PT97640B - Sistema de controlo da abertura de um engate para semi-reboques - Google Patents

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Gerald W Hungerink
Timothy J Parr
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Holland Hitch Co
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Description

MEMÕRIA DESCRITIVA
ANTECEDENTES DO INVENTO
Este invento refere-se a engates de actuação motorizada do prato de engate de reboques e, mais particularmente, a uma série de controlos de actuadores em série no interior e exterior da cabina do tractor para actuação motorizada do engate.
As combinações de auto-estrada tipo tractor e reboque usam predominantemente engates de prato de engate de reboque para atrelagem. A recepção e a atrelagem pelo engate do prato de enga te no perno principal de engate, ocorre automaticamente quando os dois estão convenientemente alinhados. A libertação do engate do perno principal é feita puxando manualmente uma alavanca de libertação debaixo do reboque, comprimindo a alavanca a mola do actuador e permitindo que um ou ambos os mordentes de engate se recolham. Esta alavanca de libertação projecta-se do engate localizado centralmente no direcçâo para o lado do reboque, mas normalmente termina perto do .alinhamento com as rodas, para evi ter danos na alavanca de libertação pelos objectos que se movem em volta dos pneus, ou por uma bandagem que pode soltar-se por rasgamento dos pneus em rotação. Embora alcançando a alavanca de libertação debaixo do reboque, e aplicando-lhe um puxão forte, nem sempre têm havido demasiados problemas com os típicos condutores do sexo masculino grandes, recentes modificações legais na largura permitida do reboque e no tipo de condutores admitidos no ramo estão a provocar que a alavanca manual se tor ne um problema. Mais especificamente, os reboques, em muitas zonas, podem legalmente ter uma largura igual a 2,59 m em vez do padrão anterior de 2,44 m.
Consequentemente, a alavanca de libertação manual fica a uma distância consideravelmente maior, por debaixo dos reboques mais largos,· isto ê, afastada do lado do corpo do reboque. Também, hã mais mulheres condutoras e mais condutores de pequena estatura e de braços mais curtos, tais como os de origem asiática. Consequentemente, o condutor tem mais dificuldade em alcançar suficientemente longe por debaixo do reboque, para agar rar o manipulo da alavanca de libertação e ainda mais dificuldade em puxa-lo com força suficiente,para libertar o engate. Em
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-3algumas disposições de reboque não hã espaço para alcançar e agarrar o manipulo da alavanca de libertação.
Sob o ponto de vista da concepção, a libertação podia ser motorizada. Os dispositivos de libertação do prato de engate de reboque motorizados, usados anteriormente em tractores de camião, estavam limitados ao trabalho em parque, isto ê, para moverem os reboques no parque de armazenagem. Estes, utilizam tipicamen te um cilindro de fluido, para libertar os mordentes. Um actuador de controlo na cabina, por exemplo, um botão de pressão ou um interruptor, é simplesmente premido ou deslocado para actuar o cilindro de fluido e libertar o engate. Do que se conhece, contudo, tais actuadores motorizados para libertação, não têm sido muito utilizados nos tractores do tipo auto-estrada.
A actuação acidental do cilindro de fluido, como uma pança da acidental no interruptor ou um empurrão por distração no interruptor, ou semelhante, que causa a libertação do engate enquanto se viaja a altas velocidades nas auto-estradas ou ruas com muito movimento, poderia ser desastroso.
SUMÃRIO DO INVENTO
Um objectivo deste invento é proporcionar um mecanismo seguro de libertação motorizado para os engates de prato de engate do tractor do reboque. A libertação intencional ê conseguida prontamente, no entanto é evitada, a libertação acidental por uma operação inadvertida ou desconhecida do controlo do actuador. O actuador motorizado estã ligado a uma fonte de energia em série com um primeiro controlo interior, dentro da cabina do tractor, e um segundo controlo exterior fora da cabina, acessível somente ao condutor em pê,fora da cabina. 0 primeiro contro lo interior actua um temporizador, que permite ao segundo contro lo exterior ser actuado em série com o primeiro controlo, somente durante um pequeno intervalo de tempo predeterminado.
