BRPI0414202B1 - Dispositivo de via aérea de máscara laringeal - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DISPOSITIVO DE VIA AÉREA DE MÁSCARA LARINGEAL". [001] A presente invenção refere-se a um dispositivo de via aérea de máscara laríngea. Mais especificamente, a presente invenção refere-se a um dispositivo de via aérea de máscara laríngea tendo uma aba disposta perto da extremidade proximal do dispositivo para facilitar o controle de posição do dispositivo. [002] O dispositivo de via aérea de máscara laríngea é um dispositivo bem conhecido que é útil para estabelecer vias aéreas em pacientes inconscientes. Um dispositivo de via aérea de máscara laríngea popular foi comercializado por muitos anos como o "Classic" por Laryngeal Mask Company of Cyprus. Tais dispositivos são descritos por exemplo na Patente U.S. Ns 4.509.514. O Classic é um dispositivo reutilizável e é garantido sobreviver a pelo menos quarenta esterilizações, e na prática estes dispositivos podem em geral ser esterilizados (e reutilizados) mais que quarenta vezes antes de se tornar muito desgastado para reutilização. Recentemente, tentativas foram feitas para desenvolver dispositivos de via aérea de máscara laríngea, descartáveis, de custo reduzido. [003] As figuras 1A, 1B e 1C mostram várias vistas de um dispositivo de via aérea de máscara laríngea descartável da técnica anterior 100 quando o punho é inflado. A figura 2 mostra uma vista lateral parcialmente em seção do dispositivo 100 quando inserido em um paciente. Referindo-se à figura 1A, o dispositivo 100 inclui um tubo de via aérea 110 e uma parte de máscara 130. A parte de máscara 130 inclui uma placa plana 132 e um punho inflável 134. A parte de máscara 130 se estende de uma extremidade proximal 136 para uma extremidade distai 138. A parte de máscara 130 é fixada em uma parte distai 112 de tubo de via aérea 110. O dispositivo 100 também inclui uma linha de inflação 190 (mostrada na figura 1B) e uma válvula de verificação 192 para inflar e desinflar seletivamente o punho 134. [004] Em operação, o punho 134 é esvaziado, e a parte de máscara é então inserida através da boca do paciente dentro da faringe do paciente. O dispositivo é de preferência posicionado de modo que a extremidade distai 138 da parte de máscara 130 assenta contra o esôfago normalmente fechado do paciente e de modo que a extremidade aberta 140 (mostrada na figura 1C) da parte de máscara 130 é alinhada com a entrada da traquéia do paciente (isto é, a abertura de glote do paciente). Depois que a parte de máscara é assim posicionada, o punho é inflado e forma uma vedação em torno da abertura de glote do paciente 212 e assim estabelece uma via aérea vedada se estendendo de uma extremidade proximal 114 do tubo de via aérea 110 para a traquéia do paciente. [005] Por conveniência de exposição, o termo "configuração completamente inserida" será usado aqui para se referir a um dispositivo de via aérea de máscara laríngea que foi inserido em um paciente e tem as seguintes características: (1) a extremidade distai da parte de máscara é pressionada contra o esfíncter de esôfago normalmente fechado do paciente; (2) o punho é inflado e forma uma vedação em torno da abertura de glote do paciente; e (3) o tubo de via aérea se estende de uma extremidade proximal localizada fora da boca como paciente para uma parte distai que é acoplada à parte de máscara, o tubo se estendendo através da boca do paciente e a via aérea superior natural do paciente de modo que o dispositivo fornece uma via aérea vedada se estendendo da extremidade proximal do tubo para os pulmões do paciente. [006] A figura 2 mostra um dispositivo de via aérea de máscara laríngea 100 na configuração completamente inserida. Como mostrado, a extremidade distai da parte de máscara 130 é pressionada con- tra o esfíncter de esôfago do paciente 210. Também, a extremidade aberta da parte de máscara forma uma vedação em torno da abertura de glote 212 desse modo permitindo que o dispositivo 100 forneça comunicação fluida com a traquéia 214. [007] Embora os dispositivos de via aérea de máscara laríngea descartáveis da técnica anterior tenham funcionado bem, permanece uma necessidade em fornecer dispositivos aperfeiçoados. Em particular, permanece uma necessidade de fornecer um dispositivo de via aérea de máscara laríngea descartável que permanece estavelmente de modo mais seguro na configuração completamente inserida uma vez que o dispositivo foi inserido em um paciente. [008] De acordo com a invenção, é fornecido um dispositivo de via aérea de máscara laríngea, compreendendo um punho inflável, o punho definindo uma abertura central pelo menos quando inflado, o punho sendo inserível através de uma boca de um paciente para uma localização inserida dentro do paciente, o punho que circunda uma abertura de glote do paciente quando inflado e na localização inserida, um tubo de via aérea se estendendo de uma extremidade proximal para uma extremidade distai, o tubo de via aérea definindo uma passagem interna, uma passagem de via aérea vedada se estendendo da extremidade proximal do tubo através da passagem interna para a a-bertura de glote quando o punho é inflado e na localização inserida, e uma aba disposta no tubo de via aérea perto da extremidade proximal do tubo de via aérea tal que a aba está disposta fora da boca do paciente quando o punho está na localização inserida. [009] O dispositivo inclui uma aba disposta perto da extremidade proximal do tubo de via aérea. Quando o dispositivo é inserido em um paciente, a aba está disposta perto do lábio superior do paciente. A aba é convenientemente localizada de modo que a fita adesiva pode ser