PT963260E - Processo e maquina de colagem superficial de pecas flexiveis de superficie porosa - Google Patents

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PT963260E
PT963260E PT98905462T PT98905462T PT963260E PT 963260 E PT963260 E PT 963260E PT 98905462 T PT98905462 T PT 98905462T PT 98905462 T PT98905462 T PT 98905462T PT 963260 E PT963260 E PT 963260E
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Jacques Guilhem
Christian Guilhem
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Jacques Guilhem
Christian Guilhem
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Description

DESCRIÇÃO
PROCESSO E MÁQUINA DE COLAGEM SUPERFICIAL DE PEÇAS FLEXÍVEIS DE SUPERFÍCIE POROSA A presente invenção diz respeito a um processo e a uma máquina de colagem superficial de peças flexíveis de superfície porosa tais como peças de tecido, de espuma,... com uma cola de água.
Actualmente, as peças flexíveis de tecido e/ou de espuma, são coladas quer com colas do tipo “hot melt”, quer com colas de solvente orgânico volátil cuja composição pode ser facilmente escolhida a fim de evitar qualquer penetração da cola na espessura das peças.
De facto, quando se pretende colar uma peça flexível de superfície porosa, é importante evitar, ou pelo menos minimizar, a penetração da cola na espessura da peça a fim de evitar, por um lado um indesejável efeito de cartonagem (isto é, um endurecimento na espessura superficial da superfície que afecte as suas qualidades de flexibilidade) e, por outro lado, um desperdício de cola (apenas a cola depositada na superfície serve para a aderência ulterior). Tal é, por exemplo e em particular, o caso da colagem das coberturas de assentos de bancos ou cadeiras e de almofadas de bancos ou cadeiras para a sua junção relativa por colagem.
Ora, os solventes orgânicos voláteis utilizados (acetona, tolueno, metanol,...) são tóxicos e prejudicam o meio ambiente e a saúde humana.
Em todo o caso, nós conhecemos colas sem solventes orgânicos voláteis como é o caso das chamadas “colas de água”. Estas colas de água são composições adesivas formadas á base de um ou de vários polímeros adesivos sintéticos ou naturais (poliuretanos, elastómeros, polímeros termoplásticos, acrílicos, resinas sintéticas,...) dispersos na água; Contudo, estas colas de água apresentam um tempo de secagem muito mais longo e são delicadas no transporte devido ao facto de terem uma tendência para aderir às paredes das condutas, precipitar e formar bolhas. Apesar disso, elas são fluídas e tendem inevitavelmente a penetrar nos poros das superfícies sobre as quais elas são aplicadas. 1 É dé sàlientar que, nestas colas de água, contrariamente às colas de solvente, a maior parte dos extractos secos, em proporção muito mais importante (na ordem dos 50%), não são dissolvidos, mas ficam em suspensão, não tendo a água outra função se não a de liquidificar a composição e a de transportar as bases adesivas. Por consequência, as técnicas utilizadas para a colagem com colas de solvente não são transponíveis para as colas de água.
Para além disso, nós conhecemos colas de água conhecidas como “bi-compostas”, isto é, que são associadas a uma segunda composição projectada simultaneamente e destinada a acelerar a polimerização da cola. .No entanto, esta técnica necessita, nesse caso, da utilização de dois órgãos de aplicação (dois bicos de pulverização) dispendiosos, o que multiplica simultaneamente o risco de bloqueio e os custos de investimento e de utilização. Esta solução não é, por isso, compatível com a fabricação industrial em série. Por outro lado, a segunda composição referida acima, à base de amoníaco ou de sais tem um odor irritante e agressivo para a pele e para as vias respiratórias.
Por outro lado, nós conhecemos, através do documento DE 3419867, um processo de colagem superficial de peças flexíveis de superfície porosa (tais como tecido ou espuma) no qual se efectua o pré-aquecimento da superfície a colar de cada peça, depois aplica-se a cola na superfície pré- aquecida.