Preferivelmente, quando ambos os controlos forem bem activados, a libertação motorizada ê operada, somente se a linha do travão para o reboque não estiver pressurizada, isto é, se os travões do reboque estiverem bloqueados.
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-40 engate pode ser convenientemente libertado independentemente do tamanho, sexo e força do condutor, embora não possa ser libertado acidentalmente de modo a tornar-se um problema de segurança. É mantida uma alavanca para a libertação manual, para substituir o sistema motorizado, quando necessário.
Estes e outros objectivos, vantagens e características do invento serão evidentes a partir de um estudo da descrição em conjugação com os desenhos.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A fig. 1 e uma vista esquemática, parcialmente em diagrama do novo dispositivo de engate do prato de engate;
a fig. 2 e uma vista de fundo de um prato de engate mostran do os componentes do dispositivo; e a fig. 3 é uma vista esquemática de um dispositivo de control alternativo do invento,
DESCRIÇÃO DA CONCRETIZAÇÃO PREFERIDA
Os termos frente, traseira e semelhantes, quando usados aqui, referem-se às partes da frente e traseira do prato quando montado num tractor de camião.
Com referência agora especificamente aos desenhos, o conjunto do prato de engate 10 inclui um prato de engate principal 12, montado num par de suportes de extremidade laterais (não mos trados), que estão seguros à armação do tractor (não mostrada).
A construção geral do conjunto do prato de engate, incluindo a sua montagem, pode ser semelhante ã estabelecida na patente U.S. 2 982 566 intitulada Fifth Wheel, concedida em 2 de Maio de 1961 e na patente U.S. 3 640 549 intitulada Nonsquirt Fifth Wheel Assembly concedida em 8 de Fevereiro de 1972, ambas incorporadas aqui por referência. Isto ê, as ligações entre os suportes e o prato 12 incluem os casquilhos coaxiais em 16, semelhantes aos mostrados na patente anterior e pernos de articulação (não mostrados), que se prolongam através das chumaceiras e através das abas 20a e 20b, respectivamente. As abas pendem da superfície
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-5inferior dos lados opostos do prato de engate 12. Do modo convencional, a parte traseira do prato de engate é bifurcada, tendo um par de partes cónicas 12a e 12b, encaixando um receptor do perno principal, uma boca convergente 22 que conduz ao receptor do perno principal e aperta os mordentes articulados 24a e 24b. Estes dois mordentes estão adjacentes à extremidade cega da ranhura ou boca 22, e definem uma abertura 26, geralmente cilíndrica, para o receptor do perno principal entre os mesmos, quando fechados.
Os mordentes 24a e 24b estão montados articuladamente em pernos verticais de articulação 28a e 28b, respectivamente, ao prato principal. Os mordentes 24a e 24b têm orelhas pertuberantes e opostas que se projectam lateralmente para o exterior 24c e 24d, respectivamente, com as superfícies exteriores engatáveis nas superfícies interiores de um par de pernas paralelas 30a e 30b de uma peça de união em forma de U 30. A peça de união 30 abre para trãs, ê deslizãvel entre uma posição de libertação para a frente e a posição de fecho traseiro dos mordentes repre sentada na fig. 2. A peça de união ê lateralmente impedida durante estes movimentos por um par de abas inteiriças 32a e 32b, pendentes do prato principal 12. Estas abas prolongam-se geralmente para trãs e convergam ligeiramente em direcção à extremidade traseira do prato de engate, para assegurar o engate das partes da extremidade terminal das pernas 30a e 30b da peça de união com as orelhas 24c e 24d dos mordentes, assim como as abas 32a e 32b. Um eixo 30c, que faz parte da peça de união 30 e que se prolonga do centro da sua perna transversal da frente, que se prolonga para a frente através da aba arqueada 34 penden te do prato principal 12. Uma mola de compressão helicoidal 36r circunda o veio 30c,e engata a perna transversal da peça de uni ão e a aba 34 nas suas extremidades opostas, para forçar a peça de união para a posição traseira de fecho do mordente representada na fig. 2. O ajustamento da mola de compressão e, consequen temente, da peça de união ê permitido por uma ligação roscada entre a extremidade roscada e prolongada 30c' do veio 30c e uma porca 38 no mesmo.
