BRPI0410341B1 - Conjugados de polissacarídeo-proteína derivatizados de meningococos multivalentes e vacina - Google Patents

Conjugados de polissacarídeo-proteína derivatizados de meningococos multivalentes e vacina Download PDF

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Abstract

"conjugados de polissacarídeo-proteína derivatizados de meningococos multivalente e vacina". a presente invenção refere-se a conjugados de polissacarídeo-proteína, uma composição compreendendo um ou mais de tais conjugados de polissacarídeo-proteína derivatizados e processos de imunização de pacientes humanos com os mesmos. os conjugados de polissacarídeo-proteína derivatizados são polissacarídeos capsulares purificados de sorogrupos a, c, w-135, e y de neisseria meningitidis derivatizados, quimicamente ativados e seletivamente anexados a uma proteína veículo por meio de uma ligação química covalente, formando conjugados de polissacarídeo-protéina capazes de promover imunidade de longa duração para uma variedade de cepas de n. meningitidis.

Description

ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
1. Campo da Invenção
A presente invenção refere-se ao campo da medicina, de modo 10 geral e mais especificamente, à microbiologia, imunologia, vacinas e à prevenção da infecção por um agente patogênico bacteriano por imunização.
2. Sumário da Técnica Correlata
Neisseria meningitidis é a causa principal da meningite bacteriana e septicemia através do mundo todo. A incidência da doença meningocó15 cica endêmica durante os últimos trinta anos varia de 1 a 5 por 100.000 no mundo desenvolvido, e de 10 a 25 por 100.000 nos países em desenvolvimento (Reido, F.X. e outros (1995) Ped. Infect. Pis. J. 14, páginas 643-657). Durante as epidemias, a incidência de doença meningocócica aproxima-se de 1.000 por 1.000.000. Existem aproximadamente 2.600 casos de meningi20 te bacteriana por ano nos Estados Unidos, e em média 330.000 casos nos países em desenvolvimento. A razão de fatalidade dos casos varia entre 10 e 20%.
Meningocócicos patogênicos estão envolvidos por uma cápsula de polissacarídeo que é anexada à superfície da membrana externa do or25 ganismo. Treze sorogrupos diferentes de meningocócicos foram identificados com base na especificidade imunológica do polissacarídeo capsular (Frasch, C.E. e outros, (1935) Rev. Infect. Pis. 7, páginas 504-510). Desses treze sorogrupos, cinco causam a maior parte das doenças meningocócicas; esses incluem os sorogrupos A, B, C, W135 e Y. O sorogrupo A é responsá30 vel pela maior parte das doenças epidêmicas. Os sorogrupos B, C, e Y causam a maior parte das doenças endêmicas e surtos localizados.
A mucosa naso-orofaringena humana é o único reservatório na tural conhecido de Neisseria meningitidis. A colonização acontece na superfície externa da célula da mucosa e o tecido subepitelial da nasofaringe. O transporte dos meningocócicos pode durar meses. A dispersão dos meningocócicos ocorre por contato direto ou através de gotículas no ar. Os menin5 gocócicos tornam-se invasivos por passagem através do epitélio mucosal através de vacúolos fagocíticos como um resultado da endocitose. A defesa do hospedeiro dos meningocócicos invasivos depende da bacteriólise médiada por complemento. Os anticorpos de soro que são responsáveis pela bacteriólise médiada por complemento são direcionados, em grande parte, 10 contra o polissacarídeo capsular externo.
Foram descritas vacinas à base de polissacarídeo menginocócico que promovem uma resposta imune contra o polissacarídeo capsular. Esses anticorpos são capazes de bacteriólise médiada por complemento dos meningocócicos específicos do sorogrupo. As vacinas de polissacarídeo 15 meningocócicas são mostradas como sendo eficazes em crianças e adultos (Peltola, H., e outros, (1997) New Enql. J. Med 297, pp. 686-691 e Artenstein, M. S., e outros, (1970) New Enql. J. Med. 282, pp. 417-420), porém a eficácia é limitada em bebês e crianças jovens (Reingold, A.L., e outros, (1985) Lancet 2, pp. 114-118). Doses subseqüentes do polissacarídeo em popula20 ções mais jovens promoveram uma resposta fraca ou sem reforço (Goldschneider, I., e outros, (1973) J. Infect. Diseases 128, pp.769-776 e Gold.R., e outros, (1977) J. Infect. Diseases. 136, S31-S35). A duração da proteção promovida pelas vacinas de polissacarídeo meningocócicas não é de longa duração, e foi estimada como sendo de 3 a 5 anos em adultos e crianças 25 acima de quatro anos de idade (Brandt, B. L. e Artenstein, M. S. (1975) J.
Infect. Diseases 131, pp. S69-S72, Kyhty, H., e outros, (1980) J. Infect. Diseases 142, pp. 861-868 e Cessey, S. J., e outros, (1993) J. Infect. Diseases 167, pp 1212-1216). Para crianças de um a quatro anos de idade, a duração da proteção é inferior a três anos (Reingold, A. L_, e outros, (1985) Lancet 2, 30 pp. 114-118).
Os polissacarídeos são incapazes de ligar-se às moléculas de complexo de histocompatibilidade, um pré-requisito para apresentação de |Τ| antígeno e estimulação dos linfócitos auxiliares T, isto é, eles são antígenos dependentes de célula T. Os polissacarídeos são capazes de estimular os linfócitos B para produção de anticorpos sem a ajuda dos linfócitos auxiliares T. Como resultado do estímulo independente de T dos linfócitos B, existe 5 falta de indução de memória seguindo-se a imunização por esses antígenos.
Os antígenos de polissacarideo são capazes de promover respostas independentes de T muito eficazes em adultos, porém essas respostas independentes de T são fracas no sistema imune imaturo dos bebês e crianças jovens.
Os antígenos de polissacarideo independentes de T podem ser convertidos nos antígenos dependentes de T por anexação covalente dos polissacarídeos às moléculas de proteína (veículos ou proteínas veículo). As células B que ligam o componente de polissacarideo da vacina conjugada podem ser ativadas por células auxiliares T específicas para peptídeos 15 que são uma parte da proteína veículo Gonjugada. A resposta auxiliar T para a proteína veículo serve para aumentar a produção de anticorpos para o polissacarídeo.
O polissacarideo do sorogrupo B foi mostrado como sendo fracamente a não imunogênico na população humana (Wyle, F. A., e outros, 20 (1972) 1 Infect. Diseases. 126, pp. 514-522). A anexação química desse polissacarideo de sorogrupo às proteínas não alterou significativamente a resposta imune nos animais laboratoriais (Jennings, H. J. e Lugowski, C. (1981) J, Immunol. 127, pp. 1011-1018). A razão para a falta da resposta imune a esse polissacarideo de sorogrupo acredita-se surgir das similarida25 des estruturais entre o polissacarideo do sorogrupo B e glicoproteínas de hospedeiro polissíaliladas, tais como, moléculas de adesão de célula neural.
Foi descrita a vacina de conjugado meningocócico com base no polissacarideo do sorogrupo C. Essa vacina monovalente promove a resposta de anticorpo funcional ao polissacarideo capsular presente nas cepas de 30 N. meningitidis correspondendo ao sorogrupo C. Tal vacina é capaz de proteger, apenas, contra doença causada pelas bactérias do sorogrupo C.
As vacinas existentes com base no polissacarideo meningocóci (Q0 co são de uso limitado em crianças pequenas e não fornecem a proteção de longa duração nos adultos. A única vacina meningocócica que, conforme mostrado, é capaz de promover a proteção de longa duração em todos os grupos, incluindo crianças, em risco de infecção meningocócica, tem como base um polissacarídeo de um sorogrupo simples de N. meningitidis e não fornece proteção contra infecção por outros sorogrupos. Assim, existe a necessidade de uma vacina de conjugado meningocócico capaz de conferir proteção ampla e de longa duração contra doença meningocócica em crianças e adultos com risco de infecção meningocócica. Os polissacarídeos meningocócicos multivalentes da presente invenção solucionam essa necessidade pela provisão de formulações de vacina nas quais os polissacarídeos imunogênicos dos sorogrupos patogênicos maiores de N. meningitidis foram convertidos em antígenos dependentes de T, através das conjugações em proteínas veículo.
A licença da FDA para vacinas de polissacarídeos meningocócicos teve como base os ensaios bactericidas com complemento de coelho bebê (SBA-BR) realizados em amostras de sangue daqueles imunizados com a vacina licenciada. Vários painéis fornecidos pelo governo e versados na técnica publicaram requisitos correntes e recomendações para avaliação das vacinas de polissacarídeo meningocócicas em tais ensaios, por exemplo:
WHO Expert Committee on Biological Standardization para demonstração da indução de produção de anticorpos bactericidas em indivíduos adultos saudáveis imunizados com vacinas meningocócicas contra sorogrupos de Neisseria meningitidis A e C (WHO 1976);
CDC SBA-BR em um estudo de comparação internacional para estabelecer os parâmetros para padronização do ensaio utiliza o mesmo soro de referência padrão, doador CDC R21654-3430107, que é uma das amostras de soro de Controle de Qualidade no estudo de comparação (Maslanka SE, e outros, 1997. Clin. Diaqn. Lab. Immunol. 4: 156-167); e o processo CDC padronizado, recomendado pelo WHO Expert Committee of Department of Vaccines and Biologicals como a metodologia ótima (WHO
NI
1999).
A licença é concedida porque a imunidade do ser humano a doença menincogócica mostrou correlacionar-se bem com o nível de anticorpo bactericida médiado por complemento pelo Ensaio Bactericida de Soro 5 (SBA) (Goldschneider, I, e outros, 1969, J. Exp. Med. 129: 1307- 1326 e Goldschneider, I e outros, 1969, J, Exp. Med. 129 : 1327-1348). Um nível substituto de uma titulação de 1:4 SBA contra sorogrupo C foi estabelecida usando um complemento humano no ensaio (SBA-H). Contudo, os requisitos de licenciamento para vacinas de polissacarídeo meningocócicas têm como 10 base a indução das respostas bactericidas do soro usando complemento de coelho bebê (SBA-BR) como fonte de complemento no ensaio (World Health Organization. 1976. Requirements for meningococcal polysaccharide vaccine. World Health Organization technical report series, no. 594. World Health Organization, Genebra, Suíça (WHO 1976). De acordo com essa re15 comendação, as titulações do anticorpo dos soros de pelo menos 90% dos indivíduos vacinados com vacina de polissacarídeo meningocócica mostrariam uma elevação de quatro vezes ou mais em 2-4 semanas após a imunização quando testados contra as cepas alvo que se seguem ou cepas equivalentes: A1 para sorogrupo A, C11 para sorogrupo C, S-195 para sorogrupo 20 Y e S-4383 para sorogrupo W-135 (WHO 1976, WHO 1981, Bureau of Biologics, Food and Drug Administration, 17 de julho de 1985). The Bureau of Biologics adotou a recomendação WHO e as vacinas de polissacarídeo meningocócicas, grupos A e C combinados e grupos A, C, Y e W-135 combinados, são licenciadas nos Estados Unidos com base nesse requisito. A fim de 25 facilitar as comparações interlaboratoriais da atividade bactericida induzida por vacinas meningocócicas, um SBA padronizado usando complemento de coelho bebê (SBA-BR) é estabilizado através do estudo multilaboratorial (Maslanka SE, e outros, 1997. Clin. Diaqn. Lab. Immunol. 4: 156-167).
Uma vez que os dados das vacinas de conjugado C meningocó30 cicas tornaram-se disponíveis, começaram a surgir questões sobre o uso do complemento de coelho no ensaio, o que poderia conduzir a titulações de SBA falsamente altas. Seguindo-se a reunião de março de 1999 para escla6 recere solucionar dúvidas relacionadas ao ensaio laboratorial para a análise do soro humano quanto aos anticorpos específicos dos sorogrupos A e C meningocócicos, o WHO Expert Committee on Biological Standardization recomendou que o SBA com complemento de coelho bebê fosse usado para medir as respostas do anticorpo ao sorogrupo C (The World Health Organization. 1999. Standardization and validation of serological assays for the evaluation of immune responses to Neisseria meningitidis Sorogrupo A/C vaccines. Genebra, WHO/V&B/99. 19 (WHO 1999)). Em um esforço para evitar a superestimação de proteção empregando complemento de coelho bebê, o WHO recomendou que um estudo fosse realizado para correlacionar as titulações limite medidas pelo ensaio SBA usando complemento de coelho bebê em relação às titulações de SBA medidas usando complemento humano. Uma reunião de acompanhamento foi realizada e os resultados apresentados para sustentar uma conclusão geral de que a titulação de SBA menor a 1:8 empregando complemento de coelho bebê correlaciona-se a ausência de proteção contra sorogrupo C e que uma titulação de SBA superior ou igual a 1:128 usando complemento de coelho bebê correlaciona-se bem a titulação de SBA de proteção de 1:4 usando complemento humano. Nenhuma informação foi provida correspondendo às titulações de SBA-BR correlatas para outros sorogrupos meningocócicos, tais como, A, V ou W135 para conjugados de polissacarídeo.
Titulações de SBA entre 1:8 e 1:64 empregando complemento de coelho bebê necessariamente não se correlacionam bem com a titulação de SBA de proteção de 1:4 empregando complemento humano (Jodar L, e outros, Bioloqicals 2002; 30: 323-329). O WHO Expert Committee recomendou que as titulações de SBA-BR de pós-vacinação de 1:8, 1:16,1:32 e 1:64 fossem reavaliadas usando complemento humano. Outras medidas para resolver as incertezas das titulações de SBA-BR de 1:8, 1:16, 1:32 e 1:64 incluíram a avaliação de aumentos de quatro vezes nas titulações de SBA de anticorpo entre a pré e pós-vacinação. A demonstração da memória como uma correlação da proteção é também oferecida, contudo, o Expert Committee recomendou que os dados disponíveis para esses substitutos
são inadequados ou limitados.
Uma titulação de SBA-BR superior a 1:8 é o melhor indício de imunidade humana à doença meningocócica, uma vez que é um aumento de quatro vezes ou mais a titulação de SBA-BR do período de pré a pós-imunização de cerca de 15 a cerca de 45 dias após imunização.
Em uma concretização, a invenção provê um processo de imunização de um paciente humano com uma composição de conjugado polissacarídeo meningocócico multivalente, onde o paciente humano possui uma titulação de SBA-BR de soro de 1:16 ou superior, preferivelmente, de 1:32 ou superior e, mais preferivelmente, 1:64 ou superior e, mesmo mais preferivelmente, 1:128 ou superior. Concretizações adicionais fornecem, adicionalmente, um processo para imunização de um paciente humano com uma composição de conjugado de polissacarídeo meningocócico, onde o paciente humano possui um aumento de quatro vezes, ou mais, nas titulações de SBA de anticorpo entre a pré e pós-vacinação.
Em outra concretização, a presente invenção provê um processo para fornecimento de imunidade a um paciente humano contra múltiplos sorogrupos de N. meningocócico por imunização do paciente humano com uma composição multivalente de conjugado de polissacarídeo meningocócico, onde a composição compreende dois ou mais polissacarídeos selecionados dos sorogrupos N. meningocócicos A e W-135; Y e W-135; C e Y; C e W-135; A, C e Y; A, C e W-135; C, Y e W-135; A, Y e W-135; e A, C,Y e W135.
Ainda nas concretizações adicionais, a presente invenção provê um processo para fornecer imunidade a um paciente humano contra sorogrupos múltiplos de N.meningococos e por imunização do paciente humano com uma composição de conjugado de polissacarídeo meningocócica (purificada), onde o polissacarídeo é derivatizado a menos que 100.000 Dáltons. Em uma concretização da invenção, o polissacarídeo purificado é despolimerizado a um tamanho de polissacarídeo médio de cerca de 5.000 a cerca de 75.000 Dáltons; preferivelmente a um tamanho de polissacarídeo meio de cerca de 7.000 a cerca de 50,000 Dáltons; mais preferivelmente a um tama8 nho de polissacarídeo médio de cerca de 8.000 a cerca de 35.000 Dáltons; mesmo mais preferivelmente, a um tamanho de polissacarídeo médio de cerca de 12.000 a cerca de 25.0000 Dáltons. Em uma concretização da invenção, o tamanho do polissacarídeo médio na composição é de cerca de 5 15.000 a cerca de 22.000 Dáltons.
Sumário da Invenção
A presente invenção provê um processo para melhorar a imunidade humana à doença meningocócica derivada da meningite causada por Neisseria meningitidis patogênica por administração de composições imuno10 lógicas de conjugados de polissacarídeo-proteína.
Em uma concretização da invenção, a composição imunológíca compreende dois ou mais conjugados de proteína-polissacarídeo, onde cada um dos conjugados compreende um polissacarídeo capsular de N. meningitidis conjugado a uma proteína veículo. Em uma concretização preferida, a 15 composição imunológíca compreende dois ou mais conjugados distintos de proteína-polissacarídeo, onde cada um dos conjugados compreende um polissacarídeo capsular de um sorogrupo diferente de N. meningitidis conjugado a uma proteína veículo.
A presente invenção provê um processo que fornece imunidade 20 aos seres humanos contra doença meningocócica derivada da meningite causada por Neisseria Meningitidis patogênica compreendendo administração de uma composição imunológíca compreendendo dois ou mais conjugados de proteína-polissacarídeo distintos, onde cada um dos conjugados compreende um polissacarídeo capsular de um sorogrupo diferente de N. 25 meningitidis conjugado a uma proteína veículo.
A presente invenção provê um processo que fornece imunidade aos seres humanos contra doença meningocócica causada por Neisseria Meningitidis patogênica compreendendo administração de conjugados de polissacarídeo-protéina meningocócicos. A presente invenção provê vacinas 30 meningocócicas multivalentes compreendidas de quantidades imunologicamente eficazes de dois a quatro conjugados de proteína-polissacarídeo distintos, onde cada um dos conjugados contém um conjugado de polissacarí deo capsular diferente em relação à proteína veículo e onde cada polissacarídeo capsular é selecionado do grupo consistindo em polissacarídeo capsular dos sorogrupos A, C, W-135 e Y. A presente invenção provê, adicionalmente, um processo para indução de uma resposta imunológica ao polissacarídeo capsular de N. meningitidis compreendendo administração de uma quantidade imunologicamente eficaz de uma composição imunológica da invenção a um ser humano. Em uma concretização, a vacina meningocócica multivalente compreende quantidades imunologicamente eficazes de dois conjugados de proteína-polissacarídeo distintos, onde cada um dos conjugados contém um conjugado diferente de polissacarídeo capsular para uma proteína veículo, e onde cada polissacarídeo capsular é selecionado do grupo consistindo em polissacarídeo capsular dos sorogrupos A, C, W-135 e Y, mais preferivelmente, compreende polissacarídeos capsulares A e W-135, A e Y, C e W-135, C e Y, e W-135 e Y. Em uma concretização, a vacina meningocócica multivalente compreende quantidades imunologicamente eficazes de três conjugados de proteína-polissacarídeo distintos, onde cada um dos conjugados contém um conjugado diferente de polissacarídeo capsular para uma proteína veículo, e onde cada polissacarídeo capsular é selecionado do grupo consistindo em polissacarídeo capsular dos sorogrupos A, C, W-135 e Y, mais preferivelmente, compreende polissacarídeos capsulares A, C e W-135, A, C e Y, C, Y e W-135, C, W-135 e Y e A, W-135 e Y. Em outra concretização, a vacina meningocócica multivalente compreende quantidades imunologicamente eficazes de quatro conjugados de proteína-polissacarídeo distintos, onde cada um dos conjugados contém um conjugado diferente de polissacarídeo capsular a uma proteína veículo, e onde cada polissacarídeo capsular é selecionado do grupo consistindo em polissacarídeo capsular dos sorogrupos A, C, W-135 e Y.
A presente invenção provê, adicionalmente, um processo de indução de uma resposta imunológica para polissacarídeo capsular de N. meningitidis compreendendo administração de uma quantidade imunologicamente eficaz de uma composição imunológica da invenção ao ser humano ou animal.
Uma concretização preferida da presente invenção emprega uma vacina meningocócica multivalente compreendida de quantidades imunologicamente eficazes de dois a quatro conjugados distintos de proteínapolissacarídeo, onde cada um dos conjugados contém um conjugado diferente de polissacarídeo capsular para uma proteína veículo e onde cada polissacarídeo capsular é selecionado do grupo consistindo em polissacarídeo capsular dos sorogrupos A, C, W-135 e Y.
A presente invenção provê um processo para proteção de um ser humano ou animal suscetível à infecção por N. meningitidis compreendendo administração de uma dose imunologicamente eficaz da vacina da invenção ao ser humano ou animal.
Todas patentes, pedidos de patente e outras publicações citadas aqui são incorporadas como referência em sua totalidade.
Descrição Detalhada da Invenção
A presente invenção compreende uma composição imunológica de dois ou mais conjugados distintos de proteína-polissacarídeo, onde cada um dos conjugados compreende um polissacarídeo capsular conjugado a uma proteína veículo. Assim, a presente invenção inclui composições que compreendem dois ou mais polissacarídeos capsulares derivatizados, diferentes conjugados a uma ou mais proteína(s) veículo(s).
Polissacarídeos capsulares podem ser preparados por técnicas padrão conhecidas dos versados na técnica. Na presente invenção, são preferidos os polissacarídeos capsulares preparados dos sorogrupos A, C, W135 e Y de N. meningitidis.
Em uma concretização preferida, esses conjugados de sorogrupo meningocócico são preparados por processos separados e formulados em uma formulação de dosagem simples. Por exemplo, polissacarídeos capsulares dos sorogrupos A, C, W-135 e Y de N. meningitidis são purificados separadamente.
Em uma concretização preferida da presente invenção, o polissacarídeo purificado é despolimerizado e ativado antes da conjugação a uma proteína veículo. Em uma concretização preferida da presente inven11 ção, os polissacarídeos capsulares dos sorogrupos A, C, W-135, e Y de N.
meningitidis são parcialmente despolimerizados empregando condições oxidativas brandas.
Polissacarídeo meningocócico nativo possui cerca de 500.000 a 1.500.000 Dáltons. A presente invenção é dirigida aos polissacarídeos meningocócicos de tamanho menor. Quando se purifica polissacarídeos nativos, uma determinada porcentagem de polissacarídeos será de tamanho inferior. Contudo, para obter um melhor rendimento, é geralmente preferido despolimerizar, ou derivatizar o polissacarídeo meningocócico nativo a uma faixa de tamanho preferida, preferivelmente inferior a 100.000 Dáltons. Em uma concretização da invenção, o polissacarídeo purificado é despolimerizado a um tamanho de polissacarídeo médio de cerca de 5.000 a cerca de 75.000 Dáltons; preferivelmente, a um tamanho de polissacarídeo médio de cerca de 7.000 a cerca de 50.000 Dáltons; mais preferivelmente a um tamanho de polissacarídeo médio de cerca de 8.000 a cerca de 35.000 Dáltons; mesmo mais preferivelmente, a um tamanho de polissacarídeo médio de cerca de 12.000 a cerca de 25.000 Dáltons. Em uma concretização da invenção, o tamanho do polissacarídeo médio na composição é de cerca de 15.000 a cerca de 22.000 Dáltons.
A despolimerização ou despolimerização parcial dos polissacarídeos pode então ser seguida por uma etapa de ativação. Ativação significa tratamento químico do polissacarídeo para prover grupos químicos capazes de reagir com a proteína veículo. Um processo de ativação preferido envolve tratamento com dihidrazida de ácido adípico em solução salina fisiológica em pH 5,0 ± 0,1 por aproximadamente 2 horas a 15 a 30°C. Um processo para ativação é descrito na Patente US número 5.965.714.
Uma vez ativados, os polissacarídeos capsulares podem então ser conjugados em uma ou mais proteínas veículo. Em uma concretização preferida da presente invenção, cada polissacarídeo capsular é conjugado separadamente em espécies de proteína veículo simples. Em uma concretização preferida, os polissacarídeos capsulares dos sorogrupos A, C, W-135 e Y de N. meningitidis são cada um conjugados separadamente nas mes12 mas espécies de proteína veículo.
Proteínas veículo podem incluir toxinas bacterianas, tais como, toxina de difteria, toxinas bacterianas inativadas, tais como, toxóide de difteria, CRM197, toxóide de tétano, toxóide de coqueluche, E.coli LT, E.coli ST, exotoxina A de Pseudomonas aeruginosa. As proteínas de membrana externa bacteriana, tais como, complexo de membrana externa c (OMPC), porinas, proteínas de ligação de transferrina, pneumólise, proteína de superfície pneumocócica A (PspA) ou proteína adesina pneumocócica (PsaA) também poderíam ser usadas. Outras proteínas, tais como, ovalbumina, hemocianina de lapa keyhole (KLH), albumina de soro bovino (BSA) ou derivado de proteína purificada de tuberculina (PPD) podem também ser usadas como proteínas veículo. Proteínas veículo são proteínas preferidas que são não tóxicas e não reatogênicas e obtidas em quantidade suficiente e pureza. Proteínas veículo seriam receptíveis aos procedimentos de conjugação padrão. Em uma concretização preferida da presente invenção, a toxina de difteria purificada de culturas de Corynebacteria diftheríae e quimicamente destoxificada usando aldeído fórmico é usada como a proteína veículo. Uma proteína veículo alternativa é a Proteína D, que é uma proteína exposta de superfície de membrana externa de H.influenza.
Em uma concretização da invenção, a razão média de cada polissacarideo derivatizado para proteína veículo é de cerca de 1:1 a cerca de 1:20 (peso/peso). Em uma concretização preferida da invenção, a razão média de polissacarideo derivatizado para proteína veículo é de cerca de 1:2 a cerca de 1:10 (peso/peso) e, mais preferida, a razão média de cada polissacarideo derivatizado para proteína veículo é de cerca de 1:2 a cerca de 1:6 (peso/peso). Em uma concretização mais preferida da invenção, a razão média de polissacarideo derivatizado total para proteína veículo é de cerca de 1 :(4±1); mais preferivelmente, 1:(4+0,5), mesmo mais preferivelmente, 1 :(4±0,25) (peso/peso).
Após conjugação do polissacarideo capsular na proteína veículo, os conjugados de polissacarídeo-proteína podem ser purificados (enriquecidos com relação à quantidade de conjugado de polissacarídeo-proteína) por uma variedade de técnicas. Um objetivo da etapa de purificação é remover o polissacarídeo não ligado do conjugado de polissacarídeo-proteína. Um processo para purificação, envolvendo ultrafiltração em presença de sulfato de amônio, é descrito na Patente US número 6.146.902. Alternativamente, os conjugados podem ser purificados fora da proteína não reagida e polissacarídeo, por qualquer número de técnicas padrão incluindo, entre outros, cromatografia por exclusão de tamanho, centrifugação de gradiente de densidade, cromatografia de interação hidrofóbica ou fracionamento de sulfato de amônio. Vide, por exemplo, P. W. Anderson, e outros, (1986). J. Immunol. 137: 1181-1186. Vide, também, H. J. Jennings e C. Lugowski (1981) J. Immunol. 127:1011-1018.
Após conjugação do polissacarídeo e proteína veículo, as composições imunológicas da presente invenção são fabricadas por combinação de vários conjugados de polissacarídeo-protéina derivatizados. As composições imunológicas da presente invenção compreendem dois ou mais polissacarídeos capsulares conjugados diferentes em uma ou mais proteína(s) veículo. Uma concretização preferida da presente invenção é uma composição imunológica bivalente compreendendo polissacarídeos capsuladores derivatizados dos sorogrupos A e C de N. meningitidis separadamente conjugados em toxina ou toxóide de difteria. Mais preferivelmente, a presente invenção é uma composição imunológica tetravalente compreendendo polissacarídeos capsulares de sorogrupos A, C, W-135 e Y de N. meningitidis separadamente conjugados em toxina ou toxóide de difteria.
A presente invenção se refere, em parte, a uma composição de conjugados de polissacarídeo derivados, multicomponentes, onde cada polissacarídeo está presente em cerca de 0,5 a cerca de 15 pg por dose. Assim, a composição pode compreender uma pg de polissacarídeo derivatizado total de 1 pg a 60 pg. Em uma concretização preferida, a quantidade relativa de cada polissacarídeo derivatizado na composição é cerca de igual a ± 50%, mais preferivelmente dentro de ± 30%; mesmo mais preferivelmente dentro de ± 20%.
A preparação e uso de proteínas veículo e uma variedade de
2θΘ procedimentos de conjugação em potencial, são bem conhecidos dos versados na técnica. Os conjugados da presente invenção podem ser preparados pelos versados na técnica usando os ensinamentos contidos na presente invenção, bem como informações prontamente disponíveis na literatura em geral. As diretrizes também podem ser obtidas de qualquer uma ou todas as patentes US que se seguem, os ensinamentos das mesmas sendo incorporados aqui em sua totalidade, como referência: Patentes US números 4.356.170; 4.619.828; 5.153.312; 5.422.427 e 5.445.817.
Alternativamente, as composições imunológicas podem ser fabricadas por cultivo de dois ou mais sorogrupos de N. meningitidis em conjunto e co-purificação, despolimerização, ativação e conjugação dos polissacarídeos ou por purificação por cultivo de sorogrupos de N. meningitidis separadamente e combinação de dois ou mais polissacarídeos purificados antes ou após qualquer das etapas de despolimerização, ativação e conjugação de polissacarídeos.
As composições imunológicas da presente invenção são fabricadas por preparação separada de conjugados de polissacarídeo-protéina de sorogrupos meningocócicos diferentes e então combinação dos conjugados. As composições imunológicas da presente invenção podem ser usadas como vacinas. A formulação das vacinas da presente invenção pode ser realizada usando processos reconhecidos na técnica. As composições de vacina da presente invenção podem também conter um ou mais adjuvantes. Os adjuvantes incluem, por meio de exemplo e não como limitação, adjuvantes de alumínio (por exemplo, sais de alumínio, tais como, hidróxido de alumínio, fosfato de alumínio, sulfato de alumínio ou combinações dos mesmos), Adjuvante de Freund (completo ou incompleto), BAY, DC-chol, pcpp, lipídeo monofosforila A, CpG, QS-21, toxina da cólera e peptídeo de formil metionila. Vide, por exemplo, Design, the Subunit and Adjuvant Approach, 1995 (M. F. Powell e M. J. Newman, eds., Plenum Press, N. Y.). O adjuvante é preferivelmente um adjuvante de alumínio, tal como, hidróxido de alumínio ou fosfato de alumínio.
Adjuvantes alternativos incluem formulações de emulsão de óleo em água, por exemplo, MF59 conforme descrito na Publicação PCT Número WO 90/14837, contendo Esqueleno a 10%, Tween 80 a 0,4%, polímero bloqueado pluronic L121 a 5% e thr-MDP, sistema adjuvante RibiTM (RAS), (Ribi Immunochem, Hamilton, MT) contendo Esqueleno a 2%, Tween 80 a 0,2% e um ou mais componentes de parede de célula bacteriana do grupo consistindo em monofosforilipídeo A (MPL), dimicolato de trealose (TDM) e esqueleto de parede de célula (CWS), preferivelmente MPL + CWS (Detox®); adjuvantes de saponina, tais como, Stimulon® (Cambridge Bioscience, Worcester, Mass.) podem ser usados ou partículas geradas dos mesmos, tais como, ISCOMs (complexos de imunoestimulação); citocinas, tais como, interleucinas (por exemplo, IL-1, IL-2, IL-4, IL-5, IL-6, IL-7, IL-12, etc.), interferons (por exemplo, gama interferon), fator de estimulação de colônia de macrófago (M-CSF), fator de necrose de tumor (TNF).
Em uma concretização da invenção, os conjugados de proteínapolissacarídeo possuem uma razão de glicosilação média (razão de polissacarídeo para proteína) de cerca de 0,05 a cerca de 2; mais preferivelmente, uma razão média de cerca de 0,08 a cerca de 1,25; e, mesmo mais preferivelmente, uma razão média de cerca de 0,1 a cerca de 0,9. Em uma concretização preferida, os conjugados de proteína-polissacarídeo possuem uma razão de glicosilação média de polissacarídeo para proteína de cerca de 0,2 a cerca de 0,8; mais preferivelmente, uma razão média de cerca de 0,2 a cerca de 0,6, e, mais preferivelmente, uma razão média de cerca de 0,3 a cerca de 0,5.
Conforme demonstrado a seguir, as vacinas e composições imunológicas, de acordo com a invenção, promovem uma resposta imune semelhante a dependente T em vários modelos de animais, considerando-se que a vacina de polissacarídeo promove uma resposta imune semelhante a dependente T. Assim, as composições da invenção são também ferramentas de pesquisa úteis para estudo das vias biológicas e processos envolvidos nas respostas imunes semelhantes a dependente Τ para antígenos de N. meningitidis.
A quantidade de vacina da invenção a ser administrada ao ser humano ou animal e o regime de administração podem ser determinados de acordo com técnicas padrão bem conhecidas dos versados na técnica comum na técnica farmacêutica e veterinária, levando-se em consideração fatores, tais como, antígeno específico, o adjuvante (caso presente), idade, sexo, peso, espécies e condição do animal ou paciente específico e a via de administração. Na presente invenção, a quantidade de veículo de polissacarídeo-protéina para prover uma dose eficaz para vacinação contra N. meningitidis pode ser de entre 0,02 pg a cerca de 5 pg por kg de peso corpóreo. Em uma composição preferida e processo da presente invenção, a dosagem está entre cerca de 0,1 pg a 3 pg por peso corpóreo. Por exemplo, uma dosagem eficaz precisará de menos anticorpo se o tempo da pós-infecção decorrido for menor, uma vez que existe menos tempo para a bactéria proliferar. De modo semelhante, uma dosagem eficaz dependerá da carga bacteriana na época do diagnóstico. Múltiplas injeções administradas por um período de dias seriam consideradas para uso terapêutico.
Os conjugados multivalentes da presente invenção podem ser administrados como uma dose simples ou em série (isto é, um reforço ou reforços). Por exemplo, uma criança recebería uma dose simples no começo da vida, então recebería uma dose de reforço até dez anos mais tarde, como é correntemente recomendado para outras vacinas de modo a prevenir doenças de crianças.
A dose de reforço gerará anticorpos de células B iniciados, isto é, uma resposta anamnéstica. Isto é, a vacina de conjugado multivalente promove uma resposta de anticorpo funcional primária, alta (isso é, seguindo-se a administração simples da vacina), em comparação à vacina de polissacarídeo licenciada, e é capaz de promover uma resposta anamnéstica (isto é, seguindo-se a administração de reforço), demonstrando que a resposta imune protetora promovida pela vacina de conjugado multivalente da presente invenção é de longa vida.
As composições da invenção podem incluir preparações líquidas para orifício, por exemplo, oral, nasal, anal, vaginal, peroral, intragástrico, mucosal (por exemplo, perlingual, alveolar, gengival, olfatória, ou mucosa respiratória) etc., administração, tal como de suspensões, xaropes ou elixires e, preparações para administração parenteral, subcutânea, intradérmica, intramuscular, intraperitoneal ou intravenosa (por exemplo, administração injetável), tal como suspensão estéril ou emulsões. Administração intravenosa e parenteral são preferidas. Tais composições podem estar em mistura com um veículo apropriado, diluente ou excipiente, tal como, água estéril, solução salina fisiológica, glicose ou semelhantes. As composições também podem ser Iiofilizadas. As composições podem conter substâncias auxiliares, tais como, agentes de umectação ou emulsionantes, agentes de tamponamento de pH, aditivos de melhora de gelificação ou viscosidade, conservantes, agentes aromatizantes, corantes e semelhantes, dependendo da via de administração e da preparação desejada. Textos padrão, tais como, REMINGTON'S PHARMACEUTICAL SCIENCE, 17. sup. th edition, 1985, incorporados aqui como referência, podem ser consultados para obtenção de preparações apropriadas, sem experimentação indevida.
Em uma concretização da invenção, uma via preferida de administração é intramuscular ou subcutânea, com a via intramuscular sendo a preferida. A administração pode ser por injeção ou ser um dispositivo de liberação alternativo.
As composições da invenção são convenientemente providas como preparações líquidas, por exemplo, soluções aquosas isotõnicas, suspensões, emulsões ou composições viscosas que podem ser tamponadas para um pH selecionado. Se a absorção pelo trato digestivo for preferida, as composições da invenção podem estar na forma sólida ou de pílulas, comprimidos, cápsulas, caplets e semelhantes, incluindo preparações sólidas que são liberadas com o tempo ou que possuem um enchimento líquido, por exemplo, líquido recoberto com gelatina, pelo que a gelatina é dissolvida no estômago para liberação para o intestino. Se a administração nasal ou respiratória (mucosa) for desejada, as composições podem estar na forma e ser dispensadas por um dispensador de aspersão por aperto, bomba dispensadora ou aerossol. Os aerossóis estão geralmente sob pressão, por meio de um hidrocarboneto. As bombas dispensadoras podem dispensar, preferível2^4 mente, uma dose medida ou uma dose possuindo um tamanho de partícula específico.
As preparações líquidas são normalmente mais fáceis de serem preparadas que os géis, outras composições viscosas e composições sólidas. Adicionalmente, as composições líquidas são mais convenientes de serem administradas, especialmente por injeção ou oralmente aos animais, crianças, especificamente crianças pequenas e outros que possam ter dificuldades de engolir uma pílula, comprimido, cápsula ou semelhante ou em situações de múltiplas dosagens. As composições viscosas, por outro lado, podem ser formuladas dentro da faixa de viscosidade apropriada para prover períodos de contato mais longo com a mucosa, tais como, revestimento do estômago ou mucosa nasal.
Em uma concretização preferida da invenção, a composição de vacina é formulada como uma solução salina fisiológica tamponada com fosfato, isenta de pirogênio, líquida e estéril com ou sem um conservante. Em uma concretização preferida, a fórmula por dose, compreende cerca de 0,3 a cerca de 1,0 mg de fosfato de sódio e cerca de 3,5 a cerca de 6,0 cloreto de sódio e até 1,5 mL de água. Em uma concretização preferida, a fórmula por dose compreende cerca de 0,6 ± 0,2 mg de fosfato de sódio e 4,4 ± 0,2 mg de cloreto de sódio e até cerca de 0,5 ± 0,2 mL de água.
Obviamente, a escolha dos veículos apropriados e outros aditivos dependerá da via exata de administração e da natureza da forma de dosagem específica, por exemplo, a dosagem líquida (por exemplo, se a composição deve ser formulada em uma solução, suspensão ou gel ou outra forma líquida), ou forma de dosagem sólida (por exemplo, se a composição deve ser formulada em uma pílula, comprimido, cápsula, caplet, forma de liberação por tempo ou forma enchida com líquido).
Soluções, suspensões e géis, normalmente contêm uma quantidade maior de água (preferivelmente água purificada) além do ingrediente ativo. Quantidades menores de outros ingredientes, tais como, ajustadores de pH (por exemplo, uma base tal como NaOH), emulsionantes ou agentes de dispersão, agentes de tampo na mento, conservantes, agentes umectan19 tes, agentes de gelificação (por exemplo, metilcelulose), corantes e/ou aromatizantes podem também estar presentes. As composições podem ser isotônicas, isto é, elas podem ter a mesma pressão osmótica que o sangue e fluido lacrimal.