Em qualquer dos casos, a água penetra inevitavelmente nos poros, o que induz uma humidade residual nefasta e indesejável na peça. A presente invenção pretende, pois, atenuar estes inconvenientes ao propor um processo e uma máquina que permitem a colagem superficial de peças flexíveis de superfície porosa, tais como peças de tecido, de espuma,... com uma cola de água, graças aos quais a cola e, nomeadamente a água que ela compreende, não penetra ou penetra em quantidade absolutamente ínfima e insignificante na espessura superficial da peça, de maneira que qualquer efeito de cartonagem e qualquer retenção de água são evitados, e isto sem que seja necessária a aplicação simultânea de uma outra composição que não seja a própria cola. A presente invenção pretende também propor um processo e uma máquina que possam ser utilizados com colas de água de diferentes composições e diferentes naturezas (de bases adesivas diversas, reactiváveis ou de contacto,...) evitando qualquer fenómeno de precipitação, depósito ou bloqueio dos aparelhos causado pela cola de água. A presente invenção visa também, por outro lado, propor um processo e uma máquina utilizáveis, mais particular e vantajosamente, na colagem com cola de água à base de poliuretano e/ou de elastómero reactivável a quente.
Pelo acima exposto, a presente invenção diz respeito a um processo de colagem superficial de peças flexíveis de superfície porosa tais como tecido, espuma,... com uma cola de água caracterizado pelo facto de: - se pré-aquecer a superfície a colar de cada peça a uma temperatura superior a 50°; - depois, se projectar a cola de água por pulverização sob baixa pressão sobre a referida superfície pré-aquecida.
De forma vantajosa e de acordo com a invenção, pré-aquecemos a referida superfície a uma temperatura que seja a mais elevada possível e que não provoque a deterioração da peça, nomeadamente, por injecção de ar quente a uma temperatura compreendida entre os 50° C e os 100°C.
De acordo com a invenção, como agente de aderência da cola de água, podemos utilizar de forma geral no quadro da invenção, um ou vários agentes de entre os poliuretanos, os elastómeros sintéticos ou naturais, os polímeros termoplásticos acrílicos, as resinas,..., desde que a cola de água seja compatível com a matéria constitutiva das peças a colar e cora as propriedades procuradas.
Com vantagem e de acordo com a invenção, aquecemos a cola de água a uma temperatura compreendida entre os 20° C e os 45° C, antes de a projectar por pulverização. Escolhemos também esta temperatura a fim de evitar qualquer fenómeno de precipitação ou de depósito.
Do mesmo modo, com vantagem e de acordo com a invenção, efectuamos uma dispersão de micro - bolhas gasosas na cola de água, nomeadamente, por junção de um agente efervescente compatível com a cola de água, antes de a projectar por pulverização. A cola de água projectada sob baixa pressão, isto é, com pressão exactamente necessária para permitir a sua projecção por pulverização.
Com vantagem e de acordo com a invenção, projectamos a cola de água por pulverização sob uma pressão relativa compreendida entre 0,2.105 Pa e 1.105 Pa.
Com vantagem e de acordo com a invenção, projectamos a cola de água por pulverização por contacto com um jacto de ar comprimido a baixa pressão, compreendido nomeadamente entre 0,2.105 Pa e 1.105 Pa (pressão relativa ).
Além disso, com vantagem e de acordo com a invenção, projectamos a cola de água segundo uma direcção que forme um ângulo não nulo com a direcção normal da referida superfície. De preferência, o ângulo está compreendido entre 30° e 60° - nomeadamente na ordem dos 45° - : Por outro lado, com vantagem e de acordo com a invenção, projectamos a cola de água com a ajuda de um bico de pulverização que mantemos a uma distância compreendida entre os 5 cm e os 50 cm - nomeadamente na ordem dos 20 cm - da referida superfície.
Com vantagem e de acordo com a invenção, fazemos secar a cola de água por aquecimento radiante e/ou extracção de ar imediatamente depois da projecção da cola de água. A invenção diz respeito também a tuna máquina destinada a pôr em prática um processo de acordo com a invenção. Deste modo, a invenção diz respeito a uma máquina destinada a efectuar a colagem superficial de peças flexíveis de superfície porosa tais como tecido, espuma, ..., com uma cola de água, caracterizada pelo facto de compreender: . pelo menos, um posto de projecção de cola de água por pulverização sob baixa pressão, . e, a montante de cada posto de projecção, pelo menos um posto de pré-aquecimento - nomeadamente com ar quente - da superfície de peças a uma temperatura superior a 50° C.
Com vantagem e de acordo com a invenção, o posto de projecção compreende meios de projecção da cola por pulverização sob uma pressão relativa compreendida entre 0,2. 105Pa el.l05Pa, que comporta nomeadamente tuna pistola de pulverização ligada a uma conduta de alimentação de cola sob baixa pressão e a uma conduta de alimentação de ar sob baixa pressão.