A peça de união 30 é deslocãvel entre a posição de seguran
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ça do mordente (fig. 2) e a condição de libertação do mordente, num deslocamento linear para a frente contra a força da mola de compressão 36, com a cooperação de um seguidor de ressalto 40, fixado no centro da perna transversal da peça de união, em cooperação com a pista de ressalto 42a no prato de ressalto 42. O prato 42 estã articuladamente montado em 42b,sobre um per no vertical seguro no prato 12. A pista de ressalto 42a tem uma configuração curvilínea, a qual tem uma extremidade com maior distância radial a partir do eixo 42b do que a outra extremidade, de tal modo que com o deslocamento do ressalto no sentido dos ponteiros do relógio (como visto do fundo do prato de engate) o seguidor de ressalto 40 serã forçado para a frente, relativamente ao prato do engate para, assim, puxar, isto é, encolher a peça de união 30 para a frente para fora do engate com as orelhas 24c e 24d dos mordentes 24a e 24b. Se desejado,um bloco de espera de segurança convencional 25, montado articuladamente no perno transversal 27, prolonga-se entre os mordentes para ser comprimido entre os mordentes, contra a força da mola 29 por um perno principal dependente da entrada da elevação ade quada. Se o perno principal estiver muito alto para ocorrer um bom acoplamento, o bloco de espera 25 não serã deprimido, de modo que os mordentes não possam fechar, tudo como se explicou nas patentes anteriores citadas atrás. Uma alavanca convencional 48 de puxar, para libertação do engate, tem a sua extremidade interior engatada articuladamente no prato de ressalto 42, como na patente 2 982 566. Esta alavanca prolonga-se lateralmente, isto é, transversalmente ao eixo longitudinal do prato de engate e do reboque atrelado ao prato de engate, através das abas 20a e 20b, de modo a estar acessível do lado do reboque como uma medida alternativa. A alavanca tem um manipulo tipico 48a que faz curva na extremidade exterior para agarrar. Uma mola de compressão 50 envolve a alavanca 48 e uma das extremidades da mola ê detida por uma espera 48b,fixada no centro da alavanca 48, e a outra extremidade pela borda exterior 20c do prato principal. Esta mola de compressão força a alavanca 48 para a posição inte rior de não libertação. Se desejado, a alavanca de puxar 48 pode ser fixada a um gatilho preso no prato de ressalto 42, como descrito na patente 3 640 549.
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Α. libertação manual opcional do mecanismo de engate pode, assim, ser realizada puxando o manipulo 48a da alavanca 48 para comprimir a mola 50, rodar o prato de ressalto 42, para provocar o movimento para a frente do seguidor de ressalto 40, isto é, na direcção da aba 34, deslocando, assim,o mecanismo da peça de união 30 para a frente. Este comprime a mola 36 e permite aos mordentes 24a 24b rodar em direcções opostas em volta dos seus pernos de articulação. Isto permite a libertação do perno principal (não mostrado)’do encaixe de recepção 26.
Contudo, esta libertação manual do mecanismo de engate exi ge alcançar sob o reboque, envolve que uma considerável força de tracção seja aplicada ao manipulo de libertação e, é particularmente incómoda para um condutor que não tenha grande estatura e força. Além disso, se são utilizados reboques de largura extra é difícil alcançar o manipulo de libertação, sem pelo menos, rastejar parcialmente debaixo do reboque. Nessa postu ra, ê difícil aplicar qualquer força considerável ao manipulo. Em algumas disposições de reboque é quase impossível mesmo alcançar o manipulo.
