BRPI0414971B1 - prótese peniana, e, bomba para transferir fluido entre um reservatório e pelo menos um cilindro dentro de uma prótese peniana - Google Patents
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Abstract
"prótese peniana, e, bomba para transferir fluido entre um reservatório e pelo menos um cilindro dentro de uma prótese peniana". é provida uma prótese peniana (110), que inclui pelo menos um cilindro (112, 114), um reservatório e uma bomba (116) incluindo um alojamento de bomba, pelo menos um canal de reservatório (124), fluidicamente acoplando o alojamento de bomba ao reservatório, pelo menos um tubo cilíndrico (120, 122), fluidicamente conectando o alojamento de bomba aos cilindros e uma passagem de fluido fluidicamente acoplada ao tubo de cilindro e uma câmara de transferência. a bomba também inclui um bulbo de bomba, fluidicamente conectado à passagem de fluido entre o canal de entrada de desvio e o canal de saída de desvio, ao longo do comprimento da passagem de fluido.
Description
“PRÓTESE PENIANA, E, BOMBA PARA TRANSFERIR FLUIDO ENTRE UM RESERVATÓRIO E PELO MENOS UM CILINDRO DENTRO DE UMA PRÓTESE PENIANA” CAMPO TÉCNICO A presente invenção refere-se a sistemas para tratar disfunção erétil e outros distúrbios urológicos. Em particular, a invenção refere-se a próteses penianas implantáveis infláveis.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Um tratamento comum para a disfunção erétil masculina inclui a implantação de um dispositivo de implante peniano. Um tipo de dispositivo de implante peniano inclui um par de próteses cilíndricas, que é implantado dentro dos corpos cavernosos do pênis. Tipicamente, as próteses cilíndricas ou cilindros são infláveis e são conectados a um reservatório enchido com fluido, através de uma montagem de bomba e válvula. Com um tal tipo de sistema, um tubo estende-se de cada uma das duas próteses cilíndricas e conecta-se à bomba e um tubo conecta a bomba ao reservatório. A bomba é tipicamente cirurgicamente implantada dentro escroto do paciente e o reservatório é implantado no abdome, com os tubos fluidicamente conectando os componentes. Para ativar o dispositivo de implante peniano, o paciente aciona a bomba usando um de uma variedade de métodos que fazem com que o fluido seja transferido do reservatório através da bomba e para dentro das próteses cilíndricas. Isto resulta na inflação das próteses e produz rigidez para uma ereção normal. Em seguida, quando o paciente deseja desinflar as próteses, uma montagem de válvula dentro da bomba é acionada de uma maneira de modo que o fluido dentro das próteses é liberado de volta para dentro do reservatório. Esta desinflação retorna o pênis para um estado flácido.
Nos sistemas de três-peças, tais como aqueles descritos acima, o reservatório pode às vezes ser não intencionalmente comprimido por dobragem ou outra pressão dentro do abdome, o que pode resultar em uma inadvertente e indesejável inflação espontânea dos cilindros. Isto pode ocorrer porque muitos designs de bomba não são destinados a evitar movimento do fluido do reservatório para os cilindros, quando a bomba é submetida a fluido pressurizado de um reservatório comprimido. Para um exemplo, uma bomba que inclui vários gatilhos móveis, molas e sedes de válvula pode fornecer selagens herméticas a fluidos, para prevenção de certos movimentos de fluido sob pressões normais de reservatório. Entretanto, estas mesmas selagens herméticas a fluido podem ser rompidas ou abertas quando submetidas a aumentada pressão externa do reservatório, desse modo permitindo que fluido mova-se para e infle os cilindros. Esta inflação de cilindro pode ser embaraçosa e desconfortável para o usuário.
Com muitos dispositivos ou sistemas de implante peniano, devido ao posicionamento das peças de cada sistema em relação entre si e ao tipo de mecanismo de bombeio provido com o sistema, alguns sistemas requerem manipulação relativamente significativa pelo usuário, para transferir fluido para e das próteses cilíndricas. Tal manipulação pode ser demorada ou difícil, particularmente para usuários que têm problemas com destreza ou instruções complicadas. Assim, é desejável prover-se um dispositivo ou sistema peniano protético inflável, que seja de fácil ativação para inflagem e desinflagem do cilindro e que minimize ou elimina as chances de espontânea inflação do cilindro.
O documento WO 02/051339 descreve um arranjo de bomba para um implante peniano tendo um mecanismo que previne a inflação espontânea dos cilindros implantados no paciente. O arranjo de bomba possui uma barra de acionamento com nervuras para melhorar a força da mola aplicada a uma válvula de fluxo, uma estrutura de suporte para suportar e posicionar apropriadamente a barra acionadora, e uma válvula de checagem feita de metal com um segmento coberto com um material plástico. O mecanismo preventivo utiliza a sobrepressão gerada pelo reservatório durante a compressão não intencional para selar efetivamente os cilindros de fluxo fluido não intencional.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS A presente invenção será ainda explicada com referência às Figuras anexas, em que estrutura semelhante é referida por numerais iguais por todas as diversas vistas e em que: A Figura 1 é uma vista de topo de um dispositivo de prótese peniana implantável de três peças, incluindo um par de próteses penianas, uma bomba e um reservatório; A Figura 2 é uma vista frontal em seção transversal parcial de uma forma de realização de uma montagem de bomba de um dispositivo de prótese peniana implantável da presente invenção, com a bomba configurada em seu modo de resistência à auto-inflação; A Figura 3 é uma vista frontal em seção transversal parcial de uma montagem de bomba do tipo ilustrado na Figura 1, com a bomba configurada em seu modo de ativação; A Figura 4 é uma vista frontal em seção transversal parcial de uma montagem de bomba do tipo ilustrado na Figura 1, com a bomba configurada em seu modo de bombear; A Figura 5 é uma vista frontal em seção transversal parcial de uma montagem de bomba do tipo ilustrado na Figura 1, com a bomba configurada em seu modo de encher o bulbo da bomba; A Figura 6 é uma vista frontal em seção transversal parcial de uma montagem de bomba do tipo ilustrado na Figura 1, com a bomba configurada em seu modo de inflação, em que a inflação dos cilindros ocorre; e A Figura 7 é um gráfico das características do volume de pressão de um dispositivo de prótese de acordo com a presente invenção.
