PT95806B - Rede de camuflagem e processo e equipamento para o seu fabrico - Google Patents

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PT95806B
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Hermann Thuswaldner
Soeren Andersson
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Barracuda Tech Ab
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Description

BÂRRACUDA TECHNOLOGIES AB, pretende obter privilégio de invenção em
Portugal
presente invento refere-se a uma rede de camuflagem'e © um orocesso © equipamento para o seu fabrico, em que uns faixa de material que apresenta partes de cordão periódicas (1) é munida com material de guarnição (2), através da formação de laçadas de material de guarnição em volta dos fios de rede, e svfeseoventemsrte d» fixação das laçadas umas às outras, de oreferência, aplicando energia de alta frequência. Isto é efectuado, de preferência, numa máquina automática, na qual as oartes de cordão em conjunto com a guarnição, apensa (2) são inseridas em aberturas (140) formadas num tambor, por meie de eléctrodos (70, 71), es quais estão rnutuamente separados durante o processo d® inserção, & os quais são então apertados em conjunto e alimentados com energia de alta frequência, após o que cs eléctrodos (70, 71) são novamente separados para libertar ematerial d® cordão e a guarnição.
ΜΐΑ“’·ό-/ΰ5
-2HEQoRIA DESCRITIVA v frs^enrâ invento refere-se a uma rede de| camuflagem do ttao -<u® ewreende uma película que inclui material de qu?:TiçSc· ® está ligada, pelo menos, descontinuamente a uma estrutura de rede.
Tais redes de camuflagem são em si mesmo conhecidas, nas quaíe material cortado em folha ou material que fci perfurado de aualquer outra forma, e fixado a uma estrutura de rede. Um e-emp; dr material cortado sm folha esta representado em US-A-t rff 736. 0 material, cortado desta forma pode ser fixado ede. quer na forma de etiquetas ou fragmentes uma
T ;tsrènte®s<· l? coloridos, quer na forma de tiras largas. 0 •r-tr.'*·η1 < narma 1 ©ente fixado por aplicação de cola à rede, .? -al une s rede a© material de guarnição nela aplicado.
f ! netaderato particular a este respeito, é que esta r©d® de eaisuflerem tanto quanto possível proporcionará un efeito ‘:η Iísoíorai. Apesar de um material cortado sm folha, do tipo oc-so referido, desenvolver ou estender-se numa configuração fridímensic-na 1, o material é achatado, por vessg numa extensão significativa, quando é fixado è estrutura de rede. Em res·.-1 tado, suando a rede é vista dum ângulo oblíquo, © direcção preferencial da rede pod® tornar-se demasiado evidente, de forma em? mesmo apesar do material de guarnição ter uma superfície mate, a reflectividade obtida será excessivamente alta.
Actualmente são utilizados para este fia· dois processos diferentes de fixação, nomeadamente fixação por colagem e fixação .,tí rw-lie tíe dispositivos de fixaçao separados. Quando se e mavr-rial d® guarnição cem a ajuda d® um adesivo, a reds é η?···;m·;,-·' oo-es11 de cos ur adesivo ® o material de guarnição © r-tir' ííhcsdc è referida rede, sendo este material fírstíc *tídr roendo o adssivo cura. Quando o adesivo cura rndv^ííCG, liberta normalmente um solvente, o que é usa . Um outro inconveniente é que, quando se usa ísõ t ® ·. 1 a 1 cortado ® m folha para s © a ob tsr um efeito fnidtísiensional, este efeito é prejudicado perqu© o material de guar-n-icsí·. é colocado demasiado apertado na rede.
matériai de guarnição pode também ser fixado à rede cem a ajuda do dispositivos de fixação, norma lmente com a utilicapac- do disnositivos ds fixação «anuais, e consequentemente os custas sao maio elevados.