Por outro lado, com vantagem e de acordo com a invenção, a máquina compreende meios para manter um bico de pulverização da cola orientado de acordo com o ângulo não nulo em relação à direcção normal da superfície da peça. Com vantagem e de acordo com a invenção, o ângulo está compreendido entre 30° e os 60°, nomeadamente na ordem dos 45° e os referidos estão adaptados para manter o ângulo constante. Por outro lado, com vantagem e de acordo com a invenção, a máquina compreende meios para manter um bico de pulverização da cola de água a uma distância compreendida entre 5 cm e os 50 cm, nomeadamente na ordem dos 20 cm da superfície da peça. Com vantagem e de acordo com a invenção, a referida distância é constante.
Numa máquina de acordo com a invenção, o posto de projecção está adaptado para projectar a cola de água por pulverização em nuvem sob baixa pressão, formando por cima da superfície uma camada descontínua, nomeadamente em forma geralmente de teia de aranha. É de salientar que, pelo que se acaba de expor, o posto de projecção da cola sob baixa pressão em forma de camada descontínua por cima da superfície distingue-se de um posto de projecção de pintura a alta pressão em camada uniforme sobre as peças mecânicas de automóveis (radiadores) tal como é descrito na patente US-5 130 173.
Por outro lado, com vantagem e de acordo com a invenção, o posto de pré-aquecimento compreende meios de projecção de ar quente a uma temperatura compreendida entre 50°C e os 100°C sobre a superfície 5
Por outro lado, com vantagem e de acordo com a invenção, a máquina compreende meios de aquecimento da cola de água a uma temperatura compreendida entre os 20°C e os 45nC, antes de alimentar o posto de projecção. Com vantagem e de acordo com a invenção, estes meios de aquecimento compreendem um dispositivo de aquecimento associado a uma conduta de alimentação de uma pistola de projecção com cola.
Com vantagem e de acordo com a invenção, a máquina compreende um transportador adaptado para transportar sucessivamente as peças até cada posto da máquina e para manter as peças em frente de cada posto durante um período de tempo pré-determinado.
Com vantagem e de acordo com a invenção, o transportador está adaptado para que o tempo de permanência das peças em frente de cada posto esteja compreendido entre lOs e 20s. Por outro lado, o transportador está igualmente adaptado com vantagem para que o tratamento completo das peças seja efectuado num período total inferior a ou na ordem dos 2 min.
Com vantagem e de acordo com a invenção, a máquina é também caracterizada pelo facto de ela compreender um posto de entrada que recebe as peças a serem tratadas e um posto de saída ao qual as peças chegam após o tratamento, e pelo facto de o posto de entrada e o posto de saída se juntarem ou se confundirem num mesmo posto de entrada/saída de maneira a poderem ser manobrados por um único e mesmo manipulador automático ou humano.
Os ensaios'demonstram qúe a invenção permite obter de maneira extremamente simples uma colagem de superfícies porosas de peças flexíveis com uma cola de água, de grande qualidade e preservando a flexibilidade das peças. Em particular, nós constatamos que o simples facto de pré-aquecer a superfície a colar evita toda e qualquer penetração da cola de água na espessura do material poroso da superfície. A cola é depositada numa camada descontínua semelhante a uma teia de aranha, e não numa camada uniforme. É também de notar o facto de o processo e de a máquina de acordo com a invenção, permitirem a colagem superficial com a cola de água sem que haja penetração intempestiva na superfície porosa, mas por outro lado, serem compatíveis com os imperativos de rentabilidade de uma fabricação industrial em grandes séries, e isto respeitando o ambiente e a saúde humana, nomeadamente não sendo tóxico para o pessoal encarregado da utilização da invenção. Em particular, a invenção permite a colagem automática num período de tempo total inferior a 2 min. por peça, com um só bico de pulverização, sem bloqueio das condutas ou do bico, e permite a utilização de uma cola de água sem solvente tóxico. A invenção é com vantagem aplicável para a junção por colagem de peças de tecido sobre peças de espuma com as quais os agentes de aderência das colas de água podem ser compatíveis (por exemplo, as peles e outras coberturas das almofadas dos bancos ou das cadeiras). A invenção diz também respeito a um processo e a uma máquina que compreendem em combinação todas ou parte das características acima mencionadas ou as que de seguida se apresentam.
