BRPI0415944B1 - Aparelho de controle de elevador - Google Patents
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Abstract
"aparelho de controle de elevador". é descrito um controlador de elevador no qual uma tensão da fonte de alimentação que é alimentada a uma seção de processamento é monitorada por um circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação. um circuito de verificação da integridade do monitoramento da tesão emite a um sinal de alteração forçada da tensão de entrada de monitoramento para alterar forçosamente a tensão da fonte de alimentação que está sendo alimentada no circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação em resposta a um sinal de controle proveniente da seção de processamento. um sinal de detecção de anormalidade na tensão proveniente do circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação é também alimentada no circuito de função de verificação da integridade de monitoramento da tensão pela leitura de dados contidos no circuito da função de verificação da integridade de monitoramento da tensão.
Description
(54) Título: APARELHO DE CONTROLE DE ELEVADOR (51) Int.CI.: B66B 5/02 (73) Titular(es): MITSUBISHI DENKI KABUSHIKI KAISHA (72) Inventor(es): AKIHIRO CHIDA / 73 “APARELHO DE CONTROLE DE ELEVADOR”
CAMPO TÉCNICO [001] A presente invenção diz respeito a um aparelho de controle de elevador com um circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação para monitorar uma tensão da fonte de alimentação.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO [002] Em um aparelho de controle de porta de elevador convencional revelado, por exemplo, no documento patentário JP 3-256992 A, um circuito de monitoramento de tensão monitora uma tensão da fonte de alimentação de um motor de acionamento de porta, e um meio de frenagem forçada freia o motor de acionamento de porta quando uma anormalidade for detectada na tensão da fonte de alimentação.
[003] Entretanto, em um aparelho de controle de porta como descrito acima, quando ocorre uma anormalidade no próprio circuito de monitoramento de tensão, por exemplo, um sinal de saída do resultado monitorado é fixado no lado do circuito que indica um estado normal, a tensão não pode ser monitorada normalmente até que a anormalidade seja eliminada.
[004] Logo, aplicação de um sistema de monitoramento convencional em componentes essenciais de aparelhos de controle de elevador tais como em uma unidade de controle de operação e em uma unidade de segurança, não é suficiente em termos de confiabilidade.
[005] Documento patentário JP4237309 revela um sistema de controle digital capaz de verificar de forma confiável a integridade de um circuito para controlar um aparelho capaz de alterar o estado de um sistema entre “seguro” e “inseguro”. Para verificar a integridade, tal sistema de controle usa um meio de avaliação de integridade para comparar o estado do meio de acionamento com um estado simulado.
REVELAÇÃO DA INVENÇÃO [006] A presente invenção foi efetuada visando solucionar o problema
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 10/87 / 73 supra descrito. Portanto, é um objetivo da presente invenção obter um aparelho de controle de elevador capaz de melhorar a confiabilidade do monitoramento de uma tensão da fonte de alimentação.
[007] De acordo com a presente invenção, um aparelho de controle de elevador inclui: uma parte de processamento para realizar um processamento relacionado ao controle de um elevador; um circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação para monitorar tensão da fonte de alimentação suprida à parte de processamento; e um circuito de função de verificação da integridade do monitoramento da tensão, o qual é adaptado para emitir um sinal de mudança forçada da tensão de entrada de monitoramento para mudar forçadamente uma tensão da fonte de alimentação alimentada no circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação em resposta a um sinal de controle a partir da parte de processamento e na qual um sinal de detecção da anormalidade na tensão proveniente do circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação é alimentado, o circuito de função de verificação da integridade de monitoramento da tensão armazena pelo menos parte do conteúdo dos sinais trocados entre a parte de processamento e o circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação, e a dita parte de processamento verifica a integridade do circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação mediante a leitura de dados armazenados pelo referido circuito de função de verificação da integridade do monitoramento da tensão.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS [008] Figura 1 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 1 da presente invenção.
[009] Figura 2 é uma vista frontal que ilustra dispositivo de segurança da Figura 1.
[0010] Figura 3 é uma vista frontal que ilustra dispositivo de segurança da Figura 2 que foi atuado.
[0011] Figura 4 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 11/87 / 73 elevador de acordo com a modalidade 2 da presente invenção.
[0012] Figura 5 é uma vista frontal que ilustra dispositivo de segurança da Figura 4.
[0013] Figura 6 é uma vista frontal que ilustra dispositivo de segurança da Figura 5 que foi atuado.
[0014] Figura 7 é uma vista frontal que mostra a parte de acionamento da Figura 6.
[0015] Figura 8 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 3 da presente invenção.
[0016] Figura 9 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 4 da presente invenção.
[0017] Figura 10 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 5 da presente invenção.
[0018] Figura 11 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 6 da presente invenção.
[0019] Figura 12 é um diagrama esquemático que mostra um outro exemplo do aparelho elevador mostrado na Figura 11.
[0020] Figura 13 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 7 da presente invenção.
[0021] Figura 14 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 8 da presente invenção.
[0022] Figura 15 é uma vista frontal que mostra um outro exemplo da parte de acionamento mostrada na Figura 7.
[0023] Figura 16 é uma vista plana que exibe dispositivo de segurança de acordo com a modalidade 9 da presente invenção.
[0024] Figura 17 é uma vista lateral parcialmente recortada que mostra dispositivo de segurança de acordo com a modalidade 10 da presente invenção. [0025] Figura 18 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 11 da presente invenção.
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 12/87 / 73 [0026] Figura 19 é um gráfico que mostra os critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro armazenados na parte da memória da Figura 18.
[0027] Figura 20 é um gráfico que mostra os critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro armazenados na parte de memória da Figura 18.
[0028] Figura 21 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 12 da presente invenção.
[0029] Figura 22 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 13 da presente invenção.
[0030] Figura 23 é um diagrama que mostra o dispositivo de fixação por cabo e os sensores do cabo da Figura 22.
[0031 ] Figura 24 é um diagrama que mostra um estado em que um dos cabos principais da Figura 23 se quebrou.
[0032] Figura 25 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 14 da presente invenção.
[0033] Figura 26 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 15 da presente invenção.
[0034] Figura 27 é uma vista em perspectiva do carro e do sensor da porta da Figura 26.
[0035] Figura 28 é uma vista em perspectiva que mostra um estado em que a entrada do carro 26 da Figura 27 está aberta.
[0036] Figura 29 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 16 da presente invenção.
[0037] Figura 30 é um diagrama que mostra uma parte superior do poço do elevador da Figura 29.
[0038] Figura 31 é um diagrama de blocos exibindo uma parte essencial do aparelho de controle de elevador de acordo com a modalidade 17 da presente invenção.
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 13/87 / 73 [0039] Figura 32 é um diagrama de circuito que mostra um exemplo de configuração concreta de um circuito de função de verificação da integridade do monitoramento da tensão da Figura 31.
[0040] Figura 33 é um gráfico para explicar o significado de dados nos respectivos bits num barramento de dados, quando uma primeira CPU e uma segunda CPU leem dados do circuito de função de verificação da integridade do monitoramento da tensão.
[0041] Figura 34 é um fluxograma exibindo um método de verificação da integridade do monitoramento da tensão da fonte de alimentação no lado da primeira CPU da Figura 31.
[0042] Figura 35 é um fluxograma que ilustra a operação no caso onde as CPUs são restabelecidas no aparelho de controle de elevador da Figura 31. [0043] Figura 36 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 18, não faz parte da presente invenção.
MELHOR MODO PARA REALIZAR A INVENÇÃO [0044] A seguir, modalidades preferidas da presente invenção são descritas com referência aos desenhos.
Modalidade 1 [0045] Figura 1 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 1 da presente invenção. Referindo-se à Figura 1, um par de trilhos guia do carro 2 está arranjado dentro de um poço do elevador 1. Um carro 3 é guiado pelos trilhos guia do carro 2 à medida que ele sobe e desce no poço do elevador 1. Arranjada na parte da extremidade superior do poço do elevador 1 fica uma máquina de içamento (não mostrada) para elevar e abaixar o carro 3 e um contrapeso (não mostrado). Um cabo principal 4 é enrolado em torno de uma roldana motriz da máquina de içamento. O carro 3 e o contrapeso são suspensos no poço do elevador 1 por meio de um cabo principal 4. Montado no carro 3 fica um par de dispositivos de segurança 5 oposto aos respectivos trilhos-guias 2 e servindo como
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 14/87 / 73 mecanismo de freio. Os dispositivos de segurança. 5 ficam arranjados no lado de baixo do carro 3. A frenagem é aplicada ao carro 3 mediante atuação dos dispositivos de segurança 5.
[0046] Também arranjado na parte da extremidade superior o poço do elevador 1 fica um controlador 6 que serve como um meio de detecção da velocidade do carro para detectar a velocidade de ascensão/descida do carro 3. O controlador 6 tem um corpo principal do controlador 7 e uma roldana do controlador 8 rotacionável em relação ao corpo principal do controlador 7. Uma polia tensora rotativa 9 fica arranjada em uma parte da extremidade inferior do poço do elevador 1. Enrolado entre a roldana do controlador 8 e a polia tensora 9 fica um cabo do controlador 10 conectado ao carro 3. A parte de conexão entre o cabo do controlador 10 e o carro 3 será submetida a um movimento alternado vertical à medida que o carro 3 se move. Em decorrência disto, a roldana do controlador 8 e a polia tensora 9 são rotacionadas a uma velocidade correspondente à velocidade de ascensão/descida do carro 3.
[0047] O controlador 6 é adaptado para atuar um dispositivo de freio da máquina de içamento quando a velocidade de ascensão/descida do carro 3 atingir uma primeira sobrevelocidade pré-estabelecida. Adicionalmente, o controlador 6 é provido com uma parte de comutação 11 que serve como uma parte de saída através da qual um sinal de atuação é alimentado a dispositivos de segurança 5 quando a velocidade de descida do carro 3 atingir uma segunda sobrevelocidade (sobrevelocidade estabelecida) maior do que a primeira sobrevelocidade. A parte de comutação 11 tem um contato 16 que é aberto e fechado mecanicamente por meio de uma alavanca de sobrevelocidade que é deslocada de acordo com a força centrífuga da roldana do controlador rotativa 8. O contato 16 é eletricamente conectado a uma bateria 12, que é um suprimento de energia ininterrupto capaz de alimentar energia mesmo no caso de uma falha de energia, e a um painel de controle 13 que controla o acionamento de um elevador por intermédio de um cabo de fonte de alimentação 14 e um cabo de conexão 15,
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 15/87 / 73 respectivamente.
[0048] Um cabo de controle (cabo móvel) é conectado entre o carro 3 e o painel de controle 13. O cabo de controle inclui, além das múltiplas linhas de energia e linhas de sinal, uma rede elétrica de parada de emergência 17 eletricamente conectada entre o painel de controle 13 e cada dispositivo de segurança 5. Fechando-se o contato 16, energia da bateria é suprida a cada dispositivo de segurança 5 por meio do cabo de fonte de alimentação 14, a parte de controle 11, o cabo de conexão 15, um circuito de suprimento de energia dentro do painel de controle 13 e uma rede elétrica de parada de emergência 17.
[0049] Figura 2 é uma vista frontal exibindo o dispositivo de segurança da Figura 1, e a Figura 3 é uma vista frontal que mostra o dispositivo de segurança 5 da Figura 2 que foi atuado. Referindo-se às figuras, um elemento de suporte 18 é fixo na posição abaixo do carro 3. O dispositivo de segurança 5 é fixo no elemento de suporte 18. Adicionalmente, cada dispositivo de segurança 5 inclui um par de partes do atuador 20, que são conectadas a um par de cunhas 19 que serve como elementos de freio e com capacidade de se mover a favor e contra a posição de contato com o trilho-guia do carro 2 para deslocar as cunhas 19 em relação ao carro 3, e um par de partes de guia 21 que é fixa no elemento de suporte 18 e guia as cunhas 19 deslocadas pelas partes do atuador 20 para contato com o trilho-guia do carro 2. O par de cunhas 19, o par de partes do atuador 20 e o par de partes de guia 21 ficam arranjados simetricamente em ambos os lados do trilho-guia do carro 2.
[0050] Cada parte de guia 21 tem uma superfície inclinada 22 inclinada em relação ao trilho-guia do carro 2 de maneira tal que a distância entre ela e o trilho-guia do carro 2 diminua com o aumento da proximidade da sua parte superior. A cunha 19 é deslocada ao longo da superfície inclinada 22. Cada parte do atuador 20 inclui uma mola 23 que serve como uma parte de predisposição que predispõe a cunha 19 para cima em direção ao lado da
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 16/87 / 73 parte de guia 21, e um eletroímã 24 que, quando suprido com corrente elétrica, gera uma força eletromagnética para deslocar a cunha 19 para baixo para fora do elemento de guia 21 contra a força de predisposição da mola 23. [0051] A mola 23 é conectada entre o elemento de suporte 18 e a cunha 19. O eletroímã 24 é fixo no elemento de suporte 18. A rede elétrica de parada de emergência 17 é conectada no eletroímã 24. Fixo em cada cunha 19 fica um ímã permanente 25 oposto ao eletroímã 24. O suprimento de corrente elétrica ao eletroímã 24 é realizado pela bateria 12 (ver Figura 1) fechando o contato 16 (ver Figura 1). O dispositivo de segurança 5 é atuado à medida que o suprimento de corrente elétrica ao eletroímã 24 é cortado pela abertura do contato 16 (ver Figura 1). Ou seja, o par de cunhas 19 é deslocado para cima por causa da força de restauração elástica da mola 23 a ser pressionado contra o trilho-guia do carro 2.
[0052] Em seguida, é descrita a operação. O contato 16 permanece fechado durante operação normal. Dessa maneira, energia é suprida da bateria 12 ao eletroímã 24. A cunha 19 é atracada e mantida no eletroímã 24 pela força eletromagnética gerada por este suprimento de energia, e assim continua separada do trilho-guia do carro 2 (Figura 2).
[0053] Por exemplo, quando a velocidade do carro 3 aumentar até atingir a primeira sobrevelocidade por causa de uma frenagem no cabo principal 4, ou semelhante, esta atua o dispositivo de freio da máquina de içamento. Quando a velocidade do carro 3 aumentar ainda mais, mesmo depois da atuação do dispositivo de freio da máquina de içamento, e atingir a segunda sobrevelocidade, isto dispara o fechamento do contato 16. Em decorrência disto, o suprimento de corrente elétrica ao eletroímã 24 de cada dispositivo de segurança 5 é cortado, e as cunhas 19 são deslocadas pela força de predisposição das molas 23 para cima em relação ao carro 3. Neste momento, as cunhas 19 são deslocadas ao longo da superfície inclinada 22, enquanto em contato com a superfície inclinada 22 das partes de guia 21. Por
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 17/87 / 73 causa deste deslocamento, as cunhas 19 são deslocadas ao contato com o trilho-guia do carro 2. As cunhas 19 são deslocadas ainda mais para cima à medida que elas entram em contato com o trilho-guia do carro 2, para ficar acunhadas entre o trilho-guia do carro 2 e as partes de guia 21. Uma grande força de atrito é assim gerada entre o trilho-guia do carro 2 e as cunhas 19, freando o carro 3 (Figura 3).
[0054] Para liberar o freio no carro 3, o carro 3 é levantado, suprindo ao mesmo tempo corrente elétrica ao eletroímã 24 pelo fechamento do contato 16. Em decorrência disto, as cunhas 19 são deslocadas para baixo, separando assim do trilho-guia do carro 2.
[0055] No aparelho elevador supra descrito, a parte de comutação 11 conectada na bateria 12 e cada dispositivo de segurança 5 são eletricamente conectados uns nos outros, por meio do que uma anormalidade na velocidade do carro 3 detectada pelo controlador 6 pode ser transmitida como um sinal de atuação elétrica da parte de comutação 11 a cada dispositivo de segurança 5, possibilitando frear o carro 3 em um curto tempo depois da detecção da anormalidade na velocidade do carro 3. Em decorrência disto, a distância de frenagem do carro 3 pode ser reduzida. Adicionalmente, a atuação sincronizada dos respectivos dispositivos de segurança. 5 pode ser feita facilmente, possibilitando parar o carro 3 de uma maneira estável. Também, cada dispositivo de segurança 5 é atuado pelo sinal de atuação elétrica, impedindo assim que o dispositivo de segurança 5 seja atuado erroneamente por causa de agitação do carro 3 ou semelhante.
[0056] Adicionalmente, cada dispositivo de segurança 5 tem as partes do atuador 20 que deslocam a cunha 19 para cima em direção ao lado da parte de guia 21, e as partes de guia 21 incluindo cada qual a superfície inclinada 22 para guiar a borda deslocada para cima 19 para conato com o trilho-guia do carro 2, por meio do que a força com a qual a cunha 19 é pressionada contra o trilho-guia do carro 2 durante o movimento descendente do carro 3 pode ser
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 18/87 / 73 aumentada com confiabilidade.
[0057] Adicionalmente, cada parte do atuador 20 tem uma mola 23 que impele a cunha 19 para cima, e um eletroímã 24 para deslocar a cunha 19 para baixo contra a força de predisposição da mola 23, permitindo assim o deslocamento da cunha 19 por meio de uma construção simples.
