"UM ARTIGO ABSORVENTE TIPO CALÇA POSSUINDO CÓS ELÁSTICO" Campo da técnica A presente invenção se refere a um artigo absorvente tipo calça tal como uma fralda calça, uma calça sanitária ou roupa para incontinência, dito artigo possuindo uma região de núcleo compreendendo um núcleo . absorvente e um chassi, dito chassi compreendendo um painel dianteiro, um painel traseiro e um cós elástico compreendendo elementos elásticos de reforço que se estendem substancialmente paralelos a uma borda de cintura do chassi ao longo de pelo menos uma parte da circunferência de dita borda da cintura.
Fiincteiinentos invenção Os artigos absorventes que definem regiões de núcleo e regiões de chassi são presumidos para ter um ajuste confortável sobre o usuário. Para artigos tipo calça tais como fraldas calça, calças sanitárias e calças para incontinência também é desejável que os artigos sejam capazes de ser puxados para cima e para baixo sobre os quadris do usuário para permitir que o usuário ou o cuidador vistam facilmente e removam o artigo após ter sido sujo. É conhecida a confecção de tais calças absorventes com painéis laterais elastifiçados extensíveis e porção de cintura compreendendo geralmente elementos elásticos, tais como fios elásticos, afixados contractilmente entre a folha traseira e a folha superior. É conhecida adicionalmente a confecção de porções de chassi de artigos absorventes de um material elástico, tal como laminados ligados elásticos. Tais laminados podem incluir uma camada de fibras elastoméricas de via sopro que foram esticadas e imprensadas entre camadas externas de mantas de fiação continua. . O documento US 6.552.245 divulga uma cobertura externa extensível para um artigo absorvente que fornece alguma deformação permanente quando sujeitado a uma força de tração. A cobertura externa extensível compreende um laminado adelgaçado em forma de uma camada de uma película não-elástica adelgaçada e de uma camada de uma película elástica. As películas podem ser respirantes. 0 documento WO 03/047488 divulga um laminado elástico compreendendo uma película elástica que é ligada em lados opostos a primeira e segunda camadas fibrosas não-elásticas. 0 laminado é feito ligando as camadas fibrosas não-elásticas à camada de película elástica e subseqüentemente esticando o material composto, fazendo com que os materiais não-elástícos se rompam. 0 material de película elástica pode ser de um material respirante. O laminado pode ser incorporado em um artigo absorvente. ■ 0 documento US 2004/0243086 divulga uma roupa íntima descartável como calça possuindo painéis dianteiro e traseiro extensíveis, por exemplo, feitos de um laminado elástico. Um cós elástico é fixado à borda distai de pelo menos um dos painéis dianteiro e traseiro, dito cós elástico possuindo um comprimento retraído menor do que o comprimento retraído do painel ao qual foi unido. 0 cós elástico compreende um elemento dobrado de manta não-elástica que inclui um ou mais elementos elásticos alongados.
Outros exemplos adicionais de artigos absorventes que são feitos em parte de laminados elásticos são encontrados em US 6.476.289 e em JP 10043235.
Os pedidos de patente internacionais PCT/SE2004/001004, PCT/SE2004/001005, PCT7SE2004/001415, PCT/SE2005/000309 se referem aos artigos absorventes compreendendo uma folha de cobertura externa em forma de um laminado elástico que melhora propriedades como a sensação e a aparência de têxtil. Um cós elástico é fixado à borda de cintura da folha de cobertura externa. Há, entretanto, necessidade ainda de melhoria das propriedades dos artigos absorventes compreendendo um material elástico de manta, tal como um laminado elástico, como uma folha de cobertura externa, particularmente seus ajuste e aparência na abertura da cintura. Os elementos elásticos de reforço no cós enquanto fornecem um ajuste apertado em torno da cintura do usuário podem tornar o produto quente para usar nesta área. Este pode ser um problema especial para os produtos tipo calça que têm uma cintura alta.
Objetivos e características mais importantes da invenção Um objetivo da presente invenção é fornecer um artigo absorvente tipo calça do tipo acima mencionado possuindo um ajuste e um conforto melhorados na área de cintura. Isto foi obtido pelo fato que uma área de altura de pelo menos 5 mm, como vista no sentido longitudinal do artigo, adjacente a borda de cintura do chassi está livre de elementos elásticos de reforço ao longo de pelo menos uma parte substancial da circunferência da borda de cintura ao longo da qual o cós elástico se estende.
Em uma concretização ao menos 75% da circunferência de dita borda de cintura do chassi está livre dos elementos elásticos de reforço em área dita adjacente a borda terminal.
Em um aspecto da invenção dita área livre de elementos elásticos de reforço adjacentes à dita borda de cintura tem uma altura de pelo menos 7 mm, preferivelmente ao menos 10 mm, como visto no sentido longitudinal (y) do artigo.
