PT95461A - Cabide interior para vestuario e respectivo processo de fabrico - Google Patents

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PT95461A
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Russell O Blanchard
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  • Holders For Apparel And Elements Relating To Apparel (AREA)
  • Injection Moulding Of Plastics Or The Like (AREA)

Description

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Battí? FP—491 (Portugal) memqeia descritiva 0 presente invento refere-se a cabides para vestuário e laais partieu 1 ardente ® cabides que estão adaptados para engatares !ia superfície interior do cós de una peça de vestuário.
Foi proposta até agora, una grande variedade de cabides para eal as, calções e calças. Alguns destes cabides empregas um par de <ír*ar>vos Juntos a u® corvo de cabide orincioa] ou Montados no -- ·-- j. j, n,ee»=oc Os grampos engatam nas superfícies exteriores do vestuário no cós, Uma outra forma de cabide para vestuário é do tino i nterno, o qual está adaptado para engatar ussa superfície Interior do cós do vestuário. A maior parte de um cabide interno fxca coberta pelo vestuário quando e® uso. O cabide não prejudicará, por conseguinte, a aparência visual do vestuário.
Os cabides interiores para vestuário tê» apresentado vários problemas ou inconvenientes. Geralmente, tais cabides devem ser capares de suportar o vestuário, nâo apenas para fins de exposição, aas também para fins de expedição. Quando o vestuário é expedido no cabide, pode ser rapidamente posicionado no cavalete para fins de exposição ao nl vel da venda a retalho. Hm eramp? o de um cabide interior para vestuário da arte anterior pode ser encontrado na patente U.S. 4 729 498 do mesmo proprietário intitulada CABIDE TELESCÓPICO PARA VESTUÁRIO e concebida e® 8 de Março de 1988 a Blancfeard. O cabide nela Mostrado, inclui um componente de corpo principal suportado nc seu centro por um gancho de suspensão e u® par de ccrredl ças de extremidades, as quais são recebidas telescopicaraente dentro do componente de corpo principal. As corrediças de extremidades são pressloradas para uma posição exterior de engate do vestuário por uma banda elástica. As extremidades da banda são recebidas em sedes defJ nidas por bossas formadas, no corpo principal. Cada banda é enrolada em torno de uma extremidade interior do coi«oonep-te de corrediça. São proporcionadas pinças manuais prolongando-se verticalmente, para moverem as corrediças para dentro contra a pressão resiliente das bandas.
Os esforços para proporcionar forças de engate suficientes
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Bs.tts F°-491 f Portugal) -3- -í- ^ ara era cabides volumosos , cabides que são difíceis de aplicar ou retirar do vestuário, e difíceis de fabr icar e/ou de ϊπο.ΓΐΙ ar Têm surgido problemas era proporcionar tais cabides eoia capeoidade de auto-centragera. É desejável que o cabide se centre reiativaraente ao vestuário de modo que o gancho de suspensão não fique fora do centro e o cabide suportará o vestuário numa posição direita.
Bricte iwb necessidade de ura cabide interior para vestuário que possua uraa maior facilidade de fabrico e montagem, c qual suportará facilmente uma grande variedade de vestuário para fins de exposição e de transporte e que possa ser facilmente utilizado,
SIMÃRTODO INVENTO
De acordo com o presente invento, as necessidades acima ras^oionadas são substancialmente satisfeitas. Essencialmenie, é proporcionado ura cabide para vestuário, que inclui um corpo alongado, definindo extremidades abertas e ura rasgo prolongando--se longiiudinalraente que se abre através das faces frontal e traseira do corpo. Um par de corrediças alongadas são teIescoo:icaraente posicionadas nas extremidades do corpo. Cada 1 ad o define uraa superfície exterior configurada pera engatar uma peça de vestuário numa superfície interior de ura cós. É feita provisão pera resi1ientemente pressionar cada corrediça para fora do corpo do cabide e para dentro do engate cora o vestuário.