Modalidade 2 [0058] Figura 4 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 2 da presente invenção. Referindo-se à Figura 4, o carro 3 tem um corpo principal do carro 27 munido de uma entrada do carro 26, e uma porta do carro 28 que abre e fecha a entrada do carro 26. Provido no poço do elevador 1 fica um sensor de velocidade do carro 31 que serve como meio de detecção de velocidade do carro para detectar a velocidade do carro 3. Montado dentro do painel de controle 13 fica uma parte de saídas eletricamente conectada no sensor de velocidade do carro 31. A bateria 12 é conectada na parte de saída 32 através do cabo de fonte de alimentação 14. Energia elétrica usada para detectar a velocidade do carro 3 é suprida da parte de saída 32 ao sensor de velocidade do carro 31. A parte de saída 32 é alimentada com um sinal de detecção de velocidade proveniente do sensor de velocidade do carro 31.
[0059] Montado no lado de baixo do carro 3 fica um par de dispositivos de segurança 33 que serve como mecanismo de freio para frear o carro 3. A parte de saída 32 e cada dispositivo de segurança 33 são eletricamente conectados entre si através de uma rede elétrica de parada de emergência 17. Quando a velocidade do carro 3 estiver na segunda sobrevelocidade, um sinal de atuação, que é a energia de atuação, é alimentado em cada dispositivo de segurança 33. Os dispositivos de segurança. 33 são atuados mediante entrada deste sinal de atuação.
[0060] Figura 5 é uma vista frontal exibindo o dispositivo de segurança da Figura 4, e a Figura 6 é uma vista frontal que mostra o dispositivo de
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 19/87 / 73 segurança 33 da Figura 5, o qual foi atuado. Referindo-se agora às figuras, o dispositivo de segurança 33 tem uma cunha 34 que serve como um elemento de freio e capaz de se mover a favor e contra a posição de contato com o trilhoguia do carro 2, e uma parte do atuador 35 conectada a uma parte inferior da cunha 34, e uma parte de guia 36 arranjada acima da cunha 34 e fixa no carro 3. A cunha 34 e a parte do atuador 35 têm capacidade de movimento vertical em relação à parte de guia 36. À medida que a cunha 34 é deslocada para cima em relação à parte de guia 36, i.e. em direção ao lado da parte de guia 36, a cunha 34 é guiada pela parte de guia 36 para contato com o trilho-guia do carro 2. [0061] A parte do atuador 35 tem uma parte de contato cilíndrica 37 capaz de se mover a favor e contra a posição de contato com o trilho-guia do carro 2, um mecanismo de atuação 38 para deslocar a parte de contato 37 a favor de contra a posição de contato com o trilho-guia do carro 2, e uma parte de suporte 39 que suporta a parte de contato 37 e o mecanismo de atuação 38. A parte de contato 37 é mais leve do que a cunha 34, de maneira tal que ela possa ser deslocada facilmente pelo mecanismo de atuação 38. O mecanismo de atuação 38 possui uma parte móvel 40 com capacidade de deslocamento alternado entre uma posição de contato, onde a parte de contato 37 é mantida em contato com o trilho-guia do carro 2, e uma posição separada, onde a parte de contato 37 é separada do trilho-guia do carro 2, e uma parte de acionamento 41 para deslocar a parte móvel 40.
[0062] A parte de suporte 39 e a parte móvel 40 são providas com um furo de guia de suporte 42 e um furo de guia móvel 43, respectivamente. Os ângulos de inclinação do furo de guia de suporte 42 e o furo de guia móvel 43 em relação ao trilho-guia do carro 2 são diferentes um do outro. A parte de contato 37 é montada de forma deslizante no furo de guia de suporte 42 e no furo de guia móvel 43. A parte de contato 37 desliza dentro do furo de guia móvel 43 de acordo com o deslocamento alternado da parte móvel 40, e é deslocado ao longo da direção longitudinal do furo de guia de suporte 42. Em
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 20/87 / 73 decorrência disto, a parte de contato 37 se move a favor e contra a posição de contato com o trilho-guia do carro 2 num ângulo apropriado. Quando a parte de contato 37 entra em contato com o trilho-guia do carro 2 à medida que o carro 3 desce, frenagem é aplicada na cunha 34 e na parte do atuador 35, deslocando então em direção ao lado da parte de guia 36.
[0063] Montado no lado de baixo da parte de suporte 39 fica um furo de guia horizontal 47 que se estende na direção horizontal. Aquela cunha 34 é encaixada de forma deslizante no furo de guia horizontal 47. Ou seja, a cunha 34 tem capacidade de deslocamento alternado na direção horizontal em relação à parte de suporte 39.
[0064] A parte de guia 36 possui uma superfície inclinada 44 e uma superfície de contato 45 que ficam arranjadas de maneira a prensar o trilhoguia do carro 2 entre eles. A superfície inclinada 44 é inclinada em relação ao trilho-guia do carro 2 de maneira tal que a distância entre ela e o trilho-guia do carro 2 diminua com o aumento da proximidade da sua parte superior. A superfície de contato 45 é capaz de se mover a favor e contra a posição de contato com o trilho-guia do carro 2. À medida que a cunha 34 e a parte do atuador 35 são deslocadas para cima em relação à parte de guia 36, a cunha 34 é deslocada ao longo da superfície inclinada 44. Em decorrência disto, a cunha 34 e a superfície de contato 45 são deslocadas de maneira a se aproximarem uma da outra, e o trilho-guia do carro 2 fica cravado entre a cunha 34 e a superfície de contato 45.
[0065] Figura 7 é uma vista frontal que mostra a parte de acionamento da Figura 6. Referindo-se à Figura 7, a parte de acionamento 41 tem uma mola de disco 46 servindo como uma parte de predisposição e anexada à parte móvel 40, e um eletroímã 48 para deslocar a parte móvel 40 por meio de uma força eletromagnética gerada mediante suprimento de corrente elétrica a ele. [0066] A parte móvel 40 é fixa na parte central da mola de disco 46.
A mola de disco 46 é deformada por causa do deslocamento alternado da
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 21/87 / 73 parte móvel 40. A medida que a mola de disco 46 se deforma por causa do deslocamento da parte móvel 40, a direção de predisposição da mola de disco 46 é invertida entre a posição de contato (linha cheia) e a posição separada (linha tracejada). A parte móvel 40 fica retida na posição de contato ou separada à medida que ela é impelida pela mola de disco 46. Ou seja, o estado de contato ou separado da parte de contato 37 em relação ao trilho-guia do carro 2 é retido pela predisposição da mola de disco 46.
[0067] O eletroímã 48 tem uma primeira parte eletromagnética 49 fixa na parte móvel 40, e uma segunda parte eletromagnética 50 oposta à primeira parte eletromagnética 49. A parte móvel 40 é deslocável em relação à segunda parte eletromagnética 50. Rede elétrica de parada de emergência 17 é conectada ao eletroímã 48. Mediante entrada de um sinal de atuação no eletroímã 48, a primeira parte eletromagnética 49 e a segunda parte eletromagnética 50 geram forças eletromagnéticas de maneira a se repelirem. Ou seja, mediante entrada do sinal de atuação no eletroímã 48, aquela primeira parte eletromagnética 49 é deslocada para fora de contato com aquela segunda parte eletromagnética 50, juntamente com a parte móvel 40.
[0068] Deve-se notar que para a recuperação logo após a atuação do dispositivo de segurança 5, a parte de saída 32 emite um sinal de recuperação durante a fase de recuperação. A entrada do sinal de recuperação no eletroímã 48 faz com que a dita primeira parte eletromagnética 49 e a dita segunda parte eletromagnética 50 se atraiam. Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da modalidade 1.
[0069] A seguir, é descrita a operação. Durante a operação normal, a parte móvel 40 fica localizada na posição separada, e a parte de contato 37 é impelida pela mola de disco 46 para ficar separada do contato com o trilhoguia do carro 2. Com a referida parte de contato 37 sendo assim separada do trilho-guia do carro 2, a cunha 34 é separada da parte de guia 36, mantendo assim a distância entre a cunha 34 e a parte de guia 36.
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 22/87 / 73 [0070] Quando a velocidade detectada pelo sensor de velocidade do carro 31 atingir a primeira sobrevelocidade, este atua o dispositivo de freio da máquina de içamento. Quando a velocidade do carro 3 continuar a aumentar a seguir, e a velocidade detectada pelo sensor de velocidade do carro 31 atingir a segunda sobrevelocidade, um sinal de atuação é alimentado a partir da parte de saída 32 a cada dispositivo de segurança 33. A entrada do sinal de atuação no eletroímã 48 dispara a primeira parte eletromagnética 49 e a segunda parte eletromagnética 50 para se repelirem. A força de repulsão eletromagnética assim gerada faz com que a parte móvel 40 seja deslocada para a posição de contato. À medida que isto acontece, a parte de contato 37 é deslocada para contato com o trilho-guia do carro 2. Quando a parte móvel 40 atinge a posição de contato, a direção de predisposição da mola de disco 46 inverte para a de retenção da parte móvel 40 na posição de contato. Em decorrência disto, a parte de contato 37 é pressiona para contato com o trilho-guia do carro 2, freando assim da cunha 34 e a parte do atuador 35.
[0071] Uma vez que o carro 3 e a parte de guia 36 descem sem qualquer frenagem aplicada a elas, a parte de guia 36 é deslocada para baixo em direção à cunha 34 e o lado do atuador 35. Por causa deste deslocamento, a cunha 34 é guiada ao longo da superfície inclinada 44, fazendo com que o dito trilho-guia do carro 2 fique encravado entre a cunha 34 e superfície de contato 45. À medida que a cunha 34 entra em contato com o trilho-guia do carro 2, ela é deslocada ainda mais para cima para cunhar entre o trilho-guia do carro 2 e a superfície inclinada 44. Uma grande força de atrito é assim gerada entre o trilho-guia do carro 2 e a cunha 34, e entre o trilho-guia do carro 2 a superfície de contato 45, freando assim o carro 3.
[0072] Durante a fase de recuperação, o sinal de recuperação é então transmitido da parte de saída 32 ao eletroímã 48. Isto faz com que a primeira parte eletromagnética 49 e a segunda parte eletromagnética 50 se atraiam, deslocando assim a parte móvel 40 para a posição separada. À medida que
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 23/87 / 73 isto acontece, a parte de contato 37 é deslocada para ficar separada do contato com o trilho-guia do carro 2. Quando a parte móvel 40 atinge a posição separada, a direção de predisposição da mola de disco 46 inverte, permitindo que a parte móvel 40 fique retida na posição separada. À medida que o carro 3 sobe neste estado, o contato de pressão da cunha 34 e a superfície de contato 45 com o trilho-guia do carro 2 é liberada.
[0073] Além de proporcionar os mesmos efeitos da modalidade 1, o aparelho elevador supra descrito inclui o sensor de velocidade do carro 31 provido no poço do elevador 1 para detectar a velocidade do carro 3. Assim não existe necessidade de usar um controlador de velocidade e um cabo do controlador, possibilitando reduzir o espaço geral da instalação para o aparelho elevador.
[0074] Adicionalmente, a parte do atuador 35 tem a parte de contato capaz de se mover a favor e contra a posição de contato com o trilho-guia do carro 2, e o mecanismo de atuação 38 para deslocar a parte de contato 37 a favor e contra a posição de contato com o trilho-guia do carro 2. Dessa maneira, fazendo o peso da parte de contato 37 menor do que da cunha 34, a força de acionamento a ser aplicada pelo mecanismo de atuação 38 na parte de contato 37 pode ser reduzida, possibilitando assim miniaturizar o mecanismo de atuação 38. Adicionalmente, a construção leve da parte de contato 37 permite aumentos na taxa de deslocamento da parte de contato 37, reduzindo-se assim o tempo exigido até a geração de uma força de frenagem. [0075] Adicionalmente, a parte de acionamento 41 inclui a mola de disco 46 adaptada para manter a parte móvel 40 na posição de contato ou na posição separada, e o eletroímã 48 capaz de deslocamento da parte móvel 40, quando suprido com corrente elétrica, por meio do que a parte móvel 40 pode ser mantida confiavelmente na posição de contato ou separada pelo suprimento de corrente elétrica ao eletroímã 48 somente durante o deslocamento da parte móvel 40.
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Modalidade 3 [0076] Figura 8 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 3 da presente invenção. Referindo-se à Figura 8, na entrada do carro 26 é provido um sensor de fechamento da porta 58, que serve como um meio de detecção do fechamento da porta para detectar o estado aberto ou fechado da porta do carro 28. Uma parte de saída 59 montada no painel de controle 13 é conectada no sensor de fechamento da porta 58 através de um cabo de controle. Adicionalmente, o sensor de velocidade do carro 31 é eletricamente conectado na parte de saída 59. Um sinal de detecção de velocidade proveniente do sensor de velocidade do carro 31 e um sinal de detecção aberto/fechado proveniente do sensor de fechamento da porta 58 são alimentados na parte de saída 59. Com base no sinal de detecção de velocidade e no sinal de detecção aberto/fechado assim alimentados, a parte da saída 59 pode determinar a velocidade do carro 3 e o estado aberto ou fechado da entrada do carro 26.
[0077] A parte da saída 59 é conectada a cada dispositivo de segurança 33 através da rede elétrica de parada de emergência 17. Com base no sinal de detecção de velocidade proveniente do sensor de velocidade do carro 31 e no sinal de detecção de abertura/fechamento proveniente do sensor de fechamento da porta 58, a parte de saída 59 emite um sinal de atuação, quando o carro 3 tiver descido com a entrada do carro 26 sendo aberta. O sinal de atuação é transmitido ao dispositivo de segurança 33 através da rede elétrica de parada de emergência 17. Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da modalidade 2.
[0078] No aparelho elevador supra descrito, o sensor de velocidade do carro 31 que detecta a velocidade do carro 3, e o sensor de fechamento da porta 58 que detecta o estado aberto ou fechado da porta do carro 28 são eletricamente conectados na parte de saída 59, e o sinal de atuação é alimentado da parte de saída 59 ao dispositivo de segurança 33, quando o
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 25/87 / 73 carro 3 descer com a entrada do carro 26 aberta, impedindo assim que o carro 3 desça com a entrada do carro 26 aberta.
[0079] Deve-se notar que dispositivos de segurança verticalmente invertidos em relação aos dispositivos de segurança 33 podem ser montados no carro 3. Esta construção também possibilita impedir que o carro 3 suba com a entrada do carro 26 aberta.
Modalidade 4 [0080] Figura 9 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 4 da presente invenção. Referindo-se à Figura 9, através do cabo principal 4 é passado um fio condutor de detecção de quebra 61 que serve como um meio de detecção de quebra do cabo para detectar uma quebra no cabo 4. Uma corrente fraca passa pelo fio condutor de detecção de quebra 61. A presença de uma quebra no cabo principal 4 é detectada com base na presença ou ausência desta corrente elétrica fraca que passa por ele. Uma parte de saída 62 montada no painel de controle 13 é eletricamente conectada no fio condutor de detecção de quebra 61. Quando o fio condutor de detecção de quebra 61 se quebra, um sinal de quebra do cabo, que é um sinal de corte de corrente elétrica do fio condutor de detecção de quebra 61, é alimentado na parte de saída 62. O sensor de velocidade do carro 31 é também eletricamente conectado na parte de saída 62.
[0081] A parte de saída 62 é conectada a cada dispositivo de segurança através da rede elétrica de parada de emergência 17. Se o cabo principal 4 se quebrar, a parte de saída 62 emite um sinal de atuação com base no sinal de detecção de velocidade proveniente do sensor de velocidade do carro 31 e no sinal de quebra do cabo proveniente do fio condutor de detecção de quebra 61. O sinal de atuação é transmitido ao dispositivo de segurança 33 através do fio condutor de parada de emergência 17. Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da modalidade 2.
[0082] No aparelho elevador supra descrito, o sensor de velocidade do
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 26/87 / 73 carro 31 que detecta a velocidade do carro 3 e o fio condutor de detecção de quebra 61 que detecta uma quebra no cabo principal 4 são eletricamente conectados na parte de saída 62 e, quando o cabo principal 4 se quebra, o sinal de atuação é alimentado da parte de saída 62 ao dispositivo de segurança 33. Detectando-se assim a velocidade do carro 3 detectando-se uma quebra no cabo principal 4, a frenagem pode ser de forma mais confiável aplicada a um carro 3 que está descendo a uma velocidade anormal.
[0083] Embora no exemplo apresentado o método de detecção da presença ou ausência de uma corrente elétrica passando pelo fio condutor de detecção de quebra 61, que passa através do cabo principal 4, seja empregado como o meio de detecção de quebra do cabo, é também possível empregar um método, por exemplo, de medir mudanças na tensão do cabo principal 4. Neste caso, um instrumento de medição de tensão é instalado na fixação do cabo.
Modalidade 5 [0084] Figura 10 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 5 da presente invenção. Referindo-se à Figura 10, é provido um sensor de posição do carro 65 no poço do elevador 1 que serve como meio de detecção da posição do carro para detectar a posição do carro 3. O sensor de posição do carro 65 e o sensor de velocidade do carro 31 são eletricamente conectados a uma parte de saída 66 montada no painel de controle 13. A parte de saída 66 tem uma parte de memória 67 que armazena um padrão de controle contendo informação a respeito da posição, velocidade, aceleração/desaceleração, paradas nos pisos, etc., do carro 3 durante operação normal. As entradas na parte de saída 66 são um sinal de detecção da velocidade proveniente do sensor de velocidade do carro 31 e um sinal de posição do carro proveniente do sensor de posição do carro 65.
