BRPI0208033B1 - método de embalar proteína albumina - Google Patents

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Carl Card John
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Langer Theodor
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Abstract

"método de embalar proteína albumina, processo de embalar albumina em um recipiente polimérico flexível, recipiente polimérico flexível, e, recipiente para conter albumina". um recipiente polimérico para conter albumina. o recipiente (12) é feito de uma folha de película polimérica flexível (34), conformada em um saco tendo uma cavidade circundada por uma primeira parede, uma segunda parede oposta e selagens em torno da periferia das primeira e segunda paredes. as selagens unem uma parte interna das primeira e segundas paredes opostas e cria uma câmara impermeável a fluido dentro da cavidade do recipiente, para armazenar uma concentração da albumina. é também provido um método de embalar a proteína albumina dentro do recipiente polimérico flexível. nele um material polimérico flexível é convertido em sacos, os sacos são enchidos com uma quantidade de albumina por um enchedor (44) e uma área de selagem dos sacos é selada para incluir a albumina dentro do saco.

Description

(54) Título: MÉTODO DE EMBALAR PROTEÍNA ALBUMINA (73) Titular: BAXALTA GMBH,. Endereço: ThurgauerstraBe 130, 8152 Glattpark, Opfikon, SUIÇA(CH); BAXALTA INCORPORATED, Pessoa Jurídica. Endereço: 1200 Lakeside Drive, Bannockburn, IL 60015, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA(US), Norte Americana (72) Inventor: JAMES D. LEWIS, JR.; WILLIAM BACCIA; JOSEF SCHMIDT; JOHAN VANDERSANDE; JOHN CARL CARD; THEODOR LANGER; GEORG HABISON; HELMUT EDER.
Prazo de Validade: 10 (dez) anos contados a partir de 21/11/2018, observadas as condições legais
Expedida em: 21/11/2018
Assinado digitalmente por:
Alexandre Gomes Ciancio
Diretor Substituto de Patentes, Programas de Computador e Topografias de Circuitos Integrados / 21 “MÉTODO DE EMBALAR PROTEÍNA ALBUMINA”
Campo Técnico [0001] A presente invenção refere-se genericamente à embalagem de uma proteína em um recipiente polimérico flexível e, mais especificamente, à embalagem em massa de albumina em recipientes poliméricos flexíveis, em um ambiente asséptico de uma máquina de embalar de conformaçãoenchimento-selagem.
Fundamentos da Invenção [0002] Muitos peptídeos e proteínas para uso farmacêutico ou outros são conhecidos, incluindo glicoproteínas, lipoproteínas, imunoglobulinas, anticorpos monoclonais, enzimas, proteínas do sangue, proteínas receptoras e hormônios.
[0003] Um tipo de tal composto é albumina. A albumina é uma proteína solúvel em água, contendo enxofre, que endurece quando aquecida e ocorre na clara de ovo, no leite, sangue e outros tecidos e secreções animais e vegetais. A albumina é com frequência utilizada como um dilatador do sangue, para auxiliar em manter a pressão sanguínea do paciente ou, às vezes, para auxiliar no aumento da pressão sanguínea do paciente durante a perda de sangue.
[0004] As proteínas, tais como albumina, são adsorvidas pela maioria dos materiais produzidos pelo homem, incluindo recipientes líquidos feitos de vários polímeros. A adsorção da proteína na superfície polimérica artificial resulta em uma diminuição do conteúdo de proteína daquela solução. Algumas soluções de proteína podem ser adversamente afetadas pela adsorção de proteína em superfícies artificiais, através de um processo chamado desnaturação. A desnaturação é um processo por meio do qual a proteína não é permanentemente adsorvida no recipiente polimérico, mas, mais exatamente, as moléculas de proteína são adsorvidas no recipiente e em seguida liberadas. A adsorção e liberação podem mudar o formato da
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 9/40 / 21 molécula (isto é, desnaturá-la). Com frequência, quando as moléculas de proteína das soluções de drogas proteicas sofrem desnaturação, elas podem perder sua eficácia e utilidade. Portanto, até hoje, proteínas tais como albumina têm sido armazenadas para uso individual em frascos de vidro, a fim de evitar o risco de desnaturação. Em razão do custo encontrado na produção, embalagem, encaixotamento, embarque e armazenagem de frascos de vidro, bem como do custo e peso do frasco de vidro e da facilidade com que o frasco de vidro pode quebrar, um meio mais eficiente, barato e conveniente para o usuário de embalar proteínas tais como albumina, para possivelmente eliminar as desvantagens acima, é desejável.
[0005] Um tipo de embalagem utilizada para embalar farmacêuticos não-proteicos são os sacos poliméricos conformados com uma máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem. As máquinas de embalar de conformação-enchimento-selagem são tipicamente utilizadas para empacotar um produto em um recipiente flexível. A máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem provê um aparelho para embalar certos farmacêuticos e muitos outros produtos de uma maneira barata e eficiente.
[0006] De acordo com as exigências da FDA, certos farmacêuticos embalados em embalagens de conformação-enchimento-selagem são tradicionalmente esterilizados em uma etapa de autoclavagem. A etapa pósembalagem inclui colocar a embalagem selada, contendo o farmacêutico, em um autoclave e esterilizar por vapor ou aquecer a embalagem e seu conteúdo a uma temperatura requerida, que é com frequência de aproximadamente 121oC, por um período de tempo prescrito. Esta etapa de esterilização opera para matar bactérias e outros contaminantes encontrados dentro da embalagem, quer na camada interna da película ou dentro do próprio farmacêutico.
[0007] Certos farmacêuticos embalados, incluindo certas proteínas, tais como albumina, entretanto, geralmente não podem ser esterilizados de tal
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 10/40 / 21 maneira. Isto é porque o calor requerido para matar as bactérias no processo de autoclavagem destrói ou torna inúteis certos farmacêuticos. Além disso, no caso da proteína albumina, o calor pode operar para endurecer a proteína. [0008] A embalagem de conformação-enchimento-selagem pode também apresentar outros problemas além de preocupações de esterilização, quando embalando certas proteínas tais como albumina. Especificamente, a maquinaria de embalagem de conformação-enchimento-selagem convencional introduz calor em certas áreas do material polimérico da embalagem, para criar selagens. Se o calor contatar a proteína durante o processo de selagem, a proteína pode endurecer ou de outro modo desnaturar, tal como durante esterilização a alta temperatura. Além disso, uma vez que certas proteínas tais como albumina operam como isolantes, todas as áreas de selagem devem ser livres da proteína, a fim de os materiais poliméricos serem selados por calor entre si. Se qualquer proteína, tal como albumina, estiver presente na área de selagem antes da selagem, a integridade da selagem pode ser posta em perigo.
