BRPI0302974B1 - Sistema para gerenciar a identidade de estações móveis que se deslocam entre redes de rádio móveis - Google Patents

Sistema para gerenciar a identidade de estações móveis que se deslocam entre redes de rádio móveis Download PDF

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BRPI0302974B1
BRPI0302974B1 BRPI0302974-3A BRPI0302974A BRPI0302974B1 BR PI0302974 B1 BRPI0302974 B1 BR PI0302974B1 BR PI0302974 A BRPI0302974 A BR PI0302974A BR PI0302974 B1 BRPI0302974 B1 BR PI0302974B1
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network
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BRPI0302974-3A
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Di Claudio Valerio
Eynard Carlo
Riccobono Salvatore
Tomaselli Guglielmo
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Telecom Italia S.P.A.
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Abstract

"sistema para gerenciar a identidade de estações móveis que se deslocam entre redes de rádio móveis". sistema para gerenciar as identidades de estações móveis que se deslocam entre redes de rádio móveis, operando dentro de uma rede de rádio móvel privada, constituída de um ou mais estações transceptores base (bts: nó b) e por uma controladora de estação base de referência (bsc; rnc) , que realiza um subsistema de estação base normal (bss;rns) dentro da rede de rádio móvel pública, caracterizado pelo fato de, quando do registro da estação móvel em deslocamento (ms), autorizada para acessar a rede de rádio móvel privada, o sistema (vim) simula, do subsistema de estação base (bss;rns) no sentido do centro de comutação móvel (msc) do subsistema de comutação de rede competente (nss), o comportamento da estação móvel, onde ela tem associada o perfil de identidade selecionado de um grupo de perfis de identidade mantidos pelo operador da rede visitada, e de maneira inteiramente similar, do centro de comutação móvel (msc) no sentido do subsistema de estação base (bss), o sistema (vim) simula o comportamento do subsistema de comutação de rede competente (nss) durante as etapas salientes do registro da estação móvel em deslocamento, de tal modo a assegurar a execução correta do próprio procedimento.

Description

(54) Título: SISTEMA PARA GERENCIAR A IDENTIDADE DE ESTAÇÕES MÓVEIS QUE SE DESLOCAM ENTRE REDES DE RÁDIO MÓVEIS (51) lnt.CI.: H04W 8/06; H04W 12/06; H04W 8/20 (52) CPC: H04W 8/06, H04W 12/06, H04W 8/20 (30) Prioridade Unionista: 06/02/2002 IT T02002A000100 (73) Titular(es): TELECOM ITALIA S.P.A.
(72) Inventor(es): VALERIO Dl CLÁUDIO; CARLO EYNARD; SALVATORE RICCOBONO; GUGLIELMO TOMASELLI
1/24
SISTEMA PARA GERENCIAR A IDENTIDADE DE ESTAÇÕES MÓVEIS QUE SE DESLOCAM ENTRE REDES DE RÁDIO MÓVEIS [001] A presente invenção relaciona-se a sistemas de telefonia móveis &, em particular, a um sistema para gerenciar as identidades de estações móveis que se deslocam.
entre redes de rádio móveis.
[002] Como é bem conhecido, quando o usuário do serviço de rádio móvel, em sua capacidade como um empregado de uma empresa com várias filiais situadas em locais diferentes do mesmo país ou no exterior, conecta com seu telefone celular à cobertura rádio-elétrica de uma rede privada pertencente a uma das filiais da empresa, tal usuário pode geralmente completar chamadas de voz sem quaisquer problemas, conforme fornecido pela norma ΕΤΞΙ do GSM, ou a norma 3GPP do sistema UMTS, desde que seu perfil de usuário tenha sido anteriormente registrado em uma base de dados apropriada da empresa. Se, em vez disso, o usuário desejar obter serviços diferentes, como serviços de dados ou meteorológicos, de tráfego, de localização, e outros serviços de informação ofertados pelo operador local e com base, por exemplo, nas tecnologias GSM ou UMTS, tai usuário não seria capaz de fazê-lo devido à incompatibilidade entre sua estação móvel e a infra-estrutura da rede móvel visitada.
[003] O serviço de comunicação por voz sempre pode ser obtido, mas as taxas cobradas pelo operador da rede móvel visitada, com base em acordos que cobrem os deslocamentos entre diferentes redes de rádio móveis, implicam custos que sao geralmente mais altos do que aqueles cobrados aos próprios assinantes do operador.
2/24 [004] Atualmente, a única maneira de superar esses problemas é substituir fisicamente a estação móvel por outra estação móvel fornecida com um cartão emitido pelo operador da rede visitada, distinguido por um código reconhecido pelo dito operador. Isto força a empresa, interessada em permitir que seus visitantes se beneficiem dos serviços tornados disponíveis pelo operador local, obtenham um número bastante numeroso de terminais móveis e de cartões a serem designados em cada ocasião, que obviamente implica custos consideráveis.
[005] O problema de custo não é apenas aquele encontrado nesta situação: a empresa interessada teria de incorrer, além disso, no custo derivado da mudança de terminal móvel e de cartão, também outras cobranças, como a adoção de um novo MSISDN (Número ISDN de Estação Móvel) pertencente ao operador da rede de rádio móvel visitada.
[006] As restrições citadas são superadas e os problemas técnicos descritos são resolvidos pelo sistema para gerenciar as identidades de estações móveis que visitam entre redes de rádio móveis, fornecido pela presente invenção, que permite ao usuário que se desloca entre redes de rádio móveis acessar os serviços tornados disponíveis pelo operador da rede móvel visitada, beneficiando-se dos serviços citados sem ter de substituir, no aparelho telefônico, o cartão da assinatura original por um cartão da rede do país visitado. Portanto, é possível reduzir os custos de tráfego e assegurar uma parcela maior de tráfego ao operador que fornecer os serviços mencionados.
[007] A presente invenção relaciona-se particularmente
3/24 a um sistema para gerenciar as identidades de estações móveis gue se deslocam entre redes de rádio móveis, conforme descrito na parte de caracterização da reivindicação 1.
[008] Essas e outras características da presente invenção tornar-se-ão prontamente aparentes da descrição seguinte de uma versão preferida da mesma, fornecida puramente por meio de um exemplo não-limitante, e dos desenhos acompanhantes, em gue:
[009] A Figura 1 é arquitetura de rede geral que incorpora o sistema da invenção.
[010] A Figura 2 é uma arquitetura funcional do sistema.
[011] A Figura 3 é uma possível versão do sistema.