A isotonicidade desejada das composições dessa invenção pode ser realizada usando tartrato de sódio, propileno glicol ou outros solutos inorgânicos ou orgânicos. Em uma concretização, a isotonicidade preferida da composição é obtida de fosfato de sódio ou cloreto de sódio ou misturas dos mesmos. Cloreto de sódio é preferido, especificamente para tampões contendo íons de sódio.
A viscosidade das composições pode ser mantida no nível selecionado usando um agente espessante farmaceuticamente aceitável. Metilcelulose é preferida porque ela é pronta e economicamente disponível e é fácil de ser trabalhada. Outros agentes espessantes apropriados incluem, por exemplo, goma xantana, carboximetil celulose, hidroxipropil celulose, carbômero e semelhantes. A concentração preferida do espessante dependerá do agente selecionado. O ponto importante é usar uma quantidade que obterá a viscosidade selecionada. As composições viscosas são normalmente preparadas de soluções por adição de tais agentes espessantes.
Um conservante farmaceuticamente aceitável pode ser empregado para aumentar a vida de prateleira das composições. Álcool benzílico pode ser apropriado, embora vários conservantes incluindo, por exemplo, parabenos, timerosal, clorobutanol ou cloreto de benzalcônio possam também ser empregados. Uma concentração apropriada do conservante será de 0,02% a 2% com base no peso total, embora possa haver variação apreciável, dependendo do agente selecionado.
Os versados na técnica reconhecerão que os componentes das composições devem ser selecionados para ser quimicamente inertes com relação aos conjugados de polissacarídeo-proteína veículo de N. meningitidis.
A invenção será adicionalmente descrita com referência aos exemplos não limitantes, ilustrativos, estabelecendo em detalhes, as várias concretizações preferidas do conceito da invenção. Outros exemplos dessa invenção serão aparentes aos versados na técnica, sem fugir do espírito da invenção.
As abreviaturas que se seguem e marcas registradas são:
ACIP, Advisory Committee on Immunlzation Practices; AE, Evento Adverso; Cetavalon®, brometo de cetiltrimetilamônio; CTAB; CFR, Code of Federal Regulations; CRF, Formulário de Relatório do Caso; DTP, Difteria Tétano Coqueluche; ELISA, Ensaio imunosorvente ligado à enzima; FDA, Food and Drug Administration; GCP, Boa Prática Clinica; GMC, Concentração geométrica média; GMT, Titulação média geométrica; IgG, Imunoglobulina G; lgG1, Subclasse 1 de imunoglobulina G; lgG2, Subciasse 2 de imunoglobulina G; IgM, Imunoglobulina M; ICH, International Conference on Harmonization; IND, Investigational New Drug; IRB, Institutional Review Board; Vacina de conjugado de difteria de polissacarídeo meningocócico bivalente (A e C) MenA/C-Dt; MenPS, polissacarídeos específicos do grupo meningocócico; mL mililitro; Menomune®, vacina de polissacarídeo meningocócica A, C Y e W-135; OD, Densidade óptica; PBS, solução salina tamponada com fosfato; SAE, Evento adverso sério; SBA, Atividade bactericida de soro; SBA-BR, Ensaio de atividade bactericida de soro realizado usando complemento de coelho bebê; SBA-HC, Ensaio de atividade bactericida de soro realizado empregando complemento humano; SIDS, Síndrome de morte súbita infantil; Tetra MenD, Vacina de conjugado de difteria de polissacarídeo meningocócico tetravalente (A, C, Y, e W-135); Td, Vacina para Tétano e Difteria; UAE, Experiência Adversa Inesperada; URI, Infecção das vias respiratórias superiores; pg, microgramas.
EXEMPLOS
Exemplo 1 Preparação de Pós de Polissacarídeos Capsulares Purificados de Sorogrupos de Neisseria Meningitidis A, C, W-135, e Y
Preparação da Pasta Bruta
Separadamente, culturas de semente congeladas úmidas de sorogrupo de Neisseria Meningitidis A, C, W-135 e Y são descongeladas e recuperadas com a ajuda de meio líquido Watson Scherp e plantas em garrafas Blake contendo meio ágar Mueller Hinton. As garrafas Blake são incubadas a 35 a 37°C em uma atmosfera de CO2 por 15 a 19 horas. Seguindose o período de incubação, o crescimento das garrafas Blake é desalojado e adicionado aos frascos de 4 L contendo meio Watson Scherp. Os frascos são incubados a 35 a 37°C por 3 a 7 horas em um agitador de plataforma. O conteúdo dos frascos de 4 L é transferido para um recipiente fermentador contendo meio Watson Scherp. O recipiente fermentador é incubado a 35 a 37°C por 7 a 12 horas controlando o teor de oxigênio dissolvido e pH com alimentação suplementar e adições de antiespumante. Após um período de incubação, o conteúdo do recipiente fermentador é transferido para um tanque de 500 L, Cetavlon® é adicionado e o material misturado por 1 hora. O crescimento tratado com Cetavlon é centrifugado em aproximadamente 15.000 a 17.000 x g em uma razão de fluxo de aproximadamente 30 a 70 litros por hora. O polissacarídeo bruto é precipitado do sobrenadante com uma segunda precipitação de Cetavlon®. Cetavlon® é adicionado ao sobrenadante e o material é misturado por pelo menos uma hora à temperatura ambiente. O material é armazenado a 1 a 5°C por 8 a 12 horas. O polissacarídeo precipitado é coletado por centrifugação em aproximadamente 45.000 a 50.000 x g em uma razão de fluxo de 300 a 400 mL por minuto. A pasta coletada é armazenada a -60°C ou menos até ser adicionalmente processada.
Preparação de Pó de Polissacarídeo Purificado
A pasta inativada é descongelada e transferida para um misturador. A pasta é combinada com 0,9 M de cloreto de cálcio para render uma suspensão homogênea. A suspensão é centrifugada em aproximadamente 10.000 x g por 15 minutos. O sobrenadante é decantado através de uma almofada isenta de fiados para um recipiente como o primeiro extrato. Um segundo volume de 0,9 M de cloreto de cálcio é adicionado à pasta e combinado para render uma suspensão homogênea. A suspensão é centrifugada como acima e o sobrenadante combinado com o sobrenadante da primeira extração. Um total de quatro extrações são realizadas, e os sobrenadantes agrupados. Os extratos agrupados são concentrados por ultrafiltração usando unidades de ultrafiltração enroladas em espiral 10-30 kDA MWCO.
Cloreto de magnésio é adicionado ao concentrado e o pH ajustado para 7,2 a 7,5 usando hidróxido de sódio. DNAse e RNase são adicionados ao concentrado e incubados a 25 a 28°C com mistura por 4 horas. Etanol é adicionado à concentração de 30 a 50%. Ácido nucléico precipitado e proteína são removidos por centrifugação a 10.000 x g por 2 horas. O sobrenadante é recuperado e o polissacarídeo precipitado por adição de etanol a 80% e deixando que o mesmo descanse por toda a noite a 1 a 5°C. O álcool é retirado por sifão e o polissacarídeo precipitado é centrifugado por 5 minutos a 10.000 x g. O polissacarídeo precipitado é lavado com álcool. O polissacarídeo é lavado com acetona, centrifugado a 15 a 20 minutos a 10.000 x g. O polissacarídeo é seco sob vácuo. O pó de polissacarídeo inicial é dissolvido em solução de acetato de sódio. Cloreto de magnésio é adicionado e o pH ajustado para 7,2 a 7,5 usando solução de hidróxido de sódio. DNase e RNase são adicionados à solução e incubados a 25 a 28°C com mistura por 4 horas para remover os ácidos nucléicos residuais. Após incubação com essas enzimas, um volume igual de solução de acetato de sódio-fenol é adicionado á mistura de polissacarídeo-enzima e colocado em um agitador de plataforma em 1 a 5°C por cerca de 30 minutos. A mistura é centrifugada a 10.000 x g por 15 a 20 minutos. A camada aquosa superior é recuperada e salva. Um volume igual de solução de acetato de sódio-fenol é adicionado à camada aquosa e extraído como acima. Um total de quatro extrações são realizadas para remover proteína e endotoxina da solução de polissacarídeo. Os extratos aquosos combinados são diluídos a dez vezes com água para injeção e diafiltrados contra 10 volumes de água para injeção. Cloreto de cálcio é adicionado ao polissacarídeo diafiltrado. O polissacarídeo é precipitado por toda a noite a 1 a 5°C por adição de etanol a 80%. O sobrenadante de álcool é retirado e o polissacarídeo coletado por centrifugação a 10.000 x g por 15 minutos. O polissacarídeo purificado é lavado duas vezes com etanol e uma vez com acetona. O pó lavado é seco sob vácuo no dessecador. O pó seco é armazenado a -30°C ou menos até processado no conjugado.
Exemplo 2 - Despolimerização de pó de polissacarideo capsular purificado de sorogrupos A, C, W135 e Y de Neissería Meningitidis
Os materiais usados na preparação incluem pós de polissacarídeo capsular purificado de sorogrupos A, C, W-135 e Y de Neissería meningitidis (preparados de acordo com o Exemplo 1), tampão acetato de sódio estéril 50 mM, pH 6,0, ácido clorídrico 1N estéril, hidróxido de sódio 1N estéril, peróxido de hidrogênio a 30% e solução salina fisiológica estéril (cloreto de sódio a 0,85%).
Cada polissacarideo do sorogrupo é despolimerizado em reação separada. Um tanque de aço inoxidável é carregado com até 60 g de pó de polissacarideo capsular purificado. Tampão de acetato de sódio a 50 mM estéril, pH 6,0 é adicionado ao polissacarideo para render uma concentração de 2,5 g de polissacarideo por litro. A solução de polissacarideo é deixada misturar a 1 a 5°C por 12 a 24 horas para efetuar a solução. O tanque de reação é conectado a uma unidade trocadora de calor. Tampão acetato de sódio 50 mM adicional, pH 6,0, é adicionado para diluir o polissacarideo para concentração de reação de 1,25 g por litro. A solução de polissacarideo é aquecida a 55°C ±0,1. Uma alíquota de peróxido de hidrogênio a 30% é adícionada à mistura de reação para render uma concentração de reação de peróxido de hidrogênio a 1%.
O curso da reação é monitorado seguindo-se a troca no tamanho molecular do polissacarideo com o tempo. A cada 15 a 20 minutos, alíquotas são removidas da mistura de reação e injetadas em uma coluna HPSEC para medir o tamanho molecular do polissacarideo. Quando o tamanho molecular do polissacarideo alcança o tamanho molecular alvo, a unidade de aquecimento é desligada e a solução de polissacarideo rapidamente resfriada para 5°C por circulação através de um banho de água gelada. A solução de polissacarideo despolimerizada é concentrada para 15 g por litro por conexão do tanque de reação a uma unidade de ultrafiltração equipada com cartuchos de celulose regenerada 3000 MWCO. A solução de polissacarideo concentrada é diafiltrada contra 10 volumes de solução salina fisiológica estéril (cloreto de sódio a 0,85%). O polissacarídeo despolimerizado é armazenado a 1 a 5°C até a próxima etapa de processo.
O tamanho molecular do polissacarídeo despolimerizado é determinado pela passagem através de uma coluna de cromatografia de filtração de gel vendida sob a marca registrada Ultahydrogel TM250 que é calibrada usando padrões de tamanho molecular Dextran e por difusão de luz a laser de múltiplos ângulos. A quantidade de possilicarídeos é determinada pelo teor de fósforo para o sorogrupo A usando o processo de Bartlet, G.R.J. (1959) Journal of Biological Chemistry, 234, pp-466-468 e pelo teor de ácido siálico para sorogrupos C, W135 e Y usando o processo de Svennerholm, L. (1955) Biochimica Biophysica Acta 24, páginas 604-611. O teor de O-acetila é determinado pelo processo de Hesterin, S. (1949) Journal of Biological Chemistry 180, p 249. A redução da atividade é determinada pelo processo de Park, J. T. e Johnson, M. J. (1949 Journal of Biological Chemistry 181, páginas 149-151). A integridade estrutural do polissacarídeo despolimerizado é determinada pela proteína ,sup.1H e .sup. 13C RMN. A pureza do polissacarídeo despolimerizado é determinada por medição do teor de LAL (endotoxina) e do teor de peróxido de hidrogênio residual.
Exemplo 3 Derivatização de Polissacarídeo Despolimerizado de Sorogrupos A, C, W-135 e Y de Neisseria Meningitidis
Materiais usados nessa preparação incluem sorogrupos A, C, W135, e Y capsulares de polissacarídeo despolimerizado de peróxido de hidrogênio de Neisseria Meningitidis (preparados de acordo com Exemplo 2), dihidrazida de ácido adípico, 1-etil-3- (3-dimetilaminopropil) carbodiimida (EDAC) para sorogrupo A apenas, cianoboroidreto de sódio, ácido clorídrico 1N estéril, hidróxido de sódio 1N estéril, cloreto de sódio 1M estéril e solução salina fisiológica estéril (cloreto de sódio a 0,85%).
Cada polissacarídeo de sorogrupo é derivatizado em uma reação separada. Um tanque de aço inoxidável é carregado com polissacarídeo despolimerizado purificado e diluído com solução salina fisiológica estéril a 0,85% para obter a concentração de reação final de 6 g de polissacarídeo por litro. A essa solução é adicionada uma alíquota concentrada de dihidrazida de ácido adípico dissolvida em solução salina fisiológica estéril a 0,85%, a fim de obter uma concentração de reação de 1 g por litro. Apenas para o sorogrupo A, EDAC é adicionado como uma alíquota concentrada em solução salina fisiológica a 0,85% estéril, para obter uma concentração de reação de 1 g por litro. O pH é ajustado para 5,0±0,1 e esse pH é mantido por 2 horas usando ácido clorídrico 1N estéril e hidróxido de sódio 1N estéril à temperatura ambiente (15 a 30°C). Após duas horas, uma alíquota concentrada de cianoboroidreto de sódio, dissolvida em solução salina fisiológica a 0,85% é adicionada à mistura de reação para obter uma concentração de reação de 2 g por litro. A reação é agitada à temperatura ambiente (15 a 30°C) por 44 horas ± 4 horas enquanto mantendo o pH a 5,5±0,5. Seguindose esse período de reação, o pH é ajustado para 6,0±0,1 e o polissacarídeo derivatizado é concentrado para 12 g de polissacarídeo por litro por conexão do tanque de reação a uma unidade de ultrafiltração equipada com cartuchos de celulose regenerada 3000 MWCO. O polissacarídeo derivatizado concentrado é diafiltrado contra 30 volumes de cloreto de sódio 1M, seguido por 10 volumes de cloreto de sódio 0,15 Μ. O tanque é desconectado da unidade de ultrafiltração e armazenado a 1 a 5°C por 7 dias. O tanque é reconectado a uma unidade de ultrafiltração equipada com cartuchos de celulose regenerada 3000 MWCO, e diafiltrado contra 30 volumes de cloreto de sódio, seguido por 10 volumes de cloreto de sódio 0,15 M.
O tamanho molecular do polissacarídeo derivatizado, a quantidade de polissacarídeo e o teor de O-acetila são medidos pelos mesmos processos usados no polissacarídeo despolimerizado. O teor de hidrazida é medido pelo processo de ácido 2,4,6-trinitrobenzenossulfônico de Snyder, S. L. e Sobocinski, P.Z. (1975) Analytical Biochemistry 64, páginas 282-288. A integridade estrutural do polissacarídeo derivatizado é determinada por próton 1H e 13C RMN. A pureza do polissacarídeo derivatizado é determinada pela medição do nível de hidrazida não ligada, o teor de LAL (endotoxina), e o teor de cianoboroidreto residual.
Exemplo 4 Preparação de Proteína Veículo
Preparação de Proteína Toxóide de Difteria Bruta
Culturas de sementes liofilizadas são reconstituídas e incubadas por 16 a 18 horas. Uma alíquota da cultura é transferida para um frasco de meio litro contendo meio de crescimento e o frasco de cultura é incubado a 34,5 a 36,5°C em um misturador giratório por 7 a 9 horas. Uma alíquota do frasco de cultura é transferida para um frasco de 4 litros contendo meio de crescimento e o frasco de cultura é incubado a 34,5 a 36,5°C em um misturador giratório por 14 a 22 horas. As culturas do frasco de 4 litros são usadas para inocular um meio de crescimento contendo fermentador. O fermentador é incubado a 34,5 a 36,5°C por 70 a 144 horas. O teor do fermentador é filtrado através de filtros de profundidade em um recipiente de coleta. Uma alíquota de solução de aldeído fórmico, 37% é adicionada à colheita para obter uma concentração de 0,2%. O pH é ajustado para 7,4 a 7,6. A colheita é filtrada através de um cartucho de filtro de 0,2 mícron para garrafas de 20 litros estéreis. As garrafas são incubadas a 34,5 a 36,5°C por 7 dias. Uma alíquota da solução de aldeído fórmico, 37%, é adicionada a cada garrafa de 20 litros para obter uma concentração de 0,4%. O pH das misturas é ajustado para 7,4 a 7,6. As garrafas são incubadas a 34,5 a 36,5°C por 7 dias em um misturador. Uma alíquota da solução de aldeído fórmico, 37% é adicionada a cada garrafa de 20 litros para obter uma concentração de 0,5%. O pH das misturas é ajustado para 7,4 a 7,6. As garrafas são incubadas a 34,5 a 36,5°C por 8 semanas. O toxóide bruto é testado quanto à desintoxicação. As garrafas são armazenadas a 1 a 5°C durante o período de teste.
Purificação da Proteína Toxóide de Difteria Bruta
O toxóide bruto é deixado aquecer à temperatura ambiente e o teor das garrafas de 20 litros é combinado em um tanque de purificação. O pH do toxóide é ajustado para 7,2 a 7,4, e carvão é adicionado ao toxóide bruto e misturado por 2 minutos. A mistura de toxóide de carvão é deixada descansar por 1 hora e então filtrada através de um cartucho e filtro de profundidade em um segundo tanque de purificação. O sulfato de amônio sólido é adicionado ao filtrado para obter 70% de saturação. O pH é ajustado para 6,8 a 7,2 e a solução é deixada repousar por 16 horas. A proteína precipita da é coletada por filtração e lavada com solução de sulfato de amônio saturada a 70%, pH 7,0. O precipitado é dissolvido em água destilada estéril e a solução de proteína é filtrada em um recipiente de coleta de aço inoxidável. O pH é ajustado para 6,8 a 7,2 e sulfato de amônio é adicionado com 40% de saturação. O pH da solução é ajustado para 7,0 a 7,2 e a solução é deixada descansar por 16 horas. O precipitado é removido por filtração e descartado. O sulfato de amônio é adicionado ao filtrado a 60% de saturação e o pH ajustado para 7,0 a 7,2. A mistura é deixada descansar por 16 horas e a proteína precipitada é coletada por filtração. O precipitado é dissolvido em água destilada, filtrado para remover a proteína não dissolvida e diafiltrado contra solução salina fisiológica a 0,85%.
Concentração e Filtração Estéril de Proteína Toxóide de Difteria Purificada
A solução de proteína é concentrada a 15 g por litro e diafiltrada contra 10 volumes de solução salina fisiológica a 0,85% em um cartucho de filtro de celulose regenerada 10.000 MWCO, A solução de proteína concentrada é esterilizada por filtração através de uma membrana de 0,2 mícron. A solução de proteína é armazenada a 1 a 5°C até ser processada no conjugado.
A concentração da proteína é determinada pelo processo de Lowry, O.H. e outros (1951) Journal of Biological Chemistry 193, p 265-275. A pureza da proteína é medida por esterilidade, teor de (endotoxina) LAL e teor de aldeído fórmico residual.
Exemplo 5 Preparação de Conjugados Monovalentes de Polissacarídeo de Sorogrupos A, C, W-135 e Y de Neisseria Meningitidis para Proteína Toxóide de Difteria
Os materiais usados nessa preparação incluem polissacarídeo derivatizado de ácido adípico dos sorogrupos A, C, W-135 e Y de Neisseria Meningitidis (preparados de acordo com o Exemplo 3), proteína toxóide de difteria estéril (preparados de acordo com o Exemplo 4), EDAC, sulfato de amônio, ácido clorídrico 1N estéril, hidróxido de sódio 1N estéril e solução salina fisiológica estéril (0,85%).
Cada conjugado de polissacarídeo de sorogrupo é preparado por uma reação separada. Todos quatro conjugados são preparados pelo processo que se segue. Um tanque de aço inoxidável é carregado com o polissacarídeo derivatizado de ácido adípico purificado em uma concentração de reação de 700 a 1000 mu.moles de hidrazida reativa por litro e proteína toxóide de difteria purificada em uma concentração de ração de 3,8 a 4,0 de proteína por litro. A solução salina fisiológica a 0,85% é usada para diluir os materiais de partida para as concentrações de reação alvo e o pH é ajustado para 5,0±0,1. Uma alíquota de EDAC é adicionada à mistura de proteína de polissacarídeo para obter uma concentração de reação de 2,28 a 2,4 g por litro. O pH da reação é mantido a 5,0±0,1 por 2 horas a 15 a 30°C. Após duas horas, o pH é ajustado para 7,0±0,1 usando hidróxido de sódio estéril 1N e a reação é armazenada a 1 a 5°C por 16 a 20 horas.
A mistura de reação é deixada aquecer a 15 a 30°C e o recipiente de reação é conectado a uma unidade de ultrafiltração equipada com um cartucho de celulose regenerado 30.000 MWCO. O sulfato de amônio sólido é adicionado a 60% de saturação (para sorogrupos A, W-135 e Y) e 50% de saturação (para sorogrupo C). A mistura de reação de conjugado é diafiltrada contra 20 volumes de 60% de solução de sulfato de amônio saturada (para sorogrupos A, W-135 e Y) e 50% de solução de sulfato de amônio saturada (para sorogrupo C) seguido por 20 volumes de solução salina fisiológica, 0,85%. O conjugado diafiltrado é primeiro filtrado através de uma cápsula de filtro contendo um filtro de 1,2 mícron e 0,45 mícron e então através de uma segunda cápsula de filtro contendo um filtro de 0,22 mícron.
A quantidade de polissacarídeo e teor de O-acetila são medidos pelos mesmos processos usados no polissacarídeo despolimerizado e derivatizado. A quantidade de proteína é determinada pelo processo de Lowry. O tamanho molecular do conjugado é determinado por passagem através de uma coluna de cromatografia de filtração de gel vendida sob a marca registrada TKS6000PW que usou DNA como o marcador de volume de vazio, ATP como o marcador de volume total e tiroglobulina bovina como um marcador de referência. Além disso, o tamanho molecular do conjugado eluído da coluna TKS6000PW é medido por difusão de luz a laser de múltiplos ân-
gulos. O caráter antigênico do conjugado é medido por ligação ao anticorpo específico para sorogrupo antipolissacarídeo usando processo ELISA de intercalamento duplo. A pureza dos conjugados é determinada por medição da quantidade de polissacarídeo não ligado (não conjugado) por eluição através de uma coluna cromatográfica de interação hidrófoba, proteína não conjugada por eletroforese capilar, esterilidade, teor de LAL (endotoxina), teor de EDAC residual e teor de íon amônio residual.
Exemplo 6 Formulação de uma Vacina de Conjugado Toxóide de Difteria de Polissacarídeo A, C, W-135 e Y Meningocócico Multivalente
Materiais usados nessa preparação incluem, polissacarídeosconjugados toxóides de difteria dos sorogrupos A, C, W-135, e Y que são preparados de acordo com o Exemplo 5, solução salina fisiológica tamponada de fosfato de sódio 100 mM (cloreto de sódio a 0,85%).
Uma alíquota de solução salina fisiológica tamponada com fosfato de sódio 100-500 mM estéril é adicionada à solução salina fisiológica (0,85%) em um tanque de volume de aço inoxidável para render uma concentração de vacina final de 10 mM de fosfato de sódio. Uma alíquota de cada um de dois a quatro dos conjugados de toxina polissacarídeo-toxóides meningocócicos monovalentes é adicionada ao tanque de volume contendo solução salina fisiológica de fosfato de sódio estéril 10 mM para render uma concentração final de 8 pg de cada polissacarídeo de sorogrupo por mililitro de tampão. O conjugado tetravalente formulado é misturado e filtrado através de um filtro de 0,2 mu.m em um segundo tanque de volume.
A quantidade de cada polissacarídeo de sorogrupo presente na formulação multivalente é determinada por análise de componente de sacarídeo usando uma cromatografia de troca de ânion de pH alto com detecção amperométrica pulsada. A quantidade de proteína é medida pelo processo de Lowry. O pH da vacina é medido usando um eletrodo de combinação conectado a um medidor de pH. O caráter antigênico da vacina de conjugado multivalente é medido por ligação ao anticorpo específico para sorogrupo antipolissacarídeo usando um processo ELISA de intercalamento duplo. A
imunogenicidade da vacina conjugada multivalente é medida pela capacidade de cada conjugado presente na vacina de promover uma resposta imune de IgG antipolissacarídeo primária e de reforço em um modelo animal. A pureza da vacina de conjugado multivalente é determinada por medição da quantidade de polissacarídeo não ligado (não conjugado) usando cromatografia de troca de ânion de pH alto com detecção amperométríca pulsada, esterilidade, teor de LAL (endotoxina), teor pirogênico e segurança geral.
Exemplo 7 Preparação de Conjugado de Proteína Toxóide de Difteria de Polissacarídeo Meningocócico Multivalente, Adjuvante de Hidróxido de Alumínio
A preparação do conjugado adsorveu o hidróxido de alumínio. Os materiais usados nessa preparação incluem conjugados de polissacarídeo dos sorogrupos A, C, W-135 e Y-toxóide de difteria que são preparados de acordo com o Exemplo 5, solução salina fisiológica estéril(cloreto de sódio a 0,85%) e hidróxido de alumínio estéril em solução salina fisiológica (cloreto de sódio a 0,85%).
Uma alíquota de cada um dos conjugados de toxóide de difteria de polissacarídeo meningocócico monovalente é adicionado ao tanque de volume contendo solução salina fisiológica para render uma concentração final de 8 pg de cada polissacarídeo de sorogrupo por mililitro de tampão. Uma alíquota de hidróxido de alumínio estéril em solução salina fisiológica (cloreto de sódio a 0,85%) é adicionada à vacina de conjugado multivalente para obter uma concentração final de 0,44 mg de íon alumínio por mililitro de vacina.
Exemplo 8 Preparação de Conjugado com Adjuvante Fosfato de Alumínio
Os materiais usados nessa preparação incluem conjugados de polissacarídeo dos sorogrupos A, C, W-135 e Y-toxóide de difteria que são preparados de acordo com o Exemplo 5, solução salina fisiológica estéril (cloreto de sódio a 0,85%) e fosfato de alumínio estéril em solução salina fisiológica (cloreto de sódio a 0,85%).
Uma alíquota de cada um dos conjugados de toxóide de difteria
ÍLh polissacarídeo meningocócico monovalente é adicionado ao tanque de volume contendo solução salina fisiológica para render uma concentração final de 8 pg de cada polissacarídeo de sorogrupo por mililitro de tampão. Uma alíquota de fosfato de alumínio estéril em solução salina fisiológica (cloreto de sódio a 0,85%) é adicionada à vacina de conjugado multivalente para obter uma concentração final de 0,44 mg de íon alumínio por mililitro de vacina.
Exemplo 9 Descrição Geral dos Materiais e Processos Usados nos Estudos Clínicos Humanos
Imunogenicidade de uma Vacina de Conjugado Derivatizado Tetrava lente
A vacina de conjugado é estudada quanto a sua capacidade de promover uma resposta imune em seres humanos sob vários protocolos clínicos diferentes. Os estudos que se seguem resumem os resultados. Os materiais e processos usados em cada um dos estudos que se seguem, a menos que de outra forma indicado são:
Tetra MenD
A vacina Tetra MenD compreende quatro polissacarídeos capsulares meningocócicos dos sorogrupos A, C, Y e W-135, 4 pg de cada polissacarídeo, covalentemente anexados a um total de 48 pg de proteína toxóide de difteria. A vacina é formulada em uma solução salina fisiológica tamponada de fosfato, isenta de pirogênio, estéril sem conservante. A fórmula compreende 0,6 mg de fosfato de sódio, 4,4 mg de cloreto de sódio e até 0,5 mL de água.
Menomune®
Menomune® é licenciado nos Estados Unidos e outros lugares para uso entre pessoas com 2 anos de idade e mais velhas. Menomune é uma preparação seca por congelamento, cada dose de vacina contendo 50 pg de cada um dos polissacarídeos A, C, Y e W-135 como antígenos, reconstituída com um diluente da solução de cloreto de sódio isotônica preservada com timerosal e fornecida subcutaneamente como uma dose de 0,5 mL. Cada 0,5 mL de dose da vacina contém 2,5 mg a 5 mg de lactose como um estabilizador. Menomune® -A/C/Y/W-135, Vacina de Polissacarí deo Meningocócica, Grupos A, C, Y e W-135 Combinados, para uso subcutâneo, é uma preparação seca por congelamento de antígenos de polissacarídeo específicos para grupo de Neisseria Meningitidis, Grupo A, Grupo C, Grupo Y e Grupo W-135. O diluente é água destilada, isenta de pirogênio, estéril. Após reconstituição do produto liofilizado com diluente, conforme indicado no rótulo, cada dose de 0,5 mL é formulado para conter 50 pg de produto isolado de cada um dos sorogrupos A, C, Y e W-135 na solução de cloreto de sódio isotônica.
Tetanus and Diphtheria Toxoids Adsorved for Adult Use® (referido subseqüentemente como Td) é uma suspensão estéril de toxóide precipitado com alume em uma solução de cloreto de sódio isotônica contendo tampão de fosfato de sódio para controlar o pH. A vacina é de aplicação intramuscular. Cada dose de 0,5 mL é formulada apara conter 5Lf de toxóide de tétano, 2Lf de toxóide de difteria e não mais de 0,28 mg de alumínio por ensaio. Os toxóides de tétano e difteria induzem pelo menos 2 unidades e 0,5 unidade de antitoxina por mL respectivamente, no teste de potência em porquinhos-da-índia. Na visita 1, Td é administrado a todos os participantes como uma dose simples de 0,5 mL por injeção intramuscular usando uma agulha de 2,54 cm (1 polegada) de calibre 25 dentro do deltóide do braço esquerdo. Cada dose de 0,5 mL contém 5 Lf de toxóide de tétano e 2 Lf de toxóide de difteria.
Amostras de Soro
Espécimes de sangue são retirados nos dias indicados após a linha de base. Por exemplo, se o protocolo indica três pontos de tempo, D0, D28 e 6 Meses, então os espécimes de sangue são retirados no Dia 0 antes da vacinação (linha de base), no Dia 28 após a vacinação (para avaliar a resposta imune primária e no 6° mês após a vacinação para avaliar a longevidade da resposta imune). Aproximadamente 5 mL do sangue integral são coletados de cada indivíduo em cada ponto de tempo. O sangue integral é centrifugado dentro de quatro horas após a coleta. O soro é removido e armazenado a -20°C. Uma amostra de sangue do Dia 28 é tomada pelo menos 28 dias, porém não ainda nos 57 dias após o Dia 0 da injeção. Uma a33 âlR mostra de sangue do 6o mês é tomada nos 6 meses mais ou menos 28 dias após o Dia 0 de injeção. Assim, um soro do Dia 28 representa um soro que é retirado entre o dia 28 ao dia 56 após o DO; e um soro de 6 meses representa um soro que é retirado entre o dia 149 ao dia 217 após DO.
Técnicas de Ensaio
Os presentes estudos utilizam vários ensaios imunológicos padrão. As descrições que se seguem resumem as metodologias usadas aqui. Contudo, outros ensaios semelhantes incluindo variações daqueles apresentados aqui, são bem conhecidos dos versados na técnica e podem ser utilizados.
Determinação de Anticorpo Antimeningocócico por um Ensaio Bactericida de Soro Empregando Complemento de Coelho Bebê (SBA-BR)
A atividade funcional do anticorpo para anticorpo antimeningocócico para sorogrupos A, C, Y e W-135 é medida usando um ensaio bactericida de soro. Diluições duplas do soro de teste são preparadas em placas de microtitulação de 96 cavidades estéreis. As bactérias meningocócicas específicas do sorogrupo juntamente com o complemento de coelho bebê são adicionadas às diluições de soro e deixadas incubar. Após esse período de incubação, um meio de sobreposição de ágar é adicionado à mistura de soro/complemento/bactéria, deixado endurecer e então incubado por toda a noite a 37°C com CO2 a 5%. As colônias bacterianas presentes nas cavidades são contadas. A titulação de ponto final é determinada por diluição de soro recíproca rendendo mais que 50% de mortalidade em comparação à média das cavidades de controle de complemento. O limite de detecção para esse ensaio, usando complemento de coelho é uma titulação de 8.
Determinação de Anticorpo Antimeningocócico de IgG
Atividade de anticorpo IgG para anticorpos antimeningocócicos para sorogrupos A, C, Y e W-135 é medida usando um ELISA indireto. Esse procedimento envolve reação de anticorpo nos soros com excesso de antígeno (MenPs) de polissacarídeo específico do grupo meningocócico adsorvido para cavidades de microtitulação plásticas por albumina de soro huma34 no metilada. A quantidade de anticorpo de ligação é determinada por uma reação com anticorpo monoclonai específico de IgG anti-humano de camundongo rotulado com peroxidase. Uma reação subsequente usando substrato de peroxidase gera um produto cromogênico que é medido espectrofotometricamente. A densidade óptica resultante (OD) correlaciona-se a quantidade de anticorpo de IgG no soro que é ligada ao polissacarídeo meningocócico na placa de microtitulação. A quantidade de anticorpo IgG é então calculada por comparação a uma referência (Lote CDC 1992 ou equivalente) com um valor avaliado usando um processo de curva logística de parâmetro 4.
Determinação de Anticorpo Antimeningocócico de IgM
A atividade do anticorpo IgM para anticorpo antimeningocócico para sorogrupos A, C, Y e W-135 é medido usando um ELISA indireto. Esse procedimento envolve o anticorpo de reação nos soros com antígeno MenPs em excesso, adsorvido para cavidades de microtitulação plásticas por albumina de soro humano metilada. A quantidade de anticorpo de ligação é determinada por uma reação com anticorpo monoclonai específico de IgM antihumano de camundongo rotulado com peroxidase. Uma reação subseqüente usando substrato de peroxidase gera um produto cromogênico que é medido espectrofotometricamente. A OD resultante correlaciona-se a quantidade de anticorpo de IgM no soro que é ligada ao polissacarídeo meningocócico na placa de microtitulação. A quantidade de anticorpo IgM é então calculada por comparação a uma referência (Lote CDC 1992 ou equivalente) com um valor avaliado usando uma curva logística de parâmetro 4.
Determinação de Anticorpo de IgG Antimeningocócico de Avidez Alta
Atividade de anticorpo de IgG de avidez alta para anticorpo antimeningocócico para sorogrupos A, C, Y e W-135 será medida na Aventis Pasteur Inc. usando um ELISA modificado. Esse ensaio está correntemente em desenvolvimento na Aventis Pasteur Inc. e será qualificado antes do teste dos espécimes clínicos. Em resumo, placas de microtitulação de 96 cavidades são revestidas com antígeno MenPs. Após aspiração e lavagem das placas revestidas, as diluições em série dos soros clínicos são preparadas diretamente nas placas usando tampão de diluição de soro de solução salina tamponada com fosfato (PBS) contendo 75 mM de tiocianato de amônio e deixadas incubar por toda a noite. A quantidade do anticorpo de ligação é determinada por uma reação com anticorpo monoclonal específico de IgG anti-humano de camundongo rotulado com peroxidase. Uma reação subseqüente usando substrato de peroxidase gera um produto cromogênico que é medido espectrofotometricamente. A OD resultante correlaciona-se a quantidade de anticorpo de IgG no soro que é ligada ao polissacarídeo meningocócico na placa de microtitulação. A quantidade de anticorpo IgG é então calculada por comparação a uma referência (Lote CDC 1992 ou equivalente) usando uma curva logística de parâmetro 4.
Determinação de Anticorpo Meningocócico da Subclasse lgG1 e lgG2
A distribuição do anticorpo de subclasse lgG1 e lgG2 para o anticorpo antimeningocócico para sorogrupos A, C, Y e W-135 é medida usando um ELISA. O anticorpo presente nas diluições em série dos soros é reagido com antígeno MenPs adsorvido para as cavidades das placas de microtitulação. A quantidade de anticorpo de ligação será determinada usando reagentes específicos lgG1 Fc ou lgG2 Fc. Uma reação subseqüente com substrato de enzima gera um produto cromogênico que é medido espectrofotometricamente. A OD resultante correlaciona-se à quantidade de anticorpo de lgG1 e lgG2 no soro que é ligada ao polissacarídeo meningocócico na placa de microtitulação. A quantidade de anticorpo será reportada como a razão lgG1:lgG2 no espécime de soro ou como a concentração de lgG1 ou lgG2 no espécime, se uma referência apropriada for disponível.
Determinação de Anticorpo Antidifteria por Inibição Metabólica de Células VERO
Respostas de anticorpo de antidifteria são medidas pela capacidade dos soros de teste de proteger células VERO de um desafio de toxina de difteria. Usando placas de microtitulação de 96 cavidades, diluições duplas de soros de teste, começando com uma diluição de 1:4 são desafiadas com toxina de difteria e deixadas incubar. As células VERO são então adicionadas, as cavidades vedadas com óleo mineral estéril e incubados por seis a oito dias. Os níveis de anticorpo são então determinados por observa w· ção da alteração da cor do indicador de pH nos meios resultando dos subprodutos de metabolismo de célula. Os resultados são reportados como Unidades Internacionais/mL por comparação a um soro de referência WHO calibrado e determinados pela diluição de soro mais alta que permite o metabolismo da célula em presença da dose de desafio da toxina de difteria. O limite inferior da detecção é determinado pelo nível de antitoxina detectável mínimo do soro de referência, e a diluição de partida dos soros de teste e é tipicamente de 0,005 lU/mL.
Determinação de Anticorpo Antitétano por ELISA
Os níveis de anticorpo antitétano são determinados por um Ensaio Imunossorvente Ligado por Enzima indireto (ELISA). O processo envolve reação do anticorpo nos soros de teste com toxóide de tétano adsorvido para cavidades de microtitulação de plástico. A quantidade de anticorpo de ligação é determinada por uma reação com anticorpo específico de IgG antihumano de Cabra conjugado à fosfatase alcalina. Uma reação subseqüente com substrato de fosfatase alcalina gera um produto cromogênico que é medido espectrofotometricamente. A OD (densidade óptica) correlaciona-se á quantidade de anticorpo na diluição de soro que se liga à placa de microtitulação revestida com antígeno. A concentração de anticorpo é calculada por comparação a uma referência humana internacional (WHO Lote TE-3) com unidade avaliada por um processo de Análise de Linha Paralela. Os resultados são avaliados como Unidades Internacionais por mililitro (lU/mL). O nível mínimo de quantificação para IgG ELISA antitétano é 0,01 lU/mL, com amostras resultando em valores inferiores a esse nível reportadas como < 0,01 lU/mL.
Conforme usado aqui, Evento Adverso, Experiência Adversa Séria e Experiência Adversa Inesperada são termos bem entendidos dentro da indústria de vacinas. Os dados de segurança são resumidos e analisados de acordo com a prática clinica padrão, que inclui avaliação de todos os participantes quanto à vacina recebida para a duração do estudo clínico. Em geral, cada um dos termos é entendido como tendo os significados que se seguem.