[0009] Assim, é desejável um meio conveniente e de custo eficaz para embalar certas proteínas, incluindo proteínas tais como albumina.
Sumário Da Invenção [0010] A presente invenção provê um recipiente polimérico flexível para conter uma concentração de peptídeos e/ou proteínas. Tais peptídeos e proteínas incluem: glicoproteínas, lipoproteínas, imunoglobulinas, anticorpos monoclonais, enzimas, proteínas do sangue, proteínas receptoras e hormônios. Adicionalmente, a presente invenção provê um método de embalar tal composto em um recipiente polimérico flexível. Genericamente, o recipiente polimérico flexível compreende uma folha de película polimérica flexível conformada em um saco. O saco tem uma cavidade envolvida por uma primeira parede e uma segunda parede oposta. O saco tem ainda selagens em torno da periferia das primeira e segunda paredes que unem uma parte interna
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 11/40 / 21 das primeira e segunda paredes opostas, para criar uma câmara impermeável a fluido dentro da cavidade do recipiente. Uma concentração do composto é armazenada dentro da câmara impermeável a fluido. Em uma versão, o composto é albumina.
[0011] De acordo com um aspecto da presente invenção, o recipiente polimérico flexível, para conter um concentrado de albumina solúvel em água, compreende uma folha de material polimérico flexível, que é inicialmente convertida em um tubo com um conformador e é subsequentemente convertida em uma série de sacos adjacentes. Os sacos têm um primeiro membro lateral, um segundo membro lateral perifericamente selado ao primeiro membro lateral, e uma cavidade entre um interior dos primeiro e segundo membros laterais. Uma quantidade de uma concentração de albumina solúvel em água é localizada dentro da cavidade do saco. As aberturas dos sacos são subsequentemente seladas para criar uma câmara impermeável a fluido.
[0012] De acordo com outro aspecto da presente invenção, o recipiente tem uma pluralidade de bordas periféricas. Três das bordas periféricas são seladas com calor e uma das bordas periféricas contém uma dobra que separa a primeira parede ou primeiro membro lateral da segunda parede ou segundo membro lateral oposto.
[0013] De acordo com outro aspecto da presente invenção, um acessório é conectado ao recipiente, adjacente à dobra. O acessório estende-se do envoltório externo do recipiente na dobra e tem uma passagem selada que coopera com a câmara impermeável a fluido do recipiente. A passagem selada estende-se para dentro da cavidade do recipiente, para permitir que a albumina seja liberada da câmara impermeável a fluido. Uma divisa em forma de V pode ser localizada a uma distância dos lados opostos do acessório e ao longo da dobra, para auxiliar na drenagem da albumina do recipiente.
[0014] De acordo com outro aspecto da presente invenção, a borda
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 12/40 / 21 periférica do recipiente opondo-se à dobra contém uma primeira selagem e uma segunda selagem. As primeira e segunda selagens unem as primeira e segundas paredes opostas. Uma abertura é localizada entre a primeira selagem e a segunda selagem e estende-se através das primeira e segundas paredes opostas.
[0015] De acordo com outro aspecto da presente invenção, o material em folha polimérico flexível compreende uma película laminada, tendo uma camada externa de polietileno linear de baixa densidade, uma camada barreira de gás, uma camada de núcleo de poliamida e uma camada interna de polietileno linear de baixa densidade. As camadas são unidas entre si por um adesivo de poliuretano.
[0016] De acordo com outro aspecto da presente invenção, albumina, em concentrações de 20% e 25%, é embalada no recipiente polimérico flexível. Adicionalmente, os recipientes poliméricos flexíveis podem ter um volume de 50 ml ou 100 ml.
[0017] De acordo com outro aspecto da presente invenção, um método de embalar a proteína albumina compreende prover um recipiente polimérico flexível, tendo uma abertura estendendo-se de uma cavidade do recipiente polimérico, prover uma quantidade de uma concentração de albumina em uma solução estéril, inserir a albumina sob pressão dentro da cavidade do recipiente polimérico através da abertura e selar a abertura para manter a albumina líquida dentro de uma câmara impermeável a fluido da cavidade do recipiente polimérico.
[0018] De acordo com outro aspecto da presente invenção, um enchedor é usado para inserir a albumina dentro do recipiente flexível. O enchedor tem uma ponta distal com primeira e segunda passagens internas adjacentes. A primeira passagem interna tem uma área de seção transversal maior do que a segunda passagem interna. A segunda passagem interna estende-se adjacente à primeira passagem interna para o exterior da ponta e a
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 13/40 / 21 albumina é dispersa do enchedor através da segunda passagem interna.
[0019] De acordo com outro aspecto da presente invenção, a interface entre as primeira e segunda passagens internas é interna a um exterior da ponta, e a segunda passagem interna estende-se para o exterior da ponta. A albumina é mantida na interface entre a primeira e segunda passagens internas, durante a suspensão do enchimento dos sacos.
[0020] De acordo com outro aspecto da presente invenção, um revestimento é localizado externo a uma parte do enchedor adjacente à ponta. O revestimento impede contato entre o recipiente polimérico e o enchedor.
[0021] De acordo com outro aspecto da presente invenção, o revestimento é concêntrico com o enchedor. Uma passagem de ar estende-se entre um interior do revestimento e um exterior do enchedor. Além disso, ar esterilizado passa através da passagem de ar e é expelido adjacente à ponta do enchedor e a montante da saída da albumina.
[0022] De acordo com outro aspecto da presente invenção, albumina é embalada em uma série de recipientes poliméricos flexíveis com uma máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem. Uma quantidade da albumina filtrada e um material polimérico flexível são providos e a máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem converte o material polimérico flexível em uma série de sacos. Os sacos são enchidos com uma quantidade de albumina dentro da máquina de embalar de conformaçãoenchimento-selagem e uma área de selagem dos sacos é selada com a máquina de embalar, para encerrar a quantidade de albumina dentro dos sacos.
