“MISTURA TENSOATIVA DE BAIXA ESPUMA, PROCESSO DE PRODUÇÃO DE MISTURAS TENSOATIVAS, FORMULAÇÃO DETERGENTE OU LIMPADORA, E, USO DE UMA MISTURA TENSOATIVA” A presente invenção diz respeito às misturas tensoativas de baixa espuma, e à sua produção. Os tensoativos são adequados para formulações detergentes e limpadoras.
Os tensoativos são substâncias que podem diminuir a tensão interfacial. Tipicamente, os tensoativos possuem uma estrutura característica e possuem pelo menos um grupo funcional hidrófilo e pelo menos um grupo funcional hidrofóbico. Se ambas as partes da molécula estiverem em equilíbrio em relação de um com o outro, a substância acumulará e orientará a si mesma em uma interfacce, isto é, os grupos hidrófilos apontam, por exemplo, para uma fase aquosa e os grupos hidrofóbicos na direção de outras fases sólidas, líquidas ou gasosas. Um outro aspecto especial dos tensoativos é a formação de agregados superiores, os assim chamados micélios. Com estes, as moléculas de tensoativo se organizam a si mesmas em uma tal maneira que os grupos polares formam, por exemplo, uma estrutura esférica. Isto tem o efeito de substâncias solubilizantes tais como partículas de poeira em uma solução aquosa com a formação de micélios.
Os tensoativos são, portanto, particularmente adequados para a limpeza de superfícies e como um aditivo em detergentes.
Os tensoativos que possuem um constituinte hidrofóbico e um constituinte hidrófilo são muito difundidos. No entanto, sua tendência em direção à formação de espuma os toma não utilizáveis ou apenas utilizáveis em uma extensão limitada para muitas aplicações. Por esta razão, os tensoativos não iônicos em particular foram propostos os quais possuem um segundo bloco hidrofóbico de modo que o volume de espuma é limitado. A DE-A 12 43 312 descreve, por exemplo, o uso de alcoxilatos de alquila que são esterificados com um ácido carboxílico de cadeia curta alifático ou aromático como tensoativos não iônicos de baixa espuma.
Compostos similares são apresentados na DE-A 25 44 707. Aqui também, o componente de ácido é formado por um ácido alifático de cadeia curta, a saber, ácido acético. A EP-A 035 702 divulga supressores de espuma que compreende tensoativos não iônicos. Estes tensoativos segundo notícias incluem de 3 a 10 unidades de óxido de etileno. A WOA 94/03251 apresenta anti-espumantes terminalmente rematados em que o componente de álcool usado é um éter poliglicólico de álcool graxo que da mesma maneira preferivelmente compreende até 10 unidades de óxido de etileno ou óxido de propileno.
Um aspecto comum dos tensoativos não iônicos conhecidos é que suas propriedades supressoras de espuma são acompanhadas com propriedades de lavagem e limpeza unicamente moderadas. Em particular, a capacidade de serem formulados em condições alcalinas pode ser problemática para os tensoativos de cadeia baixa. O objetivo da presente invenção é, portanto, fornecer tensoativos de baixa espuma, em particular sólidos, cuja formação de espuma é pelo menos comparável com aquela dos tensoativos conhecidos e que possuem capacidade de lavagem e/ou limpeza melhorada. O objetivo é alcançado por uma mistura tensoativa de baixa espuma que compreende compostos da fórmula geral (I) (D R é um radical alquila ramificado ou não ramificado tendo de 8 a 16 átomos de carbono;
Ra, R1 independentemente um do outro, são hidrogênio ou um radical alquila ramificado ou não ramificado tendo de 1 a 5 átomos de carbono; R é um radical alquila não ramificado tendo de 5 a 17 átomos de carbono; 1, n independentemente um do outro, são um número de 1 a 5 e m é um número de 13 a 35.
Foi a saber observado que as misturas de tensoativo, a despeito de seu valor HLB elevado, podem ter surpreendentemente excelente supressão de espuma acoplada com boa capacidade umectante preferivelmente em uma faixa de temperatura de 0 a 120 °C. O valor HLB é dado aqui como o quociente da quantidade de óxido de etileno pela quantidade total x 20. O valor HLB é geralmente definido pela fórmula onde Ml é o peso molecular das frações lipofílicas e Mq é o peso total. Outros detalhes disto podem ser observados em H.-D. Dõrfer, Grenzfláchen und ko 11oid-disperse Systeme [Interfaces and coloidally disperse systems], Springer Verlag 2002, chapter 9.3 “Physikalische Eigenschaften und Wirkungen der Tenside” [Physical properties and effects of surfactants].
Foi também observado que as misturas tensoativas de acordo com a invenção podem também ser estáveis na área alcalina de aplicação. Isto toma possível formulá-las como limpadores alcalinos.
Além disso, é observado que as misturas tensoativas de acordo com a invenção podem estar presentes no estado sólido em temperatura ambiente. Como um resultado disto, elas podem ser usadas mais facilmente em formulações detergentes ou limpadoras sólidas. É também observado que os tensoativos de acordo com a invenção, particularmente quando a unidade de glicol com a qual o componente de ácido é esterifícado for diferente de etileno glicol, podem ter estabilidade a longo prazo. Isto é particularmente vantajoso para operações que requerem um certo tempo mínimo, por exemplo, durante a operação de lavagem.
As misturas tensoativas preferidas de acordo com a presente invenção compreendem compostos da fórmula geral (II) (H) onde Rla é um radical alquila ramificado ou não ramificado tendo de 1 a 5 átomos de carbono e R, Ra, R1, R2,1, m e n possuem os significados acima.
Para os propósitos da presente invenção, a expressão “radical alquila” significa um radical de hidrocarboneto alifático ramificado ou não ramificado saturado com o número de átomos de carbono mencionado em cada caso.
Além disso, as misturas tensoativas da presente invenção podem adicionalment compreender compostos da fórmula (III), (III) Neste caso, o poüálcool está presente em sua forma não esterificada. No entanto, a relação molar de éster (I) para o álcool (III) é preferivelmente pelo menos 1:1, mais preferivelmente pelo menos 2: 1 e o mais preferível pelo menos 3:1. r E também preferível que pelo menos 50 %, preferivelmente pelo menos 75 % e mais preferivelmente pelo menos 90 %, dos compostos na mistura tensoativa de acordo com a invenção são compostos da fórmula (I), (II) ou (III).
Preferivelmente, o radical R é um radical alquila ramificado tendo de 9 a 15, mais preferivelmente tendo de 10 a 13, átomos de carbono. O grau de ramificação é preferivelmente de 1 a 3. Para os propósitos da presente invenção, o termo “grau de ramificação” é entendido como significando o número de grupos de metila reduzido por 1.
Mais preferivelmente, Ra, R1 independentemente um do outro, são hidrogênio, metila e etila. Se Ra, R1 ocorrem mais freqüentemente, então cada um pode ser selecionado independentemente de um outro Ra ou R1. Assim, Ra, R1 podem ocorrer em blocos ou em distribuição aleatória.
Rla é preferivelmente metila ou etila. R2 é preferivelmente um radical alquila ramificado ou não ramificado tendo de 5 a 12 átomos de carbono.
Preferivelmente η = 1,1 = 5 e m é preferivelmente um número de 13 a 34, mais preferivelmente de 13 a 33, ainda mais preferivelmente de 13 a 30, o mais preferível de 17 a 27.