Em aspectos raais próximos do invento, cada corrediça inclui, u·.!» arei de extremidade definindo uraa abertura de um dedo ou polegar que é rapidamente agarrada através do rasgo do corpo principal. As corrediças podem ser movidas para dentro numa operação cora uma mão. Na forma preferida uraa cinta elastoraérica ua*=a extremidade perraanenteraente ligada â corrediça e uma outra extremidade perraanenteraente limitada por uraa tampa de ex treasidade. As corrediças são rapidaraente raontadas inserindo simpleeraente as suas extremidades dentro do corpo principal do vestuário. -4 71 123
Fait-s FP-481. {Portygsl} BREVE DESCRICIO DOS DESEHFQg A Fig, 1 é uma vista em alçado de frente de us* cabide nara vestidrio. de acordo coe o presente invento? a Fig. 2 é uraa vista do alçado de frente de isa elemento ds corrediça de acordo coro o presente invento;
a Fig, 3 é uma vista en corte pela linha ΙΪΪ-ΙΙΙ da Fig. 2I a Fig. 4 é uma vista ero alçado de frente do cabide coro as corrediças recolhidas! a Fig, 5 é uroa vista em corte pela linha V-V da Fig. 4| a wig. 6 é uma vista e» alçado de frente de ura elemento de corrediça alternativo! n Fig. 7 é una vista em corte pela linha VII-VII da Fig, 6* k Fig, 8 é uraa vista en alçado de frente de «roa outra coocreii^ação alternativa do elemento de corrediça! κ Fig. S ê uns vista ero corte pela linha IX-IX da Fig, 8? a Fig, 10 é uma vista ero alçado de frente , fragroentada sinda de í)>ay. coi-oretisação adicional alternativa.
PESCRTCEO DETALHADA PA COHCRETIZACIO PBIFSF,IM fia fig. 1 está representado um cabide interior para vestuário, de acordo con o presente invento e. geralmente. irdicad.s pelo nteero 10. O cabide 10 inclui ura corpo principal 12 e ue par de componentes de extreraidade ou corrediças 14. Os cospoasaies de extremidade 14 são idênticos. O corpo 12 inclui nova porção central 18. braços prolongando-se para fora 18 e extremidades 22. Um gancho de suspensão 23 adequado suporta o corpo 12. Ma forroa representada, © gancho 23 é ura gancho metálico q;,e x recebido dentro de um furo vertical 24 formado na porção ceotra18, lm alternativa, o gancho 23 podia ser ura ganclxo incidido coroo parte do corpo principal 12. geralmente sendo as 0 corpo principal 12 é um componente rectaagular alongado, ter.do uma configuração tubular fina, -5- 71 153
Hatts VP-49J {Portugal) extre*·-.: dades 22 abertas. As paredes laterais xrosital e posterior do corpo 12 são formadas com rasgos, justapostos e alongados 26. 0 c-orpo principal 12 define os componentes eu forma de viga. superio-·* e inferior 28, 30. O corpo 12 é simétrico si torno de o*i'a. linha vertical central 32. O corpo 12 é moldado a partir de uis plástico adequado.
Oosao observado nas Figs. 1, 2 e 3 cada componente de extre® i d ade 14 tem uma conf iguração rectangular, geralmente alongada- e inclui uma viga superior 42, uma viga inferior 44, ora porção de engate de vestuário ou extremidade exterior 48 e uma extremidade interior 42. As vigas 42, 44 como observado na Fig. 5 têm geralmente uma conf iguração em perfil I, incluindo abas superior e inferior 52, 54 juntas por um braço vertical 56, O componente 14 define, adicionalmente, um rasgo aberto e alongado 80, A extremidade 48 define um anel, tendo uma abertura 62 = A porção de extremidade exterior 46 inclui uma espera de vestuário 84 e uma superfície exterior 86. Uma almofada 68 é crida à superfície exterior 68.