[0023] De acordo com outro aspecto da presente invenção, os sacos adjacentes da série de sacos são inicialmente conectados, são seqüencialmente enchidos com uma quantidade de albumina e são separados em seguida o enchimento de cada saco.
[0024] De acordo com outro aspecto da presente invenção, a máquina
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 14/40 / 21 de embalar de conformação-enchimento-selagem tem uma área asséptica. O material polimérico flexível esterilizado é provido dentro da área asséptica e é conformado em sacos dentro da área asséptica. Adicionalmente, a albumina filtrada é inserida dentro dos sacos na área asséptica e os sacos são selados dentro da área asséptica para formar um recipiente hermético a fluído.
[0025] De acordo com outro aspecto da presente invenção, a albumina é embalada em uma série de recipientes poliméricos flexíveis, em uma máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem, com o seguinte processo: conversão de um material polimérico flexível em um tubo com um conformador da máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem; conversão do tubo em uma série de sacos na máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem; sequencialmente, enchimento dos sacos com uma quantidade de albumina dentro da máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem; e selagem de uma área de selagem dos sacos com a máquina de embalar, para encerrar a quantidade de albumina dentro dos sacos. Os sacos podem ser enchidos com um enchedor que descarrega albumina do enchedor e para dentro do saco, sem contatar a área de selagem da abertura do saco.
[0026] De acordo com ainda outro aspecto da presente invenção, a albumina é embalada em um recipiente polimérico flexível com o seguinte processo: fornecimento de um concentrado de albumina; fornecimento de uma máquina de embalar tendo uma conjunto de conformação, um conjunto de enchimento e um conjunto de selagem, cada um dos quais é localizado dentro de um ambiente asséptico interno da máquina de embalar; fornecimento de uma película polimérica flexível; conformação da película polimérica flexível em um tubo alongado com o conjunto de selagem; selagem de uma parte do tubo alongado de película polimérica com o conjunto de selagem, a película polimérica selada sendo dimensionada no formato de um saco tendo áreas de selagem em torno de sua periferia, uma
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 15/40 / 21 cavidade localizada dentro do saco e entre as áreas de selagem e uma abertura estendendo-se da cavidade para o exterior do saco; enchimento do saco com albumina sob pressão através do conjunto de enchimento, o conjunto de enchimento tendo um tubo de enchimento estendendo-se através da abertura do saco e para dentro da cavidade do saco, e um revestimento concêntrico ao exterior do tubo de enchimento, o tubo de enchimento direcionando a albumina para dentro do interior do saco a uma distância afastada da periferia da abertura do saco e o revestimento limitando contato entre o tubo de enchimento e o saco; e, vedação da abertura do saco, para reter a albumina dentro da cavidade do saco.
[0027] Por conseguinte, um recipiente polimérico flexível para armazenar albumina, produzido de acordo com a presente invenção, provê uma embalagem barata, facilmente manufaturada e eficiente e processo, que eliminam os inconvenientes associados com as embalagens e processos anteriores para embalar albumina.
[0028] Outros aspectos e vantagens da invenção serão evidentes pela seguinte especificação, tomada em conjunto com os seguintes desenhos. Breve Descrição Dos Desenhos [0029] Para entender a presente invenção, ela será agora descrita por meio de exemplo, com referência aos desenhos anexos, em que:
[0030] A Figura 1 é uma vista em elevação de seção transversal de uma mais especificamente de conformação-enchimento-selagem, para manufaturar um recipiente polimérico flexível contendo uma concentração de albumina da presente invenção;
[0031] A Figura 2 é uma vista esquemática do processo para manufaturar o recipiente polimérico flexível contendo uma concentração de albumina da presente invenção;
[0032] A Figura 3 é uma vista em elevação frontal do recipiente polimérico flexível contendo uma concentração de albumina da presente
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 16/40 / 21 invenção;
[0033] A Figura 4 é uma vista em elevação lateral parcial do recipiente polimérico flexível contendo uma concentração de albumina da Figura 3;
[0034] A Figura 5 é uma vista em elevação lateral de um conjunto enchedor parcial da presente invenção;
[0035] A Figura 6 é uma vista em elevação lateral ampliada de uma parte do conjunto enchedor da Figura 5;
[0036] A Figura 7 é uma vista em elevação lateral em seção transversal de um revestimento para o conjunto enchedor da presente invenção;
[0037] A Figura 8 é uma vista em elevação lateral do revestimento da
Figura 7;
[0038] A Figura 9 é uma vista em seção transversal esquemática de uma versão da estrutura laminada de película da presente invenção; e [0039] A Figura 10 é uma vista em seção transversal da extremidade do tubo de enchimento e revestimento da presente invenção.
Descrição Detalhada Da Versão Preferida [0040] Embora esta invenção seja susceptível de versões em muitas diferentes formas, nela são mostradas nos desenhos e serão aqui descritas em detalhes versões preferidas da invenção, com o entendimento de que a presente descrição é para ser considerada como uma exemplificação dos princípios da invenção e não é destinada a limitar o largo aspecto da invenção às versões ilustradas.
[0041] Como identificado acima, a extensão da presente descrição inclui a embalagem de qualquer tipo de certos compostos farmacêuticos, tais como peptídeos e proteínas para uso farmacêutico ou outro. Tais compostos são conhecidos e incluem: glicoproteínas, lipoproteínas, imunoglobulinas, anticorpos monoclonais, enzimas, proteínas sanguíneas, proteínas receptoras e
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 17/40 / 21 hormônios. Para fins de exemplo, entretanto, a descrição detalhada da presente invenção focaliza a embalagem de albumina em um recipiente polimérico flexível.
[0042] Com referência agora em detalhes à Figura 3, nela é mostrado um recipiente polimérico flexível 12, contendo uma concentração de albumina da presente invenção. O recipiente polimérico flexível 12 é preferivelmente manufaturado por uma máquina de embalar de conformaçãoenchimento-selagem 10, como mostrado na Figura 1, e utilizando o processo esquematicamente ilustrado na Figura 2.
