 : 1,84 : 3,06: LOP :26,92 :25,89: 22,72 :22,55 :22,02 : 17, 26 :19,35 :13,6 : Σχ,οϊ» : 2,07 : 2,20: 1,79 : 2,38 : 2,01 : 0, 58 : 1,80 : 3,06: d : 2,21 : 2,16: 2,23 : 2,23 : 2,23 : 2, 25 : 1,83 : 1,86: E :12,81 :11,50: 12,45 : 9,49 :10,74 : 30, 37 :10,43 : 4,78: W*. : 217 : 245 : 159 : 219 : 259 : 153 : 139 : 165 : we : 217 : 222 : 159 : 213 : 177 : 39 : 137 : 165 : MORv.a. :13,69 :14,49: 19,24 :14,92 : : 18, 79 :20,44 :16,50: Sjtr V . a . : 1,92 : 2,18: 2,01 : 2,01 : 2,07 : 0, 86 : 1,9 : 2,82: LOPv.a :29,14 :33,14: 31,72 :27,24 :29,91 : 13, 92 :16,65 :10,10: ^LOP V . 9· : 1,86 : 2,18: 1,89 : 1,98 : 1,86 : 0, 5 : 1,88 : 2,73: dv.«. : 2,22 : 2,12: 2,23 : 2,21 : 2,18 : 1,91 : 2,01: Ev.*. :15,91 :15,13: 16,84 :13,6 :16,13 : 28 : 8,79 : 3,63: It : 1 : 1,09: 1 : 1,05 : 1,51 : 4, 15 : 1 : 1 : 1fcv . a . : 1,08 : 1 : 1,15 : 1,03 : 1,25 : 2, 79 : 1,05 : 1,07: X ν : Mistura : 33 : 34 : 35 : 36 : 37 : 38 : 39 : 40 : MOR :21,22:23,6 :17,63 Σε· : 2,40: 2,23 : 2,32 LOP :20,76:2054 :17,5 Σχ,οϊ> : 2,21: 1,61 : 2,29 d : 2,06: 2,16 : 1,99 E : 9,42:12,85 : 7,5 w* :221 :246 : 162 We :184 :130 : 157 MOR^. :23,34:22,52 : Σε- v . s. . : 1,77: 1,56 : LOPv.a :21,49:22,12 : Σχ,Οΐ» v. a: 1,55: 1,48 : dv. a. : 2,05: 2,18 : Ev . a . :13,49:15,04 : 1,05 11 : 1,17: 1,89 : ^tV . £1 ; 1,27: 1,09 : 21,61:24,98:34,35:11,56:19,87 2 77: 2,32: 2,83: 1,35: 1,46 18,83:21,57:30,70:11,56:18,97 2,12: 1,86: 2,35: 1,35: 1,34 2,21: 2,26: 2,30: 2,24: 2,21 9,22:11,37:13,3 : 8,47:14,49 269 :246 :427 : 63 :120 129 :161 :279 : 63 : 96 23,65:30,05:41,98:20,22:25,09 1,78: 1,74: 2,34: 1,45: 1,39 23,15:29)68:39,28:20,22:25,09 1,67: 1,70: 2,12: 1,45: 1,39 2,26: 2,18: 2,16: 2,24: 2,17 14 :17,13:17,87:13,8 :17,96 2,02: 1,57: 1,52: 1 : 1,29 1,16: 1,03: 1,19: 1 : 1
J
QUADRO
Mistura • 41 : 42 : 43 1 *£*· t 45 : 46 • 47 : 48 : MOR : 30 /27 :34,66: 29, 7 :14,41: 19, 28 :18,98 : 34 / 6 :47,36: Er : 2 ,16 : 2,39: 2 : 2,1 : 2, 18 : 2,25 : 8 : 8,10: LOP : 30 ,27 :34,60: 29, 62 :13,19: 16, 14 :18,01 : 15 ,1 :18,67: ^LOP ; 2 ,16 : 2,39: 2 : 1,67: 1/ 36 : 2,03 : 0 /73 : 0,91: d : 2 ,17 : 2,18: 2, 05 : 2,01: 2, 03 : 1,97 : 2 ,06 : 2,01: E : 13 ,96 :14,23: 14, 3 : 8,38: 12, 42 :10,18 : 20 /45 :20,63: : 265 : 325 : 236 : 135 : 197 : 188 :1632 :2212 : we : 265 : 325 : 234 : 87 : 87 : 142 : 43 : 67 : MORv.a. : 28 ,83 :28,20: 23, 55 :23,57: 19, 49 :23,39 : 37 /93 :38,05: ^ r v . a . : 1 ,87 : 1,93: 1, 92 : 3,09: 2, 34 : 2,94 : 4 /25 : 6,16: LOPv.a : 28 ,83 :25,06: 23, 55 :23,29: 17, 15 :19,69 : 21 /13 :14,00: ^LOP V. a: 1 ,87 : 1,66: 1, 88 : 3,00: 1/ 91 : 2,24 : 0 ,88 : 0,73: dv.*. : 2 ,22 : 2,23: 2, 21 : 2,10: 2, 18 : 2,07 : 2 /18 f M · • · Ev.a. : 15 ,17 :14,89: 12, 01 : 7,88: 8, 96 : 8,71 : 24 /71 :20536: I* : 1 : 1 : 1, 01 : 1,67: 2, 35 : 1,34 : 38 /72 :34,96: 1-fcV . SL . : 1 : 1,39: 1, 05 : 1,25: 1, 61 : 1,90 : 16 ,28 :41,07:
