Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "UNIDADE DE LÂMPADA”.
CAMPO TÉCNICO A presente invenção refere-se a uma unidade de lâmpada para um veículo tal como uma motocicleta.
TÉCNICA ANTERIOR É conhecida ma unidade de lâmpada convencional do tipo de dois bulbos vertical que incluem em seu corpo de lâmpada, um primeiro refletor, refletindo luz de um primeiro bulbo, um segundo refletor, refletindo luz de um segundo bulbo, e uma parede limite disposta entre nos mesmos (ver, por exemplo o documento de Patente 1). Desde que a parede limite é instalada, a perturbação de luz distribuída que é causada pela luz de cada bulbo refletida pelo outro refletor é suprimida e a aparência externa do tipo de dois bulbos vertical é enfatizada para exibir um aspecto dispendioso.
[Documento de Patente 1] - Patente Japonesa tornada pública N°. 2004-185898.
DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
Problemas a serem Solucionados pela Invenção Enquanto isso, uma unidade de lâmpada existente relativamente pouco dispendiosa na qual dois bulbos, superior e inferior (por exemplo, um bulbo de farol e um bulbo de posição) são fixados a um refletor comum, é também exigido exibir a aparência externa como um tipo de duas lâmpadas vertical como descrito acima.
No entanto, na configuração convencional fornecida com a parede limite entre ambos os bulbos, se um corpo de lâmpada é reduzido em tamanho, a parede limite se aproxima dos bulbos para ser suscetível ao efeito do calor dos mesmos. Isto representa um problema em que é difícil reduzir o tamanho do corpo de lâmpada. É portanto um objetivo da presente invenção fornecer uma unidade de lâmpada capaz de reduzir de tamanho um corpo de lâmpada enquanto exibe uma aparência externa como um tipo de dois bulbos vertical a custo baixo.
Meios para Solucionar o Problema Como meios para solucionar o problema, a invenção descrita na reivindicação 1 é caracterizada pelo fato de que, em uma unidade de lâmpada (por exemplo a unidade de farol 20 da modalidade) incluindo um primeiro bulbo (por exemplo o bulbo do farol 24 da modalidade), um segundo bulbo (por exemplo, o bulbo de posição 25 da modalidade) disposto abaixo do primeiro bulbo, e um refletor (por exemplo, o multirrefletor 31 da modalidade) em que os primeiro e segundo bulbos são montados juntos, o refletor é formado com uma ranhura rebaixada (por exemplo a ranhura rebaixada 51 da modalidade) adaptada para marcar o limite entre o primeiro bulbo e o segundo bulbo. A invenção descrita na reivindicação 2 é caracterizada pelo fato de que o primeiro bulbo é um bulbo de farol e o segundo bulbo é um bulbo de posição. A invenção descrita na reivindicação 3 é caracterizada pelo fato de que uma nervura (por exemplo a nervura 52 da modalidade) é fornecida no lado traseiro do refletor para cobrir o segundo bulbo a partir de cima e a ranhura rebaixada é disposta perto da nervura.
Efeito da Invenção De acordo com a invenção das reivindicações 1 e 2, desde que não uma parede, mas a ranhura rebaixada, marca o limite entre os bulbos, mesmo se o corpo de lâmpada é reduzido em tamanho, a parte limite é menos suscetível ao efeito de calor dos bulbos. Conseqüentemente, é possível reduzir o tamanho do corpo de lâmpada enquanto exibe uma aparência externa como um tipo de dois bulbos vertical com uma construção relativamente pouco dispendiosa. Em adição, o corpo de lâmpada pode ser aperfeiçoado em durabilidade. Desde que a parede entre os bulbos é eliminada, é possível assegurar a área larga refletindo a luz dos bulbos.
De acordo com a invenção da reivindicação 3, a nervura funciona como uma parede à prova de água para impedir o bulbo de posição de ser respingado com água. Em adição, mesmo se a contração resultante da formação da nervura ocorre no lado dianteiro (superfície de reflexão) do re- fletor, a ranhura rebaixada pode tomar a contração mais obscura.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS A figura 1 é uma vista lateral da parte dianteira de uma carroce-ria de veículo incluído em uma motocicleta de acordo com uma modalidade da presente invenção. A figura 2 é uma vista lateral de uma unidade de farol da motocicleta. A figura 3 é uma vista em seção transversal central da unidade de farol. A figura 4 é uma vista dianteira de um corpo principal de luz da unidade de farol. A figura 5 é uma vista traseira do corpo principal de luz.