[012] Na descrição que se segue, deverá ser feita referência por meio de exemplo, a um usuário em deslocamento internacional, que é provido de uma estação móvel dotada de um cartão SIM e que opera dentro do sistema GSM. A extensão direta para a norma UMTS é prevista, colocando o equipamento VIM da UMTS no plano de controle da interface Iucs, entre o MSC 3G e o RNC. Neste caso ela opera em mensagens RANAP que portam a informação correspondente na norma UMTS. Por questão de simplicidade apenas as operações no ambiente GSM serão descritas em detalhe nos parágrafos seguintes. Apesar disso, na descrição seguinte, uma referência detalhada ao ambiente UMTS será fornecida, em alguns casos (referências mostradas entre colchetes).
[013] Quando o usuário, que acessa sua estação móvel, tenta registrar-se com a Rede Móvel Terrestre Pública
4/24 (PLMN) da nação visitada, alguns procedimentos são ativados, que implicam um intercâmbio de informação entre a estação móvel, constituída pelo terminal móvel e pelo cartão SIM nela contidos, e os registros da rede de rádio móvel pública GSM. Entre os ditos procedimentos, um essencial é o procedimento de autenticação, ativado no Centro de Autenticação (AuC) pertencente à rede de rádio móvel pública do operador da nação visitada. Este procedimento deverá ser descrito agora com relação à Figura 1, que mostra a arquitetura de rede geral que incorpora o sistema da invenção.
[014] Como foi dito, dentro do procedimento de autenticação é ativado um intercâmbio de informação; tal informação consiste de mensagens de sinalização entre a estação móvel MS (UE, Equipamento do Usuário no cenário UMTS) e a rede pública PLMN. Dito intercâmbio permite o conseqüente intercâmbio de informação entre o AuC e a MS.
[015] As mensagens de sinalização são transportadas dentro de um intervalo de tempo de sinalização GSM predefinido, denominado intervalo de tempo (ATM VC/VP no cenário UMTS), caracterizado por uma velocidade de bit de 64 Kbit/s e que constitui o fluxo de sinalização no canal comum CCSS (Sistema de Sinalização de Canal Comum) número 7 (BB CCSS número 7 no cenário UMTS), presente na interface A (lUcs no cenário UMTS), que conecta o Centro de Comutação Móvel (MSC) do NSS Subsistema de Comutação de Rede com a Controladora de Estação Base BSC (RNC,Controladora de Rede de Rádio no cenário UMTS) localizado na empresa visitada. A interface A é mostrada na Figura 1 dividida em suas duas partes IF' e IF, a primeira no sentido do NSS, a segunda
5/24 no sentido do BSS. Ademais, a conexão 1 permite conectar o MSC às outras redes públicas envolvidas na transmissão.
[016] Como é bem conhecido, o BSC tem a tarefa de gerenciar a interface de rádio, isto é, ele aloca e libera os canais de rádio e realiza os procedimentos de transferência. Ele é conectado por um lado a múltiplos BTS (Nó B no cenário UMTS) e pelo outro lado ao MSC do NSS.
[017] A Figura 1 também mostra a Unidade Adaptadora de Velocidade e Transcodificadora (TRAU), que tem a tarefa de transcodificar os fluxos de voz GSM de 13 Kbit/s para 64 Kbit/s.
[018] O sistema da invenção, conforme dito anteriormente, encontra sua aplicação em uma rede de rádio móvel GSM privada, constituída por uma ou mais Estações Transceptoras Base (BTS), que, juntas com a controladora BSC de referência que as gerencia, são vistas pela rede de rádio móvel pública como o subsistema BSS normal.
[019] A transmissão da interface A presente entre o NSS e o BSS de referência deste intervalo de tempo de sinalização GSM ocorre, de acordo com a invenção, por meio do sistema para o gerenciamento real das identidades do cartão SIM, indicado como VIM (Gerente de Identidade Virtual), interposto entre as duas ditas entidades de rede de rádio móvel pública, isto é, o centro de comutação MSC do NSS e a controladora de estação de rádio base BSC do
BSS.
[020] Neste contexto, o procedimento de registro fornecido pela norma GSM (Especificação Técnica GSM 03.12) envolve, além do sistema VIM, os elementos de rede GSM tradicionais do operador de rádio móvel, como o Registro de
6/24
Localização Residencial HLR, o AuC, o Registro de Localização de Visitante VLR do MSC, o BSS, composto do BSC mais a estação base de referência BTS (Nó B) e a estação móvel MS.
[021] Em particular, quando um usuário em deslocamento internacional está registrado, o sistema VIM simula, do BSS no sentido do MSC do NSS, o comportamento da estação móvel, onde ele associou o perfil de identidade mantido por um novo cartão SIM, selecionado entre aqueles tornados disponíveis pelo operador local; de modo inteiramente similar, do MSC do NSS no sentido do BSC do BSS, o sistema VIM simula o comportamento do NSS durante as etapas salientes do registro da estação móvel MS, de tal modo a assegurar a execução correta do próprio procedimento de registro.
[022] Os modos técnicos que permitem que o VIM complete com sucesso o procedimento de sinalização relacionado do registro do usuário em deslocamento será agora descrito em maior detalhe.
[023] Quando da ativação do procedimento de registro GSM, induzido pelo usuário em deslocamento por meio de sua estação móvel, a norma GSM provê que o fluxo de informação de sinalização GSM correspondente viaje na direção que vai do BSC do BSS para o MSC do NSS; o intervalo de tempo GSM a 64 Kbit/s que compõe o fluxo de sinalização transitando na interface A, alcança o MSC conectado ao NSS de destino. O MSC isola e processa o conteúdo de informação necessário para realizar o procedimento de autenticação que é subseqüentemente transmitido para o AuC associado ao HLR competente. O AuC tem a tarefa de efetuar e completar o
7/24 procedimento de autenticação associado ao procedimento de registro GSM.
[024] Na presença do sistema VIM, o intervalo de tempo de sinalização citado anteriormente antes de entrar no BSS passa através do mesmo sistema VIM, onde as operações de análise, filtragem, processamento e geração de mensagem são efetuados na interface A em ambas as direções.
[025] Analisando as operações em maior detalhe, na ocasião que o usuário em deslocamento entra na cobertura da rede de rádio móvel privada, onde o sistema VIM está conectado, ele é forçado independentemente pela rede PLMN da nação visitada a apresentar-se com sua própria Identidade de Assinante Móvel Internacional (IMSI), em vez da Identidade de Assinante Móvel Internacional Temporária (TIMSI).
[026] Com esta informação, o sistema VIM é capaz de consultar sua base de dados para ver se o usuário é autorizado a substituir o perfil de identidade. Se não for, o VIM comporta-se de maneira transparente, caso contrário ele ativa os procedimentos de substituição de identidade. No início do procedimento de registro GSM, antes das mensagens GSM associadas atingirem o MSC de destino, elas são capturadas pelo VIM que registra dentro dele próprio a estação móvel, isto é, detecta a identidade de origem do cartão SIM do usuário em deslocamento identificador IMSI) e a Identidade do Equipamento Móvel Internacional (IMEI) do terminal móvel e para observar sua presença em sua base de dados.