O aparelho utiliza um cilindro motorizado por fluido de uma via 60, tendo uma extremidade fixada articuladamente em 60a â banda fixa 20b do prato 12. O cilindro contem um êmbolo (não mostrado) com uma haste de êmbolo 60b fixa, prolongando-se da outra extremidade do cilindro, de modo convencional, sendo a ex tremidade exterior desta haste fixa articuladamente em 60c a uma união fixa 42e do prato 42. 0 prolongamento do cilindro de fluido roda, assim, o prato 42 em torno do eixo de articulação 42b do mesmo modo que puxa a libertação 48.
presente invento permite que a libertação motorizada do engate do prato de engate seja proporcionada com segurança, num conjunto de tractor de camião e reboque de auto-estrada. Com re ferência à concretização da fig.l, a zona 70 mostrada representa em diagrama a parte da frente do tractor do camião,enquanto a zona 72 representa a parte traseira do tractor do camião. A par te da frente 70 inclui o interior da cabina 74, para o condutor, que por sua vez inclui o assento 76, o conjunto de direcção 78 e um controlo eléctrico 80,tendo um interruptor 82,actuãvel pe72 061
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lo condutor enquanto estiver na cabina. Algures no tractor do camião estã uma fonte de energia 86, normalmente uma bateria, tendo um condutor eléctrico 88 ligado â terra, por exemplo, à armação do tractor, e o outro condutor eléctrico 90 ligado ao controlo 80, Prolongando-se do interruptor 82 estã um condutor eléctrico 92 ligado a um temporizador 94, estando a linha de saída 96 do temporizador ligada a um sensor de pressão 98, na zona traseira 72 do tractor. O condutor de saída 100 do sensor 98 prolongado para uma válvula de solenoide 102. Na trasei ra do tractor estã também um reservatório de ar sob pressão 104 do tipo convencional,mantido por um compressor (não mostra do). Uma conduta de ar 106 prolonga-se deste reservatório e ramifica-se no tubo 108, para a válvula de solenoide 102, que comunica com a conduta 108’ entre a válvula de solenoide 102 e a válvula de botão de premir 110. A conduta 108 comunica atravês desta válvula 110 com o segmento de conduta 108’’ para o cilindro de fluido 60 (fig. 2) no prato de engate 12. A outra ramificação 114 do tubo 106 prolonga-se para um relé de emergência 116, onde o tubo se ramifica no tubo 114’, para o detector de pressão 98, e daí para os travões de emergência ou de parqueamento do reboque (não mostrado) e na conduta 114’’ para a linha de serviço,para os travões do reboque. Os travões de emergência ou de parqueamento convencionais do reboque operam de acordo com o principio que os travões são libertados, quando a linha de emergência estã sob pressão. A perda de prejs são resulta na aplicação dos travões âs rodas do reboque. Isto ocorre, por exemplo, quando o reboque estã parado sem estar li gado ao tractor do camião. Se o detector de pressão 98 for activado pelo primeiro actuador permite â valvula 102, actuada electricamente, operar e abrir a linha 108. para a linha 108’ somente na ausência de pressão na linha 114'. Assim, o reboque só pode ser desligado se os travões estiverem em funcionamento, mantendo o reboque firmemente na posição para evitar o movimen to acidental do reboque depois do tractor ser desligado.