DESCRICÀO DETALHADA DAS FORMAS DE REALIZAÇÃO PREFERIDAS
Com referência agora às Figuras, em que os componentes são rotulados com numerais idênticos por todas as diversas Figuras, e inicialmente à Figura 1, é ilustrada uma configuração preferida de um dispositivo de prótese peniana cirurgicamente implantável 110, tendo um design de três peças. Como mostrado, o dispositivo 110 inclui genericamente primeiro e segundo cilindros penianos infláveis 112 e 114, respectivamente, uma bomba 116 e um reservatório 118. O primeiro cilindro peniano 112 é fluidicamente acoplado à bomba 116 por um tubo 120 e o segundo cilindro peniano 114 é fluidicamente acoplado à bomba 116 por um tubo 122. A bomba 116 é fluidicamente acoplada ao reservatório 118 por um tubo 124. Os cilindros 112 e 114, projetados para implante cirúrgico dentro das regiões dos corpos cavernosos de um pênis, a bomba 116 é implantável dentro do escroto do paciente e o reservatório 118 é projetado para implantação dentro do abdome do paciente. Em uso, o paciente pode ativar a bomba 116 de alguma maneira (p. ex., apertando a bomba 116 de uma maneira particular para abrir uma válvula) para mover fluido do reservatório 118 para inflar os cilindros penianos 112 e 114 e prover uma ereção. Similarmente, o paciente pode ativar a bomba 116 para retornar o fluido para o reservatório 118 e, desse modo, desinflar os cilindros penianos 112 e 114 e retornar os cilindros para uma condição flácida. Uma larga variedade de configurações de dispositivos de prótese peniana pode ser incluída dentro do escopo da invenção, entretanto, o dispositivo 110 da Figura 1 é destinado a ilustrar um sistema representativo em configurado de acordo com a invenção. Por exemplo, numerosos diferentes tipos de configurações de bomba podem ser usados, tais como aqueles que requerem muito pouca manipulação para mover o fluido entre o reservatório e os cilindros, ou aqueles que, em vez disso, requerem que o usuário repetidamente aperte o corpo de bomba para transferência de fluido para dentro do dispositivo ou sistema de prótese peniana.
Uma configuração preferida de uma montagem de bomba 10, para uso em um sistema de prótese peniana implantável, tal como o dispositivo 110, é ilustrada na Figura 2. Em geral, quando o segundo par de pistas é implantado em uma pessoa, a montagem de bomba 10 é posicionada dentro do escroto do usuário, dois cilindros infláveis são posicionados dentro dos corpos cavernosos do usuário e um reservatório é implantado no abdome do usuário. Um ou mais tubos fornecem comunicação fluida entre a montagem 10 e os cilindros e entre a montagem 10 e o reservatório. Nesta forma de realização, a montagem 10 inclui um alojamento ou corpo de bomba 12, conectado a um bulbo de bomba 14, tendo uma câmara interna de bomba 16. A montagem de bomba 10 é conectada para comunicação fluida com pelo menos um cilindro inflável (não mostrado) por pelo menos um tubo 18, que pode ser um tubo de silicone flexível, por exemplo. Embora somente um tal tubo 18 seja visível na Figura 1, a montagem 10 pode incluir tubos adicionais 18 para conexão a múltiplos cilindros infláveis. Alternativamente, um único tubo 18 podería ser fluidicamente conectado diretamente à montagem de bomba 10 e ramificar-se em múltiplos tubos, que se estendem para cada um dos cilindros a alguma distância da montagem de bomba. Cada tubo 18 é preferivelmente relativamente flexível para conforto e conformabilidade dentro do paciente e pode ter um diâmetro constante ou variável (p. ex., afilado) ao longo de seu comprimento. A montagem de bomba 10 é ainda conectada por comunicação fluida com pelo menos um reservatório enchido com fluido (não mostrado) por pelo menos um tubo de reservatório 20. Embora somente um tubo 20 seja visível na Figura 1, a montagem 10 pode incluir tubos adicionais 20, para conexão com um ou mais reservatórios, ou um único tubo 20 pode ser fluidicamente conectado à montagem de bomba e ramificar-se para dentro de múltiplos tubos, que se conectam a um ou mais reservatórios. Na forma de realização preferida, entretanto, um único tubo 20 é provido para fluidicamente conectar a montagem de bomba 10 a um único reservatório, que é tipicamente implantado no abdome ou algum outro local do corpo do usuário, que seja afastado da montagem de bomba 10. Cada tubo 20 é preferivelmente feito de um material relativamente flexível, tal como silicone, e é suficientemente longo para conectar o reservatório ao corpo de bomba, quando estes componentes são implantados em seus locais desejados no corpo. A montagem de bomba 10 da presente invenção é controlável pelo usuário para mover fluido para e dos cilindros infláveis, como desejado. Importantemente, a montagem de bomba 10 é projetada para eliminar ou reduzir a possibilidade dos cilindros tomarem-se não intencionalmente desinflados. Além disso, quando o reservatório é pelo menos parcialmente inflado, a montagem de bomba 10 preferivelmente mantém a pressão do fluido dentro do reservatório, para mantê-lo em seu estado inflado ou semi-inflado, até o usuário desejar inflar os cilindros. Assim, a montagem de bomba 10 provê um dispositivo controlável, que é facilmente manipulado pelo usuário para inflar e desinflar os cilindros, como desejado. O corpo de bomba 12 é preferivelmente um dispositivo geralmente flexível, que inclui numerosos componentes para prover o desejado movimento do fluido através de suas câmaras internas. Mais especificamente, uma extremidade do tubo de reservatório 20 é fluidicamente conectada a uma câmara de transferência 22 dentro do corpo de bomba 12. A câmara de transferência 22 pode também fluidicamente comunicar-se com uma extremidade do tubo de transferência 18, através de uma passagem de fluido de conexão 24. A passagem de fluido 24 é ainda conectada à câmara de bomba interna 16 do bulbo de bomba 14 por um canal conector 26, em que as várias conexões fluídicas podem ser iniciadas e terminadas com a operação da montagem de bomba 10, como descrito abaixo. Como mostrado, a passagem de fluido 24 é uma câmara genericamente alongada, que se estende através de uma parte da largura do corpo de bomba 12 e provê uma passagem, através da qual fluido pode escoar entre os componentes da montagem de bomba 10, tais como o reservatório, bulbo de bomba 14, uma câmara de desvio de fluido 46 e os cilindros. A passagem de fluido 24 inclui, dentro de sua área interna, um sistema de válvula de retenção, que geralmente inclui um gatilho móvel de sucção 28 e um gatilho móvel 36. O gatilho móvel de sucção 28 e o gatilho 28 são preferivelmente alinhados entre si ao longo do comprimento da passagem 24, com ambos gatilhos móveis preferivelmente sendo centralmente posicionados dentro da passagem 24. O gatilho móvel de sucção 28 tem um formato genericamente alongado, incluindo