[027] Durante toda a parte restante do procedimento de registro da estação móvel, o sistema VIM associa o conjunto
8/24 ordenado de dados, que define o perfil de identidade do cartão SIM de origem de propriedade do usuário em deslocamento e presente em sua estação móvel, um segundo conjunto de dados, formalmente similar ao primeiro e que representa o perfil de identidade de um cartão SIM emitido para substituir o código IMEI de origem do terminal móvel. Deste momento em diante, o usuário em deslocamento será distinguido, para a rede de rádio móvel pública GSM, do novo conjunto de dados fornecido pelo sistema VIM.
[028] Deve-se observar que o sistema VIM, através de uma interface de rede de Protocolo da Internet (IP), com o qual é provido, pode ser conectado a outros sistemas VIMs que, mutuamente interconectados, efetuam uma rede internacional de sistemas VIMs. Neste particular, é possível ativar um procedimento de registro GSM opcional, formalmente inteiramente similar àquele que acabamos de descrever, com o sistema VIM da rede de rádio móvel privada de origem, conectada, através da mencionada interface de rede IP, ao sistema VIM da rede de rádio móvel privada visitada pelo usuário em deslocamento.
[029] Conseqüentemente, no complexo da rede internacional de sistemas VIMs, o procedimento de registro GSM, ativado opcionalmente pela rede de rádio móvel privada de origem, permite localizar o usuário em deslocamento internacionalmente conectado à cobertura de rádio móvel privado visitada de outra nação. Esta localização pode ser efetuada pela rede de rádio móvel privada de origem em todos os casos em que o sistema VIM da rede de rádio móvel privada visitada tiver anteriormente o perfil de identidade do cartão SIM original substituído pelo perfil de
9/24 identidade de um cartão SIM possuído pelo operador de rede da nação visitada.
[030] De um ponto de vista mais geral, deve-se frisar que os procedimentos de registro opcionais são sincronizados pelo sistema VIM da rede de rádio móvel privada visitada tomando como sistema de referência, isto é, como o sistema VIM mestre. O sistema VIM mestre garante a seqüência correta de eventos que compõem o procedimento de registro, necessário para impedir a ocorrência de dois registros, distinguidos por dois perfis de identidade do mesmo usuário em deslocamento, com os dois sistemas VIMs pertencentes às redes de rádio móvel privadas respectivas, uma de origem e a visitada.
[031] O processamento dos intervalos de tempo GSM de 64 Kbit/s, um por direção, que constituem o fluxo de sinalização presente entre o BSC e o MSC da rede de rádio móvel pública da nação visitada, é realizado pelo sistema
VBIM da maneira doravante descrita.
[032] A extração e a reinserção da camada física de cada um dos intervalos de tempo GSM de 64 Kbit/s, conectados com o fluxo de sinalização já mencionado, são efetuados pelo sistema VIM por meio de um dispositivo de hardware com o qual é provido, que deverá ser descrito em detalhe doravante.
[033] Após a extração do intervalo de tempo de sinalização, os recursos de processamento do sistema VIM permitem identificar e filtrar a Parte de Aplicação de Transferência Direta DTAP (RANAP, Parte de Aplicação de Rede de Acesso de Rádio no cenário UMTS) componente das mensagens que transitam no intervalo de tempo de
10/24 sinalização, é possível ler, analisar e, como poderá ser o caso, modificar o conteúdo de Gerenciamento de Mobilidade e Gerenciamento de Controle de Chamada do dito componente DTAP. Consistentemente com as especificações técnicas da Série 08 da norma GSM, o nível DTAP da pilha de protocolo presente na interface A representa o contexto dentro do qual deverão ser encontrados todos os elementos de informação pertencentes ao perfil de identidade do cartão SIM mantido pelo usuário, necessário para efetuar as operações efetuadas pelo sistema VIM.
[034] Uma vez completo o processamento, o sistema VIM remonta as mensagens com o componente DTAP processado, substituindo aquelas filtradas. O processo precisa ocorrer em cumprimento com os parâmetros de tempo configurados no sistema.
[035] Nesta etapa, o usuário é informado de sua nova identidade, adotada para o intercâmbio de informação de sinalização com a rede de rádio móvel pública, através da transmissão de uma mensagem (por exemplo, uma mensagem curta SMS) pelo sistema VIM, que atesta o término do registro do usuário provido de um novo perfil designado a ele pelo VIM. Em particular, a mensagem transmitida pelo VIM notifica o usuário não apenas de sua nova identidade, contida no perfil correspondente, mas também os parâmetros identificadores de seu interesse, como o novo número
MSISDN.
[036] Até ativação do deslocamento inteiramente agora, a operação do sistema VIM quando da procedimento para registrar um usuário em internacional foi descrita. Um processo similar é realizado quando da ativação do
11/24 procedimento de desregistro. No entanto, é importante frisar que o sistema VIM, dentro do contexto de arquitetura mostrado na Figura 1, não entra em jogo apenas quando da ativação do registro ou do desregistro da estação móvel, mas também em todas as etapas que exigem um intercâmbio de informação de sinalização entre a estação móvel e a rede de rádio móvel pública da nação visitada, que obviamente podería ser a informação para a montagem e execução de uma chamada de voz ou de dados GSM.
[037] Toda vez que há um intercâmbio de fluxos de informação através do sistema VIM interposto entre o BSC e o MSC de referência, pertencente ao operador da rede móvel, o mesmo VIM assegura que a chamada não é uma chamada de emergência, em cujo caso ele comporta-se de maneira inteiramente transparente, isto é, como se ele não existisse em relação à rede. Se o fluxo de sinalização não é associado a uma chamada de emergência, ele geralmente prevê:
- filtragem a abertura do componente DTAP contendo os dados identificadores do usuário;
intercâmbio do perfil de identidade original do cartão SIM presente na estação móvel com aquele do cartão SIM tornado disponível pelo sistema VIM;
- modificação dos parâmetros do componente DTAP para levar em conta o intercâmbio dos perfis de identidade descritos no ponto acima;
- inserção do intervalo de tempo de sinalização GSM com o componente DTAP processado no fluxo de informação correto que transita entre o BSS e o NSS;
- transmissão opcionalmente para o sistema VIM da rede
12/24 de rádio móvel privada de origem, onde ela é interconectada através da interface de rede IP permitindo a conexão física de múltiplos sistemas VIMs, os parâmetros relacionados ao perfil de identidade do cartão SIM de origem, colocado em correspondência com aqueles que representam o perfil de identidade do cartão SIM tornado disponível pela rede privada visitada.