fixada na aba e nas faces do paciente. A fita aplica uma força que orienta o dispositivo em geral dentro do paciente e, em particular, orienta a extremidade distai do dispositivo contra o esfíncter de esôfago do paciente. Isto permite que o dispositivo permaneça de modo mais estável na configuração completamente inserida e reduz a probabilidade que o material regurgitado seja aspirado para dentro dos pulmões do paciente. O dispositivo pode também incluir um flange no punho inflável para suportar a epiglote e impedir a epiglote de bloquear a passagem de via aérea fornecida pelo dispositivo. [0010] Ainda outros objetivos e vantagens da presente invenção se tornarão mais facilmente evidentes para aqueles versados na técnica a partir da descrição detalhada seguinte em que as várias modalidades são mostradas e descritas, simplesmente por meio de ilustração da invenção. [0011] Para um entendimento mais completo da natureza e objetivos da presente invenção, deve ser feita referência à descrição detalhada seguinte tomada em conexão com os desenhos anexos em que os mesmos numerais de referência são usados para indicar as mesmas partes ou partes similares em que: [0012] a figura 1A mostra uma vista lateral de um dispositivo de via aérea de máscara laríngea descartável da técnica anterior quando o punho é inflado; [0013] a figura 1B mostra uma vista em perspectiva do lado posterior do dispositivo da técnica anterior mostrado na figura 1 A; [0014] a figura 1C mostra uma vista em perspectiva do lado anterior do dispositivo da técnica anterior mostrado na figura 1 A; [0015] a figura 2 mostra uma vista lateral parcialmente em seção do dispositivo mostrado nas figuras 1A-1C quando o dispositivo está na configuração completamente inserida; [0016] a figura 3A mostra uma vista lateral de um dispositivo de via aérea de máscara laríngea descartável construído de acordo com a invenção, quando o punho é inflado; [0017] a figura 3B mostra uma vista em perspectiva do lado posterior do dispositivo mostrado na figura 3A; [0018] a figura 4A mostra uma vista lateral explodida do tubo de via aérea do dispositivo mostrado nas figuras 3A e 3B; [0019] a figura 4B mostra uma vista de topo da parte de conector do tubo de via aérea tomada na direção da seta 4B-4B como mostrado na figura 4A; [0020] as figuras 4C e 4D mostram vistas terminais da parte de conector do tubo de via aérea tomada na direção de setas 4C-4C e 4D-4D, respectivamente, como mostrado na figura 4A; [0021] a figura 4E mostra uma vista em seção transversal do tubo integral e parte de placa traseira tomada ao longo da linha 4E-4E como mostrada na figura 4A; [0022] a figura 5 mostra uma vista lateral parcialmente em seção de um dispositivo de via aérea de máscara laríngea descartável construída de acordo com a invenção quando na configuração completamente inserida; [0023] a figura 6 mostra uma vista lateral parcialmente em seção de um dispositivo de via aérea de máscara laríngea descartável construído de acordo com a invenção quando a fita adesiva foi aplicada na aba e nas faces do paciente para ajudar a manter o dispositivo esta-velmente na configuração completamente inserida; [0024] as figuras 7A-7G mostram configurações alternativas de abas construídas de acordo com a invenção; [0025] a figura 8A mostra uma vista em perspectiva do lado anterior do dispositivo mostrado na figura 3A; [0026] as figuras 8B e 8C mostram vistas em seção do dispositivo, tomadas ao longo das linhas 8B-8B e 8C-8C, como mostrado na figura 8A; [0027] a figura 8D mostra uma vista do flange de suporte de epi-glote contido dentro do punho mostrado na figura 8A; [0028] a figura 9 mostra um tipo de suporte para impedir a epiglote de ocluir a passagem de via aérea fornecida por um dispositivo de via aérea de máscara laríngea; [0029] a figura 10 mostra uma vista em seção do dispositivo tomada da mesma vantagem que a figura 8C quando o dispositivo é inserido dentro de um paciente e a epiglote do paciente está caindo dentro do espaço em formato de concavidade definido pelo dispositivo; [0030] a figura 11 mostra uma vista em seção de outro dispositivo de via aérea de máscara laríngea construído de acordo com a invenção; [0031] a figura 12 mostra um dispositivo de via aérea de máscara laríngea que foi parcialmente inserido em um paciente. [0032] As figuras 3A e 3B mostram as vistas laterais e em perspectiva, respectivamente, de um dispositivo de via aérea de máscara laríngea descartável aperfeiçoado 300 construído de acordo com a invenção. O dispositivo 300 inclui um tubo de via aérea 310 e um punho inflável 334. O punho 334 se estende de uma extremidade proximal 336 para uma extremidade distai 338. O dispositivo 300 inclui uma linha de inflação 390, acoplado na extremidade proximal 336 de punho 334, e uma válvula de retenção 392 para inflar e desinflar seletivamente o punho 334. O dispositivo 300 também inclui uma aba 360, que é integralmente fixada no tubo de via aérea 310. Como será discutida adicionalmente abaixo, a aba 360 facilita vantajosamente manter o dispositivo 300 de modo estável na configuração completamente inserida. [0033] A figura 4A mostra uma vista lateral explodida de tubo de via aérea 310 antes da fixação de punho 334. Como mostrado, o tubo de via aérea 310 inclui uma parte de conector 400 e um tubo integral e parte de placa traseira 450. As figuras 4B, 4C e 4D mostram vistas da parte de conector 400 tomada na direção de setas 4B-4B, 4C-4C e 4D-4D, respectivamente, como mostrado na figura 4A. [0034] A parte de conector 400 inclui uma parte proximal 410, uma parte distai 420, e um flange 430 localizado entre as partes proximal e distai 410, 420. A aba 360 é