PT97860A - Sistema de afilacamento para fibras opticas - Google Patents

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Description

0 presente invento dia respeito a um sistema de afila-çamento para ser utilizado com fibras ôpticas, e em particular com fibras ôpticas que tenham sido instaladas numa passagem tubular usando uma corrente de ar ou de outro gás. É conhecido um método de instalação de fibras ôpticas por este processo, por exemplo, pela Patente ΝΩ EP-A-0108590. Na Patente NQ EP-A-0108590 é utilizada uma corrente de ar que sopra ao longo desta passagem tubular, e por conveniência este método é referido como pertencendo ao sistema de sopragem, pensando que algures é utilizado o sistema de sucção em lugar do, ou em complemento do sistema de sopragem, sendo o presente invento igualmente aplicável quando é utilizado o sistema de sucção.
Um processo comum para fazer a ligação de equipamentos de comunicação modernos, quer para cabos de chegada quer de saida em nós de redes íe.g. divisões com equipamento), é por via de condutores com ligação emendadas e de painéis para ligações emendadas. Este processo de ligações emendadas é semelhante em concepção aos sistemas de comunicação telefónica controlados por operador da técnica antiga. Um arranjo com ligações emendadas proporciona afilaçamentos que se podem facilmente traçar e organizar. As ligações também podem ser reconfiguradas, proporcionando, deste modo um método simples de ligação em linha. Isto é particularmente apropriado para sistemas de elevada largura de banda, onde outras técnicas de ligação poderão não inspirar confiança ou serem caras.
Uma forma vulgar de alojamento de dispositivos de comunicação, tais como linhas de comunicação opto-electrónicas, em nõs de redes, é por via de armários de equipamento do estilo prateleira. Têm sido desenvolvidos painéis para ligações emendadas tanto para serem utilizados com cabos ópticos como com cabos metálicos para serem aplicados em armários de equipamento. Estes são particularmente favoráveis, porque eles permitem armários de dimensões normalizadas para serem utilizados em afilaçamento de cabos e em equipamentos de comunicação. Isto ajuda a simplificar a organização dos espaços. 0 painéis para ligações emendadas de cabos ópticos simples são essencialmente os mesmos dos que são concebidos para serem utilizados com cabos metálicos. Um painel já conhecido para ligações emendadas de um cabo óptico típico está representado na Figura 1, o qual inclui fiadas de mangas de ligação para conecto-res ópticos C100) montados numa chapa de suporte (101). 0 painel pode ser facilmente incorporado em armários de redes de comunicação por meio das calhas de suporte verticais do armário. A concepção permite que os cabos de fibra óptica (102) contendo uma única fibra óptica e terminando cada um deles com um conector óptico macho (103), sejam ligados por meio de uma manga de ligação. A Figura 2 mostra um alçado lateral de um tal arranjo. Têm sido produzidos painéis para ligações emendadas de cabos ópticos simples para uma variedade de tipos diferentes de conectores ópticos. Também têm sido produzidos para cabos de dois condutores de fibra óptica que são afilaçados num conector óptico duplo. 0 uso de mangas de ligação para alinhar dois conectores machos, em vea de pares de macho/fêmea, advém da necessidade de polir a extremidade da fibra durante a operação de afilaçamento. Isto assegura uma boa conexão óptica. Os conectores fêmea mostra-ram-se de difícil polimento e normalmente não são produzidos.
Os painéis para ligações emendadas são usados com frequência para fazer o afilaçamento e a emenda de cabos de fibras múltiplas. Com a possível excepção dos cabos de dois condutores de fibras ópticas, a variedade de fibras múltiplas requer de uma maneira geral uma modificação da concepção do painel para ligações emendadas. É assim a fim de permitir a organização das fibras ópticas do cabo que requerem afilaçamento. Um outro requisito dos painéis para ligações emendadas utilizados para o afilaçamento e emenda de cabos de fibras múltiplas, é o de permitir a armazenagem das bobines das fibras ópticas em excesso. Estes excessos de comprimento permitem que se façam várias tentativas de afilaçamento em cada fibra óptica do mesmo cabo. Isto evita a necessidade de interferir com fibras ópticas já afilaçadas com os conectores ópticos, por exemplo na eventualidade de se partir a fibra óptica quando se faz a ligação de um conector. Sem as bobines com o excesso das fibras ópticas seria necessário remover uma maior quantidades da bainha do cabo a fim de pôr a descoberto uma parte maior da fibra óptica partida. Isto poderia resultar numa danificação das fibras ópticas já afilaçadas.
Os painéis para ligações emendadas projectados para serem utilizados com cabos de fibras ópticas múltiplas proporcionam os meios para a armazenagem e organização das fibras num dos lados do painel de suporte dos conectores. O outro lado permanece inalterado e permite a ligação de um condutor de fibras õpticas simples ou talvez de um duplo. Istes são utilizados para fazer a ligação das fibras ópticas afilaçadas do cabo de fibras ópticas múltiplas a um equipamento opto-electrónico da forma usual. A Figura 3a mostra um modulo para ligações emendadas (105) com um afilaçamento simples para ser utilizado com um cabo de fibras õpticas múltiplas. Ile inclui uma caixa (106) a qual tem uma base (107) onde fica a bobine da fibra óptica e uma chapa frontal (108) na qual estão as mangas de ligação (109).
Tais módulos também permitem o afilaçamento pela técnica de união coro costura, a qual tem certas vantagens. 0 afilaçamento de fibras com conectores ópticos, envolve o desguar-neeimento das camadas protectoras exteriores da fibra óptica, colando a parte assim exposta da fibra a uma virola conectora (um metal cuidadosamente furado à broca ou um tubo de cerâmica), ligando a parte restante do conector em torno da virola, e polindo por fim a extremidade da fibra e da virola produzindo uma fronteira fibra/ar transparente. Os conectores ópticos ligam-se frequentemente às fibras ópticas nos locais da instalação. 0 afilaçamento no local da instalação, tal como esta técnica determina, é sujo, demora tempo e tem como resultado afilaçamen-tos de má qualidade. Isto é devido à existência de sujidade e de poeiras no meio ambiente do local onde se faz a instalação, situação que frequentemente se observa.
