BR0010952B1 - material de revestimento com uma mistura de ácidos silìcicos e uréia e/ou derivados de uréia, processo para preparação e uso do mesmo e processo para preparação de um laqueamento com múltiplas camadas. - Google Patents

material de revestimento com uma mistura de ácidos silìcicos e uréia e/ou derivados de uréia, processo para preparação e uso do mesmo e processo para preparação de um laqueamento com múltiplas camadas. Download PDF

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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MATERIALDE REVESTIMENTO COM UMA MISTURA DE ÁCIDOS SILÍCICOS E U-RÉIA E/OU DERIVADOS DE URÉIA, PROCESSO PARA PREPARAÇÃO EUSO DO MESMO E PROCESSO PARA PREPARAÇÃO DE UM LAQUEA-MENTO COM MÚLTIPLAS CAMADAS".
A invenção refere-se a um material de revestimento contendo umaglutinante e um reticulador, assim como a um agente tixotropizante do grupoconsistindo em "ácidos silícicos, assim como uréia e/ou derivados de uréia", aum processo para preparação de um tal material de revestimento, a um empre-go de um tal material de revestimento para a preparação de Iaqueamento claro,e a um processo para preparação de Iaqueamento claro no quadro da prepara-ção de Iacas de múltiplas camadas doadoras de cor e/ou de efeito.
Material de revestimento com agentes tixotropizantes são co-nhecidos. Na literatura em EP-A-192 304, DE-A-23 59 923, DE-A-18 05 693,WO 94/22968 e DE-C- 27 51 761 são descritos materiais de revestimento,os quais contêm como derivados de uréia agentes tixotropizantes. Por outrolado, são descritos na literatura em WO 97/12945 e "tinta + laca", 11/1992,páginas 829 em diante, materiais de revestimento, os quais contêm, comoagente tixotropizante modificado, ácidos silícicos hidrófilos ou hidrófobos.
Neste local fornecido da literatura, derivados de uréia também são mencio-nados de passagem corriqueiramente, como alternativa. A partir do local daliteratura US-A-4 169 930 são conhecidos produtos de reação de ácido silíci-co e aminas, por exemplo uréia, para emprego em materiais de revestimento.Finalmente são conhecidos na literatura em DE-A- 37 26 959 materiais de re-vestimento, que contêm uréia na forma dissolvida. Devido ao fato de que uréiaé dissolvida, esta não pode preencher a função de um agente tixotropizante.
Com o emprego de agentes tixotropizantes em materiais de re-vestimento deveria, entre outros, ser possibilitada a aplicação de camadasde Iaca de espessuras comparáveis, sem que se tenha uma "formação deescorrimento" prejudicial. Particularmente no caso de Iacas não aquosas,que contêm um agente à base de derivados de uréia, são em todo o casoobtidas superfícies de Iaca com elevados teores de sólido, que tendo emvista seu quadro de aparência ótica (particularmente escorrimento e brilho)são insatisfatórias e além disso, porém, também, não levam a revestimentoscom suficiente resistência à água de condensação (condensação de águabranca através de armazenamento de água). Agentes tixotropizantes à basede ácidos silícicos levam a materiais de revestimento, os quais igualmentenão satisfazem, tendo em vista o escorrimento.
Característica essencial de agentes tixotropizantes é que a vis-cosidade de uma Iaca preparada com eles depende do escoamento do re-vestimento prévio e/ou que o agente tixotrópico seja de estrutura viscosa,isto é, que a viscosidade da Iaca decresça com o aumento das solicitaçõesde cisalhamento. Partindo de uma viscosidade básica, a viscosidade diminuidurante o esforço de cisalhamento e, após o término do esforço de cisalha-mento, caminha pouco a pouco, retornando ao valor de partida. Um gel tixo-trópico por exemplo liquefaz-se por introdução de energia mecânica (agita-ção ou semelhante) e reforça-se lentamente após o término do fornecimentode energia. A estrutura da viscose ou propriedades tixotrópicas são vantajo-sas para a elaboração da laca. Particularmente a tendência a formação deescorrimento na aplicação de uma Iaca pode ser controlada e reduzida comelevada espessura de camada úmida. Por outro lado, agentes tixotropizan-tes devem influenciar não negativamente as propriedades óticas e químicasde um revestimento pronto assim preparado. Agentes tixotropizantes sãoparticulares em todas as regras e dispersos em um agente de revestimento,seja ele aquoso ou não aquoso. No caso dos derivados de uréia estes sãocristais perfurados em forma de agulha, em parte em hélice, sendo que depreferência é fixada uma distribuição de tamanho de partículas entre 0,1 μιτιθβμηι (95 - 99% das partículas, relativas ao volume) e 80% dos cristais(relativos ao número) são menores do que 2 μιτι. No caso dos ácidos silíci-cos a finura da trituração no material de revestimento pronto é menor do que10 μηι de acordo com DIN ISO 1524. O tamanho das partículas primárias deácidos silícicos pirogênicos situa-se na maior parte na faixa de 5 até 20 nm.
A invenção tem, portanto, o problema técnico de apresentar ummaterial de revestimento que apresente uma reduzida tendência à formaçãode escorrimento e concomitantemente assegure todas as exigências. Parti-cularmente escorrimentos e resistência a armazenamento de materiais derevestimento na forma de sistemas de componente único e de dois ou maiscomponentes, assim como a resistência a água de condensação do Iaquea-mento de camada clara preparado devem ser eficazmente aperfeiçoados.
Para a solução desse problema técnico a invenção ensina que omaterial de revestimento contém uma mistura de ácido silícico e uréia e/ouderivados de uréia como agentes tixotropizantes.
Surpreendentemente o emprego de uma combinação de ambosos agentes tixotropizantes conhecidos leva a um material de revestimento,que tanto apresenta uma reduzida tendência a formação de escorrimento,como também a Iaqueamentos claros, que satisfazem tendo em vista o es-corrimento e a resistência a água de condensação: são preparadas superfí-cies verticais de substrato com espessuras de filme seco de até 50 μιτι emais sem formação de escorrimento. Isto é válido tanto para sistemas decomponente único como de múltiplos componentes.
Tendo em vista a invenção compreende-se sob um sistema decomponente único (1K) um material de revestimento termicamente endurecí-vel, no qual o aglutinante e o agente de reticulação estão presentes, um aolado do outro, isto é, em um componente. É pressuposto aqui, que ambos osconstituintes reticulam uns com os outros, primeiramente a elevadas tempe-raturas e/ou sob radiação com irradiação actínica.
O material de revestimento pode ser um sistema de dois compo-nentes (2K) ou um sistema de múltiplos componentes (3K, 4K).
Tendo em vista a presente invenção, pode-se compreender ummaterial de revestimento com o qual particularmente o aglutinante e oagente de reticulação apresentam-se separadamente um do outro em pelomenos dois componentes que são introduzidos imediatamente antes da apli-cação. Essa forma é então escolhida, quando o aglutinante e o agente dereticulação já reagem um com o outro à temperatura ambiente. Materiais derevestimento deste tipo são sobretudo empregados para o revestimento desubstratos termicamente sensíveis, particularmente no Iaqueamento de re-paros de automóveis.
É preferido que o derivado de uréia seja obtenível por reação deum composto contendo grupos isocianato, de preferência um diisocianato,com uma amina primária ou secundária ou uma mistura de tais aminas e/ouágua, de preferência com uma monoamina alifática, primária. Uréia ou deri-vado de uréia é empregado em uma quantidade de 0,1 até 5,0% em peso,de preferência 0,2 até 2,5% em peso, no máximo de preferência 0,6 até1,8% em peso, relativo ao teor de sólido total do material de revestimento.
Os agentes tixotrópicos contendo grupos uréia empregados naslacas não aquosas são de preferência preparados por reação de monoami-nas ou misturas de monoaminas com poliisocianatos ou misturas de poliiso-cianatos, sendo que as monoaminas e os poliisocianatos são reagidos emtais quantidades, que a proporção de equivalentes entre grupos amino egrupos isocianato situa-se entre 1,2 e 0,4, de preferência entre 1,0 e 0,8.