É uís objectivo do invento proporcionar usi efeito espacial ·;·:? Piorado © controlado en redes de camuflagem do tipo descrito no pi-rrodrcao. Estes s outros objectivos dc invento e as vantagens v:oo--.; ro®d®s pelo nesrao são conseguidas, de acordo com ç ínvent;;-, c;~1ô fixação do material de guarnição è estrutura da rede c >i ccocP-’ uma o® n cuia de material de guarnição numa laçada è w-tz je partes de fie da rede, ®m localizações discretas ou :nt’-tr.-:-Psnfe espaçadas e juntando mutuamente cada laçada assim fc-rmada no princípio © no fira da referido laçada, calculada em relaçac ss respectivas partes de fio. Esta fixação do material de guarnição é então executada apenas localmente e en locaTisações mutuamente separadas, e pode ser -efectuada cc» s a juta de ultra-sons, soldadura de alta frequência HF, soldadura impulsos ou colagem. Isto permite que seja conseguido um efeito O.í ·*;'! controlado, determinado nela quantidade de material de guarnição localizado entre es diferentes pontos de fivrçso, que podem estar colocados suficientemente perto uns des ri ·λ rcs. ve vedo qijíi a forma tomada será relstivamente bem doto-~<«i nada .
pv pccr-do eora um aspecto preferido do invento, o invento ••-ΈΓΐ-Λέ Lambera a um processo de realização d© tal fixação do «ΐί-όΐ/’,-ίΙ d© guarnição d© uma maneira parti cu lar «mente económica © - -·-?· οί·»·Ώ'· . Este oo.rectivo é conseguido, de acordo com um aspecto to -c?vente„ por ura processe· de fixação o qual usa energia de alta fícraíxi? de acordo co» a reivindicação 2, e co» a ajuda d® um dispositivo de acordo com a reivindicação 4.
Quando se aplica o processe do invento, o material de guarnição pode então ssr fixado, permitindo ès chamadas partes de cordãv esticadas no material de faixa de reforço, pressionarem c «ióterial d© guarnição para baixo, para o interior ds aberturas
foi-madas nua dispositivo e definidas em ambos os lado© por eléctrodo©, os quais são móveis entre si e, subsequentemente, u:?,s laçada d® material de guarnição em volta da referida pprífc de cordão, fornecendo aos referidos eléctrodo© energia de
-’ãa rà-cia de modo a fundir a laçada em conjunto, em vol:·? dr referida parte de cordão.. Naturalmente, um pré- Isito a este respeito é o do material de guarnição poder ser le-v-xdo a fundir eu derreter conjuntamente ©cb cslor e pressão, as icríss de cordão periédices, às quais o material de pusvrnçics é fixado, podem estar localizadas de um modo ou outro, aa rss direcção transversal do material em faixa quer na sua direcção longitudinal- 0 critério importante é que as partes de ccrdcc s© conformem a um padrão d® aberturas no circuito rotat-jy© sem-fim, subsequen temente a terem sido puxadas para beb-x juntamsníe com o material de guarniçâc, e abraçadas por «õxíiss, as quais as apertam conjuntamente, e serem aquecidas através de energia de radiofrequência.
t circuito rotativo, sem-fim tem, d® preferência, a forma ds -'ΠχαΗα do qual parte da superficis ds parede, entre duxx ç-erairi-es, toma parte no trabalho, uma primeira parte para a s'de<' ? mstcrial, uma segunda parte para apertar conjuntamente e aaaacfcivamente aquecer e arrefecer o material e uma terceira crÁfe ::?rs abrir s libertar e material. 0 circuito rotativo, sem-f-hi cede também ter a forma d© uma correi® s qual roda em v? :fa tfc risos, &:a que, pelo menos, o abrir e fechar das maxilas : sr® osrtes d© cordão periódicas na direcção transversal ρο-de ser a?a; Iasóc- por meio da acção conjunta das aberturas coe partes artieuiadas, as quais abrem com a passagem d® correi® sobre um
A÷; dc crís.
Ihis® frequência adequada para a energia de alta frequência é ΗΚ~:, «?<? trsquêncía que á permitida pelas autoridades para uso industrial. Oo ponto de vista técnico muito outras frequência© invento será agora descrito eom referência as suas aa-í-aaãaracóe© ex®:?;-1 ificativas, s não limitativas, representadas * /· >44 ίίΟΐνν víy-tr/CS > —S— ν·?? resenhes rcsvos^ ros quais:
? Fionra j õ uma rsoresentaeSo geral do equipamento usado ;·,3Γ? tooiar b çíjsrniçào numa estrutura de rede:
n Moura '5 s uma vista lateral , que representa a maneira» pela rua'? umr faiva de rede é desenvolvida ou espalhada, ® inserida;
a Figura 3 é uma vista frontal de parte do representado na Figura
a Moura 4 é uma vista parcial em corte ilustrando um mecanismo lendo eléctrodos fecháveis;
as figuras δ © S são, respectivamente, uma vista em corte transversal e uma vista de topo dos eléctrodos fecháveis;
a« Figuras 7 e 8 representam eléctrodos tendo partes de cordão e fliuter;?! de guarnição inseridos entre eles durante uma fase de ’.rserçáo e fase de soldadura cu fusão respectivamente;
a Mw-* r v uma vista em corte de un tambor de soldadura;
çura Μ representa uma rede ds camuflagem acabada vista por r F'pura 11 representa esquematicamente uns construção alterna--- do l?v circuito rotativo, sem-fim correspondendo ao tambor ds vo Íd-sfír..’ d Figura 1 é uma vista completa e esquemática d® um dispositivo preferido para fixar o material de guarnição a uma estrutura dv rode. A Figura representa os passos de trabalho A-F.