Quando o interruptor eléctrico 82 for activado por um con dutor no interior da cabina este actua o temporizador 94 que estabelece um período de tempo predeterminado, por exemplo, 30 segundos durante o qual a válvula 102, actuada electricamente, pode abrir para comprimir a linha de ar 108. Se os travões do
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-9reboque estiverem a actuar, de modo que não haja pressão na linha 114'', o detector 98 activado enviará um sinal eléctrico â válvula pneumática 102,para abrir, permitindo que o ar pressuri zado passe na linha 108' para a válvula de premir 110. Se o con dutor sair da cabina e ficar em pê no chão fora do tractor, actuar manualmente o botão de premir da válvula de premir 110, o ar pressurizado passará através da linha 108'' para o cilindro 60 de modo a actuar o cilindro de libertação 60 no engate do prato de engate do reboque e desloca o prato de ressalto 42 e desse modo o seguidor de ressalto 40. A peça de união 30 ê deslocada para a frente de modo a libertar os mordentes 24a e 24b do engate do prato de engate e liberta, por esse meio, o perno principal. O deslocamento acidental do interruptor 82, como, por exemplo, quando o condutor alcança a sua chávena de café, não libertará o reboque uma vez que não ocorre o segundo passo da série, isto é, o botão de premir exterior por trás da cabina não seja premido. Do mesmo modo, o deslocamento acidental ou propositado do botão de premir num camião estacionado, por alguém fora do tractor do camião, não permitirá a libertação do engate do prato de engate,desde que o actuador 82 no interior da cabina não tenha sido deslocado. So a actuação sucessiva do interruptor 82, no interior da cabina e a actuação do actuador 110, no exterior da cabina, dentro de um período de tempo prede terminado possibilita que o engate do prato de engate seja libertado, e apenas se não houver pressão na linha do travão de emer gência para o reboque. O condutor, conduz, então, o tractor livre do reboque parado. Depois do período de tempo expirar, o actuador no interior da cabina volta à sua posição original, cortando o ar no tubo 108'. A mola do botão de premir 110 volta à sua posição original.
Quando o tractor estã quase atrelado a um perno principal num outro reboque, o perno principal ao entrar na boca 22 encos ta-se na parte traseira dos mordentes 24a e 24b de modo a rodã-los e fechá-los, permitindo que a mola 36 empurre a peça de união 30 para trás e bloqueie o fecho dos mordentes. O prato de ressalto 42 roda e desloca o cilindro 60 para trás, para a sua condição contraída.
de controlo para o cilindro do prato de engate. Nas concretizações das diferentes figuras, os mesmos números referem-se a par tes semelhantes. Neste diagrama da figura 3, há um microprocessador 120 do módulo de libertação electrõnico, ligado a uma fon te de energia mostrada, como uma bateria 86, e que ê activada apenas com o fecho do interruptor de ignição 124. Neste caso, como na fig. 1, o interruptor 98 sensível à pressão é fechado pela ausência da pressão de ar na linha do travão de mão/travão de emergência 114', que estã normalmente aberta na presença da pressão de ar. O cilindro 60 de actuação é mostrado em diagrama, como estando ligado pela linha de ar 108'1 através do interruptor de premir 110 normalmente fechado para a linha de abastecimento 108', a qual estã sucessivamente ligada,através da válvula solenoide 102 normalmente fechada,â linha de ar 108, a partir do reservatório 104 de ar sob pressão. Nesta concretização da figura 3 , a linha de serviço 114'' para os travões, etc., não estã representada.
A operação da montagem ê prontamente evidente,a partir da descrição atrás. O aparelho garante um mecanismo seguro de libertação do prato de engate motorizado,para uma combinação de camião com reboque. De modo breve, a libertação do engate é rea lizada pela fixação dos travões de parqueamento, para que o interruptor do detector de pressão 98 seja deslocado de uma posição normalmente aberta para a posição fechada, actuando o actua dor de interruptor 82 na cabina do camião pelo condutor para ac tivar o temporizador 94, para um período de tempo predeterminado, saindo o condutor, então do camião e encaminhando-se para a traseira do tractor do camião, e actuando o interruptor de botão de premir 110. Quando o interruptor de premir 110 estiver fecha do o interruptor 111 fecha a entrada de retorno do microprocessador para reposição. Entretanto, o temporizador abre a válvula de solenoide 102 para a duração específica de tempo prê-fixada. As sim, será permitida que a pressão de ar actue no cilindro 60 do engate do prato de engate,para rodar o prato de ressalto 42 e, consequentemente, liberta a peça de união de segurança, e permite aos mordentes rodar. O condutor sobe de novo para a cabina e desloca para a frente o tractor, para permitir que o perno prin
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-11cipal se liberte dos mordentes
e desliga o reboque do tractor.