[0085] A parte de saída 66 é conectada ao dispositivo de segurança 33 através da rede elétrica de parada de emergência 17. A parte de saída 66
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 27/87 / 73 compara a velocidade e posição (valores medidos reais) do carro 3 com base no sinal de detecção de velocidade e o sinal de posição do carro com a velocidade e posição (valores estabelecidos) do carro 3 com base no padrão de controle armazenado na parte da memória 67. A parte da saída 66 emite um sinal de atuação ao dispositivo de segurança 33, quando o desvio entre os valores medidos reais e os valores estabelecidos excede um pré-determinado limiar. Aqui, o dito limiar pré-determinado se refere a desvio mínimo entre os valores de medição reais e os valores estabelecidos exigidos para levar o carro 3 para uma parada através de uma frenagem normal sem o carro 3 colidir com uma parte extrema do poço do elevador. Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da modalidade 2.
[0086] No aparelho elevador supra descrito, a parte de saída 66 emite um sinal de atuação, quando o desvio dentre os valores da medição reais de cada um do sensor de velocidade do carro 31 e do sensor de posição do carro 65 e os valores estabelecidos com base no padrão de controle exceder o limiar predeterminado, possibilitando impedir colisão do carro 3 na parte extrema do poço do elevador 1.
Modalidade 6 [0087] Figura 11 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 6 da presente invenção. Referindo-se à Figura 11, estão arranjados dentro do poço do elevador 1 um carro superior 71 que é um primeiro carro e um carro inferior 72 que é um segundo carro localizado abaixo do carro superior 71. O carro superior 71 e o carro inferior 72 são guiados pelo trilho-guia do carro 2 à medida que eles sobem e descem no poço do elevador 1. Instaladas na parte extrema superior do poço do elevador 1 estão uma primeira máquina de içamento (não mostrada) para levantar e abaixar o carro superior 71 e um contrapeso do carro superior (não mostrado), e uma segunda máquina de içamento (não mostrada) para levantar e abaixar o carro inferior 72 e um contrapeso do carro inferior (não mostrado).
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Um primeiro cabo principal (não mostrado) é enrolado na roldana motriz da segunda máquina de içamento, e um segundo cabo principal (não mostrado) é enrolado na roldana motriz da segunda máquina de içamento. O carro superior 71 e o contrapeso do carro superior são suspensos pelo primeiro cabo principal, e o carro inferior 72 é o contrapeso do carro inferior são suspensos pelo segundo cabo principal.
[0088] No poço do elevador 1 são providos um sensor de velocidade do carro superior 73 e um sensor de velocidade do carro inferior 74, respectivamente, que servem como meio de detecção da vedação externa do carro para detectar a velocidade do carro superior 71 e a velocidade do carro inferior 72. Também provido no poço do elevador 1 estão um sensor de posição do carro superior 75 e um sensor de posição do carro inferior 76, respectivamente, que servem como meio de detecção da posição do carro para detectar a posição do carro superior 71 e a posição do carro inferior 72.
[0089] Deve-se notar que o meio de detecção da posição do carro inclui o sensor de velocidade do carro superior 73, o sensor de velocidade do carro inferior 74, o sensor de posição do carro superior 75 e o sensor de posição do carro inferior 76.
[0090] Montados no lado de baixo do carro superior 71 estão dispositivos de segurança do carro superior 77 que servem como mecanismo de freio da mesma construção dos dispositivos de segurança 33 usados na modalidade 2. Montados no lado de baixo do carro inferior 72 estão dispositivos de segurança do carro inferior 78 que servem como mecanismo de freio da mesma construção dos dispositivos de segurança do carro superior 77.
[0091] Uma parte de saída 79 é montada dentro do painel de controle
13. O sensor de velocidade do carro superior 73, o sensor de velocidade do carro inferior 74, o sensor de posição do carro superior 75 e o sensor de posição do carro inferior 76 são eletricamente conectados na parte de saída
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79. Adicionalmente, a bateria 12 é conectada na parte de saída 79 através do cabo de fonte de alimentação 14. O sinal de detecção da velocidade do carro superior proveniente do sensor de velocidade do carro superior 73, um sinal de detecção da velocidade do carro inferior proveniente do sensor de velocidade do carro inferior 74, um sinal de detecção da posição do carro superior proveniente do sensor de posição do carro superior 75 e um sinal de detecção da posição do carro inferior proveniente do sensor de posição do carro inferior 76 são alimentados na parte de saída 79. Ou seja, informação proveniente do meio de detecção da operação do carro é alimentada no dispositivo de saída 79.
[0092] A parte de saída 79 é conectada ao dispositivo de segurança do carro superior 77 e o dispositivo de segurança do carro inferior 78 através da rede elétrica de parada de emergência 17. Adicionalmente, com base na informação proveniente do meio de detecção de operação do carro, a parte da saída 79 prevê se o carro superior 71 ou o carro inferior 72 colidirão ou não com a parte extrema do poço do elevador 1 e se ocorrerá ou não colisão entre o carro superior 71 e o carro inferior 72; quando for previsto que tal colisão ocorrerá, a parte da saída 79 emite um sinal de atuação para cada um dos dispositivos de segurança do carro superior 77 e dos dispositivos de segurança do carro inferior 78. Os dispositivos de segurança do carro superior 77 e os dispositivos de segurança do carro inferior 78 são cada qual atuados mediante entrada deste sinal de atuação.
[0093] Deve-se notar que uma parte de monitoramento inclui o meio de detecção de operação do carro e da parte de saída 79. Os estados de funcionamento do carro superior 71 e do carro inferior 72 são monitorados pela parte de monitoramento. Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da modalidade 2.
[0094] A seguir, a operação é descrita. Quando alimentada com a informação proveniente do meio de detecção de operação do carro, a parte da
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 30/87 / 73 saída 79 prevê se o carro superior 71 e o carro inferior 72 colidirão ou não com a parte extrema do poço do elevador 1, e se ocorrerá ou não colisão entre o carro superior e o carro inferior 72. Por exemplo, quando a parte de saída 79 prever que ocorrerá colisão entre o carro superior 71 e o carro inferior 72 por causa de uma quebra no primeiro cabo principal que suspende o carro superior 71, a parte da saída 79 emite um sinal de atuação para cada um dos dispositivos de segurança do carro superior 77 e dos dispositivos de segurança do carro inferior 78. Os dispositivos de segurança do carro superior 77 e os dispositivos de segurança do carro inferior 78 são assim atuados, freando o carro superior 71 e o carro inferior 72.
[0095] No aparelho elevador supra descrito, a parte de monitoramento tem o meio de detecção de operação do carro para detectar os movimentos reais do carro superior 71 e do carro inferior 72 à medida que eles sobem e descem no mesmo poço do elevador 1, e a parte da saída 79 que prevê se ocorrerá ou não colisão entre o carro superior 71 e o carro inferior 72 com base na informação proveniente do meio de detecção de operação do carro e, quando for previsto que ocorrerá a colisão, emite o sinal de atuação para cada um dos dispositivos de segurança do carro superior 77 e dos dispositivos de emergência do carro inferior 78. Dessa maneira, mesmo quando as respectivas velocidades do carro superior 71 e do carro inferior 72 não atingirem a sobrevelocidade estabelecida, os dispositivos de segurança do carro superior 77 e os dispositivos de emergência do carro inferior 78 podem ser atuados, quando for previsto que ocorrerá colisão entre o carro superior 71 e o carro inferior 72, possibilitando assim evitar uma colisão entre o carro superior 71 e o carro inferior 72.
[0096] Adicionalmente, o meio de detecção da operação do carro tem um sensor de velocidade do carro superior 73, o sensor de velocidade do carro inferior 74, o sensor de posição do carro superior 75 e o sensor de posição do carro inferior 76, os movimentos reais do carro superior 71 e do carro inferior
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 31/87 / 73 podem ser facilmente detectados por meio de uma construção simples. [0097] Embora no exemplo supra descrito a parte da saída 79 esteja montada dentro do painel de controle 13, a parte da saída 79 pode ser montada tanto no carro superior 71 como no carro inferior 72. Neste caso, conforme mostrado na Figura 12, o sensor de velocidade do carro superior 73, o sensor de velocidade do carro inferior 74, o sensor de posição do carro superior 75 e o sensor de posição do carro inferior 76 são eletricamente conectados em cada uma das partes de saída 79 montadas no carro superior 71 e no carro inferior 72.
[0098] Embora no exemplo supra descrito as partes da saída 79 deem saída ao sinal de atuação para cada um dos dispositivos de segurança do carro superior 77 e os dispositivos de segurança do carro inferior 78, a parte da saída 79 pode de acordo com a informação proveniente do meio de detecção de operação do carro, emitir no sinal de atuação somente para um do dispositivo de segurança do carro superior 77 e o dispositivo de segurança do carro inferior 78. Neste caso, além de prever se ocorrerá ou não a colisão entre o carro superior 71 e o carro inferior 72, as partes da saída 79 também determinam a presença de uma anormalidade nos respectivos movimentos do carro superior 71 e do carro inferior 72. O sinal de atuação é alimentado de uma parte de saída 79 apenas ao dispositivo de segurança montado no carro que está se movendo de forma anormal.
Modalidade 7 [0099] Figura 13 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 7 da presente invenção. Referindo-se à Figura 13, uma parte de saída do carro superior 81 que serve como uma parte da saída é montada no carro superior 71, e uma parte da saída do carro inferior 82 que serve como uma parte de saída é montada no carro inferior 72. O sensor de velocidade do carro superior 73, o sensor de posição do carro superior 75 e o sensor de posição do carro inferior 76 são eletricamente
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 32/87 / 73 conectados na parte de saída do carro superior 81. O sensor de velocidade do carro inferior 74, o sinal de parada do carro inferior 76 e o sinal de parada do carro superior 75 são eletricamente conectados na parte da saída do carro inferior 82.
[00100] A parte da saída do carro superior 81 é eletricamente conectada nos dispositivos de segurança do carro superior 77 através de uma rede elétrica de parada de emergência 83 que serve como mecanismo de transmissão instalado no carro superior 71. Adicionalmente, a parte da saída do carro superior 81 prevê, com base na informação (doravante referida como “informação de detecção do carro superior” nesta modalidade) proveniente do sensor de velocidade do carro superior 73, do sensor de posição do carro superior 75 e do sensor de posição do carro inferior 76, se o carro superior 71 colidirá ou não com o carro inferior 72, e emite um sinal de atuação para os dispositivos de segurança do carro superior 77 mediante previsão de que ocorrerá uma colisão. Adicionalmente, quando alimentada com informação de detecção do carro superior, a parte da saída do carro superior 81 prevê se o carro superior 71 colidirá ou não com o carro inferior 72 supondo que o carro inferior 72 está correndo em direção ao carro superior 71 na sua máxima velocidade operacional normal.
[00101] A parte da saída do carro inferior 82 é eletricamente conectada nos dispositivos de segurança do carro inferior 78 através de uma rede elétrica de parada de emergência do carro inferior 84 que serve como mecanismo de transmissão instalado no carro inferior 72. Adicionalmente, a parte da saída do carro inferior 82 prevê, com base na informação (doravante referida como “informação de detecção do carro inferior” nesta modalidade) proveniente do sensor de velocidade do carro inferior 74, do sensor de posição do carro inferior 76 e do sensor de posição do carro superior 75, do sensor de posição do carro inferior 76 e do sensor de posição do carro superior 75, se o carro inferior 72 colidirá ou não com o carro superior 71, e emite um sinal de
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 33/87 / 73 atuação para os dispositivos de segurança do carro inferior 78 mediante previsão de que ocorrerá uma colisão. Adicionalmente, quando alimentada com informação de detecção do carro inferior, a parte da saída do carro inferior 82 prevê se o carro inferior 72 colidirá ou não com o carro superior 71 supondo-se que o carro superior 71 está correndo em direção ao carro inferior 72 na sua máxima velocidade operacional normal.
[00102] Normalmente, as operações do carro superior 71 e do carro inferior 72 são controladas de maneira tal que eles fiquem suficientemente espaçados um do outro, de maneira tal que os dispositivos de segurança do carro superior 77 e os dispositivos de segurança do carro inferior 78 não atuem. Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da modalidade 6.
[00103] A seguir, é descrita a operação. Por exemplo, quando, por causa de uma quebra no primeiro cabo principal que suspende o carro superior 71, o carro superior 71 cair em direção ao carro inferior 72, a parte da saída do carro superior 81 e a parte da saída do carro inferior 82, ambas preveem o impedimento da colisão entre o carro superior 71 e o carro inferior 72. Em decorrência disto, a parte da saída do carro superior 81 e a parte da saída do carro inferior 82, cada qual emite um sinal de atuação para os dispositivos de segurança do carro superior 77 e para os dispositivos de segurança do carro inferior 78, respectivamente. Isto atua os dispositivos de segurança do carro superior 77 e os dispositivos de segurança do carro inferior 78, freando assim o carro superior 71 e o carro inferior 72.
[00104] Além de proporcionar os mesmos efeitos da modalidade 6, o aparelho elevador supra descrito, em que o sensor de velocidade do carro superior 73 é eletricamente conectado apenas na parte de saída do carro superior 81 e o sensor de velocidade do carro inferior 74 é eletricamente conectado apenas na partes de saída do carro inferior 82, elimina a necessidade de prover fiação elétrica entre o sensor de velocidade do carro
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 34/87 / 73 superior 73 e a parte de saída do carro inferior 82 e entre o sensor de velocidade do carro inferior 74 e a parte de saída do carro superior 81, possibilitando simplificar a instalação da fiação elétrica.
Modalidade 8 [00105] Figura 14 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 8 da presente invenção. Referindo-se à Figura 14, está montado no carro superior 71 e no carro inferior 72 um sensor de distância entre carros 91 que serve como um meio de detecção da distância entre carros para detectar a distância entre o carro superior 71 e carro inferior 72. O sensor de distância entre carros 91 inclui uma parte de irradiação laser montada no carro superior 71 e uma parte de reflexão montada no carro inferior 72. Distância entre o carro superior 71 e carro inferior 72 é obtida pelo sensor de distância entre carros 91 com base no tempo de alternação da luz laser entre a parte de irradiação laser e a parte de reflexão.
[00106] Sensor de velocidade do carro superior 73, sensor de velocidade do carro inferior 74, sensor de posição do carro superior 75 e sensor de distância entre carros 91 são eletricamente conectados na parte de saída do carro superior 81. O sensor de velocidade do carro superior 73, sensor de velocidade do carro inferior 74, sensor de posição do carro inferior 76 e o sensor de distância entre carros 91 são eletricamente conectados na parte de saída do carro inferior 82. [00107] Aquela parte da saída do carro superior 81 prevê, com base na informação (doravante citada como “informação de detecção do carro superior” nesta modalidade) proveniente do sensor de velocidade do carro superior 73, do sensor de velocidade do carro inferior 74, do sensor de posição do carro superior 75 e do sensor de distância entre carros 91, se o dito carro superior 71 colidirá ou não com o carro inferior 72, e emite um sinal de atuação para os dispositivos de segurança do carro superior 77, mediante previsão de que uma colisão ocorrerá.
[00108] Aquela parte da saída do carro inferior 82 prevê, com base na
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 35/87 / 73 informação (doravante citada como “informação de detecção do carro inferior” nesta modalidade) proveniente do sensor de velocidade do carro superior 73, do sensor de velocidade do carro inferior 74, do sensor de posição do carro inferior 76 e do sensor de distância entre carros 91, se o dito carro inferior 72 colidirá ou não com o carro superior 71, e emite um sinal de atuação para os dispositivos de segurança do carro inferior 78, mediante previsão de que uma colisão ocorrerá. Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da modalidade 7.
[00109] No aparelho supra descrito, a parte de saída 79 prevê se ocorrerá ou não uma colisão entre o carro superior 71 e o carro inferior 72 com base na informação proveniente do sensor de distância entre carros 91, possibilitando predizer com maior confiabilidade se ocorrerá ou não colisão entre o carro superior 71 e o carro inferior 72.
[00110] Deve-se notar que o sensor de fechamento da porta 58 da modalidade 3 pode ser aplicado no aparelho elevador descrito nas modalidades 6 a 8, de maneira tal que a parte de saída seja alimentada com o sinal de detecção aberto/fechado. É também possível aplicar o fio condutor de detecção de quebra 61 da modalidade 4 aqui de maneira que a parte de saída seja alimentada com o sinal de quebra do cabo.
[00111] Ainda que a parte de acionamento nas modalidades 2 a 8 supra descritas seja acionada utilizando-se a força de repulsão eletromagnética ou a força de atração eletromagnética entre a primeira parte eletromagnética 49 e a segunda parte eletromagnética 50, a parte de acionamento pode ser acionada utilizando-se, por exemplo, uma corrente parasita gerada em uma chapa de repulsão condutora. Neste caso, conforme mostrado na Figura 15, uma corrente pulsada é suprida como um sinal de atuação ao eletroímã 48, e a parte móvel 40 é deslocada através da interação entre uma corrente parasita gerada em uma chapa de repulsão 51 fixa na parte móvel 40 e o campo eletromagnético do eletroímã 48.