Como monoaminas são empregadas de preferência monoami-nas primárias, particularmente preferido monoaminas primárias aralifáticasou alifáticas, muito particularmente preferido monoaminas primárias alifáticascom pelo menos 6 átomos de C na molécula. Como exemplos para monoa-minas empregáveis são mencionados:
Benzilamina, etilamina, n-propilamina, isopropilamina, n-butila-mina, isobutilamina, terc-butilamina, pentilamina, n-hexilamina, n-octilamina,iso-nonilamina, iso-tridecilamina, n-decilamina e estearilamina. Igualmentesão empregáveis aminas primárias e secundárias que contêm grupos éter.Trata-se de matérias-primas da fórmula geral (CH3-(CH2)a-0-(CH2)b)cNHd,sendo que a é um número inteiro de 0 até 10, b é um número inteiro de 1 até20, c é 1 ou 2 e a soma de c e d é sempre 3. De preferência a = 0, b=3, c = 1e d = 2.
Como poliisocianatos para os derivados de uréia podem emprincípio ser empregados compostos orgânicos contendo todos eles pelomenos dois grupos isocianato por molécula.Também podem ser emprega-dos produtos de reação contendo grupos isocianato de por exemplo polióis epoliaminas e poliisocianatos. De preferência são empregados diisocianatos,muito particularmente preferido diisocianatos alifáticos, particularmente he-xametileno diisocianato. Como exemplo para poloiisocianatos empregáveissão mencionados: tetrametileno-1,4-diisocianato, hexametileno-1,6-diiso-cianato, ômega, ômega'-dipropil-éter-diisocianato, ciclohexil-1,4-diisocianato,diciclohexilmetano-4,4'-diisocianato, 1,5-dimetil-2,4-di(isocianatometil)-ben-zeno, 1,5-dimetil-2,4-di(isocianato-etil)-benzeno, 1,3,5-trimetil-2,4-di-(isocia-natometil)-benzeno, 1,3,5-trietil-2,4-di(isocianatometil)-benzeno, o trímero dohexametileno-1,6-diisocianato, isoforonadiisocianato, diciclohexildimetilme-tano-4,4'-diisocianato, 2,4-toluilenodiisocianato, 2,6-toluilenodiisocianato,difenilmetano-4,4'-diisocianato. Outros exemplos de diisocianatos e poliiso-cianatos apropriados são os isocianatos a seguir descritos, empregadoscomo agentes de reticulação.
O agente tixotropizante contendo grupos uréia pode ser separa-damente preparado ou ser preparado na presença do aglutinante emprega-do, particularmente uma resina de poliacrilato. No último caso procede-senormalmente de tal forma que o componente amina é adicionado a uma so-lução do aglutinante, particularmente a resina de poliacrilato, em um sol-vente orgânico, a saber uma mistura de solventes orgânicos, e depois o po-Iiisocianato é introduzido o mais rapidamente possível e sob muito forte agi-tação. A mistura assim obtida de agente tixotropizantes contendo gruposuréia e aglutinantes pode então ser empregada nos materiais de revesti-mento.
O ácido silícico pode ser um ácido silícico modificado, pirogêni-co, de preferência hidrófobo. Ácidos silícicos hidrófilos e hidrófobos são co-mercialmente comprados por exemplo sob o nome comercial Aerosil® e sobas denominações de produto 200, R 972, R974, R805 e R812 da firma De-gussa AG1 Hanau. O ácido silícico é empregado em uma quantidade de 0,1até 10% em peso, de preferência 0,2 até 2,5% em peso, de preferência nomáximo 0,6 até 2,0% em peso, relativo ao teor total de sólido do material derevestimento.
Tendo em vista a invenção os mais diferentes aglutinantes po-dem ser empregados como aglutinantes principais. Como aglutinante princi-pai são indicados aqueles, que têm a maior fração de quantidade de agluti-nantes diferentes opcionalmente empregados. Interessam por exemplo op-cionalmente poliacrilatos contendo grupos hidroxila, poliésteres, poliureta-nos, poliepóxidos e resinas alquídicas, opcionalmente modificadas por óleo.
No caso de aglutinantes para Iacas aquosas, os aglutinantes contêm gruposiônicos ou não-iônicos que asseguram uma solubilidade em água ou disper-gibilidade em água. De acordo com a invenção resinas de poliacrilato sãopreferidas e são portanto preferentemente empregadas.
No caso das resinas de poliacrilato para os materiais de revesti-mento não aquosos o aglutinante pode ser particularmente uma resina depoliacrilato, que é preparável por polimerização de:
(a) 16 até 51 % em peso, de preferência 16 até 28% em peso,de um éster do ácido acrílico ou ácido metacrílico contendo grupos hidroxila,ou uma mistura de tais monômeros, (b) 32 até 84% em peso, de preferência32 até 63 % em peso, de um éster de ácido acrílico ou ácido metacrílico dife-rente de (a) de preferência com pelo menos 4 átomos de C no radical álcoolou uma mistura de tais monômeros, (c) O até 2 % em peso, de preferência Oaté 1 % em peso de um ácido carboxílico etilenicamente insaturado e (d) Oaté 30% em peso, de preferência O até 20% em peso de um monômero eti-lenicamente diferente de (a), (b) e (c) ou uma mistura de tais monômeros emuma resina de poliacrilato com um índice de acidez de 0 até 15, de preferên-cia 0 até 8, um índice hidroxila de 80 até 140, de preferência 80 até 120, eum peso molecular médio de 1500 até 10 000, de preferência 2000 até 5000,sendo que a soma das frações em peso dos componentes (a), (b), (c) e (d)resulta sempre em 100% em peso.
A preparação das resinas de poliacrilato de preferência empre-gadas pode ocorrer segundo processos de polimerização em geral bem co-nhecidos, em massa, solução ou emulsão. Processos de polimerização parapreparação de resinas de poliacrilato são em geral conhecidos e muitas ve-zes descritos (comparar com por exemplo: Houben Weyl, Processos daquímica orgânica, 4-. edição, volume 14/1, páginas 24 até 255 (1961)).
Outros exemplos de processo de (co)polimerização apropriadospara a preparação das resinas de poliacrilato são descritos na DE-A-197 09 465, DE-C- 197 09 476, DE-A- 28 48 906, DE-A- 195 24 182, EP-A-0 554 783, WO 95/27742, DE-A-38 41 540 ou WO 82/02387.
Vantajosos são reatores de Taylor, particularmente para a copo-limerização em massa, solução ou emulsão.
Reatores de Taylor, que servem para a transformação de mate-riais sob as condições de fluxo de Taylor, são conhecidos. Eles consistemessencialmente em dois cilindros coaxiais concentricamente dispostos, dosquais o externo é fixo e o interno roda. Como espaço de reação serve o vo-lume que é formado na fenda do cilindro. Com velocidade angular crescenteCOj do cilindro interno ocorrem uma série de diferentes formas de fluxo, quesão característicos de um número adimensional, o denominado número deTaylor Ta. O número de Taylor, adicionalmente à velocidade angular doagitador, também ainda é dependente da velocidade cinemática ν do fluidona fenda e dos parâmetros geométricos, do raio externo do cilindro interno η,do raio interno do cilindro externo ra e da largura da fenda d, da diferença deambos os raios, de acordo com a seguintes fórmula:
<formula>formula see original document page 8</formula>
Em caso de baixa velocidade angular forma-se o fluxo laminarde Couette, um fluxo de cisalhamento simples. Caso a velocidade de rotaçãodo cilindro interno seja aumentada ainda mais, ocorrem, acima de um valorcrítico, alternadamente no sentido oposto ao rotacional (contra-rotativo), tur-bilhonamento com eixos ao longo da direção da circunferência. Esses de-nominados turbilhonamentos Taylor são simétricos a rotação e têm um diâ-metro, que é aproximadamente tão grande quanto a largura da fenda. Doisturbilhonamentos vizinhos formam um par de turbilhonamento ou uma célulade turbilhonamento.