Mais preferivelmente, o peso molecular médio está em uma faixa de 950 a 2300 g/mol. Particularmente preferível, o peso molecular médio está em uma faixa de 1200 a 1900 g/mol.
Preferivelmente, mais do que 50 % dos compostos da mistura tensoativa de acordo com a presente invenção são compostos da fórmula (II) ou compostos da fórmula (I), onde, nos compostos da fórmula (I), pelo menos um R1 não é hidrogênio.
Preferivelmente, a mistura de tensoativo possui um começo da faixa de fusão acima de 25 °C. Mais preferivelmente, o valor é acima de 30 °C. A presente invenção ainda fornece a produção de misturas tensoativa que compreende as etapas: a) reação de um álcool da fórmula ROH com um epóxido da fórmula e depois com óxido de etileno; b) reação do produto da etapa a) com um epóxido da fórmula e opcionalmente com um epóxido da fórmula c) reação do produto formado da etapa b) com um ácido carboxílico R2-COOH ou um éster metílico R2-COOCH3, onde R1, Rla e R2 possuem os significados como na reivindicação 1 ou 2.
Se, na etapa a), Ra = H, a reação é realizada apenas com óxido de etileno.
As etapas a) e b) preferivelmente ocorrem mediante a reação catalisada com base em anidro. A base aqui usada é preferivelmente hidróxido de sódio ou hidróxido de potássio. A faixa de temperatura é preferivelmente de 50 a 200 °C. A reação na etapa c) é preferivelmente realizada com catálise de ácido ou de base;o ácido usado é preferivelmente ácido sulfurico ou ácido paratoluenossulfônico. A faixa de temperatura na etapa c) pode ser de 80 a 200 °C. Preferivelmente, a etapa de reação c) ocorre com a remoção contínua da água de reação ou metanol. Isto é realizado, por exemplo, na pressão atmosférica e/ou extração com nitrogênio ou pressão reduzida ou mediante o uso de um carregador, tal como, por exemplo, tolueno ou xileno, no caso de água.
As misturas tensoativas de acordo com a invenção são particularmente adequadas nas formulações de detergente e de limpador. A invenção portanto ainda fornece uma formulação de detergente ou de limpador que compreende uma mistura tensoativa de acordo com a invenção.
As misturas tensoativas são particularmente preferíveis usadas nas assim chamadas lingiietas “2 em 1” ou “3 em 1”. Outros detalhes nestas formulações são dados em Hermann G. Hauthal, G. Wagner (Ed.), Reinigungs- und Pflegemittel im Haushalt [Domestic cleaning and care compositions], Verlag für chemische Industrie, H. Ziolkowsky GmbH, Augsburg 2003, chapter 4.2, pages 161-184.
Para os propósitos desta invenção, os detergentes geralmente servem para a lavagem de materiais de maior ou menos flexibilidade preferivelmente aqueles que compreendem ou consistem de materiais fibrosos naturais, sintéticos ou semi-sintéticos e que conseqüentemente de uma forma geral possuem pelo menos parcialmente um caráter têxtil. Os materiais que compreende ou consistem de fibras podem, em princípio, estar em qualquer forma que exista em uso ou para a produção e processamento. Por exemplo, as fibras podem estar desorganizadas na forma de fibra têxtil ou agregado, organizadas na forma de fios de linha, fios de lã, barbantes, ou na forma de tecidos, tais como não tecidos, materiais de fazenda grossa ou feltro, tecidos, malhas de todos os tipos concebíveis de tecelagem.
Estes podem ser fibras naturais ou fibras em qualquer estágio de processamento e podem ser proteína natural ou fibras de celulose, tais como lã, seda, algodão, sisal, cânhamo, fibras de coco ou fibras sintéticas, tais como, por exemplo, fibras de poliéster, poliamida ou poliacrilonitrila.
Os detergentes de acordo com a invenção podem também ser usados particularmente de modo vantajoso no curso do processamento de materiais fibrosos, por exemplo, para desengordurar lã natural ou para desengomar materiais fibrosos de todos os tipos.
Os detergentes de acordo com a invenção podem também ser usados para a limpeza de materiais contendo fibras, tais como, por exemplo, tapetes montados com penugem cortada ou não cortada. O limpador de acordo com a invenção é particularmente bem adequado para a limpeza de materiais com uma superfície contínua, em particular sólida, isto é, de superfícies que não possuem ou muito poucos poros e pequenos e conseqiientemente não possuem capacidade de absorção ou apenas baixa. Os materiais com superfícies contínuas são predominanteraente sólidos, mas podem também ser macios no sentido de que possuem uma certa capacidade de deformação reversível ou irreversível.
Exemplos de materiais com superfícies sólidas para cuja limpeza os limpadores de acordo com a invenção são preferivelmente usados são metal, vidro, esmalte, cerâmica. Os objetos típicos produzidos destes materiais são, por exemplo, pias de metal, talheres, louça de vidro e porcelana, banheiras de banho, bacias de lavagem, azulejos e resinas sintéticas curadas, tais como, por exemplo, superfícies de resina de melamina decorativas no equipamento de cozinha ou superfícies de metal pintadas tais como refrigeradores e carrocerias de carro. Os limpadores de acordo com a invenção são também auxiliares muito valiosos na produção de circuitos impressos, onde é uma questão de remover traços de graxa e outras impurezas de substratos revestidos com cobre ou prata antes da gravação e/ou antes da montagem, e/ou completamente remover as pastas de solda ou outros resíduos de fluxo após a montagem.
Os limpadores de acordo com a invenção podem também ser úteis durante a fabricação de microchips. Os materiais com superfícies contínuas, em particular sólidas, para os propósitos desta invenção podem também ter superfícies fendidas, como são observadas, por exemplo, com cermets.
Exemplos de materiais mais flexíveis que podem ser limpos usando os limpadores de acordo com a invenção são, por exemplo, madeiras seladas ou pintadas, por exemplo; painel de parquete ou parede, estruturas de janela, coberturas de plástico tais como coberturas de pavimento produzidas de PVC ou borracha sólida, ou espumas rígidas ou flexíveis tendo superfícies largamente contínuas.
Em particular, os limpadores de acordo com a invenção podem, por exemplo, ser usados como detergentes sólidos para lavagem de pratos, detergentes para máquina de lavar pratos, desengordurantes de metal, limpadores de vidro, limpadores de pavimento, limpadores para todos os propósitos, limpadores de alta pressão, limpadores neutros, limpadores alcalinos, limpadores ácidos, desengordurantes por pulverização, limpadores de indústria de laticínios, limpadores de estabelecimento de suprimentos de grande escala, limpadores de aparelhagens na indústria, em particular indústria química, como limpadores par lavagens de carro, mas também como limpadores para todos os propósitos domésticos.
As composições dos detergentes e limpadores são naturalmente adaptadas aos vários propósitos, como é conhecido da pessoa versada na técnica a partir da técnica anterior. Para este propósito, todos os auxiliares e aditivos apropriados para o propósito e conhecidos da técnica anterior acima mencionada podem ser adicionados aos detergentes e limpadores de acordo com a invenção.
Em muitos casos, é vantajoso combinar as misturas tensoativas da fórmula (I) usadas de acordo com a invenção com outros tensoativos não iônicos, tais como, por exemplo, alcoxilatos de álcool, alcoxilatos de alquilamina, alcoxilatos de alquilamida, poliglicosídeos de alquila, ou com tensoativos iônicos, preferivelmente aniônicos, tais como, por exemplo, sulfato de álcool/sulfatos de éter de cadeia longa, alquilbenzenossulfonatos, α-olefinsulfonatos, sulfossuccinatos, ou com tensoativos anfotéricos, tais como, por exemplo, óxidos de alquilamina, ou betaínas.