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 36/87 / 73 [00112] Embora nas modalidades 2 a 8 supra descritas o meio de detecção da velocidade do carro seja provido no poço do elevador 1, ele pode também ser montado no carro. Neste caso, o sinal de detecção da velocidade proveniente do meio de detecção da velocidade do carro é transmitido à parte de saída através do cabo de controle.
Modalidade 9 [00113] Figura 16 é uma vista plana que mostra um dispositivo de segurança de acordo com a modalidade 9 da presente invenção. Aqui, o dispositivo de segurança 155 tem uma cunha 34, uma parte do atuador 156 conectada a uma parte inferior da cunha 34, e uma parte de guia 36 arranjada acima da cunha 34 e fixa no carro 3. A parte do atuador 156 é móvel verticalmente em relação à parte de guia 36 juntamente com a cunha 34. [00114] A parte do atuador 156 tem um par de partes de contato 157 capaz de se mover a favor e contra a posição de contato com o trilho-guia do carro 2, um par de elemento de articulação 158a, 158b, cada qual conectado a uma das partes de contato 157, um mecanismo de atuação 159 para deslocar o elemento de articulação 158a em relação ao outro elemento de articulação 158b, de maneira tal que as respectivas partes de contato 157 se movam a favor e contra a posição de contato com o trilho-guia do carro 2, e uma parte de suporte 160 que suporta as partes de contato 157, os elementos de articulação 158a, 158b, e o mecanismo de atuação 159. Um eixo horizontal 170, que atravessa a cunha 34, é fixo na parte de suporte 160. A cunha 34 é capaz de deslocamento alternado na direção horizontal em relação ao eixo horizontal 170.
[00115] Os elementos de articulação 158a, 158b se cruzam em uma parte entre uma extremidade até a sua outra parte extrema. Adicionalmente, é provido na parte de suporte 160 um elemento de conexão 161 que conecta a pivô o elemento de articulação 158a, 158b entre si na parte onde os elementos de articulação 158a, 158b se cruzam. Adicionalmente, o elemento de
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 37/87 / 73 articulação 158a é provido de maneira a ser pivotável em relação ao outro elemento de articulação 158b em torno do elemento de conexão 161.
[00116] Como as respectivas outras partes de extremidade do elemento de articulação 158a, 158b são deslocadas de maneira a ser aproximarem uma da outra, cada parte de contato 157 é deslocada para contato com o trilho-guia do carro 2. Similarmente, à medida que as respectivas outras partes de extremidade do elemento de articulação 158a, 158b são deslocadas de maneira a se separarem uma da outra, cada parte de contato 157 é deslocada para fora do trilho-guia do carro 2.
[00117] O mecanismo de atuação 159 fica arranjado entre as respectivas outras partes de extremidade dos elementos de articulação 158a, 158b. Adicionalmente, o mecanismo de atuação 159 é suportado por cada um dos elementos de articulação 158a, 158b. Adicionalmente, o mecanismo de atuação 159 inclui uma parte móvel tipo haste 162 conectada no elemento de articulação 158a, e uma parte de acionamento 163 fixa no outro elemento de articulação 158b e adaptada para deslocar a parte móvel 162 de uma maneira alternada. O mecanismo de atuação 159 é pivotável em torno do elemento de conexão 161 juntamente com os elementos de articulação 158a, 158b.
[00118] A parte móvel 162 tem um núcleo de ferro móvel 164 acomodado dentro da parte de acionamento 163, e uma haste de conexão 165 que conecta o núcleo de ferro móvel 164 e o elemento de articulação 158b um no outro. Adicionalmente, a parte móvel 162 tem capacidade de deslocamento alternado entre uma posição de contato, onde as partes de contato 157 entram em contato com o trilho-guia do carro 2, e uma posição separada, onde as partes de contato 157 são separadas do contato com o trilho-guia do carro 2. [00119] A parte de acionamento 163 tem um núcleo de ferro estacionário 166 que inclui um par de partes de regulagem 166a e 166b que regulam o deslocamento do núcleo de ferro móvel 164 e uma parte de parede lateral 166c que conecta os elementos de regulagem 166a, 166b entre si e,
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 38/87 / 73 envolvendo o núcleo de ferro móvel 164, uma primeira bobina 167 que é acomodada dentro do núcleo de ferro estacionário 166 e que, quando suprido com corrente elétrica, faz com que o núcleo de ferro móvel 164 seja deslocado para contato com a parte de regulagem 166a, uma segunda bobina 168 que é acomodada dentro do núcleo de ferro estacionário 166 e que, quando suprido com corrente elétrica, faz com que o núcleo de ferro móvel 164 seja deslocado para contato com a outra parte de regulagem 166b, e um ímã permanente anular 169 arranjado entre a primeira bobina 167 e a segunda bobina 168.
[00120] O elemento de regulagem 166a fica arranjado de forma tal que o núcleo de ferro móvel 164 se justaponha no elemento de regulagem 166a quando a parte móvel 162 estiver na posição separada. Adicionalmente, o outro elemento de regulagem 166b fica arranjado de forma tal que o núcleo de ferro móvel 164 se justaponha no elemento de regulagem 166b quando a parte móvel 162 estiver na posição de contato.
[00121] A primeira bobina 167 e a segunda bobina 168 são eletroímãs anulares que envolvem a parte móvel 162. Adicionalmente, a primeira bobina 167 fica arranjada entre o ímã permanente 169 e a parte de regulagem 166a, e a segunda bobina 168 fica arranjada entre o ímã permanente 169 e a outra parte de regulagem 166b.
[00122] Com o núcleo de ferro móvel 164 se justapondo na parte de regulagem 166a, existe um espaço que serve como uma resistência magnética entre o núcleo de ferro móvel 164 e o outro elemento de regulagem 166b, em decorrência do que a quantidade de fluxo magnético gerado pelo ímã permanente 169 fica maior no lado da primeira bobina 167 do que no lado da segunda bobina 168. Assim, o núcleo de ferro móvel 164 é retido na posição enquanto ainda se justapõe ao outro elemento de regulagem 166b.
[00123] Energia elétrica que serve como um sinal de atuação proveniente da parte de saída 32 pode ser alimentada na segunda bobina 168.
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Quando alimentada com o sinal de atuação, a segunda bobina 168 gera um fluxo magnético que age contra a força que mantém o núcleo de ferro móvel 164 em justaposição com a parte de regulagem 166a. Adicionalmente, energia elétrica que serve como um sinal de recuperação proveniente da parte de saída 32 pode ser alimentado na primeira bobina 167. Quando alimentada com o sinal de recuperação, a primeira bobina 167 gera um fluxo magnético que age contra a força que mantém o núcleo de ferro móvel 164 em justaposição com a outra parte de regulagem 166b.
[00124] Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da modalidade 2.
[00125] A seguir, é descrita a operação. Durante operação normal, a parte móvel 162 fica localizada na posição separada, com o núcleo de ferro móvel 164 sendo mantido em justaposição com a parte de regulagem 166a pela força de retenção do ímã permanente 169. Com o núcleo de ferro móvel 164 se justapondo à parte de regulagem 166a, a cunha 34 é mantida em um espaçamento da parte de guia 36 e separada do trilho-guia do carro 2.
[00126] Em seguida, como na modalidade 2, emitindo um sinal de atuação para cada dispositivo de segurança 155 proveniente da parte de saída 32, corrente elétrica é suprida à segunda bobina 168. Isto gera um fluxo magnético em torno da segunda bobina 168, que faz com que o núcleo de ferro móvel 164 seja deslocado em direção à outra parte de regulagem 166b, ou seja, da posição separada para a posição de contato. Quando isto acontece, as partes de contato 157 são deslocadas de maneira a se aproximarem uma da outra, entrando em contato com o trilho-guia do carro 2. A frenagem é assim aplicada na cunha 34 e na parte do atuador 155.
[00127] Em seguida, a parte de guia 36 continua sua descida, aproximando-se assim da cunha 34 e da parte do atuador 155. Em decorrência disto, a cunha 34 é guiada ao longo da superfície inclinada 44, fazendo com que o trilho-guia do carro 2 seja mantido entre a cunha 34 e a superfície de
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 40/87 / 73 contato 45. Em seguida, o carro 3 é freado através de operações idênticas às da modalidade 2.
[00128] Durante a fase de recuperação, um sinal de recuperação é transmitido da parte de saída 32 à primeira bobina 167. Em decorrência disto, um fluxo magnético é gerado em torno da primeira bobina 167, fazendo com que o núcleo de ferro móvel 164 seja deslocado da posição de contato para a posição separada. Em seguida, o contato de pressão da cunha 34 na superfície de contato 45 com o trilho-guia do carro 2 é liberado da mesma maneira que na modalidade 2.
[00129] No aparelho elevador supra descrito, o mecanismo de atuação 159 faz com que o par de partes de contato 157 seja deslocado através da intermediação dos elementos de articulação 158a, 158b, por meio do que, além dos mesmos efeitos da modalidade 2, é possível reduzir o número de mecanismos de atuação 159 exigidos para deslocar o par de partes de contato 157.
Modalidade 10 [00130] Figura 17 é uma vista lateral parcialmente recortada que mostra um dispositivo de segurança de acordo com a modalidade 10 desta invenção. Referindo-se à Figura 17, um dispositivo de segurança 175 tem uma cunha 34, uma parte do atuador 175 conectada a uma parte inferior da cunha 34, e uma parte de guia 36 arranjada acima da cunha 34 e fixa no carro 3.
[00131] A parte do atuador 176 tem um mecanismo de atuação 159 construído da mesma maneira que na modalidade 9, e um elemento de articulação 177 deslocável através do deslocamento da parte móvel 162 do mecanismo de atuação 159.
[00132] O mecanismo de atuação 159 é fixo em uma parte inferior do carro 3 de maneira a permitir o deslocamento alternado da parte móvel 162 na direção horizontal em relação ao carro 3. O elemento de articulação 177 é provido a pivô para um eixo estacionário 180 fixo em uma parte inferior do
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 41/87 / 73 carro 3. O eixo estacionário 180 fica arranjado abaixo do mecanismo de atuação 159.
[00133] O elemento de articulação 177 apresenta uma primeira parte de articulação 178 e uma segunda parte de articulação 179 que se estendem em direções diferentes do eixo estacionário 180 consideradas como o ponto de partida. Configuração geral do elemento de articulação 177 é substancialmente uma forma deitada com a face para baixo. Ou seja, segunda parte de articulação 179 é fixa na primeira parte de articulação 178, e primeira parte de articulação 178 e segunda parte de articulação 179 são integralmente pivotáveis em torno do eixo estacionário 180.
[00134] O comprimento da primeira parte de articulação 178 é maior do que o da segunda parte de articulação 179. Adicionalmente, um furo alongado 182 é provido na parte da extremidade distal da primeira parte de articulação 178. Um pino corrediço 183, que atravessa de forma deslizante o furo alongado 182, é fixo em uma parte inferior da cunha 34. Ou seja, a cunha 34 é conectada deslizavelmente na parte da extremidade distal da primeira parte de articulação 178. A parte da extremidade distal da parte móvel 162 é conectada a pivô na parte da extremidade distal da segunda parte de articulação 179 através da intermediação de um pino de conexão 181.
[00135] O elemento de articulação 177 tem capacidade de movimento alternado entre uma posição separada, onde ele mantém a cunha 34 separada e abaixo da parte de guia 36, e uma posição de atuação, onde ele faz com que a cunha 34 se acunhe entre o trilho-guia do carro e a parte de guia 36. Tal parte móvel 162 se projeta a partir da parte de acionamento 163, quando elemento de articulação 177 estiver na posição separada e se retrai até a parte de acionamento 163, quando o elemento de articulação estiver na posição de atuação.
[00136] A seguir, é descrita a operação. Durante operação normal, o elemento de articulação 177 fica localizado na posição separada por causa do movimento de retração da parte móvel 162 para a parte de acionamento 163.
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Neste momento, a cunha 34 é mantida em um espaçamento da parte de guia 36 e separada do trilho-guia do carro.
[00137] Em seguida, da mesma maneira que na modalidade 2, um sinal de atuação é alimentado da parte de saída 32 a cada dispositivo de segurança 175, fazendo com que a parte móvel 162 avance. Em decorrência disto, o elemento de articulação 177 é pivotado em torno do eixo estacionário 180 para deslocamento para a posição de atuação. Isto faz com que a cunha 34 entre em contato com a parte de guia 36 e o trilho-guia do carro, acunhandose entre a parte de guia 36 e o trilho-guia do carro. A frenagem é assim aplicada ao carro 3.
[00138] Durante a fase de recuperação, um sinal de recuperação é transmitido da parte de saída 32 a cada dispositivo de segurança 175, fazendo com que a parte móvel 162 seja impelida na direção de retração. O carro 3 é levantado neste estado, liberando assim o acunhamento da cunha 34 entre a parte de guia 36 e o trilho-guia do carro.
[00139] O aparelho elevador supra descrito também proporciona os mesmos efeitos da modalidade 2.
Modalidade 11 [00140] Figura 18 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 11 da presente invenção. Na Figura 18, uma máquina de içamento 101 servindo como um dispositivo de acionamento e um painel de controle 102 são providos em uma parte superior dentro do poço do elevador 1. O painel de controle 102 é eletricamente conectado na máquina de içamento 101 e controla a operação do elevador. A máquina de içamento 101 tem um corpo principal do dispositivo de acionamento 103 que inclui um motor e uma roldana motriz 104 rotacionada pelo corpo principal do dispositivo de acionamento 103. Uma pluralidade de cabos principais 4 é enrolada na roldana 104. A máquina de içamento 101 inclui adicionalmente uma roldana defletora 105 em torno da qual cada cabo principal 4 é enrolado,
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 43/87 / 73 e um dispositivo de freio da máquina de içamento (dispositivo de freio de desaceleração) 106 para frear a rotação da roldana motriz 104 para desacelerar o carro 3. O carro 3 e o contrapeso 107 são suspensos no poço do elevador 1 por meio dos cabos principais 4. O carro 3 e o contrapeso 107 são levantados e abaixados no poço do elevador 1 acionando-se a máquina de içamento 101.
[00141] O dispositivo de segurança 33, dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e o painel de controle 102 são eletricamente conectados a um dispositivo de monitoramento 108 que monitora constantemente o estado do elevador. Um sensor de posição do carro 109, um sensor de velocidade do carro 110 e um sensor de aceleração do carro 111 são também eletricamente conectados no dispositivo de monitoramento 108. O sensor de posição do carro 109, o sensor de velocidade do carro 110 e o sensor de aceleração do carro 111, respectivamente, servem como uma parte de detecção da posição do carro para detectar a velocidade do carro 3, uma parte de detecção da velocidade do carro para detectar a velocidade do carro 3 e uma parte de detecção da aceleração do carro para detectar a aceleração do carro 3. O sensor de posição do carro 109, o sensor de velocidade do carro 110 e o sensor de aceleração do carro 111 são providos no poço do elevador 1.
[00142] O meio de detecção 112 para detectar o estado do elevador inclui o sensor de posição do carro 109, o sensor de velocidade do carro 110 e o sensor de aceleração do carro 111. Qualquer dos seguintes pode ser usado para o sensor de posição do carro 109: um codificador que detecta a posição do carro 3 medindo a quantidade de rotação de um elemento rotativo que gira à medida que o carro 3 se move; um codificador linear que detecta a posição do carro 3 medindo a quantidade de deslocamento linear do carro 3; um dispositivo ótico de medição de deslocamento que inclui, por exemplo, um projeto e um fotodetector provido no poço do elevador 1 e uma chapa de reflexão provida no carro 3, e que detecta a posição do carro 3 medindo
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 44/87 / 73 quanto tempo leva para a luz projetada do projetor atingir o fotodetector. [00143] O dispositivo de monitoramento 108 inclui uma parte de memória 113 e uma parte de saída (parte de cálculo) 114. A parte da memória
113 armazena de antemão uma variedade (nesta modalidade, dois) de critérios de determinação de anormalidade (dados de ajuste) que servem como critérios para julgar se existe ou não uma anormalidade no elevador. A parte da saída
114 detecta se existe ou não uma anormalidade no elevador com base na informação proveniente do meio de detecção 112 e a parte da memória 113. Os dois tipos de critérios de determinação de anormalidade armazenados na parte da memória 113 nesta modalidade são critérios de determinação de anormalidade da velocidade do carro relacionados à velocidade do carro 3 e critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro relacionados à aceleração do carro 3.
[00144] Figura 19 é um gráfico que mostra os critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro armazenados na parte da memória 113 da Figura 18. A Figura 19, uma seção de subida/descida do carro 3 no poço do elevador 1 (uma seção entre um piso terminal e um outro piso terminal) inclui seções de aceleração/desaceleração e uma seção de velocidade constante entre as seções de aceleração/desaceleração. O carro 3 acelera/desacelera nas seções de aceleração/desaceleração localizadas respectivamente nas proximidades do piso terminal e do outro piso terminal. O carro 3 desloca a uma velocidade constante na seção de velocidade constante.