: Mistura : 49 : 50 : 51 : 52 : 53 : MOR *19, 63 : 25, 47: 21, 28: 22, 29: 13,19 ΣΓ * 1, 92 : 2, 73: 2, 45: 2, 4 : 1,58 LOP *19, 03 :20/ 69: 17, 93: 20, 10: 13,08 Σχ,ορ * 1, 77 : 1, 99: 1, 88: 2, 10: 1,55 d : 1, 88 : 1, 97: 1, 98: 2, 14: 2,15 E :10/ 59 :10/ 27: 9, 66: 10, 22: 8,17 wr s 155 : 291 • 222 t 242 • 81 we : 134 : 161 • 132 • • 162 • • 79 M0Rv.a. :19/ 22 : 17, 43: 20, 76: 17, 26: 23,6 Sr· v . a . : 2, 03 : 2, 02: 1, 98: 1, 68: 2,25 L0Pv.a *19, 22 *17, 09: 20, 76: 17, 10: 23,6 SLOp V. a.: 2, 03 : 1/ 91: 1, 98: 1, 64: 2,25 dv.e. : 2, 01 : 2, 16: 2, 17: 2, 22: 2,13 Ev.*. : 9, 21 : 8, 88: 10, 32: 10, 37: 10,20 U * 1/ 17 * 1/ 86: 1/ 84: 1, 44: 1,02 1 tv.a. : 1 : 1, 1 : 1 • 1, 05: 1
gUADRQ IV
Mistura : 54 : 55 : 56 : 57 MOR : 9,6 : 25,01 :24,35:21,43 : 1,51: 1,00 : 1,13: 0,91 LOP : 8,99: 25,01 :23,07:21,43 ^LOP : 1,38: 1,00 : 0,96: 0,91 d : 2,15: 1,97 : 1,96: 1,90 E : 6,54: 25,05 :24,03:23,48 Wr : 59 : 97 :117 : 76 we : 49 : 97 : 86 : 76 MORv.a. :15,61: - :23,16:26,26 v . & * : 2,39: - : 0,93; 1,17 LOPv.a :15,61: - :23,16:26,26 St,OE> V. a: 2,39: - : 0,93: 1,17 dv.a. : 2,12: - : 2,11: 1,93 Ev . a . : 6,44: - :23,06:10,37 It : 1,24: 1 : 1,4 : 1 Itv.a. : 1 - : 1,03: 1 QUfiORO S V C CuWIX MUhÇPB ^
Mistura : 58 : 59 : 60 : 61 : 62 : 63 MOR :25,01 :29,59 :28,99 :30,85 :23,89 :21,28 Sr : 1,00 : 1,06 : 1,09 : 1,64 : 0,94 : 1,15 LOP :25,01 :28,85 :28,48 :29,79 :23,89 :19,92 ^LOP : 1,00 : 1,02 : 1,05 : 1,13 : 0,94 : 1,03 d : 1,97 : 2,04 : 2,11 : 2,03 : 2,11 : 1,96 E :25,05 :28,17 :26,97 :26,42 :25,21 :19,33 wr : 97 : 124 : 126 : 157 : 86 : 100 We : 97 s 114 : 117 : 131 : 86 : 80 MORv.a. : : : : : : Sr v.a. : ; : : ~ : : - LOPv.a S&OP V. dv.a. Ev . a . a: : : : : : It : 1 : 1,08 : 1,10 : 1,19 : 1 : 1,29 3-1 v - a - : 1

Claims (3)

  1. Η 1 ν tmdicacoe 1 1 Si Processo de fabricação duma massa â base de cimento contendo fibras de reforço.? carscT-erisado peio Tacto de se formar urna massa misturando c assento s, para 1©# partes em peso de cimento, aproximadamente 5 parc.es a apro>;imadamente 20 partes em peso dum primeiro raax-enai pulverulento cujos grãos apresentam um diâmetro médio compreendido entre 1/5 e 1/10 do diâmetro médio dos grãos do dito cimento, aproximadamenie 2@ partes a aproxímadanente 35 partes eni peso ds água e pelo menos um adjuvante Cfluidificante, reductor de água ou dispersante), depois mistura-se a dita massa, com pelo menos uma espécie da fibras de reforço. 2â - processo de fabricação de acordo com a reivindicação i, carsct-erisatio pelo facto de se formar a massa misturando o cimento com, para ΙΘ& partes em peso de cimento, entre 23 partes e 30 partes em peso de água. Sã - Processo da fabricação de acordo com qualquer uma das reivindicaç5as precedentes, caracterizado pelo facto de que para i#® partes em peso de cimento, misturar—se aproximadamenie 2 partes, a aproximadamenie 18 partes em peso de fibras de reforço. 4§. - Processo de fabricação de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, car-ac ter irado pelo facto de se formar uma massa misturando ainda coai o cimento e ° primeiro material pulverulento, para 10® partes sm peso de cimento, até aproximadamenie 5 partes em peso dum segundo material pulverulento cujo diâmetro médio dos grãos ^ compreendido entre í/5 e 1/1# do diâmetro médio dos qrSos do primeiro material pulverulento. c.-â Processo de fabricação de acordo com qualquer