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Evento Adverso (AE) é definido como qualquer ocorrência médica incômoda em um paciente ou indivíduo em investigação clínica que recebe um produto farmacêutico e que não necessariamente possui um relacionamento causai com esse tratamento. Um evento adverso pode, portanto, ser qualquer sinal desfavorável e não intencional (incluindo uma verificação laboratorial anormal), sintoma ou doença temporariamente associada ao uso de um produto medicinal (investigacional), se ou não correlacionado ao produto medicinal (ingestigacional). (Diretrizes ICH, GCP (E6)§ 1.2).
Experiência Adversa Séria (SAE) é qualquer experiência de medicamento adversa que ocorre em qualquer dose que resulta em qualquer um dos seguintes problemas: morte, experiência de medicamento adverso que ameaça a vida, hospitalização do paciente ou prolongamento de hospitalização existente, uma incapacidade persistente ou significativa ou um defeito de nascimento/anomalia congênita. Eventos médicos importantes que podem não resultar em morte, ameaçarem a vida ou precisarem de hospitalização podem ser considerados uma experiência de medicamento adversa séria, com base no julgamento médico apropriado, eles podem prejudicar o paciente ou indivíduo e podem requerer intervenção médica ou cirúrgica para impedir uma das desvantagens listadas nessa definição. Exemplos de tais eventos médicos incluem broncoespasmo alérgico que necessita de tratamento intensivo em uma sala de emergência ou em casa, discrasias ou convulsões que não resultam em hospitalização do paciente ou o desenvolvimento de dependência do medicamento ou abuso de drogas (21 CFR Ch. I, § 312,32(a)).
Experiência Adversa Inesperada (UAE) é qualquer experiência medicamentosa adversa, a especificidade ou gravidade da mesma não sendo consistente com a brochura do investigador corrente; ou, se uma brochura de investigador não for necessária ou disponível, a especificidade ou gravidade da mesma não é consistente com a informações de risco descritas no plano investigacional geral ou em qualquer lugar no corrente pedido, conforme emendado. (21 CFR Ch. I, § 312,32(a)).
Os estudos conduzidos de acordo com a prática clínica padrão e
os critérios para ingresso ou exclusão de pacientes nos estudos são:
Critérios de indusão para pacientes:
1. Participante é saudável, conforme determinado por histórico médico e exame físico.
2. Participante tem pelo menos 11 anos de idade, porém não ainda 19 anos de idade na época da vacinação.
3. Pais/responsável ou participante assinou o formulário de consentimento informado aprovado Institutional Review Board (IRB) quando aplicável.
4. Participante assinou o formulário de consentimento aprovado do Institutional Review Board (IRB) quando aplicável.
Critérios de exclusão para os pacientes:
1. Doença crônica séria (isto é, cardíaca, renal, neurológica, metabólica, reumatológica, etc.).
2. Debilitação conhecida ou suspeita da função imunológica comprometida.
3. Doença médica aguda com ou sem febre dentro das últimas 72 horas ou uma temperatura oral > 38°C (100,4°F) na hora da inclusão.
4. Histórico de doença meningocócica invasiva documentada ou vacinação meningocócica anterior.
5. Administração de globulina imune, outros produtos de sangue dentro dos últimos 3 meses ou corticosteróides orais ou injetados ou outra terapia imunomodulatória dentro de seis semanas da vacina de estudo. Os indivíduos em uma programação de dose de diminuição de esteróides orais que dura < 7 dias podem ser inscritos na experiência, à medida que eles não tenham recebido mais que um curso dentro de um período de duas semanas antes da inscrição.
6. Terapia com antibióticos dentro de 72 horas antes da vacinação.
7. Recebida qualquer vacina no período de 28 dias antes da inscrição ou programada para receber qualquer vacinação no período de 28 dias após inscrição, exceto quando o estudo observar vacinações adicionais.
<22.5
8. Hipersensibilidade suspeita ou conhecida a qualquer um dos componentes de vacina.
9. Não disponível por todo o período de estudo ou incapaz de atender as visitas programadas ou adequar-se aos procedimentos de estudo.
10. A inscrição em outro experimento clínico.
11. Qualquer condição que, na opinião do investigador, apresenta risco para saúde do participante ou interfira com a avaliação da vacina.
12. Nas mulheres, um teste de gravidez positivo ou de urina equivocado na época da vacinação.
Exemplo 10 - Estudo A - Estudo de Dosagem
O estudo A é um experimento de escalonamento de dose, de rótulo aberto, não cego, de três níveis de dosagem da vacina Tetra MenD, administrada aos participantes nos três grupos de idade. Noventa adultos saudáveis (18 a 55 anos de idade) são inscritos no Estágio I e receberam uma injeção simples de vacina Tetra MenD. Trinta crianças saudáveis (12 a 22 meses de idade) são inscritas no Estágio II e receberam 2 injeções de um nível de dosagem simples da vacina Tetra MenD. Noventa bebês saudáveis (6 a 12 semanas de idade) são inscritos no Estágio III e receberam 3 injeções de um nível de dosagem simples da vacina Tetra MenD.
Estágio I - Estudo de Dosagem em Adultos de 18 a 55 Anos
Esse experimento clínico é um experimento de escalonamento de dose, de rótulo aberto, não cego, de três níveis de dosagem da vacina Tetra MenD, que é administrada aos participantes em três grupos de idade. No estágio 1, noventa adultos saudáveis (18 a 55 anos de idade) receberam uma injeção simples de vacina Tetra MenD.
Para participantes adultos, espécimes de soro para análise sorológica são obtidos na linha de base (dia 0) antes da administração de Tetra MenD e no dia 28 após a administração da Tetra MenD. Todos os espécimes disponíveis são analisados quanto a SBA contra sorogrupos A, C, Y e W-135 de polissacarídeo meningocócico e por ELISA para anticorpo IgG contra esses mesmos sorogrupos. As verificações de SBA e IgG ELISA para
todos os sorogrupos são resumidos abaixo.
Um ponto final de imunogenicidade chave é a proporção de participantes com uma elevação > 4 vezes da linha de base. Para determinar que efeito a titulação de SBA da linha de base teve na proporção com uma 5 elevação de > 4 vezes no SBA, uma análise do subgrupo foi realizada para adultos cuja titulação da linha de base para cada antígeno especifico é inferior a 1:64 e adultos cuja titulação de linha de base para aquele antígeno específico é de pelo menos 1:64.
O perfil de segurança da TetraMenD é comparável aquele da 10 Menomune®. Os resultados desse estudo são resumidos nas Tabelas que se seguem.
Tabela A-1: Estágio I (Adultos) - Distribuição das Titulações de SBA na Linha de Base (Dia 0) por Nível de Dosagem Tetra MenD
Sorogrupo e Nível de dosage n’ Nqq (%) de Participantes com Resultado de Titulação® < 8 a 512
<8 8 16 32 64 128 256 512
SBA (A)
26 1 (3.8) 1 (3,8) 1 (3,8) 4 (15,4) 9 (34,6)
4 pg 28 2 (7,1) 1 (3.6) 3 (10.7) 1 (3,6) 2 (7,1) 3 (10,7)
10 pg 27 1 (3.7) 1 (3,7) 2 (7,4) 2 (7,4) 2 (7.4) 6 (22,2)
SBA (C)
1 μο 26 15 (57,7) 1 (3,8) 1 (3.8) 6 (23,1) 1 (3.8)
4gg 28 18 (64,3) 1 (3.6) 1 (3,6) 3 (10.7) 2 (7.1)
10 pg 27 17 (63,0) 1 (3,7) 2 (7,4) 2 (7,4) 3 (11,1)
SBA (Y)
1 pg 26 15 (57,7) 1 (3.8) 4 (15,4) 2 (7,7) 3 (11.5) 1 (3.8)
4gg 28 15 (53,6) 4 (14,3) 3 (10,7) 3 (10,7) 1 (3,6) 1 (3.6)
10 pg 27 10 (37,0) 1 (3,7) 2 (7.4) 2 (7.4) 6 (22,2) 2 (7,4) 2 (7.4)
Continuação
SBA (W-135)
1 pg 26 18 (69,2) 1 (3,8) 1 (3,8) 1 (3,8) 1 (3,8) 1 (3,8)
4 pg 28 13 (46,4) 8 (28,6) 2 (7,1) 1 (3,6) 1 (3,6) 1 (3,6) 1 (3,6) 1 (3,6)
ίο pg 27 19 (70,4) 1 (37) 2 (7,4) 1 (3,7) 1 (3.7) 1 (3,7) 1 (3,7)
Continuação
Tabela A-1: Estágio I (Adultos) - Distribuição das Titulações de SBA na Linha de Base (Dia 0) por Nível de Dosagem Tetra MenD
* (%) de Participantes com Resultado de Titulação® 1024 a 65536
Sorogrupo e Nível de dosagem No?
1024 2048 4096 8192 16384 32768 65536
SBA (A)
1 pg 26 2 (7,7) 6 (23,1) 1 (3,8) 1 (3,8)
4 pg 28 5 (17,9) 10 (35.7) 1 (3,6)
10 pg 27 5 (18,5) 6 (22,2) 2 (7,4)
SBA (C)
1 pg 26 2 (7,7)
4 pg 28 3 (10,7)
10 pg 27 2 (7,4)
SBA (Y)
1 pg 26
4pg 28 1 (3,6)
10 μg 27 1 (3,7) 1 (3,7)
SBA (W-135)
1 pg 26 2 (7.7) 1 (3,8)
4 μg 28
10 pg 27 1 (3.7)
Tabela A-2: Estágio I (Adultos) - Distribuição das Titulações de SBA no Dia 28 Após Injeção, por Nível de Dosagem TetraMenD (População por protocolo)
Sorogrupo e nível de dosagem Nd28T n* (%) de Participantes com Resultado de Titulação9 < 8 a 512
<8 8 16 32 64 128 256 512
SBA (A)
1 pg 26 1 (3.8) 1 (3,8) 2 (7.7)
4pg 28
10 pg 27
SBA (C)
1 pg 26 3 (11,5) 4 (15,4) 5 (19,2)
4pg 28 1 (3,6) 2 (7.1) 1 (3,6) 1 (3,6)
10 pg 27 1 (3,7) 2 (7,4) 1 (3,7) 4 (14,8)
SBA (Y)
1 pg 26 4 (15,4) 1 (3,8) 4 (15,4) 5 (19.2) 4 (15,4) 1 (3,8) 2 (7,7)
4pg 28 3 (10,7) 1 (3,6) 4 (14,3) 1 (3,6) 1 (3.6) 3 (10,7)
10 pg 27 3 (11.1) 2 (7,4) 5 (18,5) 1 (3,7) 4 (14,8)
SBA (W-135)
1 pg 26 3 (11,5) 2 (A7) 1 (3.8) 1 (3,8) 4 (15,4)
4 pg 28 4 (14,3) 1 (3.6) 2 (7,1) 3 (10,7)
10 pg 27 2 (7.4) 2 (7,4) 2 (7,4)
Tabela Α-2: Estágio I (Adultos) - Proporções de Obtenção de Limites de SBA na
Linha de Base e no Dia 28 Após Injeção, Por Nível de Dosagem TetraMenD (População por protocolo) n* (%) de Participantes com Resultado de Titulação® 1024-65536
Sorogrupo e nível de dosagem Nd28
1024 2048 4096 8192 16384 32768 65536
SBA (A)
1 pg 26 7 (26,9) 6 (23,1) 7 (26,9) 2 (7,7)
4pg 28 1 (3,6) 5 (17,9) 8 (28,6) 2 (7,1) 11 (39,3) 1 (3,6)
10 pg 27 1 (3,7) 1 (3,7) 4 (14,8) 5 (18,5) 13 (48,1) 2 (7,4) 1 (3,7)
SBA (C)
1 pg 26 5 (19,2) 6 (23,1) 2 (7.7) 1 (3,8)
4 pg 28 6 (21,4) 7 (25,0) 4 (14,3) 4 (14,3) 2 (7,1)
10 pg 27 3 (11,1) 5 (18,5) 4 (14,8) 2 (7,4) 5 (18,5)
SBA (Y)
1 pg 26 1 (3,8) 3 (11,5) 1 (3,8)
4 pg 28 4 (14,3) 6 (21,4) 1 (3,6) 2 (7,1) 2 (7,1)
10 pg 27 1 (3,7) 4 (14,8) 4 (14,8) 2 (7,4) 1 (3,7)
SBA (W-135)
1 P9 26 3 (11,5) 9 (34,6) 2 (7,7) 1 (3,8)
4pg 28 3 (10,7) 10 (35,7) 4 ! (14,3) 1 (3,6)
io pg 27 7 (25,9) 1 (3,7) 5 (18,5) 8 (29,6) -
230
Tabela A-3: Estágio I (Adultos) - Proporções de Obtenção de Limites de SBA na
Linha de Base e no Dia 28 Após Injeção, Por Nível de Dosagem TetraMenD (População por protocolo)
Sorogrupoe nível de dosagem ndo/n D28 % de Obtenção de Limite; dia 0
>1:8 >1:16 5:1:32 £1:64
Dia 0 Dia 28 Dia 0 Dia 28 Dia 0 Dia 28 Dia 0 Dia 28
SBA (A)
1 P9 26/26 96,2 100,0 92,3 100,0 92,3 100,0 88,5 100,0
4pg 28/28 92,9 100,0 92,9 100,0 92,9 100,0 89,3 100,0
10 pg 27/27 100,0 100,0 96,3 100,0 96,3 100,0 92,6 100,0
SBA (C)
1 pg 26/26 42,3 88,5 42,3 88,5 42,3 88,5 38,5 88,5
4pg 28/28 35,7 100,0 32,1 96,4 32,1 96,4 28,6 96,4
10 pg 27/27 37,0 100,0 37,0 100,0 33,3 96,3 33,3 96,3
SBA (Y)
1 pg 26/26 42,3 84,6 38,5 80,8 23,1 80,8 15,4 65,4
4 pg 28/28 46,4 89,3 46,4 85,7 46,4 85,7 32,1 71,4
io pg 27/27 63,0 88,9 59,3 88,9 51,9 88,9 44,4 81,5
SBA (W-135)
1 pg 26/26 30,8 88,5 26,9 88,5 26,9 88,5 23,1 80,8
4pg 28/28 53,6 85,7 25,0 85,7 17,9 85,7 14,3 85,7
10 pg 27/27 29,6 100,0 25,9 100,0 18,5 100,0 18,5 100,0
N: número de participantes avaliados em cada ponto de tempo (dia 0; dia 28).
Tabela A-4: Estágio I (Adultos) - Resultados SBA e IgG ELISA na Linha de Base e no Dia 28 Após-lnjeçâo, por Nível de Dosagem TetraMenD (Por - População de Protocolo)
Sorogrupo e nível de dosagem ND0/ND 28 GMT/GMC* (95% Cl) média de vezes no dia 28; (95% Cl) % >4-vezes ΐ
Dia 0 Dia 28
SBA (A)
1 pg 26/26 460,2 (223,0-949,7) 3054,9 (1872,9-4982,9) 6,6 (2,9-15,4) 65,4
4 M9 28/28 487,3 (231,2-1027,2) 6720,2 (4666,5-9677,7) 13,8 (6,0-31,7) 71,4
10 pg 27/27 525,3 (286,6-962,9) 10865,1 (7651,5-15428,2) 20,7 (11,7-36,6) 96,3
SBA (C)
1 pg 26/26 20,9 (8,8-49,6) 540,0 (238,1-1224,7) 25,9 (9,7-68,6) 73,1
4pg 28/28 16,4 (7,1-37,7) 1559,8 (799,9-3041,5) 95,1 (39,7-227,7) 89,3
10 pg 27/27 19,2 (8,0-45,8) 1755,6 (880,5-3500,4) 91,7 (37,6-223,5) 96,3
SBA(Y)
1 pg 26/26 9,4 (5,9-14,9) 95,5 (40,5-225,0) 10,2 (4,9-20,9) 73,1
4pg 28/28 19,0 (8,8-41,2) 390,0 (143,3-1061,3) 20,5 (8,9-47,4) 82,1
10 pg 27/27 28,1 (12,9-61,6) 386,0 (145,2-1026,2) 13,7 (5,8-32,7) 66,7
SBA (W-135)
1 pg 26/26 13,6 (5,7-32,4) 498,5 (203,2-1223,2) 36,6 (13,7-97,7) 76,9
4pg 28/28 10,0 (5,9-16,9) 608,9 (250,3-1480,9) 60,9 (23,7-156,7) 85,7
10 pg 27/27 9,8 (5,0-19,1) 1848,1 (1075,4-3176,2) 188,1 (94,0-376,7) 100,0
IgG ELISA (A)
1 pg 26/26 3,4 (1,8-6,6) 19,4 (11,6-32,3) 5,7 (3,8-8,3) 69,2
4 pg 28/28 3,3 (2,3-4,8) 38,4 (22,2-66,4) 11,5 (7,4-18,0) 75,0
10 pg 27/27 3,1 (1.7-5,6) 56,4 (31,8-99,9) 18,1 (12,2-26,9) 88,9
IgG ELISA (C)
1 pg 26/26 0,3 (0,2-0,5) 2,2 (1,2-4,1) 7,3 (4,0-13,4) 61,5
4pg 28/28 0,4 (0,2-0,7) 5,5 (3,0-10,1) 14,2 (8,7-23,2) 82,1
10 pg 27/27 0,5 (0,3-0,9) 11,1 (5,5-22,5) 22,8 (13,4-38,8) 88,9
IgG ELISA (Y)
1 pg 26/26 0,6 (0,4-1,0) 2,8 (1.5-5,2) 4,6 (2,7-7,6) 53,8
4pg 28/28 1,3 (0,7-2,5) 6,8 (3,2-14,6) 5,4 (3,2-9,0) 53,6
10 pg 27/27 1,0 (0,5-2,1) 7,7 (3,4-17,2) 7,4 (5,1-10,8) 77,8
Tabela A-4: Estágio I (Adultos) - Resultados SBA e IgG ELISA na Linha de Base e no Dia 28 Após-lnjeção, por Nível de Dosagem TetraMenD (Por - População de Protocolo)
Sorogrupo e nível de dosagem Ndq/Nd 28 GMT/GMC* (95% Cl) média de vezes no dia 28; (95% Cl) % >4-vezes t
Dia 0 Dia 28
IgG ELISA W-135)
1 M9 26/26 0,5 (0,3-0,9) 2,3 (1,0-5,3) 4,4 (2,4-7,9) 46,2
4pg 28/28 0,6 (0,3-1,0) 5,8 (2,9-11,7) 10,2 (6,1-16,9) 71,4
10 pg 27/27 0,4 (0,2-0,7) 9,3 (4,8-18,1) 22,7 (11,9-43,2) 85,2
Dia 0: amostra de sangue na linha de base retirada antes da vacinação.
Dia 28: amostra de sangue retirada 28 dias após a vacinação.
% de elevação > 4 vezes: a porcentagem de adultos que tiveram uma elevação > 4 vezes na GMT no dia 28 em comparação ao dia 0.
N: número de participantes avaliados *GMTs são computadas para os dados de SBA; GMCs são computadas para os dados IgG ELISA.
233
A Tabela apresenta GMT por dose, idade de paciente e sorogrupo
Tabela A-5 GMT por dose, idade de paciente e sorogrupo.
idade Dose TetraMenD Número de indivíduos Sangue do dia A GMT CGMT WGMT YGMT
19 1 P9 2 0 1024,00 512,00 45,25 8,00
1 pg 2 28 2896,31 2048,00 2048,00 362,04
4pg 2 0 2048,00 64,00 16,00 181,02
*pg 2 28 8192,00 8192,00 2048,00 2048,00
10 pg 10 0 1097,50 34,30 21,11 128,00
10 pg 10 28 18820,27 3821,70 2352,53 1176,27
20 1 pg 3 0 322,54 10,08 10,08 12,70
1 pg 3 28 3251,00 203,19 2048,00 203,19
4 pg 2 0 512,00 4,00 4,00 4,00
4pg 2 28 5792,62 128,00 22,63 22,63
10 pg 1 0 128,00 4,00 4,00 4,00
10 pg 1 28 16384,00 4096,00 128,00 2048,00
21 1 pg 2 0 1024,00 22,63 32,00 256,00
1 pg 1 28 8192,00 8192,00 2048,00 1024,00
4pg 3 0 812,75 12,70 4,00 256,00
4pg 3 28 10321,27 1024,00 5160,64 8192,00
22 1 pg 2 0 1024,00 4,00 11,31 16,00
1 pg 2 28 4096,00 362,04 2048,00 512,00
4 pg 2 0 128,00 45,25 5,66 16,00
4pg 2 28 8192,00 2896,31 1024,00 2048,00
10 pg 2 0 2048,00 90,51 4,00 22,63
10 pg 2 28 16384,00 8192,00 512,00 512,00
23 1 pg 1 0 512,00 2048,00 2048,00 16,00
1 pg 1 28 512,00 2048,00 2048,00 64,00
4pg 2 0 1448,15 4,00 4,00 45,25
4pg 2 28 4096,00 1448,15 1024,00 256,00
10 pg 1 0 1024,00 128,00 4,00 64,00
10 pg 1 28 16384,00 512,00 8192,00 2048,00
24 4pg 2 0 181,02 11,31 90,51 4,00
4 pg 2 28 11585,24 2896,31 1448,15 512,00
10 pg 1 0 1024,00 4,00 4,00 4,00
10 pg 1 28 16384,00 2048,00 4096,00 4,00
25 1 pg 1 0 128,00 4,00 4,00 4,00
1 pg 1 28 4096,00 4096,00 2048,00 32,00
10 pg 2 0 1024,00 32,00 4,00 22,63
10 pg 2 28 8192,00 2896,31 1448,15 2048,00
26 1 pg 2 0 2048,00 4,00 64,00 4,00
1 pg 2 28 4096,00 512,00 2896,31 1448,15
io pg 2 0 362,04 45,25 22,63 4,00
io pg 2 28 5792,62 2048,00 1448,15 32,00
Continuação
Tabela A-5 GMT por dose, idade de paciente e sorogrupo.
idade Dose TetraMenD Número de indivíduos Sangue do dia A GMT I CGMT W GMT Y GMT
27 1 pg 1 0 512,00 128,00 1024,00 4,00
1 pg 1 28 4096,00 1024,00 4096,00 4,00
4pg 2 0 90,51 22,63 64,00 16,00
4 pg 2 28 16384,00 4096,00 1448,15 90,51
10 pg 1 0 512,00 4,00 128,00 64,00
10 pg 1 28 8192,00 16384,00 8192,00 16384,00
28 1 pg 1 0 4,00 4,00 4,00 4,00
1 pg 1 28 16384,00 1024,00 2048,00 256,00
4pg 2 0 724,08 64,00 8,00 11,31
4pg 2 28 5792,62 1448,15 2048,00 2048,00
10 pg 1 0 64,00 4,00 4,00 4,00
10 pg 1 28 4096,00 16,00 1024,00 4,00
30 4pg 1 0 32,00 4,00 16,00 32,00
4pg 1 28 16384,00 16384,00 8192,00 4096,00
31 1 pg 1 0 32,00 4,00 4,00 4,00
1 pg 1 28 8192,00 512,00 4,00 4,00
32 4pg 2 0 724,08 64,00 8,00 11,31
4pg 2 28 4096,00 1024,00 1148,15 128,00
33 1 pg 2 0 2896,31 4,00 4,00 22,63
1 pg 2 28 2048,00 2048,00 724,08 512,00
4 pg 1 0 1024,00 4,00 8,00 4,00
4gg 1 28 32768,00 1024,00 4096,00 8192,00
34 4pg 1 0 64,00 128,00 4,00 32,00
4pg 1 28 16384,00 8192,00 2048,00 512,00
35 1 pg 2 0 724,08 16,00 5,66 32,00
1 pg 2 28 2896,31 362,04 724,08 181,02
4 pg 2 0 90,51 5,66 11,31 4,00
4pg 2 28 5792,62 5792,62 32,00 181,02
36 10 pg 2 0 256,00 22,63 4,00 4,00
10 pg 2 28 11585,24 512,00 5792,62 256,00
37 1 pg 1 0 4096,00 4,00 4,00 32,00
1 pg 1 28 8192,00 2048,00 2048,00 64,00
10 pg 1 0 2048,00 4,00 8,00 4,00
10 pg 1 28 16384,00 2048,00 4096,00 64,00
39 1 pg 2 0 512,00 4,00 45,25 4,00
1 pg 2 28 5792,62 724,08 512,00 11,31
4pg 1 0 8192,00 4,00 8,00 4,00
4pg 1 28 16384,00 2048,00 256,00 1024,00
40 1 pg 1 0 2048,00 4,00 4,00 4,00
1 pg 1 28 8192,00 4,00 128,00 64,00
^3^
Continuação
Tabela A-5 GMT por dose, idade de paciente e sorogrupo.
idade Dose TetraMenD Número de indivíduos Sangue do dia A GMT CGMT WGMT Y GMT
41 1 M9 2 0 724,08 128,00 4,00 11,31
1 pg 2 28 2896,31 362,04 128,00 128,00
42 4 pg 2 0 362,04 45,25 22,63 128,00
4 pg 2 28 2048,00 4096,00 2896,31 724,08
10 pg 1 0 128,00 4,00 4,00 8,00
10 pg 1 28 8192,00 2048,00 512,00 512,00
44 1 pg 1 0 8,00 32,00 4,00 4,00
1 pg 1 28 2048,00 512,00 4,00 8,00
4pg 1 0 512,00 4,00 16,00 4,00
4pg 1 28 2048,00 512,00 2048,00 8,00
45 4pg 2 0 2048,00 4,00 5,66 4,00
4pg 2 28 2896,31 128,00 4,00 16,00
10 pg 2 0 724,08 45,25 128,00 11,31
10 pg 2 28 2896,31 724,08 2896,31 181,02
46 1 pg 1 0 2048,00 128,00 4,00 4,00
1 pg 1 28 2048,00 256,00 4,00 4,00
47 10 pg 1 0 8,00 4,00 4,00 16,00
10 pg 1 28 1024,00 128,00 512,00 4096,00
48 1 pg 1 0 128,00 512,00 4,00 16,00
1 pg 1 28 128,00 2048,00 512,00 128,00
49 10 pg 1 0 32,00 512,00 4,00 4,00
10 pg 1 28 8192,00 16384,00 4096,00 64,00
52 10 pg 1 0 512,00 4,00 4,00 16,00
10 pg 1 28 32768,00 256,00 1024,00 32,00
54 1 pg 1 0 512,00 4,00 4,00 16,00
1 pg 1 28 256,00 4,00 32,00 64,00
Estágio II - Estudo de Dosagem em Crianças Engatinhando entre 12 Meses a 22 Meses de Idade
Essa experiência clínica é uma experiência em escala de dose, de rótulo aberto, não cega de três níveis de dosagem da vacina TetraMenD que é administrada aos participantes em três grupos de idade. No Estágio II, trinta crianças saudáveis (12 a 22 meses de idade) recebem duas injeções de um nível de dosagem simples de vacina Tetra MenD.
Para participantes que engatinham, os espécimes de soro para análise sorológica são obtidos em três pontos de tempo: na linha de base (dia 0) antes da injeção de TetraMenD N° 1, no dia 60 após a inscrição (60
2% dias após injeção N° 1 e imédiatamente antes da injeção TetraMenD N° 2) e no dia 90 após a inscrição (30 dias após injeção N° 2). Todos os espécimes disponíveis são analisados por SBA contra sorogrupos de potissacarídeos meningocócicos A, C, Y e W-135 e por ELISA para anticorpo IgG contra es5 ses mesmos sorogrupos. As verificações de SBA e IgG ELISA para todos os sorogrupos são resumidos a seguir. Os resultados são sumarizados nas Tabelas que se seguem.
Tabela A-6: Estágio II (Crianças Engatinhando) - Distribuição das Titulações de SBA na Linha de Base (Dia 0) por Nível de Dosagem TetraMenD (Por - População de Protocolo)
n* (%) de Participantes com Resultado de Titulação5 <8 a 256
Sorogrupo e nível de dosagem Nqo7 <8 8 16 32 64 128 256
SBA (A)
1 pg 9 4 (44,4) 2 (22,2) 1 (11.1) 1 (11.1)
4yg 8 7 (87,5)
10 pg 10 8 (80,0) 1 (10,0)
SBA (C)
1 P9 9 9 (100,0)
4pg 8 7 (87,5) 1 (12,5)
10 pg 10 7 (70,0) 1 (10,0) 2 (20,0)
SBA (Y)
1 pg 9 4 (44,4) 1 (11,1) 1 (11,1) 2 (22,2) 1 (11,1)
4pg 8 5 (62,5) 2 (25,0) 1 (12,5)
io pg 10 8 (80,0) 1 (10,0) 1 (10,0)
SBA (W-135)
i pg 9 7 (77,8) 1 (11,1)
4pg 8 7 (87,5) 1 (12,5)
10 pg 10 8 (80,0) 1 (10,0) 1 (10,0)
<233
Tabela A-6: Estágio II (Crianças Engatinhando) - Distribuição das Titulações de SBA na Linha de Base (Dia 0) por Nível de Dosagem TetraMenD (Por - População de Protocolo)
n* (%) de Participantes com Resultado de Titulação5 512 a 65536
Sorogrupo e nível de dosagem Nch? 512 1024 2048 4096 8192 16384 32768 65536
SBA (A)
1 pg 9 1 (11,1)
4pg 8 1 (12,5)
10 pg 10 1 (10,0)
SBA (C)
1 pg 9
4pg 8
10 pg 10
SBA (Y)
1 pg 9
4 pg 8
10 pg 10
SBA (W-135)
1 pg 9 1 (11,1)
4pg 8
10 pg 10
Tabela A-7: Estágio II (Crianças Engatinhando) - Distribuição das Titulações de SBA 60 Dias Após a Primeira Injeção (Dia 60), por Nível de Dosagem TetraMenD (Por - População de Protocolo)
n* (%) de Participantes com Resultado de Titulaçãos<8 a 256
Sorogrupo e nível de dosagem Nd60^ <8 8 16 32 64 128 256
SBA (A)
1 pg 9 1 (11,1) 1 (11.1) 1 (11,1)
4pg 8 1 (12,5)
10 pg 10 1 (10,0)
<23?
Continuação
Tabela A-7: Estágio II (Crianças Engatinhando) - Distribuição das Titulações de SBA 60 Dias Após a Primeira Injeção (Dia 60), por Nível de Dosagem TetraMenD (Por - População de Protocolo)
n* (%) de Participantes com Resultado de Titulação®<8 a 256
Sorogrupo e nível de dosagem NdsoT <8 8 16 32 64 128 256
SBA (C)
1 pg 9 3 (33,3) 1 (11,1) 1 (11,1) 2 (22,2) 1 (11,1)
4pg 8 1 (12,5) 2 (25,0) 2 (25,0) 1 (12,5)
10 pg 10 2 (20,0) 1 (10,0) 1 (10,0) 2 (20,0) 1 (10,0)
SBA (Y)
1 M9 9 2 (22,2) 1 (11.1) 2 (22,2) 1 (11,1) 2 (22,2) 1 (11,1)
4pg 8 1 (12,5) 1 (12,5) 1 (12.5) 3 (37,5)
io pg 10 4 (40,0) 2 (20,0) 1 (10,0) 3 (30,0)
SBA (W-135)
1 pg 9 5 (55,6) 3 (33,3)
4pg 8 5 (62,5) 1 (12,5) 1 (12,5)
10 pg 10 2 (20,0) 1 (10,0) 3 (30,0)
12Α
Tabela A-7: Estágio II (Crianças Engatinhando) - Distribuição das Titulações de SBA 60 Dias Após a Primeira Injeção (Dia 60), por Nível de Dosagem TetraMenD (Por - População de Protocolo)
n* (%) de Participantes com Resultado de Titulação®512 a 65536
Sorogrupo e nível de dosagem Noet/ 512 1024 2048 4096 8192 16384 32768 65536
SBA (A)
1 pg 9 2 (22,2) 4 (44,4)
4pg 8 4 (50,0) 2 (25,0) 1 (12,5)
10 pg 10 2 (20,0) 5 (50,0) 2 (20,0)
SBA (C)
1 pg 9 1 (11,1)
4pg 8 2 (25,0)
pg 10 1 (10,0) 2 (20,0)
SBA (Y)
1 pg 9 .—
4pg 8 2 (25,0)
10 pg 10 .. ‘
SBA (W-135)
1 pg 9 1 (11.1)
4 pg 8 1 (12,5)
10 pg 10 3 (30,0) 1 (10,0)
Tabela A-8: Estágio II (Crianças Engatinhando) - Distribuição das Titulações de SBA 30 Dias Após a 2a Injeção (Dia 90), por Nível de Dosagem TetraMenD (Por - População de Protocolo)
n* [%) de Participantes com Resultado de Titulação5 <8 a 256
Sorogrupo e nível de dosagem Noso
<8 8 16 32 64 128 256
SBA (A)
1 pg 9
4pg 8
10 pg 10 -
SBA (C)
1 pg 9 2 (22,2) 1 (11.1) 1 (11.1) 2 (22,2) 1 (11,1)
4pg 8 1 (12,5) 2 (25,0) 1 (12,5)
10 pg 10 3 (30,0) 1 (10,0) 1 (10,0) 2 (20,0)
SBA (Y)
1 pg 9 3 (33,3) 2 (22,2) 1 (11,1)
4pg 8 1 (12,5) 2 (25,0) 1 (12,5)
10 pg 10 1 (10,0) 1 (10,0) 3 (30,0) 2 (20,0) 2 (20,0)
SBA (W-135)
1 pg 9 1 (11,1) 1 (11,1) 1 (11,1) 1 (11.1) 2 (22,2)
4pg 8 1 (12,5) 1 (12,5)
10 pg 10 1 (10,0) 1 (10,0) 3 (30,0) 1 (10,0)
Tabela A-8: Estágio II (Crianças Engatinhando) - Distribuição das Titulações de SBA 30 Dias Após a 2a Injeção (Dia 90), por Nível de Dosagem TetraMenD (Por - População de Protocolo)
n* (%) de Participantes com Resultado de Titulação5 512 a 65536
Sorogrupo e nível de sosagem Nd90
512 1024 2048 4096 8192 16384 32768 65536
SBA (A)
1 P9 9 8 (88,9) 1 (11.1)
4pg 8 5 (62,5) 1 (12,5) 2 (25,0)
10 pg 10 2 (20,0) 4 (40,0) 4 (40,0)
SBA (C)
1 P9 9 1 (11.1) 1 (11,1) -
4pg 8 2 (25,0) 2 (25,0)
ιθ pg 10 2 (20,0) 1 (10,0)
SBA (Y)
1 pg 9 1 (11.1) 1 (11,1) 1 (11.1)
4pg 8 2 (25,0) 1 (12.5) 1 (12.5)
10 pg 10 1 (10,0)
SBA (W-135)
1 pg 9 2 (22,2) 1 (11.1)
4pg 8 4 (50,0) 1 (12.5) 1 (12,5)
10 pg 10 1 (10,0) 1 | (10.0) 2 (20,0) -
Tabela A-9: Estágio II (Crianças Engatinhando) - Proporções de Obtenção de Limites de SBA na Linha de Base, 60 Dias Após Injeção N° 1 e 30 Dias de Pós Injeção N° 2, por Nível de Dosagem TetraMenD (Por - População de Protocolo)
Sorogrupo e nível de dosagem Ndo/Nd6o/N[)90 % de Obtenção de Limite >1:8 % de Obtenção de Limite >1:16
Linha de Base (D0) Pós Injeção N° 1 (D60) Pós Injeção N°2 (D90) Linha de Base (D0) Pós Injeção N° 1 (D60) Pós Injeção N° 2 (D90)
SBA Sorogrupo A
1 pg 9/9/9 55,6 100,0 100,0 33,3 100,0 100,0
4 pg 8/8/8 12,5 87,5 100,0 12,5 87,5 100,0
10 pg 10/10/10 20,0 100,0 100,0 20,0 100,0 100,0
SBA Sorogrupo C
1 pg 9/9/9 0,0 66,7 77,8 0,0 55,6 77,8
4pg 8/8/8 12,5 100,0 100,0 12,5 87,5 100,0
10 pg 10/10/10 30,0 80,0 70,0 30,0 80,0 60,0
SBA Sorogrupo Y
1 pg 9/9/9 55,6 77,8 100,0 44,4 77,8 100,0
4pg 8/8/8 37,5 87,5 100,0 12,5 87,5 100,0
10 pg 10/10/10 20,0 60,0 90,0 10,0 60,0 90,0
SBA Sorogrupo W-135
1 pg 9/9/9 22,2 44,4 88,9 22,2 44,4 77,8
4pg 8/8/8 12,5 37,5 100,0 12,5 37,5 100,0
10 pg 10/10/10 20,0 80,0 100,0 20,0 80,0 100,0
Tabela A-9: Estágio II (Crianças Engatinhando) - Proporções de Obtenção de Limites de SBA na Linha de Base, 60 Dias Após Injeção N1 e 30 Dias de Pós Injeção N° 2, por Nível de Dosagem TetraMenD (Por - População de Protocolo)
Sorogrupo e nível de dosagem % de Obtenção de Limite >1:32 % de Obtenção de Limite 21:64
Linha de Base (D0) Pós Injeção N° 1 (D60) Pós Injeção N° 2 (D90) Linha de Base (D0) Pós Injeção N° 1 (D60) Pós Injeção N°2 (D 90)
SBA Sorogrupo A
1 pg 9/9/9 33,3 100,0 100,0 33,3 100,0 100,0
4pg 8/8/8 12,5 87,5 100,0 12,5 87,5 100,0
10 pg 10/10/10 20,0 100,0 100,0 10,0 100,0 100,0
SBA Sorogrupo C
1 pg 9/9/9 0,0 55,6 66,7 0,0 44,4 66,7
4pg 8/8/8 12,5 87,5 100,0 12,5 87,5 100,0
10 pg 10/10/10 20,0 80,0 60,0 20,0 70,0 50,0
SBA Sorogrupo Y
1 pg 9/9/9 33,3 66,7 100,0 11,1 44,4 66,7
4pg 8/8/8 0,0 75,0 100,0 0,0 75,0 87,5
10 pg 10/10/10 10,0 40,0 80,0 10,0 30,0 50,0
SBA Sorogrupo W-135
1 pg 9/9/9 22,2 44,4 66,7 22,2 44,4 66,7
4pg 8/8/8 12,5 37,5 100,0 12,5 37,5 100,0
10 pg 10/10/10 20,0 80,0 100,0 10,0 70,0 90,0
Tabela A-10: Estágio II (Crianças Engatinhando) - Resultados de SBA e IgG ELISA Entre Crianças Engatinhando por Nível de Dosagem TetraMenD na Linha de Base, 60 ______________Dias Pós Injeção N° 1 θ 30 Dias Pós Injeção N° 2 (Por - População de Protocolo) _______________________________________________________________
100,0 87,5 0'06
o O O
c> o o cd
04 o σ>
ao oT 04
CO CD 04
CO 04
<0 rS CD
3 04 ΙΩ 57
CD b- b-
a> o'
O b- co
Tf CO S1? o CO cd'?
CO 1 ΙΩ 1 1
CO co
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b- IO LO
CO CO r-
LO CD
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CO _ oo
co CD θ co 04 CO
CO ^D oo rsl
σ> « ld in 132 ,7- 144 ,0-
Tf CO O
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b- i co 1 σ>’ 1
CD OJ
CO 04
O
cd oo T—
5> δ O
σ> 5 ô
Ο) σ> CD
3. 3. 3.