Outros objectivos, vantagens e características da presente invenção serão salientados na descrição que se segue e que se refere às figuras anexas, nas quais: . a figura 1 representa uma vista esquemática de cima que ilustra um primeiro modo de realização dos diferentes postos de uma máquina de acordo com a invenção e diferentes etapas de um processo de acordo com a invenção, . a figura 2 representa uma vista esquemática em corte vertical de um modo de realização de uma etapa e de um posto de pré-aquecimento da superfície porosa das peças flexíveis de acordo com a invenção, , a figura 3 representa uma vista· esquemática aumentada em elevação de um modo de realização de uma etapa e de um posto de projecção da cola de água de acordo com a invenção, . a figura 4 representa uma vista esquemática em corte vertical de um modo de realização de uma etapa e de um posto de secagem por aquecimento radiante e extracção de ar de acordo com a invenção, . a figura 5 representa uma vista esquemática em perspectiva parcialmente separada, que ilustra um segundo modo de realização de uma máquina e de um processo dc acordo com a invenção. A máquina representada na figura 1 compreende um transportador 1 que forma um anel sem fim.
No primeiro modo de realização representado na figura 1, este transportador 1 é constituído por um tabuleiro em forma de coroa circular, rotativo no sentido indicado pela seta.
Este transportador 1 é movido em rotação de forma tradicional por um qualquer meio apropriado e conhecido, de maneira a transportar as peças sucessivamente até cada um dos postos, e a mantê-las em frente de cada posto durante um período de tempo pré-determinado. O transportador 1 está, por isso, dividido em secções de comprimento de arco igual, formando cada uma das secções um dos postos da máquina no qual será efectuada uma etapa do processo, de acordo com a invenção. No caso de um transportador circular, as secções são formadas por sectores angulares idênticos.
No exemplo representado na figura 1, o transportador 1 define sete sectores idênticos correspondentes a sete postos sucessivos, após um primeiro posto 2 de entrada/saída no qual se coloca uma nova peça 3 por tratar e do qual se retira uma peça 3’ que sofreu todo o conjunto de etapas do processo. A alimentação das novas peças 3 e a retirada das peças 3’ coladas podem ser efectuadas manualmente ou através de um dispositivo automático apropriado, por exemplo, um manipulador pneumático de braço articulado.
Imediatamerite a jusante do posto 2 de entrada/saída, a máquina l compreende pelo menos um posto 4 de pré-aquecimento - no exemplo representado, dois postos 4 de pré-aquecimento - da superfície porosa 5 das peças 3 com ar quente, a uma temperatura compreendida entre os 50° C e os 100° C. Como podemos ver na figura 2, cada posto 4 de pré-aquecimento pode ser constituído simplesmente por um conjunto de bocas 6 de injecção de ar quente em direcção da superfície porosa, a partir de meios de produção de ar quente tradicionais não representados na máquina. De maneira convencional, estes meios de produção de ar quente compreendem meios de regulação da temperatura do ar projectado pelas bocas 6, nomeadamente entre os 50° C e os 100° C.
Com vantagem e de acordo com a invenção, regulamos esta temperatura para que ela seja o mais elevada possível sem provocar a deterioração da peça 3 que está a ser tratada. Em geral, esta temperatura será inferior a 100° C, situando-se, por exemplo, na ordem dos 90° C.
Em todo o caso, constatámos através dos ensaios efectuados que quando esta temperatura é superior a 50° C evitamos a penetração de cola no interior da superfície porosa 5 das peças 3.
Imediatamente a jusante do segundo posto 4 de pré-aquecimento, a máquina compreende um posto 7 de projecção de cola de água através de pulverização a baixa pressão sobre a superfície 5 porosa previamente aquecida. Este posto 7 de projecção está representado esquematicamente na figura 3, e compreende um reservatório 8 de cola de água e uma pistola 9 de pulverização dotada de um bico 10 de pulverização da cola. A pistola 9 de pulverização está ligada a uma conduta 11 de alimentação de cola sob pressão a partir do reservatório 8 e a uma conduta 12 de alimentação de ar sob pressão. A pistola 9 está montada de maneira tradicional sobre um pórtico móvel que permite a deslocação da pistola 9 em frente de qualquer superfície 5 para ser colada. Este pórtico mantém, por outro lado, o bico 10 a uma distância constante da superfície 5 e orientado de acordo com um ângulo constante mas eventualmente regulável em relação à direcção normal 13 da superfície 5 da peça 3. ,
Este pórtico pode ser formado por um mecanismo motorizado automático de orientação da pistola de acordo com dois eixos horizontais, a uma distância constante da superfície horizontal do transportador 1 que recebe as peças 3. A pistola 9 está montada neste pórtico por intermédio de uma fixação que incorpora meios de regulação angular em rotação em tomo de um eixo horizontal, isto é, uma ligação pivot que pode ser bloqueada em qualquer posição angular.