[0043] A máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem asséptica 10 geralmente inclui uma seção de desenrolar 14, uma seção de esterilização de película 16, uma seção de secagem de película 18, uma seção de rolo intermediário/rolo dançarino 20, uma seção de conjunto de rolos motrizes presos (não mostrada), uma seção de conjunto de conformação 22, uma seção de conjunto de selagem nervurada 24, uma seção de conjunto de fixação de acessório, uma seção de conjunto de enchimento 30, uma seção de conjunto de selagem/corte de extremidade 32 e uma seção de suprimento (não mostrada). Cada um destes conjuntos a jusante da seção de desenrolar 14 é contido dentro de ambiente asséptico interno da máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem asséptica 10.
[0044] Uma das funções de cada um dos vários conjuntos da máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem 10 é como a seguir: a seção de desenrolar 14 contém um rolo de película polimérica flexível 34, que é finalmente conformada no recipiente; a seção de esterilização de película 16 provê um banho de peróxido para esterilizar a película 34; a seção de secagem de película 18 provê um meio para secar e limpar o peróxido da película 34; o conjunto de conformação 22 provê um mandril de conformação 36, para converter a folha contínua de película em um tubo 38, que finalmente torna-se o recipiente ou saco flexível 12; o conjunto de selagem nervurada 24 provê a
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 18/40 / 21 selagem longitudinal 40 no tubo 38, que finalmente torna-se a selagem longitudinal 40 do recipiente flexível 12, desse modo selando longitudinalmente o tubo conformado 38; o conjunto de fixação de acessório 26 fixa o acessório 42 ao tubo 38; o conjunto de enchimento 30 inclui um enchedor 44, que enche os recipientes flexíveis 12 com uma substância, que é uma concentração de albumina solúvel em água do presente pedido preferido; e o conjunto de selagem/corte extremo 32 contém garras de corte e selagem 46, que formam as selagens de extremidade 76, 78 dos recipientes poliméricos flexíveis 12, para encerrar a albumina dentro do recipiente polimérico flexível 12.
[0045] Na versão preferida, a albumina utilizada, a ser embalada no recipiente polimérico flexível 12, é uma albumina humana a 20% ou uma albumina humana a 25%. Para obter-se o nível de concentração requerido, a albumina é tipicamente combinada com água e estabilizadores estéreis. Além disso, antes da embalagem a concentração de albumina é pasteurizada e armazenada em grandes tanques de retenção de aço inoxidável (não mostrados), tendo uma capacidade volumétrica de aproximadamente 500 600 litros, a aproximadamente 2oC a 8oC. Imediatamente antes da embalagem, os tanques de albumina são removidos da refrigeração e permitidos equilibrarem-se na temperatura ambiente de embalagem (aproximadamente 20oC). E importante processar a albumina em temperaturas que não resultem em desnaturação da proteína, aproximadamente abaixo de 60oC. Entretanto, qualquer lugar entre 0oC e 60oC e, mais preferivelmente, entre 20oC e 45oC, é apropriado. Adicionalmente, em uma versão as temperaturas de processamento de 20oC a 25oC. Adicionalmente, a albumina é filtrada através de um filtro de 0,2 micro, quando ela penetra na máquina de embalar 10.
[0046] A película polimérica flexível 34, utilizada na versão preferida da presente invenção, é um laminado de polietileno linear de baixa densidade. Verificou-se que tal película com uma barreira de gás é particularmente
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 19/40 / 21 adequada para alojar soluções instáveis a oxigênio, tais como as proteínas identificadas, incluindo albumina. Especificamente, verificou-se que esta película reduz ou elimina o processo de desnaturação anteriormente associado com a colocação de proteínas, tais como albumina, em um recipiente plástico. Como mostrado na Figura 9, na versão preferida a película laminada 34 tem uma camada externa de polietileno linear de baixa densidade (LLDPE) 52, uma camada barreira de gás 54, uma camada de núcleo de poliamida 56 e uma camada interna de polietileno linear de baixa densidade 58, as camadas sendo unidas entre si por um adesivo de poliuretano 60. Muitíssimo preferivelmente, os requisitos de material da estrutura laminada tem as seguintes características: uma camada LLDPE (aproximadamente 61 ±10 μm) 52, uma camada adesiva de poliuretano 60, uma camada de cloreto de polivinilideno (PVDC) (aproximadamente 19 ± 5 μm) 54, uma camada adesiva de poliuretano 60, uma camada de náilon (aproximadamente 15 ± 5 μm) 56, uma camada adesiva de poliuretano 60, uma camada LLDPE (aproximadamente 61 ± 10 μm) 52. No total, a espessura da película é de aproximadamente 160 ± 25 μm. Adicionalmente, a camada PVDC 54 é muitíssimo preferivelmente manufaturada por Dow Chemical e vendida sob a marca comercial SARAN. Tal película é descrita na Patente U.S. No. 4.629.361. A Patente U.S. No. 4.629.361 é cedida ao cessionário da presente invenção e é incorporada aqui e feita uma parte dela, por esta referência. Esta película 34 é manufaturada por Fujimoro sob o nome comercial FTR-13F.
[0047] Antes do uso, a área asséptica interna da máquina de embalar deve ser esterilizada todo dia. Isto é feito com uma neblina de peróxido de hidrogênio, que é passada através da área asséptica da máquina de embalar.
[0048] Como visto na Figura 1, o rolo de película 34 é localizado na seção de desenrolar 14 da máquina de embalar 10. Durante o uso, a película 34 é transferida através de um banho de peróxido de hidrogênio 16, para esterilizar a película antes de penetrar na área asséptica da máquina de
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 20/40 / 21 embalar 10. Esta etapa de esterilização limpa a folha contínua de película, de modo que ela possa ser utilizada para criar um produto estéril. A esterilização e limpeza da película são críticas na indústria médica, quando embalando produtos parenterais ou entéricos. Esta etapa de esterilização é especialmente crítica quando o produto resultante não é para ser terminalmente esterilizado, isto é, quando a máquina de embalar é uma máquina de embalar asséptica. Após a película ter sido lavada, limpada ou esterilizada, líquido e outros resíduos, por exemplo, um esterilizante químico ou agente umectante, tal como peróxido de hidrogênio, tipicamente permanece na película. Assim, é necessário remover o líquido e/ou resíduo da película 34. Uma faca pneumática (uma corrente de ar soprada através da folha contínua de película, a fim de que o líquido contido nela seja soprado para fora da película), localizada na seção de secagem de película 18, é utilizada para remover líquido e outros resíduos da película 34, quando a película penetra na área asséptica da máquina de embalar.