[00145] Os critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro têm três padrões de detecção cada qual associado com a posição do carro
3. Ou seja, um padrão de detecção de velocidade normal (nível normal) 115 que é a velocidade do carro 3 durante operação normal, um primeiro padrão de detecção de velocidade anormal (primeiro nível anormal) 116 que tem um valor maior do que o padrão de detecção de velocidade normal 115, e um segundo padrão de velocidade anormal (segundo nível anormal) 117 que tem
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 45/87 / 73 um valor maior do que o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 são estabelecidos, cada qual em associação com a posição do carro 3. [00146] O padrão de detecção de velocidade normal 115, o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116, e um segundo padrão de detecção de velocidade anormal 117 são estabelecidos de maneira a ter um valor constante na seção de velocidade constante, e para ter um valor que se torna continuamente menor em direção ao piso terminal em cada uma das seções de aceleração e desaceleração. A diferença no valor entre o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 e o padrão de detecção de velocidade normal 115, e a diferença no valor entre o segundo padrão de detecção de velocidade anormal 117 e o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116, são estabelecidos para ser substancialmente constantes em todos os locais na seção de subida/descida.
[00147] Figura 20 é um gráfico que mostra os critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro armazenados na parte da memória 113 da Figura 18. Na Figura 20, os critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro têm três padrões de detecção, cada qual associado com a posição do carro 3. Ou seja, um padrão de detecção de aceleração normal (nível normal) 118 que é a aceleração do carro 3 durante operação normal, um primeiro padrão de detecção de aceleração anormal (primeiro nível anormal) 119 tendo um valor maior do que o padrão de detecção de aceleração normal 118, e um segundo padrão de detecção de aceleração anormal (segundo nível anormal) 120 tendo um valor maior do que o primeiro padrão de detecção de aceleração anormal 119 são estabelecidos, cada qual em associação com a posição do carro 3.
[00148] O padrão de detecção de aceleração normal 118, o primeiro padrão de detecção de aceleração anormal 119, e o segundo padrão de detecção de aceleração anormal 120 são cada qual estabelecidos de maneira a ter um valor de zero na seção de velocidade constante, um valor positivo em
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 46/87 / 73 uma da seção de aceleração/desaceleração, e um valor negativo na outra seção de aceleração/desaceleração. A diferença no valor entre o primeiro padrão de detecção de aceleração anormal 119 e o padrão de detecção de aceleração normal 118, e a diferença no valor entre o segundo padrão de detecção de aceleração anormal 120 e o primeiro padrão de detecção de aceleração anormal 119, são estabelecidos para ser substancialmente constantes em todos os locais na seção de subida/descida.
[00149] Ou seja, parte da memória 113 armazena o padrão de detecção de velocidade normal 115, primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 e segundo padrão de detecção de velocidade anormal 117 como critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro, e armazena o padrão de detecção de aceleração normal 118, o primeiro padrão de detecção de aceleração anormal 119 e o segundo padrão de detecção de aceleração anormal 120 como os critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro.
[00150] O dispositivo de segurança 33, o painel de controle 102, o dispositivo de freio da máquina de içamento 106, o meio de detecção 112 e a parte da memória 113 são eletricamente conectados na parte de saída 114. Adicionalmente, um sinal de detecção de posição, um sinal de detecção de velocidade e um sinal de detecção de aceleração são alimentados na parte da saída 114 continuamente com o tempo provenientes do sensor de posição do carro 109, do sensor de velocidade do carro 110 e do sensor de aceleração do carro 111. A parte da saída 114 calcula a posição do carro 3 e a aceleração do carro 3 com base no sinal de detecção da velocidade alimentado. Tal parte da saída 114 também calcula a velocidade do carro 3 e a aceleração do carro 3 com base no sinal de detecção da velocidade alimentado e no sinal de detecção da aceleração alimentado, respectivamente, como uma variedade (neste exemplo, dois) de fatores de determinação de anormalidade.
[00151] A parte da saída 114 emite um sinal de atuação (sinal de disparo) para o dispositivo de freio da máquina de içamento 106 quando a
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 47/87 / 73 velocidade do carro 3 exceder o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116, ou quando a aceleração do carro 3 exceder o primeiro padrão de detecção de aceleração anormal 119. Ao mesmo tempo, a parte da saída 114 emite um sinal de parada ao painel de controle 102 para parar o acionamento da máquina de içamento 101. Quando a velocidade do carro 3 exceder o segundo padrão de detecção de velocidade anormal 117, ou quando a aceleração do carro 3 exceder o segundo padrão de detecção de aceleração anormal 120, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e ao dispositivo de segurança 33. Ou seja, a parte da saída 114 determina para qual mecanismo de freio se deve emitir os sinais de atuação de acordo com o grau de anormalidade na velocidade e na aceleração do carro 3.
[00152] Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da modalidade 2.
[00153] A seguir, é descrita a operação. Quando o sinal de detecção da posição, o sinal de detecção da velocidade e o sinal de detecção da aceleração são alimentados na parte da saída 114 proveniente do sensor de posição do carro 109, o sensor de velocidade do carro 110, o sensor de aceleração do carro 111, respectivamente, a parte da saída 114 calcula a posição, a velocidade e a aceleração do carro 3 com base nos respectivos sinais de detecção assim alimentados. Depois disso, a parte da saída 114 compara os critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro e os critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro obtidos da parte da memória 113 com a velocidade e a aceleração do carro 3 calculadas com base nos respectivos sinais de detecção alimentados. Por meio desta comparação, a parte da saída 114 detecta se existe ou não uma anormalidade tanto na velocidade como na aceleração do carro 3.
[00154] Durante operação, velocidade do carro 3 tem aproximadamente o mesmo valor do padrão de detecção de velocidade normal, e a aceleração do
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 48/87 / 73 carro 3 tem aproximadamente o mesmo valor do padrão de detecção de aceleração normal. Assim, a parte da saída 114 detecta se existe ou não anormalidade tanto na velocidade como na aceleração do carro 3, e a operação normal do elevador continua.
[00155] Quando, por exemplo, a velocidade do carro 3 aumentar de forma anormal e exceder o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 por algum motivo, a parte da saída 114 detecta que existe uma anormalidade na velocidade do carro 3. Então, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação e um sinal de parada ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e ao painel de controle 102, respectivamente. Em decorrência disto, a máquina de içamento 101 pára, e o dispositivo de freio da máquina de içamento 106 é operado para frear a rotação da roldana motriz 104.
[00156] Quando a aceleração do carro 3 aumentar de forma anormal e exceder o primeiro valor estabelecido de aceleração anormal 119, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação e um sinal de parada ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e ao painel de controle 102, respectivamente, freando assim a rotação da roldana motriz 104.
[00157] Se a velocidade do carro 3 continuar a aumentar após a atuação do dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e exceder o segundo valor estabelecido de velocidade anormal 117, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação ao dispositivo de segurança 33, emitindo ao mesmo tempo um sinal de atuação ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106. Assim, aquele dispositivo de segurança 33 é atuado e o carro 3 é freado pela mesma operação da modalidade 2.
[00158] Adicionalmente, quando a aceleração do carro 3 continuar a aumentar depois da atuação do dispositivo de freio da máquina de içamento 106, e exceder o segundo valor estabelecido de aceleração anormal 120, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação ao dispositivo de segurança 33 emitindo ao mesmo tempo o sinal de atuação ao dispositivo de freio da
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 49/87 / 73 máquina de içamento 106. Assim, o dispositivo de segurança 33 é atuado. [00159] Com um aparelho elevador desse tipo, o dispositivo de monitoramento 108 obtém a velocidade do carro 3 e a aceleração do carro 3 com base na informação proveniente do meio de detecção 112 para detectar o estado do elevador. Quando o dispositivo de monitoramento 108 julgar que existe uma anormalidade na velocidade obtida do carro 3, ou na aceleração obtida do carro 3, o dispositivo de monitoramento 108 emite um sinal de atuação a pelo menos um do dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e do dispositivo de segurança 33. Ou seja, é feito o julgamento da presença ou ausência de uma anormalidade pelo dispositivo de monitoramento 108 separadamente para uma variedade de fatores de determinação de anormalidade tais como a velocidade do carro e aceleração do carro. Dessa maneira, uma anormalidade no elevador pode ser detectada mais cedo e de forma mais confiável. Portanto, leva um menor tempo para que a força de frenagem no carro 3 seja gerada depois da ocorrência de uma anormalidade no elevador.
[00160] Adicionalmente, dispositivo de monitoramento 108 inclui parte da memória 113 que armazena critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro para julgar se há ou não uma anormalidade na velocidade do carro 3, e os critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro usados para julgar se existe ou não uma anormalidade na aceleração do carro 3. Portanto, é fácil mudar os critérios de julgamentos usados para julgar se há ou não uma anormalidade na velocidade e na aceleração do carro 3, respectivamente, permitindo fácil adaptação a mudanças de projeto no elevador ou similares.
[00161] Adicionalmente, os padrões seguintes são estabelecidos para os critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro: o padrão de detecção de velocidade normal 115, o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 tendo um valor maior do que o padrão de detecção
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 50/87 / 73 de velocidade normal 115, e o segundo padrão de detecção de velocidade anormal 117 tendo um valor maior do que o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116. Quando a velocidade do carro 3 exceder o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116, o dispositivo de monitoramento 108 emite um sinal de atuação ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e, quando a velocidade do carro 3 exceder o segundo padrão de detecção de velocidade anormal 117, o dispositivo de monitoramento 108 emite um sinal de atuação ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e ao dispositivo de segurança 33. Portanto, o carro 3 pode ser freado escalonadamente de acordo com o grau desta anormalidade na velocidade do carro 3. Em decorrência disto, a frequência de grandes impactos exercidos no carro 3 pode ser reduzida, e o carro 3 pode ser parado de forma mais confiável.
[00162] Adicionalmente, os padrões seguintes são estabelecidos para os critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro: o padrão de detecção de aceleração normal 118, o primeiro padrão de detecção de aceleração anormal 119 tendo um valor maior do que o padrão de detecção de aceleração normal 118, e o segundo padrão de detecção de aceleração anormal 120 tendo um valor maior do que o primeiro padrão de detecção de aceleração anormal 119. Quando a aceleração do carro 3 exceder o primeiro padrão de detecção de aceleração anormal 119, o dispositivo de monitoramento 108 emite um sinal de atuação ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e, quando a aceleração do carro 3 exceder o segundo padrão de detecção de aceleração anormal 120, o dispositivo de monitoramento 108 emite um sinal de atuação ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e ao dispositivo de segurança 33. Portanto, o carro 3 pode ser freado escalonadamente de acordo com o grau de uma anormalidade na aceleração do carro 3. Normalmente, uma anormalidade na aceleração do carro 3 ocorre antes de ocorrer uma anormalidade na
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 51/87 / 73 velocidade do carro 3. Em decorrência disto, a frequência de grandes impactos exercidos no carro 3 pode ser reduzida, e o carro 3 pode ser parado de forma mais confiável.
[00163] Adicionalmente, o padrão de detecção de velocidade normal 115, o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116, e o segundo padrão de detecção de velocidade anormal 117 são cada qual estabelecidos em associação com a posição do carro 3. Portanto, o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 e o segundo padrão de detecção de velocidade anormal 117 cada qual pode ser estabelecido em associação com o padrão de detecção de velocidade normal 115 em todos os locais na seção de subida/descida do carro 3. Nas seções de aceleração/desaceleração, em particular, o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 e o segundo padrão de detecção de velocidade anormal 117 cada qual são estabelecidos em um valor relativamente pequeno em virtude de o padrão de detecção de velocidade normal 115 ter um pequeno valor. Em decorrência disto, o impacto que age no carro 3 mediante frenagem pode ser atenuado. [00164] Deve-se notar que, no exemplo supra descrito, o sensor de velocidade do carro 110 é usado quando o monitor 108 obtém a velocidade do carro 3. Entretanto, em vez de usar o sensor de velocidade do carro 110, a velocidade do carro 3 pode ser obtida a partir da posição do carro 3 detectada pelo sensor de posição do carro 109. Ou seja, a velocidade do carro 3 pode ser obtida pela diferenciação da posição do carro 3 calculada usando o sinal de detecção da posição proveniente do sensor de posição do carro 109.
[00165] Adicionalmente, no exemplo como acima descrito, o sensor de aceleração do carro 111 é usado quando o monitor 108 obtém a aceleração do carro 3. Entretanto, em vez de usar o sensor de aceleração do carro 111, a aceleração do carro 3 pode ser obtida a partir da posição do carro 3 detectada pelo sensor de posição do carro 109. Ou seja, a aceleração do carro 3 pode ser obtida pela diferenciação, duas vezes, da posição do carro 3 calculada usando
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 52/87 / 73 o sinal de detecção da posição proveniente do sensor de posição do carro 109. [00166] Adicionalmente, no exemplo supra descrito, a parte da saída 114 determina para qual mecanismo de freio se deve emitir os sinais de atuação de acordo com o grau de anormalidade na velocidade e aceleração do carro 3 que constituem os fatores de determinação de anormalidade. Todavia, o mecanismo de freio ao qual sinais de atuação devem ser alimentados pode ser determinado de antemão para cada fator de determinação de anormalidade.
Modalidade 12 [00167] Figura 21 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 12 da presente invenção. Na Figura 21, uma pluralidade de botões de chamada do saguão 125 é provida no saguão de cada piso. Uma pluralidade de botões do piso de destino 126 é provida no carro 3. Um dispositivo de monitoramento 127 tem a parte da saída 114. Um dispositivo de geração de critérios de determinação de anormalidade 128 para gerar critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro e critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro é eletricamente conectado na parte da saída 114. O dispositivo de geração de critérios de determinação de anormalidade 128 é eletricamente conectado a cada botão de chamada do saguão 125 e cada botão do piso de destino 126. Um sinal de detecção de posição é alimentado no dispositivo de geração de critérios de determinação de anormalidade 128 proveniente do sensor de posição do carro 109 via a parte da saída 114.
[00168] O dispositivo de geração de critérios de determinação de anormalidade 128 inclui uma parte de memória 129 e uma parte de geração 130. A parte da memória 129 armazena uma pluralidade de critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro e uma pluralidade de critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro, que servem como critérios de julgamento anormal para todos os casos onde o carro 3 sobe e desce entre os pisos. A parte de geração 130 seleciona um critério de
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 53/87 / 73 determinação de anormalidade na velocidade do carro e um critério de determinação de anormalidade na aceleração do carro um por um a partir da parte da memória 129, e emite os critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro, bem como critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro para a parte da saída 114.
[00169] Cada critério de determinação de anormalidade na velocidade do carro tem três padrões de detecção, cada qual associado com a posição do carro 3, que são similares aos da Figura 19 da modalidade 11. Além disso, cada critério de determinação de anormalidade na aceleração do carro tem três padrões de detecção, cada qual associado com a posição do carro 3, que são similares aos da Figura 20 da modalidade 11.
[00170] A parte de geração 130 calcula uma posição de detecção do carro 3 com base na informação proveniente do sensor de posição do carro 109, e calcula um piso alvo do carro 3 com base na informação proveniente de pelo menos um dos botões de chamada do saguão 125 e dos botões do piso de destino 126. A parte de geração 130 seleciona um por um de um critério de determinação de anormalidade na velocidade do carro e um critério de determinação de anormalidade na aceleração do carro usados para um caso onde a posição de detecção calculada e o piso alvo são um ou o outro dos pisos terminais.
[00171] Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da modalidade 11.
[00172] A seguir, é descrita a operação. Um sinal de detecção da posição é alimentado constantemente na parte de geração 130 proveniente do sensor de posição do carro 109 via a parte da saída 114. Quando um passageiro ou semelhante seleciona qualquer um dos botões de chamada do saguão 125 ou dos botões do piso de destino 126 e um sinal de chamada é alimentado na parte de geração 130 pelo botão selecionado, a parte de geração 130 calcula uma posição de detecção e um piso alvo do carro 3 com base no
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 54/87 / 73 sinal de detecção da posição de entrada e no sinal de chamada de entrada, e seleciona um entre o critério de determinação de anormalidade na velocidade do carro e o critério de determinação de anormalidade na aceleração do carro. Depois disso, aquela parte de geração 130 emite o critério de determinação de anormalidade na velocidade do carro selecionado e o critério de determinação de anormalidade na aceleração do carro selecionado para a parte da saída 114. [00173] A parte da saída 114 detecta se há ou não uma anormalidade na velocidade e na aceleração do carro 3 da mesma maneira que na modalidade
11. Daí em diante, esta modalidade tem a mesma operação da modalidade 9. [00174] Com um aparelho elevador como esse, os critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro e critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro são gerados com base na informação proveniente de pelo menos um dos botões de chamada do saguão 125 e dos botões do piso de destino 126. Portanto, é possível gerar os critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro e os critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro correspondentes ao piso alvo. Em decorrência disto, o tempo que a força de frenagem no carro 3 leva para ser gerada depois da ocorrência de uma anormalidade no elevador pode ser reduzido mesmo quando um piso alvo diferente for selecionado.
[00175] Deve-se notar que no exemplo supra descrito a parte de geração 130 seleciona um entre o critério de determinação de anormalidade na velocidade do carro e o critério de determinação de anormalidade na aceleração do carro entre uma pluralidade de critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro e uma pluralidade de critérios de determinação de anormalidade na aceleração do carro na parte da memória 129. Entretanto, a parte de geração pode gerar diretamente um padrão de detecção de velocidade anormal e um padrão de detecção de aceleração anormal com base no padrão de velocidade normal e no padrão de aceleração
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 55/87 / 73 normal do carro 3 gerados pelo painel de controle 102.