[038] Um exemplo da arquitetura funcional do sistema VIM, capaz de operar de acordo com os procedimentos mencionados anteriormente, é agora descrito com o auxílio da representação mostrada na Figura 2, relacionada à transmissão da sinalização no enlace MS-BSS-NSS (enlace ascendente) e no enlace NSS-BSS-MS (enlace descendente).
[039] Em particular, é examinado agora o caso em que uma série de mensagens contidas nos intervalos de tempo de sinalização GSM de 64 Kbit/s é transmitida pela estação móvel para a estação de rádio móvel pública, isto é no enlace MS-BSS-NSS (enlace ascendente).
[040] Toda vez que a mensagem de um intervalo de tempo de sinalização GSM, que porta conteúdo de informação relacionado ao componente DTAP, através do sistema VIM, é capturado e submetido a uma série de operações que processam seu conteúdo. Assim, uma vez terminado o processamento, o intervalo de tempo é reinserido em seu fluxo de sinalização. Como foi dito anteriormente, o conteúdo de informação do componente DTAP permite realizar, por exemplo, tanto o Gerenciamento de Mobilidade como o
Gerenciamento de Controle de Chamada.
[041] No enlace ascendente, todos os intervalos de tempo GSM que vêm da controladora BSC, tanto portando dados
13/24 de sinalização DTAP, como dados de sinalização não DTAP, são adquiridos dentro do sistema VIM através da entrada 1 por um elemento MSN (Farejador de Mensagem). Este elemento abre o intervalo de tempo e dele extrai o conteúdo relacionado ao componente DTAP da mensagem. 0 componente do intervalo de tempo de sinalização, portando a parte não DTAP da mensagem, é passado na direção 4 para um elemento MI (Injetor de Mensagem), que deverá prover, uma vez terminado o processamento, a remontagem do componente não DTAP e os dois componentes DTAP processados do intervalo de tempo de sinalização e reinseri-lo através da saida 2 no fluxo direto no sentido do MSC do NSS. 0 conteúdo restante da mensagem assim extraída é entregue na direção 3 para um elemento Tratador SW de Gerenciamento de Mobilidade (MMSH) e nele processado na parte DTAP relacionada ao gerenciamento de mobilidade.
[042] O elemento MMSH efetua as operações seguintes:
- ele identifica a mensagem portada pelo intervalo de tempo de sinalização GSM;
ele lê os dados de sinalização correspondentes, representativos do perfil de identidade do cartão SIM de origem do usuário em deslocamento, na parte pertencente à camada de protocolo de gerenciamento de mobilidade;
- ele adquire de uma base de dados DB, interna ao sistema VIM, um conjunto de dados representativos do perfil de usuário em deslocamento;
- ele adquire de uma leitora SCR apropriada um perfil de identidade de um cartão SIM, tornado disponível pelo operador do país visitado;
ele intercambia de maneira ordenada o perfil de
14/24 identidade do cartão SIM do usuário em deslocamento, contido na mensagem de sinalização, com o novo perfil de identidade do cartão SIM lido do SCR. Desta ocasião em diante, e até o usuário terminar um procedimento de desregistro, todas as mensagens com conteúdo de gerenciamento de mobilidade, portada pelos intervalos de tempo de sinalização GSM no enlace MS-BSS-NSS, sempre serão submetidos ao intercâmbio do perfil de identidade do cartão SIM original ou real do usuário em deslocamento pelo perfil de identidade do novo cartão SIM tornado disponível pelo sistema VIM;
- por último, ele analisa se a mensagem portada pelo intervalo de tempo de sinalização GSM contém dados cujo processamento é da competência da camada de gerenciamento de chamada do próprio componente DTAP. Se for, MMSH libera a mensagem para outro elemento Tratador SW de Gerenciamento de Controle de Chamada (CMSH), que processa a informação portada pela mensagem de sinalização anteriormente citada.
[043] Em particular, a mensagem processada pelo elemento MMSH é entregue na direção 7 do elemento CMSH, que efetua uma série de operações de processamento na parte DTAP relacionada ao gerenciamento de chamada, formalmente inteiramente similar àquelas efetuadas dentro do contexto de gerenciamento de mobilidade pelo elemento MMSH. O elemento CMSH intercambia os dados pertencentes ao gerenciamento de chamada e relacionado ao perfil de identidade do cartão SIM do usuário em deslocamento, com os dados necessários para assegurar o término dos procedimentos de gerenciamento de chamada, isto é, os dados representativos do perfil de identidade do cartão SIM
15/24 emitido pelo operador. Por exemplo, este último perfil podería permitir a ativação do correio de voz do usuário chamado, a autorização para utilizar WAP, serviços de correio eletrônico, etc.
[044] Ao final das operações de processamento, o elemento CMSH libera a mensagem contendo a parte DTAP assim processada para o elemento MI na direção 6.
[045] Se, em vez disso, a mensagem portada pelo intervalo de tempo de sinalização GSM contém apenas dados da competência do elemento MMSH e assim não da competência do elemento CMSH, a mensagem citada acima, uma vez processada, é enviada na direção 5 diretamente para o elemento MI, que a insere nos fluxos de sinalização apropriados presentes no sistema VIM.
[046] Desta forma, até a chamada ser desprezada ou liberada, todos os dados utilizados pelo elemento CMSH com a tarefa de gerenciamento de chamada, tanto relacionados ao perfil de identidade do cartão SIM de origem, como relacionados ao perfil de identidade do cartão SIM emitido pelo operador de rede da nação visitada, são processados de acordo com os procedimentos anteriormente descritos.
[047] Claramente, o elemento MI deverá efetuar as funções citadas em cumprimento do tempo fornecido na interface A pela entidade de normatização GSM ETSI, estabelecido na Especificação Técnica GSM 08.04 e nas Especificações Técnicas a ela correlacionadas.
[048] No caso da transmissão de sinalização no enlace NSS-BSS-MS (enlace descendente), a mesma arquitetura funcional descrita acima para o enlace MS-BSS-NSS (enlace ascendente) continua a ser válida, tendo em mente que neste
16/24 enlace os intervalos de tempo de 64 Kbit/s vêm do MSC da rede de comutação de rádio móvel e são dirigidos para o subsistema BSS da rede de acesso de rádio.
[049] O sistema VIM, interposto entre o NSS e o NSS, neste caso realiza o necessário intercâmbio dos dados de perfil de identidade presentes no SIM do operador do país visitado com aqueles do perfil de identidade presente no SIM da estação móvel do usuário em deslocamento.