Mo passo A, ® rede é recolhida de una caixa 6 e é alargada ou espalhada. Esta rede é normal mente fornecida na forma de um cordão, no qual os bordos ou orlas estão deslocadas entre si ds • !«a distância correspondente à largura da rede alargada, e todos os fios estão esticados, Apesar de não estar mo-a-b-ad > Figura, a caixa, está localizada respectivamente num iro. o < rode é alargada con a ajuda dos roles 7 e 8, os quais posicionados, de forma que a rede será essencial mente alar-rw,podsevuentooente a ter mudado a sua direcção de transporte
X
-6?Cí.!s '· SH têe também esticada lateralmente ;©m
c. de ua rcl·' tensor 3 © tíe um rolo 10, o qual é um rolo de ο·?'? icdomento e está munido com porções helicoidais sobrelevadas, as dd3'íw são roscas esquerda e direita en direeeoes individuais, rsí-Ídsctívsíítffiite, a partir do centre.
No posso B, a rede é colocada sobre o material de guarnição fornscido um tambor tíe soldadura. A rede é então esticada madeira 11, cuja © 3 e o qual ts® ! içeirément© e passada sobre um rolo d© vonfiguração é melhor vista nas Figuras projecções troncónicas 110 tendo uma base quadrada (para redes de malha tíe forma quadrada), estando estas projecções 110 adaptadas •-ff! relação ao tamanho tía malha da rede, 0 rolo vi é travado. A rctí© o vu.-:5d5 tío rolo Vi por uma inserção 13, por meio drm ον- cp« ©rtalhes 12, nos quais os fios esticados na díreeçãe do ··; or- rtío ecofflodsdoí, ectuando o referido rolo de inserção 13 >'i« e-.ó.‘r:t· com t’í.i segmento de elevação 15. 0 rolo de inserção © munido com ç-srss d© arojecções de captura ISO, os quais cassam entre erres de segmentos ds elevação 15, à medida que c r é - de -.nsoreSc roda. Os fios da rede, os quais ss prolongam na tíirecção do circuito, passam entre os segmentos de elevação 15 e entro ro projeecões de captura 130, estas últimas projscções capturando cc fios crusados da rede, de modo que os nós ou laços dr cede çsjqr cepturatíos pelas projecoões de captura. 0 rolo de 'noarção Vi insere agora os cordões da rede nas aberturas 140, f-,.;.;'hçsdas nua rolo de soldadura cu fusão 114, sendo isto tornado possível pelo facto tíe os movimentos do rolo ds inserção V e dc rolo- tíe soldadura 14 serem mu tu® mente ligados através de um ar:-an jc tíe rodas dentadas (não mostrado) - Como será visto vc g ,?s ç-ícs crusados da rede são esticados ao serem c:_,.:-otícr cc.-c a foiça entre pares de pí-ojeeções de captura 130, à
1c i é retartístí
Subsequentemente, à Inserção
Γ V“· e nas aberturas 140, ss localizações de nó são libertadas tícc „ -tía.?'-tíve ds casturs Vtí do rolo de inserção,em que cs segΊ-r-Vca de atíevaçã-ç 15 (Fíq^ras 2 e 3) impedem que cs fios crus-a3-:=- -tía aece acç-iapanhem o movimento da superfície periférica tíora!nagaata cor cíffl®, puxando estes segmentos a rede seita ??<’- rote-í-tí? rolo, C-omc- será claro do que se segue, a rede ?4i íGiíU-íicio-er/es
ZT
está agora engatada nas aberturas 140, as quais então se fecham.