Durante o processo de fabrico, uma tampa de extremidade ou espera 72 é unida às vigas 42, 44 dentro do rasgo 80 por pontes estreitas 74, A tampa 72 prolonga-se transversalsenie para as vigas 42, 44, como mostrado na Fig. 3. A corrediça 14 inclui adicionalmente esperas 78 prolongando-se para fora a parti?' de cada face frontal e traseira do componente 14, Um componente elástico, meios resilientes ou mola 80 prolonga-se entre a tarso a 72 e a extremidade 48. No modelo presentemente preferido, os •seios 80 consistem numa cinta elastomérica tendo uma exire-sidads 82, peraanentemente ligada â tampa 72 e uma extremidade 84 pensanentemente ligada à extremidade 48 da corrediça 14. Â corrediça, a tampa e a cinta formam ura elemento ou componente unitário integral. e
No fabrico da corrediça 14, é proporcionado ura molde de duas peças cota. uma cavidade que forma simultaneamente as vigas 42, 44. euireyidades 48, 48 e a tampa 72. É proporcionada uma cavidade de molde com um ressalto posicionado entre a tampa 72 e a
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Bah ts FP-491{Portugal) -0- extr-si»·idade 48, no espaço onde será fornada a cinta 80. Um outro ressalto fios no espaço onde será fornada a alnofada 68. Con os ressaltos na cavidade é injectada para dentro do nolde una resina adequada, tal coio polipropileno ou estireno. O material enche o molde inteiro excepto os espaços ocupados pelos ressaltos. Dentro de alguns segundos depois do enchimento da cavidade do molde, a regfna consolidar-se-á suficientemente , de modo q«e os ressaltos que ocupas os espaços para a fita e a almofada podes ser retirados. Inediatamente depois, é injectada sob pressão e calor a resina usada para formar a cinta elastomérica 80 e a almofada psra dentro da cavidade da cinta e cavidade da almofada, G «nolde é mantido fechado até ambas das resinas injectadas se terem consolidado suficientemente, de modo que o componente moldado 14 possa ser removido sem distorção ou perda de integridade geométrica, O processo forna integralmente o componente 14, a espera ou tampa 72, as pontes 74 e a cinta 80. S, presentemente possível que a corrediça 14 e a tampa 72 sejas? «Baldadas a partir de estireno. Quando fornadas a partir de estirenoa cinta 80 é moldada a partir de uma borracha termoplástica fabricada e vendida pela Companhia SHELL OIL sob c noiae "Kratoa" D-2104. Esta borracha termoplástica forma uma ligação entre o estireno do corpo da corrediça e a tampa» Acredita-se que a ligação é formada por uma rede de polímero de interbloqueio molecular. Os materiais são unidos permanentemente um processo de moldagem de dois rasgos sem a utilização de adesivos ou interligação mecânica. Os problemas de separação são e.l iairados. A borracha termoplástica "Krator" tesa uma estrutura molecular em segmentos de bloco de unidades de monémeros de estireno e unidades de monómeros de borracha. A estrutura mais comum é um tipo de bloco A-B-A linear estireno-butadienc-estire-.5 0 e sstireno-isopreno-estireno. A borracha "Kraton" é fornecida eu muitas qualidades. Para a presente aplicação é preferida a "Kraton" D-2104. A "Kraton" D-2104 tem as seguintes propriedadesí
Dcres;s. Shore A (D-2240) 79
Propriedades de Tensão (Ό-412)
Tensão ce rotura, kg/«mώ o,01 Módulo S00%5 hg/ai^ 0,28 Λ J o a»*! «sjt , % 880