Exemplos de tensoativos de natureza variável que são adequados para combinação são dados abaixo.
Exemplos de tensoativos não iônicos adequados são álcoois Cg a C22 alcoxilados, tais como alcoxilatos de álcool graxo ou alcoxilatos de oxo álcool. A alcoxilação pode ser realizada com óxido de etileno, óxido de propileno e/ou óxido de butileno. Os tensoativos que podem ser usados aqui são todos os álcoois alcoxilados que preferivelmente contêm duas moléculas adicionadas de um óxido de alquileno acima mencionado. Também adequados aqui são os polímeros de bloco de óxido de etileno, óxido de propileno e/ou óxido de butileno, ou produtos de adição que contêm ditos óxidos de alquileno em distribuição aleatória. De 2 a 50 mol, preferivelmente de 3 a 20 mol, de pelo menos um óxido de alquileno é usado por mol de álcool. O óxido de alquileno usado é preferivelmente óxido de etileno. Os álcoois preferivelmente possuem de 10 a 18 átomos de carbono. Os alcoxilatos com uma distribuição homóloga de óxido de alquileno ampla ou limitada podem ser obtidos dependendo do tipo de catalisador de alcoxilação.
Uma outra classe de tensoativos não iônicos adequados é alcoxilatos de alquilfenol, tais como etoxilatos de alquilfenol tendo cadeias de alquila C& a Cm e de 5 a 30 mol de unidades de óxido de alquileno.
Uma outra classe de tensoativos não iônicos é poliglicosídeos de alquila tendo de 6 a 22, preferivelmente de 8 a 18, átomos de carbono na cadeia de alquila. Estes compostos principalmente contêm de 1 a 20, preferivelmente de 1,1 a 5, unidades de glicosídeo.
Outra classe de tensoativos não iônicos é N-alquiíglucamidas das estruturas gerais onde B1 é uma alquila C6 a C22, B2 é hidrogênio ou alquila Cl a C4 e D é um radical de poliidroxialquila tendo de 5 a 12 átomos de carbono e pelo menos 3 grupos de hidroxila. Preferivelmente, B é alquila Cio a C18, B é CH3 e D é um radical C5 ou Cg. Tais compostos são obtidos, por exemplo, pela acilação de açúcares por redução submetidos a amina com cloretos ácidos de ácidos carboxílicos Cio a Cie.
Outros tensoativos não iônícos adequados são os alcoxilatos de amida de ácido graxo terminalmente rematados conhecidos da WO-A 95/11225 e da fórmula geral R1-C0-NH-(CH2)y-0-(A10)X"R2 em que R1 é um radical alquila ou alquenila C5 a C21, R2 é um grupo de alquila Ci a C4, A1 é um alquileno C2 a C4, y é 0 número 2 ou 3 e x possui um valor de 1 a6.
Exemplos de tais compostos são os produtos de reação de n-butiltriglicolamina da fórmula H2N-(CH2-CH2-0)3-C4H9 com dodecanoato de metila, ou os produtos de reação de etiltetraglicolamina da fórmula H2N-(CH2-CH2-OVC2H5 com uma mistura comercialmente disponível de ésteres metílicos de ácido graxo C8 a Cig saturados.
Outros tensoativos não iônicos adequados são também copolímeros de bloco de óxido de etileno, óxido de propileno e/ou óxido de butileno (Pluronic® and Tetroni® grades from BASF), derivados de ácido graxo de poliidróxi ou polialcóxi, tais como amidas de ácido graxo poliidróxi, amidas de ácido graxo de N-alcóxi ou N-ariloxipoliidróxi, etoxilatos de amida de ácido graxo, em particular aqueles que são termicamente rematados, e alcoxilados de alcanolamida de ácido graxo.
Os tensoativos não iônicos adicionais estão preferivelmente presentes nos detergentes e limpadores de acordo com a invenção em uma quantidade de 0,01 a 30 % em peso, em particular de 0,1 a 25 % em peso, especialmente de 0,5 a 20 % em peso. É possível utilizar tensoativos não iônicos individuais ou uma combinação de tensoativos não iônicos diferentes. É possível utilizar tensoativos não iônicos de exatamente uma classe, em particular apenas álcoois Cg a C22 alcoxilados, mas é também possível utilizar misturas tensoativas de diferentes classes.
Os tensoativos aniônicos adequados são, por exemplo, sulfatos de álcool graxo de álcoois graxos tendo de 8 a 22, preferivelmente de 10 a 18, átomos de carbono, por exemplo, sulfatos de álcool C9 a Cn, sulfatos de álcool Cn a C14, sulfatos de álcool Ci2 a Cjg, sulfato de iaurila, sulfato de cetila, sulfato de miristila, sulfato de palmitila, sulfato de estearila e sulfato de álcool graxo de sebo.
Outros tensoativos aniônicos adequados são álcoois Cg a C22 etoxilados sulfatados (sulfatos de éter alquílico) ou sais solúveis destes. Os compostos deste tipo são preparados, por exemplo, por primeiramente alcoxilar um álcool Cg a C22, preferivelmente um álcool Cio-Cjg, por exemplo, um álcool graxo, e depois sulfatar 0 produto da alcoxilação. Para a alcoxilação, preferência é dada ao uso de óxido de etileno, de 1 a 50 mol, preferivelmente de 1 a 20 mol, de óxido de etileno sendo usados per mol de álcool. A alcoxilação dos álcoois pode, no entanto, também ser realizada com óxido de propileno isoladamente e opcionalmente óxido de butileno. Também adequados são aqueles álcoois Cg-C22 alcoxilados que contêm óxido de etileno e óxido de propileno ou óxido de etileno e óxido de butileno ou óxido de etileno e óxido de propileno e óxido de butileno. Os álcoois Cg-C22 podem conter as unidades de oxido de etileno, óxido de propileno e óxido de butileno f na forma de blocos ou na distribuição aleatória, E possível obter sulfatos de éter alquílico tendo uma distribuição homóloga de óxido de alquileno ampla ou limitada dependendo do tio de catalisador de alcoxilação.
Outros tensoativos aniônicos adequados são alcanossulfonatos, tais como alcanossulfonatos C8-C24, preferivelmente alcanossulfonatos Qo-Cis, e sabões, por exemplo, os sais de Na e K de ácidos carboxílicos Cg-C24.
Outros tensoativos aniônicos adequados são alquilbenzenossulfonatos Cg-C2o linear (“LAS”), preferivelmente alquilbenzenossulfonatos e alquiltoluenossulfonatos C9-C13 lineares.
Mais tensoativos aniônicos adequados são olefinsulfonatos e dissulfonatos Q-C20, que podem também ser misturas de alqueno e hidroxialcanossulfonatos ou dissulfonatos, sulfonatos de éster alquílico, ácidos policarboxílicos sulfonados, sulfonatos de alquilglicero, sulfonatos de glicerol éster de ácido graxo, sulfatos de alquilfenol poliglicol éter, parafinsulfonatos tendo cerca de 20 a cerca de 50 átomos de carbono (com base em parafina recuperada de fontes naturais, ou em misturas de parafina), alquilfosfatos, acilisotionatos, aciltauratos, acilmetiltauratos, ácidos alquilsuccínicos, ácidos alquenilsuccínicos ou monoésteres ou monoamidas destes, ácidos alquilsulfossuccínicos ou amidas destes, mono- e diésteres de ácidos sulfossuccínicos, acilsarcosinatos, alquilpoliglicsídeos submetidos a sulfato, alquilpoliglicolcarboxilatos ehidroxialquilsarcosinatos.