formada como uma parte integral de flange 430. A parte proximal 410 é cilíndrica e é configurada para acoplar em dispositivos de ventilação médica padrão, ou de anestésico. A parte distai 420 é oblonga e é configurado para inserção telescópica em uma extremidade proximal 452 da parte integral de tubo e de placa traseira 450. O tubo de via aérea 310 é montado inserindo telescopi-camente a parte distai 420 na extremidade proximal 452 da parte integral de tubo e de placa traseira 450 até que o flange 430 contata a extremidade proximal 452 como mostrado na figura 3A. A parte de conector 400 é feita de um material de plástico rígido ou policarbonato. A parte de conector 400 pode ser feita, por exemplo, por moldagem por injeção. A parte de conector 400 é de preferência uma peça única monolítica que define a parte proximal 410, a parte distai 420, flange 430 e aba 360. O flange 430 e a aba 360 são de preferência rígidos, e são de preferência fixados rigidamente com relação ao resto da parte de conector 400. A parte integral de tubo e placa traseira 450 é também feita de um material plástico tal como PVC e é mais mole que a parte de conector 400. A parte integral de tubo e placa traseira 450 é caracterizada por um durômetro de cerca de 90 na escala de dureza de Shore A. A parte integral de tubo e placa traseira 450 pode também ser feita por moldagem por injeção e é de preferência uma peça única monolítica. [0035] A figura 5 mostra uma vista de dispositivo 300 na configuração completamente inserida. Como mostrado, quando o dispositivo 300 está na configuração completamente inserida, a aba 360 está dis- posta perto do lábio superior do paciente. Mais especificamente, a estrutura definida pelo flange 430 e a aba 360 se estende da parte de conector 400 do tubo de via aérea além da superfície de fundo do lábio superior do paciente na direção do nariz do paciente, e a aba 360 é em geral proximal ao lábio superior do paciente. Como será discutido abaixo adicionalmente, localizar a aba 360 nesta posição quando o dispositivo 300 é inserido em um paciente facilita vantajosamente manter o dispositivo 300 estável na configuração completamente inserida. [0036] Um problema com os dispositivos de via aérea de máscara laríngea descartável da técnica anterior é que algumas vezes eles não permanecem estáveis na configuração completamente inserida. Em particular, e, dispositivos da técnica anterior é difícil assegurar que a ponta distai do dispositivo permanece pressionada contra o esfíncter de esôfago normalmente fechado do paciente. A aba 360 facilita vantajosamente manter o dispositivo 300 estavelmente na configuração completamente inserida, e, em particular, em manter contato firme entre a extremidade distai 338 do punho 334 e o esfíncter de esôfago normalmente fechado do paciente. [0037] Como mostrado na figura 6, uma vez o dispositivo 300 é inserido dentro de um paciente, uma tira de fita adesiva 500 pode ser fixada na aba 360 e as faces do paciente. A fita 500 de preferência se estende da aba 360 em geral na direção das orelhas do paciente como mostrado na figura 6. Uma vez que a fita 500 é fixada na aba 360 e as faces do paciente, a fita 500 aplica uma força na aba 360 em geral na direção da seta F mostrada na figura 6. O tubo de via aérea 310 translada esta força da aba 360 para a extremidade distai do dispositivo. A força aplicada pela fita 500 atua para em geral puxar o dispositivo 300 dentro do paciente e, em particular, para orientar simultaneamente (a) a aba na direção da boca do paciente e (b) a extremidade distai do dispositivo na direção indicada pela seta D na figura 6. Orientar a extremidade distai do dispositivo na direção da seta D assegura vantajosamente que a extremidade distai 338 do punho 334 permanece em geral em contato firme com o esfíncter de esôfago normalmente fechado. Assegurar que a extremidade distai do dispositivo 300 permanece em contato firme com o esfíncter de esôfago do paciente reduz vantajosamente a probabilidade de material regurgitado sendo aspirado para dentro dos pulmões do paciente durante a anestesia. [0038] As figuras 5 e 6 mostram a posição da aba 360 com respeito à cabeça e lábio superior do paciente quando o dispositivo é inserido em um paciente "normal". No entanto, o tamanho e formato das passagens de via aérea do paciente podem variar um pouco de modo imprevisível tal que em alguns pacientes a aba pode realmente contatar o lábio superior em outros pacientes a aba pode ser espaçada a-mais afastada do lábio superior que é mostrado nas figuras 5 e 6 quando o dispositivo está na configuração inserida completamente. Contudo, a aba 360 ainda facilita manter o dispositivo 300 estavelmen-te na configuração completamente inserida quando a fita é fixada na aba 360 e a cabeça do paciente como mostrado em geral na figura 6. [0039] Como notado acima, e como mostrado nas figuras 4A, 4B e 4D, a parte distai 420 da parte de conector 400 do tubo de via aérea é oblonga. A seção transversal da parte integral de tubo e placa traseira 450 é também oblonga em vez de cilíndrica. A figura 4E mostra uma vista em seção transversal da parte integral de tubo e placa traseira 450 tomada ao longo da linha 4E-4E como mostrado na figura 4A. Como mostrado na figura 4E, a parte integral de tubo e placa traseira é em geral oblonga e define duas dobras longitudinais 462 que se estendem ao longo dos lados direito e esquerdo do tubo de via aérea. As dobras longitudinais 462 ajudam vantajosamente a impedir o tubo de via aérea de desmontar, ou formar uma "prega", quando o tubo é ar- queado de modo a inserir o dispositivo em um paciente. Também, a passagem de via aérea natural do paciente