diversos contornos para contato e selagem com vários componentes do sistema durante sua operação. Em particular, o gatilho de sucção 28 inclui um corpo alongado 29, que é preferivelmente genericamente cilíndrico, embora possa tomar qualquer número de formatos que encaixem dentro da câmara interna da passagem de fluido 24, para prover contato com suas superfícies e controlar o movimento de fluido. O gatilho móvel de sucção 28 inclui ainda uma parte de selagem de face 30, que é preferivelmente uma protuberância semelhante a anel, que se estende em tomo do perímetro externo do corpo alongado 29. Como mostrado, a parte de selagem de face 30 é posicionada próximo o centro do comprimento do corpo alongado 29, embora seja possível que a parte 30 fique mais próxima a uma das extremidades do corpo alongado 29 do que sua outra extremidade. A parte de selagem de face 30 é conformada para contatar uma sede de válvula de gatilho móvel de sucção 34, que é uma superfície contornada, formada dentro da passagem 24. A superfície da sede de válvula 34, que entra em contato com a parte de selagem de face 30, é preferivelmente uma superfície genericamente lisa, que permite uma selagem impermeável a fluido entre a parte de selagem de face 30 e a sede de válvula 34, quando desejado. O gatilho móvel de sucção 28 inclui ainda uma mola de gatilho móvel de sucção 32, que encaixa no gatilho móvel de sucção 28 e solicita o gatilho móvel de sucção 28 para a sede de válvula 34 ou para o lado direito do corpo de bomba 12, nesta Figura. A passagem de fluido 24 inclui ainda um flange 44, configurado genericamente como uma parte semelhante a agulha dentro da passagem 24, que preferivelmente se estende para o centro da passagem 24, em tomo do perímetro interno da passagem de fluido 24. O flange 44 é provido para reduzir o diâmetro interno da passagem 24 em um valor suficiente par que o diâmetro interno da área do flange 44 seja menor do que o diâmetro externo da parte de selagem de face 30. Desta maneira, o flange 44 pode encaixar com a parte de selagem de face 30, para reter o gatilho móvel de sucção 28 contra a propensão da mola 32. O flange 44 preferivelmente tem suficiente resistência para manter a parte de selagem de face 30 contra a propensão da mola 32, porém também é bastante flexível para permitir movimento da parte de selagem de face 30 através ou além do flange 44 numa ou noutra direção (isto é, para a direita ou esquerda). O flange 44 pode ser anular e estender-se em tomo do perímetro interno da passagem 24, como mostrado, ou pode, em vez disso, ter um diferente formato ou configuração, que pode prover a função de suficientemente encaixar com e desencaixar da parte de selagem de face 30, da maneira descrita acima. Além disso, o flange 44 pode ser formado inteiriçamente com a passagem 24 ou pode ser formado separadamente e fixado ao interior da passagem 24, tal como com adesivos ou similares. A mola de gatilho móvel de sucção 32 preferivelmente tem suficiente força elástica para prover o grau desejado de selagem entre a parte de selagem de face 30 e a sede de válvula 34, quando a parte de selagem de face 30 está à direita do flange 44. A mola 32 não deve, entretanto, ser tão forte que empurre o gatilho móvel de sucção 28 além do flange 44, em direção à câmara de transferência 22, quando for desejado, ao contrário, que a parte de selagem de face 30 fique no lado oposto do flange 44. A passagem de fluido 24 também inclui, dentro de sua área interna, uma sede de válvula de gatilho móvel 40, adjacente ao gatilho móvel 36. A sede de válvula de gatilho móvel 40 é uma área de superfície interna, que é conformada para permitir que somente uma parte do gatilho móvel 36 se estenda além dela. Isto é, o gatilho móvel 36 é preferivelmente provido com uma superfície externa genericamente afilada, que permite que ele se mova parcialmente além ou através da sede de válvula de gatilho móvel 40, até que a superfície externa do gatilho móvel 36 contate a sede de válvula 40. Assim, o gatilho móvel 36 move-se para a direita na figura, a superfície externa do gatilho móvel 36 entra em contato com a sede de válvula de gatilho móvel 40, desse modo provendo uma selagem hermética fluido em certos modos de operação da montagem de bomba 10. O gatilho móvel 36 é provido com uma mola de gatilho móvel 38, que encaixa no gatilho móvel 36 e solicita o gatilho móvel 36 para a sede de válvula de gatilho móvel 40. A mola de gatilho móvel 38 é preferivelmente bastante forte para prover uma selagem hermética a fluido entre o gatilho móvel 36 e a sede de válvula de gatilho móvel 40; entretanto, a mola 38 é preferivelmente não tão forte que o gatilho móvel 36 é evitado de ser movido para a esquerda sob suficiente pressão de fluido. Tal movimento do gatilho móvel 36 para longe da sede de válvula de gatilho móvel 40 permite que fluido passe da passagem de fluido 24 para dentro do tubo 20, durante a operação da montagem de bomba 10. A área ou parte interna da passagem de fluido 24 inclui ainda uma selagem de borda 42, que se estende genericamente da área próxima do gatilho móvel 36 para o gatilho móvel de sucção 28. Em uma forma de realização preferida, a selagem de borda 42 pode ser de formato genericamente cônico, de modo que afile de uma primeira seção transversal do corpo de bomba para um ponto ou borda em sua outra extremidade. Esta selagem de borda 42 é mostrada em seção transversal como uma parte semelhante a dedo, que se estende para dentro da passagem de fluido 24. É contemplado, entretanto, que a selagem de borda 42 tenha uma diferente configuração ou formato para selar contra a superfície do gatilho móvel de sucção 28. A selagem de borda 42 é preferivelmente configurada de modo que possa contatar as paredes externas do gatilho móvel de sucção 28 e forneça uma selagem hermética fluido entre a vedação de borda 42 e o gatilho móvel de sucção 28, quando o gatilho móvel de sucção é posicionado como mostrado na Figura 2 (isto é, com a parte de selagem de face 30 fora de contato com a sede de válvula 34 e para a esquerda do flange 44). A selagem de borda 42 é preferivelmente ainda configurada para permitir movimento suave do gatilho móvel de sucção 28 para contato e fora de contato com a selagem de borda 42. Entretanto, a selagem de borda 42 será afastada das paredes externas do gatilho móvel de sucção 28, quando a parte do gatilho móvel de sucção 28, que fica adjacente à selagem de borda 42, for de diâmetro menor do que a área adjacente à selagem de borda 42. Isto ocorrerá, por exemplo, quando o gatilho móvel de sucção 28 for movido, de modo que a parte de selagem de face 30 estiver em contato com a sede de válvula 34, como descrito abaixo. Deste modo, o fluido será então capaz de mover-se através da passagem de fluido 24 e além da selagem de borda 42.