De acordo com uma concretização o cós elástico compreendendo ditos elementos elásticos de reforço tem uma borda unida a uma borda terminal de ditos painéis dianteiro e traseiro do chassi e onde a borda do cós está livre de elementos elásticos de reforço em uma área de um comprimento como indicado nas reivindicações precedentes ao longo ao menos de uma parte substancial da circunferência da borda não-fixada do cós.
Em uma concretização mais adicional o cós elástico compreendendo ditos elementos elásticos de reforço é unido aos ditos painéis dianteiro e traseiro em uma distância selecionada dentro de sua respectiva borda terminal, de modo que a dita borda terminal se projete para fora do cós por um comprimento como indicado nas reivindicações precedentes ao longo ao menos de uma parte substancial da circunferência de da borda não-fixada do cós.
Em um aspecto da invenção os cós elásticos têm um comprimento retraído no sentido transversal do artigo que é menor do que o comprimento retraído no sentido transversal dos painéis dianteiro e traseiro ao qual está unido.
Em um aspecto mais adicional s cós elástico compreende dois ou mais elementos elásticos de reforço que se estendem substancialmente em paralelo a uma distância selecionada entre si, dita distância que é menor do que a altura da dita área livre de elementos elásticos de reforço adjacente à dita borda de cintura.
Em uma concretização ao menos um dos ditos painéis dianteiro e traseiro compreende um material elástico de manta. 0 material elástico de manta pode ser um laminado composto de primeira e segunda camadas de material fibroso e de uma camada de película elástica situada entre ditas primeira e segunda camadas fibrosas. A camada de película elástica é preferivelmente respirante.
Em um aspecto da invenção o laminado elástico tem uma taxa de transmissão de vapor de água de acordo com o procedimento D da ASTM E96-00 de ao menos 1500 g/m2 24h, preferivelmente ao menos 3000 g/m2 24h.
De acordo com uma concretização, dito laminado elástico compreende primeira e segunda camadas fibrosas de material de fiação contínua, cada uma tendo um peso base entre 10 e 35 g/m2, preferivelmente entre 12 e 30 g/m2, mais preferivelmente entre 10 e 25 g/m2, e uma camada de película elástica respirante que tem um peso base entre 20 e 80 g/m2, preferivelmente entre 20 e 60 g/m2, dito laminado elástico tendo uma taxa de transmissão de vapor de água de acordo com o procedimento D da ASTM E96-00 ao menos de 1500 g/m2 24h, preferivelmente ao menos 3000 g/m2 24h.
De acordo com uma concretização mais adicional a dita manta de material elástico tem uma elasticidade no sentido transversal do artigo ao menos de 30%, preferivelmente ao menos 50%, mais preferivelmente ao menos 70%, quando medida de acordo com o teste de elasticidade especificado no relatório descritivo.
Em um aspecto da invenção o material elástico de manta tem um peso base de não mais do que 100 g/m2, preferivelmente não mais do que 90 g/m2.
Em uma concretização adicional um material de manta substancialmente inelástico é disposto na porção de gancho do artigo, dito material de manta inelástico sendo unido aos painéis dianteiro e traseiro compreendendo dito material de manta elástico.
De acordo com uma concretização a área de superfície do núcleo absorvente atinge não mais do que 30%, preferivelmente não mais do que 20% da área de superfície total do artigo, como medido em um estado plano do artigo. A expressão "estado plano" significa aqui um estado aberto não-contraído, como visto na Figura 2 dos desenhos, e no qual todos os elementos elásticos tensionados foram desativados.
Breve descrição dos desenhos A invenção será descrita a seguir em maiores detalhes por meio de exemplos e com referência aos desenhos anexos, onde: A Figura 1 mostra uma vista em perspectiva de uma primeira concretização de um artigo absorvente tipo calça. A Figura 2 as mostras são uma vista plana do artigo calça da Figura 1 em seu estado plano, não-contraido o antes da formação como visto do lado voltado para a roupa. A Figura 3 é uma vista plana correspondente como na Figura 2, mas mostra uma segunda concretização de um artigo tipo calça. ' A Figura 4 é uma seção transversal de acordo com a linha IV-IV na Figura 2. A Figura 5 é uma seção transversal de acordo com a linha V-V na Figura 2. A Figura 6 é uma seção transversal através de um laminado elástico de acordo com a linha VI-VI na Figura 2.
Descrição de concretizações preferidas A invenção será descrita a seguir mais detalhadamente com referência a algumas concretizações mostradas nos desenhos que acompanham o pedido.
Artigo absorvente 0 termo "artigo absorvente" se refere aos produtos que são colocados de encontro à pele do usuário para absorver e conter exsudados do corpo, como urina, fezes e liquido menstruai. A invenção se refere principalmente aos artigos absorventes descartáveis, o que significa artigos que não são destinados a serem lavados nem são restaurados de outra maneira ou reutilizados como tal depois de usados como artigo absorvente. De acordo com a invenção artigos absorventes tipo calça são referidos como tendo uma região de núcleo e uma região de chassi que cerca a região de núcleo. Exemplos de tais artigos absorventes tipo calça são fraldas calça, calças sanitárias e calças para incontinência.