[0049] Na área asséptica da máquina de embalar 10, a película 34 passa através da seção de rolo dançarino 20 e da seção de rolo motriz, antes de entrar na seção de conjunto de conformação 22. Antes de entrar no conjunto de conformação 22, a folha contínua de película 34 é substancialmente plana e tem uma primeira superfície 62 e uma segunda superfície 64. A primeira superfície 62 fica voltada para baixo quando a película penetra no conjunto de conformação 22 e, finalmente, torna-se a parte interna do recipiente 12, enquanto a segunda superfície 64 fica voltada para cima quando a película penetra no conjunto de conformação 22 e, finalmente, torna-se a parte interna do recipiente 12.
[0050] Como mostrado nas Figuras 3 e 4, a película 34 adicionalmente tem uma linha de dobragem teórica, localizada aproximadamente próximo a uma linha central do comprimento da folha contínua de película 34. A linha de dobra teórica torna-se uma área de dobra
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67, que separa o primeiro membro lateral 66 ou primeira parede do segundo membro lateral 68 ou segunda parede do recipiente 12.
[0051] Um mandril de conformação 36 é localizado na seção de conjunto de conformação 22. O mandril de conformação 36 auxilia em converter a folha contínua substancialmente plana do material polimérico 34 em um membro alongado e substancialmente tubular 38. Deve ser entendido que o membro tubular alongado 38, ou tubo, é geralmente não cilíndrico, porém, mais exatamente, tem um formato oblongo, como mostrado na Figura
4. Com relação à identificação das áreas da folha contínua da película descrita acima, após a película atravessar através do conjunto de conformação 22, a primeira superfície 62 do primeiro membro lateral 66 opõe-se à primeira superfície 62 do segundo membro lateral 68.
[0052] Uma vez o membro tubular 38 seja conformado, o membro tubular recebe uma selagem longitudinal 40 na seção de conjunto de selagem nervurada 24, e um acessório 42 é conectado ao tubo 38 no conjunto de fixação de acessório 26. Especificamente, o acessório 42 é fixado ao e estende-se do envoltório externo do recipiente 12 na área de dobragem 67, com o uso de um conjunto aquecido, para selar o acessório 42 à área de dobragem 67 do recipiente 12. Tipicamente, o selador de acessório opera em uma temperatura de cerca de 213oC a cerca de 232oC e com uma pressão de cerca de 4 kg/cm2 man. a cerca de 5 kg/cm2 man., embora qualquer faixa dentro destas faixas identificadas seja aceitável. Como mostrado na Figura 4, o acessório 42 tem uma passagem selada que coopera com o interior do tubo 38. Especificamente, a passagem estende-se para dentro da e cria um fluido de comunicação coma cavidade 82 do recipiente, para permitir que a albumina seja liberada da câmara impermeável a fluido. Deve ser entendido que, em algumas versões, a albumina pode ser injetada dentro da cavidade do recipiente 12 através do acessório 42.
[0053] O conjunto de selagem nervurada 24 introduz calor e pressão à
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 22/40 / 21 película 34, para criar a selagem longitudinal 40 na borda periférica do tubo 38, que opõe-se à área de dobra 67. Tipicamente, o conjunto de selagem nervurada opera em uma temperatura de cerca de 177oC a 193oC e com uma pressão de cerca de 3 kg/cm2 man. a 6 kg/cm2 man., embora qualquer faixa dentro destes faixas identificadas seja aceitável na versão preferida do recipiente 12, como mostrado na Figura 3, a selagem longitudinal 40 compreende uma primeira selagem longitudinal 70 e uma segunda selagem longitudinal 72. As primeira e segunda selagens longitudinais 70, 72 unem a primeira superfície 62 da primeira parede 66 à primeira superfície oposta 62 da segunda parede 68. Uma abertura 74, tipicamente utilizada para suspender um recipiente conformado 12, é criada entre a primeira selagem longitudinal 70 e a segunda selagem longitudinal 72. Portanto, a abertura 74 estende-se através das primeira e segunda paredes opostas 66, 68.
[0054] O membro tubular selado 38 atravessa do conjunto de selagem nervurada 24 para o conjunto de enchimento 30 e o conjunto de selagem de extremidade 32. No conjunto de selagem de extremidade 32, a máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem 10 utiliza calor e pressão para converter o tubo selado 38 em uma série de sacos 12, também referidos como recipientes 12. Tipicamente, o conjunto de selagem de extremidade opera em uma temperatura de cerca de 191oC a cerca de 207oC e com uma pressão de cerca de 35 kg/cm2 man. a cerca de 60 kg/cm2 man., embora qualquer faixa dentro destas faixas identificadas seja aceitável. O tubo selado 38 primeiro recebe uma selagem de base 76, para inicialmente formar o saco 12, tendo uma cavidade 82 localizada entre os primeiro e segundo lados 66, 68 do recipiente 12 e a selagem de base 76 do recipiente, e uma abertura 80 que se estende da cavidade 82 do recipiente 12 até o exterior do recipiente 12. Deve ser entendido que, durante o processo de manufatura de conformaçãoenchimento-selagem, a abertura 80 estende-se da cavidade 82 do recipiente 12 para dentro do centro do tubo 38. Uma vez a selagem de base 76 seja criada, o
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 23/40 / 21 saco 12 é enchido com a albumina através da abertura 80 e, em seguida, a selagem de topo 78 é realizada, assim selando ou fechando a abertura 80 e criando uma câmara impermeável a fluido 82, em que a albumina é retida. Além disso, uma vez a selagem de base 76 é criada, a película polimérica 34 pode ser dita ser dimensionada no formato do saco aberto 12, tendo áreas de selagem próximo a sua periferia (a selagem longitudinal 34, oposta à área de dobra 67, a selagem de base 76, unindo a área de dobra 67 e a selagem longitudinal 40) e tendo uma cavidade 82 localizada dentro do saco 12 e entre as áreas de selagem 40, 76 e a área de dobra 67. Assim, com um processo de embalagem de conformação-enchimento-selagem, o recipiente acabado 12 tem áreas seladas nos três lados do saco 12: a selagem de topo 78, a selagem de base 76 e a selagem longitudinal 40. A selagem longitudinal 40 une a selagem de topo 78 e a selagem de base 76. No processo preferido, a selagem de topo 78 de um primeiro saco 12 é realizada na mesma ocasião que a selagem de base 76 de um saco a montante adjacente 12 com o conjunto de selagem de extremidade 32. Como tal, os sacos adjacentes 12, da série de sacos 12, são inicialmente conectados, tanto por serem parte do membro tubular 38, que conforma os sacos 12, bem como por terem selagens de extremidade que são formadas com o mesmo conjunto de selagem de extremidade 32.