Uma alternativa, é faaer uma união com costura dos cabos de fibras ópticas com um feixe de pontas de condutores de fibras ópticas com os conectores já afilaçados, por exemplo, utilizando as técnicas de soldadura por fusão, ista técnica de soldadura por fusão envolve que com cada uma das pontas do feixe, sendo cada uma delas constituída por um conector ôptico com um curto comprimento de fibra óptica previamente afilacado, se faça uma costura por fusão com o cabo de fibras ópticas, utilizando uma das muitas máquinas portáteis de soldadura por fusão disponíveis. Esta técnica oferece a vantagem de permitir que o conjunto das ligações dos conectores e o seu polimento sejam levados a cabo no ambiente controlado de uma fábrica. Isto contribui para se conseguir um afilaçamento consistente e que inspire confiança. Ho entanto, ao usar-se esta técnica torna-se necessário um espaço adicional de armazenamento para os feixes de pontas de condutores. Os módulos de afilaçamento e de emenda para os cabos de fibras ópticas múltiplas aplicam-se de forma ideal ao afilaça-mento de fibras ópticas usando a técnica das uniões com costura. A Figura 3b mostra um módulo (105) em que são utilizados fibras ópticas com feixes de pontas de condutores (111). Cada protector à fusão das uniões com costura (110) que se mostra na Figura 3 inclui um tubo que se contrai com o calor, o qual contém um pino metálico. Isto proporciona uma protecção em relação ao enfraquecimento da união mecânica dos cabos. Há modificações que se podem faser ao módulo básico de afilaçamento e de ligações emendadas, incluindo embalagens para a armazenagem das fibras ópticas individuais para as bobines das fibras ópticas em excesso, bem como para os feixes de pontas de fibras ópticas. Isto aperfeiçoa a organização das fibras dentro do módulo e são particularmente úteis quando os cabos afilaçados contêm muitas fibras ópticas.
Com os cabos de fibras ópticos convencionais, uma ves que as fibras ópticas tenham sido afilaçadas dentro do módulo, não é necessário, de uma maneira geral, ter acesso à área de armazenagem das fibras ópticas. Orna possível razão para ter acesso a essa área será para reparar uma fibra óptica danificada. Contudo, uma tal danificação é extremamente improvável, dado que as fibras ópticas estão bem protegidas. Os módulos de afilaçamento são, em consequência, frequentemente instalados numa conjunto rígido, sendo os afilaçamentos acabados em cada módulo, e este firmemente aparafusado antes que o módulo seguinte seja posto no lugar acima. Este processo torna difícil o futuro acesso ao compartimento de armazenagem na eventualidade improvável de ser
necessária uma reparação, mas produz-se deste modo um armário de afilaçamento compacto.
Um tal afilaçamento acessível seria útil para o sistema de sopragem das fibras, uma vez que após a instalação das fibras ópticas em passagens tubulares por sopragem, poderá vir a ser necessário posteriormente ter de novo acesso às extremidades das passagens tubulares, as quais têm tipicamente a forma de tubos de material plástico flexível. Uma razão para haver a necessidade de acesso é a que resulta de o sistema ter inicialmente tubos de reserva, isto é, ter mais tubos do que os que à partida são necessários para levar as fibras ópticas que são precisas. Posteriormente, quando as fibras ópticas adicionais forem necessárias, poderão ser instaladas nos tubos de reserva, o que requer o acesso às extremidades dos tubos. Em segundo lugar poderá, por vezes, ser preciso retirar fibras ópticas dos tubos, por exemplo, para permitir a substituição de fibras ópticas Já instaladas, e para a sua substituição por instalações semelhantes, também feitas pelo sistema de sopragem. Nestes casos também se torna necessário o acesso às extremidades dos tubos. 0 nosso Pedido de Patente Europeia também ainda pendente e publicada com ο ΝΩ EP-A-0408266, descreve um sistema de afilaçamento que permite o acesso acima referido, sem haver necessidade de interferir com o funcionamento das outras fibras ópticas Já ligadas através do sistema de afilaçamento. Para este fim, no afilaçamento utilizam-se módulos em que cada um deles desliza entre uma primeira posição em que o módulo está fechado num invólucro e uma segunda posição em que o módulo está saído para fora desse invólucro por forma a permitir o acesso ao interior do módulo, estando cada um dos módulos provido dos meios necessários ao afilaçamento de uma extremidade de pelo menos uma passagem, na qual pode ser instalada uma fibra óptica, assim como - 9 -
os meios para o afilaçamento de uma extremidade de pelo menos mais um elemento de fibra óptica.
No entanto, embora o sistema de afilaçamento descrito na Patente N£ EP-A-0408266 tenha vantagens quando comparado com a técnica anterior, o mecanismo de deslizamento que ele emprega torna o seu fabrico muito dispendioso. Ele também introduz um elemento de potencial falta de fiabilidade, porque os tubos de sopragem têm que ser movidos quando se movem os módulos, o que pode danificar os tubos.
De acordo com o que ficou dito, é um objectivo do presente invento proporcionar um sistema de afilaçamento que é mais simples do que o da Patente NS EF-A-0408266, mas que continua a conter algumas ou todas as suas vantagens.