Com vantagem e de acordo com a invenção, este ângulo está compreendido entre os 30° e os 60° e mais particularmente situando-se na ordem dos 45°. Por outro lado, o bico 10 9 é mantido a uma distância da superfície 5 que com vantagem deve situar-se entre os 10 cm e os 50 cm, mais particularmente na ordem dos 20 cm.
Para além disso, um dispositivo de aquecimento 14 está previsto na conduta 11 de alimentação de cola, entre o reservatório 8 e a pistola 9, de maneira a que a cola de água possa ser previamente aquecida, nomeadamente a uma temperatura compreendida entre os 20° C e os 45° C, antes de ser alimentada pela pistola 9. Este dispositivo 14 de aquecimento pode ser formado por uma simples resistência eléctrica que circunde uma porção da conduta 11 de cola, ou qualquer outro dispositivo de aquecimento conhecido que seja apropriado para o efeito, e comporta meios de regulação, de preferência, um termostato, da temperatura de aquecimento.
Constatámos que este aquecimento prévio da cola de água tem como efeito a diminuição dos riscos de bloqueio do bico 10, e ajuda a evitar a penetração da cola e da água no interior das peças 3.
Deste modo, escolhemos a temperatura de maneira a evitar qualquer precipitação ou qualquer tomada de cola de água antes da sua projecção. A cola de água é alimentada sob baixa pressão a partir do reservatório 8 na pistola 9. Esta baixa pressão pode resultar de um simples escoamento da cola de água, devido à gravidade, desde o reservatório 8 que está então colocado em posição alta como se representa na figura 3 em relação à pistola 9 com a conduta 11 de alimentação que vai desembocar no fundo inferior do reservatório 8. Como variante ou em combinação, e de preferência, o reservatório 8 está igualmente pressurizado graças ao ar sob baixa pressão P, introduzido pela conduta 15 de pressurização superior que desemboca no reservatório 8 acima do nível da cola.
Do mesmo modo, a conduta 12 de alimentação da pistola 9 com ar comprimido está ligada a uma fonte de ar comprimido sob baixa pressão P. Com vantagem, as condutas 12 e 15 são alimentadas a partir da mesma fonte de ar comprimido (não representada) sob baixa pressão, de maneira a que a cola de água e o ar comprimido sejam fornecidos à pistola 9 sob uma mesma pressão. Esta pressão está, por exemplo, compreendida (em valor relativo) entre 0,2. 105Pa e 1.105Pa, nomeadamente na ordem dos 0,5. 105Pa. 10
Por outro lado, realizamos com vantagem, antes da projecção, uma dispersão de micro-bolhas gasosas existentes na cola de água, nomeadamente pela junção de um agente efervescente na cola dc água dentro do reservatório 8. Este agente efervescente e o gás que ele liberta, e mais geralmente as micro-bolhas gasosas, devem ser compatíveis com a base adesiva da cola de água e não devem alterar as suas propriedades de aderência.
Para realizar esta dispersão, as micro-bolhas gasosas podem igualmente (numa variante ou em combinação) ser directamente introduzidas na cola de água no reservatório 8 (projecção directa de bolhas de gás a partir de uma rampa dotada de uma pluralidade de orifícios de projecção, electrólise,...).
Assim, a cola de água é projectada por pulverização numa nuvem sob baixa pressão sobre a superfície 5 porosa previamente aquecida.
Imediatamente a jusante do posto 7 de projecção, a máquina compreende um ou vários postos de secagem da cola de água por aquecimento radiante e/ou extracção de ar. Um exemplo de posto 16 de secagem por aquecimento radiante e extracção de ar está representado esquematicamente na figura 4. Este posto 16 compreende uma rampa 17 radiante de aquecimento através de infravermelhos colocados acima da superfície 5 colada e um ventilador 18 de extracção de ar húmido proveniente desta superfície 5 durante o decurso da secagem. Este posto 16 permite assim secar a cola por evaporação da água.