Modalidade 13 [00176] Figura 22 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 13 da presente invenção. Neste exemplo, cada um dos cabos principais 4 é conectado a uma parte superior do carro 3 via um dispositivo de fixação do cabo 131 (Figura 23) O dispositivo de monitoramento 108 é montado em uma parte superior do carro 3. O sensor de posição do carro 109, sensor de velocidade do carro 110, e uma pluralidade de sensores do cabo 132 são eletricamente conectados na parte de saída 114. Os sensores do cabo 132 são providos no dispositivo de fixação do cabo 131, e cada qual serve como uma parte de detecção de quebra do cabo para detectar se ocorreu ou não uma quebra em qualquer um dos cabos 4. O meio de detecção 112 inclui um sensor de posição do carro 109, o sensor de velocidade do carro 110 e os sensores do cabo 132.
[00177] Sensores do cabo 132, cada qual, emite um sinal de detecção de quebra do cabo à parte da saída 114 quando os cabos principais 4 quebram. A parte da memória 113 armazena o critério de determinação de anormalidade na velocidade do carro similar à modalidade 11 mostrada na Figura 19, e um critério de determinação de anormalidade no cabo usado como uma referência para julgar se existe ou não uma anormalidade nos cabos principais 4.
[00178] Um primeiro nível anormal que indica um estado em que pelo menos um dos cabos principais 4 se quebrou, e um segundo nível anormal que indica um estado em que todos aqueles cabos principais 4 se quebraram são estabelecidos para os critérios de determinação de anormalidade do cabo. [00179] A parte da saída 114 calcula a posição do carro 3 com base no sinal de detecção da posição de entrada. A parte da saída 114 também calcula a velocidade do carro 3 e o estado dos cabos principais 4 com base no sinal de detecção da velocidade de entrada, respectivamente, como uma variedade (neste exemplo, dois) de fatores de determinação de anormalidade.
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 56/87 / 73 [00180] Parte da saída 114 emite um sinal de atuação (sinal de disparo) ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106, quando tal velocidade do carro 3 exceder o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 (ver Figura 19), ou quando pelo menos um dos cabos principais 4 se quebra. Quando a velocidade do carro 3 exceder o segundo padrão de detecção de velocidade anormal 117 (Figura 19), ou quando todos os cabos principais 4 se quebrarem, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação para o dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e para o dispositivo de segurança 33. Ou seja, a parte da saída 114 determina para qual mecanismo de freio se deve emitir os sinais de atuação de acordo com o grau de uma anormalidade na velocidade do carro 3 e o estado dos cabos principais 4.
[00181] Figura 23 é um diagrama que mostra o dispositivo de fixação do cabo 131 e os sensores do cabo 132 da Figura 22. Figura 24 é um diagrama que mostra um estado onde um dos cabos principais 4 da Figura 23 se quebrou. Nas Figuras 23 e 24, dispositivo de fixação do cabo 131 inclui uma pluralidade de partes de conexão do cabo 134 para conectar os cabos principais 4 no carro
3. As partes de conexão do cabo 134 incluem, cada qual, uma mola 133 provida entre o cabo principal 4 e o carro 3. A dita posição do carro 3 é deslocável em relação aos cabos principais 4 pela expansão e contração das molas 133. [00182] Os sensores do cabo 132 são providos cada qual para a parte de conexão do cabo 134. Os sensores do cabo 132 servem cada qual como um dispositivo de medição de deslocamento para medir a quantidade de expansão da mola 133. Cada sensor do cabo 132 emite, de maneira constante, um sinal de medição correspondente à quantidade de expansão da mola 133 à parte da saída 114. Um sinal de medição obtido quando a expansão da mola 133 que retorna para seu estado original tiver atingido uma quantidade predeterminada for alimentado na parte da saída 114 como um sinal de detecção de quebra. Deve-se notar que cada parte de conexão do cabo 134 pode ser provida com um dispositivo de balança que mede diretamente a tensão dos cabos principais
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4.
[00183] Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da modalidade 11.
[00184] A seguir, é descrita a operação. Quando o sinal de detecção da posição, o sinal de detecção da velocidade, e o sinal de detecção de quebra forem alimentados na parte da saída 114 proveniente do sensor de posição do carro 109, do sensor de velocidade do carro 110 e de cada sensor do cabo 131, respectivamente, a parte da saída 114 calcula a posição do carro 3, a velocidade do carro 3 e o número de cabos principias 4 que se quebraram com base nos respectivos sinais de detecção assim alimentados. Depois disso, a parte da saída 114 compara os critérios de determinação de anormalidade na velocidade do carro e os critérios de determinação de anormalidade do cabo obtidos a partir da parte da memória 113 com a velocidade do carro 3 e o número de cabos principais quebrados 4 calculados com base nos respectivos sinais de detecção alimentados. Por meio desta comparação, a parte da saída 114 detecta se há ou não uma anormalidade tanto na velocidade do carro 3 como no estado dos cabos principais 4.
[00185] Durante uma operação normal, a dita velocidade do carro 3 tem aproximadamente o mesmo valor do padrão de detecção de velocidade normal e o número de cabos principais quebrados 4 é zero. Assim, a parte da saída 114 detecta que não há anormalidade nem na velocidade do carro 3 nem no estado dos cabos principais 4, e a operação normal do elevador continua.
[00186] Quando, por exemplo, a velocidade do carro 3 anormalmente aumentar e exceder o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 (Figura 19) por algum motivo, a dita parte da saída 114 detecta que existe uma anormalidade na velocidade do carro 3. Então a parte da saída 114 emite um sinal de atuação e um sinal de parada ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e ao painel de controle 102, respectivamente. Como resultado, a máquina de içamento 101 é paralizado, e o dispositivo de freio da máquina de
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 58/87 / 73 içamento 106 é operado para frear a rotação da roldana motriz 104.
[00187] Adicionalmente, quando pelo menos um dos cabos principais 4 se quebrar, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação e um sinal de parada para o dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e o painel de controle 102, respectivamente, freando assim a rotação da roldana motriz 104. [00188] Se a velocidade do carro 3 continuar a aumentar depois da atuação do dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e exceder o segundo valor estabelecido de velocidade anormal 117 (Figura 19), a parte da saída 114 emite um sinal de atuação para o dispositivo de segurança 33, emitindo ainda o sinal de atuação para o dispositivo de freio da máquina de içamento 106. Assim, o dispositivo de segurança 33 é atuado e o carro 3 é freada pela mesma operação da modalidade 2.
[00189] Adicionalmente, se todos os cabos principais 4 se quebrarem depois da atuação do dispositivo de freio da máquina de içamento 106, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação para o dispositivo de segurança 33, emitindo ainda o sinal de atuação para o dispositivo de freio da máquina de içamento 106. Assim, o dispositivo de segurança 33 é atuado.
[00190] Com um aparelho elevador como esse, o dispositivo de monitoramento 108 obtém a velocidade do carro 3 e o estado dos cabos principais 4 com base na informação proveniente do meio de detecção 112 para detectar o estado do elevador. Quando o dispositivo de monitoramento 108 julgar que existe uma anormalidade na velocidade obtida do carro 3 ou no estado obtido dos cabos principais 4, o dispositivo de monitoramento 108 emite um sinal de atuação a pelo menos um do dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e do dispositivo de segurança 33. Isto significa que o número de alvos para detecção de anormalidade aumenta, permitindo a detecção de anormalidade não somente na velocidade do carro 3, mas também no estado dos cabos principais 4. Dessa maneira, uma anormalidade no elevador pode ser detectada mais cedo e de forma mais confiável. Portanto,
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 59/87 / 73 leva menos tempo para que a força de frenagem no carro 3 seja gerada depois da ocorrência de uma anormalidade no elevador.
[00191] Deve-se notar que no exemplo supra descrito o sensor do cabo 132 fica disposto no dispositivo de fixação do cabo 131 provido para o carro
3. Entretanto, o sensor do cabo 132 pode ficar disposto em um dispositivo de fixação do cabo provido para o contrapeso 107.
[00192] Outrossim, no exemplo supra descrito, a presente invenção é aplicada a um aparelho elevador do tipo em que o carro 3 e o contrapeso 107 são suspensos no poço do elevador 1 pela conexão de uma parte extrema e da outra parte extrema do cabo principal 4 no carro 3 e no contrapeso 107, respectivamente. Entretanto, a presente invenção pode também ser aplicada a um aparelho elevador do tipo em que o carro 3 e o contrapeso 107 são suspensos no poço do elevador 1 enrolando-se o cabo principal 4 em torno de uma roldana de suspensão do carro e uma roldana de suspensão do contrapeso, com uma parte extrema e a outra parte extrema do cabo principal 4 conectadas a estruturas arranjadas no poço do elevador 1. Neste caso, o sensor da corda fica disposto no dispositivo de fixação do cabo provido para as estruturas arranjadas no poço do elevador 1.
Modalidade 14 [00193] Figura 25 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 14 da presente invenção. Neste exemplo, um sensor do cabo 135 que serve como uma parte de detecção de quebra do cabo é constituído por fios condutores embutidos em cada um daqueles cabos principais 4. Cada um dos fios condutores estende-se na direção longitudinal do cabo 4. Ambas as partes de extremidade de cada fio condutor são eletricamente conectadas na parte da saída 114. Uma corrente fraca passa nos fios condutores. O corte da corrente que passa em cada um dos fios condutores é alimentada como um sinal de detecção de quebra do cabo na parte da saída 114.
[00194] Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 60/87 / 73 modalidade 13.
[00195] Com um aparelho elevador como esse, uma quebra em qualquer cabo principal 4 é detectada com base no corte do suprimento de corrente para qualquer fio condutor embutido nos cabos principais 4. Dessa maneira, quer o cabo tenha ou não quebrado é de forma mais confiável detectado sem ser afetado por uma mudança de tensão dos cabos principais 4 por causa da aceleração e desaceleração do carro 3.
Modalidade 15 [00196] Figura 26 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 15 da presente invenção. Na Figura 26, o sensor de posição do carro 109, o sensor de velocidade do carro 110 e o sensor da porta 140 são eletricamente conectados na parte da saída 114. O sensor da porta 140 serve como uma parte de detecção de entrada aberta/fechada para detectar abertura/fechamento da entrada do carro 26. O meio de detecção 112 inclui o sensor de posição do carro 109, o sensor de velocidade do carro 110 e o sensor da porta 140.
[00197] Sensor da porta 140 emite um sinal de detecção do fechamento da porta à parte da saída 114 quando a entrada do carro 26 estiver fechada. A parte da memória 113 armazena o critério de determinação de anormalidade na velocidade do carro similar à modalidade 11 mostrada na Figura 19, e um critério de determinação de anormalidade na entrada é empregado como uma referência para julgar se há ou não uma anormalidade no estado de abertura/ fechamento da entrada do carro 26. Se o carro sobe/desce enquanto a entrada do carro 26 não estiver fechada, o critério de determinação de anormalidade na entrada considera isto como um estado anormal.
[00198] A parte da saída 114 calcula a posição do carro 3 com base no sinal de detecção da posição de entrada. A parte da saída 114 também calcula a velocidade do carro 3 e o estado da entrada do carro 26 com base no sinal de detecção da velocidade alimentado e no sinal de detecção de fechamento da
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 61/87 / 73 porta alimentado, respectivamente, como uma variedade (neste exemplo, dois) de fatores de determinação de anormalidade.
[00199] A parte da saída 114 emite um sinal de atuação ao dispositivo de freio da máquina de içamento 104 se o carro subir/descer enquanto a entrada do carro 26 não estiver fechada, ou se a velocidade do carro 3 exceder o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 (Figura 19). Se a velocidade do carro 3 exceder o segundo padrão de detecção de velocidade anormal 117 (Figura 19), a parte da saída 114 emite um sinal de atuação ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e ao dispositivo de segurança 33.
[00200] Figura 27 é uma vista em perspectiva do carro 3 do sensor da porta 140 da Figura 26. A Figura 28 é uma vista em perspectiva que mostra um estado em que a entrada do carro 26 da Figura 27 está aberta. Nas Figuras 27 e 28, o sensor da porta 140 é provido em uma parte superior da saída da entrada do carro 26 e no centro da entrada do carro 26 em relação à direção da largura do carro 3. O sensor da porta 140 detecta o deslocamento de cada uma das portas do carro 28 para a posição fechada da porta, e emite o sinal de detecção do fechamento da porta à parte da saída 114.
[00201] Deve-se notar que um sensor do tipo contato, um sensor de proximidade, ou similares pode ser usado para o sensor da porta 140. O sensor do tipo contato detecta o fechamento das portas pelo seu contato com uma parte fixa presa em cada uma das portas do carro 28. O sensor de proximidade detecta o fechamento das portas sem contato com as portas do carro 28. Adicionalmente, um par de portas do saguão 142 para abrir/fechar a entrada do saguão 141 é provido na entrada do saguão 141. As portas do saguão 142 são encaixadas nas portas do carro 28 por meio de um dispositivo de encaixe (não mostrado) quando o carro 3 descansar em um piso do saguão, e são deslocadas juntamente com as portas do carro 28.
[00202] Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção da
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 62/87 / 73 modalidade 11.
[00203] A seguir, é descrita a operação. Quando o sinal de detecção da posição, o sinal de detecção da velocidade e o sinal de detecção de porta fechada forem alimentados na parte da saída 114 provenientes do sensor de posição do carro 109, do sensor de velocidade do carro 110 e do sensor da porta 140, respectivamente, a parte da saída 114 calcula a posição do carro 3, a velocidade do carro 3 e o estado da entrada do carro 26 com base nos respectivos sinais de detecção assim alimentados. Depois disso, a parte da saída 114 compara o critério de determinação de anormalidade na velocidade do carro e o critério de determinação de anormalidade do estado do dispositivo de acionamento obtidos da parte de memória 113 com a velocidade do carro 3 e o estado do carro das portas do carro 28 calculados com base nos respectivos sinais de detecção alimentados. Por meio desta comparação, a parte de saída 114 detecta se existe ou não uma anormalidade em qualquer um da velocidade do carro 3 e do estado da entrada do carro 26. [00204] Durante operação normal, a velocidade do carro 3 tem aproximadamente o mesmo valor que o padrão de detecção de velocidade normal, e a entrada do carro 26 é fechada enquanto o carro 3 sobe/desce. Assim, a parte da saída 114 detecta se não existe nenhuma anormalidade tanto na velocidade do carro 3 como no estado da entrada do carro 26, e a operação normal do elevador continua.
[00205] Quando, por exemplo, a velocidade do carro 3 aumentar anormalmente e exceder o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 (Figura 19) por algum motivo, a parte da saída 114 detecta que existe uma anormalidade na velocidade do carro 3. Então, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação e um sinal de parada ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e ao painel de controle 102, respectivamente. Em decorrência disto, a máquina de içamento 101 pára, e o dispositivo de freio da máquina de içamento 106 é atuado para frear a rotação da roldana motriz 104.
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 63/87 / 73 [00206] Adicionalmente, a parte da saída 114 também detecta uma anormalidade na entrada do carro 26, quando o carro 3 subir/descer enquanto a entrada do carro 26 não estiver fechada. Em seguida, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação e um sinal de parada ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e ao painel de controle 102, respectivamente, freando assim a rotação da roldana motriz 104.
[00207] Quando a velocidade do carro 3 continuar a aumentar após a atuação do dispositivo de freio da máquina de içamento 106, e exceder o segundo valor estabelecido de velocidade anormal 117 (Figura 19), a parte da saída 114 emite um sinal de atuação ao dispositivo de segurança 33 emitindo ao mesmo tempo o sinal de atuação ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106. Assim, o dispositivo de segurança 33 é atuado e o carro 3 é freado pela mesma operação da modalidade 2.
[00208] Com um aparelho elevador como esse, o dispositivo de monitoramento 108 obtém a velocidade do carro 3 e o estado da entrada do carro 26 com base na informação proveniente do meio de detecção 112 para detectar o estado do elevador. Quando o dispositivo de monitoramento 108 julgar que existe uma anormalidade na velocidade obtida do carro 3 ou no estado obtido da entrada do carro 26, o dispositivo de monitoramento 108 emite um sinal de atuação a pelo menos um do dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e do dispositivo de segurança 33. Isto significa que o número de alvos para detecção de anormalidade aumenta, permitindo a detecção de anormalidade não somente da velocidade do carro 3, mas também do estado da entrada do carro 26. Dessa maneira, anormalidades do elevador podem ser detectadas mais cedo e de forma mais confiável. Portanto, leva menos tempo para que a força de frenagem no carro 3 seja gerada depois da ocorrência de uma anormalidade no elevador.
[00209] Deve-se notar que, embora no exemplo supradescrito o sensor da porta 140 detecte somente o estado da entrada do carro 26, o sensor da
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 64/87 / 73 porta 140 pode detectar tanto o estado da entrada do carro 26 como o estado da entrada do saguão do elevador 141. Neste caso, o sensor da porta 140 detecta o deslocamento das portas do saguão do elevador 142 para a posição da porta fechada, bem como o deslocamento das portas do carro 28 para a posição da porta fechada. Com esta construção, anormalidade no elevador pode ser detectada mesmo quando somente as portas do carro 28 forem deslocadas por causa de um problema com o dispositivo de encaixe ou similares que encaixam as portas do carro 28 e as portas do saguão do elevador 142 uma na outra.