Esse comportamento se baseia em que, na rotação do cilindrointerno com o cilindro externo em repouso, as partículas de fluido próxima docilindro interno é exercida uma força centrífuga mais forte do que aquelasque estão mais afastadas do cilindro interno. Essa diferença da força centrí-fuga atua contrariamente à força da viscosidade, já que no movimento daspartículas de fluido o atrito deve ser vencido. Caso a velocidade de rotaçãoaumente, então a força centrífuga também aumenta. O turbilhonamento deTaylor origina-se quando a força centrífuga é maior do que a força estabili-zadora da viscosidade.
No fluxo de Taylor com um baixo fluxo axial, cada par de turbi-lhonamento migra através da fenda, sendo que ocorre apenas uma pequenatroca de material entre os pares de turbilhonamento vizinhos. A misturaçãodentro de tais pares de turbilhonamento é muito alta, com o que a mistura-ção axial é apenas muito reduzida nos pares limites. Um par de trubilhona-mento pode portanto ser considerado como recipiente de agitação bemmisturado. O sistema de fluxo comporta-se assim como uma tubulação defluxo ideal, na qual os pares de turbilhonamento migram com tempos de re-sidência constantes como um recipiente de agitação ideal através da fenda.
De acordo com a invenção são assim vantajosos: reatores deTaylor com uma parede de reator externa e um rotor disposto aqui concen-tricamente ou excentricamente, um piso de reator e uma tampa de reator,que juntamente com o volume do reator em forma de fenda anelar, definempelo menos um dispositivo para dosagem de edutos, assim como, um dispo-sitivo para o escoamento do produto, sendo que a parede do reator e/ou dorotor, é ou são formadas nesta forma geométrica, de modo que essencial-mente em todo o comprimento do reator, no volume do reator, as condiçõespara o fluxo de Taylor são satisfeitas, isto é, que a fenda anelar alarga-se nadireção do escoamento.
As resinas de poliacrilato empregadas são de preferência prepa-radas com o auxílio do processo de polimerização de solução. Aqui são in-troduzidos normalmente um solvente orgânico ou mistura de solventes, esão aquecidos até a ebulição. Neste solvente orgânico ou mistura de sol-ventes orgânicos são então continuamente introduzidos a mistura a ser po-limerizada assim como um ou mais iniciadores de polimerização. A polimeri-zação ocorre a temperaturas entre 100 e 160°C, de preferência entre 130 e150°C. Como iniciadores de polimerização são empregados de preferênciainiciadores formadores de radicais livres. Força e quantidade de iniciadorsão normalmente escolhidos de tal forma que, na temperatura de polimeri-zação durante a fase de precursor, apresenta-se uma oferta de radical omais constante possível.
Como exemplos de iniciadores empregáveis são mencionados:peróxidos de dialquila, como peróxido de di-terc-butila ou peróxido de dicu-mila; hidroperóxidos, como hidroperóxido de cumeno ou hidroperóxido deterc-butila; perésteres, como perbenzoato de terc-butila, perpivalato de terc-butila, hexanoato de terc-butilper-3,5,5-trimetila ou hexanoato de terc-butilper-2-etila; azodinitrilos como azobisisobutironitrila ou iniciadores disso-ciadores de C-C como benzopinacolsililéter.
As condições de polimerização (temperatura de reação, tempode precursor da mistura monomérica, quantidade e tipo do solvente orgâni-co e iniciadores de polimerização, eventuais co-empregos de reguladoresde peso molecular, como por exemplo mercaptanos, ésteres de ácido tiolgli-cólicos e ácido clorídrico) são de tal forma escolhidas, que as resinas depoliacrilato empregadas apresentam um peso molecular médio de 1500 até10 000, de preferência 2000 até 5000 (determinado por cromatografia porpermeação em gel com emprego de poliestireno como substância de aferição).
O índice de acidez das resinas de poliacrilato empregadas deacordo com a invenção pode ser ajustado pelo versado pelo emprego dasrespectivas quantidades do componente (c). O análogo é válido para oajuste do índice de hidroxila. Ele é ajustável por meio da quantidade decomponentes (a) empregados.
Como componentes (a) podem em princípio ser empregadostodos os ésteres do ácido acrílico ou metacrílico contendo grupos hidroxilaou uma mistura de tais monômeros. Como exemplos são mencionados: hi-droxialquilésteres do ácido acrílico, como por exemplo hidroxietilacrilato, hi-droxipropilacrilato, hidroxibutilacrilato, particularmente 4-hidróxi-butilacrilato;hidroxialquiléster do ácido metacrílico como por exemplo metacrilato de hi-droxietila, metacrilato de hidroxipropila, metacrilato de hidroxibutila, particu-larmente metacrilato de 4-hidroxibutila; produtos de conversão de ésterescíclicos, como por exemplo, E-caprolactona, e hidroxialquilésteres do ácidoacrílico ou do ácido metacrílico.
A composição do componente (a) é de preferência de tal formaescolhida que na polimerização única do componente (a) é obtida uma resi-na de poliacrilato com uma temperatura de transição de vidro de -50 até +70,de preferência - 30 até + 50°C. A temperatura de transição de vidro pode sercalculada aproximadamente por versados com o auxílio da fórmula
<formula>formula see original document page 11</formula>
Tg= temperatura de transição de vidro do polímero
χ = número dos diversos monômeros polimerizáveis
Wn = temperatura de transição de vidro do homopolímero do η ésimomonômero.
TGn = Temperatura de transição de vidro do homopolímero do η ésimomonômero.
Como componente (b) podem em princípio ser empregados to-dos os ésteres do ácido acrílico ou do ácido metacrílico diferentes de (a)com pelo menos 4 átomos de C no radical álcool, ou uma mistura de taismonômeros. Como exemplos sejam mencionados: ésteres alifáticos do áci-do acrílico ou metacrílico com 4 até 20 átomos de C no radical álcool, comopor exemplo acrilato e metacrilato de n-butila, acrilato e metacrilato de iso-butila, acrilato e metacrilato de terc-butila, acrilato e metacrilato de 2-etil-hexila, acrilato e metacrilato de estearila, e acrilato de Iaurila e metacrilato delaurila assim como ésteres cicloalifáticos dos ácidos acrílicos e ácido meta-crílico, como por exemplo, acrilato de ciclohexila e metacrilato de ciclohexila.A composição dos componentes (b) é de preferência de tal modo escolhidaque em polimerização única do componente (b) é obtida uma resina de poli-acrilato com uma temperatura de transição de vidro de 10 até 100, de prefe-rência de 20 até 60°C.Como componente (c) pode ser empregado em princípio cadaácido carboxílico etilenicamente insaturado ou uma mistura de ácidos carbo-xílicos etilenicamente insaturados. Como componente (c) são empregadosde preferência ácidos acrílico e/ou ácido metacrílico.
Como componente (d) podem em princípio ser empregados mo-nômeros etilenicamente insaturados diferentes de (a), (b) e (c), ou uma mis-tura de tais monômeros. Como exemplos de monômeros que podem serempregados como componente (d) são mencionados: hidrocarbonetos vinilaromáticos, como estireno, alfa-alquilestireno e viniltolueno, amidas do ácidoacrílico e do ácido metacrílico, como por exemplo metacrilamida e acrilami-da, nitrilos do ácido metacrílico ou do ácido acrílico; viniléteres e vinilésteresou macro-monômeros de polissiloxana, como eles são descritos nos pedidosde patente DE-A 38 07 571, DE-A 37 06 095, EP-B-O 358 153, US-A- 4 754 014,DE-A- 44 21 823 ou WO 92/22615. Como componentes (d) são de preferên-cia empregados hidrocarbonetos vinil aromáticos, particularmente estireno. Acomposição dos componentes (d) é de preferência de tal forma escolhidaque na polimerização única do componente (d) é obtida uma resina comuma temperatura de transição de vidro de 70 até 120, de preferência 80 até100°C.
Vantajosamente os aglutinantes no material de revestimentoestão contidos em uma quantidade de 10 até 90% em peso, particularmentepreferido 15 até 80% em peso, e particularmente 20 até 70 % em peso, res-pectivamente relativo ao teor total de sólidos do material de revestimento.
O material de revestimento contém, além disso, pelo menos umagente de reticulação.
Caso o material de revestimento se trate de um sistema de múl-tiplos componentes, os poliisocianatos e/ou poliepóxidos, particularmente ospoliisicianatos, são empregados como agentes de reticulação.