Como ilustrado na Figura 2, o gatilho móvel 36 inclui uma parte de nariz 48, que é contornada para encaixar com uma extremidade 50 do gatilho móvel de sucção 28. Desta maneira, quando o gatilho móvel de sucção 28 é movido para longe da sede de válvula 34, de modo que a parte de selagem de face 30 seja encaixada com o flange 44, contra a propensão da mola de gatilho móvel de sucção 32, a extremidade 50 do gatilho móvel de sucção 28 fará pressão contra o nariz 48 do gatilho móvel 36, contra a propensão da mola de gatilho móvel 38, desse modo permitindo um certo trajeto de fluxo de fluido. Assim, é também preferível que a mola de gatilho móvel 38 e a mola de gatilho móvel de sucção 32 sejam fechadas, para prover a desejada facilidade de movimento dos componentes. Isto é, força indevida não deve ser necessária para mover as molas e gatilhos móveis através dos vários modos de operação da montagem de bomba 10. Em particular, é requerido para a operação da montagem de bomba 10 que os lados do corpo de bomba 12 sejam compressíveis para, desse modo, manipular a posição do gatilho móvel de sucção 28 e gatilho móvel 36 em relação entre si e ao corpo de bomba 12. A fim disto ser possível, é preferível que o gatilho móvel de sucção 28 e gatilho móvel 36 fiquem em proximidade suficientemente estreita com os lados do corpo de bomba 12, de modo que o aperto do corpo de bomba 12, com um razoável grau de força, mova os componentes dentro do corpo de bomba 12 para certas posições. O corpo de bomba 12 inclui ainda uma câmara de desvio de fluido 46, que é conectada para comunicação fluida com a passagem de fluido 24, sob certas condições ou modos operacionais da bomba. A câmara de desvio de fluido 46 inclui uma válvula de retenção de esfera 54, tendo uma esfera 56 e uma mola 58. A mola 58 solicita a esfera 56 dentro da câmara 46 para uma sede de válvula de esfera 52, que é uma parte ou bordas da câmara 46 que formam um diâmetro que é menor do que o diâmetro da esfera 56. Desta maneira, uma selagem hermética fluido pode ser formada entre a esfera 56 e a sede de válvula de esfera 52, quando o sistema está em um estado de equilíbrio. Esta selagem evita o indesejado movimento de fluido através da câmara de desvio 46, exceto sob certas condições operacionais da montagem de bomba 10. Como com as outras molas suadas na montagem de bomba 10, a mola 58 deve ser suficientemente forte para manter a esfera 56 em sua posição normal ou fechada contra a sede de válvula de esfera 52, sob muitas circunstâncias operacionais. Entretanto, a mola 58 deve também permitir um predeterminado fluxo de fluido contra a propensão da mola 58, para mover a esfera 56 para fora de contato com a sede de válvula de esfera 52, para permitir que fluido escoe através da câmara de desvio 46. Como mostrado, fluido pode mover-se da passagem de fluido 24 para dentro da câmara de desvio 46, através de um canal de entrada de desvio 62, que é posicionado à esquerda da selagem de borda 42.
Onde houver um suficiente volume de fluido pressurizado dentro da câmara 46 para mover a esfera 56 contra a propensão da mola 58, o fluido será capaz de mover-se livremente do canal de entrada 62 e através da câmara de desvio 46. O fluido pode então deixar a câmara de desvio 46 através de um canal de saída de desvio 64, que provê uma segunda conexão de fluido entre a câmara de desvio 46 e a passagem de fluido 24. O canal de saída de desvio 64 é posicionado à direita da selagem de lábio 42, de modo que certas condições operacionais suprem um trajeto de fluido em que o fluido passa pelo gatilho móvel de sucção 28 e penetra na câmara de transferência 22. O estilo de válvula usado na câmara de desvio de fluido 52 da Figura 1 é mostrado como uma válvula de retenção de esfera, porém podería, em vez disso, incluir qualquer número de designs, tais como uma “válvula bico de pato”, flap ou similar, que reajam a fluido pressurizado genericamente da mesma maneira que a válvula de retenção de esfera 54.
A Figura 2 ilustra a montagem de bomba 10 com seus componentes, em uma configuração que pode ser referida como um modo de resistência de auto-deflação. Neste modo, os cilindros estão em uma condição inflada e desinflação espontânea dos cilindros preferivelmente será difícil ou impossível, devido às posições dos gatilhos móveis, molas e câmaras da montagem de bomba 10. Nenhuma desinflação dos cilindros pode ocorrer, até o bulbo de bomba 14 ser manipulado em uma maneira especificada. Neste modo, o fluido do sistema tipicamente será contido dentro do tubo 18 e da câmara de transferência conectada 22, e este fluido não pode se deslocar para dentro do tubo de reservatório 20 e do reservatório anexo. Neste modo, o gatilho móvel de sucção 28 está sendo mantido contra a propensão da mola de gatilho móvel de sucção 32 pelo flange 44 dentro da passagem de fluido 24. A extremidade 50 do gatilho móvel de sucção 28 é encaixado com a parte de nariz 48 do gatilho móvel 36, desse modo empurrando o gatilho móvel 36 contra a propensão da mola de gatilho móvel 38. O gatilho móvel de sucção 28 é assim posicionado de modo que sua superfície externa fique em contato com a selagem de borda 42, desse modo criando uma selagem hermética fluido entre o gatilho móvel de sucção 28 e a selagem de borda 42.