é em geral oblonga em vez de cilíndrica, e um tubo de via aérea oblongo se encaixa dentro da passagem de via aérea natural melhor que um tubo cilíndrico. Uma vez que um tubo de via aérea oblongo foi posicionado dentro de um paciente, as estruturas anatômicas que definem a passagem de via aérea natural do paciente tendem a impedir o tubo de torcer, ou rodar, na direção em geral indicada pela seta R-R mostrada na figura 4E. Em contraste, um dispositivo com um tubo de via aérea cilíndrico roda dentro do paciente, na direção indicada pela seta R-R, muito mais facilmente. [0040] Embora a aba 360 possa ser usada com uma variedade de dispositivos de via aérea de máscara laríngea, é mais vantajosamente usada com dispositivos em que a seção transversal do tubo de via aérea é oblonga (por exemplo, como em geral ilustrada na figura 4E). A fita aplicada na aba 360 aplica força ao longo do comprimento do dispositivo, ou ao longo de um eixo longo do dispositivo, como discutido acima em conexão com a figura 6 e o formato oblongo do tubo de via aérea ajuda a impedir o dispositivo de torcer em torno daquele eixo. [0041] Referindo-se novamente à figura 3A, a aba 360 se estende do flange 430 em um ângulo teta (Θ). Uma escolha para o ângulo teta é quinze graus. Referindo-se à figura 4C, a aba 360 se estende do flange 430 por uma altura H. Uma escolha para a altura H da aba 360 é cerca de quinze milímetros. Referindo-se à figura 4A, a linha L é paralela às bordas da parte proximal 410 e a parte distai 420. O flange 430 se estende das partes proximal e distai 410, 420 em direções substancialmente perpendiculares à linha L. Em particular, o flange 430 se estende da parte distai 420 em uma direção substancialmente perpendicular à linha L por uma distância D, e então se inclina, pelo ângulo teta (como mostrado na figura 3A) para definir a aba 360. Uma escolha para a distância D é cinco milímetros. [0042] Outra maneira de descrever a orientação da aba 360 com respeito ao tubo de via aérea é que a aba se estende da parede do tubo, que define a passagem de via aérea interna do tubo, externamente ou para longe da passagem interna. Quando o dispositivo 300 está na configuração completamente inserida, a aba se estende da parede do tubo para fora na direção do nariz do paciente. Mais geralmente, se uma direção de cima para baixo é definida como sendo ao longo de uma linha se estendendo entre o nariz do paciente e o queixo do paciente, a aba 360 se estende em geral na direção de cima para baixo quando o dispositivo está na configuração completamente inserida. [0043] Em adição a facilitar o dispositivo de retenção 300 estavel-mente na configuração completamente inserida, a aba 360 também facilita a inserção de dispositivo 300 em um paciente e também facilita a manipulação geral do dispositivo. A extremidade proximal do tubo de via aérea é tipicamente agarrada e manipulada como um dispositivo de via aérea de máscara laríngea é inserido em um paciente. O lubrificante é tipicamente aplicado para facilitar a passagem da parte de máscara através da via aérea natural do paciente. No entanto, o lubrificante pode também tornar a extremidade proximal do tubo de via aérea escorregadia e difícil de manipular. A aba 360, que se estende para fora da extremidade proximal do tubo de via aérea, fornece uma superfície adicional que pode ser agarrada convenientemente durante a inserção e manipulação do dispositivo. A aba 360 desse modo facilita em geral a inserção e manipulação do dispositivo 300. [0044] Como discutido acima, o dispositivo 300 tem uma aba única 360 que se projeta em geral ao longo do lábio superior do paciente quando o dispositivo está na configuração completamente inserida. Uma razão que esta configuração é conveniente é que o lábio superior e as faces do paciente são em geral imóveis com respeito ao resto da cabeça do paciente. Em contraste, o lábio inferior e mandíbula do paciente são facilmente movidos com respeito à cabeça e conseqüente-mente fornecem uma plataforma menos estável para prender o dispositivo 300. No entanto, embora uma aba única se projetando ao longo do lábio superior é uma configuração conveniente, será apreciado que outras configurações de abas podem ser usadas. Por exemplo, dispositivos construídos de acordo com a invenção podem em vez disto incluir uma aba que se projeta para baixo ao longo do lábio inferior do paciente, ou em alguma outra direção. Alternativamente, os dispositivos construídos de acordo com a invenção podem incluir duas abas, uma se projetando ao longo do bordo superior e outra se projetando ao longo do lábio inferior, quando o dispositivo está na configuração completamente inserida, e a fita adesiva pode ser fixada em cada uma ou ambas as abas e nas faces do paciente ou outras partes da face. [0045] Também, a provisão de abas, tal como a aba 360, tem sido discutida no contexto de dispositivo de via aérea de máscara laríngea descartável. Será apreciado que tais abas podem também ser incluídas de modo útil, de acordo com a invenção, em dispositivos de via aérea de máscara laríngea não descartáveis. [0046] Também, a aba 360 foi discutida como se estendendo de modo substancialmente perpendicular da parte distai 420 para uma distância D e então continuando a se estender a um ângulo teta. Será apreciado que essas são escolhas meramente preferidas e que a geometria da aba pode variar consideravelmente. Por exemplo, a aba não precisa se estender em uma direção substancialmente perpendicular a uma linha tal como a linha L, e a aba pode em vez disto se estender simplesmente em uma direção em geral transversa, ou transversalmente, a tal linha. Também, a necessidade não precisa