No exemplo representado na figura l, o transportador 1 define três postos 16 de secagem a jusante do posto 7 de projecção. O último posto 16 de secagem é idêntico aos dois primeiros se nós quisermos utilizar as peças 3’ tratadas obtidas à saída no estado quente (nomeadamente para efectuar uma junção imediata com outras peças). Se, pelo contrário, as peças 3’ tratadas se destinarem a ser armazenadas, o último posto de secagem compreende unicamente um ventilador 18 para extracção sem o dispositivo 17 de aquecimento. O transportador 1 é mantido na posição imóvel durante o período pré-determinado TI que corresponde ao tempo de permanência das peças 3 em frente de cada posto 2, 4, 7, 16. No final deste período de tempo Tl, o transportador 1 é movido em rotação angular 11 de amplitude correspondente a um sector definidor de um posto 2, 4, 7, 16. Estas operações são repetidas periódica e sucessivamente de maneira a permitir o transporte e a manutenção de cada peça 3 em frente de cada um dos postos da máquina. O período de tempo que corresponde ao tempo de permanência das peças 3 em frente de cada posto deve permitir a alimentação e a retirada das peças 3’, no posto 2 de entrada/saída, e a projecção da cola de água em toda a superfície 5 porosa efectuada com a pistola 9 do posto 7 de projecção. Com vantagem, este período de tempo TI está compreendido entre os 10 s e os 20 s, sendo feito o tratamento completo das peças num período de tempo total inferior a ou na ordem dos 2 min. Por exemplo, se este período de tempo TI for de 15 s, no modo de realização apresentado na figura 1, cada peça 3 é pré-aquecida durante 30 s, depois é seca após a projecção durante 45 s, de maneira a que o tratamento se realize em 1 min. 45 s. É igualmente digno de registo o facto de várias peças 3 poderem ser tratadas simultaneamente em cada um dos postos. Por exemplo, podemos colocar lado a lado uma peça de espuma e uma pele em tecido destinadas a serem juntas uma à outra imediatamente após a sua saída da máquina, de acordo com a invenção.
De acordo com o teor de água inicial da cola de água e a duração do período de secagem após a projecção (e portanto a quantidade de água evaporada), assim se obtém uma cola termo-reactivável (para um teor de água final inferior a 5%) ou uma cola auto-adesiva de contacto (para um teor de água final na ordem dos 20%). A figura 5 representa um segundo modo de realização de uma máquina de acordo com a invenção no qual o transportador é formado por dois tapetes transportadores la, lb, no qual o tapete transportador superior la desfila sucessivamente em frente de um posto de entrada 19, de dois postos 4 de pré-aquecimento da superfície das peças, de um posto 7 de projecção da cola por pulverização e de dois postos 16 de secagem. O tapete inferior 16 estende-se axialmente para além da extremidade do tapete superior la, de maneira a que o tapete inferior lb recolha as peças tratadas 3’ a jusante do último posto 16 de secagem e as reconduza por um trajecto de retomo até a um posto de saída 20 que está situado ao lado do posto de entrada 19. O tapete superior la desfila, deste modo, em sentido inverso relativamente ao tapete inferior lb. Os postos de entrada 19 e de salda 12 20, ao estarem na proximidade um do outro, podem ser manobrados por uma única pessoa. À saída do posto de saída 20, as peças 3’ podem ser armazenadas e empilhadas.
Neste segundo modo de realização, o transportador define , assim, um trajecto linear (não circular). É de salientar que é também possível prever um transportador sem sistema de retomo, por exemplo, se as peças 3’ coladas forem directamente unidas. Neste caso, a máquina compreende apenas o tapete superior la
Os ensaios realizados puderam demonstrar que podemos projectar por pulverização uma cola de água sobre peças de espuma ou de tecido (ou de uma maneira geral, de matéria têxtil) sem que esta cola penetre no interior da matéria porosa, evitando, deste modo, o efeito de cartonagem. Podemos, em particular, colar almofadas de espuma e peles têxteis que, de seguida, juntámos para formar bancos ou cadeiras que conservam toda a sua flexibilidade. EXEMPLO:
Colamos bases de bancos ou cadeiras de escritório em espuma flexível de referência 27M, PLASMO (França) que apresentam as seguintes características: - densidade líquida: 25Kg/m3, - poder de transportar: 2,7Kpa, - dureza de chanfradura: 93 N a 25%; 120 N a 40%; 225 N a 65% - elongação: 224%, - rescindência: 57% e coberturas em tecido 100% CLEVYL de 2 mm de espessura e de 309 g/m2 de massa de superfície.
Utilizamos a cola de água de referência GREEN GLUE da Sociedade CHIMISTRA (FRANÇA) que aquecemos a 30°C.
As peças são pré aquecidas com ar a 80°C.
Utilizamos o dispositivo de projecção representado na figura 3 com um reservatório 8 de 10 1 de cola pressurizada a 0.5. 105Pa. A pressão de alimentação do ar comprimido de pulverização c também de 0,5. 105Pa. O ângulo de projecção é de 45° e o bico de pulverização 10 é mantido a cerca de 1,3 cm da superfície a colar.
