BRPI0416803B1 - dispositivo para um tampão triturável - Google Patents
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Abstract
"dispositivo de tampão para teste". a presente invenção descreve um tampão (12) para teste de pressão de poços e similares em uma formação ou similar, e associada tubulação (10) na qual o tampão é instalado em uma câmara portadora de tampão (14), e o tampão (12) veda a passagem através da tubulação mediante cooperação com corpos de vedação (23, 25), em que o lado subjacente do tampão (12) se dispõe (repousa) em um assento na base da câmara. o tampão é caracterizado pelo fato de compreender um determinado número de elementos de discos formados em camadas ou formados como ancoragem, de uma determinada espessura, se dispondo encaixados uns por sobre os outros.
Description
"DISPOSITIVO PARA UM TAMPÃO TRITURÁVEL" A presente invenção refere-se a um dispositivo de tampão para teste, conforme descrito na introdução das reivindicações seguintes. Estes tampões são usados atualmente em poços, do tipo de poços de petróleo e poços de gás e também em poços de água. A invenção também se refere a diferentes modalidades de dispositivos para a construção de tubulações, adaptadas para acomodar tal dispositivo tampão de vidro. 0 uso de tampões feitos de material que pode se desintegrar ou ser triturado, tal como, material cerâmico ou material de vidro, já é conhecido. É também conhecido o uso de tampões feitos de materiais compostos que podem suportar pressão apenas de uma maneira. Estes são conhecidos como sendo de uso, por exemplo, nos Estados Unidos. É também conhecido que os poços de produção da indústria de petróleo devem ser testados antes de terem iniciado a utilização. Um destes testes concerne à verificação de que os componentes do poço possam suportar a pressão sob a qual se deve operar durante a produção de petróleo/gás. Para a execução de tais testes, o dispositivo tampão é inserido, fechando a passagem para baixo no poço. Ao se aplicar pressão a partir da superfície, com a ajuda de um fluido adequado, é possível se verificar no decorrer do tempo que o poço se encontra suficientemente à prova d'água contra vazamentos. Anteriormente, os dispositivos tampões que eram puxados após o uso, eram utilizados.
Ultimamente, tem sido desejado se utilizar tampões que nâo tenham de ser puxados para fora anteriormente. Isto significa tampões que possam ser abertos, triturados ou dissolvidos após o uso.
As soluções em. que a integridade ou partes do tampão são fabricadas de borracha, são conhecidas anteriormente e também quando uma seção compreende um produto químico que dissolve o tampão de borracha quando o teste é completado e se deseja remover o tampão. Entretanto, este método seria também demasiadamente duvidoso e lento nas operações de plataformas flutuantes, considerando os altos custos operacionais para tal plat aforma, na medida em, que se precisa saber o exato momento em. que o tampão é removido e a passagem se abre. A plataforma de perfuração pode não permitir ao poço ser aberto antes do tampão, pelo que a solução acima mencionada pode levar dias. Esse tipo de tampão foi ultimamente substituído por tampões que podem ser triturados.
Como exemplos de tampões conhecidos que podem ser triturados, é feita referência à Patente U.S. No. 5.607.017 e Pedido de Patente U.S. No. 2003/0168214A (baseado no Pedido de Patente Norueguês 200C/1801).
Um tampão TDP (Sigla em Inglês de "Tube Di sappearing Plug" - Tampão de Desaparecimento de Tubulação) pode também ser usado para proteger o poço contra situações de "hlow-out" (surgência descontrolada de fluidos de dentro do poço) e também para adequar o equipamento ativado por pressão de modo seguro. Se não for usado tal dispositivo, existem riscos de que os fluidos vazem para fora do poço. Na prática, o tampão è encaíxag0 na forma de um tampão TDP, na parte inferior da tubuiaçã0 de tubagem de produção. As tubulações sào depo^s aparafusarias juntas e dirigidas descendentemente no poçQ até o tampão alcançar a profundidade correta. 0 tampão de teste é colocado em. um assento adequadamente adaptado na tubagem de tubulação, e sistemas de gaxetas são usados para se conseguir um suficiente lacre contra a parede de tubulação interna envolvente. Os lacres são colocados em um recesso adaptado na parede da tubulação interna e vedados contra o tampão posicionado radialmente no interior de seu assento.