se estender em uma direção por uma primeira distância e então continuar a se estender no ângulo teta como mostrado, e pode em vez disto simplesmente ser formada, por exemplo, como uma peça planar única. No entanto, a aba 360 de preferência se estende por uma distância que é curta bastante para impedir a interferência com estruturas corpóreas (por exemplo, curta bastante para impedir bater no nariz) e que é longa suficiente para permitir a fixação fácil e segura de fita adesiva, tal que a fita, quando aplicada, orienta de modo seguro a aba para dentro na direção do paciente e a fita não desliza facilmente da aba. [0047] Será apreciado que a aba 360 difere notavelmente dos flanges usados nos dispositivos da técnica anterior, tal como aqueles ilustrados nas figuras 1A-C. Tais flanges da técnica anterior não se estendiam do tubo de via aérea por um comprimento suficiente, ou com uma geometria adequada, para permitir a fixação da fita adesiva para o flange e para a cabeça do paciente em qualquer maneira que aplicaria com segurança e de modo estável uma força orientando o dispositivo para dentro do paciente. A aba pode de preferência se estender pelo menos cerca de quinze milímetros do tubo de via aérea para permitir a fixação segura de fita adesiva na aba e na cabeça do paciente tal que a fita permanecerá de modo seguro no lugar e aplicará continuamente uma força na aba de modo a orientar a aba na direção da cabeça do paciente. [0048] As figuras 7A-7G mostram uma variedade de configurações de aba contidas dentro da invenção. Cada uma das figuras 7A-7G é tomada a partir de uma orientação similar àquela da figura 4C. A figura 4A mostra uma configuração similar àquela da aba mostrada na figura 4C (isto é, uma aba única que se projeta para cima ao longo do lábio superior do paciente quando o dispositivo está na configuração completamente inserida). A figura 7B mostra uma configuração de aba única em que a aba se projeta para baixo na direção do queixo do paciente quando o dispositivo está na configuração completamente inserida. A figura 7C mostra uma configuração de duas abas em que as duas abas se projetam para cima e para baixo. A figura 7D mostra uma aba única se projetando para cima em que os lados da aba são paralelos um ao outro em vez de inclinados. A figura 7E mostra uma aba arredondada que se projeta ao longo do lábio superior. A aba arredondada é mais estreita na base e mais larga no topo. Se a fita adesiva é fixada na base da aba, a parte mais larga da aba perto do topo pode impedir a fita de deslizar da aba. A figura 7F mostra uma configuração de aba única em que os lados da aba se inclinam na direção de um vértice acima da extremidade da aba. A aba mostrada na figura 7F tem uma borda de topo reta. Alternativamente, o topo da aba pode estar localizado em um vértice dos dois lados inclinados tal que o topo da aba é pontudo. Como ainda outra alternativa a qualquer uma das configurações mostradas nas figuras 7A-7F, as bordas das abas podem ser curvadas em vez de retas. A figura 7G mostra uma aba única que se projeta ao longo do lábio superior do paciente quando o dispositivo está na configuração completamente inserida. Na figura 7G, a aba é cilíndrica, ou em formato de haste, em vez de plana. [0049] A figura 8A mostra uma vista em perspectiva do lado anterior do dispositivo 300. As figuras 8B e 8C mostram vistas em seção do dispositivo 300, tomadas na direção das setas 8B-8B e 8C-8C, respectivamente, como mostrado na figura 8A. As figuras 8A-8C mostram o punho 334 em detalhe. Como mostrado nas figuras 8B e 8C, o punho 334 define uma seção transversal substancialmente circular 806, quando inflado, e como mostrado na figura 8A, o punho 334 tem um perfil em geral elíptico. O formato do punho 334 é substancialmente similar ao punho usado no dispositivo acima identificado que é comercializado como o "Classic". No entanto, diferente do punho usado no Classic, o punho 334 também inclui um flange de suporte de epiglote 810. [0050] A figura 8D mostra uma vista anterior do flange de suporte de epiglote 810 separado do punho 334. O flange de suporte de epi-glote 810 é de preferência formado como uma parte integral de punho 334 (por exemplo, por moldagem por injeção), e não existiría normalmente como um componente separado como mostrado na figura 8D. No entanto, uma vista não-natural do flange de suporte de epiglote 810 separado do punho 334 mostrado na figura 8D mostra convenientemente o formato do flange 810. O flange de suporte de epiglote 810 é formado a partir de uma folha de material do tipo anel fino, e define um perímetro externo 812, um perímetro interno 814, e uma abertura central 340. Enquanto o flange 810 é em geral do tipo anel, não é perfei-tamente anular em que nem o perímetro interno 814 nem o perímetro externo 812 são circulares. Em vez disto, o perímetro interno 814 e o perímetro externo 812 são em geral elípticos e combinam com o perfil em geral elíptico do punho 334. O flange 870, que não é inflável, é u-nido a porção inflável do punho 334. [0051] Como mostrado nas figuras 8B e 8C, a parte inflável de punho 334 define uma seção transversal circular 806. O perímetro externo 812 do flange 810 é fixado a um perímetro interno 802 da parte inflável do punho 334. Mais especificamente, o perímetro externo 812 do flange 810 é fixado na parte inflável do punho 334 em uma localização equatorial (isto é, metade do caminho entre o topo e o fundo da parte inflável do punho, as orientações de topo e fundo sendo com referência à orientação mostrada nas figuras 8B e 8C). [0052] Quando o punho 334 é esvaziado, a presença de flange 810 não adiciona substancialmente à espessura do