[0055] Na versão preferida do processo para criar e encher recipientes da presente invenção com albumina, como ilustrado nas Figuras 1 e 2, os recipientes 12 são enchidos com a albumina através de um conjunto de enchimento 30, que se estende tubo 38 abaixo. O conjunto de enchimento 30, assim, enche a cavidade 82 do saco 12 através da abertura 80 do saco aberto de três lados em processamento 12.
[0056] O conjunto de enchimento 30 da versão preferida é ilustrado nas Figuras 5-8 e 10. Como tal, o conjunto de enchimento 30 compreende um enchedor pressurizado 44, feito de um tubo de encher 84 e um revestimento
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 24/40 / 21 localizado concentricamente em torno do perímetro do tubo de encher 84. O enchedor 44 tipicamente opera sob uma pressão de linha de solução de cerca de 0,281 kg/cm2 man. a cerca de 1,406 kg/cm2 man., entretanto, qualquer faixa de pressões dentro da faixa identificada é aceitável. Na versão preferida, o enchedor opera sob uma pressão de linha se solução de cerca de 0,703 kg/cm2 man. a cerca de 1,125 kg/cm2 man. e, muitíssimo preferivelmente, sob uma pressão de linha de solução de cerca de 0,844 kg/cm2 man. a cerca de 1,125 kg/cm2 man.. As faixas identificadas são utilizadas em uma tentativa de reduzir a turbulência e o salpico da albumina ou outra proteína quando ela é inserida dentro do recipiente 12. Como explicado acima, após a selagem de fundo 76 ser criada, o saco 12 é enchido com a albumina através do conjunto de enchimento 30, a selagem de topo 78 é criada simultaneamente com a selagem de fundo 76 do saco seguinte, o saco seguinte 12 do tubo 38 é sequencialmente enchido e assim por diante. Assim, sacos adjacentes 12 da série de sacos 12 são inicialmente conectados e são então separados em seguindo-se sequencialmente o enchimento e selagem de cada saco respectivo 12.
[0057] Como mostrado na Figura 5, na versão preferida, o enchedor do conjunto de enchimento 30 é configurado como um tubo 86 sobre um tubo 84. O tubo de revestimento 86 é situado concêntrico ao tubo de encher 84, com uma passagem de ar 88 estendendo-se no espaço entre o diâmetro interno do tubo de revestimento 86 e o diâmetro externo do tubo de encher 84. Ar esterilizado passa através da passagem de ar e é expelido adjacente a uma ponta do tubo de encher 84, a montante de uma de uma saída de tubo de encher 92.
[0058] Em uma versão preferida do tubo de encher 84, como mostrado na Figura 5, o tubo de encher 84 tem um Venturi 85 que se afunila de um primeiro diâmetro para um segundo diâmetro maior em torno de seu comprimento. Além disso, como mostrado na Figura 6, a ponta 90 do tubo de
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 25/40 / 21 encher 84 tem uma primeira passagem interna 94 concêntrica com e adjacente a uma segunda passagem interna 96. E, em uma versão preferida da presente invenção a primeira passagem interna 94 é genericamente circular no formato da seção transversal, tendo um primeiro diâmetro interno, e a segunda passagem interna 94 é genericamente de seção transversal circular, tendo um primeiro diâmetro interno, e segunda passagem 96 é genericamente circular no formato da seção transversal, tendo um segundo diâmetro interno. O diâmetro interno e, assim, a área de seção transversal da primeira passagem interna 94, é dimensionado maior do que o diâmetro interno e, assim, a área de seção transversal da segunda passagem interna 96. Uma interface 98 conecta a primeira passagem interna 94 e a segunda passagem interna 96 em um local que é interno ao exterior da saída 92 da ponta 90 do enchedor 44. Em uma versão preferida, a interface compreende um degrau chanfrado 98 entre as primeira e segunda passagens internas 94, 94, para pronunciadamente reduzir o diâmetro da primeira passagem interna 94 para a segunda passagem interna 96. A interface 98, entre as primeira e segunda passagens 94, 96, provê uma importante função na operação do enchedor. Uma vez que a albumina é distribuída pela saída da segunda passagem interna 96 do enchedor 44, forças capilares do tubo de encher operam para fazer com que o menisco da albumina resida na interface 98, entre a primeira e segunda passagens 94, 96, durante uma parada do enchimento, em vez de na saída 92 da segunda passagem. Assim, mesmo embora a albumina seja distribuída pelo enchedor 44 através da segunda passagem interna 96, durante cada suspensão do enchimento no meio do enchimento sequencial dos sacos 12, a albumina é mantida interna à e a uma distância da saída do enchedor 44, e na interface 98 das primeira e segunda passagens 94, 96. Tal configuração auxilia grandemente em prevenir migração da albumina da saída do enchedor. Qualquer migração pode permitir que a albumina seja transferida para o exterior do enchedor e contate a película 34. Como explicado acima, a
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 26/40 / 21 albumina opera como um isolante. Se a albumina migrar para película ela igualmente porá em perigo a integridade da área de selagem de topo. Assim, a configuração da presente invenção provê um meio de eliminar este inconveniente. Em teste conduzido na integridade da selagem dos recipientes 12 da presente invenção, 99,90% dos recipientes formados 12 foram acima do valor de resistência mínima de selagem de 1,406 kg/cm2 em avaliação de teste de rajada.