Após uma secagem de 1 min., num posto de secagem 16, as peças coladas estão perfeitamente secas e podem ser empilhadas; elas não se colam umas às outras. As bases e a cobertura mantêm-se perfeitamente flexíveis, não tendo a cola penetrado no interior do tecido, e isentas de humidade. Elas podem ser armazenadas durante vários dias antes de serem unidas por reactivação a quente da cola de água depositada ma superfície. Constatamos, deste modo, que a invenção permite aplicar uma quantidade apropriada de cola para obter uma colagem eficaz, sem produzir um efeito de cartonagem, numa camada descontínua que apresenta a forma geral de um fio ou de uma teia de aranha.
A invenção pode ser objecto de diversas variantes em relação aos modos de realização descritos e representados. Em particular, diversas formulações de colas de água podem ser utilizadas. Por outro lado, é possível prever vários postos de projecção em séries ou paralelos, e, em cada posto de projecção, várias pistolas de pulverização que trabalham simultaneamente. Igualmente, o número de postos de pré-aquecimento e de secagem subsequente podem ser diferentes assim como a forma do transportador 1. Além disso, a máquina está equipada com dispositivos tradicionais de comando e de protecção, nomeadamente um cárter periférico que fecha o transportador 1.
Lisboa, 2 0 WOV. 2001 Pela Requerente Ω Aosntí Ofirial
VÍTOR LUÍS RIBEIRO CARDOSO Agente Otcial da Propriedade Industriei (85C) Largo de São Domingos tt.e t 2910 092 SETÚBAL PORTUGAL
Teiet. -.351 265 228 «15 Fax>->381 265225 637 14

Claims (27)

  1. REIVINDICAÇÕES 1. Processo de colagem superficial dc peças (3) flexíveis de superfície (5) porosa tais como tecido, espuma,... com uma cola de água, caracterizada pelo facto de: - se pré-aquecer a superfície (5) a colar de cada peça (3) a uma temperatura superior a 50°C, - depois projecta-se a cola de água por pulverização sob baixa pressão sobre a referida superfície (5) pré-aquecida.
  2. 2. Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de se pré-aquecer a referida superfície (5) por projecção de ar quente a uma temperatura compreendida entre os 50°C e os 100°C.
  3. 3. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo facto de se pré-aquecer a referida superfície (5) por injecção de ar quente a uma temperatura compreendida entre os 50°C e os 100°C.
  4. 4. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 3, caracterizado pelo facto de se pré-aquecer a cola de água a uma temperatura compreendida entre os 20°C e os 45°C antes de ser projectada por pulverização sobre a referida superfície (5).
  5. 5. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 4, caracterizado pelo facto de se realizar uma dispersão de micro-bolhas gasosas na cola de água, nomeadamente por junção de um agente efervescente, antes de a projectar por pulverização.
  6. 6. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 5, caracterizado pelo facto de se projectar a cola de água por pulverização sob uma pressão compreendida entre 0,2.10¾ e 1.10¾.
  7. 7. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 6, caracterizado pelo facto de se projectar a cola de água por pulverização por contacto com um jacto de ar comprimido a baixa pressão.
  8. 8. Processo de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo facto de se utilizar um jacto de ar comprimido a uma pressão compreendida entre 0,2.10¾ e 1.105Pa.
  9. 9. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de I a 8, caracterizado pelo facto de se projectar a cola de água de acordo com uma direeção que forma um ângulo (a) não nulo com a direeção normal (13) da referida superfície (5).
  10. 10. Processo de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo facto de se projectar a cola de água com·um ângulo (a) compreendido entre os-3G?C e os-609C, nomeadamente na ordem dos 45°.
  11. 11. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de I a 10, caracterizado pelo facto de se projectar a cola de água com a ajuda de um bico (10) de pulverização que se mantém a uma distância compreendida entre 5 cm e os 50 cm, nomeadamente na ordem dos 20 cm, da referida superfície (5).
  12. 12. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 11, caracterizado pelo fecto de se fazer secar a cola de água por meio de aquecimento- radiante e/ou· extraeção de ar imediatamente após a projecção da cola de água.
  13. 13. Máquina própria para pôr em funcionamento um processo de acordo com uma das reivindicações de 1 a 12 para colagem superficial de peças (3) flexíveis de superfície (5) porosa tais como tecido, espuma,... com uma cola de água, caracterizada pelo facto de ela compreender: - Pelo menos um posto (7) de projecção de cola de água por pulverização sob baixa pressão, - E, a jusante de cada posto (7) de projecção, pelo menos um posto (4) de pré-aquecimento em superfície (5) de peças (3) a uma temperatura superior a 50°C.