dispositivo. Quando o punho 334 é inflado, o flange 810 define uma estrutura que pode suportar a epiglote quando o dispositivo está na configuração completamente inserida. [0053] Como é conhecido, quando um paciente está deitado em uma posição de supino (isto é sobre suas costas olhando para cima), e quando um dispositivo de via aérea de máscara laríngea é inserido no paciente, a epiglote do paciente pode se encontrar dentro do espaço em formato de concavidade definido (pelo menos em parte) pelo punho inflado e obstruir a via aérea fornecida pelo dispositivo. Várias estruturas foram propostas para impedir a epiglote de obstruir assim a via aérea. A figura 9 mostra tal estrutura, que consiste em uma folha de material 900 que se estende através da abertura central definida pela máscara, e que define três aberturas 910. Tais estruturas impediram com sucesso a epiglote de bloquear a passagem de via aérea fornecida pelos dispositivos de via aérea de máscara laríngea, as tais estruturas podem também ser difíceis de fabricar. [0054] A figura 10 mostra uma vista em seção transversal do dispositivo 300 tomado a partir da mesma orientação que a figura 8C. No entanto, a figura 10 mostra o dispositivo quando inserido em um paciente e com a epiglote do paciente 1000 se encontrando dentro do formato de concavidade definido pelo punho 334. Como mostrado, o flange 810 suporta a epiglote 1000 e restringe o espaço dentro do qual a epiglote 1000 pode cair. O flange 810 em geral impede a epiglote de cair tão baixo de modo a contatar o "piso" do dispositivo, o piso sendo definido pela parte integral de tubo de placa traseira 450 do tubo de via aérea 310. Mais importante, o flange 810 impede a epiglote 1000 de obstruir a passagem de via aérea fornecida pelo dispositivo 300, a passagem de via aérea sendo em geral indicada pelo tracejado na figura 10. Devido ao formato oblongo da parte integral de tubo e placa traseira 450 do tubo de via aérea 310, a passagem de via aérea fornecida pelo dispositivo perto do punho é oblonga (por exemplo, em vez de cilíndrica). O formato oblongo da passagem de via aérea diminui a probabilidade de que a epiglote 1000 podería bloquear a passagem. No entanto, em adição a impedir em geral a epiglote 1000 de cair para o "piso" do dispositivo e contactar a parte integral de tubo e placa traseira, o flange 810 também, em geral, evita a epiglote 1000 de estender lateralmente (para a esquerda e direita, como mostrado na figura 10, na direção do punho inflado) e bloquear a passagem de via aérea oblonga fornecida pelo dispositivo. O flange 810 também fornece suporte para outras estruturas anatômicas, tais como as aritenóides, que podem cair dentro do espaço em formato de concavidade definida pelo dispositivo. [0055] Quando o punho 334 é inflado, a parede externa do punho tende a "voltar" resilientemente ao seu formato original sempre que qualquer parte do punho é pressionada, ou orientada em uma direção particular (por exemplo, por uma estrutura anatômica). Esta tendência do punho de voltar resilientemente ao seu formato original é similar à maneira em que um balão inflado da criança retornará ao seu formato original quando o balão é apertado e então liberado. Desde que o flange 810 é fixado ao punho 334, quando o punho 334 é inflado o flange 810 fornece um suporte flexível, ou resiliente para estruturas anatômicas, tal como a epiglote, que pode entrar em contato com o flange 810. [0056] A parede da parte inflável do punho 334 e do flange 810 pode ser cerca de 0,4 milímetros de espessura e pode ser de material PVC que é caracterizado por um durômetro de cerca de quarenta a cinqüenta na escala de dureza Shore A. O punho inteiro, incluindo o flange 810, e a parte inflável são de preferência formados simultaneamente por moldagem por injeção. [0057] Como mostrado melhor nas figuras 8B, 8C e 10, o flange 810 de preferência não se encontra em um plano único. Em vez disto, quando o dispositivo é orientado como mostrado na figura 8B, o perímetro interno 814 é menor que o perímetro externo 812, e o flange é inclinado suavemente entre seus perímetros interno e externo. Esta configuração ajuda a impedir o flange 810 de apresentar uma borda afiada para a epiglote 1000, se a epiglote cai dentro do espaço em formato de concavidade definido pelo dispositivo. [0058] O dispositivo 300 foi descrito como incluindo a aba 360 e o flange de suporte de epiglote 810. Será apreciado que dispositivos de via aérea de máscara laríngea podem ser construídos de acordo com a invenção que incluem (a) a aba mas não o flange; (b) o flange mas não a aba; e (c) ambos a aba e o flange. [0059] A figura 11 mostra uma vista lateral em seção de outro dispositivo de via aérea de máscara laríngea 700 construído de acordo com a invenção. Como dispositivos discutidos previamente construídos de acordo com a invenção, o dispositivo 700 inclui o tubo de via aérea 310, punho inflável 344, aba 360 e um flange de suporte de epiglote 810. O dispositivo 700 também inclui uma haste 710. A haste 710 se estende de uma extremidade proximal 712 para uma extremidade distai 714. A extremidade proximal 712 define um formato de gancho. A haste 710 se estende além da parte de conector 410 do tubo de via aérea 310 tal que a extremidade proximal em formato de gancho 712 está disposta fora do tubo de via aérea 310. A extremidade distai 714 da haste 710 é fixada ou articulada no flange de suporte de epiglote 810. Como ilustrado, a extremidade distai 714 da haste 710 é fixada na parte do flange 810 que está mais perto da extremidade distai 720 do dispositivo 700. A haste 710 também define uma marca de indicador visível 716 perto da extremidade