Constitui também um objetivo da invenção, proporcionar um tampão de vidro que possa ser encaixado (ou ser acionado) como uma auto-unidade, isto é, sem ser permanentemente encaixado numa tubagem de produção. Isto ocorrerá com os tampões que são abaixados dentro do poço com tubagem "Wireiine ou Coiled" {na forma de cabo de arame ou na forma embobinada) . Este tipo de tampão será vazado, isto é, apresenta um furo vazado e é normalmente dotado de uma gaxeta externa, a qual pode formar uma garra contra a parede interna do poço, os assim chamados elementos desrizadores, e com um tampão de vidro encaixado no lado subjacente. A unidade inteira, o "tampão Ponte", é abaixado a uma desejada profundidade, expandida, para proporcionar um suficiente agarramento e vedação, e para proporcionar uma vedação durante o teste ou para interromper uma possível liberação de água.
No presente caso, o usuário pode também remover o vidro no tampão com explosivos ou mediante impactos de explosão, evitando, dessa forma, ter de puxar novamente o tampão para fora. É urr, problema conhecido que os tampões podem ser difíceis de serem puxados, especiaImente, se tiverem permanecido no poço durante um longo período de tempo.
Um importante aspecto para esse tipo de uso de tampões é que o tampão de vidro pode suportar rápidas mudanças de temperatura. Com o uso de cabos de arame, o abaixamento para a profundidade total desejada pode ser rápido com a resultante alta temperatura. 0 novo tampão de vidro que é dividido em camadas é muito melhor com relação ao rápido aquecimento do que em soluções anteriormente conhecidas, como no acima mencionado Pedido de Patente Norueguês 2000/1801 (pertencente ao presente Depositante). Aqui, o vidro se constitui de uma peça e pode ser normalmente danificado pelo rápido aquecimento, como consequência de tensões internas. 0 uso de material cerâmico ou de vidro em tais tampões é bem conhecido, conforme mostrado, por exemplo, no mencionado Pedido de Patente 2000/1801. Em geral, o vidro é bastante apropriado como material de tampão para a indústria de petróleo. O vidro é quase que inerte a todos os tipos de produtos químicos, ao mesmo tempo em que é seguro para as pessoas que devem manipular o tampão. Além disso, o vidro retém sua resistência sob altas temperaturas e pode permanecer em um poço de petróleo por um tempo bastante longo sem ser danificado ou quebrado estruturalmente.
Os tampões de material cerâmico/vidro compreendem uma carga explosiva que è detonada quando os testes são completados, de modo que o vidro é triturado e a passagem se abre para o fluxo de circulação livre. A vantagem com tai trituramento é que o material cerâmico ou o vidro é triturado em pequenas partículas, que sao simplesmente descarregadas para fora do poço, sem deixar resíduos que posam ser perigosos. Tais cargas explosivas têm sido normalmente incorporadas dentro do próprio tampão, em que uma ou mais arestas/furos para colocação da carga explosiva foram perfuradas a partir do topo do tampão. Entretanto, isso leva a um enfraquecimento da estrutura do tampão, na medida em que riscos e formações de fissuras podem facilmente surgir no vidro quando o mesmo é exposto a altas pressões ou a variações de pressão durante os testes preparatórios.
Ao mesmo tempo, a indústria deseja que seja possível o uso de pressões de trabalho mais altas nos poços de produção. Nos testes realizados pelos presentes inventores, foi estabelecido que as versões anteriores de tais tampões não apresentam suficiente resistência e segurança com relação ao número de alterações de carga, mudanças de direção de carga e flutuações de temperatura. Os usuários também reivindicam tampões que uniformemente aumentem as pressões de trabalho. 0 desenvolvimento da tecnologia concernente a poços, implica que, atualmente, devem ser providas construções de tampões que possam suportar pressões de até 1000 bar (1,0 x 10® N/rrP) , de modo que os mesmos posam ser aplicados em modernos poços de alta pressão.