Quando se coloca o material de guarnição nas aberturas 140, os fios de rede prolongas—se-ão efecti vamente para o interior do material tíe guarnição, não sendo este material sempre plano, estando,algumas vezes mesmo, com pregas ou dobras. Os -fios deverác ssr assim bem esticados. Ds modo a garantir que os fios estsc esticados, o rolo de Inserção 13 é construído com uma distância de passo, medida n® direcção eircunferendal, a qual é • íçeír zzzznt® maior que a aeehda nominal ds malha. Isto garantirá ívs as çrcjecçces de captura engatarão sempre n® rede per detrás ze rf. Oado que o rolo 1 li é travado, o engate das projecções de captura cora a rede, e com isso o avanço da rede, realizar-se-á fclcamente por passos, os quais são determinados pela periodicidade efectiva de rede e independente, por exemplo ds desvios causados por tolerâncias de fabrico da rede incluídas no sobredimensionamento da distância d© passo, a qual pode adequadamente ser empregue com 15S d® dimensão nominal da malha e com isso proporcionar ainda uma margem de segurança suficiente.
«ic passo C da Figura 1, é preparado, simultaneamente, um material d© guarnição com a forma de uma faixa 2, o qual é retirado de uma bobina 4 e cortado em folhas num punção 5, esquematicamente representedo, por exemplo ds maneira exemplificada pc-r zc-.-z_c zzg 7 36. Este material é esticado de uma maneira oc.-i tr o 1 ada para formar uma estrutura tr 1 d i mensi ona 1 e é f· zrsz-zrtadz ®m π para o tambor tíe soldadura 14 e colocado no refsr ide tambor antes da chegada da rede 1, a qual é então zz-ozrdr >-,c topo do material de guarnição. 0 material de zuarniyão é puxado para o interior das aberturas 140 pelos fios da e é aí preso no passo E na Figura 1, cosbo descrito em seguida. 0 produto acabado 3 é então retirado do rolo e enrolado em forma ús rolo em F.
A operação de fixação efectiva é,. adequadamente, descrita com referencia às aberturas 140, indicadas esquematicamente na Figura 2, e nas quais as partes dos fios cruzados da ‘-©de sêo Inseridas.
13250-21420~9r/CS
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Quando se insere a rede, as aberturas terão o corte transversal ilustrado na Figura 7 e são definidas por dois eléctrodos 70, Π, entre os quais o material de guarnição 2 foi crrastadc pelos fios da rede 1. De uns maneira a seguir descrita, estes eléctrodos 70 e 71 podem ser levados em conjunto, tal cc.: v”êcs1cncr eonjuntamente duas superfícies do material 2 à •/.•lia do um fio ds rede o qual está abraçado pelo material. A ο-ο- 'οδ olts freouêncis é então fornecida entre os eléctrodos 70, 71 ds modo a fundir as superfícies do material conjuntamente o ·/& 'oeo segurar o material de guarnição ec fio da rede. Λ F-ígcrs -jo representa parte de uma tal rede vista per debaixo, com rondas Ιϋϋ, que sao fundidas conjuntamente à volta de partes de cordão da rede, periodicamente e em localizações separadas.
A manobra dos eléctrodos 70 e 71 será agora descrita. 0 objectivo é então que as folgas definidas entre os pares de eléctrodos respectivos estejam abertas guando o rolo de inserção 13 (Figura í) insere partes de corda da rede nas referidas folgas ou aberturas, ©pós o gue os eléctrodos são trazidos em conjunto e uma energia de alta frequência é aplicada durante parte de uma revolução do tambor 14, e gue a folga é mantida fechada na ausência de tal fornecimento de energia, durante outra uma parte ca : c - ν-’-ί'/ο revolução, e são novamente abertos de modo a permitir rede oreboda 3 ser retirada e enrolada em F. Ko caso da mé< cvrλ ies^rita, este sbr:~ ® fechar dos eléctrodos é efectuado <>v u«5 vsGcanismo d© excêntricos descrito abaixo co» referência âs /’»pjrs? é, Λ © 3. Ver-se-é nas Figuras gue os eléctrodos 71 de cada ,?ar de eléctrodos estão montados fíxsmente no tambor, por mo-ín dr reportes isoladores 711. Os eléctrodos 70, por outro latíe, sãc ligados a veios rotativos 60, os guais se prolongasn ao icuqc tí© todo o comprimento do tambor de soldadura 14 © prλjectam-se 1igeiramente para além dele, e nos quais estão í<!·' dis’;-. i iívos.de rolos 61. Estes dispositivos de rolos oâc operados, por meio de um excêntrico 65, para manobrar os vá'?os 69 para uma posição de eléctrodo aberta, como do par de eléctrodos esquerdo na Figura 4.