Outros exemplos de poliisocianatos apropriados são poliisocia-natos orgânicos, particularmente os denominados poliisocianatos de laca,com grupos isocianato livres ligados alifaticamente, cicloalifaticamente, ara-Iifaticamente e/ou aromaticamente. De preferência são empregados poliiso-cianatos com 2 até 5 grupos isocianato por molécula e com viscosidadesde 100 até 10 000, de preferência 100 até 5000, e particularmente 100 até2000 mPas (a 23°C). Opcionalmente os poliisocianatos podem ainda conterpequenas quantidades de solvente orgânico, de preferência podem ser adi-cionados de 1 até 25% em peso relativo a poliisocianato puro, para assimaperfeiçoar a processabilidade do isocianato e opcionalmente a viscosidadedo poliisocianato a um valor dentro do âmbito supra citado. Como aditivos desolventes apropriados, os poliisocianatos são por exemplo propionato deetoxietila, amilmetilcetona ou acetato de butila. Além disso, os poliisociana-tos podem ser modificados hidrofibicamente ou hidrofobicamente de maneiranormal e propriamente conhecida.
Exemplos de poliisocianatos apropriados são por exemplo des-critos em "Methoden der organischen Chemie", Houben-Weyl, volume 14/2,4- edição, editora Georg Thieme, Stuttgart 1963, página 61 até 70, e de W.Siefken, Liebigs Annalen der Chemin, volume 562, página 75 até 136. Sãopor exemplo apropriados também os pré-polímeros contendo grupos isocia-nato, que podem ser preparados por reação de polióis com um excesso depoliisocianatos e que são de preferência de baixa viscosidade.
Outros exemplos de poliisocianatos apropriados são poliisocia-natos apresentando grupos isocianato, grupos biureto, grupos alofanato,grupos iminooxadiazindona, grupos uretano, grupos uréia e/ou grupos ure-tdiona. Poliisocinatos apresentando grupos uretano são por exemplo obtidospor reação de uma parte dos grupos isocianato com polióis, como por exem-plo trimetilolpropano e glicerina. De preferência são empregados poliisocia-natos alifáticos ou cicloalifáticos, particularmente hexametileno diisocianato,hexametileno diisocianato dimerizado e trimerizado, isoforonadiisocianato, 2-isocianatopropilciclohexil isocianato, diciclohexilmetan-2,4'-diisocianato, dici-clohexilmetano-4,4'-diisocianato ou 1,3-bis(isocianatometil)ciclohexano, dii-socianatos, derivados de ácidos graxos diméricos como eles são distribuídossob a denominação comercial DDI 1410 da firma Henkel, 1,8-diisocianato-4-isocianatometil-octano, 1,7-diisocianato-4-isocianatometilheptano ou 1-iso-cianato-2-(3-isocianatopropil) ciclohexano ou misturas desses poliisociana-tos.
Outros exemplos de poliisocianatos apropriados são os anteri-ormente descritos na preparação dos agentes tixotropizantes.
Exemplos de poliepóxidos apropriados são todos os poliepóxi-dos alifáticos e/ou cicloalifáticos e/ou aromáticos conhecidos, por exemplo àbase de bisfenol-A ou bisfenol-F. Como poliepóxidos são por exemplo apro-priados também os poliepóxidos obtidos no comércio sob as denominaçõesEpikote® da firma Shell, Denacol ® da firma Nagase Chemicals Ltd., Japão,como por exemplo, Denacol EX-411 (pentaeritritolglicidiléter), Denacol EX-321 (trimetilolpropanopoliglicidiléter), Denacol EX-512 (poliglicerolpoliglicidi-léter) e Denacol EX-521 (poliglicerolpoliglicidiléter).
No caso dos sistemas de componente único são empregadosagentes de reticulação que reagem a temperaturas elevadas com os gruposfuncionais dos aglutinantes, para construir uma rede tridimensional. É claroque tais agentes de reticulação podem ser co-empregados nos sistemas demúltiplos componentes em quantidades secundárias. No quadro da presenteinvenção "quantidades secundárias" representa uma fração que principal-mente não perturba nem impede a reação de reticulação.
Exemplos de agentes de reticulação apropriados deste tipo sãopoliisocianatos bloqueados. Exemplos de poliisocianatos apropriados são osanteriormente descritos.
Exemplos de agentes de bloqueio apropriados são os agentesde bloqueio conhecidos da patente americana US-A-4 444 954 como:
i) fenóis, como fenol, cresol, xilenol, nitrofenol, clorofenol,etilfenol, t-butilfenol, ácido hidroxibenzóico, ésteres dessesácidos ou 2,5-di-terc-butil-4-hidroxitolueno;
ii) lactamas, como ε-caprolactama, δ-valerolactama, γ-butiro-lactama ou β-propiolactama;
iii) compostos metilênicos ativos, como malonato de dietila,malonato de dimetila, etiléster de ácido acetacético, ou me-tiléster de ácido acetacético, ou acetilacetona;
iv) álcoois, como metanol, etanol, n-propanol, isopropanol, n-butanol, isobutanol, t-butanol, n-amilálcool, t-amilálcool, Iau-rilálcool, etilenoglicolmonometiléter, etilenoglicolmonopro-piléter, etilenoglicolmonoetiléter, etilenoglicolmonobutiléter,dietilenoglicolmonometiléter, dietilenoglicolmonoetiléter, pro-pilenoglicolmonometiléter, metoximetanol, ácido glicólico,éster de ácido glicólico, ácido lático, éster de ácido lático,metiloluréia, metilolmelamina, diacetonálcool, etilenocloro-hidrina, etilenobromohidrina, 1,3-dicloro-2-propanol, 1,4-ciclohexildimetanol ou acetocianidrina;
(v) mercaptanos, como butilmercaptano, hexilmercaptano, t-bu-tilmercaptano, t-dodecilmercaptano, 2-mercaptobenzotiazol,tiofenol, metiltiofenol ou etiltiofenol;
(vi) amidas, ácidas como acetoanilida, acetonisidinamida, acri-lamida, metacrilamida, amida de ácido acético, amida deácido esteárico ou benzamida;
vii) imidas, como succinimida, ftalimida ou maleimida;
viii) aminas, como difenilamina, fenilnaftilamina, xilidina, N-fenilxilidina, carbazol, anilina, naftilamina, butilamina, dibu-tilamina ou butilfenilamina;
ix) imidazóis, como imidazol ou 2-etilimidazol;
x) uréias, como uréia, tiouréia, etilenouréia, etilenotiouréia ou1,3-difeniluréia;
xi) carbamatos, como feniléster de ácido N-fenilcarbamídicoou 2-oxazolidona;
xii) iminas, como etilenoimina;
xiii) oximas, como acetonoxima, formaldoxima, acetaldoxima,acetoxima, metiletilcetoxima, diisobutilcetoxima, diacetilmo-noxima, benzofenonoxima ou clorohexanonoxima;
xiv) sais do ácido sulfúrico, como bissulfito de sódio ou bissul-fito de potássio;
xv) ésteres de ácido hidroxâmico, como benzilmetahidroxo-mato (BMH) ou alilmetacrilohidroxomato; ouxvi) pirazóis, imidazóis ou triazóis substituídos; assim comoMisturas desses agentes de bloqueio, particularmente dimetilpi-razol e triazóis, malonésteres e ésteres de ácido acetacético ou dimetilpira-zol e succinimida.
Como agentes de reticulação podem ser empregados tambémtris(alcóxicarbonilamino) triazinas da fórmula geral
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Exemplos de tris(alcoxicarbonilamino)triazinas apropriadas sãodescritos nas patentes US-A-4 939 213, US-A-5 084 541 ou a EP-A-O 624577. Particularmente são empregadas as tris(metoxicarbonilamino) triazinas,tris(butoxicarbonilamino) triazinas e/ou tris(2-etilhexoxicarbonilamino) triazinas.
Vantajosos são os metil-butil-ésteres mistos, os butil-2-etilhexil-ésteres mistos e os butilésteres. Esses têm, perante os metilésteres puros, avantagem da melhor solubilidade nos fundidos poliméricos e tendem tam-bém menos a cristalização.