Se o condutor estiver confuso com o modo de libertação do reboque, ele pode faze-lo manualmente utilizando a técnica ante riormente conhecida, de puxar o manipulo da alavanca de libertação 48a. Este dispositivo manual pode também ser utilizado se o dispositivo motorizado falhar por alguma razão.
Novamente, o fecho dos mordentes 24a e 24b ocorre de modo convencional com a introdução de um perno principal através da boca recepção 22,e engatando com as arestas traseiras da parte semicircular no interior dos mordentes, rodeando-os para as suas posições fechadas ao mesmo tempo que os mordentes são oscilados juntamente,e a mola 36 desloca a peça de união 30,encaixada nas orelhas de mordente e para um engate de ligação apertado com as mesmas. Isto roda o prato de ressalto 42 na direcção contrária aos ponteiros do relógio, como se viu do fundo do prato de engate, e empurra o cilindro 60 para a posição contraída.
Evidentemente, os vários detalhes do novo aparelho podem ser modificados, para se adaptarem a um tipo particular de instalação. A concretização preferida aqui descrita,destina-se a adaptar-se â maior parte dos camiões com reboque, presentemente em uso no comércio. Contudo, pode haver circunstâncias especiais que requerem modificações no dispositivo preferido descrito, pre tende-se que essas modificações sejam englobadas no âmbito das reivindicações e das estruturas equivalentes às aqui definidas.
As concretizações do invento nas quais é reivindicada um previlêgio ou propriedade exclusiva são definidas como se segue.

Claims (11)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1 - Sistema de controlo da abertura de um engate para semi-reboques, caracterizado por compreender:
    meios de mordente móveis entre uma posição de libertação para libertação de um perno principal e uma posição fechada para segurar o perno principal;
    meios de actuador motorizados para libertação dos mordentes associados operativamente com os referidos meios de mordente para deslocamento dos referidos meios de mordente de uma posição fechada para uma posição de libertação;
    uma fonte de energia para operar os referidos meios de actuador motorizados;
    meios de controlo de actuador em série operáveis entre a referida fonte de energia e os referidos meios de actuador motorizados compreendendo um primeiro controlo de actuador parcial no interior da cabina, operável pelo condutor dentro da cabina para originar somente a actuação parcial da referida fonte de energia para os referidos meios de actuador motorizados, e um segundo controlo de actuador parcial no exterior da cabina, operável pelo condutor fora da cabina para originar somente a actuação parcial da referida fonte de energia para os referidos meios de actuador motorizados, estando o referido primeiro controlo de actuador parcial em série com o referido segundo controlo de actuador parcial, requerendo que sejam ambos operados dentro e fora da cabina, respectivamente, para associar operativamente a referida fonte de energia com o referido actuador motorizado para, desse modo, libertar os referidos meios de mordente.
  2. 2 - Sistema de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por os referidos meios do controlo de actuador incluírem meios de temporizador activados pela operação do referido primeiro controlo de actuador parcial, e associados operativamente com o referido segundo controlo de actuador parcial para fixar um período de tempo a seguir à actuação do referido primeiro controlo de actuador parcial sendo o referido segundo controlo somente operável durante esse período de tempo para originar a
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    -13referida actuação parcial.
  3. 3 - Sistema de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por os referidos meios de controlo de actuador em série incluírem um detector na linha de travão do reboque operável para detectar a condição de actuação dos travões do reboque, e evitar a actuação dos referidos meios de actuador motorizados de libertação dos mordentes, quando os travões de reboque não estiverem actuados.
  4. 4 - Sistema de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por os referidos meios de actuador motorizados de abertura dos mordentes, serem operados por ar comprimido; o referido primeiro controlo de actuador parcial compreender uma primeira válvula de controlo de passagem de ar operada electricamente; e o referido segundo controlo de actuador parcial compreender uma segunda válvula de controlo de passagem de ar em série com a referida primeira válvula, requerendo ambas as referidas válvulas serem abertas para a referida fonte de energia operar o referido actuador motorizado.