Os desenhos mostram uma concretização de uma fralda calça (1) para uma criança ou um adulto incontinente. A dita fralda calça compreende tipicamente um núcleo absorvente (2) situado em uma região (3) de núcleo do artigo, e um chassi (4) que cerca a região de núcleo. 0 chassi compreende um painel dianteiro (5), um painel traseiro (6) e um cós elástico (7). A região de núcleo (3) fica situada ao menos na porção (19) de gancho do artigo e se estende por uma determinada distância nos painéis dianteiro (5) e traseiro (6). A porção (19) de gancho é definida aqui como a parte estreita do artigo destinada a ser usada na virilha do usuário entre as pernas. 0 artigo tem um sentido longitudinal (y) e um sentido transversal (x). 0 artigo compreende uma folha superior permeável a liquido (8) e uma folha traseira impermeável a liquido (9) que cobre ao menos a região de núcleo (3) . 0 núcleo absorvente (2) é inserido entre a folha superior (8) e a folha traseira (9).
Folha superior A folha superior permeável a liquido (8) pode consistir de um material não-tecido, por exemplo, de fiação continua, de via sopro, cardado, hidroentrelaçado, de via úmida, etc.. Os materiais não-tecidos apropriados podem ser compostos de fibras naturais, tais como fibras de polpa de madeira ou de algodão, fibras sintéticas, tais como etc. poliéster, polietileno, polipropileno, viscose ou de uma mistura de fibras naturais e sintéticas. 0 material da folha superior pode ainda ser composto de fibras de estopa, que podem ser ligadas entre si em um padrão de ligação, como por exemplo, divulgado em ΕΡ-Δ1 035 818. Outros exemplos adicionais de materiais de folha superior são espumas porosas, películas plásticas perfuradas, etc.. Os materiais apropriados como materiais de folha superior devem ser macios e não-irritantes à pele e destinados a serem penetrados prontamente pelo líquido do corpo, por exemplo, urina ou líquido menstruai. A folha superior pode ser diferente em diferentes partes do artigo absorvente.
Folha traseira A folha traseira impermeável a liquido (9) que cobre a região de núcleo (3) no lado do núcleo voltado para a roupa é de um material impermeável a liquido, tal como uma película plástica fina, uma película, por exemplo, de polietileno ou de polipropileno, um material não-tecido revestido com um material impermeável a líquido, um material não-tecido hidrofóbico, que resiste a penetração de líquido ou um laminado compreendendo películas plásticas e materiais não-tecidos. 0 material da folha traseira (9) da região de núcleo pode ser respirante para permitir que o vapor escape do núcleo absorvente, enquanto ainda impede que os líquidos o atravessem completamente. Exemplos de materiais respirantes de folha traseira são películas poliméricas porosas, laminados de camadas de não-tecidos de fiação contínua e de via sopro, laminados de películas poliméricas porosas e de não-tecidos. A folha traseira (9) é preferivelmente inelástica.
Material de manta elástico A folha de cobertura externa que cobre os painéis dianteiro e traseiro (5) e (6) do chassi (4) compreende um material de manta elástico (10), que é elástico ao menos no sentido transversal (x) do artigo. A elasticidade no sentido (x) deve ser ao menos de 30%, preferivelmente ao menos de 50%, mais preferivelmente ao menos 70%, como medido pelo teste de elasticidade especificado abaixo.
Preferivelmente o material elástico de manta é também elástico no sentido (y) do artigo. Entretanto a elasticidade no sentido (y) é preferivelmente menor do que no sentido (x) . A elasticidade no sentido (y) dever ser de ao menos 20%.
Na concretização mostrada e descrita abaixo do material elástico de manta é um laminado elástico (10) composto de primeira e segunda camadas externas de material fibroso (11) e (12) e uma camada elástica intermediária (13) de película situada entre ditas camadas fibrosas. Porém pode-se compreender que outros tipos de materiais elásticos de manta podem ser usados, como os materiais não-tecidos elásticos, os materiais não-tecidos que são por si mesmos inelásticos, mas que foram elastifiçados por meio de fios elásticos etc.. Os materiais elásticos de manta podem compreender uma camada ou duas ou mais camadas que foram laminadas.