Particularmente são empregáveis resinas aminoplásticas, porexemplo resinas de melamina, como agentes de reticulação. Aqui podem serempregadas toda resinas aminoplásticas apropriadas ou uma mistura de taisresinas aminoplásticas para Iacas de cobertura transparentes ou Iacas cla-ras. Particularmente interessam as resinas aminoplásticas usuais e conheci-das, cujos grupos metilol e/ou metoximetila são em parte desfuncionalizadospor meio de grupos carbamato ou grupos alofanato. Agentes de reticulaçãodesse tipo são descritos nos pedidos de patente US-A- 4 710 542 e EP-B-O 245 700 assim como no artigo de B. Singh e colaboradores "Melami-nas Carbamilmetiladas, Novos Reticuladores para a Indústria de Revesti-mento" em Advanced Organic Coatings Science and Technology Series,1991, volume 13, páginas 193 até 207.
Outros exemplos apropriados de agentes de reticulação sãobeta-hidroxialquilamidas como N,N,N',N'-tetracis(2-hidroxietil)adipamida ouN,N,N',N'-tetracis(2-hidroxipropil)adipamida.
Outros exemplos de agentes de reticulação apropriados são si-loxanas, particularmente siloxanas com pelo menos um grupo trialcoxisilanoou dialcoxisilano.
Outros exemplos de agentes de reticulação apropriados são po-lianidridos, particularmente anidrido de ácido polissuccínico.
A quantidade dos agentes de reticulação no material de revesti-mento pode variar amplamente e dirige-se particularmente por um lado agrupos funcionais segundo a funcionalidade do agente de reticulação e poroutro lado segundo o número dos grupos funcionais reticulados disponíveisno aglutinante, assim como de acordo com a densidade de reticulação quese quer atingir. O versado pode portanto determinar a quantidade do agentede reticulação pelo seu conhecimento geral, opcionalmente com ajuda detentativas orientadas simples. Vantajosamente o agente de reticulação nomaterial de revestimento está contido em uma quantidade de cinco até 60%em peso, particularmente preferido de 10 até 50%, em peso e particular-mente 15 até 45% em peso, respectivamente relativo ao teor total de sólidosdo agente de revestimento. Aconselha-se aqui, além disso, escolher de talforma as quantidades de agentes de reticulação e agentes de ligação demodo que no material de revestimento a proporção de grupos funcionais noagente de reticulação e grupos funcionais no aglutinante situe-se entre 2:1até 1:2, de preferência 1,5 : 1 até 1: 1,5, particularmente preferido 1,2 : 1 até1 : 1,2 e particularmente 1,1 : 1 até 1 : 1,1.
É preferido que o agente de revestimento seja uma Iaca clarabrilhante, de preferência não-aquosa, transparente. O termo Iaca clara bri-lhante significa que é objetivado um brilho o mais alto possível, ao contráriodas lacas foscas.
No caso de materiais de revestimento não-aquosos esses con-têm 20 até 70% em peso, de preferência 40 até 60% em peso (relativo aomaterial de revestimento pronto para aplicação) de solvente orgânico, comopor exemplo hidrocarbonetos alifáticos, aromáticos e/ou cicloalifáticos, al-quilésteres do ácido acético ou ácido propiônico, alcanóis, cetonas, glicoléte-res e/ou ésteres de glicoléteres.
Além disso, o material de revestimento pode conter pelo menosum aditivo de Iaca usual e conhecido em quantidades eficazes, isto é emquantidades de preferência até 40% em peso, particularmente preferido até30% em peso, e particularmente até 20 % em peso, respectivamente relativoao teor total de sólidos do material de revestimento. É essencial que os aditi-vos de Iaca não influenciem negativamente a transparência e clareza domaterial de revestimento.
Exemplos de aditivos de Iaca apropriados são
- Absorvedores de UV
- Agentes de proteção contra luz como compostos HALS, ben-zotriazóis ou oxalanilidas;
- Capturadores de radical;
- Catalisadores para a reticulação, como dilaurato de dibutilesta-nho ou decanoato de lítio;
- Aditivo de deslizamento;
- Inibidores de polimerização;
- Desespumantes;
- Emulsificantes, particularmente emulsificantes não-iônicoscomo alcanóis alcoxilados, polióis, fenóis e alquilfenóis, ou emulsificantesaniônicos como sais de álcali ou sais de amônio de ácidos alcanocarboxíli-cos, ácidos alcanossulfônicos e sulfoácidos de alcanóis alcoxilados, polióis,fenóis e alquilfenóis;
- Reticuladores, como siloxanas, compostos contendo flúor, meioéster de ácido carboxílico, éster de ácido fosfórico, ácidos poliacrílicos eseus copolímeros ou poliuretano;
- Promotores de adesão, como triciclodecanodimetanol;
- Agentes de processamento;- Coadjuvantes formadores de filme, como derivados de celulose;
- Preenchedores transparentes, como nanopartículas à base dedióxido de silício, oxido de alumínio ou oxido de zircônio; suplementarmenteremetamo-nos ao Dicionário Rõmpp "Laças e tintas de impressão" editoraGeorg Thieme, Stuttgart, 1998, páginas 250 até 252:
- Aditivos controladores de reologia, como os conhecidos dospedidos de patente WO 94/22968, EP-A- 276 501, EP-A- O 249 201 ou WO97/12945; micropartículas poliméricas reticuladas, como elas são por exem-pio divulgadas na EP-A- 0 008 127; silicatos em camada inorgânicos, comosilicatos de alumínio-magnésio, silicatos em camada de sódio-magnésio, esilicatos em camada de sódio-magnésio-flúor-lítio do tipo montmorillonita; oupolímeros sintéticos com grupos iônicos e/ou atuando associativamente,como polivinilálcool, poli(met)acrilamida, ácido poli(met)acrílico, polivinilpirro-lidona, copolímeros de estireno-ácido maléico ou copollímeros de etileno-anidrido de ácido maléico e seus derivados, ou uretanos etoxilados hidrofo-bicamente modificados, ou poliacrilatos;
- Agentes de proteção contra chama e/ou
- Agentes de Enfoscamento.
Outros exemplos de aditivos de Iaca (a6) apropriados são des-critos no livro didático "Aditivos de laca" de Johan Bieleman, Wiley-VCH,Weinheim, Nova Iorque, 1998.
A invenção refere-se, além disso, a um processo para prepara-ção de um material de revestimento de acordo com a invenção segundo oqual:
A) é preparado um aglutinante,
B) a preparação do derivado de uréia é realizada na presençade pelo menos uma quantidade parcial do agente de liga-ção da etapa A) e
C) a mistura de agente de ligação e derivado de uréia é mistu-rada com
- uma fricção (pasta) do ácido silícico com uma primeira quanti-dade parcial de um agente de ligação opcionalmente diferente do aglutinanteda etapa A), de preferência uma resina de poliacrilato do tipo anteriormentemencionado,
- com um agente de reticulação ou uma mistura de agentes dereticulação e, opcionalmente,
- com pelo menos um dos aditivos de Iaca anteriormente descri-tos,
- diversos agentes de ligação compatíveis com poliacrilatos, dife-rentes dos agentes de ligação anteriormente indicados, e
- opcionalmente com a quantidade de ácido silícico restanteatritado opcionalmente com o agente de ligação, e é ajustada para uma vis-cosidade normal para elaboração.
Aqui, o agente de reticulação ou a mistura de agentes de reticu-lação, pode(m) ser adicionado(os) concomitantemente ou apenas imediata-mente antes de uma aplicação do agente de revestimento. No caso de sis-temas de dois componentes, o agente de reticulação, por exemplo poliisoci-anatos não-bloqueados, são adicionados somente imediatamente antes daaplicação do material de revestimento. No caso de sistemas de componenteúnico, o agente de reticulação, por exemplo poliisocianatos bloqueados, jápode ser adicionado pelo fabricante.
A invenção refere-se, além disso, ao emprego de um material derevestimento de acordo com a invenção, para preparação de um Iaquea-mento de Iaca clara com brilho sobre um Iaqueamento de cor e para efeito,particularmente um Iaqueamento de base, que foi preparado com empregode uma Iaca à base de água. A coloração é obtida por meio de corantes e oupigmentos de cor. O efeito é obtido com pigmentos de efeito, como pigmen-tos de efeito metálico ou pigmentos de mica.