Tf O
Continuação
Tabela A-10: Estágio II (Crianças Engatinhando) - Resultados de SBA e IgG ELISA Entre Crianças Engatinhando por Nível de Dosagem TetraMenD na Linha de Base, 60 Dias Pós Injeção N° 1 e 30 Dias Pós Injeção N° 2 (Por - População de Protocolo)
•st ιη ο
Γ-Τ ο
00
co ο ο
co m' ο
co b- CD
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Tabela A-10: Estágio II (Crianças Engatinhando) - Resultados de SBA e IgG ELISA Entre Crianças Engatinhando por Nível de Dosagem TetraMenD na Linha de Base, 60 Dias Pós Injeção N° 1 e 30 Dias Pós Injeção N° 2 (Por - População de Protocolo)
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Φ
£ φ
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Li Φ 00
55,6 100,0 80,0
ΟΧΙ ΟΝ 0X1 62,5 I 60,0
5,2 12,7 I_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 00
σι 5,3 4,5
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142
A Tabela Α-11 resume ο GMT por Dose, Idade do Paciente e Sorogrupo.
Tabela A-11 - Sumário da GMT por Idade de Patente e Sorogrupo
Idade Dose TetraMenD número de indivíduos Sangue do dia A GMT CGMT WGMT YGMT
12 4pg 4 0 13,45 4,00 4,00 4,00
4 pg 4 60 1448,15 107,63 32,00 53,82
4yg 4 90 4096,00 215,27 724,08 304,44
10 pg 6 0 16,00 12,70 10,08 4,00
10 pg 6 60 1448,15 64,00 101,59 12,70
10 pg 6 90 2298,80 80,63 256,00 40,32
13 4pg 1 0 4,00 4,00 4,00 16,00
4 pg 1 60 4,00 64,00 4,00 128,00
4pg 1 90 2048,00 64,00 512,00 128,00
10 pg 1 0 4,00 4,00 4,00 64,00
10 pg 1 60 4096,00 256,00 512,00 4,00
10 pg 1 90 4096,00 1024,00 1024,00 16,00
14 10 pg 2 0 4,00 4,00 4,00 5,66
10 pg 2 60 724,08 181,02 128,00 32,00
10 pg 2 90 1024,00 5,66 512,00 128,00
15 4pg 2 0 90,51 4,00 4,00 5,66
4 pg 2 60 2896,31 45,25 32,00 256,00
4pg 2 90 2896,31 362,04 181,02 362,04
16 4pg 2 0 4,00 4,00 4,00 4,00
4 pg 2 60 2896,31 90,51 4,00 45,25
4 pg 2 90 4096,00 256,00 256,00 128,00
18 4 pg 1 0 4,00 256,00 128,00 8,00
4pg 1 60 2048,00 512,00 2048,00 1024,00
4 pg 1 90 2048,00 1024,00 2048,00 2048,00
10 pg 1 0 4,00 4,00 4,00 4,00
10 pg 1 60 2048,00 128,00 4,00 32,00
10 pg 1 90 2048,00 256,00 32,00 64,00
Estágio III - Estudo de Dosagem em Bebês
Essa experiência clínica é uma experiência em escalonamento de dose, de rótulo aberto, não cega de três níveis de dosagem da vacina 5 Tetra MenD, que é administrada aos participantes em três grupos de idade.
No Estágio III, noventa bebês saudáveis (6 a 12 meses de idade) receberam três injeções de nível de dose simples da vacina Tetra MenD.
Os participantes bebês receberam injeções de TetraMenD na idade de dois meses (injeção N°1), na idade de 4 meses (injeção N°2) e na idade de seis meses (injeção N°3). Os espécimes de soro para análise sorológica foram obtidos em dois pontos de tempo: na idade de 6 meses (2 meses após a injeção N°2) e na idade de 7 meses (um mês após a injeção 5 N°3). Todos os espécies disponíveis foram analisados quanto a SBA contra sorogrupos de polissacarídeo meningocócico A, C, Y e W-135 e por ELISA quanto ao anticorpo IgG contra esses mesmos sorogrupos. As verificações para SBA e IgG ELISA para todos os sorogrupos são resumidas a seguir. Os resultados são resumidos nas Tabelas que seguem.
Tabela A-13: Estágio III (Bebês) - Distribuição de titulações de SBA no 7o mês de idade, (um mês após a terceira dose) por nível de dosagem de TetraMenD (população por protocolo)
N* (%) de participantes com resultado de titulação §
Sorogrupo e ni- N7n;
vel de dosagem <8 8 16 32 | 64 128 256
SBA (A)
1 pg 23 5 (21,7) 3 (13,0) 2 (8,7) 2 (8,7) 4 (17,4) 1 (4,3) 1 (4,3)
4pg 24 2 (8,3) 2 (8,3) 2 (8,3) 6 (25,0) 3 (12,5) 3 (12,5)
10 pg 21 3 (14,3) 2 (9,5) 3 (14,3) 3 (14,3) 3 (14,3) 5 (23,8)
SBA (C)
1 pg 23 5 (21,7) 1 (4,3) 3 (13,0) 2 (8,7) 4 (17,4) 5 (21,7) 2 (8,7)
4pg 24 11 (45,8) 1 (4,2) 1 (4,2) 2 (8,3) 4 (16,7) 1 (4,2) 3 (12,5)
10 pg 21 6 (28,6) 1 (4,8) 3 (14,3) 3 (14,3) 5 (23,8) 2 (9,5)
SBA (Y)
1 pg 23 7 (30,4) 2 (8,7) 3 (13,0) 4 (17,4) 3 (13,0) 2 (8.7) 1 (4,3)
4 pg 24 8 (33,3) 3 (12,5) 5 (20,8) 4 (16,7) 3 (12,5) 1 (4,2)
10 pg 21 4 (19,0) 1 (4,8) 5 (23,8) 4 (19,0) 4 (19,0) 1 (4,8) 1 (4,8)
SBA (W-135)
1 pg 23 5 (21,7) 1 (4,3) 3 (13,0) 3 (13,0) 5 (21,7) 3 (13,0) 2 (8,7)
4pg 24 9 (37,5) 4 (16,7) 2 (8,3) 1 (4,2) 1 (4,2) 6 (25,0) 1 (4,2)
10 pg 21 5 (23,8) 3 (14,3) 3 (14,3) 4 (19,0) 3 (14.3) 2 (9,5)
Tabela A-13: Estágio III (Bebês) - Distribuição de titulações de SBA no 7o mês de idade, (um mês após a terceira dose) por nível de dosagem de TetraMenD (população por protocolo)
N* (%) de participantes com resultado de titulação §
Sorogrupo e ní-
vel de dosagem N7m r 512 1024 2048 4096 8192 16384 32768 65536
SBA (A)
1 pg 23 3 (13,0) 2 (θ-7) _
4pg 24 3 (12,5) 3 (12,5)
io pg 21 2 (9,5)
SBA (C)
1 pg 23 1 (4-3)
4pg 24 1 (4.2)
10 pg 21 1 (4,8)
SBA (Y)
1 pg 23 1 (4.3)
4pg 24
10 pg 21 1 (4,8)
SBA (W-135)
1 pg 23 1 (4.3)
4pg 24
10 pg 21 1 (4,8) | —
Tabela A-14: Estágio III (Bebês) - Proporções para obtenção dos limites de SBA nos 6o mês de idade (antes da terceira dose) e nos 7 _____________meses de idade (após a terceira dose) por nível de dosagem de TetraMenD (População por protocolo)________________
I 30,4 | Γ 33,3 1 33,3 |
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CM CN CN
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Tabela A-15: Estágio III (Bebês) - Resultados de SAB e IgG ELISA entre bebês com 6 meses de idade (antes da terceira dose) e nos 7 meses de idade (após a terceira dose) por nível de dosagem de TetraMenD (População por protocolo)
Sorogrupo e nível de dosagem GMT/GMC* (95% Cl)
idade de 6 meses idade de 6 meses
SBA (A)
1 pg 22/23 11,3 (6,2-20,6) 40,7 (17,6-94,0)
4pg 23/24 25,1 (12,9-49,0) 101,6 (51,9-199,0)
10 pg 21/21 18,9 (12,2-29,1) 68,4 (32,2-145,1)
SBA (C)
1 pg 22/23 19 3 (9,3-40,1) 37,2 (18,6-74,5)
4pg 23/24 24,4 (11,0-54,1) 19,6 (9,4-40,6)
io pg 21/21 43,1 (23,2-80,0) 35,3 (16,6-75,2)
SBA (Y)
i pg 22/23 7,8 (5,0-11,9) 21,0 (11,0-40,0)
4pg 23/24 8,5 (5,0-14,4) 19,6 (10,7-35,7)
10 pg 21/21 9,1 (5,9-14,2) 26,3 (14,2-48,6)
SBA (W-135)
1 pg 22/23 5,8 (4,2-8,1) 35,0 (17,3-71,1)
4pg 23/24 6,9 (4,6-10,4) 17,4 (9,1-33,5)
io pg 21/21 9,8 (5,6-16,9) 34,2 (17,0-68,7)
IgG ELISA (A)
1 pg 22/22 0,5 (0,4-0,6) 0,5 (0,4-0,6)
4pg 21/21 0,7 (0,4-1,3) 0,8 (0,5-1,3)
10 pg 19/19 1.3 (1,0-1,8) 1,3 (0,8-2,1)
IgG ELISA (C)
1 pg 21/21 0,5 (0,4-0,8) 0,7 (0,5-0,9)
Continuação
Sorogrupo e nível de dosagem GMT/GMC* (95% Cl)
idade de 6 meses idade de 6 meses
4pg 21/21 0,4 (0,3-0,7) 0,8 (0,5-1,1)
10 pg 19/19 1,1 (0,8-1,6) 1,2 (0,7-2,0)
IgG ELISA (Y)
1 pg 20/20 0,5 (0,3-0,8) 1,2 (0,8-1,6)
4pg 20/21 0,7 (0,4-1,2) 1,0 (0,6-1,8)
10pg 18/19 1,2 (0,8-1,8) 1,8 (1.1-3,1)
IgG ELISA (W-135)
1 pg 20/20 0,5 (0,3-0,8) 1,1 (0,8-1,6)
4pg 20/21 0,5 (0,3-0,9) 0,9 (0,6-1,3)
10 pg 18/19 0,9 (0,7-1,3) 1,5 (0,8-2,5)
N: de participantes avaliados * GMTs são computadas para dados de SBA; GMCs são computadas para dados IgG ELISA.
A Tabela A-16 apresenta um sumário da GMT por Idade do Paciente e Sorogrupo
Tabela A-16 - Sumário da GMT por Idade do Paciente e Sorogrupo
Idade (semanas) Dose TetraMenD número de indivíduos Sangue do dia A GMT C GMT W GMT YGMT
7 4 pg 1 6-12 semanas 512,00 128,00 4,00 4,00
4 yg 1 6 meses 512,00 128,00 4,00 32,00
8 1 pg 1 6-12 semanas 4,00 4,00 4,00 4,00
1 pg 1 6 meses 32,00 16,00 16,00 4,00
4pg 6 6-12 semanas 11,31 7,13 5,66 4,49
4 pg 6 6 meses 71,84 7,13 22,63 6,35
10 pg 1 6-12 semanas 9,51 19,03 5,66 9,51
10 pg 1 6 meses 32,00 38,05 19,03 32,00
9 1 pg 13 6-12 semanas 11,02 18,78 5,51 7,58
1 pg 14 6 meses 55,17 55,17 40,99 22,63
4pg 13 6-12 semanas 30,34 27,27 7,19 14,38
4 pg 13 6 meses 60,66 19,80 14,38 27,27
10 pg 1 6-12 semanas 21,53 35,33 10,25 7,61
io pg 1 6 meses 70,66 26,25 26,25 22,63
10 1 pg 10 6-12 semanas 19,70 29,86 12,13 7,46
1 pg 10 6 meses 39,40 19,70 45,25 14,93
4 pg 1 6-12 semanas 12,13 32,00 4,00 4,00
4 pg 1 6 meses 114,04 22,63 28,51 25,40
10 pg 1 6-12 semanas 19,50 43,07 8,00 14,49
10 pg 1 6 meses 52,50 35,33 39,01 32,00
11 1 pg 1 6-12 semanas 4,00 4,00 4,00 16,00
1 pg 1 6 meses 8,00 4,00 4,00 32,00
4pg 1 6-12 semanas 512,00 512,00 64,00 64,00
4 pg 1 6 meses 1024,0 0 256,00 128,00 128,00
12 4 pg 1 6-12 semanas 32,00 4,00 4,00 64,00
4pg 1 6 meses 1024,0 0 64,00 256,00 256,00
13 10 P9 1 6-12 semanas 512,00 45,25 64,00 22,63
10 pg 1 6 meses 724,08 90,51 256,00 181,02
Vacinas Pediátricas Administradas aos Bebês Concomitantemente com Tetra MenD
Os bebês receberam correntemente vacinações pediátricas de rotina por recomendação da ACIP e prática local. Nesse estudo, os bebês receberam TetraMenD com vacinações pediátricas. DTacP (Tripedia®) e Hib(ActHIB®) são administradas nas idades de 2, 4 e 6 meses. Tanto IPV quanto OPV podem ser fornecidas; IPV é administrada com as primeira e segunda injeções de TetraMenD (aos 2 e 4 meses). A vacina contra Hepatite B é fornecida por prática local; a vacina contra Hepatite C é administrada com 2 meses a alguns participantes, porém não administrada a qualquer participante nas idades de 4 ou 6 meses. Durante a condução do estágio de bebês nessa experiência, RotaShield® foi licenciada e recebeu uma recomendação da ACIP para uso de rotina. Um participante simples recebeu RotaShield® na idade de 4 meses e 6 meses no contexto dessa experiência.
As respostas dos anticorpos aos antígenos de vacina pedriátrica administrada rotineiramente são avaliadas na idade de 6 e 7 meses. Os resultados são resumidos em tabelas separadas.
Os bebês que participaram dessa experiência receberam vacinas DTacP e PRP com 2, 4 e 6 meses de idade; a coleta de sangue do 7 mês ocorreu um mês após a terceira injeção dessas vacinas. Para cada um desses antígenos de vacina (difteria, tétano, coqueluche FHA, coqueluche PT e PRP), os níveis de anticorpos observados não demonstraram diferença significativa entre os 3 grupos de dosagem de TetraMenD (todos valores p > 0,05). (Vide tabela A-17).
No contexto dessa experiência, IPV foi administrado no 2 e 4 meses de idade. A coleta de sangue do 7 mês ocorreu três meses após a segunda injeção de IPV. Para pólio tipo 1 e pólio tipo 2, as GMTs observadas, proporções com NA > 1:4, e proporções com NA > 1:8 não demonstram uma diferença estatisticamente significativa entre os três grupos de TetraMenD (todos valores p > 0,05). Pelo menos 95,0% de todos os três grupos de dosagem TetraMenD demonstram proteção contra pólio tipos 1 e 2 por proporção com NA > 1:8. Para pólio tipo 3, a GMTs nos grupos de 1 gg, 4 gg e 10 gg são 562,7, 164,0 e 113,3 respectivamente. A diferença entre os grupos nas GMTs de pólio tipo 3 é significativa estatisticamente (p = 0,001, ANOVA). Contudo, todos os três grupos de dosagem TetraMenD demonstram proteção contra pólio tipo 3 por proporção com NA > 1:8 (100,0% [22/22], 100,0% [21/21], e 94,1% [16/17], respectivamente). Essas proporções não são estatisticamente diferentes (p = 0,283, teste exato de Fisher). Além disso, as GMTs observadas para os três sorotipos de pólio encontramse dentro das faixas publicadas seguindo-se duas doses de IPV nos 2 e 4 meses de idade, a programação de vacinação de IPV utilizada nessa experiência.
A coleta do sangue do 7o mês ocorre um mínimo de 5 meses após a vacinação mais recente contra Hepatite B. Os níveis observados para anticorpo de superfície da Hepatite B por GMT e proporção >10 mil/mL não demonstram uma diferença estatisticamente significativa entre os 3 grupos de dosagem TetraMenD (ambos valores p > 0,649). Notavelmente, nenhum bebê nessa experiência recebeu vacina contra Hepatite B na visita de seis meses, que é a idade mais precoce recomendada para a terceira dose dessa vacina. Isso pode explicar porque as proporções de bebês com 7 meses com titulações de anticorpo de superfície de Hepatite B > 10 lU/mL são consistentes com as faixas publicadas para anticorpos detectáveis, seguindo-se as doses iniciais da vacina, porém inferiores as que eram esperadas para níveis de anticorpos de proteção seguindo-se a série de três vacinações completas. Os resultados desse Estudo são resumidos nas tabelas que se seguem.
Tabela A-17: Estágio III (Bebês) - Imunogenicidade de vacinas concomitantes entre bebês na idade de 7 meses, por nível de dosagem de TetraMenD (população por protocolo)
Critérios de antígeno e imunológico N7m nível de dosagem de Tetra MenD valor p*
1 pg/ 4 pg/10 pg 1 pg 4pg 10 pg
Difteria (lU/mL)
GMT (95% Cl) 23/23/21 0,16 (0,10- 0,25) 0,09 (0,06 - 0,14) 0,08 (0,05 - 0,15) 0,150
%>0,01 100,0 100,0 95,2 0,313
%£0,10 56,5 43,5 47,6 0,750
Tétano (lU/mL)
GMT (95% Cl) 23/24/21 1,52 (1,08 - 2,15) 1,26 (0,88 - 1,78) 1,23 (0,88 - 1,74) 0,618
%>0,01 100,0 100,0 100,0 não calculável
%>0,10 100,0 100,0 100,0 não calculável
coqueluche FHA ELISA (EU/mL)
GMC (95% Cl) 20/20/19 81,6 (61,4108,4) 69,6 (55,6 - 87,2) 63,4 (43,5- 92,3) 0,455
coqueluche PT ELISA (EU/mL)
GMC (95% Cl) 20/21/19 66,4 (43,6- 101,2) 56,5 (37,2 - 85,8) 80,0 (56,7 - 112,7) 0,441
coqueluche PT CHO (titulação)
GMT (95% Cl) 20/20/16 222,9 (130,8 379,6) 256,0 (175,2374,2) 332,0 (200,9 - 548,7) 0,476
pólio tipo 1 (titulação)
GMT (95% Cl) 169,9 (95,3 - 303,0) 122,1 (72,6- 205,4) 93,7 (46,5 188,7) 0,350
% NA£l:4 22/22/20 100,0 100,0 100,0 Não calculável
% NA £1:8 100,0 95,5 95,0 0,760
pólio tipo 2 (titulação)
Continuação
Tabela A-17: Estágio III (Bebês) - Imunogenicidade de vacinas concomitantes entre bebês na idade de 7 meses, por nível de dosagem de Tetra-
MenD (população aor protocolo)
Critérios de antígeno e imunológico N7m ipg/ 4 pg/10 pg nível de dosagem de Tetra MenD valor p*
1 pg 4pg 10 pg
GMT (95% Cl) 22/21/18 183,9 (96,2 - 351,4) 220,7 (135,9 358,5) 211,2 (107,3- 415,6) 0,893
% NA 21:4 100,0 100,0 100,0 Não calculável
% NA >1:8 100,0 100,0 100,0 Não calculável
pólio tipo 3 (titulação)
GMT (95% Cl) 22/21/17 562,7 (363,3 - 871,8) 164,0 (97,8 - 274,8) 113,3 (44,6 - 287,7) 0,0011
% NA 21:4 100,0 100,0 94,1 0,283
% NA >1:8 100,0 100,0 94,1 0,283
PRP (pg/mL)
GMT (95% Cl) 23/22/19 4,87 (3,04 - 7,78) 4,41 (2,52 - 7,69) 3,39 (1,64- 6,99) 0,648
% >0,15 100,0 100,0 100,0 Não calculável
% 21,0 pg/mL 95,7 81,8 78,9 0,209
Hep B Superfície Ab (titulação) (mIU/mL)
GMT (95% Cl) 21/23/19 46,9 (12,9 - 170,1) 36,9 (12,4- 110,2) 48,3 (28,1 - 83,2) 0,916
%21O 81,0 78,3 89,5 0,649
*Comparações de GMT usam o teste F. As comparações de porcentagem usam o teste exato de Fisher.
Valor p < 0,05.
Exemplo 11 - Estudo B - Estudo de um a seis meses em crianças com idade de 2 a 10 anos
Esse é um estudo controlado-ativo, aleatorizado de crianças saudáveis entre as idades de 2 e 10 anos, comparando uma dose simples 5 de TetraMenD com uma dose simples de Menomune. Os espécimes de sangue são coletados no D0, antes da vacinação, D28 e seis meses após o
DO. A segurança total da TetraMenD em relação a Menomune é comparável. Os resultados desse estudo são resumidos nas tabelas que se seguem.
Distribuição das Titulações de Anticorpo SBA-BR
A tabela B-1 mostra a distribuição de freqüência da linha de ba5 se, nas titulações de anticorpo SBA-BR no dia 18 e mês 6 para cada sorogrupo.
Tabela B-1: Distribuição de titulações de anticorpo SBA-BR no dia 0, dia 28 e 6o mês Apos vacinação (população por protocolo)
Titulações SBA-BR < 8 a 512
Tipo de teste data do teste Grupo (N)
< 8 n (%) 8n (%) 16 n (%) 32 n {%) 64 n {%) 128 n (%) 256 n {%) 512 n (%)
SBA (A) Dia 0 TetraMen D(638) 280 (43,9) 20 (3,1) 15 (2,4) 24 (3,8) 44 (6,9) 63 (9,9) 64 (10.0) 56 (8,8)
Menomun e(655) 281 (42,9) 26 (4.0) 12 (1,8) 52 (7,9) 43 (6,6) 64 (9.8) 49 (7,5) 56 (8.5)
Dia 28 TetraMen D(637) 3 (0,5) 0 (0,0) 2 (0.3) 4 (0,6) 11 (1,7) 30 (4.7) 35 (5,5) 69 (10,8)
Menomun e(654) 11 (1.7) 6 (0,9) 3 (0,5) 8 (1.2) 18 (2.8) 45 (6,9) 66 (10,1) 90 (13,8)
6° mês TetraMen D (607) 17 (2.8) 6 (1,0) 1 (0.2) 9 (1.5) 16 (2,6) 31 (5.1) 52 (8.6) 64 (10,5)
Menomun e(623) 99 (15,9) 13 (2,1) 15 (2.4) 23 (3.7) 29 (4,7) 52 (8,3) 70 (11,2) 99 (15,9)
SBA (C) Dia 0 TetraMen D(638) 339 (53,1) 30 (4,7) 18 (2,8) 30 (4,7) 31 (4,9) 51 (8,0) 61 (9,6) 37 (5.8)
Menomun e (655) 368 (56,2) 34 (5,2) 12 (1,8) 21 (3,2) 43 (6,6) 54 (8,2) 51 (7,8) 25 (3,8)
Dia 28 TetraMen D (636) 24 (3.8) 10 (1.6) 13 (2,0) 27 (4,2) 44 (6,9) 85 (13,4) 102 (16,0) 97 (15,3)
Menomun e(653) 69 (10,6) 10 (1.5) 6 (0,9) 34 (5.2) 55 (8.4) 87 (13,3) 90 (13,8) 96 (14.7)
6° mês TetraMen D(607) 85 (14.0) 19 (3.1) 17 (2.8) 35 (5,8) 67 (11,0) 90 (14,8) 88 (14,5) 66 (10,9)
Menomun e(623) 185 (29,7) 30 (4.8) 14 (2,2) 35 (5,6) 54 (8.7) 68 (10,9) 61 (9,8) 73 (11.7)
SBA (Y) Dia 0 TetraMen D(637) 88 (13,8) 13 (2,0) 17 (2,7) 40 (6,3) 82 (12,9) 113 (17,7) 107 (16,8) 68 (10,7)
Menomun e (654) 96 (14.7) 11 (1.7) 12 (1.8) 42 (6,4) 81 (12,4) 116 (17,7) 124 (19,0) 66 (10,1)
Dia 28 TetraMen D(636) 11 (1.7) 3 (0,5) 5 (0.8) 8 (1,3) 19 (3.0) 69 (10,8) 100 (15,7) 121 (19.0)
Menomun e(654) 16 (2.4) 4 (0.6) 7 (1.1) 20 (3,1) 43 (6,6) 85 (13,0) 121 (18,5) 102 (15,6)
6o mês TetraMen D(608) 25 (4.1) 3 (0.5) 3 (0.5) 17 (2,8) 23 (3,8) 46 (7,6) 72 (11,8) 110 (18,1)
»253
Tabela B-1: Distribuição de titulações de anticorpo SBA-BR no dia 0, dia 28 e 6o mês Apos vacinação (população por protocolo)
Titulações SBA-BR < 8 a 512
Tipo de teste data do teste Grupo (N)
< 8 n (%) 8n (%) 16n (%) 32 n (%) 64 n (%) 128 n (%) 256 n (%) 512 n (%)
Menomun e(622) 62 (10,0) 17 (2,7) 7(1,1) 24 (3,9) 38 (6,1) 73 (11,7) 98 (15,8) 114 (18,3)
SBA (W135) Dia 0 TetraMen D(638) 401 (62,9) 28 (4,4) 24 (3,8) 21 (3,3) 51 (8,0) 45 (7,1) 43 (6,7) 15 (2,4)
Menomun e(654) 403 (61,6) 36 (5,5) 22 (3,4) 30 (4,6) 52 (8,0) 48 (7,3) 34 (5,2) 17 (2,6)
Dia 28 TetraMen D(636) 22 (3,5) 2 (0,3) 1 (0,2) 9 (1,4) 24 (3,8) 39 (6,1) 73 (11,5) 108 (17,0)
Menomun e (653) 43 (6,6) 3 (0,5) 4 (0,6) 8 (1,2) 33 (5,1) 61 (9,3) 88 (13,5) 130 (19,9)
6° mês TetraMen D(607) 46 (7.6) 9(1,5) 3 (0,5) 10 (1,6) 31 (5.1) 69 (11,4) 96 (15,8) 107 (17,6)
Menomun e(624) 82 (13,1) 12 (1,9) 11 (1,8) 23 (3,7) 66 (10,6) 111 (17,8) 120 (19.2) 100 (16,0)
Tabela B-1: Distribuição de titulações de anticorpo SBA-BR no dia 0, dia 28 e 6o mês Apos vacinação (população por protocolo))
Titulações SBA-BR < 8 a 512
Tipo de teste Data de teste Grupo (N)
1024 n (%) 2048 n (%) 4096 n (%) 8192 n (%) 16384 n (%) 32768 n (%) 65536 n (%) >65536 n (%)
SBA (A) Dia 0 TetraMenD (638) 40 (6,3) 26 (4,1) 2 (0,3) 3 (0,5) 1 (0,2) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0,0)
Menomune (655) 51 (7,8) 19 (2,9) 0 (0,0) 1 (0,2) 1 (0,2) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0,0)
Dia 28 TetraMenD (637) 120 (18,8) 151 (23,7) 79 (12,4) 71 (11,1) 39 (6,1) 20 (3,1) 1 (0,2) 1 (0,2)
Menomune (654) 122 (18,7) 162 (24,8) 62 (9,5) 44 (6,7) 16 (2,4) 1 (0,2) 0 (0,0) 0 (0,0)
6° mês TetraMenD (607) 129 (21,3) 139 (22,9) 48 (7,9) 52 (8,6) 27 (4,4) 16 (2,6) 0 (0,0) 0 (0,0)
Menomune (623) 94 (15,1) 93 (14,9) 17 (2,7) 9 (1,4) 8 (1.3) 2 (0,3) 0 (0,0) 0 (0,0)
SBA (C) Dia 0 TetraMenD (638) 22 (3,4) 16 (2,5) 3 (0,5) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0,0)
Menomune (655) 20 (3.1) 22 (3.4) 3 (0,5) 0 (0,0) 1 (0,2) 1 (0.2) 0 (0,0) 0 (0,0)
Dia 28 TetraMenD (636) Q5 (14,9) 92 (14,5) 19 (3.0) 16 (2,5) 6 (0,9) 6 (0,9) 0 (0,0) 0 (0.0)
Tabela B-1: Distribuição de titulações de anticorpo SBA-BR no dia 0, dia 28 e 6o mês Apos vacinação (população por protocolo))
Titulações SBA-BR < 8 a 512
Tipo de teste Data de teste Grupo (N)
1024 n (%) 2048 n (%) 4096 n (%) 8192 n (%) 16384 n (%) 32768 n (%) 65536 n (%) >65536 n (%)
Menomune (653) 86 (13,2) 91 (13,9) 10 (1,5) 9 (1,4) 7 (1,1) 3 (0,5) 0 (0,0) 0 (0.0)
6° mês TetraMenD (607) 62 (10,2) 56 (9.2) 17 (2,8) 3 (0,5) 1 (0,2) 1 (0,2) 0 (0,0) 0 (0,0)
Menomune (623) 42 (6,7) 45 (7,2) 6 (1,0) 7 (1.1) 1 (0,2) 1 (0,2) 1 (0,2) 0 (0,0)
SBA (Y) Dia 0 TetraMenD (637) 62 (9,7) 37 (5,8) 5 (0,8) 2 (0,3) 3 (0,5) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0,0)
Menomune (654) 50 (7,6) 43 (6,6) 10 (1,5) 2 (0,3) 1 (0,2) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0,0)
Dia 28 TetraMenD (636) 111 (17,5) 113 (17,8) 29 (4,6) 21 (3,3) 17 (2,7) 9 (1,4) 0 (0.0) 0 (0,0)
Menomune (654) 127 (19,4) 86 (13,1) 23 (3,5) 13 (2,0) 5 (0,8) 2 (0,3) 0 (0,0) 0 (0,0)
6° mês TetraMenD (608) 123 (20,2) 111 (18,3) 34 (5,6) 22 (3,6) 13 (2,1) 6 (1.0) 0 (0,0) 0 (0.0)
Menomune (622) 80 (12,9) 84 (13,5) 13 (2,1) 7 (1,1) 3 (0,5) 2 (0,3) 0 (0,0) 0 (0,0)
SBA (W135) Dia 0 TetraMenD (638) 4 (0,6) 5 (0,8) 1 (0,2) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0.0) 0 (0,0) 0 (0,0)
Menomune (654) 6 (0,9) 3 (0.5) 2 (0,3) 0 (0,0) 1 (0.2) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0,0)
Dia 28 TetraMenD (636) 108 (17,0) 160 (25,2) 36 (5,7) 32 (5,0) 16 (2,5) 6 (0.9) 0 (0,0) 0 (0,0)
Menomune (653) 117 (17,9) 129 (19,8) 24 (3,7) 9 (1.4) 3 (0,5) 1 (0,2) 0 (0,0) 0 (0,0)
6° mês TetraMenD (607) 101 (16,6) 92 (15,2) 16 (2,6) 16 (2,6) 8 (1,3) 3 (0,5) 0 (0,0) 0 (0,0)
Menomune (624) 67 (10,7) 25 (4.0) 5 (0,8) 2 (0,3) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0,0)
A tabela B-2 - resume a titulação média geométrica (GMT) por idade do paciente e sorogrupo para Tetra MenD.
Tabela Β-2 - Sumário da GMT por Idade do Indivíduo e sorogrupo para Tetra MenD
Idade (em anos) sangue do dia número de indivíduos GMT do I sorogrupo A GMT do sorogrupo C GMT do sorogrupo W GMT do sorogrupo Y-135
2 Dia 0 264 20,59 16,04 8,75 91,23
Dia 28 260 940,26 151,41 332,43 393,88
6 Meses 244 460,92 64,92 153,52 312,95
3 Dia 0 235 33,84 14,60 12,64 148,78
Dia 28 228 1610,74 292,64 795,64 662,97
6 Meses 228 1033,38 105,69 408,85 631,50
4 Dia 0 35 74,99 29,56 9,95 128,00
Dia 28 34 3479,60 795,86 1731,22 906,10
6 Meses 29 3812,58 302,62 634,88 908,65
5 Dia 0 27 118,51 32,00 29,63 121,59
Dia 28 27 3010,02 612,79 1323,71 1050,63
6 Meses 27 3010,02 406,37 679,07 948,10
6 Dia 0 38 38,40 34,42 13,83 112,66
Dia 28 37 4414,32 950,07 2086,73 898,15
6 Meses 37 3729,75 386,57 1005,00 849,06
7 Dia 0 30 111,43 78,79 16,00 111,43
Dia 28 29 3999,26 1612,60 1691,56 1537,33
6 Meses 28 2375,94 524,83 1049,67 1638,97
8 Dia 0 18 118,51 54,86 17,28 188,13
Dia 28 16 6049,08 1878,02 2543,32 1069,34
6 Meses 17 2837,86 453,05 1111,00 1418,93
9 Dia 0 29 116,33 91,60 21,31 87,32
Dia 28 28 4870,99 2825,49 3119,59 1521,66
6 Meses 28 3995,85 974,54 1187,97 1412,75
10 Dia 0 21 98,30 27,13 18,26 45,25
Dia 28 21 4233,45 3251.00 2337,06 1333,45
6 Meses 20 3821,70 989,12 1782,89 1499,22
A tabela B-3 mostra os números e proporções de participantes com uma elevação > quatro vezes na titulação de SBA-BR a partir da linha de base para o dia 28 para os sorogrupos A, C, Y e W-135. Para cara soro5 grupo, essas porcentagens são maiores no grupo TetraMenD que no grupo Menomune®. As diferenças nas proporções são -0,0397, -0,0452, -0,1092 e -0,0562, para sorogrupos A, C, Y, e W-135, respectivamente.
Tabela B-3: Sumário do Teste Hipotético Primário para a População por Protocolo
Sorogrupo elevação > 4 vezes na titulação de SBA
TetraMenD n/N Pt Menomune® n/N Pm Diferença um lado superior 95% de CL da diferença
sorogrupo A 558/636 0,8774 547/653 0,8377 -0,0397 -0,0077
sorogrupo C 466/635 0,7339 449/652 0,6887 -0,0452 -0,0037
sorogrupo Y 359/634 0,5662 298/652 0,4571 -0,1092 -0,0636
sorogrupo W-135 578/635 0,9102 556/651 0,8541 -0,0562 -0,0267
n: número de participantes com uma elevação > a quatro vezes a titulação de linha de base. N: número total de participantes na população usada
Pt e Pm: proporções de participantes com elevação > quatro vezes na titulação pós-vacinação de SBA a partir dos grupos TetraMenD e Menomune®, respectivamente.
A proporção de participantes com titulações de anticorpo de SBA > 32 no dia 28 Apos vacinação é resumida na Tabela B-3.
Tabela B-3: Porcentagem e número de participantes com uma titulação de anticorpo SBA-BR > 32 no dia 28 após a vacinação (população por protocolo)
TetraMenD Menomune®
(*%:n/N) 95% Cl para porcentagem (*%:n/N) 95% Cl para porcentagem
Sorogrupo A 99,22 (632 / 637) (98,18, 100,00) 96,94 (634 / 654) (95,32, 100,00)
Sorogrupo C 92,61 (589 / 636) (90,29, 100,00) 86,98 (568 / 653) (84,16, 100,00)
Sorogrupo Y 97,01 (617/636) (95,37, 100,00) 95,87 (627 / 654) (94,05, 100,00)
Sorogrupo W-135 96,07 (611 /636) (94,25, 100,00) 92,34 (603 / 653) (90,03, 100,00)
' %: n/N, 1 n: número de participantes com titulação > 32 no dia 28 Apos vacinação.
* N: número total de participantes com amostra de sangue válida no dia 28 nesse grupo.
A proporção de participantes com titulações de anticorpo de SBA > 128 no dia 28 Apos vacinação é resumida na Tabela B-4.
Tabela B-4: Porcentagem e número de participantes com titulação de anticorpo SBA-BR > 128 no dia 28 Apos vacinação (população por protocolo)
TetraMenD Menomune®
(•%:n/N) »5% Cl para a ' ' porcentagem (*%:n)N) 95% Cl para a ' ' porcentagem
Sorogrupo A Sorogrupo C Sorogrupo Y Sorogrupo W-135 96,86 (617/ 637) (95,19, 100,00) 81,45 (518/ 636) (78,20, 100,00) 92,77 (590 / 636) (90,47, 100,00) 90,88 (578 / 636) (88,37, 100,00) 92,97 (608 / 654) (90,73, 100,00) 73,35 (479 / 653) (69,79, 100,00) 86,24 (564 / 654) (83,36, 100,00) 86,06 (562 / 653) (83,17, 100,00)
‘ *%;n/N, 1 n: número de participantes com titulação > 128 no dia 28 Apos vacinação, * N. número total de participantes com amostra de sangue válida no dia 28 nesse grupo.
Proporção de Participantes com pelo menos uma elevação 5 de 4 vezes nas titulações de anticorpo de SBA-BR
A tabela B-5 mostra a proporção dos participantes com uma elevação de > 4 vezes no dia 28 e no 6o mês de titulações de anticorpo de SBA a partir da linha de base. Vinte e oito a cinquenta e seis dias após receber Tetra MenD, a maioria dos participantes experimentou uma elevação de > 4 10 vezes a titulação do anticorpo de SBA-BR para cada um dos sorogrupos contidos na vacina.
Tabela B-5: Porcentagem e número de participantes com elevação > 4 vezes no dia 28 e 6o mês nas titulações de anticorpo SBA-BR a partír da linha de base (população por protocolo)
Tipo de teste data do teste TetraMenD Λ·ι (M%ci> Menomune® (Í) (95% Cl)
sorogrupo A SBA Dia 28 87,7(558/636) (84,9, 90,2) 83,8 (547/653) (80,7, 86,5)
6o mês 79,1 (480/607) (75,6, 82,2) 56,9 (354/622) (52,9, 60,8)
sorogrupo C SBA Dia 28 73,4(466/635) (69,8, 76,8) 68,9 (449/652) (65,2, 72,4)
6o mês 55,7(338/607) (51,6, 59,7) 43,7(272/622) (39,8, 47,7)
sorogrupo Y SBA Dia 28 56,6(359/634) (52,7, 60,5) 45,7(298/652) (41,8, 49,6)
6o mês 57,3(348/607) (53,3, 61,3) 39,2(243/620) (35,3, 43,2)
sorogrupo W- 135 SBA Dia 28 91,0(578/635) (88,5, 93,1) 85,4(556/651) (82,5, 88,0)
6o mês 82,7(502/607) (79,5, 85,6) 69.5(432/622) (65,7, 73,1)
* %: n/N, T n: número de participantes com elevação > 4 vezes a partir da linha de base. $ N: número total de participantes na população usada.
Proporção de participantes com titulações não detectáveis (<8) no dia 0 obtendo uma elevação > 4 vezes nas titulações de anticorpo SBA-BR no dia 28
Em ambos os grupos de tratamento e para todos os sorogrupos de vacina, a maior parte dos participantes com uma titulação de SBA-BR não detectável (<8) na linha de base, obteve uma elevação > 4 vezes nas titulações de SBA do dia 28. (Tabela B-6). As proporções dos participantes com uma titulação de SBA < 8 no dia 0, que tinham uma elevação > 4 vezes a partir da linha de base para o dia 28 variaram de 86,21% a 98,57% no gru10 po Tetra MenD; e de 75,00 a 94,64 no grupo Menomune®.