No laminado elástico mostrado e descrito abaixo é preferível que as camadas fibrosas externas (11) e (12) sejam escolhidas de modo que, em combinação com a camada elástica de película interna (13), proporcionem ao material elevada resistência à punctura. Elas fornecem também uma sensação de maciez e de têxtil ao laminado. Exemplos de materiais apropriados são mantas e materiais cardados de fiação contínua. O peso base das camadas de material fibroso deve estar entre 10 e 35 g/m2, preferivelmente entre 12 e 30 g/m2, mais preferivelmente entre 15 e 25 g/m2. Exemplos de polímeros apropriados usados nos materiais fibrosos são polietileno, poliésteres, polipropileno e outros homopolímeros e copolímeros de poliolefina. As fibras naturais, por exemplo, algodão, podem também ser usadas desde que forneçam as propriedades requeridas. Uma mistura de polimeros pode contribuir para uma flexibilidade mais elevada da camada não-tecida, e com isso, dá ao material não-tecido um alongamento mais elevado na carga máxima. Uma mistura de polimeros de polietileno e de polipropileno provou fornecer bons resultados com este respeito. Uma mistura de fibras de polimeros diferentes também é possível. A camada intermediária (13),, de acordo com uma concretização da invenção, é uma película elástica perfurada possuindo um peso base entre 20 e 80 g/m2, preferivelmente entre 20 e 60 g/m2. A película pode ser de qualquer polímero elástico apropriado, natural ou sintético. Alguns exemplos de materiais apropriados para a película elástica são polietilenos de baixa cristalínidade, polietileno de baixa cristalínidade catalisado por metaloceno, copolímeros de acetato de vinil etileno (EVA), poliuretano, poliisopreno, copolímeros de butadíeno-estireno, copolímeros do bloco de estíreno, tais como estireno/isopreno/estireno (SIS),· copolímeros do bloco de estireno/butadieno/estireno (SBS), ou de estireno/etileno-butadieno/estireno. As misturas destes polímeros podem também ser usadas bem como outros materiais elastoméricos ou não-elastoméricos modificados. Um exemplo de uma película apropriada é uma película elastoméríca perfurada de três camadas de PE-SEBS-PE. 0 peso base total do laminado é preferivelmente de 100 g/m2 ou menos, mais preferivelmente não mais do que 90 g/m2. 0 laminado elástico (10) pode ser manufaturado de acordo com o método divulgado em WO 03/047488, onde uma camada (11) de fiação continua é aplicada à película (13) em um estado viscoso e se ligará assim à camada de película, enquanto a outra camada (12) de fiação contínua é laminada adesívamente à camada de película (13), usando, por exemplo, um adesivo de fusão térmica sensível à pressão. Alternativamente o laminado é manufaturado de acordo com uma versão modificada deste método conhecido, onde a modificação envolve o fato de que o laminado ■ é esticado progressivamente (através de engrenagens cooperantes, IMG), a um ponto abaixo do alongamento na carga extrema de pelo menos uma das camadas não-tecidas não-elásticas para reter alguma resistência para ao menos uma das camadas não-tecidas. A outra camada pode também ser esticada a um ponto abaixo de seu alongamento na carga extrema, ou a um ponto em que rasgará durante o esticamento. O método divulgado em WO 03/047488 envolve esticar o laminado acima do ponto de falha do material fibroso, de modo que as camadas não-elásticas rompam completamente. Conseqüentemente, como descrito em WO 03/047488, o alongamento do laminado não é limitado pelo módulo de estiramento do material não-elástico.
Em uma concretização preferida ao menos uma, preferivelmente ambas as camadas fibrosas, que são ligadas à película elástica, não são, em contraste com o método descrito em WO 03/047488, rasgadas completamente durante a manufatura de um laminado de acordo com a presente invenção. A seleção de materiais fibrosos que tenham um alongamento na carga máxima maior do que a elasticidade do laminado elástico permite que a película elástica estique sem ser impedida pelas camadas fibrosas. Tal seleção assegura de também 'que as camadas fibrosas contribuam para a resistência à punctura do laminado, porque não sâo rasgadas nem não são rompidas completamente durante a manufatura. Preferivelmente ambas as camadas fibrosas ou ao menos uma das camadas fibrosas tem um alongamento na carga máxima que é ao menos 10% mais elevado do que a elasticidade do laminado. Isto é descrito mais detalhadamente em PCT/SE2004/001005, que é incorporado aqui por esta referência. A opacidade de uma camada de material é a habilidade característica da camada de material de esconder visualmente da vista um objeto ou um padrão subjacente. A opacidade é medida em %, onde a opacidade 100% significa que nada pode ser visto através da camada de material e 0% significa que a camada de material é completamente transparente. A opacidade é medida pelo teste de opacidade baseado em dados de fator luminosidade-reflectância e descrito no documento PCT/SE2004/001415. A opacidade do laminado pode ser obtida pela concretização de aditivos opacificantes no laminado, particularmente na película elástica. Tais pigmentos podem ser tinturas orgânicas ou inorgânicas, agentes de coloração, ou agentes branqueadores. Os materiais inorgânicos tais como dióxido de titânio, carbonatos inorgânicos, carbonatos sintéticos, talco, nefelina sienita, hidróxido de magnésio, terra diatomácea de trihidrato de alumínio, mica, silicones naturais ou sintéticos, argilas calcinadas e misturas destes são exemplos preferidos de aditivos opacificantes. 0 aditivo é adicionado preferivelmente como um grupo mestre na extrusão da película. Um exemplo de uma concentração apropriada é aproximadamente 5% de aditivo por peso da película.