  5. 5 - Sistema de acordo com a reivindicação 4, caracterizado por os referidos meios de controlo de actuador em série incluírem um detector de pressão de ar na limha do travão do reboque, operável para detectar uma condição pressurizada de travão livre ou uma condição não pressurizada de travão actuado na linha de travão do reboque e operável para evitar a actuação dos referidos meios de actuador de abertura dos mordentes quando é detectada a presença de uma condição pressurizada.
  6. 6 - Sistema de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por o referido primeiro controlo de actuador parcial ser operado electricamente, e o referido detector ser ligado electricamente com os referidos meios de controlo de actuador em série.
  7. 7 - Sistema de controlo da abertura de um engate para semi-reboques, caracterizado por compreender:
    meios de mordente móveis entre uma posição de libertação para libertação de um perno principal e uma posição fechada para
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    -14segurar o perno principal; ** meios de actuador motorizados por pressão de fluido de libertação dos mordentes associados operativamente com os referidos meios de mordente para deslocamento dos referidos meios de mordente de uma posição fechada para a posição de libertação;
    uma fonte pressurizada para operar os referidos meios de actuador motorizados;
    meios de controlo de actuador em série dispostos operativamente entre a referida fonte de energia e os referidos meios de actuador motorizados, compreendendo um primeiro controlo de actuador parcial no interior da cabina operável pelo condutor dentro da cabina para originar somente a actuação parcial da referida fonte para os referidos meios de actuador motorizados, e um segundo controlo de actuador parcial no exterior da cabina operável pelo condutor fora da cabina para originar somente a actuação parcial da referida fonte para os referidos meios de actuador motorizados, estando o referido primeiro controlo de actuador parcial em série com o referido segundo controlo de actuador parcial, requerendo que ambos sejam operados, dentro e fora da cabina, respectivamente, para associarem operativamente com a referida fonte com o referido actuador motorizado para libertar assim, os referidos meios de mordente; e incluindo os referidos meios de controlo meios de temporizador activados pela operação do referido primeiro controlo de actuador parcial e associado operativamente com o referido segundo controlo de actuador parcial, para fixar um período de tempo, a seguir à actuação do referido primeiro controlo de actuador parcial, sendo o referido segundo controlo operável durante esse período de tempo para operar os referidos meios de actuador motorizados.
  8. 8 - Sistema de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por os referidos meios de controlo de actuador em série incluírem um detector de pressão da linha de travão do reboque operável para detectar a condição de actuação dos travões de reboque, e evitar a actuação dos referidos meios de actuador motorizados de libertação dos mordentes quando os travões de reboque não estiverem actuados.
    72 061
    HHC FP-341
    -159 - Sistema de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por os referidos meios de actuador motorizados de abertura dos mordentes serem operados por ar comprimido; o referido primeiro controlo de actuador parcial compreender uma primeira válvula de controlo de passagem de ar operada electricamente; e o referido segundo controlo de actuador parcial compreender uma segunda válvula de controlo de passagem de ar em série com a referida primeira válvula, requerendo que ambas as referidas válvulas sejam abertas para a referida fonte de energia operar o referido actuador motorizado.
  9. 10 - Sistema de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por os referidos meios de controlo de actuador em série incluírem um detector de pressão de ar da linha de travão do reboque operável para detectar uma condição pressurizada de travão livre ou uma condição não pressurizada de travão actuado na linha do travão do reboque e operável para evitar a actuação dos referidos meios de actuador de abertura dos mordentes, quando é detectada a presença de uma condição pressurizada.
  10. 11 - Sistema de acordo com a reivindicação 10, caracterizado por o referido primeiro controlo de actuador parcial ser uma válvula de controlo de ar operada electricamente e actuada manualmente, e o referido segundo controlo de actuador parcial ser uma válvula de controlo de ar operada manualmente.
  11. 12 - Sistema de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por o referido detector estar ligado electricamente com o referido primeiro controlo de actuador parcial.
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