MELHOR MODO PARA REALIZAR A INVENÇÃO
Modalidades da presente invenção serão descritas abaixo com referência aos desenhos. Note que as direções da dianteira, posterior ou traseira, esquerda e direita são as mesmas que aquelas de um veículo a menos que de outro modo designado. Em adição, nos desenhos, a seta "FR" indica a frente do veículo, a seta "LH" indica a esquerda do veículo, e a seta "UP” indica a parte superior do veículo.
Como mostrado na figura 1, um garfo dianteiro 4 é suportado de modo dirigível por meio de uma haste de direção 5 por um tubo dianteiro 3 disposto na extremidade dianteira de uma estrutura de carroceria 2 de uma motocicleta (veículo) 1 de modo a suportar rotativamente uma roda dianteira. Um tubo principal 6 se estende para trás e obliquamente para baixo a partir da parte superior dói tubo dianteiro 3. Um tubo descendente 7 se estende para trás e obliquamente para baixo a partir da parte inferior do tubo dianteiro 3 de modo a inclinar mais bruscamente que o tubo principal 6. Um tanque de combustível 8 é montado no tubo principal 6 e os guidões 9 são fixados na haste de direção 5.
Uma unidade de medidor 14, uma placa de licença 15 e outras partes são fixadas na haste de direção 5 por meio de uma estrutura de suporte 13 estendida entre uma ponte de topo 11 e uma ponte de fundo 12 da haste de direção 5. Uma unidade de farol (unidade de lâmpada) 20 é fixada na haste de direção 5 por meio da estrutura de suporte 13 e esteios de suporte esquerdo e direito 16 se estendendo de ambos os lados da estrutura de suporte 13. Na figura, o numeral de referência 17 indica um visor de medidor que se estende para trás e para cima a partir da extremidade aproximadamente superior da unidade de farol 20 para cobrir a unidade de medidor 14 a partir da parte superior obliquamente para frente da mesma. Em adição, o numeral de referência 18 indica lâmpadas pisca-pisca dianteiras esquerda e direita fixadas nos lados externos esquerdo e direito, respectivamente, do esteio de suporte 16.
Referindo-se à figura 2, o dispositivo de farol 20 inclui: um corpo de lâmpada 23 principalmente composto de uma lente 21 e um alojamento 22; um corpo principal de luz 26 composto de um bulbo de farol 24 ou um bulbo principal (um primeiro bulbo) e um bulbo de posição 25 ou um sub-bulbo (um segundo bulbo); e uma caixa externa 29 principalmente composta de um aro 27 cobrindo a lente 21 a partir do lado de fora da mesma e um invólucro contíguo ao aro 27. As partes de emissão de luz do bulbo de farol 24 e bulbo de posição 25 são expostas ao lado interno do corpo de lâmpada 23. O corpo principal de luz 26 no lado do alojamento 22 se volta para dentro da caixa externa 29.