Exemplos de Iaeas à base de água apropriadas, assim comoos respectivos laqueamentos, são conhecidos dos pedidos de patenteEP-A 0 089 497, EP-A-O 256 540, EP-A-O 260 447, EP-A-O 297 576,WO 96/12747, EP-A-O 228 003, EP-A-O 397 806, EP-A-O 574 417, EP-A-0 531 510, EP-A- 0 581 211, EP-A-O 708 788, EP-A- 0 593 454, DE-A-43 28 092, EP-A- 0 299 148, EP-A- 0 394 737, EP-A- 0 590 484, EP-A-0 234 362, EP-A- 0 234 361, EP-A- 0 543 817, WO 95/14721, EP-A-0 521 928, EP-A- 0 522 420, EP-A- 0 522 419, EP-A- 0 649 865, EP-A-0 536 712,EP-A- 0 596 460, EP-A- 0 596 461, EP-A- 0 584 818 , EP-A-0 669 356, EP-A- 0 634 431, EP-A-O 678 536, EP-A- 0 354 261, EP-A-0 424 705, WO 97/49745, WO 97/49747, EP-A- 0 401 565, EP-B- 0 730 613ou WO 95/14721.
A invenção refere-se finalmente a um processo para preparaçãode um laqueamento de múltiplas camadas coloridas e/ou com efeito, emuma superfície de substratos de base ou não, nos quais (1) uma Iaca debase, equipada com pigmentos doadores de cor e/ou efeito, particularmentelaca à base de água, é aplicada na superfície do substrato, (2) a camada delaca de base aplicada na etapa (1) a temperaturas entre 15°C e 100°C, depreferência entre 20°C e 85°C, é seca, (3) sobre a camada de Iaca básicaseca na etapa (2) é aplicado um material de revestimento transparente deacordo com a invenção como camada de Iaca clara, e em seguida (4) a ca-mada de laca básica e a camada de Iaca clara são conjuntamente queima-das e de preferência a temperaturas entre 120°C e 180°C e em um espaçode tempo de 5 minutos até 60 minutos.
Como substratos interessam todas as superfícies a serem Ia-queadas, de objetos que têm uma dureza das camadas de Iaca aqui encon-tráveis, sob emprego de calor, estes são por exemplo objetos de metal,plástico, madeira, cerâmica, pedra, têxtil, fibras reforçadas, couro, vidro, fi-bras de vidro, lã de vidro e lã mineral, ou materiais de constituição ligados amineral e resina, como placas de gesso e placas de cimento ou telhas. Con-sequentemente, o material de revestimento é particularmente apropriadocomo Iaca clara para empregos no laqueamento de automóveis, Iaquea-mento de móveis e Iaqueamento industrial, inclusive Coil Coating e Contai-ner Coating, em alta escala. No quadro dos laqueamentos industriais éapropriado para o Iaqueamento praticamente de todas as peças para o usoprivado ou industrial, como radiadores, aparelhos domésticos, pequenas pe-ças de metal, calotas de rodas ou jantes (aros).Com o material de revestimento, particularmente a Iaca clara,também podem ser particularmente aplicados ou não a primeira demão as-sim como, opcionalmente, pode-se Iaquear plásticos revestidos com umacamada de Iaca básica, como por exemplo ABS, AMMA, ASA, CA1CAB, EP,UF, CF, MF, MPF, PF, PAN, PA, PE, HDPE, LDPE, LLDPE, UHMWPE, PET,PMMA, PP, PS, SB, PUR1 PVC, RF, SAN, PBT, PPE, POM, PUR-RIM, SMC,BMC, PP-EPDM e UP (denominação abreviada segundo DIN 7728T1). Osplásticos a serem Iaqueados podem, naturalmente, também ser misturaspoliméricas, plásticos modificados ou plásticos com fibra reforçada. Tambémpodem ter emprego no revestimento de plásticos empregados normalmentena indústria automobilística, particularmente na montagem de automóveis.
No caso de superfícies de substrato não-funcionalizadas e/ou não polares,essas podem ser submetidas, de maneira conhecida antes do revestimento,a um pré-tratamento, como com um plasma ou chamejamento.
Nos Iaqueamentos de múltiplas camadas preparados com o au-xílio do agente de revestimento, particularmente da Iaca clara, não pode serobservada nenhuma deslaminação devido a aderência insuficiente entrecamadas. Seu processamento e suas propriedades óticas são excelentes.Elas também não tendem mais a branqueamento após carga de água decondensação.
Exemplos de preparação
1. A preparação de um poliacrilato (A) empreqável de acordocom a invenção
Em um reator de laboratório com um volume útil de 4 litros equi-pado com um agitador, dois funis de gotejamento para a solução monoméri-ca respectivamente solução iniciadora, tubulação de entrada de nitrogênio,termômetro e resfriador com refluxo, foram pesados 897 g de uma fração dehidrocarbonetos aromáticos com uma faixa de ebulição de 158-172°C. Osolvente foi aquecido a 140°C. Após atingir 140°C dosou-se homogenea-mente no reator uma mistura monomérica de 487 g de acrilato de t-butila,215 g de metacrilato de n-butila, 143 g de estireno, 572 g de metacrilato dehidroxipropila e 14 g de ácido acrílico, por 4 horas, e dosou-se homogenea-mente no reator uma solução iniciadora de 86 g de hexanoato de t-butil-peretila em 86 g do solvente aromático descrito por 4,5 horas. Iniciou-seconcomitantemente a dosagem da mistura monomérica e a solução iniciado-ra. Após o término da dosagem iniciadora a mistura de reação foi mantidapor duas outras horas a 140°C, e depois resfriada. A solução polimérica re-sultante diluída com uma mistura de 1-metoxipropilacetato-2, acetato de bu-tilglicol e acetato de butila tinha um teor de sólidos de 53%, determinado emum forno com ar circulante por 1 hora a 130°C, um índice de acidez de 10, euma viscosidade de 23 dPas (medido em uma solução 60% da solução po-limérica no solvente aromático descrito, com emprego de um viscosímetrocom esfera com placa ICI a 23°C).
2. A preparação de um poliacrilato (B) empreqável de acordocom a invenção
Em um reator de laboratório com um volume útil de 4 litros ecom um agitador, dois funis de gotejamento para a solução iniciadora, res-pectivamente mistura monomérica, tubulação condutora de nitrogênio, ter-mômetro e resfriador de refluxo, pesou-se 720 g de uma fração de hidrocar-boneto aromatizada, com uma faixa de ebulição de 158-172°C. O solventefoi aquecido a 140°C. Após atingir 140°C, uma mistura monomérica de 537 ghexilmetacrilato de 2-etil-hexila, 180 g de metacrilato de n-butila, 210 g deestireno, 543 g de acrilato de hidroxietila e 30 g de ácido acrílico foi mistura-da por um espaço de tempo de 4 horas, e uma solução iniciadora de 150 gde hexanoato de t-butilperetila, em 90 g do solvente aromático descrito, foidosada homogeneamente no reator por 4,5 horas. Iniciou-se concomitante-mente a dosagem da mistura monomérica e da solução iniciadora. Após otérmino da dosagem do iniciador, a mistura de reação é mantida por maisduas horas a 140°C e depois disso resfriada. A solução polimérica resultantetinha um teor de sólidos de 65%, determinado em um forno com ar circu-lante por 1 hora a 130°C, um índice de acidez de 17 e uma viscosidade de16 dPas (medido em uma solução 60% da solução polimérica no solventearomático descrito, com emprego de um viscosímetro com esfera e placa ICIa 23°C).3. A Preparação de um poliacrilato (C) empregável de acordocom a invenção
Em um reator de laboratório com um volume útil de 4 litros equi-pado com um agitador, dois funis de gotejamento para a mistura monoméri-ca respectivamente solução iniciadora, tubulação para introdução de nitro-gênio, termômetro e resfriador de refluxo, foram pesados 720 g de uma fra-ção de hidrocarboneto aromático com uma faixa de ebulição de 158-172°C.