Prefere-se ainda que o laminado elástico (10) tenha uma habilidade de respiração (taxa de transmissão de vapor de água) de acordo com o procedimento D da ASTM E96-00 de pelo menos 1500 g/m2 24h, preferivelmente ao menos 3000 g/m2 24h. A área aberta da camada de película elástica é preferivelmente ao menos 8%, mais preferivelmente ao menos 10%. A área aberta é medida por métodos de análise de imagem e definida como a soma da área de furos dividida pela área total da amostra de película. Núcleo absorvente O "núcleo absorvente" é a estrutura absorvente disposta entre as duas coberturas do artigo absorvente. O núcleo absorvente (2) pode ser de qualquer tipo convencional. Exemplos de materiais absorventes que geralmente ocorrem são polpa de felpa celulósica, camadas de papel tissue, polímeros altamente absorventes (assim chamados superabsorventes), materiais de espuma absorvente, materiais não-tecidos absorventes ou similares. É comum combinar a polpa de felpa celulósica com polímeros superabsorventes em um núcleo absorvente. Os polímeros superabsorventes são materiais orgânicos ou inorgânicos que incham enquanto absorvem água, insolúveis em água e capazes de absorver ao menos aproximadamente 20 vezes seu peso de· ■ uma solução aquosa que contém 0,9 por cento de peso de cloreto de sódio. Os materiais orgânicos apropriados para uso como um material superabsorvente podem incluir materiais naturais tais como polissacarídeos, polipeptídios e similares, bem como materiais sintéticos, tais como polímeros sintéticos de hidrogel. Tais polímeros de hidrogel incluem, por exemplo, sais alcalinos de ácidos poliacrílicos, · poliacrilamidas, álcool polivinil, poliacrilatos, poliacrilamidas, polivinil piridinas, e similares. Outros polímeros apropriados incluem o amido hidrolisado enxertado de acrilonitrila, amido enxertado de ácido acrílico, e copolímeros de anidrido de isobutileno e misturas maleias destes. Os polímeros de hidrogel são preferivelmente levemente reticulados para tornar o material substancialmente insolúvel em água. Os materiais superabsorventes preferidos são adicionalmente reticulados na superfície de modo que a superfície externa ou escudo da partícula, da fibra, do floco, da esfera, etc. superabsorvente possuam uma densidade mais elevada de reticulação do que a porção interna do superabsorvente. Os materiais superabsorventes podem estar qualquer forma apropriada para uso em compostos absorventes incluindo partículas, fibras, flocos, esferas, e similares. Uma capacidade de absorção elevada é fornecida pelo uso de quantidades elevadas de material superabsorvente. Para um núcleo absorvente compreendendo uma matriz de fibras hidrofílicas, tais como fibras celulósicas, e material superabsorvente, a proporção de material superabsorvente está preferivelmente entre 10 e 90% por peso, mais preferivelmente entre 30 e 70% por peso. É convencional que artigos absorventes tenham núcleos absorventes compreendendo camadas de propriedades diferentes com respeito à capacidade de recepção de líquido, à capacidade de distribuição de líquido e à capacidade de armazenamento. Os corpos absorventes finos, que sâo comuns em para fraldas de bebê, por exemplo, e protetores para incontinência, compreendem freqüentemente uma estrutura comprimida misturada ou em camadas de polpa de felpa celulósíca e de polímeros superabsorventes. O tamanho e a capacidade absorvente do núcleo absorvente podem ser variados para adaptá-lo para usos diferentes como para crianças ou para pessoas adultas incontínentes. O núcleo absorvente pode ainda incluir uma camada de aquisição distribuição colocada no topo do corpo absorvente preliminar e que é adaptada para receber rapidamente e armazenar temporariamente o líquido descarregado antes que este seja absorvido pelo núcleo absorvente preliminar. Tais camadas de aquisição distribuição são bastante conhecidas na arte e podem ser compostas de enchimentos fibrosos porosos ou de materiais de espuma.
Fralda calça A fralda calça divulgada na Figura 1 é destinada a envolver a parte inferior do tronco do usuário como um par de calças intimas. Ela compreende uma região de núcleo (3) situada na porção de gancho estreita (19) do artigo e se estende para os painéis dianteiro (5) e traseiro (6) das calças absorventes. Uma região (4) de chassi cerca a região de núcleo (3) . A região de núcleo (3) é definida como a área de superfície do artigo que está ocupada pelo núcleo absorvente (2) e pelas áreas fora do núcleo, que são cobertas pela folha traseira impermeável a líquido. O chassi (4) compreende um painel dianteiro (5), um painel traseiro (6) e um cós elástico (7) fixado aos painéis dianteiro e traseiro. Em uma concretização alternativa somente um dos painéis dianteiro (5) e traseiro (6) tem um cós elástico (7) fixado a ele. Cada um dos painéis dianteiro e traseiro (5) e (6) tem uma borda de cintura (5a) e (6a), uma borda de gancho (5b) e (6b), e um par de bordas laterais (5c), (6c) e (5d) e (6d) respectivamente. Os painéis dianteiro (5) e traseiro (6) são unidos entre si ao longo de suas bordas laterais (5c), (6c) e (5d), (6d) por soldas ultra-sônicas (15), cordões de cola ou similares para formar emendas laterais. As porções elásticas (7) de cós fixadas ao painel dianteiro (5) e ao painel traseiro (6), respectivamente, são unidas entre si também ao longo das ditas emendas laterais. Os painéis dianteiro e traseiros unidos (5) e (6) e porções (7) de cós definem a abertura de cintura e um par de aberturas de perna da fralda calça.