Densidade 0,84 índice ds Fusão - Condição G, gas/10 min. 15 A almofada 88 pode ser formada a partir da borracha "Kraior" Ό-2104. T-!a alternativa, podem ser usados diferentes qualidades íeis cosso "Eraton" D-8228 ou D-2108 pera for ser a alrsof ada , quardo a corrediça é moldada em estireno. Se a corrediça é moldada Sí polipropileno, é usada uma borracha "Kratcn" da série G para a cinta 80 e a almofada 88 . A série G é um polímero cio tirso estireno-eti 1.eno/buti 1 eno-estireno e liga com o poliprcpile- O corpo 12 é moldado numa resina adequada tal coso te® p rd iononileno ou um estireno. As corrediças 14 são montadas no corpo do cabide 12 inserindo as extremidades 48 através das extremidades abertas 22. As paredes laterais 24, 25 do corpo do cabide ?! eciesi ou expandem-se levemeate devido à acção de 3juKÍ3>:r?no das esperas 78, permitindo ãs esperas passar para dentro das extremidades. Quando na posição mostrada na Fig* 1, a hamoa cie extremidade 72 engata ambos os lados da porção de extremidade 22. A. tampa 72 ê dimensionada para ser retida, pelo o$:?yo 12. O movimento adicional para dentro da corrediça 14 1 ctrodus nas guias as pontes 74. As esperas 78 engatam as bordas 85 do3 rasgos 28. O movimento adicional para fora do componente 14 é evitado. As esperas 78 inclinam-se cada para fera a partir d:·? sxtrss*idade 48 e definem ressaltos engatando as extremidades do corpo do cabide. Q corpo do cabide 12 inclui guias 89, 82 C^ig. 5}. As guias são proporcionadas em superfícies opostas e e?:geta>a as porções de viga 52 e porções de viga 54 das vigas 42, '-i respectívaaente. As guias 90, 82 proporciona» estabi 1 idade e guiam os componentes 14, quando eles se movem dentro dos rasges
abertos 28. 73 122 Tíahts FF-493'Portugal} -8-
Coso observado ns Fig. 4, o utilizador agarra as corredioso 11 nas aberturas eia forma de anel 82 empregando ua*a mio. As extremidades das corrediças 14 Bo?ei-se «ia er frente da outra contra a pressão resiliente das cintas ela-stoméricas ou maios de coapressao 80. O utilizador pode rapidamente inserir o cabide dentro do interior de u® cós de uma peça de vestuário. As esperas 84 sobre as porções de extremidade 48 limita® o movimento para baixo do cabide reiativamente à peça de vestuário engatando uma superfície exterior de topo do cós. A concretização de corrediça das Figs. 2 e 3 é presentemente preferida. A estrutura elimina os passos de montagem anteriores ui!'·? vez que cs meios de compressão resilientes são fabricados integrando a corrediça. A ®ontage® é muito simplificada. Outras alternativas. tendo algumas das vantagens de montagem podem, contudos ser usadas. Várias alternativas para os meios de compressão resilientes 80 são ilustrados nas Figs. 8-10. ca concreiização das Figs. 8 e 7, é usada uma mola em hélice 120·. Usac tampa 122, que define um poste ou bossa 3.24, é unida às viga-s 42, 44 pelas pontes 125. A porção de extremidade 4?· do comporeu.ie 14 define um outro poste ou bossa 128 .· A mola e« béllce 120 inclui extremidades e» forma de presilha 132 que são pos 1 ci cnados nos postes. Depois dos componentes 14 seres;
•'-eE-.o-j-ldos do molde durante o processo de fabrico, as moías 12C sãe ocrío i ousadas nos componentes 14, inserindo as extremidades sh torsa de presilha nos respectivos postes. As corrediças 14 são então inseridas dentro das extremidades do corpo do cabide 12, eojf-e 2? priaeirâ concretização. Âs pontes 125 são cortadas e as tampas 122 são retidas nas extremidades do cabide. As corrediças são facilmente montadas no corpo 12» Contudo, é requerido ur< passo de montagem extra quando comparado às concretizações das 2 e 3.
Na concretização das Figs. 8 e 9, uma tampa ou espera 120 é moldada s unida ás porções de viga da corrediça 14 pelas portes 132.- Â taepa 130 inclui uma porção de aba de extremidade 134 e _0 _
Batts FP-481{Portugal) rira presilha 1.38> A porção de extremidade 48 da corrediça 14 é forrje.de por uma presilha similar 140. Usa sola sa hélice 142 ler posicionadas, iransversalraente, extremidades eia forma de presilha 144. As extremidades eia forma de presilha são recebidas destro r asgos definidos pelas presilhas 1-38, 140.