[050] Deve-se observar que, na presença de um segundo sistema VIM a ele conectado através da rede IP, os dois sistemas são coordenados de modo tal a assegurar, além das funcionalidades de substituição de identidade peculiares descritas acima, que a mensagem intercambiada em ambas as interfaces A sempre cumprem com as especificações técnicas produzidas pela entidade de normatização ETSI do sistema
GSM.
[051] Uma realização arquitetônica possível para o sistema VIM é mostrada na Figura 3. A realização compreende os módulos físicos seguintes:
- uma controladora do sistema, indicada como SC: este é o cartão de processamento que provê o gerenciamento de todos os barramentos, interfaces e sinalização e cartões de processamento de voz. Ela também provê todos os recursos de processamento não submetidos à restrição de tempo real, necessário para a execução da aplicação telefônica.
[052] O cartão SC é provido de duas portas de transferência. Uma porta serial PS tem a tarefa de intercambiar dados com a leitura do cartão SIM, indicada como SCR. Uma porta Ethernet IA, conectada à conexão C7, torna disponível a informação de operação e de manutenção e
17/24 a informação contida em um subsistema de armazenamento, indicado como DB;
- o subsistema de armazenamento DB compreende um ou mais apoios de armazenamento do tipo Disco Rígido e CD ROM, HD e CD: ele contém todas as memórias de massa do sistema, tanto aquelas necessárias para o sistema operacional, para a aplicação, etc., preferivelmente armazenados no Disco Rígido, como aquelas necessárias para a base de dados dos usuários que são empregados da empresa, preferivelmente armazenadas no CD ROM;
a controladora do sistema acessa esses apoios através da conexão CM, que consiste, por exemplo, de um barramento SCSI ou EIDE;
- a leitora de cartão SIM SCR: esta é a leitora que acomoda pelo menos um SIM do mesmo operador público que, como provedor da rede, autoriza a empresa visitada a acessar a interface A;
- um processador de sinalização e portal IP, indicado como SP: o cartão que é capaz de analisar, filtrar, mascarar e gerar mensagens de sinalização no canal comum de número 7, tanto relacionado à interface A, como o relacionado à Interface de Velocidade Primária (PRI) que tem a tarefa de transferir os fluxos de acesso ISDN primários de e para a central PBX. Os fluxos citados anteriormente são transmitidos por meio do esquema de transmissão digital El, capaz de transportar dados a uma velocidade de bit de 2,048 Mbps. No interior do SP são visíveis as duas portas de transferência de dados, uma indicada como IE, que é capaz de comunicar-se tanto com a interface A do GSM, como com a interface ISDN PRI através
18/24 de um barramento TDM, a outra, indicada como IA, que corresponde à interface Ethernet adaptada para transmissão de dados a 10/100 Mbps na conexão C4.
[053] SP também é capaz de operar como portal de transporte de sinalização porque é capa de traduzir, por meio do protocolo SCTP, a sinalização CCSS número 7 na rede comutada por circuito dentro da sinalização correspondente na Internet, utilizada para interconectar múltiplos sistemas VIMs internacionalmente distribuídos em redes de rádio móvel privada distintas. O intercâmbio de informação de sinalização de Internet entre os sistemas VIMs citados anteriormente ocorre utilizando o protocolo de sinalização SCTP/IP (Protocolo de Transporte de Controle de Fluxo/Protocolo da Internet), preferido por razões de eficiência e de cumprimento com a norma. No entanto, outro protocolo de transporte de sinalização da Internet pode ser adotado em vez do protocolo SCTP/IP sugerido.
[054] Do ponto de vista da camada física, é possível extrair/inserir os intervalos de tempo de sinalização CCS número 7 dos fluxos El diretamente através do barramento
TSM (Padrão ECTF H.110), utilizando a funcionalidade de extração e de inserção presentes neste cartão. O cartão também é dotado de um conjunto de API (Interface de Programação de Aplicação), isto é, de funções de software que, operando no modo assíncrono, permitem seletivamente filtrar, analisar e substituir os componentes DTAM e BSSMAP (Parte de Aplicação do Sistema de Gerenciamento da Estação Base) das diferentes camadas de protocolo adotadas na interface A. Em particular, para transferir a mensagem de sinalização CCSS número 7 intercambiada entre o BSC e o MSC
19/24 da rede de rádio móvel GSM, as camadas 1, 2, 3 e os protocolos SCCP MPT são utilizados. Deve-se observar que, no modo síncrono, também é possível gerar mensagens independentemente daquelas interceptadas no fluxo de sinalização;
- um portal de voz, indicado como GP: este é o cartão que processa a informação de voz transferida entre as redes comutadas por circuito e as redes comutadas por pacote. Ela é geralmente equipada com transcodificadores de áudio, capazes de transformar fluxos de voz GSM de 64 Kbit/s em fluxos correspondentes nas velocidades de bit padronizadas ao nível ITU-T (por exemplo, G.723.1, G.728, G.729) ou ao nível ETSI (GSM FR, HFR, EFR). Essas operações de transcodificação da voz são conduzidas para otimizar a largura de banda ocupada nas redes de transporte IP utilizadas em cada ocasião.
[055] Dentro do GF são visíveis três portas de transferência de dados. Através da porta indicada como IE' transitam a voz e os fluxos de sinalização CCSS número 7 do sistema GSM, presentes na conexão Cl de e para o MSC do centro de comutação. Através da porta indicada como IE'' transitam a voz e os fluxos de sinalização PRI ISDN, presentes na conexão C2 de e para a central PBX. A terceira porta, indicada como IA' , é utilizada para transferir fluxos Ethernet a 10 Mbps na conexão C3.
[056] Além do barramento TDM, dedicado às aplicações de telefonia assistida por computador (Telefonia por Computador), também há o barramento do sistema Compact PVI, derivado do computador, indicado como PCI, que interconecta tanto o cartão SP como o cartão GP à controladora do
20/24 sistema SC.
[057] Os fluxos de voz vindos da conexão C3, bem como os fluxos de sinalização CCSS número 7 vindos da conexão C4 e a informação vinda da conexão C7 acessam um comutador Ethernet, utilizado para combinar os fluxos mencionados no mesmo meio físico C5. Este comutador é utilizado para eliminar colisões entre pacotes de naturezas diferentes, particularmente danoso para a qualidade do transporte de voz em IP.
[058] O fluxo na conexão C5 atinge um aparelho roteador IR (Roteador IP) que constitui o elemento de junção posicionado entre a LAN (Rede de Área Local) da empresa visitada e o transporte WAN (Rede de Área Ampla) do Protocolo da Internet conectado à conexão C6. Este aparelho é conectado à rede IP WAN através de uma interface apropriada, ativado para transmitir voz e sinalização CCSS número 7 na rede IP, denominada interface de rede IP.