De acordo com uma concretização da invenção a área de superfície do núcleo absorvente (2) não alcança mais do que 30% da área da superfície total do artigo, preferivelmente não mais do que 20%, como medido em um estado plano do artigo. O termo "estado plano" significa aqui um estado aberto, não-contraído, como visto na Figura 2, e no qual todos os elementos elásticos tensionados foram desativados. 0 material elástico de manta (10) pode cobrir o artigo inteiro, incluindo a região de núcleo (3) e a região de chassi inteira (4). Entretanto, de acordo com uma concretização preferida, uma parte substancial da porção de gancho (19) do artigo está livre de material de manta elástico (10). "Uma parte substancial" usada aqui se refere ao menos a 50%, preferivelmente ao menos 75%.
Um painel (18) de gancho, que seja preferivelmente um material não-elástico, mais preferivelmente um material não-tecido não-elástico, é disposto na porção de gancho do artigo e se sobrepõe aos painéis elásticos dianteiro e traseiro (5) e (6). O painel de gancho (18) é unido ao longo de suas bordas laterais transversais (18a) e (18b) de uma maneira sobreposta aos painéis dianteiro e traseiro (5) e (6) respectivamente por meio de soldas ultra-sônicas (17), de cordões de solda ou similares. O cós elástico (7) compreende um material não-tecido substancialmente não-elástico que é elastifiçados pelos elementos elásticos alongados (14a), tal como fios elásticos ou faixas elásticas, afixados contractilmente entre as camadas de materiais, tais como materiais não-tecidos. Estes elementos elásticos alongados (14a) constituem os elementos elásticos de reforço que fornecem o artigo com a elasticidade reforçada na área de cintura. Preferivelmente o cós elástico (7) tem um comprimento retraído no sentido transversal (x) do artigo que é menor do que o comprimento retraído no sentido transversal dos painéis dianteiro e traseiro (5) e (6) aos quais está unido, como é ilustrado na Figura 1. Em uma concretização alternativa, entretanto, o cós elástico (7) tem um comprimento retraído no sentido transversal (x) que iguala substancialmente ao comprimento retraído no sentido transversal dos painéis dianteiro e traseiro (5) e (6).
Fios elásticos (14b) podem também ser dispostos em torno ao menos de parte das aberturas de perna do artigo.
Como ilustrado na Figura 5 o cós elástico (7) pode compreender primeira e segunda dobras (20) e (21) de material de manta substancialmente não-elástico que inclui entre eles ao menos um elemento elástico (14a) e fios elásticos preferivelmente dois ou mais. O material de manta substancialmente não-elástico é preferivelmente um não-tecido, a primeira dobra de cós (20) é fixada ao lado do material de manta elástico (10) voltado para o corpo nas bordas (5a) e (6a) de cintura dos painéis dianteiro e traseiro (5) e (6) respectivamente, e a segunda dobra de cós (21) é fixada ao lado oposto, externo do material de manta elástico (10) em oposição à primeira dobra (20). A primeira e a segunda dobras (20) e (21) são fixadas ao material de manta elástico (10) quando esta está em uma condição esticada. A primeira e a segunda dobras (20) e (21), com o material de manta elástico (10) preso entre elas, formam uma emenda (16) de cós unidas por solda ultra-sônica, cordões de solda ou similares enquanto o material de manta elástico é mantido em uma condição esticada. Isto resultará em que as primeira -e segunda dobras do material não-elástico (20) e (21) formam um franzido ao longo da emenda de cós (16) quando o material de manta elástico (10) está em uma posição relaxada. O cós elástico (7) pode ser formado de um material de manta substancialmente não-elástico dobrado em dois, porém pode também ser formado de duas camadas separadas (20), (21) que são unidas entre si para conter entre elas os fios elásticos (14). A emenda de cós (16) assim formada fornece uma junção muito lisa entre os painéis dianteiro e traseiro (5), (6) e o cós (7) na superfície votada para o usuário e no lado externo oposto, a superfície do artigo, visto que somente uma única dobra de material da manta é unida a cada lado do material de manta elástico (10) na emenda (16) de cós, como ilustrado melhor na Figura 4. A emenda de cós (16) terá ainda um determinado grau de elasticidade.