De acordo com um aspecto do presente invento proporciona-se um sistema de afilaçamento para ser utilizado com elementos de fibra óptica instalados numa passagem tubular utilizando uma corrente de ar ou de outro gás, o qual inclui uma câmara definida por um corpo que tem uma abertura equipada com uma tampa amovível, assim como os meios montados nesse corpo para se fazer o afilaçamento numa extremidade de pelo menos uma passagem, na qual pelo menos um primeiro elemento de fibra óptica pode ser instalado, de tal modo que a passagem comunica com o interior da câmara, e ainda os meios montados na tampa para fazer o afilaçamento de uma extremidade de pelo menos um segundo elemento de fibras ôpticas. para o
Num modelo de realização preferencial deste aspecto do invento a referida passagem leva uma multiplicidade dos primeiros elementos de fibra óptica e a tampa tem os meios afilaçamento das extremidades de uma multiplicidade igual dos segundos elementos de fibras ópticas.
De acordo com um outro aspecto do invento proporciona--se uma ferramenta para ser utilizada na instalação de um elemento de fibras ópticas numa passagem tubular, a qual inclui uma haste alongada que tem um furo longitudinal que se desenvolve de uma extremidade à outra da haste; assim como os meios que permitem a entrada na primeira extremidade da haste a fim de com eles se receber um elemento tubular através do qual passará o fluído que leva o elemento de fibra óptica a ser instalado; e ainda uma manga alongada envolvendo a haste, e tendo esta na sua segunda extremidade uma parte que se desenvolve para além da sua extremidade que é imediatamente adjacente à manga, sendo a manga móvel longitudinalmente em relação à haste.
Hos desenhos anexos; Â Figura 1 é uma vista isométrica de um conhecido painel para ligações emendadas de fibras ópticas; A Figura 2 é uma vista em alçado lateral do painel da
Figura 1; A Figura 3a é uma vista isométrica de um conhecido módulo de afilaçamento e de ligações emendadas para ser utilizado com cabos de fibras ópticas míiltiplas; A Figura 3b é idêntica â Figura 3a mas nela mostra-se a utilização de uniões com costura; â Figura 4a é uma vista isométrica de um módulo de afilaçamento que faz parte de um modelo de realização do invento; A Figura 4b é uma vista em planta ampliada de uma parte do módulo da Figura 4a; A Figura 5 é uma vista em planta, com mais pormenor, de uma unidade com uma forma que pode ser utilizada para fazer um sistema de afilaçamento de acordo com o invento; A Figura 6 mostra uma ferramenta representada por um corte longitudinal prestes a ser utilizada para introduzir um elemento de fibra óptica para o interior do sistema de afilaçamento de acordo com o invento;
As Figuras 7a a 7c mostram as sucessivas etapas dessa operação de inserção;
As Figuras 8a a 8c também mostram etapas de utilização da ferramenta da Figura 6; A Figura 8 é uma vista correspondente â da Figura 4b, mas na qual se mostra uma tampa fixada com grampos na frente de um compartimento, e uma bobine de fibra óptica dentro do compartimento; A Figura 10 é uma vista em planta em que se mostra um tabuleiro de suporte da bobine; A Figura 11 é um alçado frontal de um modelo de realização do sistema de afilaçamento de acordo com o invento; A Figura 12 é um alçado frontal de quatro armários num dos quais está montado um sistema de afilaçamento de acordo com o invento;
As Figuras 13a e 13b são alçados frontais de um sistema de acordo com o invento, nas quais se mostra a organização de condutores emendados; A Figura 14 é uma vista semelhante à da Figura 5 mas na qual se mostra um tabuleiro de condutores emendados; A Figura 15 é um alçado frontal do que se mostra na
Figura 4; A Figura 16 é um alçado lateral do que se mostra na
Figura 4;
As Figuras 17 e 18 correspondem à figura 16, mas nelas se mostram processos alternativos de se arranjarem os condutores emendados; A Figura 19 é uma vista isométrica explodida da construção que se mostra nas Figuras 14 a 18;
As Figuras 20a a 20c mostram etapas sucessivas da utilização do tabuleiro condutores emendados que se mostra nas Figuras 14 a 19; A Figura 21 é uma vista explodida de uma forma modificada da construção que se mostra nas Figuras 14 a 19; e A Figura 22 é uma vista semelhante à da Figura 9, mas em que se mostra um outro aspecto do invento.
As Figuras 4a e 4b mostram esquematicamente um módulo de afilaçamento (120) que constitui o modelo de realização do presente invento. A tampa amovível foi omitida do desenho. 0 módulo (120) subdivide-se numa série de pequenos compartimentos ("pigeon-holes") (121), dos quais há dezasseis no desenho. 0 módulo pode ser convenientemente alojado num armário de equipamento normalizado, utilizando fixações aparafusadas, por meio das calhas de suporte verticais do armário e das partes frontais de montagem (122) do módulo. Cada pequeno compartimento (121) compreende um compartimento de armazenamento separado para as fibras ópticas instaladas no respectivo tubo de sopragem (123), Ha parte de trás do compartimento proporciona-se um conector de tubo de montagem por pressão (124) a fim de permitir a fixação dos tubos de sopragem e para a ligação de uma vara de sopragem especial. Isto é utilizado durante a operação de sopragem das fibras ópticas e é descrito mais à frente. O conector (124) que se mostra é de uma concepção do tipo "snap-in", o qual permite uma rápida montagem do módulo. Tipos alternativos de conectores podem sem dúvida ser utilizados, por exemplo, com uma concepção em que se fornece uma conexão da vara de sopragem do tipo baioneta, ou concepções com moldação dentro do módulo durante o fabrico.