Tabela B-6: Número e porcentagem de participantes com titulações não detectáveis (<8) no dia 0 obtendo uma elevação > 4 vezes nas titulações de anticorpo SBA-BR no dia 28
TetraMenD Menomune®
Sorogrupo % (n/N*) 95% Cl* % (n/N) 95% CIT
A 98,57 (275 / 279) (96,37, 100,00) 94,64 (265 / 280) (91,32, 100,00)
C 87,87 (297 / 338) (83,91, 100,00) 80,05 (293 / 366) (75,59, 100,00)
Y 86,21 (75 / 87) (77,15, 100,00) 75,00 (72 / 96) (65,12, 100,00)
W-135 96,00 (384 / 400) (93,59, 100,00) 89,53(359/401) (86,11, 100,00)
*n = número de participantes com titulações < 8 e titulações s 32 no dia 28 dentro de cada sorogrupo.
N - número total de participantes com titulações < 8 no dia 0 dentro de cada sorogrupo 1 Intervalo de confiança de exatos 95% para a porcentagem
GMTs de anticorpos de SBA-BR e média de vezes de elevações
A tabela B-7 mostra as GMTs de SBA na linha de base, no dia e 6o mês Apos vacinação e as elevações em vezes nas GMTs de SBA.
Tabela B-7: Resultados da sorologia de SBA-BR na linha de base, dia 28 e 6o mês após-vacinação (população por protocolo)
Tipo de teste Parâmetro* sangramento NT TetraMenD Média geométrica (95% Cl) NT Menomune® Média geométrica (95% Cl)
SBA de titulação Dia 0 638 35,44 (29,77, 655 32,72 (27,71,
soro- 42,20) 38,63)
grupo A Dia 28 637 1700,27 (1512,07, 654 892,20 (789,97,
1911,89) 1007,66)
6° mês 607 1053,65 (912,93, 1216,07) 623 214,97 (179,84, 256,97)
Elevação dobrada Dia 0 638 1,00 (1,00, 1,00) 655 1,00 (1,00, 1,00)
Dia 28 636 35,18 (29,72, 41,65) 653 20,21 (17,43, 23,44)
6o mês 607 23,19 (19,20, 28,00) 622 5,04 (4,21, 6,03)
Soro- Titulação Dia 0 638 20,63 (17,59, 655 18,69 (15,95,
grupo C 24,20) 21,90)
SBA Dia 28 636 353,85 (307,95, 406,58) 653 230,71 (197,72, 269,20)
6° mês 607 136,92 (116,40, 161,06) 623 65,51 (54,64, 78,55)
Elevação dobrada Dia 0 638 1,00 (1,00, 1,00) 655 1,00 (1,00, 1,00)
Dia 28 635 11,86 (10,19, 13,81) 652 8,40 (7,23, 9,77)
6o mês 607 4,49 (3,85, 5,25) 622 2,41 (2,05, 2,83)
Soro- Titulação Dia 0 637 118,61 (102,49, 654 117,84 (W1,98,
rupo Y 137,27) 36,18)
SBA Dia 28 636 636,70 (563,06, 654 408,10 (362,19,
719,97) 459,84)
6o mês 608 591,77 (514,65, 680,43) 622 239,18 (204,91, 279,17)
Elevação dobrada Dia 0 637 1,00 (1,00, 1,00) 654 1,00 (1,00, 1,00)
Dia 28 634 4,83 (4,25, 5,49) 652 3,14 (2,79, 3,52)
6° mês 607 4,63 (4,00, 5,37) 620 1,85 (1,60, 2,14)
Soro- Titulação Dia 0 638 12,09 (10,62, 654 12,15 (10,69,
rupo 13,76) 13,80)
W-135 SBA Dia 28 636 749,78 (657,37, 855,18) 653 424,75 (371,47, 485,67)
Tipo de teste Parâmetro* sangramento N1 TetraMenD Média geométrica (95% Cl) N1 Menomune® Média geométrica (95% Cl)
6o mês 607 362,25 (311,67, 421,03) 624 136,06 (118,08, 156,78)
Elevação dobrada DiaO 638 1,00 (.00, 1,00) 654 1,00 (1,00, 1,00)
Dia 28 635 40,24 (34,30, 47,21) 651 22,98 (19,73, 26,76)
6° mês 607 19,19 (16,31, 22,56) 622 7,42 (6,33, 8,69)
‘Titulação ou elevação dobrada = titulação o dia 28/titulação no dia 0 jN: número total de participantes usados no cálculo.
IgG ELISA para sorogrupos A, C, W-135 e Y
A tabela B-8 mostra GMCs de IgG na linha de base, no dia 28 e
6° mês apos vacinação e elevações dobradas nas GMCs de IgG.
Tabela B-8: Resultados da sorologia de IgG na linha de base, dia 28 e 6° mês apos vacinação (população por protocolo)
Tipo de teste Parâmetro* Sangramento TetraMenD Menomune®
N1 Média geométrica (95% Cl) Nf Média geométrica (95% Cl)
Sorogrupo A (IgG) ELISA Titulação Dia 0 115 0,36 (0,31, 0,43) 113 0,33 (0,28, 0,38)
Dia 28 115 7,65 (6,27, 9,33) 110 6,81 (5,51, 8,42)
6o mês 112 1,70 (1,37, 2,11) 109 4,53 (3,60, 5,70)
Elevação dobrada Dia 0 115 1,00 (1.00, 1.00) 113 1,00 (1.00, 1,00)
Dia 28 115 21,00 (16,60, 26,58) 108 21,09 (16,78, 26,50)
6° mês 112 4,58 (3,65, 5,75) 107 14,40 (11,22, 18,49)
Continuação
SorogrupoC (IgG) ELISA Titulação Dia 0 115 0,23 (0,20, 0,25) 113 0,25 (0,22, 0,29)
Dia 28 115 1,24 (1,03, 1,50) 110 7,62 (6,33, 9,19)
6o mês 111 0,36 (0,31, 0,43) 109 3,49 (2,82, 4,32)
Elevação dobrada Dia 0 115 1,00 (1,00, 1,00) 113 1,00 (1,00, 1.00)
Dia 28 115 5,50 (4,58, 6,62) 109 30,18 (24,26, 37,55)
6o mès 111 1,60 (1,36, 1,89) 107 14,42 (11,46, 18,15)
Sorogrupo Y (IgG) ELISA Titulação Dia 0 115 0,38 (0,34, 0,43) 114 0,34 (0,31, 0,38)
Dia 28 115 1,54 (1.26, 1,88) 110 4,15 (3,30, 5,22)
6o mês 112 0,76 (0,65, 0,89) 109 2,90 (2,25, 3,73)
Elevação dobrada Dia 0 115 1,00 (1,00, 1,00) 114 1,00 (1,00, 1,00)
Dia 28 115 4,04 (3,30, 4,93) 109 12,43 (9,85, 15,68)
6o mês 112 1,98 (1,68, 2,32) 108 8,72 (6,79, 11,21)
Sorogrupo W-135 (IgG) ELISA Titulação Dia 0 115 0,25 (0,22, 0,28) 113 0,22 (0,19, 0,25)
Dia 28 115 0,90 (0,72, 1.12) 110 2,53 (2,06, 3,11)
6o mês 112 0,55 (0,47, 0,65) 109 1,88 (1,53, 2,31)
Elevação dobrada Dia 0 115 1,00 (1,00, 1,00) 113 1,00 (1,00, 1,00)
Dia 28 115 3,60 (2,90, 4,47) 108 11,67 (9,34, 14,58)
6o mês 112 2,18 (1,84, 2,58) 107 8,70 (6,96, 10,87)
’ Titulação ou elevaçao dobrada, onde elevação dobrada = titulação o dia 28/titulação no dia 0 t N: número total de participantes usados no cálculo.
Vinte e oito a cinquenta e seis dias após receber a vacinação de estudo, Tetra MenD, a maioria dos participantes experimentou uma elevação > 4 vezes na titulação de anticorpo de SBA-BR para cada um dos sorogru5 pos contidos na vacina. No total, 77% dos que receberam TetraMenD expe81 rimentaram uma elevação de 4 vezes na titulada do anticorpo através de todos sorogrupos. Níveis de anticorpo de pré-vacinação maiores são observados para o sorogrupo Y que para C ou W-135. Isso pode estar relacionado ao fato de que a exposição natural ao sorogrupo Y nessa idade pode ser mais comum que o pensado anteriormente. Níveis de anticorpo de circulação maiores refletem exposição natural recente e podem reduzir a proporção dos recipientes de vacina exibindo respostas de anticorpo de 4 vezes ou mais altas. Esse parece claramente ser o caso para as respostas do sorogrupo Y, quando comparadas aos outros sorogrupos. A elevação de 4 vezes para o sorogrupo Y é de 56,6% em comparação a 73,4% para o sorogrupo C, 87,7% para o sorogrupo A e 91,0% para o sorogrupo W-135. Os níveis de anticorpo de pré-vacinação maiores são também observados para o sorogrupo A. Isso pode ser o resultado da exposição intermitente por um período prolongado de tempo para vários antígenos de reação cruzada que ocorrem naturalmente.
Para avaliar adicionalmente o impacto das titulações preexistentes e investigar a razão da soroconversão (conforme definido pela proporção de recipientes de vacina que obtiveram uma elevação de quatro vezes na titulação de anticorpo quando a titulação de pré-vacinação para qualquer sorogrupo for< 1:8), uma análise separada é realizada nos participantes que tiveram titulações de anticorpo de pré-vacinação de < 1:8 para qualquer um dos quatro sorogrupos contidos na vacina. Uma titulação de < 1:8 pelo ensaio SBA usando coelho bebê como a fonte de complemento é considerada como representando um nível indetectável do anticorpo de circulação. Quando os participantes são avaliados usando esse critério, é observado que existe uma razão de soroconversão de 98,6% para sorogrupo A, 87,9% para sorogrupo C, 96,0% para o sorogrupo W-135 e 86,2% para sorogrupo Y apos vacinação com Tetra MenD.
Com base nas observações em recrutas militares, Goldschneider propôs que uma titulação mínima de á 1:4 usando um ensaio de SBA com uma fonte de complemento humano correlacionada a proteção de doença invasiva contra Sorogrupo C. Contudo, devido a necessidade de pa36% dronização do ensaio e a falta de uma fonte confiável de complemento humano, o complemento de coelho bebê é sugerida como uma fonte alternativa. Os meningococos parem ser mais sensíveis ao complemento de coelho bebê que o complemento humano, resultando em titulações de anticorpo medidas superiores. Vários autores sugeriram que as titulações > 1:128 usando o ensaio de complemento de coelho são previsíveis de proteção enquanto titulações de < 1:8 são previsíveis de suscetibilidade pelo menos para o sorogrupo C. Embora esse nível possa ser apropriado quando se avalia vacinas de polissacarídeo, ele não pode ser aplicável para vacinas conjugadas. Borrow sugeriu que, nos indivíduos que recebem uma vacina conjugada de monovalente C que demonstraram titulações de SBA de pós-vacinação entre 8 e 64, a demonstração de uma resposta de memória usando uma dose reduzida (10 pg) de uma vacina de polissacarídeo meningocócica fornecida vários meses após, mostrou que esses indivíduos estão também protegidos, tendo obtido um nível de anticorpos > 1:128. Os resultados para indivíduos que receberam a vacina TetraMenD com titulações SBA-BR > 1:128 para cada sorogrupo são apresentados nas Tabelas. Quando esses critérios são aplicados a cada um dos sorogrupos contidos na vacina, no total, 96,2% dos participantes que receberam TetraMenD obtiveram uma titulação SBABR de pós titulação de > 1:32 e 90,5% obtiveram uma titulação > 1:128. Um subconjunto de soros desse estudo clínico é também usado para avaliar a correlação entre o ensaio SBA usando complemento de coelho bebê e complemento humano e os resultados são fornecidos em um Estudo subsequente.
As respostas IgG totais são significativamente maiores para sorogrupos C, Y e W-135 no grupo Menomune® que no grupo que recebe Tetra MenD. Contudo, os níveis da GMT de SBA de pós-vacinação para os sorogrupos A, C, Y e W-135 são significativamente maiores no grupo Tetra MenD.
A Tabela B-9 provê uma comparação de titulações de GMC contra GMT por sorogrupo.
Tabela B-9 Comparação de Titulações de GMC de IgG e GMTs de SBA por Sorogrupo
Sorogrupo resultados do dia 28 GMC de IgG GMT de SBA
A TetraMenD 7,65 1700,3
Menomune® 6,81 892,2
C TetraMenD 1,24 353,9
Menomune® 7,62 230,7
Y TetraMenD 1,54 636,7
Menomune® 4,15 408,1
W-135 TetraMenD 0,90 749,8
Menomune® 2,53 424,8
A observação que os níveis inferiores de IgG produzidos pelo conjugado geraram um nível superior de atividade bactericida que a vacina de polissacarídeo, sugere fortemente que a qualidade e afinidade da resposta do anticorpo a vacina conjugada é superior aquelas geradas por vacina de polissacarídeo não conjugado. O anticorpo de afinidade superior está associado a atividade funcional e resposta de memória. Esse efeito foi observado em vários estudos publicados. Esses dados demonstram que TetraMenD é altamente imunogênica em crianças com idade de 2 a 10 anos, as GMTs observadas no grupo TetraMenD são superiores aquelas observadas no grupo de Menomune para cada um dos quatro sorogrupos e as titulações obtidas são previsíveis de proteção. Finalmente, parece que TetraMenD gera respostas de anticorpo de afinidade superior para cada sorogrupo contido na vacina.
A segurança é monitorada em quatro pontos específicos durante a experiência: reações imediatas (dentro de 30 minutos da vacinação), solicitaram reações locais e sistêmicas dentro dos primeiros 7 dias após a vacinação, todos eventos adversos no período de 28 dias apos vacinação e continuação AEs (dos dias 0-28) e eventos adversos sérios do dia 0 a 6 meses após a vacinação são reportados.
Para todos os participantes, a maior parte das reações solicitadas locais para ambos os grupos de tratamento são reportadas como bran84 das e solucionadas dentro de 3 dias da vacinação. A freqüência das reações locais é semelhante para cada grupo de tratamento. No grupo que recebeu TetraMenD 58,8% reportaram pelo menos uma reação local, enquanto o grupo que recebeu Menomune® 58,3% reportou o mesmo. Além disso, a experiência com a vacina conjugada de C CRM197 monovalente administrada intramuscularmente aos adolescentes mostrou que a razão das reações locais é muito semelhante aquela observada para TetraMenD nesse estudo.
A maior parte dos AEs reportados não são sérios, são reversíveis e não relacionados a vacinação. Não existem relatórios nesse estudo de novos inícios de asma bronqueana, diabetes mellitus ou doença autoimune. Exemplo 12 - Estudo C - Estudo de Um Mês com Adolescentes com Idade de 11 a 18 anos
O estudo C é um estudo controlado-ativo, aleatorizado de adolescentes saudáveis de 11 a 18 anos como de DO de uma dose simples de TetraMenD versus uma dose simples de Menomune®. O soro do sangue é retirado no DO, antes da vacinação e D28 e analisado, e um subconjunto de soro dos pacientes é adicionalmente avaliado conforme descrito nos resultados.
Para todos os participantes, a maior parte das reações solicitadas locais para ambos grupos de tratamento são reportadas como brandas e solucionadas dentro de 2 dias da vacinação. A freqüência das reações locais é mais comum no grupo que recebeu TetraMenD (72,4%) que no grupo que recebeu Menomune® (34,7%). Esse resultado é provavelmente devido a natureza da vacina conjugada (proteína veiculo de difteria) do que em relação a via de administração (intramuscular). Os resultados desse Estudo são resumidos nas Tabelas que se seguem.
A tabela C-1 mostra a freqüência de distribuição das titulações de anticorpo SBA-BR da linha de base e no dia 28 para cada sorogrupo.
Tabela C-1: Distribuição das Titulações de Anticorpo SBA-BR no Dia 0 e Dia 28 Apos vacinação (População por protocolo)
51 (12,0) 56 (13,2) 1 15 (3,5) cn Λ s in cv CO CO ir> a> CM ig 58 (13,7) CP Sç LQ co r*·
Titulações de SBA-BR < 8 a 512 sg N = cog ® §_ cm? b- s? t· o. CN C0 G CD CM cn cn CM © v σ> cn co ” t£ rττ
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Tabela C-1: Distribuição das Titulações de Anticorpo SBA-BR no Dia 0 e Dia 28 Apos vacinação (População por protocolo)
Tabela C-1: Distribuição das Titulações de Anticorpo SBA-BR no Dia 0 e Dia 28 Apos vacinação (População por protocolo)
Titulações de SBA-BR 1024 a >65536 <0 CO <0 c Λ I 1 1 1 1 ~I 1
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data do teste © 01 Q CO CM ro D O flj Q CO CM fO b
Tipo de teste < < CD o < CD cn
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Tabela C-1: Distribuição das Titulações de Anticorpo SBA-BR no Dia 0 e Dia 28 Apos vacinação (População por protocolo)
Titulações de SBA-BR 1024 a >65536 CO S s? io S— <o c Λ I I 1 1 1 1 1 1
65536 n (%) I 1 oT S- 1 1 1 cí ** o 1
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data do teste O ro □ CO CM flj Ó O Γ0 Q CO CM m Q
Tipo de teste > 4 tn tn <£ co CQ V ws
A Tabela C-2 resume os níveis de GMT por Idade do Indivíduo e
Sorogrupo para Tetra MenD
Tabela C-2: Sumário da GMT para Idade do Indivíduo e Sorogrupo para Tetra MenD
idade (em anos) Sangue do dia número de indivíduos GMT do Sorogrupo A GMT do Sorogrupo C GMT do Sorogrupo W GMT do sorogrupo Y-135
11 Dia 0 45 101,59 37,33 21,77 91,21
Dia 28 45 4705,07 1372,15 1482,00 1024,00
12 Dia 0 54 104,24 42,99 14,63 72,77
Dia 28 53 5049,37 2157,99 1245,94 1198,00
13 Dia 0 65 145,47 32,34 20,23 128,00
Dia 28 65 7363,39 1880,53 2206,73 1782,89
14 Dia 0 67 85,50 31,67 24,71 107,36
Dia 28 67 5124,87 2006,06 1753,62 1159,35
15 Dia 0 70 129,27 42,22 27,31 126,74
Dia 28 68 4870,99 2090,18 1193,17 1193,17
16 Dia 0 69 103,66 21,41 22,74 129,29
Dia 28 69 7189,09 2357,27 1455,45 2068,68
17 Dia 0 69 85,64 38,73 13,90 72,93
Dia 28 67 4269,06 1665,21 841,27 904,45
18 Dia 0 1 4 8 16 64
Dia 28 1 8192,00 256,00 512,00 8192,00
A tabela C-3 mostra os números e porcentagens de participantes com uma elevação de > 4 vezes na titulação de SBA-BR a partir da linha de 5 base para o Dia 28 para os sorogrupos A, C, Y e W-135. Para cara sorogrupo, essas porcentagens são maiores no grupo TetraMenD que no grupo Menomune®.
Tabela C-3: Números e Porcentagens dos Participantes com uma Elevação de > 4
Vezes na Titulação de SBA-BR da Linha de Base para o Dia 28_________________
Elevação de 2 4 vezes na titulação de SBA para o sorogrupo TetraMenD n/N Pt Proporção Menomune® n/N Pm Proporção Diferença (Pm - Pt) ligação superior de um lado 95% de Cl de diferença
A 392/423 0,9267 391/423 0,9243 NA NA
C 388/423 0,9173 375/423 0,8865 -0,0307 0,0029
Y 346/423 0,8180 339/423 0,8014 -0,0165 0,0278
W-135 409/423 0,9669 403/423 0,9527 -0,0142 0,0080
Frequência de Titulações de Anticorpo de SBA-BR > 32
A proporção dos participantes com titulações de anticorpo de 10 SAB > 32 no Dia 28 apos vacinação é resumida na Tabela C-4.
Tabela C-4: Porcentagem e Número de Participantes com Titulação de Anticorpo de SBA > 32 no Dia 28 Pós-Vacinação (População por protocolo)
TetraMenD Menomune®
%* (nW) 95% Cl para a porcentagem %* (nf/N*) 95% Cl para a porcentagem
Sorogrupo A 100,00 (423/423) (99,13, 100,00) 100,00 (423/423) (99,13, 100,00)
Sorogrupo C 99,53 (421/423) (98,30, 100,00) 99,53 (421/423) (98,30, 100,00)
Sorogrupo Y 99,76 (422/423) (98,69, 100,00) 99,76 (422/423) (98,69, 100,00)
Sorogrupo W-135 98,82 (418/423) (97,26, 100,00) 99,53 (421/423) (98,30, 100,00)
* %: n/N, 1 n: número de participantes com titulação > 32 no Dia 28 apos vacinação.
* N: número total de participantes com amostra de sangue válida no D28 nesse grupo.
Freqüência de Titulações de Anticorpo de SBA-BR >128
A proporção dos participantes com titulações de anticorpo de
SBA >128 no Dia 28 apos vacinação é resumida na Tabela C-5.
Tabela C-5: Porcentagem e Número de Participantes com Titulação de Anticorpo de SBA > 128 no Dia 28 Pós-Vacinação (População por protocolo)
TetraMenD Menomune®
%* (n^/N*) 95% Cl para a porcentagem %* (nW) 95% Cl para a porcentagem
Sorogrupo A 99,76 (422/423) (98,69, 100,00) 100,00 (423/423) (99,13, 100,00)
Sorogrupo C 98,82 (418/423) (97,26, 100,00) 98,35 (416/423) (96,62, 100,00)
Sorogrupo Y 99,53 (421/423) (98,30, 100,00) 99,29 (420/423) (97,94, 100,00)
Sorogrupo W-135 98,58 (417/423) (96,94, 100,00) 98,82 (418/423) (97,26, 100,00)
%: n/N expresso como uma porcentagem.
f n: número de participantes com titulação > 128 no Dia 28 apos vacinação.
1 N: número total de participantes com amostra de sangue válida no D28 nesse grupo.
Porcentagem de Participantes com Elevação > 4 vezes nas Titulações 5 de Anticorpo SBA-BR
A tabela C-6 mostra a proporção de participantes com elevação de > 4 vezes nas titulações de anticorpo de SBA no Dia 28 a partir da linha de base.
Tabela C-6: Porcentagem e Número de Participantes com uma
Elevação de Titulação > 4 nas Titulações de Anticorpo SBA no Dia 28 a partir da Linha de Base
Tipo de teste TetraMenD Menomune®
%’ (nW) (95% Cl) %’ (nW) (95% Cl)
SBA de Sorogrupo A 92,7 (392/423) (89,8, 95,0) 92,4 (391/423) (89,5, 94,8)
SBA de Sorogrupo C 91,7 (388/423) (88,7, 94,2) 88,7 (375/423) (85,2, 91,5)
SBA de Sorogrupo Y 81,8 (346/423) (77,8, 85,4) 80,1 (339/423) (76,0, 83,8)
SBA de Sorogrupo W-135 96,7 (409/423) (94,5, 98,2) 95,3 (403/423) (92,8, 97,1)
* %: n/N expresso como uma porcentagem 1 n: número de participantes com elevação > 4 vezes a partir da titulação da linha de base * N; número total de participantes na população usada.
Porcentagem de Participantes com Titulações Não Detectáveis (<8) no Dia 0 Obtendo uma Elevação de > 4 vezes nas Titulações de Anticorpo de SBA-BR no Dia 28
Em ambos grupos de tratamento e para todos os sorogrupos de vacina, a maior parte dos participantes com uma titulação de SBA não detec10 tável (<8) na linha de base obtém uma elevação de > vezes nas titulações de SBA no dia 28. As proporções dos participantes com uma titulação de SBA <8 no Dia 0 que tinham uma elevação > 4 vezes a partir da linha de base para a faixa no Dia 28 a partir de 98,17% a 100% (Tabela C-7).
Tabela C7: Porcentagem de Participantes com Titulações Não
Detectáveis (<8) no Dia 0 Obtendo uma Elevação de > 4 vezes nas Titulações de Anticorpo de SBA-BR no Dia 28
TetraMenD Menomune®
Sorogrupo Porcentagem n/N* 95% Cl* Porcentagem n/N 95% Cl1
A 100,00 81/81 (95,55, 100,00) 100,00 93/93 (96,11, 100,00)
C 98,71 153/155 (95,42,100,00) 99,34 151/152 (96,39,100,00)
Y 98,17 161/164 (94,75, 100,00) 99,28 138/139 (96,06, 100,00)
W-135 98,36 60/61 (91,20, 100,00) 100,00 47/47 (92,45, 100,00)
*n = □ número de participantes com titulações < 8 no dia 0 e titulações > 32 no Dia 28 dentro de cada sorogrupo
N = o número de participantes com titulações < 8 no Dia 0 dentro de cada sorogrupo * Exatos 95% de intervalo de confiança para a porcentagem
GMTs de Anticorpo SAB-BR e Média de Vezes de Elevações
A tabela C-8 mostra as GMTs de SBA na linha de base e no Dia apos vacinação e as elevações dobradas nas GMTs de SBA.
Tabela C-8: Resultados da Sorologia de SBA na Linha de Base e no Dia 28 Apos vacinação (população por protocolo)
Ά-10
Tipo de teste Parâmetro* San- gra- mento TetraMenD Menomune®
Nf média geométrica (95% Cl) Nf média geométrica (95% Cl)
SBA de sorogrupo A Titulação Dia 0 425 106,28 (87,60, 128,95) 423 88,67 (73,05, 107,64)
Dia 28 423 5483,21 (4920,12, 6110,74) 423 3245,67 (2909,97, 3260,11)
Elevação dobrada Dia 28 423 44,92 (36,98, 54,57) 423 31,43 (26,62, 37,10)
SBA de sorogrupo C Titulação Dia 0 425 33,71 (27,54, 41,28) 423 37,39 (30,40, 45,98)
Dia 28 423 1924,36 (1662,08, 2228,03) 423 1638,87 (1405,55, 1910,93)
Elevação dobrada Dia 28 423 43,83 (36,40, 52,78) 423 34,17 (28,31, 41,24)
SBA de sorogrupo Y Titulação Dia 0 425 103,21 (87,80, 121,32) 423 111,91 (96,03, 130,41)
Dia 28 423 1322,26 (1161,85, 1504,82) 423 1228,27 (1088,20, 1386,37)
Elevação dobrada Dia 28 423 11,62 (9,94, 13,60) 423 10,16 (8,76, 11,79)
SBA de SoroGrupo W-135 A Titulação Dia 0 425 20,70 (17,70, 24,22) 423 23,90 (20,40, 28,02)
Dia 28 423 1407,22 (1232,07, 1607,27) 423 1544,99 (1383,63, 1725,16)
Elevação dobrada Dia 28 423 51,98 (44,36, 60,90) 423 51,47 (44,32, 59,76)
' Titulação ou elevaçao dobrada, onde a elevaçao dobrada = titulação no dia 28/titulação no Dia 0 T N: número total de participantes usados no cálculo
IgG ELISA para Sorogrupos A, C, W-135 e Y
A tabela 09 mostra GMCs de IgG (em pg/mL) na linha de base e no Dia 28 apos vacinação e elevações dobradas em GMCs de IgG.
Tabela C-9: Resultados da Sorologia de IgG na Linha de Base no Dia 28 Apos vacinação (população por protocolo)
Tipo de teste parâmetro* Sangramento TetraMenD Menomune®
Nf média geométrica (pg/mL·) (95% Cl) N1 Média geométrica (pg/mL) (95% Cl)
ELISA (IgG) de sorogrupo A Titulação Dia 0 82 0,84 (0,61, 1,16) 79 0,62 (0,45, 0,84)
Dia 28 82 18,09 (13,56, 24,12) 79 11.61 (8,81, 15,29)
Elevação dobrada Dia 28 82 21,49 (16,35, 28,24) 79 18,87 (14,23, 25,00)
ELISA (IgG) de sorogrupo C Titulação Dia 0 82 0,27 (0,23, 0,31) 79 0,30 (0,24, 0,37)
Dia 28 82 5,54 (3,85, 7,97) 79 8,08 (5,37. 12,18)
Elevação dobrada Dia 28 82 20,78 (14,74, 29,28) 79 26,97 (18,93, 38,41)
ELISA (IgG) de sorogrupo Y Titulação Dia 0 82 0,41 (0,32. 0,53) 79 0,39 (0,30, 0.50)
Dia 28 82 4,41 (2,74, 7,08) 79 9.17 (6,58, 12,78)
Elevação dobrada Dia 28 82 10,81 (7.32, 15,95) 79 23,55 (16,93, 32,75)
W-135 ELISA(ígG) de Sorogrupo Titulação Dia 0 82 0,24 (0,20, 0,29) 79 0,24 (0.19, 0,30)
Dia 28 82 2,95 (2,02, 4,30) 79 4,93 (3,47, 7,00)
Elevação dobrada Dia 28 82 12,26 (8,48, 17,73) 79 20,40 (14,62, 28,46)
‘Titulaçao ou elevação dobrada, onde a elevação dobrada = titulação no dia 28/tilulação no Dia 0 1N: número total de participantes usados no cálculo.
IgM ELISA para Sorogrupo A, C, Y e W-135
A tabela C-10 mostra as GMCs de IgM na linha de base e no dia após a vacinação e as elevações dobradas nas GMCs de IgM.
Tabela C-10: Resultados da Sorologia de IgM na Linha de Base e no Dia 28 Apos vacinação (população por protocolo)
Tipo de teste parâmetro* Sangramento TetraMenD Menomune®
Média geométrica (95% Cl) Nf média 1 geométrica (95% Cl)
ELISA (IgM) de sorogrupo A Titulação Dia 0 81 1,66 (1,34, 2,06) 79 1,42 (1,15, 1,75)
Dia 28 80 17,80 (14,67, 21,59) 79 12,00 (9,67, 14,89)
Elevação dobrada Dia 28 79 11,22 (8,54, 14,73) 79 8,47 (7,06, 10,16)
ELISA (IgM) de sorogrupo C Titulação Dia 0 82 0,19 (0,14, 0,24) 79 0,16 (0,12, 0,22)
Dia 28 80 1,55 (1,20, 2,00) 79 1,71 (1,39, 2,10)
Elevação dobrada Dia 28 80 8,42 (6,34, 11,18) 79 10,60 (8,04, 13,97)
ELISA (IgM) de sorogrupo Y Titulação Dia 0 82 0,37 (0,29, 0,46) 79 0,40 (0,32, 0,50)
Dia 28 80 3,47 (2,81, 4,27) 79 3,45 (2,85, 4,17)
Elevação dobrada Dia 28 80 9,47 (7,43, 12,05) 79 8,65 (6,79, 11,03)
ELISA (IgM) de sorogrupo W-135 Titulação Dia 0 82 0,17 (0,15, 0,20) 79 0,18 (0,16, 0,21)
Dia 28 82 1,92 (1,60, 2,29) 79 1,68 (1,41, 1,99)
Elevação dobrada Dia 28 82 11,01 (9,06, 13,39) 79 9,16 (7,61, 11,03)
’ Titulação ou elevação dobrada, onde a elevaçao dobrada = titulação no dia 28/tilulação no Dia 0 T N: número total de participantes usados no cálculo.
Vinte e oito a cinqüenta e seis dias após receber a vacinação de estudo, Tetra MenD, a maioria dos participantes experimentou uma elevação > 4 vezes na titulação de anticorpo de SBA-BR para cada um dos sorogrupos contidos na vacina. No total, 90,7% dos que receberam TetraMenD ex5 perimentaram uma elevação de 4 vezes na titulação do anticorpo através de todos sorogrupos. Níveis de anticorpo de pré-vacinação maiores são observados para o sorogrupo Y que para C ou W-135. Isso pode estar relacionado ao fato de que o sorogrupo Y é correntemente o sorogrupo mais comum associado com a doença meningocócica invasiva nesse grupo de idade nos 10 EUA e que a exposição natural a esse sorogrupo pode ser mais comum. Níveis de anticorpo de circulação maiores refletem exposição natural recente e podem reduzir a proporção dos recipientes de vacina exibindo respostas de anticorpo de 4 vezes ou mais altas. Esse parece claramente ser o caso para as respostas do sorogrupo Y, quando comparadas aos outros sorogrupos. A ο® elevação de 4 vezes para o sorogrupo Y é de 81,8% em comparação a 91,7% para o sorogrupo C, 96,7% para o sorogrupo W-135. Os níveis de anticorpo de pré-vacinação maiores são também observados para o sorogrupo A. Isso pode ser o resultado da exposição intermitente por um período prolongado de tempo para vários antígenos de reação cruzada que ocorrem naturalmente.
Para avaliar adicionalmente o impacto das titulações préexistentes e investigar a razão da soroconversão (conforme definido pela proporção de recipientes de vacina que obtiveram uma elevação de quatro vezes na titulação de anticorpo quando a titulação de pré-vacinação para qualquer sorogrupo for < 1:8), uma análise separada é realizada nos participantes que tiveram titulações de anticorpo de pré-vacinação de < 1:8 para qualquer um dos quatro sorogrupos contidos na vacina. Uma titulação de < 1:8 pelo ensaio SBA usando coelho bebê como a fonte de complemento é considerada como representando um nível indetectável do anticorpo de circulação. Quando os participantes são avaliados usando esse critério, é observado que existe uma razão de soroconversão de 100% para sorogrupo A, 98,1% para sorogrupo C, 98,1% para o sorogrupo W-135 e 98,3% para sorogrupo Y apos vacinação com Tetra MenD.
Conforme discutido anteriormente em outro Estudo, Goldschneider propôs que uma titulação mínima de > 1:4 usando um ensaio de SBA com uma fonte de complemento humano correlacionada a proteção de doença invasiva contra Sorogrupo C, com base em observações nos recrutas militares. Contudo, devido a necessidade de padronização do ensaio e a falta de uma fonte confiável de complemento humano, o complemento de coelho bebê é sugerida como uma fonte alternativa. Os meningococos parem ser mais sensíveis ao complemento de coelho bebê que o complemento humano, resultando em titulações de anticorpo medidas superiores. Vários autores sugeriram que as titulações >1:128 usando o ensaio de complemento de coelho são previsíveis de proteção enquanto titulações de < 1:8 são previsíveis de suscetibilidade pelo menos para o sorogrupo C. Embora esse nível possa ser apropriado quando se avalia vacinas de polissacarídeo, ele não pode ser aplicável para vacinas conjugadas. Borrow sugeriu que, nos indivíduos que recebem uma vacina conjugada de monovalente C que demonstraram titulações de SBA de pós-vacinação entre 8 e 64, a demonstração de uma resposta de memória usando uma dose reduzida (10 pg) de uma vacina de polissacarídeo meningocócica fornecida vários meses após, mostrou que esses indivíduos estão também protegidos, tendo obtido um nível de anticorpos > 1:128. Os resultados para indivíduos que receberam a vacina TetraMenD com titulações SBA-BR > 1:128 para cada sorogrupo são apresentados nas Tabelas. Quando esses critérios são aplicados a cada um dos sorogrupos contidos na vacina, no total, 99,2% dos participantes que receberam TetraMenD obtiveram uma titulação SBA-BR de pós titulação de > 1:128.
As respostas IgG e IgM são avaliadas em um subconjunto de participantes usando o ensaio ELISA padrão. A pós-vacinação, o nível médio de anticorpo IgG nos recipientes de TetraMenD é > 2 pg para cada sorogrupo. As respostas de IgM são muito semelhantes para cada sorogrupo em ambos braços de tratamento. As respostas de IgG são geralmente maiores para sorogrupos C, Y e W-135 no grupo Menomune® que no grupo que recebeu Tetra MenD. Os níveis da GMT de SBA de pós-vacinação para os sorogrupos A, Ç, Ye W-135, contudo, são muito semelhantes em cada grupo de tratamento, Tabela C-11.
Tabela C-11: Contribuição relativa de IgG e IgM para Atividade Bactericida Total
Sorogrupo resultados do Dia 28 IgG GMC* IgM GMC SBA GMT
A TetraMenD 18,09 17,80 5483,21
Menomune® 11,61 12,00 3245,67
C TetraMenD 5,54 1,55 1924,36
Menomune® 8,08 1,71 1638,87
Y TetraMenD 4,41 3,47 1322,26
Menomune® 9,17 3,45 1228,27
W-135 TetraMenD 2,95 1,92 1407,22
Menomune® 4,93 1,68 1544,99
*Unidades GMC são pg/rnL
A observação de que os níveis inferiores de IgG produzidos pelo conjugado geraram um nível semelhante de atividade bactericida como a vacina de polissacarídeo, sugere fortemente que a qualidade e afinidade da resposta do anticorpo a vacina conjugada é superior aquelas geradas por vacina de polissacarídeo não conjugado. É a afinidade alta do anticorpo que está associada à atividade funcional e resposta de memória. Esse efeito também foi observado nos vários estudos publicados.
Esses dados demonstram que TetraMenD é altamente imunogênica na população de adolescentes. As GMTs são essencialmente equivalentes para cada um dos quatro sorogrupos para ambas vacinas e as titulações obtidas são previsíveis de proteção e parece que a TetraMenD gera respostas de anticorpo de afinidade maior para cada sorogrupo contido na vacina.
Estudo D
O Estudo D é um estudo controlado-ativo, aleatorizado de adultos saudáveis de 18 a 55 anos como de DO de uma dose simples de TetraMenD versus uma dose simples de Menomune®. O soro do sangue é retirado no DO, antes da vacinação e D28 e analisado.
De modo geral, o perfil de segurança da TetraMenD é comparável ao da Menomune, especialmente, as porcentagens reportadas para Reações Locais Solicitadas (Dias 0-7), Reações Sistêmicas Solicitadas (Dia 0-) Eventos Adversos Não Solicitados (Dias 0-28) Eventos Adversos Não Solicitados Significativos e SAEs (Dia 29-6° mês) Eventos Adversos Sérios (Dia 06o mês) estão todos dentro de 2-3% das porcentagens reportadas para Menomune. Os resultados do Estudo são providos nas Tabelas que se seguem. Distribuição das Titulações de Anticorpo SBA-BR
A tabela D-1 mostra a freqüêncta de distribuição da linha de base e titulações de anticorpo de SBA-BR no dia 28 para cada sorogrupo.