é evidente
Quando es oosl^’ de roles 61 não estão em engrena mento corrediço co»
e e?icèrtricg 65, os eléctrodos 70 de cada parte de eléctrodo são :γ(γ«!‘ibs em direcção aos eléctrodos 71 por moías 64 para uma de folga máxima a qual, de acordo com a Figura 5, é tíxLermlnada por parafusos ajustadores 712 nos suportes 711.
fporxr do nao mostrado, os excêntricos 55 estão ambos
2j?;?íos ira posição d© admissão da faixa e na posição de =.=a feira. Será notado que os eléctrodos 70 não estão ‘•igorrsement® montados rigidamente nos veios 60, mas que os pinos 62 passam através de furos alongados 63 nos elécfrodos 70. Assim, apesar da distância entre os eléctrodos 70 a 71, na folga do ©'féctrcg··;· ser uma distância mínima determinada pelos parafusos tíe espera 712 (ver Figura 5), os eléctrodos podem afastar-se elasticamente sob a accão da mola 64 para a vizinhança de uma distância máxima determinada pelos orifícios SS. Devido ao facto de um material cortado em folha de espessura dupla poder ser inserido íoadvertidamente na folga ou abertura definida pelos v i ée t- ;-2c.a , ou s«® o fio 1 (Figura 7) cair em oposição a Uf« ••'rí^íc-.c nr material tíe guarnição 2, este arranjo proporcionará χ&ν fynçf-- satisfatória em todas ss circunstâncias, mesmo cosi tal teí · -1 do guarnição irregular.
r rverqi® tíe alta frequência é fornecida aos eléctrodos 7ΰ, do seguinte maneire. Devido s sus construção, os eléctrodos eão ligados è terra ns estrutura d& máquina e não v distem dificuldades ès frequências aplicadas. Os eléctrodos 71 estão fixados a suportes isoladores 711. Como será visto na
F1çtíca 4, os suportes têm dispostos neles pinos de transferência «•xegãdvs por mola 713, os quais fezere contacto entre cs eléctrodos 71 e calhas captadoras ou de descarga, tais coíbo as calhas lí1, 143 da Figura 4. Estas calhas captadoras rodam em conjunto com v tambor 14.
A Figura 9 representa esquematicamente uma secção do tambor Ί © χ 3 4ta frequência fornecida do interior do tambor. h!@ parte rvis Interí c-r do tambor está localizado um veio tubular, estacío»2 fr, vual está fixo à estrutura da máquina em ambas as * - ' íis (asenss uma extremidade é mostrada). Ligado ; .; re -ele 9ϋ estã um cubo isolador 40 o qual suporta sob «3Γ
-10 rarcs da s:j-s circunferência, sobre a quel energia de alta vê·-, -a será fornecida, um eléctrodo 41 ccm secção transversal -rtêíaa e arqueada. Dado que o eléctrodo é estacionário, não 'de energ> a ele. ·?« partir das superfícies eléctrodo 41 é acessível
existe dificuldade ao fornecimento êvisíSe vente de energia é realizado interiores do velo tubular 90 e © das ertf-efflidades do veio através de furos (não mostrados) proporcionados nele. Quando as calhas captadoras, tal como as calhas til, 142, passam perto de uma parte exterior do eléctrodo 41, é transferida potência capacitivamente às calhas captadoras e delas i,-ecs cc ci ectrodos 71, através de um condutor éhmico convencicn?1 e dc çlnc de transferência 712. Á razão pela qual as calhas ·,-δtader-r-* estão fixadas num cubo separado s não estão fixadas v tambor, é que ss deseja poder verificar a distância mais ku-bvG? entre as calhas captadoras © o eléctrodo 41', partíeuivment©, uma vez que c- cubo com as calhas captadoras pode substancialmente descarregado. isto é particularmente benéfico uuando se trabalha com grandes larguras.
coso da eoocreíizaçSo representada, o tambor 14 é nenstrubdo a partir de calhas 144 as quais são colocadas ao longo v vab-teé, e a partir de flanges 145 colocadas em planos radiais. As flanges correspondentes nas extremidades do tambor proporcionatv, meios de suporte à volta do veio estacionário SO. As flaages são duplicadas nas extremidades do t-asabor, com a finalidade de atenuarem as radiofrequências.