Os tensoativos aniônicos são preferivelmente adicionados na forma de sais ao detergente e limpador. Os cátions adequados nestes sais são íons de metal alcalino tais como sódio, potássio e lítio e sais de amônio, tais como, por exemplo, sais de hidroxietilamônio, di(hidroxietil)amônio e tri(hidroxietil)amônio. Os tensoativos aniônicos estão presentes nos detergentes de acordo com a invenção preferivelmente em uma quantidade de até 30 % em peso, por exemplo, de 0,1 a 30 % em peso, especialmente de 1 a 25 % em peso, em particular de 3 a 20 % em peso. Se os alquilbenzenossulfonatos lineares C9-C20 (LAS) forem co-usados, estes são geralmente usados em uma quantidade de até 15 % em peso, em particular até 10 % em peso.
Os tensoativos aniônicos estão presentes nos limpadores de acordo com a invenção em uma quantidade de até 30 % em peso, especialmente até 25 % em peso, em particular até 15 % em peso. Se os alquilbenzenossulfonatos lineares C9-C20 (LAS) forem co-utilizados, estes são geralmente usados em uma quantidade de até 10 % em peso, em particular até 8% em peso. É possível utilizar tensoativos aniônicos ou uma combinação de diferentes tensoativos aniônicos. É possível utilizar tensoativos aniônicos de apenas uma classe, por exemplo, apenas sulfatos de álcool graxo ou apenas alquilbenzenossulfonatos, embora seja também possível utilizar misturas tensoativas de diferentes classes, por exemplo, uma misturar de sulfatos de álcool graxo e alquilbenzenossulfonatos.
Da mesma forma, as misturas tensoativos da fórmula I a serem usadas de acordo com a invenção podem ser combinadas com tensoativos catiônicos, geralmente em uma quantidade de até 25 % em peso, preferivelmente de 0,1 a 15 % em peso, por exemplo, haletos de dialquildimetilamônio Cg-Cie, haletos de dialcoxidimetilamônio ou sais de imidazilínio com um radical alquila de cadeia longa; e/ou com tensoativos anfotéricos, geralmente em uma quantidade de até 15 % em peso, preferivelmente de 0,1 a 10 % em peso, por exemplo, derivados de aminas secundárias ou terciárias, tais como alquilbetaínas Cô-Cis ou alquilsulfobetaínas C6-Ci5 ou óxidos de amina, tais como óxidos de alquildimetilamina.
As misturas tensoativas da fórmula (I) a serem usadas de acordo com a invenção são geralmente combinadas com reforçadores (agentes seqüestrantes), tais como polifosfatos, policarboxilatos, fosfonatos, agentes complexos, por exemplo, ácido metilglicinadiacético e sais destes, ácido nitrilotriacético e sais destes, ácido etilenodiaminatetracético e sais destes, e opcionalmente com co-reforçadores.
As substâncias reforçadoras individuais que são altamente adequadas para combinação com os tensoativos da fórmula (I) a serem usados de acordo com a invenção podem ser listadas abaixo: Os reforçadores inorgânicos adequados são principalmente alumossilicatos cristalinos ou amorfos tendo propriedades de troca de íon, tais como, em particular, zeólitos. Tipos diferentes de zeólitos são adequado, em particular zeólitos A, X, B, P, MAP e HS em sua forma de Na ou nas formas em que Na é parcialmente trocado por outros cátions, tais como Li, K, Ca, Mg ou amônio. Os zeólitos adequados são descritos, por exemplo, na US-A-4604224.
Os silicatos cristalinos que são adequados como reforçadores são, por exemplo, dissilicatos ou filossilocatos, por exemplo, ó-Na2Si205 ou P-Na2Si205 (SKS 6 ou SKS 7 respectivamente). Os silicatos podem ser usados na forma de seus sais de metal alcalino, metal terroso alcalino ou amônio, preferivelmente como silicatos de Na, Li e Mg. Os silicatos amorfos, tais como, por exemplo, metassüicato de sódio, que possui uma estrutura polimérica, ou dissilicato amorfo (Britesil® H 20 fabricante: Akxo) podem da mesma maneira ser usados.
As substâncias aglutinantes com base em carbonato inorgânicos adequados são carbonatos e hidrogencarbonatos. Estes podem ser usados na forma de seus sais de metal alcalino, metal terroso alcalino ou amônio. Preferência é dada ao uso de carbonatos de Na, Li e Mg ou carbonatos de hidrogênio, em particular carbonato de sódio e/ou hidrogenocarbonato de sódio. Os fosfatos costumeiros usados como aglutinantes inorgânicos são ortofosfatos e/ou polifosfatos de metal alcalino, tais como trifosfato de pentassódio. Ditos componentes aglutinantes podem ser usados individualmente ou em misturas de um com o outro.
Além disso, em muitos casos é conveniente adicionar co-reforçadores aos detergentes e limpadores de acordo com a invenção. Exemplos de substâncias adequadas são listados abaixo: Em uma forma de realização preferida, os detergentes e limpadores de acordo com a invenção compreendem, além dos reforçadores inorgânicos, de 0,05 a 20 % em peso, em particular de 1 a 10 % em peso, de co-reforçadores orgânicos na forma de ácidos carboxílicos oligoméricos ou poliméricos de peso molecular baixo, em particular ácidos policarboxílicos, ou ácidos fosfônicos ou sais destes, em particular sais de Na ou K.
Exemplos de ácidos carboxílicos ou ácidos fosfônicos de peso molecular baixo que são adequados com co-reforçadores orgânicos são: Ácidos fosfônicos, tais como ácido l-hidroxietano-1,1-difosfônico, aminotris(ácidometilenofosfônico), etilenodiaminatetra(ácido metilenofosfônico), hexametilenodiaminatetra(ácido metílenofosfôníco) e dietilenotriamÍnapenta(ácidometilenofosfônico); ácidos di-, tri- e tetracarboxílicos C4-C20, tais como ácido succínico, ácido propanotricarboxílico, ácido butanotetracarboxílico, ácidos ciclopentatetracarboxílico e ácidos alquil- e alquenilsuccínicos tendo radicais de alquila ou alquenila C2C16 respectivamente; ácidos hidroxicarboxílicos C4C20, tais como ácido málico, ácido tartárico, ácido glicônico, ácido glutárico, ácido cítrico, ácido lactobiônico e sucrossemono-, di- e tri-carboxílico; ácidos aminopolicarboxílicos, tais como ácido nitriloacético, ácido β-alaninadiacético, ácido etilenodiaminatetraacético, ácido serinadiacético, ácido isosserinadiacético, etilenodiaminatriacetato de alquila, ácido N,N-bis(carboximetil)glutâmico, ácido etilenodiaminadissuccínico e ácido N-(2-hidroxietil)iminodiacétÍco, ácido metil e etilglicinadiacético.