[059] A realização arquitetônica do sistema VIM descrito acima tem por base hardware inovador e componentes de software e, além dos apoios de armazenamento de Disco Rígido e CD ROM, em componentes como a leitora SCR, o cartão SP e o cartão GF, fornecidos com o TDM H.110 e barramentos Compact PCI associados correspondentes, atualmente já disponíveis no mercado.
[060] A operação do sistema será agora analisada com referência aos desenhos acompanhantes.
[061] Na ocasião em que a estação móvel do usuário em deslocamento entra na cobertura rádio-elétrica da rede privada da empresa visitada, o procedimento de registro é ativado que implica a transmissão dos identificadores IMSI
21/24 e IMEI, presentes, respectivamente, no cartão SIM de origem e no terminal móvel.
[062] A controladora do sistema SC verifica se os identificadores mencionados acima estão presentes no subsistema de armazenamento DB e, caso positivo, ela inicia o procedimento para substituir o perfil de identidade. Para este fim, o sistema SC solicita à SCR ler um novo perfil de identidade presente no cartão SIM pertencente ao operador da nação visitada, e o identificador IMSI relacionado é transferido do SCR ao SC através da porta serial PS. Ademais, o subsistema de armazenamento fornece ao SC um novo identificador IMEI, ativado pelo operador da rede visitada.
[063] Neste ponto, similarmente com a descrição da arquitetura funcional do sistema VIM, toda vez que uma voz e fluxo de sinalização chega do BSS para a porta IE' do cartão GF, ele é transferido através do barramento TDM para o cartão SP, que extrai o intervalo de tempo de sinalização CCS número 7 do sistema GSM e provê:
processamento das partes de Gerenciamento de
Mobilidade e Gerenciamento de Controle de Chamada do componente DTAP, isto é, substituir o perfil de identidade do cartão SIM presente na estação móvel pelo perfil de identidade do cartão SIM lido pela SCR;
ao final da operação de processamento menciona anteriormente, remontar no intervalo de sinalização GSM o componente não DTAP e os dois componentes DTAO do
Gerenciamento de Mobilidade e Gerenciamento de Controle de Chamada submetidos ao processamento.
[064] Por fim, uma vez estabelecida a chamada, o
22/24 cartão SP, através do barramento TDM, insere o intervalo de tempo de sinalização GSM dentro do fluxo de voz correspondente que transita na conexão Cl no sentido do MSC do centro de comutação.
[065] Após receber e reconhecer o identificador IMSI como seu próprio, a rede de rádio móvel comunica à estação móvel um número denominado RAND, quando do recebimento do qual a estação móvel inicia o procedimento de autenticação com a rede de rádio móvel visitada.
[066] Durante este procedimento, o sistema GSM provê que no cartão SIM da estação móvel, o parâmetro de resposta SRES é calculado por meio do algoritmo A3, utilizando uma chave Ki, designada singularmente, presente no próprio cartão SIM, e do número RAND transmitido pela rede de rádio móvel pública à estação móvel. Na presença do sistema VIM, o procedimento de autenticação pode ser realizado com sucesso utilizando a leitora SCR capaz de:
- ler a chave Ki presente no cartão SIM ali contido;
ler o número RAND transmitido no canal de sinalização CCSS número 7 pela rede de rádio móvel do operador do país visitado. Em particular, o número RAND está contido em um intervalo de tempo de sinalização presente no fluxo de sinalização do CCSS número 7 que transita na conexão Cl que conecta a rede de rádio móvel pública ao cartão GF. Através do barramento TDM, o cartão SP intercepta o número RAND do intervalo de tempo de sinalização correspondente e o entrega à controladora SC por meio do barramento PCI. O SC utiliza a porta serial PS para transmitir o número RAND ao cartão SIM presente na leitora SCR;
23/24 ler o parâmetro SRES, obtido como resultado da operação de autenticação realizada dentro do cartão SIM, presente na leitora SCR;
comunicar o parâmetro SRES assim obtido à controladora SC através da porta serial PS.
[067] A controladora SC transmite no barramento PCI o parâmetro SRES ao cartão SP que, por sua vez, insere, por meio do barramento TDM, o intervalo de tempo de sinalização que porta o parâmetro SRES dentro do fluxo de sinalização CCSS número 7 correspondente que transita pela conexão Cl no sentido do MSC do centro de comutação da rede de rádio móvel.
[068] Uma vez terminada a autenticação e em todos os casos de estabelecimento de chamada de voz ou de dados (por exemplo, SMS) na presença do sistema VIM, embora a norma GSM provê que a operação de criptografia seja conduzida pela estação móvel, devido à separação espacial entre o cartão SIM presente na leitora SCR e o terminal móvel, esta operação de criptografia não pode ser realizada. Para superar esta restrição, em todos os casos em que a rede comutada por rádio móvel da nação visitada exigir que o BSC do subsistema BSS da rede de acesso de rádio móvel para permitir a operação de criptografia, através da transmissão de mensagens de sinalização BSSAP, Parte de Aplicação do Sistema de Estação Base (RANAP no cenário UMTS), o sistema VIM captura as ditas mensagens, processa as mesmas de tal modo a sempre desativar a operação de criptografia e transmite as mensagens assim processadas tanto para o BTS (Nó B) do BSC correspondente como para a estação móvel a ele conectada.
24/24 [069] No caso da ativação do procedimento de registro GSM opcional, adotado para a localização do perfil de identidade do cartão SIM de origem do usuário em deslocamento com a rede de rádio móvel privada de origem, os parâmetros de autenticação do cartão SIM original são utilizados, transmitidos através das interfaces fornecidas para conectar os sistemas VIM na Internet.
[070] É evidente que a descrição acima foi fornecida puramente por meio de um exemplo não limitativo. Variações e modificações são possíveis sem assim desviar do escopo da proteção das reivindicações.
1/10

Claims (19)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Sistema para gerenciar as identidades de estações móveis que se deslocam entre redes de rádio móveis, operando dentro de uma rede de rádio móvel privada, constituída por um ou mais estações transceptoras base (BTS; Nó B) e por uma controladora de estação base de referência (BSC; RNC), que realiza um subsistema de estação base normal (BSS; RNS) dentro da rede de rádio móvel pública, caracterizado pelo fato de quando do registro da estação móvel em deslocamento (MS), autorizada a acessar a rede de rádio móvel privada, o sistema (VIM) simula, a partir do subsistema da estação base (BSS; RNS) no sentido do centro de comutação móvel (MSC) do subsistema de comutação da rede competente (NSS), o comportamento da estação móvel, onde ela tem associado o perfil de identidade selecionado de um grupo de perfis de identidade mantidos pelo operador da rede visitada, e em forma inteiramente similar, do centro de comutação móvel (MSC) no sentido do subsistema de estação base (BSS), o sistema (VIM) simula o comportamento do subsistema de comutação da rede competente (NSS) durante as etapas salientes do registro da estação móvel em deslocamento, de tal modo a assegurar a execução correta do próprio procedimento de registro.