Uma vez que o módulo de afilaçamento (120) esteia montado num armário ou noutra estrutura de suporte, a primeira operação consiste em ligar os tubos de sopragem (123) na parte de trás da unidade por meio do conector em tubo de montagem por pressão (124). Uma vez ligado, o acesso posterior a estes tubos não é necessário, e podem-se montar deste modo módulos adicionais formando conjuntos rígidos, de forma semelhante aos módulos de afilaçamento e de ligações emendadas da técnica antiga acima referidos. A Figura 5 mostra parcialmente e com mais pormenor uma forma prática de uma unidade que se pode utilizar para constituir um sistema de afilaçamento de acordo com o invento. A unidade apresenta quatro dos pequenos compartimentos acima referidos, de forma a proporcionar um módulo de dezasseis pequenos compartimentos tal como se mostra na Figura 4, sendo necessárias quatro dessas unidades. Os pequenos compartimentos têm a parede posterior encurvada, o que é conveniente para acomodar a bobine de fibra óptica. A unidade que se mostra na Figura 5 compreende duas metades que se apresentam coroo a imagem num espelho uma da outra, sendo apenas mostrada uma pequena parte da segunda metade. Cada uma destas metades é, por sua vez, composta por duas secções, que são a imagem uma da outra num espelho, e apenas a parte esquerda de uma destas duas secções é totalmente representada. Esta secção ou pequeno compartimento será agora descrita em pormenor e deverá ser entendido que o que se diz se aplica igualmente a cada uma das outras três secções que constituem a unidade completa. A unidade tem um invólucro exterior (2) que pode ser convenientemente moldado a partir de um material plástico rígido. O interior da unidade está subdividido em quatro câmaras (4) cada uma para cada uma das quatro secções. Cada câmara tem uma abertura do lado da frente que se fecha com uma tampa (6). A tampa (6) é amovível e é fixada ao invólucro (2), por exemplo por meio dos parafusos C8). No entanto, a tampa pode ser fixada na abertura de outras formas alternativas, e pode, por exemplo, ser fornecida ooa grampos elásticos adaptados para fazerem pressão contra as paredes laterais (10) e, deste modo mantendo a tampa no seu lugar simplesmente por meio de atrito. A parede posterior (12) do invólucro é fornecida com um conector (124a), o qual recebe uma das extremidades do tubo (123), no qual a fibra óptica será instalada. 0 conector (124a) pode ser de montagem por pressão do mesmo tipo do conector (124) que se mostra na Figura 4b, embora o que está representado seia um conector (124a) que tem as mesmas funções do conector (124) mas que é mantido no seu lugar por meio de porcas. 0 conector (124a) é oco e está alinhado com uma abertura (não representada) da parede (12), de forma a que o interior do tubo (123) comunique com o interior da câmara (4). A tampa (6) está provida com quatro aberturas (18). Qualquer uma das aberturas que não seja necessário utiliaar numa determinada altura poderá ser fechada com uma cavilha (20), tal como se mostra no caso das duas aberturas do lado direito. Aquelas que estão a ser utilisadas recebem uma manga de ligação (100). Uma delas está representada com uma tampa de protecção contra a sujidade (24) montada. A forma como a unidade que acaba de se descrever pode ser utilizada é a que se segue. Suponhamos que o tubo (123) inicialmente não contém fibras ópticas, e que se pretende instalar nele fibras ópticas que terminam na unidade. A parte esquerda da unidade representada na Figura 5 mostra a situação em que tais fibras já foram instaladas, e com o fim de visualizar as condições de iniciação da operação de instalação pode-se imaginar que as fibras representadas não estão lá. A primeira operação consiste em remover a tampa (6) a fim de ter acesso â câmara (4). Um dispositivo de sopragem é então ligada ao conector (124a) por meio de uma vara alongada (30), a qual se mostra com mais pormenor nas Figuras 6 e 7a a 7ct e que se descreve mais adiante pormenorizadamente fazendo referencia a estas Figuras. Uma tal vara é utilizada porque a distância entre as paredes superior e inferior da unidade poderá ser demasiado pequena de modo a permitir o acesso manual directo ao conector (124a). Isto é o caso em particular em que se pretende obter um sistema de afilaçamento de elevada densidade. âs Figuras 8a a 8c mostram esquematicamente as sucessivas etapas durante o processo de sopragem das fibras. A vara de sopragem que é ligada ao equipamento de sopragem através de um pequeno comprimento de tubo flexível (32), é primeiramente ligado ao conector em tubo de montagem por pressão (e o que aqui está representado é um conector de tubo de montagem por pressão (124)) na parte de trás de um pequeno compartimento de armazenagem (Fig.8a), tal como já foi mencionado. A fibras ôpticas são então sopradas pelo equipamento de sopragem, para o tubo (123) que está ligado à parte de trás do módulo de afilaçamento, através do tubo flexível (32) e da vara de sopragem (30). Uma vez instalada a fibra, a vara de sopragem é desligada da parte de trás do tubo conector e permite-se a formação de (Fig.8b) uma pequena ponta de fibra óptica (125). Por fim a ponta de fibra óptiea é cortada e as fibras ópticas são enroladas e temporariamente colocadas em pequenos compartimentos (Fig.8c) prontas para a ligação dos conectores ópticos.
As Figuras 6 e 7a a 7c mostram um possível desenho de uma vara de sopragem para usar com os conectores em tubo de montagem por pressão, e o modo operatório que daí advém. Mas podem, por exemplo ser usados outros concepções que permitam o uso de conectores tipo baionetas em vea do que foi referido anteriormente. A extremidade de montante da vara (30) está ligada ao dispositivo de sopragem através de um tubo flexível (32) ao longo 17 do qual passa um elemento de fibra óptica levado por uma corrente de ar ou de outro gás. A extremidade de jusante da vara (30) termina numa parte de diâmetro reduaido (34), a qual se insere na abertura do conector (124a). Com a vara ligada como se mostra na Figura 7a uma fibra óptica pode ser soprada a partir da cabeça de sopragem e ao longo do tubo (32), através da passagem (36) que se desenvolve longitudinalmente ao longo da vara (30), através do conector (124a) e para dentro do tubo (123). A vara (36) inclui uma manga exterior (38) que pode deslizar longitudinalmente em relação ao tubo interior (40). A parte de diâmetro reduzido (34) e a parte de recepção (42) que recebe o tubo (32) são ambas fixadas ao tubo interior (40). Quando a sopragem estiver terminada faz-se com que a manga (38) deslize para a frente em relação ao tubo interior (40), tal coroo se mostra na Figura 7b. Exerce-se, assim, uma força no conector (124a) que faz com que a parte de diâmetro reduzido (34) se desengate permitindo, deste modo, que aquela parte seja retirada, tal como se mostra na Figura 7c. Na Patente ΝΩ EF-A-349344 poder-se-ão encontrar mais pormenores de um conector apropriado.