  14. 14. Máquina de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pelo facto de o posto (7) de projecção compreender meios (8, 9, 12, 15) de projecção da cola por pulverização sob uma pressão relativa compreendida entre 0,2.10¾ e 1.105Pa.
  15. 15. Máquina de acordo com a reivindicação 14, caracterizada pelo facto de compreender uma pistola (9) de pulverização ligada a uma conduta (11) de alimentação de cola sob baixa pressão e a uma conduta (12) de alimentação de ar sob baixa pressão.
  16. 16. Máquina de acordo com uma das reivindicações 13 a 15, caracterizada pelo facto de compreender meios para manter um bico (10) de pulverização da cola orientado de acordo com um ângulo (a) não nulo em relação à direcção normal (13) da superfície (5) da peça (3).
  17. 17. Máquina de acordo com a reivindicação 16, caracterizada pelo facto de o ângulo (a) estar compreendido entre os 30° e os 60°, situando^se nomeadamente na ordem dos 45°
  18. 18. Máquina de acordo com uma das reivindicações 16 e 17, caracterizada pelo facto de os referidos meios estarem preparados para manter o ângulo (<x) constante.
  19. 19. Máquina de acordo com uma das reivindicações de 13 a 18, caracterizada pelo facto de compreender meios para manter o bico (10) de pulverização da cola a uma distância compreendida entre os 5 cm e os 50 cm, situando-se nomeadamente na ordem dos 20 cm, da superfície (5) da peça (3).
  20. 20. Máquina de acordo com a reivindicação 19, caracterizada pelo facto de a referida distância ser constante.
  21. 21. Máquina de acordo com uma das reivindicações de 13 a 20, caracterizada pelo facto de o posto (7) de projecção estar preparado para projectar a cola de água por pulverização em nuvem sob baixa pressão e que forma uma camada descontínua sobre a superfície (5).
  22. 22. Máquina de acordo com uma das reivindicações de 13 a 21, caracterizada pelo facto de compreender um transportador (1) adaptado para transportar sueessivamente as peças (3) em frente de cada posto (2,19, 4, 7,16, 20), e manter as peças (3) em frente de cada posto (2, 19, 4, 7, 16, 20), durante um período de tempo pré-determinado, e pelo facto 3 de o transportador (1) estar preparado para que o tempo de permanência das peças em frente de cada posto (2,19,4,7,16,20), esteja compreendido entre os lOs e os 20s.
  23. 23. Máquina de acordo com a reivindicação 22, caracterizada pelo facto de o transportador (1) estar preparado para que o tratamento completo das peças (3) se processe num período de tempo total inferior a ou na ordem dos 2 min.
  24. 24. Máquina de acordo com uma das reivindicações 13 a 23, caracterizada pelo facto de o posto(4}de pré-aqueeimento compreender meios (6) de projecção-do ar quente a uma-temperatura compreendida entre os 50° C e os 100° C na superfície (5).
  25. 25. Máquina de acordo com uma das reivindicações de 13 a 24, caracterizada pelo facto de compreender meios (14) de aquecimento da cola de água a uma temperatura compreendida entre os 20° C e os 45° C, antes da sua alimentação no jjosto (7) de projecção.
  26. 26. Máquina de acordo com a reivindicação 25, caracterizada pelo facto de os meios (14) de aquecimento- compreenderem um dispositivo (14) de aquecimento associado- a uma conduta (11) de alimentação com cola de uma pistola (9) de projecção.
  27. 27. Máquina de acordo com uma das reivindicações de 13 a 26, caracterizada pelo facto de Gompreender um posto (2, 19) de entrada que recebe as peças (3) a tratar e um postó (2,20) de saída ao qual as peças (3’) chegam após o tratamento recebido, e pelo facto de o posto (2, 19) de entrada e o posto (2, 20) de saída se encontrarem lado a lado ou poderem confundir-se num mesmo posto (2) de entrada/saída, de maneira a poderem ser dirigidos por um único-e mesmo manipulador seja ele automático seja ele humano; Lisboa- 2 0 NOV. 2001 Pela Requerente O Agen
    vítop. ..~..— Ãosiiie Oticial da Propriedade Industria! (89C) Largotíe São Domingos M* 1 20ioas2 SETÚBAL PORTUGAL Têlei. *--351 265 228 685 · Fax: -w 351 265 223 62'
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