Exemplos de ácidos carboxílicos oligoméricos ou poliméricos que são adequados com co-reforçadores orgânicos são: Ácidos oligomaleicos, como descrito, por exemplo, na EP-A 451508 e EP-A 396303; co- e terpolímeros de ácidos dicarboxílícos C4-Cg insaturados, os comonômeros copolimerizados sendo monômeros monoetilenicamente insaturados do grupo (i), dado abaixo, em quantidades de até 95 % em peso, do grupo (ii) em quantidades de até 60 % em peso de do grupo (iii) em quantidades de até 20 % em peso.
Exemplos de ácidos dicarboxílícos C4 a Cg insaturados neste contexto são ácido maleico, ácido fumárico, ácido itacônico e ácido citacrônico. Preferência é dada ao ácido maleico. O Grupo (i) inclui ácidos monocarboxílicos C3-C8 monoetilenicamente insaturados, tais como ácido acrílico, ácido metacrílico, ácido crotônico e ácido vinilacético. Do grupo(i), preferência é dada ao uso de ácido acrílico e ácido metacrílico. O Grupo (ii) inclui olefinas C2-C22 monoetilenicamente insaturadas, éteres vinil alquílicos tendo grupos de alquila Cj-Cg, estireno, ésteres vinílicos de ácidos carboxílicos Ci-Cs, (met)acrilamida e vinilpirrolidona. Do grupo (ii), preferência é dada ao uso de olefinas C2-C6, éteres vinil alquílicos tendo grupos de alquila CrC4, acetato de vinila e propionato de vinila.
Se os polímeros do grupo (ii) contiverem ésteres vinílicos copolimerizados, alguns ou todos destes podem também estar presentes na forma hidrolisada para dar unidades estruturais de álcool vinílico. Co- e terpolímeros adequados são conhecidos, por exemplo, da US-A3 887806 e DE-A 4313909. O Grupo (íii) inclui ésteres (met)acrílicos de álcoois CpCg, (met)acrilonitrila, (met)acrilamidas de aminas Cj-Cg, N-vinilformamida e N-vinilimidazol.
Também adequados como co-reforçadores orgânicos são os homopolímeros de ácidos monocarboxílicos C3-Cg monoetilenicamente insaturados, tais como ácido acrílico, ácido metacrílico, ácido crotônico e ácido vinilacético, em particular ácido acrílico e ácido metacrílico, copolímeros de ácidos dicarboxílicos, tais como copolímeros de ácido maleico e ácido acrílico na relação de peso de 10:90 a 95:5, particularmente preferível aqueles na relação de peso de 30:70 a 90:10 tendo massas molares de 1000 a 150.000; terpolímeros de ácido maleico, ácido acrílico e um éster vinílico de um ácido carboxílico C1-C3 na relação de peso de 10 (ácido maleico): 90 (ácido acrílico+ éster vinílico) a 95 (ácido maleico): 10 (ácido acrílico + éster vinílico), onde a relação de peso de ácido acrílico ao éster vinílico pode variar dentro da faixa de 30:70 a 70:30; copolímeros de ácido maleico com olefinas Q-Cg na relação molar de 40:60 a 80:20, copolímeros de ácido maleico com etileno, propileno ou isobuteno na relação molar 50:50 sendo particularmente preferida.
Os polímeros de enxerto de ácidos carboxílicos insaturados em carboidratos de peso molecular baixo ou carboidratos hidrogenados, cf. US-A 5227446, DE-A 4415623 e DE-A 4313909, são da mesma maneira adequados com co-reforçadores orgânicos.
Exemplos de ácidos carboxílicos insaturados adequados neste contexto são ácido maleico, ácido fumárico, ácido itacônico, ácido citracônico, ácido acrílico, ácido metacrílico, ácido crotônico e ácido vinilacético, e misturas de ácido acrílico e ácido maleico, que são enxertados em quantidades de 40 a 95 % em peso, com base no componente a ser enxertado.
Para modificação, é adicionalmente possível por até 30 % em peso, com base no componente a ser enxertado, de outros monômeros monoetilenicamente insaturados a estarem presentes na forma copolimerizada. Os monômeros modificadores adequados são os monômeros acima mencionados de grupos (ii) e (iii).
As bases enxertadas adequadas são polissacarídeos degradados, tais como amidos ácida ou enzimaticamente degradados, inulinas ou celulose, hidrolisados de proteína e polissacarídeos degradados reduzidos (hidrogenados ou redutivamente submetidos a amida), tais como manitol, sorbitol, aminossorbitol e N-alquilglucamina, e também polialquileno glicóis tendo massas molares até Mw = 5000, tais como polietileno glicóis, copolímeros de bloco de óxido de etileno/óxido de propileno ou óxido de etileno/óxido de butileno ou óxido de etileno/oxido de propileno/óxido butileno e álcoois C1-C22 mono- ou poliídricos alcoxilados (cf. US-A-5756456).
Os ácidos poliglioxílicos adequados como co-reforçadores orgânicos são descritos, por exemplo, na EP-B-001004, US-A-5399286, DE-A-4106355 e EP-A-656914. Os grupos finais dos ácidos poliglioxílicos podem ter estruturas diferentes. Ácidos poliamidocarboxílicos e ácidos poliamidocarboxílicos modificados adequados como co-reforçadores orgânicos são conhecidos, por exemplo, da EP-A-454126, EP-B-511037, WO-A-94/01486 e EP-A-581452.
Em particular, os ácidos poliaspárticos ou co-condesados de ácido aspártico com outros aminoácidos, ácidos mono- ou dicarboxílicos C4-C25 e/ou mono- ou diaminas C4-C25 são também usados como co-reforçadores orgânicos. Preferência particular é dada ao uso de ácidos poliaspárticos que foram preparados em ácidos contendo fósforo e modificados com ácidos mono- ou di-carboxílicos Ce-C22 ou com mono- ou diaminas C6-C22.
Também adequados como co-reforçadores orgânicos são ácido iminodissuccínico, ácido oxidissuccínico, aminopolicarboxilatos, alquilpoliaminocarboxilatos, aminopolialquilenofosfonatos, poliglutamatos, ácido cítrico hidrofobicamente modificado, tal como ácido agárico, ácido poli-a-hidroxiacrílico, N-acil etilenodiaminatriacetatos, tais como etilenodiaminatriacetato de lauroíla, e alquilamidas de acido etüenodiaminatetraacético, tal com amida de EDTA-sebo.
Além disso, é também possível utilizar amidos oxidados como co-reforçadores orgânicos.
Em uma outra forma de realização preferida, os limpadores de acordo com a invenção adicionalmente compreendem, em particular além dos reforçadores inorgânicos, os tensoativos aniônicos e/ou os tensoativos não iônicos, de 0,5 a 20 % em peso, em particular de 1 a 10 % em peso, de derivados de ácido gIicina-N,N-diacético, como descrito na WO 97/19159. É também freqüentemente conveniente adicionar sistemas de branqueamento, consistindo de branqueadores, tais como perborato, percarbonato, e opcionalmente ativadores de branqueamento, tais como tetraacetiletilenodiamina, + estabílizantes de branqueamento nos detergentes e limpadores de acordo com a invenção.