Existem também válvulas e outros sistemas no mercado atual que executam a mesma função dos tampões que podem ser triturados, por exemplo, com dispositivos de abas ou torneiras que podem ser abertos, porém, estes possuem óbvias desvantagens: sâo tecnicamente complicados, apresentam muitas partes móveis e proporcionam muitas possibilidades de defeitos. Estes dispositivos podem facilmente ser obstruídos por lama/partículas que entram nos mecanismos. Portanto, estas válvulas e/ou outros dispositivos são conseqüentemente onerosos, sendo na maioria dos casos omitidos ou rejeitados.
Baseado no exposto acima, constitui um objetivo da invenção proporcionar uma nova construção de tampão que supere as desvantagens acima mencionadas, isto é, uma construção que possa suportar pressões mais altas durante os procedimentos de teste, oscilações rápidas de temperatura e diversas e variadas mudanças de carga. Constitui um objetivo da presente invenção proporcionar uma construção de tampão que possa satisfazer as exigências mencionadas acima para tampões. Λ construção de tampão de acordo com a invenção c caracterizada pelas características que são apresentadas na reivindicação 1, descrita adiante. As modalidades preferidas aparecem nas reivindicações dependentes.
Com a implementação da presente invenção, as seguintes características são alcançadas. É obtida uma construção de tampão mais forte, compreendendo uma série de camadas com r.íveis de vidro. A construção é tal que o vidro pode suportar diversas mudanças de cargas e variáveis mudanças de carga em relação aos tampões anteriormente conhecidos, isto é, pode suportar mudanças de pressão entre a pressão mais alta e a pressão mais baixa. 0 vidro é dividido em, funções, de modo que placas/discos de um tipo de disco possam, garantir a vedação hidráulica contra um liquido ou gás sob pressão, ao qual o tampão é exposto, enquanto outro tipo de placa/disco funciona para absorver a carga que surge como resultado da pressão contra a área do vidro.
Uma série de testes mostrou claramente que esta divisão de trabalho é menor que a de um esforço no vidro, do que se o disco executar a vedação e, ao mesmo tempo, manipular a carga.
Durante operações especiais, tal como, na perfuração com explosivos logo acima do tampão de vidro, é também importante se usar diversas camadas de vidro, de modo a suportar os consideráveis golpes de pressão que esse tipo de trabalho ocasiona no poço. A divisão em camadas do tampão em placas/discos e possível laminação entre cada placa/disco leva a uma tolerância muito maior contra rupturas que possam ocorrer diante de rápidas mudanças de temperatura, do que em relação aos tampões anteriormente conhecidos. Este foi um grande problema que aconteceu com o uso da tecnologia anteriormente conhecida. A divisão em camadas e a construção de módulos garante que é possível se produzir um tampão que é ajustado às condições ambientais {pressão, temperatura, etc.) que possa se esperar no poço em que o tampão deve ser usado. Logicamente, as margens de segurança são levadas em consideração. Dessa forma, se pode especialmente ajustar e construir o tampão de acordo com os requisitos de pressão do cliente. Por exemplo, um tampão de 1000 bar {1,0 x 108 N/mé) pode ser produzido com 6-8 camadas de vidro, enquanto um tampão de 300 bar (3,0 x 107 N/rrl) pode compreender de 2 a 4 camadas. É importante que o vidro seja endurecido de tal modo a que possa ser triturado, também, mediante trituramento mecânico, ao mesmo tempo· em que retém sua resistência. 0 endurecimento é realizado mediante tratamento térmico do vidro. A invenção será agora explicada em maiores detalhes com referência às figuras anexas, em que: - a figura 1 mostra um diagrama geral da construção de um tampão de acordo com a invenção, colocado em uma tubulação de tubagem/produçào, onde um furo de ventilação é feito através da parede de tubo envolvente; - a figura 2 mostra uma modalidade alternativa do tampão, isto é, para o número de camadas no tampão; a figura 3 mostra uma variante do tampão acima mencionado, compreendendo uma carga explosiva em uma seção de vidro separada.