[0059] Como explicado acima, o revestimento 86 situa-se concentricamente em torno de um perímetro do tubo de encher 84 e uma passagem de ar 88 estende-se no espaço entre o diâmetro interno do tubo de revestimento 86 e o diâmetro externo do tubo de encher 84. Embora na versão preferida a parte extrema distal 100 do revestimento 86 seja um adaptador que é fixado sobre o revestimento 86, a parte da extremidade distal 100 pode ser manufaturada como parte do revestimento 86, sem destruir a função pretendida do revestimento 86. Como mostrado nas Figuras 7 e 8, a parte extrema distal 100 do revestimento 86 tem uma extremidade chanfrada 104. Uma pluralidade de furos de ventilação 102 é localizada adjacente à extremidade da parte da extremidade distal 100 do revestimento 86. O ar esterilizado é dispersado da passagem de ar 88 pelos furos de ventilação 102. Uma vez que a saída do furos de ventilação situa-se na extremidade chanfrada 104 do revestimento 86, o padrão de fluxo do ar esterilizado é circunferencialmente externo ao padrão de fluxo da albumina sendo dispersa pela ponta de encher, de modo a não interferir com o fluxo da albumina. Isto diminui as chances do ar esterilizado introduzir um efeito turbulento na albumina distribuída. Adicionalmente, uma vez que o padrão de fluxo de ar é externo ao e afastado do padrão de fluxo de líquido da albumina, qualquer espumação possível da albumina, que possa entrar em contato com o ar, é minimizada. Similar aos benefícios revelados com o fluxo de ar esterilizado são extremamente úteis. Tal configuração auxilia grandemente na prevenção
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 27/40 / 21 do salpico e espumação da albumina pela saída do enchedor. Isto impede contato da albumina com a parte da película que é convertida na área de selagem de topo, desse modo também auxiliando em criar continuamente uma selagem de topo mais forte.
[0060] O primeiro diâmetro interno 106 da parte extrema distal 100 do revestimento 86 é dimensionado para encaixar no revestimento 86 e ser preso nele com um parafuso de retenção 110. O segundo diâmetro interno 108 da parte extrema distal 100 do revestimento 86 é dimensionado para prover a passagem de ar 88 entre o revestimento 86 e o tubo de encher 84. Como mostrado na Figura 7, um chanfro 112 é localizado na extremidade do segundo diâmetro interno 108, para reduzir mais o diâmetro interno do revestimento 86. Um chanfro inverso 114 é localizado em uma parte externa da extremidade do revestimento 86.
[0061] O revestimento 86 e o tubo de encher 84 são mostrados como montados na Figura 10. Como visto na ilustração, o diâmetro externo do tubo de enchimento 84 é dimensionado para ser o mesmo que ou ligeiramente menor do que o diâmetro interno reduzido do revestimento 86 no chanfro 112. Na versão preferida, o segundo diâmetro interno do revestimento 86 é aproximadamente de 1,483 cm e é diminuído no chanfro 112 para aproximadamente 1,270 cm. Adicionalmente, o diâmetro externo do tubo de enchimento 84 da versão preferida da presente invenção é de aproximadamente 1,270 cm. Como tal, a interface entre o chanfro 112 e o tubo de enchimento 86 opera para fechar a passagem de ar 88 e forçar o ar esterilizado pelos furos de ventilação 102, localizados a montante da saída 92 da segunda passagem interna do tubo de enchimento de albumina 84.
[0062] Como visto na Figura 10, o diâmetro externo do revestimento é maior do que o diâmetro externo do tubo de enchimento 84 projetando-se além do revestimento. Com a configuração identificada do tubo de enchimento e revestimento, mesmo embora durante uma parte do processo de
Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 28/40 / 21 encher o tubo de enchimento 84 do conjunto de enchimento 30 estenda-se através da abertura 80 do saco e para dentro da cavidade 82 do saco, o revestimento 86 é externo a uma parte do tubo de enchimento 84 e, assim, somente o revestimento 86 pode contatar o tubo 38, desse modo impedindo contato entre o recipiente polimérico e o tubo de enchimento 84. Como tal, a saída 92 do tubo de enchimento 84 é posicionada a uma distância afastada da parede interna do recipiente polimérico flexível 12. Assim, a posição e tamanho do revestimento 86, em combinação com a interface interna 98 das primeira e segunda passagens internas, e o chanfro inverso 114 impedem que qualquer albumina migre para o exterior do conjunto de enchimento 30 e entre em contato com as áreas de selagem do tubo 38, que finalmente tornamse a selagem de topo 78 do recipiente acabado. Uma vez que a albumina opera como um isolante, é necessário manterem-se todas as áreas de selagem livres da proteína, a fim de os materiais poliméricos serem selados termicamente entre si. Se qualquer albumina estivesse presente na área de selagem antes da selagem, a integridade da selagem poderia ser posta em perigo. Como tal, com a configuração identificada, a albumina é descarregada do tubo de enchimento 84 e para dentro do fundo do saco 12, sem contatar a área de selagem da abertura do saco 12, que finalmente torna-se a selagem de topo 78.
[0063] Embora versões específicas tenham sido ilustradas e descritas, numerosas modificações vêm à mente sem significativamente desviarem-se do espírito da invenção, e o escopo de proteção é somente limitado pelo escopo das reivindicações anexas.
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Claims (20)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Método de embalar proteína albumina, caracterizado pelo fato de:
    prover um recipiente polimérico flexível (12) tendo uma abertura estendendo-se de uma cavidade (82) do recipiente polimérico (12);
    prover uma quantidade de uma concentração de albumina em uma solução estéril;
    prover um enchedor (44) tendo um revestimento externo (86) concêntrico ao enchedor (44) e uma passagem de ar (88) estendendo-se entre um interior do revestimento (86) e um exterior do enchedor (44), em que o revestimento (86) limita contato entre a abertura do recipiente polimérico (12) e o enchedor (44), e em que o ar esterilizado passa através da passagem de ar e é expelido adjacente à ponta (90) do enchedor (44) e a montante da saída de albumina;
    inserir a albumina sob uma pressão de linha de solução de cerca de 0,281 kg/cm2 man. a 1,406 kg/cm2 man. dentro da cavidade (82) do recipiente polimérico (12), através da abertura nela; e selar a abertura para prender a albumina líquida dentro de uma câmara impermeável a fluido da cavidade (82) do recipiente polimérico (12).