Depois da ponta de fibra óptica (125) ter sido bobinada poder-se-à ligar um conector (103) às extremidades da fibra óptica. Era alternativa, tal como se mostra na Figura 5, as extremidades podem ser ligadas por uniões com costura contidas em protectores de uniões com costura (52) a feixes de pontas de fibras ópticas (54), sendo os feixes de pontas de fibras ópticas (54) providas com os conectores (103).
Em qualquer dos casos, o equipamento necessário (mesa de polimento, máquina de soldadura por fusão, etc,) é colocado a uma altura conveniente à frente do módulo, utilizando um suporte apropriado ou em alternativa uma prateleira fixada às calhas de suporte frontais do armário de equipamento. As fibras ópticas anteriormente instaladas são, então, desbobinadas, sendo as extremidades levadas ao equipamento de afilaçamento e sendo os eonectores ópticos ligados. A ponta de fibra óptica formada durante a operação de sopragem permite deste modo que os conecto-res sejam ligados a uma altura conveniente para o operador e permitem faaer várias tentativas de ligação.
Orna vez que as fibras ópticas tenham sido afilaçadas com os eonectores ópticos, as fibras ópticas são bobinadas conjuntamente com qualquer feixe de pontas de condutor de fibras ópticas com conector e são colocadas no pequeno compartimento de armazenagem. Os eonectores ópticos ligados são posicionados na frente do compartimento.
Por fim, uma vez bobinadas as fibras ópticas, a tampa (6) com as mangas de ligação dos eonectores fixadas é apresentada na frente do pequeno compartimento. Cada um dos eonectores ópticos é então fixado a uma das mangas de ligação (100) que já estão fixadas à tampa (6). A tampa é então fixada ao invólucro (2) por meio de parafusos tal como e mostra na Figura 5. Na Figura 9 mostra-se esquematicamente uma modificação na qual os grampos com mola (130) são utilizados em lugar dos parafusos.
Os desenhos mostram a utilização de eonectores ópticos de um só condutor. Contudo, seria apreciado que se pudessem utilizar diferentes tipos de eonectores ópticos, incluindo os de dois condutores e os de múltiplos condutores. 0 processo de bobinagem das fibras ópticas pode ser auxiliado por meio da utilização de um tabuleiro simples. 0 tabuleiro é primeiramente colocado à entrada do compartimento de armazenagem das fibras ópticas e as fibras são bobinadas sobre a sua superfície superior. 0 tabuleiro e a bobine de fibras ópticas são então empurrados para dentro do compartimento de armazenagem. 0 tabuleiro pode ser retirado se necessário, suspendendo simplesmente a bobine de fibras ópticas pela ponta dos dedos e fazendo deslizar o tabuleiro por baixo dela.
Em alternativa, tal como se mostra na Figura 10, o tabuleiro (138) pode ser formado a partir de uma extensão da parte de trás da tampa (6). Neste caso as fibras ópticas são bobinadas sobre o tabuleiro, os conectores ópticos (103) são fixados aos dispositivos de ligação e a totalidade do coniunto é empurrado para dentro do compartimento de armazenagem. 0 tabuleiro (130) é, de preferência, provido com uma multiplicidade de orelhas (131) a fim de manter a bobine de fibras no seu lugar.
Com a tampa (6) na posição, a unidade de afilaçamento funciona como, e tem a aparência de um painel para ligações ópticas emendadas convencional. â Figura 11 mostra um sistema de afilaçamento que tem quatro das unidades descritas anteriormente, com ligações externas feitas para algumas das mangas de ligação (100). A Figura 11 mostra os condutores emendados (56) no interior dos quais há fibras ópticas. Um tal condutor emendado óptico é um cabo õptieo grosseiro com conectores ópticos em cada extremidade, o qual é utilizado para ligar equipamentos ópticos ou opto-electrônicos ao sistema de afilaçamento, sendo os condutores desmontáveis. Uma (mica fibra óptica é ligada a cada uma das mangas de ligação (100) onde está em alinhamento óptico com cada uma das respecti-vas fibras ópticas ligadas à parte de trás das tampas (6). Poder-se-à ver que o modelo que se mostra na Figura 11 tem de cada um dos seus lados uma linha vertical de organizadores (58) dos condutores emendados, bem como no topo e em baixo do referido módulo há linhas horizontais de organizadores (60) dos condutores emendados. Estes organizadores (58, 60) são em forma de anéis ou arcos, e guiam os condutores emendados (56) e ajudam a assegurar que os condutores que passam numa das tampas interferem o menos possível com os das outras tampas. A Figura 12 mostra seis dos módulos da Figura 11 montados num armário, com outros items do equipamento também montados nos armários adjacentes. Por meio do exemplo, a Figura 12 mostra as conexões que se proporcionam entre dois desses outros items de equipamento e, o sistema de afilaçamento do presente invento. Dever-se-à compreender que a partir do sistema de afilaçamento se podem proporcionar conexões, tal como na Figura 12, para os items de equipamento instalados em armários adjacentes ou do mesmo armário, ou com items de equipamento localizados em qualquer outro local. Também se podem proporcionar conexões entre mangas de ligação dentro de um dado módulo ou entre a manga de ligação de um módulo e uma manga de ligação de um outro módulo, para por exemplo, proporcionar um arranjo de conexões em anel. 0 sistema de afilaçamento descrito acima tem várias vantagens quando comparado com outros sistemas.