Ccmc- será visto da Figura 9, o fornecimento de energia de vG-á frequência é dividido em secções na direcção axial do tambor 14. qp caso de uma construção testada com uma largura do <·.· v 1 tc ce í , 7 m, cinco destas secções foram dispostas na J-hccçãc axial, © cada ume das secções foi fornecida com 5 kV, ?tx-xv d- up cabo coaxial respectívo de 50 2. As calhas cpptcfwx, s. com isso as filas de pares de eléctrodos, eram 12 v χορόν, das quais seis estavam cobertas pelo eléctrodo 41. A. instalaçáô foi construída pera redes fendo um tamanho de malha x-vv ds 55 éO-x# ' os eléctrodo© 70, ?'S tinham ua comprimento de 55 mm. Cada fila continha 20 pares de eléctrodos. A carga
-πsara ® energia de alta frequência de 2/ MHz era à /c-rta de 3ΰΰ Η por seccgo.
A Figura 10 ilustra esquematicamente uma rede d© camuflagem acabada £, onde material ds guarnição 2 foi ligado à rede por meio de laçadas 100, as quais abraçam os fios d® rede. Á rede é vista per debaixo e, apesar d© não ser claramente evidente na FúvcrÇ', o outro lado da rede d© camuflagem tem colocado fqlgsdsífteni© material de guarnição 2, o qual se projecta para de «rdc a produzir um efeito tridimensional satisfatório, o oval é assim particularmente perceptível quando o material é cc.-v-cdc av folb® e/ou aplicado com um excedente controlado ns direcção do comprimento e/ou da largura. São conseguidos tanto coo i-içopop como um bom efeito tridimensional, em resultado /as laçadas do material ds guarnição em locais separados e da fíoccãr dos laçadas à rede.
?-sa descrição acima de uns concretização exemplificativa do vento, c circuito rotativo no qual Os elêctrodos estão montados tem a forma de um tambor cilíndrico. Deverá ser entendido, no ônf-sntop. que este circuito pode ter una outra configuração, por exemple a configuração de uma correia transportadora con segmentes articulados, como ilustrado na Figura 11, cujas partes de ligação se abrem ã medida que a correia passa sobre um rolo dc- d© guio, mas que se fecharão em secções de correia planas, em çue r,-: e«rss de elêctrodos estão montados ao longo da linha de iicuiaçSo. £ste é um dos muitos exemplos das muitas variantes qv© «;.<> concebíveis nc. âmbito do invento, como definido nas : -ç < v :p«„\ ea-_csr segu 1 ntes.

Claims (6)

  1. REIViHDICAgõES
    1 - Rede de camuflagem, a qual compreende uma estrutura de material de rede (1) e uma película, a qual inclui um material de guarnição e a «uai está ligada, pelo menos, intermitentemente, ao r fedido ‘ísísr-íâl de rede de um lado dela, caracterizada por o material de guarnição estar fixado ao material de rede por intermitente da película de guarnição em laçadas à volta das partes de fio do material contíguo e união mútua das lavadas 5£sím formadas no seu princípio e fim, quando vistas em relação às respectivas partes ds fio.
  2. 2 - Processe para ligar mutuamente material em faixa apresentando partes d® corda periódicas (1), particularmente um® estruture- de rede, e material de guarnição, caracterizado por se guiar o material em faixa e o material de guarnição (2) em direcçao a um circuito sem-fim rotativo, estando o mesmo munido com aberturas (140), as quais correspondem è periodicidade do «ateria! em faixa, e no qual o material de guarnição é pressionado para baixo pelas referidas partes de cordão (1) para foi-siàar- laçadas no material de guarnição, sendo o referido «íeriai pressionado para baixo par® além de pares de eléctrodos (/, 711 localizados nos limites das referidas aberturas; per os eléctrodos des referidos pares de eléctrodos se moverem uns em -í çoc aos outros; per ser aplicada um® tensão alterna de alta frsouêncis entre o referido par de eléctrodos, pelo que e n>atrri-?i de guarnição (2) preso entre os eléctrodos é fundido em con.iunto; e por os eléctrodos dos referidos pares de eléctrodos sertx. afastsdes e o material em faixa, em conjunto com o material de guarnição fixo a ele, ser removido do circuito sem-fim retativo.