Na maioria dos casos, alguma parte do fluido dos cilindros move-se para dentro do tubo 18 e câmara de transferência 22, particularmente quando os cilindros estão sob pressão. Qualquer tal fluido pressurizado dentro da câmara de transferência 22 pode mover-se para dentro da passagem de fluido 24 e mover o gatilho móvel de sucção 28 ligeiramente para a esquerda. Este movimento do gatilho móvel de sucção 28 permite que fluido escoe da câmara de transferência 22 através do vão entre a parte de selagem de face 30 e a sede de válvula de gatilho móvel de sucção 34. Este fluido então penetrará na câmara de bomba interna 16, através do canal de conexão 26. O movimento do fluido para dentro do bulbo de bomba 14 parará quando a pressão estiver genericamente equalizada entre o bulbo de bomba 14 e os cilindros. A propensão da mola de gatilho móvel de sucção 32 pode então mover a parte de selagem de face 30 de volta para contato com a sede de válvula 34, desse modo limitando ou evitando que mais fluido escoe para dentro do bulbo de bomba 14.
Em razão de a selagem de borda 42 e gatilho móvel de sucção 28 formarem uma selagem hermética fluido, como descrito acima, nenhum fluido pode mover-se além desta selagem em direção ao tubo 20 e reservatório conectado. Além disso, o movimento de fluido para dentro da câmara de desvio de fluido 46, através do canal de saída de desvio 64, será evitado de deslocamento além da válvula de retenção de esfera 54 pela selagem da esfera 56 contra a sede de válvula de esfera 52. Assim, nenhum fluido será capaz de passar para dentro da passagem de fluido 24 ou do tubo 20 por este caminho. Neste estado de equilíbrio, o fluido será assim retido dentro dos cilindros, do tubo de conexão 18, da câmara de transferência 22 e da câmara de bomba interna 16. Embora possa haver pequenas quantidades de fluido residual contido nas várias partes da montagem de bomba, entende-se que o reservatório está preferivelmente em sua condição completamente desinflada ou colapsada, quando a bomba estiver configurada neste modo. O modo de ativação da montagem de bomba 10 para a desinflação do cilindro é ilustrado na Figura 3. Este é o modo em que o usuário ativa a montagem de bomba para começar o processo de desinflação do cilindro. Para ativar a montagem de bomba 10, o bulbo de bomba 14 é espremido ou comprimido pelo usuário. Este movimento força o fluido contido dentro da câmara de bomba 16 através do canal de conexão 26 e para dentro da passagem de fluido 24, sob pressão de fluido relativamente elevada. Este fluido em elevada pressão força a parte de selagem de face 30 do gatilho móvel de sucção 28 além do flange 44, que é feito de um material que é relativamente flexível para permitir que a parte de selagem de face 30 mova-se além dele, embora suficientemente forte para reter o gatilho móvel de sucção 28 contra a propensão de sua mola 32. A propensão da mola de gatilho móvel de sucção 32 então empurrará o gatilho móvel de sucção 28 e sua parte de selagem de face 30 contra a sede de válvula de gatilho móvel de sucção 34, desse modo provendo uma selagem hermética fluido entre a selagem de face 30 e a sede de válvula 34. Em razão de a parte do gatilho móvel de sucção 28, adjacente à selagem de borda 42, ser agora de menor diâmetro do que a abertura interna provida pela selagem de borda 42, a selagem de borda 42 não está em contato com o gatilho móvel de sucção 28 neste modo (isto é, um vão é criado entre o gatilho móvel de sucção 28 e a selagem de borda 42). Assim, o fluido pode mover-se além da selagem de borda 42 e em direção ao gatilho móvel 36. A fim de o fluido mover-se além do gatilho móvel 36 e para dentro do tubo 20, entretanto, a pressão do fluido deve ser bastante alta pra superar a propensão da mola de gatilho móvel 38, que está agora empurrando o gatilho móvel 36 em contato hermético de fluido com a sede de válvula de gatilho móvel 40. A quantidade e pressão do fluido pode ou não ser suficiente para causar tal movimento do gatilho móvel 36, neste modo de ativação de bomba. A Figura 4 ilustra uma situação em que a pressão do fluido é suficientemente elevada para superar a propensão da mola de gatilho móvel 38, desse modo rompendo o contato hermético a fluido entre o gatilho móvel 36 e a sede de válvula de gatilho móvel 40 e provendo um vão entre estas duas superfícies. Isto pode ser referido como o modo de bombeio da montagem de bomba 10. Fluido pode então escoar além da selagem de borda 42 e gatilho móvel 36 e então para dentro do tubo 20 e do reservatório anexo. Em particular, após um primeiro volume de fluido pressurizado do bulbo de bomba ser movido além do gatilho móvel 36 e para dentro do reservatório (p. ex., como descrito acima em relação à Figura 3), a propensão da mola de gatilho móvel 38 empurrará o gatilho móvel 36 de volta para contato com a sede de válvula de gatilho móvel 40. O bulbo de bomba 14 é preferivelmente selecionado de um material que seja relativamente elástico e de compressão fácil para um usuário, porém deve também ter suficiente integridade estrutural de modo que tenda a mover-se de volta para seu tamanho ou configuração original, quando não submetido a pressão externa. Isto é, quando o usuário libera o bulbo 14, ele deve expandir-se genericamente para seu formato e tamanho originais, desse modo provendo uma situação em que a câmara de bulbo de bomba 16 e passagem de fluido 24 sejam colocadas sob pressão negativa. Esta pressão negativa provida pela expansão do bulbo 14 puxará fluido dos cilindros através do tubo 18 e para dentro do bulbo de bomba 14, como ilustrado na Figura 5.