  2. 2. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de, quando a estação móvel do usuário entrar dentro da cobertura da rede de rádio móvel privada e for forçada a se apresentar com seu próprio identificador (IMSI), ela verifica se o usuário tem permissão para substituir o perfil de identidade e, se
    2/10 tiver, ele registra o identificador (IMSI) e o código terminal móvel (IMEI) em seu interior, associando-o ao conjunto ordenado de dados, que definem o perfil de identidade do cartão de origem presente na estação móvel (MS) , um segundo conjunto de dados, formalmente similar ao primeiro e que representa o perfil de identidade do cartão emitido pelo operador da rede visitada adotando um dos códigos terminais móveis (IMEI) que ele tem disponível, em substituição do código de origem do terminal móvel.
  3. 3. Sistema, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato da substituição ser feita pela operação na mensagem portada dentro do fluxo de sinalização do canal comum entre o centro de comutação móvel (MSC) e a controladora da estação de rádio base (BSC; RNC) localizada na empresa visitada, e em particular extraindo cada um dos intervalos de tempo na camada física para identificar e filtrar um componente (DTAP; RANAP), que contém os parâmetros de identificação do usuário, para subseqüentemente ler, analisar e modificar o conteúdo de gerenciamento de mobilidade e conteúdo do gerenciamento do controle da chamada associados ao novo perfil de identidade, então rearrumando, uma vez terminadas as operações de processamento, as mensagens com o componente processado (DTAP; RANAP).
  4. 4. Sistema, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de, após a substituição do perfil de identidade estar completo, ele informa o usuário de sua nova identidade, adotada para o intercâmbio de informação de sinalização com a rede de rádio móvel pública, através da transmissão de uma mensagem que também contém parâmetros
    3/10 adicionais, como o número ISDN da estação móvel nova (MSISDN).
  5. 5. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de ele adquirir todos os intervalos de tempo vindos da controladora (BSC; RNC) portando dados de sinalização por meio de um primeiro elemento de retirada (MSN), que extrai dele o conteúdo relacionado ao componente (DTAP; RANAP) da mensagem, enquanto ele passa o conteúdo não relacionado ao componente (DTAP; RANAP) para um segundo elemento de injeção (MI) que, uma vez terminado o processamento, rearruma o conteúdo original e aquele processado nos intervalos de tempo de sinalização e reinsere o resultado dentro do fluxo dirigido no sentido do centro de comutação móvel (MSC).
  6. 6. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de ele entregar o conteúdo relacionado ao componente (DTAP; RANAP) da mensagem a um terceiro elemento (MMSH), onde ele é processado na parte relacionada ao gerenciamento de mobilidade, efetuando as seguintes operações:
    ele identifica singularmente a mensagem portada pelo intervalo de tempo;
    ele lê os dados de sinalização correspondentes, representativos do perfil de identidade do cartão SIM de origem do usuário viajante, na parte que pertence à camada de protocolo de gerenciamento de mobilidade;
    ele adquire de uma base de dados (DB) , interna ao sistema (VIM), um conjunto de dados representativos do perfil da estação móvel;
    ele adquire de uma leitora (SCR) o perfil de
    4/10 identidade do cartão tornado disponível pelo operador do país visitado;
    ele intercambia de maneira ordenada o perfil de identidade do cartão da estação móvel, contido na mensagem de sinalização, com o novo perfil de identidade do cartão lido pela leitora (SCR);
    ele analisa se a mensagem portada pelo intervalo de tempo de sinalização contém dados cujo processamento é da competência da camada de gerenciamento de chamada do próprio componente (DTAP; RANAP).
  7. 7. Sistema, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de, se a análise citada anteriormente produzir uma resposta positiva, a mensagem é enviada para outro elemento (CMSH), que processa a informação portada na mensagem de sinalização na camada de gerenciamento de chamada superior da pilha de protocolo relacionada ao componente (DTAP; RANAP) efetuando:
    o intercâmbio de dados de gerenciamento da chamada relacionado ao perfil de identidade do cartão da estação móvel com os dados representativos do perfil de identidade do cartão emitido pelo operador, necessário para assegurar o término dos procedimentos de gerenciamento da chamada;
    a transmissão da mensagem contendo o componente (DTAP; RANAP) assim processado para o segundo elemento de injeção (MI), que o insere dentro dos fluxos de sinalização apropriados.
  8. 8. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato dele compreender os seguintes módulos físicos:
    uma controladora do sistema (SC), que provê o
    5/10 gerenciamento de todos os barramentos, interfaces e cartões de processamento de voz, fornecendo e processando recursos não submetidos à restrição de tempo real necessária para a execução da aplicação de telefone, e é provido de uma porta serial (PS), utilizada para intercambiar dados com a leitora (SCR) e com uma porta Ethernet (IA), utilizada para partilhar informação de Operação e Manutenção e a informação contida em um subsistema de armazenamento (DB);
    o subsistema de armazenamento (DB) compreendendo um ou mais suportes de armazenamento do tipo Disco Rígido (HD) e CD ROM (CD) , contendo toda a memória de massa do sistema, tanto aqueles necessários ao sistema operacional e às aplicações, e aqueles necessários para a base de dados dos usuários que são empregados da empresa, e acessível à controladora do sistema (SC) através de um barramento (CM); a leitora de cartão (SCR), que acomoda pelo menos um cartão do operador da rede visitada;
    um processador de sinalização e Portal IP (SP), que analisa, filtra, mascara e gera mensagens de sinalização no canal comum n° 7 (CCSS n° 7; BB CCSS n° 7), ambos relacionados a uma interface A (IF', IF), que conecta o centro de comutação móvel (MSC) à controladora da estação de rádio base (BSC; RNC) do subsistema de estação base (BSS; RNS) localizado na empresa visitada, e relacionado à interface (PRI) utilizada para transferir os fluxos de acesso ISDN primários de e para uma mesa telefônica (PBX), utilizando uma primeira porta de transferência de dados (IE) , e que intercambia dados no sentido de uma rede Ethernet utilizando uma segunda porta (IA), também operando como Portal para o transporte da sinalização da rede
    6/10 comutada por circuito à Internet, os intervalos de tempo portando as mencionadas mensagens de sinalização que estão sendo extraídas ou inseridas diretamente através de um barramento (TDM);
    um portal (GF) que processa a informação de voz transferida entre as redes comutada por circuito e a rede comutada por pacote, utilizando transcodificadores de áudio apropriados, e é provida de uma terceira porta de transferência de dados (IE) através da qual transmitam os fluxos de voz e de sinalização (CCSS n° 7; BB CCSS n° 7) de e para o centro de comutação (MSC) com uma quarta porta (IE') através da qual os fluxos de voz e de sinalização (PRI ISDN) são intercambiados com o comutador (PBX) e com uma quinta porta (IA') utilizada para transferir os fluxos Ethernet, um segundo barramento do sistema (PCI) que interconecta tanto o processador de sinalização como o Portal IP (SP) e o portal (GF) à controladora do sistema (SC) ;
    um comutador Ethernet (ES) que junta os fluxos de voz (C3) , os fluxos de sinalização (C4) e a informação (C7) vindas da controladora de sistema (SC);
    um aparelho de roteamento (IR), que une a rede de área local (LAN) da empresa visitada à rede de transporte de Protocolo Internet (WAN) conectada à conexão (C6), através de uma interface de rede IP apropriada, ativada para transmitir voz e sinalização (CCSS n° 7; BB CCSS n° 7).