  3. 3 - Processo de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por o circuito sem-fim rotativo ser um cilindro rotativo e -as aberturas serem limitadas por pares ds maxilas de eléctrodo (70, 71). as Quais estão dispostas à volta das geratrizes do cilindro e podem ser movidas pare ou em oposição uma à outra por -J’isccsi t i vvs excêntricos (60, 61), estando um eléctrodo dos pares
    71 ”if
    Ui220-21470~6r/CS áe maxilas de eléctrodo ligado a uma fonte d© energia de alta frequência durante parte de uma revolução do cilindro, por meio de íés» eertscto d© deslizamento «712), parte da referida revolução durante a qual es respectivos pares de maxilas de eléctrodo são «xx^dce numa direcção d© fecho pelos referidos dispositivos •íxesntricos, mas nos lados opostos dos mesmos movem-se numa írrac^?c de abertura, de modo a permitir, respectivamente. a inserção © a remoção das partes de cordão tendo material de citivrr íção enrolado à volta delas.
  4. 4 - Equipamento para fixar um material em faixa tendo partes de co--'dSc periódicas (1)» compreendendo meios (Λ) para avançarem o material em faixa d© uma maneira ordenada e expandida, meios (C, O.i para avançarem o material de guarnição, e meios (E) para fixarem o material de guarnição às referidas partes d© cordão (1) tíc referido material en faixa, caracterizado por os meios de fix-ação incluírem um circuito sem-fim rotativo (15) no qual estão dsípcstss aberturas ordenadas periodicamente (140) para receberem as referidas partes de cordão e o material de guarnição com elas .;>:'.‘££--Udí. © seres de eléetrodos (70- 71) os quais podem ser para cu em oposição uns aos outros, e os quais são xvr-s- ;:ec “dos cow energia de alta frequência, estando cada um dos referidos eléetrodos localizado num respectivo lado das referidas © funcionando tíe modo a juntar e segurar mutuamente e material d© guarnição que se enrola em volta das referidas partes àr cordão à medida que elas entram nss referidas aberturas.
  5. 5 - Equipamento de acordo com a reivindicaçãc 4, caracterizado por o circuito sem-fim rotativo (14) compreender um tambor, o qual tem montado pares ds eléetrodos (70, 71), meios de seguimento de excêntrico (50, 61) ligados aos eléetrodos Móveis (70) dos osr©s de eléetrodos, e meios excêntricos (64), montados ?<(_·· eerfes so tambor (14) de uma Maneira para manter aberta a frlqa ircluíd-s nas referidas aberturas (40) em volta, pelo menos, v;x upís parte da circunferência do tambor (14), centra a acção dos wírs do mo la de fecho de eléctrodo (54).
    f -- Ecuisarnento d® acordo co» a reivindicação 4 ou 5, ~Í4por o referido equipamento incluir meios de -rise-' ;Lc, os ciuais funcionai» para inserir ss referidas partes d® ;··,-« -Mc nas referidas aberturas (40), incluindo os referidos meies de inserção us rolo de inserção (13) montado adjacente à referida ra:‘t'u· rotativa (Ή) e sendo forçadamente rodado con.juntamente com o referido circuito sem-fisn rotativo; por o rolo de inserção ter montado, na sua circunferência, dispositivos de captura (130), os quais capturam as partes d® cordão periódicas no material em faixa, em que os referidos dispositivos de captura quando forçadament® guiados en rotação destinam-se a ser adaptados às aberturas <M0) dispostas periodicamente no circuito rotativo (14), e incluir adieiene1mente um cilindro d© travagem (11), © cuM func-c.na de modo a esticar g «material en faixa entre o rsfÇr--:c-o rolo @ o referido rolo de inserção.
  6. 7 - equipamento de acordo com a reivindicação ô: aracteripado por o circuito rotativo compreender um cilindrt •’L'
    714), por o diâmetro do rolo de inserção (13) ser um® fracção inteira do diâmetro do cilindro e ser menor do que o iM-sHM diâmetro d© cilindro; e por os meios de inserção incluírem também um dispositivo de elevação (15), o qual está cortado tsnqsncia 1 mente à superfície do rolo de inserção (13) e tem uma curvatura conforme con a superfície da parede cilíndrica do cilindro rotativo.
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