Referindo-se adicionalmente às figuras 3 e 4, o alojamento 22 do corpo de lâmpada 23 é integralmente feito de, por exemplo, uma resina sintética e formado como uma vasilha redonda para se aberta para frente. O alojamento 22 é formado em seu lado de superfície dianteira (lado voltado para o observador) com um multirrefletor 31, que é formado com uma pluralidade de superfícies de reflexão escalonadas. Uma parte de suporte de bulbo 32 é fornecida na parte central do alojamento 22 de modo a suportar o bulbo de farol 24 em uma maneira tal de modo a expor a parte de emissão de luz do bulbo de farol 24 para o interior do corpo de lâmpada 23. Um so-quete de bulbo 33 conectado a um equipamento principal é fixado a uma tampa traseira do bulbo de farol 24 suportado pela parte de suporte de bulbo 32. Uma tampa de borracha à prova d’água - à prova de poeira 34 é fixada na parte traseira da parte de suporte de bulbo 32 de modo a cobrir o soquete de bulbo 33 a partir da circunferência do mesmo. Nas figuras, o numerai de referência 32a indica um furo de ventilação localizado logo acima do bulbo de farol 24 e na parte de suporte de bulbo 32 de modo a fazer o interior do corpo de lâmpada 23 se comunicar com o interior da tampa de borracha 34. Em adição, o numeral de referência 34a indica um tubo de ventilação se estendendo para baixo a partir da extremidade inferior da tampa de borracha 34 e tendo uma estrutura de labirinto adaptada para permitir que o interior da tampa de borracha 34 se comunique com o exterior da mesma. A lente 21 do corpo de lâmpada 23 é configurada para incluir uma lente transparente 36 cobrindo a abertura dianteira do alojamento 22 e uma parte de encaixe 37 formada na circunferência da lente transparente 36 a ser encaixada no alojamento 22. A lente 21 é integralmente feita de, por exemplo resina sintética transparente e sem cor. A lente transparente 36 é formada para ser convexa para frente e moderadamente esférica. A parte de encaixe 37 é encaixada em uma parte de recepção 22a formada na borda circunferencial da abertura dianteira do alojamento 22. A parte de encaixe 37 e a parte de recepção 22a são unidas em uma maneira impermeável por meio de uma vedação, onde a lente 21 é integralmente unida ao alojamento 22. A lente transparente 36 não é submetida a corte de modo a curvar suavemente. A luz do bulbo de farol 24 é distribuída para frente pelo mul-tirrefletor 31, passando a lente transparente 36, e é emitida para frente do veículo. O bulbo de posição 25 que é relativamente pequeno em tamanho e exibe baixo brilho, está disposto abaixo da parte central do alojamento 22 (abaixo do bulbo de farol 24). O bulbo de posição 25 inclui a parte de emissão de luz disposta para projetar para frente e obliquamente para cima a partir do lado circunferencial externa inferior do multirrefletor 31 e uma parte de eletrodo traseira inserida em um retentor de borracha 38 conectada no equipamento principal. Assim, o bulbo de posição 25 é retido enquanto eletricamente conectado ao equipamento principal. O retentor de borracha 38 é formado em sua parte circunferencial externa com uma ranhura de travamento 38a, que é engatada em uma maneira impermeável com a parte circunferencial interna de um furo de inserção de bulbo 39 formado no alojamento 22. Desta maneira, o bulbo de posição 25 é suportado pelo alojamento 22.
Referindo-se adicionalmente à figura 5, o aro 27 da caixa externa 29 é formado anular para cobrir a circunferência externa de uma junta entre a lente 21 e o alojamento 22 e é integralmente feio de, por exemplo, uma resina sintética. O aro 27 é formado em sua parte superior com as partes de suporte de luz superiores 41 que se voltam uma para a outra e projetam para trás e em sua parte inferior com uma parte de suporte de luz inferior 42 que também se projeta para trás. As partes de suporte de luz 41, 42 são presas a uma correspondente das partes de base de luz superior e inferior 43, 44 formadas no alojamento 22 do corpo principal de luz 26. Desta maneira, o corpo principal de luz 26 é fixamente preso no aro 27. O envoltório 28 da caixa externa 29 é integralmente feito de, por exemplo, uma resina sintética de modo a ser unida na traseira do aro 27 e para cobrir o alojamento 22 do corpo principal de luz 26 a partir da traseira. O envoltório 28 é formado como um copo a ser aberto para frente e tem uma parte de fundo (extremidade traseira) formada com uma abertura traseira 45 por várias fiações. O envoltório 28 é integralmente unido ao aro 27 na maneira seguinte. Uma extremidade superior na borda circunferencial da abertura dianteira é engatada com uma parte de travamento 46 formada na extremidade superior do aro 27. Em adição, as partes inferiores voltadas uma para a outra são presas a uma correspondente das partes de fixação esquerda e direita 47 formadas em ambos os lados da parte inferior do aro 27. A caixa externa 29 é formada em ambos os lados com partes de fixação (não mostradas) a serem fixadas nos esteios de suporte esquerda e direita 16 formados triangulares como vista a partir do lado. Enquanto disposta entre esteios de suporte de esquerdo e direito 16, a unidade de farol 20 é presa em ambas as extremidades nas extremidades dianteiras dos esteios de suporte esquerdo e direito 16, respectivamente, e os esteios de su- porte de esquerdo e direito 16 são presos na estrutura de suporte 13 nas extremidades traseiras superior e inferior da mesma. Desta maneira, a unidade de farol 20 é suportada pela haste de direção 5 por meio dos esteios de suporte esquerdo e direito 16 e a estrutura de suporte 13.