    uma aàs reivinoxcaçoes de se formar usas massa ¢1¾ c iftnSnt-o jí ai,-é api adjuvantes e vantajosas ecedet s s carac i-e un t-ando^se 9 para V \ % íjlSids.íãl^n X- e 4 par iia entre 2 e íá pa r irues em peso es em peso de ado pelo facto Si. - Processo da fabricação de acordo ci LfiííVS reivindicações precedentes, carac ter i rcaoo -—iCÍ que se Yorma uma massa juntanoo~ses para 100 peso t iTIjSí cimento, até aproximadamenie 1 par- te i prod iute p k ãS
  2. '£· 2 T 2. C ST1 *#·ϊδ - J •wjjBjdwi. ifc vr-iw t -f ·_-·. *5 ►··*> -5 4· .· ?a _ processo da fabricação de acordo com qualquet uma das reivindicações precedentes, caracts de que o primeiro material pulverulento ser meiacaol ino de granulometria média compreen 2e yum. sacio pe 1 o Λ „» 4. 1 ΖΆ onstituldo pga ][ =2= da entre 3 r · aa 3so ae taon cação os acordo com quaxquer tact-o uma aas reivindicações preceoenies, :arac terisacso pe de jj"í| g.—l mistura | prêviamente 0¾ cá ϋ f erent: g&«5: aéVSlt,*1 pui veru leni-o «s w. sec o i depois junta -se câ água e mi st g j} v· sa · "UZ 2 Wt. r» f"sVl i unto 3"T
  3. 3, ΒΪ5 0;S obter a massa dese * ^ a J ΐΖίίώ - oS. — PfOCSSS: í-£ £-§sss γ ^5 ç~' Ί St «r OÊ acordo f f\cros UU· 1 ΪΪΥ*» •jssstCS. das 1 rei v i nd! i c -riçoes precedentes, ca .r&c ter i jcaj •t ? X r—? OS sa mistur sã F S massa com pelo men :OS dua .s espé c ies •íipr asentí ando diâi! metros médios difer ent es. t ior \to l#â - Processo de fabricação de acordo com quaiquei uma das reivindi CêkÇQSS precedentes, caracterizado pelo f ac t-o de que ss *r $ Ç->. v-:&<5: de reforço misturadas â compreenderem a 11 mineral. 1 í â — Prs ÍG'J ‘C-O zl base oe cimento armado de fibr; obtido jj-ftíS acordo γ· γϊ|ρ ό cesso acima, carac te1 facto de que o produto compara 1 çm para selo partes ã £0 part de qrão do diâm :imento, aproximsdameíiis 5 partes a aproKimadsfisente 2© partes e® peso dum primeiro material pulverulento formado cujo diâmetro médio é compreendido entre i/S e 1/1© ,ro médio dos arlos do cimento. •--a ainda5 par ap r ox x madamen t-ê a p1'- odi.4 '1*0 â, bcsLSSS C10 parc-es em partes em peso cimento de acor do com a P s 1 o f acio de c oísipo τ t-s r peso de c ime nto, até so dum segundo material =s cujo diâmetro médio ê âmsiro médi o dos grãos do primeiro material pulverulento. Í3ã — Produto è. base de cimento qualquer uma das re i vi ndi caçSes í1 e 12, car &C t-í acorao com facto tís que o primeiro material pulverulento ser o metasaolino, de diâmetro médio compreendido entre 3 um e 2® um, o segundo material pulverulento ser a microsilica, as fibras de reforço compreendendo a 11 tís Correspondente pedido foi depositado em Franca, >r icricade o n£ FR.89.lífeSS, em 6 de Setembro de 1989, reivindica. F oram i nvsntoras engenha iro, doía i c i 1 i ado em Pa ris, Fr ancaI M i c he1 Leroux, f ranc és,:0~22, rue cies Lyanes, 75©2© rancí T ou 11 emtonds domiciliado em íS, avenue Er#ile ! rances, engenheiro, 7S015 Paris, França! e íc Bernartí, trances, engenheiro, domiciliado em 51, rue André Outiin eiencouri, 6@S®® Clermoni, França. Li
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