  9. 9. Sistema, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de, quando da ativação do procedimento de registro, a controladora do sistema (SC) verifica a presença do identificador (IMSI) e do código
    7/10 (ΙΜΕΙ), presentes respectivamente no cartão de origem e no terminal móvel no subsistema de armazenamento (DB) e, se o resultado da verificação for positivo, ele solicita a leitora (SCR) para ler um novo perfil de identidade presente no cartão pertencente ao operador da rede visitada, obtendo o identificador relacionado (IMSI) através de uma primeira porta serial (PS) e um novo identificador (IMEI), ativado pelo operador da rede visitada, fornecido pelo subsistema de armazenamento (DB).
  10. 10. Sistema, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de cada vez que um fluxo de voz e de sinalização chegar do subsistema de estação base (BSS; NSS) a uma segunda porta (IE') do portal(GF), ele é transferido por meio do barramento (TDM) para o processador de sinalização e o Portal IP (SP), que extrai a informação de sinalização (CCSS n° 7; BB CCSS n° 7) e efetua as seguintes operações:
    processar as partes de Gerenciamento de Mobilidade e de Gerenciamento de Controle da Chamada do componente (DTAP; RANAP), para substituir o perfil de identidade do cartão presente na estação móvel (MS) com o perfil de identidade do cartão lido pela leitora (SCR);
    ao final do processamento mencionado acima, rearrumar no intervalo de tempo de sinalização o conteúdo não relacionado ao componente (DTAP) e o conteúdo de Gerenciamento de Mobilidade e Gerenciamento de Controle de Chamada, relacionado ao componente (DTAP; RANAP), submetido ao processamento;
    uma vez estabelecida a chamada, inserir por meio do barramento (TDM) a informação de sinalização dentro do
    8/10 fluxo de voz correspondente que transita em uma conexão (Cl) no sentido do centro de comutação móvel (MSC).
  11. 11. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de, para completar o procedimento para autenticar a estação móvel com a rede de rádio móvel visitada, o cálculo do parâmetro de resposta (SRES) é conduzido utilizando a leitora (SCR), que provê:
    ler uma chave (Ki) presente no cartão nele acomodado; ler um número (RAND) transmitido no canal de sinalização (CCSS n° 7; BB CCSS n° 7) na conexão (Cl) pela rede de rádio móvel do operador do país visitado, interceptado pelo processador de sinalização e o Portal IP (SP) no barramento (TDM) e entregue por meio do segundo barramento do sistema (PCI) à controladora do sistema (SC), que o encaminha através da porta serial (PS) para o cartão
    presente na leitora; obtido como r esultado da ler o parâmetro (SRES), operação de autenticação efetuada dentro do cartão, presente na leitora; comunicar o parâmetro (SRES) assim obtido à
    controladora do sistema (SC) através da porta serial (PS), que provê sua transmissão no segundo barramento (PCI) para o processador de sinalização e o Portal IP (SP) , que, por sua vez, insere, por meio do barramento (TDM), o intervalo de tempo de sinalização que porta o parâmetro (SRES) dentro do fluxo de sinalização correspondente (CCSS n° 7; BB CCSS n° 7) que transita na conexão (Cl) no sentido do centro de comutação móvel (MSC).
  12. 12. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de em todos os casos em que a rede
    9/10 de comutação de rádio móvel da nação visitada solicitar à controladora de estação base (BSC; RNC) do subsistema de estação base (BSS; NSS) da rede de acesso de rádio móvel para permitir a operação de criptografia ao transmitir mensagens de sinalização apropriadas (BSSAP; RANAP), o sistema (VIM) captura essas mensagens, processa-as de tal modo a sempre desativar a operação de criptografia e encaminhar as mensagens assim processadas tanto para a estação transceptora base (BTS; Nó B) da controladora correspondente (BSC; RNC), como à estação móvel (MS) a ela conectada.
  13. 13. Sistema, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de ele ser conectado através das interfaces de rede IP a outros sistemas (VIM) que, interconectados mutuamente, formam uma rede internacional e permitem ativar um segundo procedimento de registro com o sistema (VIM) da rede de rádio móvel privada de origem, para localizar a estação móvel situada dentro da cobertura de rádio móvel privada visitada de outra nação, após substituir o perfil de identidade do cartão original com o perfil de identidade do cartão de propriedade do operador da rede visitada, o sistema (VIM da rede de rádio móvel privada visitada sendo o sistema de referência para assegurar a seqüência correta do procedimento de registro.
  14. 14. Sistema, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de para a ativação do segundo procedimento de registro ele utilizar os parâmetros de autenticação do cartão original, transmitido através da interface de rede IP.
  15. 15. Sistema, de acordo com qualquer uma das
    10/10 reivindicações 1 a 14, caracterizado pelo fato das estação móvel e estação transceptora base e das redes de rádio móveis operarem de acordo com a norma GSM.
  16. 16. Sistema, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 15, caracterizado pelo fato dos cartões serem cartões SIM.
  17. 17. Sistema, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 14, caracterizado pelo fato das estação móvel e estação transceptora base e das redes de rádio móvel operarem de acordo com a norma UMTS.
  18. 18. Sistema, de acordo com a reivindicação 17, caracterizado pelo fato dos cartões serem cartões USIM.
  19. 19. Sistema, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 18, caracterizado pelo fato do deslocamento ocorrer internacionalmente.
    1/3 HLR AuC
    - --ç “--NSS
    BSS/RNS
    FIGURA 2
    2/3
    MSC
    I
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    FIGURA 2
    3/3
    FIGURA 3
BRPI0302974-3A 2002-02-06 2003-01-28 Sistema para gerenciar a identidade de estações móveis que se deslocam entre redes de rádio móveis BRPI0302974B1 (pt)

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