Inicialmente, é feita referência à figura 1, que mostra uma tubulação de tubagem de produção (10} do tipo anteriormente conhecido, na qual um tampão {12} é encaixado. O tampão {12) é colocado em uma seção ampliada dirigida radialmente (14} da tubulação (10). A seção {14} apresenta um. diâmetro interno li.geiramen.te maior que o restante da tubulação, de modo a proporcionar ura posicionamento seguro do tampão e evitar a limitação da área de seção transversal quando o tempão é removido. 0 tampão (12) é principalmente cilíndrico (mesmo que outras formas de seção transversal possam ser adaptadas à seção transversal da tubulação (10)). 0 .lado subjacente (16) do tampão (12) forma um assento na forma de anel, inclinado, do tipo· de ressalto (18), na base de uma seção ampliada em relação ao eixo longitudinal (X) da tubulação (10). A parte superior do tampão apresenta também uma superfície inclinada. Desse modo, o tampão apresenta uma maior capacidade de suportar altas pressões e pulsos de pressão. O ângulo de contato do tampão (10) contra o assento ê de cerca de 45°. A seção air.pliada (14) é designada de modo a não impedir uma subsequente operação e manutenção do poço. Além disso, o diâmetro da seção de tampão não deve ser demasiadamente grande pelo fato de que isso pode levar ao operador (a companhia de petróleo) ter de usar tubulações de revestimento/invólucro com correspondentes maiores diâmetros internos. Na medida em que as tubulações de invólucro podem apresentar extensões de 10 quilômetros e mais, uma seção de tampão demasiadamente espessa pode levar a custos extras para o operador. A construção de gaxeta de tampão (23, 25) na parede interna forma uma vedação entre o disco de vidro (32, 34) que se dispõe logo acima e logo abaixo da câmara de tubulação portadora do tampão (14) e a parede interna da tubulação, Esses discos de vidro sao também indicados por {32, 34} e sâo dispostos para a função de vedação em si.
Isto proporciona uma reduzida carga sobre o· tampão de vidro (12} e a seção de tampão pode ser tornada mais estreita e, dessa forma, reduzir a exigência de diâmetro da tubulação de invólucro e tubulação de produção, 0 tampão (12) é modelado na forma de cilindro e com um número de discos de vidro [13} na parte mediana, coro diâmetro maior que os discos de vidro formadores de vedação {32, 34). A nova construção de tampão de acordo com a invenção é caracterizada pelo fato de ser apresentada como uma construção de uma camada ou uma construção formada de níveis, em que uma dita camada se dispõe no topo da camada seguinte. Isto pode ser observado nas figuras.
As camadas indicadas por (Z} são fabricadas como elementos de placa/anel no formato de disco com uma determinada espessura. Em cada extremidade da seção mediana-cilíndrica (13! do tampão (12), são encaixadas placas inclinadas (15, 17) , também indicadas por (Y) na figura. Em cada extremidade do tampão, são montados os discos terminais mencionados (32, 34), referidos como (X) na figura, que juntamente com os anéis em O {23, 25) encaixados periferícamente, formam a vedação de tampào contra a parede interna da tubulação (10), o que irá evitar vazamentos. O tampão de acordo com a invenção pode, consequentemente, ser fabricado com um necessário número de camadas. De acordo com uma modalidade particularmente preferida, uma camada de material diferente de vidro ê colocada entre as diferentes camadas no tampão. Isto faz com que se consiga uma melhor proteção do vidro com relação aos impactos durante a manipulação e também para que o tampão seja capaz de suportar pressões mais altas.
Como exemplo de uma camada inserida ou de filme inserido, podem ser usados um filme de plástico, um filme de feltro, um filme de papel ou material similar. A camada inserida fur.ciona como uma camada de lamlnaçâo, para aumentar a resistência e/ou como um meio de deslizamento e como absorvedor de choque. Alternarivamente, as pl acas de vidro podem ser unidas mediante laminaçáo com um agente de aglutinação, tal como, uma cola.
Mediante uso de têmpera por pressão, o vidro pode ser tornado quebradiço e com uma correta pré-têmpera (pré-processamento) o vidro obtém resistência, tenacidade e satisfatórias características de trituramento.
Para obtenção de uma satisfatória vedação entre cada disco de vidro e entre as superfícies externas do vidro e a parede interna da tubulação, o vidro deve ser polido. Isso· significa que a placa de vidro é fabricada na forma de um vidro fosco (Norueguês: "deslizante"). Isso proporciona um satisfatório encaixe entre o vidro e o metal, isto é, uma satisfatória vedação entre cada placa de vidro e entre a superfície externa do vidro e o metal da parede interna da tubulação.