100
Tabela D-1: Distribuição das Titulações de Anticorpo de SBA-BR no Dia 0 e Dia 28 Apos vacinação (população por protocolo)
SBA-BR Titulação <8 a 512
Tipo de teste Tipo de teste grupo (N*)
< 8 n (%f 8 n (%} 16 n (%) 32 n (%) 64 n (%) 128 n (%) 256 n (%) 512 n (%)
SBA (A) Dia 0 TetraMenD (1279) 156 (12,2) 36 (2,8) 15 (1.2) 37 (2,9) 96 (7,5) 122 (9,5) 176 (13,8) 217 (17,0)
Menomune® (1099) 144 (13,1) 35 (3,2) 11 (1.0) 41 (3.7) 77 (7,0) 105 (9,6) 134 (12,2) 201 (18,3)
Dia 28 TetraMenD (1278) 0 (0,0) 0 (0.0) 0 (0,0) 1 (0,1) 1 (0,1) 19 (1,5) 28 (2,2) 50 (3,9)
Menomune® (1099) 1 (0,1) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0.0) 10 (0,9) 23 (2,1) 51 (4,6)
SBA (C) Dia 0 TetraMenD (1279) 343 (26,8) 124 0,7) 73 (5,7) 65 (5,1) 91 (7.1) 115 (9,0) 142 (11.1) 120 (9,4)
Menomune® (1099) 304 (27.7) 107 0.7) 60 (5.5) 60 (5.5) 90 (8,2) 115 (10,5) 108 (9.8) 97 (8.8)
Dia 28 TetraMenD (1278) 2 (0,2) 1 (0,1) 3 (0,2) 4 (0,3) 6 (0,5) 45 (3,5) 60 (4,7) 110 (8,6)
Menomune® (1099) 3 (0,3) 5 (0,5) 4 (0,4) 1 (0,1) 4 (0.4) 32 (2,9) 51 (4,6) 67 (6.1)
SBA (Y) Dia 0 TetraMenD (1279) 279 (21,8) 22 (1.7) 17 (1.3) 52 (4,1) 105 (8,2) 137 (10,7) 165 (12,9) 186 (14.5)
Menomune® (1099) 228 (20,7) 18 (1.6) 20 (1,8) 43 (3,9) 77 (7,0) 145 (13,2) 143 (13,0) 160 (14,6)
Dia 28 TetraMenD (1278) 21 (1,6) 4 (0,3) 3 (0,2) 5 (0,4) 6 (0.5) 51 (4,0) 98 (7,7) 148 (11,6)
Menomune® (1099) 10 (0,9) 1 (0,1) 1 (0.1) 2 (0,2) 3 (0.3) 28 (2,5) 65 (5.9) 111 (10,1)
SBA (W-135) Dia 0 TetraMenD (1279) 372 (29,1) 134 (10,5) 91 (7,1) 98 (7.7) 152 (11.9) 148 (11,6) 134 (10,5) 87 (6,8)
Menomune® (1099) 328 (29,8) 114 (10,4) 62 (5,6) 92 (8,4) 144 (13,1) 145 (13,2) 115 (10,5) 63 (5,7)
Dia 28 TetraMenD (1278) 9 (0.7) 6 (0,5) 2 (0,2) 7 (0,5) 13 (1.0) 67 (5,2) 116 (9.1) 203 (15,9)
Menomune® (1099) 3 (0,3) 3 (0,3) 3 (0,3) 1 (0,1) 7 (0.6) 38 (3,5) 67 (6,1) 133 (12.1)
101
Tabela D-1: Distribuição das Titulações de Anticorpo de SBA-BR no Dia 0 e Dia 28 Apos vacinação (população por protocolo)
SBA-BR Titulação 1024 a >65536
Tipo de teste Tipo de teste grupo (N*)
1024 n (%) 2048 n (%) 4096 n (%) 8192 n (%) 1638 4 n (%) 3276 8 (%) 65536 n (%) > 65536 n (%)
SBA (A) Dia 0 TetraMen D (1279) 209 (16,3) 173 (13,5) 25 (2,0) 10 (0,8) 2 (0,2) 5 (0,4) 0 (0,0) 0 (0,0)
Menomun e®(1099) 196 (17,8) 131 (11,9) 10 (0,9) 8 (0.7) 4 (0,4) 2 (0,2) 0 (0,0) 0 (0,0)
Dia 28 TetraMen D (1278) 140 (10,9) 260 (20,3) 287 (22,4) 241 (18,8) 179 (14,0) 69 (5.4) 3 (0,2) 0 (0,0)
Menomun e®(1099) 115 (10,5) 194 (17,7) 266 (24,2) 209 (19,0) 168 (15.3) 60 (5,5) 1 (0,1) 1 (0,1)
SBA (C) Dia 0 TetraMen D (1279) 96 (T5) 80 (6,3) 15 (1,2) 10 (0,8) 2 (0,2) 2 (0.2) 1 (0,1) 0 (0,0)
Menomun e®(1099) 70 (6,4) 65 (5,9) 8 (0,7) 12 (1,1) 3 (0.3) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0,0)
Dia 28 TetraMen D (1278) 138 (10,8) 213 (16.7) 225 (17,6) 178 (13,9) 140 (10,9) 119 (9,3) 21 (1,6) 13 (1,0)
Menomun e®(1099) 133 (12,1) 162 (14,7) 190 (17.3) 199 (18,1) 120 (10,9) ioo (9.1) 15 (1.4) 13 (1,2)
SBA (Y) Dia 0 TetraMen D (1279) 180 (14.1) 111 (8,7) 11 (0.9) 8 (0,6) 4 (0.3) 2 (0,2) 0 (0,0) 0 (0,0)
Menomun e® (1099) 147 (13,4) 88 (8,0) 15 (1.4) 9 (0,8) 5 (0.5) 1 (0,1) 0 (0,0) 0 (0,0)
Dia 28 TetraMen D (1278) 211 (16,5) 216 (16,9) 221 (17,3) 145 (11.3) 94 (7,3) 51 (4.0) 2 (0,2) 2 (0,2)
Menomun e®(1099) 141 (12,8) 200 (18,2) 206 (18,7) 165 (15,0) 119 (10,8) 45 (4,1) 1 (0.1) 1 (0,1)
SBA (W-135) Dia 0 TetraMen D (1279) 43 (3,4) 17 (1,3) 1 (0.1) 0 (0,0) 1 (0,1) 1 (0,1) 0 (0,0) 0 (0,0)
Menomun e®(1099) 26 (2,4) 8 (0,7) 1 (0,1) 1 (0,1) 0 (0,0) 0 (0,0) 0 (0.0) 0 (0,0)
Dia 28 TetraMen D (1278) 252 (19,7) 244 (19,1) 178 (13,9) 100 (7,8) 59 (4,6) 21 (1,6) 1 (0,1) 0 (0.0)
Menomun e® (1099) 183 (16,7) 242 (22,0) 195 (17,7) 134 (12,2) 57 (5,2) 32 (2,9) 1 (0.1) 0 (0,0)
Α tabela D-2 fornece um resumo da titulação média geométrica (GMT) por idade do indivíduo e sorogrupo para Tetra MenD.
102
Tabela D-2 - Resumo de GMT por Idade de Indivíduo e Sorogrupo para Tetra MenD
Tabela D-2 Sumário de GMT por Idade de Indivíduo e Sorogrupo para Tetra MenD
Idade (em anos) Sangue do dia número de indivíduos GMT do sorogrupo A GMT do sorogrupo C GMT do sorogrupo W GMT do sorogrupo Y-135
18 Dia 0 127 238,47 45,63 42,04 111,67
Dia 28 122 5170,42 2690,10 1613,23 2556,00
19 Dia 0 132 224,51 40,96 37,66 244,18
Dia 28 127 4421,24 2425,55 1786,78 2492,65
20 Dia 0 107 193,76 69,62 41,73 108,16
Dia 28 103 5080,24 3193,18 1766,17 1966,95
21 Dia 0 106 239,80 57,27 32,42 122,27
Dia 28 105 3911,03 2447,58 1521,66 1725,00
22 Dia 0 84 371,11 47,95 34,18 175,14
Dia 28 82 4649,72 3151,78 1729,45 3151,78
23 Dia 0 81 219,45 54,40 50,80 180,25
Dia 28 80 4664,48 3788,73 1620,81 1961,17
24 DiaO 66 223,33 71,84 42,49 124,03
Dia 28 64 3922,34 3057,48 1479,87 1562,21
25 Dia 0 62 289,50 48,94 29,26 148,02
Dia 28 59 4771,87 3685,02 2121,47 1563,07
26 Dia 0 29 131,10 37,83 17,19 73,87
Dia 28 26 4936,36 4320,32 1170,01 2673,69
27 Dia 0 20 315,17 45,25 28,84 445,72
Dia 28 20 5042,77 5595,30 803,41 2702,35
28 Dia 0 33 593,10 72,60 55,25 157,92
Dia 28 33 6640,01 4948,33 1558,63 2091,47
29 Dia 0 26 270,02 29,54 28,76 51,71
Dia 28 26 4936,36 2534,86 1201,62 2278,46
30 Dia 0 19 229,46 68,84 25,71 99,15
Dia 28 19 5287,69 5687,92 1645,39 1529,61
31 Dia 0 17 138,88 52,20 27,18 226,53
Dia 28 17 2314,48 3340,58 1111,00 1966,18
32 Dia 0 24 362,04 58,69 64,00 50,80
Dia 28 24 4732,32 3545,24 1448,15 1933,05
33 Dia 0 22 329,39 109,34 68,16 164,69
Dia 28 22 2989,02 3499,00 1317,54 1749,50
34 Dia 0 16 534,67 51,54 41,50 112,40
Dia 28 15 3734,42 4096,00 741,00 1415,08
35 Dia 0 17 369,50 156,95 19,62 48,11
Dia 28 16 4096,00 6888,62 824,57 1649,14
36 Dia 0 17 192,44 69,44 20,43 156,95
Dia 28 17 3078,98 7864,70 1362,24 2410,80
37 Dia 0 20 238,86 78,79 20,39 73,52
Dia 28 19 1835,69 4406,03 637,28 1474,81
38 Dia 0 24 203,19 90,51 15,54 78,34
Dia 28 24 3158,45 4216,02 558,34 1824,56
39 Dia 0 18 376,25 61,58 33,26 143,68
Dia 28 18 4778,10 4096,00 1824,56 1970,63
40 Dia 0 25 249,00 71,51 25,63 86,82
Dia 28 25 3983,99 3769,09 916,51 1112,82
41 Dia 0 26 242,71 60,68 23,24 131,46
Dia 28 26 3681,69 2403,25 1201,62 1336,84
42 Dia 0 24 128,00 71,84 25,40 32,94
Dia 28 24 2435,50 2169,78 542,45 574,70
103
43 Dia 0 23 144,40 51,83 33,99 72,70
Dia 28 23 2453,92 1815,42 1120,89 1515,12
44 Dia 0 27 198,04 101,59 47,03 99,02
Dia 28 27 2647,42 3335,54 1194,53 998,05
45 Dia 0 23 158,06 53,41 31,05 79,03
Dia 28 23 2241,79 2686,11 453,85 1561,48
46 Dia 0 28 204,87 55,17 21,53 68,93
Dia 28 28 2205,89 1680,05 927,46 1217,75
47 Dia 0 20 187,40 81,57 32,00 87,43
Dia 28 20 2352,53 4544,80 652,58 1351,18
48 Dia 0 32 94,52 38,05 25,22 139,58
Dia 28 32 3158,45 2435,50 939,01 1299,51
49 I Dia 0 19 114,73 33,19 24,79 137,69
Dia 28 19 2048,00 4096,00 951,95 1586,44
50 Dia 0 16 145,76 94,52 34,90 98,70
Dia 28 16 3922,34 2048,00 693,38 1024,00
51 Dia 0 15 73,52 29,18 27,86 67,03
Dia 28 15 1702,38 2702,35 280,79 370,50
52 Dia 0 12 135,61 90,51 11,99 95,89
Dia 28 12 2169,78 3251,00 542,45 542,45
53 Dia 0 11 272,65 128,00 49,74 105,95
Dia 28 11 1922,93 1922,93 423,81 350,81
54 Dia 0 10 84,45 90,51 9,19 238,86
Dia 28 10 2702,35 3104,19 222,86 1176,27
55 Dia 0 6 71,84 22,63 57,02 50,80
Dia 28 6 812,75 3649,12 512,00 724,08
A tabela D-3 mostra os números e porcentagens de participantes com uma elevação de > 4 vezes na titulação de SBA-BR a partir da linha de base para o Dia 28 para os sorogrupos A, C, Y e W-135. Os números e porcentagens para os sorogrupos A, 1028/1278 (80,4%); C, 1131/1278 (88,5%);
Y, 941/1278 (73,6%); e W-135, 1142/1278 (89,4%) no grupo TetraMenD são comparáveis aqueles no grupo Menomune®, com os sorogrupos A, 929/1099 (84,5%); C 985/1099 (89,6%); Y, 872/1099 (79,3%) e W-135, 1036/1099 (94,3%).
104
Tabela D-3: Números e Porcentagens dos Participantes com uma Elevação de > 4 Vezes na Titulação de SBA-BR da Linha de Base para o Dia 28*
Elevação de > 4 vezes na titulação de SBA para o sorogrupo TetraMenD Menomune® 0/ /o Diferença (PMenomune® - PTetraMenD) superior de um lado 97,5% de limite de confiança da diferença
n/N1 PTetraMenD * n/N P Menomune®^
A 1028/1278 80,4 929/1099 84,5 4,1 7,1
C 1131/1278 88,5 985/1099 89,6 1,1 3,6
Y 941/1278 73,6 872/1099 79,3 5,7 9,1
W-135 1142/1278 89,4 1036/1099 94,3 4,9 7,1
Teste da hipótese rttlla HqI PMenotnune® - PTelraMenD — 0,10 VerSUS Hal PMenomune®- PTetraMenD *· 0,10 f n/N: n = = número de participantes com uma elevação de > 4 vezes a partir de titulações da linha de base/N = número total de participantes na população por protocolo, * PTetraMeno: porcentagens dos participantes com uma elevação de s 4 vezes da linha de base na titulação de pós-vacinação de SBA-BR a partir do grupo Tetra MenD.
§ Pnenomune®: porcentagens dos participantes com uma elevação de > 4 vezes da linha de base na titulação de pós-vacinação de SBA-BR a partir do grupo Menomune®.
Freqüéncia de Titulações de Anticorpo de SBA-BR > 32
A proporção dos participantes com titulações de anticorpo de SAB > 32 no Dia 28 apos vacinação é resumida na Tabela D-4.
Tabela D-4: Porcentagem e Número de Participantes com Titulação de Anticorpo de SBA > 32 no Dia 28 Pós-Vacinação (População por protocolo)
TetraMenD Menomune®
%’ (n/N)f 95% Cl para a porcentagem %'(n/Nf 95% Cl para a porcentagem
Sorogrupo A 100,0 (1278/1278) (99,77%, 100,00%) 99,9 (1098/1099) (99,49%, 100,00%)
Sorogrupo C 99,5 (1272/1278) (98,98%, 99,83%) 98,9 (1087/1099) (98,10%, 99,43%)
Sorogrupo Y 97,8 (1250/1278) (96,85%, 98,54%) 98,9 (1087/1099) (98,10%, 99,43%)
Sorogrupo W-135 98,7 (1261/1278) (97,88%, 99,22%) 99,2 (1090/1099) (98,45%, 99,62%)
Freqüéncia de Titulações de Anticorpo de SBA-BR >128 ’ %: n/N f n: número de participantes com titulação > 32 no Dia 28 apos vacinação N: número total de participantes com amostra de sangue válida no D28 nesse grupo.
105
A proporção dos participantes com titulações de anticorpo de SBA > 128 no Dia 28 apos vacinação é resumida na Tabela D-5.
Tabela D-5: Porcentagem e Número de Participantes com Titulação de Anticorpo de SBA > 128 no Dia 28 Pós-Vacinação (População por 5 protocolo)
TetraMenD Menomune®
%* (n/N)4 95% Cl para a porcentagem %' (n/N)T 95% Cl para a porcentagem
Sorogrupo A 99,8 (1276/1278) (99,44%, 99,98%) 99,9 (1098/1099) (99,49%, 100,00%)
Sorogrupo C 98,7 (1262/1278) (97,97%, 99,28%) 98,5 (1082/1099) (97,53%, 99,10%)
Sorogrupo Y 96,9 (1239/1278) (95,85%, 97,82%) 98,5 (1082/1099) (97,53%, 99,10%)
Sorogrupo W-135 97,1 (1241/1278) (96,03%, 97,95%) 98,5 (1082/1099) (97,53%, 99,10%)
* %: n/N, 4 n: número de participantes com titulação à 128 no Dia 28 Apos vacinação * N: número total de participantes com amostra de sangue válida no D28 nesse grupo.
Tabela D-6: Análise de Efeito de Tratamento na GMTs Ajustadas por Covariação de Linha de Base: Resposta da Diferença de Titulação a partir do Dia 0 ao Dia 28 (população por protocolo)*
Sorogrupo GMT de linha de base estimativa do efeito de GMT da linha de base Diferença do efeito do tratamento (Menomune®Tetra MenD) Anti-Log do Efeito de Tratamento* (Menomune®-Tetra MenD) 95% de Cl para Anti-Log de Efeito de Tratamento (Menomune®-TetraMenD)
sorogrupo A de SBA
TetraMenD 223,6 -0,850 0,096 1,069 (0,973, 1,175)
Menomune® 203,9
sorogrupo C de SBA
TetraMenD 57,2 -0,772 0,130 1,094 (0,965, 1,240)
Menomune® 51,8
sorogrupo Y de SBA
TetraMenD 122,9 -0,743 0,469 1,384 (1,225,1,563)
Menomune® 127,4
106 c2 9 ο)
Sorogrupo de SBA W-135
TetraMenD 33,2 -0,766 0,576 1,491 (1,334,1,666)
Menomune® 31,0
* Efeito do tratamento Anti-Log é calculado como 2 para a força do efeito do tratamento (Menomune®-Tetra MenD).
Proporção de Participantes com pelo menos uma elevação > 4 vezes nas Titulações de Anticorpo SBA-BR
A tabela D-7 mostra a proporção de participantes com elevação de â 4 vezes nas titulações de anticorpo de SBA no Dia 28 a partir da linha de base.
Tabela D-7: Número e Porcentagem de Participantes com uma Elevação de Titulação £ 4 nas Titulações de Anticorpo SBA no Dia 28 a par-
tir da Linha c e Base
Tipo de teste TetraMenD Menomune®
%* (n/N1) (95% Cl) %* (nW) (95% Cl)
SBA (A) 80,4 (1028/1278) (78,16%, 82,58%) 84,5 (929/1099) (82,26%, 86,62%)
SBA (C) 88,5 (1131/1278) (86,62%, 90,20%) 89,6 (985/1099) (87,67%, 91,37%)
SBA (Y) 73,6 (941/1278) (71,12%, 76,03%) 79,3 (872/1099) (76,83%, 81,70%)
SBA (W-135) 89,4 (1142/1278) (87,54%, 91,00%) 94,3 (1036/1099) (92,72%, 95,57%)
* %: n/N, n: número de participantes com elevação 2:4 vezes a partir da titulação da linha de base * N: número de participantes com retiradas de sangue dentro de cada sorogrupo.
Proporção de Participantes com Titulações Não Detectáveis (<8) no Dia 0 Obtendo uma Elevação de > 4 vezes nas Titulações de Anticorpo de SBA-BR no Dia 28
A tabela D-8 mostra a proporção de participantes com titulações não detectáveis (<8) no Dia 0 obtendo uma elevação > 4 vezes nas titulações de anticorpo SBA-BR no dia 28. Em ambos os grupos de tratamento e para todos os sorogrupos de vacina, a maior parte dos participantes com uma titulação de SBA não detectável (<8) na linha de base obtém uma elevação > vezes nas titulações de anticorpo de SBA-BR no dia 28. As proporções dos participantes com uma titulação de SBA < 8 no dia 0 que tiveram
107 uma elevação > 4 vezes a partir da linha de base para o Dia 28 variaram de 90,7% a 100,0% no grupo TetraMenD e de 96,9% a 99,3% no grupo Menomune®.
Tabela D8: Proporção de Participantes com Titulações Não De5 tectáveis (<8) no Dia 0 Obtendo uma Elevação de > 4 vezes nas Titulações de Anticorpo de SBA-BR no Dia 28
Tipo de teste TetraMenD Menomune®
%' (rríN1) (95% Cl) %* (n*/N*) (95% Cl)
SBA (A) 100,0 (156/156) (98,10%, 100,00%) 99,3 (143/144) (96,19%, 99,98%)
SBA (C) 99,4 (341/343) (97,91%, 99,93%) 97,7 (297/304) (95,31%, 99,07%)
SBA (Y) 90,7 (253/279) (86,64%, 93,82%) 96,9 (221/228) (93,78%, 98,76%)
SBA (W-135) 96,5 (359/372) (94,10%, 98,13%) 99,1 (325/328) (97,35%, 99,81 %)
%: n/N, * η: o número de participantes com titulações < 1:8 no dia 0 e titulações > 1:32 no Dia 28 dentro de cada sorogrupo *N: o número de participantes com titulações < 1:8 no Dia 0 dentro de cada sorogrupo
A tabela D-9 mostra as GMTs de SBA na linha de base e no Dia
Apos vacinação e as elevações dobradas nas GMTs de SBA.
Tabela D-9: Resumo da Média Geométrica de Titulações de Anticorpo (GMT) e Elevação Dobrada de GMT por Sorogrupo (população por protocolo)
Tipo de teste Parâmetro* Sangramento TetraMenD Menomune®
N* GMT (95% Cl) N* GMT (95% Cl)*
SBA de sorogrupo A Titulação Dia 0 1279 223,6 (199,86, 250,08) 1099 203,9 (180,53, 230,23)
Dia 28 1278 3896,6 (3646,33, 4164,11) 1099 4108, 9 (3827,43, 4411,15)
Elevação dobrada Dia 28 1278 16,0 (14,39, 17,84) 1099 18,4 (16,39, 20,67)
SBA de sorogrupo C Titulação Dia 0 1279 57,2 (50,50, 64,73) 1099 51,8 (45,47, 59,11)
Dia 28 1278 3235,2 (2958,46, 3537,76) 1099 3463, 4 (3143,05, 3816,34)
Elevação dobrada Dia 28 1278 47,1 (41,74, 53,05) 1099 55,1 (48,53, 62,67)
SBA de sorogrupo Y Titulação Dia 0 1279 122,9 (108,89, 138,72) 1099 127,4 (111.97, 145,03)
Dia 28 1278 1751,8 (1598,14, 1920,30) 1099 2446, 7 (2235,36, 2677,93)
108
Elevação dobrada Dia 28 1278 12,3 (10,97, 13,68) 1099 16,6 (14,68, 18,83)
SBA de sorogrupo W-135 Titulação Dia 0 1279 33,2 (29,95, 36,73) 1099 31,0 (27,90, 34,46)
Dia 28 1278 1270,7 (1171,59, 1378,22) 1099 1865, 5 (1717,28, 2026,48)
Elevação dobrada Dia 28 1278 31,4 (28,35, 34,70) 1099 48,9 (44,07, 54,30)
Titulação ou elevação dobrada, onde a elevação dobrada = titulação no dia 28/titulação no Dia 0 fN: número de participantes com retiradas de sangue dentro de cada sorogrupo. Observação: Um participante não tinha uma segunda amostra de sangue retirada.
*95% Cl da GMT são calculadas com base em uma aproximação da distribuição normal.
Vinte e oito a cinqüenta e seis dias após receber a vacinação de estudo, Tetra MenD, a maioria dos participantes experimentou uma elevação > 4 vezes na titulação de anticorpo de SBA-BR para cada um dos sorogrupos contidos na vacina. As porcentagens dos recipientes de TetraMenD obtendo uma elevação de 4 vezes na titulação do anticorpo são 80,4%, 88,5%, 73,6% e 89,4% para os sorogrupos A, C, Y e W-135, respectivamente. Níveis de anticorpos de pré-vacinação maiores são observados para sorogrupo Y que para C ou W-135. Isso pode estar relacionado ao fato de que o sorogrupo Y é correntemente o sorogrupo mais comum associado com a doença meningocócica invasiva nesse grupo de idade nos EUA e que a exposição natural a esse sorogrupo pode ser mais comum. Níveis de anticorpo de circulação maiores refletem exposição natural recente e podem reduzir a proporção dos recipientes de vacina exibindo respostas de anticorpo de 4 vezes ou mais altas. Esse parece claramente ser o caso para as respostas do sorogrupo Y, quando comparadas aos outros sorogrupos. A elevação de 4 vezes para o sorogrupo Y é de 73,6% em comparação a 88,5% para o sorogrupo C, 89,4% para o sorogrupo W-135. Os níveis de anticorpo de prévacinação maiores são também observados para o sorogrupo A. Isso pode ser o resultado da exposição intermitente por um período prolongado de tempo para vários antígenos de reação cruzada que ocorrem naturalmente.
Para avaliar adicionalmente o impacto das titulações pré-existentes e investigar a razão da soroconversão (conforme definido pela proporção de recipientes de vacina que obtiveram uma elevação de quatro vezes na titulação de anticorpo quando a titulação de pré-vacinação para qualquer sorogrupo for < 1:8), uma análise separada é realizada nos participan109 tes que tiveram titulações de anticorpo de pré-vacinação de < 1:8 para qualquer um dos quatro sorogrupos contidos na vacina. Uma titulação de < 1:8 pelo ensaio SBA usando coelho bebê como a fonte de complemento é considerada como representando um nível indetectável do anticorpo de circulação. Quando os participantes são avaliados usando esse critério, é observado que existe uma razão de soroconversão de 100% para sorogrupo A, 99,4% para sorogrupo C, 96,5% para o sorogrupo W-135 e 90,7% para sorogrupo Y Apos vacinação com Tetra MenD.
Conforme discutido anteriormente em outro Estudo aqui, Goldschneider propôs que uma titulação mínima de > 1:4 usando um ensaio de SBA com uma fonte de complemento humano correlacionada a proteção de doença invasiva contra Sorogrupo C, com base em observações nos recrutas militares. Complemento de coelho bebê é sugerido como uma fonte alternativa, porém os meningocócicos pareciam ser mais sensíveis ao complemento de coelho bebê que o complemento humano, resultando em titulações de anticorpo medidas maiores. Vários autores sugeriram que as titulações > 1:128 usando o ensaio de complemento de coelho são previsíveis de proteção enquanto titulações de < T.8 são previsíveis de suscetibilidade pelo menos para o sorogrupo C. Embora esse nível possa ser apropriado quando se avalia vacinas de polissacarídeo, ele não pode ser aplicável para vacinas conjugadas. Borrow sugeriu que, nos indivíduos que recebem uma vacina conjugada de monovalente C que demonstraram titulações de SBA de pósvacinação entre 8 e 64, a demonstração de uma resposta de memória usando uma dose reduzida (10 pg) de uma vacina de polissacarídeo meningocócica fornecida vários meses após, mostrou que esses indivíduos estão também protegidos, tendo obtido um nível de anticorpos > 1:128. Quando esse critério é aplicado a cada um dos sorogrupos contidos na vacina, as porcentagens dos participantes receberam TetraMenD que obtiveram uma titulação de SBA-BR pós-vacinação > 1:128 são 99,8%, 98,7%, 96,9% e 97,1% para sorogrupos A, C, Y e W-135 respectivamente.
Exemplo 13 - Estudo E - Estudo de Reforço Td em Adolescentes de 10 a
Anos
110
Esse estudo compara a resposta de reforço de toxóide (Td) de difteria e tétano no grupo que recebe a Vacina Conjugada de Difteria Meningocócica tetravalente experimental, Tetra MenD, concomitantemente com Td com a resposta do grupo que recebe Td com placebo, conforme medido pela proporção de participantes que tiveram uma resposta aceitável em suas respectivas titulações de tétano e difteria. Uma resposta aceitável é definida como, 28 dias após a vacinação, pelo menos uma elevação de 4 vezes da linha de base nos participantes com uma titulação de pré-vacinação baixa predefinida e pelo menos uma elevação de duas vezes da linha de base nos participantes com uma titulação de pré-vacinação alta predefinida.
Para comparar a resposta do anticorpo para sorogrupos A, C, Y e W-135 na TetraMenD quando administrada concomitantemente com Td com a resposta quando TetraMenD é administrada 28 dias seguindo-se a vacina Td, conforme medido pela proporção de participantes com pelo menos uma elevação de quatro vezes na titulação de cada sorogrupo.
Essa é uma experiência multi-central de controle-ativo, duplo cego, modificada e aleatorizada com um total de 1.024 participantes aleatorizados para um dos dois grupos de tratamento: A e B.
Dia 0 V 1 Dia 28 V2 Dia 56 V3
Grupo A BS-1 Td + TetraMenD BS-2 Placebo BS-3
Grupo B BS-1 Td + Placebo BS-2 TetraMenD BS-3
A faixa de idade de 11 a 17 anos é escolhida para capturar aqueles indivíduos que normalmente receberíam a vacina Td como parte da programação de imunização de crianças de rotina. Além disso, essa faixa de idade foi identificada como de alto risco para o desenvolvimento de doença meningocócica invasiva e muito provavelmente seriam candidatos para vacinação com vacina conjugada uma vez licenciada. A fim de avaliar apropriadamente a segurança, um projeto duplo cego modificado usando um controle de placebo é utilizado. Para a primeira visita, a enfermeira que realiza a vacinação não recebe venda e administrou as vacinas em cada braço de acordo com o protocolo; TetraMenD (IM) ou placebo no braço direito e Td no
111
Ml· esquerdo. Para a segunda visita, cada grupo de tratamento recebeu a vacina no braço esquerdo. A enfermeira de avaliação recebe venda para reações sistêmicas e locais monitoradas e eventos adversos.
A faixa de idade de 11 a 17 anos é escolhida para capturar aqueles indivíduos que normalmente receberíam a vacina Td como parte da programação de imunização de crianças de rotina. Além disso, essa faixa de idade foi identificada como de alto risco para o desenvolvimento de doença meningocócica invasiva e muito provavelmente seriam candidatos para vacinação com vacina conjugada meningocócica uma vez licenciada.
Espécimes de sangue (pelo menos 5 mL de sangue integral) por teste sorológico são retirados no Dia 0 antes da vacinação (linha de base) e no Dia 28 Apos vacinação 1. Existe uma terceira retirada de sangue para os participantes 28 dias após a visita 2. Em cada um desses pontos de tempo, os soros são ensaiados quanto aos sorogrupos meningocócicos A, C, Y e W-135, anticorpo antidifteria e anticorpo antitétano.
Para avaliar a função do anticorpo nos recipientes de Tetra MenD, todos os espécimes disponíveis são ensaiados quanto a SBA usando complemento de coelho bebê (SBA-BR) contra cada sorogrupo de vacina. Um ponto final imunológico é a proporção dos participantes em cada grupo de tratamento com uma elevação de > 4 vezes na titulação de SBA-BR. Os níveis dos anticorpos antidifteria são medidos pela capacidade do soro de teste de proteger células Vero a partir do desafio da toxina de difteria. Níveis de anticorpo antitétano são medidos por um Ensaio Imunosorvente Ligado a Enzima indireto (ELISA).
Esse estudo compara as respostas de anticorpo a TetraMenD para sorogrupos A, C, Y e W-135 conforme medido pelas GMTs nos participantes a partir do estudo anterior, Estudo C, que receberam uma dose de TetraMenD as respostas de participantes que receberam TetraMenD administrada concomitantemente com Td e 28 dias seguindo-se a avaliação de Td.
Os espécimes de soro para análise sorológica são obtidos na linha de base (Dia 0) antes da vacinação e no Dia 28 (janela: + 28 dias) e 6
112 meses após a vacinação. As titulações de anticorpo para vacina toxóide de difteria (Td) e toxóide de tétano são medidas antes e 28 dias após a vacinação.
As titulações de SBA-BR para sorogrupos N. meningitidis A, C, Y 5 e W-135 são medidas para todos os espécimes de soro disponíveis antes e 28 dias Apos vacinação. No total, o perfil de segurança do Grupo A e Grupo B é comparável. Os resultados desse Estudo são resumidos nas tabelas que se seguem.
A tabela E-1 resume os níveis de GMT por Idade de Indivíduo e
Sorogrupo
1) Tabela E-1 Resume a GMT por Idade de Indivíduo e Sorogrupo
Idade dose de Tetra MenD número de indivíduos Sangue do dia GMT de A GMT de C GMT de W GMT de Y
10 1 M9 1 0 2048,00 512,00 512,00 256,00
4 pg 1 28 8192,00 1024,00 4096,00 1024,00
io pg 1 56 32768,00 4096,00 16384,00 8192,00
11 1 pg 273 0 186,38 63,35 23,06 140,97
4 pg 267 28 2331,86 513,33 339,73 775,64
io pg 265 56 10668,96 2005,59 2285,81 2203,62
12 1 pg 236 0 185,87 56,24 27,23 138,56
4 pg 229 28 1672,07 516,67 280,33 752,00
10 pg 226 56 10030,01 2522,93 2164,24 2231,65
13 1 pg 172 0 219,65 60,25 20,46 128,00
4 pg 170 28 2562,84 664,66 372,52 898,74
io pg 168 56 10493,02 2700,12 2346,72 2289,34
14 1 pg 128 0 326,64 65,05 30,81 107,63
4 pg 126 28 1896,19 597,26 388,88 752,50
10 pg 126 56 9044,70 2375,94 2248,77 1885,79
15 1 pg 101 0 223,17 83,07 47,00 114,69
4pg 95 28 2352,53 716,20 504,58 776,05
1Q pg 94 56 9424,03 4575,06 2356,01 1988,48
16 1 pg 71 0 393,36 46,83 24,11 70,56
4 pg 70 28 2399,59 783,77 450,16 512,00
10 pg 69 56 8527,88 3154,48 1908,93 1833,75
17 1 pg 35 0 358,47 107,10 28,41 79,58
4 pg 35 28 2173,36 403,70 156,70 411,78
10 pg 34 56 7398,11 3340,58 1418,93 1390,30
A tabela E-2 resume os números e proporções de participantes com pelo menos uma elevação de 4 ou 2 vezes no anticorpo de tétano e difteria no Dia 28.
113
Tabela E2 - Números e Proporções de Participantes com pelo menos uma elevação de 4 ou 2 vezes no Anticorpo de Tétano e Difteria no Dia 28
Resposta do antígeno Td+TetraMen D, Placebo n/N (%=Pa) Td+Placebo, TetraMenD n/N (%=Pb) Diferença (Pb-Pa) 95% Cl para % de diferença
Tétano
2 vezes (prétitulação)>5,3 lU/mL) 0/24 (0,00) 2/23 (8,70)
4 vezes (pré-titulação) <5,3 lU/mL) 399/439 (90,89) 417/448 (93,08)
Respostas total 399/463 (86,18) 419/471 (88,96) 2,78 (-1,45,7,01)
Difteria
2 vezes (prétitulação)>1,28 lU/mL) 44/47 (93,62) 42/49 (85,71)
4 vezes (pré-titulação) < 1,28 lU/mL) 419/419 (100,00) 416/425 (97,88)
Respostas totais 463/466 (99,36) 458/474 (96,62) -2,73 (-4,51,-0,95)
Titulações de Anticorpo de Tétano e Difteria e Titulações de Anticorpo de SBA para Sorogrupos A, C, Y e W-135
A tabela E-2 mostra os números e proporções de participantes com pelo menos uma elevação de 4 ou 2 vezes no anticorpo de tétano e 5 difteria no dia 28. As diferenças nas proporções são: 2,78 e -2,73 para tétano e difteria, respectivamente.
Tabela E-2: Número total e proporção de participantes com respostas de elevação de pelo menos 4 ou 2 vezes no anticorpo de tétano e difteria no dia 28 seguindo-se a vacinação de tétano e difteria, hipótese primária 1 (população por protocolo)
Resposta do antígeno Td+TetraMenD, Placebo n/N (%=Pa) Td+Placebo, TetraMenD n/N (%=Pb) Diferença (Pb-Pa) 95% Cl para % de diferença
Tétano
2 vezes (prétitulação) >5,3 lU/mL) 0/24 (0,00) 2/23 (8,70)
2 vezes (prétitulação) < 5,3 lU/mL) 399/439 (90,89) 417/448 (93,08)
Respostas totais 399/463 (86,18) 419/471 (88,96) 2,78 (-1.45,7,01)
114
Continuação
Difteria
2 vezes (prétitulação) >1,28 lU/mL) 44/47 (93,62) 42/49 (85,71)
4 vezes (prétituíação) < 1,28 iU/mL) 419/419 (100,00) 416/425 (97,88)
Respostas totais 463/466 (99,36) 458/474 (96,62) -2,73 (-4,51,-0,95)
A tabela E-3 mostra os números e proporções de participantes com pelo menos uma elevação de 4 vezes no titulado anticorpo para os so5 rogrupos A, C, Y e W-135 no dia 28._____________________________________
Tabela E3: Números e Proporções de Participantes com uma elevação > 4 vezes na titulação do SBA-BR no dia 28, seguindo-se a vacinação de Tetra MenD, Hipótese primária 2 (população por protocolo)
Sorogrupo Td+TetraMenD, Placebo n/N (%=Pa) Td+Placebo, TetraMenD n/N (%=Pb) Diferença (Pb-Pa) 95% Cl para % de diferença
Sorogrupo A 419/466 (89,91) 433/478 (90,59) 0,67 (-3,11,4,46)
Sorogrupo C 424/466 (90,99) 394/478 (82,43) -8,56 (-12,85,-4,27)
Sorogrupo Y 399/466 (85,62) 311/478 (65,06) -20,56 (-25,89,-15,23)
Sorogrupo W-135 448/466 (96,14) 419/478 (87,66) -8,48 (-11,91,-5,05)
A tabela E-4 mostra o número de participantes com titulações altas de difteria e tétano na linha de base e número e proporção de participantes com uma elevação de 2 vezes no Dia 28.
Tabela E-4: Número (%) de Participantes com Pré-titulações de difteria e tétano altas na linha de base e número e proporção de participantes com elevações de 2 vezes no dia 28 para população por protocolo
Td+TetraMenD,Placebo Td+Placebo,TetraMenD
Titulação de linha de base Elevação > 2 vezes Titulação de linha de base Elevação > 2 vezes
n/N % n/N % n/N % n/N %
Tétano > 5,3 lU/ml 24/468 5,13 0/24 0,00 23/472 4,87 2/23 8,70
Difteria > 1,28 lU/ml 47/469 10,02 44/47 93,62 49/476 10,29 42/49 85,71
A tabela E-5 mostra o número de participantes com titulações
301
115 baixas de difteria e tétano na linha de base e número e proporção de participantes com uma elevação de 4 vezes no Dia 28.
Tabela E-5: Número (%) de Participantes com Pré-titulações de difteria e tétano baixas na linha de base e número e proporção de participantes com elevações de 4 vezes no dia 28 para população por protocolo
Td+TetraMenD,Placebo Td+Placebo,TetraMenD
Titulação de linha de base Elevação > 4 vezes Titulação de linha de base Elevação > 4 vezes
n/N % n/N % n/N % n/N %
Tétano £5,3 lU/ml 444/468 94,87 399/439 90,89 449/472 95,13 417/448 93,08
Difteria £1,28 lU/ml 422/469 89,98 419/419 100,00 427/476 89,71 416/425 97,88
A tabela E-6 mostra o número e proporção de participantes com uma titulação >1,0 lU/mL no anticorpo de tétano e difteria no dia 28 seguin5 do-se a vacinação contra tétano e difteria fornecida concomitantemente com TetraMenD ou Placebo.
Tabela E-6: Número e proporção de participantes com uma titulação >1,0 lU/mL no anticorpo de tétano e difteria no dia 28 seguindo-se a vacinação contra tétano e difteria (população por protocolo)
Td+TetraMenD, Placebo n/N (%=Pa) Td+Placebo, TetraMenD n/N (%=Pb) Diferença (Pb-Pa) 95% Cl para % de diferença
Tétano >1,0 lU/ml 461/465 (99,14) 470/477 (98,53) -0,61 (-1,97,0,76)
Difteria > 1,0 lU/ml 467/467 (100,00) 474/476 (99,58) -0,42 (-1,00,0,16)
A Tabela E-7 mostra as titulações de anticorpo médias geomé10 tricas (GMTs) para tétano e difteria no dia 28, seguindo vacinação contra tétano e difteria (fornecida concomitantemente com TetraMenD ou Placebo).