Mais especificamente, a Figura 5 mostra a montagem de bomba 10 no modo que pode ser referido como o modo de enchimento de bulbo de bomba. Como descrito acima, este modo exemplifica a situação em que o bulbo de bomba 14 está puxando ou extraindo fluido dos cilindros e através de várias câmaras do sistema. Como mostrado, a pressão negativa dentro do bulbo de bomba 14 e câmaras conectadas move o gatilho móvel de sucção 28 ligeiramente para a esquerda, desse modo rompendo a selagem entre a parte de selagem de face 30 e a sede de válvula de gatilho móvel de sucção 34. Simultaneamente, a parte externa do gatilho móvel de sucção 28 desliza para contato com a selagem de borda 42, para prover uma selagem hermética fluido entre o gatilho móvel de sucção 28 e a selagem de borda 42. O fluido pode então escoar dos cilindros para dentro da câmara de transferência 22, além da parte de selagem de face 30 e para dentro da passagem de fluido 24. Em razão de a selagem de borda 42 e gatilho móvel de sucção 28 serem posicionados para fornecer uma selagem hermética fluido, nenhum fluido pode deslocar-se além destas superfícies. Preferivelmente, qualquer fluido sob pressão negativa, dentro da passagem de fluido 24, mover-se-á para dentro do bulbo de bomba 14, até o bulbo de bomba 14 ficar cheio e/ou não haver mais bastante pressão de fluido para manter a parte de selagem de face 30 sem se mover em direção à sede de válvula de gatilho móvel de sucção 34. A mola de gatilho móvel de sucção 32 então faz com que o gatilho móvel de sucção 28 se reassente contra a sede de válvula 34. Neste ponto, o usuário pode então espremer ou comprimir o bulbo de bomba 14, para novamente mover fluido do bulbo de bomba 14 para dentro do tubo 20 e reservatório anexo, como descrito acima em relação à Figura 4.
Esta seqüência de enchimento do bulbo de bomba 14 sob pressão negativa e forçamento do fluido do bulbo de bomba 14 sob pressão positiva pode ser repetida tantas vezes quantas necessárias para obter-se a desejada desinflação dos cilindros e/ou para encher ou parcialmente encher o reservatório conectado. Uma vez inflado, o fluido dentro do reservatório e do tubo 20 fica sob pressão relativamente alta. Embora a mola de gatilho móvel 38 preferivelmente tenha uma propensão suficientemente forte para manter o gatilho móvel 36 comprimido contra a sede de válvula de gatilho móvel 40, o fluido de pressão relativamente elevada dentro do reservatório e câmaras conectadas também empurra o gatilho móvel 36 para contato com a sede de válvula 40, reforçando mais esta selagem. Esta selagem entre o gatilho móvel 36 e a sede de válvula 40 é particularmente importante para manter os cilindros desinflados (isto é, evitar transferência indesejável de fluido do reservatório para dentro da passagem de fluido 24). Em razão de o único trajeto para o fluido mover-se do tubo 20 para dentro da câmara de desvio de fluido 46 ser através da passagem de fluido 24, é igualmente não possível para o fluido do reservatório mover-se para dentro da câmara de desvio de fluido 46, sem primeiro romper a selagem entre o gatilho móvel 36 e sua sede de válvula de gatilho móvel 40.
Quando o usuário desejar inflar os cilindros, as paredes do corpo de bomba 12 será manualmente comprimido na área geral da passagem de fluido 24, como mostrado na Figura 6. A fim de auxiliar o usuário em encontrar a área apropriada para compressão, a superfície externa do corpo de bomba 12 pode ser provida com áreas elevadas ou de outro modo detectáveis, para mais fácil determinação dos locais de manipulação apropriados no corpo de bomba 12. Um exemplo de tal área detectável é ilustrado como uma almofada de pressão do usuário 66, que é uma área plana elevada no lado do corpo de bomba 12, que seria detectável pelos dedos humanos. Uma força compressiva em ambas as extremidades do corpo de bomba 12 força o gatilho móvel de sucção 28 para longe da sede de válvula de gatilho móvel de sucção 34 por uma suficiente distância, de modo que a parte de selagem de face 30 move-se para a esquerda além do flange 44. O flange 44 então encaixa com a parte de selagem de face para reter o gatilho móvel de sucção 28 em posição, contra a propensão da mola de gatilho móvel de sucção 32. Esta compressão do corpo de bomba 12 move simultaneamente a extremidade 50 do gatilho móvel de sucção 28 para contato com a parte de nariz 48 do gatilho móvel 36, que também rompe a selagem entre o gatilho móvel 36 e a sede de válvula de gatilho móvel 40. Além disso, a compressão do corpo de bomba também faz com que o gatilho móvel de sucção 28 fique em uma posição em que a selagem de borda 42 fica em contato com o gatilho móvel de sucção 28, que provê uma selagem hermética fluido entre estas superfícies. O fluido do reservatório e tubo de conexão 20 pode então fluir em tomo do gatilho móvel 36, além da sede de válvula de gatilho móvel 40 e para dentro do canal de entrada de desvio 62. Notavelmente, um único aperto compressivo pelo usuário é suficiente para colocar a montagem de bomba 10 neste modo de inflação de cilindro, o que pode vantajosamente permitir rápida inflação dos cilindros com mínima manipulação do usuário. Em outras palavras, não há necessidade de o usuário continuar a manter o corpo de bomba 12 nesta condição compressiva, enquanto a inflação do cilindro está ocorrendo. Uma vez o fluido penetra no canal de entrada de desvio 62, ele move-se diretamente para dentro da câmara de desvio de fluido 46, onde suficiente pressão de fluido pode desalojar a esfera 56 da sede de válvula de esfera 52 e permitir que o fluido mova-se para fora da câmara 46, através do canal de saída de desvio 64 e para dentro da passagem de fluido 24. O fluido pode então mover-se através da câmara de transferência 22 para o tubo 18 e então para dentro dos cilindros.