O solvente foi aquecido a 140°C. Após atingir 140°C, uma mistura monomé-rica de 450 g de metacrilato de 2-etil-hexila, 180 g de metacrilato de n-butila,210 g de estireno, 180 g de acrilato de hidroxietila, 450 g de acrilato de 4-hidroxibutila e 30 g de ácido acrílico foi misturada por 4 horas, e uma solu-ção iniciadora de 150 g de peretiIhexanoato de t -butila em 90 g do solventearomático descrito, foram dosadas durante 4,5 horas homogeneamente noreator. Com a dosagem da mistura monomérica e da solução iniciadora ini-ciou-se concomitantemente. Após o término da dosagem do iniciador a mis-tura de reação foi mantida por mais duas horas a 140°C e depois disso res-friada. A solução polimérica resultante tinha um teor de sólidos de 65%, de-terminado em um forno de ar circulante por 1 hora a 130°C, um índice deacidez de 15 e uma viscosidade de 3 dPas (medida em uma dissolução 60%da solução polimérica no solvente aromático descrito, com emprego de umviscosímetro com esferas- placa ICI a 23°C).
4. A preparação de um poliisocianato (A) bloqueado empregávelde acordo com a invenção
Em um reator de aço inoxidável de 4 litros foram pesadas 40partes em peso de Basonato Hl 190 B/S (isocianato à base de hexametilenodiisocianato da firma BASF S.A.) e 16,4 partes em peso de solvente nafta eaquecidas a 50°C. Em quatro horas dosou-se homogeneamente 26,27 par-tes em peso de malonato de dietila, 6,5 partes em peso de etiléster de ácidoacetacético e 0,3 partes em peso de solução catalisadora (metilhexanoatode sódio). Em seguida a isto elevou-se a temperatura a 70°C. Atingindo-seum equivalente em peso de isocianato de 5900 até 6800, foram adicionadaspor 30 minutos a 70°C sob agitação, 1,03 partes em peso de 1,4-ciclohe-xildimetanol. Após atingir um equivalente em peso de isocianato > 13 000 5partes em peso de n-butanol foram adicionadas. A temperatura foi assimreduzida a 50°C, e o poliisocianato bloqueado resultante foi dissolvido comn-butanol em um teor de sólidos teórico.
5. A preparação de um poliisocianato (B) bloqueado empregávelde acordo com a invenção
Em um reator de aço inoxidável de 4 litros foram pesadas 41,76partes em peso de Vestanat®1890 (isocianato à base de diisocianato deisoforona da firma Creanova) e 20,76 partes em peso do solvente nafta pe-sado e aquecido a 50°C. Em quatro horas foram homogeneamente dosadas23,49 partes em peso de malonato de dietila, 5,81 partes em peso de etilés-ter de ácido acetacético e 0,14 partes em peso de solução catalisadora (eti-Ihexanoato de sódio). Após o término da alimentação adicionou-se mais umavez 0,14 partes em peso da solução catalisadora. Em seguida a temperaturafoi aumentada até 80°C. Atingindo-se um equivalente em peso de isocianatode 5900 até 6800, foram adicionados 0,9 partes em peso de 1,4-ciclohe-xildimetanol durante 30 minutos a 80°C sob agitação. Após atingir um equi-valente em peso de isocianato > 13 000, foram adicionados 5 partes empeso de n-butanol. A temperatura foi assim reduzida para 50°C, e o poliiso-cianato bloqueado resultante dissolvido com n-butanol em um teor de sólidosteórico de 63% em peso.
6. A preparação de uma pasta tixotropizante (A) empregável deacordo com a invenção.
Em um moinho com dispositivo agitador de laboratório da firmaVollrath foram pesados 800 q de um bem triturável, consistindo em 592 α do
7. A preparação de uma pasta tixotropizante (B) empregável deacordo com a invenção
Em um moinho com mecanismo de agitação de laboratório dafirma Vollrach, foram pesados 800 g de bem triturável, consistindo em323,2 g do poliacrilato C, 187,2 g de butanol, 200,8 g de xileno e 88,8 g deAerosil®812 (Degussa AG, Hanau), juntamente com 1100 g de areia dequartzo (tamanho do grão 0,7 - 1 mm) e triturados por 30 minutos sob refri-geração de água.
8. A preparação de uma Iaca clara 2K (exemplo 1) de acordocom a invenção e Iaca clara 2K (ensaio comparativo 1) não de acordo com ainvenção
Uma laca clara 2K (exemplo 1) de acordo com a invenção e umalaca clara 2K usual (ensaio comparativo 1) foram preparadas a partir dosconstituintes citados constantes da tabela 1 por misturação e aplicadas emtabelas de ensaio. Como tabelas de ensaio foram empregadas tabelas deaço de aço de carrosseria, que foram pré-tratadas por uma solução de fos-fato de zinco comercialmente disponível e que foram revestidas, como ante-riormente, com uma Iaca de eletro-imersão e revestidas com um preenchedor.
Tabela 1: Composição da Iaca clara 2K de acordo com a invenção (exem-plo 1) e da Iaca clara 2K (ensaio comparativo 1) usual.
<table>table see original document page 26</column></row><table><table>table see original document page 27</column></row><table>
O reticulador é uma solução de um poliisocianato à base de dii-socianato de hexametileno (80% de dissolução de Desmodur ® N 3390 daBayer AG no acetato de butila/solventes).
Setalux ® C91756 é um derivado de uréia dissolvido em umaglutinante ou disperso.
9. Verificações da técnica de tintas
Para preparação das tabelas de ensaio foram aplicadas e quei-madas, uma após a outra, uma Iaca de eletro imersão com uma espessurade camada de 18-22 μιτι e um preenchedor de água com uma espessura decamada de 35 - 40 μιη. Aqui a Iaca de eletro-imersão foi queimada por20 minutos a 170°C e o preenchedor foi queimado por 20 minutos a 160°C.Em seguida uma Iaca azul à base de água foi aplicada com uma espessurade camada de 12-15 μιτι e aerada por 10 minutos a 80°C. Finalmente o sis-tema 2K do exemplo 1 a ser testado e do exemplo comparativo 1 foram apli-cados com uma espessura de camada de 40 - 45 μιη em uma aplicação úni-ca eletrostática verticalmente aplicada (tipo de sino: Ecobell), no qual a lacabásica e o sistema 2K a 140°C foram verticalmente endurecidos durante20 minutos (processo úmido em úmido).Tabela 2: Propriedades de procedimento (vertical) da Iaca clara 2K doexemplo 1 de acordo com a invenção e da Iaca clara 2K usualdo exemplo comparativo 1
<table>table see original document page 28</column></row><table>
a) MePgeràt: Aparelho de medição
Fa. Byk/Gardner-Wave scan plus = fábrica Byk/Wave scan plus da Gardner
10. A preparação de uma Iaca clara 1K (exemplo 2) de acordocom a invenção e uma Iaca clara 1K (ensaio comparativo 2) não de acordocom a invenção
Uma Iaca clara 1K (exemplo 2) de acordo com a invenção e umaIaca clara 1K usual (ensaio comparativo 2) foram preparadas por misturaçãoa partir dos constituintes indicados na tabela 3 e aplicadas em quadros deteste (comparar com o exemplo de preparação 9).