Para simplificar a produção industrial e proporcionar um encaixe mais simples e de melhor possível funcionamento, é perfurado um furo de compensação (36), a partir do centro do tampão e radialmente para fora, através da seção de tubagem ou da tubulação (10, 14), no qual o tampão {12) é colocado. O fure (36) é perfurado radialmente no centro da seção ampliada (14). Quando as duas placas de vidro, respectivamente, superior e inferior (15a, 15b), (ver a figura 2), durante o encaixe do tampão (10) na oficina, são direcionadas entre si para que sejam dispostas entre si ao longo da linha de borda (38), o ar será ventilado através do furo (36) na parede de tubulação (10), como conseqüência da passagem estreita. Q furo (36) oferece um encaixe seguro das partes de tampão dispostas em camadas internas, entre si. Sem esse furo, o inteiro tampão teria de ser encaixado a vácuo, para evitar uma -grande sobrepressão entre os discos de vidro, quando os mesmos são colocados juntos, e isto seria inconveniente e dispendioso e os tampões não funcionariam de modo ótimo. Este furo (36) também é usado para compensar a pressão nas superfícies de vidro, quando o tampão está situado no poço.
Este furo de compensação (36) no alojamento também funciona para reduzir a carga de pressão no tampão. Sem tal compensação através do furo (36), é possível, de modo potencial, terminar se excedendo a aferição- de pressão ou o limite -de tolerância para o tampão. Isto se deve ao fato de que a pressão interior no tampão de vidro, é entre os discos, uma pressão inicialmente atmosférica (pressão absoluta de 1 bar). Mas quando o tampão é encaixado em profundidades de 2-3 km. e o poço é enchido com. água na. fase de teste, a pressão hidrostática, individualmente, irá atingir 2-300 bar (2-3 :·; IC7 M/rri:) . Além disso, deve ser considerada a pressão de teste que é tipicamente de 350 bar (3,5 x 10' N/itf) em. um poço padrão. No total, pode se apresentar uma diferença de pressão de 300 + 350 = 650 bar (3,0 x 10' N/m2} + (3,5 x 10' N/nf) = (6,5 x 107 N/m''), para os discos de vidro, em. que existe inicialmente pressão atmosférica. Ao usar o furo (36) como furo de ventilação ou válvula de uma. via, conforme mencionado no parágrafo acima, então pode se compensar a pressão hidrostática e reduzir a pressão diferencial para apenas a pressão de teste, isto é, uma pressão de 350 bar (3,5 x 107N/m':) .
De acordo com uma modalidade preferida, o· tampão de vidro é colocado em um assento ou o assim chamado "berço" (37) de um material mais macio, de alto grau. Este material ê preferencialmente um metal, tal como, bronze. Conforme mostrado na figura 3, o assento (37) apresenta um formato que corresponde à superfície lateral externa periférica da seção ampliada de tampão (13), de modo a permanecer uniformemente colocado na seção ampliada de tubulação. Essa solução irá proteger o tampão· contra danos de tratamento áspero, por exemplo, durante a suspensão com guindastes e dispositivos similares, antes da seção ser encaixada na seção de tubulação (10) , O mesmo berço (37) pode também ser usado como suporte e receptáculo para as forças que a pressão exerce contra a área. do vidro, Esta força pode, por exemplo, ser de 150 toneladas métricas. Isto significa que o vidro permanece no berço, que, por sua vez, permanece contra a seção de tubo envolvente.
Os vidros são polidos e preferencialmente moldados, de pendência diferente na sua função e forma do berço, onde um tipo de vidro pode constituir a vedação de pressão (17-18), enquanto outro tipo manipula a carga que é exercida pela pressão de fluido.
Inicialmente, como pode ser visto, o tampão de vidro pode ser removido com a ajuda de uma carga explosiva incluída (40), que é fixada ao vidro ou ao lado interior do alojamento do tampão. Uma modalidade é mostrada na figura 1, quando as cargas explosivas (40) são fixadas no inferior de um disco dedicado de vidro separado (42), que se dispõe nc topo e próximo à placa terminal de vedação (32) . Esse disco (42) é chamado de ancoragem para a carga explosiva. Quando o disco (42) é explodido, o tampão de vidro é completamente triturado, na medida em que também é completamente triturada a ancoragem de disco (42).