Em razão de o fluido dentro do reservatório, antes da desinflação, estar sob pressão relativamente elevada, um volume inicial de fluido pressurizado move-se sob pressão do tubo 20 e para dentro do corpo de bomba 12, na compressão do corpo de bomba. A fm de desinflar o reservatório e inflar os cilindros, o corpo de válvula ou a bomba é espremido para abrir as válvulas dentro da bomba, como descrito acima, o que permite que fluido pressurizado do reservatório mova-se através da bomba e infle totalmente os cilindros. Não é mais necessária manipulação do dispositivo para atingir este estado completamente cheio dos cilindros. A desinflação dos cilindros pode ser realizada espremendo-se o bulbo de bomba da bomba repetidamente. Em razão de a pressão dentro do reservatório ser preferivelmente relativamente constante, a força que é necessária para cada compressão do bulbo deve também ser relativamente constante. Além disso, em razão de os cilindros deste sistema serem pressurizados antes da desinflação, o bulbo de bomba deve recarregar-se rapidamente após cada liberação do bulbo. Nesta forma de realização, os cilindros preferivelmente incluem um tecido expansível, porém, em vez disso, pode incluir um tecido não-expansível, se desejado.
Como descrito acima e ilustrado graficamente na Figura 7, o reservatório é preferivelmente feito de um material de parede espessa, de modo que o reservatório pode manter uma pressão relativamente constante, após um volume inicial do fluido expandir o reservatório, mesmo de mais fluido for adicionado ao reservatório, após a carga inicial. Assim, quando o reservatório é carregado de um volume Vi para um volume V2, a pressão interna do reservatório permanece em uma pressão Pc. Similarmente, quando o volume dentro do reservatório é reduzido de V2 para Vi, a pressão permanece relativamente constante em Pc. Este reservatório pressurizado facilita inflação mais rápida dos cilindros, quando o corpo de válvula é espremido, porque a espremedura da válvula abre todas as válvulas de bomba e coloca o reservatório em direta comunicação fluida com os cilindros. O fluido pode mover-se do reservatório para os cilindros flácidos e vazios, devido ao diferencial de pressão entre o reservatório e os cilindros e o fluxo de fluido continuará até os cilindros expandirem-se e a pressão dentro do reservatório e cilindros ficarem em equilíbrio em Pc. Contanto que o volume requerido para totalmente inflar os cilindros seja igual a ou menor do que a diferença entre Vj e V2, a pressão do cilindro será Pc. Se o volume requerido para totalmente inflar os cilindros for maior do que a diferença entre Vi e V2 (tal como quando cilindros maiores são usados), a pressão de equilíbrio diminuirá para algum valor ao longo da curva entre Vi e Vo. Neste caso, adicionando-se mais fluido além do volume V2, pode-se adaptar a necessidade de fluido adicional. Se os cilindros forem menores, entretanto, o reservatório pode ser carregado a um volume que seja menor do que V2.
Embora a descrição acima seja dirigida a uma configuração de bomba particular, a invenção inclui dentro de seu escopo outras bombas tendo uma montagem de válvula que permite inflação dos cilindros relativamente rápida, com mínima manipulação da bomba, mesmo se a desinflação daqueles cilindros requerer manipulação mais substancial da bomba. Outro exemplo de tal bomba é aquele mostrado na Patente U.S. No. 6.730.017 (Henkel e outros), comumente possuída pelo cessionário da presente invenção. Em particular, a técnica anterior ali descrita inclui uma montagem de válvula tendo uma configuração similar àquela descrita acima em relação às Figuras 2-6, porém sem uma válvula de desvio. O reservatório e cilindros são preferivelmente feitos de uma membrana relativamente flexível, que é dimensionada para reter uma quantidade suficiente de fluido para inflação e desinflação apropriadas, quando desejado. Em particular, a membrana de reservatório é preferivelmente relativamente elástica, de modo que a membrana pode estirar para reter todo o fluido transferido dos cilindros e pode colapsar quando o fluido é transferido do reservatório para os cilindros. Entretanto, a membrana de reservatório não necessariamente precisa ser elástica. A membrana deve também ser bastante forte para manter o fluido sob pressão dentro do reservatório por períodos prolongados de tempo, sem a membrana relaxar ou de outro modo deteriorar-se e perder pressão.
De acordo com a presente invenção, quando os cilindros são carregados ou parcialmente carregados com fluido, as membranas de cilindro são estiradas de tal maneira que o fluido dentro dos cilindros fica sob pressão e os cilindros atuam como um dispositivo ou capacitor de armazenagem de energia. Para ativar o dispositivo e inflar o reservatório, o usuário ativa a bomba espremendo o bulbo de bomba, o que faz com que o fluido dentro do bulbo de bomba mova-se através de um corpo de bomba e penetre no reservatório. O fluido continuará a mover-se dos cilindros e para dentro do reservatório, até o fluido do bulbo de bomba ser transferido de sua câmara interna. Neste ponto o reservatório será parcialmente carregado. O usuário pode então repetidamente espremer o bulbo de bomba para transferir mais fluido dos cilindros para o reservatório, até os cilindros alcançarem uma desejada flacidez. Assim, o sistema da presente invenção atua como um sistema de transferência de energia, em que válvulas, passagens e câmaras particulares podem ser escolhidas de uma larga variedade de configurações e componentes, com os cilindros e reservatório altemadamente atuando como o componente de armazenagem de energia do sistema.
Os sistemas da presente invenção podem utilizar quaisquer cilindros infláveis e implantáveis, que inflem e colapsem, como genericamente descrito para os sistemas de bomba e reservatório desta invenção. Assim, os cilindros podem ser conformados e conectados à tubulação genericamente como mostrado nas figuras, porém podem, em vez disso, ter um diferente formato ou contornos e podem fixar-se à tubulação em uma diferente maneira do que aquela mostrada. Entretanto, em uma forma de realização preferida da presente invenção, os cilindros são de um tipo tendo um tecido não-expansível. Preferivelmente, os cilindros compreendem tubos internos e externos de silicone revestido com parileno. Os cilindros podem altemativamente ser de um tipo que inclui um tecido expansível, se desejado. Além disso, é preferível que o inteiro dispositivo seja adaptado para incluir um tratamento antimicrobiano, provendo um orifício, válvula ou septo de carga de fluido, de modo que possa ser carregado na sala de operação.