proximal 712. A haste 716 pode ser fabricada de um material inelástico, flexível tal como nylon. A haste 716 pode ser formada como uma tira em geral plana que tem aproximadamente quatro a cinco milímetros de largura e 0,5 a um milímetro de espessura. Como será discutido abaixo, a haste 710 facilita vantajosamente (1) a inserção de dispositivo 700 dentro de um paciente; (2) a conformação que o dispositivo 700 foi apropriadamente inserido na configuração completamente inserida; e (3) a detecção de problemas que podem ocorrer durante a inserção do dispositivo 700 em um paciente. [0060] Como discutido acima, as figuras 5 e 6 mostram os dispositivos de via aérea de máscara laríngea que foram colocados na configuração completamente inserida. Colocar tal dispositivo na configuração completamente inserida envolve inserir a extremidade distai do dispositivo dentro da boca do paciente e então avançar na extremidade distai através da via aérea natural do paciente até que a extremidade distai é orientada contra o esfíncter de esôfago normalmente fechado do paciente. A figura 12 mostra um dispositivo de via aérea de máscara laríngea que foi parcialmente inserido em um paciente. Como indicado em geral na figura 12, durante a inserção, a extremidade distai do dispositivo se curva temporariamente em geral na direção indicada pela seta R para permitir o dispositivo seguir a passagem de via aérea anatômica do paciente, e em particular deslizar além da traseira da língua do paciente 800. Depois de curvar temporariamente nesta direção, o dispositivo então endireita novamente quando é avançado além da traseira da língua de modo que pode assumir o perfil em geral ilustrado nas figuras 5 e 6. [0061] Embora o dispositivo de via aérea de máscara laríngea é em geral simples para inserir em um paciente (por exemplo, quando comparado a um tubo endotraqueal), problemas podem ocorrer durante a inserção. Por exemplo, em vez de alojar contra o esfíncter de esôfago, a extremidade distai do dispositivo algumas vezes entra na abertura de glote tal que o dispositivo se estende parcialmente dentro da traquéia do paciente. Também, a extremidade distai do dispositivo pode se tornar dobrada na direção indicada pela seta 1, ou pela direção indicada pela seta 2, durante a inserção e então falham em endireitar novamente tal que o dispositivo nunca atinge a configuração completamente inserida apropriada. A haste 700 ajuda a detectar quando tais condições indesejáveis ocorrem, ajuda a impedir tais condições indesejáveis de ocorrer, e pode ajudar algumas vezes a corrigir tais condições indesejáveis. [0062] Quando o dispositivo 700 está no formato apropriado para permitir o dispositivo assumir a configuração completamente inserida, a marca de indicador 716 é adjacente á extremidade proximal da parte de conector 410 como mostrado na figura 11. No entanto, se o dispositivo é arqueado ou curvado tal que a extremidade distai 720 do dispositivo é deslocado na direção indicada pela seta 1, a marca de indicador 716 não estará mais adjacente à extremidade proximal da parte de conector 410 e será em vez disto deslocada para fora do tubo de via aérea na direção indicada pela seta 4. Similarmente, se o dispositivo é arqueado ou curvado tal que a extremidade distai 720 do dispositivo é deslocado na direção indicada pela seta 2, a marca de indicador 716 não será adjacente à extremidade proximal da parte de conector 410 e em vez disto será retirado do tubo de via aérea na direção indicada pela seta 3. Assim, a marca de indicador 716 da haste 710 pode ser usada para detectar quando o dispositivo 700 não está no formato a-propriado para permitir o dispositivo assumir a configuração completamente inserida. Tal uso da marca de indicador 716 permite a detecção dos problemas mais comuns associados com a inserção de dispositivos de via aérea de máscara laríngea. [0063] Em adição a usar a haste 710 para detectar a condição, ou formato, do dispositivo 700, a haste 710 pode também ser usada para controlar o formato do dispositivo 700. A extremidade proximal 712 pode ser agarrada e empurrada ou puxada com relação ao tubo de via aérea 310 nas direções indicadas pelas setas 3 e 4. Puxar a extremidade proximal 712 na direção indicada pela seta 4 faz a extremidade distai 720 do dispositivo se mover na direção indicada pela seta 1. Similarmente, empurrar a extremidade proximal 712 na direção indicada pela seta 3 faz a extremidade distai 720 do dispositivo se mover na direção indicada pela seta 2. Tais movimentos da haste 710 podem facilitar a inserção do dispositivo em um paciente, por exemplo, puxar a haste na direção indicada pela seta 4 pode ajudar a extremidade distai do dispositivo se curvar em torno da parte traseira da língua do paciente durante a inserção. Similarmente, empurrar a haste na direção indicada pela seta 3 pode ajudar a endireitar o dispositivo. Se não é possível corrigir o formato do dispositivo puxando e empurrando a haste, a posição da marca de indicador 716 indicará que o dispositivo 700 não foi inserido apropriadamente e o dispositivo pode simplesmente ser retirado do paciente e inserido novamente. [0064] Em adição aos outros aspectos vantajosos da aba 360 que foram discutidos acima, a aba 360 também fornece um lugar conveniente para reter o tubo de via aérea 310 enquanto manipula a extremidade proximal 712 da haste 710. Como discutido acima, a extremidade distai 714 da haste 710 pode ser fixada ao flange de suporte de epiglo-te 810. Contudo, a extremidade distai da haste 714 pode alternativamente ser fixada no tubo de via aérea 310 propriamente dito. Em tais modalidades, é em geral vantajoso fixar a extremidade distai