Nestes casos, os detergentes e limpadores de acordo com a invenção adicionalmente compreendem de 0,5 a 30 % era peso, em particular de 5 a 27 % em peso, especialmente de 10 a 23 % em peso, de branqueadores na forma de ácidos percarboxílicos, por exemplo, ácido diperoxododecanodicarboxílico, ácido ftalimidopercapróico ou ácido monoperoxoftálico ou ácido tereftálico, adutos de peróxido de hidrogênio com sais inorgânicos, por exemplo, perborato monoidrato de sódio, perborato tetraidrato de sódio, carbonato peridrato de sódio ou fosfato peridrato de sódio, adutos de peróxido de hidrogênio com compostos orgânicos, por exemplo, peridrato de uréia, ou de sais de peroxo inorgânicos, por exemplo, persulfatos ou peroxodissulfatos de metal alcalino, opcionalmente em combinação com 0 a 15 % em peso, preferivelmente de 0,1 a 15 % em peso, em particular de 0,5 a 8 % em peso, de ativadores de branqueamento.
Os ativadores de branqueamento adequados são: - açúcares poliacilados, por exemplo, pentaacetilglicose; - ácidos aciloxibenzenossulfônicos e sais de metal alcalino e metal alcalino terroso destes, por exemplo, p-nonanoiloxibenzenossulfonato de sódio oup-benzoiloxibenzenossulfonato de sódio; - aminas Ν,Ν-diaciladas e Ν,Ν,Ν’Ν’-tetraaciladas, por exemplo, N,N,N\N’-tetraacetilmetilenodiamina e -etilenodiamina (TAED), N,N-diaceilanilina, Ν,Ν-diacetil-p-toluidina ou hidantoínas 1,3-diaciladas, tais como 1,3-diacetil-5,5 -dimetilídantoína; - N-alquil-N-sulfonilcarbonamidas, por exemplo, N-metil-N-mesilacetamida ou N-metil-N-mesilbenzamida; - Hidrazidas cíclicas N-aciladas, triazóis acilados ou urazóis, por exemplo, hidrazida monoacetilmaleico; - Hidroxilaminas Ο,Ν,Ν-trissubstituídas, por exemplo, 0-benzoil-N,N-succÍnÍlÍdroxÍlamina, 0-acetÍl-N,N-succinilidroxilamina ou Ο,Ν,Ν-triacetilidroxilamina; - N,N’-diacilsulfurilamidas, por exemplo, Ν,Ν’-dimetil-N,N’-diacetilsulfurilamida ou N,N>-dietil"N,N’-dipropionilsulfurilamida; - Lactamas aciladas, por exemplo, acetilcaprolactama, ocatnoilcaprolactama, benzoilcaprolactam ou carbonilbiscaprolactama; - Derivados de antranila, tais como 2-metilantranila ou 2- fenilantranila; - Cianuratos de triacila, por exemplo, cianurato de triacetil ou cianurato de tribenzoíla; - Esteres de oxima e ésteres de bisoxima, tais como oxima de O-acetilacetona ou bisisopropiliminocarbonato; - Anidridos carboxílicos, por exemplo, anidrido acético, anidrido benzóico, anidrido m-clorobenzóico ou anidrido ftálico; - Ésteres enólicos, tais como acetato de isopropenila; - l,3-diacil-4,5-diaciloxiimidazolinas, por exemplo, 1,3-diacetÍl-4,5-diacetoxiimidazolina; - tetr aacetilgli colur ila e tetrapropionilglicolurila; - 2,5-dicetopiperazinas diaciladas, por exemplo, 1,4- diac eti 1-2,5-dic etopiperazina; - nitrilas substituídas por amônio, tais como acetonitrila metilsulfato de N-metilmorfolínio; - produtos da acilação de diuréia de propileno e 2,2-dimetilpropilenodiuréia, por exemplo, tetraacetilpropilenodiuréia; - α-aciloxipoliacilmalonamidas, por exemplo, a-acetóxi- N,N’-diacetilmalonamida; - diacildioxoexaidro-l,3,5-tríazinas, por exemplo, 1,5- diacetil-2,4-dioxoexaidro-1,3,5-triazina; - Benz-(4H)-l,3-oxazin-4-onas tendo radicais de alquila, por exemplo, metila, ou radicais aromáticos, por exemplo, fenila, na posição 2. O sistema de branqueamento descrito compreendendo branqueadores e ativadores de branqueamento pode opcionalmente também compreender catalisadores de branqueamento. Exemplos de catalisador de branqueamento adequados são as iminas quatemizadas e sulfoniminas que são descritas, por exemplo, na US-A 5 360 569 e EP-A 453 003. Os catalisadores de branqueamento particularmente eficazes são complexos de manganês, que são descritos, por exemplo, na WO-A 94/21777. Onde usados, tais compostos são incorporados nos detergentes e limpadores em quantidades de no máximo 1,5 % em peso, em particular até 0,5 % em peso, e no caso de complexos de manganês muito ativos, em quantidades de até 0,1 % em peso.
Além do sistema de branqueamento descrito compreendendo branqueadores, ativadores do branqueamento e opcionalmente catalisadores de branqueamento, é também possível utilizar sistemas tendo liberação de peróxido enzimático ou sistemas de branqueamento fotoativados para os detergentes e limpadores de acordo com a invenção.
Para vários usos, é conveniente para os detergentes e limpadores de acordo com a invenção compreender enzimas. As enzimas que são preferivelmente usadas em detergentes e limpadores são proteases, amilases, lípases e celulases. Quantidades preferidas das enzimas são de 0,1 a 1,5 % em peso, particularmente preferível de 0,2 a 1,0 % em peso, da enzima formulada. Exemplos de proteases adequadas são Savinase e Esperase (fabricante: Novo Nordisk). Um exemplo de uma lípase adequada é Lipolase (fabricante: Novo Nordisk). Um exemplo de uma celulase adequada é Celluzym (fabricante: Novo Nordisk). O uso de peroxidases para ativação do sistema de branqueamento é também possível. É possível utilizar enzimas individuais ou uma combinação de enzimas diferentes. Onde apropriado, o detergente e limpador de acordo com a invenção podem também compreender estabilizantes de enzima, por exemplo, propionato de cálcio, formiato de sódio ou ácidos bóricos ou sais destes, e/ou antioxidantes.
Os constituintes de detergentes e limpadores são conhecidos em princípio pela pessoa versada na técnica. As listas, acima e abaixo, de constituintes adequados dados simplesmente como uma seleção ilustrativa dos constituintes adequados conhecidos.
Além dos componentes principais mencionados até agora, os detergentes e limpadores de acordo com a invenção podem também compreender os seguintes outros aditivos costumeiros nas quantidades costumeiras para este propósito: dispersantes conhecidos, tais como condensados de ácido naftalenossulfônico ou polcarboxilatos, compostos reguladores do pH, tais como álcalis ou doadores alcalinos (NaOH, KOH, metassilicato de pentassódio) e ácidos (ácido clorídrico, ácido fosfórico, ácido amidosulfurico, ácido cítrico), sistemas tamponantes, tais como tampão de acetato ou fosfato, perfume, tinturas, biocidas, tais como isotiazolinonas ou 2-bromo-2-nitro-l,3-propanodiol, agentes solubilizantes/hidrotrópicos, tais como cumenossulfonatos, toluenossulfonatos, ácidos graxos de cadeia curta, uréia, álcoois ou ésteres alquil/aril fosfóricos, ésteres alquil/aril poliglicol fosfóricos, reguladores de espuma para a estabilização ou supressão de espuma, protetores da pele e inibidores da corrosão, compostos ou sistemas desinfetantes, tais como aqueles que liberam cloro ou ácido hipocloroso, tal como dicloroisocinaurato, ou que compreendem iodo.