Concernente à detonação do tampão em si, esta pode ser feita por controle remoto, a partir da superfície, com a ajuda de uma pressão de bomba controlada, fornecida com o uso de bombas de plataforma de petróleo. Cronômetros podem também ser usados para a detonação e remoção do tampão, após predeterminados intervalos de tempo. A fabricação de seção de tubulação que deve conter tal tampão (12), é realizada antecipadamente em uma oficina de montagem. Isso significa que o tampão pode ser montado em módulos com adequada qualidade de material, etc., para atender a diferentes necessidades dependentes da condição no local de uso. Isso também significa que a extensão do tampão pode facilmente ser ajustada mediante variação do número de placas de vidro que são colocadas em pilha para a produção do tampão, As figuras I e 2 mostram duas diferentes construções. A figura 1 mostra um tampão com quatro placas de vidro tipo (Z), enquanto a figura 2 mostra um tampão com apenas dois discos de vidro do tipo (2). A figura 1 também mostra o adicional disco de vidro explosivo (42), enquanto o tampão de acordo com a figura 2 nào apresenta esse tipo de carga explosiva.
Quando o tampão de vidro foi posteriormente explodido e a tubulação foi aberta para circulação de fluido, esta seção mais curta de tubulação permanece na tubulação. Então, a seção pode posteriormente ser usada para instalar e conter tampões mecanicamente operados, para realizar outros testes ou proteger o poço.
Um assim chamado ressalto "No-Go", que é aqui mostrado pela referência numérica (46), é implementado no alojamento do tampão. Isto ê mostrado pela referência numérica (46) na figura 2. 0 ressalto é modelado na forma de uma dobra (46) ou prateleira que se vira para dentro na forma de anel, na tubulação. Este ressalto nâo irá prejudicar muito o fluxo na tubulação ou obstruir o equipamento, o qual deverá pôsteriormente ser abaixado após a seção de tampão. 0 ressalto (46) pode ser usado para prender tampões mecânicos que são posteriormente abaixados na tubulação. Um tampão que apresenta aproximadamente o mesmo diâmetro interno da tubulação e que é abaixado, irá permanecer cora seu lado subjacente no assim chamado ressalto (46) "No-Go". Com esta forma de ressalto (46), é possível se fixar um tampão tipo "linha lisa" (slickline) a este assento, Essa ancoragem é normalmente chamada de "equipamento que é suspenso". Isto significa que em operações de poço posteriores é possível se suspender tampões ou outros equipamentos no mesmo recesso, onde o tampão de vidro foi originalmente instalado e estabeleceu uma segura ancoragem e uma função de vedação nessa área. O equipamento, dessa forma, é impedido de passar da seção de ressalto (46}, A figura 3 mostra essa variante na forma de uma fixação explosiva (40) no disco [425 e de um assim chamado ressalto No-Go (46) na base, para colocação de tampões de linha lisa "silenciosos". Após o vidro ser removido, estes tampões podem ser acionados descendentemente na direção No-Go e serem colocados sem controle antecipado de profundidade e ajustados para serem ancorados ou permanecer contra o ressalto [46). 0 poço, depois disso, pode ser protegido com este tampão para processamento ou teste.
Além disso, ambas as figuras 2 e 3 mostram a modalidade com a seção média radialmente ampliada (15) da unidade de tampão· (13) (que é formada por dois discos de vidro (13) superior e inferior, respectivamente), que permanece contra o assento inclinado [18) na parede da tubulação.
Claims (20)
1. Dispositivo para um tampão triturável {12), disposto para testar a pressão de poços em uma formação, compreendendo uma tubulação (10) na qual o tampão, com um determinado número de elementos de disco de vidro formadores de camada ou formadores de níveis de uma determinada espessura (X,Y,Z), cada elemento de disco se dispondo por sobre o outro, é instalado em uma câmara portadora do tampão, onde o tampão veda a passagem através da tubulação mediante cooperação com corpos de vedação, na medida em que o lado subjacente do tampão é disposto (apoiado) em um assento (37) da câmara, caracterizado pelo fato de que um filme ou uma camada de um material diferente de vidro é inserido entre as diferentes camadas do tampão, para se obter a necessária resistência e tenacidade.
2. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o filme inserido compreende um filme de plástico, um filme de feltro, um filme de papel ou similar.
3. Dispositivo, de acordo com as reivindicações 1-2, caracterizado pelo fato de que os discos de vidro {X,Y,Z} são unidos mediante laminaçâo com um agente de aglutinação, tal como, uma cola.
4. Dispositivo, de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que os discos de vidro (Χ,Υ,Ζ) são enrijecidos ou quebradiços, de modo que se obtém uma trituraçâo simples e efetiva do vidro.
5. Dispositivo, de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o vidro é formado com uma superfície polida para se obter uma satisfatória vedação entre cada disco e entre as superfícies externas do vidro e o metal da parede interna da tubulação,
6. Dispositivo, de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o tampão de vidro ê colocado em uma estrutura ou berço de um material de alta qualidade (37), tal como, um metal mais mole, como bronze, para proteger o tampão contra danos que possam surgir de um tratamento bruto.
7. Dispositivo, de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que um tipo de vidro (32, 34) é responsável pela vedação por pressão, enquanto o outro tipo de vidro (16, 15, ¥5, manipula a carga de pressão como conseqüência da pressão do líquido.
8. Dispositivo, de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o tampão de vidro é disposto para ser removido com a ajuda de uma carga explosiva (40), que é fixada ao vidro no interior da seção de tubulação de alojamento do tampão.
9. Dispositivo, de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que a carga explosiva do tampão de vidro é disposta no interior de um disco de vidro separado (42), que se dispõe no topo e próximo ao disco terminal de vedação (32).
10. Dispositivo, de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo· fato de que um número de camadas (7) é fabricado na forma de placas formadas de disco e, também, placas superiores e inferiores oblíquas (15, 16, Y) e, também, que são colocadas em cada extremidade do tampão, seções terminais {32, 34, X) que compreendem seus próprios corpos vedantes, compreendendo um corpo vedante {23, 25) que forma a vedação do tampão contra a parede interna da tubulação (10), para prevenir va zaraentos,
11. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que uma câmara (30) forma um assento (18) correspondentemente oblíquo a um lado de topo de assento do tampão modelado reciprocamente, o qual possui um ângulo de contato com o assento de cerca de 45°,
12. Dispositivo, de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que os corpos vedantes {23, 25) são dispostos em conexão com a parede interna da tubulação {10) acima (a montante) e/ou abaixo (a jusante) da câmara (30) e são dispostos para formar uma vedação contra as respectivas extensões cilíndricas (32, 34) do corpo do tampão (10) acima e/ou abaixo da câmara.
13. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que cada corpo vedante (23, 25) compreende uma vedação, tal como, por exemplo, um anel em O, que é encaixada nos recessos formados do anel na parede interna da tubulação.
14. Dispositivo, de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que a seção separada é dividida em duas seções parciais {52, 54), cada qual contendo uma carga explosiva (56, 58),
15. Dispositivo, de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o alojamento do tampão compreende um rebaixo "No-Go", situado permanentemente na forma de um dobramento ou "prateleira" {40) que se dispõe na direção interna na forma de anel na tubulação, para ser possível colocar de forma simples tampões mecânicos para realização do teste ou proteção posterior do poço.
16. Dispositivo de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que a seção de tubulação/alojamento ou sustentador de vidro é modelado com um foro de ventilação (36) para simplificar a instalação dos discos de vidro.
17. Dispositivo, de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o furo (36) é usado para balanceamento da pressão, para reduzir a carga de pressão do tampão.
18. Dispositivo, de acordo com quaisquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que é feito um recesso (14) no vidro, de maneira que se possa facilmente dirigir o equipamento após o tampão de vidro ter sido removido, de modo que os cantos e as formas sejam modeladas de tal modo que as ferramentas não fiquem agarradas ou atoladas.
19. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato de que o recesso (14} para o vidro pode ser usado para suspensão dos tampões ou outro equipamento, após o vidro ter sido removido, por exemplo, nas operações posteriores do poço.
20. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato de que o recesso ¢14) para o vidro e a área adjacente é formado de modo a que se possa suspender os tampões ou outro equipamento no mesmo recesso e estabelecer ancoragem e vedação nessa área para operações posteriores do poço.
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