Modalidade 16 [00210] A Figura 29 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 16 da presente invenção. A Figura 30 é um diagrama que mostra uma parte superior da saída do poço do elevador 1 da Figura 29. Nas Figuras 29 e 30, um cabo de fonte de alimentação 150 é eletricamente conectado na máquina de içamento 101. A energia de acionamento é suprida à máquina de içamento 101 via o cabo de fonte de alimentação 150 pelo controle do painel de controle 102.
[00211] Um sensor de corrente 151 que serve como uma parte de detecção do dispositivo de acionamento é provido para o cabo de fonte de alimentação 150. O sensor de corrente 151 detecta o estado da máquina de içamento 101 medindo a corrente que passa no cabo de fonte de alimentação 150. O sensor de corrente 151 emite para a parte da saída 114 de um sinal de detecção de corrente (sinal de detecção do estado do dispositivo de acionamento) correspondente ao valor de uma corrente no cabo de fonte de alimentação 150. O sensor de corrente 151 é provido na parte da saída do poço do elevador 1. Um transformador de corrente (TC) que mede a corrente de indução gerada de acordo com a quantidade de corrente que passa no cabo de fonte de alimentação 150 é usado como o sensor de corrente 151, por exemplo.
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 65/87 / 73 [00212] O sensor de posição do carro 109, o sensor de velocidade do carro 110 e o sensor de corrente 151 são eletricamente conectados na parte da saída 114. O meio de detecção 112 inclui o sensor de posição do carro 109, o sensor de velocidade do carro 110 e o sensor de corrente 151.
[00213] A parte da memória 113 armazena o critério de determinação de anormalidade na velocidade do carro similar ao da modalidade 11 mostrada na Figura 19, e um critério de determinação de anormalidade no dispositivo de acionamento usado como uma referência para determinar se existe ou não uma anormalidade no estado da máquina de içamento 101. [00214] O critério de determinação de anormalidade no dispositivo de acionamento tem três padrões de detecção. Ou seja, um nível normal que é o valor de corrente que passa no cabo de fonte de alimentação 150 durante operação normal, um primeiro nível anormal que tem um valor maior do que o nível normal, e um segundo nível anormal que tem um valor maior do que o primeiro nível anormal, são estabelecidos para o critério de determinação de anormalidade no dispositivo de acionamento.
[00215] A parte da saída 114 calcula a posição do carro 3 com base no sinal de detecção da posição de entrada. A parte da saída 114 também calcula a velocidade do carro 3 e o estado do dispositivo 101 com base no sinal de detecção da velocidade de entrada alimentado e no sinal de detecção da corrente de entrada alimentado, respectivamente, como uma variedade (neste exemplo, dois) de fatores de determinação de anormalidade.
[00216] Parte da saída 114 emite um sinal de atuação (sinal de disparo) ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 quando a velocidade do carro 3 exceder o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 (Figura 19), ou quando a quantidade de corrente que passa no cabo de fonte de alimentação 150 exceder o valor do primeiro nível anormal do critério de determinação de anormalidade no dispositivo de acionamento. Quando a velocidade do carro 3 exceder o segundo padrão de detecção de velocidade
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 66/87 / 73 anormal 117 (Figura 19), ou quando a quantidade de corrente que passa no cabo de fonte de alimentação 150 exceder o valor do segundo nível anormal do critério de determinação de anormalidade no dispositivo de acionamento, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e o dispositivo de segurança 33. Ou seja, a parte da saída 114 determina para qual mecanismo de freio se deve emitir os sinais de atuação de acordo com o grau de anormalidade tanto na velocidade do carro 3 como no estado da máquina de içamento 101.
[00217] Quanto ao resto, esta modalidade tem a mesma construção que a modalidade 11.
[00218] Em seguida, é descrita a operação. Quando o sinal de detecção da posição, o sinal de detecção da velocidade e o sinal de detecção de corrente forem alimentados na parte da saída 114 provenientes do sensor de posição do carro 109, do sensor de velocidade do carro 110 e do sensor de corrente 151, respectivamente, a parte da saída 114 calcula a posição do carro 3, a velocidade do carro 3 e a quantidade de corrente que passa no cabo de fonte de alimentação 151 com base nos respectivos sinais de detecção assim alimentados. Depois disso, a parte da saída 114 compara o critério de determinação de anormalidade na velocidade do carro e o critério de determinação da anormalidade no estado do dispositivo de acionamento obtidos da parte da memória 113 com a velocidade do carro 3 e a quantidade de corrente que passa para o cabo de suprimento de corrente 150 calculado com base nos respectivos sinais de detecção alimentados. Por meio desta comparação, a parte da saída 114 detecta se existe ou não uma anormalidade tanto na da velocidade do carro 3 como no estado da máquina de içamento
101.
[00219] Durante operação normal, a velocidade do carro 3 tem aproximadamente o mesmo valor do padrão de detecção de velocidade normal 115 (Figura 19), e a quantidade de corrente que passa no cabo de fonte de
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 67/87 / 73 alimentação 150 está no nível normal. Assim, a parte da saída 114 detecta que não existe nenhuma anormalidade tanto na velocidade do carro 3 e como no estado da máquina de içamento 101, e a operação normal do elevador continua.
[00220] Se, por exemplo, a velocidade do carro 3 aumentar anormalmente e exceder o primeiro padrão de detecção de velocidade anormal 116 (Figura 19) por algum motivo, a parte da saída 114 detecta que existe uma anormalidade na velocidade do carro 3. Em seguida, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação e um sinal de parada ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e ao painel de controle 102, respectivamente. Em decorrência disto, a máquina de içamento 101 pára, e o dispositivo de freio da máquina de içamento 106 é atuado para frear a rotação da roldana motriz 104.
[00221] Se a quantidade de corrente que passa no cabo de fonte de alimentação 150 exceder o primeiro nível normal no critério de determinação de anormalidade no estado do dispositivo de acionamento, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação e um sinal de parada ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e ao painel de controle 102, respectivamente, freando assim a rotação da roldana motriz 104.
[00222] Quando a velocidade do carro 3 continuar a aumentar depois da atuação do dispositivo de freio da máquina de içamento 106, e exceder o segundo valor estabelecido de velocidade anormal 117 (Figura 19), a parte da saída 114 emite um sinal de atuação para o dispositivo de segurança 33 ao mesmo tempo emitindo um sinal de atuação ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106. Assim, o dispositivo de segurança 33 é atuado e o carro 3 é freado pela mesma operação da modalidade 2.
[00223] Quando a quantidade de corrente que passa no cabo de fonte de alimentação 150 exceder o segundo nível anormal do critério de determinação de anormalidade no estado do dispositivo de acionamento
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 68/87 / 73 depois da atuação do dispositivo de freio da máquina de içamento 106, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação ao dispositivo de segurança 33 ao mesmo tempo emitindo um sinal de atuação ao dispositivo de freio da máquina de içamento 106. Assim, o dispositivo de segurança 33 é atuado. [00224] Com um aparelho elevador como esse, o dispositivo de monitoramento 108 obtém a velocidade do carro 3 e o estado a máquina de içamento 101 com base na informação proveniente do meio de detecção 112 para detectar o estado do elevador. Quando o dispositivo de monitoramento 108 julgar que existe uma anormalidade na velocidade obtida do carro 3 ou no estado a máquina de içamento 101, o dispositivo de monitoramento 108 emite um sinal de atuação para pelo menos um do dispositivo de freio da máquina de içamento 106 e o dispositivo de segurança 33. Isto significa que o número de alvos para detecção de anormalidade aumenta, e leva menos tempo para que a força de frenagem no carro 3 seja gerada depois da ocorrência de uma anormalidade no elevador.
[00225] Deve-se notar que no exemplo supra descrito o estado da máquina de içamento 101 é detectado usando o sensor de corrente 151 para medir a quantidade de corrente que passa pelo cabo de fonte de alimentação 150. Entretanto, o estado da máquina de içamento 101 pode ser detectado usando um sensor de temperatura para medir a temperatura da máquina de içamento 101.
[00226] Adicionalmente, nas modalidades 11 a 16 supra descritas, a parte da saída 114 emite um sinal de atuação para o dispositivo de freio da máquina de içamento 106 antes de emitir um sinal de atuação para o dispositivo de segurança 33. Entretanto, a parte da saída 114 pode em vez disso emitir um sinal de atuação para um dos seguintes freios: um freio do carro para frear o carro 3 agarrando o trilho guia do carro 2, que é montado no carro 3 independentemente do dispositivo de segurança 33; um freio do contrapeso montado no contrapeso 107 para frear o contrapeso 107 agarrando
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 69/87 / 73 um trilho-guia do contrapeso para guiar o contrapeso 107; e um freio do cabo montado no poço do elevador 1 para frear os cabos principais 4 travando os cabos principais 4.
[00227] Adicionalmente, nas modalidades 1-16 supra descritas, o cabo elétrico é usado como o mecanismo de transmissão para suprir energia da parte da saída ao dispositivo de segurança. Entretanto, um dispositivo de comunicação sem fio que tem um transmissor provido na parte da saída e um receptor provido no dispositivo de segurança pode ser usado em substituição. Alternativamente, um cabo de fibra ótica que transmite um sinal ótico pode ser usado.
[00228] Adicionalmente, nas modalidades 1 a 16, o dispositivo de segurança aplica frenagem em relação a sobrevelocidade (movimento) do carro na direção descendente. Entretanto, o dispositivo de segurança pode aplicar frenagem em relação a sobrevelocidade (movimento) do carro na direção ascendente usando o dispositivo de segurança fixo de cabeça para baixo no carro.
Modalidade 17 [00229] A seguir, a Figura 31 é um diagrama de blocos que ilustra uma parte essencial de um aparelho de controle de elevador de acordo com a modalidade 17 da presente invenção. O aparelho de controle de elevador da modalidade 17 emprega equipamentos de sistema de segurança de sistema duplo 201 e 202 com o propósito de melhorar a confiabilidade. O arranjo do circuito de sistema duplo é também adotado nas unidades de controle para controlar os equipamentos do sistema de segurança 201 e 202. Portanto, o aparelho de controle de elevador emprega primeira e segunda CPUs (partes de processamento) 203 e 204.
[00230] A primeira CPU 203 emite um sinal de controle para uma primeira interface de saída (parte de saída) 205. A segunda CPU 204 emite no sinal de controle uma segunda interface de saída (parte de saída) 206.
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 70/87 / 73 [00231] A primeira e segunda interfaces de saída 205 e 206 acionam e controlam os equipamentos do sistema de segurança 201 e 202 com base nos sinais de controle proveniente da primeira e segunda CPU 203 e 204. Mediante recebimento de sinais de atuação (sinais de comando) provenientes da primeira e segunda interface de saída 205 e 206, os equipamentos do sistema de segurança 201 e 202 operam para deslocar o elevador para um estado seguro.
[00232] Tal como para os equipamentos do sistema de segurança 201 e 202, as engrenagens de segurança (engrenagens de segurança de acionamento direto) 5, 33, 77 e 78 podem ser dadas como exemplos. Adicionalmente, os equipamentos do sistema de segurança 201 e 202 são providos no controlador de velocidade ou nas suas proximidades e podem ser projetados como controladores eletrônicos (trinco do cabo de ação direta) cada qual tendo uma parte do atuador para prender um cabo do controlador de velocidade em resposta à entrada do sinal de atuação.
[00233] Uma RAM de duas portas 207 é conectada na primeira e segunda CPU 203 e 204 para trocar dados entre elas. Um sinal proveniente de um primeiro sensor 208 é alimentado na primeira CPU 203. Um sinal proveniente de um segundo sensor 209 é alimentado na segunda CPU 204. [00234] Os sinais provenientes dos sensores 208 e 209 são submetidos a processamentos de cálculos nas CPUs 203 e 204, por meio do que a velocidade e posição do carro 3 (Figura 1) são calculados. Ou seja, os sensores 208 e 209 funcionam tanto como sensores de velocidade como sensores de posição.
[00235] Os referidos sensores 208 e 209 são providos, por exemplo, no controlador de velocidade descrito nas modalidades supramencionadas. Como sensores 208 e 209 são empregados, por exemplo, codificadores. Além disso, como descrito nas modalidades supramencionadas, os vários sensores usados para a monitoração do sistema de segurança do aparelho elevador poderão ser
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 71/87 / 73 empregados como os sensores 208 e 209.
[00236] Dados do resultado dos processamentos de cálculos nas CPUs 203 e 204 são trocados entre as CPUs 203 e 204 via a RAM de duas portas 207. Os dados do resultado são comparados entre si nas CPUs 203 e 204. Se uma diferença significativa for reconhecida nos resultados calculados, ou se uma sobrevelocidade (excesso de velocidade) for confirmada, os equipamentos do sistema de segurança 201 e 202 são acionados via as interfaces de saída 205 e 206, de maneira tal que o elevador seja deslocado para o estado seguro.
[00237] O aparelho de controle de elevador é provido com um circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação +5 V 211 para monitorar a tensão da fonte de alimentação da CPU 203 e um circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação de +3,3 V 212 para monitorar a tensão da fonte de alimentação da CPU 204. Os circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 são constituídos, por exemplo, por circuitos integrados (CI).
[00238] Os circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 monitoram se tensões da fonte de alimentação estáveis são supridas às CPUs 203 e 204. Quando ocorrer uma anormalidade na tensão da fonte de alimentação que exceda as tensões nominais das CPUs 203 e 204, as CPUs 203 e 204 são restabelecidas forçadamente com base na informação proveniente dos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 203 e 204, e o elevador é deslocado para o estado seguro pelos equipamentos do sistema de segurança 201 e 202, projetados a prova de falhas.
[00239] A tensão de monitoramento é alimentada no circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação de +5V 211 proveniente de um primeiro circuito de entrada da tensão de monitoramento 213. A tensão de monitoramento é alimentada no circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação de +3,3 V 212 proveniente de um segundo circuito de entrada
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 72/87 / 73 de tensão de monitoramento 214.
[00240] Um circuito da tensão de verificação da integridade de monitoramento da tensão 215 (doravante abreviado como o circuito da função de verificação 215) para monitorar a integridade dos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 é conectado nos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 e nas CPUs 203 e 204. O circuito da função de verificação da integridade do monitoramento da tensão 215 é constituído, por exemplo, por uma porta programável IC tal como uma matriz de portas programáveis no campo (FPGA) ou semelhante. Alternativamente, o circuito da função de verificação da integridade do monitoramento da tensão 215 pode também ser realizado por um ASIC, um CPLD um PLD uma matriz de portas ou semelhante. [00241] Quando uma anormalidade for detectada na tensão da fonte de alimentação, os sinais de detecção de anormalidade na tensão 301 e 302 são emitidos ao circuito de função de verificação 215 proveniente dos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 e sinais de ‘reset’ (restabelecimento) 303 e 304 são emitidos do circuito de função de verificação 215 para as CPUs 203 e 204.
[00242] Os sinais de controle 305 e 306 são alimentados no circuito de função de verificação 215 a partir de tais CPUs 203 e 204. Sinais de mudança forçada de tensão de entrada de monitoramento 307 e 308 para forçadamente mudar tensões aplicadas em pinos de entrada dos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 nas baixas tensões são emitidos a partir do circuito de função de verificação 215.
[00243] Quando os sinais de mudança forçada de tensão de entrada de monitoramento 307 e 308 saem, os circuitos de mudança forçada de tensão de entrada de monitoramento 216 e 217 forçadamente diminuem aquelas tensões aplicadas nos pinos de entrada dos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212.
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 73/87 / 73 [00244] Aquele circuito de função de verificação 215 é conectado num primeiro barramento de dados 218 para a primeira CPU 203 e num segundo barramento de dados 219 para a segunda CPU 204.
[00245] Um programa para calcular a posição e velocidade do carro 3, um programa para fazer uma determinação de uma anormalidade no elevador, um programa para confirmar a integridade dos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 e similares são armazenados numa ROM (não mostrada) como uma parte de armazenamento conectada às CPUs 203 e 204. O aparelho de controle de elevador da modalidade 17 inclui um computador (microcomputador) que inclui as CPUs 203 e 204 e a RAM de duas portas 207 mostrada na Figura 31, uma ROM e similares.
[00246] Figura 32 é um diagrama de circuitos que mostra um exemplo de uma configuração concreta do circuito da função de verificação 215 na Figura 31.
[00247] Os sinais de controle 305 e 306 incluem sinais de seleção 309 e 310, sinais de permissão de saída 311 e 312 e sinais de seleção de chip 313 e 314.
[00248] Os sinais de seleção 309 e 310 são sinais de 2 bits para escolher qual dos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 deve ter a integridade verificada. Os sinais de permissão de saída 311 e 312 permitem que aqueles sinais de mudança forçada na tensão de entrada de monitoramento 307 e 308 saiam do circuito da função de verificação 215, e travem o conteúdo selecionado pelos sinais de seleção 309 e 310. Em outras palavras, aqueles sinais de permissão de saída também servem como sinais de ativação de trava.