  2. 2. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de a albumina ser mantida em uma temperatura de 20oC antes da inserção dentro da cavidade (82) do recipiente (12).
  3. 3. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de a albumina ser inserida dentro da cavidade (82) do recipiente polimérico flexível (12) sob uma pressão de linha de solução de cerca de 0,844 kg/cm2 man. a cerca de 1,125 kg/cm2 man.
  4. 4. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de o recipiente polimérico flexível (12) ser provido dentro de um ambiente asséptico de uma máquina de embalar de conformação-enchimento
    Petição 870180058002, de 04/07/2018, pág. 30/40 selagem (10), em que a albumina é inserida dentro da cavidade (82) do recipiente polimérico flexível (12), dentro do ambiente asséptico da máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem (10) e em que a abertura do recipiente (12) é selada dentro do ambiente asséptico da máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem (10).
  5. 5. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de a albumina ser provida em uma concentração de 20%.
  6. 6. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de a albumina ser provida em uma concentração de 25%.
  7. 7. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de o recipiente plástico flexível (12) ser provido tendo um volume de 50 ml.
  8. 8. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de o recipiente plástico flexível (12) ser provido tendo um volume de 100 ml.
  9. 9. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de compreender ainda prover um recipiente polimérico flexível (12) compreendendo uma película laminada tendo uma camada externa de polietileno linear de baixa densidade (52), uma camada barreira de gás (54), uma camada de núcleo de poliamida (56) e uma camada interna de polietileno linear de baixa densidade (58), as camadas sendo unidas entre si por um adesivo de poliuretano (60).
  10. 10. Método de embalar proteína albumina em uma série de recipientes poliméricos flexíveis, caracterizado pelo fato de compreender:
    prover uma quantidade de albumina filtrada;
    prover um material polimérico flexível (34);
    prover uma máquina de embalar de conformação-enchimentoselagem (10) e converter o material polimérico flexível (34) em uma série de sacos na máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem (10);
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    3 / 5 prover um enchedor de repetição (44) tendo um revestimento externo (86) concêntrico ao enchedor (44) e uma passagem de ar (88) estendendo-se entre um interior do revestimento (86) e um exterior do enchedor (44), em que o revestimento (86) limita contato entre a abertura do recipiente polimérico (12) e o enchedor (44), e em que o ar esterilizado passa através da passagem de ar e é expelido adjacente à ponta (90) do enchedor (44) e a montante da saída de albumina;
    encher os sacos com uma quantidade de albumina de cerca de sob uma pressão de linha de solução de cerca de 0,281 kg/cm2 man. a cerca de 1,406 kg/cm2 man. dentro da máquina de embalar de conformaçãoenchimento-selagem (10); e selar uma área de selagem dos sacos com a máquina de embalar (10), para encerrar a quantidade de albumina dentro dos sacos.
  11. 11. Método de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato dos sacos adjacentes da série de sacos serem inicialmente conectados e serem separados em seguida ao enchimento de cada saco.
  12. 12. Método de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de compreender ainda prover um mandril (36) de conformação na máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem (10).
  13. 13. Método de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de compreender ainda conformar o material polimérico flexível (34) em um tubo (38) com o mandril (36) de conformação e conformar ainda o tubo (38) na série de sacos adjacentes.
  14. 14. Método de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato dos sacos serem sequencialmente enchidos com a quantidade de albumina.
  15. 15. Método de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de compreender ainda selagem térmica da periferia dos sacos, para encerrar a quantidade de albumina dentro dos sacos.
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  16. 16. Método de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de compreender prover um recipiente polimérico flexível (12), compreendendo uma película laminada tendo uma camada externa de polietileno linear de baixa densidade (52), uma camada barreira de gás (54), uma camada de núcleo de poliamida (56) e uma camada interna de polietileno linear de baixa densidade (58), as camadas sendo unidas entre si por um adesivo de poliuretano (60).
  17. 17. Método de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de a máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem (10) ter uma área asséptica, em que o material polimérico flexível esterilizado (34) é formado em uma série de sacos adjacentes dentro da área asséptica, em que a albumina é sequencialmente inserida dentro dos sacos da área asséptica e em que os sacos são sequencialmente selados dentro da área asséptica para formar um recipiente impermeável a fluido (12).
  18. 18. Método de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de compreender ainda a etapa de filtrar a albumina através de um filtro de 0,2 micro.
  19. 19. Método de embalar proteína albumina em uma série de recipientes poliméricos flexíveis, caracterizado pelo fato de compreender:
    prover uma quantidade de albumina filtrada;
    prover um material polimérico flexível (34);
    prover uma máquina de embalar de conformação-enchimentoselagem (10) e converter o material polimérico flexível (34) em um tubo (38) com um conformador da máquina de embalar de conformação-enchimentoselagem (10);
    converter o tubo (38) em uma série de sacos na máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem (10);
    encher os sacos, através de uma abertura nos sacos, com uma quantidade de albumina sob uma pressão de linha de solução de cerca de
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    0,281 kg/cm2 man. A cerca de 1,406 kg/cm2 man. dentro da máquina de embalar de conformação-enchimento-selagem (10); e selar uma área de selagem da abertura dos sacos com a máquina de embalar (10), para encerrar a quantidade de albumina dentro dos sacos, em que a etapa de enchimento compreende prover um enchedor (44) tendo um revestimento externo (86) concêntrico ao enchedor (44) e uma passagem de ar (88) estendendo-se entre um interior do revestimento (86) e um exterior do enchedor (44), em que o revestimento (86) limita contato entre a abertura do recipiente polimérico (12) e o enchedor (44), e em que o ar esterilizado passa através da passagem de ar e é expelido adjacente à ponta (90) do enchedor (44) e a montante da saída de albumina.
  20. 20. Método de acordo com a reivindicação 19, caracterizado pelo fato dos sacos serem sequencialmente enchidos com a quantidade de albumina.
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