Tabela E-7: Comparação das titulações de anticorpo médias geométricas (GMTs) para tétano e difteria no dia 28, seguindo vacinação contra tétano e difteria (população por protocolo).[1]
Td+TetraMenD,Placebo Td+Placebo,TetraMenD
GMTa (95% Cl) GMT b ( 95% Cl) Razão GMT GMTb/GMTa 95% Cl para Razão de GMT
Tétano 11,46 (10,79,12,18) 13,56 (12,73,14,44) 1,18 (1,08,1,29)
Difteria 304,69 (221,69,418,78) 10,60 (9,23,12,18) 0,03 (0,02,0,05)
116
A tabela Ε-8 mostra as titulações de anticorpo médias geométricas (GMTs) para SBA-BR para sorogrupos A, C, Y e W-135 no dia 28 Apos vacinação com Tetra MenD. As razões GMT são 0,92, 0,42, 0,39 e 0,32 para sorogrupos A, C, Y e W-135, respectiva mente.
Tabela E-8: Comparaçao das titulações de anticorpo médias geométricas (GMTs) para SBABR no dia 28 Apos vacinação com TetraMenD (população por protocolo)[1]
Td+TetraMenD,Placebo Td+Placebo,TetraMenD
GMTa ( 95% Cl) GMTb (95% Cl) Razão GMT GMTb/GMT 95% Cl para razão de GMT
Sorogrupo A 11321,8 (10173,2, 12600,0) 10391,4 (9523,1, 11338,8) 0,92 (0,8,1,1)
Sorogrupo C 5042,0 (4389,4, 5791,7) 2136,0 (1810,8, 2519,4) 0,42 (0,3,0,5)
Sorogrupo Y 3387,3 (2978,2, 3852,5) 1331,3 (1170,2, 1514,6) 0,39 (0,3,0,5)
Sorogrupo W-135 4175,8 (3702,1, 4710,1) 1339,1 (1161,8, 1543,4) 0,32 (0,3,0,4)
A tabela E-9 mostra as titulações de anticorpo médias geométricas (GMTs) para SBA-BR para sorogrupos A, C, Y e W-135 no dia 28 Apos vacinação com TetraMenD no grupo Td + Tetra MenD, Placebo e os resultados correspondentes do estudo MTA02. As razões GMT são 0,48, 0,38, 0,34 e 0,39 para sorogrupos A, C, Y e W-135, respectivamente.
Tabela E-9: Comparação das titulações de anticorpo médias geométricas (GMTs) para SBA-BR no dia 28 Apos vacinação com TetraMenD no Grupo Td + Tetra MenD, Placebo em relação aos resultados correspondentes do Estudo C (população por protocolo)
Td+TetraMenD, Placebo Estudo C
GMTa ( 95% Cl) Estudo C GMT (95% Cl ) Razão GMT GMTmtaO2/ GMTw 95% Cl para razão de GMT
Sorogrupo A 11321,8 (10173,2, 12600,0) 5483,2 (4920,1, 6110,7) 0,48 ¢0,4,0,6)
Sorogrupo C 5042,0 (4389,4, 5791,7) 1924,4 (1662,1, 2228,0) 0,38 (0,3,0,5)
Sorogrupo Y 3387,3 (2978,2, 3852,5) 1322,3 (1161,9, 1504,8) 0,39 (0,3,0,5)
Sorogrupo W-135 4175,8 (3702,1, 4710,1) 1407,2 (1232,1, 1607,3) 0,34 (0,3,0,4)
3<Τ3
117
Α tabela Ε-10 mostra as titulações de anticorpo médias geométricas (GMTs) para SBA-BR para sorogrupos A, C, Y e W-135 no dia 28 Apos vacinação com TetraMenD no grupo Td + Placebo, TetraMenD e os resultados correspondentes do estudo MTA02. As razões GMT são 0,53, 0,90, 5 0,99 e 1,05 para sorogrupos A, C, Y e W-135, respectivamente.
Tabela E-10: Comparação das titulações de anticorpo médias geométricas (GMTs) para SBA-BR no dia 28 Apos vacinação com TetraMenD no Grupo B em relação aos resultados correspondentes do Estudo C, Hipótese de observação (população por protocolo)[1]
Td+Placebo,TetraMenD Estudo C
GMTb (95% Cl) Estudo C GMT ( 95% Cl) Razão GMT GMTmtaO2/ GMTb 95% Cl para razão de GMT
Sorogrupo A 10391,4 (9523,1, 11338,8) 5483,2 (4920,1, 6110,7) 0,53 (0,5,0,6)
Sorogrupo C 2136,0 (1810, 8,2519,4) 1924,4 (1662,1, 2228,0) 0,90 (0,7,1,1)
Sorogrupo Y 1331,3 (1170,2, 1514,6) 1322,3 (1161,9, 1504,8) 0,99 (0,8,1,2)
Sorogrupo W-135 1339,1 (1161,8, 1543,4) 1407,2 (1232,1, 1607,3) 1,05 (0,9,1,3)
A tabela E-11 mostra a distribuição das titulações de anticorpo SBA-BR no dia 0 e dia 28 após a vacinação com TetraMenD por sorogrupo para população por protocolo (Titulações SBA-BR < 8 a 1024).
A tabela E-12 mostra a distribuição de titulações de anticorpo
SBA-BR no dia 0 e Dia 28 Apos vacinação com TetraMenD por sorogrupo para população por protocolo (Titulações SBA-BR 2048-524288).
119
Tabela E-11: Distribuição das titulações de anticorpo SBA-BR no dia 0 e dia 28 após a vacinação com TetraMenD por sorogrupo para população por protocolo (Titulações SBA-BR < 8 a 1024). Titulações SBA j 1024 I c 5? 97 20,6 103 21,5 10 2,1 co 2- : 64 13,6 45 9,4 39 8,3 67 14,0 CM m P‘Pl> 69
512 = 5? 9‘n 89 73 15,3 2 4 0,8 52 11,1 42 8,8 I------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 26 5,5 52 10,9 r- 2 ςθ ’μ 71 14,9
I 256 I c 5? 60 12,8 74 15,5 3 0,6 tN O* 38 8,1 49 10,3 V- CO V- CM co « CO < 81 17,2 I 69 14,4
128 I c 3? 25 5,3 36 7,5 3 0,6 0 0,0 31 6,6 co LO 20 4,2 53 11,3 I 84 17,6
(O c 3? _ σ> o Λ 2- 0 0,0 0 0,0 CO 00 co 12 2,5 | 1 0,2 4 0,8 30 6,4 20 4,2
I 32 ' «= 3? 2 0,4 0 0,0 0 0,0 0 0,0 27 | 5,7 13 2,7 2 0.4 σ> 2 22 1 4,7 co
<o C s? IO ™ 2· 0‘0 0 0‘0 0 LO co 20 4,2 I------------------------------------------- 0 0,0 2 0,4 o 2 - s
CO = 3? 13 2,8 co 2 0 0,0 0 0,0 27 5,7 311 6,5 0'0 0 2 0,4 IO o
<8 e 35 o Σσ> cn 53 J 11,1 i 0 0,0 0 0,0 151 32,1 153 32,0 1 0,2 2 0,4 101 21,5 I 93 19,5
z 470 478 o b- 478 470 478 470 478 470 co b-
Grupo Grupo A Grupo B ' l Grupo A Grupo B Grupo A Grupo B Group A Group B Group A Group B
Data de teste I Dia 0 Dia 28 Dia 0 Dia 28 Dia 0
Tpo de teste Sorogrupo A Sorogrupo C Sorogrupo Y
305
120
Tabela E-11: Distribuição das titulações de anticorpo SBA-BR no dia 0 e dia 28 após a vacinação com TetraMenD por sorogrupo para população por protocolo {Titulações SBA-BR < 8 a 1024). Titulações SBA 1024 65 13,8 85 17,8 I 17 3,6 24 5,0 62 13,2 87 18,2 Grupo A: vacinação 1 = Td + TetraMenD - vacinação 2 = Placebo Grupo B: vacinação 1 = Td + Placebo - vacinação 2 = Tetra MenD
512 23 4,9 t/n 69 t- co CO to 32 6,7 24 I 5,1 S 5
256 12 2,6 38 7,9 39 8,3 I 48 í 10,0 r- A 42 8,8
128 20 4,2 I 41 8,7 69 14,4 c- 21 4,4
64 3 i 0,6 •o CO < 26 5,4 1 0,2 1 0,2
32 2 0,4 33 7,0 14 2,9 0 0,0 X- o
<0 OI O 1 0,2 17 3,6 CD CD 0 0,0 1 0,2
00 OI o 9'0 e 30 6,4 CD vOI <£) 0'0 0 3 0,6
<8 OI ó 8'0 V 205 43,6 213 44,6 1 0,2
470 478 470 478 470 478
Group A Group B Group A Group B Group A Group B
! Dia 28 Dia 0 Dia 28
Sorogrupo W-135
30G
121
Tabela E-12: Distribuição das Titulações de anticorpo SBA-BR no Dia 0 e Dia 28 após a vacinação com TetraMend por sorogrupo (população por protocolo) (TituJações de SBA-BR 2048 a 524288)
Titulações de SBA
2048 4096 8192 16384 32768 65536 131072 524288 Falta nte
Tipo de teste Teste de data Grupo N n % n % n % n % n % n % n % n % n %
Sorogrupo A Dia 0 A 470 70 14,9 16 3,4 10 2,1 3 0,6 1 0,2 0 0,0 0 0,0 0 0.0 1 0,2
B 478 75 15,7 29 6,1 13 2.7 4 0.8 5 1,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0
Dia 28 A 470 29 6,2 60 12,8 109 23,2 102 21,7 117 24,9 17 3.6 10 2.1 0 0,0 3 0,6
B 478 38 7,9 75 15,7 112 23,4 147 30,8 83 17,4 7 1.5 5 1,0 0 0,0 0 0,0
Sorogrupo C Dia 0 A 470 36 7,7 4 0,9 2 0,4 3 0,6 1 0,2 0 0,0 0 0,0 0 0,0 1 0.2
B 478 32 6,7 14 2,9 8 1,7 2 0,4 2 0,4 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0
Dia 28 A 470 80 17,0 79 16,8 77 16,4 74 15,7 51 10,9 10 2,1 10 2,1 1 0,2 3 0,6
B 478 79 16,5 62 13,0 59 12.3 36 7,5 35 7,3 5 1.0 9 1.9 0 0.0 0 0.0
Sorogrupo Y Dia 0 A 470 37 7,9 9 1,9 4 0,9 2 0,4 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 1 0,2
B 478 35 7,3 15 3,1 6 1,3 5 1,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0
Dia 28 A 470 74 15,7 114 24,3 77 16,4 56 11,9 28 6,0 1 0,2 2 0,4 0 0.0 3 0,6
B 478 113 23,6 73 15,3 47 9,8 15 3,1 3 0,6 0 0.0 0 0,0 0 0,0 0 0,0
Sorogrupo W-135 Dia 0 A 470 15 3,2 3 0,6 1 0,2 0 0.0 0 0,0 0 0.0 0 0,0 0 0,0 1 0,2
B 478 11 2,3 1 0,2 2 0,4 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0
Dia 28 A 470 85 18,1 90 19,1 77 16,4 74 15,7 37 7,9 3 0,6 2 0,4 0 0,0 3 0.6
B 478 109 22,8 60 12.6 39 8,2 19 4,0 12 2,5 2 0,4 1 0.2 0 0,0 0 I 0.0
Grupo A: vacinação 1 - Td + TetraMenD - vacinaçao 2 = Placebo Grupo B: vacinação 1 - Td + Placebo - vacinação 2 = Tetra MenD
Tabela E-13: Sumário das titulações de anticorpo: distribuição de titulações de tétano e difteria (população por protocolo) [1]
Td+TetraMenD, Placebo Td+Placebo, TetraMenD
Titulação do anticorpo Data do teste n/N (%) n/N (%)
Tétano
< 0,1 lU/ml Dia 0 5/468 (1,1) 3/472 (0,6)
Dia 28 0/465 (0,0) 0/477 (0,0)
>0,1 - < 1,0 lU/ml Dia 0 281/468 (60,0) 274/472 (58,1)
Dia 28 4/465 (0,9) 7/477 (1,5)
122
Tabela E-13: Sumário das titulações de anticorpo: distribuição de titulações de tétano e difteria (população por protocolo) [1]
Td+TetraMenD, Placebo Td+Placebo, TetraMenD
Titulação do anticorpo Data do teste n/N (%) n/N (%)
>1,0 lU/ml Dia 0 182/468 (38,9) 195/472 (41,3)
Dia 28 461/465 (99,1) 470/477 (98,5)
Difteria
< 0,1 lU/ml Dia 0 87/469 (18,6) 103/476 (21,6)
Dia 28 0/467 (0,0) 0/476 (0,0)
>0,1 -< 1,0 lU/ml Dia 0 255/469 (54,4) 267/476 (56,1)
Dia 28 0/467 (0,0) 2/476 (0,4)
>1,0 lU/ml Dia 0 127/469 (27,1) 106/476 (22,3)
Dia 28 467/467 (100,0) 474/476 (99,6)
Estudos correlatos foram conduzidos para avaliar a segurança e imunogenicidade da vacina MCV-4 administrada concomitantemente com a vacina Td licenciada em adolescentes saudáveis de 10 a 17 anos de idade.
Em resumo, em uma experiência de múltiplos centro aleatorizada indivíduos saudáveis de 10 a 17 anos (idade média de 12,9 anos) receberam TetraMenD (MCV-4) + Td tanto concomitantemente (n = 509) quanto em visitas separadas de um mês (n = 512). As avaliações de segurança para as duas vacinas, fornecidas separada e concomitantemente, foram coletadas nos 10 dias 8 e 28 Apos vacinação. As respostas imunes foram avaliadas antes de e 4 semanas Apos vacinação por titulações de anticorpo para difteria e tétano e atividade bactericida de soro (SB) para sorogrupos meningocócicos. O perfil de segurança para os indivíduos que receberam Td sozinha foi semelhante aquele nos indivíduos que receberam Td + Tetra MenD. A administra15 ção concomitante de Td + TetraMenD não interferiu com a resposta imune para toxóides de tétano ou difteria. Respostas de SBA para os quatro sorogrupos são resumidas na Tabela E-14 mostrada a seguir.
123
Tabela E-14: Resposta de SBA aos quatro sorogrupos:
Sorogrupo SBA (GMT)
Administração concomitante Administração separada
Pre (N = 468) Post (N = 466) Pre (N = 477) Post (N = 478)
A 232 11313 228 10391
C 66 5059 57 2136
Y 124 3391 115 1331
W-135 26 4195 27 1339
Este estudo mostra que a co-administração de Td e TetraMenD foi segura e bem tolerada nos indivíduos de teste. A administração concomitante de TetraMenD + Td não afeta adversamente as respostas imunes para toxóides de tétano e difteria. As respostas imunes ao polissacarídeo dos sorogrupos C, Y e W-135 foram melhoradas quando MCV-4 foi coadministrado com Td. A resposta imune melhorada observada nesse estudo foi surpreendente e não esperada.
Exemplo 14 - Comparação do Ensaio Bactericida de Soro com Complemento de Coelho Bebê e com Complemento Humano para Sorogrupos N. Meningocócicos C, W-135 e Y.
Um subconjunto de amostras de soro do Estudo A, Estágio III, é usado nesse estudo para comparar os resultados obtidos com as titulações de SBA-BR com titulações SBA-HC para os Sorogrupos C, W-135 e Y. Os indivíduos inscritos nesse experimento possuem pelo menos 2 anos de idade, porém não ainda 11 anos de idade e cada um é cedido aleatoriamente a um dos dois grupos de vacina. Aproximadamente 5 mL de sangue integral são coletados de cada indivíduo na linha de base (antes da vacinação) e no dia 28 Apos vacinação. Os espécimes de sangue dos indivíduos são centrifugados dentro de 4 horas da coleta. O soro é retirado do coágulo, transferido para os criotubos rotulados e armazenado em um freezer de temperatura monitorada a -20°C ou mais frio. Todas as amostras que são usadas na análise nesse relatório são de soros em pares obtidos dos primeiros indivíduos inscritos no estudo clínico e que são de volume de soro suficiente para com
124 pletar todo o teste planejado. Todas as amostras são de indivíduos com 2 a 3 anos de idade com a exceção de um único de 4 anos. Existem dois indivíduos na categoria de pretensão de tratamento. Um desses é do grupo da vacina TetraMenD (amostra do dia 28 Apos vacinação é coletada no dia 24) e um é do grupo de vacina Menomune® (amostras do dia 28 Apos vacinação é coletada no dia 9).
Complemento de coelho bebê (Pel-Freez®, Clinicai Systems LLC, Brown Deer, Wl, código de produto 31038) é pré-classificado quanto a adequabilidade em cada um dos ensaios específicos de sorogrupo. Os critérios para adequação incluíram um acordo com os resultados do teste SBABR para um conjunto definido de amostras de soro (dentro de uma diluição de 2 vezes) usando um lote qualificado anteriormente de complemento de coelho. Os critérios para obtenção das titulações predeterminadas para um soro de referência e amostras de controle são também usados. Alíquotas de 2,5 mL do complemento de coelho são armazenadas a -70°C ou mais frio até estarem prontas para uso. Alíquotas são congeladas uma vez e usadas ou descartadas.
O soro dos indivíduos inscritos é classificado quanto aos níveis de IgG e IgM de polissacarídeo anti-meningocócico por ELISA e testados em SBA-BR quanto aos anticorpos funcionais para identificar as fontes em potencial do complemento para uso no SBA-H. Os critérios estabelecidos para seleção de uma fonte humana de complemento são os que se seguem: (1) falta de anticorpo detectável quando ensaiado no ensaio SBA-Br, (2) falta de atividade bactericida intrínseca quando usado como a fonte de complemento no ensaio, (3) desempenho aceitável quando usado como uma fonte de complemento com um painel de controle negativo, usando soro com resultados de teste negativo anteriores determinados em um laboratório externo independente pelo Dr. Ray Borrow, e (4) desempenho de reprodutividade aceitável com um painel de 24 amostras. Fontes de complemento exógenas usadas em cada um dos ensaios específicos de sorogrupo são de indivíduos diferentes. Não foi encontrada nenhuma fonte de complemento usada para mais de um sorogrupo. Também, as três fontes de complemento usadas nos
125 ensaios SBA são de doador simples por sorogrupo.
Sorogrupo C
O soro de vários indivíduos com valores ELISA baixos aceitáveis (menos que 0,5 pg/mL para ambos IgG e IgM) demonstrou atividade bactericida.
Sorogrupo Y
A fonte de complemento para o sorogrupo Y SBA-H é selecionada de indivíduos inscritos no protocolo de coleta. O soro da fonte de complemento revelou anticorpos de IgG e IgM de sorogrupo de nível baixo por ELISA e é negativo no ensaio SBA-BR. O soro da fonte não mostrou atividade bactericida intrínseca quando usado no SBA.
Sorogrupo W-135
A fonte de complemento para o sorogrupo W-135 SBA-H é selecionada de indivíduos inscritos no protocolo de coleta. O soro da fonte de complemento revelou anticorpos IgG e IgM de sorogrupo W-135 de nível baixo por ELISA e é negativo no ensaio SBA-BR. O soro da fonte não mostrou atividade bactericida intrínseca quando usado no SBA.
Ensaios Bactericidas de Soro
Em resumo, as cepas dos sorogrupos meningocócicos C, Y e W135 são obtidas do Centers for Disease Control, Atlanta, GA (CDC). As cepas alvo das bactérias são preparadas para uso nos ensaios de frascos de lotes de trabalho congelados recentemente dos sorogrupos C, Y e W-135. Cada um dos frascos é usado para raiar uma placa Thayer Martin que é incubada por toda a noite a 37°C ± 0,5°C em CO2 a 5%. No dia seguinte, colônias isoladas são colhidas com uma mecha absorvente estéril e usadas para inocular toda a superfície das placas Thayer Martin frescas que haviam sido aquecidas para a temperatura ambiente. As placas são incubadas por 4 horas a 37°C ± 0,5°C em CO2 a 5% para obter um véu leve de crescimento bacteriano confluente que é colhido com mechas de absorção estéreis e suspenso no PBS da Dulbecco + 0,1% de Tampão de Dextrose para uma densidade óptica descrita (absorvência a 600 nm). Uma solução de trabalho com uma concentração prescrita de bactérias é preparada em PBS da Dul3ΙΙ
126 becco + 0,1% de Tampão de Dextrose, mantido a temperatura ambiente e usado dentro de 30 minutos da preparação.
As amostras de teste são tratadas com aquecimento a 56°C por 30 minutos para inativar o complemento endógeno. Para todos as cavidades de uma placa de microlitro de 96 cavidades, PBS da Dulbecco + 0,1% de Tampão de Dextrose é adicionado, então as amostras de soro de teste são dispensadas em diluições em série de duas vezes através da placa deixando as duas colunas finais das cavidades para cavidades de controle de soro e complemento. As colunas em cada placa incluíram uma coluna de complemento ([coluna 11] - soro/+ complemento) e uma coluna de controle de soro ([coluna 12] + soro/-complemento).
Complemento descongelado recentemente é misturado com a concentração de trabalho das bactérias e a mistura é dispensada em todos, exceto as cavidades de controle de soro das placas de microtitulação. As bactérias sem complemento adicionado são dispensadas nas cavidades de controle de soro. As placas são revestidas e colocadas em um agitador de placa por 1 minuto, então removidas a um incubador a 37°C±0,05% de CO2. Os tempos de incubação são de 90 minutos para as placas de ensaio de sorogrupo A e 60 minutos para as placas de ensaio dos sorogrupos C, Y, W135. Após incubação, 100 pL de meio sobreposto de ágarose a 50°C ± 1°C são cuidadosamente adicionados a todos as cavidades evitando a formação de bolhas de ar. Após um período de 10 minutos a temperatura ambiente com tampas da placa de microtitulação ágar para evitar formação de umidade, as placas são revestidas e removidas para um incubador seco de CO2 a 5% (nenhuma umidade adicionada) a 37°C± 0,5°C por 20 ± 4 horas. Após essa incubação, o número de colônias bacterianas por cavidade é contato. O número médio de colônias por cavidade para as cavidades de controle de complemento é calculado e dividido ao meio para obter uma sobrevivência a 50% a To.
A titulação bactericida de cada soro desconhecido é expressa como o rendimento de diluição de soro recíproco final > 50% de mortalidade em comparação ao valor de sobrevivência de 50% a To. A diluição de partida
127 para amostras na SBA-BR é uma diluição de 1:8. Para o SBA-H, a diluição de partida é abaixada para uma diluição de 1:4 conforme descrito nos ensaios originais.
Uma comparação do procedimento de SBA-BR para o ensaio do sorogrupo A descrito aqui com o procedimento de SBA Padronizado (CDC) e com o procedimento de SBA conforme realizado no Manchester Public Health Laboratory Services, Meningogoccal Reference Unit, Manchester, Reino Unido (PHLS) é provida como Tabela 14-1.
Tabela 14-1: Comparação dos Processos de Ensaio Bactericida 10 de Soro
AvP-US CDC PHLS
Estoque congelado Greaves Soin com glicerol a 10% Greaves Soin com glicerol a 10% congelado em caldo de glicerol (15%)
Tampão bactericida Dulbecco com glicose a 0,1% Dulbecco com glicose a 0,1% Geys com BS A a 0,5%
Meios que cresceram por toda a noite Thayer Martin (MR0232) Infusão Brain Heart com 1% de Soro de Cavalo ágar de sangue com sangue de cavalo a 5%
Condições de crescimento por toda a noite 37°C com CO2 a 5% 37°C com CO2 a 5% 37°C com COj a 5%
Complemento coelho bebê (PelFreez)) coelho bebê (Pel-Freez) coelho bebê (PelFreez)
Cepa A F8238 F8238 F8238
Meios crescidos no dia do ensaio Thayer Martin (MR0232) Infusão Brain Heart com 1 % de Soro de Cavalo ágar de sangue
Condições de crescimento no dia de ensaio 4 hours 37°C w/ 5% CO2 4 hours 37°C w/ 5% CO2 4 hours 37°C w/ 5% CO2
To alvejado (por mL) 4000 CFU/ml 4000 CFU/ml 80,000 CFU/ml
Diluição de partida inicial dos soros 1:4 1:4 1:2
Tratamento do soro 56°C por 30 minutos 56°C por 30 minutos 56°C por 30 minutos
Volume total na etapa de incubação 50 pl 50 μΙ 40 μΙ
Mistura de soro com porcentagem total (volume) 50% (25μΙ) 50% (25μΙ) 50% (20μΙ)
Porcentagem de suspensão de célula (volume) 25% (12.5μΙ) 25%(12.5μΙ) 25% (10μΙ)
Complemento % (volume) 25% (12.5μΙ) 25% (12.5μ1) 25% (10μΙ)
CFU/cavidade em mistura de r’xn (teórico) 50 50 800
Diluição de partida final 1:8 1:8 1:4
Condições de incubação de soro 37°C com CO2 a 5% por 90 minutos 37°C a 90 minutes 37°C com CO2 a 5% por 90 minutos
128
3Ι3
Processo de incubação por toda a noite 100 pL sobreposição de ágar TSB adicionada (em placas de 96 cavidades) 100 pL de sobreposição de ágar Noble adicionada 37°C com CO2 a 5% (em placas de 96 cavidades) 10 pL nas placas de ágar (processo de titulação a 37°C)
Condições de T0 37°C por 90 minutos (isto é, média de controle do complemento) 37°C por 90 minutos (isto é, média de controle de complemento) colocado em placa antes da incubação de 90 minutos por toda a noite a 37°C com CO2 a 5%
Titulação de ponto final 50% de extermínio 50% de extermínio 50% de extermínio
Um soro de referência é obtido do Dr. George Carlone, CDC (CDC doador-R21654-3430107) como pós liofilizado em ampolas, que são armazenadas a 2°C a 8°C até serem usadas. Quando necessário, as ampolas são reidratadas com 0,5 mL de água estéril e armazenadas a -80°C40°C como alíquotas de trabalho de 100 pL. A titulação do soro de referência quando reconstituído sob essas condições é 1:256± 1, diluição de duas vezes no SBA-BR padronizado para sorogrupos A, C, Y e W-135. As amostras de soro de referência são operadas duas vezes em placas diferentes do conjunto de placas diariamente.
Os anti-soros de coelho específicos de grupo para os sorogrupos A, C, Y e W-135 são adquiridos da Difco como pó liofilizado em ampolas, que são armazenadas a 2o a 8°C até serem usadas. Quando necessário, cada ampola é reidratada com 1 mL de água estéril e armazenada a 80°C a -40°C como alíquotas a 50 pL para uso como amostras de controle de qualidade no SBA.
Os resultados do Ensaio Bactericida de Soro usando o complemento de coelho bebê (SBA-BR) provido aqui para a determinação da atividade bactericida de antipolissacarídeo médiada por complemento para sorogrupos Neisseria Meningitidis C, Y e W-135 nas amostras de soro clínicas são completamente validados quanto à precisão, capacidade de diluição (linearidade), especificidade e limite de detecção. O ensaio SBA-H (para Sorogrupo C) é repetido no quinto dia consecutivo com um conjunto idêntico de amostras de soro para estabelecer a precisão do ensaio.
Cálculo da sensibilidade e especificidade de SBA-BR
As titulações obtidas no SBA-BR são classificadas como positivo
129 verdadeiro (TP) (e falso positivo [FP]) e verdadeiro negativo (TN) (e falso negativo [FN]) usando as titulações de referência de SBA-H de 1:4 e 1:8. A sensibilidade é calculada como TP/(TP + FN) e a especificidade é calculada como TN/(TN + FP). Os resultados desses cálculos são expressos como porcentagens.
Comparação de Distribuição de Titulação de SBA de SBA-BR versus SBA-H
As titulações de SBA de pré e pós imunização de vinte e oito dias são mostradas nas Tabelas 1 e 4 para sorogrupo C, tabelas 2 e 5 para sorogrupo Y e tabelas 3 e 6 para sorogrupo W-135. Nas subseções que se seguem é resumida uma análise das titulações de pré e pós imunização de SBA em comparação aos resultados obtidos para as duas fontes de complemento (BR versus H).
Distribuição de Titulação de SBA do Sorogrupo C
Das 101 amostras de soro de pré-imunização, 63 são negativas conforme definido por terem uma titulação de SBA-H de < 1:4 e uma titulação de SBA-BR < 1:8. Vinte e sete das amostras de pré-imunização são negativas por SBA-H (< 1:4) porém são positivas para SBA-BR (>= 1:8). A razão do falso positivo usando uma titulação de interrupção de SBA-BR de < 1:8 é de 30%. A razão de falso positivo diminui em titulações de interrupção maiores para menos que 20% em uma titulação de interrupção de 1:128 e para menos que 10% em uma titulação de interrupção de 1:512. Sete das amostras que são positivas por SBA-H (>=1:4) são negativas para SBA-BR (< 1:8).
Nos soros de pós imunização, 48 amostras são negativas por SBA-H e apenas 11 são negativas por SBA-BR. Das 11 amostras que são negativas por SBA-BR, 3 são positivas por SBA-H. Dezessete das 51 amostras de pós imunização (32%) no grupo de conjugado são negativas por SBA-H, porém positivas por SBA-BR (>= 1:8). Para o grupo de polissacarídeo, 23 das 50 amostras de pós imunização (46%) são negativas por SBAH, porém positivas por titulação de SBA-BR (>= 1:8). Em termos de respostas positivas nos soros de pós imunização, 90% de 101 (89%) das amostras
130 são positivas por SBA-BR (>= 1:8) porém apenas 53 das 101 (52%) são positivas por SBA-H (>= 1:4). Existe uma diferença notável nas razões de resposta positiva, quando comparado às titulações de SBA (VR versus H) obtidas para os dois grupos de vacina. Para as 51 amostras de pós-imunização no grupo conjugado, 33 das 51 (65%) são positivas por SBA-H (>= 1:4) e por SBA-BR (>= 1:8). O acordo entre as titulações de SBA (BR versus H) aperfeiçoa em uma titulação limite de SBA-BR de >= 1:64 e maior. Das 50 amostras pós imunização no grupo polissacarídeo, 17 das 50 (34%) são positivas por SBA-H (>= 1:4) e por SBA-BR (>= 1:8). O acordo entre as titulações de SBA (BR versus H) aperfeiçoa na titulação limite de SBA-BR >- 1:512 e superior.
Distribuição de Titulação de SBA do Sorogrupo Y
Diferente dos soros de pré-imunização do sorogrupo C, apenas 9 das amostras de pré-imunização de sorogrupo Y são negativas conforme definido ou tem uma titulação de SBA-H < 1:4 e uma titulação de SBA-BR < 1:8. Cinqüenta e duas das sessenta e uma amostras de pré-imunização são negativas para SBA-H (< 1:4) porém positivas por SBA-BR (>=1:8). A razão de falso positivo usando uma titulação de interrupção de SBA-BR de < 1:8 é de 85%. A razão de falso positivo diminui em titulações de interrupção de SBA-BR maiores para menos que 15% em uma titulação de interrupção de 1:256, e menos que 2% a 1:512. Duas amostras são positivas por SBA-H (>=1:4), porém negativas por SBA-BR (< 1:8).
Não existem amostras de pós imunização que tiveram uma titulação de SBA-H < 1:4 e uma titulação de SBA-BR que seja < 1:8. Dezenove amostras que são negativas por SBA-H (< 1:4) são positivas por SBA-BR (>=1:8). Conforme observado para o sorogrupo C, existe uma diferença na proporção de resultados falso negativos. No grupo conjugado, 5 das 48 amostras (9%) são negativas por SBA-H (< 1:4), porém positivas por SBA-BR. No grupo de polissacarídeos, 14 das 52 amostras (27%) são negativas por SBA-H (<1:4), porém positivas por SBA-BR.
Existe um bom acordo entre as duas titulações de SBA (BR versus H) para respostas positivas no soro de pós imunização para o sorogrupo
131
Y. Para ο conjunto total de 100 amostras, todas 100 amostras de pós imunização tinham titulações de SBA-BR >= 1:8, e 81 das 100 tinham titulações SBA-H de >=1:4. Conforme observado para as respostas de SBA para o sorogrupo C, existe uma melhor correlação entre as titulações de SBA (BR versus H) no grupo conjugado, em comparação às titulações de SBA (BR versus H) obtidas para o grupo de polissacarídeo. Das 48 amostras de pós imunização no grupo conjugado, 43 (90%) são positivas por SBA-H (>=1:4) e por SBA-BR (>=1:8). Apenas 1 das 48 amostras tinha uma titulação de SBABR inferior a 1:32 e aquela amostra é positiva por SBA-H (>=1:4). O acordo entre as titulações de SBA (BR versus H) não é tão bom no grupo de polissacarídeo. Apenas 38 das 52 (73%) tinham titulações de pós imunização de SBA-H >=1:4 e uma titulação de SBA-BR >=1:8. O acordo entre as titulações de SBA (BR versus H) nos soros de pós imunização para o grupo de polissacarídeo aperfeiçoa em titulações de SBA-BR >= 1:128.
Distribuição de Titulação de SBA de Sorogrupo W-135
Para sorogrupo W-135, 54 de 100 (54%) são negativas onde ambas a titulação de SBA-H é 1 <1:4 e a titulação de SBA-BR é < 1:8. Das amostras de pré-imunização, 27 das 81 são negativas por SBA-H (<1:4) porém positivas por SBA-BR (>=1:8). A razão de falso positivo usando uma titulação de interrupção de SBA-BR de < 1:8 é de 33%. A razão de falso positivo diminui quanto maior as titulações de interrupção de SAB-BR para menos que 15% em uma titulação de interrupção de 1:128 e para menos que 5% de uma titulação de interrupção de 1:256. Onze amostras são positivas por SBA-H (>= 1:4) porém são negativas por SBA-BR (< 1:8).
Três amostras de pós imunização são negativas por SBA-H (< 1:4) e negativas por SBA-BR (< 1:8). Trinta e nove amostras de pós imunização são negativas por SBA-H (< 1:4) porém são positivas por titulação de SBABR (>+ 1:8). No grupo conjugado, 11 das 47 amostras (23%) são negativas por SBA-H, porém positivas por SBA-BR. No grupo de polissacarídeo, 28 das 53 amostras são negativas por SBA-H porém positivas por SBA-BR.
O acordo entre as titulações de pós-imunização SBA-BR e SBAH é comparável ao sorogrupo C, porém não tão bom comparado ao soro132
3ΙΤ grupo Y. Como com ambos o sorogrupo C e sorogrupo Y, existe uma diferença notável no acordo entre as duas titulações de SBA (BR versus H) quando comparando os dois grupos de vacina. O acordo entre as duas titulações de SBA (BR versus H) é melhor para o grupo conjugado em compa5 ração ao grupo de polissacarídeo. Nas titulações de SBA de pós imunização para o grupo conjugado, 36 das 47 (77%) tinham uma titulação de SBA-H de >=1:4 e todas são positivas por SBA-BR (>= 1:8). Todas as amostras do grupo de conjugado tinham titulações de SBA-BR de pós-vacinação >=1:32. Para as titulações de pós-imunização para o grupo possilicarídeo, a correla10 ção entre as duas titulações não e tão boa, apenas 22 das 53 (42%) tinham uma titulação de SBA-H >= 1:4 e 50 das 53 (94%) tinham uma titulação de SBA-BR >=1:8.
Tabela 1. Comparação da titulaçao de SBA-BR em soros positivos e negativos por SBA-H para sorogrupo C.
número de soros com titulação de SBA-H indicada:
1/titulação pré-imunização 28 dias após imunização
SBA-BR TetraMenD Menomune® Combinado
< 4 >= 4 <4 >= 4 <4 >= 4 <4 >= 4
< 8 63 7 1 0 7 3 8 3
8 4 0 1 0 1 0 2 0
16 1 1 1 0 1 1 2 1
32 2 0 5 3 1 1 6 4
64 4 0 4 6 5 2 9 8
128 3 2 3 9 8 2 11 11
256 11 1 1 3 4 3 5 6
512 1 0 0 5 1 3 1 8
1024 0 0 2 6 1 4 3 10
2048 1 0 0 1 1 0 1 1
4096 0 0 0 0 0 1 0 1
Total 90 11 18 33 30 20 48 53
133
Tabela 2. Comparaçao da titulação de SBA-BR nos soros positivos e negativo por SBA-H para sorogrupo Y
1/titulação SBA-BR número de soros com titulação de SBA-H indicada:
pré-imunização 28 dias após imunização
TetraMenD Menomune® Combinado
< 4 >= 4 < 4 >= 4 < 4 >= 4 < 4 >= 4
<8 9 2 0 0 0 0 0 0
8 1 1 0 1 0 0 0 1
16 4 2 0 0 0 0 0 0
32 10 6 1 1 3 2 4 3
64 14 6 1 3 4 2 5 5
128 15 12 1 9 4 6 5 15
256 7 9 1 13 2 16 3 29
512 1 0 1 7 1 6 2 13
1024 0 0 0 5 0 4 0 9
2048 0 1 0 3 0 1 0 4
4096 0 0 0 1 0 1 0 2
Total 61 39 5 43 14 38 19 81
Tabela 3. Comparação da titulaçao de SBA-BR nos soros positivos e negativo por SBA-H para sorogrupo W-135
1/titulação SBA-BR BR titer número de soros com titulação de SBA-H indicada
pré-imunização 28 dias após imuniza< ;ão
TetraMenD Menomune® Combinado
<4 >= 4 < 4 >= 4 <4 >= 4 < 4 >= 4
<8 54 11 0 0 3 0 3 0
8 1 3 0 0 0 0 0 0
16 3 0 0 0 1 0 1 0
32 2 0 0 1 0 0 0 1
64 11 2 1 2 3 3 4 5
128 7 1 2 2 7 2 9 4
256 3 2 4 3 6 5 10 8
512 0 0 4 13 5 4 9 17
1024 0 0 0 3 5 3 5 6
2048 0 0 0 11 1 5 1 16
4096 0 0 0 1 0 0 0 1
Total 81 19 11 36 31 22 42 58
134
Tabela 4. Resumo da distribuição das titulações do sorogrupo C medidas por
SBA-BR e SBA-H
1/titulação bactericida número de amostras1 (% de pré ou pós) com titulação indicada por: préimunização:
SBA-BR SBA-H
Preimm. pós-imunização Preimm. pós-imunização
Menomune® TetraMenD Menomune® TetraMenD
<4 90 (89,11) 30 (60,00) 18(35,29)
4 2(1,98) 1 (2,00) 1 (1,96)
<8 70 (69,31) 10(20,00) 1 (1,96)
8 4 (3,96) 1 (2,00) 1 (1,96) 0 2 (4,00) 1 (1,96)
16 2(1,98) 2 (4,00) 1 (1,96) 3 (2,97) 2 (4,00) 5 (9,80)
32 2(1,98) 2 (4,00) 8(15,69) 1 (0,99) 3 (6,00) 3 (5,88)
64 4 (3,96) 7(14,00) 10 (19,61) 1 (0,99) 0 5 (9,80)
128 5 (4,95) 10 (20,00) 12 (23,53) 3 (2,97) 3 (6,00) 5 (9,80)
256 12 (11,88) 7(14,00) 4 (7,84) 1 (0,99) 1 (2,00) 5 (9,80)
512 1 (0,99) 4 (8,00) 5 (9,8) 0 5(10,00) 2 (3,92)
1024 0 5(10,00) 8(15,69) 0 1 (2,00) 5 (9,80)
2048 1 (0,99) 1 (2,00) 1 (1,96) 0 0 1 (1,96)
4096 0 1 (2,00) 0 0 1 (2,00) 0
8192 0 0 0 0 1 (2,00) 0
1 número total de amostras é 101
Tabela 5. Resumo da distribuição das titulações do sorogrupo Y medidas por
SBA-BR e SBA-H
1/titulação bactericida Número de amostras1 (% de pré ou pós) com titulação indicada por: préimunização:
SBA-BR SBA-H
Preimm, pós-imunização Preimm, pós-imunização
Menomune® TetraMenD Menomune® TetraMenD
<4 61 (61,00) 14(26,92) 5(10,42)
4 1 (1,00) 0 1 (2,08)
<8 11 (11,00) 0 0
8 2 (2,00) 0 1 (2,08) 3 (3,00) 1 (1,92) 4 (8,33)
16 6 (6,00) 0 0 11 (11,00) 12(23,08) 2(4,17)
32 16 (16,00) 5 (9,62) 2(4,17) 12 (12,00) 11 (21,15) 11(22,92)
64 20 (20,00) 6(11,54) 4 (8,33) 5 (5,00) 9 (17,31) 5 (10,42)
128 27 (27,00) 10(19,23) 10(20,83) 6 (6,00) 2 (3,85) 8(16,67)
256 16 (16,00) 18(34,62) 14(29,17) 1 (1,00) 1 (1,92) 6(12,50)
135
512 1 (1,00) 7(13,46) 8 (16,67) 0 1 (1,92) 4 (8,33)
1024 0 4 (7,69) 5 (10,42) 0 1 (1,92) 2(4,17)
2048 1 (1,00) 1 (1,92) 3(6,25) 0 0 0
4096 0 1 (1,92) 1 (2,08) 0 0 0
1 número total de amostras é 100
Tabela 6. Resumo da distribuição das titulações do sorogrupo W-135 medidas por SBA-BR e SBA-H »J
1/titulação bactericida Número de amostras1 (% de pré u pós) com titulação indicada por: préimunização:
SBA-BR SBA-H
Preimm, pós-imunização Preimm, pós-imunização
Menomune® TetraMenD Menomune® TetraMenD
<4 81 (81,00) 31 (58,49) 11 (23,40)
4 4 (4,00) 5 (9,43) 6(12,77)
<8 65 (65,00) 3 (5,66) 0
8 4 (4,00) 0 0 10 (10,00) 7(13,21) 2 (4,26)
16 3 (3,00) 1 (1,89) 0 2 (2,00) 5 (9,43) 11 (23,40)
32 2 (2,00) 0 1 (2,13) 3(3,00) 1 (1,89) 5(10,64)
64 13 (13,00) 6(11,32) 3 (6,38) 0 3 (5,66) 2 (4,26)
128 8 (8,00) 9(16,98) 4(8,51) 0 0 5(10,64)
256 5 (5,00) 11 (20,75) 7 (14,89) 0 0 3 (6,38)
512 0 9(16,98) 17(36,17) 0 1 (1,89) 1 (2,13)
1024 0 8(15,09) 3 (6,38) 0 0 1 (2,13)
2048 0 6(11,32) 11 (23,40) 0 0 0
4096 0 0 1 (2,13) 0 0 0
1 número total de amostras é 100
Comparação de Sensibilidade e Especificidade das Titulações de SBABR e SBA-H
As titulações de SBA-BR são comparadas às titulações protetoras de SBA-H de 1:4 e 1:8 na realização das avaliações de sensibilidade e 10 especificidade entre os dois conjuntos de titulações. Os soros de pré e pósimunização são usados nessa análise. Empregando titulações de referência de SBA-H de 1:4 e 1:8, a especificidade e a sensibilidade são calculadas para todos os três sorogrupos e são resumidas nas Tabelas 7, 9 e 10. A análise da sensibilidade e especificidade é discutida por sua vez para cada 15 sorogrupo.