Uc concretazação ilustrada na Fig. 10 é usada uma banda elástica ot de borracha 150. Uma tampa 152 é moldada na corrediça l-1 pelar pontes 154. Uma extremidade 158 da banda 150 é encurvads em vo? ta os. taiapa 152. A outra extremidade é passada através da abertura 82 da corrediça 14, e encurvada no lado oposto da íaça 152. 4 corrediça 14 é então inserida dentro de ura a extrem idade aberta 22 do corpo do cabide 12. As pontes 154 são cortadas quando a corrediça é empurrada para dentro do corpo 12. Tíiú cada das concretizações, as tampas são formadas cod as corrediças 14. Tal reduz, substaacialmente, os problemas de mcntagem até aqui experimentados indiferentemente da forma dz isolo ou seios resilientes empregues. Estas peças. relativamente pequenas„ são necessitam de ser manuseadas e sãc seguras para a mori?g.3s da mola ou banda. Com a concretização da Fig. 2- a cinta, elástica 4 formada durante o processo de fabrico, como uma porção ir.tegral» Holas separadas e peças parecidas são. por isso. e1 i«i»icad.as. A única, montagem com a concretização preferida, envolve a inserção das corrediças 14 dentro das extremidades abertas do corpo principal de cabide 2. A formação de ;ξ: ei a.etórerc coe rua ligação integral com uma porção rígida do cabide te5? vantagens significaiivas, São realizadas poupanças de tempo e custos. Os problemas experimentados até aqui são e! imi nados. O cabide tem vantagens de utilização superiores às primeiras versões. Ás corrediças 14 são puxadas para dentro ao longo da linha de força gerada pelos elementos de mola. A corrediça 14 tevi ui eixo longitudinal coincidente com o eixo 1ong i tudina 1 do corpo 1.2. A.s corrediças são guiadas pelo corpo, durante a retrsccão. Qualquer tendência das corrediças para inclinar dentro do corpo é bubstanci almente eliminada.
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Petts FP-431 {Portugal) -10-
Tendo sei vista a descrição acima, os especialistas ra matéria podeis considerar várias modificações, as quais não sairão dos conceitos do invento descritos. Ê expressamente pretendido, por isso, que o descrito acima deve ser considerado apenas como ’J22 descrição das concretizações preferidas. O verdadeiro espirito 2 âmbito do presente invento pode ser determinado ocr referência às reivindicações em anexo.

Claims (13)

  1. -11- 71 123 Β3its FP-49i{Portuga1) BEI ¥ I K D I 0 A PÕES 1 - Cabide interior para vestiário, adaptado para reter ara ρ«ρ ·Ρ vestuário por usa cós, oaracterizado por ccmnreenderí ’íTi corpo alongado definindo um a extremidade aberta, definindo o dito corpo adicíonalmente uma corrediça prolongando-1 ong i iud ina 1 mente; ;?ιε corrediça alongada tendo uma extremidade de engate de vestuário e uma extremidade oposta que define uma abertura, tendo h dita corrediça um rasgo alongado, prolongando-se a dita c'8-rediça para dentro da dita extremidade aberta do dito corpo; roei os resilientes prolongando-se entre o dito corpo e a dita eytre-ai dade oposta da dita corrediça e dentro do dito rasgo da dita corrediça, para pressionar resi1iemteaente a dita corrediça par·a fora das ditas extremidades abertas do dito corpo % e íeios de espera, na dita corrediça, para pararem o so’daento da corrediça para fora, relativamente ao dito cor-po«,
  2. 2 - Cabide interior para vestuário, de acordo com o fel vi r-dl cado na rei vindi cação 1, caracterizado por os ditos ^eíos resi1lentes compreenderem: uma tampa engatando a extremidade aberta do di to corpo ? e r”- cinta elástica tendo uma extremidade permaneniemente .1 ? gada à dita corrediça e uma outra extremidade permanente-sente 11gada à dita tampa, de modo que a dita cinta, a dita corrediça e a d-'te tampa formam um elemento unitário integral. Z - Bati de interior para vestuário, de acordo cos a :*e1^1.c.dicação 2, caracterizado por a dita corrediça, a dita cinta a & dita tampa serem moldadas por injecção sendo a cinta moldada sob calor e pressão, para formar uma ligação permanente com a cor-ediça e tampa.