da haste 714 na parte mais distai do tubo de via aérea 310. Referindo-se novamente à figura 4E, que mostra uma seção transversal da parte integral de tubo e placa traseira 450, a parte 450 define um entalhe 464 e uma ranhura 466. como discutido nos Pedidos de Patente U.S., co-pendente identificado acima N- de série 09/544.681 e 10/138.806 (Documento Jurídico N- LMA-3 e LMA-12), o entalhe 464 e a ranhura 466 facilitam a inserção de um tubo endotraqueal através do dispositivo de via aérea de máscara laríngea. O entalhe 464 e a ranhura 466 também fornecem guias para a haste 710 que ajudam a manter a haste 710 centrada dentro do tubo de via aérea e ajudam a impedir a haste 710 de ser deslocada lateralmente dentro do tubo de via aérea. [0065] O dispositivo 700 foi descrito como incluindo a aba 360, flange de suporte de epiglote 810, e haste 710. Será apreciado que os dispositivos de via aérea de máscara laríngea podem ser construídos de acordo com a invenção que incluem a haste com ou sem cada um da aba e flange. [0066] Desde que certas mudanças podem ser feitas no aparelho acima sem se afastar do escopo da invenção aqui envolvido, é pretendido que toda matéria contida na descrição acima ou mostrada no desenho anexo deve ser interpretada em um sentido ilustrativo e não em um limitante.
Claims (15)
1. Dispositivo de via aérea de máscara laringeal (300) compreendendo um punho inflável (334), o punho (334) definindo uma a-bertura central pelo menos quando inflado, o punho (334) sendo inse-rível através de uma boca de um paciente para uma localização inserida dentro do paciente, o punho (334) circundando uma abertura de glote do paciente quando inflado e na localização inserida, um tubo de via aérea (310) se estendendo a partir de uma extremidade proximal para uma extremidade distai, o tubo de via aérea (310) definindo uma passagem interna, uma passagem de via aérea vedada se estendendo a partir da extremidade proximal do tubo através da passagem interna para a abertura de glote quando o punho (334) é inflado e na localização inserida, caracterizado pelo fato de que ainda compreende uma aba (360) disposta no tubo de via aérea perto da extremidade proximal do tubo de via aérea (310) tal que a aba está disposta fora da boca do paciente quando o punho (334) está na localização inserida.
2. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a aba (360) está disposta em uso, perto do lábio superior do paciente, quando o punho (334) está na localização inserida.
3. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que a aba (360) se estende a partir do tubo de via aérea (310) na direção do nariz do paciente quando o punho (334) está na localização inserida.
4. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que a aba (360) inclui uma primeira parte e uma segunda parte, a primeira parte da aba se estendendo para fora do tubo de via aérea (310), a segunda parte se estendendo a partir da primeira parte a um ângulo em relação à primeira parte, o ângulo sendo diferente de 180 graus.
5. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que o tubo de ar (310) inclui uma parte de conector (400) e uma segunda parte (450), a parte de conector incluindo uma parte proximal (410), uma parte distai (420), e um flange (430), o flange (430) sendo disposto entre as partes proximal e distai, a parte distai sendo inserida em uma extremidade proximal (452) da segunda parte (450), a parte proximal sendo cilíndrica.
6. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que o flange (430) define a aba (360).
7. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que a aba (360) é configurada para permitir a aplicação da fita adesiva (500) na aba e uma face do paciente tal que a fita, quando aplicada, orienta a aba na direção da boca do paciente.
8. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a aba (360) é configurada para permitir a aplicação de fita adesiva (500) na aba, uma face esquerda e uma face direita do paciente.
9. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a fita adesiva (500), quando aplicada, orienta uma extremidade distai do dispositivo contra um esfíncter de esôfago do paciente.
10. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato de que a aba (360) se estende a partir do tubo de via aérea (310) por pelo menos quinze milímetros.
11. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 10, caracterizado pelo fato de que a aba (360) inclui uma primeira parte e uma segunda parte, a primeira parte da aba se estendendo para fora do tubo de via aérea (310), a segunda parte se estendendo a partir da primeira parte a um ângulo com relação à primeira parte, o ângulo sendo diferente de 180 graus.
12. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 11, caracterizado pelo fato de que a aba (360) é rígida.
13. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 12, caracterizado pelo fato de que uma seção transversal do tubo de via aérea (310) é oblonga.
14. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, caracterizado pelo fato de que o dispositivo ainda inclui um flange de suporte de epiglote (810).
15. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 14, caracterizado pelo fato de que o punho (334) define um perímetro interno que limita a abertura central, o dispositivo ainda incluindo um flange de suporte de epiglote (810), o flange definindo um perímetro externo (812) e um perímetro interno (814), o perímetro externo (812) do flange sendo fixado no perímetro interno do punho (334), o perímetro interno (814) do flange definindo uma segunda a-bertura, a segunda abertura sendo menor que a abertura central.
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