Para o sorogrupo C, a sensibilidade é maior que 80% para as titulações limite de SBA-BR de 1:8, 1:16 e 1:32, em relação às titulações de
33’
136
SBA-H de 1:4 e 1:8. Contudo, a especificidade nessas titulações de SBA-BR é inferior a 60%. A especificidade aumentou acima de 60% em uma titulação de SBA-BR de 1:64 e acima de 70% em uma titulação de SBA-BR de 1:128. Para essas últimas duas titulações de SBA-BR, a especificidade começa a cair. Em uma titulação limite de SBA-BR de 1:64, a sensibilidade está entre 75 e 78%, porém em uma titulação de SBA-BR 1:128, a sensibilidade caia para entre 62 e 65%. A especificidade continua a aperfeiçoar nas titulações SBA-BR > 1:64 variando de 73% até 83% para 1:128 e 1:256, respectivamente. Contudo, a sensibilidade cai de 43% para menos que 20%. A titulação de SBA-BR para o sorogrupo C com o melhor equilíbrio entre sensibilidade e especificidade cai para uma faixa de titulações de SBA-BR entre 1:32 e 1:128. Os resultados da sensibilidade e especificidade para o sorogrupo C são encontrados como sendo completamente comparáveis aos resultados obtidos por Santos GF e outros, 2001, Clin. Diagn. Lab. Immunol. 8: 616623, obtidos de diferentes conjuntos de amostra de soro e reagentes (Tabela 8). Com relação aos resultados de Santos, o melhor equilíbrio de sensibilidade e especificidade é observado entre as titulações SBA-BR de 1:64 e 1:128 versus ambas titulações de SBA-H de 1:4 e 1:8.
Tabela 7. Sensibilidade e Especificidade de SBA-BR nas Titulações Protetoras no SBA-H para Sorogrupo C
1/Titulação de 1/SBABR Titulação de SBA-BR >= 1:4 titulação de SBA-H de >= 1:8
sensibilidade (%) especificidade(%). sensibilidade (%) especificidade(%).
8 84 51 88 52
16 84 56 88 56
32 81 58 85 58
64 75 64 78 64
128 62 73 65 73
256 42 83 43 83
512 31 95 33 95
1024 19 96 20 96
Tabela 8. Sensibilidade e Especificidade de SBA-BR nas Titulações de Proteção em SBA-H para Sorogrupo C conforme reportado por Santos e outros 2001, Clin. Diagn. Lab. Immunol. 8:616-623.
137
1/Titulação de SBA-BR titulação de SBA-H de >= 1:4 titulação de SBA-H de >- 1:8
Sensibilidade (%) Especificidade (%)· Sensibilidade (%) Especificidade (%)·
32 85 61 91 58
64 78 73 86 68
128 69 83 78 81
256 54 87 63 88
512 41 92 49 94
Para sorogrupo Y, a sensibilidade é a maior para as titulações limite de SBA-BR variando de T.8 a 1:64, porém conforme esperado, cai em titulações limite de SBA-BR maiores. Os resultados de especificidade para o 5 sorogrupo Y iniciam muito baixos em comparação aos resultados para o sorogrupo C, e não alcançam um nível superior a 50% até uma titulação de SBA-BR limite de 1:128. A titulação de SBA-BR que é mais bem equilibrada quanto a sensibilidade e especificidade para sorogrupo Y cai em uma faixa entre 1:64 e 1:256. A 1:256, a sensibilidade cai para cerca de 55%, porém a 10 especificidade aumenta da região média de 30% para aproximadamente 8283%.
Tabela 9. Sensibilidade e Especificidade de SBA-BR nas Titulações de Proteção em SBA-H para o Sorogrupo Y
1/Titulação de SBA-BR titulação de SBA-H de >= 1:4 titulação de SBA-H de >= 1:8
especificidade (%) especificidade (%) especificidade (%) especificidade (%)
8 98 11 98 11
16 97 12 97 12
32 95 17 95 17
64 87 35 87 34
128 78 59 78 57
256 56 84 55 82
512 56 84 55 82
1024 13 100 14 100
Para o sorogrupo W-135, os valores para sensibilidade seguem mais proximamente os valores obtidos para o sorogrupo C, porém o padrão total é o mesmo para todos os três sorogrupos. A sensibilidade inicia alta em uma titulação limite de SBA-BR de 1:8 e cai nas titulações >= 1:128. Da mesma forma, a especificidade inicia baixa em uma titulação de SBA-BR de 1:8 começa a nivelar em uma titulação de 1:256. Conforme observado para
138 o sorogrupo Υ, uma SBA-BR com o melhor equilíbrio entre sensibilidade e especificidade para o sorogrupo W-135 cai em uma faixa entre 1:64 e 1:256.
Tabela 10. Sensibilidade e Especificidade de SBA-BR nas Titulações de Proteção em SBA-H para o Sorogrupo W-135
1/Titulação de SBA-BR titulação de SBA-H de >= 1:4 titulação de SBA-H de >= 1:8
Especificidade (%) Especificidade (%) Especificidade (%) Especificidade (%)
8 86 46 87 43
16 82 48 82 44
32 82 50 82 47
64 80 52 81 49
128 71 64 73 61
256 65 77 64 72
512 52 88 50 83
1024 30 95 34 94
A tabela 11 resume a proporção de elevação de quatro vezes nas titulações de SBA, empregando complemento de coelho bebê ou complemento humano para sorogrupos C, Y e W-135 em relação à titulação de pós-imunização de SBA-BR. Essa análise é realizada separadamente no grupo conjugado, Tetra MenD e grupo de polissacarídeo, Menomune®, e 10 ambos conjuntos de análises são incluídos na Tabela 11. Existem algumas diferenças observáveis nos padrões de elevação de quatro vezes em comparação às respostas bactericidas induzidas para os três sorogrupos e para dois grupos de vacina. Os padrões de resposta são discutidos para cada sorogrupo e para ambos grupos de vacina.
139
ΞΕ
I < CÚ ω o ac m
I < CO ω
L_
O CL tf) ro
Ό ro c
E
L_
Φ Φ
Q ro φ -Q ra Ι-
c □ SBA-H 0/3 (0%) CD C 0/1 (0%) ro c 0/6(0%) 2/9 (22%) 6/34 (18%) 8/53
p W-135 E o c 0> 2 SBA-BR 0/3 (0%) CD C 0/1 (0%) ro c 6/6 (100%) 8/9 (89%) 32/34 (94%) ¢0 jn <D
Serogroui a c Φ 5 SBA-H CD C ro c ro c 1/1 (100%) 0/3(0%) 1/4 (25%) 23/39 (59%) K 5 35 Oí
I Tetral SBA-BR CD C ro c ro c 0/1 (0%) 3/3 (100%) 2/4(50%) I σ> ¢0 o'' S cm 41/47
I Menomune® SBA-H CD C ro c ro c 1/5 (20%) 0/6(0%) 2/10 (20%) 18/31 (58%) 21/52
>o Q 3 SBA-BR CD C CD C ro c 2/5 (40%) 2/6 ! (33%) 4/10 (40%) 17/31 (55%) 25/52
Sorogri Π TetraMenD SBA-H CD C 1/1 (100%) ro c 0/2 (0%) 0/4(0%) 6/10 (60%) 23/31 (74%) 30/48
SBA-BR CD C 0/1 (0%) Na 1/2 (50%) | 1/4 (25%) 5/10 (50%) 28/31 (90%) OO 3 S co
E 2 SBA-H 1/10 (0%) 0/1 (0%) 1/2 (50%) 1/2 (50%) 2/7 (29%) CM S I 7/18 (39%) 14/50
o o α 3 Lα o o tf) | Menom SBA-BR 0/10 (0%) 0/1 (0%) 0/2 (0%) 2/2 (100%) í? o>co SÊ. co 8/10 (80%) oo Cp* θ' <5 ê. 28/50
Q c Φ S SBA-H 0/1 (0%) 0/1 (0%) 0/1 (0%) 3/8 (37%) 6/10 (60%) 7/12 (58%) I 14/18 | (78%) 30/51
Tetral SBA-BR 0/1 (0%) 0/1 (0%) 0/1 (0%) 7/8 | (87%) ' 9/10 (90%) 11/12 (92%) 11/18 (61%) 38/51
titulação 1/SBA- BR co V oo CO OI CO <0 128 CO LD OI II Λ Total
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140
Para o sorogrupo C, existe um acordo estreito na elevação de quatro vezes entre SBA-BR versus SBA-H para o grupo conjugado. Dentro desse grupo de vacina, parece haver uma tendência que em titulações de pós-imunização baixas, por exemplo 1:32 - 1:128, a elevação de quatro vezes de SBA-BR fique atrás da elevação de quatro vezes na SBA-BR. Porém, em titulações de SBA-BR de pós-imunização >= 1:256, o número de indivíduos que obtém uma elevação de quatro vezes por SBA-H parece ser maior que o número de indivíduos que obtém uma elevação de quatro vezes por SBA-BR. Essa diferença nas elevações em comparação as duas fontes de complemento é pequena e pode ser devida as titulações de SBA-BR de préimunização maiores que alteram a porcentagem de obtenção de uma elevação de quatro vezes por SBA-BR. Para o grupo de polissacarídeo, o acordo entre a elevação de quatro vezes entre SBA-BR versus SBA-H não está tão próximo quanto para o grupo conjugado. Também, não existe tendência notável de que a elevação de quatro vezes por SBA-H tome-se mais sensível em titulações de SBA-BR de pós-imunização maiores que o observado para o grupo conjugado.
Para o sorogrupo Y, o acordo entre a elevação de quatro vezes por SBA-H e SBA-BR está muito próximo para ambos os grupos de vacina. Existem muito poucas titulações de SBA-BR de pós-imunização inferiores a 1:32 para cada grupo de vacina, em comparação às titulações de SBA-BR de pós-imunização para o sorogrupo C. Por essa razão, a proporção de indivíduos que obtêm uma elevação de quatro vezes em ambas SBA-BR e SBAH para o sorogrupo Y ocorre em uma titulação de SBA-BR de pósimunização maior em comparação ao sorogrupo C. Para sorogrupo Y, a proporção de elevação de quatro vezes aumenta para >= 50% em uma titulação de SBA-BR de pós imunização de 1:128 para o grupo conjugado, considerando-se que para o sorogrupo C, a titulação de SBA-BR limite é de 1:32 para o sorogrupo conjugado.
O acordo entre as elevações de quatro vezes por SBA-H e SBABR para o sorogrupo W-135 não está tão próximo em comparação aos outros dois sorogrupos. Conforme observado para o sorogrupo Y, existe um
141 número limitado de indivíduos com titulações de SBA-BR de pós-imunização inferiores a 1:32 para cada grupo de vacina. O acordo entre a elevação de quatro vezes nas titulações de SBA (BR versus H) ocorre nas titulações SBA-BR >= 1:256. Conforme observado para o sorogrupo C, existe uma diferença na proporção de elevações de quatro vezes (BR versus H) entre os dois grupos de vacina, que é menos evidente para sorogrupo Y. O acordo entre a elevação de quatro vezes nas titulações de SBA do sorogrupo W-135 (BR versus H) é mais pobre no grupo de polissacarideo em comparação a elevação de quatro vezes nas titulações de SBA (BR versus H) pela vacina de polissacarideo para os dois outros sorogrupos.
O Ensaio Bactericida de Soro com complemento de coelho bebê (SBA-BR) é comparado ao SBA correspondente usando complemento humano (SBA-H) para medir titulações nas amostras de soro dos indivíduos de 2 a 3 anos vacinados com a vacina de polissacarideo meningocócico quadrilavente licenciada (Menomune®) ou uma vacina conjugada de polissacarídeo meningocócico quadrivalente experimental (Tetra MenD). Fontes de complemento humano para sorogrupos C, Y e W-135 são identificadas e usadas para suportar essa comparação na SBA. Os resultados de SBA desse estudo comparativo são analisados por duas abordagens. Em uma abordagem os dados de SBA-BR e SBA-H obtidos por medição das titulações de pré e pós-imunização de ambos os grupos de vacina são agrupados para análise. Na segunda abordagem, as titulações de pré e pós-imunização dos dois grupos de vacina são analisadas separadamente. Um dos objetivos desse estudo é descrever a titulação de soro de SBA-BR que melhor correlaciona-se a uma titulação de soro SBA-H negativa. Um segundo objetivo é determinar a titulação usando complemento de coelho bebê que melhor correlaciona-se com a titulação positiva usando complemento humano no ensaio como uma correlação de proteção para o sorogrupo C e para extrapolar para as titulações bactericidas de proteção para os sorogrupos Y e W-135. Outros laboratórios publicaram resultados tentando estabelecer um limite de proteção correlato para SBA-BR para o sorogrupo C. Os resultados desse estudo serão comparados aos resultados publicados. Por último, a elevação
142 de quatro vezes nas titulações de SBA medida nos soros de pré e pósimunização é comparada as duas fontes de complemento.
Uma correlação de uma titulação de SBA para proteção contra doença apenas foi estabelecida para o sorogrupo C. O correlato de SBA de proteção para sorogrupo C é determinado usando complemento humano no ensaio de SBA. Para os outros sorogrupos, pode ser feita uma presunção de que o correlato de SBA-H de proteção para o sorogrupo C (titulação de SBA de 1:4) aplica-se aos outros sorogrupos. A definição de uma titulação (ões) de SBA-BR que se correlaciona à titulação de SBA de 1:4 para sorogrupo C pode diferir entre os sorogrupos. Em termos de definição de uma titulação de SBA-BR que melhor correlaciona-se a uma titulação de soro de SBA-H negativo, uma titulação de SBA-BR de < 1:8 é comparada à titulação de SBA-H de <1:4 nos soros de pré e pós-imunização. A titulação de SBA-BR de < 1:8 é empregada com base em parte dos resultados do estudo WHO/CDC para comparação das titulações de SBA de sorogrupo C (BR versus H) e na verificação recente de que uma titulação de SBA-BR de < 1:4 está ligada à suscetibilidade a doença do sorogrupo C em University Outbreak in the Reino Unido (Jones, G.R., e outros, 2000, J. Infect. Pis. 181:1172-1175).
Com base nas titulações de SBA (BR versus H) geradas nesse estudo, a razão de falso positivo para sorogrupo C empregando uma titulação de interrupção de SBA-BR de < 1:8 é de 30%. Empregando titulações de interrupção de SBA-BR maiores, pode-se aperfeiçoar a razão de falso positivo como se segue: a > =1:16 a razão de falso positivo diminui para 26%, a > = 1:32 a razão de falso positivo diminui para 24%, a > = 1:64, a razão de falso positivo diminui para 22%, a > = 1:128 a razão de falso positivo diminui para 18%, a > = 1:256 a razão de falso positivo diminui para 14%, e a > = 1: 512 a razão de falso positivo diminui para 2%. O aumento da titulação de interrupção de SBA-BR serve para aperfeiçoar a exatidão de definição de uma titulação negativa que corresponde a uma titulação de SBA-H de < 1:4, contudo, a sensibilidade na discriminação entre uma resposta positiva e uma resposta negativa é muito menor quando usando titulações de interrupção de SBA-BR. Os dados desse relatório mostraram que a sensibilidade
143 da SBA-BR é superior (81-84%) nas titulações de interrupção de 1:8, 1 ;16 ou 1:32. Nas titulações de SBA-BR maiores que 1:32, a sensibilidade cai abaixo de 80%. Contudo, a especificidade do ensaio nas titulações de interrupção de 1:8, 1:16 e 1:32 em um mínimo, variando de 51 a 58%. Um equilíbrio é obtido entre sensibilidade, especificidade e razões de falso positivo na seleção de uma titulação de interrupção que se correlaciona a uma titulação negativa no ensaio de complemento humano. A avaliação de 1:32 como a titulação de interrupção para a SBA-BR resultaria em respostas de rejeição de verdadeiro positivo desnecessárias. Os resultados desse estudo indicam que uma titulação de SBA-BR de >= 1:16 pode ser uma titulação de interrupção mais apropriada. Isso representa minimamente 2 diluições acima do protetor julgado de titulação com base em ambas análises de estudo WHO/CDC (< 1:8) e a análise da University Outbreak do Reino Unido (< 1:4). Identificação da titulação de interrupção de proteção nos ensaios para sorogrupos W-135 e Y surge, presumindo-se que a proteção de anticorpo bactericida seja análoga a doença do sorogrupo C e as titulações de bactericida que correspondem a uma titulação negativa no ensaio de complemento humano. Para sorogrupo Y, a razão de falso positivo usando uma titulação de interrupção de SBA-BR de < 1:8 é muito alta a 85%, em comparação a 30% para o sorogrupo C. Contudo, como com o sorogrupo C, o aumento na titulação de interrupção de SBA-BR abaixa a razão de falso positivo. Em uma titulação de interrupção de SBA-BR de 1:16, a razão de falso positivo diminui para 84%, a 1:32 a razão de falso positivo é de 75%, a 1:64 a razão de falso positivo é de 61%, a 1:128 a razão de falso positivo é de 38%, a 1:256 a razão de falso positivo é de 13%, e a 1:512 a razão de falso positivo é de 2%. Mesmo que a razão de falso positivo para o sorogrupo Y inicie muito mais em comparação ao sorogrupo C, em titulações de interrupção de >= 1:128, as razões de falso positivo para os dois ensaios de sorogrupo tornam-se mais comparáveis. Tais titulações de interrupção altas, contudo, podem apresentar as titulações de limite em excesso para uma resposta positiva. Com base na análise de sensibilidade e especificidade, a sensibilidade é maximizada nas titulações de interrupção de SBA-BR de 1:8 a 1:32, onde a sensibilidade variou de 95 a
333
144
98%. Contudo, como com o sorogrupo C, a especificidade dessas titulações de SBA-BR é correspondentemente baixa, variando de 11 a 18%. Na próxima titulação de SBA-BR mais alta, 1:64, a sensibilidade diminui de 95% a 88%, porém a especificidade aumenta muito a 35%. Uma titulação de inter5 rupção de < 1:64 no ensaio de sorogrupo Y parece corresponder melhor a uma titulação negativa no ensaio de complemento humano.
Para o sorogrupo W-135, a razão de falso positivo em uma titulação de interrupção de SBA-BR de <1:8 é de 33%, que é semelhante ao sorogrupo C. Conforme observado para ambos sorogrupos C e Y, em titula10 ções de interrupção de SBA-BR maiores, a razão de falso positivo diminui em níveis mais baixos. Em uma titulação de interrupção de SBA-BR de 1:16, a razão de falso positivo diminui para 32% a 1:32, a razão de falso positivo diminui para 28%, em 1:64, a razão de falso positivo diminui para 26% a 1:128, a razão de falso positivo diminui para 12% em 1:126, a razão de falso 15 positivo diminui para 4% e a 1:512, a razão de falso positivo é minimizada para 0%. A sensibilidade é maior em titulações de SBA-BR vaiando de 1:8 a 1:64 (86% para 81%). A especificidade, conforme esperada, é inferior (46% a 52%) nessa faixa de titulações de SBA-BR. Mesmo que as razões de falso positivo para o sorogrupo W-135 iniciem muito baixas em comparação ao 20 sorogrupo Y, a titulação de interrupção que melhor corresponde a uma titulação negativa no ensaio de complemento humano é < 1:64.
Tendo identificado as titulações para os três sorogrupos que correspondem às titulações negativas no ensaio de complemento humano, as titulações de SBA-BR desses níveis são analisadas para uma titulação limite 25 para consideração de uma resposta positiva. Para o sorogrupo C, a titulação limite para uma resposta positiva é >= 1:16, para o sorogrupo Y, a titulação limite para uma resposta positiva é >= 1:64 e para o sorogrupo W-135, a titulação limite para uma resposta positiva é >= 1:64. Parece que uma titulação SBA-BR limite de >= 1:128 pra o sorogrupo C provê uma boa certeza de que 30 uma titulação de proteção será obtida, em relação a titulação SBA-H de 1:4 ou 1:8 e correlações de eficácia de titulação SBA-H de 1:4 para sorogrupo C. Essa titulação limite compara-se com a análise feita nos dados do
145
WHO/CDC ajustados para o sorogrupo C e para os dados ajustados de Santos. Conforme observado em ambos os estudos, as titulações >= 1:128 são altamente previsíveis de proteção, porém as titulações de SBA-BR inferiores a 1:128 podem também ser protetoras. Para os dados do WHO/CDC e de Santos ajustados, as titulações de SBA-BR de 1:8, 1:16, 1:32, 1:64 são referidas como titulações equivocadas. Uma vez que as titulações de SBA-BR inferiores a 1:16 para os dados ajustados apresentados aqui para o sorogrupo C são consideradas como negativas, as titulações equivocadas para essa análise são de 1:16 a 1:64, que são subconjuntos de outros dois estudos. Em todas essas análises, as titulações SBA-BR estão sendo comparadas às titulações SBA-H (1:4 ou 1:8) que se correlacionam aos dados de proteção naturais, isto é, coletados nos anos 60.
Mais recentemente, têm sido feitos esforços para correlacionar os dados de eficácia do Reino Unido para os conjugados C monovalentes diretamente a uma titulação de SBA-BR (Miller E, e outros, 2002. Vacine 20:S58-S67). Nessa análise, ambas as titulações de SBA-BR de >= T8 e >= 1:128 são encontradas como se correlacionando bem com os dados de eficácia que foram coletados assim para indivíduos de 15 a 17 anos vacinados com uma dose dos conjugados monovalentes C. Contudo, quando Miller e colaboradores realizaram a mesma análise para o grupo com idade de engatinhar (12 a 30 meses de idade) eles verificaram um bom acordo entre as titulações de SBA-BR de >= 1:8 com eficácia, porém em titulações de SBABR de >= 1:128 o acordo não é tão bom. Mille apresentou dados adicionais na 13^ International Pathogenic Neisseria Conference, 1 a 6 de setembro de 2002 em Oslo, Noruega, onde a eficácia prevista dos indivíduos obtendo titulações de SBA-BR >= 1:64, um mês após-vacinação, está fora do intervalo de confiança de 95% de eficácia observado para esse grupo de idade. Esses dados ajudam a sustentar a noção de que as titulações de SBA-BR na região equivocada de 1:8 a 1:64 podem conduzir a certeza de proteção. Com base na análise para esse estudo, as titulações de SBA-BR de 1:16 a 1:64 podem, da mesma forma, conduzir a certeza de proteção contra o sorogrupo C.
146
O ensaio do sorogrupo Y em uma titulação de SBA-BR de 1:64 possui uma especificidade de apenas 35%, porém como a titulação de interrupção é aumentada em 1:128 e 1:256, a especificidade aumenta para 59% e 84% respectivamente. Uma titulação limite de >= 1:256 provê uma boa certeza de uma titulação de proteção no ensaio de complemento humano de 1:4 a 1:8. Contudo, a sensibilidade e especificidade são mais bem equilibradas em uma titulação limite de 1:128 para o sorogrupo Y. A faixa de titulações de SBA-BR de 1:64 para 1:128 para o sorogrupo Y representa a faixa equivocada de titulações, em comparação à faixa correspondente de titulações de SBA-BR de 1:16 a 1:64 para sorogrupo C que vem sendo relacionada à titulação de proteção de SBA-H.
O ensaio de sorogrupo W-135 em uma titulação de SBA-BR de 1:64 possui uma especificidade de 52%, porém conforme a titulação é aumentada para 1:128 e 1:256, a especificidade aumenta para 64 e 77%, respectivamente. Como com o sorogrupo Y, uma titulação limite de >= 1:256 fornece boa garantia de uma titulação de proteção em um ensaio de complemento humano de 1:4 e 1:8. De modo semelhante ao sorogrupo Y, a sensibilidade e especificidade são mais bem equilibradas em uma titulação limite de 1:128 para sorogrupo W-135. A faixa de titulações de SBA-BR de 1:64 a 1:128 para sorogrupo W-135 representa a faixa equivocada em comparação à faixa de titulações de SBA-BR de 1:16 a 1:64 para o sorogrupo C que são correlacionadas à titulação de proteção de SBA-H nesse estudo.
A elevação de quatro vezes nas titulações bacterianas é calculada para cada sorogrupo e analisada separadamente por grupo de vacina usando ambos os ensaios. Em geral, existe uma indicação de que uma elevação de quatro vezes mais na titulação de SBA (BR e H) é detectada em titulações de SBA-BR de pós imunizações mais altas para todos os três sorogrupos. Existem diferenças nas elevações de quatro vezes nas titulações de SBA (BR vs. H) ambos por sorogrupo e por grupo de vacina. Para o sorogrupo C, elevações de quatro vezes no ensaio com complemento humano pareceram mais baixas em comparação as titulações no ensaio com complemento de coelho bebê em titulações de SBA-BR de pós imunização bai147 xa. Contudo, em titulações de SBA-BR de pós imunizações mais altas, a elevação de quatro vezes na titulação pareceu maior no ensaio com complemento humano. Esse padrão parece sugerir que em titulações de SBABR de pós imunizações inferiores, o ensaio é menos sensível ao comple5 mento humano que com o complemento de coelho bebê, porém em titulações de SBA-BR de pós imunizações altas, o oposto é verdadeiro, isto é, o ensaio com complemento humano torna-se mais sensível. Esse padrão não é aparente quando se analisa amostras do grupo de vacina de polissacarídeo. Naquelas amostras, a elevação de quatro vezes na titulação pareceu 10 inferior quando usando complemento humano no ensaio. Embora nenhuma explicação para essa observação entre o tipo de amostra seja aparente, isso sugere que o ensaio realizado com complemento humano não possui sensibilidade com amostras de soro contendo titulações baixas de atividade bactericida.
Para o sorogrupo Y, existe bom acordo nas elevações de quatro vezes nas titulações de SBA, em comparação as fontes de dois complementos. As elevações de quatro vezes nas titulações de SBA (BR e H) são ligeiramente maiores para o grupo conjugado, em comparação ao grupo polissacarídeo, porém a diferença não é tão grande conforme observado para o 20 sorogrupo C.
Para o sorogrupo W-135, o acordo entre a elevação de quatro vezes nas titulações de SBA usando complemento humano ou complemento de coelho bebê no ensaio para cada grupo de vacina não é tão bom comparado aos resultados com os outros dos ensaios de sorogrupo. A elevação de 25 quatro vezes por titulação de SBA-BR é muito boa para ambos os grupos de vacina, porém a proporção das titulações de elevação de quatro vezes por SBA-H é inferior em comparação aos outros dois sorogrupos. A elevação de quatro vezes por SBA-H nos grupos de polissacarídeo é muito baixa e comparativamente inferior na elevação de quatro vezes nas titulações de SBA-H 30 para os outros dois sorogrupos.
A elevação de quatro vezes na titulação de SBA usando complemento BR tem sido a referência para o registro das vacinas de polissaca333
148 rídeo meningocócicas. Mais recentemente, foi feito um esforço para ligar a elevação de quatro vezes nas titulações de SBA-BR à eficácia clínica a partir dos dados de sobrevivência de pós registro nos conjugados monovalentes C no Reino Unido (Borrow R. e outros, 2001. Infect. Immun. 69:1568-1573). Com base nessa análise, a eficácia dos conjugados monovalentes C em crianças engatinhando, variando de 12 a 30 meses de idade, tem sido estimada em 88% (69 a 95%) dentro dos 16 meses da primeira dose. Para esse grupo de idade, a proporção de indivíduos que obtêm uma elevação de quatro vezes na titulação de SBA-BR varia de 89 a 100% seguindo-se uma dose das vacinas de conjugado monovalente C.
O SBA-BR provido aqui fornece valores de titulação bactericida que são comparáveis aos valores obtidos empregando-se complemento humano como a fonte de complemento no ensaio para o sorogrupo C. Portanto, essas titulações de SBA-BR são relevantes para os estudos originais que estabeleceram o substituto para imunidade de proteção da doença meningocócica de sorogrupo C e sustentam a extrapolação dos resultados clínicos providos aqui para proteção e as titulações de SBA-BR para sorogrupo C são comparáveis àquelas reportadas por outros laboratórios. O desempenho de SBA usando complemento humano na determinação da resposta específica para polissacarídeos capsulares do sorogrupo Y e sorogrupo W-135, por analogia ao modelo do sorogrupo C, sustenta a relevância de SBA-BR para determinação das titulações bactericidas para os sorogrupos Y e W-135.

Claims (36)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Composição imunológica, caracterizada pelo fato de que compreende quatro conjugados proteína-polissacarídeo distintos para uso para fornecer imunidade a seres humanos contra doença meningocócica causada por Neisseria meningitidis patogênica por administração intramuscular, sendo que cada um dos conjugados compreende um polissacarídeo capsular de um sorogrupo diferente de N. meningitidis conjugado a uma proteína transportadora, sendo que, adicionalmente:
    (i) cada polissacarídeo capsular é selecionado do grupo que consiste em polissacarídeo capsular dos sorogrupos A, C, W-135 e Y;
    (ii) a dita proteína transportadora compreende toxoide diftérico, CRM197 ou toxoide tetânico;
    (iii) a composição compreende cada polissacarídeo capsular até um tamanho médio menor que 100.000 daltons;
    (iv) os conjugados proteína-polissacarídeo têm uma razão média entre polissacarídeo e proteína de cerca de 0,05 a cerca de 2; e (v) a dita composição não contém adjuvante. .
  2. 2. Composição, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que compreende 0,5 a 15 pg de cada polissacarídeo capsular por dose da composição imunológica ou por mL.
  3. 3. Composição, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada pelo fato de que o polissacarídeo capsular é derivatizado a um tamanho médio de 5.000 a 75.000 Daltons.
  4. 4. Composição de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada pelo fato de que o polissacarídeo capsular é derivatizado a um tamanho médio de 7.000 a 50.000 Daltons.
  5. 5. Composição de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada pelo fato de que, o polissacarídeo capsular é derivatizado a um tamanho médio de 8.000 a 35.000 Daltons.
  6. 6. Composição de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada pelo fato de que, o polissacarídeo capsular é derivatizado a um tamanho médio de 12.000 a 25.000 Daltons.
    Petição 870190003351, de 11/01/2019, pág. 24/31
  7. 7. Composição de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada pelo fato de que o polissacarídeo capsular é derivatizado a um tamanho médio de 15.000 a 22.000 Daltons.
  8. 8. Composição de acordo com a reivindicação 3, caracterizada pelo fato de que a razão média entre o polissacarídeo derivatizado e a proteína transportadora é de cerca de 1:1 a cerca de 1:20 (peso/peso).
  9. 9. Composição de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato de que a razão média entre polissacarídeo derivatizado e a proteína transportadora é de cerca de 1:2 a cerca de 1:10 (peso/peso).
  10. 10. Composição de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato de que a razão média entre o polissacarídeo derivatizado e a proteína transportadora é de cerca de 1:2 a cerca de 1:6 (peso/peso).
  11. 11. Composição de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato de que a razão média entre o polissacarídeo derivatizado e a proteína transportadora é de cerca de 1 :(4±1) (peso/peso).
  12. 12. Composição de acordo com a reivindicação 11, caracterizada pelo fato de que a razão média entre o polissacarídeo derivatizado e a proteína transportafora é de cerca de 1 :(4±0,5) (peso/peso).
  13. 13. Composição de acordo com a reivindicação 12, caracterizada pelo fato de que a razão média entre o polissacarídeo derivatizado e a proteína transportadora é de cerca de 1 :(4±0,25) (peso/peso).
  14. 14. Composição, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, caracterizada pelo fato de que a proteína transportadora é o toxoide diftérico
  15. 15. Composição, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 14, caracterizada pelo fato de que compreende fosfato de sódio, cloreto de sódio ou combinações dos mesmos.
  16. 16. Composição, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 15, caracterizada pelo fato de que compreende um antígeno contra a difteria, tétano, hemaglutinina filamentosa (FHA) de pertussis, toxina pertússica (PT) ou PRP.
  17. 17. Composição, de acordo com qualquer uma das reivindicações
    Petição 870190003351, de 11/01/2019, pág. 25/31
    1 a 16, caracterizada pelo fato de que compreende 0,5 a 15 pg/mL de cada polissacarideo capsular e sendo que o paciente humano tem menos de 60 anos de idade.
  18. 18. Composição, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que o paciente humano tem entre 35 e 60 anos de idade.
  19. 19. Composição, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que o paciente humano tem entre 18 e 35 anos de idade.
  20. 20. Composição, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que o paciente humano tem entre 18 e 25 anos de idade.
  21. 21. Composição, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que o paciente humano tem entre 15 e 18 anos de idade.
  22. 22. Composição, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que o paciente humano tem entre 10 e 15 anos de idade.
  23. 23. Composição, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que o paciente humano tem menos de 11 anos de idade.
  24. 24. Composição, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que o paciente humano tem entre 2 e 10 anos de idade.
  25. 25. Composição, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que o paciente humano tem menos de 2 anos de idade.
  26. 26. Composição, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que o paciente humano tem entre 6 semanas e um ano de idade.
  27. 27. Composição, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7 ou 14 a 26, caracterizada pelo fato de que os conjugados proteínapolissacarídeo têm uma razão média entre polissacarídeo e proteína de cerca de 0,1 a cerca de 0,9 ou cerca de 0,3 a cerca de 0,5.
  28. 28. Composição, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 27, caracterizada pelo fato de que cada um dos polissacarídeos capsulares dos sorogrupos A, C, W-135 ou Y é conjugado separadamente a mesma espécie de proteína transportadora.
  29. 29. Composição, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 28, caracterizada pelo fato de ser para uso na produção em um paciente humano um aumento de quatro vezes ou mais no título de GMT ou IgG no
    Petição 870190003351, de 11/01/2019, pág. 26/31 soro contra N. meningitidis dentro de 28 dias de uso em comparação com o título de GMT ou IgG no soro antes da administração.
  30. 30. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 29, caracterizada pelo fato de ser para uso na produção em um paciente humano de um título de SBA-BR sérico contra N. meningitidis de 1:32 ou mais dentro de 20 a 40 dias de uso em comparação com o título de SBA-BR anterior à administração.
  31. 31. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 30, caracterizada pelo fato de ser para uso na produção em um paciente humano de um título de SBA-BR sérico contra N. meningitidis de 1:64 ou mais dentro de 20 a 40 dias de uso em comparação com o título de SBA-BR anterior à administração.
  32. 32. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 31, caracterizada pelo fato de ser para uso na produção em um paciente humano de um título sérico de SBA-BR contra N. meningitidis de 1:128 ou mais dentro de 20 a 40 dias da vacinação em comparação com o título de SBA-BR anterior à administração.
  33. 33. Composição, caracterizada pelo fato de ser para uso na imunização de um paciente humano contra a doença meningocócica de Neisseria, sendo que a dita composição é uma primeira composição, adicionalmente sendo que uma segunda composição, que compreende um antígeno contra difteria, tétano, hemaglutinina filamentosa (FHA) de pertussis, toxina pertússica (PT) ou PRP, é administrada ao paciente humano dentro de seis meses após a administração da primeira composição.
  34. 34. Composição de acordo com a reivindicação 33, caracterizada pelo fato de que a segunda composição é administrada ao paciente humano dentro de três meses após a administração da primeira composição.
  35. 35. Composição de acordo com a reivindicação 34, caracterizada pelo fato de que a segunda composição é administrada ao paciente humano concomitantemente com a administração da primeira composição.
  36. 36. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 33 a 35, caracterizada pelo fato de que o paciente humano tem um aumento
    Petição 870190003351, de 11/01/2019, pág. 27/31 de quatro vezes, ou mais, nos títulos de anticorpo contra SBA antes e após a vacinação.
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