  3. 4 - Cabide interior para vestuário, de ecorco ccm o re?vindicado na reivindicação 1, caracter i z ado por a dita. corrediça incluir, adicionalmente, uma almofada elástica ligada a un-s. svper^lei e exterior da dita extremidade de engate de 71 12? Ttetts w-aqi ί Portugal ) -1 2-vesbç^r1 Ο λ Π - Cabide interior para vestuário. de acordo cos o reiv ind :l eado sg reivindicação 4, c ar ac t e r i s ad o por os ditos anexos r :?s:l I ·« ertes co^preeaderea J yi?a tampa; e ura cinta elástica tendo uss extremidade peraenentereote Λ:g?c-a à dita corrediça e uraa outra extremidade ligada p-rra-asen temente à dita iaapa, engatando a dita. tampa. ra θλte"'idade aberta do dito corpo. t - Cabide interior para vestuário, de acordo cor a reivirdicação -5, caracterizado por a dita corrediça, a dita cinta, e dita tampa, serem moldadas por injecçãa, sendo a cinta moldada s.-,x calor s pressão, para fcirsar uaa ligação permanente cora a corrediça e tampa.
  4. 7 - Cabide interior para vestuário, de acordo com o ••‘ei «dedicado na reivindicação 1, caracterizado por os ditos meios resiiientes compreenderes" xm-a tampa, sendo a dita. tampa posicionada dentro do dito t‘ri--;go da dita corrediça e sendo unida à dita corrediça por w? poete separável por corte" e lira mela tendo uma extremidade ligada à dita. tampa e wa e^trer. idade ligada à dita corrediça. sendo a dita tampa dimer.sions.da para ser recebida dentro da extremidade aberto. d*> dito corpo e cortando, o raoviraento para dentre, da eorredio?., I··?1 etivansn.te, ao dito corpo, a dita porte. ?· - Cabide interior para vestuário. de acordo coss a rei v." ndicação 7, caracterizado por a dita aola coapreender κ»3 :r b er espi ral, tendo extremidades era forma de presilba. Ώ - Cabide interior para vestuário, de acordo cora a rei v! adicação 7, caracterizado por a dita raola compreender asm c 1D te. el ásiica ligada à dita tampa e dita corrediça.
  5. 10 - Cabide interior e telescópico para vestuário, cayecieri 3sdo por coapreenderí -13- 71 12« Betts FP-431 (Portugal) ua corpo principal tendo u»a porção central e braços* alo:r.*gadcs definindo cada, uaa extremidade aberta. i??a par de corrediças para engatar o vestuário» sendo cada ocr/rediç? inserida numa ertrejuidade aberta do dito corpo·! i:3 par de tampas, cada disposta dentro de a»a extremidade aberta do dito corpo; e rr par de cintas elásticas, tendo cada cinta uma ertrerids.de rcdde.de e ligada a u»a das ditas taispas e wm& extremidade soldada e ligada a. y®g. das ditas corrediças, de modo que o cabide pede re:~ fabricadomoldando as corrediças e as cintas nrr processo de duas csrgas, e montado, inserindo as corrediças dentro das erir-eridades do dito cabide,
  6. 11 - Cabidej de acordo cosa o reivindicado κε reivirdicação 10, caracteri zado per cada us?a das ditas corrediças definir cr rasgo alongado, tendo ub eixo longitudinal coincidente cosa um eiro longltudinal do dito corpo principal«
  7. 12- Cabide, de acordo cosi a reivindicação 11. caracterisado per as ditas tampas serei cada/moldada s unida a uma das ditas cor rediças, dentro dos ditos rasgos. por ais. peça em forme, de porte integral que pode ser cortada. por cada nea abe r agarrada . 14 - pv-r · ·· :‘· · ~</Cz c· 2 £/.?’ " r% acidada e Cabide, de acordo com a reivindicação 11 , caracterisado usa das ditas corrediças ter uma extremidade definindo fura, e oor o dito corpo definir usa abertura alongada, a. dita abertura, de modo que a corrediça pode ser nas ditas aberturas. Cabide, de acordo cosa a reivindicação 13, caracferirado ara das ditas corrediças definir uma face de engate de e por cada. corrediça incluir uma almofada elástica 1i gada à di ta face. !f - Cabide, de acordo coa a reivindicação 14, caracierizaic pc*r cede uma das ditas tampas ser moldada e nutuasente unida a nm-ã das ditas corrediças, dentro dos ditos rasgos, por u«a peça Inteira es forma de ponte que pode ser cortada. -14- 7ΐ ι οη Fsthe FP-491iPortugs.il 18 - vospoaeíifes de cabide para vestuário, caractsr igado por <*;-'5 ífi K‘**5*13ϋ * T-- * um corpo moldado? um elemento moldado; s na componente elástico tendo uma extremidade ligada ao dito corpo e uma extremidade ligada ao dito elemente. sendo o dito y° corrorerte e / dito corpo formados num molde, sendo o corpo, 'fol^cco inioialmente e sendo depois o componente moldado, para .?ornear crs ligação permanente, de modo que o dito componente é integraJ com o dito corpo. 1.8 - Componente de cabide para vestuário, de acordo coe a ·’·?:! v? rdiceçsc 16, caracterizado por incluir adieiona 1 mente ks?. porte que pode ser cortada unindo o dito corpo ao dito elemento,
  8. 18 - Processo de fabrico de um componente de cabide para vestuário, earaeieri zado por compreender os seguintes passos! ir.c.Idsr por injecção um corpo de material relativamenie r ígido* moldar por injecção um elemento de material re 1 a11 vamente Igido quando o dito corpo está moldado; e no? da? por iajecção um componente elástico a partir de -a 5S a* compatível com o dito material relstivamente rígidí ter*d o o dito componente porções ligadas ao dito corpo e forssedo unitária com o mesmo. IS - Processo de acordo com a reivindicação 13. ra’-*a';terÍHado por os ditos passos de moldagem por in jecção incluirem os passos de proporeionar u» molde tendo uma prireira cavidade para formar o corpo e o elemento, e uma segunda cavidade po.ra formar o componente elástico, posicionando um ressalto dentro «ia dita segunda cavidade durante s moldagem do dito corpo e dito elemento, e removendo o ressalto da segunda cavidade, rolecrdo então por injecção o dito componente elástico.
  9. 20 - Processo de fabrico de uma única peça de corrediça .ds cdcclcda para ser montada num componente/corpo para formar um -15- 71 ΐ2'Ρ Battc FP-4S1 ί Portugal) cabi d.3 par», vestiário» sendo o dito processo caracterisado por compreender os passes de: Prcocr «55 componente de corrediça tendo us;a estrutura de espere nele rigidamente fixada, sendo o dito componente de corrediça e dita estrutura de espera uma construç-ão de peça úr?c® de ;r; 3i-aterisl rígido relativamente cosi»í e jiirtor «®a porção de extremidade de meios resilientes ao dito componente de corrediça e uma outra porção de extremidade dos aeios resilientes â dita estrutura de espera para formar oos corrediça unitária tendo componentes rígidos e ua componente r_i -* 1 * ,as r- v- ça. m
  10. 21 - Processo de acordo com a reivindicação 20, earactecisado por incluir adicionalmente o passo de formar a dita estrrtora de espera com um componente de espere, e meios de ligação ·: oebrãveis unindo o componente de espera ao componente de corrediça.
  11. 22 - Processo de acordo com o definido na reivindicação 2ô. /de ον*.τ·te·'*isado por 0 componente/corrediça, e estrirtura de .espera veres* ccsspostos por meteria) rígido/cs seios resilientes serem ovoooctos por um material elástico soldável e compatível co-r. o a\-rteris.l rigido.
  12. 22 - Processo de acordo coa a reivindicação 21. csracisriaa--:!o rer o componente de corrediça e a estrutura de espera sereis eomocst-os por· um material rígido e os meios resilientes serem coMpostos por um material elástico soldável e compatível cok*. o material rígido. Msboa. ....
  13. 28. SET. btO Por BATTS* INC. - O AGEirp^eS^SIAL - -
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