Os detergentes adicionalmente compreendem, se apropriado, portadores de sujeira, agentes de liberação de sujeira, tais como, por exemplo, ésteres de poliéter, inibidores de incrustação, trocadores de íon, inibidores de acinzentamento, branqueadores óticos (fluorescentes), inibidores de transferência de cor, tais como, por exemplo, polivinilpirrolidona, espessantes e diluentes e agentes de formulação, em solventes limpadores tais como, por exemplo, oligoglicóis de alquila de cadeia curta, tais como butil glicol, butil diglicol, éter propileno glicol monometilico, álcoois, tais como etanol, isopropanol, solventes aromáticos tais como tolueno, xileno, Nalquilpirrolidonas ou carbonatos de alquileno, espessantes, tais como, por exemplo, polissacarídeos, e/ou policarboxilatos fracamente reticulados (por exemplo, Carbopol® da Goodrich), componentes abrasivos fmamente divididos, tais como, por exemplo, pó de quartzo ou de mármore, giz, terra diatomácea, pedra pomes ou então croco ou esmeril, podem adicionalmente estar presentes.
Os detergentes são geralmente, mas não exclusivamente, na forma pulverulenta sólida, e depois de uma forma geral adicionalmente compreendem diluentes costumeiros, que transmitem a eles boa capacidade de circulação, capacidade de dosagem e solubilidade e que impedem a aglomeração e polvilhamento, tais como, por exemplo, sulfato de sódio ou sulfato de magnésio. Na forma convencional, os detergentes pulverulentos possuem uma densidade de massa média de cerca de 450 g/1. Os detergentes compactos ou ultracompactos e também os extrudados possuem uma densidade de massa de > 600 g/1. Estes estão se tomando mais e mais importantes.
Se eles forem usados na forma líquida, eles podem estar na forma de microemulsões, emulsões ou soluções aquosas. Em detergentes líquidos, os solventes tais como, por exemplo, etanol, isopropanol, 1,2-propileno glicol, ou butil glicol podem adicionalmente ser usados.
No caso de detergentes semelhantes a gel de acordo com a invenção, espessantes, tais como, por exemplo, polissacarídeos e/ou policarboxilatos fracamente reticulados (por exemplo, Carbopol® da Goodrich) podem adicionalmente ser usados.
No caso de detergentes na forma de tablete, os auxiliares de formação de tablete, tais como, por exemplo, polietileno glicóis com massas molares de > 1000 g/mol, dispersões poliméricas, e desintegrantes de tablete, tais como, por exemplo, derivados de celulose, polivinilpirrolidona reticulada, poliacrilatos reticulados ou combinações de ácidos, por exemplo, ácido cítrico + bicarbonato de sódio, para designar mais alguns, são adicionalmente requeridos.
Os limpadores são geralmente, mas não exclusivamente, aquosos e estão na forma de microemulsões, emulsões ou soluções.
Se eles forem para estar na forma sólida ou pulverulenta, os diluentes costumeiros, que transmitem a eles boa capacidade de circulação, capacidade de dosagem e solubilidade e/ou que impedem a aglomeração e polvilhamento, tais como, por exemplo, sulfato de sódio ou sulfato de magnésio, podem adicionalmente ser usados, No caso de limpadores na forma de tablete, os auxiliares de formação de tabletes, tais como, por exemplo, polietileno glicóis com massas molares > 1000, dispersões poliméricas, e desintegrantes de tablete, tais como, por exemplo, derivados de celulose, polivinilpirrolidona reticulada, poliacrilatos reticulados ou combinações de ácidos, por exemplo, ácido cítrico + bicarbonato de sódio, para designar mais alguns, são adicionalmente requeridos. A presente invenção será ilustrada com maiores detalhes mediante referência aos exemplos abaixo.
Exemplos Exemplo 1: Éster de ácido graxo de coco tridecilpentacosaoxietileno glicol (hidrogenado) (A) a) Preparação do alcoxilato de alquila: Tridecanol N (160 g, 0,8 mol; fabricante BASF) é misturado com KOH em pó (2 g, 0,036 mol) em um autoclave pressurizado de 2 litros da Mettler e desidratado durante 1 h a 95 °C e 20 mbar. O sistema é depois tomado inerte duas vezes usando nitrogênio e aquecido para 100 °C. Durante o curso de 8 h e até uma pressão máxima de 6 bar, óxido de etileno (880 g, 20 mol) é medido e quando a adição está completa, a mistura é depois agitada durante mais 3 h. Finalmente, o composto é misturado com Ambosol (3 por cento em peso) e filtrado. Isto fornece tridecilpentacosaoxietileno glicol (1040 g; número de OH 45 mg de KOH/g, teoria 43,2 mg de KOH/g) como sólido branco. b) Esterificação: Tridecilpentacosaoxietileno glicol (149,5 g, 0,12 mol) é misturado com ácido graxo de coco C8-C18 hidrogenado (24,8 g, 0,12 mol; Edenor HK 818, Cognis), ácido paratoluenossulfõnico (1,1 g, 0,06 mol) e tolueno (50 ml) e fervido durante 10 h a 140 °C no separador de água. Isto fornece 170 g de sólido (p.m.: 33 °C) com um grau de esterificação de > 95 % ‘HNMR. * Composição típica da Edenor HK 18 de acordo com o fabricante: Exemplo 2: Éster propileptilcosaoxietileno glicol decanóico (B) a) Preparação do alcoxilato de alquila: 2-Propileptanol (158,3 g, 1,0 mol; fabricante BASF) é misturado com KOH em pó (2,1 g, 0,038 mol) em um autoclave pressurizado de 2 litros da Mettler e desidratado durante 1 h a 95 °C e 20 mbar. O sistema é depois tomado inerte duas vezes usando nitrogênio e aquecido para 100 °C. Durante o curso de 8 h e até uma pressão máxima de 6 bar, óxido de etileno (880 g, 20 mol) é medido, e quando a adição está completa, a mistura é depois agitada durante mais 3 h. Finalmente, o composto é misturado com Ambosol (3 por cento em peso) e filtrado, isto fornece 2-propileptilcosaoxietileno glicol (1035 g; número de OH 54 mg de KOH/g, teoria 55 mg de KOH/g) como sólido branco. b) Esterificação: 2-Propileptilcosaoxietileno glicol (124,6 g, 0,12 mol) é misturado com ácido decanóico (20,7 g, 0,12 mol), ácido paratoluenossulfônico (1,1 g, 0,06 mol) e tolueno (50 ml) e fervido durante 10 h a 140 °C no separador de água, Isto fornece 140 g de sólido (p.m.: 30 °C) com um grau de esterificação de > 95 %. (*H NMR).
Exemplo 3: Éster 2-propileptildecaoxietileno glicol decanóico (C, técnica anterior) Lutenosol® XP 100 (168,8 g, 0,4 mol; BASF) é misturado com ácido decanóico (68,8 g, 0,4 mol), ácido paratoluenossulfônico (1,1 g, 0,06 mol) e tolueno (50 ml) e fervido durante 10 h a 140 °C no separador de água. Isto fornece 230 g de substância líquida com um grau de esterificação de 80 % ('H NMR).
Exemplo 4: Éster 2-propileptilexaoxietileno glicol decanóico (D, técnica anterior) Lutenosol® XP 60 (101,3 g, 0,24 mol; BASF) é misturado com ácido decanóico (49,6 g, 0,24 mol), ácido paratoluenossulfônico (2,2 g, 0,12 mol) e tolueno (50 ml) e fervido durante 10 h a 140 °C no separador de água. Isto fornece 140 g de substância líquida com um grau de esterificação de 90 % (]H NMR).