[00249] Quando for detectada uma anormalidade na tensão da fonte de alimentação, um circuito de trava do sinal de anormalidade da tensão 228 no circuito da função de verificação 215 trava os sinais de detecção de anormalidade na tensão 301 e 302. Os estados travados desses sinais no
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 74/87 / 73 circuito de trava de sinal de anormalidade na tensão 228 são liberados quando os sinais de liberação da trava 315 e 316 que constituem partes dos sinais de controle 305 e 306 forem alimentados.
[00250] Os sinais de seleção 309 e 310 são alimentados no primeiro e segundo seletores 229 e 230. O primeiro e segundo seletores 229 e 230 fazem uma mudança escolhendo qual dos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 deve ter a integridade verificada, com base nos sinais de seleção 309 e 310. O primeiro e segundo circuitos de trava de conteúdo selecionados 231 e 232 travam o conteúdo selecionado pelos ditos seletores 229 e 230.
[00251] Um armazenamento temporário de saída de sinal de mudança 233 é interposto em um estágio que precede a saída dos sinais de mudança forçada de tensão de entrada de monitoramento 307 e 308.
[00252] O circuito da função de verificação 215 é também provido com uma pluralidade de armazenamentos temporários de saída do barramento de dados 234 para a primeira CPU 203 e uma pluralidade de armazenamentos temporários de saída do barramento de dados 235 para a segunda CPU 204. [00253] Figura 33 é um gráfico para explicar o significado de dados nos respectivos bits dos barramentos de dados 218 e 219 no momento em que a primeira e segunda CPUs 203 e 204 leem dados do circuito da função de verificação 215 na Figura 31.
[00254] A seguir, a Figura 34 é um fluxograma que mostra um método de verificar a integridade do monitoramento da tensão da fonte de alimentação no lado da primeira CPU 203 na Figura 31. O aparelho de controle de elevador realiza cálculo de interrupção que inclui um processamento de cálculo para monitorar uma anormalidade no elevador, tal como uma sobrevelocidade do carro em cada intervalo de um tempo de ciclo de cálculo (por exemplo, 5 ms). Na execução de uma rotina principal do cálculo de interrupção, o aparelho de controle de elevador determina se verifica ou não a integridade dos circuitos
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 75/87 / 73 de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 (etapa S1). [00255] Uma verificação da integridade é realizada em um sincronismo pré-estabelecido. Em outras palavras, uma verificação da integridade é realizada quando o tempo pré-estabelecido for decorrido deste a parada do carro. Mais especificamente, uma verificação da integridade é realizada em períodos sem utilização quando o número de passageiros que utiliza o elevador foi pequeno, à noite quando a operação do elevador é interrompida, etc.
[00256] Quando a integridade não for verificada, é feito um retorno à rotina principal. Na verificação da integridade, primeiramente, os estados travados dos sinais de detecção de anormalidade na tensão 301 e 302 como sinais de erro no circuito da função de verificação 215 são liberados. Em outras palavras, o sinal de liberação da trava 315 é alimentado ao circuito da função de verificação 215 (etapa S2). O sinal de liberação da trava 315 é alimentado no circuito de trava do sinal de anormalidade da tensão 228, e os estados travados dos sinais de detecção da anormalidade da tensão 301 e 302 são liberados.
[00257] Em seguida, após ter sido confirmado que o sinal de permissão de saída 311 para a primeira CPU está com nível alto (etapa S3), é feita uma solicitação para tornar o sinal de permissão de saída 312 de nível alto para a segunda CPU 204, bem como via a RAM de duas portas 207 (etapa S4). [00258] Depois disso, o sinal de seleção 309 para escolher qual dos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 deve ser verificado com relação à integridade é alimentado no circuito da função de verificação 215 e é travado (etapa S5).
[00259] Subsequentemente, é feita uma solicitação para tornar o sinal de permissão de saída 312 de baixo nível à CPU 204 via a RAM de duas portas 207 (etapa S6). Após o sinal de permissão de saída 312 de baixo nível ter sido confirmado, o sinal de permissão de saída 311 se torna de baixo nível (etapa
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 76/87 / 73
S7). Assim, no circuito da função de verificação 215, o circuito de trava de conteúdo selecionado 231 trava o sinal de seleção 309 em sincronismo com a queda do sinal de permissão de saída 311. O sinal de mudança forçada da tensão de entrada de monitoramento 307 é então alimentada do circuito da função de verificação 215 no circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211.
[00260] Em decorrência disto, uma anormalidade na tensão é detectada no circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211, e o sinal de detecção de anormalidade na tensão 301 é alimentado no circuito da função de verificação 215. Em seguida, no circuito da função de verificação 215, o circuito de trava do sinal de anormalidade da tensão 228 trava o sinal de detecção de anormalidade na tensão 301. Ao mesmo tempo, os sinais de restabelecimento 303 e 304 provenientes do circuito da função de verificação 215 são alimentados nas CPUs 203 e 204 (etapa S8), por meio do que as CPUs 203 e 204 são restabelecidas.
[00261] Nesse momento, é indispensável que somente um circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação seja verificado durante uma operação de verificação de integridade simples. Quando a integridade de outro circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação é verificada em sucessão, a integridade deste circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação é verificada só após a integridade do circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação anterior ter sido verificada. Também, no caso em que uma pluralidade de circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação é provida em virtude de uma pluralidade de diferentes tensões ser suprida a uma única CPU proveniente de uma pluralidade de fontes de energia, esses respectivos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação são verificados sequencialmente com relação à integridade um por um. Uma verificação sequencial da integridade de uma pluralidade de circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação desse tipo pode
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 77/87 / 73 ser estabelecida em um programa (suporte lógico) de antemão.
[00262] Figura 35 é um fluxograma que mostra a operação em que as CPUs 203 e 204 são restabelecidas no aparelho de controle de elevador da Figura 31. É desnecessário dizer que as referidas CPUs 203 e 204 podem ser restabelecidas por vários motivos, incluindo uma autêntica anormalidade na tensão da fonte de alimentação, bem como na verificação da integridade. [00263] Quando são restabelecidas, as CPUs 203 e 204 primeiramente começa um processo de inicialização do suporte lógico (etapa S9). Em seguida, no curso do processo de inicialização, dados obtidos do circuito da função de verificação 215 são lidos (etapa S10). Em seguida, uma situação de pré-restabelecimento é confirmada a partir do conteúdo travado, e determinase a existência ou não de uma anormalidade na tensão da fonte de alimentação ou um mau funcionamento nos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 (etapa S11). Em outras palavras, é determinado se as CPUs 203 e 204 foram restabelecidas por causa de verificação da integridade ou uma autêntica anormalidade na tensão da fonte de alimentação. [00264] Por exemplo, quando for indicada uma anormalidade na tensão a despeito do fato de que as saídas dos sinais de permissão de saída 311 e 312 não terem ficado no baixo nível, é determinado que uma autêntica anormalidade na tensão da fonte de alimentação ocorreu. Ao contrário, quando os dados obtidos do circuito da função de verificação 215 não indicarem anormalidade na tensão a despeito do fato de que as saídas dos sinais de permissão de saída 311 e 312 se tornaram de baixo nível, é determinado que existe um mau funcionamento nos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 ou no próprio circuito da função de verificação 215. Se os sinais de mudança forçada da tensão de entrada de monitoramento 307 e 308 forem alimentadas neste estado, é determinado que existe um mau funcionamento nos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212. Se os sinais de
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 78/87 / 73 mudança forçada na tensão de entrada de monitoramento 307 e 308 não forem alimentados, é determinado que existe um mau funcionamento no próprio circuito da função de verificação 215.
[00265] Quando não for detectado nenhum mau funcionamento em decorrência de uma leitura de dados obtidos do circuito da função de verificação 215, uma transição para a rotina principal é permitida (etapa S12). Embora a presente descrição trate exclusivamente de restabelecimento da tensão da fonte de alimentação, o restabelecimento pode ser feito em resposta à detecção de um outro mau funcionamento ou uma verificação da integridade de um outro circuito. Neste caso, uma transição para a rotina principal é permitida depois de ter sido confirmado que certamente não existe nenhuma anormalidade ou mau funcionamento.
[00266] Quando é detectada alguma anormalidade ou mau funcionamento em decorrência de leitura de dados obtidos do circuito da função de verificação 215, um sinal de comando para operar os equipamentos do sistema de segurança 201 e 202 é alimentado (etapa S13), e o elemento muda para o estado seguro.
[00267] Com o aparelho de controle de elevador supra descrito, a integridade pode ser monitorada em relação a um mau funcionamento nos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212, bem como a anormalidade na tensão da fonte de alimentação. Isto possibilita obter melhoria adicional da confiabilidade do monitoramento da tensão da fonte de alimentação.
[00268] Convencionalmente, os sistemas duplos são usados para os respectivos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação por questão de segurança contra falha ou de garantia de segurança. Entretanto, uma vez que isto é desnecessário no aparelho de controle de elevador supramencionado, é possível obter uma configuração simples e suprimir o aumento no custo. Além disso, a confiabilidade do aparelho de controle de
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 79/87 / 73 elevador supramencionado é igual ao dos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação que adotam sistemas duplos.
[00269] Além disso, uma vez que o arranjo de circuitos duplos que empregam as duas CPUs 203 e 204 é adotado e as operações de verificação da integridade por meio das CPUs 203 e 204 podem ser mutuamente confirmadas via a RAM de duas portas 207, um mau funcionamento no circuito da função de verificação 215 ou suporte lógico pode também ser detectado.
[00270] O sistema de segurança da modalidade 17 pode ser provido tanto como parte de uma unidade de controle de operação (painel de controle) como independentemente da unidade de controle da operação.
[00271] Embora o sistema de segurança seja descrito como aparelho de controle de elevador na modalidade 17, a presente invenção é também aplicável a uma unidade de controle de operação que serve como um aparelho de controle de elevador.
[00272] Além do mais, embora o arranjo de circuitos de sistema duplo que emprega duas CPUs 203 e 204 seja adotado na modalidade 17, a presente invenção é também aplicável a um aparelho de controle de elevador que realiza processamentos de cálculos por meio de uma única CPU. Neste caso, uma anormalidade na tensão da fonte de alimentação e um mau funcionamento em um circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação podem ser discriminados um do outro usando dados obtidos de um circuito da função de verificação da integridade de monitoramento da tensão.
Modalidade 18 [00273] A seguir, a Figura 36 é um diagrama esquemático que mostra um aparelho elevador de acordo com a modalidade 18 da presente invenção. Referindo-se à figura, um dispositivo de acionamento (máquina de içamento) 251 e uma polia defletora 252 são providos na parte superior de um poço do elevador. O dispositivo de acionamento 251 tem uma roldana motriz 251a e
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 80/87 / 73 uma parte do motor (corpo principal do dispositivo de acionamento) 251b, que gira a roldana de acionamento 251a. A parte do motor 251b é provida com um dispositivo de freio eletromagnético para frear a rotação da roldana de acionamento 251a.
[00274] Um cabo principal 253 é enrolado na roldana de acionamento 251a e da polia defletora 252. Um carro 254 e um contrapeso 255 são suspensos dentro do poço do elevador por meio do cabo principal 253.
[00275] Uma engrenagem de segurança mecânica 256 para parar o carro 254 como uma medida de emergência pelo encaixe com um trilho-guia (não mostrado) é montada numa parte inferior do carro 254. Uma roldana de controle da velocidade 257 é disposta na parte superior do poço do elevador. Uma polia tensora 258 fica disposta na parte inferior do poço do elevador. Um cabo de controle da velocidade 259 é enrolado na roldana de controle da velocidade 257 e na polia tensora 258. O cabo de controle da velocidade 259 é conectado em ambas as partes de extremidade a uma alavanca de atuação 256a da engrenagem de segurança 256. Assim, aquela roldana de controle da velocidade 257 é rotacionada na velocidade correspondente à velocidade de operação do carro 254.
[00276] Roldana de controle da velocidade 257 é provida com sensores 208 e 209 compostos de codificadores que emitem sinais para detectar uma posição e uma velocidade do carro 254. Os sinais provenientes dos sensores 208 e 209 são alimentados em um aparelho de controle de elevador 260. O aparelho de controle de elevador 260 é configurado da mesma maneira mostrada na Figura 31.
[00277] O dispositivo de pega do cabo de controle da velocidade (pega do cabo) 261 que serve como os equipamentos do sistema de segurança 201 e 202 para pegar o cabo de controle da velocidade 259 e parar sua circulação é provido na parte superior do poço do elevador (na roldana de controle da velocidade 257 ou nas suas proximidades). O dispositivo de pega do cabo de
Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 81/87 / 73 controle da velocidade 261 tem uma parte de pega 261a para pegar o cabo de controle da velocidade 259 e um atuador eletromagnético 261b para acionar a parte de pega 261a.
[00278] Quando um sinal de atuação proveniente daquele aparelho de controle de elevador 260 for alimentado no dispositivo de pega do cabo de controle da velocidade 261, a parte de pega 261a é deslocada por causa de uma força de acionamento do atuador eletromagnético 261b, e o cabo de controle da velocidade 259 pára. Quando o cabo de controle da velocidade 259 pára, a alavanca de atuação 256a é operada por causa de um movimento do carro 254, a engrenagem de segurança 256 opera e o carro 254 pára repentinamente. [00279] No aparelho de controle de elevador supra descrito, um sinal de atuação é alimentado no referido dispositivo de pega do cabo de controle da velocidade 261 quando uma anormalidade no elevador tal como, por exemplo, uma sobrevelocidade do carro 254 ou semelhante for detectada, e o carro 254 pára repentinamente.
[00280] O elevador é deslocado para um estado seguro também quando for detectada uma anormalidade pelos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação 211 e 212 ou no circuito da função de verificação 215 mostrado na Figura 31.
[00281] Como um método para deslocar o elevador para um estado seguro, é concebível, por exemplo, parar imediatamente o carro 254 parando a rotação da polia motriz 251a ou parar repentinamente o carro 254 por meio do dispositivo de pega do cabo de controle da velocidade 261. Alternativamente, é também concebível para o carro 254 depois de tê-lo movido para o piso mais próximo controlado o dispositivo de acionamento 251.
[00282] Conforme descrito antes, o aparelho de controle de elevador de acordo com a presente invenção é também aplicável a um aparelho elevador que empregue um dispositivo de pega do cabo de controle da velocidade como um equipamento do sistema de segurança.
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Claims (7)
- REIVINDICAÇÕES1. Aparelho de controle de elevador, compreendendo:uma parte de processamento (203, 204) para realizar um processamento relacionado ao controle de um elevador;um circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação (211, 212) para monitorar uma tensão da fonte de alimentação suprida à parte de processamento (203, 204), o referido aparelho de controle de elevador sendo caracterizado pelo fato de que:o aparelho de controle de elevador compreende adicionalmente um circuito de função de verificação da integridade do monitoramento da tensão (215), o qual é adaptado para emitir um sinal de mudança forçada da tensão de entrada de monitoramento (307, 308) para mudar forçadamente uma tensão da fonte de alimentação alimentada no circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação (211, 212) em resposta a um sinal de controle (305, 306) a partir da referida parte de processamento (203, 204) e na qual um sinal de detecção da anormalidade na tensão (301, 302) proveniente do circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação (211, 212) é alimentado;o mencionado circuito de função de verificação da integridade do monitoramento da tensão (215) armazena pelo menos parte do conteúdo dos sinais trocados entre aquela parte de processamento (203, 204) e aquele circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação (211, 212), e a dita parte de processamento (203, 204) verifica integridade do circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação (211, 212) mediante leitura de dados armazenados pelo referido circuito de função de verificação da integridade do monitoramento da tensão (215).
- 2. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a dita parte de processamento (203, 204) incluir uma primeira CPU (203) e uma segunda CPU (204), ePetição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 83/87 a primeira CPU (203) e a segunda CPU (204) podem verificar, mutuamente, suas operações de verificação da integridade via uma RAM (207) de duas portas.
- 3. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender adicionalmente:um circuito de mudança forçada da tensão de entrada de monitoramento (216, 217) para diminuir forçadamente uma tensão da fonte de alimentação alimentada naquele circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação (211, 212) através de uma entrada do sinal de mudança forçada da tensão de entrada de monitoramento (307, 308).
- 4. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a parte de processamento (203, 204) emitir um sinal de comando para converter o estado do elevador em um estado seguro para um equipamento do sistema de segurança (201, 202) quando um mau funcionamento for detectado no circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação (211, 212).
- 5. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o dito circuito de monitoramento da tensão da fonte de alimentação (211, 212) incluir uma pluralidade de circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação (211, 212) para monitorar tensões de uma pluralidade de fontes de energia que têm tensões diferentes umas das outras, e o sinal de controle (305, 306) transmitido a partir daquela parte de processamento (203, 204) ao circuito de função de verificação da integridade do monitoramento da tensão (215) incluir um sinal de seleção (309, 310) para escolher qual da pluralidade de circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação (211, 212) é verificado com relação à integridade.
- 6. Aparelho, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por a parte de processamento (203, 204) poder verificar sequencialmente integridade dos respectivos circuitos de monitoramento da tensão da fonte de alimentação (211, 212) um por um.Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 84/87
- 7. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o circuito de função de verificação da integridade do monitoramento da tensão (215) ser constituído por uma porta programável IC.Petição 870170066018, de 05/09/2017, pág. 85/871/32 • · · · ···ΙΑ
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