Entende-se que o número de tubos e a ramificação dos tubos pode diferir daquela especificamente aqui descrita, dependendo do design da bomba e outros componentes. Como descrito acima em relação à montagem de bomba 10, o corpo da montagem de bomba pode ser espremido genericamente ao longo de seu eixo geométrico longitudinal,a fim de inflar os cilindros, que desse modo abre certas válvulas dentro da bomba e permite que fluido pressurizado do reservatório mova-se através da bomba e penetre nos cilindros. A desinflação dos cilindros pode ser realizada primeiro espremendo-se o bulbo de bomba para ativar a montagem de bomba, em seguida espremendo-se o bulbo de bomba repetidamente, até a desejada desinflação do cilindro seja alcançada. Além disso, embora o uso de um fluido pressurizado das formas de realização da presente invenção descreva diversas formas de realização exemplificativas, entende-se que as concepções do fluido pressurizante destes tipos de sistemas são adaptáveis aos sistemas com vários tipos de bombas, cilindros e reservatórios, que fornecem as mesmas características que aquelas descritas em relação à presente invenção. A presente invenção foi agora descrita com referência a diversas de suas formas de realização. As precedentes descrição detalhada e exemplos foram fornecidos somente para clareza de entendimento. Não devem ser entendidas por elas limitações desnecessárias. Será evidente para aqueles hábeis na técnica que muitas mudanças podem ser feitas nas formas de realização descritas, sem desvio do escopo da invenção. Assim, o escopo da presente invenção não deve ser limitado às estruturas aqui descritas, mas somente pelas estruturas descritas pela linguagem das reivindicações e pelos equivalentes dessas estruturas.
Claims (10)
1. Prótese peniana (110) compreendendo: pelo menos um cilindro (112, 114); um reservatório (118); e uma bomba (10, 116) para transferir fluido entre o reservatório (118) e o pelo menos um cilindro (112, 114), a bomba (10, 116) compreendendo: um alojamento de bomba (12); pelo menos um canal de reservatório (20, 124), fluidicamente acoplando o alojamento de bomba (12) ao reservatório (118); pelo menos um tubo cilíndrico (18, 120, 22), fluidicamente conectando o alojamento de bomba ao pelo menos um cilindro (112, 114); uma passagem de fluido (24), fluidicamente acoplada ao canal de reservatório (20, 124) e a uma câmara de transferência (22), em que a câmara de transferência (22) é fluidicamente acoplada ao pelo menos um tubo cilíndrico (18, 120, 122); um primeiro gatilho (28) móvel solicitado em direção a uma primeira sede de válvula (34) dentro da passagem de fluido (24); um segundo gatilho (36) móvel solicitado em direção a uma segunda sede de válvula (40) e genericamente em alinhamento com o primeiro gatilho móvel (28) dentro da passagem de fluido (24); e caraterizada por uma câmara de desvio (46), fluidicamente conectada por um canal de entrada de desvio (62) à passagem de fluido (24), em um primeiro local, e fluidicamente conectada por um canal de saída (64) de desvio à referida passagem de fluido (24), em um segundo local, a câmara de desvio (46) compreendendo uma válvula de retenção de desvio (54), solicitada em direção a uma posição fechada; e um bulbo de bomba (14) fluidicamente conectado à passagem de fluido (24), entre o canal de entrada de desvio (62) e o canal de saída de desvio (64), ao longo do comprimento da passagem de fluido (24).
2. Prótese de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato do primeiro gatilho móvel compreender um corpo alongado (29), tendo uma parte de selagem de face (30) de extensão, e em que a passagem de fluido (24) compreende um flange (44) estendendo-se em direção ao interior da passagem de fluido (24), para encaixe com a parte de selagem de face do primeiro gatilho móvel (28), quando o primeiro gatilho móvel (28) é deslocado por uma suficiente distância da primeira sede de válvula (34).
3. Prótese de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de compreender ainda um modo de desinflação de cilindro, em que a parte de selagem de face (30) do primeiro gatilho móvel (28) é assentada contra a primeira sede de válvula (34), a parte de selagem de rebordo é afastada do primeiro gatilho móvel (28) e o bulbo de bomba (14) é compressível para forçar fluido suficiente, sob pressão do bulbo de bomba para dentro da passagem de fluido (24), para deslocar o segundo gatilho móvel da segunda sede de válvula (4) e permitir que fluido desloque-se além do segundo gatilho móvel (36) e penetre no reservatório (118).
4. Prótese de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato do reservatório (118) ser expansível, em resposta ao movimento de fluido pressurizado do pelo menos um cilindro (112, 114), através da bomba (10, 116) e para dentro do reservatório, desse modo pressurizando o fluido dentro do reservatório (118).
5. Prótese de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato da bomba (10, 116) ter um modo de inflação em que a compressão de uma parte do corpo de bomba (12) move o primeiro gatilho (28) para contato de selagem com tanto a parte de selagem de rebordo como o segundo gatilho (36), para deslocar o segundo gatilho (36) da segunda sede de válvula (40), para prover um vão entre o segundo gatilho (36) e a segunda sede de válvula (40), para fluido pressurizado escoar do reservatório (118) para além do segundo gatilho (36) e para dentro da câmara de desvio (46), através do canal de entrada de desvio (62).
6. Prótese de acordo com a reivindicação 5, caracterizada pelo fato de um nível de pressão de fluido, do fluido escoando do reservatório (118) para dentro da câmara de desvio (46), ser suficiente para deslocar a esfera da sede de válvula de esfera e permitir que fluido escoe através do canal de saída de desvio (64) e para dentro da câmara de transferência (22) do alojamento de bomba (12).
7. Prótese de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de pelo menos um tubo de cilindro (18, 120, 122) ser uma abertura estendendo-se da câmara de transferência (22), através do alojamento de bomba (12), para fluidicamente conectar a câmara de transferência (22) ao pelo menos um cilindro (112,114).
8. Prótese de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato do reservatório (118) compreender uma membrana de reservatório externa, circundando pelo menos uma parte de uma câmara de reservatório interna, em que a câmara de reservatório pode expandir-se de um primeiro volume interno para um segundo volume interno, que é maior do que o primeiro volume interno, pela adição de fluido pressurizado.
9. Prótese de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato da válvula de retenção de desvio (54) compreender uma esfera (52) solicitada em direção a uma sede de válvula de esfera, dentro da câmara de desvio (46).
10. Prótese de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender ainda um orifício de carga, fluidicamente conectado à câmara de transferência (22), para adicionar um predeterminado volume de fluido à prótese.
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