As partes de suporte de luz superior esquerda e direita 41 do aro 27 são presas nas partes de base de luz superior esquerda e direita 43, respectivamente, do corpo principal de luz 26 apertando parafusos de fixação B1 inseridos nas partes de suporte de luz superior 41 nas partes de base de luz superior associadas 43 enquanto as partes de suporte de luz superior esquerda e direita 41 do aro 27 são apoiadas contra as partes de base de luz superior esquerda e direita 43, respectivamente, do corpo principal de luz 26 em planos ortogonais lateralmente um ao outro. Os parafusos de fixação esquerdo e direito B1 são dispostos tal que seus eixos são alinhados um com o outro.
Por outro lado, a parte de suporte de luz inferior 42 e a parte de base de luz inferior 44 são presas uma na outra apertando um parafuso de fixação B2 inserido na parte de suporte de luz inferior 42 para a parte de base de luz inferior 44 enquanto apoiado um com o outro em planos ortogonais quase verticalmente um ao outro. Um furo de inserção de parafuso da parte de suporte de luz inferior 42 é formado como um furo oval longo em uma direção de trás para frente. O eixo ótico da unidade de farol 20 pode ser a-justado para cima e para baixo inclinando o corpo principal de luz 26 em torno dos parafusos de fixação esquerdo e direito B1, com respeito ao aro 27.
Uma parte de base do bulbo de posição 48 é fornecida na localização do bulbo de posição 25 no alojamento 22 de modo a se estende de lado a lado. A parte de base de bulbo de posição 48 é formada como uma superfície cilíndrica arqueada de modo a ser inclinada ligeiramente bruscamente com respeito a outra parte normal do multirrefletor 31 .Em outras palavras, a parte de base de bulbo de posição 48 é formada semilunar para estender ao longo da parte de borda inferior do refletor. O furo de inserção de bulbo 39 é formado na parte lateralmente central da parte de base de bulbo de posição 48. A parte de borda superior da parte de base de bulbo de posição 48 é linear substancialmente horizontal =quando vista a partir da frente. Uma parte do alojamento 22 se estendendo ao longo da parte de borda superior acima é formada como um friso para se projetar para trás. Assim, a parte de borda superior da parte de base de bulbo de posição 48 é formada com uma ranhura rebaixada 51 que cruza transversalmente o multirrefletor 31. Em adição, o multirrefletor 31 é dividido dentro da parte normal e a parte de base de bulbo de posição 48 pelas ranhuras rebaixadas 51 localizadas entre as mesmas.
Em outras palavras, não existe parede para dividir o multirrefletor 31 dentro da área que contém o bulbo de farol 24 e a área que contém o bulbo de posição 25 no limite entre as mesmas. Portanto, a luz do bulbo de farol 24 alcança a parte de base de bulbo de posição 48 bem como a parte normal do multirrefletor 31. A parte de base de bulbo de posição 48 é formada no lado dianteiro da mesma com uma superfície de reflexão capaz de distribuir a luz do bulbo de farol 24 para frente. Assim, a luz do bulbo de farol 24 é distribuída para frente a partir do multirrefletor 31 todo, isto é, da parte de base de bulbo de posição 48 bem como a parte normal do multirrefletor 31.
Neste caso, a luz do bulbo de farol 24 não alcança a ranhura rebaixada 51 localizada na borda superior da parte de base do bulbo de posição 48. Portanto, o multirrefletor 31 exibe aparência externa como se fosse dividida em uma parte superior e uma parte inferior. Isto quer dizer, o dispositivo de farol 20 é configurado tal que exibe aparência externa como de um tipo de duas lâmpadas verticais embora seja de um tipo de uma lâmpada. Deve ser notado que também a luz do bulbo de posição 25 é refletida pelo multirrefletor 31 todo. Quando somente o bulbo de posição 25 é aceso, a luz do bulbo de posição 25 faz a lente transparente inteira 36 emitir luz através da mesma.