Em primeiro lugar o módulo de afilaçamento com pequenos compartimentos pode ser fabricado como uma peça única, por exemplo, com a técnica de moldagem, e é deste modo terá um custo conveniente.
Em segundo lugar, uma vez que os tubos de sopragem estão fixados rigidamente há poucas probabilidades de serem danificados, tal como pode acontecer com um mecanismo de deslizamento.
Além do mais, uma característica importante do sistema de afilaçamento aqui descrito é a que consiste em as fibras òpticas poderem ser inseridas num dos tubos (123) (ou sem dúvida sopradas para fora de um dos tubos (123) se elas lá tiverem sido previamente inseridas e já lá não forem necessárias) causando uma pequena perturbação ou sem causar qualquer perturbação, às fibras já instaladas noutros tubos. Isto acontece porque todas as fibras ópticas afilaçadas em qualquer uma das tampas (6) tem origem no mesmo tubo (123).
Uma vez que o sistema de afilaçamento esteja instalado, as operações de sopragem e de emenda podem ser levadas a cabo do lado da frente do sistema sem necessidade de qualquer acesso lateral ou posterior. Isto significa que as unidades podem ser colocadas em armários instalados contra paredes ou em filas, etc. Os módulos de afilaçamento podem também ser instalados costas com costas em armários de equipamento proporcionando um sistema de afilaçamento extremamente compacto. Dever-se-à entender que a fim de se fazer isto, os tubos (123) têm que estar todos ligados aos respectivos conectores (124) antes que os módulos sejam instalados, uma vez que após a instalação, o acesso à parte posterior dos módulos não é possivel»
Os desenhos mostram um sistema no qual são instalados até quatro fibras ópticas e conectores em cada pequeno compartimento. Podem sem dúvida ser projectados compartimentos de armazenagem que permitam um número diferente de fibras ópticas e conectores.
Nos desenhos são mostrados os compartimentos como sendo rectangulares num alçado frontal, tendo o seu lado maior segundo a horizontal. Sm alternativa, os compartimentos podem ser dispostos com o seu lado maior segundo a vertical, Neste caso as bobines terão que ser de preferência suficientemente rígidas para se manterem verticalmente nos compartimentos. Se assim não for, podem ser proporcionados suportes adicionais para orientar os tabuleiros de armazenagem na vertical.
Uma concepção satisfatória do sistema de afilaçamento de painéis para ligações emendadas, tem que prever meios para a organização dos condutores emendados individuais, e tal como Já se mencionou o sistema que se mostra na Figura 11 utiliza anéis e arcos (56, 60) de suporte simples dispostos para este fim, lateralmente ou por cima e por baixo dos painéis individuais. Mo entanto, o resultado alcançado não é inteiramente satisfatório, e ê aconselhável proporcionar um arranjo mais aperfeiçoado.
Os sistemas de emendas concebidos para utilizar com cabos metálicos utilizam com frequência condutores emendados em forma de bobines em espiral, semelhantes em aspecto aos condutores dos telefones tradicionais. Isto permite que a gama de comprimentos dos condutores emendados seja o menor possível, uma vez que os condutores têm elasticidade que permite cobrir uma certa gama de comprimentos para diferentes percursos. No entanto, os condutores emendados em forma de bobines em espiral, não são normalmente produzidos, uma vez que uma espiral apertada resultaria em gravosas percas ópticas.
Desta forma, permanece o problema de como aproveitar habilidosamente qualquer folga que haja no comprimento de um condutor tradicional ao configurar um determinado condutor emendado. Esta dificuldade pode ser ultrapassada utilizando condutores encomendados por medida, adaptados com precisão no comprimento aos requisitos de cada um dos condutores emendados. Isto seria dispendioso e levaria à necessidade de substituir os condutores quando se reconfigurasse uma emenda.
Uma possível solução seria enrolar o condutor em torno de uma combinação de ganchos organizadores por forma a libertar--se de qualquer excesso de comprimento (ver Figuras 13a e 13b). No entanto, isto pode consumir tempo, produzir uma mau arranjo, e torna difícil a subsequente remoção do condutor quando se quiser fazer uma alteração à emenda.
De acordo com um outro aspecto deste invento, proporciona-se um sistema de afilaçamento no qual pelo menos um dos tabuleiro de condutores emendados permite absorver o excesso de comprimento dos condutores emendados. Isto permite uma organização dos condutores emendados simples mas eficiente.
As Figuras 14 a 19 e 20a a 20c mostram um primeiro modelo de realização de um módulo de afilaçamento que corresponde substancialmente àquele que se mostra nas Figuras 5 e 11, mas com um tabuleiro de condutores emendados em vez dos anéis ou arcos (58, 60), e a Figura 21 mostra um segundo modelo de realização. 0 tabuleiro de condutores emendados é identificado pelo número de referência (70) e está no fundo do módulo. 0 tabuleiro tem a mesma largura que o módulo. 0 tabuleiro é aberto à frente e tem uma tampa em forma de faixa (72) aí fixada de forma amovível por um meio que compreende quatro porcas (74), cada uma com o respee-tivo parafuso (76) e um espaçador (78). É conveniente que seja possível encontrar processos alternativos para a fixação das tampas, como por exemplo, fixando-os por meio de grampos elásticos.
Entre a parte de trás da tampa em forma de faixa (72) e a frente do tabuleiro (70) há duas fitas (80)» uma no bordo superior e outra no bordo inferior da tampa em forma de faixa. Estas fitas podem ser feitas, por exemplo, de um material plástico de espuma elástica. Seja qual for a forma que lhe seja dada, as fitas deviam ser de tal forma que os condutores emendados possam passar através delas mas possam ser mantidas entre elas. No caso de fitas de espuma, estas podem opcionalmente ser entalhadas para esse efeito. As faixas servem para manter os condutores emendados enquanto se está a trabalhar neles.