Em uma concretização alternativa o cós elástico (7) é unido a um dos lados do material de manta elástico (10), preferivelmente o lado que forma o lado externo do artigo tipo calça.
Conquanto tenha sido mostrado que o cós elástico (7) está unido aos painéis dianteiro e traseiro, compreende-se também que em concretizações alternativas somente um dos painéis dianteiro e traseiro (5) e (6) está unido a um cós elástico (7), onde a elasticidade do material elástico (10) de manta é suficiente para manter o outro painel no lugar acima dos quadris do usuário.
Os elementos elásticos de reforço (14a) exibem um grau mais elevado de elasticidade e força retrátil mais elevada após a extensão do que o material de manta elástico (10) como para manter assim um ajuste apertado em torno da cintura do usuário. Este ajuste apertado pode, em alguns casos, causar uma sensação de calor e de umidade, especialmente nos produtos tipo calça que têm uma cintura alta. A fim de aumentar o conforto do produto de acordo com a invenção na área de cintura sugeriu-se que uma área adjacente à borda (22) de cintura do artigo esteja livre de elementos elásticos de reforço (14a) . Esta área deve ter uma altura, (a) , como visto no sentido longitudinal (y) do artigo, que é de ao menos 5 mm, preferivelmente ao menos 7 mm e mais preferivelmente ao menos 10 mm. Isto criará um pequeno colarinho frisado em torno da abertura de cintura que permitirá a ventilação desta área.
Este afastamento a entre a borda de cintura (22) e o elemento elástico de reforço mais externo (14a) deve estar presente sobre ao menos uma parte substancial da circunferência da borda de cintura (22) ao longo da qual o cós elástico (7) se estende. A expressão "uma parte substancial" significa aqui ao menos 50% do comprimento, no sentido transversal (y) , do cós elástico. Preferivelmente ao menos 75% de dito comprimento possui dito afastamento (a) presente e mais preferivelmente o comprimento inteiro do cós.
Em uma concretização alternativa mostrada na Figura 3 o cós elástico (7) é unido à parte externa do material de manta elástico (10) adjacente, mas dentro das bordas terminais (5a) e (6a) dos painéis dianteiro e traseiro (5) e (6). As ditas bordas terminais de cintura (5a) e (6a) projetam-se assim para fora do cós (7) por uma determinada distância, dita distância que corresponde ao afastamento, (a) , descrito acima com uma altura no sentido (y) de pelo menos 5 mm, preferivelmente ao menos 7 mm e mais preferivelmente ao menos 10 mm. Este afastamento (a) deve estar presente ao longo de pelo menos uma parte substancial do comprimento do cós (7) no sentido (x) . O cós (7), como descrito acima, pode estar presente ao longo da circunferência inteira da abertura de cintura ou, por exemplo, somente ao longo de um dos painéis dianteiro ou traseiro (5) ou (6).
Nesta concretização a área de cintura terá áreas de diferentes graus de elasticidade, uma vez que o cós elástico (7) com seus elementos elásticos de reforço (14a) fornece um grau relativamente elevado de elasticidade e de forças retráteis, enquanto a área (a) dos painéis dianteiro e traseiro (5) e (6), que se projeta para fora do cós elástico (7) fornece um grau relativamente mais baixo de elasticidade e de forças retráteis. Isto pode resultar em uma melhoria do ajuste e do conforto na área de cintura. 0 cós elástico (7) pode compreender somente um elemento elástico de reforço (14a) em forma de uma faixa elástica, mas preferivelmente compreende dois ou mais elementos elásticos de reforço (14a) que se estendem substancialmente paralelos a uma distância selecionada (b) um do outro, dita distância (b), de acordo com uma concretização, sendo menor do que a altura (a) da dita área livre de elementos elásticos de reforço (14a). Quando três -ou mais elementos elásticos (14a) estão presentes, eles podem ficar situados na mesma distância ou em distâncias diferentes (b) entre si. Entretanto em outras concretizações a distância (b) pode ser igual ou maior do que a altura (a). O material impermeável a liquido (9) da folha traseira recobre inferiormente o núcleo absorvente (2) e áreas adjacentes imediatamente fora do núcleo absorvente (2). A área coberta pela folha traseira impermeável a líquido (9) é definida como a região do núcleo (3). 0 material não-tecido (18) de gancho é disposto no lado voltado para a roupa da folha traseira impermeável a líquido (9) na porção de gancho do artigo. A região de núcleo (3) se estende para os painéis dianteiro e traseiro (5) e (6) de modo que se sobrepõe sobre o material de manta elástico (10) e a folha traseira impermeável a líquido nas partes externas da região de núcleo (3), como visto nas Figuras 2 e 3, onde o material de manta elástico (10) é disposto no lado voltado para a roupa da folha traseira impermeável a líquido (9). 0 material elástico de manta constitui o único componente em partes dos painéis dianteiro e traseiro (5) e (6) do chassi (4). Ao menos em 20%, preferivelmente ao menos em 25%, mais preferivelmente ao menos em 30% e ainda mais preferivelmente ao menos em 40% da área de superfície total do artigo, como visto em um estado plano de acordo com as Figuras 2 e 3, o material de manta elástico (10) constitui o único componente do chassi. Não é necessário utilizar nenhum painel lateral elastificado adicional unindo os painéis dianteiro e traseiro (5) e (6) ao usar o material de manta elástico (10) de acordo com a invenção. Se desejado, painéis laterais elastifiçados adicionais podem ser naturalmente fornecidos, especialmente nos casos onde o material de manta elástico (10) é disposto somente em partes dos painéis dianteiro e/ou traseiro.