Uma nervura 52 formada semicircular, quando vista a partir da traseira, para se estender em tomo do bulbo de posição 25 é fornecida logo acima do bulbo de posição 25 (o retentor de borracha 38) na parte traseira do alojamento 22. A nervura 52 se projeta da superfície traseira do alojamento 22 para a parte traseira para funcionar como abas que cobrem a partir de cima o retentor de borracha 38 e uma parte de engate do retentor de borracha 38 e o alojamento 22. Tal nervura 52 é fornecida para sobrepor a ranhura rebaixada 51 como vista a partir da frente (como vista a partir da traseira). (Especificamente, a nervura 52 é fornecida tal que ambas as partes laterais superiores da mesma cruzam verticalmente a ranhura rebaixada 51 quando vista da partir da frente). Assim, mesmo se a contração resultante da formação da nervura 52 ocorre no lado de superfície (superfície de reflexão) do multirrefletor 31, é possível tornar a contração obscura.
Como descrito acima, a unidade de farol 20, de acordo com a modalidade acima, é configurada tal que o bulbo de posição 25 está disposto abaixo do bulbo de farol 24 no multirrefletor 31 compartilhado por ambos os bulbos 24, 25. Em adição, o multirrefletor 31 é formado com a ranhura rebaixada 51 para dividi-lo na área contendo o bulbo de farol 24 e na área contendo o bulbo de posição 25.
Com esta configuração, desde que não uma parede mas a ranhura rebaixada 51 marca o limite entre os bulbos 24, 25, mesmo se o corpo de lâmpada 23 é reduzido em tamanho, a parte limite é menos suscetível ao efeito de calor dos bulbos 24, 25. Consequentemente, é possível reduzir o tamanho do corpo de lâmpada 23 enquanto fornece aparência externa como um tipo de dois bulbos vertical com uma construção relativamente pouco dispendiosa. Em adição, o corpo de lâmpada 23 pode ser aperfeiçoado em durabilidade. Desde que a parede entre os bulbos 24, 25 é eliminada, é possível assegurar a área larga refletindo a luz dos bulbos 24, 25 (particular-mente, o bulbo de farol 24). O dispositivo de farol 20 é fornecido com a nervura 52 cobrindo o bulbo de posição 25 a partir de cima, no lado posterior do multirrefletor 31 e com a ranhura rebaixada 51 na vizinhança da nervura 52. Consequentemente, a nervura 52 funciona como uma parede impermeável para impedir o bulbo de posição 25 de ser respingado com água. Em adição, mesmo se a contração resultante da formação da nervura 52 ocorre no lado dianteiro (a superfície de reflexão) do multirrefletor 31, a ranhura rebaixada 5 pode tomar a contração mais obscura.
Incidentalmente, a presente invenção não está limitada à modalidade acima. Por exemplo, a ranhura rebaixada 51 pode não ser linear mas arqueada ou curva quando vista da frente. A ranhura rebaixada 51 e a nervura 52 podem ser fornecidas para se sobrepor uma a outra quando vistas a partir da parte traseira (quando vistas a partir da frente). Isto é mais preferível em vista de contração mais obscura no multirrefletor 31. A presente invenção pode também ser aplicada a uma unidade de farol em que uma lente cortada formada com padrões de corte de lente predeterminados é combinada com um refletor formado com uma superfície de reflexão suavemente curvada. Uma unidade de farol do tipo multirrefletor em que o interior de um corpo principal de luz pode ser facilmente visualizado através de uma lente transparente a partir do lado de fora exibe um efeito mais da invenção em termos de aparência externa aperfeiçoada que a unidade de farol acima. Como uma matéria prática, a invenção pode ser aplicada na unidade de farol do tipo duas lâmpadas vertical. A presente invenção pode ser aplicada a uma unidade de farole-te e outras unidades de lâmpada bem como a unidade de farol. A configuração da modalidade descrita acima é um exemplo da invenção e como pode ser aplicada a outros veículos além de motocicletas. Desnecessário dizer, a modalidade pode ser modificada em várias maneiras dentro de uma faixa que não se afasta do âmago da invenção.
DESCRIÇÃO DOS NUMERAIS DE REFERÊNCIA 1. Motocicleta (veículo) 20. Unidade de farol (unidade de lâmpada) 24. Bulbo de farol (primeiro bulbo) 25. Bulbo de posição (segundo bulbo) 31. Multirrefletor (refletor) 51. Ranhura rebaixada 52. Nervura REIVINDICAÇÕES