Ao instalar um condutor emendado, uma das extremidades do condutor é primeiro fixado ao equipamento, e a outra extremidade é então ligada da forma usual à saída requerida no painel para ligações emendadas. Nesta fase qualquer excesso de comprimento do condutor constitui uma bobine e é armazenado no tabuleiro (70). Para conseguir isto, a tampa em forma de faixa (72) é removida, o condutor emendado (56) toma a forma de uma bobine apropriada, e a bobine é empurrada para o tabuleiro através abertura que ele tem na sua frente, e a tampa em forma de faixa (72) é então segura na parte da frente do tabuleiro. As operações que se seguem são mostrados nas Figuras 20a a 20c.
Nas Figuras 14 a 16, o condutor emendado é mostrado saindo para o lado, antes de fazer o percurso através da frente da unidade adjacente desse lado. No entanto, são possíveis vários arranjos alternativos, e dois destes são mostrados nas Figuras 17 e 18. Na Figura 7 o condutor emendado é mostrado saindo através de um entalhe (82) que é dado na borda superior do lado do tabuleiro por onde o condutor emendado pode passar através de um correspondente entalhe no tabuleiro adjacente, para entrar nesse tabuleiro adjacente. A Figura 18 mostra o condutor emendado a sair pela parte de trás do tabuleiro, através de um entalhe aí existente, através do qual pode passar para a parte de trás da unidade adjacente. Será importante verificar que são possíveis vários outros arranJos. - 25 - - 25 -
A Figura 21 mostra um modelo de realização em que as fitas de espuma (80) são substituídas por escovas com tufos (80a). Estas estão seguras nas suas bases a um suporte de escova que está por sua vez seguro ao tabuleiro. 0 invento foi acima descrito fazendo referência a um sistema de fibras ópticas instalado por sopragem. Contudo, os princípios do invento podem ser aplicados em relação a fibras ópticas instaladas por outros meios mais convencionais. Deste modo, de acordo com um outro aspecto do invento proporciona-se um sistema de afilaçamento para ser utilizado com elementos de fibras ópticas, o qual compreende uma câmara definida por um corpo que tem uma abertura com uma tampa amovível, os meios necessários para que seja possível que uma extremidade de pelo menos um primeiro elemento de fibras ópticas entre na câmara, e, montados na câmara, os meios para fazer o afilaçamento de uma extremidade de pelo menos um segundo elemento de fibras ópticas.
Um modelo de realização do invento pode ser visualizado considerando o elemento (123) como sendo um cabo de fibras ópticas, assim como o elemento (124) como um meio para agarrar um cabo de fibras ópticas. Isto poderá ser o mesmo se se considerar que o conector de montagem por pressão que é descrito acima constitui o elemento (124). 0 invento foi descrito acima em relação a um sistema em que as emendas são desejáveis, a fim de permitir que o sistema possa ser reconfigurado. Contudo, os princípios do invento podem também ser empregues em relação a um sistema no qual não são necessárias emendas. Deste modo, de acordo ainda com uma outra caracteristica do invento proporciona-se um sistema de afilaçamento para ser utilizado com elementos de fibras ópticas, o qual compreende uma câmara definida por um corpo que tem uma abertura - 26
equipada com uma tampa amovível, os meios que permitem que uma extremidade de pelo menos um elemento de fibras ôpticas entre para dentro da câmara, e os meios que permitem que uma extremidade de pelo menos um segundo elemento de fibras ópticas entre para a câmara através da tampa amovível.
Om modelo de realiaação deste aspecto do invento mostra-se na Figura 22. Aqui a tampa (6) está equipada com uma multiplicidade de ilhós de borracha (140) ou outros meios apropriados para reter os respectivos feixes de pontas de fibras ópticas (141). Estes feixes de pontas de fibras ópticas terminam nas extremidades das fibras ópticas (142) as quais se podem unir com costura às fibras ópticas (143) que entram através do conec-tor (124). 0 desenho mostra as protecções das uniões com costura (144) que cobrem as uniões com costura. >

Claims (1)

  1. REIVINDICAÇÕES: ia. - Sistema de afilaçamento próprio para ser utili-aado com elementos constituídos por fibras ópticas que são instalados no interior de passagens tubulares utilizando uma corrente de ar ou de qualquer outro gás, caracteriaado por compreender uma câmara que é definida por um corpo no qual se acha formada uma abertura que se acha dotada duma cobertura amovível, uns meios que se acham montados no corpo e que são próprios para efectuar o afilaçamento de uma extremidade de pelo menos uma passagem na qual pode ser instalado pelo menos um primeiro elemento constituído por fibras ópticas, de maneira a que a passagem vá comunicar com o interior da câmara, e uns meios que se acham montados na cobertura e que são próprios para efectuar o afilaçamento de uma extremidade de pelo menos um segundo elemento constituído por fibras ópticas. 2â. - Sistema de acordo com a reivindicação 1, caracteriaado por a câmara apresentar uma parede traseira na qual são proporcionados os meios próprios para se efectuar o afilaçamento da referida extremidade da referida passagem, e por a abertura na qual se acha aplicada a cobertura amovível se encontrar localizada na parte dianteira da câmara. 3a. - Sistema de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracteriaado por os referidos meios próprios para efectuar o afilaçamento da referida extremidade da referida passagem servirem para efectuar o afilaçamento duma ónica passagem, e por os referidos meios que se acham montados na cobertura e que são próprios para efectuar o afilaçamento de uma extremidade de pelo menos um segundo elemento constituído por fibras ópticas servirem