Exemplo 5: Éster propileptiloxipropilenocosaoxietileno glicol decanóico (E) a) Preparação do alcoxilato de alquila: 2-Propileptanol (395,8 g, 2,5 mol; fabricante BASF) é misturado com KOH em pó (11 g, 0,20 mol) em um autoclave pressurizado de 3,5 litros da Mettler e desidratado durante 1 h a 95 °C e 20 mbar. O sistema é depois tomado inerte duas vezes usando nitrogênio e aquecido para 120 °C. Durante o curso de 1 h e até uma pressão máxima de 2 bar, óxido de propileno (145 g, 2 mol) é medido, e a mistura é depois agitada durante 2 h em pressão constante. Depois, a 120 °C, durante o curso de 8 h e até uma pressão máxima de 6 bar, óxido de etileno (880 g, 50 mol) é medido e, quando a adição estava completa, a mistura é depois agitada durante mais 3 h. Finalmente, o composto é misturado com Ambosol (3 por cento em peso) e filtrado. Isto fornece 2-propileptiloxipropilenocosaoxietileno glicol (2744 g; número de OH 52 mg de KOH/g, teoria 51 mg de KOH/g) como sólido branco. b) Esterificação: 2-Propileptiloxipropilenocosaoxietileno glicol (165 g, 0,15 mol) é misturado com ácido decanóico (25,8 g, 0,15 mol), ácido paratoluenossulfônico (1,4 g, 0,075 mol) e tolueno (50 ml) e fervido durante 10 h a 140 °C no separador de água. Isto fornece 189 g de sólido com um grau de esterificação de 82 %. ('HNMR).
Exemplo 6: Éster propileptilcosaoxietilenooxipropileno glicol decanóico (F) a) Preparação do alcoxilato de alquila: 2-Propileptanol (158,3 g, 1,0 mol; fabricante BASF) é misturado com KOH em pó (4,4 g, 0,078 mol) em um autoclave pressurizado de 2 litros da Mettler e desidratado durante 1 h a 95 °C e 20 mbar. O sistema é depois tomado inerte duas vezes usando nitrogênio e aquecido para 120 °C. Durante o curso de 8 h e até uma pressão máxima de 8 bar, óxido de etileno (880 g, 20 mol) é medido, e quando a adição está completa, a mistura é depois agitada durante mais 6 h. O reator é depois descomprimido para a pressão atmosférica e, durante o curso de 2 h e até uma pressão de 7 bar, oxido de propileno (58 g, 1 mol) é medido a 120 °C. Finalmente, o composto é misturado com Ambosol (3 por cento em peso) e filtrado. Isto fornece 2-propileptilcosaoxietileno glicol (1030 g; número de OH 54 mg de KOH/g, teoria 51 mg de KOH/g) como sólido branco. b) Esterifícação: 2-Propileptilcosaoxietilenooxipropileno glicol (124,7 g, 0,12 mol) é misturado com ácido decanóico (20,6 g, 0,12 mol), ácido paratoluenossulfônico (1,1 g, 0,06 mol) e tolueno (50 ml) e fervido durante 10 h a 140 °C no separador de água. Isto fornece 142 g de sólido com um grau de esterifícação de > 90 %. (’H NMR).
Exemplo 7: Éster de ácido tridecileptacosaoxietileno monopropileno carboxílico C6-C14 (G) a) Preparação do alcoxilato de alquila: Trídecanol N (140 g, 0,7 mol; fabricante BASF) é misturado com 50 % de KOH aquoso forte (4,4 g de solução aquosa, 0,039 mol) em um autoclave pressurizado de 2 litros da Mettler e desidratado durante 1 h a 95 °C e 20 mbar, O sistema é depois tomado inerte duas vezes usando nitrogênio e aquecido para 120 °C. Durante o curso de 12 h e até uma pressão máxima de 6 bar, óxido de etileno (832 g, 18,9 mol) é medido, e após a adição estar completa, a mistura é depois agitada durante mais 2 h. O reator é depois descomprimido para a pressão atmosférica e, durante o curso de 2 h e até uma pressão de 7 bar, óxido de propileno (40,6 g, 0,7 mol) é medido em 120 °C e a mistura é depois agitada durante 2 h. Isto fornece tridecileptacosaoxietileno monopropileno glicol (1020 g; número de OH 40 mg de KOH/g, teoria 39 mg de KOH/g) como sólido branco. b) Esterificação: Tridecileptacosaoxietileno monopropileno glicol (100 g, 0,071 mol) é fervido com éster metílico C6-C10 (6,0 g, 0,036 mol; Edenor ME C6-10, Cognis*) e éster metílico C12-C14 (7,8 g, 0,036 mol; Edenor ME C1270, Cognis*) e a 160 °C sob uma corrente de N2 durante 4 h. Isto fornece 107 g de sólido bege (p,m.: 33 - 35 °C) com um grau de esterificação de 75 %. (*H NMR). Este pode ser convertido em um sólido branco mediante a adição de H2O2 (3,3 g de uma intensidade de 30 % em água) e agitação durante 20 min a 60 °C, e neutralização com ácido acético (0,23 g, 0,004 mol). * Composição típica de Edenor ME C6-10 de acordo com 0 fabricante. * Composição típica de Edenor ME Cl270 de acordo com 0 fabricante.
Exemplo 8: Volume de espuma na máquina de lavar pratos O volume de espuma na máquina de lavar pratos é investigado. Para isto, 10 ml de ovo de galinha, 19 g de um detergente de máquina de lavar pratos básico (constituintes principais 48 % metassilicato de sódio x 5H20,45 % trifosfato de sódio, 5 % carbonato de sódio) e 1 g do tensoativo são colocados na máquina de lavar pratos. O número de revoluções do braço pulverizador é então medido em diferentes temperaturas. Se o nível de espuma for demasiado elevado, a velocidade do braço pulverizador é reduzida por refreamento, e se o nível for baixo pode ser operado em velocidade máxima (cerca de 150 rpm). Vários tensoativos foram testados neste pedido. A velocidade rotacional foi medida em 30, 40, 50, 60 °C. A tabela abaixo lista as velocidades do rotor em rpm nas várias temperaturas.
Exemplo 9: Ângulo de contato sobre superfícies sólidas A tabela abaixo fornece o ângulo de contato das soluções tensoativas aquosas (0,2 g/1) após 0,1 s, 1 s e 10 s em graus a 40 °C em várias superfícies sólidas. Quanto menor o ângulo, tanto mais marcante o umedecimento. Vários tensoativos foram testados. i Exemplo 10: Capacidade de ser formulado A tabela abaixo fornece a capacidade de ser formulado (1 g de tensoativo per 49 g de solução limpadora) em duas formulações limpadores alcalinas típicas. O que é avaliado é se o tensoativo se dissolve nas formulações limpadoras para formar uma solução transparente. Se as formulações forem transparentes, então o ponto de turvação é também determinado (comportamento a 20 °C/ponto de turvação em °C). Vários tensoativos foram testados.
Exemplo 11: Testes de estabilidade sobre a faixa de aplicação O teste ocorre analogamente ao Exemplo 8. As velocidades rotacionais são medidas na temperatura máxima (60 °C - 69 °C) durante um I jeríodo de 2 h.__________________________________________________________________ I
REIVINDICAÇÕES