Tabela 3: Composição da Iaca clara 1K de acordo com a invenção (exem-plo 2) e da Iaca clara 1K usual (exemplo comparativo 2)
<table>table see original document page 28</column></row><table>Resina butanol/melamina eterificada- 12,1 12,1formaldeído- A comercialmente dispo-nível (60% em butanol/xileno)
Outros constituintes
Hidroxifenil substituído-benzotriazol 1,0 1,0(95% em xileno)
2,2,6,6-tetrametil-piperidiniléster termi- 0,8 0,8camente modificado por aminoéter
Byk ®390 (Byk Chemie) 0,3 0,3
Byk ®310 (Byk Chemie) (5% em xileno) 0,7 0,7
Gasolina 180/210 1,6 1,6
Solvesso 150 3,0 3,7
Isotridecilálcool 1,5 1,5
Xileno_OA_IA
100 100
11. Verificações da técnica de tinta
Para preparação do quadro de testes foram aplicados e queima-dos, um após o outro, uma Iaca de eletro imersão com uma espessura decamada de 18 - 22 μιη e um preenchedor de água com uma espessura decamada de 35 - 40 μιτι. Aqui a Iaca de eletro imersão foi queimada durante20 minutos a 170°C e o preenchedor foi queimado durante 20 minutos a160°C. Em seguida aplicou-se uma Iaca verde à base de água com uma es-pessura de camada de 12-15 μιτι e deixou-se por 10 minutos no ar. Em se-guida o sistema 1K do exemplo 2 a ser testado e do exemplo comparativo 2foram aplicados com uma espessura de camada de 40-45 μιτι, depois doque a Iaca de base e o sistema 1K foram endurecidos durante 20 minutos a140°C (processo úmido em úmido).Tabela 4: Teste de clima constante - água de condensação (Teste KK) a)da laca clara 1K do exemplo 2 de acordo com a invenção e dalaca clara 1K usual do ensaio comparativo 2
_Exemplo 2_Ensaio Comparativo 2
Avaliação da água de nenhum escorrimento forte esccorimento brancocondensação_branco_por inserção de água
a) Processo usual para avaliação da resistência de materiais de tinta pe-rante uma carga com umidade constante (240 horas, 100% de umidade re-lativa, 40°C, detalhes obteníveis na prescrição de testes MKK0001A, naBASF Coatings AG, edição A/14.05.1996). A avaliação ocorre uma horaapós o término da carga de água de condensação.
Os resultados do exemplo 1 e 2 por um lado alicerçam a superi-oridade no escorrimento vertical, por outro lado a resistência contra a águade condensação perante os sistemas usuais.

Claims (14)

1. Material de revestimento contendo uma resina de poliacrilatocomo aglutinante e um agente de reticulação assim com pelo menos um a-gente tixotropizante, caracterizado pelo fato de que o material de revesti-mento contém uma mistura de ácidos silícicos e uréia e/ou derivados de u-réia, em que o derivado de uréia é obtenível por reação de um compostodiisocianato com uma amina primária ou secundária ou uma mistura de taisaminas e/ou água.
2. Material de revestimento de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que a referida amina é uma monoamina alifática,primária.
3. Material de revestimento de acordo com a reivindicação 1 ou-2, caracterizado pelo fato de que o ácido silícico é um ácido silícico modifi-cado, pirogênico.
4. Material de revestimento de acordo com a reivindicação 3,caracterizado pelo fato de que o ácido silícico modificado, pirogênico é hidró-fobo.
5. Material de revestimento de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que o aglutinante é uma re-sina de poliacrilato, que é preparável pela polimerização de:(a) 16 a 51% em peso de um éster do ácido acrílico ou ácidometacrílico contendo grupos hidroxila, ou uma mistura de tais monômeros,(b) 32 a 84% em peso de um éster de ácido acrílico ou ácidometacrílico, alifático ou cicloalifático, diferente de (a) ou uma mistura de taismonômeros,(c) 0 a 2% em peso de um ácido carboxílico etilenicamenteinsaturado ou uma mistura de ácidos carboxílicos etilenicamente insaturados, e(d) 0 a 30% em peso de um monômero etilenicamente insatu-rado diferente de (a), (b) e (c), ou uma mistura de tais monômeros para for-mar uma resina de poliacrilato com um índice de acidez de 0 a 15 um índicehidroxila de 80 a 140 e um peso molecular médio de 1500 a 10 000 sendoque a soma das frações em peso dos componentes (a), (b), (c) e (d) resultasempre em 100% em peso.
6. Material de revestimento de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que o aglutinante é uma re-sina de poliacrilato, que é preparável pela polimerização de:(a) 16 a 28% em peso, de um éster do ácido acrílico ou ácidometacrílico contendo grupos hidroxila, ou uma mistura de tais monômeros,(b) 32 a 63% em peso, de um éster de ácido acrílico ou ácidometacrílico, alifático ou cicloalifático, diferente de (a), com pelo menos 4 á-tomos de C no radical álcool, ou uma mistura de tais monômeros,(c) 0 a 1% em peso de um ácido carboxílico etilenicamenteinsaturado ou uma mistura de ácidos carboxílicos etilenicamente insatura-dos, e(d) 0 a 20% em peso de um monômero etilenicamente insatu-rado diferente de (a), (b) e (c), ou uma mistura de tais monômeros para for-mar uma resina de poliacrilato com um índice de acidez de 0 a 8, um índicehidroxila de 80 a 120, e um peso molecular médio de 2000 a 5000, sendoque a soma das frações em peso dos componentes (a), (b), (c) e (d) resultasempre em 100% em peso.
7. Material de revestimento de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que como agentes de reticu-lação pelo menos é empregado ou são empregados um poliisocianato, poli-epóxido, poliisocianato bloqueado, tris(alcoxicarbonilamino) triazina, resinaaminoplástica, beta-hidroxialquilamida, siloxano e/ou polianidrido.
8. Material de revestimento de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de ser um material de revesti-mento não-aquoso.
9. Material de revestimento de acordo com a reivindicação 8,caracterizado pelo fato de que o material de revestimento não aquoso é umalaca clara transparente com brilho, não aquosa.
10. Processo para preparação de um material de revestimentocomo definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelofato de queA) é preparado um aglutinante,B) a preparação do derivado de uréia é realizada na presençade pelo menos uma quantidade parcial do aglutinante da etapa A) eC) a mistura de agente de ligação e derivado de uréia é mistu-rada com- uma pasta do ácido silícico contendo a primeira quantidadeparcial de um aglutinante opcionalmente diferente do aglutinante da etapa A),um agente de reticulação ou uma mistura de agentes dereticulação e, opcionalmente,pelo menos um dos seguintes aditivos de revestimento:absorvedores de UV1 agentes de proteção contra luz, capturadores de radi-cais livres, catalisadores, aditivo de deslizamento, inibidores de polimerização,desespumantes, emulsificantes, agentes umedecedores,promotores de adesão, agentes de processamentocoadjuvantes formadores de filme tais como derivados da celu-lose, preenchedores transparentes, aditivos controladores de reologia, agen-tes de proteção contra chama e/ou agentes de enfoscamento;diversos aglutinantes compatíveis com poliacrilatos, dife-rentes dos agentes de ligação anteriormente indicados, eopcionalmente com a quantidade de ácido silícico restanteatritado com o aglutinante,e é ajustada para uma viscosidade normal para processamento,sendo possível a adição de um agente de reticulação, ou a mistura de agen-tes de reticulação, concomitantemente ou imediatamente antes de uma apli-cação do material de revestimento.
11. Processo de acordo com a reivindicação 10, caracterizadopelo fato de que o aglutinante opcionalmente diferente do aglutinante da e-tapa A) é uma resina de poliacrilato do tipo anteriormente mencionado.
12. Uso de um material de revestimento como definido em qual-quer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato de que é parapreparação de um Iaqueamento de Iaca brilhante sobre um Iaqueamento delaca de base doadora de cor e/ou de efeito.
13. Processo para preparação de um Iaqueamento com múlti-pias camadas doador de cor e/ou de efeito em uma superfície de substratosegundo o processo úmido em úmido, caracterizado pelo fato de que com-preende:(1) a Iaca de base equipada com pigmentos doadores de core/ou com efeito são aplicados na superfície do substrato,(2) a camada de Iaca de base aplicada na etapa (1) é seca atemperaturas entre 15°C e IOO0C1(3) sobre a camada de Iaca de base seca na etapa (2) é apli-cado um material de revestimento transparente como definido em qualqueruma das reivindicações 1 a 9, como camada de Iaca clara e em seguida(4) a camada de Iaca de base e a camada de Iaca clara sãoconjuntamente queimadas.
14. Processo de acordo com a reivindicação 13, caracterizadopelo fato de que a camada de Iaca de base aplicada na etapa (1) é seca atemperaturas entre 20°C e 85°C.
BRPI0010952-5A 1999-05-25 2000-05-22 material de revestimento com uma mistura de ácidos silìcicos e uréia e/ou derivados de uréia, processo para preparação e uso do mesmo e processo para preparação de um laqueamento com múltiplas camadas. BR0010952B1 (pt)

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