    para efectuar o afilaçamento duma pluralidade de segundos elementos constituídos por fibras óptieas. 4a. - Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracteriaado por no interior da câmara se encontrar situado um tabuleiro que é próprio para receber fibras e no qual pode ser formada uma bobina do referido segundo elemento constituído por fibras óptieas. 5a, - Sistema de acordo com a reivindicação 4, carae-terisado por o tabuleiro se encontrar preso â referida cobertura. 6a, - Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracteriaado por compreender uma pluralidade das referidas câmaras formando um módulo multi-câmaras. 7a. - Sistema de acordo com qualquer uma das reivindicações la 5, caracteriaado por uma pluralidade das referidas câmaras serem definidas por um único corpo formado duma maneira inteiriça, encontrando-se em cada uma das câmaras formada uma respectiva abertura que se acha dotada de uma respectiva cobertura amovível, de maneira a proporcionar uma unidade multi-câmaras. 8a. - Sistema de acordo com a reivindicação 7, carac-terisado por uma pluralidade das referidas unidades serem montadas Juntamente umas com as outras a fim de definirem um módulo multi-unidades e multi-câmaras. - Sistema de acordo com a reivindicação 6 ou 8f caracteriaado por compreender uns meios organiaadores próprios para servirem de suporte aos excessos de comprimento dos referidos segundos elementos constituídos por fibras óptieas. 10â. - Sistema de acordo com a reivindicação 9, caracterizado por os referidos meios organizadores compreenderem uma pluralidade de anéis através dos quais podem passar os referidos segundos elementos constituídos por fibras ôpticas, encontrando--se os referidos anéis dispostos junto aos bordos do referido módulo. lia. - Sistema de acordo com a reivindicação 9, carac-terizado por os referidos meios organizadores compreenderem um tabuleiro organizador que se acha disposto junto ao referido módulo e de maneira a permitir que os referidos segundos elementos constituídos por fibras õpticas possam passar através do tabuleiro para os locais onde é efectuado o seu afilaçamento nas coberturas. 12&. - Sistema de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por o tabuleiro organizador apresentar uma entrada que se acha dotada duns meios de engate. 13â. - Sistema de acordo com a reivindicação 12, caracterizado por os meios de engate das fibras compreenderem pelo menos uma escova com tufos. 14a. - Sistema de acordo com a reivindicação 12, caracterizado por os meios de engate das fibras compreenderem pelo menos uma fita de espuma. 15a. - Sistema de afilaçamento próprio para ser utilizado com elementos constituídos por fibras ópticas que são instalados no interior de passagens tubulares utilizando uma corrente de ar ou de qualquer outro gás, caracterizado por compreender uns meios que são próprios para efectuar o afilaçamento de uma extremidade de meios de passagem na qual pode ser instalado uma pluralidade de primeiros elementos constituídos por fibras ópticas, uns meios que são próprios para efectuar o afilaçamento de uma pluralidade de segundos elementos constituídos por fibras ópticas de maneira a que estes vão ficar em comunicacão óptica com os referidos primeiros elementos constituídos por fibras ópticas, e um tabuleiro organizador que se acha disposto de maneira a permitir que os referidos segundos elementos constituídos por fibras ópticas possam passar através do tabuleiro para os locais onde é efectuado o seu afilaçamento. 16a. - Sistema de acordo com a reivindicação 15, caracteriaado por o tabuleiro organizador apresentar uma entrada que se acha dotada duns meios de engate. 17a. - Sistema de acordo com a reivindicação 16, caracteriaado por os meios de engate das fibras compreenderem pelo menos uma escova com tufos. 18a. - Sistema de acordo com a reivindicação 16, caracteriaado por os meios de engate das fibras compreenderem pelo menos uma fita de espuma. 19a. - Ferramenta própria para utiliaar na instalação de um elemento constituído por fibras ópticas no interior de uma passagem tubular, caracteriaada por compreender: uma haste alongada que apresenta um furo longitudinal que se estende desde uma primeira extremidade da haste até uma segunda extremidade da haste; uns meios que se acham situados na aona da primeira extremidade da haste e que são próprios para receber um elemento tubular através do qual pode entrar no referido furo um fluido
    que arrasta consigo um elemento constituído por fibras ópticas que se destina a ser instalado; e uma manga alongada que se acha situada em torno da haste, indo na zona da segunda extremidade da haste uma parte dessa mesma haste projectar-se para além da extremidade da manga que fica situada junto à segunda extremidade da haste, podendo a manga deslocar-se longitudinalmente com respeito à haste. 2Uâ. - Sistema de afilaçamento próprio para ser utilizado com elementos constituídos por fibras ópticas, caracterizado por compreender uma câmara que é definida por um corpo no qual se acha formada uma abertura que se acha dotada duma cobertura amovível, uns meios que são próprios para permitir que uma parte terminal de pelo menos um primeiro elemento constituído por fibras ópticas possa entrar no interior da câmara, e uns meios que se acham montados na cobertura e que são próprios para efectuar o afilaçamento de uma extremidade de pelo menos um segundo elemento constituído por fibras ópticas. 2ia. - Sistema de afilaçamento próprio para ser utilizado com elementos constituídos por fibras ópticas, caracterizado por compreender uma câmara que é definida por um corpo no qual se acha formada uma abertura que se acha dotada duma cobertura amovível, uns meios que são próprios para permitir que uma parte terminal de pelo menos um primeiro elemento constituído por fibras ópticas possa entrar no interior da câmara, e uns meios que são próprios para permitir que uma parte terminal de pelo menos um segundo elemento constituído por fibras ópticas possa entrar no interior da câmara através da cobertura amovível. 32 22â. - Sistema de afilaçamento, de acordo com a reivin dicacão 20 ou 21, caracterizado por o corpo definir uma plurali dade das referidas câmaras. Lisboa, 4 de Junho de 1991
    J. PEREIRA DA CRUZ Agente Oficial da Propriedade Industrial RUA VfCTOR CORDON, 10-A 3.» 1200 USBOA
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