Como indicado acima, o material de manta elástico (10) tem uma opacidade de pelo menos 40%, preferivelmente ao menos 50% e mais preferivelmente ao menos 60%. A opacidade do material de manta elástico fornece a aparência semelhante ao pano ao artigo, que é de importância particular quando o artigo é uma fralda calça. Especial neste caso, onde o material elástico de manta forma o único componente em regiões consideráveis da área de superfície da fralda calça, tal como as grandes áreas dos painéis dianteiro e traseiro, e o núcleo absorvente cobre somente áreas relativamente pequenas, 30% ou menos, do artigo, a aparência do material elástico de manta é de · grande importância para a aparência total do artigo. Assim fazendo o material de manta elástico opaco com uma opacidade de pelo menos 40%, a fralda calça parecerá mais com pano e mais como uma roupa de baixo "normal", do que se o material elástico de manta tivesse um grau mais elevado de transparência. A opacidade é medida pelo teste de opacidade divulgado no documento PCT/SE2004/001415.
Deseja-se ainda que o material elástico de manta tenha uma resistência de punctura de pelo menos 15N como medida de acordo com a designação D3763-02 da ASTM. Preferivelmente, o material elástico de manta da presente invenção tem uma resistência de punctura de pelo menos 20N, e mais preferivelmente de pelo menos 30N. O material elástico de manta deve preferivelmente ter uma maciez de acordo com Kawabata de pelo menos 20, preferivelmente ao menos 30 e mais preferivelmente ao menos 40. Deseja-se ainda que este possua, uma f ormabilidade de acordo com Kawabata de não mais do que 50, preferivelmente não mais do que 30, mais preferivelmente não mais do que 20 e ainda mais preferivelmente não mais do que 10. É desejado também que o material elástico de manta tenha uma drapeabilidade de acordo com Kawabata de não mais do que de 40. A maciez, a formabilidade e a drapeabilidade de acordo' com Kawabata são medidas de acordo com os métodos de teste fornecidos no documento PCT/SE2004/001004.
Teste de elasticidade O método mede como um material elástico se comporta em ciclos repetidos de carga e descarga. A amostra é esticada até um alongamento predeterminado e é executado um movimento cíclico entre 0 e o dito alongamento predeterminado. As forças de carga desejada e descarga são gravadas. 0 alongamento permanente, isto é restante, do material relaxado é medido.
Um verificador de tração, Lloyd LRX, capaz de executar movimentos cíclicos e eguipado com uma impressora/plotter ou apresentação de software é usado. A amostra é preparada cortando-a a uma largura de 25 mm e um comprimento que é preferivelmente 20 mm mais longo do que a distância entre as braçadeiras no verificador de tração. 0 verificador de tração é calibrado de acordo com as instruções do instrumento. Os parâmetros necessitados para o teste (forças de carga e descarga) são ajustados a: - velocidade do cabeçote: 500 mm/min - distância das braçadeiras: 50 mm - pré-carga: 0,05 N A amostra é colocada nas braçadeiras de acordo com as marcas e certifica-se de que a amostra esteja centrada e presa perpendicularmente nas braçadeiras. O verificador de tração é iniciado e são executados três ciclos entre 0 e o alongamento predeterminado, igual à Ia carga mais altamente definida. Antes do último ciclo, a amostra é relaxada por 1 minuto, a seguir o alongamento permanente é medido esticando a amostra até que uma força de 0,1 N seja detectada e o alongamento é lido. 0 alongamento permanente depois após o relaxamento deve ser menor do que 10% e é medido pelo método acima.
Assim uma elasticidade de 30% é definida como o laminado devendo ter uma relaxação permanente após o alongamento menor do que 10% após ter sido submetido a um alongamento de 30% no verificador de tração acima. Um alongamento de 30% significa um alongamento a um comprimento que seja 30% mais longo do que o comprimento inicial da amostra.
Compreende-se que, embora a invenção tenha sido descrita com referência às concretizações preferidas, diversas modificações são possíveis dentro do escopo das reivindicações. A invenção pretende conseqüentemente cobrir todas as variações ou equivalentes que estão dentro do conhecido ou prática habitual dentro do campo técnico a que pertence.
Reivindicações